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Legislação Turística

Índice
1. Conceitos gerais ................................................................................................................. 3
1.1.1 Estabelecimentos Hoteleiros ................................................................................ 3
1.1.2 Aldeamentos Turísticos ......................................................................................... 3
1.1.3 Apartamentos Turísticos........................................................................................ 3
1.1.4 Turismo de habitação ............................................................................................ 4
1.1.5 Turismo Rural .......................................................................................................... 4
1.1.5.1 Casa de Campo
................................................................................................................ 4
1.1.5.2 Agro –turismo
................................................................................................................. 5
1.1.5.3 Hotéis Rurais
.................................................................................................................. 5
1.1.6 Parques de campismo e caravanismo ................................................................ 5
1.1.7 Turismo de Natureza Carlos garrido ................................................................... 5
2. Empreendimentos Turísticos com base na legislação ..................................................... 6
2.1 Principais características em comum dos estabelecimentos hoteleiros, dos
aldeamentos e apartamentos turísticos .............................................................................. 6
3.Conceitos gerais .................................................................................................................... 11
3.1.Empresas de animação Turística ................................................................................ 11
3.2. Agência de Viagens ..................................................................................................... 11
3.3. Gastronomia como património Cultural ..................................................................... 12
3.4. Estabelecimentos de restauração e bebidas ........................................................... 12
4. Empreendimentos Turísticos com base na legislação ................................................... 12
4.1 Principais características das empresas de animação Turística............................ 12
4.2 Principais características das agências de viagem .................................................. 13
4.3 Principais características da gastronomia como património cultural ..................... 13
4.3 Principais características dos estabelecimentos de restauração e bebidas ........ 14
Bibliografia ................................................................................................................................. 15
1. Conceitos gerais

1.1.1 Estabelecimentos Hoteleiros

São empreendimentos turísticos ou hoteleiros, todos os serviços


destinados a proporcionar, mediante remuneração, serviços de alojamento e
outros serviços acessórios ou de apoio, com ou sem fornecimento de refeições.

Fonte:http://www.cm-bombarral.pt/CustomPages/ShowPage.aspx?pageid=a9bf34c6-760e-
4c60-ace7-543cae5958b6 [1]

1.1.2 Aldeamentos Turísticos

São aldeamentos turísticos os empreendimentos turísticos constituídos


por um conjunto de instalações funcionalmente interdependentes com
expressão arquitetónica coerente, situadas em espaços com continuidade
territorial, com vias de circulação interna que permitam o trânsito de veículos de
emergência, ainda que atravessados por estradas e caminhos municipais já
existentes, linhas de água e faixas de terreno afetas a funções de proteção e
conservação de recursos naturais, destinados a proporcionar alojamento e
serviços complementares de apoio a turistas.

Fonte:http://business.turismodeportugal.pt/pt/Planear_Iniciar/Como_comecar/Empreendimento_Turisticos/
Paginas/default.aspx [2]

1.1.3 Apartamentos Turísticos

São apartamentos turísticos os empreendimentos turísticos


constituídos por um conjunto coerente de unidades de alojamento, do tipo
apartamento, entendendo-se estas como parte de um edifício à qual se acede
através de espaços comuns, nomeadamente átrio, corredor, galeria ou patamar
de escada, que se destinem a proporcionar alojamento e outros serviços
complementares e de apoio a turistas.
Fonte:http://business.turismodeportugal.pt/pt/Planear_Iniciar/Como_comecar/Empreendimento_Turisticos/
Paginas/default.aspx [2]
1.1.4 Turismo de habitação

São empreendimentos de turismo de habitação os estabelecimentos de


natureza familiar instalados em imóveis antigos particulares que, pelo seu valor
arquitetónico, histórico ou artístico, sejam representativos de uma determinada
época, nomeadamente palácios e solares, podendo localizar -se em espaços
rurais ou urbanos.

Fonte:http://business.turismodeportugal.pt/pt/Planear_Iniciar/Como_comecar/Empreendimento_Turisticos/
Paginas/default.aspx [2]

1.1.5 Turismo Rural

São empreendimentos de turismo no espaço rural os estabelecimentos


que se destinam a prestar, em espaços rurais, serviços de alojamento a
turistas, preservando, recuperando e valorizando o património arquitetónico,
histórico, natural e paisagístico dos respetivos locais e regiões onde se situam,
através da reconstrução, reabilitação ou ampliação de construções existentes,
de modo a ser assegurada a sua integração na envolvente.
Os empreendimentos de turismo no espaço rural podem ser
classificados nos seguintes grupos:
 Casas de campo
 Agro - turismo
 Hotéis rurais

Fonte:http://business.turismodeportugal.pt/pt/Planear_Iniciar/Como_comecar/Empreendimento_Turisticos/
Paginas/default.aspx [2]

1.1.5.1 Casa de Campo

São casas de campo ou imóveis situados em aldeias e espaços rurais


que prestem serviços de alojamento a turistas e se integrem, pela sua
praça, materiais de construção e demais características, na arquitetura
típica local.
1.1.5.2 Agro –turismo

São empreendimentos de agro -turismo os imóveis situados em


explorações agrícolas que prestem serviços de alojamento a turistas e
permitem aos hóspedes o acompanhamento e conhecimento da atividade
agrícola, ou a participação nos trabalhos aí desenvolvidos, de acordo com as
regras estabelecidas pelo seu responsável.

1.1.5.3 Hotéis Rurais

São hotéis situados em espaços rurais que, pela sua traça


arquitetónica e materiais de construção, respeitam as características
dominantes da região onde estão implantados, podendo instalar-se em
edifícios novos que ocupem a totalidade de um edifício ou integrem uma
entidade arquitetónica única e respeitem as mesmas características.

1.1.6 Parques de campismo e caravanismo

São parques de campismo e de caravanismo os empreendimentos


instalados em terrenos devidamente delimitados e dotados de estruturas
destinadas a permitir a instalação de tendas, reboques, caravanas ou
autocaravanas e demais material e equipamento necessários à prática do
campismo e do caravanismo, podendo ser públicos ou privativos, consoante se
destinem ao público em geral ou apenas aos associados ou beneficiários das
respetivas entidades proprietárias ou exploradoras.

Fonte:http://business.turismodeportugal.pt/pt/Planear_Iniciar/Como_comecar/Empreendimento_Turisticos/
Paginas/default.aspx [2]

1.1.7 Turismo de Natureza Carlos garrido

Consiste num produto turístico composto por estabelecimentos,


atividades de animação ambiental e serviços de alojamento. Integra um
conjunto de práticas diversificadas que vão desde o alojamento em casas
tradicionais, à interpretação e contemplação e usufruto da natureza nas suas
diferentes vertentes (exemplo: passeios a pé, de bicicleta, a cavalo,
observação de aves, canoagem, escalada, orientação,..).

Fonte: https://mentesemaccao.blogs.sapo.pt/10262.html [3]

2. Empreendimentos Turísticos com base na legislação


(https://dre.pt/application/conteudo/70865621)

2.1 Principais características em comum dos estabelecimentos


hoteleiros, dos aldeamentos e apartamentos turísticos

Os estabelecimentos hoteleiros, os aldeamentos e apartamentos


turísticos, classificam -se nas categorias de uma a cinco estrelas, de acordo
com os requisitos constantes do anexo I da “Portaria nº 465/2008, de 23 de
abril”:

 Local identificado de receção destinados ao check in, check out


e informações aos hóspedes, que pode estar inserido em
qualquer área de uso comum;
 Área ou áreas de uso comum onde possam ser prestados os
serviços de refeições, pequenos-almoços ou bar;
 Instalações sanitárias;
 Cozinha, ou copa se apenas forem servidos pequenos-almoços;
 Zona de armazém;
 Área destinada ao pessoal composta pelo menos por
instalações sanitárias e zona de vestuário;
 Climatização das unidades de alojamento com sistemas de
climatização ativos ou passivos que garantam o conforto
térmico;
 Área mínima com um quarto individual;
 Apartamento em estúdio;
 Área mínima com um quarto duplo;
 Área mínima de cada quarto suplementar;
 Mesas de refeições ou adaptável para o efeito, cadeiras e sofás,
loiças, vidros e talheres;
 Frigorifico, micro-ondas e lava-loiça;
 Utensílios de cozinha;
 Meios de comunicação com o exterior acessível aos hóspedes
(Ex. Telefone ou telemóvel);
 Telefone no quarto com acesso direto à rede exterior;
 Limpeza e arrumação diária das unidades de alojamento;
 Mudança de toalhas pelo menos duas vezes por semana e
sempre que mude de cliente;
 Bebidas à disposição do cliente (sem serviço de bar);
 Serviço de depósito de valores na receção;

2.2. Características comuns dos Aldeamentos e apartamentos


turísticos

 Frigorifico, lava-loiça e armários para víveres, fogão ou placa,


exaustor de fumos e utensílios de cozinha;
 Amenities básico: sabonete ou gel de banho a pedido;
 TV a cores com controlo remoto na sala;
 Manual do serviço de A a Z na unidade de alojamento;
 Serviços de receção bilingue (Português/Inglês);
 Aceitação de cartão de crédito;
 Estacionamento privativo com capacidade para um veículo por
unidade de alojamento;
 Restaurante com zona de bar aberto de 7 dias por semana;

2.3. Características em comum dos estabelecimentos de


Turismo de habitação e do Turismo em espaço Rural

 Sistema de iluminação e água corrente quente e fria;


 Quando o sistema de abastecimento de água seja privativo, os
empreendimentos devem dispor de reservatórios com
capacidade para satisfazer as necessidades diárias do
empreendimento;
 Sistema e equipamentos de segurança contra incêndios nos
termos de legislação específica;
 Sistema de climatização adequado às condições climatéricas do
local onde se encontra situado o estabelecimento;
 Zona de arrumos separada das zonas destinadas aos
hóspedes;
 Sistema de armazenagem de lixos quando não exista serviço
público de recolha;
 Equipamento de primeiros socorros;
 Área de estacionamento;
 Telefone fixo ou móvel com ligação à rede exterior na área de
receção ou, quando se trate de casas de campo, no escritório de
atendimento a hóspedes;
 Registo das entradas e saídas dos hóspedes;
 Serviço de reservas de alojamento;
 Receção, guarda e entrega aos hóspedes das mensagens,
correspondência e demais objetos que lhe sejam destinados;
 Prestação de informação ao público sobre os serviços
disponibilizados;
 As unidades de alojamento dos empreendimentos de turismo de
habitação e de turismo no espaço rural são quartos ou suites e
devem dispor, no mínimo, de cama, mesa-de-cabeceira ou
solução de apoio equivalente, espelho, armário, iluminação de
cabeceira e tomada elétrica;
 Nos empreendimentos de agro -turismo as unidades de
alojamento podem ainda ser edifícios autónomos nos termos
previstos no n.º 3 do artigo 24.º do presente diploma;
 Quando as unidades de alojamento dos empreendimentos de
turismo de habitação ou de turismo no espaço rural dispuserem
de salas privativas, a área mínima exigida para as mesmas é de
10 m;
 As cozinhas ou pequenas cozinhas (kitchenettes) dos
empreendimentos de turismo de habitação e de turismo no
espaço rural devem estar equipadas, no mínimo, com frigorífico,
fogão, placa ou micro-ondas, lava -loiça, dispositivo para
absorver fumos e cheiros e armários para víveres e utensílios;
 As cozinhas dos empreendimentos de turismo de habitação e de
turismo no espaço rural destinadas a confecionar refeições para
os hóspedes podem ser as destinadas ao uso do proprietário do
empreendimento ou seu representante, quando ali residente;
 Os empreendimentos de turismo no espaço rural podem
fornecer diretamente aos seus utentes, a estabelecimentos de
comércio a retalho ou a estabelecimentos de restauração ou de
bebidas pequenas quantidades de produtos primários,
transformados ou não, nos termos da legislação nacional que
estabelece e regulamenta derrogações aos regulamentos
comunitários relativos à higiene dos géneros alimentícios.
 As instalações sanitárias afetas ou integradas em unidades de
alojamento devem dispor, no mínimo, de sanita, duche ou
banheira, lavatório, espelho, ponto de luz, tomada de corrente
elétrica e de água corrente quente e fria;
 As instalações sanitárias afetas ou integradas em unidades de
alojamento devem ainda estar equipadas, no mínimo, com
sabonete ou gel de banho;
 Nos empreendimentos de turismo de habitação e de turismo no
espaço rural, as instalações e os equipamentos devem ser
mantidos em boas condições de higiene, limpeza e
funcionamento;
 As unidades de alojamento devem ser arrumadas e limpas
diariamente;
 As roupas de cama e as toalhas das casas de banho das
unidades de alojamento devem ser substituídas pelo menos
duas vezes por semana, sempre que o hóspede o solicite,
sempre que haja mudança de hóspede;
 Nos empreendimentos de turismo de habitação e de turismo no
espaço rural é obrigatório o serviço de pequeno – almoço;
 Devem ainda ser disponibilizados almoços e jantares, mediante
solicitação prévia, sempre que não exista estabelecimento de
restauração a menos de 5 km, exceto quando se trate de casas
de campo não habitadas pelo proprietário, explorador ou seu
representante;
 As refeições servidas nos empreendimentos de turismo de
habitação e de turismo no espaço rural devem corresponder à
tradição da cozinha portuguesa e utilizar, sempre que possível,
produtos da região ou da exploração agrícola do
empreendimento.

2.4. Características dos Parques de campismo e caravanismo

 Os parques de campismo e de caravanismo podem ser públicos


ou privativos, consoante se destinem ao público em geral ou
apenas aos associados ou beneficiários das respetivas
entidades proprietárias ou exploradoras.
 Nos parques de campismo e de caravanismo podem existir
instalações de caráter complementar destinadas a alojamento
desde que não ultrapassem 25 % da área total do parque
destinada aos campistas;

2.5. Características do Turismo de Natureza

 Fonte de abastecimento de água;


 Caudal de água das torneiras e chuveiros;
 Utilização das luzes;
 Utilização do aquecimento e do ar condicionado;
 Mudança de toalhas e lençóis;
 Tratamento das águas residuais;
 Transporte dos resíduos;
 Produtos descartáveis;
 Produtos de toilette de utilização única;
 Utilização de desinfetantes;
 Dosagem do desinfetante para piscinas;
 Triagem dos resíduos pelos hóspedes;
 Transporte público;

3.Conceitos gerais

3.1.Empresas de animação Turística

São atividades e serviços prestados aos turistas, que visam o


complemento da oferta primária.

Atividades estas, que podem ser lúdicas, culturais, desportivas ou


ambientais.

Por norma, dependem dos recursos das regiões visitadas, e devem


contribuir para o desenvolvimento das mesmas.

As animações turísticas, permitem ao turista usufruir de forma mais


completa a sua experiência turística, concedendo aos destinos maior sucesso e
vitalidade.

3.2. Agência de Viagens

É uma empresa privada que trabalha como intermediária entre seus


clientes e determinados prestadores de serviços turísticos (Empresas
aéreas, hotéis, cruzeiros…), com o objetivo de vender produtos e serviços
relacionados com essas viagens a um preço e com determinadas condições
especialmente atrativas em relação com as que se poderia conseguir ao dirigir-
se diretamente a esses provedores.

3.3. Gastronomia como património Cultural

É o receituário tradicional português, assente, designadamente, em


matérias-primas de fauna e flora utilizadas ao nível nacional, regional ou local,
bem como em produtos agroalimentares produzidos em Portugal, e que, pelas
suas características próprias, revele interesse do ponto de vista, histórico,
etnográfico, social ou técnico, evidenciando valores de memória, antiguidade,
autenticidade, singularidade ou exemplaridade.

3.4. Estabelecimentos de restauração e bebidas

São os estabelecimentos destinados a prestar, mediante remuneração,


serviços de alimentação e de bebidas no próprio estabelecimento ou fora dele.

4. Empreendimentos Turísticos com base na legislação

4.1 Principais características das empresas de animação


Turística

 Antes do início da atividade, deve ser prestada aos clientes informação


completa e clara sobre as regras de utilização de equipamentos,
legislação ambiental relevante e comportamentos a adotar em situação
de perigo ou emergência, bem como informação relativa à formação e
experiência profissional dos seus colaboradores.
 As empresas que desenvolvam atividades reconhecidas como turismo
de natureza devem disponibilizar ao público informação sobre a
experiência e formação dos seus colaboradores em matéria de
ambiente, património natural e conservação da natureza.
 As atividades de animação turística realizadas em áreas protegidas
devem, nomeadamente, observar os respetivos planos de ordenamento
e cartas de desporto da natureza;
 A identificação da entidade autorizada a exercer atividades de animação
turística;
 A firma ou denominação social, a sede, a localização de todos os
estabelecimentos, o objeto social ou estatutário, o número de matrícula
e a conservatória do registo comercial em que a sociedade se encontra
matriculada;
 A identificação dos administradores, gerentes e diretores;
 A identificação das atividades de animação que a empresa fique
autorizada a exercer;
 Referência ao reconhecimento da empresa como de turismo de
natureza, quando se verifique;
 As marcas utilizadas pela empresa;
 Os números das apólices de seguro obrigatório, o respetivo prazo de
validade e o montante garantido;
 As sanções aplicadas;
 As menções distintivas de qualidade.

4.2 Principais características das agências de viagem

 Acompanhar a gestão financeira do FGVT;


 Emitir parecer sobre o orçamento, o relatório de contas e balanço
anuais;
 Fiscalizar a execução da contabilidade do FGVT e o cumprimento dos
normativos aplicáveis, informando o conselho geral de qualquer
anomalia detetada;
 Elaborar o relatório anual sobre a ação fiscalizadora exercida;
 Solicitar ao conselho geral a realização de reuniões conjuntas dos dois
órgãos, quando o considerar conveniente;
 Pronunciar -se sobre qualquer assunto de interesse para o FGVT que
seja submetido à sua apreciação pelo conselho geral;
 Acompanhar as operações de acionamento do Fundo, a reposição e a
recuperação de montantes.

4.3 Principais características da gastronomia como património


cultural
 Identificação do estabelecimento;
 Identificação da entidade exploradora;
 Composição da ementa a apresentar a concurso;
 Composição das receitas, sua proveniência, produtos e utensílios
utilizados na sua confeção;
 Identificação do responsável pela confeção
 Identificação do concorrente;
 Identificação da entidade exploradora se o concorrente for um
estabelecimento de restauração ou de bebidas, escola de hotelaria e
turismo ou empreendimento de turismo no espaço rural;
 Composição das receitas concorrentes, sua proveniência, produtos e
utensílios e processo de confeção;

4.3 Principais características dos estabelecimentos de


restauração e bebidas

 Instalação de toldo e respetiva sanefas


 Instalação de esplanada aberta;
 Instalação de estrado e guarda-ventos;
 Instalação de vitrina e expositor;
 Instalação de suporte publicitário, nos casos em que é dispensado o
licenciamento da afixação ou da inscrição de mensagens publicitárias de
natureza comercial;
 Instalação de arcas e máquinas de gelados;
 Instalação de brinquedos mecânicos e equipamentos similares;
 Instalação de floreira;
 Instalação de contentor para resíduos.
Bibliografia

[1]http://www.cm-bombarral.pt/CustomPages/ShowPage.aspx?pageid=a9bf34c6-760e-

4c60-ace7-543cae5958b6
[2]http://business.turismodeportugal.pt/pt/Planear_Iniciar/Como_comecar/Empre

endimento_Turisticos/Paginas/default.aspx

[3] https://mentesemaccao.blogs.sapo.pt/10262.html

https://dre.pt/application/file/a/673494