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Universidade Paulista- Unip

Relatório de ensaio
Moldagem do corpo de prova do Cimento Portland
Nome: Joel Cavalotti
RA: C68152-0
Turma 6p

1.0 – Introdução

O concreto possui três principais propriedades mecânicas, que são resistência


à compressão, resistência à tração e módulo de elasticidade. Ambas são
medidas a partir de ensaios em laboratório que atendem critérios estabelecidos
pelas normas técnicas e em condições específicas. De modo geral, os ensaios
de concreto são realizados para controle de qualidade e para verificar se ele
atende às especificações de projeto. Assim, o presente trabalho trata do
relatório dos ensaios realizados em corpos de prova cilíndricos de concreto no
Laboratório de Tecnologia de Matérias da Construção Civil do campus de
Bacelar, para estabelecimento das resistências à compressão e à tração dos
cilindros.
Assim, o presente trabalho trata-se do relatório de ensaios de compressão
realizados em corpos de prova cilíndricos (5 cm diâmetro e 10 cm de altura)
elaborados com argamassa composta por 1 (uma) parte de cimento para 3
(três) de areia normalizada e uma relação água/cimento de 0,48.

2.0 – Objetivo

Determinar a resistência do Cimento Portland de acordo com a norma da NBR


7215.

3.0 Materiais utilizados

Cimento Portland CP II Z-32 (624g)

Areia, Normal Brasileira IPT - Instituto de pesquisa tecnológicas - NBR 7214


(1872g).

Agua
4.0 – Equipamentos Utilizados

Misturador mecânico

Espátula

Moldes

Placa de vidro

Óleo mineral

Soquete
5.0 - Procedimentos

Antes de proceder com os ensaios fez-se necessário obter o traço e a


dosagem de materiais. Isso foi feito a partir de cálculos que serão
demonstrados a seguir.
Com o traço definido de 1:3:0,48, como a norma pede, calculou-se a
quantidade de cada material (cimento, agregados miúdo e água) para cilindros
de dimensões 5cm de diâmetro e100 cm de altura.
A norma NBR 7215 recomenda 6 corpos de prova para determinação da
resistência

Mamostra= 624g

Mcimento= 1x624= 624g

Mareia= 3x624= 1872g


Para determinar a quantidade de areia, tem que levar em conta sua
granulometria (areia especial padronizada pelo IPT), conforme tabela passada
em sala, a norma recomenda dividir a areia em 4 partes e a quantidade retida
na malha, determina sua qualificação se é areia grossa n16, media grossa n30,
média fina n50 e fina n100.

Mágua= 0,48x624= 300ml aproximadamente

Após calculado o traço e a quantidade de amostra, preparou-se os moldes de


corpo de prova, passando óleo mineral nas suas paredes laterais para facilitar
a retirada da argamassa e impedir que fique presa nas suas paredes.

6.0 – Preparo do cimento

Com a ajuda do misturado mecânico, introduziu- se a quantidade de água e


adicionou-se o cimento, misturando os dois componentes a baixa velocidade
(140 a 5 rpm aproximadamente) durante 30s.
Sem paralisar a mistura, introduziu-se a areia de forma gradual, durante 30s,
dando continuidade à mistura a velocidade alta (285 a 10 rpm) durante 30s.
Após 90s, desligar o misturador, aproveitando os primeiros 15s para retirar a
argamassa aderida as paredes da cuba e da pá e coloca-la no interior da cuba,
nos 75s restantes, a argamassa permanece em repouso na cuba, coberta com
um pano limpo e úmido.
Após isso completar a mistura a velocidade alta (285 a 10rpm).

Moldagem dos corpos de prova


Preencher em 4 camadas de altura iguais, recebendo cada camada30 golpes
uniformes, aplicados manualmente por soquetes padronizados.

Para a cura dos corpos de provas, inicialmente ao ar, durante 20 a 24h, com a
face superior protegida com a placa de vidro.
Após a desforma, os corpos de provas são identificados e imersos em água
saturada de cal, a temperatura de 23graus centigrados, ai permanecendo até a
data do ensaio.

Determinação da resistência a compressão

Considerando a área do cilindro, de 5 cm, podemos calcular a tensão de


ruptura (resistência a compressão) do corpo de prova, com a seguinte
equação:
σ= Prup/Acp

Onde σ é tensão de ruptura.


Prup é a carga de ruptura.
Acp é a área da sessão transversal do corpo de prova.

Observação: os ensaios realizados no laboratório, ainda não foram


apresentados os resultados finais do experimento. Portanto não temos como
comprovar numericamente os resultados obtidos.
Este gráfico abaixo, demostra o comportamento do cimento ao final dos 28 dias
em relação a sua resistência dada em Mpa

Observando o gráfico, entendemos que ao final de 28 dias, o cimento


tem uma resistência à compressão de aproximadamente, quase 40 Mpa, no
caso do CPII comum, no CPII COMPOSTO, que nós usamos nos ensaios,
especificamente o CPII Z-32, chega em torno de 30 Mpa
(aproximadamente).

Conclusão
Com os ensaios realizados, é possível determinar a resistência do concreto
ou argamassa para a utilização em obra, com os resultados da para
observar sua resistência a compressão se é satisfatória ou não, podendo
aceitar ou rejeitar o lote do recebimento do cimento em obra. Os ensaios
realizados no laboratório, ainda não foram apresentados os resultados
finais do experimento. Portanto não temos como comprovar numericamente
os resultados obtidos.
Questionário
1- O que se entende por materiais pozolânicos?
São cinzas vulcânicas, qualquer material cerâmico devidamente moído,
transformado em um pó pulvorento (cascalhos de pisos, e etc), as
cinzas provenientes da queima da casca de arroz.
2- Quais suas principais características? Descreva sua importância
para o cimento.
São responsáveis pela resistência do cimento, suas principais
características são materiais naturais ou artificiais, siliciosos ou silício-
aluminosos, tem um elevado teor de sílica em forma reativa, suas
principais vantagens da adição da pozolana ao cimento, são sua
hidratação lenta, com baixa liberação e calor e o aumento de resistência
do betão(concreto) resultante aos sulfatos e outros agentes agressivos
ácidos