Você está na página 1de 11

1

A Parceria da Família na Escola

Ana Paula Santos Martins1


Joice Helayne Melo Pantoja2
Maria Izabel Moraes Vilhena3
2

RESUMO

O presente trabalho tem como tema central a participação dos pais no contexto da escola, bem
como, a relação entre escola e família e sua importância para a educação e desenvolvimento
humano. Através de pesquisa bibliográfica, buscou-se analisar os aspectos positivos que o
envolvimento dos pais podem gerar diretamente na aprendizagem e quais suas formas de
participação no ambiente escolar. Também serão apresentadas reflexões a respeito das
implicações negativas da ausência paterna causados pela falta de interação entre família e
escola. Esta pesquisa foi realizada em uma escola da rede pública do Município de Igarapé
Miri/PA e dispôs como ferramenta para coleta de dados: entrevista com professores,
pedagogos da instituição e com pais de alguns alunos, seguindo posteriormente por texto
discursivo sobre as análises e comparação de dados com a literatura. O Objetivo deste
trabalho tem como fim, verificar a troca de experiências feitas com os pais, e os resultados
que isso pode acarretar na aprendizagem do educando, buscando facilitar a relação família e
escola na medida que busca estratégias que venham proporcionar essa relação baseada no
diálogo e na participação.

Palavras – Chave: Escola, Família, Participação, Educação.


3

1. INTRODUÇÃO

De acordo com Rego (2003), a família e a escola dividem funções sociais, políticas e
educacionais, conforme colaboram e influenciam a formação do indivíduo.

“A família é considerada a primeira agência educacional do ser humano e é


responsável, principalmente, pela forma com que o sujeito se relaciona com o mundo, a partir
de sua localização na estrutura social. ” (OLIVEIRA, 2010 p. 100).

É no ambiente familiar que a criança recebe a educação inicial, de acordo com a


cultura dos pais. A escola por sua vez, busca contribuir com a ação da família no
desenvolvimento educacional.

Cada vez mais são atribuídas novas exigências às escolas, novos desafios. Essa
instituição não pode ser pensada fora do contexto social, ela reflete o que está acontecendo em
sociedade, e o que ela faz também reflete na sociedade. Uma das contribuições positivas que a
escola promove é uma educação para a democracia. (Heineck, 2016)

Segundo Polonia e Dessen (2005) a escola e a família destacam-se como duas


instituições fundamentais cuja importância só se compara à própria existência do Estado
como fomentador dos processos evolutivos do ser humano, proporcionando ou inibindo seu
crescimento físico, intelectual e social. No ambiente escolar, uma vez atendida às demandas
psicológicas, sociais, culturais e consequentemente cognitivas, esse desenvolvimento irá
acontecer de forma mais estruturada e pedagógica, que no ambiente doméstico familiar.
(p.304)

De acordo com PARO:


Cada vez mais se afirma a participação da comunidade especialmente dos
pais, não apenas como um direito de controle democrático sobre os serviços
do Estado, mas também como uma necessidade do próprio empreendimento
pedagógico que levado a efeito na escola, mas que supõe seu enraizamento e
continuidade com todo o processo de formação do cidadão que se dá no todo
da sociedade. (PARO, 2011, p. 59).

Este trabalho busca compreender a influência da relação entre a escola e a família no


rendimento escolar dos alunos, pois tem sido um aspecto muito discutido entre os
profissionais da área da educação e dentro do ambiente escolar. A compreensão desta relação
se faz necessário para iniciar uma argumentação com o intuito de melhorar o ambiente escolar
e seus sujeitos.
4

2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Educação diz respeito a existência humana ao longo de toda trajetória do indivíduo e


da sociedade, nas diferentes culturas. Relaciona-se com a formação da humanidade no ser,
prática social induzida pela sociedade, visando à construção do cidadão. (Brendler, 2013)

Sendo este um estudo que se propõe a analisar a relação família e escola, não poderia
deixar de conceituar o termo participação e família para que possamos ter claro com que
núcleo de pessoas envolvidas com os alunos queremos estabelecer relação.

Castro (2010) afirma que “[...] de um modo bem geral, por participação pode-se
entender qualquer ação humana que se lança na direção de um contexto mais amplo, com
motivações variadas, em lugares e circunstâncias diversas” (CASTRO, 2010, p. 15).

Participação origina-se do latim participare, participar, cuja raiz é pars,


partis, o substantivo ‘parte’. Ou seja, na raiz, participar indica a enunciação
de ser parte em algo maior, comunicar-se com o que permanece além (da
parte), lançar-se no movimento de inserção no todo no qual a parte é parte,
como também, afetar o todo, recriá-lo. Participar, então, deslancha sempre
um processo de busca, pertencimento e ação criadora (CASTRO, 2010, p.
15).

Concomitantemente, Castro (2010) e outros autores como Pateman (1992) e Sá (2001)


definem, de modo geral, a participação como sendo um processo político do indivíduo na
tomada de decisões.

Segundo (MICHAELIS, 1998),

Família: conjunto de ascendentes, descendentes, colaterais e afins de uma


linhagem. Pessoas do mesmo sangue, que vivem ou não em comum.
Descendência, linhagem. O pai, a mãe e os filhos. Instituição social básica
que compreende um ou mais homens, vivendo maritalmente com uma ou
mais mulheres, os descendentes vivos, e, às vezes, outros parentes ou
agregados. Grupo constituído por marido, mulher e filhos menores ou
solteiros. (MICHAELIS, 1998)

No entanto, durante os últimos anos vários fatores fizeram com que a família se
reagrupasse e tivesse uma organização bastante heterogênea. Portanto, não podemos
caracterizar as famílias de nossos alunos de acordo com o modelo tradicional formado por pai,
mãe e irmãos. “Embora não seja apropriado conceber um modelo único de família e/ou
5

escola, é possível considerar que cada uma dessas instituições pauta-se por propósitos e
princípios distintos. ” (Setton 2002 p. 3).

A criança ao nascer é inserida na sociedade pela influência das famílias, e assim acaba
por incorporar a cultura que a cerca, a qual engloba modelos de valores, morais, crenças,
religião e ideias, que lhe serve como base de comportamento. É através destas relações que a
família exerce grande influência na criança, sendo a maneira de se comportar a mais evidente.
A criança é dessa forma diretamente influenciada pelos seus familiares na forma de pensar e
na de agir. (ALMEIDA, 2014)

Estevão (2003) afirma que a participação dos pais nas escolas não deve ser encarada
como sendo debilidade, último recurso quando as coisas não andam bem (mau
comportamento ou notas baixas), ou como necessária apenas nos eventos festivos promovidos
pela escola.

Ao se referir às escolas e sistemas de ensino, o conceito de gestão participativa


envolve além dos professores e funcionários, os pais, os alunos e qualquer outro representante
da comunidade que esteja interessado na escola e na melhoria do processo pedagógico.
(LÜCK, 2010, p. 17).

Para que haja uma relação de confiança entre pais e escola, é necessário um trabalho
em conjunto de ambas as partes, para que a comunicação seja estabelecida de maneira eficaz.

O PAPEL DA ESCOLA NA GESTÃO MOBILIZADORA DO PROCESSO


EDUCACIONAL E A FAMILIA NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM.

O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica apontou que nas escolas que
contam com a participação dos pais, onde existe troca de informações com o educador e os
professores, os alunos aprendem melhor. Diversos educadores brasileiros também defendem
que a família faça um acompanhamento da escola, verifique se seus objetivos estão sendo
devidamente alcançados. (Silva, Silva, & Souza, 2013)

Para compreender melhor a relação entre a escola e a família, A Tipologia de


Envolvimento parental de Joyce Epstein (1992), engloba cinco tipos de envolvimento entre os
contextos familiar e escolar:

TIPO 1: OBRIGAÇÕES ESSENCIAIS DOS PAIS:


6

Reflete as ações e atitudes das famílias ligadas ao desenvolvimento integral da criança


e a promoção da saúde, proteção e repertórios evolutivos. Além da capacidade de atender ás
demandas da criança, considerando sua etapa de desenvolvimento para inserção na
escolarização formal, é tarefa da família criar um ambiente propício para a aprendizagem
escolar, incluído a comportamento sistemático e orientações contínuas em relação aos hábitos
de estudos e as tarefas escolares.

TIPO 2: OBRIGAÇÕES ESSENCIAIS DA ESCOLA:

Retrata as diferentes formas e estratégias adotadas pela escola com intuito de


apresentar e discutir os tipos de programas existentes na escola e evidenciar os progressos da
criança, em diferentes níveis, para os pais ou responsáveis, a explicitação das normas
adotadas, do funcionamento geral da escola, dos métodos de ensino e de avaliação e abertura
de espaços, onde os pais possam participara ativamente e dar suas opções sobre este tema é
estratégico.

TIPO 3: ENVOLVIMENTO DOS PAIS EM ATIVIDADES DE COLABORAÇÃO


NA ESCOLA

Refere-se a como os pais trabalham com a equipe da direção no que concerne ao


funcionamento da escola com um todo, isto é, em programações , reuniões, eventos culturais,
atividades extracurriculares e etc., este tipo de envolvimento viso auxiliar, professores,
orientadores, coordenadores e apoio pedagógico em suas atividades especificas, que mediante
ajuda direta, em sala de aula, que na preparação de atividades ligadas às festa.

TIPO 4: ENVOLVIMENTO DOS PAIS EM ATIVIDADES QUE AFETAM A


APRENDIZAGEM E APROVEITAMENTO ESCOLA, EM CASA.

Caracteriza-se pelo emprego de mecanismo e estratégia que os pais utilizam para


acompanhar as tarefas escolares, agendo como tutores, monitores e/ou mediadores, atuando
de forma independente ou Sab a orientação do professor.

TIPO 5: ENVOLVIMENTO DOS PAIS NO PROJETO POLITICO DA ESCOLA:

Reflete a participação afetiva dos pais na tomada de decisão quanto às metas e aos
projetos da escola. Retrata os diferentes tipos de organização, desde o estabelecimento do
colegiado e da associação de pais e mestres até intervenções na política local e regional.
7

Defende-se, portanto, que, quando estabelecida uma relação entre a escola e os pais, os
resultados são satisfatórios, demonstrando uma melhora no desempenho social e escolar dos
alunos.

Paro (2003), argumenta que a ausência da comunidade na escola pública torna mais
difícil a avaliação do ensino oferecido. Os pais e os alunos, como usuários da escola, são
capazes de apontar problemas e dar sugestões para a resolução deles. Embora o autor
considere que a simples execução de tarefas (participar na organização de festas, rifas, etc.)
possa ser o início de um processo de participação mais crítica na escola, argumenta que é
necessário efetivar a partilha do poder, possibilitando à comunidade participar na tomada de
decisões

A intervenção pedagógica a estas questões, deve ser no sentido de considerar a


necessidade da família vivenciar reflexões que lhes possibilitem a reconstrução da autoestima,
afim de que se sintam primeiramente compreendidos e não acusados, recepcionados e não
rejeitados, pela instituição escola, além de que esta última possa fazê-los sentir-se
reconhecidos e fortalecidos enquanto parceiros nesta relação. (CAETANO 2003 p.8)

Desta forma é preciso levar os sujeitos a refletir sobre o verdadeiro papel da escola,
rompendo com conceitos ultrapassados que há tempos não tem mais coerência com a
realidade escolar. Refletindo em conjunto sobre o papel da escola e da família é possível
chegar a um denominador comum que possa melhorar a qualidade da educação bem como das
relações vivenciadas no cotidiano educacional. (Brendler, 2013)

Vale ressaltar que, embora se busque uma gestão democrática e participativa,


em que todos participem de todas as etapas e decisões, a resposta final cabe
preferencialmente ao diretor da escola, como afirma Paro (2008a, p. 132): “[...] a
última palavra deve ser dada por um diretor, colocado no topo da hierarquia, visto
como representante da lei e responsável pela supervisão e controle das atividades que
aí se desenvolvem”. Em consonância, Luck (2011) vai escrever que:

[...] é importante que a participação seja entendida como um processo


dinâmico e interativo que vai muito além da tomada de decisão, uma vez que
caracterizado pelo interapoio na convivência do cotidiano da gestão
educacional, na busca, por seus agentes, da superação de suas dificuldades e
limitações do enfrentamento de seus desafios, do bom cumprimento de sua
8

finalidade social e do desenvolvimento de sua identidade social (LUCK,


2011, p. 30).

A escola deve estar organizada para receber os pais a qualquer momento sempre que
estes sintam necessidade de falar, reclamar ou trocar ideias. Por outro lado, esse esquema
ajuda a perceber que ali há uma organização e pessoas trabalhando de forma técnica, que os
receberá amistosa e abertamente. É preciso transparecer que quem os ouve são profissionais,
que, como tal, só farão o que realmente for útil e viável para os alunos como um todo. Um
aspecto a ressalvar é que a família deve ser recebida, ouvida e deve participar. Porém isso não
significa nem pode ser confundido com direito de tomar decisões por ou pela escola. Cada
uma dessas duas instituições fundamentais tem um papel pelo qual é responsável (Silva,
Silva, & Souza, 2013).

3. MATERIAIS E METODOS

O desenvolvimento deste trabalho buscará analisar “A Participação da Família Na


Escola”. De acordo com Gil (2010, p. 29), toda pesquisa acadêmica “[...] requer em algum
momento a realização de trabalho que pode ser classificado como pesquisa bibliográfica”. A
partir deste ponto, segue a metodologia de pesquisa, que será de forma qualitativa, assim
como corrobora Creswell (2007, p.184), que defende que: “A investigação qualitativa
emprega diferentes alegações de conhecimento, estratégias de investigação e métodos de
coleta e análise de dados”. Assim como Goldenberg (2013), que afirma:

Os dados qualitativos consistem em descrições detalhadas de situações com


o objetivo de compreender os indivíduos em seus próprios termos. Estes
dados não são padronizáveis como os dados quantitativos, obrigando o
pesquisador a ter flexibilidade e criatividade no momento de coletá-los e
analisá-los [...] (GOLDENBERG, 2013, p. 53).

A pesquisa de caráter exploratória e descritiva, será realizada na escola da rede pública de


ensino, Escola Municipal de Ensino Infantil e Fundamental R.C. Maranata, localizada na Travessa
Capitão Arcelino Lobato, onde serão realizadas entrevistas, com perguntas abertas e fechadas, com o
diretor (a), coordenação pedagógica, alunos e alguns pais dos educandos, com intuito de coletar os
dados, com o objetivo de ter uma visão e um perfil da escola frente a participação dos pais, bem como,
dos pais frente as ações mobilizadoras e de incentivo das escolas. Segundo Richardson (1999), “Todas
as entrevistas devem referir-se ao mesmo tema; devem ter sido realizadas utilizando-se técnicas
idênticas e entrevistando-se sujeitos que possam ser comparados”. (p.232)
9

Os resultados gerados serão analisados e comparados com a literatura.

No dia 14/112019, houve o primeiro contato com o local de estudo e com o ambiente escolar,
e foi constado que a escola possui cerca de 530 alunos, distribuídos entre os turnos manhã e tarde. A
diretora responsável chama-se Edoane Paiva e a coordenadora pedagógica, Doralice Vasconcelos, que
após pergunta direta a respeito da participação dos pais na escola, informou que a instituição não
apresenta projeto ou mesmo meios participativos dos familiares dos escolares com o ambiente escolar.

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

A finalidade deste trabalho é compreender como ocorre a participação das


famílias no ambiente escolar, e investigar as questões ligadas ao desempenho do aluno
relacionados com a interação escola/família, pois é na família que se constroem os primeiros
modelos a serem seguidos pelas crianças, por isso que esta constitui um importante papel na
formação do sujeito, assim também na educação do mesmo, na formação da moral, nos
costumes e nas atitudes dos pequenos.

É necessário que haja uma parceria efetiva entre escola e família, e cabe a escola
estimular essa parceria, pois a família tem a responsabilidade de participar da vida escolar do
aluno, participando das reuniões escolares, ajudando nas lições de casa.

A família e a escola devem caminhar de mãos dadas com o objetivo de qualificar a


educação oferecida pela instituição, buscando estratégias que venham suprir as necessidades
vivenciadas no contexto social em que estão inseridas. Nesse sentido, o gestor deve ser um
mediador nesse processo buscando trazer os sujeitos a pensarem e discutirem estratégias, o
diálogo é fundamental para alcançar sucesso nessa empreitada

Valorizando os espaços de discussão e qualificando estes encontros entre professores,


pais, funcionários e alunos, poderemos alcançar o envolvimento de toda a comunidade escolar
focada em um único objetivo: uma escola de qualidade que atenda as demandas da sociedade
construindo um espaço democrático de participação.
10

5. REFERENCIAS

ALMEIDA, Emanoelle Bonácio. A relação entre pais e escola: a influência da família no


desempenho escolar do aluno. Campinas, SP: [s.n.], 2014, 16p.

BRENDLER, A. Família no contexto escolar: sua participação no processo de


aprendizagem. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA. 29 de novembro de
2013. p. 10.

CAETANO, Luciana Maria. Relação escola e família: uma proposta de parceria.


Intellectus: Revista Digital Acadêmica das Faculdades Unopec, Jaguariúna/SP, p.8-16,
jul/dez. 2003. Disponível em:
<http://www.seufuturonapratica.com.br/intellectus/_Arquivos/Jul_Dez_03/PDF/L
uciana.pdf>. Acesso em: 13 de novembro de 2019.

CASTRO, Lucia Rabello de (Coord). Falatório: participação e democracia na escola. Rio


de Janeiro: Contra Capa, 2010.

CRESWELL, John W. Projeto de Pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto.


John W. Creswell; tradução Luciana da Rocha. 2. Ed. – Porto Alegre: Artmed, 2007.

EPSTEIN, J. L. (1992). School and family partnerships. in M. Alkin (Ed.) Encyclopedia of


educational research, 6th edition (pp.1139-1151). New York : MacMillan

ESTEVÃO, C. Escola e Participação: o lugar dos pais e a escola como lugar do cuidado.
Ensaio, v. 11, nº 41, 2003.

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.

GOLDENBERG, Mirian. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em


ciências sociais. 13. ed. Rio de Janeiro: Record.

HEINECK, J. E.. A participação da família no contexto da escola contemporânea.


CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES. 01 de novembro de 2016, p. 10.

LÜCK, Heloísa. A escola participativa: o trabalho do gestor escolar. 8ed. Petrópolis - Rio
de Janeiro: Vozes, 2010.

OLIVEIRA, Claisy Maria Marinho-Araújo, CYNTHIA Bisinoto Evangelista. A relação


família-escola: intersecções e desafios. Estudos de Psicologia. Campinas janeiro - março
2010

PARO, V. H. Escritos sobre educação. São Paulo: Xamã, 2011.

PARO, Vítor. Gestão Democrática da escola Pública. São Paulo: Ática, 2003.

POLONIA, Ana da Costa; DESSEN, Maria Auxiliadora. Em busca de uma compreensão


das relações entre família e escola: relações família-escola. Psicologia Escolar e
Educacional, p.303312, 2005. Disponível em:
<http://www.scielo.br/pdf/pee/v9n2/v9n2a12.pdf>. Acesso em: 13 de novembro de 2019.
11

REGO, T. C. Memórias da Escola: Cultura Escolar e Constituição de Singularidades.


Petrópolis, RJ: Vozes, 2003

RICHARDSON, Roberto Jarry. Pesquisa Social: Métodos e Técnicas. 3. Ed. São Paulo:
Atlas S.A., 1999. 24 p

SETTON, Maria da Graça Jacintho. Família, escola e mídia: um campo com novas
configurações. Educ. Pesqui. [online]. 2002, vol.28, n.1, pp. 107-116. ISSN 1517-9702.

SILVA, J. G., SILVA, S. R., & SOUZA, E. C. PARTICIPAÇÃO DA FAMILIA NA


ESCOLA. REVISTA SABERES EM REDE CEFAPRO DE CUIABÁ/MT. 2013. p92.

Você também pode gostar