Você está na página 1de 36

Centro Universitário Boa Viagem - UNIFBV

Centro Universitário do Vale do Ipojuca – UNIFAVIP


Curso de Arquitetura e Urbanismo
Disciplina: 5SOGO - Sociologia urbana - 60h
Professora: Dóris Campos
2019.2

METODOLOGIAS DE
ANÁLISE URBANA
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

ROTEIRO TRABALHO FINAL


METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

ROTEIRO TRABALHO FINAL

ORIENTAÇÕES GERAIS

I. Este trabalho deverá ser entregue unicamente no horário de aula do dia: 02 de dezembro de 2019.
O relatório corresponde à composição da nota da AP2. A divisão da nota da AP2 ficará: ATIVIDADE
EM SALA (1,0) + ORIENTAÇÕES (1,5) + RELATÓRIO (6,5) + PRANCHA SÍNTESE (1,0)
II. Esta atividade deverá ser desenvolvida em grupo.
III. Caso o trabalho não seja entregue no prazo, o grupo deverá solicitar a avaliação SUBSTITUTIVA.
Neste caso, será solicitado um acréscimo do produto sem, no entanto, ocorrer decréscimo na
pontuação. A atividade em acréscimo deverá ser entregue e/ou realizada no dia da prova
substitutiva, conforme calendário institucional.
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

ROTEIRO TRABALHO FINAL

IV. A equipe que incorrer em plágio terá seu trabalho zerado.


V. O relatório deverá ser entregue em tamanho A4 (apêndices poderão vir em A3) e com limite de 15
páginas. Entregar versão impressa e digital no formato .PDF.
VI. A prancha síntese deverá ser entregue em tamanho A2 (PAISAGEM) e enviada no formato .JPEG
para o formulário que será disponibilizado pelas professoras.
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

ROTEIRO TRABALHO FINAL


ORIENTAÇÕES (1,5)

Os assessoramentos serão desenvolvidos nos dias 04, 11, 18 e 25 de novembro de 2019. Os critérios serão:

a) Presença nos assessoramentos

b) Participação

c) Conteúdo assessorado

Observações: Assessoramento é uma avaliação individual. O abono de faltas e substituição da avaliação somente com a entrega de comprovações e/ou atestados.
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

ROTEIRO TRABALHO FINAL


ESTRUTURA DO RELATÓRIO (6,5)

CAPA
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO
Na introdução deve-se expor a finalidade e os objetivos do trabalho, bem como sua estrutura de modo
que o leitor tenha uma visão geral do tema abordado.
De modo geral, a introdução deve apresentar:
• O assunto objeto de estudo (apresentação do tema);
• Objetivo Geral (elaborar uma análise urbana do entorno da área XXXX, na cidade XX e propor
diretrizes de melhoria)
• O ponto de vista sob o qual o assunto foi abordado (aqui vocês podem citar os autores trabalhados e
alguns conceitos usados como referência)
• Metodologia: Atividades realizadas para elaboração do produto e principais resultados
• Como está estruturado o trabalho
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

ROTEIRO TRABALHO FINAL


1 – CONTEXTUALIZAÇÃO:

No capítulo de contextualização deverão ser apresentadas informações gerais a respeito da cidade e/ou bairro
objeto de estudo, para que fique claro em que contexto a área estudada está inserida. Devem ser
ANALISADOS:
• Localização e Caracterização da Cidade e Bairro: apresentar localização, distância a capital, região
inserida, área territorial, área urbana e área rural, distritos que compõem o município, municípios vizinhos e
sua relação, dados sobre clima, etc...
• Dados populacionais: evolução populacional, população urbana, população rural, população por faixa
etária, etc.
• Dados econômicos: base econômica da cidade, PIB, renda da população, etc.
• Aspectos Legais: Apresentar informações a respeito das legislações urbanas que incidem na cidade e
para que servem

Não esquecer de fazer uma ANÁLISE REFLEXIVA sobre esses dados. Não é apenas para apresentar
números/gráficos soltos ou cópias de dados da internet!!!
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

ROTEIRO TRABALHO FINAL


2 – ANÁLISE DA ÁREA DE ESTUDO / APLICAÇÃO DE METODOLOGIAS
Nesse item vocês irão apresentar a análise do espaço urbano na escala de um bairro, onde sejam identificados
seus espaços livres públicos, sua configuração, contexto socioeconômico e demais aspectos relevantes à
sociologia urbana. A área específica deverá ser trabalhada a partir dos dados levantados em campo e pesquisas
bibliográficas. Os temas serão ANALISADOS e ILUSTRADOS.

• Breve histórico de formação URBANA


• Morfologia urbana e Leitura da paisagem (Uso e ocupação do solo, fluxos, apropriação do espaço etc.)
• Análise Urbana (Considerar as bases teórico-metodológicas abordadas em sala de aula (LYNCH, CULLEN, LEVEBVRE, KOSDORF
etc.) bem como o Plano Diretor do município e Estatuto da Cidade) espaço analisado e apresentando propostas para os problemas
socioespaciais identificados.)

Ferramentas: façam uso de fotografias e Mapas (mapas poderão vir em A3 nos apêndices).
ATENÇÃO: os mapas/imagens não devem ser apresentados soltos, apenas como apêndice! Apresentem e
analisem o material produzido. Que informação eu tenho ao olhar para o meu mapa/foto? O que é possível de
ser associado aos teóricos já estudados? Onde estão as áreas que se concentram determinadas características
e por que, etc.
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

ROTEIRO TRABALHO FINAL

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Nesse item vocês devem apontar as conclusões das
análises realizadas

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

APÊNDICES
Mapas (se necessário)
Questionários (se houver)
Entrevistas (se houver)
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

ROTEIRO TRABALHO FINAL

ESTRUTURA DA PRANCHA SÍTESE (1,0)

A prancha deverá resumir as informações contidas no relatório do trabalho final, apresentando a


estrutura abaixo:

1. INTRODUÇÃO
2. CONTEXTUALIZAÇÃO
3. ANÁLISE URBANA
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

A ORGANIZAÇÃO E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA SÃO LIVRES!


METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

REFERENCIAL TEÓRICO
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

JANE JACOBS

DE QUE PRECISAMOS PARA COMPREENDER AS CIDADES?

“Se tivermos como meta que a


FORMA
mistura de usos seja suficientemente
complexa para prover a segurança FLUXOS
urbana, o contato público e a MISTURA DE USOS
interação de usos, ela precisa de uma EQUIPAMENTOS
quantidade enorme de componentes” INFRAESTRUTURA
(JACOBS, 2013) PESSOAS
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

JANE JACOBS

Diversidade como único meio para garantir a


vitalidade urbana

Apresenta a relação estreita entre economia, uso


Variedade
de usos
Necessidade do solo e configuração urbana, tratando a cidade
principais
de quadras
curtas como um evento social
combinados

DIVERSIDADE

Necessidade
Necessidade de
concentração
de prédios
antigos
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

JANE JACOBS

Quatro condições indispensáveis para gerar uma


diversidade exuberante nas ruas e distritos.

A autora defende a teoria de que as quatro


condições apresentadas devem ser trabalhadas
associadas em um mesmo espaço, e que o uso de
apenas duas ou três perde qualidade e,
consequentemente, a vitalidade urbana.
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

KEVIN LYNCH
TÉCNICA DE KEVIN LYNCH

1. Classifica-se o universo de entrevistados de maneira mais ampla possível, em grandes grupos etários, de renda familiar, de
domicílio, procedência e ocupação

2. Solicita-se que o entrevistado desenhe de memória determinado lugar, sem induzir quaisquer classificações

3. Organiza-se os mapas mentais elaborados por intermédio de 5 elementos que, por hipótese, são constantes em todo e qualquer
espaço urbano existente: caminhos, bairros, limites, pontos focais e marcos visuais.

Caminhos (Vias)
Bairros
Limites
Nós ou focos (Pontos nodais)
Marcos visuais
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

KEVIN LYNCH

Caminhos: são vários trajetos que o observador registra na imagem dos lugares.
São básicos na formação das representações mentais, pois é por meio deles que as
informações morfológicas são percebidas para a memorização.

Bairros: são porções das áreas em estudo ou partes da cidade. Segundo Lynch, a
principal característica do bairro é sua temática contínua, conjunto de formas,
atividades e significados específicos, que o torna uma individualidade em relação
aos demais.
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

KEVIN LYNCH

Limites: são caracterizados como elementos lineares, constituem-se em rupturas


entre duas partes do espaço urbano.

Pontos Focais: observa a reprodução na imagem mental de pontos ou regiões da


área considerada que são atratores de pessoas e, por isto, auxiliam a orientação e
identificação.

Marcos Visuais: são pontos de referência exterior ao observador. Suas principais


características são a singularidade e o contraste em relação ao entorno, por
isso, podem ser analisados pela relação entre figura e fundo.
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

GORDON CULLEN
CONCEITO DE PAISAGEM URBANA

A paisagem urbana é a arte de tornar coerente e organizado,


visualmente, o emaranhado de edifícios, ruas e espaços que
constituem o ambiente urbano.

Para estruturar esse conceito de paisagem Cullen recorre a


três aspectos:

ÓTICA (VISÃO SERIAL)


LOCAL
CONTEÚDO
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

GORDON CULLEN
Com base no conceito de paisagem como
elemento organizador, Cullen apresenta
temas para as paisagens urbanas:

A) RECINTOS, PÁTIOS E PRACETAS B) PONTO FOCAL C) PERSPECTIVA GRANDIOSA D) ANIMISMO


METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

HENRI LEFEBVRE

Para Lefebvre, a produção do espaço pode ser dividida em


três dimensões denominados “momentos da produção do
espaço” (SCHMID, 2012): PERCEPÇÃO: Como se percebe uma
imagem, uma paisagem, um
-PRÁTICA ESPACIAL – Faz referência a dimensão material (conexões monumento. A percepção não
dos espaços) acontece apenas na mente mas se
-REPRESENTAÇÕES DO ESPAÇO – (mapas, plantas, fotos, etc) baseia numa materialidade
-ESPAÇOS DE REPRESENTAÇÃO – (simbologia) concreta e produzida

Henri Lefebvre: apresenta-nos o espaço como um produto, propõe uma teoria que estabelece o
espaço como fundamentalmente atado à realidade social.
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

MARIA ELAINE KOHLSDORF


DESEMPENHO COGNITIVO DO ESPAÇO URBANO

Os lugares possuem capacidade de transmitir mensagens por meio de


signos captáveis pelos nossos sentidos.

É por meio da orientação e da identificação no espaço que as pessoas


entram em contato com o mundo, numa relação de aprendizado
permanente.

O comportamento das pessoas no espaço rege-se, muitas vezes, pelas


condições da informação que sua forma oferece.

A quantidade e qualidade da informação contida na configuração dos


lugares oferecem-nos níveis de estímulo distintos.

Há configurações mais imediatas e fáceis de serem apreendidas do que


outras.
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

MARIA ELAINE KOHLSDORF

Níveis de apreensão da forma urbana

Percepção
Sensações ou emoções provocadas no momento em que a pessoa está em contato
(percorrendo) com espaço.

Imagem mental
Evocação do espaço percebido, quando o indivíduo não está mais em sua presença.

Informações secundárias
Dados processados para corresponder com maior precisão possível à realidade
representada, permitindo mensurações.
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

MARIA ELAINE KOHLSDORF

PERCEPÇÃO
Sensações ou emoções provocadas no momento em que a pessoa está em contato
(percorrendo) com espaço.

Exige que se associe uma séria de cenas definidas pelas posições do observador em
seus percursos.

O observador não capta indiscriminadamente todas as cenas possíveis mas apenas


aquelas com nível de estímulo visual suficiente.

Existem certos predicados dos lugares que, embora em número limitado, são
compreendidos da mesma maneira por qualquer pessoa
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

MARIA ELAINE KOHLSDORF


IMAGEM MENTAL

Evocação do espaço percebido, quando o indivíduo não está mais em sua presença.

Depende de:
Qualidades do meio ambiente que permitiram a construção percebida da sua
estrutura morfológica,
Conjunto de informações armazenadas na nossa memória a respeito do lugar
observado e de outras situações reais, virtuais e conceituais.

Pregnância (imagem forte)


Os predicados morfológicos podem ser facilmente gravados na mente do
observador,
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

MARIA ELAINE KOHLSDORF

Mapas Mentais

Cartas subjetivas nas quais se expressam os valores


visuais da cidade, conforme concebe quem desenha o
mapa;

Além de projeções ortogonais no plano, podem conter:


perspectivas, elevações, diagramas, símbolos e
anotações verbais.
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

MARIA ELAINE KOHLSDORF


INFORMAÇÕES SECUNDÁRIAS
Dados processados para corresponder com maior
precisão possível à realidade representada, permitindo
mensurações.

Categorias da técnica de Trieb e Schmidt

1. Sítio Físico
2. Planta Baixa
3. Planos Verticais
4. Edificações
5. Elementos complementares
6. Estrutura interna dos espaços
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

ESTATUTO DA CIDADE E PLANO DIRETOR

A Lei no 10.257 de 10 de julho de 2001


– Estatuto da Cidade – regulamenta esses artigos. 1. PARCELAMENTO, EDIFICAÇÃO OU UTILIZAÇÃO
COMPULSÓRIOS
2. IMPOSTO PREDIAL E TERRITORIAL URBANO PROGRESSIVO
NO TEMPO
3. DESAPROPRIAÇÃO COM PAGAMENTO EM TÍTULOS DA
DÍVIDA PÚBLICA
4. USUCAPIÃO ESPECIAL DE IMÓVEL URBANO
5. DIREITO DE SUPERFÍCIE
6. DIREITO DE PREEMPÇÃO
7. OUTORGA ONEROSA DO DIREITO DE CONSTRUIR
8. TRANSFERÊNCIA DO DIREITO DE CONSTRUIR
9. OPERAÇÕES URBANAS CONSORCIADAS
10. ESTUDO DO IMPACTO DE VIZINHANÇA
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

ESTATUTO DA CIDADE E PLANO DIRETOR

“O plano diretor, aprovado por lei Municipal,


é o instrumento básico da política de
desenvolvimento e expansão urbana”
(Estatuto das cidades, 2001)

É peça chave para o enfrentamento dos problemas


urbanos, contribuindo para a minimização do quadro
de desigualdade urbana instalado, quando elaborado e
implementado de forma eficaz.
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

COLETA DE DADOS
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

CONSULTA À SOCIEDADE

ENTREVISTAS QUESTIONÁRIO OFICINAS DE GRUPOS FOCAIS


TRABALHO
GRUPOS PARA COLETA
ESTRUTURADA ABERTO
INTERAÇÃO COLETIVA DE DADOS
SEMIESTRUTURADA FECHADO
TROCA DE SABERES MIN: 3 OU4
MÁX: 10 OU 12
NÃO ESTRUTURADA
PARTICIPANTES
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

CONSULTA À SOCIEDADE
“Encontro entre duas pessoas, a fim de que uma delas obtenha informações a
respeito de um determinado assunto” (Marconi & Lakatos, 1999, p. 94).
ENTREVISTAS
• Estruturada: o entrevistador segue um roteiro previamente
ESTRUTURADA
estabelecido. Não é permitido adaptar as perguntas a determinada
SEMIESTRUTURADA situação, inverter a ordem ou elaborar outras perguntas.

NÃO ESTRUTURADA • Não Estruturada: o entrevistador tem liberdade para desenvolver cada
situação em qualquer direção. Permite explorar mais amplamente uma
questão.
• Semi-estruturada.
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

CONSULTA À SOCIEDADE

“instrumento de coleta de dados constituído por uma série de perguntas, que


devem ser respondidas por escrito” (Marconi & Lakatos, 1999:100)
QUESTIONÁRIO
•Abertas: Não existem categorias preestabelecidas. O entrevistado pode responder de
ABERTO
forma espontânea. •Fechadas: Existem categorias diferenciadas.
•Alternativa: sim - não
FECHADO •Escalas: 1 a 5 (1=concordo totalmente a 5=discordo totalmente)
•Alternativas qualitativas: selecionar de uma série de respostas qualitativas uma
alternativa
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

CONSULTA À SOCIEDADE

OFICINAS DE “Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua
TRABALHO própria produção ou a sua construção.” (Paulo Freire)

INTERAÇÃO COLETIVA
A oficina é uma metodologia de trabalho que prevê a formação coletiva. Ela prevê
TROCA DE SABERES momentos de interação e troca de saberes a partir da uma horizontalidade na
construção do saber inacabado. Sua dinâmica toma como base o pensamento
de Paulo Freire no que diz respeito à dialética/dialogicidade na relação educador e
educando.
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

CONSULTA À SOCIEDADE

GRUPOS FOCAIS
Morgan (1997) define grupos focais como uma técnica
GRUPOS PARA COLETA
DE DADOS depesquisa qualitativa, derivada das entrevistas grupais, que coleta

MIN: 3 OU4 informações por meio das interações grupais. Para Kitzinger (2000),
MÁX: 10 OU 12 o grupo focal é uma forma de entrevistas com grupos, baseada na
PARTICIPANTES
comunicação e na interação.
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

DADOS TÉCNICOS E TRABALHO DE CAMPO

DADOS MAPAS FOTOGRAFIAS LEGISLAÇÃO


SOCIOECONÔMICOS IMAGENS SATÉLITE
METODOLOGIAS DE ANÁLISE URBANA

ATIVIDADE

1) CADA EQUIPE DEVERÁ DISCUTIR O RECORTE ESPACIAL DA


ÁREA DE ESTUDO E O TEMA;

2) ENUMERAR AS POSSÍVEIS ANÁLISES E PRODUTOS PARA


CONFECCIONAR.