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POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO

DIRETORIA DE ENSINO E CULTURA

ACADEMIA DE POLÍCIA MILITAR DO BARRO BRANCO


DEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO

MANUAL E CÓDIGO DE CONDUTA DO


OFICIAL-ALUNO

PROGRAMA DE DOUTORADO EM CIÊNCIAS POLICIAIS DE


SEGURANÇA E ORDEM PÚBLICA

PROGRAMA DE MESTRADO PROFISSIONAL EM CIÊNCIAS


POLICIAIS DE SEGURANÇA E ORDEM PÚBLICA

SÃO PAULO
2018

“Nós, policiais militares, sob a proteção de Deus, estamos compromissados com a defesa da vida, da integridade física e da dignidade da pessoa humana”
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1. ORIENTAÇÕES GERAIS

Bem vindo ao Departamento de Pós-Graduação da Academia de Polícia Militar do Barro


Branco (APMBB).
Estamos localizados na Avenida Água Fria, nº 1923, Bairro Água Fria, São Paulo/SP, CEP:
02333-001.
- Telefone: (11) 2997-7000. Ramais:7023/7094 (Seç Coord); 7091/7064 (SAE); 7069 (Seç
Avl Conc) e 7061/7095 (Seç Pesq e Proj de Ens)
- e-mails: apmbbavalcaes@policiamilitar.sp.gov.br; apmbbcaes@policiamilitar.sp.gov.br;
apmbbcoordcaes@policiamilitar.sp.gov.br, apmbbpgo@policiamilitar.sp.gov.br.

2. DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO

2.1. são objetivos dos cursos de pós-graduação:


2.1.1. habilitar capitães e oficiais superiores às promoções dentro de cada q u a d r o d a
corporação policial;
2.1.2. promover ensino de pós-graduação stricto sensu, de acordo com os melhores padrões
universitários, na área de Segurança Pública;
2.1.3. otimizar a capacitação profissional para o desempenho de funções nos altos escalões de
comando, direção e assessorias;
2.1.4. promover linhas de pesquisa que possibilitem diagnósticos, formulações e propostas de
soluções para os problemas organizacionais, tendo em vista as destinações constitucionais das
polícias estaduais;
2.1.5. estimular o desenvolvimento de fórum de debates e a produção científica, visando
consolidar o universo cognitivo e estudos avançados sobre políticas, estratégias e sistemas de
segurança pública, inseridos no contexto estadual, federal e internacional; e integrar Oficiais
PM e Oficiais CB, Delegados de Polícia e Peritos Criminais, estimulando a realização de
planejamento e ações conjuntas.

3. DOS CURSOS OFERECIDOS

Programa de Doutorado em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública -Curso


Superior de Polícia (CSP): é direcionado à continuidade da formação científica,
acadêmica e profissional, destinado a pós-graduar o Oficial Superior para as funções de
administração estratégica, direção, comando e chefia nas áreas específicas de polícia
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ostensiva, preservação da ordem pública, de bombeiros e de execução das atividades de defesa


civil, bem como do assessoramento governamental em segurança pública, nos termos da letra
“c”, inc. IV, do art. 5º, da Lei Complementar Estadual nº 1.036/08, além de habilitar o Oficial
Superior à promoção ao posto de Coronel das Polícias Militares, nos termos da letra “b”,
do art. 12, do Decreto-Lei Federal nº 667/69;
3.1. Programa de Mestrado Profissional em Ciências Policiais de Segurança e
Ordem Pública - Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais (CAO): é direcionado à
continuidade da formação científica, acadêmica e profissional, sendo destinado a graduar o
Oficial Intermediário, capacitando-o à pesquisa científica, à análise, ao planejamento e ao
desenvolvimento, em alto nível, da atividade profissional de polícia ostensiva e de
preservação da ordem pública, de bombeiro e de execução das atividades de defesa civil.

4. DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA APMBB

4.1. Comandante da APMBB: função de Coronel PM;


4.2. Chefe do Departamento Administrativo (Dpt Adm): função de Tenente-Coronel PM;
4.3. Chefe do Departamento de Ensino (Dpt Ens): função de Tenente-Coronel PM;
4.4. Chefe do Departamento de Graduação (Dpt Grad): função de Tenente-Coronel PM;
4.5. Chefe do Departamento de Pós-Graduação (Dpt Pós-Grad): função de Tenente-Coronel
PM;
4.5.1. Chefe da Divisão de Altos Estudos em Segurança Pública (Div AE): função de Major
PM;
4.5.2. Chefe da Seção de Avaliação e Concurso (S Aval Conc): função de Capitão PM;
4.5.3. Chefe da Seção de Coordenação (S Coord): função de Capitão PM;
4.5.4. Chefe da Seção de Administração Escolar (SAE): função de Capitão PM;
4.5.5. Chefe da Seção de Pesquisa e Projetos de Ensino de Pós-Graduação (PPEPG): função
de Capitão PM.

5. DA ESTRUTURA DOS CURSOS

5.1. os Oficiais-alunos do DPG obedecem ao regime escolar diário de até 10 (dez) horas-
aula;
5.2. Tempo Útil: fixado em número de horas-aula ou módulos, corresponde ao trabalho
escolar efetivo desenvolvido no curso, excluído as verificações correntes e finais,
treinamentos, formaturas, competições e outras atividades;
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5.3. Hora-aula: 45 (quarenta e cinco) minutos;


5.4. Módulo: 02 (duas) horas-aula;
5.5. Intervalo: 15 (quinze) minutos para preparação de aulas e descanso entre os módulos;
5.6. Período letivo: trabalho escolar efetivo, desenvolvido em cada parte do dia:
5.6.1. matinal: corresponde a 04 (quatro) horas-aula ou 02 (dois) módulos;
5.6.2. vespertino: corresponde a até 06 (seis) horas-aula ou 03 (três) módulos;
5.6.3. os Oficiais-alunos ficarão adidos à APMBB durante as fases do Curso com aulas
presenciais e, quando apresentados nas suas respectivas organizações policiais-militares,
desenvolverão a tese ou dissertação, podendo ser convocados, a qualquer tempo, para
atividades escolares.
5.7. Calendário Escolar: será fixado pela Seç Coord, no início dos Cursos;
5.8. Orientação Pedagógica: será feita através de:
5.8.1. reuniões periódicas com o corpo docente do Curso;
5.8.2. reuniões periódicas dos chefes de seções, presididas pelo Chefe do DPG;
5.8.3. reuniões entre as matérias afins, para planejamento interdisciplinar dos trabalhos em
grupo.
5.9. Avaliação do Corpo Docente constituirá uma preocupação sistemática e permanente,
sendo desenvolvida pelo seguinte processo:
5.9.1. avaliação do corpo docente;
5.9.2. auto avaliação do corpo docente;
5.9.3. análise e comparação do desempenho de professores;
5.9.4. levantamento de indicadores da atividade de docente, através do desempenho dos
Oficiais-alunos na consecução dos objetivos estabelecidos pelos planos didáticos;
5.9.5. supervisão das atividades de ensino e dos planos de sessão, quando exigidos;
5.9.6. o instrutor será observado por Oficiais da APMBB que, a qualquer momento, poderão
entrar e assistir a um período da aula, nos fundos da sala, sem interferir na instrução.
5.10. Classificação:
5.10.1. os Oficiais-alunos serão classificados de acordo com a média final do Curso;
5.10.2. na hipótese de se classificarem 02 (dois) ou mais Oficiais-alunos com a mesma
média final, nas três primeiras colocações, pertencentes ou não à PMESP, o critério de
desempate será a maior nota da monografia, permanecendo empatado será a antiguidade.

6. DA AVALIAÇÃO DO RENDIMENTO DA APRENDIZAGEM


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6.1. Tese ou Dissertação:


6.1.1. seguirão as seguintes etapas:
6.1.1.1. enquadramento nas linhas de pesquisa estabelecidas em concurso;
6.1.1.2. orientação, o acompanhamento da orientação ocorrerá por meio do preenchimento
de relatórios pelo orientador, em planilha física ou virtual, os quais deverão ser
encaminhados mensalmente pelo Oficial-aluno à Seção de Pesquisa e Projetos de Ensino de
Pós-Graduação, a partir do segundo mês do Programa;
6.1.1.3. a qualificação ocorrerá em data prevista em calendário escolar, quando o
Oficial-aluno deverá apresentar o andamento de sua pesquisa perante à Banca Examinadora;
6.1.1.3.1. o Oficial-aluno terá 3 (três) dias corridos, a partir da data da divulgação dos
componentes da Banca pela APMBB, para interpor recurso ao Chefe do DPG, caso
identifique membro da Banca cuja qualificação ou antecedentes de relações pessoais possa
lhe trazer prejuízo na avaliação;
6.1.1.3.2. a Banca Examinadora não atribuirá notas, apenas emitirá conceito, devidamente
justificado, de apto para prosseguir, apto com restrições ou inapto para prosseguir, ocasiões
em que o Oficial-aluno terá a oportunidade de receber orientações e corrigir os rumos de
sua pesquisa;
6.1.1.3.3. o Oficial-aluno com conceito inapto terá prazo máximo de 30 (trinta) dias corridos,
a contar do parecer da Banca, para solicitar nova qualificação ao Chefe do DPG, que terá até
05 (cinco) dias úteis a contar do recebimento para se manifestar, e o Oficial-aluno somente
poderá defender a tese a partir do momento em que obtiver conceito apto da Banca;
6.1.1.3.4. não obtendo o conceito apto até 45 dias corridos antes da data marcada para
o encerramento do Programa, o Oficial-aluno estará reprovado e será desligado do Programa;
6.1.1.4. entrega e correção metodológica e de português;
6.1.1.5. exposição final perante Banca, aberta ao público em geral ou, excepcionalmente,
de acesso restrito;
6.1.1.5.1. o acesso ao público será restrito quando a difusão do tema puder trazer
comprometimento à segurança pública; dano à propriedade imaterial do autor (patente ou
registro ainda não obtidos); risco ao planejamento e desenvolvimento de ações e operações
policiais militares, com reflexo na ordem pública ou bem-estar do público interno da
Instituição; e para proteção da intimidade do pesquisado;
6.1.1.5.2. a restrição de acesso ao público ou de difusão pública da produção científica do
Oficial-aluno deverá ser requerida por este à Banca por ocasião do encontro de Qualificação;
6.1.1.5.3. acolhido o pedido pela Banca, os produtos de difusão restrita serão mantidos
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em arquivo reservado, operado pela Seção de Pesquisa e Projetos de Ensino de Pós-


Graduação;
6.1.1.6. entrega de cópias física e eletrônica para arquivo;
6.1.1.7. publicidade.
6.1.2. Da avaliação da Tese ou Dissertação:
6.1.1.1. ao final do Programa, a mesma Banca Examinadora da Qualificação, Docentes de
Metodologia Científica e, Português, estes últimos designados, especificamente, avaliarão a
Tese, desta vez, com atribuição de nota;
6.1.1.2. a Banca Examinadora da Qualificação, designada pelo Dir Ens Cult, será composta
pelo orientador e por quatro especialistas qualificados (CSP) ou dois especialistas
qualificados (CAO), respectivamente com doutorado e mestrado, estes indicados pelo
Comandante da APMBB, doutores, e/ou oficiais com doutorado/mestrado em ciências
policiais, ou com título de doutor reconhecido pela CAPES.
6.1.2. os docentes de Metodologia avaliarão:
6.1.2.1. os elementos pré-textuais e pós-textuais: até 2,0 pontos;
6.1.2.2. as normas técnicas (itens obrigatórios do resumo, da introdução e da conclusão;
citações; figuras e demais aspectos da Tese, de acordo com as normas da ABNT): até 6,0
pontos;
6.1.2.3. estruturação e formatação: até 2,0 pontos;
6.1.3. os docentes de Português avaliarão:
6.1.3.1. uso correto da Língua Portuguesa: até 8,5 pontos;
6.1.3.2. coerência do texto: até 1,5;
6.1.4. os membros da Banca Examinadora atribuirão graus ao conteúdo, à exposição e à
arguição: até 10,0 pontos para cada item;
6.1.5. a nota de conteúdo será dada em data anterior à exposição e arguição.
6.1.7. no dia da apresentação, antes da exposição da tese pelo oficial-aluno, os membros da
Banca entregarão a planilha de conteúdo ao presidente, com notas e comentários;
6.1.8. a nota da tese será a média ponderada desses itens relacionados, na seguinte
conformidade:
(METODOLOGIA x 1) + (PORTUGUÊS x 1) + (CONTEÚDO X 14) + (ARGUIÇÃO X 3) + (EXPOSIÇÃO X 1)
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6.1.9. o Oficial-aluno que obtiver nota igual ou superior a 5,0 (cinco), equivalente ao conceito
regular, estará aprovado;
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6.1.10. a nota final da Tese ou Dissertação não comporá a média final do Programa;
6.1.11. a reprovação na Tese ou Dissertação ocasionará a reprovação no Programa, com o
consequente desligamento do Oficial-aluno;
6.1.12. a Banca Examinadora não poderá rejeitar a Tese ou Dissertação por ocasião da defesa
final e justificará os graus atribuídos a cada elemento avaliado, em planilha própria.
6.2. Da avaliação das matérias:
6.2.1. será através de trabalhos escritos ou orais a serem realizados pelos discentes, reunidos
em grupos de no mínimo 2 (dois) e no máximo 4 (quatro) componentes, por unidades
didáticas (UD), ou por matéria nos casos em haja apenas uma UD, com carga horária superior
a 10 (dez) h/a, realizada em sala de aula aproveitando a carga horária da respectiva UD ou
matéria, sendo que a nota da matéria será composta pela média simples das UD que a
compõe;
6.2.2. não serão avaliadas as matérias ou UD com carga horária igual ou inferior a 10 h/a,
bem como as matérias de Tiro Defensivo na Preservação da Vida “METODO GIRALDI” e
Educação Física, que aplicarão aos alunos o TAT e TAF, respectivamente, cujos resultados
deverão ser publicados em Bol Int e reconhecidos como avaliação anual regulamentar da
Instituição;
6.2.3. no caso de ExPPO, as notas atribuídas não comporão a média final do Programa, mas
serão computadas para fins de aprovação ou reprovação;
6.2.4. a Metodologia da Pesquisa Acadêmica será avaliada por meio da nota atribuída
pelos corretores de Metodologia Científica, por ocasião da entrega da Tese ou Dissertação;
6.2.5. para os trabalhos individuais ou em grupo, os docentes deverão apresentar proposta à
Coordenação de Ensino, antecipadamente à data prevista para entrega;
6.2.6. não será computada nenhuma outra nota que não seja oriunda dos trabalhos por
matéria ou UD, de um artigo científico e da dissertação;
6.2.7. o grupo ou o Oficial-aluno que obtiver, no mínimo, grau 7,0 (sete) na avaliação ou no
artigo científico, não realizará verificação final (VF) naquela matéria;
6.2.7.1. no caso de necessidade de verificação final (VF) em determinada matéria (nota
abaixo de 7,0 na VC), este deverá ser um novo trabalho, realizado dentro do prazo de 10
(dez) dias corridos a contar da data da divulgação da nota;
6.2.7.2. a nota da avaliação para a matéria, em caso de VF, será obtida conforme a seguinte
fórmula:
NOTA FINAL = (VC x 2) + Nota da VF
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6.2.8. o grupo ou o Oficial-aluno que não obtiver a média suficiente para aprovação (nota
5,0) estará reprovado no Programa.
6.2.9. as notas obtidas nas matérias específicas não comporão a média final do Programa, no
entanto valerão para aprovação ou reprovação.
6.2.10. Do Professor:
6.2.10.1. após aplicação da avaliação, terá o prazo de 07 (sete) dias úteis para realizar a
entrega das notas na Seção de Avaliação e Concurso.
6.2.11. Dos Recursos:
6.2.11.1. o Oficial-aluno terá o prazo de 02 (dois) dias úteis para a interposição de recurso da
nota divulgada;
6.2.11.2. o recurso será interposto e protocolado na Seção de Avaliação e Concurso para
análise e julgamento do respectivo professor da matéria;
6.2.11.3. caso haja indeferimento do recurso, o Oficial-aluno poderá interpor novo recurso em
última instância, para o Chefe do DPG que indicará outro professor da matéria que deliberará
a respeito.
6.2.12. Do artigo científico
6.2.12.1. consistirá num trabalho, com até 20 laudas, em grupo, com no mínimo 2 (dois) e no
máximo 4 (quatro) componentes, sobre tema fornecido pela Coordenação do Programa, sob a
orientação de docente e de interesse Institucional, com base no conteúdo programático de
cada matéria existente no currículo, a ser entregue em data específica, no formato “artigo
científico”, de acordo com as normas da ABNT, com o objetivo de compor produção literária
e científica da Instituição, a ser publicada mediante análise e deliberação do Comando Geral
da Instituição;
6.2.12.2. o Oficial-aluno que não obtiver, no mínimo, grau 7,0 (sete) no Artigo Científico
(VC- ARTIGO) realizará verificação final escrita (VF-ARTIGO), com reapresentação de
Artigo Científico, com as observações feitas pelo orientador, dentro do prazo de 20
(vinte) dias corridos, a contar da divulgação da nota;
6.2.12.2.1. a VF-ARTIGO será corrigida por componente da Banca Examinadora de
Língua Portuguesa e Metodologia Científica, sendo ele docente ou não da APMBB; na
impossibilidade dele, o Chefe do Departamento indicará o corretor;
6.2.12.2.2. a nota final do Artigo Científico será obtida conforme a seguinte fórmula:

NOTA FINAL-ARTIGO = (VC-ARTIGO x 2) + Nota da VF-ARTIGO


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6.2.11.2.3. o Oficial-aluno que não obtiver a média suficiente para aprovação (nota 5,0)
na nota final do Artigo Científico estará reprovado no Programa.
6.3. Das demais disposições das avaliações:
6.3.1. o atraso, por parte do Oficial-aluno, no cumprimento dos prazos fixados em
calendário escolar para elaboração, apresentação e entrega da Tese ou Dissertação, do Artigo
Científico ou dos trabalhos implicará a perda de 10% (dez por cento), por dia, da média
final das notas que lhe tenham sido atribuídas; portanto, estará reprovado a partir do 6º dia de
atraso;
6.3.2. a média geral das matérias será a média aritmética simples, calculada pelo somatório
das notas finais das avaliações ou trabalhos de cada matéria, após os exames finais.
6.4. será aprovado o Oficial-aluno que preencher os seguintes requisitos:
6.4.1. tenha aproveitamento suficiente por matéria presencial ou à distância;
6.4.2. tenha aproveitamento suficiente no conjunto das matérias;
6.4.3. tenha aproveitamento suficiente na avaliação da Tese ou da Dissertação;
6.4.4. tenha aproveitamento suficiente na avaliação do Artigo Científico;
6.4.5. tenha obtido nível de frequência exigido no Programa.
6.5. será reprovado o oficial-aluno que incidir num dos seguintes quesitos:
6.5.1. média aritmética inferior a 5,0 (cinco), em qualquer matéria;
6.5.2. obtiver parecer inapto na Qualificação Final da Tese ou da Dissertação;
6.5.3. média inferior a 5,0 (cinco) na Tese ou da Dissertação;
6.5.4. média inferior a 5,0 (cinco) no Artigo Científico.
6.6. a avaliação da aprendizagem (matérias, artigo científico e Tese ou Dissertação) será
aferida em graus que variarão de 0,0 (zero) a 10,0 (dez), aproximados a centésimos, e
convertidos em menção, conforme tabela a seguir:
6.6.1. de zero a 4,99 = INSUFICIENTE;
6.6.2.de 5,0 a 6,99 = REGULAR;
6.6.3. de 7,0 a 8,49 = BOM;
6.6.4. de 8,5 a 9,59 = MUITO BOM;
6.6.5. de 9,6 a 10,0 = EXCEPCIONAL.
6.7. média final do Programa de Mestrado Profissional:
6.7.1. será a média aritmética simples, calculada pelo somatório da s notas
finais das matérias e do Artigo Científico, na seguinte conformidade:
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(MET. CIENT.)+(ÉTICA CID. DH)+(AT. JUR.)+(ADM. PROJ.)+(CIÊNCIAS POL.)+( GESTÃO POL. OST.)+(ART. CIENT.)
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6.8. média final do Programa de Doutorado Profissional:


6.8.1. será a média aritmética simples, calculada pelo somatório das notas finais das matérias
e do Artigo Científico, na seguinte conformidade:

(DH)+(AT. JUR.)+(CIÊNCIAS POL.)+(ADM. SUP. POL. OST.) + (ART. CIENT.)


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6.9. das notas atribuídas cabe recurso ao Chefe do DPG, no prazo máximo de 48 (quarenta e
oito) horas, contados de sua divulgação oficial. O recurso deve conter os itens previstos
nas normas em vigor;
6.10. os Oficiais-alunos que perderem prazos para entrega de trabalhos poderão justificar o
motivo, por meio de requerimento dirigido ao Chefe do DPG, no prazo máximo de 24
(vinte e quatro) horas, que decidirá quanto à perda de pontos por dia de atraso.

7. DA ORIENTAÇÃO E CO-ORIENTAÇÃO

7.1. o orientador será indicado pelo Oficial-aluno até a data estipulada pela Seção de
Pesquisa e Projetos de Ensino de Pós-Graduação (Seç PPEPG);
7.2. o orientador deverá atender aos seguintes requisitos:
7.2.1. ser doutor titulado por programa reconhecido pela CAPES ou Oficial com CSP, para
Oficiais-alunos do CSP, ou mestre titulado por programa reconhecido pela CAPES ou Oficial
com CAO, para Oficiais-alunos do CAO;
7.2.2. possuir notório saber sobre a área de conhecimento relacionada com o tema da
pesquisa;
7.2.3. ter seu nome aprovado pelo Comandante da APMBB;
7.2.4. aceitar formalmente e exercer as atividades de orientador.
7.3. o acompanhamento da orientação ocorrerá por meio do preenchimento de relatórios
pelo orientador, em planilha física ou virtual, os quais deverão ser encaminhados
mensalmente pelo Oficial-aluno à Seç PPEPG, a partir do segundo mês de Programa;
7.4. a orientação compreenderá: assistência metodológica, sistematização de conteúdo e
redacional, bem como participação na Banca Examinadora de pré-qualificação, qualificação e
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defesa final do orientando, conforme previsto em calendário escolar;


7.4.1. o co-orientador, amicus curiae - atividade voluntária e não remunerada, somente será
permitida quando o orientador e o orientando concordarem a respeito da necessidade de
assessoria de profissional técnico, de notório reconhecimento em sua atividade, para o
desenvolvimento do tema proposto ou quando a distância física impedir interlocução
frequente entre orientando e orientador;
7.4.1.1. o co-orientador não poderá substituir o orientador, especialmente, na data de
apresentação perante à Banca Examinadora.
7.4.2. excepcionalmente, após aprovação do Comandante da APMBB, poderá atuar como
orientador, pessoa com notório e específico conhecimento técnico, quando a
natureza do tema exigir.

8. APURAÇÃO DA ASSIDUIDADE

8.1. todas as faltas às aulas serão computadas;


8.2. quando se tratar de atividades escolares de frequência obrigatória, as aulas serão
computadas como segue:
8.2.1. conferência ou palestra: uma aula para cada 45 (quarenta e cinco) minutos de duração;
8.2.2. pesquisas, visitas, viagens ou outras atividades externas programadas: uma hora-aula
para cada 45 (quarenta e cinco) minutos de duração, até o máximo de 08 (oito) horas-aula por
dia.
8.3. será justificada, sem desconto de frequência, a falta decorrente de (art. 95, § 4º da
DGE):
8.3.1. motivo de força maior ou caso fortuito, plenamente comprovado;
8.3.2. outra atividade em benefício do serviço, da preservação da ordem pública ou do
interesse público;
8.3.3. doação de sangue;
8.3.4. luto;
8.3.5. núpcias;
8.3.6. interesse da Justiça, da polícia judiciária ou fins disciplinares;
8.3.7. licença-paternidade;
8.3.8. convocações superiores dirigidas formalmente ao Comandante da APMBB.
8.4. o Oficial-aluno que perder mais de 25% (vinte e cinco por cento) da carga horária
total do Programa ou mais 50 % da carga horária destinada a uma matéria será reprovado e
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desligado do Programa, conforme Bol G PM 065, de 07ABR11, item “1”.


8.4.1. deverá ser publicada em Bol Int a justificativa das faltas dos Oficiais-alunos.

9. DA CLASSIFICAÇÃO

9.1. as classificações dos integrantes da PMESP e dos convidados externos à Instituição


seguirão uma única lista, por ordem decrescente de média final;
9.2. na hipótese de classificarem-se dois ou mais Oficiais-alunos com a mesma média final, o
critério de desempate será a nota final da Tese ou Dissertação, para os três primeiros
colocados; persistindo o empate, será a antiguidade do posto do Oficial-aluno;
9.3. a publicação da conclusão do curso somente conterá os nomes dos Oficial-alunos
que não tiverem nenhum débito com a administração do DPG, incluindo-se aí a entrega da
Tese ou Dissertação em cópias física e eletrônica;
9.4. os casos omissos neste Manual, seguirão as disposições contidas na Diretriz Geral de
Ensino (DGE).

10. DOS OFICIAIS DE SAÚDE:

10.1. o Oficial do QOS que possuir Mestrado ou Doutorado em Gestão de Saúde frequentará
o Programa de Mestrado Profissional ou Doutorado do SEPM, cumprindo apenas as
disciplinas curriculares previstas para o respectivo Posto, sendo dispensado da fase de
pesquisa, da produção de artigo científico e da produção de dissertação ou tese e de sua defesa
perante Banca;
10.2. o Oficial do QOS que possuir Mestrado ou Doutorado frequentará o Programa de
Mestrado Profissional ou Doutorado do SEPM, cumprindo as disciplinas curriculares
previstas para o respectivo Posto e o módulo de especialização em Gestão de Saúde, sendo
dispensado da fase de pesquisa e da produção de dissertação ou tese e de sua defesa perante
Banca;
10.3. Oficial do QOS que possuir Especialização em Gestão de Saúde frequentará o Programa
de Mestrado Profissional ou Doutorado do SEPM, cumprindo as disciplinas curriculares
previstas para o respectivo Posto, assim como a fase de pesquisa, a produção de artigo
científico e a produção de dissertação ou tese e sua defesa perante Banca, sendo dispensado
de realizar apenas o módulo de especialização em Gestão de Saúde;
10.4. o Oficial do QOS que não estiver enquadrado nas situações previstas nos incisos
anteriores frequentará o Programa de Mestrado Profissional ou Doutorado do SEPM,
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cumprindo as disciplinas curriculares previstas para o respectivo Posto, o módulo de


especialização em Gestão de Saúde, a fase de pesquisa, a produção de artigo científico e a
produção de dissertação ou tese e sua defesa perante Banca.

11. DAS ATRIBUIÇÕES DOS OFICIAIS-ALUNOS

11.1. das comissões de Oficiais-alunos:


11.1.1. os Oficiais-alunos deverão constituir comissões para tratar dos referidos assuntos:
11.1.1.1. uma comissão para tratar dos assuntos ligados à formatura, englobando:
11.1.1.1.1. escolha de Paraninfo: a comissão dos Oficiais-alunos deverá apresentar a proposta
em no máximo 30 dias do início do Curso, devidamente acompanhada de um breve histórico
de todos os indicados. O Comandante da APMBB escolherá o nome do Paraninfo e
encaminhará a proposta ao DEC, que a levará para apreciação do Comandante-Geral; a
comissão deverá efetuar o contato com o Paraninfo, providenciando a compra de mimo(s)
para entregar a ele no dia da formatura;
11.1.1.1.2. os Oficiais-alunos escolherão um orador, que representará o corpo discente na
formatura, que deverá apresentar ao Comandante da APMBB a minuta do seu discurso, até
10 dias antes da formatura;
11.1.1.1.3. a comissão de formatura deverá confeccionar os convites para a solenidade de
encerramento e entregar uma quantidade ao Comando da A P M B B para envio a altas
autoridades civis, militares e eclesiásticas;
11.1.1.1.4. a comissão de formatura deverá providenciar o local da solenidade de
encerramento do Curso, contratação, ornamentações e preparação de sala VIP; sendo que o
cerimonial é de responsabilidade da APMBB.
11.1.1.2. outras atribuições das comissões de cada Curso:
11.1.1.2.1. a comissão de cada curso deverá estabelecer local e data para a realização da foto
oficial de cada turma e entregar um pôster (quadro), na medida-padrão (50 X 60 cm), ao
DPG, até 30 dias após a data de encerramento do curso, para fixação no hall dos cursos;
11.1.1.2.2. cada comissão decidirá sobre a conveniência da realização de algum evento
(almoço, jantar, coquetel etc) antes ou após a solenidade de encerramento do Curso, bem
como estabelecerá as autoridades a serem convidadas, se deverá contar com a participação de
esposa, familiares etc;
11.1.1.3. poderão ser programadas atividades recreativas (churrasco, almoço ou jantar)
durante o ano letivo, a critério da turma e observando-se a programação do Curso,
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cientificando o Chefe do DPG;


11.1.1.4. cada comissão providenciará brindes para serem ofertados aos primeiros colocados
dos Cursos, nas palestras e visitas.

12. DO CHEFE DE TURMA E SEU AUXILIAR

12.1. o chefe de turma é o Oficial-aluno mais antigo de cada Pelotão do Curso, competindo-
lhe:
12.1.1. apresentar a turma junto ao comando;
12.1.2. responsabilizar-se pela disciplina, na sala de aula e demais locais de ensino,
fiscalizando ainda a postura, a apresentação pessoal e a conduta dos Oficiais-alunos;
12.1.3. controlar a presença dos Oficiais-alunos;
12.1.4. verificar as novidades ao início e término do expediente escolar e passar de imediato
ao Chefe do DPG;
12.1.5. impedir contato direto dos demais Oficiais-alunos com as seções do DPG, sendo o
único elo para tratar de assuntos administrativos e escolares;
12.1.6. no seu impedimento, orientar o Oficial-aluno que lhe segue na antiguidade para
assumir tais funções;
12.1.7. designar os dois Oficiais-alunos do Pelotão mais modernos como seus auxiliares.
12.2. aos auxiliares do chefe de turma compete:
12.2.1. preencher o registro de aulas, com todos os dados, e devolvê-lo na Seção de
Coordenação ou local pré-determinado;
12.2.2. relacionar os Oficiais-alunos que se afastarão da capital durante as folgas;
12.2.3. verificar as correspondências dos Oficiais-alunos na Seção de Coordenação;
12.2.4. entregar os trabalhos individuais ou em grupo na Seç Avl Conc;
12.2.5. controlar a carga horária ministrada;
12.2.6. controlar a frequência dos Oficiais-alunos;
12.2.7. no seu impedimento, orientar o Oficial-aluno que lhe antecede na antiguidade para
assumir tais missões.

13. DAS DISPENSAS

13.1. Dispensa das aulas somente em casos excepcionais, por escrito e com tempo hábil para
despachar (mínimo de 48 horas);
13.2. caso a dispensa seja de todas as aulas do dia, o Oficial-aluno deverá trazer a
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planilha de Dispensa de Serviço (DS), a ser preenchida e assinada pelo P-1 da sua OPM de
origem, no campo destinado às informações da OPM;
13.2.1. caso a dispensa seja de apenas uma parte das aulas, o Oficial-aluno preencherá a
planilha de dispensa própria, cujo impresso se encontra na Coordenação ou na pasta do Ch
Turma;
13.3. o Ch Turma encaminhará a planilha à Seç Coord para providências junto ao
Coordenador do Curso e Chefe do DPG;
13.4. o Oficial-aluno do Programa de Doutorado deverá despachar pessoalmente com o Chefe
do DPG.

14. DAS RESTRIÇÕES AOS OFICIAIS-ALUNOS

14.1. visitas somente poderão ser atendidas nos intervalos de aulas;


14.2. telefonemas somente poderão ser atendidos ou feitos nos intervalos de aulas, com
exceção de assuntos de urgências;
14.2.1. não é permitido o uso de celulares em sala de aula.
14.3. não é permitida a circulação de Oficiais-alunos na área da administração do DPG,
exceto do chefe de turma ou seu auxiliar;
14.4. a copa do DPG é exclusiva da administração e convidados;
14.5. não é permitido estacionar veículos nas áreas destinadas aos docentes e à administração
do DPG, todas demarcadas;
14.6. não é permitido utilizar recursos humanos e materiais da administração;
14.7. digitação de trabalhos, documentos e monografias não poderá ser feita em nenhum
equipamento da administração;
14.8. ligações telefônicas somente poderão ser feitas com autorização, no mínimo, do Chefe
do DPG;
14.9. os Oficiais-alunos deverão utilizar os uniformes do dia da APMBB, conforme Ordem de
Serviço vigente, sendo vedada a utilização de uniformes das unidades especializadas, com
exceção do efetivo do Corpo de Bombeiros, e, ao utilizar uniforme de educação física,
deverão utilizar tênis totalmente preto, podendo utilizar um tênis predominantemente preto
durante a prática de educação física, exceção feita aos Oficiais-alunos formados em Educação
Física, pela Escola de Educação Física da Polícia Militar do Estado de São Paulo, que
utilizarão o tênis totalmente branco;
14.10. é permitida a utilização das salas de musculação da APMBB, devendo assinar o livro
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que fica no Serviço de Dia, utilizando uniforme completo de educação física e uma toalha de
rosto.

15. DA ENTREGA FINAL DE TESE DE DOUTORADO

15.1. deverão ser entregues 02 (duas) cópias da Tese para correção de Metodologia Científica
e Língua Portuguesa.
15.1.1. 05 (cinco) cópias com encadernação simples (espiral e capa plástica) deverão ser
entregues diretamente aos membros da Banca, até a data estabelecida pela Seção PPEPG;
15.1.2. 02 (duas) cópias em folhas soltas da Tese e do Artigo Científico para correção de
Metodologia Científica e Língua Portuguesa;
15.1.3. a devolução das cópias das teses corrigidas pelas Bancas será após a exposição
final, realizada pelo oficial-aluno, conforme calendário estabelecido para os cursos;
15.1.4. após feitas as correções indicadas pela Banca e pelos corretores de Metodologia
Científica e Língua Portuguesa, deverão ser entregues na biblioteca do DPG as versões finais
físicas encadernadas e digitais, da Tese e do Artigo Científico;
15.1.5. a Tese deverá ser impressa e entregue encadernada na Seção PPEPG conforme o
calendário do Curso;
15.1.6. o arquivo digital, em “PDF”, da tese deverá ser entregue gravado em CD-ROM.

16. DA ENTREGA FINAL DA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

16.1. deverão ser entregues 02 (duas) cópias da Dissertação para correção de Metodologia
Científica e Língua Portuguesa.
16.1.1. 03 (três) cópias com encadernação simples (espiral e capa plástica), que deverão ser
entregues diretamente aos membros da Banca até a data estabelecida pela Seção PPEPG;
16.1.2. a devolução das cópias das Dissertações corrigidas pelas Bancas será após a
exposição final, realizada pelo Oficial-aluno, conforme calendário estabelecido para os
Cursos;
16.1.3. após feitas as correções indicadas pela Banca e pelos corretores de Metodologia
Científica e Língua Portuguesa, deverão ser entregues na biblioteca do DPG as versões finais,
físicas encadernadas e digitais, da Tese e do Artigo Científico;
16.1.4. a Dissertação deverá ser impressa e entregue encadernada na Seção PPEPG conforme
o calendário do curso;
1 6 . 1 . 5 . o arquivo digital, em “PDF”, da dissertação deverá ser entregue gravado em
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CD-ROM.

17. AJUDA DE CUSTO


17.1. os Oficiais-alunos de OPM do interior e da região metropolitana de São Paulo têm
direito a ajuda de custo nos termos da lei. A SAE do DPG encaminhará documentação
para pagamento somente após a entrega de todos os documentos necessários à matrícula nos
cursos e posterior publicação da adição em Boletim Geral PM.

18. BOLSA-PESQUISA
18.1. todos os Oficiais-alunos da PMESP têm direito à bolsa pesquisa para custear os
materiais necessários para o desenvolvimento da Tese ou Dissertação, nos termos da lei. A
SAE do DPG encaminhará documentação para pagamento somente após a entrega de
todos os documentos necessários à matrícula nos cursos e posterior publicação em Boletim
Geral PM.

19. DESCONTO EM FOLHA

19.1. todos terão desconto em folha relativo à Fundo Escolar, alojamento (Oficiais-alunos
internos) e vestiário (externos) e programa-copa. Os descontos estão previstos no artigo 18,
das I-34-PM ( Instruções para funcionamento do Fundo Especial de Despesa da Polícia
Militar), publicadas no anexo “A”, do Bol G PM n. 043, de 05 de março de 1998, Bol G
PM n. 081, de 30 de abril de 1998, com a atualização da tabela publicada no Bol G PM n.
191, de 8 de outubro de 2014; Bol G PM n. 235, de 11 de dezembro de 2014; Bol G PM n.
210, de 12 de novembro de 2015, Bol G PM n. 223, de 29 de novembro de 2016 e Bol G PM
n. 143, de 31 de julho de 2017.

20. ALOJAMENTOS

20.1. é obrigação de todos manter a conservação e organização dos alojamentos,


principalmente devido à variedade de Cursos que há nesta Casa de Ensino, para tanto seguem
algumas orientações:
20.1.1. não deixar material ou peças de vestuário para fora dos armários;
20.1.2. ao sair dos alojamentos, manter as luzes apagadas e as janelas abertas, exceto quando
estiver chovendo ou tempo chuvoso manter as janelas fechadas;
20.1.3. manter as toalhas e roupas molhadas nos locais específicos;
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20.1.4. não movimentar materiais pertencentes ao alojamento sem ciência do Chefe da DPG;
20.1.5. ao término do Curso, recolher todos seus pertences.
20.2. serão fornecidas roupas de cama e a arrumação deverá ser o padrão da APMBB.

21. REFEITÓRIO

21.1. todos os discentes da APMBB têm alimentação custeada pelo Estado (O.S. Nº APMBB-
07/411/14), devido a isso, os Oficiais-alunos não terão direito à Diária-alimentação referente
ao Decreto 59.609 de 16OUT13;
21.2. a previsão de alimentação será preenchida e assinada pelos Oficiais-alunos com uma
semana de antecedência e entregue na SAE, não sendo permitida a alimentação sem previsão.

22. REFERÊNCIAS:

22.1. Lei Federal nº. 9.394, de 20 de dezembro de 1996, estabelece as Diretrizes e Bases da
Educação Nacional e demais atualizações;
22.2. Lei Complementar Estadual nº. 1036, de 11 de janeiro de 2008, que Institui o Sistema
de Ensino da Polícia Militar do Estado de São Paulo, e dá providências correlatas;
22.3. Decreto Estadual n° 54.911, de 14 de outubro de 2009, Regulamenta a Lei
Complementar nº. 1.036, de 11 de janeiro de 2008, que institui o Sistema de Ensino da Polícia
Militar do Estado de São Paulo, e dá providências correlatas;
22.4. Decreto Estadual n° 59.609, de 16 de outubro de 2013, que fixa o valor da Diária
Alimentação;
22.4.1. Regimento Interno da Academia de Polícia Militar do Barro Branco (RI-30-PM), Bol
G PM 235/10;
22.4.2. Regimento Interno do Centro de Altos Estudos de Segurança (RI-31-PM), Bol G PM
205/10.
22.5. D-5-PM – Diretriz Geral de Ensino, Bol G PM 074/10;
22.6. M-20-PM – Manual para Avaliação Educacional, Bol G PM 206/05;
22.7. Normas para a Elaboração e Revisão de Currículos (NERC);
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22.8. Currículo do Programa de Mestrado Profissional em Ciências e Ordem Pública,


aprovado pelo Despacho n° PM3-004/03/14, de 23 de janeiro de 2014;
22.9. Currículo do Programa de Doutorado em Ciências e Ordem Pública, aprovado pelo
Despacho n° PM3-005/03/14, de 23 de janeiro de 2014;
22.10. Portaria DAL-003/33/99, Sistema de Alimentação da PMESP;
22.11. Ordem de Serviço APMBB-07/411/14, normas para previsão de rancho;
22.12. Ordem de Serviço APMBB-006/11/18, padronização do uso de uniforme.

TENHA UM BOM CURSO E SEJA BEM VINDO À APMBB!!

“Nós, Policiais Militares, sob a proteção de Deus, estamos compromissados com a Defesa da Vida, da Integridade Física e da Dignidade da Pessoa humana”

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