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6. Parametrização de Curvas
#
Parametrização de Curvas
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (5)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1 2 3$ 4$ 5
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II

4. Introdução às Integrais
Alternar para vídeo >>
!
! Triplas ( 8min

5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas Enunciado
Elaboração Própria

! 6. Parametrização de Curvas

Parametrize a curva dada pela interseção das superfícies


) Parametrização de Curvas

*
TEMPO SOBRANDO?
+ RESUMINHO
x 2 + y2 + z 2 = 4
EXERCÍCIOS EXTRAS

7. Integral de Linha - Caso


!
z = √ ‾x‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
2 + (y − 1)‾
2
Escalar

8. Integral de Linha - Caso


! Vetorial

! 9. Teorema de Green Responde Aí

! 10. Campo Conservativo

11. Aplicação da Integral de


! Linha Pular para Gabarito

12. Parametrização de
! Superfícies Passo 1
13. Integral de Superfície -
! Método Direto Vamos começar com um esboço dessas superfícies que são um pouco diferentes, né? A primeira é
uma esfera de raio 2 e a segunda é a parte superior de um cone deslocado no eixo y . Desenhando
! 14. Teorema de Stokes fica muito mais fácil de entender, olha só:

! 15. Teorema de Gauss

Bom, agora precisamos só analisar as equações e encontrar alguma forma de escrever todas as
nossas variáveis em função de um único parâmetro. As equações são essas aqui

x2 + y2 + z2 = 4

z = √‾x‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
2 + (y − 1)‾2

Passo 2

Nesse exercício aqui a gente não tem nenhuma equação facilmente parametrizada direto, né?
Vamos ter que tentar juntar as duas retirando alguma variável. Ué, como assim? Dá uma olhada
aqui, vou mexer um pouco nessa segunda equação

z = √‾x‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
2 + (y − 1)‾2

z2 = x2 + (y − 1)2

Agora vamos substituir esse z2 na primeira equação lá da esfera!

x2 + y2 + z2 = 4

x2 + y2 + (x2 + (y − 1)2) = 4

Passo 3

Po, mas assim a gente não consegue visualizar absolutamente nada! Vamos reorganizar essa
equação tentando encontrar aquela relação fundamental, lembra? Essa aqui

cos2 t + sen2 t = 1

Vamos lá então

x2 + y2 + (x2 + (y − 1)2) = 4

x2 + y2 + x2 + y2 − 2y + 1 = 4

2x2 + 2y2 − 2y = 3

2x2 + 2 (y2 − y) = 3

Po, pra transformas esse termo (y2 − y) em algo do tipo (y − a) , vamos descobrir quem vai ser
2
esse a , então

(y − a)2 = y2 − 2ay + a2

−2ay = −y

1
a=
2

1
a2 =
4

Reescrevendo a equação lá em cima

⎛ ⎞
⎜ ⎟
⎜ ⎟
2x2 + 2 ⎜⎜y2 − y + − ⎟⎟ = 3
1 1
4 4
⎜ ⎟
⎜ ⎟
⎝ (y− 2 ) ⎠
1 2

2 1
2x2 + 2(y − ) − = 3
1
2 2

2
2x + 2(y − ) =
2 1 7
2 2

Quase tudo pronto, agora só falta deixar o termo 1 ali na direita, fica assim

1 2
x + (y − ) = 1
4 2 4
7 7 2

Passo 4

Agora podemos igualar isso à relação cos2 t + sen2 t = 1 , com isso

4x2
= cos2 t
7

2x
= cos t
√7‾

√7‾
x= cos t
2

Agora para achar a parametrização de y

1 2
7( 2)
4 2t
y − = sen

2 (y − 12 )
= sen t
√7‾

√7‾ 1
y= sen t +
2 2

0 ≤ t ≤ 2π

Passo 5

Pronto, já temos x e y , agora é só substituir em alguma equação pra achar z . A segunda já temos z
isolado, vamos substituir lá mesmo

z = √‾x‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
2 + (y − 1)‾2

2
‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾2
(
√ 2 ) ( )
√7‾ √7‾ 1
z= cos t + sen t + − 1
2 2

‾7‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾2
√4 ( 2)
√‾
7 1
z= cos2 t + sen t −
2

‾7‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
 7 2 √7‾ 1‾
z=
2
cos t + sen t − sen t +
4 4 2 4


7
⎷ 4

‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
√7‾ ‾
z (t) = √2 − sen t
2

Ficou bizarro mas é isso! Pra finalizar vamos colocar tudo junto

()
√7‾
x t = cos t
2

√7‾ 1
y (t) = sen t +
2 2

‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
√7‾ ‾
z (t) = √2 − sen t
2

0 ≤ t ≤ 2π

Resposta

()
√7‾
x t = cos t
2

√7‾ 1
y (t) = sen t +
2 2

‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
√7‾ ‾
z (t) = √2 − sen t
2

0 ≤ t ≤ 2π

% Anterior Próximo exercício &

Marca aí, conseguiu? ! " '


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6. Parametrização de Curvas
#
Parametrização de Curvas
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (5)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1 2 3$ 4$ 5
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
USP - Cálculo 2 - P1 2012 - 2b – Modificado
4. Introdução às Integrais
! Triplas

Seja
5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas S a superfície de equação
−2x 2 + (y − 1)2 + z2 = 1. Encontre uma parametrização para a intersecção de
! 6. Parametrização de Curvas S com o plano
2x + y = 2.
) Parametrização de Curvas

TEMPO SOBRANDO?
' * RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS Responde Aí

7. Integral de Linha - Caso


! Escalar

8. Integral de Linha - Caso Pular para Gabarito


! Vetorial

! 9. Teorema de Green Passo 1

! 10. Campo Conservativo Essa superfície S é bem difícil de esboçar, galera, se você não conseguiu não tem problema. A gente
vai te mostrar aqui como ela é, mas você pode fazer a questão sem esse esboço. A superfície S é
11. Aplicação da Integral de
! Linha essa aqui

12. Parametrização de
! Superfícies

13. Integral de Superfície -


! Método Direto

! 14. Teorema de Stokes

! 15. Teorema de Gauss

Precisamos da interseção dessa curva com o plano 2x + y = 2 , o esboço é esse

Vamos precisar analisar as duas equações pra dar um jeito de escrever tudo em função de um
parâmetro só, vamos lá?

Passo 2

As equações são essas aqui

−2x2 + (y − 1)2 + z2 = 1

2x + y = 2

Vamos tentar isolar algum termo na segunda e substituir na primeira pra ver como fica

y = 2 − 2x

Tendo y isolado, agora vamos substituir na primeira equação

−2x2 + (y − 1)2 + z2 = 1

−2x2 + (2 − 2x − 1)2 + z2 = 1

−2x2 + (1 − 2x)2 + z2 = 1

−2x2 + 1 − 4x + 4x2 + z2 = 1

2x2 − 4x + z2 = 0

2 (x2 − 2x) + z2 = 0

2
Precisamos transformar esse termo (x 2 − 2x) em algo da forma (x − a)

(x − a)2 = x2 − 2ax + a2 = x2 − 2x + a2

−2ax = −2x

a=1

a2 = 1

Voltando pra equação

2 (x2 − 2x) + z2 = 0

⎛ ⎞
⎜ ⎟
2 ⎜⎜x2 − 2x + 1 − 1⎟⎟ + z2 = 0
⎜ ⎟
⎝ (x−1) 2 ⎠

2(x − 1)2 − 2 + z2 = 0

2(x − 1)2 + z2 = 2

Não podemos parametrizar ainda com a equação dessa forma, precisamos deixar o termo 1 do
lado direito da equação! Não tem problema, só dividir por 2 nos dois lados

2(x − 1)2 + z2 = 2

z2
(x − 1)2 + =1
2

Passo 3

Tendo a equação dessa forma, para parametrizar é só relacionar isso com a equação fundamental
que diz

cos2 t + sen2 t = 1

(x − 1)2 = cos2 t

x = 1 + cos t

z2
= sen2 t
2

z = √2‾ sen t

0 ≤ t ≤ 2π

Passo 4

Pronto, agora que temos a parametrização de x e z fica fácil achar a de y , só procurar alguma
equação mais fácil e substituir. A equação do plano parece mais simples, né?

y = 2 − 2x

y = 2 − 2 (1 + cos t)

y = 2 − 2 − 2 cos t

y = −2 cos t

Passo 5

Pronto! Só resumindo tudo aqui na resposta e ficamos com a seguinte parametrização

x (t) = 1 + cos t

y (t) = −2 cos t

z (t) = √2‾ sen t

0 ≤ t ≤ 2π

Resposta

x (t) = 1 + cos t

y (t) = −2 cos t

z (t) = √2‾ sen t

0 ≤ t ≤ 2π

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Marca aí, conseguiu? ! " TEMPO SOBRANDO?


EXERCÍCIOS EXTRAS ' (
MATEI VER DEPOIS
! VOLTAR *
7. Integral de Linha - Caso Escalar
#
Caso Escalar R²
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (3) Exercícios UFRJ (10)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1 2$ 3$
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
USP - Cálculo 3 - P1 2015 – 2b
4. Introdução às Integrais
! Triplas

Seja
5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas C a curva cujo traço é a parte da elipse
x2 + y2 = 1 no primeiro quadrante.
6. Parametrização de Curvas 3 4
!
Calcule a massa de C, sendo a densidade δ (x, y) = xy.
7. Integral de Linha - Caso
! Escalar

Responde Aí
' Caso Escalar R²

' Caso Escalar R³

TEMPO SOBRANDO? Pular para Gabarito


( ) RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS

8. Integral de Linha - Caso


! Vetorial Passo 1

! 9. Teorema de Green Na teoria, a gente viu que a massa de uma curva é dada pela integral de linha:

! 10. Campo Conservativo

∫C
δ (x, y)ds
11. Aplicação da Integral de
! Linha
A densidade a gente já tem, δ (x, y) = xy . Então, fica só faltando parametrizar a curva e calcular
12. Parametrização de ∣∣σ' ⃗(t)∣∣ dt . Vamos lá!
! Superfícies ∣∣ ∣∣

13. Integral de Superfície - Passo 2


! Método Direto

O enunciado nos deu a equação da elipse da seguinte forma:


! 14. Teorema de Stokes

! 15. Teorema de Gauss x2 y2


+ =1
3 4

Pra poder parametrizar isso, vamos precisar usar a relação fundamental trigonométrica que diz
isso aqui

cos2 t + sen2 t = 1

Portanto

x2
= cos2 t
3

x2 = 3cos2 t

x = √3‾ cos t

Agora o mesmo para y

y2
= sen2 t
4

y2 = 4sen2 t

y = 2 sen t

Ele tem parametrização:

⃗ (√3‾ cos t, 2 sen t)


σ=

Mas como só temos o pedaço do primeiro quadrante:

π
0≤t≤
2

Passo 3

'
Vamos lembrar a fórmula de ∣∣∣∣σ ⃗(t)∣∣∣∣dt :

‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
2 ‾2
√( dt )
+ ( ) dt
dx dy
‖σ' ⃗
‖ (t)‖
‖dt =
dt

Precisamos colocar as derivas da parametrização dentro da raiz, certo? Vamos calcular elas aqui
rapidinho então

x (t) = √3‾ cos t → x' (t) = −√3


‾ sen t

y (t) = 2 sen t → y' (t) = 2 cos t

2
∣∣σ' ∣⃗ ∣ = ‾(‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾ ‾2
∣∣ ∣∣ √ √ − 3
‾ sen t ) + (2 cos t)

sen2 t + 4cos2‾t
= √3‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾

sen2 t + 3cos2 t + cos2‾t


= √3‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾

= √3‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
2 2 2‾
(sen t + cos t) + cos t = √‾cos
2t + 3
‾‾‾‾‾‾‾‾

E agora é só jogar na integral!

Passo 4

Voltando lá, o que a gente queria calcular era:

b π
2

∫a ∫0 (√3‾ cos t) ∙ ( 2 sen t ) ∙ √‾cos


δ (x (t), y (t)) ∙ ∣∣∣∣σ ' (t)
⃗ ∣∣∣∣ dt = 2 t + 3‾ dt
‾‾‾‾‾‾‾

Que parece meio estranho de calcular, mas podemos resolver fazendo a substituição:

u = cos 2 t + 3

du
du = (2 cos t) ∙ (− sen t) dt → dt =
−2 cos t ∙ sen t

Então vamos ter:

∫ ( ∫
√3‾ cos t) ∙ ( 2 sen t ) ∙ √‾cos 2 t + 3‾ dt =
‾‾‾‾‾‾‾ −√3‾ ∙ √u‾ du

3
2u 2 √3‾ ∙ 2 3
= −√3‾ ∙ =− ∙ (cos t + 3) 2
2
3 3

E aplicando os limites de integração, temos:

2√3‾ 3 π
√3‾ ∙ 2
∙ (−3 2 + 4 2 )
3 3
∙ − (cos t + 3) │0 =
2 2 2
3 3

−18 + 2√3‾ ∙ 8 16√3‾ − 18


= =
3 3

Resposta

16√‾3 − 18
3

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Marca aí, conseguiu? ! "


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7. Integral de Linha - Caso Escalar
#
Caso Escalar R²
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (3) Exercícios UFRJ (10)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1 2$ 3$
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II

4. Introdução às Integrais
Alternar para vídeo >>
!
! Triplas ' 9min

5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas Enunciado
UFF - Cálculo IIIA - Lista 3, GMA 2015.2 – 14
! 6. Parametrização de Curvas

Um pintor deseja pintar os dois lados de uma cerca cuja base é uma curva
7. Integral de Linha - Caso
! Escalar C no plano
xy dada por
( Caso Escalar R² x 2/3 + y2/3 = 202/3, para
x ≥ 0e
( Caso Escalar R³ y ≥ 0. A altura em cada ponto
TEMPO SOBRANDO? (x, y) ∈ C é dada por
) * RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS f (x, y) = y. Se o pintor cobra
R reais por
m2 , quanto ele receberá?
8. Integral de Linha - Caso
! Vetorial

! 9. Teorema de Green
Responde Aí
! 10. Campo Conservativo

11. Aplicação da Integral de


! Linha
Pular para Gabarito
12. Parametrização de
! Superfícies
Passo 1
13. Integral de Superfície -
! Método Direto
Lembra que a integral de linha é a área embaixo da curva, onde a altura é dada por f (x, y)?
! 14. Teorema de Stokes
Então, essa área vai ser exatamente a área da cerca. E o que ele pede na verdade é:

! 15. Teorema de Gauss

∫C
f (x, y)ds

2/3
Onde f (x, y) = y e C é a curva x 2/3 + y2/3 = 20 , para x ≥ 0 e y ≥ 0 .

Passo 2

Vamos começar achando a parametrização dessa curva. Se ela não tivesse aquele sobre 3 no
expoente, poderíamos fazer uma substituição de circunferência.

x2/3 + y2/3 = 202/3

2
1/3 + y1/3 = 201/3 2 2
( )
x ( ) ( )

x1/3 2 y1/3 2
( 201/3) ( 201/3)
+ =1

Então, vamos fazer algo parecido, olhando pra essa equação como a relação trigonométrica

cos2 t + sen2 t = 1

Temos que

x1/3 x 3t
= cos t ⇒ = cos
201/3 20

x = 20cos3 t

y1/3 y 3t
= sen t ⇒ = sen
201/3 20

y = 20sen3 t

Pronto temos a nossa parametrização

σ(⃗t) = (20cos3 t, 20sen3 t)

Ele diz que pegou a parte positiva de x e y , então, vamos ter

π
cos t > 0 e sen t > 0 ∴ t ∈ [0; ]
2

Passo 3

Vamos calcular as derivadas da parametrização

dx
= −60cos2 t sen t
dt

dy
= 60sen2 t cos t
dt

‖−−→'‖
Então, calculamos ‖σ (t) ‖ :

‖−−→'‖ 2 2
‖σ (t) ‖ = √‾(‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
−60cos2 t sen t) + (60sen2 t cos t)‾ = 60√‾cos4 tsen2 t + sen4 tcos2‾t
‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾

⇒ 60√‾cos
‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
2 tsen2 t cos2 t + sen2 t‾
( ) = 60 √‾ 2 tsen2‾t
‾‾‾‾‾‾‾‾
cos = 60|cos t sen t|

Como o enunciado pede cos t > 0 e sen t > 0 , podemos tirar o módulo e ficar com

60 cos t sen t

Passo 4

Substituindo na integral

π/2 π/2
∫0 ∫0
20sen3 t. 60 cos t sen tdt = 1200 sen4 t cos tdt

Vamos achar a integral ignorando os limites de integração


sen4 t cos tdt

Fazendo

u = sen t

du = cos tdt

Substituindo vamos ter

u5
∫ ∫
sen4 t cos tdt = u4du =
5

Desubstituindo

u5 sen5 t
=
5 5

π/2 5 t π/2
[ 5 ]t=0
= 1200 [ ] = 240
sen 1
∫0
1200 4
sen t cos tdt = 1200
5

Passo 5

A cerca tem em cada lado uma área de 240, então a área total que ele vai pintar vai ser

A = 2.240 = 480

O valor gasto vai ser isso vezes R

480R

Resposta

480R

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7. Integral de Linha - Caso Escalar
#
Caso Escalar R²
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (3) Exercícios UFRJ (10)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1 2$ 3$
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II

4. Introdução às Integrais
Alternar para vídeo >>
!
! Triplas ' 5min

5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas Enunciado
UFRJ, Cálculo III, P1-2012.2, 3
! 6. Parametrização de Curvas

Calcule a integral de linha da função escalar


7. Integral de Linha - Caso
! Escalar f (x, y) = ∣x∣ ao longo da curva
C parametrizada por
( Caso Escalar R²
σ : [0, π/2] → ℝ2, t → (et cos t, et sen t)
( Caso Escalar R³

TEMPO SOBRANDO?
) * RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS
Responde Aí
8. Integral de Linha - Caso
! Vetorial

! 9. Teorema de Green
Pular para Gabarito

! 10. Campo Conservativo

11. Aplicação da Integral de Passo 1


! Linha

A integral de linha vai ser representada assim:


12. Parametrização de
! Superfícies

∫C
|x| ds
13. Integral de Superfície -
! Método Direto

Temos que a = 0 e b = π/2 pelo próprio enunciado. A parametrização da curva nos dá


! 14. Teorema de Stokes
x (t) = et cos t e y (t) = et sen t .
! 15. Teorema de Gauss
Passo 2

Começaremos calculando

( ) ( )
d et cos t d et sen t

( )
σ' ⃗ = , =
dt dt

= (et cos t − et sen t, et sen t + et cos t) =

= et (cos t − sen t, sen t + cos t)

Passo 3

‖σ' ‖
Agora, calculamos ‖ ‖⃗ :

‖⃗ = √‾e2t
‖σ' ‖
‖ ‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
(cos t − sen t)2 + e2t(sen t + cos t)2‾ =

2 t − 2 cos t sen t + sen2 t + sen2 t + 2 cos t sen t + cos2‾t


= et √‾cos
‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾ =

= et √‾2

Passo 4

‖σ' ‖
Podemos, então, substituir ‖ ‖⃗ na integral, escrevendo |x| em função de t :

π/2
∫0
∣∣et cos t∣∣. (et √2‾)dt =

π/2
∫0
= √2‾ e2t cos tdt =

Passo 5

Vamos, agora, integrar por partes, chamando e2t = u e cos t = v' . Temos 2e2t = u' e sen t = v .

∫ ∫
uv' = uv − u'v

∫ ∫
e2t cos tdt = e2t sen t − 2 e2t sen t dt

Chamando, agora, e2t = u e sen t = v' , temos u' = 2e2t e v = − cos t e a integral passa a ser:

e2t cos tdt = e2t sen t − 2 [−e2t cos t + 2 e2t cos tdt]
∫ ∫

∫ ∫
e2t cos tdt = e2t sen t + 2e2t cos t − 4 e2t cos tdt =

e2t(sen t + 2 cos t)

e2t cos tdt =
5

Substituindo na integral inicial, temos:

π π

( )∣0
2 √2‾ 2t ∣2
√2‾ ∫
2t
e cos tdt = e sen t + 2 cos t ∣ =
0 5

√2‾ π
=
5 [ e (1 + 0) − 1(0 + 2)] =

Resposta

√2‾ π
5 [ e − 2]

% Anterior Próximo exercício &

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MATEI VER DEPOIS
! VOLTAR )
7. Integral de Linha - Caso Escalar
#
Caso Escalar R²
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (3) Exercícios UFRJ (10)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
UFRJ, Cálculo 3, P1 - 2011.2, Questão 3
4. Introdução às Integrais
! Triplas

Calcule a integral de linha escalar


5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas ∫γ xy ds , sendo
γ a curva em
! 6. Parametrização de Curvas ℝ2 dada por
x 2 + 4y2 = 4 ligando os pontos
!
7. Integral de Linha - Caso (2,0) e
Escalar
(0,1) pelo arco de menor comprimento.
& Caso Escalar R²

& Caso Escalar R³ Responde Aí

TEMPO SOBRANDO?
' ( RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS

8. Integral de Linha - Caso Pular para Gabarito


! Vetorial

! 9. Teorema de Green
Passo 1

! 10. Campo Conservativo


Vamos buscar uma parametrização para a curva γ , uma elipse dada por:

11. Aplicação da Integral de


! Linha x2
+ y2 = 1
4
12. Parametrização de
! Superfícies
Podemos, então, representar essa curva por (2 cos θ, sen θ) . O arco de menor comprimento é
!
13. Integral de Superfície - aquele que vai de (2,0) até (0,1) pelo sentido anti-horário, como você pode ver na figura:
Método Direto

! 14. Teorema de Stokes

! 15. Teorema de Gauss

Temos, então, 0 ≤ θ ≤ π/2.

Passo 2

'
Vamos, agora, calcular σ :⃗

σ' ⃗ = (
dθ ) (
= −2 sen θ, cos θ)
d (2 cos θ) d (sen θ)
,

Passo 3

' ∣⃗ ∣
Agora, calculamos ∣∣∣∣σ ∣∣ :

∣∣σ' ∣⃗ ∣ = ‾(−2
‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
2 + (cos θ)‾2 =
∣∣ ∣∣ √ sen θ)

sen2 θ + cos2 ‾θ =
= √4‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾

sen2 θ + 1‾
= √3‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾

Passo 4

'
Podemos, então, substituir ∣∣∣∣σ ∣∣⃗ ∣∣ na fórmula abaixo, escrevendo xy em função de θ :

b
∫a
f (x (θ), y (θ)) ⋅ ∣∣ ∣∣σ' ∣∣⃗ ∣∣ dθ

π/2
2 cos θ sen θ ⋅ (√3‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
sen2 θ + 1‾)dθ =
∫0

Passo 5

Agora vamos chamar (3sen2θ + 1) = u , temos 6 senθ cos θdθ = du .

π
t= →u=4
2

t=0→u=1

A integral passa a ser:

4 du
∫1 √‾ 6
2 u =

1 2 3/2∣4
= × u ∣ =
3 3 ∣1

2
= (8 − 1) =
9

Resposta

14/9

$ Anterior Próximo exercício %

Marca aí, conseguiu? ! "


MATEI VER DEPOIS
! VOLTAR )
7. Integral de Linha - Caso Escalar
#
Caso Escalar R²
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (3) Exercícios UFRJ (10)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
UFRJ, Cálculo 3, P1 - 2012.2, Questão 3
4. Introdução às Integrais
! Triplas

Calcule a integral de linha da função escalar


5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas f (x, y) = ∣x∣ ao longo da curva
C parametrizada por
! 6. Parametrização de Curvas

σ : [0, π/2] → ℝ3, t → (et cos t, et sen t)


7. Integral de Linha - Caso
! Escalar

& Caso Escalar R²


Responde Aí

& Caso Escalar R³

TEMPO SOBRANDO?
' ( RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS
Pular para Gabarito

8. Integral de Linha - Caso


! Vetorial
Passo 1
! 9. Teorema de Green

Temos que
! 10. Campo Conservativo
b
∫C ∫a
|x| ds = f (x (t), y (t)) ⋅ ∣∣ ∣∣σ' ∣∣⃗ ∣∣ dt
11. Aplicação da Integral de
! Linha

12. Parametrização de Já temos que a = 0 e b = π/2 pelo próprio enunciado. A parametrização da curva nos dá
! Superfícies x (t) = et cos t e y (t) = et sen t .
13. Integral de Superfície -
! Método Direto Passo 2

'
! 14. Teorema de Stokes Começaremos calculando σ :⃗

( ) ( )
d et cos t d et sen t

( )
σ' ⃗ =
! 15. Teorema de Gauss
, =
dt dt

= (et cos t − et sen t, et sen t + et cos t) =

= et (cos t − sen t, sen t + cos t)

Passo 3

'
Agora, calculamos ∣∣∣∣σ ∣∣⃗ ∣∣ :

∣∣σ' ∣⃗ ∣ = ‾e2t
‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
(
2 + (sen t + cos t)2‾ =
)
∣∣ ∣∣ √ (cos t − sen t)

2 t − 2 cos t sen t + sen2 t + sen2 t + 2 cos t sen t + cos2‾t


= et √‾cos
‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾ =

= et √‾2

Passo 4

'
Podemos, então, substituir ∣∣∣∣σ ∣∣⃗ ∣∣ na integral, escrevendo |x| em função de t :

π/2
∫0
∣∣et cos t∣∣. (et √2‾)dt =

π/2
∫0
= √2‾ e2t cos tdt =

Passo 5

Vamos, agora, integrar por partes, chamando e2t = u e cos t = v' . Temos 2e2t = u' e sen t = v .

∫ ∫
uv' = uv − u'v

∫ ∫
e2t cos tdt = e2t sen t − 2 e2t sen t dt

Chamando, agora, e2t = u e sen t = v' , temos u' = 2e2t e v = − cos t e a integral passa a ser:

e2t cos tdt = e2t sen t − 2 [−e2t cos t + 2 e2t cos tdt]
∫ ∫

∫ ∫
e2t cos tdt = e2t sen t + 2e2t cos t − 4 e2t cos tdt =

e2t(sen t + 2 cos t)

e2t cos tdt =
5

Substituindo na integral inicial, temos:

π π

( )∣0
2 √2‾ 2t ∣2
√2‾ ∫
2t
e cos tdt = e sen t + 2 cos t ∣ =
0 5

√2‾ π
5 [
= e (1 + 0) − 1(0 + 2)] =

Resposta

√2‾ π
5 [ e − 2]

$ Anterior Próximo exercício %

Marca aí, conseguiu? ! "


MATEI VER DEPOIS
! VOLTAR )
7. Integral de Linha - Caso Escalar
#
Caso Escalar R²
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (3) Exercícios UFRJ (10)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
UFRJ, Cálculo 3, P1 - 2015.1, Questão 3
4. Introdução às Integrais
! Triplas

Calcule a integral de linha de função escalar


5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas

∫C
! 6. Parametrização de Curvas ∣y∣ds

!
7. Integral de Linha - Caso ao longo da curva plana C com parametrização dada por
Escalar

& Caso Escalar R² γ (θ) = (eθ cos θ, eθ sen θ), θ ∈ [0,3π ]

& Caso Escalar R³

TEMPO SOBRANDO?
' ( RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS Responde Aí

8. Integral de Linha - Caso


! Vetorial

! 9. Teorema de Green Pular para Gabarito

! 10. Campo Conservativo


Passo 1
11. Aplicação da Integral de
! Linha Temos que
b
∫C ∫a
12. Parametrização de '
! Superfícies ∣y∣ds = f (x (θ), y (θ)) ⋅ ∣∣∣∣γ ∣∣⃗ ∣∣dθ

13. Integral de Superfície -


! Método Direto
Temos que a = 0 e b = 3π pelo próprio enunciado. A parametrização da curva nos dá
x (θ) = eθ cos θ e y (θ) = eθ sen θ.
! 14. Teorema de Stokes

Passo 2
! 15. Teorema de Gauss

'
Começaremos calculando γ :⃗

( ) ( )
d eθ cos θ d eθ sen θ

( )
'
γ ⃗= , =
dθ dθ

= (eθ cos θ − eθ sen θ, eθ sen θ + eθ cos θ) =

= eθ (cos θ − sen θ, sen θ + cos θ)

Passo 3

'
Agora, calculamos ∣∣∣∣γ ∣∣⃗ ∣∣ :

∣∣γ ' ∣⃗ ∣ = ‾e2θ


‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
2 + (sen θ + cos θ)‾2
∣∣ ∣∣ √ (cos θ − sen θ) =

2 θ − 2 cos θ sen θ + sen2 θ + sen2 θ + 2 cos θ sen θ + cos2 ‾θ =


= eθ√‾cos
‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾

= eθ√‾2

Passo 4

'
Podemos, então, substituir ∣∣∣∣γ ∣∣⃗ ∣∣ na integral, escrevendo ∣y∣ em função de θ :


∫0
∣∣eθ sen θ∣∣. (eθ√2‾)dθ =


∫0
eθ∣∣ sen θ∣∣. (eθ√2‾)dθ =

Calma, agora vamos pensar por partes:

sen θ > 0; 0 ≤ θ ≤ π → ∣sen θ∣ = sen θ

sen θ < 0; π ≤ θ ≤ 2π → ∣sen θ∣ = − sen θ

sen θ > 0; 2π ≤ θ ≤ 3π → ∣sen θ∣ = sen θ

Portanto, podemos dividir nossa integral em três partes:

π 2π 3π
[∫0 ∫π ∫2π ]
I = √2‾ e2θ sen θdθ − e2θ sen θdθ + e2θ sen θdθ

Passo 5

Vamos, agora, integrar por partes, chamando e2θ = u e sen θ = v' . Temos 2e2θ = u' e − cos θ = v .

∫ ∫
uv' = uv − u'v

∫ ∫
e2θ sen θdθ = −e2θ cos θ + 2 e2θ cos θ dθ

Chamando, agora, e2θ = u e cos θ = v' , temos u' = 2e2θ e v = sen θ e a integral passa a ser:

e2θ sen θdθ = −e2θ cos θ + 2 [e2θ sen θ − 2 e2θ sen θdθ]
∫ ∫

∫ ∫
e2θ sen θdθ = −e2θ cos θ + 2e2θ sen θ − 4 e2θ sen θdθ =

e2θ(2 sen θ − cos θ)



e2θ sen θdθ =
5

Substituindo nas integrais iniciais, temos:

π 2π 3π
[∫0 ∫π ∫2π ]
I = √2‾ e2θ sen θdθ − e2θ sen θdθ + e2θ sen θdθ

√2‾ 2θ
5 [ 2π]
= e (2 sen θ − cos θ) ∣∣π − e2θ (2 sen θ − cos θ)∣∣2π + e2θ(2 sen θ − cos θ)∣∣3π =
0 π

√2‾
= [1 + 2e2π + 2e4π + e6π]
5

Resposta

√2‾
5 [ ]
2π 4π 6π
1 + 2 e + 2 e + e

$ Anterior Próximo exercício %

Marca aí, conseguiu? ! "


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! VOLTAR )
7. Integral de Linha - Caso Escalar
#
Caso Escalar R²
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (3) Exercícios UFRJ (10)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
UFRJ, Cálculo 3, PF - 2014.2, Questão 1a
4. Introdução às Integrais
! Triplas

Seja
5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas C a curva em
ℝ2 parametrizada por
! 6. Parametrização de Curvas

σ (t) = (t − sen (t), 1 − cos (t)) t ∈ [0,2π]


7. Integral de Linha - Caso
! Escalar
Calcule o comprimento da curva.
& Caso Escalar R²

& Caso Escalar R³ Responde Aí


TEMPO SOBRANDO?
' ( RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS

8. Integral de Linha - Caso


! Vetorial Pular para Gabarito

! 9. Teorema de Green
Passo 1
! 10. Campo Conservativo
Para calcular esse comprimento, vamos usar a integral de linha escalar:
11. Aplicação da Integral de
! Linha b
∫ ∫a
ds = ∣∣σ' ∣⃗ ∣ dt
∣∣ ∣∣
12. Parametrização de
! Superfícies γ

13. Integral de Superfície -


! Método Direto Show?

! 14. Teorema de Stokes Passo 2

'
! 15. Teorema de Gauss Vamos começar calcularndo σ :⃗

( ) = (1 − cos t, sen t)
d (t − sen (t)) d (1 − cos (t))
σ' ⃗ = ,
dt dt

Passo 3

'
Agora, calculamos ∣∣∣∣σ ∣∣⃗ ∣∣ :

∣∣σ' ∣⃗ ∣ = √1‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
− 2 cos t + cos2 t + sen2‾t = √2‾‾‾‾‾‾‾‾‾
− 2 cos‾t
∣∣ ∣∣

Passo 4

Temos então

2π 2π
∫ ∫0 √2‾‾‾‾‾‾‾‾‾ ∫0
C= ds = − 2 cos‾t dt = √2‾ √1‾‾‾‾‾‾‾
− cos‾t dt
γ

Agora é só resolver isso aí. Vamos usar essa relação:

2 1 − cos(2t)
sen t =
2

Isso nos dá

t
1 − cos (t) = 2sen ( )
2
2

Levando para a integral

2π ‾‾‾‾‾‾‾‾‾
t ‾
2sen ( ) dt =
∫0 √
2
= √2‾
2

2π t
sen ( ) dt =
∫0
=2
2

t ∣2π
= 4(− cos ( ))∣∣ =
2 0

= 4 (1 + 1) = 8

Resposta

$ Anterior Próximo exercício %

Marca aí, conseguiu? ! "


MATEI VER DEPOIS
! VOLTAR )
7. Integral de Linha - Caso Escalar
#
Caso Escalar R²
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (3) Exercícios UFRJ (10)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
UFRJ, Cálculo 3, P1 - 2017.2, Questão ME6
4. Introdução às Integrais
! Triplas

(6) A integral da função escalar f (x, y) = x 2 ao longo da curva parametrizada por


5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas

( )
e sin(t) − 1, esin(t) − 1 , 0 < t < π/2,
! 6. Parametrização de Curvas

é igual a
7. Integral de Linha - Caso
!
a) 1 − 1)3 ⋅ √2‾
Escalar
3 (e
& Caso Escalar R² b) 0

& Caso Escalar R³ c) 1


3 (e − 1)2
TEMPO SOBRANDO? d) 1
3
' ( RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS
e) √2

8. Integral de Linha - Caso
! Vetorial

! 9. Teorema de Green Responde Aí

! 10. Campo Conservativo

11. Aplicação da Integral de Pular para Gabarito


! Linha

12. Parametrização de
! Superfícies Passo 1

13. Integral de Superfície -


! Método Direto Bem, antes começarmos a mexermos com a matemática da coisa, queremos uma integral de linha
de uma função de f (x, y) = x 2, em cima de uma curva que vamos chamar de C . Logo o que
! 14. Teorema de Stokes queremos é:

∫C
! 15. Teorema de Gauss
f (x, y)ds

Para resolver integrais de linha do modo direto como nos é pedido aqui nesse problema, sempre
vamos seguir os três passinhos aqui:

1. Parametrizar a curva

2. Trocar os termos da função pelos da parametrização

3. Encontrar o termo ds

Bora?! :D

Passo 2

A curva que estamos trabalhando, para a nossa alegria, já está parametrizada

⃗ = (esin(t)− 1, esin(t)− 1)
r (t)

e dela tiramos:

x = esin(t)− 1

y = esin(t)− 1

Sendo assim, a nossa primeira função aqui é justamente mudar a função f (x, y) = x 2 para os
termos dessa parametrização (basta trocar esse x ):

f (x, y) = x2 →

2
⃗ ) = (esin(t)− 1)
f (r (t)

Passo 3

Devemos agora encontrar o termo ds fazendo

ds = ∣∣r ' ⃗(t)∣∣dt

⃗ = (esin(t)− 1, esin(t)− 1)...


Calculando a derivada da parametrização r (t)

r ' (t)
⃗ = (esin(t)⋅ cos t, esin(t)⋅ cos t)

2 2
∣∣r ' ⃗(t)∣∣ = √‾(‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
esin(t)⋅ cos t) + (esin(t)⋅ cos t)‾ →

sin(t)⋅ cos t ‾2
∣∣r ' ⃗(t)∣∣ = √‾2‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
( e ) →

∣∣r ' ⃗(t)∣∣ = ∣∣esin(t)⋅ cos t∣∣√2‾

Como t é positivo apenas...

∣∣r ' ⃗(t)∣∣ = esin(t)⋅ cos t√2‾

logo...

ds = √2‾esin(t)⋅ cos t dt

Passo 4

Agora basta que peguemos os três ingredientes anteriormente encontrados e substituirmos na


integral...

∫C
f (x, y)ds

O C será substituído pela variação do parâmetro:

π
2
sin(t)− 1 2esin(t)⋅ cos t dt
∫C ∫0 ( )
f (x, y)ds = √2‾ e

Agora basta que calculemos esta integral simples que apareceu fazendo uma substituição do tipo

esin(t)− 1 = u →

calculemos o du

du = esin(t)⋅ cos t dt

Não se esqueça de substituir também os limites de integração...

t=0 → u = e0 − 1 = 0

π
t= → u=e−1
2

π e−1
2
sin(t)− 1 2esin(t)⋅ cos t dt = 2
√2‾ ∫ ( e ) √‾ ∫ u2 du =
0 0

u3 ∣e−1 √2‾(e − 1)3


√2‾ ( )∣ =
3 ∣0 3

Resposta

a) (e − 1)3 ⋅ √2‾
1
3

$ Anterior Próximo exercício %

Marca aí, conseguiu? ! "


MATEI VER DEPOIS
! VOLTAR )
7. Integral de Linha - Caso Escalar
#
Caso Escalar R²
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (3) Exercícios UFRJ (10)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
UFRJ, Cálculo 3, P1 - 2018.2, Questão 3
4. Introdução às Integrais
! Triplas

Questão 3: Calcular a integral de linha da função escalar


5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas

∫γ
‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
2 − 3y‾
2 ds
! 6. Parametrização de Curvas √ 4 − 3 x

7. Integral de Linha - Caso


! Escalar Onde
γ é a curva definida pela equação polar
& Caso Escalar R² r = sin (2θ) e situada no primeiro quadrante.

& Caso Escalar R³

TEMPO SOBRANDO? Responde Aí


' ( RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS

8. Integral de Linha - Caso


! Vetorial
Pular para Gabarito

! 9. Teorema de Green

10. Campo Conservativo


Passo 1
!

11. Aplicação da Integral de Aqui, para resolvermos devemos seguir o passo a passo da solução super clássica de Integrais de
! Linha
linha escalar:

!
12. Parametrização de 1. Parametrizar a curva γ .
Superfícies

2. Calcular ds.
13. Integral de Superfície -
! Método Direto
3. Substituir f (x, y) pelos termos da parametrização.

! 14. Teorema de Stokes Vamos nessa?

! 15. Teorema de Gauss Passo 2

Primeiro devemos parametrizar essa curva. Ou seja, escrever os pontos dela desse jeito aqui:

γ (θ) = (x (θ), y (θ))

Ora, temos uma curva com uma equação polar, onde r = sin (2θ). De acordo com a mudança para
coordenadas polares, podemos falar que:

x = r ⋅ cos θ
y = r ⋅ sin θ

Substituindo o r ...

x = sin (2θ) cos θ


y = sin (2θ) sin θ

Logo, a parametrização da nossa curva é:

γ (θ) = (sin (2θ) cos θ, sin (2θ) sin θ)

Como se trata de uma curva no primeiro quadrante:

π
0≤θ≤
2

Passo 3

Nesse próximo passo, vamos calcular o termo ds:

ds = ∣γ' (θ)∣dθ

Como

γ (θ) = (sin (2θ) cos θ, sin (2θ) sin θ) →

γ' (θ) = (2 cos (2θ) cos θ − sin (2θ) sin (θ), 2 cos (2θ) sin θ + sin (2θ) cos θ)

Extraindo o módulo desse vetor:

∣ ∣
∣γ' (θ)∣ = √‾(2‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
cos (2θ) cos θ − sin (2θ) sin (θ))2 + (2 cos (2θ) sin θ + sin (2θ) cos θ)‾2 →
∣ ∣

∣ ∣ 2 (2θ)cos2 θ − 4 sin (2θ) sin (θ) cos (2θ) cos θ + sin2 (2θ)sin2 (θ)+
‾4‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾ ‾
∣ √ 4cos2 (2θ)sin2 θ + 4 sin (2θ) cos θ cos (2θ) sin θ + sin2 (2θ)cos2 θ
∣γ' (θ)∣ = cos
∣ →
∣ ∣

Simplificando...

∣ ∣ 2 (2θ)cos2 θ + sin2 (2θ)sin2 (θ) + 4cos2 (2θ)sin2 θ + sin2 (2θ)cos2 θ


‾4‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾ ‾
∣ √
∣γ' (θ)∣ = cos
∣ →
∣ ∣

∣ ∣ 2 (2θ) cos2 θ + sin2 θ + sin2 (2θ) sin2 (θ) + cos2 θ‾


( ) (
‾4‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
cos )
∣ √
∣γ' (θ)∣ = →

∣ ∣

2
Lembrando que cos2 θ + sin θ = 1...

∣ ∣ 2 (2θ) + sin2 (2θ)‾


‾4‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
∣ √
∣γ' (θ)∣ = cos
∣ →
∣ ∣

∣ ∣ 2 (2θ) + cos2 (2θ) + sin2 (2θ)‾


‾3‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
∣ √
∣γ' (θ)∣ = cos
∣ →
∣ ∣

∣ ∣ ‾3‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
2 (2θ) + 1‾
∣ √
∣γ' (θ)∣ = cos

∣ ∣

Então...

ds = √3‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
cos2 (2θ) + ‾1 dθ

Passo 4

Por último, antes de retornar a integral, devemos pegar a função de integração f (x, y) :

f (x, y) = √4‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
− 3x2 − 3y‾2

E substituir pela nova coordenada:

x = sin (2θ) cos θ


y = sin (2θ) sin θ

Então...

f (x, y) = √4‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
− 3x2 − 3y‾2 →

f (x, y) = √4‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
− 3sin2 (2θ)cos2 θ − 3sin2 (2θ)sin2 ‾θ →

f (x, y) = √4‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
− 3sin2 (2θ) (cos2 θ + sin2 θ‾) →

f (x, y) = √4‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾ ‾
− 3sin2 (2θ)

Passo 5

Retornando para a integral então...

π
2

∫γ √ ∫0
‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
2 − 3y‾2ds = ‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾ ‾ ⋅ 3‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
2 (2θ) 2 (2θ) + ‾
4 − 3 x √4 − 3 sin √ cos 1 dθ

Para esse produto de raízes ficarem mais simples, que tal colocarmos tudo com seno? Podemos
fazer isso simplesmente lembrando que:

cos2 (2θ) + sin2 (2θ) = 1 →

cos2 (2θ) = 1 − sin2 (2θ)

Então...

π
2

∫0
‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾ ‾ ⋅ 3‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
2 (2θ) 2 (2θ) + ‾
√4 − 3 sin √ ( 1 − sin ) 1 dθ =

π
2

∫0
‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾ ‾ ⋅ 4‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
2 (2θ) ‾ dθ =
2 (2θ)
√4 − 3 sin √ − 3 sin

π
2

∫0
4 − 3sin2 (2θ) dθ =

Lembrando que...

1 − cos (4θ)
sin2 (2θ) =
2

π π

4−3( −
2 )
2 1 cos (4θ) 2 3 3 cos (4θ)
∫0 ∫0
dθ = 4− + dθ =
2 2 2

(2θ + 2 ⋅ )
5 3 sin (4θ) ∣2
∣ =
4 ∣0


4

Resposta


4

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! VOLTAR )
7. Integral de Linha - Caso Escalar
#
Caso Escalar R²
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (3) Exercícios UFRJ (10)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
UFRJ, Cálculo 3, P1 - 2019.1, Questão 2
4. Introdução às Integrais
! Triplas

Calcule a Integral de Linha escalar


5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas ∫C (x 2 + y2)ds, onde a curva
C tem equação
! 6. Parametrização de Curvas r = eθ, em coordenadas polares, com ponto inicial
A = (1,0) e ponto final
B=( ).

7. Integral de Linha - Caso
! Escalar
0, −e 2

& Caso Escalar R²


Responde Aí
& Caso Escalar R³

TEMPO SOBRANDO?
' ( RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS

Pular para Gabarito


8. Integral de Linha - Caso
! Vetorial

! 9. Teorema de Green Passo 1

! 10. Campo Conservativo Pra começar essa questão eu preciso que você observe que logo de cara questão falou pra gente
que a curva C tem a equação que já está em coordenadas polares, tranquilo?
11. Aplicação da Integral de
! Linha Ele nos fala que r = eθ , oque significa que nossa parametrização então fica como:

12. Parametrização de
! Superfícies r (θ) = (eθcosθ, eθsenθ)

13. Integral de Superfície -


! Método Direto Mas e o intervalo de variação?

! 14. Teorema de Stokes Passo 2

Nossa curva tem ponto incial em A = (1,0) e final em B = ( ), logo



! 15. Teorema de Gauss 0, −e 2

r (a) = (ea cos a, easena) = (1,0)

r (b) = (e cosb, e senb) = (0, −e 2 )


b b 3π

Com isso ficamos com

ea cos a = 1

easena = 0

Logo, a = 0

ebcosb = 0

b 3π
e senb = −e 2


Logo, b = 2

Passo 3

Pra integral de linha vamos precisar ainda do módulo da derivada da parametrização

r (θ) = (eθcosθ, eθsenθ)

r' (θ) = eθ(cosθ − senθ, cosθ + senθ)

∣∣r ' (θ)∣∣ = √2‾eθ

Montando então a integral ficamos com

b 3π
2

∫a ∫0
2 + y2 ds = e2θ (cos2 θ + sen2θ)√2‾eθdθ
( x )


2
√2‾ ∫ e3θdθ =
0


e2 −1
= √2‾
3

Resposta


e2 −1
√2‾
3

$ Anterior Ir para o próximo tópico %

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7. Integral de Linha - Caso Escalar
#
Caso Escalar R³
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (2) Exercícios UFRJ (1)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1$ 2$
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II

4. Introdução às Integrais
Alternar para vídeo >>
!
! Triplas ' 3min

5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas Enunciado
Diomara Pinto e Maria Cândida Ferreira Morgado, Cálculo Diferencial e Integral de Funções de Várias Variáveis, 3ª ed. Rio de Janeiro: UFRJ, 2004, pp.
! 6. Parametrização de Curvas 209

7. Integral de Linha - Caso Calcule


!
∫C (x 2 + y2 + z2) ds , onde
Escalar

( Caso Escalar R² C é a hélice definida por


σ (t) = (cos t, sen t, t) ,
( Caso Escalar R³ 0 ≤ t ≤ 2π .
TEMPO SOBRANDO?
) * RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS
Responde Aí
8. Integral de Linha - Caso
! Vetorial

! 9. Teorema de Green
Pular para Gabarito

! 10. Campo Conservativo

Passo 1
11. Aplicação da Integral de
! Linha

Aqui temos uma integral de linha que é representada por


12. Parametrização de
! Superfícies

∫C
13. Integral de Superfície -
f (x, y, z)ds
! Método Direto

! 14. Teorema de Stokes Onde f (x, y, z) = x 2 + y2 + z2.

Nesse caso ele já nos deu a parametrização:


! 15. Teorema de Gauss

σ (t) = (cos t, sen t, t), 0 ≤ t ≤ 2π

Passo 2

'
Como já temos a parametrização, podemos passar direto para o cálculo de ∣∣∣∣σ ∣∣⃗ ∣∣

Antes vamos obter as derivadas da parametrização:

dx dy dz
= − sen t, = cos t, =1
dt dt dt

'
Agora, calculamos ∣∣∣∣σ ∣∣⃗ ∣∣ :

∣∣σ' ∣⃗ ∣ = ‾(−
‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
2 + (cos t)2 + ‾
∣∣ ∣∣ √ sen t) 1 = √2‾

Passo 3

Vamos obter agora a nossa função em termos de t

x2 + y2 + z2 → (cos t)2 + (sen t)2 + t 2 = 1 + t 2

b
∫a
2
[1 + t ] ⋅ (√2‾)dt =

Jogando tudo na integral, teremos


∫0
2
= √2‾ [1 + t ] dt =

Passo 4

Vamos, então, calcular a integral:

t 3 ∣2π
( 3 )∣0
= √2‾ t + ∣ =

Resposta

√2‾ (2π +
3 )
8π 3

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! VOLTAR )
7. Integral de Linha - Caso Escalar
#
Caso Escalar R³
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (2) Exercícios UFRJ (1)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
UFRJ, Cálculo 3, P1 - 2010.2, Questão 3
4. Introdução às Integrais
! Triplas

5. Métodos de Resolução de Seja


! Integrais Triplas
C a curva obtida pela interseção do cilindro elíptico
x 2 + 2y2 = 2 com o plano
! 6. Parametrização de Curvas
z = 10 − y , satisfazendo
x ≤ 0. Parametrize a curva
7. Integral de Linha - Caso
! Escalar C e calcule
∫C x 2ds.
' Caso Escalar R²

' Caso Escalar R³ Responde Aí


TEMPO SOBRANDO?
& ( RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS

8. Integral de Linha - Caso


! Vetorial Pular para Gabarito

! 9. Teorema de Green
Passo 1
! 10. Campo Conservativo

Como a curva pertence ao cilindro elíptico, sabemos que sua projeção no plano xy é uma
11. Aplicação da Integral de
! Linha elipse dada por:

12. Parametrização de x2
! Superfícies + y2 = 1
2
13. Integral de Superfície -
!
Podemos, então, parametrizar essa curva por (√2 ‾ cos θ, sen θ, z). Precisamos, agora, escrever
Método Direto

z em função no nosso parâmetro θ , certo? Sabemos que a curva também pertence ao plano,
! 14. Teorema de Stokes
então, temos z = 10 − y . Como já definimos y = sen θ, temos z = 10 − sen θ e a parametrização
15. Teorema de Gauss
será dada por:
!

⃗ (√2‾ cos θ, sen θ, 10 − sen θ )


σ=

Para termos x ≤ 0 , temos π/2 ≤ θ ≤ 3π/2.

Passo 2

'
Vamos, agora, calcular σ :⃗

d (√2‾ cos θ) d (sen θ) d (10 − sen θ)


( ) ( )
σ' ⃗ = , , = −√2‾sen θ, cos θ, − cos θ
dθ dθ dθ

Passo 3

'
Agora, calculamos ∣∣∣∣σ ∣∣⃗ ∣∣ :

2
∣∣σ' ∣⃗ ∣ = ‾(‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾ ‾2
) + (cos θ) + (− cos θ) =
2
∣∣ ∣∣ √ √ − ‾
2 sen θ

n2θ + cos2 θ + cos2 ‾θ =


‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
= √2se

= √2‾

Passo 4

'
Podemos, então, substituir ∣∣∣∣σ ∣∣⃗ ∣∣ na fórmula abaixo, escrevendo x2 em função de θ :

b
∫a
f (x (θ), y (θ), z(θ)). ∣∣ ∣∣σ' ∣∣⃗ ∣∣ dθ

3π/2
∫π/2
2
(√‾2 cos θ) . (√2‾)dθ =

3π/2
∫π/2
= 2√2‾ cos2 θdθ =

Passo 5

1+cos 2θ
Agora vamos resolver a integral usar a fórmula do arco duplo cos2 θ = 2 :

3π/2 1 + cos 2θ
∫π/2
= 2√2‾ dθ =
2

sen 2θ ∣3π/2
= √2‾ (θ + ) ∣ =
2 ∣π/2

π ∣3π/2
= √2‾ ( + 0) − ( )∣

=
2 2 ∣π/2

Resposta

√2‾π

$ Anterior Ir para o próximo capítulo %

TEMPO SOBRANDO?
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8. Integral de Linha - Caso Vetorial
#
Caso Vetorial no R²
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (3) Exercícios UFRJ (3)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1$ 2$ 3$
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II

4. Introdução às Integrais
Alternar para vídeo >>
!
! Triplas ' 6min

5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas Enunciado
CEFET - Cálculo Vetorial - Lista 1 Thomé – 8
! 6. Parametrização de Curvas

7. Integral de Linha - Caso


Calcule a integral de linha
! Escalar ∫C xydx + x 2y3dy, onde
C é o triângulo com vértices nos pontos
!
8. Integral de Linha - Caso (0,0) ,
Vetorial
(1,0) e
( Caso Vetorial no R²
(1,2) .

( Caso Vetorial no R³
Responde Aí
TEMPO SOBRANDO?
) * RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS

! 9. Teorema de Green
Pular para Gabarito

! 10. Campo Conservativo

11. Aplicação da Integral de Passo 1


! Linha

A nossa função vai ser


12. Parametrização de
! Superfícies

xydx + x2y3dy ⇒ F (x, y) = (xy, x2y3)


13. Integral de Superfície -
! Método Direto

Temos 3 segmentos de reta, então vamos fazer


! 14. Teorema de Stokes

∫C ∫C1 ∫C2 ∫C3


! 15. Teorema de Gauss xydx + x2y3dy = xydx + x2y3dy + xydx + x2y3dy + xydx + x2y3dy

Onde C1 é o lado que liga (0,0) com (1,0) ; C2 é o lado que liga (1,0) com (1,2) ; C3 é o lado que liga
(1,2) com (0,0) , assim vamos rodar no sentido anti-horário.

Vamos começar com

∫C1
xydx + x2y3dy

Precisamos parametrizar esse segmento de reta. Para isso, vamos calcular a reta que liga os pontos,
podemos perceber que ele só se move ao longo de x , então a parametrização vai ser


σ1 = (x, 0)

Com x indo de 0 à 1 , tendo 0 ≤ x ≤ 1

Passo 2

→ '
Agora calculamos σ1 (t) :

( dx , dx ) = (1,0)
−→' d (x) d (0)
σ1 (x) =

Passo 3

−→'
Vamos, agora, utilizar a fórmula, substituindo o valor de σ1 (x) e escrevendo F em função de x :

b '
∫C1 ∫a
F. dr = F (x (x), y (x)). →
σ1 (x)dx

1
∫0
2 3
(x. 0, x 0 ). (1,0)dx =

1
∫0
= (0,0). (1,0)dx =

1
∫0
= 0dx =

=0

Passo 4

Vamos ver a segunda agora

∫C2
xydx + x2y3dy

Precisamos parametrizar esse segmento de reta. Para isso, vamos calcular a reta que liga os pontos,
podemos perceber que ele só se move ao longo de y , então a parametrização vai ser


σ2 = (1, y)

Com y indo de 0 à 2 , tendo 0 ≤ y ≤ 2

Passo 5

→ '
σ
Agora calculamos 2 (y) :

( dy , dy ) = (0,1)
−→' d (1) d (y)
σ2 (y) =

Passo 6

−→'
Vamos, agora, utilizar a fórmula, substituindo o valor de σ2 (x) e escrevendo F em função de y :

b '
∫C2 ∫a

F. dr = F (x (y), y (y)). σ2 (y)dy

2
∫0
2 3
(1. y, 1 y ). (0,1)dy =

2
∫0
3 . (0,1)dy =
= ( y, y )

2
∫0
= y3dy =

y4 2
[ 4 ]y=0
= =

24
[( 4 ) ]
16
= −0 = =4
4

Passo 7

Vamos ver a terceira agora

∫C3
xydx + x2y3dy

Precisamos parametrizar esse segmento de reta. Para isso, vamos fazer uma malandragem, é mais
fácil parametrizar essa reta indo de (0,0) a (1,2) do que o contrário.

Vamos fazer o caminho no sentido contrário e trocamos o sinal da parametrização

A reta vai ser

y = 2x

A parametrização vai ficar

σ3 = (x, 2x)

Aqui vamos ter x indo de 0 até 1 , então 0 ≤ x ≤ 1

Passo 8

→ '
Agora calculamos σ3 (x) :

( dx , dx ) = (1,2)
−→' d (x) d (2x)
σ3 (x) =

Passo 9

−→'
Vamos, agora, utilizar a fórmula, substituindo o valor de σ3 (x) e escrevendo F em função de x :

b '
∫C2 ∫a
F. dr = − F (x (x), y (x)). →
σ3 (x)dx

Lembra que esse menos aparece porque a parametrização tem sentido contrário ao que ele pediu.

1
∫0
2 3
⇒− (x ∙ 2x, x (2x) ). (1,2)dx =

1
∫0
2, 8x5 . (1,2)dx =
⇒− ( 2 x )

1
∫0
2 5
⇒− (2x + 16x )dx =

2x3 16x6 1
[ 3 6 ]x=0
⇒− +

2 ∙ 13 16∙16 2 ∙ 03 16∙06
[( 3 6 ) ( 3 6 )]
⇒− + − +

⇒ − [( +
6 )
− (0 + 0)]
2 16
3

⇒ − [( + ) − 0]
2 8
3 3

⇒ − [( )]
10
3

10
⇒−
3

Passo 10

Agora que temos as três integrais é só substituir

∫C ∫C1 ∫C2 ∫C3


xydx + x2y3dy = xydx + x2y3dy + xydx + x2y3dy + xydx + x2y3dy

(− 3 )
10
∫C
xydx + x2y3dy = (0) + (4) +

10
⇒4−
3

12 − 10

3

2

3

Resposta

2
3

% Anterior Próximo exercício &

Marca aí, conseguiu? ! "


MATEI VER DEPOIS
" VOLTAR +
8. Integral de Linha - Caso Vetorial
#
Caso Vetorial no R²
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (3) Exercícios UFRJ (3)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1$ 2$ 3$
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II

4. Introdução às Integrais
Alternar para vídeo >>
!
! Triplas ' 10min

5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas Enunciado
Hamilton Luiz Guidorizzi, Um Curso de Cálculo – volume 3, 5ª edição, Rio de Janeiro: LTC, 2001, pp. 154-1.
! 6. Parametrização de Curvas

7. Integral de Linha - Caso


Calcule
! Escalar

dy
∫γ √
3 xdx +
!
8. Integral de Linha - Caso
Vetorial 1 + y2

( Caso Vetorial no R² Onde γ é a curva:

( Caso Vetorial no R³

TEMPO SOBRANDO?
) * RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS

! 9. Teorema de Green

! 10. Campo Conservativo

11. Aplicação da Integral de


! Linha

12. Parametrização de
! Superfícies

Responde Aí
13. Integral de Superfície -
! Método Direto

! 14. Teorema de Stokes


Pular para Gabarito
! 15. Teorema de Gauss

Passo 1

Primeiramente, vemos que nossa integral está escrita na forma:

∫γ
F1dx + F2dy

Então:

(√ 1 + y2 )
⃗ 3 x, 1
F=

E nossa curva γ pode ser dividida em quatro partes de forma que γ = C1 ∪ C2 ∪ C3 ∪ C4 . Então
vamos começar dando nome aos bois:

Cada uma dessas curvas são retas. Então vamos ter algo do tipo:

∫γ ∫C1 ∫C2 ∫C3 ∫C4


F. ⃗ dr = F. ⃗ dr + F. ⃗ dr + F. ⃗ dr + F. ⃗ dr

As curvas são bem parecidas e tal, mas vamos calcular uma por uma pra ter certeza e não
confundir nada.

Passo 2

Começando por C1 , lembramos que a fórmula que vamos usar é:

b
∫C1 ∫a
F. ⃗ dr = F (x (t), y (t)). σ' ⃗(t) dt

Passo 3

A parametrização dela vai ser:

σ (t) = (1, t), − 1 ≤ t ≤ 1

Passo 4

então é só calcular o vetor tangente:

σ (t) = (
dt ) (
= 0, 1)
'⃗ d (1) d (t)
,
dt

Passo 5

E jogar na fórmula, pra fazermos o produto escalar:

1 1 1 1
∫−1 (√ 1 + t 2 ) ∫−1 ( )
1 1

3
‾1, . (0,1) dt = 0+ 2 dt = 2 dt
1+t −1 1 + t

É uma integral meio complicada, mas pra quem não lembra:

1 1 π π 2π π
dt = arctan t│−1 = − (− ) =
1
∫−1 1 + t 2
=
4 4 4 2

Passo 6

Agora repetimos o método para C2 :

b
∫C2 ∫a
F. ⃗ dr = F (x (t), y (t)). σ' ⃗(t) dt

σ (t) = (−t, 1), − 1 ≤ t ≤ 1

Vamos ver como fica o vetor tangente:

σ ⃗(t) = ( ) = (−1, 0)
' d (−t) d (1)
,
dt dt

Bem parecido com o outro, mas olha como a integral fica diferente:

1 1 1
∫−1 (√ )
1
∫ (√ + 0)dt = ∫
1
3 −t 3t
‾,
‾‾ 2 . (−1,0) dt = t 3 dt
1+1 −1 −1

Essa é mais fácil, pelo menos:

1 3 4 1 3
∫−1
1
t 3 dt = t │−1 = (1 − 1) = 0
3
4 4

Passo 7

E mais uma vez, aplicamos a fórmula pra C3 :


b
∫C3 ∫a
F. ⃗ dr = F (x (t), y (t)). σ' ⃗(t) dt

σ (t) = (−1, −t), − 1 ≤ t ≤ 1

E o vetor tangente:

( ) = (0, −1)
d (−1) d (−t)
σ' ⃗(t) = ,
dt dt

Jogando na integral:

1 1 1 1
∫−1 (√ ) ( )
1 −1
∫ ∫
3
‾‾‾,
−1 2 . (0, −1) dt = 0+ 2 dt = − 2 dt
1 + (−t) −1 1+ t −1 1 + t

Opa, ja vi isso antes, né? Haha

1 1 π π π
( 4 ( 4 ))
1
∫−1 1 + t 2
− dt = − arctan t │−1 = − − − = −
2

Passo 8

E, por último, finalmente, C4 :

b
∫C4 ∫a
F. ⃗ dr = F (x (t), y (t)). σ' ⃗(t) dt

σ (t) = (t, −1), − 1 ≤ t ≤ 1

O que vem agora, adivinha? Isso, vetor tangente:

( dt , dt ) = (1, 0)
d (t) d (−1)
σ' ⃗(t) =

E a integral:

1 1 1 1
∫−1 ( 1 + (−1) )
1
∫−1 ( ∫−1
3t
√ , 2 . (1,0) dt = 3t
√ + 0)dt = t 3 dt

Que, como já vimos:

1 3 4 1 3
∫−1
1
t 3 dt = t 3 │−1 = (1 − 1) = 0
4 4

Passo 9

Pra terminar, só somar tudo:

π π
∫C1 ∫C2 ∫C3 ∫C4
F. ⃗ dr + F. ⃗ dr + F. ⃗ dr + ⃗
F. dr = +0− +0=0
2 2

Achou estranho? Bem, mas é isso mesmo, pode confiar!

Resposta

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8. Integral de Linha - Caso Vetorial
#
Caso Vetorial no R²
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (3) Exercícios UFRJ (3)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1$ 2$ 3$
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II

4. Introdução às Integrais
Alternar para vídeo >>
!
! Triplas ' 8min

5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas Enunciado
PUC-RJ - Cálculo 3 - P2 2013.2 - 2b
! 6. Parametrização de Curvas

7. Integral de Linha - Caso


Considere a integral de linha
! Escalar

∮C
8. Integral de Linha - Caso I= F ∙ dr
! Vetorial

( Caso Vetorial no R² Onde


C é a fronteira da região do primeiro quadrante limitada pelas circunferências
( Caso Vetorial no R³ x 2 + y2 = 1 e
TEMPO SOBRANDO? x 2 + y2 = 4 , orientada no sentido anti-horário e
) * RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS F é o campo vetorial definido por
F (x, y) = ( x2+ y2 x2+y2 )
x , −y
! 9. Teorema de Green

Calcule Essa integral pela definição de integral de linha.


! 10. Campo Conservativo

11. Aplicação da Integral de


! Linha Responde Aí

12. Parametrização de
! Superfícies

13. Integral de Superfície - Pular para Gabarito


! Método Direto

! 14. Teorema de Stokes Passo 1

! 15. Teorema de Gauss


Temos que entender como é a região que ele falou. Repara que a região vai ser entre as
circunferências de raio 1 e 2 , e limitada por x ≥ 0 e y ≥ 0 porque está no primeiro quadrante.
Então a região fica assim

Como ele quer no sentido anti-horário vamos ter o seguinte sentido das 4 curvas

Para fazer a integral de linha vamos ter

∫C1 ∫C2 ∫C3 ∫C4


I= F ∙ dr + F ∙ dr + F ∙ dr + F ∙ dr

Passo 2

Vamos começar com C1 , vamos fazer a parametrização da circunferência de raio 1

r1 (θ) = (cos θ, sen θ)

π
θ ∈ [0, ]
2

Na verdade temos que pegar a integral com o sinal trocado né? Desse jeito ele está rodando no
sentido contrário ao longo da circunferência.

Agora queremos a derivada

r1' (t) = (− sen θ, cos θ)

A integral vai ficar

π/2

( (cos θ) + (sen θ) (cos θ) + (sen θ) )


cos θ − sen θ
∫C1 ∫0
F ∙ dr = − 2 , 2 ∙ (− sen θ, cos θ)dθ
2 2

π/2 cos θ − sen θ


⇒−
∫0 ( 1 , 1 ) ∙ (− sen θ, cos θ)dθ

π/2
∫0
⇒− (− sen θ cos θ − sen θ cos θ)dθ

π/2
∫0
⇒− (−2 sen θ cos θ)dθ

Lembrando que sen 2θ = 2 sen θ cos θ

π/2
∫0
⇒− (− sen 2θ)dθ

π/2
∫0
⇒ (sen 2θ)dθ

cos 2θ π/2
⇒ [−
2 ]θ=0

cos 2 ∙ π2
[( ) ( )]
cos 2 ∙ 0
⇒ − − −
2 2

⇒ [(−
2 ) ( 2 )]
cos π cos 0
− −

⇒ [(−
2 ) ( 2 )]
(−1) (1)
− −

⇒ [( ) − (− )]
1 1
2 2

⇒[ + ]
1 1
2 2

⇒1

Passo 3

Vamos agora para C2 , nela só p valor de x vai variar, que vai de 1 à 2 , então a parametrização fica

r2 (t) = (t, 0)

Com t ∈ [1,2]

Vamos a derivada da parametrização

r2' (t) = (1,0)

A integral vai ficar

2
∫1 ( t 2 + 02 t 2 + 02 )
−0 t
∫C2
F ∙ dr = , ∙ (1,0)dt

t 2
∫1 ( t 2 )
⇒ , 0 ∙ (1,0)dt

21
∫1
⇒ dt
t

⇒ [ln t]2t=1

⇒ ln 2 − ln 1

⇒ ln 2

Passo 4

Vamos para C3 , vamos fazer a parametrização da circunferência de raio 2

r3 (θ) = (2 cos θ, 2 sen θ)

π
θ ∈ [0, ]
2

Aqui ele está rodando no sentido certinho

Agora queremos a derivada

r3' (t) = (−2 sen θ, 2 cos θ)

A integral vai ficar

π/2

( (2 cos θ) + (2 sen θ) (2 cos θ) + (2 sen θ) )


2 cos θ −2 sen θ
∫C3 ∫0
F ∙ dr = 2 , 2 ∙ (−2 sen θ, 2 cos θ)dθ
2 2

π/2 2 cos θ −2 sen θ



∫0 ( 4
,
4 ) ∙ (−2 sen θ, 2 cos θ)dθ

π/2 cos θ − sen θ



∫0 ( 2 , 2 ) ∙ (−2 sen θ, 2 cos θ)dθ

π/2
∫0
⇒ (− sen θ cos θ − sen θ cos θ)dθ

π/2
∫0
�� (−2 sen θ cos θ)dθ

Lembrando que sem 2θ = 2 sen θ cos θ

π/2
∫0
⇒ (− sen 2θ)dθ

cos 2θ π/2
⇒[
2 ]θ=0

cos 2 ∙ π2
[( ) )]
−(
cos 2 ∙ 0

2 2

⇒ [(
2 ) ( 2 )]
cos π cos 0

⇒ [(
2 ) ( 2 )]
(−1) (1)

⇒ [(− ) − ( )]
1 1
2 2

⇒ [− − ]
1 1
2 2

⇒ −1

Passo 5

Vamos agora para C4 , nela só o valor de y vai variar, que vai de 1 à 2 , então a parametrização fica

r4 (t) = (0, t)

Com t ∈ [1,2]

Na verdade temos que pegar a integral com o sinal trocado né? Desse jeito ele está rodando no
sentido contrário ao longo da reta.

Vamos a derivada da parametrização

r4' (t) = (0,1)

A integral vai ficar

2
∫1 ( 02 + t 2 02 + t 2 )
0 −t
∫C4
F ∙ dr = − , ∙ (0,1)dt

t 2
∫1 (
⇒− 0, − 2 ) ∙ (0,1)dt
t

1 2
∫1
⇒− − dt
t

21
∫1
⇒ dt
t

⇒ [ln t]2t=1

⇒ ln 2 − ln 1

⇒ ln 2

Passo 6

Vamos ter

∫C1 ∫C2 ∫C3 ∫C4


I= F ∙ dr + F ∙ dr + F ∙ dr + F ∙ dr

Então

I = 1 + ln 2 + (−1) + ln 2

I = ln 2 + ln 2

I = 2 ln 2

Resposta

I = 2 ln 2

% Anterior Próximo exercício &

Marca aí, conseguiu? ! "


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! VOLTAR )
8. Integral de Linha - Caso Vetorial
#
Caso Vetorial no R²
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (3) Exercícios UFRJ (3)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1 2 3
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
UFRJ, Cálculo 3, P1 - 2010.1, Questão 4a
4. Introdução às Integrais
! Triplas

Calcule
5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas ∫C (exy − 4y)dx + exdy onde
C é o segmento de reta
! 6. Parametrização de Curvas y = x contido no interior da elipse
16x 2 + 9y2 = 1 e orientado no sentido de
7. Integral de Linha - Caso
! Escalar
x crescente.

8. Integral de Linha - Caso


! Vetorial Responde Aí

& Caso Vetorial no R²

& Caso Vetorial no R³


Pular para Gabarito
TEMPO SOBRANDO?
' ( RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS
Passo 1
! 9. Teorema de Green

Vamos parametrizar a reta y = x que contem o segmento C . Podemos fazer isso de forma bem
! 10. Campo Conservativo
simples com (x, x) .

!
11. Aplicação da Integral de Precisamos agora descobrir o intervalo de x . A informação que temos é que o segmento está no
Linha
interior da elipse, portanto, a reta corta a elipse duas vezes. Vamos, então, fazer a interseção entre
12. Parametrização de a reta e a elipse e descobrir os dois valores para x , que definem o seu intervalo.
! Superfícies

13. Integral de Superfície -


16x2 + 9y2 = 1 → 16x2 + 9x2 = 1
! Método Direto

! 14. Teorema de Stokes 25x2 = 1

! 15. Teorema de Gauss


x = ±1/5

Como queremos x crescente, o intervalo será −1/5 ≤ x ≤ 1/5 .

Passo 2

'
Agora calculamos σ ⃗(x) :

σ ⃗(x) = (
dx ) ( )
' d (x) d (x)
, , = 1,1
dx

Passo 3

'
Vamos, então, substituir σ ⃗(t) na fórmula abaixo e escrever F em função do parâmetro x

b
∫a
F (x (x), y (x)). σ' ⃗(x)dx

O campo pode ser reescrito como (exy − 4y, ex) .

1/5
∫−1/5
x x
(e x − 4x, e ). (1,1) dx =

1/5
∫−1/5
= exx − 4x + exdx =

1/5 1/5 1/5


∫−1/5 ∫−1/5 ∫−1/5
= ex (x + 1) − 4xdx = ex (x + 1)dx − 4 xdx =

Passo 4

Finalmente, calculamos as integrais.

A primeira, integraremos por partes, fazendo ex = u' e (x + 1) = v, o que nos dá ex = u e 1 = v'

∫ ∫
u'v = uv − uv'

ex (x + 1)dx = ex(x + 1) −
∫ ∫
ex. 1dx


ex (x + 1)dx = ex (x + 1) − ex = exx

O que nos dá

x 1/5 1 1/5 −1/5


e x −1/5= (e + e )

5

A segunda integral é mais simples, teremos:

1/5 x2 ∣1/5
∫−1/5
4 xdx = 4 ∣ =0
2 ∣−1/5

A solução é a diferença entre esses dois valores.

Resposta

1 1/5
5 ( )
−1/5
e + e

$ Anterior Próximo exercício %

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8. Integral de Linha - Caso Vetorial
#
Caso Vetorial no R²
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (3) Exercícios UFRJ (3)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1 2 3
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
UFRJ, Cálculo 3, P1 - 2018.1, Questão 3
4. Introdução às Integrais
! Triplas

Questão 3: Calcule a integral de linha do campo vetorial


5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas F (x, y) = (0, ex) ao longo da curva dada pela equação
x 2 + 3x − y = 0 , do ponto
! 6. Parametrização de Curvas (−1, − 2) até o ponto
(1, 4).
7. Integral de Linha - Caso
! Escalar

Responde Aí
8. Integral de Linha - Caso
! Vetorial

& Caso Vetorial no R²

Pular para Gabarito


& Caso Vetorial no R³

TEMPO SOBRANDO?
' ( RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS Passo 1

! 9. Teorema de Green Bem, a primeira coisa que vamos fazer aqui é deixar bem claro o que o problema nos pede e ora, o
que ele quer é que calculemos uma integral de linha, então...
! 10. Campo Conservativo

∫C
!
11. Aplicação da Integral de F ⋅⃗ d r ⃗
Linha

12. Parametrização de
! Superfícies Pra resolvê-la, vamos como sempre, começar parametrizando a curva C , certo?

13. Integral de Superfície - Passo 2


! Método Direto

CERTO! Vamos de fato parametriza-la, e veja que a equação dessa curva, é quase uma equação
! 14. Teorema de Stokes
explícita...

! 15. Teorema de Gauss


x2 + 3x − y = 0

Jogando o y pro outro lado...

y = x2 + 3x

OPA! É uma parábola =). E veja que agora ela está escrita de forma explícita, sugerindo uma
parametrização também explícita, onde...

x=t

E o y já fica direto em função do parâmetro...

y = t 2 + 3t

Basicamente essa já é a parametrização, mas por questão de estética, costumamos escrever a


parametrização dessa forma aqui oh:

⃗ = (t, t 2 + 3t)
r (t)

Assim, dado um valor do parâmetro, você tem o ponto correspondente da curva, saca?

Passo 3

Gostaria de dizer que a parametrização é só isso, mas estaria mentindo pra você. Existe ainda uma
parte extremamente importante: definir o intervalo onde o parâmetro está variando.

Pra isso, vamos usar a informação de início e fim da curva que o problema nos disse:

“do ponto (−1, − 2) até o ponto (1, 4) ”

Para encontrar onde o parâmetro inicia...

(−1, − 2) = (t, t 2 + 3t)

Veja que quando t = −1, temos o referido ponto. Vamos só repetir para o ponto final:

(1, 4) = (t, t 2 + 3t)

Ou seja, t = 1 é o último ponto. Logo, agora sabemos que o t só pode estar variando entre...

−1 ≤ t ≤ 1

Passo 4

Outra parada importante antes de retornar para a integral é encontrar o termo dr , ⃗ dado por...

'
⃗ r (t)dt
dr = ⃗ →

⃗ (t, t 2 + 3t)'dt →
dr =

Lembre-se que derivar vetor é derivar todas as coordenadas dele...

dr =
⃗ (1, 2t + 3)dt

Passo 5

⃗ y) pelos termos da parametrização...


A última coisa é trocar os termos da função F (x,

F (x, y) = (0, ex) →

Como x = t...

⃗ ) = (0, et )
F (r (t)

Passo 6

Sem mais delongas, bora voltar para a integral e substituir tudo:

1
∫C ∫−1
t ⋅ (1, 2t + 3)dt =
F ⋅⃗ d r =
⃗ (0, e )

Calculando o produto escalar desses vetores...

1 1
∫−1 ( ∫−1
t t (2t + 3)dt
0, e ) ⋅ (1, 2t + 3)dt = e

Agora é só integrar mesmo! No caso, fazendo integração por partes...

u = 2t + 3 → du = 2dt

dv = et → v = et

Pela fórmula de integração por partes...

∫ ∫
u dv = u ⋅ v − v du →

∫ ( ) ∫
(2t + 3) et = 2t + 3 et − 2et dt →


(2t + 3) et = (2t + 3)et − 2et + C

Voltando para a integração definida...

∣1
1 ∣
∫−1
e (2t + 3)dt = ((2t + 3)e − 2e + C)∣ =
t t t

∣−1

1 1 −1 −1
((2 + 3)e − 2e + C) − ((−2 + 3)e − 2e + C) =

3e + C − (−e−1 + C) =

1
3e +
e

Resposta

1
3e +
e

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! VOLTAR )
7. Integral de Linha - Caso Escalar
#
Caso Escalar R²
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (3) Exercícios UFRJ (10)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
UFRJ, Cálculo 3, P1 - 2012.1, Questão 3
4. Introdução às Integrais
! Triplas

Calcule
5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas ∫C f ds onde
C é a parte da curva dada por
! 6. Parametrização de Curvas 4x 2 + 9y2 = 36 contida no primeiro quadrante, sendo
f (x, y) = xy .
7. Integral de Linha - Caso
! Escalar

Responde Aí
& Caso Escalar R²

& Caso Escalar R³

TEMPO SOBRANDO?
' ( RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS Pular para Gabarito

8. Integral de Linha - Caso


! Vetorial Passo 1

! 9. Teorema de Green
Essa curva pode ser escrita como:

x2 y2
! 10. Campo Conservativo
+ =1
11. Aplicação da Integral de
9 4
! Linha
Fazendo x = 3 cos θ e y = 2 sen θ, sua parametrização será:
12. Parametrização de
! Superfícies
⃗ (3 cos θ, 2 sen θ)
σ=
13. Integral de Superfície -
! Método Direto
Como queremos a parte do 1º quadrante, temos 0 ≤ θ ≤ π/2.
! 14. Teorema de Stokes
Passo 2
! 15. Teorema de Gauss
'
Vamos, agora, calcular σ :⃗

( ) = (−3 sen θ, 2 cos θ)


d (3 cos θ) d (2 sen θ)
σ' ⃗ = ,
dθ dθ

Passo 3

' ∣⃗ ∣
Agora, calculamos ∣∣∣∣σ ∣∣ :

∣∣σ' ∣⃗ ∣ = ‾(−3
‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
2 + (2 cos θ)‾2 =
∣∣ ∣∣ √ sen θ)

sen2 θ + 4 cos2 ‾θ =
= √9‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾

= √9‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾ ‾=
sen2 θ + 4(1 − sen2 θ)

sen2 θ + 4‾
= √5‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾

Passo 4

'
Podemos, então, substituir ∣∣∣∣σ ∣∣⃗ ∣∣ na fórmula abaixo, escrevendo xy em função de θ :

b
∫a
f (x (θ), y (θ)). ∣∣ ∣∣σ' ∣∣⃗ ∣∣ dθ

π/2
3 cos θ ⋅ 2 sen θ ⋅ (√5‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾
sen2 θ + 4‾)dθ =
∫0

π/2
∫0
=6 sen2 θ + 4‾ dθ =
cos θ sen θ√5‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾

Passo 5

Se fizermos 5sen2 θ + 4 = u, temos 10 sen θ cos θdθ = du.

π
θ= →u=9
2

θ=0→u=4

A integral passa a ser:

du 9
∫4 √‾ 10
=6 u =

3 2 3/2∣9
= × u ∣ =
5 3 4

2
= (27 − 8) =
5

Resposta

38
5

$ Anterior Próximo exercício %

Marca aí, conseguiu? ! "


MATEI VER DEPOIS
! VOLTAR *
8. Integral de Linha - Caso Vetorial
#
Caso Vetorial no R³
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (4) Exercícios UFRJ (1)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1 2$ 3$ 4$
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
CEFET - Cálculo Vetorial - Lista 1 Thomé – 10
4. Introdução às Integrais
! Triplas

Calcule a integral de linha


5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas ∫C (x + y)dx + xydy + z2dz, onde
C é a fronteira da parte do plano
! 6. Parametrização de Curvas 2x + 3y + z = 12 no primeiro octante.

7. Integral de Linha - Caso


! Escalar
Responde Aí
8. Integral de Linha - Caso
! Vetorial

' Caso Vetorial no R²


Pular para Gabarito

' Caso Vetorial no R³

TEMPO SOBRANDO? Passo 1


( ) RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS

A gente viu na teoria que para calcular um integral de linha, podemos usar a fórmula:
! 9. Teorema de Green

b
∫C ∫a
! 10. Campo Conservativo F ∙ dr = F (x (t), y (t), z (t)) ∙ σ' (⃗ t) dt

11. Aplicação da Integral de


!
Nós já temos o campo, que vai ser F (x, y, z) = (x + y, xy, z2), então só falta parametrizar a curva e
Linha

encontrar o vetor tangente. Vamos lá!


12. Parametrização de
! Superfícies
Passo 2
13. Integral de Superfície -
! Método Direto
Ele diz que nossa curva é a fronteira de um plano, então vamos ver qual é essa figura que ele está
! 14. Teorema de Stokes falando:

! 15. Teorema de Gauss

Na real, nossa curva


C é o contorno desse triângulo. Então,
C é a união de 3 segmentos de reta, consequentemente

∫C ∫C1 ∫C2
(x + y)dx + xydy + z2dz = (x + y)dx + xydy + z2dz + (x + y)dx + xydy + z2dz

∫C3
+ (x + y)dx + xydy + z2dz

Passo 3

Mas que segmentos de retas são esses? Olha os pontos onde o plano corta os eixos, vamos ver
quando ele corta o eixo
x, ou seja, quando
z=y=0

2x + 0 + 0 = 12

x=6

Ele passa no ponto (6,0, 0)

Vamos ver quando ele corta o eixo


y, ou seja, quando
x=z=0

0 + 3y + 0 = 12

y=4

Ele passa no ponto (0,4, 0)

Vamos ver quando ele passa no eixo


z , ou seja, quando
x=y=0

0 + 0 + z = 12

z = 12

Ele passa no ponto (0,0, 12)

Vamos fazer a curva


C1 sendo a curva do plano
xy quando
z = 0 . A curva
C2 sendo a curva do plano
xz quando
y = 0. A curva
C3 sendo a curva do plano
yz quando
x = 0. Temos que ficar atentos em cada parte para ver a orientação, vamos fazer no sentido anti-
horário, ou seja, de
(6,0, 0) até
(0,4, 0) até
(0,0, 12)

Passo 4

Vamos começar com a curva C1

∫C1
(x + y)dx + xydy + z2dz

Precisamos parametrizar esse segmento de reta. Basta pegar a equação do plano e trocar z =0

2x + 3y + 0 = 12

2x + 3y = 12

Vamos isolar o
x porque é o
y que aumenta quando vai de
(6,0, 0) até
(0,4, 0)

2x = 12 − 3y

3
x=6− y
2

Então, fazendo y = t , vamos ter

σ1 = (6 − t, t, 0)
→ 3
2

Com
y indo de

4, tendo
0≤t≤4

Passo 5

Agora calculamos σ1
→' (t):

d (6 − 32 t) d (t) d (0)
= (− , 1,0)
( dt )

→ ' 3
σ1 (t) = , ,
dt dt 2

Passo 6

Vamos, agora, utilizar a fórmula, substituindo o valor de



→ '
σ1 (y) e escrevendo
F em função de
x:

b
'
F (x (t), y (t), z (t)). →
∫C1 ∫a
F. dr = σ1 (t)dt

∫0 (
6 − t + t, (6 − t)t, 0 ) ∙ (− , 1,0)dt =
3 3 2 3
2 2 2

∫0 (
6 − t, (6t − t ), 0) ∙ (− , 1,0)dt =
1 3 2 3
=
2 2 2

4
( ( ) ( ) ( t ))dt =
3 1 3 3 2
∫0
= 6 − − − t + 6t −
2 2 2 2

4
(−9 + t + 6t − t )dt =
3 3 2
∫0
=
4 2

∫0 (
t − t )dt =
27 3 2
= −9 +
4 2

[ 2 3 ]t=0
27 t 2 3 t 3
= −9t + − =
4 2

[ 2 ] t=0
27t 2 t3
= −9t + − =
8

(
27 ∙ 42 43
) (
27 ∙ 02 03
2 )
= −9 ∙ 4 + − − −9 ∙ 0 + −
8 2 8

= (−36 + )
27 ∙ 16 64
− − (0)
8 2

= (−36 + 54 − 32)

= −14

Passo 7

Vamos ver a segunda agora

∫C2
(x + y)dx + xydy + z2dz

Precisamos parametrizar esse segmento de reta. Basta pegar a equação do plano e trocar y =0

2x + 0 + z = 12

2x + z = 12

Vamos isolar o
z porque é o
x que aumenta quando vai de
(0,0, 12) até
(6,0, 0)

z = 12 − 2x

Fazendo x = t:


σ2 = (t, 0, 12 − 2t)

Com
x indo de

6, tendo
0≤t≤6

Passo 8

→ '
Agora calculamos σ2 (t):

σ2 (t) = ( )

→ ' d (t) d (0) d (12 − 2t)
, , = (1,0, −2)
dt dt dt

Passo 9

Vamos, agora, utilizar a fórmula, substituindo o valor de



→ '
σ2 (x) e escrevendo
F em função de
x:

b
→ '
∫C2 ∫a
F. dr = F (x (t), y (t), z (t)). σ2 (t)dt

∫0 (t + 0, t ∙ 0, (12 − 2t) ) ∙ (1,0, −2)dt =


2

∫0 (t, 0,144 − 48t + 4t ) ∙ (1,0, −2)dt =


= 2

∫0 (t − 288 + 96t − 8t )dt =


= 2

∫0 ( )
= −288 + 97t − 8 t 2 dt =

[ 2 3 ] t=0
97t 2 8t 3
= − 288t − =

( 2
97 ∙ 62 8 ∙ 63
) (
97 ∙ 02 8 ∙ 03
3 )
= − 288 ∙ 6 − − − 288 ∙ 0 −
3 2

−558

Nossa, quanta conta... Mas não perde o ânimo não que só falta uma!

Passo 10

Vamos ver a terceira agora

∫C3
(x + y)dx + xydy + z2dz

Precisamos parametrizar esse segmento de reta. Basta pegar a equação do plano e trocar x =0

0 + 3y + z = 12

3y + z = 12

Vamos isolar o
y porque é o
z que aumenta quando vai de
(0,4, 0) até
(0,0, 12)

3y = 12 − z

z
y=4−
3

De novo, vamos fazer z = t:

t
σ3 = (0, 4 − , t)

3

Com
z indo de

12, tendo
0 ≤ t ≤ 12

Passo 11

→ '
Agora calculamos σ3 (t):

d (0) d (4 − 3 ) d (t)
t
= (0, − , 1)
( dt dt )

→ ' 1
σ3 (t) = , ,
dt 3

Passo 12

Vamos, agora, utilizar a fórmula, substituindo o valor de


−→ '
σ3 (t) e escrevendo
F em função de
t:

b
'
∫C3 ∫a
F. dr = →
F (x (t), y (t), z (t)). σ3 (t)dt

12

3) ) ( 3 )
t t 2 ∙ 0, − 1 , 1 dt =
∫0 (0 + (4 − 3)
, 0 ∙ (4 − , t

12
(4 − 3 , 0, t ) ∙ (0, − 3 , 1)dt =
t 1
∫0
= 2

12

∫0
= t 2dt =

12

[ 3 ]t=0
t 3
= =

( 3 ) (3 )
123 03
= −

= 576

Passo 13

Finalmente, agora que temos as 3 integrais, é só substituir

∫C ∫C1 ∫C2
(x + y)dx + xydy + z2dz = (x + y)dx + xydy + z2dz + (x + y)dx + xydy + z2dz

∫C3
+ (x + y)dx + xydy + z2dz

∫C
(x + y)dx + xydy + z2dz = −14 − 558 + 576 = 4

Resposta

% Anterior Próximo exercício &

Marca aí, conseguiu? ! "


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8. Integral de Linha - Caso Vetorial
#
Caso Vetorial no R³
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (4) Exercícios UFRJ (1)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1 2$ 3$ 4$
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II

4. Introdução às Integrais
Alternar para vídeo >>
!
! Triplas ' 4min

5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas Enunciado
George B. Thomas, Cálculo – volume 2, 11ª edição, São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009, pp. 485-43.
! 6. Parametrização de Curvas

7. Integral de Linha - Caso O campo


! Escalar F = xyi + yj − yzk é o campo de velocidades de um escoamento no espaço. Encontre o
escoamento de
!
8. Integral de Linha - Caso (0,0, 0) até
Vetorial
(1,1, 1) ao longo da curva de interseção do cilindro
( Caso Vetorial no R² y = x 2 e do plano
z = x. (Sugestão: use
( Caso Vetorial no R³ x = t como parâmetro.)
TEMPO SOBRANDO?
) * RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS

! 9. Teorema de Green

! 10. Campo Conservativo

11. Aplicação da Integral de


! Linha

12. Parametrização de Responde Aí


! Superfícies

13. Integral de Superfície -


! Método Direto

Pular para Gabarito


! 14. Teorema de Stokes

! 15. Teorema de Gauss Passo 1

Na teoria a gente viu que escoamento nada mais é que a integral de linha:

b
∫C ∫a
F. ⃗ dr = F (x (t), y (t), z (t)). σ' ⃗(t) dt

⃗ (xy, y, −yz), só fica faltando a parametrização da curva C .


O campo foi dado no enunciado F =

Então vamos começar por isso, né?

Passo 2

O exercício da uma dica boa de usar x = t, então vamos usá-la. E isso dá que y = t 2, certo?

Então, pelo cilindro, encontramos que a projeção no plano xy pode ser parametrizada por:

2
(t, t )

Mas aqui estamos no R3 , então vamos usar a outra superfície para encontrar a parametrização da
nossa curva C no espaço.

E o que temos é algo simples, o plano z = x, que nos dá z = t também.

Assim temos que nossa curva C tem parametrização:

⃗ (t, t 2, t)
σ=

Que vai de (0,0, 0) a (1,1, 1) , então 0 ≤ t ≤ 1, concorda?

Passo 3

Da parametrização podemos tirar o vetor tangente:

⃗ ( , , ) = (1,2t, 1)
dx dy dz
σ=
dt dt dt

E agora já temos tudo que precisamos pra calcular a integral, é so jogar na fórmula!

Passo 4

Então, vamos ter que:


b 1
∫a ∫0 ) ( )
F (x (t), y (t), z (t)) ∙ σ' ⃗ (t) dt = ( t ∙ t 2, t 2, −t 2 ∙ t ∙ 1,2t, 1 dt

1 1 2t 4 1 1
∫0 ∫0
3 + 2t 3 − t 3 dt = 3
= ( t ) 2t dt =
4
│0 =
2

Resposta

1
2

% Anterior Próximo exercício &

Marca aí, conseguiu? ! "


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8. Integral de Linha - Caso Vetorial
#
Caso Vetorial no R³
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (4) Exercícios UFRJ (1)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1 2$ 3$ 4$
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II

4. Introdução às Integrais
Alternar para vídeo >>
!
! Triplas ' 8min

5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas Enunciado
UFF - Cálculo IIIA - Lista 4 - 6
! 6. Parametrização de Curvas

7. Integral de Linha - Caso Seja


! Escalar C a interseção do cilindro
x 2 + y2 = 4 com o semiplano
!
8. Integral de Linha - Caso y + z = 0,
Vetorial
y ≥ 0, percorrida de modo que sua projeção no plano
( Caso Vetorial no R² xy tenha sentido anti-horário e seja
⃗ y, z) = x 4i +
F (x, ⃗ z4k . ⃗Calcule a integral
⃗ y4 j +
( Caso Vetorial no R³

∫C
)
TEMPO SOBRANDO?
* RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS
F ∙⃗ d r ⃗

! 9. Teorema de Green

! 10. Campo Conservativo Responde Aí

11. Aplicação da Integral de


! Linha

12. Parametrização de Pular para Gabarito


! Superfícies

!
13. Integral de Superfície -
Método Direto
Passo 1

! 14. Teorema de Stokes Na teoria vimos que a integral de linha é dada por:

15. Teorema de Gauss b


∫C ∫a
!
F. ⃗ dr = F (x (t), y (t), z (t)). σ' ⃗(t) dt

⃗ y, z) = x4i +⃗ y4j +⃗ z4k, ⃗ só fica faltando a parametrização da


O campo foi dado no enunciado F (x,
curva. Então vamos atrás dela!

Passo 2

Precisamos conseguir parametrizar a curva C . Podemos parametrizar o cilindro direto

x2 + y2 = 4

Vamos ter

x = 2 cos θ

y = 2 sen θ

Ele disse que y > 0 isso nos diz que

2 sen θ > 0

sen θ > 0

Então

θ ∈ [0, π]

Falta a componente z , mas temos uma relação entre y e z

z+y=0

Então

z = − (2 sen θ)

z = −2 sen θ

Vamos ter

σ (θ) = (2 cos θ, 2 sen θ, −2 sen θ)

Com θ ∈ [0, π]

Passo 3

Agora calculamos σ ' (θ)

σ ' (t) = ( (2 cos θ), (2 sen θ), (−2 sen θ)) = (−2 sen θ, 2 cos θ, −2 cos θ)
∂ ∂ ∂
∂θ ∂θ ∂θ

Passo 4

Uma coisa que temos que ficar atentos na integral de linha é o sentido da curva. Ele disse que o
sentido é anti-horário da projeção no plano xy, isso já é a orientação normal que temos, e estamos
rodando no sentido anti-horário.

Vamos, então, substituir σ (θ) e σ ' (θ) na integral.

π
∫0
4, (2 sen θ)4, (−2 sen θ)4 ∙ (−2 sen θ, 2 cos θ, −2 cos θ)dθ
( (2 cos θ) )

π
∫0
4 θ, 16sen4 θ, 16sen4 θ ∙ (−2 sen θ, 2 cos θ, −2 cos θ)dθ
= ( 16 cos )

⎛ ⎞
π⎜ ⎟
⎜−32cos θ sen θ+32sen θ cos θ − 32sen θ cos θ⎟dθ
∫0 ⎜
4 4 4
=
 ⎟
⎝ 0 ⎠

π
∫0
4
=− (32cos θ sen θ)dθ

π
∫0
4 θ sen θ dθ
= −32 ( cos )

Vamos resolver essa integral separada

Passo 5

∫ ( cos4 θ sen θ)dθ

Vamos fazer

u = cos θ

Então

du = − sen θdθ

A integral vai ficar

∫ ∫
4 θ sen θ dθ = − u4du
( cos )

Resolvendo a integral vamos ter

u5

4
u du = −

5

Voltando para θ

u5 cos5 θ
− =−
5 5

cos5θ
∫ ( cos4 θ sen θ)dθ = −
5

Passo 6

Voltando para nossa integral

π
∫0
4 θ sen θ dθ
= −32 ( cos )

Vamos ter

cos5 θ π cos5 θ π
[ ] [ 5 ]θ=0
= −32 − = 32
5 θ=0

cos5 π cos5 0
[( 5 ) ( 5 )]
= 32 −

(−1)5 15
[( 5 ) ( 5 )]
= 32 −

= 32 [( ) − ( )]
−1 1
5 5

= 32 [− ]
2
5

64
=−
5

Resposta

64

5

% Anterior Próximo exercício &

Marca aí, conseguiu? ! "


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" VOLTAR +
8. Integral de Linha - Caso Vetorial
#
Caso Vetorial no R³
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (4) Exercícios UFRJ (1)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1 2$ 3$ 4$
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II

4. Introdução às Integrais
Alternar para vídeo >>
!
! Triplas ' 5min

5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas Enunciado
UFF - Cálculo IIIA - Lista 4 - 5a
! 6. Parametrização de Curvas

7. Integral de Linha - Caso Calcule


! Escalar

∫C
8. Integral de Linha - Caso Pdx + Qdy + Rdz
! Vetorial

( Caso Vetorial no R² Onde


F= ⃗ (y, z, x) e
( Caso Vetorial no R³ C é a interseção das superfícies
TEMPO SOBRANDO? x+y = 2e
) * RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS
x 2 + y2 + z2 = 2 (x + y) , percorrida no senti anti-horário quando vista da origem.

! 9. Teorema de Green

Responde Aí
! 10. Campo Conservativo

11. Aplicação da Integral de


! Linha

Pular para Gabarito


12. Parametrização de
! Superfícies

13. Integral de Superfície - Passo 1


! Método Direto

Vamos usar a fórmula que vimos na teoria pra integrais de linha vetoriais:
! 14. Teorema de Stokes

b
∫C ∫a
! 15. Teorema de Gauss F ∙ dr = F (x (t), y (t), z (t)) ∙ σ' ⃗(t) dt

O campo foi dado no enunciado, então só falta parametrizarmos a cruva e encontrarmos o vetor
tangente. Vamos ver como que fica!

Passo 2

Precisamos conseguir parametrizar a curva C , primeiro vamos achar a interseção entre as duas
superfícies, fazendo

y=2−x

Substituindo na equação da esfera

x2 + (2 − x)2 + z2 = 2 (x + (2 − x))

x2 + 4 − 4x + x2 + z2 = 2 (2)

2x2 − 4x + z2 = 0

Vamos completar quadrados agora

2x2 − 4x + 2 + z2 = 2

2 (x2 − 2x + 1) + z2 = 2

2(x − 1)2 + z2 = 2

(x − 1)2 z2
+ =1
1 2

Isso é uma elipse, vamos parametrizar essa elipse, vamos ter

x = 1 + 1 cos θ

z = √2‾ sen θ

Com θ ∈ [0,2π]

Falta a componente y , mas temos uma relação entre y e x

x+y=2

Então

y = 2 − (1 + cos θ)

y = 1 − cos θ

Vamos ter

C : σ (θ) = (1 + cos θ, 1 − cos θ, √2‾ sen θ)

Com θ ∈ [0,2π]

Passo 3

Agora calculamos σ ' (θ)

( ∂θ (1 + cos θ), ∂θ (1 − cos θ), ∂θ (√2‾ sen θ)) = (− sen θ, sen θ, √2‾ cos θ)
∂ ∂ ∂
σ ' (t) =

Passo 4

Mas uma coisa que temos que ficar atentos na integral de linha é o sentido do cara. Ele disse que o
sentido é anti-horário quando visto da origem, isso quer dizer que, para o nosso sentido “normal”,
ele roda ao contrário do visto pela origem, ou seja, neste caso vai ser no sentido horário.

Mas a nossa parametrização foi feita para a curva percorrendo o sentido anti-horário, com
orientaçao positiva. Para corrigir isso, ao invés de integrarmos sobre C , vamos integrar sobre C −,
de forma que:

∫C− ∫C
F ∙ dr = − F ∙ dr

Agora é só jofgar tudo na integral e calcular!

Passo 5

Vamos, então, substituir σ (θ) e σ ' (θ) na integral.


∫0 (1 − cos θ, √2‾ sen θ, 1 + cos θ) ∙ (− sen θ, sen θ, √2‾ cos θ)dθ


∫0
2θ + 2 2 θ dθ
=− ( − sen θ + sen θ cos θ + √‾
2sen √‾ cos θ + √‾
2cos )


∫0
2 2
=− (− sen θ + sen θ cos θ + √2‾ cos θ + √2‾ (sen θ + cos θ))dθ


∫0 (− sen θ + sen θ cos θ + √2‾ cos θ + √2‾)dθ
=−

Lembrando que

sen 2θ
sen θ cos θ =
2

A integral vai ficar


(− sen θ + 2 + √2‾ cos θ + √2‾)dθ
sen 2θ
∫0
=−


= − [cos θ − + √2‾ sen θ + √2‾θ]
cos 2θ
4 θ=0

= − [(cos 2π − + √2‾ sen 2π + √2‾ ∙ 2π ) − (cos 0 − + √2‾ sen 0 + √2‾ ∙ 0)]


cos 2 ∙ 2π cos 2 ∙ 0
4 4

= − [(1 − + 0 + √2‾ ∙ 2π ) − (1 − + 0 + 0)]


cos 4π cos 0
4 4

= − [(1 − + 2√2‾π ) − (1 − +)]


1 1
4 4

= −2√2‾π

Resposta

−2√2‾π

% Anterior Próximo exercício &

Marca aí, conseguiu? ! "


MATEI VER DEPOIS
! VOLTAR )
8. Integral de Linha - Caso Vetorial
#
Caso Vetorial no R³
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (4) Exercícios UFRJ (1)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
UFRJ, Cálculo 3, P2 - 2017.2, Questão ME3
4. Introdução às Integrais
! Triplas

(3) O valor da integral do campo vetorial


5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas F=⃗ (x − 3, y, z) ao longo da curva
C parametrizada por
(cos t, sin t, sin t) ,
! 6. Parametrização de Curvas 2
0 ≤ t ≤ π , é:
7. Integral de Linha - Caso
! Escalar
a) 6

8. Integral de Linha - Caso b) 2π


! Vetorial
c) 3π
' Caso Vetorial no R²
d) −6
' Caso Vetorial no R³ e) −3π
TEMPO SOBRANDO?
& ( RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS

Responde Aí
! 9. Teorema de Green

! 10. Campo Conservativo

Pular para Gabarito


11. Aplicação da Integral de
! Linha

!
12. Parametrização de Passo 1
Superfícies

13. Integral de Superfície - Montemos primeiro a integral que o problema quer que calculemos e como ele quer uma integral
! Método Direto de uma função vetorial e sobre uma curva no espaço, o que ele que então é uma integral de linha:

! 14. Teorema de Stokes

∫C
F ∙⃗ d r ⃗
! 15. Teorema de Gauss

Como toda e boa integral de superfície seguiremos um passo a passo:

1. Parametrizar a curva C pedida no problema

2. Encontrar o termo dr ⃗

3. Substituir os termos da parametrização em f

E aí? Bora? :D

Passo 2

Para a nossa felicidade, a curva já está parametrizada:

γ (t) = (cos t, sin t, sin2 t)

onde

0≤t≤π

Bem, então vamos encontrar o termo d r . ⃗ Para encontra-lo, basta que apliquemos a fórmula:

⃗ γ ' (t)dt
dr =

γ (t) = (cos t, sin t, sin2 t) → γ' (t) = (− sin t, cos t, 2 sin t cos t)

Então

dr =
⃗ (− sin t, cos t, 2 sin t cos t)dt

Passo 3

Substituindo agora a função vetorial pelos termos da parametrização:

γ (t) = (cos t, sin t, sin2 t)

⃗ (x − 3, y, z)
F= → ⃗ (cos t − 3, sin t, sin2 t)
F=

Passo 4

Regressando a integral que queremos calcular

∫C
F ∙⃗ d r ⃗

E trocando os ingredientes que obtivemos anteriormente...

π
∫C ∫0
2
F ∙⃗ d r ⃗ = (cos t − 3, sin t, sin t) ∙ (− sin t, cos t, 2 sin t cos t)dt

Não se esqueça desse produto escalar de dois vetores aí, heim...

π
∫0
− sin t cos t + 3 sin t + sin t cos t + 2sin3 t cos t dt

π
∫0
+3 sin t + 2sin3 t cos t dt =

π π
∫0 ∫0
3 sin t dt + 2sin3 t cos t dt =

A primeira integral é direta:

π
∫0
3 (− cos (π) − (− cos 0)) + 2sin3 t cos t dt =

π
∫0
3 (1 + 1) + 2 sin3 t cos t dt =

Para resolver essa segunda integral, fazemos uma substituição...

sin t = u →

du = cos tdt

Não esqueça dos limites...

t=0 → u = sin 0 = 0

t=π → u = sin π = 0

Como os limites são os mesmos e a função é contínua, essa integral será zero...

π
∫0
6+2 sin3 t cos t dt = 6 + 0 =

Resposta

a) 6

$ Anterior Ir para o próximo capítulo %

TEMPO SOBRANDO?
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9. Teorema de Green
#
Teorema de Green
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (6) Exercícios UFRJ (3)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1$ 2 3$ 4 5$ 6
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II

4. Introdução às Integrais
Alternar para vídeo >>
!
! Triplas ' 5min

5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas Enunciado
CEFET - Cálculo Vetorial - Lista 2 Thomé - 4
! 6. Parametrização de Curvas

7. Integral de Linha - Caso Utilize o Teorema de Green para calcular a integral de linha
∮C (ex + y2)dx + (ey + x 2)dy, onde
! Escalar

C é a fronteira da região entre


8. Integral de Linha - Caso
! Vetorial y = x2 e
y = x , percorrida no sentido anti-horário.
! 9. Teorema de Green

( Teorema de Green Responde Aí

( Curvas Abertas

( Curvas Compostas Pular para Gabarito

( Campos Singulares
Passo 1
TEMPO SOBRANDO?
) * RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS
Vamos esboçar a região para entender melhor o problema. Temos uma reta y = x e uma parábola
! 10. Campo Conservativo y = x2:

11. Aplicação da Integral de


! Linha

12. Parametrização de
! Superfícies

13. Integral de Superfície -


! Método Direto

! 14. Teorema de Stokes

! 15. Teorema de Gauss

Para podermos aplicar o Teorema de Green, orientamos positivamente a curva.

Passo 2

Agora vamos calcular ( ∂x − ∂y )


∂F2 ∂F1

Temos

F (x, y) = (ex + y2, ey + x2)

∂(ey + x2) ∂(ex + y2)


( ∂x − ∂y ) = ( )
∂F2 ∂F1
− = 2x − 2y
∂x ∂y

Passo 3

Agora vamos montar a integral dupla, utilizando o Teorema de Green:

∫C ∬D
( ex + y2)dx + (ey + x2)dy = 2 x − y dxdy

Onde D é a região limitada pela curva C , que vimos lá em cima.Vamos, então, descrever essa
região para reescrever essa integral dupla em iterada. Temos que y varia entre y = x e a parábola
y = x2 e 0 ≤ x ≤ 1 .

Nossa integral passa a ser então:

1 x
∫0 ∫x2
2 x − y dydx

Passo 4

Começaremos integrando em relação a y :

y2 ∣x
1
∫0
=2 xy − ∣ dx =
2 ∣x2

1 x2 x4
∫0
=2 2
x − 3
−x + dx =
2 2

1 x2 x4
∫0
3
=2 −x + dx =
2 2

Passo 5

Agora em relação a x :

x3 x4 x5 ∣1
(6 10 )∣0
=2 − + ∣
4

= 2( − +
10 )
1 1 1
6 4

1 1 1
= − +
3 2 5

1
=
30

Resposta

1
30

% Anterior Próximo exercício &

Marca aí, conseguiu? ! "


MATEI VER DEPOIS
! VOLTAR *
9. Teorema de Green
#
Teorema de Green
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (6) Exercícios UFRJ (3)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1$ 2 3$ 4 5$ 6
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
UFRJ - Cálculo 3 - P1 2012.2 - 4
4. Introdução às Integrais
! Triplas

Calcule a integral de linha do campo vetorial


5. Métodos de Resolução de
F (x, y) = ( 3x + ecos x, sen (y3) + 1) ao longo da curva
! Integrais Triplas y3

! 6. Parametrização de Curvas C, sendo


C o bordo da região
7. Integral de Linha - Caso Ω definida pela interseção das seguinte regiões
! Escalar
3x 2 ≥ πy ,
3x 2 ≤ 2πy ,
8. Integral de Linha - Caso
! Vetorial y2 ≥ 2x e
y2 ≤ 4x. Além disso, assuma que
! 9. Teorema de Green C é orientada no sentido horário.

' Teorema de Green


Responde Aí
' Curvas Abertas

' Curvas Compostas

Pular para Gabarito


' Campos Singulares

TEMPO SOBRANDO?
( ) RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS Passo 1

! 10. Campo Conservativo Temos 4 parábolas limitando a seguinte região:

11. Aplicação da Integral de


! Linha

12. Parametrização de
! Superfícies

13. Integral de Superfície -


! Método Direto

! 14. Teorema de Stokes

! 15. Teorema de Gauss

Se fossemos parametrizar essa curva, teríamos que separar em 4 curvas e parametrizar


individualmente. Isso iria gerar muito trabalho. Além disso tem aquele termo sen y3 que pode
gerar coisas nem tão simples de integrar. Por essas razões a boa é o teorema de Green

∬Ω ( ∂x ∂y )
∂F2 ∂F1
∫C_
F ⋅ dr = − dxdy

∬Ω ( ∂x ∂y )
∂F2 ∂F1
∫C
F ⋅ dr = − − dxdy

Passo 2

Vamos agora calcular ( ∂x − ∂y ) :


∂F2 ∂F1

∂F2 ∂
= (sen (y3) + 1) = 0
∂x ∂x

y3 2 2
∂y ( 3x )
∂F1 ∂ 3y y
= + ecos x = =
∂y 3x x

y2
( ∂x − ∂y ) = − x
∂F2 ∂F1

Passo 3

Aplicando o teorema de Green, temos:

y2 y2
∫C ∬Ω ( x ) ∬Ω ( x )
F ⋅ dr = − − dxdy = dxdy

Passo 4

Parece complicado descrever a região Ω em termos de x e y , vamos então fazer uma mudança de
y2 x2
variáveis. Como temos parábolas descritas por x = número e outras por y = número , vamos
chamar:

y2
=u
x

x2
=v
y

Passo 5

Precisamos calcular o Jacobiano dessa mudança. Como é complicado escrever x e y em função de u


∂(u, v)
e v , vamos calcular o Jacobiano da transformação inversa, J * = ∣∣ ∂(x, y)∣∣ e inverter o resultado:

∣ ∂u ∂u ∣ ∣ y2 2y ∣
∣ ∂(u, v) ∣ ∂x ∂y ∣ ∣ − x2 x ∣
J* = ∣ ∣ = ∣∣ ∂v ∂v ∣ = ∣∣ 2x 2 ∣ = −3
∣ ∂(x, y) ∣ x
∣ ∂x ∂y ∣ ∣ y − y2 ∣∣

* 1
J =
J

1
J=−
3

1
∣J ∣ =
3

Passo 6

Agora temos que encontrar os intervalos de integração em u e v . Fazendo a substituição de


variáveis das equações das parábolas temos:

3x2 = πy → 3v = π → v = π/3

3x2 = 2πy → 3v = 2π → v = 2π/3

y2 = 2x → u = 2

y2 = 4x → u = 4

Ou seja, π/3 ≤ v ≤ 2π/3 e 2 ≤ u ≤ 4 .

Passo 7

Substituindo os valores que encontramos na integral, temos:

y2 2π/3 4
∬Ω ( x )
1
∫π/3 ∫2
dxdy = u × dudv =
3

Passo 8

Integrando em relação a u :

2π/3 u2 ∣ u=4
1
3 ∫π/3 2 ∣u=2
= ∣ dv =

1 2π/3
6 ∫π/3
= 16 − 4dv =

2π/3
∫π/3
=2 dv =

Passo 9

Agora em relação a v :

= 2v∣∣2π/3
π/3 =

= 2( − )=
2π π
3 3

Resposta


3

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9. Teorema de Green
#
Teorema de Green
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (6) Exercícios UFRJ (3)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1$ 2 3$ 4 5$ 6
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II

4. Introdução às Integrais
Alternar para vídeo >>
!
! Triplas ' 10min

5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas Enunciado
Diomara Pinto e Maria Cândida Ferreira Morgado, Cálculo Diferencial e Integral de Funções de Várias Variáveis, 3ª ed. Rio de Janeiro: UFRJ, 2009, pp.
! 6. Parametrização de Curvas 228 ex 6.7

7. Integral de Linha - Caso


! Escalar Calcule

𝑥2 − 𝑦2 ⎛𝑥2 ⎞
∮ 𝑑𝑥 + ⎜ + 𝑦4 ⎟𝑑𝑦
⎝2 ⎠
8. Integral de Linha - Caso
! Vetorial 𝐶 2

onde 𝐶 é a fronteira da região 𝐷 definida por


! 9. Teorema de Green
𝐷 = {(𝑥, 𝑦) ∈ ℝ2 | 1 ≤ 𝑥2 + 𝑦2 ≤ 4, 𝑥 ≥ 0, 𝑦 ≥ 0}
||
( Teorema de Green orientada no sentido anti-horário.

( Curvas Abertas

Responde Aí
( Curvas Compostas

( Campos Singulares

TEMPO SOBRANDO?
) * RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS Pular para Gabarito

! 10. Campo Conservativo


Passo 1
11. Aplicação da Integral de
! Linha Vamos fazer um esboço da curva:

12. Parametrização de
! Superfícies

13. Integral de Superfície -


! Método Direto

! 14. Teorema de Stokes

! 15. Teorema de Gauss

Como 𝑥2 + 𝑦2 é o raio de uma circunferência, a região está limitada por uma circunferência de raio
1 e outra de raio 2. Como temos 𝑥 ≥ 0 e 𝑦 ≥ 0, tomamos apenas o 1º quadrante.

Essa curva (a fronteira da região) é formada por 4 segmentos, cada um com uma parametrização.
Isso ia gerar muito trabalho. Isso é uma dica de que pode ser uma boa usar o Teorema de Green,
vamos tentar!

Passo 2

O campo vetorial da questão pode ser escrito como


⎛𝑥2 − 𝑦2 𝑥2 ⎞
𝐹=⎜ , +𝑦 ⎟
4
⎝ 2 2 ⎠
⎛ ∂𝐹 ∂𝐹 ⎞
Vamos agora calcular ⎜ 2 − 1 ⎟:
⎝ ∂𝑥 ∂𝑦 ⎠
∂𝐹2 ∂ ⎛𝑥2 ⎞
= ⎜ + 𝑦4 ⎟ = 𝑥
∂𝑥 ∂𝑥⎝ 2 ⎠
∂𝐹1 ⎛𝑥2 − 𝑦2 ⎞
= ⎜
∂ ⎟= −𝑦
∂𝑦 ∂𝑦⎝ 2 ⎠
⎛ ∂𝐹2 ∂𝐹1 ⎞
⎜ − ⎟ = 𝑥 − ( − 𝑦) = 𝑥 + 𝑦
⎝ ∂𝑥 ∂𝑦 ⎠

Passo 3

Agora podemos montar a integral. Aplicando o teorema de Green, a integral do enunciado pode ser
escrita como:

∬ [𝑥 + 𝑦]𝑑𝑥𝑑𝑦
𝐷

Note que a curva está orientada positivamente!

Passo 4

Como a região 𝐷 está compreendida entre dois arcos de circunferência, a melhor saída aqui são as
coordenadas polares. Faremos:
𝑥 = 𝑟cos𝜃
𝑦 = 𝑟sen𝜃
|𝐽| = 𝑟
Pelo próprio gráfico, vemos que 0 ≤ 𝜃 ≤ 𝜋/2, o que equivale a 1/4 de circunferência. Os valores de 𝑟
variam entre os dois arcos, logo 1 ≤ 𝑟 ≤ 2. Temos, então:
𝜋/2 2 𝜋/2 2
∫ ∫ (𝑟cos𝜃 + 𝑟 sen𝜃)𝑟 𝑑𝑟𝑑𝜃 = ∫ ∫ (cos𝜃 + sen𝜃)𝑟2 𝑑𝑟𝑑𝜃 =
0 1 0 1

Passo 5

Agora podemos calcular a integral. Integrando em relação a 𝑟 temos:


𝑟=2
𝜋/2 (cos𝜃 + sen𝜃)𝑟3 ||
=∫ | 𝑑𝜃 =
0 3 || 𝑟=1

= 7∫ (cos𝜃 + sen𝜃)𝑑𝜃 =
𝜋/2
3 0

Passo 6

Integramos, então, em relação a 𝜃:


𝜋/2
7 |
= (sen𝜃 − cos𝜃)| =
3 |0

= 7[(1 − 0) − (0 − 1)] =
3

Resposta

14
3

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9. Teorema de Green
#
Teorema de Green
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (6) Exercícios UFRJ (3)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1$ 2 3$ 4 5$ 6
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
George B. Thomas, Cálculo – volume 2, 11ª edição, São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009, pp. 505-23.
4. Introdução às Integrais
! Triplas

Use a fórmula do teorema de Green para encontrar a área da região limitada pela curva:
5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas

C : o astroide r (t) = (cos 3 t)i + (sen 3 t)j


! 6. Parametrização de Curvas

7. Integral de Linha - Caso


! Escalar 0 ≤ t ≤ 2π

!
8. Integral de Linha - Caso
Vetorial (Sugestão: Use F ⃗ (− y , x ) )
= 2 2

! 9. Teorema de Green
Responde Aí
' Teorema de Green

' Curvas Abertas


Pular para Gabarito
' Curvas Compostas

' Campos Singulares Passo 1


TEMPO SOBRANDO?
( ) RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS O enunciado pede pra usar o teorema de Green para o cálculo de área, então vamos relembrar
como que fica isso.
! 10. Campo Conservativo
O teorema de Green nos diz que:
11. Aplicação da Integral de
! Linha

∬ ( ∂x ∂y )
∂F2 ∂F1
∮∂D
F1dx + F2dy = − dxdy
12. Parametrização de
! Superfícies D

13. Integral de Superfície -


! Método Direto E sabemos que o podemos encontrar a área pela integral dupla:

∬D
! 14. Teorema de Stokes
A (D) = dxdy

! 15. Teorema de Gauss

Então, basicamente, o que temos que fazer pra ligar as coisas é:

∬ ( ∂x )
∂F2 ∂F1 ∂F2 ∂F1

− dxdy = dxdy → − =1
∂y D ∂x ∂y
D

Os campos mais simples que satifazem essa condição costumam ser:

⃗ y) = (0, x) ou F (x,
F (x, ⃗ y) = (−y, 0)

Mas deve ter algum motivo pra ele ter sugerido um campo um pouquinho mais complicado, vamos
ver porque!

Passo 2

O enunciado já diz que C é a fronteira da região que chamamos de D , ou seja, C = ∂D .

Então o que vamos calcular é:


∬D ∮∂D ∫0
dxdy = F1dx + F2dy = ⃗ (t), y (t)). σ' ⃗(t) dt
F (x

Já temos o campo e a curva, então só falta o vetor tangente:

d (cos3 t) d (sen3 t)
( )
σ' ⃗(t) = , = (− sen t ∙ 3cos2 t, cos t ∙ 3sen2 t)
dt dt

E agora já temos o que precisamos pra calcularmos nossa integral.

Passo 3

Então, com os campos mais simples teríamos:


∫0
3 2 2
(0, cos t). (− sen t. 3cos t, cos t. 3sen t) dt


∫0
4 t. sen2 t dt
= ( 0 + 3 cos )

O que seria bem complicado de calcular, e você pode tentar fazer com (−y, 0), mas eu acredito que
vai dar algo tão complicado quanto. Vamos torcer pra o campo sugerido dê algo mais tranquilo...

2π sen3 t cos3 t
∫0 ( 2 )
− , . (− sen t. 3cos2 t, cos t. 3sen2 t) dt
2

3 2π 3 2π
2 ∫0 2 ∫0
= sen4 (t)cos2 (t) + cos4 (t)sen2 (t) dt = sen2 (t)cos2 (t) (sen2 (t) + cos2 (t)) dt

2π 2π sen 2t 2 2π
2 ∫0 ( 2 )
3 3 3
2 ∫0 8 ∫0
= (sen (t) cos (t))2dt = dt = sen2 2tdt

O que não é nada absolutamente trivial, mas é bem mais viável que o que tínhamos tentado com
⃗ (0, x). É só lembrar que que sen2 θ = 1−cos 2θ
F= 2 , que vamos ter:

2π 2π 1 2π cos 4t 2π sen 4t ∣ 2π
8 (∫0 2 ) 16 ( 0 4 ∣0 )
3 3 3 3π
8 ∫0 ∫0
2
sen 2tdt = ∣
dt + dt = t│ + =
2 8

Resposta


8

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9. Teorema de Green
#
Teorema de Green
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (6) Exercícios UFRJ (3)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1$ 2 3$ 4 5$ 6
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II

4. Introdução às Integrais
Alternar para vídeo >>
!
! Triplas ' 8min

5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas Enunciado
PUC-RJ - Cálculo 3 - P4 2014.1 – 3
! 6. Parametrização de Curvas

7. Integral de Linha - Caso Use o Teorema de Green para calcular a área da região plana
! Escalar A do primeiro quadrante delimitada por
y = x, y = 1x e
8. Integral de Linha - Caso
! Vetorial y = x9 .

! 9. Teorema de Green
Responde Aí
( Teorema de Green

( Curvas Abertas
Pular para Gabarito
( Curvas Compostas

( Campos Singulares Passo 1


TEMPO SOBRANDO?
) * RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS A gente viu na teoria que podemos utilizar o teorema de Green para calcularmos a área de uma
região se lembrarmos que a área pode ser calculada pela integral dupla:
! 10. Campo Conservativo

∬A
11. Aplicação da Integral de Área = dxdy
! Linha

12. Parametrização de E nós precisamos usar o Teorema de Green para calcular isso:
! Superfícies

∬A ( ∂x ∂y )
∂F2 ∂F1
∮C
13. Integral de Superfície -
! Método Direto F. dr = − dxdy

! 14. Teorema de Stokes


Então, podemos dizer que a integral de linha sobre a borda dessa região A é igual a essa integral
! 15. Teorema de Gauss dupla sobre A. Sendo C , é claro, orientada no sentido anti-horário (positivo).

E a condição que temos que atender é, na verdade:

∂F2 ∂F1
− =1
∂x ∂y

Então, tudo o que precisamos é de um campo F que satisfaça essa condição. Vamos escolher um
fácil né? Pode ser:

F (x, y) = (0, x)

Nesse caso

∂F2 ∂F1
− =1−0=1
∂x ∂y

Show! Agora podemos aplicar Green:

∮C ∬A
F. dr = dxdy = Área

Logo, a área que queremos é dada pela integral de linha de F em C .

Passo 2

Vamos começar fazendo um esboço dessa região. Temos a reta y = x (em vermelho) e a reta
y = x/9, que tem inclinação menor que a primeira (em azul). Temos também a curva 1/x (em
verde):

A região é essa aí em cinza.

Então, a fronteira dessa região, que vai ser nossa curva C tem 3 partes, não é? Vamos precisar
calcular 3 integrais de linha.

Vamos chamar de C1 o segmento vermelho, de C2 o azul e C3 o verde. Isso nos dá:

∫C1 ∫C2 ∫C3


Área = F. dr + F. dr + F. dr

Passo 3

Vamos, agora, parametrizar esses segmentos:

C1 pertence à reta x = y , portanto;

C1 = (x, x)

Para achar o ponto final devemos achar a interseção

{y = 1
y=x 1
→x= ∴x=1
x
x

Assim, 0 ≤ x ≤ 1.
C2 pertence à reta y = x/9, logo:

x
C2 = (x, )
9

De novo, precisamos determinar a interseção

y = x9
{y = x
x 1
1
→ = ∴x=3
9 x

Ou seja, 0 ≤ x ≤ 3.

C3 pertence a
y = 1/x, o que nos dá:

C3 = (x, )
1
x

Com
x variando de
3a
1.

Passo 4

Agora vamos derivar essas parametrizações:

C1' = (1,1)

C2' = (1, )
1
9

C3' = (1, − 2 )
1
x

Passo 5

Agora, vamos aplicar a fórmula:

∫C ∫a
F (x, y) ⋅ dr = F (x (t), y (t)) ⋅ r ' (t)dt

Onde

F (x, y) = (0, x)

Para C1 :

F (x (x), y (x)) = (0, x)

Para C2 :

F (x (x), y (x)) = (0, x)

Para C3 :

F (x (x), y (x)) = (0, x)

Levando o que temos paras as integrais:

∫C1 ∫C2 ∫C3


Área = F. dr + F. dr + F. dr

0 3 1
(0, x). (1, )dx + (0, x). (1, − 2 )dx
1 1
∫1 ∫0 ∫3
Área = (0, x). (1,1)dx +
9 x

0 3 1
1 1
∫1 9 ∫0 ∫3 x
= x dx + x dx − dx =

Passo 6

Agora é só resolver isso aí

0 3
x2 ∣ x2 ∣
= ∣ + ∣ − ln x∣∣13 =
2 ∣1 18 ∣0

2 (⏟ )
1 1
= − + − ln 1 − ln 3 = ln 3
2 0

Resposta

ln 3

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9. Teorema de Green
#
Teorema de Green
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (6) Exercícios UFRJ (3)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1$ 2 3$ 4 5$ 6
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
George B. Thomas, Cálculo – volume 2, 11ª edição, São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009, pp. 504-9.
4. Introdução às Integrais
! Triplas

Use o teorema de Green para encontrar a circulação no sentido anti-horário para o campo
5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas F e a curva
C:
! 6. Parametrização de Curvas
F = (x + ex sin y)i + (x + ex cos y)j
7. Integral de Linha - Caso
! Escalar C: O laço do lado direito da lemniscata r 2 = cos 2θ .

8. Integral de Linha - Caso


! Vetorial
Responde Aí

! 9. Teorema de Green

' Teorema de Green


Pular para Gabarito

' Curvas Abertas

Passo 1
' Curvas Compostas

' Campos Singulares No enunciado ele já pede pra usar o Teorema de Green, mas mesmo que pudesse escolher, eu
nunca faria isso pela definição, imagina como ia ficar complicado parametrizar essa lemniscata...
TEMPO SOBRANDO?
( ) RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS Por sorte, o teorema simplifica bastante as coisas pra a gente:

! 10. Campo Conservativo

∬ ( ∂x ∂y )
∂F2 ∂F1
∮∂D 1
F dx + F2dy = − dxdy
11. Aplicação da Integral de
! Linha D

12. Parametrização de
! Superfícies Passo 2

13. Integral de Superfície -


! Método Direto Como a fórmula nos mostra, precisamos calcular as derivadas parciais:

∂F2
= 1 + ex cos y
! 14. Teorema de Stokes
∂x
! 15. Teorema de Gauss

∂F1
= ex cos y
∂y

Nada muito bizarro por enquanto, né?

Passo 3

Vamos jogando na fórmula, então:

∬ ( ∂x ∂y )
∂F2 ∂F1

x cos y − ex cos y dxdy
− dxdy = (1 + e )
D D


= 1dxdy
D

Mas agora não dá pra fugir, vamos ter que ver como que vai ficar esse domínio de D .

Passo 4

A fórmula da tal lemniscata (nossa, o que é isso??) já sugere algo com coordenadas polares, então
vamos usá-las. (Pra lembrar: (x, y) = (r cos θ, r sin θ))

Primeiro, vamos tentar entender o que é a imagem e, pra isso, vou “marcar” alguns pontos
importantes.

A curva começa com θ = 0 → r = 1, que é o valor máximo para r e, partir disso:

0 ≤ θ ≤ π4 → r é decrescente de 1 até 0 .
π < θ < 3π → r
4 4 não tem valor real definido, já que cos 2θ < 0.
3π ≤ θ ≤ π → r
4 crescente de 0 até 1.

π < θ < 5π
4 → r decrescente de 1 até 0
5π ≤ θ ≤ 7π → r
4 4 não definido, cos 2θ < 0.
7π ≤ θ ≤ 2π → r
4 crescente de 0 até 1.

Se você anotou tudo direitinho, acho que chegou perto de algo assim:

Eu sei, bem complicado, mas o que importa é que encontrar os limites, e agora fica mais tranquilo.

A parte do laço direito que o enunciado se refere deve ser a parte com x > 0 , mais especificamente,
π 7π
as partes que escrevemos 0 ≤ θ ≤ 4 e 4 ≤ θ ≤ 2π ; que, pra ficar bonitinho (e bem mais simples),
π π
podemos escrever − 4 ≤ θ ≤ 4 . Opa, já temos um dos limites!

E o outro é bem mais fácil, a região D é simplesmente o que está dentro da curva, ou seja,
‾‾‾‾‾
0 ≤ r ≤ √cos 2θ‾.

Agora é só resolver a integral, vamos ver como vai ficar.

Passo 5

Temos que:

(lembrando que dxdy = r ∙ drdθ)

π π π
4 √cos 2θ 4 r 2 √cos 2θ 4 cos 2θ

∬ ∫− π ∫0 ∫− π ∫
dxdy = r ∙ drdθ = │0 dθ = dθ =
2 π
−4 2
D 4 4

│− π = ( − (− )) =
sin 2θ π4 1 1 1
4 4 4 4 2

Viu? Até que não foi tão complicado assim, chato mesmo foi só entender a curva, mas agora já
resolvemos!

Resposta

1
2

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9. Teorema de Green
#
Teorema de Green
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (6) Exercícios UFRJ (3)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1 2 3
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
UFRJ, Cálculo 3, P1 - 2011.2, Questão 4
4. Introdução às Integrais
! Triplas

5. Métodos de Resolução de Calcule o trabalho do campo vetorial


F (x, y) = −y3, x 3 + y4earctg(y +1) ao longo da curva
( )
! Integrais Triplas 8

6. Parametrização de Curvas
C definida em coordenadas polares por
!
C : r 4 = sen 2 θ onde
7. Integral de Linha - Caso θ ∈ [0, π],
! Escalar
r ≥ 0 e orientada com
8. Integral de Linha - Caso
θ crescente.
! Vetorial

! 9. Teorema de Green Responde Aí

& Teorema de Green

& Curvas Abertas


Pular para Gabarito

& Curvas Compostas

Passo 1
& Campos Singulares

TEMPO SOBRANDO? Essa integral de linha parece complicada de se calcular diretamente pela definição, não é?
' ( RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS
Não se assuste, ela ficará bem mais simples quando aplicarmos o Teorema de Green.

! 10. Campo Conservativo Bem, pelo enunciado já sabemos que a curva está orientada positivamente, resta, então, saber
se ela é fechada. Veja que quando temos θ = 0 , r = 0 também. Quando aumentamos o valor
11. Aplicação da Integral de
! Linha de θ , r começa aumentar e depois a diminuir, até que em θ = π temos novamente r = 0 .
Portanto, em uma variação angular de π a curva volta ao mesmo ponto, ou seja, temos uma
12. Parametrização de
! Superfícies
curva fechada acima do eixo x .

13. Integral de Superfície -


! Método Direto

! 14. Teorema de Stokes

! 15. Teorema de Gauss

Faremos, então:

∬D ( ∂x )
∂F2 ∂F1
∫C
F ⋅ dr = − dxdy
∂y

Passo 2

Vamos agora calcular ( ∂x − ∂y ) :


∂F2 ∂F1

∂F2 ∂ ( ) = 3x 2
= (x + y e )
3 4 arctg y8+1
∂x ∂x

∂F1 ∂
= (−y3) = −3y2
∂y ∂y

( ∂x ∂y ) ( )
∂F2 ∂F1 2 + y2
− = 3 x

Passo 3

Aplicando o teorema de Green, temos:

∫C ∬D
F ⋅ dr = 3 x2 + y2dxdy

Escrevendo em coordenadas polares essa curva, temos 0 ≤ r ≤ √‾ ‾‾‾‾θ‾∣ , ou seja, r varia entre
∣sen
a origem e a equação da curva. Resta o intervalo de θ . Como já vimos, a curva volta ao valor
r = 0 com uma variação angular de π , temos, então 0 ≤ θ ≤ π .

Lembre-se de que para aplicarmos o Teorema de Green a curva deve ser percorrida apenas
uma vez!

π √∣sen θ∣
∫0 ∫0
2 2 2 2
3 (r cos θ + r sen θ)r drdθ =

π √∣sen θ∣
∫0 ∫0
=3 r 3 drdθ =

Passo 4

Integrando em relação a r :

π r 4 ∣ r=√∣sen θ∣
∫0
=3 ∣ dθ =
4 ∣ r=0

3 π
4 ∫0
= sen2 θdθ =

Passo 5

1−cos 2θ
Aplicando a equação do arco duplo sen2 θ = 2

3 π

= (1 − cos 2θ) dθ =
8 0

sen 2θ ∣π
= (θ − )
3
∣ =
8 2 ∣0

3
= (π − 0 − 0 + 0) =
8

Resposta


8

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! VOLTAR )
9. Teorema de Green
#
Teorema de Green
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (6) Exercícios UFRJ (3)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1 2 3
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
UFRJ, Cálculo 3, P1 - 2018.2, Questão 4
4. Introdução às Integrais
! Triplas

Questão 4: Use o teorema de Green para calcular a integral de linha da função vetorial
5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas

∫C ( )
3
( )
e x + y2 dx + x + y5 dy
! 6. Parametrização de Curvas

7. Integral de Linha - Caso


! Escalar onde
C é o bordo da região delimitada por
!
8. Integral de Linha - Caso
Vetorial x = y2 + 1 e
x = 5, orientado no sentido anti-horário.
! 9. Teorema de Green

Responde Aí
& Teorema de Green

& Curvas Abertas

& Curvas Compostas Pular para Gabarito

& Campos Singulares


Passo 1
TEMPO SOBRANDO?
' ( RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS
Antes de apresentar a igualdade do Teorema que vamos utilizar, que tal mudarmos a notação
! 10. Campo Conservativo dessa integral de linha?

∫C (
+ y2)dx + (x + y5)dy =
11. Aplicação da Integral de

∫C
x3
! Linha e Fd⃗ r ⃗

12. Parametrização de
! Superfícies
⃗ (ex3 + y2, x + y5) . É a mesma coisa só que escrita de uma forma mais “enxuta”!
Onde F =
13. Integral de Superfície -
! Método Direto Pois bem, o maravilhoso Teorema de Green nada mais é do que essa igualdade linda aqui:

∬D ( ∂x )
∂F2 ∂F1
∫C
! 14. Teorema de Stokes
Fd⃗ r =
⃗ − dA
∂y
! 15. Teorema de Gauss

Agora, para aplicar tal igualdade, temos que ter algumas hipóteses satisfeitas. Para verificar,
venha comigo!

Passo 2

As três hipóteses do Teorema, basicamente são:

1. Curva C fechada e delimitando D .

2. Orientada positivamente.


3. Campo F sem singularidades.

No nosso caso, todas elas estão sendo satisfeitas pelo problema, mas para verificar, me acompanhe
nos próximos passos!

Passo 3

Quanto à curva C fechada, isso acontece já que ela é borda de uma região limitada. Podemos
desenha-la para conferir!

Colocando as x = y2 + 1 e x = 5 no plano...

Olha a região aí no interior:

Passo 4

Para a orientação positiva, precisamos da curva girando no sentido anti-horário:

O que acontece já desde o enunciado!

Passo 5


Para a última análise, temos que verificar se o campo F não possui nenhuma singularidade no
interior de onde estamos trabalhando:

F = (e + y2, x + y5)
x3

Veja que ele é formado apenas por termos que são contínuas em qualquer ponto do plano! Logo,
essa última hipótese também está ok!|

Passo 6

Com essas três análises, podemos finalmente aplicar a igualdade do teorema como o enunciado nos
pede para resolver a integral de linha:

∬D ( ∂x ∂y )
∂F2 ∂F1
∫C
Fd⃗ r =
⃗ − dA

Calculando então essas derivadas parciais dado que:

⎛ ⎞
⎜ 3 ⎟
⃗ ⎜ex + y2, x + y5⎟ →
F= ⎜ ⎟
⎜ ⎟
⎝ F1 F2 ⎠

∂F2 ∂F1
=1 e = 2y
∂x ∂y

Logo, a integral dupla que precisaremos resolver é:

∬D
(1 − 2y)dA

Vamos nessa?

Passo 7

Para calcular tal integral, a primeira coisa a se fazer é descrever a região D :

Veja que podemos fazer isso utilizando a classificação em região do tipo 2 , onde x varia da
parábola à reta, enquanto o y varia entre o ponto (bolinha) de baixo em azul, ao ponto de cima:

parábola ≤ x ≤ reta

ponto de baixo ≤ y ≤ ponto de cima

A parábola possui equação x = y2 + 1 e a reta x = 5 :

y2 + 1 ≤ x ≤ 5

Enquanto os pontos para os limites de y , são provenientes da intersecção entre a reta e parábola:

⎧ x = y2 + 1

⎨ → y2 + 1 = 5 →

⎩ x=5

y2 = 4 → y = ±2

Então...

−2 ≤ y ≤ 2

Passo 8

Finalmente, calculando a integral dupla:

2 5
∬D ∫−2 ∫y2+1
(1 − 2y)dA = (1 − 2y) dxdy =

2 5 2
∫−2 (∫y2+1 ) ∫−2
(1 − 2y) dx dy = (1 − 2y) (5 − (y2 + 1))dy =

2 2
∫−2 ∫−2
(1 − 2y) (4 − y2)dy = 4 − y2 − 8y + 2y3dy =

y3 4 2
( 4 )−2
2y
4y − − 4y2 + =
3

23 4 3 4
( 4 ) ( 4 )
2 ⋅ 2 (−2) 2(−2)
4⋅2− − 4 ⋅ 22 + − 4 (−2) − − 4(−2)2 + =
3 3

Simplificando...

(8 − − 16 + 8) − (−8 + − 16 + 8) =
8 8
3 3

(− 3 ) − ( 3 − 16) = − 3 + 3 =
8 8 16 48

32
3

Resposta

32
3

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9. Teorema de Green
#
Curvas Abertas
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (5) Exercícios UFRJ (10)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1$ 2$ 3$ 4 5
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II

4. Introdução às Integrais
Alternar para vídeo >>
!
! Triplas ' 7min

5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas Enunciado
UFRJ - Cálculo 3 - P1 2013.2 – 4
! 6. Parametrização de Curvas

7. Integral de Linha - Caso Calcular a integral de linha da função vetorial


! Escalar

( )
8. Integral de Linha - Caso (sec y)2etg y
! F (x, y) = x + 2y, + 4x
Vetorial 2

! 9. Teorema de Green Ao longo da curva que liga o ponto


(2,0) ao ponto
( Teorema de Green
(0,0) e é definida pela equação
( Curvas Abertas
− (x − 1)‾2 .
y = √1‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾

( Curvas Compostas
Responde Aí
( Campos Singulares

TEMPO SOBRANDO?
) * RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS
Pular para Gabarito
! 10. Campo Conservativo

11. Aplicação da Integral de Passo 1


! Linha

12. Parametrização de Essa integral de linha parece complicada de se calcular diretamente pela definição, não é? O campo
! Superfícies vetorial envolve secantes, tangentes, termos não muito agradáveis de se trabalhar! Vamos tentar,
então, aplicar o Teorema de Green e ver se encontramos algo mais simples.
13. Integral de Superfície -
! Método Direto
A curva C em que devemos integrar é uma semicircunferência, pois, elevando a equação ao
quadrado, temos
! 14. Teorema de Stokes

! 15. Teorema de Gauss y2 = 1 − (x − 1)2 → (x − 1)2 + y2 = 1

Passo 2

Como y deve ser maior que zero, queremos a parte de cima da circunferência de raio 1 centrada
em (1,0) . Mas essa curva não é fechada, certo? Então vamos fechá-la na maneira mais simples: com
um segmento de reta σ que liga seus pontos final e inicial.

A curva final será, portanto:

Veja que ela está orientada positivamente, não se esqueça disso!

Aplicando, então, o Teorema de Green, teremos, então:

∬D ( ∂x ∂y )
∂F2 ∂F1
∫C ∫σ
F ⋅ dr + F ⋅ dr = − dxdy

( )
∂F2 ∂F1
∫C ∬D ∂x ∫σ
F ⋅ dr = − dxdy − F ⋅ dr
∂y

Passo 3

Vamos agora calcular ( ∂x − ∂y ) :


∂F2 ∂F1

∂ (sec y)2etg y
( )
∂F2
= + 4x = 4
∂x ∂x 2

∂F1 ∂
= (x + 2y) = 2
∂y ∂y

( ∂x )
∂F2 ∂F1
− =2
∂y

Passo 4

Aplicando o teorema de Green, temos:

∫C ∫σ ∬D
F ⋅ dr + F ⋅ dr = 2 dxdy = 2 ⋅ (área)D

Como se trata de uma semicircunferência de raio 1 , temos:

π ⋅ 12
∫C ∫σ ( 2 )
F ⋅ dr + F ⋅ dr = 2 ⋅ =π

Passo 5

Falta, agora, calcular a integral sobre o segmento σ , para isso, vamos parametrizá-lo. Como temos o
⃗ (x, 0),
ponto inicial (0,0) e o final (2,0) ligados pela reta y = 0 , uma boa parametrização seria σ =
onde temos 0 ≤ x ≤ 2 (y é constante e x varia).

Derivando essa expressão, temos σ' = (1,0)

Passo 6

Montando a integral de linha sobre σ teremos:

2 (sec 0)2etg 0
∫σ ∫0 ( ) ( )
F ⋅ dr = x + 0, + 4x ⋅ 1,0 dx
2

Veja que escrevemos o campo F em função da parametrização de σ .

x2 ∣2
2
∫σ ∫0
F ⋅ dr = x dx = ∣ =2
2 ∣0

Passo 7

Fazendo a diferença entre esses dois resultados, finalmente calculamos a integral sobre C :

∫C
F ⋅ dr = π − 2

Resposta

π−2

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9. Teorema de Green
#
Curvas Abertas
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (5) Exercícios UFRJ (10)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1$ 2$ 3$ 4 5
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II

4. Introdução às Integrais
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5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas Enunciado
Diomara Pinto e Maria Cândida Ferreira Morgado, Cálculo Diferencial e Integral de Funções de Várias Variáveis, 3ª ed. Rio de Janeiro: UFRJ, 2004, pp.
! 6. Parametrização de Curvas 229 ex. 6.8

7. Integral de Linha - Caso


! Escalar Calcule
∫C ex sen y dx + (ex cos y + x)dy , onde
!
8. Integral de Linha - Caso
Vetorial
C é o arco da circunferência
x 2 + y2 = 1 , no primeiro quadrante, orientado no sentido anti-horário.

! 9. Teorema de Green

Responde Aí
( Teorema de Green

( Curvas Abertas

( Curvas Compostas Pular para Gabarito

( Campos Singulares
Passo 1
TEMPO SOBRANDO?
) * RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS
Vamos fazer um esboço da curva:
! 10. Campo Conservativo

11. Aplicação da Integral de


! Linha

12. Parametrização de
! Superfícies

13. Integral de Superfície -


! Método Direto

! 14. Teorema de Stokes

! 15. Teorema de Gauss

A parametrização desse arco envolveria senos e cossenos, que, quando substituídos na expressão
do campo vetorial, tornariam a integral muito complicada. Vamos, então, aplicar o Teorema de
Green aqui.

Passo 2

Perceba que a curva C em que vamos integrar não é fechada, ela é composta apenas pelo arco de
circunferência. O que faremos então? Vamos fechá-la, formando uma curva S = C ∪ C1 ∪ C2 ,
onde C1 é o segmento de reta horizontal e C2 o vertical. Vamos orientar essa curva S de
positivamente.

Teremos, então:

∬D ( ∂x ∂y )
∂F2 ∂F1
∫S ∫C ∫c1 ∫C2
− dxdy = F ⋅ dr = F ⋅ dr + F ⋅ dr + F ⋅ dr

Agora, vamos isolar o termo que queremos, ∫C F. dr :

∬D ( ∂x ∂y )
∂F2 ∂F1
∫C ∫c1 ∫C2
F ⋅ dr = − dxdy − F ⋅ dr − F ⋅ dr

Como os segmentos C1 e C2 são simples de parametrizar, vamos calculá-los pela definição mesmo.

Passo 3

O campo vetorial da questão pode ser escrito como F = (ex sen y , ex cos y + x)

Vamos agora calcular ( ∂x − ∂y ) :


∂F2 ∂F1

∂F2 ∂ x
= (e cos y + x) = ex cos y + 1
∂x ∂x

∂F1 ∂ x
= (e sen y) = ex cos y
∂y ∂y

( ∂x ∂y )
∂F2 ∂F1 x cos y + 1 − ex cos y = 1
− = e

Sendo S a fronteira da nossa região D , aplicando o teorema de Green, temos:

π
∫S ∬D
F ⋅ dr = 1dxdy = (área)D =
4

Calma, essa ainda não é a resposta, ainda precisamos calcular a integral em C1 e em C2 . Guarde
esse resultado.

Passo 4

Vamos parametrizar os segmentos C1 e C2 .

Para C1 : Este é um segmento horizontal em que y = 0 e x varia, portanto, podemos parametrizá-lo



assim: σ1 = (x, 0), onde x varia de 0 a 1 .

Para C2 : Este é um segmento vertical em que x = 0 e y varia, portanto, podemos parametrizá-lo



assim: σ2 = (0, y), onde y varia de 1 a 0 .

Passo 5

Agora precisamos derivar essas parametrizações:


σ1' = (1,0)


σ2' = (0,1)

Passo 6

Substituindo esses valores na fórmula que vimos capítulo passado:

b
∫a
F (x (t), y (t))⋅σ' ⃗(t) dt

Temos:

1 1
∫c1 ∫0 ∫0
F ⋅ dr = ( ex sen 0 , ex cos 0 + x) ⋅ (1,0)dx = ( 0 , ex + x) ⋅ (1,0)dx = 0

0
∫C2 ∫1
0 0
F ⋅ dr = (e sen y , e cos y + 0) ⋅ (0,1)dy =

0
∫1
= cos ydy = sen y∣∣01 = − sen 1

Passo 7

O que queremos é a integral em C . Temos que:

∫C ∫S ∫c1 ∫C2
F ⋅ dr = F ⋅ dr − F ⋅ dr − F ⋅ dr

Substituindo os resultados que encontramos:

π
∫C
F ⋅ dr = − 0 − (− sen 1) =
4

Resposta

π
+ sen 1
4

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9. Teorema de Green
#
Curvas Abertas
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (5) Exercícios UFRJ (10)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1$ 2$ 3$ 4 5
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II

4. Introdução às Integrais
Alternar para vídeo >>
!
! Triplas ' 10min

5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas Enunciado
USP - Cálculo 3 - P2 2010 – 3
! 6. Parametrização de Curvas

7. Integral de Linha - Caso Calcule


∫γ (y + cos(x 2 + 1))dx + (x 2 + y ln (y2 + 1))dy , onde
! Escalar

8. Integral de Linha - Caso


γ é a parte da curva
! Vetorial x = 1 − 4y2 contida no semiplano
x ≥ −3 orientada no sentido anti-horário.
! 9. Teorema de Green

( Teorema de Green Responde Aí

( Curvas Abertas

( Curvas Compostas Pular para Gabarito

( Campos Singulares

TEMPO SOBRANDO?
Passo 1
) * RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS

Bom, já deu para ver que calcular essa integral aí pela definição deve dar muito trabalho, né?
! 10. Campo Conservativo
Vamos tentar aplicar Green então. Temos:

11. Aplicação da Integral de


! Linha ∂F2 ∂F1
− = 2x − 1
∂x ∂y
12. Parametrização de
! Superfícies
Bom, como é uma expressão relativamente simples, quer dizer que estamos no caminho certo.
13. Integral de Superfície -
! Método Direto Passo 2

! 14. Teorema de Stokes


Pelo Teorema de Green, considerando C uma curva fechada orientada no sentido anti-horário e D
a região limitada por ela, temos:
! 15. Teorema de Gauss

∬D ( ∂x )
∂F2 ∂F1
∫c ∬
F ⋅ dr = − dxdy = 2x − 1dxdy
∂y D

Mas o problema pede a integral de linha na curva x = 1 − 4y2 contida no semiplano x ≥ −3 . Ou


seja, uma parábola com simetria em x , que vai de x = −3 a x = 1 :

Logo, essa curva é aberta, precisamos fechar!

Então vamos fechá-la, com uma reta mesmo, que liga os pontos final e inicial, no mesmo sentido do
arco:

Então, sendo C a união a parábola γ com a o segmento de reta orientados positivamente, temos:

∫C ∫γ ∫r ∬D
F ⋅ dr = F ⋅ dr + F ⋅ dr = 2x − 1dxdy

∫γ ∬D ∫r
F ⋅ dr = 2x − 1dxdy − F ⋅ dr

Onde D é a região em cinza na figura acima. Então, para encontrar a integral que queremos,
precisamos resolver a integral dupla e a integral de linha na reta.

Passo 3

Vamos começar pela integral dupla. Descrevendo a região D como tipo II, temos x entre x = −3 e
x = 1 − 4y2 e y desde −1 até 1 , como podemos ver na figura. Levando para a integral, temos:

1 1−4y2
∬D ∫−1 ∫−3
2x − 1 dxdy = 2x − 1 dxdy

1 2
1−4y
∫−1
2 ∣
x − x∣−3 dy =
=

1 2
∫−1
2 2
= (1 − 4y ) − 1 + 4y − 12dy =

1
∫−1
= −4y2 + 16y4 − 12dy =

16y5 4y3 ∣1
= − − 12y∣ =
5 3 ∣−1

= 4 ( − − 3) − 4 (− + + 3) =
4 1 4 1
5 3 5 3

304
=−
15

Passo 4

Agora vamos resolver a integral de linha no segmento de reta. Vamos começar parametrizando o
segmento.

Como o segmento pertence à reta x = −3 , podemos usar essa parametrização aqui:

r (y)
⃗ = (−3, y)

Onde y vai de 1 a −1 (por causa da orientação de r ).

Agora vamos derivar essa parametrização:


r' = (0,1)

Escrevendo o campo

F (x, y) = (y + cos(x2 + 1)1, x2 + y ln (y2 + 1))

Nas variáveis da parametrização, temos:

F (x(y), y(y)) = (y + cos 10, 9 + y ln (y2 + 1))

Podemos, então, substituir os valores que encontramos na fórmula abaixo:

b →
∫r ∫a
F ⋅ dr = F (x (y), y (y)) ⋅ r' dy

−1
∫r ∫1
2
F ⋅ dr = (y + cos 10, 9 + y ln (y + 1)) ⋅ (0,1) dy =

−1
∫1
9 + y ln (y2 + 1) dy =

Integral y ln (y2 + 1) dá trabalho, né? Aqui, você pode pensar no seguinte: como essa função é
ímpar (f (y) = −f (−y)), o seu gráfico é espelhado em relação ao eixo y , ou seja, toda a área que
temos de −1 a 0 é igual à que temos de 0 a 1 , porém, uma integral terá sinal contrário à outra. Isso
quer dizer que a integral de −1 a 1 será igual a zero! Logo:

−1
∫1
9 dy =

= 9y∣∣−1
1 =

= −18

Passo 5

Agora vamos substituir os valores que encontramos para calcular o que o problema pediu:

∫γ ∬D ∫r
F ⋅ dr = 2x − 1 dxdy − F ⋅ dr

304 34
∫γ
F ⋅ dr = − − (−18) = −
15 15

Resposta

34

15

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Curvas Abertas
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! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1$ 2$ 3$ 4 5
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
USP - Cálculo 3 - P2 2015 - 2
4. Introdução às Integrais
! Triplas

Calcule
5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas ∫γ (sen (x 2) − y2)dx + (xy + y3)dy para
γ a curva dada por
! 6. Parametrização de Curvas
x 2 − 2x + y2 − 2y = 7 com
x ≤ 1 percorrida no sentido anti-horário.
7. Integral de Linha - Caso
! Escalar

8. Integral de Linha - Caso


! Vetorial
Responde Aí

! 9. Teorema de Green

Pular para Gabarito


' Teorema de Green

' Curvas Abertas Passo 1


' Curvas Compostas
Para escrever a curva na forma paramétrica teríamos que usar senos e cossenos, o que tornaria a
' Campos Singulares integral muito complicada. Portanto, calcular essa integral pela definição não é uma boa. Vamos
tentar usar o Teorema de Green aqui então.
TEMPO SOBRANDO?
O campo vetorial da questão pode ser escrito como F = (sen (x 2) − y2, xy + y3)
( ) RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS

Vamos agora calcular ( ∂x − ∂y ) :


10. Campo Conservativo ∂F2 ∂F1
!

11. Aplicação da Integral de


! Linha ∂F2
=y
∂x
12. Parametrização de
! Superfícies

∂F1
13. Integral de Superfície - = −2y
! Método Direto ∂y

! 14. Teorema de Stokes

( ∂x )
∂F2 ∂F1
− = y − (−2y) = 3y
! 15. Teorema de Gauss ∂y

Essa é uma expressão simples, quer dizer que estamos no caminho certo!

Passo 2

Beleza, vamos aplicar Green então, mas em que região? Vamos primeiro descobrir quem é essa
curva γ do enunciado:

x2 − 2x + y2 − 2y = 7

Completando esses quadrados, temos:

(x − 1)2 + (y − 1)2 = 7 + 1 + 1 = 9

2 2
A equação (x − 1) + (y − 1) = 9 é uma circunferência de raio 3 centrada em (1,1) , certo?

Como o problema diz que x ≤ 1 , temos isso aqui:

Mas para aplicar o Teorema de Geen, nós precisamos de uma curva fechada e orientada
positivamente, não é? Vamos fechar isso aí com uma reta:

Como o enunciado já dizia que γ está orientada no sentido anti-horário, tá tudo ok então.

Agora podemos aplicar Green:

( )
∂F2 ∂F1
∫γ ∫r ∬D ∂x ∬D
F ⋅ dr + F ⋅ dr = − dxdy = 3y dxdy
∂y

Onde r é a reta do desenho e D é a região entre o arco e a reta.

Passo 3

Como a região D está compreendida entre um arco de circunferência e uma reta, a melhor saída
aqui são as coordenadas polares. Faremos:

x = r cos θ + 1

y = r sen θ + 1

∣J ∣ = r

Esses termos
+1 que adicionamos na mudança polar estão aí porque a circunferência está deslocada da origem,
lembra? Temos
(x − 1)2 + (y − 1)2 = 9 . Adicionando os termos
+1 , nós “levamos” o novo sistema de coordenadas para o centro da circunferência, que passa a ser
escrita como
r = raio = 3 .
Isso ocorre porque o
+1 da mudança polar faz desaparecer o
−1 da equação da circunferência, tornando sua equação
r2 = 9.
Bom, sabemos então que
0 ≤ r ≤ 3 . Como temos meia volta da circunferência, olhando para o gráfico e lembrando que o
novo eixo de coordenadas está no seu centro, vemos que
π ≤ θ ≤ 3π .
2 2
Agora, fazendo a mudança polar na integral, temos:

3π/2 3

∫γ ∫r ∫π/2 ∫0
F ⋅ dr + F ⋅ dr = 3 (r sen θ + 1)rdrdθ

3π/2 3 3
r r2 ∣
∫π/2
=3 sen θ + ∣ dθ =
3 2 ∣0

3π/2
9
∫π/2
=3 9sen θ + dθ =
2

9θ ∣ 3π/2
= 3(−9 cos θ + ) ∣ =
2 ∣ π/2

= 3 (0 +
4 )
27π 9π
−0− =
4

27π
∫γ ∫r
F ⋅ dr + F ⋅ dr =
2

Passo 4

Agora precisamos parametrizar essa reta que criamos.

Temos um segmento que pertence à reta


x = 1 (para qualquer
y), portanto, podemos parametrizá-lo assim:

⃗ = (1, y)
r (y)

Pela figura, vemos que −2 ≤ y ≤ 4.

⃗ = (0,1)
r ' (y)

Agora vamos substituir esses valores na fórmula:

∫a
F (x (x), y (x)) ⋅ σ ' ⃗dx

Aplicando a parametrização na expressão do campo:

F (x (x), y (x)) = (sen (x 2) − y2, xy + y3)

A integral fica:

∫−2 (sen (1) − y , y + y ) ⋅ (0,1) dy =


= 2 3

∫−2
= y + y3 dy =

4
y2 y 4 ∣
= + ∣ =
2 4 ∣−2

= 8 + 64 − (2 + 4) = 66

= 66

Passo 5

Agora vamos encontrar o que queremos:

( )
∂F2 ∂F1
∫γ ∬D ∫r
F ⋅ dr = − dxdy − F ⋅ dr
∂x ∂y

27π
∫γ
F ⋅ dr = − 66
2

Resposta

27π
− 66
2

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9. Teorema de Green
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Curvas Abertas
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (5) Exercícios UFRJ (10)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
UFRJ, Cálculo 3, P1 - 2012.1, Questão 4
4. Introdução às Integrais
! Triplas

Seja
5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas γ uma curva simples
C 1 por partes, contida no conjunto aberto:
! 6. Parametrização de Curvas

7. Integral de Linha - Caso


U = {(x, y) ∈ ℝ2∣∣x > 0, y > 0}
! Escalar

Com exceção no ponto inicial


8. Integral de Linha - Caso
! Vetorial A = (1,0) e do ponto final
B = (2,0). Supondo que a área limitada pela curva
! 9. Teorema de Green γ e pelo eixo cartesiano
x é dada por
& Teorema de Green π , calcule:

[(6y + 4) (x + y ) − y] dx + x dy
& Curvas Abertas 2 2

∫γ x 2 + y2
& Curvas Compostas

& Campos Singulares

TEMPO SOBRANDO? Responde Aí


' ( RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS

! 10. Campo Conservativo

11. Aplicação da Integral de Pular para Gabarito


! Linha

!
12. Parametrização de Passo 1
Superfícies

13. Integral de Superfície - Como não temos a equação que descreve a curva γ para utilizar a definição de integral de linha, a
! Método Direto
única saída aqui é aplicar o Teorema de Green. Mas primeiro temos que analisar a orientação da
curva e ver se ela é fechada.
! 14. Teorema de Stokes
Vamos fazer um esboço dessa curva γ . Sabemos que ela vai do ponto (1,0) ao ponto (2,0) , sempre
! 15. Teorema de Gauss com x > 0 e y > 0 , ou seja, não é fechada. Como temos o valor da área entre essa curva que o eixo
x , vamos fechá-la com um segmento de reta σ desse eixo, criando um domínio D cuja área
conhecemos. Mas ainda temos um problema: podemos orientar positivamente o segmento de reta,
mas a curva γ está orientada no outro sentido pelo próprio enunciado.

O que nós queremos é γ_ (a mesma curva, com orientação oposta). Teremos:

∬D ( ∂x ∂y )
∂F2 ∂F1
∫γ_ ∫σ
F ⋅ dr + f ⋅ dr = − dxdy

Mas nós já vimos que quando invertemos a orientação de uma curva temos:

∫γ_ ∫γ
F ⋅ dr = − F ⋅ dr

Então podemos reescrever:

( )
∂F2 ∂F1
∫γ ∫σ ∬D ∂x
− F ⋅ dr + f ⋅ dr = − dxdy
∂y

∬D ( ∂x ∂y )
∂F2 ∂F1
∫γ ∫σ
F ⋅ dr = f ⋅ dr − − dxdy

Passo 2

O campo vetorial pode ser escrito como F = (6y + 4 − x2+y2, x2+y2)


x y

Vamos agora calcular ( ∂x − ∂y ) :


∂F2 ∂F1

x2 + y2 − x(2x) −x2 + y2
∂x ( x2 + y2 )
∂F2 ∂ x
= = 2 =
∂x 2 + y2 2
( ) ( )
x 2 + y2 x

x2 + y2 − y(2y) (−x + y )
2 2

∂y ( x + y2 )
∂F1 ∂ y
= 6y + 4 − 2 =6− 2 =6+
∂y 2 + y2 2
( x 2 + y2
) ( x )

( ∂x − ∂y ) = −6
∂F2 ∂F1

Passo 3

Aplicando o teorema de Green, temos:

∫γ ∫σ ∬D ∬D
− F ⋅ dr + f ⋅ dr = (−6)dxdy = −6 dx dy
 
Área de D

Conforme dito no enunciado, a área entre a curva e o eixo vale π. Assim, temos que

∫γ ∫σ
− F ⋅ dr + f ⋅ dr = −6π

Agora precisamos calcular a integral ao longo de σ .

Passo 4

Temos um segmento de reta em que y = 0 e x varia entre 1 e 2 , portanto, podemos parametrizá-lo


assim:

⃗ (x, 0)
σ=

1≤x≤2

Derivando essa parametrização, temos:

σ' ⃗ = (1,0)

Passo 5

Substituindo esses valores na fórmula que vimos capítulo passado:

b
∫a
F (x (t), y (t)) ⋅ σ' ⃗(t) dt

2
∫1 ( )
x
0 + 4 − 0, 2 ⋅ (1,0)dx =
x +0

2
∫1
= 4dx =

= 4x∣∣21 = 4

Passo 6

O que queremos é a integral sobre γ ,então, vamos substituir esses valores em:

∬D ( ∂x ∂y )
∂F2 ∂F1
∫γ ∫σ
F ⋅ dr = f ⋅ dr − − dxdy

∫γ
F ⋅ dr = 4 − (−6π) =

Resposta

6π + 4

$ Anterior Próximo exercício %

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9. Teorema de Green
#
Curvas Abertas
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (5) Exercícios UFRJ (10)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
UFRJ, Cálculo 3, PF - 2014.2, Questão 1b
4. Introdução às Integrais
! Triplas

Seja
5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas C a curva em
ℝ2 parametrizada por
! 6. Parametrização de Curvas

σ (t) = (t − sen (t), 1 − cos (t)) t ∈ [0,2π]


7. Integral de Linha - Caso
! Escalar

Calcule a área que fica entre a curva e o eixo x.


8. Integral de Linha - Caso
! Vetorial
⃗ que
Sugestão: aplicar o Teorema de Green, usando um campo vetorial F tal

! 9. Teorema de Green
∂F2 ∂F1
− =1
∂x ∂y
& Teorema de Green

& Curvas Abertas

Responde Aí
& Curvas Compostas

& Campos Singulares

TEMPO SOBRANDO? Pular para Gabarito


' ( RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS

! 10. Campo Conservativo


Passo 1
11. Aplicação da Integral de
! Linha Antes de tudo vamos entender que região é essa. Repare que os pontos inicial e final da curva são

12. Parametrização de
! Superfícies σ (0) = (0,0)

13. Integral de Superfície -


! Método Direto
σ (2π) = (2π, 0)
! 14. Teorema de Stokes
Isso quer dizer que ela começa no eixo x e volta para ele. Então, para termos uma região fechada,
! 15. Teorema de Gauss vamos criar o segmento de reta que vai de (0,0) a (2π, 0) .

Agora repare que a curva do problema vai desde (0,0) a (2π, 0) , ou seja, ela gira no sentido horário.
Para termos uma orientação positiva, então, queremos a curva oposta a essa, σ −.

Assim, podemos aplicar o Teorema de Green:

∬D ( ∂x )
∂F2 ∂F1
∫σ− ∫r
F. dr + F. dr = − dxdy
∂y

Sendo as curvas orientadas positivamente (anti-horário)e sendo D a região limitada por elas.

Passo 2

Tá, mas nós queremos a área de D , e aí? Vamos forçar isso a aparecer encontrando um campo F
(como sugere a questão) tal que

∂F2 ∂F1
− =1
∂x ∂y

Pode ser

⃗ y) = (−y, 0)
F (x,

Isso nos dá

∫σ− ∫r ∬D ( )
F. dr + F. dr = dxdy = Área D

∫r ∫σ
Área (D) = F. dr − F. dr

Passo 3

Agora precisamos resolver essas integrais de linha. Começando pela curva do problema: como ela
já está parametrizada, o próximo passo é derivar essa parametrização.

σ ' (t) = (1 − cos (t), sen (t))

Agora a gente usa a fórmula

b
∫σ ∫a
F (x, y)ds = F (x (t), y (t)) ⋅ σ' dt

F (x (t), y (t)) = (−(1 − cos (t), 0) = (cos(t) − 1,0)


∫σ ∫0
F (x, y)ds = (cos(t) − 1,0). (1 − cos (t), sen (t))dt


∫0
= −(1 − cos (t))2dt =


∫0
= −1 + 2 cos (t) − cos2 (t)dt =

Temos

2 1 + cos(2t)
cos (t) =
2

O que nos dá

2π 1 + cos(2t)
∫0
= −1 + 2 cos (t) − dt =
2

2π 3 1
∫0
= − + 2 cos (t) − cos(2t)dt =
2 2

3θ 1 ∣2π
=− + 2sen (t) − sen (2t)∣ =
2 4 ∣0

= −3π

Passo 4

Agora, precisamos da integral no segmento que vai de (0,0) a (2π, 0) . Como o segmento pertence à
reta y = 0 , podemos parametrizá-lo assim:

r (t) = (x, 0)

Onde 0 ≤ x ≤ 2π .

Derivando isso aí

r' (t) = (1,0)

Agora, vamos usar a fórmula

b
∫r ∫a
F (x, y)ds = F (x (x), y (x)) ⋅ σ' dx

F (x (x), y (x)) = (0,0)

O que nos dá

b
∫r ∫a
F (x, y)ds = (0,0). (1,0)dx = 0

Passo 5

Temos então

∫r ∫σ
Área (D) = F. dr − F. dr = 3π

Resposta

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9. Teorema de Green
#
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! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
UFRJ, Cálculo 3, P1 - 2016.1, Questão 4b
4. Introdução às Integrais
! Triplas

Calcule a integral de linha


5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas

∫C
! 6. Parametrização de Curvas F ∙⃗ d r ⃗

7. Integral de Linha - Caso


! Escalar Onde
C é a parte da curva
!
8. Integral de Linha - Caso
Vetorial x = 1 − y2 , que se encontra entre
y = −1 e
y = 1, orientada de modo que
! 9. Teorema de Green
(0, −1) é o seu ponto inicial, e
& Teorema de Green
⃗ y) = (x 3ecos x + xy, y2 + x 2)
F (x,
& Curvas Abertas

& Curvas Compostas


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& Campos Singulares

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' ( RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS
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! 10. Campo Conservativo

!
11. Aplicação da Integral de Passo 1
Linha

12. Parametrização de Bem, com um campo desse a integral parece meio inviável de se calcular pela definição, né?
! Superfícies
Mas com Green as coisas devem simplificar bastante, já que:
13. Integral de Superfície -
! Método Direto
∂F2 ∂F1
− = 2x − x = x
! 14. Teorema de Stokes ∂x ∂y

! 15. Teorema de Gauss Só que pra podermos aplicar o teorema, temos que garantir que a curva é fechada. Vamos ver:

Bem, dá pra ver que nesse pedaço que ele quer, que é entre y = −1 e y = 1 , a curva não é fechada.

Então vamos ter que fechar a curva. Podemos simplesmente criar a reta γ que liga o ponto (0, 1) ao
(0, −1), ficando com algo assim:

E agora sim podemos aplicar Green nessa região fechada, já orientada positivamente:

( )
∂F2 ∂F1
∫∂D ∬D ∂x
F ∙⃗ d r =
⃗ − dA
∂y

Então, para acharmos a integral sobre C , vamos fazer:

∬D ( ∂x )
∂F2 ∂F1
∫∂D ∫C ∫γ
F ∙⃗ d r =
⃗ F ∙⃗ d r +⃗ F ∙⃗ d r =
⃗ − dA
∂y

∬D ( ∂x ∂y )
∂F2 ∂F1
∫C ∫γ
⇒ F ∙⃗ d r =
⃗ − dA − F ⃗ dr ⃗

Eita, mas ai vamos ter que calcular uma integral de linha pela definição de qualquer jeito, né?

Mas calma, que agora temos uma reta de x = 0 , o que deve simplificar bastante as coisas, já é bem
melhor do que tinhamos antes. Então vamos logo às contas!

Passo 2

Vamos começar pela integral dupla lá, que vimos que o termo é bem tranquilo:

∬D ( ∂x )
∂F2 ∂F1

− dA = x dA
∂y D

A região é bem tranquila também:

−1 ≤ y ≤ 1, 0 ≤ x ≤ 1 − y2

Então, vamos ter:

1 1−y2
∬D ∫−1 ∫0
x dA = x dxdy

1 x2 1 1 1 1
1−y2 2
∫−1 2 2 ∫−1 2 ∫−1
⇒ │0 dy = ( 1 − y2) dy = 1 − 2y2 + y4dy

2y3 1 y5 1
2[ ] 2
│−1 + │−1 = [2 − + ]
1 1 1 4 2
⇒ y│−1 −
3 5 3 5

8

15

Tranquilo, vamos ver a integral de linha agora!

Passo 3

Só tá faltando aquela integral de linha sobre γ , que vamos calcula rpela fómula mesmo:

b
∫γ ∫a
F ∙⃗ d r =
⃗ ⃗ (t), y (t)) ∙ σ' ⃗(t)dt
F (x

Então primeiro de tudo precisamos da parametrização. Como temos uma reta com x = 0 , é algo
bem simples, só fica ligado na orientação, pois a curva precisa ir de (0,1) a (0, −1), e nao o
contrário. Mas então vamos ter:

γ : σ (t)
⃗ = (0, −t), − 1 ≤ t ≤ 1

O vetor tangente também é tranquilinho:

(t) = ( , ) = (0, −1)


dx dy
σ' ⃗
dt dt

E aquele campo bizarro do início da questão fica simplesmente:

⃗ (t), y (t)) = ((0)3ecos(0)+ (0) (−t), (−t)2 + (0)2) = (0, t 2)


F (x

Super de boa, né? Agora é só calcular!

Passo 4

Vamos jogar tudo na fórmula:

b 1
∫a ∫−1
⃗ (t), y (t)) ∙
F (x σ' ⃗ (t)dt = 2
(0, t ) ∙ (0, −1)dt

1 t3 1 2
∫−1
t 2 │
⇒ − dt = − =−
3 −1 3

Super tranquilo também!

Passo 5

Agora que ja temos tudo, é só jogar na relação que tinhamos lá em cima:

∬D ( ∂x ∂y )
∂F2 ∂F1
∫C ∫γ
F ∙⃗ d r =
⃗ − dA − F ⃗ dr ⃗

15 ( 3 )
8 2 18
∫C
⇒ F ⃗ r
∙d =⃗ − − =
15

6
=
5

Um resultado até simpático, eu diria... haha

Resposta

6
5

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9. Teorema de Green
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! Duplas

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Enunciado
UFRJ, Cálculo 3, PF - 2016.1, Questão 2
4. Introdução às Integrais
! Triplas

Seja
5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas C uma curva orientada, composta dos segmentos de reta que ligam os pontos
(0,0) a
! 6. Parametrização de Curvas (0, b) ,
(0, b) a
!
7. Integral de Linha - Caso
Escalar
(a, b) ,
(a, b) a
8. Integral de Linha - Caso (a, 0) , onde
! Vetorial
ae
b são números reais positivos. Mostre que:
! 9. Teorema de Green

∫C (
& Teorema de Green yf ' (x))dx + (x + f (x))dy = −ab

& Curvas Abertas


Para qualquer função
& Curvas Compostas f de classe
C 1 definida em todo
& Campos Singulares ℝ.
TEMPO SOBRANDO?
' ( RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS

Responde Aí
! 10. Campo Conservativo

11. Aplicação da Integral de


! Linha

12. Parametrização de
! Superfícies Passo 1
13. Integral de Superfície -
! Método Direto Essa questão tá bem estranha, né?

! 14. Teorema de Stokes Não dá pra calcularmos direto porque não sabemos que função f (x) é essa, mas vamos tentar
imaginar essa curva aí pra ver se temos alguma dica, se alguma coisa vai cancelar ou sei lá.
! 15. Teorema de Gauss
Ele só diz que a e b são positivos, então não dá pra saber exatamente onde que é cada ponto, mas,
de forma geral, temos alguma coisa assim:

Que é mais ou menos um retângulo, só falta a base. Mas isso já é uma ótima dica, porque a área
desse retângulo é exatamente ab , então provavelmente o que queremos provar é que:

∫C
' (x) dx + (x + f (x))dy = −ab = −Area (D)
( y f )

E a gente sabe que a área também pode ser calculada por uma integral dupla, então:

∫C ∬D
' (x) dx + (x + f (x))dy = −
( y f ) 1dxdy

E o que a gente tem que relaciona uma integral dupla com uma integral de linha? O Teorema de
Green!

Vamos tentar seguir esse caminho e ver se conseguimos resolver essa questão estranha...

Passo 2

Vamos lembrar do Teorema de Green:

∬D ( ∂x ∂y )
∂F2 ∂F1
∫∂D
F1dx + F2dy = − dxdy

Mas é importante saber que ele só vale pra curvas fechadas, não vai esquecer!

E como nossa C , curva não é fechada, então na verdade vamos ter que criar uma curva auxiliar
C1 , que de preferência vai ser o segmento pra fecharmos nosso retângulo. Só temos que tomar
cuidado com a orientação, então vamos ter então:

C1 : σ (t)
⃗ = (−t, 0), − a ≤ t ≤ 0

E, assim, vamos ter γ = C ∪ C1 :

Só que assim γ tá orientada no sentido horário, e o teorema de Green manda a gente usar os
sentido anti-horário, então vamos ter ∂D = γ − e a integral fica:

∬D ( ∂x ∂y )
∂F2 ∂F1
∫γ− 1
F dx + F2dy = − dxdy

∬D ( ∂x )
∂F2 ∂F1
∫C ∫C1
⇒− F1dx + F2dy − F1dx + F2dy = − dxdy
∂y

∬D ( ∂x )
∂F2 ∂F1
∫C ∫
⇒ F1dx + F2dy = − − dxdy − F1dx + F2dy
∂y C1

Então, se conseguirmos provar que:

∬D ( ∂x ∂y )
∂F2 ∂F1
∫C1 1
=− − dxdy − F dx + F2dy = −ab

A gente consegue resolver a questão. Mas vamos ver como calcular cada uma dessas integrais.

Passo 3

Vamos começar com aquela integral dupla e pra isso vamos ver essas derivadas aí:

∂F2 ∂ (x + f (x))
= = 1 + f ' (x)
∂x ∂x

∂F1 ∂ (yf ' (x))


= = f ' (x)
∂y ∂y

Então:

∬D ( ∂x ∂y )
∂F2 ∂F1
∬D
=− − dxdy = − 1dxdy = −Area (D) = −ab

Opa, estamos quase lá, só vamos ver como que fica aquela integral de linha ali.

Passo 4

A gente tem uma integral de linha vetorial, então vamos usar a fórmula:

∫C1 ∫a
F1dx + F2dy = (F1, F2) ∙ σ ' (t)dt

A gente já tem a parametrização, então vamos encontrar o vetor tangente:

⃗ =( , )
dx dy
σ ' (t) = (−1,0)
dt dt

Então vamos ficar com:

∫−a ( ) ( )
0 f ' (−t), − t + f (−t) ∙ −1,0 dt

∫−a
⇒ 0 + 0dt = 0

Acho que foi, né? Vamos voltar aquela nossa relação pra conferir.

Passo 5

A gente tinha:

( )
∂F2 ∂F1
∫C ∬D ∂x ∫C1
F1dx + F2dy = − − dxdy − F1dx + F2dy
∂y

∫C ( )
⇒ y f ' (x) dx + (x + f (x))dy = −ab − 0

∫C (
⇒ yf ' (x))dx + (x + f (x))dy = −ab

E conseguimos provar o que queríamos!

Mas que a questão era estranha, era...

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! Duplas

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! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
UFRJ, Cálculo 3, PF - 2017.1, Questão 2
4. Introdução às Integrais
! Triplas

⃗ plano dado por


Considere o campo vetorial F no
5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas

⃗ y) = (x 3 + xy2, 3x + x 2y + y3).
F (x,
! 6. Parametrização de Curvas

7. Integral de Linha - Caso Calcule a integral de linha


! Escalar
∫C F ∙⃗ d r , onde

8. Integral de Linha - Caso C é a parte da elipse
! Vetorial x2 + y2 = 1 contida no primeiro quadrante, com ponto inicial
9 4
(3, 0) e ponto final
! 9. Teorema de Green
(0, 2).
& Teorema de Green

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EXERCÍCIOS EXTRAS
Passo 1
! 10. Campo Conservativo
Vamos começar o nosso problema entendendo um pouco melhor quem é a curva C e como
11. Aplicação da Integral de podemos chegar no resultado.
! Linha
A curva C é formada por uma elipse com o eixo maior sobre x , pois se a gente lembrar da
12. Parametrização de x2 y2
! configuração geral dessa elipse: a2 + 2 = 1 com a > b ; e comparar com a que nós temos, vamos
Superfícies b
perceber que a = 3 que é maior que b = 2 . Logo
13. Integral de Superfície -
! Método Direto

! 14. Teorema de Stokes

! 15. Teorema de Gauss

Note que não queremos a elipse toda e sim apenas esse pedaço no primeiro quadrante. :)

Passo 2

A gente poderia tentar resolver pelo método direto, porém note que daria um certo trabalho para
substituir naquela função bizarra!

Ao invés disso, vamos tentar aplicar Green que nos fala que a integral de linha do bordo de uma
superfície fechada é a integral do rotacional, dessa forma aqui:

∬R ( ∂x )
∂Q ∂P
∮∂R
F ∙⃗ d r =
⃗ − dxdy
∂y

Lembrou?!:D

Ok! E quem é mesmo esse bordo ∂R ? É a borda dessa superfície fechada aqui

Logo, como a borda é formada pela união de três curvas, a C em azul, a C1 em vermelho e C2 em
verde, teremos para aplicar o nosso amigo Green

∬R ( ∂x )
∂Q ∂P
∮C ∮C1 ∮C2
F ∙⃗ d r +⃗ F ∙⃗ d r +⃗ F ∙⃗ d r =
⃗ − dxdy
∂y

Bem, agora é só calcular essas três integrais aí, que eu prometo ser mais simples que calcular esse
integral direto. Bora lá?!

Passo 3

Vamos então começar com essa integral dupla aí. Lembrando que esse Q é a primeira entrada do
⃗ (P (x, y), Q (x, y)) = (x3 + xy2, 3x + x2y + y3), teremos
vetor F e⃗ P é a segunda, ou seja, F =
então

∂Q
= 3 + 2xy
∂x

∂P
= 2xy
∂y

Então, o rotacional que é ( ∂x − ∂y ) nos dará


∂Q ∂P

∬R ( ∂x )
∂Q ∂P

− dA = (3 + 2xy − 2xy)dA ⇒
∂y R

∬R ∬R
3dA = 3 dA

Essa resultado aí nos diz que essa integral dupla é três vezes o valor da área da região R. Pois
então, a área dessa região R é 1/4 da área total dessa elipse

1
∬R
dA = Áreaelipse
4

Se lembra daquele bizu da área da elipse (área = produto dos eixos por π , ou melhor, a ∙ b ∙ π )? Se
a gente tem aqui que a = 3 e b = 2 , então

( ) ( elipse)
∂Q ∂P 1 3
∬R ∂x
− dA = 3 Áre a = (3 ∙ 2 ∙ π)
∂y 4 4

Ou seja,

∬R ( ∂x ∂y )
∂Q ∂P 9π
− dA =
2

Passo 4

Falta agora resolver aquelas duas integrais de linha. Mas relaxa que elas são mais simples pois as
“linhas”, ou melhor, as curvas C1 e C2 são mais fáceis de parametrizar, veja só

C1 é uma reta que tem x = 0 e y está indo de 2 até 0 , logo, podemos parametrizar

γ1 (t) = (0,2 − t)

Onde y = 2 − t e 0 ≤ t ≤ 2

Enquanto que C2 é uma reta que tem y = 0 e x está indo de 0 até 3 , logo, podemos
parametrizar

γ2 (t) = (t, 0)

Onde x = t, e 0 ≤ t ≤ 3

Pois bem, vamos resolver essas integrais de linha separadamente, okay?

Passo 5

Começando pela ∮C1 F ∙⃗ d r , ⃗ devemos obter o termo d r =


⃗ γ1' (t)dt

Derivando a curva γ1 (t) = (0, 2 − t) em relação a t

γ1' (t) = (0, − 1)

Logo

⃗ γ1' (t)dt = (0, − 1)dt


dr =

Agora aplicando na integral de linha

2
∮C1 ∫0
3 + xy2, 3x + x2y + y3 ∙ (0, − 1)dt
F ∙⃗ d r =
⃗ ( x )

E resolvendo esse produto escalar:

2
∮C1 ∫0
3 2
F ∙⃗ d r =
⃗ (−y − x y − 3x)dt

Epa!!! Estamos integrando em t , logo devemos substituir a nossa parametrização nessa função, ou
seja, como γ1 (t) = (0, 2 − t), x = 0 e y = 2 − t

2
∮C1 ∫0
F ∙⃗ d r =
⃗ −(2 − t)3dt

Fazendo uma substituição simples do tipo 2 − t = u , du = −dt , enquanto que os limites, quando
t = 0 → u = 2et = 2 → u = 0

0
∮C1 ∫2
F ∙⃗ d r =
⃗ u3du

u4 ∣0
∮C1 ( 4 )∣2
F ∙⃗ d r =
⃗ ∣

Substituindo os limites

4
(4)
2
∮C1
F ∙⃗ d r =
⃗ − = −4

Passo 6

Repetindo o processo para ∮C2 F ∙⃗ d r ⃗

⃗ γ2' (t) = (1, 0)


dr =

3
∮C2 ∫0
F ∙⃗ d r =
⃗ (x 3 + xy2, 3x + x2y + y3) ∙ (1, 0)dt

3
∮C2 ∫0
3 2
F ∙⃗ d r =
⃗ (x + xy )dt

Substituindo a parametrização de γ2 (t) = (t, 0) da curva C2

4 ∣3
3
( 4 )∣0
t
∮C2 ∫0
F ∙⃗ d r =
⃗ t 3dt = ∣

81
∮C2

F ∙ dr =

4

Passo 7

Voltando para Green...

( )
∂Q ∂P
∮C ∮C1 ∮C2 ∬R ∂x
F ∙⃗ d r +⃗ F ∙⃗ d r +⃗ F ∙⃗ d r =
⃗ − dxdy
∂y

81 9π
∮C
F ∙⃗ d r −⃗ 4 + =
4 2

Isolando ∮C F ∙⃗ d r , ⃗ obteremos

9π 81
∮C

F ∙ dr =
⃗ − +4
2 4

Resposta

18π − 65
∮C

F ∙ dr =

4

$ Anterior Próximo exercício %

Marca aí, conseguiu? ! "


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! VOLTAR )
9. Teorema de Green
#
Curvas Abertas
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (5) Exercícios UFRJ (10)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
UFRJ, Cálculo 3, P1 - 2017.2, Questão 1
4. Introdução às Integrais
! Triplas

Questão um: utilizando o teorema de Green, calcular o valor da integral de linha do campo
5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas vetorial
F = (8x, e − x2 ) sobre o contorno aberto
⃗ y2 3(y+2)
! 6. Parametrização de Curvas
ABCD , definido na Fig.
7. Integral de Linha - Caso 1, com ponto inicial
! Escalar A (1, − 1) e ponto final
D (0.5, − 1) .
8. Integral de Linha - Caso
! Vetorial

! 9. Teorema de Green

& Teorema de Green

& Curvas Abertas

& Curvas Compostas

& Campos Singulares

TEMPO SOBRANDO?
' ( RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS
Responde Aí

! 10. Campo Conservativo

11. Aplicação da Integral de


! Linha
Pular para Gabarito

12. Parametrização de
! Superfícies
Passo 1
13. Integral de Superfície -
! Método Direto
Pelo próprio item da questão, sabemos que vamos ter que utilizar o teorema de Green para atacar
o nosso problema. Então nada mais justo que aplicarmos a fórmula do teorema!
! 14. Teorema de Stokes

∬D ( ∂x )
∂F2 ∂F1
∮C
! 15. Teorema de Gauss Fd⃗ r =
⃗ − dA
∂y

Nessa integral temos que saber que C é a uma curva fechada que delimita a região D , e ora bolas, a
curva fechada é essa daqui, oh:

Saca?

Mas olha, tenho de te alertar para tomar cuidado, pois o exercício não quer o valor da integral de
linha em cima da fechada, por isso, dividimos a curva fechada em duas:

Repare que C é a “soma” da curva azul (a curva A, que o problema quer) com a curva vermelha
que V ...Logo:

∬D ( ∂x ∂y )
∂F2 ∂F1
∮C
Fd⃗ r =
⃗ − dA →

∬D ( ∂x )
∂F2 ∂F1
∫A ∫V
Fd⃗ r +⃗ Fd⃗ r =
⃗ − dA
∂y

Se buscamos a integral de linha em A...

∬D ( ∂x ∂y )
∂F2 ∂F1
∫A ∫V
Fd⃗ r =
⃗ − dA − F d⃗r ⃗

Então é só calcular essas duas integrais aí e correr para o abraço! Vamos nessa?!:D

Passo 2

Vamos começar aqui com essa integral de linha em cima da reta vermelha que surgiu:

∫V
Fd⃗ r ⃗

Aqui não tem truques, tem que ser calculada de uma forma direto, por isso, a primeira coisa que
fazemos é a parametrização de V :

V é uma reta que tem y sempre −1 e o x variando... Então uma boa parametrização é...

y = −1

x=t

A parametrização arrumadinha é:

γ (t) = (t, − 1)

Como x varia de 0,5 até 1 ...

0,5 ≤ t ≤ 1

Note que com essa parametrização, a reta vermelha é formada no sentido de giro da curva... Isso é
importante !

Passo 3

Agora precisamos do termo dr ...⃗

⃗ γ ' (t)dt
dr =

Derivando a curva...

γ (t) = (t, − 1) → γ ' (t) = (1, 0)

dr =
⃗ (1, 0)dt

Passo 4

Como, já sabemos, temos que trocar os termos do F ...⃗

(8x, x2 )
⃗ y2 3 (y + 2)
F= e −

x = t e y = −1 ...

F = (8x, e −
x2 )
F = (8t, e ) →
⃗ y2 3 (y + 2) ⃗ 2
(−1) 3 (−1 + 2)
→ −
t2

F = (8t, e − 2 )
⃗ 3
t

Passo 5

Substituindo tudo então na integral de linha que estamos trabalhando

∫V
Fd⃗ r ⃗

Não se esqueça de que esse V é os limites do parâmetro...

1
∫0,5 ( )
3
∫V
Fd⃗ r =
⃗ 8t, e − 2 ∙ (1, 0)dt
t

Calculando esse produto escalar de vetores...

1
∫0,5
8t dt =

⎛ 8 1 2⎞
8t 2 ∣1 ⎜ ( 2) ⎟
( 2 )∣ 1
=( )−⎜
8
∣ ⎟=
2
2 ⎝ 2 ⎠

4 − (1) = 3

Passo 6

Muito bem, não desanima, mas ainda temos que buscar o resultado da outra integral, a dona
integra dupla:

∬D ( ∂x ∂y )
∂F2 ∂F1
− dA

Para a resolução dela, antes temos que saber que função é essa aí que está na integral:

( ∂x − ∂y )
∂F2 ∂F1

( x2 ) = (F1, F2)
⃗ y2 3(y+2)
Pra isso basta pegar o campo... F = 8x, e −

e calcular essas derivadas parciais:

∂ (e − x2 )
y2 3(y+2)
∂F2
= =
∂x ∂x

∂( x2 )
−3(y+2)
∂ (e )
y2

+
∂x ∂x

A primeira derivada parcial é 0 e a segunda devemos aplicar a regra da fração:

2 ∂(−3(y+2)) ∂(x2)
∂F2 x ⋅ ∂x − (−3 (y + 2)) ⋅ ∂x
= 4 =
∂x x

3 (y + 2) ⋅ 2x
4 =
x

6 (y + 2)
x3

Quanto à segunda derivada parcial...

∂F1 ∂ (8x)
= =0
∂y ∂y

Aplicando a subtração ganhamos:

( ∂x − ∂y ) = ( x3 )
∂F2 ∂F1 6 (y + 2)

Logo:

∬D ( ∂x ∂y ) ∬D ( x3 )
∂F2 ∂F1 6 (y + 2)
− dA = dA

Passo 7

Agora repare que usualmente descreveríamos a região D para concluir a integral dupla, mas no
nosso caso...

A região D é extremamente complexa para fazermos isso!

Ok, essa não é saída, mas se você reparar, aquelas parábolas são bem parecidas e mais: dentro da
integral ∬D ( x3 )dA , tem um x2 , também bem parecido com as equações das parábolas,
6(y+2) y+2

percebeu?

Então podemos realizar uma mudança de variáveis quaisquer para matar o nosso problema! :)

y+2
u=
x2

Para encontrar os limites de u , basta trabalhar com as duas parábolas:

1) y = 4x2 − 2 → y + 2 = 4x 2 →

y+2
=4
x2

2) y = x2 − 2 → y + 2 = x2 →

y+2
=1
x2

Epa! Então u ...

1≤u≤4

Como sabemos, uma mudança dessas necessita de outra variável, a v(x, y), mas se reparamos na
região D , as outras duas retas com y que delimita D , está ok, então:

v=y

E o limite será o próprio limite de y :

−1 ≤ y ≤ 1 → −1≤v≤1

Passo 8

Você não pode se esquecer de que uma mudança dessas sempre deixa marcas, e essa marca nós
corrigimos com o calculo do Jacobiano. Como temos aqui as novas variáveis em função das antigas:

y+2
u=
x2

v=y

Fica mais fácil calcular o Jacobiano inverso J * primeiro:

∣ ∂u ∂u ∣
∂x ∂y ∣
J * = ∣∣ ∂v ∂v ∣
∣ ∂x ∂y ∣

Calculando cada uma dessas derivadas parciais:

∂ ( x2 )
y+2
∂u − (y + 2) ⋅ 2x 2 (y + 2)
= = 4 =−
∂x ∂x x x3

∂ ( x2 )
y+2
∂u 1
= = 2
∂y ∂y x

∂v ∂ (y)
= =0
∂x ∂x

∂v ∂ (y)
= =1
∂y ∂y

Logo:

∣ ∂u ∂u ∣ ∣ 2(y+2) 1 ∣
∂x ∂y ∣ ∣ − x3
J * = ∣∣ ∂v =
∂v ∣ ∣
x2 ∣ =

∣ ∂x ∂y ∣ ∣ 0 1 ∣

2 (y + 2)

x3

O Jacobiano J tem uma relação muito legal com o seu inverso... Ele é o inverso :

1
J= *
J

1x3
J= =−
( x )
2(y+2) 2(y + 2)
− 3

Lembre-se de que precisamos na real é a do módulo heim!

x3
∣J ∣ =
2(y + 2)

Passo 9

Finalmente, com as informações de variação das nossas variáveis:

1≤u≤4

−1 ≤ v ≤ 1

Podemos voltar para a integral dupla:

∬D ( x3 )
6 (y + 2)
dA

E substituir tudo, não se esquecendo de multiplicar pelo módulo do Jacobiano que encontramos:

∬Duv ( x3 )
6 (y + 2)
⋅ ∣J ∣dudv =

x3
∬Duv ( x3 ) 2 (y + 2)
6 (y + 2)
⋅ dudv =

1 4
∫−1 ∫1
3dudv =

1 4 1
∫−1 (∫1 ) ∫−1
3 du dv = 3 (3)dv =

1
∫−1
9 dv =

18

Passo 10

Calma! Ainda não acabou! Precisamos retornar ao teorema de Green:

∬D ( ∂x ∂y )
∂F2 ∂F1
∫A ∫V
Fd⃗ r =
⃗ − dA − F d⃗r ⃗

E substituir os dados que encontramos:

∫A
Fd⃗ r =
⃗ 18 − 3

Dando que a integral de linha na curva é... UFA!!!

∫A
Fd⃗ r =
⃗ 15

Resposta

15

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9. Teorema de Green
#
Curvas Abertas
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (5) Exercícios UFRJ (10)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
UFRJ, Cálculo 3, PF - 2017.2, Questão ME4
4. Introdução às Integrais
! Triplas

4) Seja
5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas C o hemisfério superior da circunferência
x 2 + y2 = 4 , percorrida com ponto inicial
! 6. Parametrização de Curvas (−2, 0) e ponto final
(2, 0). O valor da integral de linha
!
7. Integral de Linha - Caso
Escalar
∫C x 2dx + y2dy é:
a) 16/3
8. Integral de Linha - Caso
! Vetorial
b) −3/8

! 9. Teorema de Green c) 3/8

d) 4
& Teorema de Green
e) −4
& Curvas Abertas

& Curvas Compostas


Responde Aí

& Campos Singulares

TEMPO SOBRANDO?
' ( RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS
Pular para Gabarito

! 10. Campo Conservativo

Passo 1
11. Aplicação da Integral de
! Linha
Para resolver essa integral de linha, como podemos utilizar o teorema de Green, já o campo não
12. Parametrização de
! Superfícies
tem singularidades, e a famosa subtração...

( ∂x − ∂y )
13. Integral de Superfície - ∂Q ∂P
! Método Direto

! 14. Teorema de Stokes


Como P = x 2 e Q = y2...

! 15. Teorema de Gauss

( ∂x − ∂y ) = 0
∂Q ∂P

Passo 2

O teorema de Green nos fala...

∬D ( ∂x ∂y )
∂Q ∂P
∫∂D
x2dx + y2dy = − dA

As exigências do teorema são de que:

1º - Ter uma região D fechada e delimitando uma borda ∂D. Se desenharmos a semicircunferência
como manda o enunciado

percebemos que estamos lidando com uma curva aberta. Para fecha-la, vamos pegar esse segmento
de reta paralela ao x , passando por y = 0 :

2º - O campo não pode ter singularidades. ok!

3º - As curvas devem estar girando no sentido anti-horário. Infelizmente isso não acontece então no
teorema, vamos multiplicar a integral dupla por − ...

∬D ( ∂x ∂y )
∂Q ∂P
∫∂D
x2dx + y2dy = − − dA

Passo 3

Exigências sendo cumpridas, podemos aplicar essa igualdade:

∬D ( ∂x ∂y )
∂Q ∂P
∫∂D
x2dx + y2dy = − − dA

Repare que a borda da região D é composta pela curva C pela curva C1 que adicionamos...

∬D ( ∂x ∂y )
∂Q ∂P
∫C ∫C1
x2dx + y2dy + x2dx + y2dy = − − dA →

∫C ∫C1 ∬D
x2dx + y2dy + x2dx + y2dy = − (0) dA →

∫C ∫C1
x2dx + y2dy + x2dx + y2dy = 0 →

Se queremos a integral em C ...

∫C ∫C1
x2dx + y2dy = − x2dx + y2dy

Como C1 , gira no sentido:

Podemos inverter isso se...

∫C ∫−C1
x2dx + y2dy = x2dx + y2dy

Prontinho! Basta calcular essa integral em cima de −C1 (O segmento de reta girando no sentido de
(−2, 0) para (2, 0) )

Passo 4

Para calcularmos essa integral, parametrizamos a curva C1 ...

γ (t) = (t, 0)

Como x = t e x varia do ponto (−2, 0) para (2, 0) ...

−2 ≤ t ≤ 2

Agora, encontremos a derivada da parametrização...

γ' (t) = (1, 0)

Por último, substituir os termos da parametrização no campo de vetores...

⃗ (x2, y2) →
F= ⃗ (t)) = (t 2, 0)
F (γ

2
∫−C1 ∫−2
x2dx + y2dy = ( t 2, 0 ⋅ (1, 0)dt =
)

2 3 2
[ 3 ]−2 3 ( 3 )
t 8 8 16
∫−2
2
t dt = = − − =
3

Resposta

a)
16
3

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9. Teorema de Green
#
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CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (5) Exercícios UFRJ (10)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
UFRJ, Cálculo 3, PF - 2018.1, Questão 2
4. Introdução às Integrais
! Triplas

Questão 2: Utilize o Teorema de Green para calcular a integral de linha


5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas

∫γ
! 6. Parametrização de Curvas (cos (x) + 4x tan (y)) dx + (sin (y2) + (x 3 + x)sec 2 (y)) dy

7. Integral de Linha - Caso


! Escalar Onde
γ é o pedaço do gráfico
y = p (x) = x(1 − x)2 com ponto inicial
8. Integral de Linha - Caso
! Vetorial
(0, 0) e ponto final
9. Teorema de Green
(1, 0).
!
Lembrete:
' Teorema de Green

d
' Curvas Abertas tan (y) = sec 2 (y)
dy
' Curvas Compostas

' Campos Singulares


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TEMPO SOBRANDO?
( ) RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS

! 10. Campo Conservativo


Pular para Gabarito

11. Aplicação da Integral de


! Linha
Passo 1
12. Parametrização de
! Superfícies
Antes de começarmos o nosso problema em si, vamos fazer uma pequena mudança:
13. Integral de Superfície - particularmente acho além de feio, confuso, aquela notação de integral de linha ali no enunciado,
! Método Direto
então vamos mudar:

! 14. Teorema de Stokes

∫γ ∫γ
(cos (x) + 4x tan (y)) dx + (sin (y2) + (x3 + x)sec2 (y)) dy = F ⋅⃗ d r ⃗
! 15. Teorema de Gauss


Essa então é a integral de linha que queremos resolver, onde o campo vetorial F é...

⃗ (cos (x) + 4x tan (y), sin (y2) + (x3 + x)sec2 (y))


F=

Não se preocupe com o que acabamos de fazer, foi apenas escrever a integral de linha de uma
forma mais elegante ! Porém, isso não é tão importante assim, pois o que queremos fazer mesmo é
resolvê-la aplicando o Teorema de Green:

( )
∂F2 ∂F1
∫∂R ∬R
F ⋅⃗ d r =
⃗ − dA
∂x ∂y

Passo 2

Como deu para perceber, essa última igualdade (do Teorema de Green), envolve uma integral
dupla, e nem sempre resolver uma integral dupla é mais fácil de calcular do que uma integral de
linha. Nesse caso vai ser, pois o problema já nos mandou fazer assim, mas se ele não nos tivesse
pedido, bastava calcular essa subtração de derivadas parciais e ver se elas simplificam as contas:

F1 e F2 são componentes, do campo...

⃗ (F1, F2) = (cos (x) + 4x tan (y), sin (y2) + (x3 + x)sec2 (y))
F=

Logo...

∂F2 ∂
= (sin (y2) + (x3 + x)sec2 (y)) =
∂x ∂x

2 2
(3x + 1)sec (y)

∂F1 ∂
= (cos (x) + 4x tan (y)) =
∂y ∂y

4xsec2 (y)

Então...

( ∂x ∂y ) (
∂F2 ∂F1 2 + 1 sec2 (y) − 4xsec2 (y) =
− = 3 x )

2 2
(3x − 4x + 1)sec (y)

Veja que essa subtração é relativamente mais bonita de simples que o próprio campo, e isso nos
sugere Green, mesmo que o problema não nos falasse nada, saca?

Passo 3

Bem, mas para aplicar o Teorema de Green precisamos no mínimo nos certificar se o teorema de
fato pode ser aplicado, neh? Esse teorema, como já deve saber, exige três condições:

1. Curva fechada ∂R que delimita a região R.

2. Sem singularidades onde estamos trabalhando.

3. Curvas orientadas positivamente.

Vamos verificar cada uma a partir de agora, ok?

Passo 4

1)

A começar pela curva que deve ser uma curva fechada. A nossa curva γ é o gráfico de:

y = p (x) = x(1 − x)2

Pra ficar mais fácil o entendimento, temos que desenhar essa curva, mas não se preocupe que vou
te ajudar: veja que essa curva é de terceiro grau:

y = x(1 − x)2 = x (1 − 2x + x2) = x3 − 2x2 + x

Então ela tem que ter uma cara de função cúbica (x 3):

Só que calma jovem, essa ainda não é a nossa curva não, pois se você perceber na sua equação:

y = p (x) = x(1 − x)2

Ela passa por y = 0 em 2 pontos: x = 0 e x = 1 , então a cara da nossa curva é essa daqui oh:

E mais! O enunciado restringe a nossa curva γ apenas entre esses pontos que ela corta o eixo x :

“... com ponto inicial (0, 0) e ponto final (1, 0) .”

Pronto, mas já deu pra sacar que a curva γ é aberta, neh, e teoricamente não podemos aplicar o
teorema de Green não. Mas não se preocupe que temos uma “carta na manga”: Ora, se a curva é
aberta, então a fechamos com outra curva:

No caso pode ser essa reta passando por y = 0 , mesmo. Só para não nos perdermos, vamos chamar
essa reta de γ1. AH! E com isso, temos uma região R fechada por duas curvas:

∂R = γ ∪ γ1 (∂R é a curva que delimita R)

Passo 5

2)

A outra preocupação de Green se refere ao campo F . ⃗ De acordo com ele, temos que ter um campo
sem singularidades onde estamos trabalhando, ou seja, sem problemas de definição:

⃗ (cos (x) + 4x tan (y), sin (y2) + (x3 + x)sec2 (y))


F=

E veja que o nosso não tem nenhum!

Passo 6

3)

Por último, temos que ter uma curva girando no sentido anti-horário, para estar orientada no
sentido positivo:

Porém, a nossa curva, originalmente está girando no sentido horário, então na igualdade de green,
devemos multiplicar por −1 a integral dupla, saca?

∬R ( ∂x )
∂F2 ∂F1
∫∂R
F ⋅⃗ d r =
⃗ − − dA
∂y

Assim, podemos colocar as curvas girando no sentido que a gente quer:

E agora estamos obedecendo também !

Passo 7

Com isso, sendo satisfeito, todas as condições do Teorema, podemos finalmente aplicar Green...

∬R ( ∂x )
∂F2 ∂F1
∫∂R
F ⋅⃗ d r =
⃗ − − dA
∂y

Como ∂R = γ ∪ γ1...

∬R ( ∂x ∂y )
∂F2 ∂F1
∫γ ∫γ1
F ⋅⃗ d r +⃗ F ⋅⃗ d r =
⃗ − − dA

O que queremos é a integral em γ (na curva cúbica), então devemos isola-la:

( )
∂F2 ∂F1
∫γ ∬R ∫γ1
F ⋅⃗ d r =
⃗ − − dA − F ⋅⃗ d r ⃗
∂x ∂y

Bora calcular cada uma dessas duas integrais?

Passo 8

Começando pela integral dupla:

∬R ( ∂x ∂y )
∂F2 ∂F1
∬R
2 − 4x + 1 sec2 (y) dA
− dA = ( 3 x )

Veja que temos que descrever a região R e para isso, vamos olhar pra ela mais uma vez:

Podemos descrevê-la como região do tipo 1 , onde o x varia em um intervalo numérico bem
definido:

0≤x≤1

Enquanto o y varia de uma base e um teto (no caso a base é a reta y = 0 e o teto é a equação
cúbica):

0 ≤ y ≤ x(1 − x)2

Assim:

1 2
x(1−x)
∬R ∫0 ∫0
( 3x2 − 4x + 1)sec2 (y) dA = 2 2
(3x − 4x + 1)sec (y) dydx =

x(1−x) 2
1 2
x(1−x) 1 ∣

∫0 ( 0
∫ ) ∫
2 2 2
( 3x − 4x + 1) sec (y) dy dx = ( 3x − 4x + 1) (tan (y)) ∣ dx =
0 ∣
∣0

1
∫0
tan (x(1 − x)2) (3x2 − 4x + 1)dx =

Isso nos sugere uma substituição simples:

2 '
u = x(1 − x)2 → du = ( x(1 − x) ) dx

Como

2 '
(x(1 − x) ) = (1 − x) + x (2 (1 − x) ⋅ (−1)) =
2

1 − 2x + x2 + x (−2 + 2x) = 3x2 − 4x + 1

Então...

du = (3x2 − 4x + 1)dx

Agora, não podemos nos esquecer dos limites de integração...

x=0 → u = x(1 − x)2 = 0

x=1 → u = x(1 − x)2 = 0

EPA! Se os limites foram iguais, então nem precisamos terminar a conta:

0
∬R ( ∂x )
∂F2 ∂F1

− dA = tan (u)du = 0
∂y 0

Passo 9

Vamos agora para a última integral... A de linha:

∫γ1
F ⋅⃗ d r ⃗

A primeira coisa é parametrizar a curva γ1 (que é uma reta e tem y = 0 )...

r (x)
⃗ = (x, 0)

Onde o parâmetro x dessa reta varia de 0 até 1 ...

0≤x≤1

Agora temos que ter o dr ...⃗

'
⃗ r (x)dx
dr = ⃗ = (x, 0)'dx =

(1, 0)dx


Porém, esse dr aponta para a direita, sendo que nós sabemos que ele deve apontar pela
esquerda...

dr =
⃗ (−1, 0)dx

Devemos também, trocar os termos do campo...

⃗ (cos (x) + 4x tan (y), sin (y2) + (x3 + x)sec2 (y)) →


F=

⃗ ) = (cos (x) + 4x tan (0), sin (02) + (x3 + x)sec2 (0)) →


F (⃗ r (x)

⃗ ) = (cos (x), (x3 + x))


F (⃗ r (x)

Agora é só substituir mesmo:

1
∫γ1 ∫0
3 + x ⋅ (−1, 0)dx =
F ⋅⃗ d r =
⃗ ( cos (x), ( x ))

1
∫0
− cos xdx = − sin 1 − (− sin 0) =

− sin 1

Passo 10

Beleza, voltando para a integral onde paramos, no passo 7 :

∬R ( ∂x ∂y )
�� F2 ∂F1
∫γ ∫γ1
F ⋅⃗ d r =
⃗ − dA − F ⃗ dr ⃗

∫γ
F ⋅⃗ d r =
⃗ 0 − (− sin 1) =

sin 1

Resposta

sin 1

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! VOLTAR )
9. Teorema de Green
#
Curvas Abertas
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (5) Exercícios UFRJ (10)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
UFRJ, Cálculo 3, P1 - 2019.1, Questão 4
4. Introdução às Integrais
! Triplas

Calcule a integral de linha ∫C F dr do campo vetorial


5. Métodos de Resolução de
!
F (x, y) = (e ( ) ( )sen 2xy + x + y
)
Integrais Triplas 2−y2 2−y2
− x cos 2xy + x − y, e − x

! 6. Parametrização de Curvas
sobre a curva
C parametrizada por
7. Integral de Linha - Caso
! Escalar α (t) = (3 cos t , 2 + sen t) , onde
−π ≤ t ≤ π .
2 2
8. Integral de Linha - Caso
! Vetorial

Responde Aí
! 9. Teorema de Green

& Teorema de Green

& Curvas Abertas Pular para Gabarito

& Curvas Compostas


Passo 1
& Campos Singulares
Pela parametrização observamos que
TEMPO SOBRANDO?
' ( RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS
x = 3 cos t
! 10. Campo Conservativo y = 2 + sen t

11. Aplicação da Integral de Por coordenadas elípticas, percebemos que a equação cartesiana seria
! Linha
x2 + (y − 2)2 = 1, para x > 0
9
12. Parametrização de
! Superfícies
Passo 2
13. Integral de Superfície -
! Método Direto Agora, imagina comigo jogar a parametrização dentro daquele campo bizarro ali...complicado, né?
Por isso a gente já pensa no Teorema de Green, onde vamos trocar essa integral de linha por uma
! 14. Teorema de Stokes
integral dupla, dentro dessa região que acabamos de obter a equação cartesiana, tranquilo?

! 15. Teorema de Gauss No entanto, uma da condições do teorema de green é que tenhamos curva fechada. Observa que
estamos trabalhando com a metade da direita de uma elipse

Por essa razão vamos fechar a curva


C, com essa reta vermelha que chamarei de
γ (se atentando para manter a orientação positiva)

Passo 3

Parametrizando essa curva ficamos com

γ (t) = (0, t), 1 ≤ t ≤ 3


No entanto, observe que na hora de montarmos a integral, temos que lembrar de trocar o sinal,
uma vez que a curva roda de 3 para 1, e não no sentindo da parametrização.

Passo 4

Bom, voltando pra o Teorema de green ficamos então com

∫C F dr + ∫γ F dr = ∬ω ( ∂F ∂y )
2 ∂F1
∂x −
∂F
Resolvendo primeiro a parte da integral dupla, calculando ∂x2 − ∂F 1
∂y , encontramos 2 como
resultado:

∂( e−(x −y sen 2xy+x+y) ∂(e−(x −y )cos 2xy +x−y)


2 2) 2 2
∂F2 ∂F1
∂x − ∂y = ∂x − ∂y

∂( e−(x −y sen 2xy+x+y)


2 2)

= −2x e − ( x2+y2
)sen 2xy + 2y e − ( x2−y2
)cos 2xy + 1
∂x

∂(e−(x −y cos 2xy +x−y)


2 2)

= +2ye − ( x2+y2
)cos 2xy − 2xe − ( x2+y2
)sen 2xy − 1
∂y
Substituindo encontramos:

−2x e − ( x2−y2
)sen 2xy + 2y e − ( x2−y2
)cos 2xy + 1 − 2ye − ( x2−y2
)cos 2xy + 2xe − ( x2+y2
)sen 2xy
+1=2
Ficamos então com

∫C F dr + ∫γ F (γ (t))γ ' (t)dt = ∬ω 2

Resolvendo a integral de linha, uma vez que o campo é

F (x, y) = (e ( ) ( )sen 2xy + x + y


)
− x2−y2 − x2−y2
cos 2xy + x − y, e

E a parametrização é

γ (t) = (0, t)
F (γ (t)) = (não importa o que vem nessa parte, t)
Observa que falei que não importa o que entra ali naquela parte... but why? Quando formos
multiplicar com a derivada da parametrização, aquele termo some. Observa que

γ' (t) = (0,1)


Então vamos ficar com

∫γ F (γ (t))γ ' (t)dt =

∫γ (***, t) (0,1)dt = ∫γ t dt
3
∫1 t dt
Agora temos de lembrar de trocar o sinal para conservar a orientação positiva, então ficamos com

3 −t 2 ∣3
− ∫1 t dt = 2 ∣ = −4
2

Passo 5

Retornando para a integral dupla, ficamos agora com:

∬ω 2 = 2. área(w)
Observa pela nossa figura acima que estamos trabalhando com a metade de uma elipse, que é dada
por a × b × π

3 × 1 × π = 3π
Agora dividido por 2, por ser a metade apenas.

2. 3π
2 = 3π

Passo 6

Pra fechar então voltamos ao teorema pra juntar os valores que obtivemos.

∫C F dr + ∫γ F dr = ∬ω ( ∂F ∂y )
2 ∂F1
∂x −

∫C F dr + (−4) = 3π
∫C F dr = 3π + 4

Resposta

3π + 4

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9. Teorema de Green
#
Curvas Compostas
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (3) Exercícios UFRJ (1)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1$ 2$ 3
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II

4. Introdução às Integrais
Alternar para vídeo >>
!
! Triplas ( 5min

5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas Enunciado
UERJ - Análise Vetorial - Lista 3 Flávio - 4f
! 6. Parametrização de Curvas

7. Integral de Linha - Caso Calcule


! Escalar ∫C F. dr , utilizando o Teorema de Green, onde
F (x, y) = (x + y, y + x 2) e
8. Integral de Linha - Caso
! Vetorial C é a fronteira da região limitada por
x 2 + y2 = 1 e
! 9. Teorema de Green x 2 + y2 = 4 , orientada positivamente.

) Teorema de Green
Responde Aí
) Curvas Abertas

) Curvas Compostas
Pular para Gabarito
) Campos Singulares

TEMPO SOBRANDO?
* + RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS Passo 1

! 10. Campo Conservativo Primeiro, vamos fazer um esboço da curva. Como o enunciado fala, temos duas cincunferências,
uma de raio 1 e outra de raio 2 .
11. Aplicação da Integral de
! Linha

12. Parametrização de
! Superfícies

13. Integral de Superfície -


! Método Direto

! 14. Teorema de Stokes

! 15. Teorema de Gauss

A região limitada pelas curvas é essa coroa, entre o círculo vermelho e o azul.

Cuidado com a orientação da curva, lembre-se do seguinte: para a curva estar orientada
positivamente, andando sobre ela, temos que ver a região que ela limita à nossa esquerda. Para a
curva de fora, isso significa sentido anti-horário, para a de dentro, sentido horário. Essa é uma
condição fundamental para aplicarmos o Teorema de Green!

Passo 2

Beleza, agora precisamos calcular ( ∂x − ∂y ) :


∂F2 ∂F1

∂F2 ∂
= (y + x2) = 2x
∂x ∂x

∂F1 ∂
= (x + y) = 1
∂y ∂y

( ∂x − ∂y ) = 2x − 1
∂F2 ∂F1

Passo 3

Agora podemos montar a integral. Aplicando o teorema de Green, a integral do enunciado pode ser
escrita como:

∫C ∬D
F. dr = [2x − 1]dxdy

Onde
D é a região que vimos no passo
1.

Passo 4

Como a região D está compreendida entre duas circunferências, a melhor saída aqui são as
coordenadas polares. Faremos:

x = r cos θ

y = r sen θ

∣J ∣ = r

Pelo próprio gráfico, vemos que


0 ≤ θ ≤ 2π , o que equivale a uma volta na circunferência. Os valores de
r variam entre as duas curvas, logo
1 ≤ r ≤ 2 . Temos, então:

2π 2

∫C ∫0 ∫1
F. dr = (2r cos θ − 1)r drdθ =

Não se esqueça desse r da mudança para coordenadas polares!

Passo 5

Agora vamos resolver isso aí, integrando em relação a r temos:

2π 2
2r 3 r2 ∣
∫0
= cos θ − ∣ dθ =
3 2 ∣1

[ 3
2. 23 22
] [
2. 13 12
∫0 ]
= cos θ − − cos θ − dθ =
2 3 2


[ 3 cos θ − 2 − 3 cos θ + 2 ]dθ =
16 2 1
∫0
=


[ 3 cos θ − 2 ]dθ =
14 3
∫0
=

Agora em relação a θ:

14 3 ∣2π
= sen θ − θ∣ =
3 2 ∣0

= −3π

Resposta

−3π

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9. Teorema de Green
#
Curvas Compostas
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (3) Exercícios UFRJ (1)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1$ 2$ 3
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II

4. Introdução às Integrais
Alternar para vídeo >>
!
! Triplas ( 5min

5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas Enunciado
Elaboração Própria
! 6. Parametrização de Curvas

7. Integral de Linha - Caso Calcule


! Escalar
∫C Fd⃗ r para
⃗ o campo
F=⃗ (2x + 3x 2y2, 2 (x + y) + 2x 3y) onde
8. Integral de Linha - Caso
! Vetorial C é a curva orientada no sentido positivo e composta por

! 9. Teorema de Green y = 4 − x 2, − 2 ≤ x ≤ 2

) Teorema de Green

y = 0, − 2 ≤ x ≤ 2
) Curvas Abertas

) Curvas Compostas
x 2 + (y − 2)2 = 1
) Campos Singulares

TEMPO SOBRANDO?
* + RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS Responde Aí

! 10. Campo Conservativo

11. Aplicação da Integral de


! Linha Pular para Gabarito

12. Parametrização de
! Superfícies Passo 1
13. Integral de Superfície -
! Método Direto Vamos lá, galera, essa curva é composta por vários pedaços, vamos juntar tudo em um esboço pra
ver como fica
! 14. Teorema de Stokes

! 15. Teorema de Gauss

Aparentemente aqui podemos usar o teorema de Green, né? O teorema é esse aqui, onde C é a
fronteira da região D .

∂F2 ∂F1
∫C 1 ∬D ∂x
F dx + F2dy = − dA
∂y

No nosso caso, a região D é aquela sombreada ali no esboço. Precisamos primeiro encontrar esse
∂F2 ∂F1
termo ∂x − ∂y e delimitar a região D , depois é só integrar.

Passo 2

∂F2 ∂F1
Vamos começar calculando ∂x − ∂y

⃗ (2x + 3x2y2, 2 (x + y) + 2x3y)


F=

F2 = 2 (x + y) + 2x3y

∂F2
= 2 + 6x2y
∂x

F1 = 2x + 3x2y2

∂F1
= 6x2y
∂y

Substituindo lá em cima

∂F2 ∂F1

∂x ∂y

= 2 + 6x2y − 6x2y = 2

Voltando para o teorema de Green, ficamos com

∫C ∬D
Fd⃗ r =
⃗ 2dA = 2 (Área)

Portanto só precisamos descobrir a área da região D ! Ela vai ser a área da parábola menos a área
da circunferência, vamos fazer cada uma delas separadamente

Área = AP − AC

Passo 3

A área da parábola deve ser feita pela integral dupla mesmo, os limites vão ser esses aqui

0 ≤ y ≤ 4 − x2

−2 ≤ x ≤ 2

2 4−x2
∫−2 ∫0
AP = 1dydx

2
∫−2
= 4 − x2dx

x3 x=2 23 − (−2)3
[ 3 ]x=−2 [ ]
= 4x − = 4 (2 − (−2)) −
3

8+8 16
= 4 (4) − = 16 −
3 3

32
AP =
3

Essa é a área da parábola, certo? Precisamos retirar aquele círculo desse valor! A área do círculo é
definida por

AC = π r 2

2
A circunferência é descrita por x 2 + (y − 2) = 1, portanto o seu raio é igual a 1 , com isso

AC = π

E a área total pode ser escrita como

Área = AP − AC

32
Área = −π
3

Passo 4

Voltando para o resultado que encontramos pelo teorema de Green

∫C
⃗ 2 (Área)
Fd⃗ r =

⃗ 2( − π) =
32 64
∫C
Fd⃗ r = − 2π
3 3

Resposta

64
− 2π
3

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9. Teorema de Green
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Curvas Compostas
CÁLCULO 3

1. Introdução às Integrais Teoria Exercícios de Fixação (3) Exercícios UFRJ (1)


! Duplas

2. Métodos de Resolução de 1$ 2$ 3
! Integrais Duplas - Parte I

3. Métodos de Resolução de
! Integrais Duplas - Parte II
Enunciado
UFF - Cálculo IIIA - Lista 4, GMA 2015.2 – 25
4. Introdução às Integrais
! Triplas

Seja
5. Métodos de Resolução de
! Integrais Triplas

( x 2 + (y − 1) x 2 + (y − 1) )
⃗ y) = y−1 −x
! 6. Parametrização de Curvas F (x, 2
− y, 2
, (x, y) ≠ (0,1)

7. Integral de Linha - Caso


! Escalar Calcule a integral de linha do campo
⃗ longo de
F ao
8. Integral de Linha - Caso
! Vetorial C1 e
C2 , orientadas no sentido anti-horário, onde
! 9. Teorema de Green

C1 : x 2 + (y − 1)2 = 1
' Teorema de Green

' Curvas Abertas


C2 : x 2 + y2 = 16
' Curvas Compostas

' Campos Singulares


Responde Aí
TEMPO SOBRANDO?
( ) RESUMINHO
EXERCÍCIOS EXTRAS

! 10. Campo Conservativo


Pular para Gabarito

11. Aplicação da Integral de


! Linha
Passo 1
12. Parametrização de
! Superfícies
Vamos começar achando a integral de linha de C1 , para isso precisamos parametrizar C1 , como C1
13. Integral de Superfície - é uma circunferência de centro (0,1) e raio 1 vamos ter
! Método Direto

σ1 = (1 cos θ, 1 sen θ + 1)
! 14. Teorema de Stokes

! 15. Teorema de Gauss


σ1 = (cos θ, sen θ + 1)

Com θ ∈ [0,2π]

Passo 2

Precisamos agora da derivada dessa parametrização

σ1' = (− sen θ, cos θ)

Passo 3

A integral vai ficar


( (cos θ)2 + ((sen θ + 1) − 1)2 )
(sen θ + 1) − 1 − cos θ
∫C1 ∫0
F ∙⃗ dr = − (sen θ + 1), 2 2 ∙ (−
(cos θ) + ((sen θ + 1) − 1)


( (cos θ)2 + (sen θ)2 )
sen θ − cos θ
∫0
⇒ − (sen θ + 1), 2 2 ∙ (− sen θ, cos θ)dθ
(cos θ) + (sen θ)

2π sen θ
( 1 )
− cos θ
∫0
⇒ − (sen θ + 1), ∙ (− sen θ, cos θ)dθ
1


∫0
⇒ (sen θ − sen θ − 1, − cos θ) ∙ (− sen θ, cos θ)dθ


∫0
⇒ (−1, − cos θ) ∙ (− sen θ, cos θ)dθ


∫0
2 θ dθ
⇒ ( sen θ − cos )

1+cos 2θ
Lembrando que cos2 θ = 2


(sen θ − )dθ
1 + cos 2θ
∫0

2


(sen θ − )
1 cos 2θ
∫0
⇒ − dθ
2 2

sen 2θ θ=2π
⇒ [− cos θ − −
4 ]θ=0
θ
2

⇒ [(− cos 2π − ) − (− cos 0 − 2 − )]


2π sen 2 ∙ 2π 0 sen 2 ∙ 0

2 4 4

⇒ [(−1 − π −
4 ) ( 4 )]
sen 4π sen 0
− −1 − 0 −

⇒ [(−1 − π − 0) − (−1 − 0 − 0)]

⇒ [−1 − π + 1]

⇒ −π

Passo 4

Vamos ver agora a integral de C2 , repara que antes conseguimos fazer direto porque na função F ⃗
2
aparece a equação de x 2 + (y − 1) dessa vez não vai aparecer se tentarmos fazer na “marra” vai
aparecer uma integral surrealmente louca. Vamos marotamente usar o teorema de Green agora,

mas temos um problema, a função F não está definida em (0,1) , vamos colocar a região para o
teorema de Green sendo a região de fronteira C onde C = C1 ∪ C2 assim tiramos o nosso
problema, o detalhe que vamos ter

∬D ( ∂x ∂y )
∂F2 ∂F1
∫C
F ⋅⃗ dr = − dxdy

Dessa vez vamos ter

∫C ∫C1 ∫C2
F ⋅⃗ dr = − F ⋅⃗ dr + F ⋅⃗ dr

Eu coloquei esse – porque a orientação da curva C1 deve ser ao contrário agora, porque elas
devem rodar em sentidos contrários, ou seja, C1 deve ser horário, e o que achamos no passo 3 foi
no sentido anti-horário.

Então

∬D ( ∂x )
∂F2 ∂F1
∫C1 ∫C2
− F ⋅⃗ dr + F ⋅⃗ dr = − dxdy
∂y

∬D ( ∂x )
∂F2 ∂F1
∫C2 ∫C1
F ⋅⃗ dr = F ⋅⃗ dr + − dxdy
∂y

Passo 5

Vamos agora calcular ( ∂x − ∂y ) :


∂F2 ∂F1

( )
∂F2 ∂ −x
= 2 =
∂x 2
∂x x + (y − 1)

− (x2 + (y − 1)2) − (−x)(2x)


= 2 =
( x2 + (y − 1)2 )

−x2 − (y − 1)2 + 2x2


= 2
2 + (y − 1)2
( x )

x2 − (y − 1)2
= 2
2 + (y − 1)2
( x )

( )
∂F1 ∂ y−1
= 2 −y =
∂y 2
∂y x + (y − 1)

2
(x + (y − 1) ) − (y − 1) (2 (y − 1))
2
= 2 −1=
( x2 + (y − 1)2 )

x2 + (y − 1)2 − 2(y − 1)2


= 2 −1
( x2 + (y − 1)2 )

x2 − (y − 1)2
= 2 −1
2
( x2 + (y − 1) )

( ∂x − ∂y ) = 1
∂F2 ∂F1

Passo 6

Aplicando o teorema de Green, temos:

∫C2 ∫C1 ∬D
F ⋅⃗ dr − F ⋅⃗ dr = (1)dxdy = Área (D)

A área de
D é a área da circunferência de raio
4 menos a área da circunferência de raio
1. Então:

⎛ ⎞
⎜ ⎟
dxdy = ⎜ ⎟ = 16π − π = 15π
∬D
π×4 2 − π×1 2
⎜     ⎟
⎝área do círculo de raio 4 área do círculo de raio
⎠ 1

Passo 7

A integral de linha vai ficar

∫C2 ∫C1 ∬D
F ⋅⃗ dr = F ⋅⃗ dr + (1)dxdy

∫C2
F ⋅⃗ dr = −π + 15π

∫C2
F ⋅⃗ dr = 14π

Resposta

a) ∫C F ∙⃗ dr = −π
1

b) ∫C F ⋅⃗ dr = 14π
2

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