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IF/UFRJ Introdução às Ciências Físicas

o
1 Semestre de 2013 AP3 de ICF2-ICF2Q

Instituto de Física
UFRJ

Gabarito da Ap3
Questão 1 (valor 3,5 pontos)

 
Figura 1a
ˆj Y
0,2
î 
q1 = Q a E+
+  −
O P E− q2 = −2Q X
A Figura-1a mostra um sistema formado por duas cargas elétricas q1 = Q e q2 = −2Q . A
1
distância entre as cargas elétricas é igual a 2a .Considere a constante k = conhecida
4πεo
a) Desenhe no ponto P da figura-1a os campos elétricos produzidos pelas cargas q 1 e q 2 .
As coordenadas do ponto P são x P = a, y P = 0. . Escreva este campo em termos dos vetores
unitários iˆ e ĵ paralelos aos eixos OX e OY.
 
Figura 1b
ˆj Y
0,2

q1 = Q 
E
+ −
O  P X
q2 = −2Q
E+ E−


E
 kQ  2kQ
Os campos elétricos são dados por: E1 = 2 iˆ, E2 = 2 iˆ. 2,0(1,0 cada campo
a a elétrico)

b) Desenhe  no  ponto  P  da  figura-­‐1b  o  campo  elétrico    resultante.  Calcule  os  
campo   elétrico   resultante   em   P.   Represente   este   campos   elétrico   em  
termos  dos  vetores  unitários   iˆ  e   ĵ  paralelos  aos  eixos  OX  e  OY.  

Coordenadora:Maria Antonieta T. de Almeida 1


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1 Semestre de 2013 AP3 de ICF2-ICF2Q

   kQ 2kQ 3kQ 0,5


O campo elétrico resultante é dado por: E = E1 + E2 = 2 iˆ + 2 iˆ = 2 iˆ.
a a a

Figura 1c
ˆj Y
0,1
î 
q1 = Q F
+ −−Q −
O P X
q2 = −2Q
c) Calcule   a   força   elétrica   que   atua   na   carga   elétrica   –Q   coloca   no   ponto   P.  
Represente  esta  força    em  termos  dos  vetores  unitários   iˆ  e   ĵ  paralelos  
aos   eixos   OX   e   OY.   Desenhe   a   força   elétrica   resultante     no   ponto   P     da  
figura  1c.  

  3kQ 2 0,5
A força elétrica resultante é dada por: F = −QE = − 2 iˆ.
a

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Figura 2
Questão 2 (3,5 pontos)
A Figura 2 mostra um circuito com uma malha. Ela contêm duas
pilhas. A fonte 2 tem resistência interna desprezível e pode ser
considerada como fonte ideal. Os elementos do circuito têm os
seguintes valores: ε1 = 40V ,ε 2 = 4V , R1 = 35Ω,r = 1Ω.

a) Encontre as correntes elétricas do circuito da figura-2.


A equação da malha percorrida no sentido horário
fornece:
ε1 − ε 2 40V − 4V
−R1i − ε 2 + ε1 − r i = 0 ⇒ i = = = 1A. 0,5
R1 + r 35Ω +1Ω

b) Calcule a diferença de potencial entre os pontos Va–Vc e Vc-Vd ?


Va + r i − ε1 =Vc ⇒ Va −Vc = ε1 − r i = 40V −1V = 39V 1,0(0,5 para cada diferença de
Vc + ε 2 =Vd ⇒ Vc −Vd = −ε 2 = −4V . potencial)
c) Qual das baterias está funcionado como fonte? Justifique a sua resposta.
A bateria que está funcionando como fonte é a bateria 1 porque nela as cargas elétricas
positivas da corrente elétrica convencional estão indo do menor potencial (polo negativo) 0,5
para o maior potencial (polo positivo).
d) Qual a energia útil fornecida pela fonte um minuto?
A energia útil fornecida pela bateria 1 é a energia que química que foi transformada em
energia elétrica menos a energia elétrica que foi transformada em calor na sua resistência
interna.
0,5
( ) ( )
ΔU ca = Va −Vc iΔt = 39V (60s) = 23,4.10 2 J .
e) Qual o módulo da energia dissipada nos resistor R1 em um minuto?
O módulo da energia dissipada no resistor é
2
0,5
(
Q1 = R1i 2 Δt = 35Ω 1A ) ( ) (60s) = 21,0.10 2
J.
f) Qual o módulo da quantidade de energia elétrica que está sendo transformada em energia
química em um minuto?
A energia elétrica está sendo transforma em energia química na bateria 2.

( ) ( )( )( )
ΔU dc = Vd −Vc iΔt = 4V 1A 60s = 2,40.10J . 0,5

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Questão 3 (3,0 pontos)


R
Um aluno de ICF2 montou o circuito da Figura 3 com a finalidade de I
obter informações sobre o resistor que ele colocou entre os pontos A e
C . Ele mediu as diferenças de potencial elétrico nos terminais do
resistor( VA −VC )e as correntes elétricas que atravessaram o resistor
e colocou na Tabela 1.
a) Construa a curva característica do resistor( (VA −VC )xI )com os
pontos da Tabela 1. Não esqueça de colocar as barras de
incerteza. Figura 3
Escala horizontal
9,2mA − 5,8mA
1quadradinho = = 0,103..mA
33
Vou adotar o valor de 0,2 mA para o quadradinho da horizontal.

Escala vertical
20,2V −10,4V
1quadradinho = = 0,196..V
50
Vou adotar o valor de 0,2 V para o quadradinho da Vertical

b) Utilize o gráfico para estimar com dois algarismos significativos o valor da resistência R.
O coeficiente angular da reta deve ser retira do gráfico.
(20,2V −12,0V ) 0,5-resistência
R= ≅ 2,9kΩ.
(9,2mA − 6,4mA)
a) O resistor é ôhmico? Justifique a sua reposta. O coeficiente angular da reta dá a estimativa
da resistência do resistor.
0,2-resistência
O resistor é ôhmico porque a sua curva característica é uma reta.
Tabela 1
I δI V A − VC δ ( VA − VC )
[mA] [mA] [V] [V]
5,8 0,2 10,4 0,2
6,4 0,2 12,0 0,2
7,2 0,2 14,4 0,2
7,8 0,2 16,0 0,2
8,6 0,2 18,4 0,2
9,2 0,2 20,2 0,2

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Curva característica do resistor


VA −VC (V )

0,8 (0,4 para cada escala


18,4 (ele só ganha os pontos
na escala se forem
marcados os pontos de
referência. Perde 0,3 se o
quadradinho for dízima.
Perde 0,1 se marcar as
16,4 coordenados dos pontos.)

1,2 (0,1 para


cada ponto e para
cada barras de
14,4 incerteza)

0,3 reta
12,4

I (mA)
10,4
5,0 7,0 9,0 10,0

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GABARITO DA PROVA AP32 DE ICF2

Questão 1 (3,0 pontos)


Uma mistura de gases contém 0,4 moles de Hidrogênio (He) e 0,6 moles de Nitrogênio (N2). A
5 2
pressâo da mistura vale 0,831.10 N / m e a temperatura é igual a 300K. A molécula-grama
-3 -3
(mol) do hidrogênio vale 2,0.10 kg e molécula-grama do nitrogênio vale 28.10 kg. A constante
dos gases ideais vale R = 8, 31J / (molK ) . Considere a mistura como um gás ideal. O número de
Avogrado é igual a N o = 6,02.10 23 moléculas / mol . Dê as repostas com dois algarismos
significativos.
a) Calcule o volume ocupado pela mistura de gases.
Pela equação dos gases ideais temos que:

pV = nRT ⇒ V =
nRT
=
( )
0,6 + 0,4 (8,31J / (molK ))(300)
= 0,030m3 = 30.
0,6
p 0,831.10 Pa
5

b) Sabendo que a pressão parcial de um gás em uma mistura de gases é a pressão que ele
exerceria se estivesse sozinho em recipiente com o mesmo volume e a mesma
temperatura, calcule as pressões parciais do Hidrogênio e Nitrogênio na mistura.

RT n RT nHe
p= ⇒ pHe = He = p = 0,4.(0,831.10 5 Pa) = 0,3324.10 5 Pa ≅ 0,33.10 5 Pa
V V n
RT nN RT nN
p= ⇒ pN = 2 = 2 p = 0,6.(0,831.10 5 Pa) = 0,4986.10 5 Pa ≅ 0,50.10 5 Pa
V 2
V n

1,2(0,6 para cada pressão)

c) Calcule as energias cinéticas médias das moléculas de Hidrogênio e Nitrogênio.


A energia cinética média de um molécula de um gás idelal é dada por:

3kT
Ec = .
2
Como os dois gases estão na mesma temperatura, as suas energias cinéticas são iguais a

Ec =
3kT 3RT
= =
(
3 8,31J / (molK ) .300K )
= 6,2.10 −21 J / molécula.
2 (
2N a 2 6,02.10 moléculas / mol
23
)
1,2(0,6 para energia cinética)

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Questão 2 ( 3,5 pontos)


Um aluno de ICF2 utilizou o método das misturas para calcular o calor específico de um bloco.
Com esta finalidade, fez as seguintes operações:
1. Pesou o calorímetro vazio e anotou a sua massa mcal com a sua incerteza. Pesou o
calorímetro com água e anotou a sua massa mcal+água com a sua incerteza. A seguir
calculou a massa da água com a sua incerteza e colocou na Tabela 1.
2. Pesou o bloco e colocou a sua massa com a sua incerteza na Tabela 1.
3. Colocou o bloco em água fervendo e esperou ele entrar em equilíbrio térmico com a água
fervendo. Para obter a temperatura do bloco (Tbloco) após ele entrar em equilíbrio térmico
com a água fervendo, mediu a temperatura da água fervendo com a sua incerteza e
colocou na Tabela 1.
4. Mediu a temperatura da água(Tágua) do calorímetro com a sua incerteza e colocou na
Tabela 1.
5. Transferiu rapidamente o bloco que estava na mistura da água fervendo para o
calorímetro. Tapou o calorímetro. Colocou o termômetro na água do calorímetro e esperou
a temperatura da água estabilizar. Mediu a temperatura de equilíbrio da mistura água com
o bloco (Te) com a sua incerteza e colocou na Tabela 1.
Tabela 1

mágua δ mágua mbloco δ mbloco Tbloco δTbloco Tágua δTágua Te δTe


o
[ C] o o o o o
[g] [g] [g] [g] [ C] [ C] [ C] [ C] [ C]
200,0 0,3 200,0 0,2 90,0 0,2 25,0 0,2 36,5 0,2
a) Preencha a Tabela 2 com as variações de temperatura do bloco e da água. Calcule as
incertezas destas grandezas.
Tabela 2

ΔTágua = Te − Tágua δΔTágua ΔTbloco = Te − Tbloco δΔTbloco


o o o o
[ C] [ C] [ C] [ C]

11,5o C 0,3o C −53,5o C 0,3o C


A variação de temperatura da água é dada por:
0,3
ΔTágua = Te − Tágua = 36,5 oC − 25,0 oC = 11,5 oC
A incerteza na medida da temperatura da água é
2 2
δΔTágua = (0,2 C ) + (0,2 C )
o o
( )
= 2 0,2 oC = (0,28..) oC ≅ 0,3 oC. 0,3
A variação de temperatura da bloco é dada por:
0,3
ΔTbloco = Te − Tbloco = 36,5 oC − 90,0 oC = −53,5 oC
A incerteza na medida da temperatura do bloco é
2 2
0,3
δΔTbloco = ( ) (
0,2 oC + 0,2 oC ) ( )
= 2 0,2 oC = (0,28..) oC ≅ 0,3 oC.

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2 2
A incerteza de uma função f (x, y) = x − y é dada por: δ f = (δ x ) + (δ y)
b) Escreva a equação de troca de calor entre a água e o bloco. Obtenha a partir desta
expressão o calor específico do bloco em função das medidas realizadas. Despreze a
capacidade calorífica do calorímetro.
Como o calorímetro está isolado temos que

Qágua + Qbloco = cágua mágua ΔTágua + cbloco mbloco ΔTbloco = 0 ⇒


cágua mágua ΔTágua 0,8
cbloco = − .
mbloco ΔTbloco

c) Calcule o calor específico cbloco do bloco e coloque na Tabela 3. O calor específico da água
é igual a cágua = (1, 00 ± 0, 00 ) cal / ( o C. g).

O calor específico do bloco é dada por:

cbloco = −
cágua mágua ΔTágua
=−
(1,0cal / g ) (200g ) (11,5 C ) = 0,21495..cal / g ≅ 0,215cal / g.
o

mbloco ΔTbloco (200g ) (−53,5 C ) o

0,8

Tabela 3

cbloco δ cbloco
o o
[cal/(g C)] [cal/(g C)]
0,215 0,007
d) Escreva a faixa de valores da capacidade calorífica do bloco obtida experimentalmente.
Compare os resultados obtidos pelo aluno com os valores dos calores específicos da
Tabela 4 (valores tabelados) e verifique se é possível identificar o material do bloco.
Justifique a sua resposta.
A faixa de valores obtida experimentalmente para a capacidade calorífica do bloco é dada
por:[(0,215-0,007), 0,215+0,007)]cal/g=[0,208,0,222]cal/g. Logo esta faixa de valores
contém o valor da capacidade calorifica do alumínio tabelado. Logo o bloco deve ser de
alumínio.
0,7

Tabela 4
Material c (tabelado) δ c (tabelado)
o
[cal/(g C)] [cal/(g C)]
o

Alumínio 0,215 0,001


Cobre 0,0920 0,0001

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0,6(0,3 adiabática V1,T1


Questão 3 (3,5 pontos)
0,3 isoterma)
isoterma
Um mol gás ideal monoatômico que estava incialmente
com um volume de V1 e temperatura absoluta igual a
T1 expande em um processo reversível até o estado
termodinâmico com volume V2 = 2V1 . Considere adiabática
conhecida a constante dos gases ideais R . A
capacidade calorífica molar do gás monoatômico é Figura 3
3R V2
igual a cV = .
2
Não substitua R pelo seu valor numérico.
Dados: R , V1 e T1
1) Calcule a pressão do estado 1, a pressão do estado 2 e as temperaturas dos
estados 2 para o caso em que o processo é isotérmico e para o caso em que o
processo é adiabático Preencha a Tabela 5.

Tabela 5
Estados V p T
Inicial (1) V1 T1
RT1
.
V1
Final 2 isotérmico 2V1 T1
RT1
. 0,05
2V1

Final 2 adiabático 2V1 0,6T1


0,3RT1
.
V1

A pressão inicial do gás é dada por


RT1 0,1
p1V1 = RT1 ⇒ p1 = .
V1
A pressão final do processo isotérmico é dada por:
RT1 RT1
p2V2 = RT2 = RT1 ⇒ p2 = = . 0,1
( )
V2 2V1
O cálculo da pressão final e da temperatura final do processo adiabático é realizado com
as equações destes processos, que depende da constante dos gases que é dada por:
! c & 5R )
#γ = p ( + 0,05
# c ' 2 * 5
" V ⇒γ = = .
#  3R & 3R ) 3
 3R 5R
#$cv = ;c p = cv + R = +R= ( +
' 2 *
2 2 2
Logo as pressões e as temperaturas finasi do processo adiabático são :

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γ 5/3
V1γ "V % "V % 0,3RT1
p V = p V ⇒ p2 = p1 γ = p1 $$ 1 '' = p1 $$ 1 ''
γ γ
= 2 −5/3 p1 = 0,3 p1 = 0,1
2 2 1 1
V2 # V2 & # 2V1 & V1

RT2 = p2V2 ⇒ T2 =
( )=2
2 −5/3 p1 2V1 −5/3+1
T1 = 2 −2/3 T1 = 0,6T1.
0,1
R

2) Desenhe na figura 3 os dois processos.


Como a pressão final no processo adiabático é menor, a adiabática é
representada pela curva que vem por baixo da isoterma.

3) Calcule para os processos adiabático e isotérmico a variação de energia interna do


gás, o trabalho que o gás fornece ao exterior e o calor que o exterior fornece ao gás.
Preencha a Tabela 6 com estes valores.

Tabela 6
Processos ΔU12 Wsis12 Qex12
isotérmico 0,7R T1 0,7R T1
0
adiabático 0,6R T1 0
-0,6RT1

A variação da energia interna do gás ideal é dada por:


 
ΔU12 = ncV ΔT12 = cV (T2 − T1 ).
A variação de energia interna do processo isotérmico é dada por:
 
ΔU12iso = cV (T2iso − T1 ) = cV (T1 − T1 ) = 0.
0,4
O trabalho no processo isotérmico é dado por:
!V $
" V1 %
()
W12iso = nRT1n ## 2 && = RT1n 2 ≅ 0,7RT1. 0,4

O calor do processo isotérmico pode se calculado com a Primeira Lei da Termodinâmica,


isto é,
ΔU12iso = Q12iso −W12iso ⇒ Q12iso = W12iso = 0,7RT1 0,4

A variação da energia interna no processo adiabático é


 3R
ΔU12adi = cV (T2iadi − T1 ) = (0,6T1 − T1 ) = −0,6RT1. 0,4
2

O calor trocado no processo adiabático é nulo, isto é,


Q12ad = 0. 0,4

O trabalho no processo adiabático pode ser calculado pela Primeira Lei da


Termodinâmica, isto é,
0,4
ΔU12adi = Q12adi −W12adi = −W12adi ⇒ W12adi = −ΔU12adi = 0,6RT1.

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