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ANÁLISE DE TÉCNICAS DE CARACTERIZAÇÃO DO

GRAFENO
Luiz Felipe de Oliveira

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Resumo

Este estudo tem como objetivo geral apresentar as principais aplicações do


grafeno, além de mostrar os resultados dos métodos de DRX, RAMAN, MEV e MET do
material, juntamente com explicação básica sobre os princípios de cada técnica.

1. Introdução

A nanotecnologia vem revolucionando o mundo tecnológico e está cada vez


mais presente no nosso cotidiano. O estudo da nanotecnologia compreende o
desenvolvimento e construção de estruturas a partir dos átomos. Existem diversas
técnicas e ferramentas disponíveis para promover e amplificar a capacidade de
manipular átomos e moléculas nas quantidades e combinações desejadas. (SOLDANO
et al. 2010).

Na engenharia, nanoestruturas de carbono têm desempenhado um papel


significativo, devido à diversidade de suas formas estruturais e propriedades peculiares
em aplicações tais como aditivos de materiais cerâmicos, plásticos e têxtil, biosensores
para diagnósticos ou marcadores fluorescentes, além de dispositivos eletrônicos
(KHOLMANOV et al. 2010 e LADEIRA, 2006). O grafeno, alótropo do carbono
recentemente isolado é considerado o bloco de construção básico para as nanoestruturas
de carbono, com exceção do diamante. Uma folha de grafeno manipulada de formas
diferentes pode transformar-se em outras formas de carbono (BALUCH et al. 2008).

Segundo G.L. Cordeiro et al 2015, o grafeno é constituído por uma estrutura


bidimensional empacotada em uma rede hexagonal, formada por ligações sp2 dos
átomos de carbono, em uma configuração ideal, representa uma monocamada isolada de
grafite.

Suas propriedades quando em alta qualidade, costuma ser muito forte, leve,
quase transparente, um excelente condutor de calor e eletricidade, devido a isso houve
um crescimento nos últimos anos em estudos sobre o grafeno. Os principais métodos de
obtenção são: exfoliação mecânica, exfoliação química, deposição química a vapor e
grafeno oxidado (GO).
Devido a suas propriedades, há uma vasta lista de aplicações como tais como:
saúde, engenharia, energia, indústrias de eletrônicos, de tecidos, de alimentos, de
automobilismo, da aviação, de defesa, etc.

2. Fundamentos Teóricos

Para a obtenção de resultados e juntamente discussões dos mesmos foram


necessários equipamentos de DRX, RAMAN, MEV e MET.
2.1 Técnicas de caracterização de materiais: A seguir serão listadas

3. Metodologia

MEV A microscopia eletrônica de varredura utilizada para estudo morfológico. Ela


permite caracterizar de maneira estrutural e morfológica diversos tipos de amostras
por meio de um feixe de elétrons focalizado sobre uma área da amostra, permitindo
gerar uma série de sinais, que entre as mais utilizados estão: raios-X que permitem o
estudo composicional das amostras, elétrons secundários e retroespalhados que
fornecem informação da morfologia, da topografia e da composição da amostra.

MET – A microscopia eletrônica de transmissão também é para estudo morfológico.


A técnica de MET consiste em transmitir o feixe de elétrons sob uma amostra fina para
obter a micrografia da estrutura e morfologia da amostra.

DRX - Utilizada para estudo estrutural. Consiste em os átomos de um cristal,


causarem um padrão de interferência das ondas em um feixe de raio X.

Raman - foi utilizada para o estudo morfológico e estrutural. A espectroscopia


Raman é uma técnica fotônica de alta resolução que proporciona em poucos segundos
informação química e estrutural de quase qualquer material orgânico ou inorgânico.
Baseada no espalhamento da luz ao incidir sobre um material, experimentando
pequenas mudanças de frequências que são características dos materiais, sendo uma
técnica não destrutiva.
Blanca Azucena Gómez Rodríguez, Síntese e caracterização de grafeno oxidado e nanofitas de
carbono e estudos de susas possíveis aplicações, 2015

4. Resultados e Discussões

5. Referências Bibliográficas

G.L. Cordeiro; R.R. Oliveira; N.A.M. Ferreira; G.L. Xavier; W.K. Yoshito; N.B. Lima; D.R.R. Lazar;
V. Ussui. SÍNTESE QUÍMICA E CARACTERIZAÇÃO DE GRAFENO, 2015, 1.

Soldano C, Mahmood A, Dujardin E. Produção, em pesquisas deste nanomaterial. propriedades


e potencial do grafeno. Carbon. 2010, 48: 2127- 2150.
Kholmanov IN, Cavaliere E, Cepek C, Gavioli L. “Catalytic chemical vapor deposition of methane
on graphite to produce graphene structures”. Carbon. 2010, 48: 1619-1625.

Baluch AS, Wilson B, Miller JC. Patenting graphene: opportunities and challenges.
Nanotechnol. Law & Business, 2008.

Bianca Marion, Nasser Hasan. Grafeno: inovações, aplicações e sua comercialização. Fev. 2016

Blanca Azucena Gómez Rodríguez, Síntese e caracterização de grafeno oxidado e nanofitas de


carbono e estudos de susas possíveis aplicações, 2015

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