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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA

CAMPUS CACHOEIRA DO SUL


CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA

Norton Marozo Silveira


Otavio Veggi Carvalho

ELABORAÇÃO DE UM EQUIPAMENTO PARA PROCESSAMENTO


DE BIOMASSAS AGRÍCOLAS EM ALTA PRESSÃO

Cachoeira do Sul, RS
2019
2

Norton Marozo Silveira


Otavio Veggi Carvalho

ELABORAÇÃO DE UM EQUIPAMENTO PARA PROCESSAMENTO DE


BIOMASSAS AGRÍCOLAS EM ALTA PRESSÃO

Trabalho da disciplina de Organização e


Administração de Empresas, apresentado ao
Curso de Engenharia Mecânica, da
Universidade Federal de Santa Maria (UFSM,
RS) – Campus Cachoeira do Sul, como
requisito parcial para nota final da disciplina.

Orientador: Prof. Dr. Leander Luiz Klein

Cachoeira do Sul, RS
2019
3

TEMA

ELABORAÇÃO DE UM EQUIPAMENTO PARA PROCESSAMENTO DE


BIOMASSAS AGRÍCOLAS EM ALTA PRESSÃO

DESCRIÇÃO DO TEMA

A bioenergia é uma ramificação das energias renováveis que está cada vez mais presente no
consumo energético de vários países. No Brasil, devido a sua geografia e condições climáticas,
a bioenergia está tendo um crescimento considerável como fonte de energia. Um dos principais
fatores deste aumento se dá pelo elevado número de pesquisas sobre o tema, que tem levado a
uma evolução tecnológica para a bioenergia.
A obtenção dos biocombustíveis pode ser feita de diversas técnicas de extração, uma
delas é a tecnologia supercrítica que trabalha basicamente com variáveis de temperatura e
pressão de um determinado fluido, para que, em contato com alguma biomassa agrícola,
aconteça a hidrólise da mesma.
Para obtenção do fluído hidrolisado que posteriormente sofrerá o processo de
fermentação para geração do biocombustível, é necessário que seja projetado um equipamento
contendo todos os requisitos e dispositivos indispensáveis para processamento da biomassa
agrícola.
4

LISTA DE FIGURAS
Figura 1 - Integração de todas as áreas do projeto .......................................................... 8
Figura 2 - EAP .............................................................................................................. 14
Figura 3 - Andamento do Projeto ................................................................................. 17
Figura 4 - Equipe de projeto ......................................................................................... 17
Figura 5 - Cronograma de tarefas ................................................................................. 18
Figura 6 - Cronograma de tarefas (continuação) .......................................................... 18
Figura 7 - Calendário de Projeto ................................................................................... 19
Figura 8 - Diagrama de colaboradores .......................................................................... 19
Figura 9 - Organograma ................................................................................................ 27
Figura 10 - Cronograma das aquisições ........................................................................ 31
Figura 11 - Calendário das aquisições .......................................................................... 32
Figura 12 - Vista frontal do equipamento ..................................................................... 33
Figura 13 - Vista isométrica do equipamento ............................................................... 34
Figura 14 - Vista explodida dos dispositivos utilizados na montagem do equipamento
.................................................................................................................................................. 35
5

LISTA DE TABELAS
Tabela 1 – Gerentes de Projeto ..................................................................................... 12
Tabela 2 - Custo da base móvel .................................................................................... 20
Tabela 3 - Cuto dos dispositivos e materiais utlizados para a montagem do equipamento
sobre a base móvel .................................................................................................................... 21
Tabela 4 Tabeça RACI ................................................................................................. 27
Tabela 5 - Riscos do projeto ......................................................................................... 29
Tabela 6 - Plano de controle dos riscos ....................................................................... 30
6

SUMÁRIO

1 GERENCIAMENTO DA INTEGRAÇÃO ................................................................... 8


1.1 OBJETIVO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DA INTEGRAÇÃO ....................... 8
1.2 MÉTODO DE GERENCIAMENTO DA INTEGRAÇÃO .............................................. 8
1.2.1 Processos de gerenciamento da integração ................................................................... 8
1.3 FERRAMENTAS E TÉCNICAS PARA O GERENCIAMENTO DA INTEGRAÇÃO . 9
1.3.1 Opinião especializada ..................................................................................................... 9
1.3.2 Coleta de dados................................................................................................................ 9
1.3.3 Habilidades interpessoais e de equipe ........................................................................... 9
1.3.4 Gerenciamento de conflitos .......................................................................................... 10
1.3.5 reuniões .......................................................................................................................... 10
2 GERENCIAMENTO DO ESCOPO............................................................................ 11
2.1 OBJETIVO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DO ESCOPO ................................ 11
2.2 MÉTODO DE GERENCIAMENTO DO ESCOPO ....................................................... 11
2.3 PROCESSO DE GERENCIAMENTO DO ESCOPO .................................................... 11
2.4 RESPONSABILIDADES DA EQUIPE DO PROJETO NO ESCOPO ......................... 11
2.5 PREMISSAS E RESTRIÇÕES ...................................................................................... 12
2.5.1 Premissas........................................................................................................................ 12
2.5.2 Restrições ....................................................................................................................... 12
2.6 TÉCNICAS E FERRAMENTAS DO ESCOPO ............................................................ 12
2.6.1 Gerenciamento do projeto ............................................................................................ 12
2.6.2 Gerenciamento do produto .......................................................................................... 13
2.7 COLETA DOS REQUISITOS ........................................................................................ 13
2.8 ESTRUTURA ANALITICA DO PROJETO (EAP) MUDAAR A MONTAGEM ....... 14
2.9 VALIDAR O ESCOPO .................................................................................................. 15
2.10 CONTROLAR O ESCOPO ............................................................................................ 15
3 GERENCIAMENTO DO CRONOGRAMA .............................................................. 16
3.1 OBJETIVO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DO CRONOGRAMA .................. 16
3.2 MÉTODO DE GERENCIAMENTO DO CRONOGRAMA ......................................... 16
3.2.1 Processo de gerenciamento do tempo .......................................................................... 16
3.3 DEFINIR ATIVIDADES ................................................................................................ 16
3.4 DESENVOLVER O CRONOGRAMA .......................................................................... 17
4 GERENCIAMENTO DOS CUSTOS .......................................................................... 20
4.1 OBJETIVO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DOS CUSTOS ............................. 20
4.2 MÉTODO DE GERENCIAMENTO DOS CUSTOS .................................................... 20
4.3 ESTIMATIVA DO CUSTO DO PROJETO .................................................................. 20
4.3.1 Base móvel do Projeto ................................................................................................... 20
4.3.2 Montagem do Equipamento ......................................................................................... 21
5 GERENCIAMENTO DA QUALIDADE .................................................................... 22
5.1 OBJETIVO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE ....................... 22
5.2 MÉTODO DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE .............................................. 22
5.2.1 Processos de gerenciamento da qualidade .................................................................. 22
5.2.2 Requisitos de sucesso do projeto .................................................................................. 22
5.2.3 Métricas da qualidade .................................................................................................. 23
5.2.4 Ferramentas de Qualidade ........................................................................................... 24
5.3 GARANTIA DA QUALIDADE..................................................................................... 25
5.3.1 Melhoria contínua ......................................................................................................... 25
5.4 CONTROLE DA QUALIDADE .................................................................................... 25
5.4.1 Inspeção.......................................................................................................................... 25
7

5.4.2 Monitoramento .............................................................................................................. 25


6 GERENCIAMENTO DOS RECURSOS HUMANOS .............................................. 26
6.1 OBJETIVO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DOS RECURSOS HUMANOS ... 26
6.2 MÉTODO DE GERENCIAMENTO DOS RECURSOS HUMANOS .......................... 26
6.2.1 Processos de recursos humanos ................................................................................... 26
6.2.2 Ferramentas ................................................................................................................... 26
6.2.3 Organograma ................................................................................................................ 27
6.3 DISPOSIÇÃO DAS ATIVIDADES ............................................................................... 27
6.4 SEGURANÇA ................................................................................................................ 27
7 GERENCIAMENTO DAS COMUNICAÇÕES ........................................................ 28
7.1 OBJETIVO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DAS COMUNICAÇÕES ............. 28
7.2 MÉTODO DE GERENCIAMENTO DAS COMUNICAÇÕES .................................... 28
7.3 ENTRADAS E FERRAMENTAS PARA A COMUNICAÇÃO ................................... 28
7.3.1 Informações a serem comunicadas .............................................................................. 28
7.3.2 Ferramentas de comunicação (ver a gerencia de reuniões) ...................................... 28
8 GERENCIAMENTO DOS RICOS ............................................................................. 29
8.1 OBJETIVO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DOS RISCOS ............................... 29
8.2 MÉTODO DE GERENCIAMENTO DOS RISCOS ...................................................... 29
8.2.1 Riscos do projeto ........................................................................................................... 29
8.2.2 Plano de controle dos riscos ......................................................................................... 30
8.2.3 Plano de ação para riscos ............................................................................................. 30
9 GERENCIAMENTO DE AQUISIÇÕES ................................................................... 31
9.1 OBJETIVO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DE AQUISIÇÕES ........................ 31
9.2 MÉTODO DE GERENCIAMENTO DAS AQUISIÇÕES ............................................ 31
9.2.1 Lista e Cronograma das aquisições ............................................................................. 31
ANEXO A
ANEXO B
8

1 GERENCIAMENTO DA INTEGRAÇÃO

1.1 OBJETIVO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DA INTEGRAÇÃO

O plano de gerenciamento de projeto é o processo de documentação das ações


necessárias para definir, preparar, integrar e coordenar todos os planos de gerenciamento do
projeto como um todo.

1.2 MÉTODO DE GERENCIAMENTO DA INTEGRAÇÃO

Deve-se determinar como o projeto será executado, controlado, monitorado e encerrado


levando em consideração todas as áreas. É utilizado como linha de base pois integra os demais
planos de gerenciamento permitindo determinar os objetivos, como atingir os objetivos, como
eliminar ou reduzir incertezas, elaborar o cronograma e as equipes de trabalho do projeto.

Figura 1 - Integração de todas as áreas do projeto

1.2.1 Processos de gerenciamento da integração

➢ Desenvolver o termo de abertura do projeto;


➢ Desenvolver a declaração do escopo preliminar do projeto;
➢ Desenvolver o plano de gerenciamento do projeto;
➢ Orientar e gerenciar a execução do projeto;
9

➢ Monitorar e controlar o trabalho do projeto;


➢ Controle integrado das mudanças;
➢ Encerrar o projeto.

1.3 FERRAMENTAS E TÉCNICAS PARA O GERENCIAMENTO DA INTEGRAÇÃO

1.3.1 Opinião especializada

A experiencia e conhecimento dos colaboradores e/ou da equipe com conhecimento ou


treinamento especializado para que os seguintes fatores do projeto sejam realizados de forma
eficiente.
➢ Realizar o processo de gerenciamento de projetos para cumprir as necessidades
e objetivos de projeto;
➢ Determinar as ferramentas e técnicas a utilizadas para realização do projeto;
➢ Desenvolver informações técnicas para a realização do projeto;
➢ Determinar quais documentos do projeto estarão sujeitos ao processo de controle
de mudanças;
➢ Priorizar o trabalho do projeto para garantir que os seus recursos sejam
designados ao trabalho apropriado, no tempo apropriado.

1.3.2 Coleta de dados

Para a coleta de dados do projeto, são utilizadas três ferramentas simples de


gerenciamento.
➢ Brainstorming;
➢ Grupos de discussão;
➢ Listas de verificação.

1.3.3 Habilidades interpessoais e de equipe

➢ Facilitação;
Facilitação de orientar eficazmente um evento de grupo para uma tomada de
decisão, solução ou conclusão.
➢ Gerenciamento de reuniões.
Adotar medidas para garantir que as reuniões cumpram seus objetivos
intencionados com eficácia e eficiência.
10

1.3.4 Gerenciamento de conflitos

As origens dos conflitos incluem recursos escassos, prioridades de cronograma e estilos


de trabalho pessoais. As regras básicas da equipe, as normas do grupo e práticas solidas de
gerenciamento de projetos, como planejamento das comunicações e definição de papeis,
reduzem a quantidade de conflitos.
As técnicas de solução utilizadas para resolver conflitos no projeto seguirão como base,
as técnicas do guia PMBOK 4ª ed. são elas:
➢ Retirar/evitar;
➢ Suavizar/acomodar;
➢ Ceder/conciliar;
➢ Forçar/direcionar;
➢ Colaborar.

1.3.5 reuniões

As reuniões podem ser presenciais, virtuais, formais ou informais. Elas podem incluir
membros da equipe do projeto e outras partes interessadas do projeto, quando for apropriado.
11

2 GERENCIAMENTO DO ESCOPO

2.1 OBJETIVO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DO ESCOPO

O plano de gerenciamento do escopo tem por objetivo, descrever as atividades e


métodos utilizados para alcançar as expectativas de todas as partes interessadas no projeto.
Sendo assim, estrutura-se um documento para o gerenciamento e acompanhamento de todas as
etapas desenvolvidas.

2.2 MÉTODO DE GERENCIAMENTO DO ESCOPO

A equipe será montada de acordo com as especializações individuais dos envolvidos e


dividida de acordo com as 9 áreas do Guia PMBOK 4ª ed. Após a definição da equipe, os
arquivos gerados pela mesma serão salvos em documentos do Word Office. Esta prática visa
facilitar a comunicação e integração entre os participantes, bem como, auxiliar de forma
positiva o andamento do projeto e reduzir as chances de erros durante a execução das tarefas
propostas no cronograma.

2.3 PROCESSO DE GERENCIAMENTO DO ESCOPO

Segundo o Guia PMBOK 4ª ed. “O gerenciamento do escopo do projeto inclui os


processos necessários para assegurar que o projeto inclui todo o trabalho necessário, e apenas
o necessário, para terminar o projeto com sucesso.”
Os processos que fazem parte desse conjunto são:
➢ Planejar o gerenciamento do escopo;
➢ Coletar os requisitos;
➢ Definir o escopo;
➢ Criar a EAP;
➢ Verificar (validar) o escopo;
➢ Controlar o escopo.

2.4 RESPONSABILIDADES DA EQUIPE DO PROJETO NO ESCOPO

A divisão das responsabilidades foi elaborada tendo em vistas as 9 áreas de


gerenciamento do Guia PMBOK 4ª ed.
12

Tabela 1 – Gerentes de Projeto


Membro da Equipe Responsabilidades
Norton Responsável pelo Planejamento, Desenvolvimento,
Cronograma, Qualidade, Riscos e Aquisições;
Otávio Responsável pelo Planejamento, Desenvolvimento,
Analise de Custos, Recursos e Riscos;

2.5 PREMISSAS E RESTRIÇÕES

Segundo o Guia PMBOK 4ªed. “Premissas são fatores associados ao escopo do projeto
que, para fins de planejamento, são assumidos como verdadeiros, reais ou certos sem a
necessidade de prova ou demonstração”.
Já as restrições, são fatores internos ou externos associados ao projeto que limitam as
opções da equipe de gerenciamento do projeto.

2.5.1 Premissas

➢ Trabalho com padrões de ergonomia excelentes;


➢ Equipamento com alto fator de segurança;
➢ Alta confiabilidade e uniformidade dos resultados;
➢ Suportar altas temperaturas e pressões;

2.5.2 Restrições

➢ Custo de aquisição dos componentes;


➢ Consumo elevado de energia;

2.6 TÉCNICAS E FERRAMENTAS DO ESCOPO

2.6.1 Gerenciamento do projeto

➢ Word;
➢ GanttProject;
➢ PMBOK.
13

2.6.2 Gerenciamento do produto

➢ SolidWorks.

2.7 COLETA DOS REQUISITOS

Os requisitos foram coletados diretamente com o cliente, onde foram listados os


seguintes itens:
➢ Custo de Projeto;
➢ Dimensões do Produto;
➢ Custo de Operação;
➢ Tempo de entrega das aquisições;
➢ Dispositivos de boa qualidade.
14

2.8 ESTRUTURA ANALITICA DO PROJETO (EAP)

Figura 2 – EAP
15

2.9 VALIDAR O ESCOPO

Segundo o Guia PMBOK 4ª ed. validar ou verificar o escopo, é o processo de


formalização da aceitação das entregas concluídas do projeto. Inclui a revisão das entregas com
o cliente para assegurar que foram concluídas satisfatoriamente e obter deles a aceitação formal
das mesmas.

____________________________
Norton (Gerente de Projeto)

2.10 CONTROLAR O ESCOPO

O processo de monitoramento do progresso do escopo do projeto, produto e


gerenciamento das mudanças realizadas no escopo a partir de solicitações do cliente e/ou dos
responsáveis pelo projeto.
16

3 GERENCIAMENTO DO CRONOGRAMA

3.1 OBJETIVO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DO CRONOGRAMA

O objetivo do plano de gerenciamento do cronograma é controlas as datas determinadas,


monitorar e executar os processos e ferramentas do projeto, bem como, guiar a equipe durante
o desenvolvimento do mesmo.

3.2 MÉTODO DE GERENCIAMENTO DO CRONOGRAMA

O gerenciamento do cronograma tem como função estabelecer as políticas,


procedimentos, datas, prioridades e a documentação para o planejamento, desenvolvimento,
gerenciamento, execução e controle do projeto.

3.2.1 Processo de gerenciamento do tempo

As atividades devem ser definidas e estipuladas de maneira sequencial. Sendo assim,


devem ser analisadas as relações de dependência entre as atividades, estimando os recursos e
tempo necessários para execução de determinada tarefa. Em seguida, elaborar o cronograma
utilizando alguma ferramenta de controle e monitoramento das atividades. Para este projeto
será utilizado o Software GanttProject que atende a todos os requisitos de planejamento.

3.3 DEFINIR ATIVIDADES

1. Definição do produto;
2. Definir colaboradores;
3. Definir planejamento do cronograma;
4. Esboço inicial do projeto em 3D utilizando SolidWorks;
5. Definir orçamento inicial;
6. Aprovar o planejamento;
7. Gerenciar equipes;
8. Definir desenhos técnicos do projeto;
9. Controle dos materiais;
10. Controle das atividades semanais;
11. Controle da qualidade;
12. Montagem final do equipamento.
13. Realizar testes segundo a EAP;
17

14. Elaborar relatórios técnicos;


15. Aprovação dos testes;
16. Documentar relatórios;
17. Entrega do produto.

3.4 DESENVOLVER O CRONOGRAMA

Como foi apresentado anteriormente, o cronograma foi elaborado no Software


GanttProject, que apresenta várias ferramentas de gerenciamento de projeto, ajudando assim, o
gerente de projetos a administrar o projeto.

Figura 3 - Andamento do Projeto

Figura 4 - Equipe de projeto


18

Figura 5 - Cronograma de tarefas

Figura 6 - Cronograma de tarefas (continuação)


19

Figura 7 - Calendário de Projeto

Figura 8 - Diagrama de colaboradores


20

4 GERENCIAMENTO DOS CUSTOS

4.1 OBJETIVO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DOS CUSTOS

O objetivo do plano de gerenciamento de custos é estabelecido de tal forma a criar um


documento que oriente e proporcione uma linha de comparação entre os custos projetados e os
custos reais do projeto.

4.2 MÉTODO DE GERENCIAMENTO DOS CUSTOS

Busca-se criar métodos de análises, ferramentas e utilizar as habilidades e


conhecimentos da equipe para que se possa convergir em um baixo custo de projeto, mantendo
a qualidade exigida pelo cliente.

4.3 ESTIMATIVA DO CUSTO DO PROJETO

A estimativa do custo do projeto foi dividida em duas partes, onde a primeira se refere
à base do projeto, e a segunda, a montagem sobre esta base.

4.3.1 Base móvel do Projeto

Tabela 2 - Custo da base móvel

Item Material Quantidade Custo (R$)

1 Barras de alumínio de perfil quadrado 30 × 30 12 m 60,00/m


mm
2 Barras de alumínio de perfil quadrado 40 × 40 6m 80,00/m
mm
3 Chapas de aço 2 un. 100,00
4 Cantoneiras 34 un. 3,00
5 Rodízios giratórios com trava 12 un. 15,00
6 Parafusos 34 un. 1,50
7 Porcas 34 un. 1,50
8 Arruelas 34 un. 1,00
Custo total 1.818,00
21

4.3.2 Montagem do Equipamento

Tabela 3 - Cuto dos dispositivos e materiais utlizados para a montagem do equipamento sobre
a base móvel

Item Material/Peça Quantidade Custo (R$)

1 Tubulação de aço inox 𝜙3,175mm 10m 150,00/m


2 Tubulação de aço inox 𝜙1,588mm 10m 110,00/m
3 Válvulas de bloqueio 1 un. 300,00
4 Válvula de retenção (anti-retorno) 1 un. 350,00
5 Válvula micrométrica 1 un. 600,00
6 Válvula de alívio 1 un. 300,00
7 Manômetro 3 un. 300,00
8 Banho maria 1 un. 1000,00
9 Bomba de deslocamento positivo de alta 1 un. 14000,00
pressão
10 Reatores de aço inox 316 L e de Inconel 7 un. 2000,00
11 Banho ultratermostáticos 2 un. 1000,00
12 Controlador de temperatura 1 un. 800,00
13 Manta térmica 7 un. 500,00
Custo total 39.450,00

Somando as duas divisões dos custos, chega-se a um valor total do projeto de


R$41.268,00.
As tabelas apresentaras anteriormente não apresentam o valor dos salários dos
colaboradores e o custo dos testes realizados no equipamento. São fatores de extrema
importância para o custo final do projeto, porém, não serão considerados neste trabalho.
22

5 GERENCIAMENTO DA QUALIDADE

5.1 OBJETIVO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE

O objetivo do plano de gerenciamento da qualidade é definir padrões de qualidade aos


quais o projeto deverá atender e a maneira de como será gerenciada a qualidade, respeitando as
normas de qualidade da empresa e datas de entrega.

5.2 MÉTODO DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE

O gerenciamento da qualidade será realizado pelos quatro tópicos a seguir (5.2.1, 5.2.2,
5.2.3 e 5.2.4). Este plano é desenvolvido para corroborar com os requisitos e padrões que devem
ser adotados para o aprimoramento da qualidade do projeto.

5.2.1 Processos de gerenciamento da qualidade

No controle de qualidade, o processo envolve a medição e análise de resultados em


relação a padrões de normas ou de requisitos do cliente. Isso é forma utilizada para verificar se
o planejamento, execução, controle e o projeto final estão com especificações aceitáveis
conforme definido no escopo do projeto.
Caso ocorram problemas na qualidade do projeto, é necessário que seja feita uma
avaliação da anomalia para que possa ser documentada e então seja feita a solicitação de
mudanças no escopo do projeto.

5.2.2 Requisitos de sucesso do projeto

Para garantir o sucesso do projeto, é necessário que ele atenda aos requisitos, padrões e
critérios de aceitação, respeitando o cronograma do mesmo.
23

5.2.3 Métricas da qualidade

Requisito de Qualidade Ação Responsabilidade


Manter dimensões Fazer medição periódica Norton
projetadas das peças de acordo com
ABNT NBR ISO 4287 –
Especificações geométricas
do produto (GPS).

Resistência a pressão Será analisado o material Norton


utilizado no reator quando
submetido a pressões
elevadas, de modo que o
mesmo não exploda.
Resistência a temperatura Será analisado o material Norton
do reator quando
submetido a elevadas
temperaturas, de modo que
o mesmo não perca suas
propriedades mecânicas
Coleta eficiente do Estado e qualidade dos Otávio
hidrolisado recipientes de coleta do
hidrolisado. Devendo
suportar altas temperaturas.
Mobilidade do equipamento Rodas de boa qualidade Otávio
com eixo livre para giro
Trabalho de forma Projeto feito de forma que Otávio
ergonômica o operador não fica de mau
jeito
24

5.2.4 Ferramentas de Qualidade

Ferramenta Descrição Aplicação Responsável


Folhas de É uma lista de itens Ao término de cada Otávio
verificação pré-estabelecidos etapa, conforme
que serão marcados definido no
a partir do momento Cronograma
que forem realizados
ou avaliados.
5W2H Checklist de Planejamento Norton
atividades, prazos e
responsabilidades
Diagrama de Identificação da Quando uma entrega Otávio
Ishikawa causa raiz de um não for aprovada na
determinado inspeção do controle
problema de qualidade.

Reuniões Aplicável a todos os Eventualmente Otávio


processos de
execução do projeto.
FMEA Analisa possíveis Mensalmente Norton
falhas que poderão
ocorrer com o
produto dentro das
especificações.

Procedimento de Auxilia na operação Quando o Norton


Operação Padrão eficiente do equipamento for
equipamento utilizado
25

5.3 GARANTIA DA QUALIDADE

5.3.1 Melhoria contínua

O processo de melhoria contínua possui uma filosofia gerencial que busca encontrar
anomalias, ineficiências, atrasos e gargalos em todas as áreas do projeto, visando aperfeiçoar
produtos e/ou processos a fim de alcançar padronização, melhoria incremental, redução de
desperdícios e atividades sem valor agregado.
A representação desta melhoria pode ser feita pelo ciclo PDCA (Plan, do, check, act):
1. Plan;
Identificar oportunidades, analisar o processo e criar plano de ação.
2. Do;
Executar o plano de ação;
3. Check;
Controlar e monitorar;
4. Act.
Se o projeto for bem-sucedido, normatizar e padronizar etapas. Caso não,
reiniciar o ciclo PDCA.

5.4 CONTROLE DA QUALIDADE

5.4.1 Inspeção

Será feita uma inspeção periódica no cronograma do projeto, a fim de que se busque a
conclusão das etapas no tempo pré-determinado a fim de manter o cronograma sem atrasos.

5.4.2 Monitoramento

O monitoramento das atividades será feito com base nas métricas de qualidade, a fim de
garantir que os requisitos do projeto sejam satisfeitos através de testes específicos para cada
área.
26

6 GERENCIAMENTO DOS RECURSOS HUMANOS

6.1 OBJETIVO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DOS RECURSOS HUMANOS

O plano de gerenciamento dos recursos humanos visa maximizar os resultados obtidos


por parte de cada integrante da equipe. Dessa forma, são adotadas ferramentas e técnicas para
melhor dispor as atividades de acordo com as habilidades pessoais.

6.2 MÉTODO DE GERENCIAMENTO DOS RECURSOS HUMANOS

O gerenciamento dos recursos humanos é desenvolvido e acompanhado pelo gerente de


projetos, o qual documenta, acompanha e orienta os colaboradores do projeto.

6.2.1 Processos de recursos humanos

➢ Documentação das Habilidades


Documentar as habilidades pessoais e atividades que cada colaborador está apto
a realizar de acordo com suas limitações e especializações.
➢ Definição das atividades;
Delegação das atividades para os colaboradores, definindo a área onde irá atuar.
➢ Gerenciar a equipe de projeto;
Estimular os colaboradores a trabalharem em equipe e acompanhar as etapas da
realização do projeto com o objetivo de verificar que o projeto inclui todo o
trabalho necessário e apenas o trabalho necessário, para que seja concluído com
sucesso.

6.2.2 Ferramentas

➢ Organograma;
Ferramenta administrativa que apresenta a estrutura organizacional do projeto.
➢ Consultoria.
Busca de informação técnicas externas a equipe de trabalho.
27

6.2.3 Organograma

Figura 9 - Organograma

6.3 DISPOSIÇÃO DAS ATIVIDADES

A tabela a seguir apresenta a disposição das atividades do projeto entre as partes


interessadas com base na matriz RACI, onde: Responsável (R), Revisão (Rv), Aprovação (AP),
Consultado (C), Informado (I) e Participante (P), para cada etapa de projeto.
Tabela 4 Tabeça RACI
Atividade Gerente de Projetos Cliente
Norton Otávio
Planejamento R R C
Aprovação do R R I
Planejamento
Execução R P I
Montagem R I C
Testes R I I
Aprovação Técnica AP R I
Encerramento Rv R I

6.4 SEGURANÇA

Serão distribuídos gratuitamente para os membros da equipe equipamentos de proteção


individual (EPI) para quando forem expostos a possíveis riscos, assim como, o treinamento
sobre a utilização dos mesmos.
Os membros deverão assinar um termo de recebimento e responsabilidade do EPI, onde
se declaram cientes e aptos a utilização dos EPIs.
28

7 GERENCIAMENTO DAS COMUNICAÇÕES

7.1 OBJETIVO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DAS COMUNICAÇÕES

O objetivo do plano de gerenciamento das comunicações engloba o projeto desde sua


fase inicial de criação até o momento de encerramento. Sua aplicação facilita, direciona e foca
o caminho do projeto em alcançar seus objetivos.

7.2 MÉTODO DE GERENCIAMENTO DAS COMUNICAÇÕES

O processo de comunicação do projeto deve ser aplicado de forma clara e detalhada para
facilitar o entendimento das partes interessadas. A comunicação deve ser planejada e
monitorada a fim de que seja assegurado que todas as partes interessadas tenham conhecimento
da informação.

7.3 ENTRADAS E FERRAMENTAS PARA A COMUNICAÇÃO

7.3.1 Informações a serem comunicadas

Todas as informações compartilhadas entre as equipes de trabalho devem ser objetivas,


de modo que seja realizado todo trabalho necessário e apenas o trabalho necessário, para que
seja concluído com sucesso. Desta forma, o colaborador pode focar em sua área de trabalho e
seguir a linha de base do projeto, sem que seja necessário trabalho desnecessário.

7.3.2 Ferramentas de comunicação (ver a gerencia de reuniões)

➢ GanttProject
O Software gera um mural das atividades a partir do planejamento realizado pelo
gerente de projetos. Este mural permite uma excelente visualização do
andamento das atividades e pode ser acompanhado por todas as partes
interessadas.
Mais ainda, o software possui um sistema de cores que possibilita compreender
a situação da tarefa, podendo ela estar em andamento, encerrada, atrasada ou não
iniciada.
29

8 GERENCIAMENTO DOS RICOS

8.1 OBJETIVO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DOS RISCOS

O objetivo do plano de gerenciamento dos riscos é avaliar as incertezas do projeto de


forma a tomar a melhor solução possível, visando uma prevenção de surpresas durante a
execução do mesmo que poderiam atrasar a entrega para o cliente.

8.2 MÉTODO DE GERENCIAMENTO DOS RISCOS

O processo de gerenciamento dos riscos deve possuir sistemas de controle que protejam
contra os riscos, monitoramento, plano de resposta e a comunicação/sinalização sobre o risco.
Para que a melhor decisão seja tomada quanto ao risco, é necessário analisa-lo da melhor
forma possível, avaliando se deve ser tratados, mitigado ou aceito baseado em normas técnicas.
A comunicação e conhecimento da equipe de projeto quanto ao risco é um ponto importante,
pois, assim garante-se a segurança e motivação de todos.

8.2.1 Riscos do projeto

Tabela 5 - Riscos do projeto


Risco Descrição Nível
Físico Devido a pressões e Médio
temperaturas altas
Ergonômico Má postura durante operação Baixo
do equipamento
Acidente Probabilidade de incêndio e Médio
explosão
30

8.2.2 Plano de controle dos riscos

Tabela 6 - Plano de controle dos riscos


Risco Controle
Físico Controle da pressão e da temperatura
utilizando dispositivos confiáveis
Ergonômico Recomenda-se a utilização de acentos para a
operação do equipamento
Acidente Utilização de dispositivos de controle e EPIs

8.2.3 Plano de ação para riscos

Risco Plano de ação


Físico Interromper o processo, acionar sirene de
alerta e ir para um local seguro.
Ergonômico Utilização de EPIs
Acidente Utilização de extintores e acionamento
rápido do contato com bombeiros.
31

9 GERENCIAMENTO DE AQUISIÇÕES

9.1 OBJETIVO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DE AQUISIÇÕES

O objetivo do plano de gerenciamento de aquisições apresenta os procedimentos para


aquisições detalhando seus materiais e processos a partir do início do projeto até o momento de
encerramento do mesmo.

9.2 MÉTODO DE GERENCIAMENTO DAS AQUISIÇÕES

O plano de gerenciamento das aquisições é desenvolvido e aprovado pelo gerente de


projetos ainda durante a fase de planejamento do projeto, garantindo assim, uma transparência
das etapas e auxiliando no planejamento dos custos.

9.2.1 Lista e Cronograma das aquisições

Todos os itens dispostos nas tabelas a seguir e nas tabelas da seção 4.3.1 e 4.3.2, são
comprados de fornecedores externos a equipe do projeto.
O cronograma das atividade se baseia na divisão das tabelas da seção 4.3.1e 4.3.2, sendo
os itens da base móvel do projeto comprados primeiro.

Figura 10 - Cronograma das aquisições


32

Figura 11 - Calendário das aquisições


33

ANEXO A – DESENHOS EM CAD DO EQUIPAMENTO

No anexo, serão apresentados os desenhos do projeto realizados no CAD SolidWorks.

Figura 12 - Vista frontal do equipamento


34

Figura 13 - Vista isométrica do equipamento


35

Figura 14 - Vista explodida dos dispositivos utilizados na montagem do equipamento


36

ANEXO B - PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO DO


EQUIPAMENTO

I. Preparo da amostra
1- Preparar o conteúdo da amostra com sua determinada massa dentro do vaso reator.
2- Se necessário, pode-se compactar o conteúdo dentro do vaso reator;
3- Cuidar para não deixar conteúdo da amostra na rosca do reator;
4- Com o conteúdo dentro, fechar as porcas do reator e certificar-se de que as mesmas
estão bem fechadas.
5- Preparar os recipientes de coleta da amostra, nomeando cada um deles;

II. Verificações
6- Verificar se há água no banho maria. Se sim, cuidar para a água sempre cobrir a
serpentina.
Informação: O banho maria pode ser ligado antes de começar o processo, para
reduzir o tempo de aquecimento até a temperatura determinada da água.
7- Verificar se a válvula micrométrica está fechada.
8- Verificar se há um béquer de coleta do excesso de amostra no fim da tubulação;
9- Verificar se o recipiente com água destilada está cheio, fechado e com o filtro conectado
na ponta;
10- Verificar se a válvula de alívio de pressão (abaixo dos dois manômetros) está fechada;
11- Verificar se todas as conexões, exceto as do reator e manta, estão fixas e bem fechadas;

III. Montagem do reator e análise de pressão


12- Conectar o reator aos dois pontos da tubulação;
13- Verificar se as conexões do reator com a tubulação estão bem fechadas;
14- Ligar os componentes em suas respectivas tomadas de luz (BANHO E BOMBA);
15- Ligar o banho maria;
16- Abrir um pouco a válvula micrométrica;
17- Ligar a bomba com uma determinada vazão;
Informação: Cuidar a todo momento os manômetros para que a pressão não
suba demais; se subir excessivamente, desligar o bombeamento.
18- Esperar o fluido sair até o béquer;
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19- Se o fluido sair, seguir para o passo seguinte; se não sair, procurar o problema, resolvê-
lo e recomeçar o processo;
20- Fechar totalmente a válvula micrométrica;
21- Cuidar a todo momento os manômetros para que a pressão não suba demais;
22- Quando estiver na pressão desejada de processo, desligar o bombeamento e cuidar por
alguns minutos os dois primeiros manômetros, primeiro para saber se não há perda de
pressão e segundo para ver se os dois estão em pressões aproximadas.
23- Se não houver perda de pressão e os manômetros estiverem sincronizados, seguir para
o passo seguinte; caso contrário, procurar o problema, resolvê-lo e recomeçar;

IV. Processo de hidrólise


24- Conectar as ponteiras da manta ao painel de controle;
25- Ligar a manta em sua respectiva tomada de luz;
26- Controlar a temperatura da manta pelo painel de controle para atingir a temperatura de
processo;
27- Seguir o modelo de troca de temperatura em relação ao tempo de processo;
Informação: Sempre que a temperatura da manta aumentar, resultará em
aumento da pressão no reator e tubulação.
Informação: Se a pressão subir demais, deve ser liberada abrindo-se aos poucos
a válvula micrométrica.

V. Coleta da amostra
Informação: Para a coleta da amostra, recomenda-se ter um cronômetro em
mãos e pelo menos duas pessoas, uma para controle da pressão na tubulação e outra
para coleta da amostra e cronometragem.
Informação: Eventualmente cuidar o nível de água destilada;
28- Após chegar à temperatura de controle ou do tempo de controle (o que for escolhido) é
preciso coletar a amostra;
Informação: Nem sempre a temperatura estará ao tempo determinado no
modelo, então é necessário que se faça a escolha de quando começar a coleta.
29- Retirar o béquer de excesso e colocar o primeiro recipiente de coleta das amostras;
30- Ligar o bombeamento, iniciar o cronômetro, abrir e fechar a válvula micrométrica
alternadamente para manter pressão na tubulação e coletar amostra;
Informação: CUIDAR A PRESSÃO NA TUBULAÇÃO, POIS, A PARTIR
DESTE PASSO, É NECESSÁRIO UM RIGOROSO CONTROLE. QUALQUER
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EXCESSO DE PRESSÃO OU SINAL DE SOBREPRESSÃO, DESLIGAR


IMEDIATAMENTE O BOMBEAMENTO;
31- Trocar os frascos aos tempos pré-determinados no modelo experimental;
32- Durante o tempo de espera para encher o recipiente, colocar o anterior na geladeira.
33- Recolocar o béquer de excesso logo após a coleta no último recipiente;
34- Abrir totalmente a válvula micrométrica e deixar sair algum excesso por alguns minutos;
Informação: Abrir aos poucos a válvula, pois como a pressão é alta, pode
respingar a amostra quente.

VI. Finalização e limpeza


35- Quando todos os recipientes estiverem na geladeira, ajustar temperatura de 20°C para a
manta;
36- Desligar o bombeamento;
37- Desligar o banho maria;
38- Esperar a temperatura da manta diminuir até os 20°C;
39- Desconectar a manta da tomada de luz e do painel de controle;
40- Retirar o reator;
41- Religar o banho maria;
42- Abrir as duas pontas do reator;
43- Retirar o sólido de dentro;
44- Limpar o interior do reator e os filtros;
45- Montar e conectar novamente o reator na unidade, sem biomassa no interior;
46- Ligar o bombeamento;
47- Fechar e abrir a válvula micrométrica alternadamente;
48- Procurar perceber se há sólidos dentro da tubulação; se sim, continuar com a alternância
da válvula micrométrica, se não, passar para o passo seguinte;
49- Desligar o bombeamento e a bomba da tomada de luz;
50- Desligar o banho maria e o mesmo da tomada de luz;
51- Retirar o reator;
52- Limpar a unidade;
53- Limpar e guardar equipamentos e vidrarias utilizadas;
54- Completar com água destilada o recipiente de água destilada;
55- Deixar o reator e filtros sobre a unidade.