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Universidade Federal do Ceará

Campus de Crateús

Geoprocessamento – Introdução à Cartografia: Escalas e Tipos de Mapas

Professor: Armando Teles Dauer

Agosto de 2019

Prof. Armando Teles Dauer Geoprocessamento


1. Introdução

Através do tempo, a cartografia foi experimentando diferentes utilizações em função de suas


diversas aplicabilidades.

Prof. Armando Teles Dauer Geoprocessamento


1. Introdução

Através do tempo, a cartografia foi experimentando diferentes utilizações em função de suas


diversas aplicabilidades.

Conforme o nível de exigência aumentava, foi sendo cada vez mais necessária a possibilidade de se
extrair elementos dos mapas com precisões adequadas aos interesses do usuário. Assim, por
exemplo, a precisão e o detalhamento dos mapas que foram sendo aprimorados a partir do século
XVII serviram para aumentar o poder de domínio dos países colonizadores.

Mapa Brasil 1519 Mapa Brasil 1700


Prof. Armando Teles Dauer Geoprocessamento
1. Introdução

Entre os diversos componentes de um mapa, um dos elementos fundamentais para o seu bom
entendimento e uso eficaz é a ESCALA.

Pode-se definir ESCALA como a relação ou proposição existente entre as distâncias lineares
representadas em um mapa e aquelas existentes no terreno, ou seja, na superfície real.

Prof. Armando Teles Dauer Geoprocessamento


1. Introdução

Entre os diversos componentes de um mapa, um dos elementos fundamentais para o seu bom
entendimento e uso eficaz é a ESCALA.

Pode-se definir ESCALA como a relação ou proposição existente entre as distâncias lineares
representadas em um mapa e aquelas existentes no terreno, ou seja, na superfície real.

Em geral, as escalas são apresentadas em mapas em três formas:

• Numérica

• Gráfica

• Nominal 1 CM = 10 KM

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2.1. Escalas – Escala Numérica

A ESCALA NUMÉRICA é representada por uma fração em que o numerador é sempre a unidade,
designando a distância medida no mapa. E o denominador representa a distância correspondente
no terreno.

Essa forma de representação é a maneira


mais utilizada em mapas impressos.

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2.1. Escalas – Escala Numérica

A ESCALA NUMÉRICA é representada por uma fração em que o numerador é sempre a unidade,
designando a distância medida no mapa. E o denominador representa a distância correspondente
no terreno.

Essa forma de representação é a maneira


mais utilizada em mapas impressos.

Pode-se representar por dois pontos ou por uma barra: 1:50.000 ou 1/50.000. Em ambos os casos
lê-se ESCALA DE UM PARA CINQUENTA MIL, ou seja: cada centímetro no mapa corresponderá a
cinquenta mil centímetros (quinhentos metros) no terreno real.

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2.2. Escalas – Escala Gráfica

A ESCALA GRÁFICA é representada por uma linha ou barra (régua) graduada, contendo subdivisões
denominadas TALÕES. Cada talão representa a relação do seu comprimento com o valor
correspondente no terreno, indicado sob forma numérica, na sua parte inferior. O talão,
preferencialmente, deve ser expresso por um valor inteiro.

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2.2. Escalas – Escala Gráfica

A ESCALA GRÁFICA é representada por uma linha ou barra (régua) graduada, contendo subdivisões
denominadas TALÕES. Cada talão representa a relação do seu comprimento com o valor
correspondente no terreno, indicado sob forma numérica, na sua parte inferior. O talão,
preferencialmente, deve ser expresso por um valor inteiro.

TALÃO
Esse tipo de escala é normalmente utilizado em
mapas digitais. Geralmente ela consta de duas
porções: A PRINCIPAL, desenhada do zero para a
direita, e A FRACIONÁRIA, que corresponde ao
talão da fração subdividido em dez partes.

FRACIONÁRIA PRINCIPAL

A aplicação prática dessa escala ocorre de forma direta, comparando o tamanho do talão com as
dimensões que se deseja medir no mapa.

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2.3. Escalas – Escala Nominal

A ESCALA NOMINAL ou EQUIVALENTE é apresentada nominalmente, por extenso, por uma


igualdade entre o valor representado no mapa e sua correspondência no terreno:

1 cm = 10 Km 1 cm = 50 m
Le-se: UM CENTÍMETRO CORRESPONDE UM CENTÍMETRO CORRESPONDE
A DEZ QUILÔMETROS A CINQUENTA METROS

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2.4. Utilização Prática

A utilização prática da escala contida em um mapa diz respeito às medições possíveis a serem
realizadas nesse mapa. Assim, as distâncias entre quaisquer localizadas podem ser facilmente
calculadas por mio de uma simples regra de três:

• – distância real no terreno;


• – Denominador da escala (escala = 1/N);
• – distância medida no mapa;

Exemplos:

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2.4. Utilização Prática

A utilização prática da escala contida em um mapa diz respeito às medições possíveis a serem
realizadas nesse mapa. Assim, as distâncias entre quaisquer localizadas podem ser facilmente
calculadas por mio de uma simples regra de três:

• – distância real no terreno;


• – Denominador da escala (escala = 1/N);
• – distância medida no mapa;

Exemplos:
1. Medindo-se uma distância em uma carta. Acharam-se 22 cm. Sendo a escala da carta 1:50.000, ou
seja cada centímetro da carta representa 50.000 cm (ou 500 m) na realidade, qual será a distância
no terreno?

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2.4. Utilização Prática

A utilização prática da escala contida em um mapa diz respeito às medições possíveis a serem
realizadas nesse mapa. Assim, as distâncias entre quaisquer localizadas podem ser facilmente
calculadas por mio de uma simples regra de três:

• – distância real no terreno;


• – Denominador da escala (escala = 1/N);
• – distância medida no mapa;

Exemplos:
1. Medindo-se uma distância em uma carta. Acharam-se 22 cm. Sendo a escala da carta 1:50.000, ou
seja cada centímetro da carta representa 50.000 cm (ou 500 m) na realidade, qual será a distância
no terreno?

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2.4. Utilização Prática

A utilização prática da escala contida em um mapa diz respeito às medições possíveis a serem
realizadas nesse mapa. Assim, as distâncias entre quaisquer localizadas podem ser facilmente
calculadas por mio de uma simples regra de três:

• – distância real no terreno;


• – Denominador da escala (escala = 1/N);
• – distância medida no mapa;

Exemplos:
2. Ao encontrar-se um mapa geográfico antigo, cuja escala aparece pouco visível, mediu-se a
distância entre duas cidades, tendo sido encontrado o valor de 30cm. Sabendo que a distância real
entre ambas é de, aproximadamente, 270 Km em linha reta, qual a verdadeira escala do mapa?

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2.4. Utilização Prática

A utilização prática da escala contida em um mapa diz respeito às medições possíveis a serem
realizadas nesse mapa. Assim, as distâncias entre quaisquer localizadas podem ser facilmente
calculadas por mio de uma simples regra de três:

• – distância real no terreno;


• – Denominador da escala (escala = 1/N);
• – distância medida no mapa;

Exemplos:
2. Ao encontrar-se um mapa geográfico antigo, cuja escala aparece pouco visível, mediu-se a
distância entre duas cidades, tendo sido encontrado o valor de 30cm. Sabendo que a distância real
entre ambas é de, aproximadamente, 270 Km em linha reta, qual a verdadeira escala do mapa?

. .
, ou seja:
Escala ( ) = 1:900.000

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2.4. Utilização Prática

A utilização prática da escala contida em um mapa diz respeito às medições possíveis a serem
realizadas nesse mapa. Assim, as distâncias entre quaisquer localizadas podem ser facilmente
calculadas por mio de uma simples regra de três:

• – distância real no terreno;


• – Denominador da escala (escala = 1/N);
• – distância medida no mapa;

Exemplos:
3. Ao demarcar-se uma reserva indígena no norte do país, de forma quadrada, com área de 15.625
km2, sobre um mapa na escala 1:1.250.000, busca-se saber: quanto será cada lado do quadrado
desenhado no mapa?

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2.4. Utilização Prática

A utilização prática da escala contida em um mapa diz respeito às medições possíveis a serem
realizadas nesse mapa. Assim, as distâncias entre quaisquer localizadas podem ser facilmente
calculadas por mio de uma simples regra de três:

• – distância real no terreno;


• – Denominador da escala (escala = 1/N);
• – distância medida no mapa;

Exemplos:
3. Ao demarcar-se uma reserva indígena no norte do país, de forma quadrada, com área de 15.625
km2, sobre um mapa na escala 1:1.250.000, busca-se saber: quanto será cada lado do quadrado
desenhado no mapa?

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2.4. Utilização Prática

A utilização prática da escala contida em um mapa diz respeito às medições possíveis a serem
realizadas nesse mapa. Assim, as distâncias entre quaisquer localizadas podem ser facilmente
calculadas por mio de uma simples regra de três:

• – distância real no terreno;


• – Denominador da escala (escala = 1/N);
• – distância medida no mapa;

Exemplos:
4. Admitindo-se que as dimensões do território brasileiro, em linha reta, nas direções leste-oeste e
norte-sul são, respectivamente, 4.328 km e 4.320 km, qual a escala mais adequada para
enquadrarmos o mapa do país em um espaço disponível de 1,30 m x 1,30 m, considerando um
borda de, aproximadamente, 5cm para cada lado da área representada?

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2.4. Utilização Prática

A utilização prática da escala contida em um mapa diz respeito às medições possíveis a serem
realizadas nesse mapa. Assim, as distâncias entre quaisquer localizadas podem ser facilmente
calculadas por mio de uma simples regra de três:

• – distância real no terreno;


• – Denominador da escala (escala = 1/N);
• – distância medida no mapa;

Exemplos:
4. Admitindo-se que as dimensões do território brasileiro, em linha reta, nas direções leste-oeste e
norte-sul são, respectivamente, 4.328 km e 4.320 km, qual a escala mais adequada para
enquadrarmos o mapa do país em um espaço disponível de 1,30 m x 1,30 m, considerando um
borda de, aproximadamente, 5cm para cada lado da área representada?

Arredondando: Escala ( ) = 1:3.600.000

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2.4. Utilização Prática

A utilização prática da escala contida em um mapa diz respeito às medições possíveis a serem
realizadas nesse mapa. Assim, as distâncias entre quaisquer localizadas podem ser facilmente
calculadas por mio de uma simples regra de três:

• – distância real no terreno;


• – Denominador da escala (escala = 1/N);
• – distância medida no mapa;

Exemplos:
5. Após a impressão de parte de uma carta topográfica que se encontrava em um arquivo digital,
observou-se que houve uma ampliação dessa carta. Um trecho de uma estrada que representava
escala original de 1:25.000, com exatamente 7 cm, ficou com 12,5 cm. Qual a “nova” escala do
mapa impresso?

Nova escala ( ) = 1:14.000


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2.4. Utilização Prática

IMPORTANTE!
A utilização prática da escala contida em um mapa diz respeito às medições possíveis a serem
realizadas nesse mapa. Assim, as distâncias entre quaisquer localizadas podem ser facilmente
calculadas por mio de uma simples regra de três:

Problemas como os apresentados no exercício passado podem ser resolvidos, de


• – distância real no terreno;
forma razoavelmente simples, utilizando uma escala gráfica ao invés de uma

escala numérica ou nominal.
– Denominador da escala (escala = 1/N);
• – distância medida no mapa;
A escala gráfica acompanha a distorção do mapa, automaticamente se modelando
Exemplos:
ao novo mapa impresso.
5. Após a impressão de parte de uma carta topográfica que se encontrava em um arquivo digital,
observou-se que houve uma ampliação dessa carta. Um trecho de uma estrada que representava
escala original de 1:25.000, com exatamente 7 cm, ficou com 12,5 cm. Qual a “nova” escala do
mapa impresso?

Nova escala ( ) = 1:14.000


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2.5. Escolha da Escala

Para qualquer trabalho que implique a utilização de um mapa, a primeira preocupação


deve ser com relação à escala a ser adotada.

A escolha da escala mais adequada deve seguir dois preceitos básicos:

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2.5. Escolha da Escala

Para qualquer trabalho que implique a utilização de um mapa, a primeira preocupação


deve ser com relação à escala a ser adotada.

A escolha da escala mais adequada deve seguir dois preceitos básicos:


• Ao fim a que se destina o produto obtido, ou seja, à necessidade ou não de
precisão e detalhamentos do trabalho efetuado;
• À disponibilidade de recursos para impressão, ou seja, basicamente com
relação ao tamanho do papel a ser impresso.

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2.5. Escolha da Escala

Para qualquer trabalho que implique a utilização de um mapa, a primeira preocupação


deve ser com relação à escala a ser adotada.

A escolha da escala mais adequada deve seguir dois preceitos básicos:


• Ao fim a que se destina o produto obtido, ou seja, à necessidade ou não de
No casoe detalhamentos
precisão de mapas armazenados em arquivos digitais, essa
do trabalho efetuado;
• Àsituação tende adeser
disponibilidade relegada
recursos paraa impressão,
um segundoou plano, pois, em com
seja, basicamente
princípio,
relação a escala
ao tamanho do pode
papel aser facilmente transformada em
ser impresso.
quaisquer valores.

Entretanto, isso pode gerar uma série de problemas: deve-se


ter MUITO CUIDADO ao lidar com esse tipo de estrutura, pois
O QUE REALMENTE CONDIZ COM A REALIDADE É A ORIGEM
DAS INFORMAÇÕES GERADAS. Assim, um mapa em meio
digital, originalmente concebido na escala 1:50.000, NUNCA
terá uma precisão maior do que a permitida para essa escala.

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2.5.1. Conversão de Unidades

Uma ocorrência bastante frequente diz respeito ao uso de unidades de medidas fora do
SISTEMA INTERNACIONAL (SI).

Um exemplo dessa situação diz respeito à digitalização de cartas e imagens. A resolução


de uma imagem digital é dada pelo seu número de PIXELS (PICTURE ELEMENTS), ou seja,
cada ponto que forma a imagem, e pela sua densidade, medida em dpi (DOTS PER
INCH), pontos por polegada.

Outras conversões de unidades são, em geral, pouco empregadas, salvo quando se utiliza
material de origem anglo-saxônica.

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2.6. Erros na Cartografia

Um problema importante a ser considerado no momento da escolha da escala está


relacionado com as possibilidades de existência de erros nos mapas comumente
utilizados.

Esses erros estão relacionados às formas de confecção e à qualidade do material


impresso. Além da incerteza advinda da origem das informações, da qualidade da mão
de obra e dos equipamentos que geram o produto final, tem-se a possibilidade de
deformação da folha impressa.

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2.6. Erros na Cartografia

Um problema importante a ser considerado no momento da escolha da escala está


relacionado com as possibilidades de existência de erros nos mapas comumente
utilizados.

Esses erros estão relacionados às formas de confecção e à qualidade do material


impresso. Além da incerteza advinda da origem das informações, da qualidade da mão
de obra e dos equipamentos que geram o produto final, tem-se a possibilidade de
deformação da folha impressa.

Entre várias ocorrências possíveis, uma que deve ser respeitada é o ERRO GRÁFICO. Esse
tipo de erro pode ser definido como o aparente deslocamento existente entre a posição
real teórica de um objeto e sua posição final no mapa.

Esse erro é potencialmente desenvolvido durante a confecção do desenho. Esse erro não
deve ser superior a 0,1 mm. Entretanto, em certos casos, é aceitável um valor
compreendido entre 0,1 mm e 0,3 mm.

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2.6. Erros na Cartografia

Um problema importante
Assim, a ser considerado
o erro gráfico no momento
pode ser calculado da escolha
da seguinte da escala está
forma:
relacionado com as possibilidades de existência de erros nos mapas comumente
utilizados.

Esses erros estão relacionados às formas de confecção e à qualidade do material


Sendo:
impresso. Além da incerteza advinda da origem das informações, da qualidade da mão
de obra e dos–equipamentos
erro gráfico em
quemetros;
geram o produto final, tem-se a possibilidade de
deformação da–folha
erroimpressa.
correspondente no terreno, em metros;
𝟏
– denominador da escala ( ).
𝑵
Entre várias ocorrências possíveis, uma que deve ser respeitada é o ERRO GRÁFICO. Esse
tipo de erro pode ser definido como o aparente deslocamento existente entre a posição
real teórica de um objeto e sua posição final no mapa.

Esse erro é potencialmente desenvolvido durante a confecção do desenho. Esse erro não
deve ser superior a 0,1 mm. Entretanto, em certos casos, é aceitável um valor
compreendido entre 0,1 mm e 0,3 mm.

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2.6. Erros na Cartografia

Um problema importante
Assim, a ser considerado
o erro gráfico no momento
pode ser calculado da escolha
da seguinte da escala está
forma:
relacionado com as possibilidades de existência de erros nos mapas comumente
utilizados.

Esses erros estão relacionados às formas de confecção e à qualidade do material


Sendo:
impresso. Além da incerteza advinda da origem das informações, da qualidade da mão
de obra e dos–equipamentos
erro gráfico em
quemetros;
geram o produto final, tem-se a possibilidade de
deformação da–folha
erroimpressa.
correspondente no terreno, em metros;
𝟏
– denominador da escala ( ).
𝑵
Entre várias ocorrências possíveis, uma que deve ser respeitada é o ERRO GRÁFICO. Esse
tipoOde erro
erro podereduz
gráfico ser definido como o aparente
sua intensidade deslocamento
com o aumento existente entre a posição
da escala.
real teórica de um objeto e sua posição final no mapa.
Dessa forma, quando se fizer uma linha de 0,5 mm em um mapa numa escala de
Esse erro é potencialmente
1:50.000, desenvolvido
em que um milímetro duranteaacinquenta
corresponde confecçãometros,
do desenho. Essegráfico
um erro erro não
deve ser mm
de 0,5 superior a 0,1 mm.
corresponderá Entretanto,
a vinte em certos
e cinco metros casos, éPoraceitável
na realidade. umsevalor
outro lado, o
compreendido entre 0,1 mm e 0,3 mm.
mesmo erro ocorrer em uma escala de 1:100.000, o erro gráfico é de cinquenta
metros.

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2.6. Erros na Cartografia

Exemplo:

Deseja-se realizar o mapeamento de uma área com precisão gráfica de 0,1 mm, cujo
detalhamento exige a distinção de feições de mais de 2,5 m de extensão. Qual escala
deverá ser utilizada?

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2.6. Erros na Cartografia

Exemplo:

Deseja-se realizar o mapeamento de uma área com precisão gráfica de 0,1 mm, cujo
detalhamento exige a distinção de feições de mais de 2,5 m de extensão. Qual escala
deverá ser utilizada?

Da expressão , temos:

Dessa forma:

Para termos um erro que não interfira significativamente na


nossa projeção, temos que utilizar uma escala de E = 1:25.000 .

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3. Cartas, Mapas e Plantas

A provável origem da palavra MAPA vem dos cartagineses, com o significado de TOALHA
DE MESA.

Essa conotação teria derivado de conversas entre os comerciantes que, desenhando


sobre as toalhas das mesas MAPPAS, identificavam as trotas, caminhos, localidades e
outros tantos informes gráficos para auxiliar seus negócios

Com a evolução do tempo, foram criadas diversas terminologias para definir cada tipo de
representação: CARTAS, PLANTAS, MAPAS.

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3. Cartas, Mapas e Plantas

A provável origem da palavra MAPA vem dos cartagineses, com o significado de TOALHA
DE MESA.

Essa conotação teria derivado de conversas entre os comerciantes que, desenhando


sobre as toalhas das mesas MAPPAS, identificavam as trotas, caminhos, localidades e
outros tantos informes gráficos para auxiliar seus negócios

Com a evolução do tempo, foram criadas diversas terminologias para definir cada tipo de
representação: CARTAS, PLANTAS, MAPAS.

Muitas vezes, essas terminologias são utilizadas como sinônimos, entretanto, dentro de
um cenário acadêmico, existem diferenças que devem ser encaradas com certos
cuidados.

Por conta de suas características, é comum encontrar diferenças na utilização destes


termos. Entretanto, para este curso, vamos nos basear no que é descrito pela Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

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3. Cartas, Mapas e Plantas

A provável origem da palavra MAPA vem dos cartagineses, com o significado de TOALHA
DE MESA.
MAPA: “representação gráfica, em geral uma
Essa conotação teria derivado de conversas entre os comerciantes que, desenhando
superfície
sobre plana
as toalhas das e numa
mesas MAPPAS, determinada
identificavam escala,
as trotas, caminhos, com e
localidades
outros tantos informes gráficos para auxiliar seus negócios
representação de acidentes físicos e culturais da
superfície
Com a evolução doda Terra,
tempo, foramde umdiversas
criadas planeta ou satélite”.
terminologias para definir cada tipo de
representação: CARTAS, PLANTAS, MAPAS.

Muitas vezes, essas terminologias são utilizadas como sinônimos, entretanto, dentro de
um cenário acadêmico, existem diferenças que devem ser encaradas com certos
cuidados.

Por conta de suas características, é comum encontrar diferenças na utilização destes


termos. Entretanto, para este curso, vamos nos basear no que é descrito pela Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

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3. Cartas, Mapas e Plantas

A provável origem da palavra MAPA vem dos cartagineses, com o significado de TOALHA
DE MESA.
MAPA: “representação gráfica, em geral uma
Essa conotação teria derivado de conversas entre os comerciantes que, desenhando
superfície
sobre plana
as toalhas das e numa
mesas MAPPAS, determinada
identificavam escala,
as trotas, caminhos, com e
localidades
outros tantos informes gráficos para auxiliar seus negócios
representação de acidentes físicos e culturais da
superfície
Com a evolução doda Terra,
tempo, foramde umdiversas
criadas planeta ou satélite”.
terminologias para definir cada tipo de
representação: CARTAS, PLANTAS, MAPAS.

Muitas vezes, essas terminologias são utilizadas como sinônimos, entretanto, dentro de
um cenário acadêmico, existem diferenças que devem ser encaradas com certos
CARTA: “Representação dos aspectos naturais e artificiais da
cuidados.
Terra, destina da fins práticos da atividade humana,
Por conta de suas acaracterísticas,
permitindo avaliaçãoé comumprecisaencontrar diferenças na utilização
de distâncias, direçõesdestes
e
termos. Entretanto, para este curso, vamos nos basear no que é descrito pela Associação
localização
Brasileira plana,
de Normas geralmente
Técnicas (ABNT). em média ou grande escala, de
uma superfície da Terra, subdividia em folhas, de forma
sistemática, obedecendo a um plano nacional ou
internacional”.
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3. Cartas, Mapas e Plantas

A provável origem da palavra MAPA vem dos cartagineses, com o significado de TOALHA
DE MESA.
MAPA: “representação gráfica, em geral uma
Essa conotação teria derivado de conversas entre os comerciantes que, desenhando
superfície
sobre plana
as toalhas das e numa
mesas MAPPAS, determinada
identificavam escala,
as trotas, caminhos, com e
localidades
outros tantos informes gráficos para auxiliar seus negócios
representação de acidentes físicos e culturais da
superfície
Com a evolução doda Terra,
tempo, foramde umdiversas
criadas planeta ou satélite”.
terminologias para definir cada tipo de
representação: CARTAS, PLANTAS, MAPAS.
MAPA CARTA PLANTA
Muitas vezes, essas terminologias são utilizadas como sinônimos, entretanto, dentro de
Escala Pequena Escala Média Escala Grande
um cenário acadêmico, existem diferenças que devem ser encaradas com certos
CARTA: “Representação dos aspectos naturais e artificiais da
cuidados.
Terra, destina da fins práticos da atividade humana,
Por conta de suas acaracterísticas,
permitindo avaliaçãoé comumprecisaencontrar diferenças na utilização
de distâncias, direçõesdestes
e
termos. Entretanto, para este curso, vamos nos basear no que é descrito pela Associação
localização
Brasileira plana,
de Normas geralmente
Técnicas (ABNT). em média ou grande escala, de
uma superfície da Terra, subdividia em folhas, de forma
sistemática, obedecendo a um plano nacional ou
internacional”.
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3.1. Cartas, Mapas e Plantas - Classificação

Os mapas e/ou cartas podem ser classificados de diversas maneiras CONFORME SUAS
CARACTERÍSTICAS.

Em geral, as classificações mais usuais apresentam determinadas características


específicas de um mapa ou carta. Elas devem ser encaradas, porém, apenas como
indicação da aplicabilidade para cada solução apresentada.
Classificação de MAPAS GENÉRICOS
Acordo com os OU GERAIS
Objetos Não possuem uma finalidade
Classificação de MAPAS ESPECIAIS específica, servindo basicamente para
Acordo com a OU TÉCNICOS efeitos ilustrativos. São, em geral,
escala desprovidos de grande precisão.
MAPAS TEMÁTICOS
Apresentam alguns aspectos físicos e
obras humanas, objetivando um
MAPAS OU CARTA
usuário leigo e comum.
IMAGEM
Exemplo: Mapa com a divisão política
de um estado ou país.

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3.1. Cartas, Mapas e Plantas - Classificação

Os mapas e/ou cartas podem ser classificados de diversas maneiras CONFORME SUAS
CARACTERÍSTICAS.

Em geral, as classificações mais usuais apresentam determinadas características


específicas de um mapa ou carta. Elas devem ser encaradas, porém, apenas como
indicação da aplicabilidade para cada solução apresentada.
Classificação de MAPAS GENÉRICOS
Acordo com os OU GERAIS
Objetos Não possuem uma finalidade
Classificação de MAPAS ESPECIAIS específica, servindo basicamente para
Acordo com a OU TÉCNICOS efeitos ilustrativos. São, em geral,
escala desprovidos de grande precisão.
MAPAS TEMÁTICOS
Apresentam alguns aspectos físicos e
obras humanas, objetivando um
MAPAS OU CARTA
usuário leigo e comum.
IMAGEM
Exemplo: Mapa com a divisão política
de um estado ou país.

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3.1. Cartas, Mapas e Plantas - Classificação

Os mapas e/ou cartas podem ser classificados de diversas maneiras CONFORME SUAS
CARACTERÍSTICAS.

Em geral, as classificações mais usuais apresentam determinadas características


específicas de um mapa ou carta. Elas devem ser encaradas, porém, apenas como
indicação da aplicabilidade para cada solução apresentada.
Classificação de MAPAS GENÉRICOS
Acordo com os OU GERAIS
Objetos
Classificação de MAPAS ESPECIAIS
Acordo com a OU TÉCNICOS Elaborados para fins específicos, com
escala uma precisão bastante variável, de
MAPAS TEMÁTICOS acordo com a sua aplicabilidade.

Exemplo: Mapa Astronômico,


MAPAS OU CARTA
meteorológico, turístico,
IMAGEM
zoogeográfico, etc.

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3.1. Cartas, Mapas e Plantas - Classificação

Os mapas e/ou cartas podem ser classificados de diversas maneiras CONFORME SUAS
CARACTERÍSTICAS.

Em geral, as classificações mais usuais apresentam determinadas características


específicas de um mapa ou carta. Elas devem ser encaradas, porém, apenas como
indicação da aplicabilidade para cada solução apresentada.
Classificação de MAPAS GENÉRICOS
Acordo com os OU GERAIS
Objetos
Classificação de MAPAS ESPECIAIS
Acordo com a OU TÉCNICOS Elaborados para fins específicos, com
escala uma precisão bastante variável, de
MAPAS TEMÁTICOS acordo com a sua aplicabilidade.

Exemplo: Mapa Astronômico,


MAPAS OU CARTA
meteorológico, turístico,
IMAGEM
zoogeográfico, etc.

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3.1. Cartas, Mapas e Plantas - Classificação

Os mapas e/ou cartas podem ser classificados de diversas maneiras CONFORME SUAS
CARACTERÍSTICAS.

Em geral, as classificações mais usuais apresentam determinadas características


específicas de um mapa ou carta. Elas devem ser encaradas, porém, apenas como
indicação da aplicabilidade para cada solução apresentada.
Classificação de MAPAS GENÉRICOS Neles são representados determinados
Acordo com os OU GERAIS aspectos ou temas sobre outros mapas
Objetos
já existentes, os denominados mapas-
Classificação de MAPAS ESPECIAIS
base.
Acordo com a OU TÉCNICOS
Utiliza-se de simbologias diversas para
escala a representação dos fenômenos
MAPAS TEMÁTICOS espacialmente distribuídos na
superfície.
MAPAS OU CARTA Qualquer mapa que apresente
IMAGEM informações diferentes da mera
representação do terreno pode ser
classificado como mapa temático.
Exemplo: mapa geomorfológico, mapa
geológico, mapa de solos, etc.

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3.1. Cartas, Mapas e Plantas - Classificação

Os mapas e/ou cartas podem ser classificados de diversas maneiras CONFORME SUAS
CARACTERÍSTICAS.

Em geral, as classificações mais usuais apresentam determinadas características


específicas de um mapa ou carta. Elas devem ser encaradas, porém, apenas como
indicação da aplicabilidade para cada solução apresentada.
Classificação de MAPAS GENÉRICOS Neles são representados determinados
Acordo com os OU GERAIS aspectos ou temas sobre outros mapas
Objetos
já existentes, os denominados mapas-
Classificação de MAPAS ESPECIAIS
base.
Acordo com a OU TÉCNICOS
Utiliza-se de simbologias diversas para
escala a representação dos fenômenos
MAPAS TEMÁTICOS espacialmente distribuídos na
superfície.
MAPAS OU CARTA Qualquer mapa que apresente
IMAGEM informações diferentes da mera
representação do terreno pode ser
classificado como mapa temático.
Exemplo: mapa geomorfológico, mapa
geológico, mapa de solos, etc.

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3.1. Cartas, Mapas e Plantas - Classificação

Os mapas e/ou cartas podem ser classificados de diversas maneiras CONFORME SUAS
CARACTERÍSTICAS.

Em geral, as classificações mais usuais apresentam determinadas características


específicas de um mapa ou carta. Elas devem ser encaradas, porém, apenas como
indicação da aplicabilidade para cada solução apresentada.
Classificação de MAPAS GENÉRICOS
Acordo com os OU GERAIS
Objetos
Classificação de MAPAS ESPECIAIS
Acordo com a OU TÉCNICOS
Imagem apresentada sobre um mapa-
escala base, podendo abranger objetivos
MAPAS TEMÁTICOS diversos. Utilizando para completar as
informações de uma maneira mais
MAPAS OU CARTA ilustrativa, a fim de facilitar o
IMAGEM entendimento pelo usuário.

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3.1. Cartas, Mapas e Plantas - Classificação

Os mapas e/ou cartas podem ser classificados de diversas maneiras CONFORME SUAS
CARACTERÍSTICAS.

Em geral, as classificações mais usuais apresentam determinadas características


específicas de um mapa ou carta. Elas devem ser encaradas, porém, apenas como
indicação da aplicabilidade para cada solução apresentada.
Classificação de MAPAS GENÉRICOS
Acordo com os OU GERAIS
Objetos
Classificação de MAPAS ESPECIAIS
Acordo com a OU TÉCNICOS
Imagem apresentada sobre um mapa-
escala base, podendo abranger objetivos
MAPAS TEMÁTICOS diversos. Utilizando para completar as
informações de uma maneira mais
MAPAS OU CARTA ilustrativa, a fim de facilitar o
IMAGEM entendimento pelo usuário.

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3.1. Cartas, Mapas e Plantas - Classificação

Os mapas e/ou cartas podem ser classificados de diversas maneiras CONFORME SUAS
CARACTERÍSTICAS.

Em geral, as classificações mais usuais apresentam determinadas características


específicas de um mapa ou carta. Elas devem ser encaradas, porém, apenas como
indicação da aplicabilidade para cada solução apresentada.
Classificação de
Acordo com os PLANTA
Objetos
Classificação de Dá-se o nome de Planta à Carta
CARTA CADASTRAL
Acordo com a quando se trabalha com escalas muito
escala grandes, maiores que 1:1.000.
CARTA
TOPOGRÁFICA As plantas são utilizadas quando há a
exigência de um detalhamento
CARTA
bastante minucioso do terreno, como,
GEOGRÁFICA
por exemplo, redes de água, esgoto,
etc.

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3.1. Cartas, Mapas e Plantas - Classificação

Os mapas e/ou cartas podem ser classificados de diversas maneiras CONFORME SUAS
CARACTERÍSTICAS.

Em geral, as classificações mais usuais apresentam determinadas características


específicas de um mapa ou carta. Elas devem ser encaradas, porém, apenas como
indicação da aplicabilidade para cada solução apresentada.
Classificação de
Acordo com os PLANTA
Objetos
Classificação de Dá-se o nome de Planta à Carta
CARTA CADASTRAL
Acordo com a quando se trabalha com escalas muito
escala grandes, maiores que 1:1.000.
CARTA
TOPOGRÁFICA As plantas são utilizadas quando há a
exigência de um detalhamento
CARTA
bastante minucioso do terreno, como,
GEOGRÁFICA
por exemplo, redes de água, esgoto,
etc.

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3.1. Cartas, Mapas e Plantas - Classificação

Os mapas e/ou cartas podem ser classificados de diversas maneiras CONFORME SUAS
CARACTERÍSTICAS.

Em geral, as classificações mais usuais apresentam determinadas características


específicas de um mapa ou carta. Elas devem ser encaradas, porém, apenas como
indicação da aplicabilidade para cada solução apresentada.
Classificação de
Acordo com os PLANTA
Objetos
Classificação de CARTA CADASTRAL Bastante detalhada e precisa, para
Acordo com a grandes escalas, maiores de que
escala CARTA 1:5.000, utilizadas, por exemplo, para
TOPOGRÁFICA cadastro municipal.

CARTA Essas cartas são elaboradas com base


GEOGRÁFICA em levantamentos topográficos e/ou
aerofotogramétricos.

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3.1. Cartas, Mapas e Plantas - Classificação

Os mapas e/ou cartas podem ser classificados de diversas maneiras CONFORME SUAS
CARACTERÍSTICAS.

Em geral, as classificações mais usuais apresentam determinadas características


específicas de um mapa ou carta. Elas devem ser encaradas, porém, apenas como
indicação da aplicabilidade para cada solução apresentada.
Classificação de
Acordo com os PLANTA
Objetos
Classificação de CARTA CADASTRAL Bastante detalhada e precisa, para
Acordo com a grandes escalas, maiores de que
escala CARTA 1:5.000, utilizadas, por exemplo, para
TOPOGRÁFICA cadastro municipal.

CARTA Essas cartas são elaboradas com base


GEOGRÁFICA em levantamentos topográficos e/ou
aerofotogramétricos.

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3.1. Cartas, Mapas e Plantas - Classificação

Os mapas e/ou cartas podem ser classificados de diversas maneiras CONFORME SUAS
CARACTERÍSTICAS.

Em geral, as classificações mais usuais apresentam determinadas características


específicas de um mapa ou carta. Elas devem ser encaradas, porém, apenas como
indicação da aplicabilidade para cada solução apresentada.
Classificação de
Acordo com os PLANTA
Objetos
Compreende as escalas médias,
Classificação de CARTA CADASTRAL situadas entre 1:25.000 e 1:250.000, e
Acordo com a contém detalhes planimétricos e
escala CARTA altimétricos.
TOPOGRÁFICA
As cartas topográficas normalmente
CARTA são elaboradas com base em
GEOGRÁFICA levantamento aerofotogramétricos,
com o apoio de bases topográficas já
existentes.

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Os mapas e/ou cartas podem ser classificados de diversas maneiras CONFORME SUAS
CARACTERÍSTICAS.

Em geral, as classificações mais usuais apresentam determinadas características


específicas de um mapa ou carta. Elas devem ser encaradas, porém, apenas como
indicação da aplicabilidade para cada solução apresentada.
Classificação de
Acordo com os PLANTA
Objetos
Compreende as escalas médias,
Classificação de CARTA CADASTRAL situadas entre 1:25.000 e 1:250.000, e
Acordo com a contém detalhes planimétricos e
escala CARTA altimétricos.
TOPOGRÁFICA
As cartas topográficas normalmente
CARTA são elaboradas com base em
GEOGRÁFICA levantamento aerofotogramétricos,
com o apoio de bases topográficas já
existentes.

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3.1. Cartas, Mapas e Plantas - Classificação

Os mapas e/ou cartas podem ser classificados de diversas maneiras CONFORME SUAS
CARACTERÍSTICAS.

Em geral, as classificações mais usuais apresentam determinadas características


específicas de um mapa ou carta. Elas devem ser encaradas, porém, apenas como
indicação da aplicabilidade para cada solução apresentada.
Classificação de
Acordo com os PLANTA
Objetos
Classificação de CARTA CADASTRAL
Acordo com a Para escalas pequenas, menores do
escala CARTA que 1:500.000. Apresenta simbologia
TOPOGRÁFICA diferenciadas para as representações
planimétricas (exagera os objetos) e
CARTA altimétricas, por meio de CURVAS DE
GEOGRÁFICA NÍVEL ou CORES HIPSOMÉTRICAS.

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3.1. Cartas, Mapas e Plantas - Classificação

Os mapas e/ou cartas podem ser classificados de diversas maneiras CONFORME SUAS
CARACTERÍSTICAS.

Em geral, as classificações mais usuais apresentam determinadas características


específicas de um mapa ou carta. Elas devem ser encaradas, porém, apenas como
indicação da aplicabilidade para cada solução apresentada.
Classificação de
Acordo com os PLANTA
Objetos
Classificação de CARTA CADASTRAL
Acordo com a Para escalas pequenas, menores do
escala CARTA que 1:500.000. Apresenta simbologia
TOPOGRÁFICA diferenciadas para as representações
planimétricas (exagera os objetos) e
CARTA altimétricas, por meio de CURVAS DE
GEOGRÁFICA NÍVEL ou CORES HIPSOMÉTRICAS.

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3.1. Cartas, Mapas e Plantas - Classificação

Não há regras rígidas quanto à classificação da GRANDEZA de uma escala.

Dessa forma, para o estudo de uma bacia hidrográfica com área de 500 km2, uma escala
de 1:50.000 pode ser considerada “grande”.

Curvas de nível são definidas aqui como linhas, apresentadas em uma carta ou mapa,
que ligam pontos com igual altitude no terreno, com o objetivo de representação da
altimetria da região mapeada.

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3.1. Cartas, Mapas e Plantas - Classificação

Não há regras rígidas quanto à classificação da GRANDEZA de uma escala.

Dessa forma, para o estudo de uma bacia hidrográfica com área de 500 km2, uma escala
de 1:50.000 pode ser considerada “grande”.

Curvas de nível são definidas aqui como linhas, apresentadas em uma carta ou mapa,
que ligam pontos com igual altitude no terreno, com o objetivo de representação da
altimetria da região mapeada.

Prof. Armando Teles Dauer Geoprocessamento


3.1. Cartas, Mapas e Plantas - Classificação

Não há regras rígidas quanto à classificação da GRANDEZA de uma escala.

Dessa forma, para o estudo de uma bacia hidrográfica com área de 500 km2, uma escala
de 1:50.000 pode ser considerada “grande”.

Curvas de nível são definidas aqui como linhas, apresentadas em uma carta ou mapa,
que ligam pontos com igual altitude no terreno, com o objetivo de representação da
altimetria da região mapeada.

Cores hipsométricas são um sistema de coloração sequencial, de tons mais claros para
escuros, utilizado em mapas para representação do relevo de uma superfície, desde o
nível do mar até as maiores altitudes.

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3.1. Cartas, Mapas e Plantas - Classificação

Não há regras rígidas quanto à classificação da GRANDEZA de uma escala.

Dessa forma, para o estudo de uma bacia hidrográfica com área de 500 km2, uma escala
de 1:50.000 pode ser considerada “grande”.

Curvas de nível são definidas aqui como linhas, apresentadas em uma carta ou mapa,
que ligam pontos com igual altitude no terreno, com o objetivo de representação da
altimetria da região mapeada.

Cores hipsométricas são um sistema de coloração sequencial, de tons mais claros para
escuros, utilizado em mapas para representação do relevo de uma superfície, desde o
nível do mar até as maiores altitudes.

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3.3 Croquis

Muitas vezes, utiliza-se o termo CROQUI para uma representação esquemática do


terreno, ou seja, um desenho que apresenta um esboço da topografia de uma
determinada região.

Essa forma de representação deve ser encarada e enquadrada como um levantamento


expedito, com pouca precisão.

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3.3 Croquis

Muitas vezes, utiliza-se o termo CROQUI para uma representação esquemática do


terreno, ou seja, um desenho que apresenta um esboço da topografia de uma
determinada região.

Essa forma de representação deve ser encarada e enquadrada como um levantamento


expedito, com pouca precisão.

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3.3 Croquis

Muitas vezes, utiliza-se o termo CROQUI para uma representação esquemática do


terreno, ou seja, um desenho que apresenta um esboço da topografia de uma
determinada região.

Essa forma de representação deve ser encarada e enquadrada como um levantamento


expedito, com pouca precisão.

Chama-se a atenção, entretanto, para que não se confundam alguns desses


levantamentos expeditos com os realizados com o uso de receptores GPS.

Os dados obtidos com essa tecnologia podem apresentar grande precisão, e seus
resultados podem ser transferidos e retrabalhados em um computador, gerando mapas
mais precisos, de extrema utilidade, sempre compatíveis com a qualidade dos aparelhos
e com o treino do operador.

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3.3 Croquis

Muitas vezes, utiliza-se o termo CROQUI para uma representação esquemática do


terreno, ou seja, um desenho que apresenta um esboço da topografia de uma
determinada região.

Essa forma de representação deve ser encarada e enquadrada como um levantamento


expedito, com pouca precisão.

Chama-se a atenção, entretanto, para que não se confundam alguns desses


levantamentos expeditos com os realizados com o uso de receptores GPS.

Os dados obtidos com essa tecnologia podem apresentar grande precisão, e seus
resultados podem ser transferidos e retrabalhados em um computador, gerando mapas
mais precisos, de extrema utilidade, sempre compatíveis com a qualidade dos aparelhos
e com o treino do operador.

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3.3 Croquis

Muitas vezes, utiliza-se o termo CROQUI para uma representação esquemática do


terreno, ou seja, um desenho que apresenta um esboço da topografia de uma
determinada região.

Essa forma de representação deve ser encarada e enquadrada como um levantamento


expedito, com pouca precisão.

Chama-se a atenção, entretanto, para que não se confundam alguns desses


levantamentos expeditos com os realizados com o uso de receptores GPS.

Os dados obtidos com essa tecnologia podem apresentar grande precisão, e seus
resultados podem ser transferidos e retrabalhados em um computador, gerando mapas
mais precisos, de extrema utilidade, sempre compatíveis com a qualidade dos aparelhos
e com o treino do operador.

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