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EVOLUÇÃO MOLECULAR EM SERPENTES E LAGARTOS

Componentes:
Luma Faria – 27
Luma Rocha – 28
Maria Fernanda Barros (primeira autora) – 30
Mariana Menezes – 33

OBJETIVOS: Esse trabalho tem como objetivo geral construir a filogenia (árvore
filogenética) de alguns seres vivos.
Objetivos específicos: construir uma árvore filogenética baseada na sequência
do COI; comparar a anatomia das espécies de repteis.

METODOLOGIA:
1.1 NCBI - GenBank
Acessamos o site NCBI – GenBank e selecionamos em seu banco de dados os
nucleotídeos, pesquisando assim pela informação do gene da enzima citocromo
c oxidase (COE). Essa enzima está envolvida na respiração celular, uma vez
que converte a molécula de oxigênio em duas de água, e por isso facilita o
processo de comparação das espécies.
1.2. Alinhamento e construção da matriz de análise (Bioedit)
Coletamos as informações do nosso banco de dados e transportamos para o
Bioedit com o intuito de organizar a sequência, criando um alinhamento usando
o Clustal W, e selecionaos a parte homogênea.
1.3 Caracterização morfológica das espécies
Para a caracterização morfológica das espécies, completamos a tabela do nível
de .redução das patas de cada espécie, usando a letras de acordo com a
legenda: N – patas normais, R – patas reduzidas, A – patas ausentes.
ANÁLISE DE DADOS:
2.1 Construção da filogenia (MEGA X)
NJ:
ME:
MP:
UT:

ML:
2.2 Cruzamento de dados morfológicos e moleculares:
Nome científico Nome popular Nível de redução das patas*

1 Crotalus atrox Cascavel A

2 Bothrops brazili Jararaca A

3 Boa constrictor Jiboia A

4 Micrurus lemniscatus Coral A

6 Micrurus corallinus Coral A

7 Eunectes murinus Sucuri A

8 Naja melanoleuca Naja A

9 Varanus salvator Monitor asiático R

10 Chalarodon madagascariensis Iguana de Madagascar R

11 Chalcides ragazzii Lagarto ápode R

12 Hydrophis brooki Serpente marinha A

13 Heloderma suspectum Monstro de Gila N

14 Anguis fragilis Cobra de vidro A

15 Hemidactylus platycephalus Lagartixa N

16 Chamaeleo monachus Camaleão de Socotra N

17 Chamaeleo dilepis Camaleão flapneck N

18 Chironius grandisquamis Cobra cipó A

19 Dendroaspis polylepis Mamba negra A

20 Ophiophagus hannah Cobra rei A

21 Python molurus Píton reticulado A

22 Corallus caninus Periquitamboia A

23 Lampropeltis triangulum Falsa coral A

24 Chelonoidis chilensis Jabuti N


Chalcides ragazzii Naja melanoleuca
Chelonoidis chilensis

A B C

A: exemplo de pata normal https://www.infoescola.com/animais/jabuti/, 2017


B: exemplo de pata reduzida https://alchetron.com/Chalcides, 2018
C: exemplo de pata ausente https://www.mundoecologia.com.br/animais/peso-da-cobra-
naja-indiana/ , 2018

RESULTADOS:
NJ:
Verde escuro: pata ausente
Verde claro: pata reduzida
Sem cor: pata normal
ME:
Rosa: pata ausente
Amarelo: pata reduzida
Sem cor: pata normal
MP:
Amarelo: sem pata
Azul: pata reduzida
Sem cor: pata normal
UT:
Roxo: sem pata
Salmão: pata reduzida
Sem cor: pata normal
ML:
Azul: pata ausente
Rosa: pata reduzida
Sem cor: pata normal
DISCUSSÃO FINAL:
Na árvore NJ, grupo maior é natural e monofilético, uma vez que seus indivíduos
procederam de um ancestral comum: o ancestral 100. Logo, o grupo
compreende o ancestral comum e os seus descendentes. A cobra de vidro não
pode ser considerada serpente. Como sua classificação não leva em conta a
filogenia e está baseada em princípios não evolutivos, pertence ao grupo
artificial. E devido ao ancestral distinto, pertence a um grupo parafilético. E o
lagarto ápode, é também artificial e parafilético no ancestral 21.
Igualmente nas árvores ME, UT e ML, mudando apenas o número do ancestral.
Na árvore ME, o grupo maior procede do ancestral 99, a cobra de vidro do
ancestral 35, e o lagarto ápode do ancestral 16. Na árvore UT, o grupo maior
procede do ancestral 100. E no ML, do 99.
DIFICULDADES
Nosso grupo teve dificuldade em realizar a discussão final, tendo dúvidas
principalmente no gráfico MP. Não entendemos como cada grupo poderia ser
classificado por isso nossa discussão está incompleta. E também tivemos
dificuldade em classificar os grupos com apenas uma espécie sendo levada em
consideração, por isso, o que colocamos pode estar incorreto.