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Dobradiça Cérvico-Torácica (C7-T1)

- Gânglios cervicais:
- vascularização craniana e MMSS
- controle simpático (gânglio estrelado)
- região de grande estabilidade (hipomobilidades)
*gânglio estrelado: artéria subclávia, tronco primitivo da carótida e artéria vertebral
*dores de cabeça de origem vascular
*pacientes com LER/DORT
- hipermobilidades de C5-C6 e 1ª costela

Anatomia
- Face posterior: - escaleno posterior (até 2ª costela) – trapézio – semi-espinal da cabeça –
longuíssimo – íleo costal – esplênio – serrátil póstero superior – subescapular – levantador da
escápula – rombóides
- Face anterior: - plexo braquial – LVCA – artéria vertebral e intercostais – veias intercostais e
cava – longo do pescoço – reto maior anterior – gânglio cervical superior, médio e inferior – ducto
torácico – estilofaríngeo – constritor da faringe – estilo hióideo – esterno e costelas – intercostais –
serrátil anterior – subescapular – redondo maior – latíssimo do dorso (grande dorsal) –
córacobraquial – escaleno anterior (até 1ª costela) – bíceps – digástrico – supra espinal – esterno
tireóideo – tirohioídeo – omohióideo – clavícula – peitoral menor – subclávio – trapézio superior –
ECOM – fáscia cervical média – peitoral maior – platisma
Disfunções Somáticas C7-T1 e Patologia C-T
- disfunção por várias razões
- falta de mobilidade de T1 a T4 que necessita uma compensação de C7-T1
- união de C7-T1 com a 1ª costela – interdependência funcional
- relação com o MS
- C7 é uma vértebra de transição funcional
- zona somato-emocional importante – sujeita a tensões
- a zona C7-T1 quando está em disfunção pode gerar uma perturbação da vascularização intra-
craneal (gânglio estrelado) e MS
- Síndrome Cérvico-Dorsal
- as dorsalgias interescapulares estão muito associadas a transtornos cervicais
- existe uma cadeia funcional muito importante entre cervicais e dorsais: o músculo transverso do
pescoço, que se insere de C3 a T2
- Sintomas da Síndrome: - cervicalgia ou dorsalgia +- freqüente; - dor na face lateral das apófises
transversas; - dor interescapular (T5) irradiada; - lateroflexão dolorida
- Protocolo de tratamento: - manipulação C-T; - stretch do músculo em latero oposta; - tto de PG
em C7-T1
- Ramos Cutâneos Posteriores dos Nervos
- ramos vão no sentido oblíquo – para baixo e para fora
- Disfunção de C7
- FRS, ERS e NSR
- freqüentemente associada a lesão de T1 ou uma subluxação posterior da 1ª costela
- parâmetro maior é a lateroflexão; rotação aumenta com a cabeça em flexão
- Disfunção de T1
- ERS. FRS e NSR (em relação com a 1ª costela)
...... ver mais nos slides
- FRS e
- neuraliga D por protusão discal
- atitude antálgica D
- movimentos restritos: extensão e latero D
- ERS d
- neuralgia direita por hérnia discal direita
- atitude antálgica cruzada
- movimentos restritos: flexão, latero E e rotação E
Manipular Hérnia: faz lateroflexão oposta e impulso em latero (pra não guilhotinar a hérnia)
Manipular Protusão: faz lateroflexão homoteral e impulso em diagonal (com uma FRS)
-Dores Referidas
- Esplênio: dor referida no toco da cabeça
- Trapézio Médio: dores ociptais, ombro
- Levantador da Escápula: bordo médio da escápula e deltóide
- Esplênio do Pescoço: dor CT, região lateral e sobrancelha
- Dor Ligamentar: dermátomo de C8

- Diagnóstico Osteopático
Topografia Radicular Segundo Séze
C5: face anterior do ombro e braço
C6: C5 até o polegar
C7: face posterior do braço, 2º e 3º dedos
C8: face interna do braço, 4º e 5º dedos
T1: face interna do braço
T2: axila
Nervo Musculocutâneo: flexão do ombro (córaco, deltóide anterior e CLB)
Nervo Radial: extensores (deltóide posterior, tríceps e extensores)
Nervo Mediano: flexão do punho, pronação e flexão dos dedos
Nervo Ulnar: flexão ulnar do carpo, lumbricais e interósseos
- Exame Neurológico
- dermátomos e sensibilidade
- reflexos
- teste muscular
- testes neurológicos centrais
C7: - flexores do punho, extensores dos dedos
- reflexo triciptal
- sensibilidade: região posterior do braço, 2º e 3º dedos
C8: - flexores dos dedos
- não tem reflexo
- sensibilidade: face interna do braço, 4º e 5º dedos
T1: - interósseos
- não tem reflexo
- sensibilidade: face interna do braço
C5: reflexo biciptal
C6: reflexo estilo-radial
C7: reflexo triciptal
- Teste Muscular
C5: abdução do ombro
C6: extensão do punho
C7: flexão do punho e extensão dos dedos
C8: flexão dos dedos
T1: interósseos
- Exame Ortoédico
1. Teste de Roger e Biquelas
Rotação oposta e extensão horizontal do ombro com extensão do punho
2. Teste de Jackson
Compressão e Descompressão
Homolateral: hérnia discal
Heterolateral: protusão discal
3. Valsalva
Expiração forçada sem deixar o ar sair – aumenta tensão intradiscal – dor irradiada para
MS ou MI
4. L´hermitte
Flexão cervical – dor ou sensação de descarga elétrica ao longo do tronco e do MI
5. Reley_hopkins
Extensão cervical de 15-25 segundos – dor cervical, ombro e MS (irradiada)
- Teste da Síndrome do Duplo Gancho
1. Teste dos Desfiladeiros (ADSON, ÉDEN e WRIGHT)
2. Teste da Síndrome do Cotovelo (TINEL)
3. Teste da Síndrome do Túnel do Carpo e Guyon
British Test:Compressão do punho
Teste de Phalen e Phalen Invertido
- Exames Complementares
- radiologia - exame de urina e sangue – ausculta respiratória e cardiovascular
- Exame Físico Osteopático
- Quick Scanning
- Teste de Derefield: paciente em DV, roda cabeça para os lados e vê comprimento dos MMII
- Busca dos Movimentos Dolorosos e Limitados (estrela de dor)
- Palpação dos Músculos (tensão e PG), apófises transversas (anterior e posterior), espinhosas e
facetas articulares
- Teste de Mitchel
- Diferenciar tipos de dor
* Sd do Túnel do Carpo Bilateral: pode ser gerada por alterações hepáticas
* Hérnia Medial: dor irradiada até MMII
Técnicas Osteopáticas
1. Articulatória C7-T1
2. Jones para FRS de C7
3. DOG para T1
4. Thumb Move Sentado
5. Thrust em Compressão Sentado
6. Thrust Contato Pisiforme Cruzado
7. Thumb Move Deitado

 numa FRS o contato é homolateral a desimbricação, para fechar a faceta


 numa ERS o contato é contralateral a imbricação para abrir a faceta
 numa ERS o contato é na faceta inferior
Tecidos Moles
- ECOM: paciente sentado; pede para o paciente deixar a cabeça cair para frente; pinça o ECOM
com o polegar e o indicador (levando para trás e para fora); depois pede pro paciente estender a cabeça,
fazendo um deslizando dos dedos no músculo.
- Escalenos: faz contato com os processos transversos das cervicais altas e desliza na direção da
inserção (paciente faz lateroflexão contralateral).
- Trapézio: antebraço no trapézio; paciente faz lateroflexão oposta.
- Levantador da Escápula: polegares no nível de C6 (transversa); paciente vai deixando a cabeça
cair para frente e terapeuta vai levando os dedos na direção do bordo da escápula.
- Paravertebrais: contato nos paravertebrais com os polegares e desliza com o movimento de
flexão cervical do paciente.
- Rombóides: mão do paciente atrás da nuca, terapeuta segura o ombro do paciente fazendo uma
báscula lateral; nesta posição faz liberação muscular com o polegar.
C5-C6
- lesão de anterioridade
- componente nociceptivo importante
- disfunção traumática (chicote cervical)
- músculo longo do pescoço e ECOM fixam a lesão
- C5-C6: altura do tubérculo carotídeo
- são vértebras muito móveis
- C7-T1 e T2 tem menor mobilidade por causa da grande potência da musculatura posterior
- na flexão há um movimento no qual a vértebra suprajacente sobrepassa a subjacente
- lateroflexão e rotação para o mesmo lado
- ERS. Lesão de rotação – faceta articular
- FRS: lesão de lateralidade – corpo vertebral
- Anterioridade: rotação anterior
Exame Osteopático
- Quick Scanning
- busca dos movimentos dolorosos e limitados
- palpação muscular
- palpação das facetas e espinhosas dolorosas
- Teste de Mobilidade (Mitchell)
- Exame Radiológico
Anterioridade
- dificuldade em estender a cabeça (pescoço)
- dor de cabeça ao deitar
- diminuição da lordose cervical (ou até inversão da curva)
- dor cervical com possível irradiação
- dores de cabeça
- diminuição da lateroflexão homolateral a anterioridade
- alterações da tireóide (gânglio cervical médio – vasculariza a tireóide)
- espinhosa muito dolorida
- na palpação anterior das transversas, encontra-se uma vértebra muito mais saliente que as demais
- faz movimento em rotação para avaliar se a vértebra consegue posteriorizar
- Mitchell igual a uma FRS
Técnicas
1. Thrust de Anterioridade
- flexão + rotação + latero (translação)
- thrust em rotação
2. Técnica de Jones
- correção com flexão e rotação oposta
- dedo no ponto dolorido
3. Técnica em Lateralidade para Hérnia Discal
4. Energia Muscular para Anterioridade Bilateral
- faz contato com 2 dedos nas facetas posteriores (que estão anteriorizadas)
- leva em extensão até o nível
- contato com a mão na cabeça do paciente, solicitando 3 ciclos de 3 contrações isométricas de
3´, ganhando nova barreira motriz a cada ciclo
1ª Costela
Anatomia
- sulco da artéria e veia subclávia (não tem nas outras costelas – só na 1ª)
- alterações da 1ª costela – disfunções arteriais e venosas
- anel com repercussão importante – entrada torácica
- escalenos (anterior e médio) inseridos no corpo da 1ª costela (fixam – tração)
- choque da 1ª costela com clavícula (compressão – desfiladeiro)
- relação da 1ª costela com o pulmão: ápice do pulmão
- ligamento do pulmão para as vértebras: ligamento vértebro-pleural
- ligamento do pulmão para 1ª costela: ligamento costo-pleural
- relação com o gânglio estrelado: gânglio posicionado na frente da cabeça da primeira costela
- tto respiratório – 1ª costela: gânglio estrelado faz função simpática do pulmão
- relação com a clavícula: ligamento costo-clavicular
- anterioridade 1ª costela – rotação posterior da clavícula
- posterioridade da 1ª costela – rotação anterior da clavícula
- Entrada Torácica (inervação e vascularização)
- músculos intercostais
- artéria subclávia passa entre o escaleno anterior e médio (pode guilhotinar)
- relação do coração com torácicas superiores
- ligamentos vértebro-pericárdicos
- C7-T1-T2
- ligamentos esterno-pericárdicos
Biomecânica
- com relação a T1:
- todo movimento de T1 repercute na 1ª costela
- pode ter alterações independentes de T1 e da 1ª costela, pois são diferentes músculos que
fixam as lesões
- com relação à respiração:
- Braço de Bomba: predomínio nas 5 primeiras costelas
- Alça de Balde: predomínio nas costelas inferiores
- Pinça de Caranguejo: costelas flutuantes
- na inspiração as costelas levantam e anteriorizam
- na expiração as costelas abaixam e posteriorizam
Avaliação
- paciente sentado
- palpação da 1ª costela (entre clavícula e trapézio) e escalenos
- palpação da 1ª costela com movimento respiratório
- na inspiração costela sobe
- na expiração costela desce
- teste de Gillet para 1ª costela
- inclina homolateral e roda contralateral
- nota-se o movimento e rebote elástico da 1ª costela
*ao rodar a costela anterioriza
*ao inclinar a costela desce
- teste de Mitchell (fazer para T1 e 1ª costela)
- primeiro testo T1 (1 dedo do lado da espinhosa)
- aproximadamente 3-4 dedos da espinhosa palpa a costela e faz o teste
- sente o movimento da costela
- na flexão a costela tem que ir pra trás
- na extensão a costela tem que ir pra frente
- se o movimento estiver livre e encontrar uma posterioridade na costela, a
disfunção poderá ser de T1
Disfunção Somática da 1ª Costela
- Associadas a disfunção de C7-T1
- Lesões de posterioridade de T1
4 Tipos:
a) Lesão que acompanha a disfunção vertebral (lesão primária de T1 em ERS)
- do lado da posterioridade de T1, a 1ª costela está em extensão
- está baixa e posterior para trás
- está alta e posterior para frente
- do lado oposto da posterioridade de T1, a 1ª costela está em flexão
- está baixa e anterior para trás
- está baixa e anterior para adiante
- Diagnóstico:
- palpação A-P sentada
- Mitchell
- na flexão e na extensão os movimentos estão livres
- em uma disfunção de T1, nos movimentos de flexo-extensão (Mitchell) a
posterioridade aumentará
b) Subluxação Direta da 1ª Costela
- traumática
- trauma se produz numa área fragilizada por disfunções cervicais (C2-C3-C4)

b.1.) Subluxação Posterior (+++)


- mais freqüente
- espasmo reacional dos escalenos anterior e médio
*eversão da 1ª costela
*retrocesso da 1ª costela
*pescoço da 1ª costela mais alto
*espasmo escaleno anterior e médio
- Mitchell: na Extensão não vai para frente
b.2) Subluxação Anterior
- - freqüente
- trauma direto – hipertonia escalenos (pode acontecer por disfunções de C2-C3-
C4)
- intercostais fixam
Diagnóstico:
- palpação sentada
- na subluxação posterior a costela sobressai para trás e está deprimida para frente
- na subluxação anterior a costela sobressai anterior e está deprimida para trás
- no teste de Mitchell não produz modificação: costela segue assimétrica seja qual
for à posição do pescoço
c) Lesão Interóssea da 1ª costela
- pacientes com escoliose
- torção intrínseca da costela
- parece mais estreita no sentido AP e mais sobressalente lateralmente
*lesão intra-óssea de T1
*colo da costela anterior
*tensões fasciais
*corpo da 1ª costela sobressai lateralmente
*parte anterior da 1ª costela posterior
*costela está deprimida para adiante e para trás na palpação (palpação AP com 2 mãos)
Tratamento:
- vértebra
- costo-transversa + esterno-costal + clavícula
- mediastino e fascias
- miotensivo e funcional (inverte os parâmetros da escoliose e solicita movimento
respiratório)
* costelas para frente – aumenta lateral – diminuição AP homolateral a lateroflexão
* costelas para trás – diminui lateral – aumento AP heterolateral a lateroflexão
d) Lesão Respiratória da 1ª Costela
- seja qual for à disfunção (vertebral, subluxacão costal) existe uma lesão respiratória
associada
- as primeiras costelas (5) acompanham a 1ª costela (costela starter) numa lesão inspiratória
(costelas ficam elevadas)
- escalenos fixam a lesão
- no final da inspiração o paciente sente incômodo na 1ª costela
- raramente dolorosas
- pode ocasionar dores nos ombros e NCB
Repercussões das Lesões da 1ª Costela
- hipermobilidade de C7 – NCB de C8
- clavícula se adapta
- subluxação posterior da 1ª costela por uma rotação anterior da clavícula perturba a
biomecânica escápulo-umeral
- pulmões: tipos de asma através dos ligamentos pleuro-costais
- coração: ligamentos vértebro-pericárdicos – falsa angina, hipertensão...
- relação com artérias através do simpático (gânglio estrelado)
- artéria subclávia: formigamento das extremidades, intumescimento, congestão das
tireóides
- artéria carótida: cefaléias, vertigem, zumbidos...
- estase sanguínea e edema de MI
- repercussão neurológica
- plexo braquial (NCB)
- nervo frênico (espasmo do diafragma)
- gânglio estrelado: facilitação de informações víscero-motoras subjacentes e do mesmo
nível
- repercussões sobre o sistema vascular do MS e da extremidade cefálica (órgãos do sentido)
Muscular
- PG do subclávio: dor no ombro, face lateral do MS; 1º, 2º e 3º dedos
- PG dos escalenos: peito, ombro, face posterior do braço e interescapular
Diagnóstico da 1ª Costela
- Palpação
- subluxação posterior a costela sobressai para trás e está deprimida na frente (vice-versa
para anterior)
- Teste Respiratório
- fixado em inspiração: não desce na expiração
- fixado em expiração: não sobe na inspiração
- Teste de Mitchell
- faz primeiro em T1
- Mitchell sem modificações: lesão da costela
- Teste de Gillet
- Testes de Wrigth (peitoral menor), Éden (costo-clavicular) e Adson (escalenos)
Técnicas
1. Thrust em DV para Subluxação Posterior da 1ª costela
2. Trhust Sentado para Subluxação Posterior da 1ª costela
- latero homolateral + rotação contralateral + pressão na 1ª costela pra baixá-la e impulso
oblíquo
- contato indexial
- pode usar a perna embaixo do braço do paciente para elevar o ombro (liberar
musculatura)
3. Thrust Sentado com Compressão para Subluxação Posterior da 1ª costela
4. ME para Subluxação Posterior da 1ª Costela
- Inibição Recíproca de Sherrington)
5. ME para Subluxação Anterior da 1ª Costela
- técnica miotensiva
- contração dos escalenos vão elevar a costela
6. Equilíbrio do Diafragma Escapular
- final do tratamento
- tensão muscular
- lesões respiratórias
- técnica funcional (rotação + flexo-extensão (torção) + lateralização + compressão)
- mantém os parâmetros onde estão mais facilitados
- tenta sentir o sentido que os tecidos estão levando
Diagnóstico Diferencial
1. Costela Cervical
- de C7 apoiada na 1ª costela
- pode agravar as lesões da 1ª costela, exacerbando os sintomas
- é uma disfunção congênita
- alterações posturais e 1ª costela: conseguindo boa postura os sintomas devem diminuir
(costela cervical não será grande causadora de dor)
- passa no meio dos escalenos anterior e médio, podendo comprimir a artéria subclávia
- compressão da membrana pleural
- os ligamentos costo-pleurais e vértebro-pleurais podem comprimir a raiz de T1
- ligamento costo-septo-costal (da 1ª costela para ela mesma) – zona de compressão
- compressão do plexo braquial por costela cervical
2. Mega Apófise Transversa de C7
- medida para ver a existência de mega apófise de C7: traçando uma linha vertical de T1, a
transversa de C7 não pode ultrapassá-la.
3. Desfiladeiros e Tração Axial
- ocupacional: carregar objetos pesados
- fisiopatológico: descenso progressivo da cintura escapular com a idade
- produz tensão no plexo braquial
- muito importante avaliar a postura nestas síndromes – trata as disfunções e depois faz
trabalho postural – tendão central
4. Enfermidade de Hodgkin
- tumor ósseo
- destruição do corpo vertebral (base cervical)
5. Síndrome de Pancoast-Tobias
- tumor no ápice do pulmão (palpável) - NCB - anorexia
- Sd. de Horner (disfunção simpática)
- CI manipulação
6. Síndrome de Barre-Liou
- CI manipulação - ver mais
7. Cérvicoartrose
- estenose artrósica provoca radiculalgia unilateral
- cuidar com manipulação (pode guilhotinar o nervo)
- se for manipular, fazer em lateralidade pura
- importante verificar exame radiológico (perfil oblíquo – foraminal)
8. Hérnia Discal
- comprimindo a medula: CI manipulação
- comprimindo a raiz: pode manipular em lateralidade
9. Poliartrite Crônica Evolutiva
- luxação anterior do Atlas por destruição do ligamento odontóide (>3 mm)
- pacientes com Síndrome de Down, infecções...
10. Pelviespondilite Anquilosante
- calcificação do LCVA
11. NCB e afecções congênitas
11.1. Síndrome de Klippel-Feil
- pescoço curto congênito – mau formações congênitas
- vértebras fundidas
- ao EF parece que o trapézio já sai do occipital
- couro cabeludo +- até T1 - diminuição de ADM
Avaliação de Tratamento Osteopático
- eliminar CI (mais importante)
- tecido em sofrimento e o que está causando
- característica da dor – local, irradiação, hora, o que piora e melhora, tipo, intensidade, freqüência
e cronicidade
- antecedentes (cirurgias, patologias, histórico familiar)
- sinais de febre, alterações digestivas, FC, PA...

Costelas
Anatomia
- Esterno e parede costal
- 7 costelas ligadas ao esterno
- 3 costelas ligadas à cartilagem costal da 7ª costela
- 2 costelas flutuantes
- Coluna torácica e costelas
- articulação costo-transversa
- articulação costo-corpórea
*cada vértebra torácica tem 10 articulações
*unidade funcional: disco – vértebra – costela

- Músculos inspiratórios
- escalenos - ECOM/trapézio/peitoral menor - intercostais externo, interno
(cartilagem costal) e íntimo (profundo) - elevador das costelas (das transversas até 1
ou 2 costelas abaixo) -íleo costal
- longuíssimo - serrátil póstero-superior -diafragma
- Músculos expiratórios
- abdominais - latíssimo do dorso (grande dorsal) - intercostal interno (costelas) -serrátil
póstero-inferior

- Ligamentos
- costo-transverso superior, inferior e médio
- ligamento interósseo (espaço entre corpo e transversa)
- ligamento costo-intercostal
- ligamento costo-corpóreo superior e inferior
- ligamento costo-discal (importante – luxações da costela – tração do disco)
- ligamento costo-laminar
*músculo transverso: estabiliza o gradil costal
- espasmo: sensação de compressão torácica
*1ª costela se insere em 1 corpo vertebral
*11ª e 12ª costelas se inserem em 1 corpo vertebral e não tem inserção na transversa
*costelas e esterno: ligamentos condro-esternal e intercondrais
*intercostais externos: fibras no sentido das costelas
*intercostais internos: fibras no sentido oposto das costelas
*intercostais íntimos: fibras no sentido transverso
*abdominal anterior: do púbis até a 5ª costela
*na inspiração as costelas se elevam e anteriorizam, ao contrário da 1ª costela (devido à orientação da
musculatura que fixa – na 1ª costela são os escalenos)
- Inervação: grande proximidade das costelas com os gânglios
- Relação Visceral
- pulmão e coração (acima da 5ª costela)
- fígado
- baço e estômago
Biomecânica
- Movimento da Coluna Dorsal
- limitação do movimento devido à presença das costelas (pp. Rotação e lateroflexão)
- Movimento do Esterno
- na inspiração o esterno sobe e na expiração desce
- Biomecânica das Costelas
- Braço de Bomba: costelas superiores – aumento diâmetro AP
- Alça de Balde: costelas inferiores – aumento diâmetro latero-lateral
- Pinça de Caranguejo: costelas flutuantes
- Elasticidade Costal
- deformação óssea
- deformação da cartilagem (acompanha a óssea)
- Movimento do Tronco
- na extensão
- estado de inspiração
- na flexão
- estado de expiração
- na lateroflexão
- lado homolateral: costelas descem e anteriorizam
- lado heterolateral: costelas sobem e posteriorizam (1ª Lei de Freyette)
- na rotação
- lado homolateral: costelas posterior e baixa
- lado heterolateral: costelas anterior e alta
- Movimento do Esterno
- na lateroflexão: manúbrio homolateral e corpo heterolateral
Ver mais na apostila
Disfunções Somáticas das Costelas
1. Sintomas:
- fazer diagnóstico diferencial com disfunções torácicas e disfunções viscerais
2. Disfunções das Costelas
2.1. Isolada - Braço de Bomba: inspiratória (anterior) ou expiratória (posterior)
- Alça de Balde: inspiratória (eversão) ou expiratória (inversão)
2.2. Em Grupo - Inspiratórias: grupo superior (1ª costela) ou grupo inferior (6ª costela)
- Expiratórias: grupo superior (5ª costela) ou grupo inferior (10ª costela)

Subluxação Posterior das Costelas


- Etiologia
- choque anterior
- rotação forçada do tronco (posterioridade homolateral)
- Palpação
- costela sobressai posterior
- costela deprimida anterior
- Mobilidade (Mitchell)
- na flexo-extensão não se modifica (se modificar é disfunção vertebral)
- Mobilidade Analítica
- diagnóstico de disfunção costo-transversa ou costo-corpórea
- Teste Muscular
- debilidade do redondo maior bilateral (?)
- Diagnóstico
- Quick Scanning
- Palpação posterior das costelas
- Mitchell (não modifica na disfunção de costela)
- Teste de Mobilidade Costo-transversa
- paciente em rotação, toma contato na costela e tenta produzir uma abertura da
articulação
- Teste de Mobilidade Costo-corpórea
- paciente em extensão, latero e rotação (como uma ERS) e empurra a costela
- Técnicas para Subluxação Posterior das Costelas
1. Stretching em Extensão das Articulações Costo-transversas
2. Stretching (?)
3. Músculo Energia
4. Thrsut para 1ª costela Posterior
5. Thrust em Rotação para 9ª costela
6. Relaxamento Miofascial
Princípios da Técnica de DOG e Lift-off para Costelas
- Disfunção costo-transversa: contato se toma fora da apófise transversa, com um pouco de rotação
do tronco.
- Disfunção costo-corpórea: contanto se toma no ângulo da escápula, com grande rotação do
tronco.
1. Lift-off Costo-transversa
- mesma posição da lift-off para torácicas. Coloca leve rotação do tronco, apresentando a lesão.
Faz contato do esterno com a costela, mantendo a rotação. Importante o terapeuta estar bem
posicionado. Solicita a respiração do paciente e na fase expiração faz redução do slack, levando o
paciente em extensão do tronco e depois impulso com o esterno.
2. Lift-off Costo-corpórea
- mesma posição, porém utiliza maior rotação do tronco, adicionando inclinação e extensão.
Solicita a respiração e na fase expiratória reduz os parâmetros e impulso em diagonal para cima.
- nem sempre produz ruído articular
- outra manipulação: na mesma posição do teste de mobilidade, dando impulso no final
3. DOG Costo-transversa
- mesma posição de uma DOG torácica (FRS), faz contato (mão aberta) com o tubérculo da
costela, colocando o paciente sobre a mão (aumenta a rotação para sentir bem a disfunção na
mão). Solicita movimento respiratório e na fase expiratória faz impulso igual a uma FRS torácica
(no sentido da maca e do ombro)
4. DOG Costo-corpórea
- paciente em DL, faz contato com o ângulo da costela e faz impulso no sentido da maca
- cuidado com pacientes com osteoporose
5. DOG na parede

Subluxação Anterior das Costelas


- Disfunção condro-esternal
- Disfunção costo-condral

- Etiologia
- choque posterior
- rotação forçada
- Palpação
- posterior: costela funda
- anterior: costela sobressalente e dolorosa
- Mobilidade
- Mitchell sem modificações
- Muscular
- disfunção alta: debilidade do peitoral maior
- disfunção baixa: debilidade do reto anterior do abdômen
1. Disfunção Condro-esternal
- Etiologia
- afundamento traumático da cartilagem costal com respeito ao esterno (trauma)
- Diagnóstico
- Palpação
- Mitchell sem modificação
- Springing –
- debilidade do peitoral maior e abdominais
- Tratamento
- utilizar uma força lateral para estirar a cartilagem
- Técnicas
1. Thrust
2. Stretching
- encontra a anterioridade, toma contato com esterno e cartilagem costal; na
inspiração terapeuta vai levando o tórax do paciente para frente e separando o
esterno da cartilagem
3. Thrust direto para Subluxação Anterior (costo-condral)
- posiciona para thrust direto (contato pisiforme) e impulso deve ser bem rápido e
curto
4. Técnica de Jones para Subluxação Anterior
- passa braço por baixo do paciente, faz contato com a esterno-condral e no
movimento de expiração leve o paciente em flexão e rotação homolateral; mantém
a pressão durante os ciclos respiratórios
5. DOG técnica
- mesmo mecanismo de um ERS dorsal – contato na costela inferior
- coloca não do paciente na região anterior da costela
- terapeuta toma contato posterior com a costela inferior
- demais parâmetros igual a DOG
6. Músculo Energia
Disfunção em Alça de Balde
- Etiologia
- espasmo dos intercostais
- eversão (interna e superior) e inversão (interna e inferior)
- Diagnóstico
- dor a respiração
- dores laterais no nível do espaço intervertebral
- espaço intercostal fechado
- Mobilidade
- ausência da abertura lateral costo-costal na lateroflexão durante a respiração
- fixação em inspiração: restrição sobre costela inferior
- fixação em expiração: restrição sobre costela superior
- Muscular
- teste do serrátil anterior
- Técnicas
1. Stretching dos intercostais (paciente em DL)
2. Thrust em eversão (inspiração)
3. Thrust em inversão (expiração)
*no teste de mobilidade, durante a expiração a costela não se fecha – está numa fixação
inspiratório
*vice-versa
*pode fazer técnicas neuromusculares durante o stretching

Disfunções Respiratórias em Grupo


- costela starter
- tratar a costela starter, a musculatura que está mantendo a fixação e o grupo
1. Grupo Superior – 1ª a 5ª costela
- lesão principalmente em braço de bomba
1.1. Inspiratória
- 1ª costela
- dificuldade na expiração
- escalenos fixam a lesão
1.2. Expiratória
- 5ª costela
- dificuldade na inspiração
- oblíquo externo e reto abdominal fixam a lesão
2. Grupo Inferior – 6ª a 10ª costela
- lesão principalmente em alça de balde
2.1. Inspiratória
- 6ª costela
- dificuldade na expiração
- íleo costal (fixa posterior) e peitoral menor (fixa anterior)
2.2. Expiratória
- 10ª costela
- dificuldade na inspiração
- abdominais (transverso e oblíquo interno) fixam a lesão
*11ª e 12ª costelas tem disfunções isoladas respiratórias e subluxações, com fixação do quadrado lombar.
*qualquer disfunção do grupo superior e inferior deve tratar o diafragma, psoas e transverso.

- Diagnóstico
- avaliar o movimento das costelas durante o ciclo respiratório (grupo superior e inferior)
- mobilidade normal
- disfunção unilateral
- inspiração
- expiração
- disfunção bilateral
- inspiração
- expiração
- mista (1 lado fixado em inspiração e outro em expiração)
- Técnicas
1. Técnica Funcional para Grupo Superior
2. Técnica Funcional para Grupo Inferior
3. ME para Disfunção Expiratória (Grupo superior e inferior)
- mesma técnica para os 2 grupos, mudando o contato e o sentido da contração
isométrica
4. ME para Disfunção Inspiratória em Alça de Balde (Grupo Inferior)
5. ME (Jones) para Disfunção Expiratória em Braço de Bomba (Grupo Superior)
- palpa a 5ª costela, leva cabeça em flexão, mantém ponto por 90 segundos e volta
* é muito importante entender a disfunção biomecânica para poder tratar

Técnica para Escolioses


- numa radiografia com escoliose, deve-se identificar as áreas do ápice das curvas e as regiões de
troca de curvatura (inversão de curva)
- verificar diferença de membros
- verificar os captores podais (ATM. Pés, olhos, cicatrizes)
- faz manipulações nestes níveis (ou EM)
- utilizar técnicas fasciais, neuromuscular e Jones
- com paciente em DV, faz lateroflexão oposta (utilizando o MS e MI) e rotação (com calço
ou cunha)
- se a escoliose for em S, inverter os parâmetros (inverte braço e perna e utiliza 2 cunhas)
- faz técnica miofascial, junto com a respiração do paciente (usa as mãos para estimular a
correção)
Patologia das Costelas
- Etiologia de dor Costal
- protusão discal
- rotação vertebral produz uma disfunção costo-corpórea que aumenta a protusão discal
- a dor se deve ao edema e a protusão discal que irrita o sistema ligamentar e elementos
nervosos (nervo sinus vertebral)
- Síndrome da Costela que se Engancha
- hipermobilidade das cartilagens costais da 7ª a 10ª costela
- no movimento de flexão ou latero/rotação do tronco, as 2 últimas costelas se engancham
por espasmo do quadrado lombar
- pode afetar igualmente da 7ª a 10ª costela
-Sinais Clínicos
- dor costal anterior ou lateral dores abdominais rebeldes
- Tratamento
- normalizar fixações
- stretching (abdominais e quadrado lombar)
- técnicas funcionais para parte anterior das costelas
- em caso de fracasso faz infiltração, cirurgia
- Neuralgias Intercostais
- neuropatia de compressão do nervo intercostal – a dor se irradia ao longo das costelas
- ocorre irritação mecânica do nervo
- Diagnóstico Diferencial
- herpes zoster torácico (estado febril, lesões cutâneas)
- afecções pleuro-pulmonares (ausculta – creptações)
- entorse ou fratura de costelas
- Síndrome de Tietze (inflamação da cartilagem costal – frouxidão ligamentar)
- Sinais Clínicos
- dor contínua com episódios paroxísticos (picos)
- dor se desencadeia pela respiração profunda, movimento do tronco
- dor a palpação dos pontos da saída anterior, lateral e posterior das ramas cutâneas
sensitivas do nervo intercostal (pontos de Valleix)
- Tratamento
- idem as entorses costais
Patologia Muscular
- Abdominais Oblíquos: dor referida na região inguinal e do tórax
- Reto Anterior do Abdômen: torácica posterior e sacro-ilíaca (dor em barra)
- Intercostais: dor na região do músculo
- Serrátil Maior: parte lateral do tórax e MS (região medial)
- Peitoral Maior: região lateral do esterno, ombro e MS (interno)
Dor Referida Visceral
- Duodeno: região anterior abaixo das últimas costelas a D, dores interescapulares
- Estômago: dor esternal, abdômen, cervical e interescapular
- Vesícula Biliar: interescapular baixa, dor na região do fígado (costelas inferiores a D e ombro D)
- Coração: anterior, cervical E, interna do braço e interescapular alta
- Pulmões: esterno, costal posterior e ombros
- Fígado: alterações nas fezes, dor pós-refeição, pseudo Sd. do túnel do carpo bilateral
- Pâncreas: dor em barra (baixa)
*Lift Visceral: diagnóstico diferencial
Esguinces (Entorses) de Costelas
- causa traumática, esforço de rotação do tronco, falso movimento que arrasta uma subluxação
costo-corpórea ou costo-transversa
- choque anterior: entorse para posterior
- choque posterior: entorse para anterior
- pode ter fratura costal – deve-se esperar 3 semanas para o tratamento – em caso de entorse de 8
a 10 dias
- Sinais Clínicos
- depois de um esforço em torção ou flexão do tronco paciente sente dor em apunhalada.
Dor aumenta com movimento do tronco, respiração, tosse.
1. Esguince Posterior
- dor posterior desencadeada pela mobilização lateral da costela em uma direção (para
cima ou para baixo)
- fratura: dor no movimento em qualquer sentido
2. Esguince Anterior
- raro – confunde com a Sd. de Tietze
- diagnóstico idêntico, porém o teste se realiza na parte anterior do tórax
- Tratamento
- manipular as vértebras dorsais bloqueadas
- manipular a costela (se há subluxação associada)
- stretching na parte posterior e lateral do tórax
- bandagem funcional
Fratura Costal
- choque direto AP, PA e lateral
- principalmente 4ª, 5ª e 6ª costela
- dor aguda localizada na costela
- dor aumenta ao movimento do tronco, respiração, tosse
- dor a palpação na costela (todas podem doer, a fraturada dói mais)
- exame radiológico, derrame pleural, obstrução brônquica, janela costal (na inspiração a costela
fica mais proeminente)
- dor aumenta com pressão AP, crepitação durante a respiração (na ausculta)
- imobilização com bandagem alivia a dor
- complicações: dispnéia, neuralgia por neuropatia de compressão, dor residual rebelde por
associação de entorse costal
- fraturas patológicas: por causas tumorais
-Tratamento
- imobilização por 3 semanas
- analgésicos
- manipular depois de 1 mês
Síndrome de Lacomme
- mulheres grávidas a partir do 6º mês
- carência de vitaminas B1, B6 e D
- excesso de relaxina
- excesso de peso
- modificação das linhas de gravidade
- Sinais:
- lombalgias
- sacroileítes
- hemorróidas
- varizes de MMII
- edemas
- cãibras
- alteração do SNC (mal estar, cefaléias, vômitos)
- tórax (alterações cardíacas e dores nas regiões baixas do tórax)
- Osteopatia
- disfunções posteriores costo-vertebral
- hipermobilidade anterior
- disfunção SI homolateral
- Tratamento
- normalizar pelve e disfunções torácicas
- técnicas funcionais
- stretching anterior, posterior e lateral do tórax
- bandagem (ilíaco para esterno e da barriga até as costas)
- alivia tensão dos abdominais e costelas
Manipulações Diretas Torácicas
1. ERSd
- contato do lado da posterioridade leva a vértebra em direção à maca (inverte a rotação) e na
direção da cabeça (inverte a lateroflexão – desembrica)
2. FRSd
- contato do lado da posterioridade leva a vértebra em direção à maca (inverte rotação) e
contato no lado da desembricação em direção aos pés (inverte a lateroflexão)
3. NSeRd
- contato na posterioridade em direção a maca (rotação) e no outro lado em direção à cabeça
(lateroflexão)
Revisão
C7-T1
- Sintomas mais comuns: NCB, alterações vasculares do crânio e MMSS.
- Diagnóstico: teste de mobilidade, tríade sintomática e Mitchell.
- Tratamento: tecidos moles e manipulações
1ª Costela
- Sintomas mais comuns: NCB, idem a dobradiça e alterações respiratórias.
- Diagnóstico: Mitchell, Gillet e mobilidade respiratória.
- Tratamento: tecidos moles, manipulações e ME.
Costelas
- Sintomas mais comuns: alterações respiratórias, dores costais e irradiadas.
- Diagnóstico: palpação do grupo superior e inferior, palpação dos espaços intercostais, busca de
saliências anteriores e posteriores, mobilidade superior e inferior e Mitchell.
- Tratamento: manipulação (braço de bomba, alça de balde e em grupo), tecidos moles e ME.