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A IMPORTÂNCIA DA EMPATIA NO SERVIÇO SOCIAL1

Mirian Gabriella Gomes da Silva2


Sufia Ângela Siqueira Tomaz Nascimento3

RESUMO: O presente artigo trata-se de uma pesquisa bibliográfica, cuja, a proposta


é estudar sobre a habilidade da empatia dentro do serviço social, abordando tanto o
significado da empatia, como também, resultados de alguns profissionais que a
utilizam como instrumento de trabalho. Retratando também os benefícios e/ou
agregação de valores a cerca das habilidades pessoais/ sociais.

Palavras-Chave: Empatia. Serviço Social. Usuário. Relação Interpessoal.

INTRODUÇÃO

O presente artigo ocasionou-se por perceber que, para o profissional do


serviço social, é indispensável que ele ofereça certas habilidades pessoais para a
efetivação do seu trabalho. Compreende-se que essa habilidade é cogente ao difuso
da trajetória profissional do serviço social.
Feldman e Miranda (2002 apud Del Prette,Del Pretter e Meyer, 2007)
referem-se a estas habilidades como um feitio de “acolher, estimular, escutar,
compreender e ser empático” com o seu usuário, pois, este público cada dia mais
procura por humanização no atendimento, no procedimento e no acolhimento
realizado por estes profissionais, por compor-se de um público vulnerável, o que
eles desejam nessa relação é deparar-se com um profissional que impetre
compreender seus conflitos sem julgamento e condenações.

1
Artigo apresentado á Faculdade Santo André como requisito parcial para obtenção do título de
Especialista em SERVIÇO SOCIAL: Educação, Gestão, Saúde e Políticas Públicas.
2
Graduada em Psicologia - Faculdades Integradas de Cacoal (2011).
3
Graduada em Psicologia - Faculdades Integradas de Cacoal (2012).
2

De acordo com Del Prette e Del Prette (2001 apud Del Prette et al., 2007), as
habilidades sociais fazem referência às “diferentes classes de desempenho social no
repertório do indivíduo para lidar de forma competente com as demandas das
situações interpessoais”, assim sendo estes indivíduos, ao terem habilidades sociais
conseguem se preponderar a circunstâncias conflituosas de maneira equilibrada,
tendo condições psíquicas de resolver suas dificuldades com mais presteza e do
mesmo modo respondem as questões de relações interpessoais disjunto do
ambiente onde habitam, seja no trabalho, família ou com amigos. Ainda são
indivíduos que se distinguem por terem uma vasta rede social.
Enfatiza-se aqui uma das habilidades sociais – a empatia – que, segundo Carl
Rogers (1959 apud Falcone, Gil e Ferreira, 2007) denota-se em abarcar o interior de
outrem com perfeição e com subsídios emocionais que lhe incumbem como se fosse
o outro indivíduo, no entanto, sem perder jamais o modo de “como se”.
De acordo com Greenberg e Elliott (1997 apud Falcone et al., 2007), o
componente emocional da empatia demonstra sentimento de remissão e fascínio
pelo outro indivíduo, além disso de perturbação com o seu conforto, não
recomendando necessariamente provar os mesmos sentimentos do adjacente ou do
mesmo modo vivenciar um afeto que está mais pendente para as condições do
adjacente do que para a própria condição (HOFFMAN, 1992 apud FALCONE, 2008).
Assim, o presente artigo encontra-se desmembrado em dois capítulos. O
primeiro capítulo inclui estudos sobre a empatia, suas definições, a valoração desta
habilidade no desempenho dos profissionais da assistência social. No segundo
capítulo e último capítulo é debatida a acuidade da empatia como uma habilidade
necessária para os profissionais do serviço social.

1 SOBRE A EMPATIA

O exercício profissional do Serviço Social demanda um “repertório apropriado


de habilidades de comunicação interpessoal”, onde o capacite a trabalhar com
diversificadas questões catalogadas a esta prática, nos distintos setores do serviço
social (FALCONE, 2000). Já que a relação com os usuários são de ordem social,
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logo, carece de um extenso repertório de habilidades sociais apropriados, e uma


destas habilidades identifica-se como empatia (BOLSONI-SILVA, 2009).

Segundo Del Prette, Del Prette e Meyer, (2007) essas habilidades sociais
contêm como foco as consequentes classes “autocontrole e expressividade
emocional, habilidades de civilidade, assertividade, solução de problemas
interpessoais, fazer amizades, habilidades sociais acadêmicas e empatia.” Desta
configuração, para Rogers (1947 apud Morin, 2009), inicialmente o sujeito para
aprender a compreender o outro precisa admitir a si mesmo, suas barreiras, suas
pretensões, por meio da “megaconsciência” que constitui a simbologia consciente de
suas experiências, do “conceito de si”, ou seja, o modo como se vê e de “atitudes e
comportamentos”, que sugere a manifestação dessas circunstâncias vivenciadas.
No entanto, compreender de atitude determinada os pensamentos e a
emoção de outros indivíduos sem vivenciar perdão e se compelir pelo bem-estar
deste, não se pode proferir que isso constitui em ser empático (FALCONE, 2008).
Hoffman (1992 apud Falcone, 2008) narra que ao invés de sentir o que o usuário
está vivenciando, deve se sentir uma concepção do que se decorre com o usuário.
Assim sendo, a empatia não é excepcionalmente um entendimento, mas, além
disso, um sentimento ou um método de explicação.
O termo empatia vem do grego empátheia que denota “tendência para sentir
o que sentiria caso se estivesse na situação e circunstâncias experimentadas por
outra pessoa” (FERREIRA, 1986). Já para a Enciclopédia de Psicologia
Contemporânea (1984), a empatia constitui um “estado mental em que uma pessoa
se identifica com outra ou se sente na mesma condição psicológica”. De acordo com
Davis (1994 apud Costa e Azevedo, 2010) a empatia consisti em um “processo
psicológico conduzido por mecanismos afetivos, cognitivos e comportamentais frente
à observação da experiência do outro”.
Por ulterior caminho, há grafitos sugerindo que a empatia equivale a um
elemento inato, de contorno com que aglomerados os indivíduos abrolhariam com
uma pré-disposição para tal elemento, assim sendo as respostas que o indivíduo
trará de seu ambiente social perpetrará com que a empatia se desenvolva ou não,
conforme alega Plutchik (1992 apud Motta, Falcone, Clark e Manhaes, 2006) que, de
convenção com a visão evolucionista a empatia advém de “base inata” consisti como
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desígnio meios de sobrevivência, objetivando a “reprodução e a fuga dos


predadores”.
Falcone (2008) cita que de formato geral, a empatia obedece à habilidade de
apreensão de um jeito minudenciado, como ao mesmo tempo, a divisão ou
importância de sentimentos, perfeições e perspectivas dos outros, divulgando esta
combinação de tal modo que o outro indivíduo se conheça envolvido e validado.
O usuário ao ser compreendido pelo profissional/técnico do serviço social
sente-se mais afiançado para dar início ao atendimento e ao trabalho a ser
desenvolvido e consentir que exista melhoria no mesmo, assim sendo a função da
escuta empática é cometer com que o outro indivíduo se sinta percebido, além de
perpetrar com que as perturbações sejam descobertas de um modo mais findo.
Ainda que o técnico do serviço social alcance sinalizar de modo não verbal,
inquietação, aceitação e acolhimento ao proporcionar cuidado na escuta sensível, é
através da escuta empática que se é hábil ponderar a astúcia do entrosamento do
profissional (FALCONE, 1999, 2003; ICKES, MARANGONI e GARCIA, 1997 apud
FALCONE et al., 2007).
De concordata com estudos atingidos sobre a empatia na década de 80, essa
se apontava somente como um predicado a mais para que o profissional pudesse
usar em um atendimento, ou seja, estava a juízo crítico do profissional usar ou não,
presentemente essa habilidade se manifesta cogente para a ação/acompanhamento
a ser desenvolvido assim, como para outros profissionais que cogitam na área de
humanas e saúde. (EISENBERG e STRAYER, 1992b; FESHBACH, 1997;
GOLEMAN, 1995; NICHOLS, 1995 apud FALCONE, 2000).
Conforme Carl Rogers (1980 apud Morin, 2009) “a empatia é uma habilidade
que se aprende, na medida em que uma pessoa está disposta a aprender”. Na
abordagem cognitiva comportamental de Beck (1997) que acomete a empatia como
questão chave na edificação da conexão com o profissional, devendo este se botar
no lugar do seu usuário, abarcando o que se decorre com este na ocasião, por meio
de seu conjugado de “crenças, percepções, pensamentos, emoções e
comportamentos”, ou seja, perceber este indivíduo no seu contexto.
Estudos indicam que os psicólogos que são mais empáticos alcançaram
efeitos mais benfeitores com seus pacientes/clientes confrontados aos psicólogos
menos empáticos. (FALCONE, 2003 apud BANDEIRA, GUAGLIA, FREITAS, DE
SOUSA, COSTA, GOMIDES e LIMA, 2006).
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Logo, a empatia é uma habilidade que promove o procedimento de qualquer


profissional da área da saúde e humanas que trabalham inteiramente com o seu
paciente/cliente e/ou usuário, pois ela deve se fazer presente nesta relação para que
assim, se constitua veracidade. Na área médica, por exemplo, a empatia é mais bem
deliberada pelo autor Rogers como uma atitude de se sensibilizar com as variações
dos pacientes, ou seja, o que eles sentem e como isso medita no seu dia-a-dia
(ROGER, 1992 apud COSTA et al., 2010). Agora para Halpern (2001 apud Costa et
al., 2010), “a empatia entre médico e paciente é importante porque deixa o último
mais seguro e disposto a informar com mais desenvoltura seus problemas, sintomas
e dúvidas”. Justamente pelo fato de sentir seguro naquele que se expôs disposto a
ajudá-lo e tratá-lo, feito com que este paciente não se experimente como mais um
paciente e sim, uma pessoa que está numa etapa complicada e carece de auxílio.
Em analogia ao psicoterapeuta, Rogers (1977 apud Moreira, 2009) expõe que
para o mesmo ser empático deve “penetrar no mundo perceptual do outro e sentir-se
totalmente relaxado dentro deste mundo”, desta maneira o profissional permanece
mais pretensioso para interferir nas demandas do paciente sem se incomodar em
como o paciente explanará estas intercessões. Gadamer (1994 apud Costa et al.,
2010) assegura que a “familiaridade e a colaboração do paciente têm importância
fundamental para a efetividade dos processos diagnósticos e terapêuticos”. Assim,
ao lado com o usuário o profissional não só adentrará neste mundo, mas ao mesmo
tempo trabalhará com este de feitio que ele se revolva ativo na ação, de tal modo
que, proporcione êxito por meio desta veracidade e das alterações conseguidas a
partir da informação deste mundo residido pelo paciente (MOREIRA, 2009).
Designadamente a empatia, dar a entender uma adequação do indivíduo ao
meio, ampliação, colaboração, relações sociais harmoniosas, responsabilidade e
independência para o profissional no seu trabalho.

2 A EMPATIA COMO HABILIDADE

Bock (1999 apud Mazer e Melo-Silva, 2010) diz que a identidade precisa ser
meditada como “metamorfose e como movimento permanente de transformação”. A
identidade profissional perpetra peça da identidade pessoal do individuo, sendo que
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é transformada e alterada pelo indivíduo segundo as experiências que este conserva


com seu meio social e profissional (MAZER et al., 2010).
Para se apresentar um “desempenho profissional” adequado é necessário
que este profissional já determine de maneira viva e concisa a sua “própria
identidade” de modo que “a segurança quanto à auto identidade manifesta-se
simultaneamente num alto grau de ‘coerência interna’ e num alto grau de
‘ambiguidade’ externa (disponibilidade)” (BOHOSLAVSKY, 1993 apud SANCHES,
1999). Assim, será mais simples para que ele combata com os antagonismos
exteriores, estando acautelado de sua identidade profissional.
Gomes et. al., (1996 apud Meira e Nunes, 2005) asseveram que “a formação
profissional exercerá um papel fundamental na construção dessas crenças e
técnicas”, pois consisti em um modo que permitirá o conhecimento e o exercício de
costumes imprescindíveis para a atuação do profissional.
Davis (1990) pondera que “a ocorrência da empatia como processo pode ser
facilitada pela atuação do docente, mas a postura empática não poderia ser
ensinada diretamente como uma habilidade”, por meio disto compreende-se que
para o profissional tomar uma postura empática é conciso que ele pré-disponha de
modos empáticos, pois o treinamento pode ser metediço por meio da aprendizagem,
mas a performance empática acoplará dentre outras, das peculiaridades da
personalidade do profissional.
A empatia é muito além do instruir e aprender. Precisa haver uma pretensão
por parte do profissional, em primeiramente expor empenho em desenvolver ou
habilitar tais habilidades, deve-se conhecê-las para praticar destes um utensílio
profissional, para que assim resulte desenvolver com confiabilidade e eficácia o
trabalho do qual foi encarregado a exercer.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Neste artigo, relatou-se o quanto as habilidades pessoais sociais fazem-se


imprescindíveis ao profissional do serviço social, pois, as particularidades das
atividades, cometem trabalhar com um público muito vulnerável e que solicitam de
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um serviço/acolhimento humanizado, acolhendo assim as necessidades dos


mesmos.
Foi explanado que a empatia adere o repertório das habilidades sociais,
podendo acrescentar importância ao trabalho do profissional do serviço social, pois
acessória no acolhimento/recepção e fortalecimento do vínculo com o usuário.

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