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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONGREGAÇÃO DO INSTITUTO

RESOLUÇÃO N. 01, DE 16 DE JANEIRO DE 2009

Aprova a Instrumentação de
Trabalhos de Conclusão de Curso:
orientação para alunos de
graduação no âmbito do Instituto
de Geociências.

O DIRETOR-ADJUNTO DO INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS DA UNIVERSIDADE


FEDERAL DO PARÁ, no uso das atribuições que lhe conferem o Estatuto e o Regimento Geral e
em cumprimento a decisão da Egrégia Congregação do Instituto de Geociências, em reunião
ordinária realizada no dia 15.12.2008, promulga a seguinte

RESOLUÇÃO:
Art. 1o Fica aprovada a Instrumentação de Trabalhos de Conclusão de Curso: orientação para alunos
de graduação do Instituto de Geociências.

Art. 2o Esta Resolução entra em vigor a partir desta data.

Direção do Instituto de Geociências da Universidade Federal do Pará, em 16 de janeiro de 2009.

Diretor-Adjunto do Instituto de Geociências, no exercício da Direção-Geral


Vice-Presidente da Congregação
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ

Instrumentação de Trabalhos de
Conclusão de Curso
Orientação para Alunos de Graduação

Belém-PA
2008
Instrumentação de Trabalhos de Conclusão de Curso: orientação para alunos de graduação e pós-
graduação.

Reitor
Alex Bolonha Fiúza de Mello

Vice-Reitora
Regina Fátima Feio Barroso

Pro-Reitora de Administração - PROAD


Simone Andréa Lima do Nascimento Baía

Pró-Reitor de Planejamento - PROPLAN


Sinfrônio Brito Moraes

Pró-Reitor de Ensino de Graduação - PROEG


Licurgo Peixoto de Brito

Pró-Reitora de Extensão - PROEX


Ney Cristina Monteiro de Oliveira

Pro-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação - PROPESP


Roberto Dall`Agnol

Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoal - PROGEP,


Sibele Maria Bitar de Lima Caetano

Diretor do Instituto de Geociências


José Geraldo das Virgens Alves
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS

Instrumentação de Trabalhos de conclusão de Curso:


orientação para alunos de graduação.

Belém-PA
2008
Instrumentação de trabalhos acadêmicos: orientação para alunos de graduação e pós-graduação

Comissão Organizadora:

João Batista Miranda Ribeiro


Professor Diretor Adjunto do Instituto de Geociências

Dimitrie Nechet
Professor da Faculdade de Meteorologia

Lúcia de Fátima Imbiriba de Sousa


Diretora da Biblioteca Geól. Raimundo Montenegro Garcia de Montalvão

Helio Braga Martins


Bibliotecário da Biblioteca Geól. Raimundo Montenegro Garcia de Montalvão

Dados Internacionais de Catalogação-na-Publicação(CIP)


Biblioteca Geól. Rdº Montenegro G. de Montalvão

Universidade Federal do Pará


U58i Instrumentação de trabalhos acadêmicos: orientação para
alunos de graduação e pós-graduação / Universidade Federal do
Pará. Instituto de Geociências. – Belém: Edufpa, 2009
90 f. : il.

1. Documentação. 2. Normalização. 3. Documentos primários.


4. Normalização de trabalhos acadêmicos. I.Universidade Federal
do Pará. II. Instituto de Geociências e da Terra. III. Título.

CDD 20º ed.:025.56


SUMÁRIO

1 APRESENTAÇÃO ........................................................................................... 10
2 NORMAS BÁSICAS PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS
ACADÊMICOS ................................................................................................ 11
2.1 QUANTO AO ASSUNTO OU TEMA DO TRABALHO ................................ 11
2.2 QUANTO AO ESTILO DE LINGUAGEM ...................................................... 12
2.3 QUANTO À NATUREZA DO TRABALHO CIENTÍFICO ............................ 12
2.4 ETAPAS ............................................................................................................. 13
2.5 QUANTO A ESTRUTURAÇÃO DO TRABALHO ........................................ 14
3 ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO ACADÊMICO ..... 15
3.1 PRE-TEXTO ...................................................................................................... 15
3.1.1 Capa ................................................................................................................... 15
3.1.2 Folha de rosto ................................................................................................... 15
3.1.3 Ficha catalográfica ........................................................................................... 16
3.1.4 Folha de aprovação .......................................................................................... 16
3.1.5 Dedicatória ........................................................................................................ 16
3.1.6 Agradecimentos ................................................................................................ 16
3.1.7 Epígrafe ............................................................................................................. 16
3.1.8 Resumo na língua vernácula ........................................................................... 16
3.1.9 Resumo em língua estrangeira ........................................................................ 17
3.1.10 Lista de ilustrações ........................................................................................... 17
3.1.11 Lista de tabelas ................................................................................................. 17
3.1.12 Lista de abreviaturas e siglas .......................................................................... 17
3.1.13 Lista de símbolos .............................................................................................. 17
3.1.14 Sumário ............................................................................................................. 18
3.2 TEXTO ............................................................................................................... 18
3.2.1 Introdução ......................................................................................................... 18
3.2.2 Corpo do trabalho ............................................................................................ 18
3.2.3 Conclusão .......................................................................................................... 19
3.3 PÓS-TEXTO ...................................................................................................... 19
3.3.1 Referências ........................................................................................................ 20
3.3.1.1 Transcrição dos elementos que compõem as referências ................................... 21
3.3.1.2 Autores pessoais ................................................................................................. 21
3.3.1.3 Autores entidades ............................................................................................... 24
3.3.1.4 Autores desconhecidos ....................................................................................... 24
3.3.1.5 Título e subtítulo ................................................................................................ 25
3.3.1.6 Edição ................................................................................................................. 25
3.3.1.7 Local ................................................................................................................... 26
3.3.1.8 Editora ................................................................................................................ 27
3.3.1.9 Data .................................................................................................................... 28
3.3.1.10 Descrição física .................................................................................................. 29
3.3.1.11 Séries e coleções ................................................................................................ 30
3.3.1.12 Notas especiais ................................................................................................... 30
3.3.1.13 Ordenação das referências ................................................................................. 30
3.3.2 Glossário ........................................................................................................... 33
3.3.3 Apêndice(s) ....................................................................................................... 33
3.3.4 Anexo(s) ............................................................................................................. 34
3.3.5 Índice(s) ............................................................................................................. 34
4 INSTRUÇÕES GERAIS ................................................................................. 35
4.1 APRESENTAÇÃO GRÁFICA E TABULAR .................................................. 35
4.1.1 Equações e fórmulas ........................................................................................ 35
4.1.2 Ilustrações ......................................................................................................... 35
4.1.3 Tabelas .............................................................................................................. 36
4.1.4 Abreviaturas, siglas e símbolos ....................................................................... 36
4.2 PREPARAÇÃO DO ORIGINALE REPRODUÇÃO ....................................... 37
4.2.1 Papel .................................................................................................................. 37
4.2.2 Tipo e corpo de letra ........................................................................................ 37
4.2.3 Margens ............................................................................................................. 37
4.2.4 Entrelinhas ........................................................................................................ 38
4.2.5 Seções e subseções ............................................................................................ 38
4.2.6 Paginação .......................................................................................................... 39
4.2.7 Reprodução e encadernação ........................................................................... 39
4.3 CITAÇÃO .......................................................................................................... 40
4.3.1 Tipos de citação ................................................................................................ 40
4.3.2 Indicação de autoria no texto........................................................................... 41
4.3.3 Recomendações complementares para citações ............................................ 44
5 NOTAS DE RODAPÉ ..................................................................................... 48
5.1 NOTAS DE REFERÊNCIA .............................................................................. 48
5.2 NOTAS EXPLICATIVAS ................................................................................. 49
6 CONCLUSÃO .................................................................................................. 50
REFERÊNCIAS ............................................................................................... 51
APÊNDICE ....................................................................................................... 53
APÊNDICE A – COMO FAZER E ACONTECER ..................................... 54
ANEXOS ........................................................................................................... 56
ANEXO A - ESQUEMA DOS ELEMENTOS INTEGRANTES DA
ESTRUTURA DE UM TRABALHO ACADÊMICO .................................. 57
ANEXO B – ESQUEMA DE NORMALIZAÇÃO DAS MARGENS PARA
ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS ..................... 58
ANEXO C - MODELO DE CAPA ................................................................. 59
ANEXO D - MODELO DE FOLHA DE ROSTO DE TCC......................... 60
ANEXO E – MODELO DE FOLHA DE ROSTO DE DISSERTAÇÃO ... 61
ANEXO F - MODELO DE FICHA CATALOGRÁFICA (NO VERSO DA
FOLHA DE ROSTO) ................................................................................ 62
ANEXO G - MODELO DE FOLHA DE APROVAÇÃO DE TCC ............ 63
ANEXO H – MODELO DE FOLHA DE APROVAÇÃO DE
DISSERTAÇÃO ............................................................................................... 64
ANEXO I - MODELO DE DEDICATÓRIA ................................................. 65
ANEXO J - MODELO DE AGRADECIMENTOS ...................................... 66
ANEXO K - MODELO DE EPÍGRAFE........................................................ 67
ANEXO L - MODELO DE RESUMO NA LÍNGUA VERNÁCULA ........ 68
ANEXO M - MODELO DE RESUMO NA LÍNGUA ESTRANGEIRA
(INGLESA) ....................................................................................................... 69
ANEXO N - MODELO DE LISTA DE ILUSTRAÇÕES ............................ 70
ANEXO O - MODELO DE LISTA DE TABELAS ...................................... 71
ANEXO P - MODELO DE LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ...... 72
ANEXO Q - MODELO DE LISTA DE SÍMBOLOS ................................... 73
ANEXO R - MODELO DE SUMÁRIO ......................................................... 74
ANEXO S - MODELO DE REFERÊNCIAS ................................................ 75
ANEXO T - MODELO DE GLOSSÁRIO ..................................................... 82
ANEXO U - MODELO DE ÍNDICE DE ASSUNTOS ................................. 85
ANEXO V - MODELO DE FIGURA ............................................................ 86
ANEXO W – MODELO DE TABELA .......................................................... 87
ANEXO X – MODELO DE TABELA ........................................................... 88
ANEXO Y– ESTRUTURA E FORMATAÇÃO........................................... 89
10

1 APRESENTAÇÃO

O presente material se destina a orientar e normalizar a elaboração de trabalhos de


conclusão de curso (TCC), dissertações de mestrado e teses de doutorado dos cursos de graduação
e pós-graduação dos alunos do Instituto de Geociências da UFPA, recomendando o uso de normas
bibliográficas na apresentação de trabalhos de natureza científica. Pretende-se unicamente
estabelecer um roteiro mínimo indispensável a ser seguido pelo aluno na elaboração e apresentação
dos referidos trabalhos, os quais destinam-se a mostrar o grau de preparo que o aluno atingiu,
realizando um trabalho científico, como um profissional em fase final de graduação e pós-
graduação. Essa tarefa vai exigir do aluno muita dedicação, esforço, pesquisa e paciência para que
os objetivos possam ser atingidos. Leia atentamente todas as informações deste material, quantas
vezes forem necessárias, até inteirar-se de todas as situações do trabalho, das normas sobre o
assunto e depois comece a redigir o texto, que se configura em um esboço inicial, que será
“lapidado” até atingir uma constituição sólida de apresentação científica. No decorrer dessa etapa
“alugue” o seu orientador. Converse com ele. Não espere paternalismo por parte dele, mas também
não vá omitir suas dúvidas. A responsabilidade do trabalho é sua acima de tudo. Você é que tem de
mostrar que adquiriu conhecimento para realizar a tarefa e não o orientador. Ele, como o próprio
nome diz, orienta, fazendo indicações, recomendações para melhoria do seu trabalho, enfim, ele é o
elemento base para tirar suas dúvidas e não espere que ele diga os passos que você deve executar.
Porém, nada impede que você pesquise em outras instituições, converse com outros profissionais
da área de conhecimento do seu TCC, Monografia, Dissertação ou Tese.
Esta fase de elaboração chega a ser até angustiante, mas é normal, todos passam por isso;
não há exceção. Mostre que você já é um profissional de cabeça erguida. Aliás, temos certeza que
você dedicou-se em todas as disciplinas com afinco - isso facilita. Se isso não aconteceu, não
desanime, é tempo de recuperar, dedicando-se ainda mais. Você é capaz. É só fazer. Só mais uma
recomendação. Antes de iniciar a leitura da página subseqüente, recorra ao Apêndice e leia
atentamente o texto! Servirá como primeiro passo para suas reflexões. Bom trabalho!
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2 NORMAS BÁSICAS PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS

A elaboração de um trabalho de natureza científica envolve várias etapas, em que o aluno


deve desenvolver esforços próprios visando sempre os objetivos propostos, constando das seguintes
etapas essenciais para elaboração.

2.1 QUANTO AO ASSUNTO OU TEMA DO TRABALHO

A escolha da área de estudo e da seleção do tema é de inteira responsabilidade e iniciativa


do aluno, que deverá declará-lo, em ficha de inscrição no ato da pré-matrícula, juntamente com o
plano de trabalho. Nessa ocasião, o aluno já estará demonstrando que tem uma idéia definida sobre
o que irá realizar, através da especificação dos objetivos que pretende alcançar. Verifica-se, então,
que a primeira fase no processo de elaboração do trabalho é a determinação do assunto a tratar.
Escolher um assunto significa:
a) preferir de acordo com as próprias inclinações e possibilidades, uma questão em meio de
tantas que surgem no âmbito de cada objetivo científico;
b) descobrir um problema relevante que mereça ser investigado cientificamente e tenha
condições de ser formulado e delimitado tecnicamente em função da pesquisa.

A escolha do tema é um ato de especificação, envolvendo preferência pessoal, onde fatores


psicológicos e sociais vão ter influência, juntamente com os fatores metodológicos. A dificuldade
ocorre! É comum o aluno nessa circunstância solicitar ao professor sugestões e até “lista de temas”,
porém devem ser evitadas essas soluções prontas. É necessário observar que o tema (assunto) deve
significar algo muito ligado à pessoa do iniciante na atividade científica. Deve ser um tema
relacionado dentro das matérias que mais interessam ao aluno durante o curso e que atenda às suas
inclinações e possibilidades. Verifica-se, também, que representa o início de uma opção
transcendental: a da realização profissional. A escolha deve ser uma deliberação de considerável
antecedência, em relação a data de matrícula, já que nessa ocasião deverá ser entregue o plano de
trabalho.
12

2.2 QUANTO AO ESTILO DE LINGUAGEM

A linguagem será impessoal (terceira pessoa) e, tratando-se de um trabalho científico, é


necessário um estilo sóbrio e preciso em que deve-se destacar a clareza. É importante não abusar de
termos “empolados” e não populares. Na clareza são buscadas três características essenciais:
unidade, coerência e ênfase. Se o trabalho possuir essas três características, certamente o trabalho
está claro:
a) unidade: significa que um tema central está estabelecido nas primeiras sentenças e é adotado
em todo o decorrer do texto;
b) coerência: significa que as partes separadas são lidas de maneira fácil e natural, passando-se
ordenadamente de uma idéia para outra, o leitor não precisa recapitular para “reencontrar” a
idéia;
c) ênfase: significa dar importância às idéias e sabe-se que umas são maiores, outras menores. A
repetição também ajuda a dar ênfase, mas não se deve abusar.

Os pontos essenciais (unidade, coerência e ênfase) poderão ser verificados e considerados


quando responde-se as quatro questões abaixo, com um “sim” positivo e confiante:
a) sua mensagem principal destaca-se facilmente?;
b) suas idéias estão organizadas com lógica?;
c) você desenvolveu e justificou suas idéias?;
d) você eliminou detalhes desnecessários?.

2.3 QUANTO À NATUREZA DO TRABALHO CIENTÍFICO

A monografia é a forma de trabalho científico exigida para atribuição de grau acadêmico.


Historicamente, como expressão de tratamento científico, caracteriza-se essencialmente esse tipo
de trabalho como a especificação, ou seja, a redução da abordagem em um só problema. Mantém-
se assim, o sentido etimológico: monos (um só) e graphein (escrever) - dissertação a respeito de um
assunto único. Pela origem histórica, etimologia é a evolução do uso do termo, tem-se de admitir
que a monografia possui sentido lato e sentido estrito. Em sentido estrito identifica-se como tese:
“tratamento escrito de um tema específico que resulte de investigação científica com o escopo de
apresentar uma contribuição relevante ou original e pessoal à ciência”. Em sentido lato, é todo
trabalho científico de “primeira mão”, que resulte da investigação. Considera-se nesta categoria as
13

dissertações científicas, relatórios de pesquisas, informes científicos ou técnicos e as memórias


científicas.
O importante é saber exercer a reflexão. Sem a marca da reflexão, a monografia transforma-
se facilmente em “mero relatório do procedimento da pesquisa” ou “compilação de obras alheias”,
ou ainda, “medíocre divulgação”. Os dois tipos mais adequados para o aluno são: “dissertação
monográfica” e “memória científica”. A dissertação monográfica é um tratamento escrito de
2 ssunto específico, apresentado dentro das normas metodológicas e as da Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. Seu caráter será eminentemente didático, como treino e
iniciação à investigação. Para sua elaboração não é exigido que o trabalho seja o comunicado de
uma nova teoria, de nova explicação e interpretação de fatos, ou que seja a “apresentação da
verdadeira investigação científica com a característica de originalidade”. Entretanto, exigir-se-á que
seja pessoal, fruto de reflexão e rigor científico e não mero acervo de transcrições de trabalhos
alheios.
A memória científica é o tratamento escrito de assunto específico, original, com
metodologia própria, relacionado integralmente com a divulgação científica, pura ou aplicada,
podendo ser resultado tanto de pesquisa experimental, como de pesquisa não experimental (de
campo – observacional – documental etc.). Em qualquer dos tipos de monografia acima, visa-se
sempre, demonstrar uma posição ou buscar respostas para um problema. A proposição é uma
afirmação que se pretende provar e o problema é uma questão que se deseja responder

2.4 ETAPAS

O ponto de partida é a escolha da área das Geociências e especificamente o tema dessa área.
Deve basear-se em critérios como:
a) interesse de quem vai realizar o trabalho;
b) significância ou importância do tema;
c) capacidade do aluno de realizá-lo;
d) familiaridade do aluno com o tema;
e) disponibilidade de material bibliográfico;
f) tempo disponível.

Feita a seleção da área e do tema específico é necessário delimitá-lo, isto é, selecionar que
aspecto ou parte será focalizado, de modo a possibilitar a formulação clara de uma proposição ou
de um problema; etapa que exige bastante reflexão e por isso, normalmente, é mais demorada e às
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vezes torna-se até angustiante para o aluno. Isso é normal e natural. Não tem nada de excepcional.
Todos passam por essa fase, sem exceção.

2.5 QUANTO À ESTRUTURAÇÃO DO TRABALHO

O que faz o autor ao escrever uma monografia? Realiza um trabalho de três partes
inevitáveis (introdução, desenvolvimento e conclusão). Três partes organicamente unidas,
formando uma estrutura lógica.
A introdução tem o objetivo de situar o leitor no estado da questão e colocá-lo a par da
relevância do problema ou proposição e do método de abordagem. O desenvolvimento tem por
finalidade expor e demonstrar a fundamentação lógica do trabalho. Propõe o que vai provar, em
seguida explica, discute e demonstra. As proposições se sucedem dentro de um encadeamento que
persegue a etapa final. A conclusão constitui a fase final do processo dialético iniciado desde a
introdução - é a síntese de toda a reflexão.
É necessário esclarecer que a monografia não é definida pelo número de páginas, pode
compreender desde algumas laudas até o tamanho de um livro volumoso. Deve-se observar que as
partes introdução, desenvolvimento e conclusão referem-se à apresentação lógica do tema, ao
encadeamento de idéias e não a tópicos.
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3 ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO ACADÊMICO

Na elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos das faculdades, é imprescindível a


observância de normas sobre Documentação da Associação Brasileira de Normas Técnicas
(ABNT-NBR 14724, de agosto de 2002 e atualizada em 2005). Deste modo, a síntese da estrutura
do trabalho acadêmico divide-se em três partes principais: Pré-texto, Texto e Pós-texto. A seguir
será apresentada a estrutura de um trabalho científico, cujos elementos integrantes serão resumidos
destacando-se a inserção destes elementos (de forma obrigatória ou opcional) no corpo do trabalho
(Anexo A), obedecendo o esquema de distribuição das margens na elaboração do mesmo (Anexo
B).

3.1 PRÉ-TEXTO

Elementos que antecedem o texto com informações que ajudam na identificação e utilização
do trabalho.

3.1.1 Capa (obrigatório)

Na capa constam os nomes da Universidade Federal do Pará, do Instituto de Geociências,


das Faculdades de Geologia, Geofísica, Meteorologia e Oceanografia; nome do autor; título do
trabalho e subtítulo (se houver); cidade e ano de apresentação (Anexo C).

3.1.2 Folha de rosto (obrigatório) (Anexos D e E)

Deve conter elementos essenciais à identificação da obra:


• nome do autor;
• título do trabalho;
• subtítulo, se houver;
• numero do volume, se houver mais de um;
• título pretendido e instituição a qual o trabalho é apresentado;
• área de concentração (no caso de dissertações e teses);
• nome do orientado e co-orientador (se houver)r;
• local (cidade);
• ano.
16

3.1.3 Ficha catalográfica (obrigatório)

A ficha catalográfica do trabalho, preparada pelo Serviço de Biblioteca do Instituto de


Geociências, deve ser impressa no terço inferior do verso da folha de rosto (Anexo F).

3.1.4 Folha de aprovação (obrigatório)

A folha de aprovação, a ser inserida no exemplar definitivo, será fornecida pela Secretaria
da respectiva Faculdade. Deve conter o nome do autor, título do trabalho e subtítulo (se houver),
título pretendido e instituição a qual o trabalho é apresentado, área de concentração (no caso de
dissertações e teses), data de aprovação, nome, titulação e instituição a que pertencem os
integrantes da Banca Examinadora, nome do Diretor das Faculdades e espaço para assinatura
(Anexos G e H).

3.1.5 Dedicatória (opcional)

Página opcional onde o autor presta uma homenagem ou dedica seu trabalho (Anexo I).

3.1.6 Agradecimentos (obrigatório)

Devem ser dirigidos àqueles que contribuíram de maneira relevante à elaboração do


trabalho, restringindo-se ao mínimo necessário (Anexo J). No caso do trabalho ter sido financiado
por algum órgão/agência financiadora, torna-se obrigatória a citação do(a) referido(a)
financiador(a).

3.1.7 Epígrafe (opcional)

Deve ser apresentado pelo autor uma citação, seguida de indicação de autoria, relacionada
com a matéria tratada no corpo do trabalho (Anexo K).

3.1.8 Resumo na língua vernácula (Resumo) (obrigatório)

O resumo deve dar uma visão rápida e clara do conteúdo e das conclusões do trabalho,
constituindo uma seqüência de frases concisas e objetivas e não uma simples enumeração de
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tópicos. Deve ser redigido em parágrafo único, evitando-se citações de autores, fórmulas,
abreviaturas, equações etc. Se imprescindíveis, as mesmas devem ser escritas por extenso.
Conforme a NBR 6028 o resumo deve conter de 150 a 500 palavras. Para efeito de indexação,
normaliza-se a inclusão de palavras-chave (Anexo L).

3.1.9 Resumo em língua estrangeira (Abstract) (obrigatório)

O abstract é a tradução para o inglês do resumo em português. Para efeito de indexação,


normaliza-se a inclusão de Keywords (Anexo M).

3.1.10 Lista de ilustrações (obrigatório)

As figuras, quadros, gráficos e outros, devem ser relacionados em lista à parte, na mesma
ordem em que são citados no texto, devendo constar número, legenda e página (Anexo N). Quando
necessário, recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração.

3.1.11 Lista de tabelas (obrigatório)

Esta lista deve iniciar em uma nova página, contendo a designação “Tabela”, seu número,
título e respectiva paginação. Só elaborar lista se no trabalho houver pelo menos 10 tabelas (Anexo
O).

3.1.12 Lista de abreviaturas e siglas (obrigatório)

As abreviaturas e siglas devem ser relacionadas em ordem alfabética, em lista à parte,


acompanhadas de seus respectivos significados. Só elaborar lista se no trabalho houver pelo menos
10 abreviaturas e siglas (Anexo P). Se forem em número inferior, seus respectivos significados
podem aparecer em nota de rodapé.

3.1.13 Lista de símbolos (obrigatório)

Os símbolos utilizados devem ser listados, com seus respectivos significados, em lista
própria, após a lista de abreviaturas e siglas, se houver no mínimo 10. Havendo menos de 10
símbolos, seus respectivos significados podem aparecer em nota de rodapé. Quando adicionados
18

outros sinais, são denominados subíndices (εf ; cp) ou superíndices (s1/2 ; K-1). As letras gregas e
latinas devem ser listadas separadamente (Anexo Q).

3.1.14 Sumário (obrigatório)

Enumeração das principais divisões, seções e partes do trabalho, feita na ordem em que as
mesmas se sucedem no texto e como último elemento pré-textual. Havendo mais de um volume,
em cada um deve constar o sumário completo do trabalho. Não deve-se confundir sumário com
índice, que é a lista detalhada dos assuntos, autores etc, com a indicação de sua localização no
texto. Ver 4.2.5 como proceder sobre a grafia dos itens do sumário (Anexo R).

3.2 TEXTO

A organização do texto deve ser determinada pela natureza do trabalho e, de uma maneira
geral, deve ter três partes fundamentais: introdução, corpo do trabalho e conclusões.

3.2.1 Introdução (obrigatório)

Parte do texto onde devem constar a apresentação e delimitação do assunto tratado e


objetivos da pesquisa. A monografia deve começar com uma clara apresentação do problema ou
proposição que será focalizada, indicando o objetivo do trabalho, dizendo de que trata o trabalho a
ser relatado e se está baseado em trabalhos anteriores. Deve-se mencionar qualquer abordagem
nova, quaisquer limitações e quaisquer pressupostos sobre os quais o trabalho se apóia. Um começo
claro, resumido e interessante, pode convidar o leitor a prosseguir na leitura, embora as partes
relativas ao desenvolvimento possam ser compreendidas somente por especialistas.

3.2.2 Corpo do trabalho (desenvolvimento) (obrigatório)

Divide-se geralmente em capítulos, seções e subseções, que variam em função da natureza


do problema e metodologia adotada. Nesta parte do trabalho, pode-se usar quantas sub-divisões se
queira, sendo que normalmente subdivide-se em: materiais e métodos, resultados e discussão.
A divisão em capítulos, seções e subseções será feitas de acordo com a recomendação do
orientador do trabalho. Considerando as características do trabalho, a divisão pode ser:
19

• Revisão de literatura ou revisão bibliográfica: levantamento da literatura relevante


existente na área, que serve de base ao trabalho;
• Materiais e Métodos: descrição dos materiais, métodos e procedimentos utilizados.
Deve-se incluir nessa parte, detalhes suficientes do que foi usado (localização, instrumentos,
dados meteorológicos etc.) e a metodologia empregada para obter os resultados (métodos de
estresse térmico diário, Modelo de Penman-Monteith etc.).
• Resultados: apresentação detalhada dos resultados obtidos. Esta parte escrita com o verbo
no passado deve conter uma exposição sobre o resultado daquilo que foi feito.
• Discussão: a discussão deve ser uma consideração objetiva dos resultados apresentados e
deve ajudar nas principais conclusões. Se necessário, pode-se fazer qualquer esclarecimento
sobre situações levantadas na introdução.

3.2.3 Conclusão (obrigatório)

A conclusão, é óbvio, só pode ser elaborada depois de concluído o trabalho. Deve ser
redigida com muito cuidado, porque no geral, a maioria dos leitores se limita, examinar os títulos
dos trabalhos e as conclusões. É preciso que seja completa, interessante e informativa, de tal
maneira que dispense consulta ao resto da monografia, porque apresenta uma síntese dos resultados
obtidos e pode-se falar em perspectiva para novos trabalhos. Deve, portanto, ser fundamentada no
texto, contendo deduções lógicas e correspondentes aos objetivos da pesquisa.

3.3 PÓS-TEXTO

São elementos que complementam o trabalho.


Referências (obrigatório)
Glossário (opcional)
Apêndice (s) (opcional)
Anexo (s) (opcional)
Índice (s) (opcional)
20

3.3.1 Referências11 (obrigatório)

É a parte final da monografia e é tão importante quanto as partes iniciais. É o conjunto de


elementos que permitem a identificação, no todo ou em parte, de documentos impressos ou
registrados em diferentes suportes (NBR 6023). Constitui-se na relação de toda a matéria
bibliográfica citada no trabalho e utilizada na pesquisa, organizada em números arábicos (na ordem
de citação) ou em ordem alfabética de seus autores (pelo sobrenome). Outras publicações, não
mencionadas no texto, opcionalmente, poderão ser relacionadas após as referências, sob o título de
“Bibliografia complementar” ou “Obras consultadas”.
Atualmente não se usa mais a expressão “Referências Bibliográficas”, basta colocar a
palavra “Referências”, adotada na NBR-6023 (válida a partir de 29.09.2002), para intitular a
listagem das mesmas, pois nos dias de hoje há uma grande diversidade de fontes de informação,
tanto bibliográficas como não bibliográficas. É importante ressaltar, também, que as referências
devem ser alinhadas somente à margem esquerda do texto, isto significa dizer que não há mais
recuo na margem esquerda a partir da segunda linha das mesmas.
Ratificamos que só devem ser incluídas na respectiva lista as fontes efetivamente utilizadas
e citadas na elaboração do trabalho, inclusive aquelas presentes nas ilustrações e tabelas, e aquelas
retiradas do meio eletrônico. Entretanto, é recomendável que as informações verbais, citações de
citações, informações retiradas de mensagens que circulam via correio eletrônico e citações
acompanhadas de expressões como “em fase de elaboração”, “no prelo”, “in press”, “pré-
publicação”, “não publicado”, “inédito”, não façam parte da lista de referências, sendo
colocadas apenas em nota de rodapé.
Em se tratando de documentos eletrônicos, além de serem incluídos os mesmos dados
indicados para a referência de material impresso, incluem-se também as informações específicas do
meio eletrônico (disquete, CD-ROM etc.). Em documentos consultados on-line, deve-se incluir o
endereço e a data de acesso ao mesmo. Aconselha-se, ainda, que ao acessar um documento
eletrônico, dê-se preferência a material vinculado a instituições reconhecidas, como universidades,
associações e órgãos governamentais, que tendem a assegurar a manutenção das informações em
seus sites.
A referência em final de página, quando não couber inteiramente na mesma, não deve ser
partida de uma página para outra.

1
Para informações complementares ver Anexo S – Modelos de Referências, com base na ABNT- NBR 6023 –
Referências (2002)
21

3.3.1.1 Transcrição dos elementos que compõem as referências

Os padrões indicados nesta Norma para apresentação dos elementos que compõem as
referências aplicam-se a todos os tipos de documentos.
As referências devem obter as seguintes informações:
- Formas de entrada2 (autores pessoais, autores entidades ou título);
- Título e subtítulo;
- Edição;
- Local de publicação;
- Editora;
- Data;
- Descrição física;
- Séries e coleções;
- Notas especiais.
Obs.: Alertamos que os elementos grafados em negrito são considerados como essenciais, ou seja,
aqueles indispensáveis à identificação da obra.

3.3.1.2 Autores pessoais

Inicia-se a entrada, de modo geral, pelo último sobrenome do autor (salvo algumas
exceções) em maiúsculas, seguido dos prenomes e outros sobrenomes, abreviados ou não, porém,
qualquer que seja a opção escolhida, recomenda-se adotar em toda a lista de referências.

Exemplo: AXELSSON, O. Iterative solution methods. New York: Cambridge University, 2000.

a) alguns casos em que a entrada da referência não se dá pelo último sobrenome;

- autores de nome espanhol e hispano-americano. Nos nomes dessas nacionalidades, o


sobrenome paterno antecede o materno, ou seja, a entrada é feita pelo penúltimo
sobrenome,

2
São formas ou maneiras de iniciar uma referência, as quais podem ser por intermédio de autores pessoais ou autores
entidades e, na ausência desses dados, por intermédio do título de um determinado documento.
22

Exemplo: ACEVEDO MARIN, Rosa; BARDALEZ HOYOS, Juan L. (Org.).


Hidrelétricas: conhecimento e dimensão ambiental. Belém: UFPA. Numa,
1993. 174 p.

GARABITO CALLAPINO, G. Empilhamento sísmico por superfície de


reflexão comum: um novo algoritmo usando otimização global e local. 2001.
60 f. Tese (Doutorado em Geofísica) – Centro de Geociências, Universidade
Federal do Pará, Belém, 2001.

- sobrenomes que indicam parentesco,

Exemplo: ALCOVER NETO, J.; TOLEDO, M. C. M. Evolução supérgena do carbonatito


de Juquiá (SP). Revista do Instituto Geológico, São Paulo, v. 14, n. 1, p. 31-43,
1993.

SOUZA FILHO, P. W. M. A planície costeira bragantina (NE do Pará):


influência das variações do nível do mar na morfoestratigrafia costeira durante o
Holoceno. 1995. 262 f. Dissertação (Mestrado em Geologia) – Centro de
Geociências, Universidade Federal do Pará, Belém, 1995.

- sobrenomes ligados por hífen,

Exemplo: SCHAEFFER-NOVELLI, Y. Perfil dos sistemas litorâneos brasileiros, com


especial ênfase sobre o ecossistema manguezal. São Paulo: Instituto
Oceanográfico, 1989. (Publicação especial do Instituto Oceanográfico, 7).

KABATA-PENDIAS, A.; PENDIAS, H. Trace elements in soils and plants. 4.


ed. Boca Raton: CRC, 2000. 311 p.

- sobrenomes compostos de um substantivo + adjetivo,

Exemplo: CASTELO BRANCO, F. M. Apropriação do espaço urbano e vegetação na


cidade de Manaus. 1999. 68 f. Dissertação (Mestrado) – Universidade do
Amazonas, Manaus, 1999.

ESPÍRITO SANTO, A. R. S. Relação entre os índices de TSM no Atlântico e


Pacífico tropical e a distribuição espacial de precipitação no leste da Amazônia
(Amapá e Pará). 2004. 48 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em
Meteorologia) – Centro de Geociências, Universidade Federal do Pará, Belém,
2004.

- sobrenomes conhecidos de forma composta,


23

Exemplo: JORGE JOÃO, X. S.; MACAMBIRA, E. M. B. Granitóides intrusivos


proterozóicos na Folha rio Mapuera: NW do estado do Pará. Rio de Janeiro:
SBG, 1984.

BRITO NEVES, B. B.; CORDANI, U. G. Tectonic evolution of South America


during the late Proterozoic. Precambrian Research., v. 53, p. 23-40, 1991.

b) existem ainda casos em que a entrada se dá pelo prefixo que antecede ou acompanha o
sobrenome;

Exemplo: O’NEIL, J. R.; CLAYTON, R. N.; MAYEDA, T. K. Oxygen isotope fractionation


in divalent metal carbonates. J. Chem. Phys., n. 51, p. 5547-5558, 1969.

DALL’AGNOL, R. et al. General aspects of the granitogenesis of the Carajás


metallogenic province. In: INTERNATIONAL SYMPOSIUM. ON GRANITE
AND ASSOCIATED MINERALIZATIONS, 2., 1997, Salvador. Excursions
guide... Salvador: SGRM, 1997. p. 135-161.

c) para documentos elaborados por até três autores, mencionam-se os nomes de todos na mesma
ordem em que aparecem na publicação, separados entre si por ponto-e-vírgula;

Exemplo: SCHNEIDER, W. A.; PRINCE, E. R. J.; GILLES, B. F. A new data-processing


technique for multiple attenuation exploiting normal moveout. Geophysics, n. 30, p
348-362, 1965.

d) quando existirem mais de três autores indica-se apenas o primeiro, seguido da expressão
latina et al. (= e outros);
Obs.: Segundo a ABNT (NBR 6023), no seu item 8.1.1.1, é recomendável a indicação dos
nomes de todos os autores nos casos em que essa menção for indispensável, como nos projetos
de pesquisa científica, indicação de produção científica em relatórios para órgãos de
financiamento etc.

Exemplo: BADEA, E. A. et al. Finite-element análisis of controlled-source electromagnetic


induction using Coulomb gauged potentials. Geophysics, n. 66, p. 789-799, 2001.

e) os documentos elaborados por vários autores, com um responsável intelectual destacado


(organizador, coordenador, editor, compilador etc.) a entrada deve ser feita pelo nome desse
responsável, seguida da abreviação pertinente, no singular e entre parênteses, do tipo de
participação.
24

Exemplo: TEIXEIRA, W. et al. (Org.). Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos,
2000. 557 p.

GROSSISAD, J. H. (Ed.). Projeto Espinhaço em CD-ROM: texto e cartografia


multimídia. Belo Horizonte: COMIG, 1997. 1 CD-ROM contendo 27 mapas.

3.3.1.3 Autores entidades

As obras de responsabilidade de entidade (órgãos governamentais, empresas, associações,


congressos, seminários etc.) têm entrada, de modo geral, pelo seu próprio nome, por extenso e em
maiúscula. Em alguns casos a entrada deve ser pelo nome geográfico que indica a esfera de
subordinação (país, estado ou município) ou pelo nome do órgão superior (ministérios, secretarias e
outros). Quando o órgão é subordinado a uma instituição, entrar pelo nome desta última.

Exemplo: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Catálogo de teses da Universidade de São Paulo,


1992. São Paulo, 1993. 467 p.

CONGRESSO BRASILEIRO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS, 12., 2002, Florianópolis.


Aqüíferos transfronteiriços. [S.l.]: ABAS, 2002. 1 CD-ROM.

SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Diretrizes para a política


ambiental do estado de São Paulo. São Paulo, 1993. 35 p.

BRASIL. Ministério das Minas e Energia. Departamento Nacional de Produção Mineral.


Mapa tectônico do Brasil. Rio de Janeiro: DNPM, 1971. 1 mapa, color., 100cm x 110cm.
Escala 1:5.000.000.

INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo). Projeto Lins Tupã: foto


aérea. São Paulo, 1986. 1 fotografia aérea. Escala 1:35.000. Fx 28, n. 15.

3.3.1.4 Autores desconhecidos

Em caso de autoria desconhecida, a entrada é feita pelo título do documento, sendo a


primeira palavra impressa em letras maiúsculas, sem destaque tipográfico, mesmo que precedida
por artigos e preposições.

Exemplo: LEGAL and institutional arrangements in minerals development: a study base on na


international workshop organized in Berlin (West) in august 1980. London: Mining
Journals Books, 1982. 223 p.
25

HYDRO-CRIA: banco de dados. Disponível em: <http://www.hydro.cria.org.br>.


Acesso em: 18 jan. 2003.

O SOLO do sertão. Recife: [s.n.], 1981.

NA TERRA dos minérios. Revista Minas, Rio de Janeiro, v. 8, n. 22, p. 17-21, dez.
1998.

3.3.1.5 Título e subtítulo

a) o título e o subtítulo (se for usado) devem ser reproduzidos tal como figuram no documento,
separados por dois-pontos, sendo que o título aparece de forma destacada (negrito, itálico ou
sublinhado). Lembramos que este recurso tipográfico utilizado para destacar o título deve ser
uniforme em todas as referências de um mesmo documento, entretanto, isto não se aplica às
obras sem indicação de autoria, ou de responsabilidade, cuja entrada é pelo próprio título, já
destacado pelo uso de letras maiúsculas na primeira palavra, como visto no item anterior;

Exemplo: NEWELL, G. E.; NEWELL, R. C. Marine plankton: a practical guide. [S.l.]:


Hutchinson Education, 1963. 221 p.

b) em títulos e subtítulos demasiadamente longos, podem-se suprimir as últimas palavras, desde


que não seja alterado o sentido. A supressão deve ser indicada por reticências;

Exemplo: SOUZA, T. S. A ilusão do garimpo... Rio de Janeiro: [s.n.], 1999.

c) quando não existir título, deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do
documento, entre colchetes.

Exemplo: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE AQUICULTURA, 1., 1978, Recife. [Trabalhos


apresentados]. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Ciências, 1980. 412 p.

3.3.1.6 Edição

a) quando houver uma indicação de edição, esta deve ser transcrita, utilizando-se abreviaturas
dos numerais ordinais e da palavra edição, ambas na forma adotada na língua do documento.
Vale ressaltar que esta regra só é válida a partir da segunda edição de um documento;
26

Exemplo: MAHAN, B. H. Química: um curso universitário. 4. ed. São Paulo: E. Blucher,


1995. 452 p.

SCHAUM, Daniel. Schaum’s outline of theory and problems. 5th ed. New York:
Schaum Publishing, 1956. 204 p.

b) quando houver acréscimo à edição, este deve ser apresentado de forma abreviada;

Exemplo: FRANÇA, Júnia Lessa et al. Manual para normalização de publicações técnico-
científicas. 3. ed. rev. e aum. Belo Horizonte: Ed. da UFMG, 1996.

c) para os documentos eletrônicos a versão equivale à edição e deve ser transcrita como tal.

Exemplo: ASTRONOMY source. Version 1.0A. Seatle: Multicom Publishing, c1994. 1 CD-
ROM.

3.3.1.7 Local

a) o nome do local (cidade) de publicação deve ser indicado tal como aparece no documento e
separado da editora por dois pontos;

Exemplo: FRANÇA, Júnia Lessa et al. Manual para normalização de publicações técnico-
científicas. 3. ed. rev. e aum. Belo Horizonte: Ed. da UFMG, 1996.

b) quando houver mais de um local para uma só editora, indica-se o primeiro ou o mais
destacado;

c) quando a cidade não aparece no documento, mas pode ser identificada, indica-se entre
colchetes;

Exemplo: SANTOS, P. S. Ciência e tecnologia das argilas. [São Paulo]: E. Blucher, 1989.
96 p.

d) não sendo possível determinar o local, utiliza-se a expressão latina sine loco (= sem local),
abreviada e entre colchetes [S.l.].

Exemplo: NEWELL, G. E.; NEWELL, R. C. Marine plankton: a practical guide. [S.l.]:


Hutchinson Education, 1963. 221 p.
27

3.3.1.8 Editora

a) o nome da editora deve ser indicado tal como aparece no documento, abreviando-se os
prenomes e suprimindo-se palavras que designam a natureza jurídica ou comercial, desde que
sejam dispensáveis para identificação;

Exemplo: Atlas (em vez de Editora Atlas)


J. Olympio (em vez de Livraria José Olympio Editora)
Ed. da UFMG (em vez de Editora da UFMG)

b) quando houver duas editoras, indicam-se ambas, com seus respectivos locais (cidades). Se
forem mais de duas, indica-se apenas a primeira ou a que estiver em destaque;

Exemplo: SILVA, Carlos. A educação ambiental no Pará. Belém: Letras; Santarém: Século,
1999.

c) quando a editora não puder ser identificada, deve-se indicar a expressão sine nomine (= sem
editora), abreviada e entre colchetes [s.n.];

Exemplo: STUMM, W.; MORGAN, J. J. Aquatic chemistry. New York: [s.n.], 1981. 779 p.

d) quando o local e a editora não puderem ser identificados na publicação, utilizam-se ambas as
expressões, abreviadas e entre colchetes [S.l.: s.n.];

Exemplo: GONÇALVES, F. B. A história de Mirador. [S.l.: s.n.], 1993.

e) quando a editora é a mesma instituição ou pessoa responsável pela autoria e já tiver sido
mencionada, não é indicada.

Exemplo: UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA. Catálogo de graduação 1994-1995.


Viçosa, MG, 1994. 385 p.
28

3.3.1.9 Data

Indica-se o ano de publicação em algarismos arábicos e deve figurar próximo do final da


referência.

Exemplo: COSTA, J.B.S.; HASUI, Y.; PINHEIRO, R.V.L. Bacias sedimentares: aspectos gerais
da geometria, desenvolvimento, preenchimento e inversão. Belém: UFPA, 1992. 106 p.

a) por se tratar de um elemento essencial à referência, sempre deve ser indicada uma data, seja
da publicação, distribuição, do copyright, da impressão, da apresentação (depósito) de um
trabalho acadêmico, ou outra;

Exemplo: SOLOMONS, W. FORSTNER, U. Metals in the hidrocycle. Berlin: Springer-


Verlag, c1984. 349 p.

b) não sendo possível determinar nenhuma data de produção, distribuição, impressão, copyright
etc., registra-se uma data aproximada e entre colchetes, conforme indicado:

[1971 ou 1972] – um ano ou outro.


[1969?] – data provável
[1973] – data certa, não indicada no trabalho
[entre 1906 e 1912] – use intervalos menores de 20 anos
[ca. 1960] – data aproximada
[197-] – década certa
[197-?] – década provável
[18--] – século certo
[18--?] – século provável

Exemplo: FLORENZANO, E. Dicionário de idéias semelhantes. Rio de Janeiro: Ediouro,


[1993]. 383 p.
29

3.3.1.10 Descrição física

Compreende ao número de páginas, folhas ou volumes de um documento. Vale ressaltar


que alguns trabalhos, como teses e dissertações, são impressos apenas no anverso da folha e, neste
caso, indica-se f:

a) quando o documento só tem um volume, indica-se o número total de páginas ou folhas,


seguido da abreviatura “p.” ou “f.”;

Exemplo: LUZ, S. L. F. da. Migração e profundidade usando a solução numérica da


equação do eiconal. 2001. 46 f. Dissertação (Mestrado em Geofísica) - Centro de
Geociências, Universidade Federal do Pará, Belém, 2001.

b) quando o documento tem mais de um volume, indica-se a quantidade de volumes, seguida da


abreviatura v;

Exemplo: OHWEILER, O. A. Química inorgânica. São Paulo: E. Blucher, 1971. 2 v.

c) quando referenciar parte de publicação, mencionar o número da folha ou página inicial e


final, precedido da abreviatura f. ou p., ou indica-se o número do volume, precedido da
abreviatura v., ou outra forma de individualizar a parte referenciada;

Exemplo: WOLLAST, R. Interactions between major biogeochemical cycles: marine cycles.


In: LIKENS, G. E. (Ed.). Some perspectives of the major biogeochemical cycles.
Chichester: Wiley, 1981. p. 125-141.

ROSSA, John A. Intuicionismo, matemática e educação matemática. In: ______.


Ensaios sobre a educação matemática. Belém: EDUEPA, 2001. cap. 2, p. 19-38.
(Série Educação, 2).

d) quando a publicação não for paginada ou a numeração de páginas for irregular, indica-se esta
característica.

Exemplo: SILVA, Carlos. A educação ambiental no Pará. Belém: Letras; Santarém: Século,
1999. Não paginado.
30

MARQUES, M. P.; LANZELOTTE, R. G. Banco de dados e hipermídia:


construindo um metamodelo para o Projeto Portinari. Rio de Janeiro: PUC,
Departamento de Informática, 1993. Paginação irregular.

3.3.1.11 Séries e coleções

Após as indicações dos aspectos físicos, transcrevem-se os títulos das séries e/ou coleções,
de maneira idêntica como figuram no documento, entre parênteses, separados, por vírgula, da
numeração, em algarismos arábicos, se houver.

Exemplo: LACERDA, L. D.; TURCQ, B.; KNOPPERS, B. (Ed.). Paleoclimatic changes and the
carbon cycles. Rio de Janeiro: SBGq, 1992. 114 p. (Geoquímica ambiental, 1).

LASAGA, A. C.; KIRKPATRICK, R. J. Kinetics of geochemical processes.


Washington, DC: Mineralogical Society of América, 1981. (Reviews in Mineralogy, v.
8).

SOUZA, C. G. (Coord.). Manual técnico de pedologia. Rio de Janeiro: IBGE, 1995.


104 p. (Manuais Técnicos em Geociências, n. 4).

Obs.: Há casos de documentos que apresentam mais de uma série.

Exemplo: BRASIL. Ministério da Agricultura. Levantamento exploratório-reconhecimento de


solos do estado da Paraíba. Rio de Janeiro, 1972. 670 p. (Série Pedologia, n. 8).
(Boletim Técnico, n. 15).

3.3.1.12 Notas especiais

Sempre que necessário à identificação da obra, devem ser incluídas notas com informações
complementares ao final da referência. Ver exemplos no (Anexo S) – Modelos de referências, item
26, o qual trata de referências com notas especiais.

3.3.1.13 Ordenação das referências

As referências dos documentos citados em um trabalho devem ser ordenadas de acordo com
o sistema de citação adotado no texto. Os sistemas mais utilizados são o numérico (ordem de
citação no texto) e o alfabético (ordem alfabética de entrada), também conhecido como autor-data.
Se o sistema de citação adotado no texto for o sistema numérico, a lista de referências deve
seguir a mesma ordem numérica crescente. Alertamos que este sistema não pode ser usado
31

concomitantemente para notas de referência e notas explicativas. Veja o exemplo de lista de


referências sob este sistema:

Exemplo: 1 CHESTER, R. Marine geochemistry. London: Unwin, 1993. 698 p.

2 BRANCO, S. M. Hidrobiologia aplicada à engenharia sanitária. 2. ed. São Paulo:


Cetesb, 1986. 620 p.

Se o sistema de citação adotado no texto for o sistema alfabético, também chamado autor-
data, as referências ao final do trabalho devem ser organizadas levando-se em consideração a
ordem alfabética das mesmas. Neste caso, as chamadas no texto devem obedecer à mesma forma
de entrada adotada na referência. Vale ressaltar que o Instituto de Geociências da UFPA adota este
sistema.

Exemplo: FAURE, G. Principles of isotope geology. 2nd ed. New York: J. Wiley & Sons, 1986.
589 p.

FOWLER, H. G.; GIURFA, M. A. Pesquisa e seu papel na formação universitária.


Revista de Geografia, São Paulo, v. 12, p. 95-99, 1993.

IGLESIAS, J. R. Ciência, pesquisa e publicação. Ciência e Cultura, São Paulo, v. 34, n.


7, p. 882-887, jul. 1982.

KÖCHE, J. C. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e prática da


pesquisa. 14. ed. Petrópolis: Vozes, 1997.

RECOMENDAÇÕES A SEREM SEGUIDAS

As referências ordenadas alfabeticamente devem seguir algumas recomendações:

a) eventualmente, o(s) nome(s) do(s) autor(es) de várias obras referenciadas sucessivamente, na


mesma página, pode(m) ser substituído(s), nas referências seguintes à primeira, por um traço
sublinear (equivalente a seis espaços) e ponto. Nesse caso, quando for listar as referências,
deve-se levar em consideração a ordem alfabética dos títulos dos documentos. Havendo
coincidência de datas, acrescentam-se letras minúsculas, em ordem alfabética, após a data e
sem espaço. Isso ocorre para facilitar a identificação de um determinado documento nas
referências quando citado em um trabalho acadêmico;
32

Exemplo: ACKERMANN, F. L. A Formação Pirabas: sua evolução e interpretação. Belém:


[s.n.], 1976. 86 p.

______. Geologia e fisiografia da região bragantina, estado do Pará. Manaus:


Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 1964. 90 p. (Cadernos da Amazônia,
2).

DIAS, F. B. Terras destruídas. 3. ed. Rio de Janeiro, Ed. Jacarandá, 1988a. 320 p.

______. Ventos que arrebentam. São Paulo: Ed. Portandade, 1988b. 190 p.

b) além do(s) nome(s) do(s) autor(es), o título de várias edições de um documento referenciado
sucessivamente, na mesma página, também pode ser substituído por um traço sublinear nas
referências seguintes à primeira, conforme o item anterior. Nesse caso, quando for listar as
referências, deve-se levar em consideração a ordem cronológica dos documentos;

Exemplo: GUERRA, A. J. T. Dicionário geológico-geomorfológico. 4. ed. Rio de Janeiro:


IBGE, 1972. 439 p.

______. ______. 7. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 1987. 446 p.

c) quando houver mais de um trabalho do mesmo autor, sendo um deles de autoria única, e o(s)
outro(s) em co-autoria, dar prioridade, na ordenação, para o trabalho de autoria única;

Exemplo: REIS, M. O. Ordem no território. Rio de Janeiro: Ed. Paranaguá, 1998.

REIS, M. O.; CARVALHO, J.; MATOS, P. Natureza espoliada. 2. ed. São Paulo:
F. M. T., 1985.

d) quando houver mais de um trabalho de um mesmo autor em co-autoria diferente, prevalece o


critério de ordem alfabética do(s) co-autor(es). Ainda nesse caso, quando se tratar de
trabalhos com mais de três autores, e cujas datas coincidirem, deve-se acrescentar letras
minúsculas, em ordem alfabética, após a data e sem espaço. Isso também ocorre para facilitar
a identificação de um determinado documento nas referências quando citado em um trabalho
acadêmico;

Exemplo: JONES, A. G.; KATSUBE, T. J.; SCHWANN, P. The longest conductivity


anomaly in the world explained: sulphides in fold hinges causing very high
electrical anisotropy. Journal of geomagnetism and geoelectricity, v. 49, p. 1619-
1629, 1997.
33

JONES, A. G.; LEDO, J.; FERGUSON, I. J. Electromagnetic images of the


Trans-Hudson orogen: the North American Central Plains anomaly revealed.
Canadian Journal of Earth Sciences, v. 42, p. 457-478, 2005.

SANTOS, J. L.; GOMES, A.; SOUZA, T.; ARAÚJO, H.; BEZERRA, D. M. A


comercialização da floresta. São Paulo: Ed. Colabor, 2001a. 122 p.

SANTOS, J. L.; LIMA, P. C.; FARAH, J.; BASTOS, B.; COSTA, V. C. Terras
inundadas. Rio de Janeiro: Ed. Sarazar, 2001b. 99 p.

SANTOS, J. L. et al. Mundo em revolução. Porto Alegre: MBDA, 2001c. 113 p.

e) quando houver coincidência apenas de sobrenomes, considerar a ordem alfabética dos


prenomes.

Exemplo: CLARK, J. Coastal zone management handbook. New York: Lewis, CRC, 1996.

CLARK, R. B. Marine pollution. 5th ed. Oxford: [s.n.], 2002. 238 p.

3.3.2 Glossário (opcional)

Vocabulário de palavras ou expressões pouco usadas, ou de sentido obscuro ou ainda de uso


regional, referente a uma determinada especialidade. É um dicionário destinado a explicar termos
obscuros, técnicos, dialetais e pouco conhecidos (Anexo T).

3.3.3 Apêndice(s) (opcional)

Constituem-se em suportes elucidativos e ilustrativos, porém não essenciais à compreensão


do texto.
A paginação deve ser contínua a do texto principal. Havendo mais de um apêndice, sua
identificação deve ser feita com letras maiúsculas.
APÊNDICE A - ..........
APÊNDICE B - ..........
34

3.3.4 Anexo(s) (opcional)

Constituem-se em suportes elucidativos e indispensáveis à compreensão do texto. A


paginação deve ser contínua a do texto principal. Havendo mais de um anexo, a identificação deve
ser feita por letras maiúsculas.
ANEXO A - ..........
ANEXO B - ..........

3.3.5 Índice (s) (opcional)

É a lista detalhada dos assuntos, autores etc. com a indicação de sua localização no texto
(Anexo U).
35

4 INSTRUÇÕES GERAIS
4.1 APRESENTAÇÃO GRÁFICA E TABULAR
4.1.1 Equações e fórmulas

Devem aparecer bem destacadas no texto de modo a facilitar sua leitura. Caso seja
necessário fragmentá-las em mais de uma linha, por falta de espaço, devem ser interrompidas antes
do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição, subtração, multiplicação e divisão. Quando
houver várias equações e fórmulas, devem ser identificadas por números consecutivos, colocados
entre parênteses, na extrema direita da linha.
(7 ,5Ta )
(Ta + 237 ,3 )
Exemplo: e s = 6,1078 . 10 (1)

Fórmulas simples podem aparecer no próprio texto, sem necessidade de numeração. As


chamadas às equações e fórmulas, no texto, devem ser feitas da seguinte forma: eq. (1), form. (2).

4.1.2 Ilustrações

As ilustrações compreendem desenhos, diagramas, esquemas, fluxogramas, fotografias,


material cartográfico, organogramas, quadros etc. Devem ter numeração consecutiva em
algarismos arábicos, geralmente sem distinção entre os diferentes tipos. Em casos particulares,
dentro das especialidades, pode-se atribuir numeração individualizada para determinado tipo de
ilustração. Nesse caso, quando elaborar a lista de ilustrações poderá elaborar lista própria para cada
tipo de ilustração como: Lista de Gráficos, Lista de Quadros etc. É permitido, também, vincular a
numeração das ilustrações aos capítulos correspondentes, por exemplo, Figura 2.2 indica a figura 2
do capítulo 2.
A identificação das ilustrações aparece na parte inferior e é composta da palavra “Figura”
(ou outra designação, dependendo do caso), seguida de seu número de ordem, do respectivo título
e/ou legenda explicativa de forma breve e clara, dispensando consulta ao texto. Além disso, toda
ilustração que já tenha sido exibida em trabalhos anteriormente deve conter abaixo do título ou
legenda (caso haja), dados sobre a fonte de onde foi retirada.
As ilustrações devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem,
conforme o projeto gráfico (Anexo V), bem como enquadradas nas mesmas margens adotadas para
o texto.
36

Quando as ilustrações forem em grande número e/ou em tamanho maior do que a página,
podem ser agrupadas no final do trabalho como anexos, mantendo-se a seqüência normal na
numeração das ilustrações e das páginas.
Ainda com relação às ilustrações maiores do que o tamanho normal das páginas, estas
também podem ser dobradas ou impressas no sentido vertical da página, mantendo-se a numeração
das páginas na sua posição normal. Enfim, deve-se ao máximo evitar a continuação da legenda em
página seguinte à ilustração.

4.1.3 Tabelas

As tabelas constituem uma categoria específica de ilustração. Devem ter numeração


consecutiva em algarismos arábicos, precedidas da palavra “Tabela”. Quando isoladas, devem ter
significado próprio, de modo a prescindir consultas ao texto. O título da tabela deve figurar na parte
superior da mesma e ser auto-explicativo, indicando onde e quando o fato foi estudado, enquanto a
fonte da mesma deve localizar-se abaixo da tabela. Pode-se fazer uso de notas e chamadas
colocadas no rodapé da tabela (abaixo da fonte), quando a matéria contida na mesma exigir
esclarecimentos. As tabelas não devem ser delimitadas à esquerda e à direita por traços verticais.
Se a tabela não couber na mesma página, deve ser continuada na página seguinte e, neste caso, a
tabela só será delimitada por traço horizontal, na parte inferior, na última parte da tabela e o título
será repetido na página seguinte (Anexos W e X).
As tabelas também devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem,
conforme o projeto gráfico. Sugerimos que o autor do trabalho consulte a publicação do IBGE, de
1993, sobre Normas de Apresentação Tabular.

4.1.4 Abreviaturas, siglas e símbolos

As formas abreviadas de nomes (abreviaturas e siglas) são usadas para evitar a repetição de
palavras e expressões freqüentemente utilizadas no texto. Abreviaturas, siglas e símbolos devem
ser aqueles recomendados por organismos de padronização nacional e internacional ou órgãos
científicos de competência de cada área. Quando as siglas e as abreviaturas aparecem pela primeira
vez no texto, devem ser apresentadas por extenso e precedidas de suas respectivas siglas e
abreviaturas, entre parênteses, a partir daí, pode-se usar as formas abreviadas. Ressaltamos que
sobre esse aspecto há uma exceção, o que recomendamos verificar o item 4.3.2, alínea f.
37

Exemplo: Limitada (Ltda), Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)

4.2 PREPARO DO ORIGINAL E REPRODUÇÃO


4.2.1 Papel

Cor branca e de boa qualidade, de forma que permita a reprodução e a leitura. O formato
final deve ser A4 (21 cm x 29,7 cm). Utilizar apenas o anverso das folhas, exceto o verso da folha
de rosto onde constará a ficha catalográfica.

4.2.2 Tipo e corpo de letra

Recomenda-se utilizar caracteres “Times New Roman” ou “Arial”, tamanho 12 para o


texto e tamanho menor para as citações de mais de três linhas, notas de rodapé, paginação, legendas
das ilustrações e tabelas e ficha catalográfica.
Para efeito de alinhamento, barras ou outros sinais não devem ser usados na margem lateral
do texto. A impressão deve ser de boa qualidade, com caracteres nítidos. Os originais dos desenhos
e esboços quando elaborados manualmente, devem ser, de preferência, em papel vegetal.

4.2.3 Margens

As margens devem permitir uma encadernação e uma reprodução correta. O padrão para a
apresentação é:

1) margem superior: 3,0 cm


2) margem inferior: 2,0 cm
3) margem esquerda: 3,0 cm
4) margem direita: 2,0 cm

O título de cada capítulo deve ser colocado aproximadamente a 7,0 cm da borda superior do
papel (Anexo B).
38

4.2.4 Entrelinhas

• Para o texto corrido, espaço 1,5 linha;


• Para citações longas com mais de 3 linhas, notas de rodapé, legendas das ilustrações
e tabelas, ficha catalográfica, natureza do trabalho, objetivo, nome da instituição a
que é submetida e área de concentração, utilizar espaço simples;
• Para referências, espaço simples e entre elas espaço duplo ou dois simples;
• Os títulos das seções devem ser separados do texto que os precede ou que os sucede
por dois espaços 1,5.

4.2.5 Seções e subseções

São partes em que se divide o texto. Devem ser numeradas em algarismos arábicos,
recomendando-se não subdividir demasiadamente as seções em subseções, não ultrapassando da
ordem quinária. As seções primárias (ou capítulos), por serem as principais, devem começar
sempre no início de uma nova página.
Todas as seções devem conter um texto relacionado com elas.
As últimas linhas da página não devem conter título de subseção.
A hierarquia das seções e subseções, apresentadas seqüencialmente, é escrita na seguinte
forma:

• 1 SEÇÃO PRIMÁRIA (letras maiúsculas, em negrito)


• 1.1 SEÇÃO SECUNDÁRIA (idem, sem negrito)
• 1.1.1 Seção terciária (primeira letra maiúscula, demais minúsculas, em negrito)
• 1.1.1.1 Seção quaternária (idem, sem negrito)
• 1.1.1.1.1 Seção quinária (idem, em itálico)

Os títulos das seções e subseções devem ser apresentados junto à margem esquerda, sem
recuo e separado de seu indicativo numérico por um espaço, sem ponto ou hífen. No entanto, os
títulos sem indicativo numérico, como agradecimentos, resumo, abstract, lista de ilustrações e de
tabelas, lista de abreviaturas, siglas e símbolos, sumário e outros, devem ser centralizados na
página e grafados em caixa alta e negrito.
Os títulos das seções e subseções, no sumário, devem ser idênticos tais como aparecem no
texto.
39

Quando houver necessidade de se utilizar alíneas, seguem-se às seguintes características:


a) o trecho final do texto correspondente, anterior ás alíneas, termina em dois pontos;
b) as líneas são reentradas em relação à margem esquerda;
c) o trecho da alínea começa por letra minúscula e termina em ponto e vírgula, exceto a última
que termina em ponto, e, nos casos em que se seguem subalíneas, estas terminam em vírgula;
d) a segunda e as seguintes linhas do texto da alínea começam sob a primeira letra do texto da
própria alínea.

Quando a exposição da idéia assim o exigir, a alínea pode ser subdividida em subalíneas, as
quais devem começar por um hífen colocado sob a primeira letra do texto da alínea correspondente,
dele separadas por um espaço. As linhas seguintes do texto da subalínea começam sob a primeira
letra do próprio texto.

4.2.6 Paginação

Numerar as páginas seqüencialmente, com algarismos arábicos, no canto superior direito, a


2 cm das bordas superior e direita da folha. Contam-se a partir da folha de rosto, embora só devam
ser numeradas a partir da primeira folha da parte textual, ou seja, a folha da introdução.
Lembramos que o verso da folha de rosto, onde será impressa a Ficha Catalográfica, também deve
ser contada. Em trabalhos constituídos de mais de um volume, deve ser mantida uma única
seqüência de numeração das folhas, do primeiro ao último volume. Havendo apêndice e anexo, as
suas folhas devem ser numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento a do
texto principal.

4.2.7 Reprodução e encadernação

a) reprodução: a forma de reprodução fica a critério do autor. As cópias devem ter a mesma
legibilidade do original. O número de exemplares de defesa, para análise da Comissão
Julgadora é de 4 exemplares. Após a defesa, o aluno deve proceder as devidas correções e
entregar ao Orientador, para serem encaminhados à Direção da Faculdade, 2 exemplares:
sendo 1 impresso e 1 em PDF, para constituírem o acervo da Biblioteca do Instituto;

b) encadernação: a encadernação final é competência do aluno e deverá ser feita após aquisição
da capa na Direção da Faculdade. Trabalhos cujos anexos compõem um outro volume,
40

mantém-se a paginação contínua, inclui-se a folha de rosto e de aprovação, e o sumário


completo em cada volume;
c) o orientador(a) ficará responsável por verificar se correções propostas pela banca avaliadora
foram atendidas pelo(a) orientado(a).

4.3 CITAÇÃO

Menção de uma informação obtida de outra fonte.


A pesquisa bibliográfica fornece sólida base científica para um desenvolvimento mais
criterioso e seguro de um trabalho, evita desperdício de tempo com repetição de experiências já
concluídas por outros pesquisadores. A pesquisa bibliográfica atinge mais rapidamente seus
objetivos quando processada de maneira racional e é por isso que os trabalhos publicados devem
ser citados de acordo com certas normas reconhecidas em um país ou em todo o mundo científico.
Para citações bibliográficas, existem normas internacionais instituídas pela Organização
Internacional de Normalização (ISO). No Brasil, são oficialmente adotadas as normas estabelecidas
pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT NBR – 10520 - Informação e
documentação – Apresentação de citações em documentos.
A citação bibliográfica, além da significação que traz ao trabalho e do valor educativo que
encerra, é a expressão máxima do tributo prestado aos pesquisadores que desenvolveram trabalhos
em determinado ramo da atividade científica.

4.3.1 Tipos de citação

A citação pode aparecer na forma direta, indireta e como citação de citação:

a) citação direta ou transcrição: é a cópia literal de um texto. As transcrições de palavras ou


trechos de outro autor devem aparecer entre aspas quando a citação obtiver até três linhas.
Quando ultrapassar este limite, dispensam-se as aspas, entretanto, a citação é colocada em
destaque obedecendo as seguintes características: recuo de 4 cm à margem esquerda, fonte
menor que 12 e espaço simples. Em ambos os casos torna-se necessária a indicação da(s)
página(s) de onde foi retirada a citação;

Exemplo: “As citações são trechos transcritos ou informações retiradas das publicações
consultadas para realização do trabalho. São introduzidas no texto com o
41

propósito de esclarecer ou complementar as idéias do autor” (FRANÇA, 1990,


p. 93).

Exemplo: Seria de fundamental importância que estudos mais detalhados


sobre sistemas convectivos de mesoescala que atuam na Região
Norte fossem feitos, desta forma poderíamos entender melhor as
condições favoráveis a sua formação, suas características, sua
trajetória, seu período de ocorrência e as condições de grande
escala associadas a ele (PRADO, 2004, p. 21).

b) citação indireta: é a reprodução fiel das idéias de um autor citado, sem transcrição, nesse
caso, a indicação da(s) página(s) consultada(s) é opcional;

Exemplo: Segundo Feitosa (1991), não há receita para elaboração da conclusão de uma
investigação. Na conclusão pode até se dizer que não se chegou à conclusão
alguma.

c) citação de citação: deve ser indicada pelo sobrenome do autor do documento original (obra
não consultada), expressão latina “apud” (citado por, conforme, segundo) e sobrenome do
autor da obra consultada. Nesse caso, recomenda-se que a referência do documento original
seja colocada em nota de rodapé e, somente, a referência do trabalho efetivamente consultado
incluída na lista de referências ao final do trabalho. A nota de rodapé deve ser separada do
corpo do texto por uma linha contínua de aproximadamente 3 cm, iniciada na margem
esquerda.

Exemplo: Segundo Ottmann* (1968 apud PINHEIRO, 1987) o mecanismo de entrada da


maré salina na baía de Guajará se dá no período entre o final da vazante e início da
enchente [...].
_____________
* OTTMANN, F. L’etude dês problemes estuarines. Révue le Geographie Phisique et Géologie Dinamique, v.
10, n. 2, p. 329-353, 1968.

Obs: Quando a referência não couber na mesma linha, a margem da segunda e demais linhas deve ficar abaixo
da primeira letra da primeira linha.

4.3.2 Indicação de autoria no texto

As citações devem ser indicadas no texto de acordo com o sistema de chamada adotado pelo
autor do trabalho, podendo ser numérico ou alfabético. Qualquer que seja o método escolhido, deve
ser seguido consistentemente ao longo de todo o trabalho. Como já foi mencionado em páginas
42

anteriores (item 3.3.1.13), o sistema de chamada recomendado para uso nas Faculdades do Instituto
de Geociências é o alfabético (ou autor-data), o que nos faz relembrar que neste sistema as
chamadas no texto devem obedecer à mesma forma de entrada adotada na referência:

a) nas citações, as chamadas pelo sobrenome do autor, pela instituição responsável ou título
incluído na sentença devem ser em letras maiúsculas e minúsculas, colocando-se a data do
documento entre parênteses e, quando as chamadas estiverem entre parênteses, devem ser em
letras maiúsculas e separadas da data por vírgula, exceto no caso da alínea L, quando usa o
prenome por extenso;

Exemplo: Ayoade (1996) afirmou... ou (AYOADE, 1996)

b) dois autores: se estiverem fora de parênteses os sobrenomes dos autores são separados por
“e”, e quando apresentarem-se entre parênteses, são grafados em maiúsculas e separados por
ponto e vírgula, separando o ano por vírgula;

Exemplo: Campbell e Norman (1998) estudando ...


(CAMPBELL; NORMAN, 1998)

c) até três autores citam-se os três, sendo que fora de parênteses são separados por vírgula e
“e”, se estiverem entre parênteses são separados por ponto e vírgula;

Exemplo: Mahler, Castro e Martins (1997) ou (MAHLER; CASTRO; MARTINS, 1997)

d) mais de três autores: indica-se o sobrenome do primeiro autor, seguido da expressão latina
“et al.” e o ano de publicação;

Exemplo: Nobre et al. (1991) já afirmavam ...


(NOBRE et al., 1991)

e) congressos, conferências, seminários etc: menciona-se o nome completo do evento, desde que
considerado como um todo;

Exemplo: Os trabalhos apresentados no Congresso Brasileiro de Oceanografia (2004) ou


(CONGRESSO BRASILEIRO DE OCEANOGRAFIA, 2004)
43

f) entidades, quando consideradas como autor, podem ser citadas pela respectiva sigla, desde
que, na primeira vez em que forem mencionadas, sejam citadas por extenso;

Exemplo: a Weather Meteorological Organization (WMO) (1991) apresentou ...


(WEATHER METEOROLOGICAL ORGANIZATION – WMO, 1991)

Obs.: É permitido usar siglas em substituição ao nome, por extenso da instituição, quando as
mesmas formarem palavras e as instituições forem de âmbito nacional ou internacional, como
UNESCO, EMBRAPA, IBAMA, CAPES, PETROBRAS etc.:

Exemplo: Petrobras (2000)


(IBAMA, 1999)
Nesse caso, deve-se incluir, em nota de rodapé, a forma por extenso da sigla, caso isso ainda
não tenha ocorrido, normalmente, no transcorrer do trabalho.

g) quando se tratar de documento de autoria de um governo (federal, estadual ou municipal),


cita-se o nome geográfico correspondente àquela jurisdição;

Exemplo: O mecanismo proposto para viabilizar esta concepção é o chamado Contrato de


Gestão, que conduziria à captação de recursos privados como forma de reduzir os
investimentos públicos no ensino superior (BRASIL, 1995).

Na lista de referências deve ficar da seguinte forma:


BRASIL. Ministério da Administração Federal e da Reforma do Estado. Plano diretor da
reforma do aparelho do Estado. Brasília, DF, 1995.

h) documentos sem indicação de autoria ou responsabilidade devem ser citados pela primeira
palavra do título seguida de reticências. Se o título iniciar por artigo ou preposição, este deve
ser incluído na indicação da fonte;

Exemplo: O tempo chuvoso ocorrido na tarde de ontem ocasionou novamente o alagamento


de vários bairros da cidade (CHUVA…, 1995).
Em Na terra... (1998) encontram-se informações sobre a descoberta de minérios
localizados ....
44

Na lista de referências deve ficar da seguinte forma:


CHUVA abundante. Revista do Tempo, São Paulo, n. 13, p. 23-25, out. 1995.
NA TERRA dos minérios. Revista Minas, Rio de Janeiro, v. 8, n. 22, p. 17-21, dez. 1998.

i) as citações de diversos trabalhos do(s) mesmo(s) autor(es), em um mesmo ano, devem ser
diferenciadas pelo acréscimo de letras minúsculas após a data, sem espacejamento, tanto no
texto como nas referências. Esse procedimento também deve ser aplicado para trabalhos com
mais de três autores, cuja co-autoria seja diferente;

Exemplo: Cohen (1983a)


Cohen (1983b)
Costa et al. (1999a)
Costa et al. (1999b)

j) vários trabalhos do(s) mesmo(s) autor(es), com datas diferentes, quando citados
simultaneamente, devem ser ordenados cronologicamente;

Exemplo: Rocha et al. (1975, 1998, 2002) demonstraram...

k) vários trabalhos de diferentes autores, quando citados em grupo, devem ser ordenados
alfabeticamente;

Exemplo: Dudley et al. (1975), Nunez (1980) Serrano (1978) demonstraram ...

l) quando houver coincidência de autores com o mesmo sobrenome e mesma data, acrescentar as
iniciais dos nomes. Se persistir a coincidência nas iniciais dos pré-nomes, colocar estes
também por extenso.

Exemplo: Almeida, C. (1985)


Almeida, M. (1985)
Almeida, Cláudio (1985)
Almeida, Carlos (1985)

4.3.3 Recomendações complementares para citações

As recomendações a seguir dizem respeito a determinadas situações com que se deparam


aqueles que produzem um trabalho acadêmico:
45

a) em citação de dados obtidos através de informações orais (palestras, debates, comunicações


etc.), deve-se indicar, entre parênteses, a expressão informação verbal. Além disso, como já
foi comentado no item 3.3.1 (referências), os dados disponíveis sobre a referida informação
devem ser mencionados em nota de rodapé e não sendo incluídos na lista de referências;

Exemplo: Nechet et al. (1994, informação verbal)1 apresentaram ...

Em nota de rodapé:
____________
1
Nechet, D. et al. Técnicas de instrução-CG15. / Curso ministrado no SRPV-BE, Belém, no período de janeiro-
fevereiro de 1994.

b) no que diz respeito à citação de informações extraídas dos meios eletrônicos, a referência
completa dos documentos que deram origem à citação deve constar da listagem de
referências ao final do trabalho, porém, como diz o item 3.3.1, as citações de informações
retiradas de mensagens que circulam via correio eletrônico devem ser referenciadas apenas
em nota de rodapé;

Exemplo: Há muitos anos atrás as minas mais cobiçadas do território brasileiro (AS
MINAS…, 2001)1 eram ...

Em nota de rodapé:
____________
1
AS MINAS cobiçadas [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por <rceldon@uol.com.br> em 08 set. 2001.

c) em citação de trabalhos que se encontram na situação de “em fase de elaboração”, “no prelo”,
“in press”, “pré-publicação”, “não publicado”, “inédito”, colocam-se as respectivas
expressões entre parênteses, colocando-se a referência ou os dados disponíveis sobre a
informação somente em nota de rodapé, não precisando incluí-los nas referências;

Exemplo: Alguns estudos recentes mostram não só que o efeito da susceptibilidade


magnética não deve ser desprezado (LI; CAO, 2005, in press )1 como também que
é perfeitamente viável a inversão ...
46

Em nota de rodapé:
____________
1
LI, X.; CAO, J. A study of the influence of magnetic susceptibility on MT response. Journal of Geophysics,
2005. In press.

d) quando se tratar de citação de documentos sem data, registrar uma data aproximada, entre
colchetes, seguindo a orientação do item 3.3.1.9;

Exemplo: Souza [1988]

e) quando houver interesse em se suprimir partes de uma citação direta, no início, meio ou no
final do trecho, usam-se de reticências entre colchetes;

Exemplo: “[...] os orientadores em geral recomendam a citação de autores, no texto, por


sobrenome e data de publicação [...]. De qualquer forma, antes de começar a
escrever, consulte seu orientador [...]” (VIEIRA, 1991, p. 40).

f) quando houver interesse em se fazer interpolações, acréscimos ou comentários aos trechos


citados literalmente, indicá-los entre colchetes;

Exemplo: “Nesse sistema ocorre o vozeamento [ou sua ausência] na produção dos sons”
(CRYSTAL, 1997, p. 53).

g) quando se quer enfatizar ou destacar palavras ou trechos de uma citação, deve-se fazer uso do
grifo, negrito ou itálico, bem como indicar esta alteração com a expressão “grifo nosso” após
a chamada da citação. Quando o destaque já aparece na obra consultada, usa-se a expressão
“grifo do(s) autor(es);

Exemplo: “O trabalho de pesquisa deve ser instigante, mesmo que o objeto não pareça ser tão
interessante. O que o verdadeiro pesquisador busca é o jogo criativo de aprender
como pensar e olhar cientificamente.” (GOLDENBERG, 1997, p. 68, grifo
nosso).
“A escolha de um tema que esteja ligado `a área de atuação profissional, ou
que faça parte da experiência profissional do estudante, torna o trabalho de
47

desenvolvimento monográfico muito mais interessante e eficiente.” (MARTINS;


LINTZ, 2000, p. 21, grifo dos autores).

h) erros gráficos ou de outra natureza, encontrados no trecho a ser citado, poderão ser indicados
pela expressão “sic”, que significa que estava assim mesmo no texto original, entre
parênteses, logo após sua ocorrência;

Exemplo: [...] todo aquele devedor que for reniente em pagar sua dívida e que buscar algum
surterfúgio (sic) para ... (FERREIRA, 1986, p. 245).

i) quando a citação incluir texto traduzido pelo autor, deve-se incluir, após a chamada da citação,
a expressão “tradução nossa”, entre parênteses.

Exemplo: É verdade que as nuvens também refletem uma parte da radiação terrestre de volta
para a Terra (OLIVEIRA, 1970, tradução nossa).
48

5 NOTAS DE RODAPÉ

Destinam-se a prestar esclarecimentos ou fazer considerações sobre certos aspectos que não
devem ser incluídos no texto para não interromper a seqüência lógica da leitura. A numeração das
notas é feita por algarismos arábicos, devendo ter numeração única e consecutiva para cada
capítulo ou parte, evitando-se recomeçar a numeração a cada página. Além disso, as notas
localizam-se na mesma página onde ocorre a chamada numérica no texto, devendo ser separadas do
texto por uma linha contínua de 3 cm, digitadas em espaço simples e alinhadas, a partir da segunda
linha da mesma nota, abaixo da primeira letra da primeira linha, de forma a destacar o expoente e
sem espaço entre elas e com fonte menor que a do texto. As notas podem ser de referência ou
explicativas.

5.1 NOTAS DE REFERÊNCIA

Notas que indicam fontes consultadas ou remetem a outras partes da obra onde o assunto foi
abordado. A primeira citação de uma obra, em nota de rodapé, deve ter sua referência completa. As
subseqüentes citações da mesma obra podem ser referenciadas de forma abreviada, utilizando as
seguintes expressões latinas, abreviadas quando for o caso:

a) Id. = Idem (do mesmo autor). Substitui o nome quando se tratar de citação de diferentes obras
do mesmo autor;

Exemplo: _____________
1
CHLUPAC, I. Geology of the Barradian: a field trip guide. Frankfurt: Waldemar Krammer, 1993.
163 p.
2
Id., 1998, p. 38.

b) Ibid. = Ibidem (na mesma obra). Usada para várias citações de um mesmo documento,
variando apenas a paginação;

Exemplo: _____________
1
CHLUPAC, I. Geology of the Barradian: a field trip guide. Frankfurt: Waldemar Krammer, 1993.
163 p.
2
Ibid., p. 38.

c) op. cit. = Opus citatum (obra citada). Usada para se referir à obra citada anteriormente, na
mesma página, quando houver intercalação de uma ou mais notas;
49

Exemplo: _____________
1
CHLUPAC, I. Geology of the Barradian: a field trip guide. Frankfurt: Waldemar Krammer, 1993.
163 p.
2
GARLAND, 1990, p. 38.
3
CHLUPAC, op. cit., p. 40.

d) passim = Passim (aqui e ali, em diversas passagens). É usada quando se quer fazer referência
a diversas páginas de onde foram retiradas as idéias do autor;

Exemplo: _____________
1
RIBEIRO, 1997, passim.

e) loc. cit. = Loco citato (no lugar citado). É empregada para mencionar a mesma página de uma
obra já citada, quando houver intercalação de uma ou mais notas;

Exemplo: _____________
1
TOMASELLI; PORTER, 1992, p. 33-48.
2
TOMASELLI; PORTER, loc. cit.

f) Cf. = Confira ou confronte. É normalmente usada para fazer referência a trabalhos de outros
autores ou a notas do mesmo autor;

Exemplo: _____________
1
Cf. CALDEIRA, 1992.

g) et seq. = Sequentia (seguinte ou que se segue). É usada quando não se quer mencionar todas
as páginas da obra referenciada. Indica-se a primeira página e a referida expressão.

Exemplo: _____________
1
TFOUCAULT, 1984, p. 17 et seq.

5.2 NOTAS EXPLICATIVAS

São notas usadas para comentários ou esclarecimentos do autor e que não devem ser
incluídos no texto por interromper a seqüência do pensamento.

Exemplo: _____________
1
Trabalho realizado com o auxílio financeiro da CAPES e CNPq.
50

6 CONCLUSÃO

Para a elaboração do documento é necessário discorrer sobre todas as fases metodológicas


da pesquisa científica, desenvolvendo assim um processo global. A padronização do trabalho é de
fundamental importância para a divulgação da pesquisa teórico/prática no âmbito da comunidade
científica, contribuindo assim para o aprimoramento do conhecimento científico e tecnológico.
51

REFERÊNCIAS

ARAÙJO, O. M. Elaboração de referências. 2. ed. rev. e aum. Belém: Banco da Amazônia, 2004.
Disponível em: <http://www.bancodaamazonia.com.br/bibliotecavirtual/assuntos diversos> Acesso
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_______________ . NBR6024 - Informação e documentação - Numeração progressiva das seções


de um documento escrito - Apresentação. Rio de Janeiro, 2003a.

_______________ . NBR6027 - Informação e documentação – Sumário - Apresentação. Rio de


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________________. NBR6028 - Informação e documentação – Resumos - Apresentação. Rio de


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CONDURU, Marise Teles; PEREIRA, José Almir. Elaboração de trabalhos acadêmicos: normas,
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Referências Bibliográficas. Referências bibliográficas: exemplos. São Paulo, 1990.

VIEIRA, S. Como escrever uma tese. São Paulo: Pioneira, 1991.


53

APÊNDICE
54

APÊNDICE A - COMO FAZER ACONTECER

“Ter consciência da própria ignorância é o primeiro passo para a sabedoria”.


Albert Einstein

“Coloque as idéias em ação. Lembre-se que uma idéia razoável colocada em ação é muito melhor
que uma grande idéia arquivada”.

20 Caminhos para um efetivo fazer acontecer


1. Visualize com detalhes, como se tudo já estivesse realizado. Imagine com detalhes o estado
desejado. Essa imagem cristalina é algo que irá naturalmente orientá-lo quanto ao que deve ser
feito (como começar etc).

2. Dê rapidamente o 1º passo. Confie nos “lampejos” que você tem. Se você sente confiança
interior (não pense em explicar) aja sem hesitação e dê o primeiro passo. A natureza fará a
seqüência acontecer (outros passos seus e de outras pessoas que você toca no primeiro movimento).

3. Faça tudo “de corpo e alma”. Não seja “morno” “fazendo por fazer”. Até o “impossível” se torna
possível quando nos envolvemos integralmente.

4. Faça tudo com muita boa vontade e prazer. As probabilidades de dar certo aumentam
tremendamente quando fazemos tudo com a mente alegre.

5. Seja otimista. Não se deixe influenciar pelos cínicos e pelos pessimistas. Ajude a construir o
ideal, a cada dia dando o passo do dia.

6. Concentre-se nos seus pontos fortes. Ao invés de se deixar bloquear por eventuais pontos fracos,
ancore-se no que você tem de melhor.

7. Concentre energia. Evite desperdiçar energia fazendo as coisas de forma “picada”, ou


começando muitos projetos sem nada concluir.

8. Decole e vá aperfeiçoando em pleno vôo. Planeje o suficiente. Evite afogar-se em


“planejamentos que nunca terminam” ou panos que nunca saem do papel.

9. Esteja sempre focado na busca de soluções. Use sua energia na busca de soluções ao invés de
desperdiçá-la lucubrando somente sobre problemas.

10. Crie condições favoráveis. Procure trabalhar as barreiras positivamente até que elas se
enfraqueçam ou desapareçam ao invés de tentar atravessá-las à força.

11. Seja natural. Não seja derrotado pelo “excesso de esforço”. Faça o que tem que ser feito e
mantenha a tranqüilidade interior. Dê espaço para a natureza também fazer a sua parte.
55

12. Pense sempre nos riscos e nas recompensas. Não se deixe imobilizar pelos riscos. Equilibre
sempre tentando visualizar as recompensas possíveis. Uma vez que o balanço lhe pareça
equilibrado, aja conforme sua situação.

13. Neutralize os “palpiteiros inconseqüentes”. Não se deixe influenciar por “opiniões”


irresponsavelmente colocadas pelos outros. Aprenda a distinguir conselhos sábios, bem
intencionados de comentários “rotineiramente” jogados pelas pessoas.

14. Evite lucubrar. Não desperdice energia lucubrando demais, principalmente se forem
especulações negativas. Ao invés disso, comece a caminhar, mesmo através de um pequeno passo.

15. Seja transparente. Nem sequer pense desonestamente, pois isso drena sua energia. (Já imaginou
quanto de energia gastamos, para “proteger” a mentira contada ontem?). Ser transparente multiplica
energia. Energia que faz acontecer.

16. Seja generoso. “A generosidade move montanhas”. As coisas fluem melhor à sua volta porque
a generosidade faz agir. “Picuinhas” ao contrário imobilizam as pessoas.

17. Aja sempre numa postura ganha-ganha. Evite a postura de tirar vantagem de tudo. Aja
pensando em benefícios para todos. As coisas passam a acontecer com mais fluidez.

18. Confie 100% em sua força interior. Fazer acontecer exige fé. Principalmente em si mesmo. É
essa convicção que o deixa solto para fazer o que é necessário.

19. Busque excelência, sempre. Um fazer acontecer efetivo deve sempre estar ancorado na busca
do melhor, do perfeito, do ideal. Quão próximos chegaremos à perfeição é outra coisa. O alvo,
porém, deve sempre ser a perfeição.

20. Chute acomodação e “imobilismo” para longe de você. A capacidade de fazer acontecer é algo
para ser aperfeiçoado pela vida toda. Não se acomode. Procure sempre melhorar seu próprio
recorde.

Texto elaborado por Oscar Motomura.


Diretor do GRUPO AMANA-KEY.
56

ANEXOS
57

ANEXO A - ESQUEMA DOS ELEMENTOS INTEGRANTES DA ESTRUTURA DE UM


TRABALHO ACADÊMICO

Índice(s) (opcional)
Anexo(s) (opcional)

Apêndice(s) (opcional)

Glossário (opcional)

Referências (obrigatório)
Pós-texto
Conclusão
Discussão

Resultados

Materiais e métodos

Revisão de literatura
Texto Introdução

Sumário (obrigatório)

Lista de símbolos (opcional)

Lista de abreviaturas e siglas (opcional)

Lista de tabelas (opcional)

Lista de ilustrações: quadros, figuras (opcional)

Abstract (obrigatório)

Resumo (obrigatório)

Epígrafe (opcional)
Pré-texto Agradecimentos (opcional)

Dedicatória (opcional)

Folha de aprovação (obrigatório)

Errata (opcional)

Folha de rosto (obrigatório)


Capa (obrigatório)
58

ANEXO B – ESQUEMA DE NORMALIZAÇÃO DAS MARGENS PARA ELABORAÇÃO


DE TRABALHOS ACADÊMICOS

3,0 cm

7,0 cm

2,0 cm
3,0 cm

2,0 cm
59

ANEXO C - MODELO DE CAPA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ


INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS
FACULDADE DE OCEANOGRAFIA

JOSÉ HENRIQUE CARDOSO DE PAULA

UTILIZAÇÃO DA MEIOFAUNA COMO INDICADORA DE


IMPACTOS DA CARCINICULTURA NO ESTUÁRIO DE
CURUÇÁ (PA)

BELÉM
2006
60

ANEXO D - MODELO DE FOLHA DE ROSTO DE TCC

ANTONIO FABRÍCIO FRANCO DOS SANTOS

ASPECTOS GEOLÓGICOS DA ÁREA URBANA DA CIDADE


DE NOVO REPARTIMENTO (PA) COM ÊNFASE NA
GEOLOGIA ESTRUTURAL

Trabalho de Conclusão de Curso


apresentado à Faculdade de Geologia
da Universidade Federal do Pará –
UFPA, em cumprimento às exigências
para obtenção do grau de Bacharel em
Geologia.
Orientador: Prof. Dr. Roberto Viseu
Lima Pinheiro

Belém
2006
61

ANEXO E - MODELO DE FOLHA DE ROSTO DE DISSERTAÇÃO

EDSON COSTA CRUZ

COMPARAÇÃO DOS FILTROS DE VELOCIDADE E DO


OPERADOR WHLP-CRS NA ATENUAÇÃO DE MÚLTIPLAS

Dissertação apresentada ao Programa


de Pós-Graduação em Geofísica da
Universidade Federal do Pará – UFPA,
em cumprimento às exigências para
obtenção do grau de Mestre em
Ciências.
Área de concentração: Geofísica
Orientador: Prof. Dr. Lourenildo
Williame Barbosa Leite

Belém
2004
62

ANEXO F - MODELO DE FICHA CATALOGRÁFICA (NO VERSO DA FOLHA DE


ROSTO CONFECCIONADA NA BIBLIOTECA)

Dados Internacionais de Catalogação-na-Publicação(CIP)


Biblioteca Geól. Rdº Montenegro G. de Montalvão

Costa, José Valino


C837e Estudo de casos da turbulência associada à convecção
atmosférica / José Valino Costa. – 2002
30 f. : il.
Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em
Meteorologia) – Universidade Federal do Pará, Instituto de
Geociências, Faculdade de Meteorologia, Belém, Primeiro
Semestre de 2002.
Orientador, Edson José Paulino da Rocha.

1. Atmosfera. 2. Turbulência. I. Universidade Federal do Pará.


II. Rocha, Edson José Paulino da, orient. III. Título.

CDD 20º ed.:551.5


63

ANEXO G - MODELO DE FOLHA DE APROVAÇÃO DE TCC

JOSÉ VALINO COSTA

ESTUDO DE CASOS DA TURBULÊNCIA ASSOCIADA


À CONVECÇÃO ATMOSFÉRICA

Trabalho de Conclusão de Curso


apresentado à Faculdade de Meteorologia
da Universidade Federal do Pará –
UFPA, em cumprimento às exigências
para obtenção do grau de Bacharel em
Meteorologia.

Data de aprovação: ____/____/____


Conceito: ____________
Banca examinadora:

(Assinatura)
Prof. Edson José Paulino da Rocha - Orientador
Doutor em Meteorologia
Universidade Federal do Pará

(Assinatura)
Prof. Nome - Membro
Titulação
Instituição

(Assinatura)
Prof. Nome - Membro
Titulação
Instituição
64

ANEXO H - MODELO DE FOLHA DE APROVAÇÃO DE DISSERTAÇÃO

EDSON COSTA CRUZ

COMPARAÇÃO DOS FILTROS DE VELOCIDADE E DO


OPERADOR WHLP-CRS NA ATENUAÇÃO DE MÚLTIPLAS

Dissertação apresentada ao Programa


de Pós-Graduação em Geofísica da
Universidade Federal do Pará – UFPA,
em cumprimento às exigências para
obtenção do grau de Mestre em
Ciências.
Área de concentração: Geofísica

Data de aprovação: ____/____/____


Conceito: ____________
Banca examinadora:

(Assinatura)
Prof. Lourenildo Williame Barbosa Leite - Orientador
Doutor em Geofísica
Universidade Federal do Pará

(Assinatura)
Prof. German Garabito Callapino- Membro
Doutor em Geofísica
Universidade Federal do Pará

(Assinatura)
Prof. Milton José Porsani– Membro
Doutor em Geofísica
Universidade Federal da Bahia
65

ANEXO I - MODELO DE DEDICATÓRIA

Ao meu pai,
meu primeiro e grande professor
66

ANEXO J - MODELO DE AGRADECIMENTOS

AGRADECIMENTOS

Agradeço a Deus por ter me concedido o dom do conhecimento, e ter me dado a paz de espírito
necessária para superar obstáculos.

Aos meus pais, Geraldo e Nazaré por sempre me incentivarem durante os estudos.

A Prof(a) e Orientadora Júlia Cohen pela ajuda na elaboração deste trabalho, por ter me ingressado
e instruído no campo da pesquisa científica, e me incentivar a realizar uma pós – graduação.

Aos demais professores do Instituto de Geociências pelos ensinamentos e/ou contribuições ao meu
trabalho.

Ao CPGF/UFPA pela oportunidade de concretizar mais um importante passo na minha vida


profissional e acadêmica.

A Prof.(a) Midori Makino, amiga pra todas as horas, contagiando tudo e a todos com sua energia.

Aos bibliotecários, funcionários e bolsistas da biblioteca do Instituto pelo apoio e dedicação na


orientação e disseminação da informação e também pela atenção recebida.

E a todos os outros professores do Departamento pelos conhecimentos a mim transmitidos no


decorrer do curso.

A minha namorada Keila, pela paciência e incentivo.

A todos os amigos e amigas que fiz ao longo do Curso, em especial a minha amiga Solange por sua
sincera amizade
67

ANEXO K - MODELO DE EPÍGRAFE

“Um assunto deve tratar-se mediante consenso


para poder alcançar melhores resultados”
Denis Chagnon
68

ANEXO L - MODELO DE RESUMO NA LÍNGUA VERNÁCULA

RESUMO

Utilizou dados do projeto LBA (Experimento de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na


Amazônia) coletados na reserva florestal de Caxiuanã (latitude 01o 42’ 30” S, longitude 51o 31’ 45”
W e altitude 60 m), leste da Amazônia. Foram avaliados os componentes do balanço de radiação e
balanço de energia, coletados no topo de uma torre micrometeorológica de 56 m de altura, para
dois períodos distintos, sendo um representativo do período chuvoso, compreendido entre 16/05 e
27/06/99, e outro do período menos chuvoso, entre 26/08 e 24/09/99. Os elementos
meteorológicos, incluindo-se os quatro componentes do balanço de radiação, foram medidos em
uma estação meteorológica automática. Os fluxos de calor latente e calor sensível foram medidos
através da técnica de covariância de vórtices turbulentos. O objetivo deste trabalho foi avaliar as
variações temporais dos componentes balanço de radiação e balanço de energia, visando entender
os controles biológicos e climáticos destes processos. O albedo médio foi superior durante o
período menos chuvoso quando comparado com o período chuvoso. O modelo desenvolvido para
estimar o balanço de ondas longas apresentou um bom ajuste, com coeficiente de determinação de
0,79. Em geral, os valores médios dos componentes do balanço de radiação foram maiores no
período seco. Durante dias de céu claro, o balanço de radiação foi o dobro do observado para dias
de céu nublado. Verificou-se que a condutância de superfície guarda uma relação exponencial
inversa com o déficit de vapor de água atmosférico, para diferentes intervalos de irradiância solar
global, satisfatoriamente representada através de um modelo de estimativa gerado.

Palavras-chave: Balanço de energia. Balanço de radiação. Condutância estomática.


69

ANEXO M - MODELO DE RESUMO NA LÍNGUA ESTRANGEIRA (INGLESA)

ABSTRACT

Used data from LBA project (Large scale of Biosphere-Atmosphere Experiment of Amazonia)
which was carried out at Caxiuanã Forest, located at part east of Amazonia. It was analized
radiation and energy balance components ifferent at the top of a micrometeorological tower of 56
m high, during two ifferent periods, representing both wet (16/05 to 27/06/99) and dry season
(26/08 to 24/09/99). Not only meteorological variables but also four radiation balance components
were measured at an automatic weather station. Both sensible and latent heat fluxes were carried
out by using eddy covariance technics. The aim of this work was to check seasonal variations of
both radiation and energy balance components, where we tried of understand the biological and
climatics controls of this processes. The mean albedo was higher during dry than wet season. The
diurnal long wave radation balance estimated by the model used in this work showed a good
adjustement to the collected data, having a coefficient of determination of 0,79. In general, the
mean values of the radiation balance components were higher during dry season. During clear-sky
conditions, the radiation balance value was twice that one observed during clouded days. It was
found negative relation significative between surface ifferent e and vapour press deficit, over
ifferent bands of global solar radiation.

Key words: Energy balance. Radiation balance. Stomatic condutance.


70

ANEXO N – MODELO DE LISTA DE ILUSTRAÇÕES

LISTA DE ILUSTRAÇÕES

FIGURA 01 - Mapa de localização do depósito do Sossego ................................................... 7


FIGURA 02 - Províncias geocronológicas do Craton Amazônico........................................... 8
FIGURA 03 - Mapa geológico do Bloco Norte da PMC.......................................................... 10
FIGURA 04 - Mapa geológico do depósito do Sossego........................................................... 11
FIGURA 05 - Seções geológicas NW-SE dos corpos Sequeirinho e Sossego......................... 11
FIGURA 06 - Geometria espacial aproximada do minério no corpo Sequeirinho................... 12
FIGURA 07 - Fotografia de testemunho de sondagem de rocha granítica............................... 13
FIGURA 08 - Fotomicrografia de cristal de plagioclásio com textura tabuleiro de xadrez..... 14
FIGURA 09 - Fotomicrografia de matriz albítica (Alb) substituída por agregado de clorita... 17
FIGURA 10 Fotomicrografia de cristal de albita com textura tipo tabuleiro de xadrez........ 19
MAPA 01 25
FOTOGRAFIA 01 40
71

ANEXO O - MODELO DE LISTA DE TABELAS

LISTA DE TABELAS

TABELA 01 - Localização da estações meteorológicas ......................................................... 25


TABELA 02 - Períodos de dados disponíveis para cada parâmetro por estação .................... 28
TABELA 03 - Caracterização dos instrumentos da estação meteorológica ............................ 29
TABELA 04 - Classificação climática de Köppen .................................................................. 34
TABELA 05 - Tipos climáticos segundo Thornthwaite, baseado no Im ................................ 35
TABELA 06 - Subdivisão dos tipos climáticos úmidos baseados no Ia ................................. 36
TABELA 07 - Subdivisão dos tipos climáticos com base no índice de eficiência térmica
(evapotranspiração potencial anual) ................................................................ 37
TABELA 08 - Subdivisão dos tipos climáticos com base na porcentagem da
evapotranspiração potencial no verão (ETV) .................................................. 37
TABELA 09 - Temperatura média mensal compensada nas três estações ............................. 41
TABELA 10 - Balanço hídrico para Coari-AM ...................................................................... 52
TABELA 11 - Balanço hídrico para Tefé-AM ........................................................................ 52
TABELA 12 - Balanço hídrico para Carauari-AM ................................................................. 53
TABELA 13 - Classificação climática de Thornthwaite para as regiões de Coari e Tefé ...... 57
TABELA 14 - Classificação climática de Thornthwaite para Carauari .................................. 58
72

ANEXO P - MODELO DE LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

(em ordem alfabética)

BMBF - Ministério de Ciência e Tecnologia da Alemanha


EMA - Estudo Micrometeorológico em Manguezais
EMMA - Estação Meteorológica Automática
INMET - Instituto Nacional de Meteorologia
LI - Linhas de Instabilidade
MADAM - Manejo e Dinâmica de Áreas de Manguezais
MPEG - Museu Paraense Emílio Goeldi
UFPA - Universidade Federal do Pará
WMO - World Meteorological Organization
ZCIT - Zona de Convergência Intertropical
ZMT - Zentrum für Marine Tropenökologie
73

ANEXO Q – MODELO DE LISTA DE SÍMBOLOS

LISTA DE SÍMBOLOS
(em ordem alfabética)

a - constante (eq.15), s1/2 m-1


cp - calor específico do ar a pressão constante, J kg-1 K-1
e - pressão que o vapor d`água exerce na atmosfera, hPa
es(Tf) - pressão de saturação do vapor à temperatura Tf, hPa
G - fluxo de calor no solo, W m-2
H - fluxo de calor sensível, W.m-2
LE - fluxo de calor latente, W.m-2
mar - massa de ar, kg
md - massa de ar seco, kg
mv - massa de vapor d’água, g
P - pressão atmosférica, hPa
q - umidade específica do ar, g kg-1
qs - umidade específica de saturação, g kg-1
Rg - radiação solar global incidente na superfície, W.m-2
Rn - saldo de radiação, W.m-2
rs - resistência estomática (s m-1)
α - albedo ou coeficiente de reflexão da radiação solar (ondas curtas)
∆q - deficit de umidade específica do ar, g kg-1
∆V - variação no armazenamento de energia na biomassa e na coluna de ar, W.m-2
ε - razão entre Mw e Ma, adimensional
εa - emissividade atmosférica, adimensional
εf - emissividade da superfície foliar
γ - constante psicrométrica, hPa K-1
λ - condutividade térmica, W m-1 K-1
ρa - massa específica do ar, kg m-3
σ - constante de Stefan-Boltzmann (σ = 5,67 . 10-8 W.m-2 K-4 )
74

ANEXO R - MODELO DE SUMÁRIO

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO .............................................................................................................. 13
2 MODELO GEOLÓGICO............................................................................................... 16
3 MODELO SÍSMICO....................................................................................................... 18
3.1 GEOMETRIAS DO LEVANTAMENTO E DO PROCESSAMENTO........................... 18
3.2 CONTEÚDO DA SEÇÃO SÍSMICA............................................................................... 19
3.3 FORMA DA EQUAÇÃO DE ONDA............................................................................... 20
4 OPERADOR DE EMPILHAMENTO CRS EM 2D.................................................... 26
4.1 ONDAS HIPOTÉTICAS NIP E N.................................................................................... 26
4.2 APROXIMAÇÕES HIPERBÓLICA E PARABÓLICA DO TEMPO DE
TRÂNSITO....................................................................................................................... 29
4.3 ALGORITMO DO EMPILHAMENTO........................................................................... 35
5 O OPERADOR WHLP-CRS.......................................................................................... 39
6 FILTRO DE VELOCIDADE......................................................................................... 45
7 RESULTADOS E CONCLUSÕES ............................................................................... 50
REFERÊNCIAS............................................................................................................... 56
APÊNDICES.................................................................................................................... 61
APÊNDICE A – SIMBOLOGIA UTILIZADA ........................................................... 62
APÊNDICE B – COMANDOS UTILIZADOS NO PACOTE DE PROGRAMA
SU-CWP .............................................................................................
63
75

ANEXO S - MODELOS DE REFERÊNCIAS

As referências devem seguir os exemplos abaixo:

1) Livro no todo (inclui livros, folhetos, manuais, catálogos, enciclopédias, dicionários etc.);

ENCICLOPÉDIA ilustrada do Brasil. Rio de Janeiro: Bloch, 1982. 10 v.

LACERDA, L. D.; TURCQ, B.; KNOPPERS, B. (Ed.). Paleoclimatic changes and the carbon
cycle. Rio de Janeiro: SBGq, 1992. 114 p. (Geoquímica ambiental, 1).

2) Livro no todo em meio eletrônico;

KOOGAN, A.; HOUAISS, A. (Ed.). Enciclopédia e dicionário digital 98. Direção geral de André
Koogan Breikmam. São Paulo: Delta Estadão, 1998. 5 CD-ROM.

PALACE, C. The minerals of Franklin and Sterling Hill Sussex County, New Jersey. Washington,
DC: U.S.G.S., 1935. (Geological Survey Professional Paper, 180). Disponível em:
<http://simplethunking.com/palache/index.shtml>. Acesso em: 9 ago. 2002.

3) Parte de livros (inclui capítulo, volume, fragmento e outras partes de uma obra);

SUGUIO, K. The global evolution of the past climates. In: LACERDA, L. D.; TURCQ, B.;
KNOPPERS, B. Paleoclimatic changes and the carbon cycle. Rio de Janeiro: SBGq, 1992. p. 1-7.
(Geoquímica ambiental, 1).

WINDLEY, B. F. Precambrian rocks in the light of the plate tectonic concept. In: KRÖNER, A.
(Ed.). Precambrian plate tectonics. Amsterdam: Elsevier, 1981. p. 1-20.

4) Parte de livros em meio eletrônico;

MORFOLOGIA dos artrópodes. In: ENCICLOPÉDIA multimídia dos seres vivos. [S.l.]: Planeta
DeAgostini, 1998. CD-ROM 9.

SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Tratados e organizações ambientais em


matéria de meio ambiente. In: ______. Entendendo o meio ambiente. São Paulo, 1999. v. 1.
Disponível em: <http://www.bdt.org.br/sma.endendendo/atual.htm>. Acesso em: 8 mar. 1999.

5) Publicação periódica como um todo (corresponde à referência de toda a coleção de um título de


periódico);

REVISTA BRASILEIRA DE GEOGRAFIA. Rio de Janeiro: IBGE, 1939-

BOLETIM GEOGRÁFICO. Rio de Janeiro: IBGE, 1943-1978. Trimestral.


76

6) Publicação periódica como um todo em meio eletrônico;

CIONLINE. Brasília, DF: Ibict, 2002. Disponível em: <www.ibict.br/cionline>. Acesso em: 29
nov. 2002. ISSN 1518-8353.

HOLOS ENVIRONMENT. Rio Claro: UNESP, 2002. Semestral. ISSN 1519 8421. CD-ROM.

7) Partes de revista, jornal, boletim etc. (inclui volume, fascículo, números especiais e suplementos,
entre outros, sem título próprio);

BOLETIM DO DEPLAN. Rio de Janeiro: DEPLAN, 1967. Edição especial.

JORNAL DO BRASIL. Rio de Janeiro, 10 mar. 1988. Edição especial.

8) Artigo e/ou matéria de revista, boletim etc. (inclui partes de publicações periódicas, como:
volumes, fascículos, números especiais e suplementos, com título próprio, bem como
comunicações, editorial, recensões, reportagens, resenhas e outros);

AS 500 maiores empresas do Brasil. Conjuntura Econômica, Rio de Janeiro, v. 38, n. 9, set. 1984.
Edição especial.

STRECKEISEN, A. Plutonic rocks. Classification and nomenclature recomended by the IUGS


Subcommission on the Systematic of Igneous Rocks. Geotimes, v. 18, p. 26-30, jan. 1973.

9) Artigo e/ou matéria de revista, boletim etc. em meio eletrônico;

CORDANI, U. G.; COUTINHO, J. M. V.; NUTMAN, A. P. Geochronological constraints on the


evolution of the Embu Complex, São Paulo, Brazil. Journal of South American Earth Sciences, v.
14, n. 8, p. 903-910, 2002. Disponível em: <http://sciencedirect.com/science>. Acesso em: 28 abr.
2003.

VIEIRA, C. L.; LOPES, M. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n. 2, inverno 1994.
1 CD-ROM.

10) Artigo e/ou matéria de jornal (inclui comunicações, editorial, recensões, reportagens, resenhas
e outros);
Nota: quando não houver seção, caderno ou parte, a paginação do artigo ou matéria precede a data.

CAPUTO, M. V. O gás natural na matriz energética brasileira. O Liberal, Belém, 3 jun. 1997.
Caderno Painel, p. 7.

LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr.
1999.
77

11) Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico;

KELLY, R. Electronic publishing at APS: it’s not just online journalism. APS News Online, Los
Angeles, nov. 1996. Disponível em: <http://www.aps.org/apsnews/1196/11965.html>. Acesso em:
25 nov. 1998.

ARRANJO tributário. Diário do Nordeste Online, Fortaleza, 27 nov. 1998. Disponível em:
<http://www.diariodonordeste.com.br>. Acesso em: 28 nov. 1998.

12) Teses, dissertações e outros trabalhos acadêmicos;

GORAYEB, P. S. S. Petrologia e evolução crustal das rochas de alto grau de Porto Nacional-TO.
1996. 262 f. Tese (Doutorado em Geoquímica e Petrologia) - Universidade Federal do Pará, Centro
de Geociências, Belém, 1996.

MOURÃO, K. R. M. Descrição da pesca artesanal e industrial no município de Vigia. 2003. 92 f.


Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade Federal do Pará,
Centro de Geociências, Belém, 2003.

ROSA, Nivaldo Alves. Técnicas de cultivo do camarão de água doce do gênero macrobrachium e
seus aspectos biológicos, físicos e sócio-econômico. 2004. 45 f. Trabalho de Conclusão de Curso
(Especialização em Oceanografia) – Centro de Geociências, Universidade Federal do Pará, 2004.

13) Teses, dissertações e outros trabalhos acadêmicos em meio eletrônico;

CAVALCANTI, M. A. M. P. A modelagem matemática associada ao sistema de informação


geográfica como instrumento de previsão no estudo do impacto hidrogeológico de resevatórios.
2002. Tese (Doutorado em Geologia) – Instituto de Geociências, Universidade de São Paulo, São
Paulo, 2002. Disponível em: <http://www.teses.usp.br>. Disponível em: 21 mar. 2003.

GASPAR, M. T. P. Avaliação dos impactos da ocupação urbana sobre as águas da bacia


hidrográfica do igarapé Mata Fome, Belém-Pa. 2001. 1 CD-ROM. Dissertação (Mestrado em
Geoquímica e Petrologia) – Centro de Geociências, Universidade Federal do Pará, Belém, 2001.

14) Evento como um todo (inclui o conjunto dos documentos reunidos num produto final do
próprio evento, como: atas, anais, resultados, proceedings, entre outras denominações);

CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais... Recife: UFPe,
1996.

REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE QUÍMICA, 20., 1997, Poços de Caldas.


Química: academia, indústria, sociedade: livro de resumos. São Paulo: Sociedade Brasileira de
Química, 1997.
78

15) Evento como um todo em meio eletrônico;

CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos...


Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais.htm>. Acesso em: 21
jan. 1997.

ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 5., 2003, Belo


Horizonte. Anais... Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais. Escola de Ciência da
Informação, 2003. 1 CD-ROM.

16) Trabalho apresentado em evento (parte do evento);

BIONDI, J. C. Kimberlitos. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA, 32., 1982,


Salvador. Anais... Salvador: SBG, 1982. v. 2, p. 452-464.

RICARDI, F.; RÖSLER, O. Proposta de um Gondwana Tropical no Neopaleozóico. In:


CONGRESSO BRASILEIRO DE PALEONTOLOGIA, 13.; SIMPÓSIO PALEONTOLÓGICO
DO CONE SUL, 1., 1993, São Leopoldo. Boletim de resumos... São Leopoldo: CPRM, 1993. p.
236.

17) Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico;

MACHADO, R. Reflexão sobre a criação de cursos de licenciatura em geologia/geociências com


vistas aos ensinos fundamental e médio. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA, 41.,
2002, João Pessoa. Anais... João Pessoa: SBG-NO, 2002. 1 CD-ROM.

SOUZA, A. L. F.; GIAROLLA, A.; GONDIM, M. A. Aplicação de mascaramento de nuvens e


correção atmosférica na geração do índice de vegetação por diferença normalizada no
CPTEC/INPE. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE AGROMETEOROLOGIA, 14., 2005,
Campinas. Resumos expandidos. Disponível em:
<http://satelite.cptec.inpe.br/pesquisa/pessoal/andre.htm>. Acesso em: 21 set. 2006.

18) Relatório técnico no todo;

COSTA, M. J. et al. Geologia da Bacia de Jaibaras, Ceará, Piauí e Maranhão - Projeto Jaibaras.
Brasília, DF: MME, 1992. 106 p. (Série Geologia Básica, 11).

COSTA, M. J.; FRANÇA, J. B.; LINS. C. A. C.; BACCHIEGA, I. F.; HABEKOST, C. R.; CRUZ,
W. B. Geologia da bacia de Jaibaras, Ceará, Piauí e Maranhão - Projeto Jaibaras. Brasília, DF:
MME, 1992. 106 p. (Série Geologia Básica, 11).

INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS-IPT. Geologia das Folhas Jacareí (SF.23 – Y –


D – II – 3), Tremembé (SF.23 – Y – D – II – 2) e Pindamonhangaba (SF.23 – Y – B – VI – 3),
escala 1:50.000, Estado de São Paulo. São Paulo, 1990. 2 v. (Relatório nº 28732).
79

19) Parte de relatório técnico;

CUNHA, J. C. J.; AZEVEDO, L. G. de; TUYAMA, V. Uso potencial da terra. In: Projeto RADAM
BRASIL. Folha SA.23 São Luís e parte da Folha SA.24 Fortaleza. Rio de Janeiro: MME, 1973. p.
3-47. (Levantamento de Recursos Naturais, 3).

MAMEDE, L.; ROSS, J. L. S.; SANTOS, L. M. Geomorfologia. In: Projeto RADAM BRASIL.
Folha SC.22 Tocantins. Rio de Janeiro: MME, 1981. p. 197-248. (Levantamento de Recursos
Naturais, 22).

20) Relatório técnico em meio eletrônico;

GROSSISAD, J. H. (Ed.). Projeto Espinhaço em CD-ROM: texto e cartografia multimídia. Belo


Horizonte: COMIG, 1997. 1 CD-ROM contendo 27 mapas.

PINTO, C. P. (Org.). Projeto Leste. Desvendando as riquezas de Minas Gerais: mapa geológico
integrado – etapa 1. Belo Horizonte: CPRM, 2000. 1 CD-ROM. (Programa Levantamentos
Geológicos Básicos do Brasil).

21) Patente;

ANSTEY, N. Seismic delineation of oil and gas reservoirs using borehole geophones. Canadian
Patents 1 106 957 and 1 114 937. 1976.

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária


(São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos.
BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

22) Legislação (inclui a Constituição, emenda constitucional, lei, medida provisória, decreto,
resolução do Senado Federal, ato normativo, portaria, instrução normativa, entre outros);

BRASIL. Decreto-lei nº 5.452, de 1 de maio de 1943. Lex: coletânea de legislação: edição federal,
São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

BRASIL. Medida provisória nº 1.569-9, de 11 de dezembro de 1997. Diário Oficial [da] República
Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 dez. 1997. Seção 1, p. 29514.

23) Legislação em meio eletrônico;

BRASIL. Lei nº 9.995, de 25 de julho de 2000. Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei
orçamentária de 2001 e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do
Brasil, Brasília, DF, 26 jul. 2000. Disponível em: <http://www.in.gov.br>. Acesso em: 11 ago.
2000.
80

LEGISLAÇÃO brasileira: normas jurídicas federais, bibliografia brasileira de Direito. 7. ed.


Brasília, DF: Senado Federal, 1999. 1 CD-ROM. Inclui resumos padronizados das normas jurídicas
editadas entre janeiro de 1946 e agosto de 1999, assim como textos integrais de diversas normas.

24) Materiais especiais (mapa, atlas, DVD, fotografia aérea etc.);

ATLAS Mirador Internacional. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil, 1981. 1 atlas.
Escalas variam.

BRASIL. Ministério das Minas e Energia. Departamento Nacional de Produção Mineral. Mapa
tectônico do Brasil. Rio de Janeiro: DNPM, 1971. 1 mapa, color., 100 cm x 110 cm. Escala
1:5.000.000.

DA MAGIA à sedução. Produção de Di Novi Pictures e Fortis Films. Direção de Griffin Dunne.
[S.l.]: Warners Bros, 1999. 1 DVD.

LANDSAT TM 5: imagem de satélite. São José dos Campos: Instituto Nacional de Pesquisas
Espaciais, 1987-1988. 1 fotografia aérea. Escala 1: 100.000. Canais 3, 4 e composição colorida 3, 4
e 5.

25) Materiais especiais em meio eletrônico;

COMPANHIA DE PESQUISAS E RECURSOS MINERAIS. Atlas dos recursos hídricos


subterrâneos do Ceará. 2. ed. Fortaleza, 2000. 1 CD-ROM.

COUTO, P. A. A. Mapa gemológico do Estado da Bahia: texto explicativo. Salvador: CPRM,


2000. 1 mapa, col. Escala 1:1.250.000. 1 CD-ROM.

FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY. 1931-2000 Brazil’s confirmed unprovoked


shark attacks. Gainesville, [2000?]. 1 mapa, col. Escala 1:40.000.000. Disponível em:
<http://www.flmnh.ufl.edu/fish/Sharks/statistics/Gattack/map/Brazil.jpg>. Acesso em: 15 jan.
2002.

26) Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico (inclui bases de dados, listas de discussão,
sites, arquivos em disco rígido, programas, conjuntos de programas e mensagens eletrônicas entre
outros). Segundo a ABNT (NBR-6023, p. 13) as mensagens que circulam por intermédio do
correio eletrônico devem ser referenciadas somente quando não se dispuser de nenhuma outra fonte
para abordar o assunto em discussão. Mensagens trocadas por e-mail têm caráter informal,
interpessoal e efêmero, e desaparecem rapidamente, não sendo recomendável seu uso como fonte
científica ou técnica de pesquisa;

ÁCAROS no Estado de São Paulo. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E


TECNOLOGIA “ANDRÉ TOSELLO”. Base de Dados Tropical. 1985. Disponível em:
<http://www.bdt.fat.org.br/acaro/sp/>. Acesso em: 30 maio 2002.
81

ACCIOLY, F. Publicação eletrônica [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por


<mtmendes@uol.com.br> em 26 jan. 2000.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca Central. Normas.doc. Curitiba, 1998. 5


disquetes.

27) Referências com notas especiais.

São aquelas que acrescentam informações complementares para melhor identificar um


determinado documento. Como notas, temos: publicações no prelo, trabalhos não publicados,
apostilas, separatas, entrevistas, entre outras. Essas informações devem ser apresentadas ao final da
referência e, em geral, sem destaque tipográfico, porém, em alguns casos, como resenhas,
recensões, separatas (tiragens avulsas de parte de uma publicação) de periódicos, de livros, de anais
de eventos, e outros, destaca-se o título do periódico, do livro e do evento.

COELHO, A. B. Exploração do ferro está proibida. Vitória: Minerar, 1962. Separata de:

FERREIRA, J. S. (Ed.). Compêndio de mineração. Vitória: [s.n.], 1960. p. 130-134.

LI, X.; CAO, J. A study of the influence of magnetic susceptibility on MT response. Journal of
Geophysics, 2005. In press

MARQUES, I. Modelos matemáticos: exercícios didáticos. Tubarão, SC, 1978. Apostila.

MATSUDA, C. T. Cometas: do mito à ciência. São Paulo: Ícone, 1986. Resenha de: SANTOS, P.
M. Cometa: divindade momentânea ou bola de gelo sujo? Ciência Hoje, São Paulo, v. 5, n. 30, p.
20, abr. 1987.

MENICUCCI FILHO, P. Estradas de ferro e rodagem. Belo Horizonte: Escola de Engenharia da


UFMG, 1952. 32 f. Notas de aula.

NAVA, P. Pedro Nava: inédito. Juiz de Fora: Esdeva, 1984. Entrevista concedida a Ricardo
Barbosa.

RIBEIRO, M.; FERREIRA, C. Ensaios sobre mineração. Recife: [s.n.], 2000. Inédito.

SATO, K.; KAWASHITA, K. Espectrometria de massas em geologia isotópica. Geologia USP:


Série Científica, São Paulo, v. 2. No prelo.

SIOLI, H. Valores de pH de águas amazônicas. Separata de: Boletim do Museu Paraense Emílio
Goeldi: Nova série. Geologia, Belém, n. 1, p. 1-37, jan. 1981.

TEIXEIRA, W.; RENNE, P. R.; BOSSI, J.; CAMPAL, N. 40 Ar – 39 Ar and RBLSR geochronology
of the proterozoic Uruguayan dike swarm (Uruguay) South America: tectonic significance.
Circular. Geological Survey of the United States, n. 1107, p. 318, 1994. Apresentado em
International Conference on Geochronology, Cosmochronology, Isotop and Geology, 8., 1994,
Berkeley. Abstracts…
82

ANEXO T – MODELO DE GLOSSÁRIO

GLOSSÁRIO

ABIÓTICO: (i) dos compostos que formam o meio, a parte que não é viva. (ii) componente do
ecossistema que não inclui os seres vivos. (iii) substrato físico sem seres vivos. Ver pág. x.

ABSORÇÃO: de energia radiante. Retirada de radiação de um feixe de radiação solar ou terrestre,


convertendo-a em outra forma de energia (elétrica, química ou térmica).

ALBEDO: Relação entre a quantidade de radiação solar refletida por uma superfície e a radiação
solar incidente sobre ela, expressa em porcentagem. O albedo do sistema Terra-atmosfera, por
exemplo, é estimado em cerca de 30%.

BALANÇO DE ENERGIA: (i) Equação que relaciona o fluxo de radiação em uma parte da
superfície da Terra, ao calor perdido ou ganho por condução para/ou de uma camada abaixo. O
calor é perdido ou ganho para/ou da atmosfera, por processos de difusão molecular, e a perda ou
ganho da superfície, por evaporação ou condensação. (ii) Fluxo de ganho, perda e armazenamento
de energia por um organismo, população ou ecossistema.

BIODIVERSIDADE: (i) Abrangência de todas as espécies de plantas, animais e microorganismos,


e dos ecossistemas e processos ecológicos dos quais são parte. Grau de variedade da natureza,
incluindo número e freqüência de ecossistemas, espécies ou gens, numa dada assembléia.
Geralmente consideram-se três níveis: diversidade genética, diversidade em espécies e diversidade
de ecossistemas. (ii) É a variabilidade genética que existe na biosfera, ou seja, nos organismos
vivos existentes em nosso planeta. Compreende também a grande variação genética que
normalmente existe no âmbito de cada espécie. É exatamente essa variação intra-específica que
permite que a evolução se processe entre formas semelhantes. Sin. diversidade biológica.

DOSSEL: Na estrutura da vegetação, é o estrato superior da formação vegetal da região, em uma


visão coletiva. Camada de folhagem contínua de uma floresta, arvoredo ou cerradão, composta pelo
conjunto das copas das plantas lenhosas mais altas. Aplicável, sobretudo, à vegetação mais
fechada.

ECOSSISTEMA: (i) Sistemas naturais ou artificiais, limitados por um espaço físico, onde
interagem fatores bióticos e abióticos, caracterizando determinadas estruturas e funções. (ii)
Conjunto integrado de fatores físicos, ecológicos e bióticos, que caracterizam um determinado
lugar, estendendo-se por um determinado espaço de dimensões variáveis. É uma totalidade
83

integrada e sistêmica que envolve fatores abióticos e bióticos em sua funcionalidade e processos
metabólicos. O ecossistema forma uma unidade fundamental do meio físico e biótico, em que
coexistem e interagem uma base inorgânica e uma base orgânica, constituídas por organismos
vivos, gerando produtos específicos (manguezais, turfeira, brejo, floresta de terra firme, cerradões e
pradarias, entre muitas outras). (iii) Espaço limitado, onde a ciclagem dos recursos através de um
ou vários níveis tróficos é feita por agentes mais ou menos fixos, utilizando simultânea e
sucessivamente, processos mutuamente compatíveis, que geram produtos utilizáveis a curto ou
longo prazo. Sin. biogeocenose.

EVAPOTRANSPIRAÇÃO: Perda combinada de água de uma dada área, por evaporação através da
superfície do solo e pela transpiração dos organismos, expressa em mm ou cm por dia.

FOTOSSÍNTESE: Processo em que um organismo transforma energia luminosa em energia de


ligação química, utilizando água e gás carbônico e produzindo glicose e oxigênio. Além das
clorofilas a e b, carotenóides, ficoeritrinas e ficocianinas são pigmentos que participam do
processo.

GLEISSOLO: Classe de solos minerais, hidromórficos, com horizonte glei dentro de 60 cm da


superfície.

INSOLAÇÃO: Exposição à radiação solar. A quantidade de insolação recebida varia com a


constante solar, isto é, varia com a energia real emitida pelo Sol; porém a porcentagem de variação
dessa constante é, na maioria das vezes, pequena. As mudanças nas condições de nebulosidade,
poeira e umidade na atmosfera estão continuamente alterando a quantidade de energia radiante
transmitida para a Terra.

INVERSÃO TÉRMICA: Condição em que uma camada de ar quente se sobrepõe a uma camada de
ar frio, impedindo o movimento ascendente do ar atmosférico. Em locais industrializados, a
inversão térmica leva à retenção dos poluentes nas camadas mais baixas, podendo ocasionar
problemas de saúde em muitos indivíduos.

MANGUEZAL: Ecossistema costeiro tropical, dominado por espécies vegetais típicas (mangues),
às quais se associam outros componentes vegetais e animais, adaptados a um solo periodicamente
inundado pelas marés, com grande variação de salinidade. Constitui um dos ecossistemas mais
produtivos do planeta.

MICROCLIMA: Variação local de parâmetros climáticos, considerando-se pequenas áreas.


84

MICROMETEOROLOGIA: Ramo da Meteorologia que estuda os fenômenos meteorológicos em


pequena escala.

PRESSÃO DE VAPOR: Pressão exercida pelo vapor d’água na atmosfera, confinado a um certo
volume de ar, e que contribui para a pressão atmosférica.

PRESSÃO DE SATURAÇÃO DE VAPOR: Valor máximo que pode atingir a pressão de vapor
d’água no ar, a uma dada temperatura. Pressão de vapor quando o ar está saturado.

RADIAÇÃO SOLAR GLOBAL: Aquela solar direta mais a difusa do céu, recebida por uma
unidade de área da superfície terrestre horizontal. Sin. radiação global.

TRANSPIRAÇÃO: Perda d’água por um organismo, através de uma membrana ou dos poros.

UMIDADE ESPECÍFICA: Massa de vapor d’água contida na unidade de massa de ar. A umidade
específica é normalmente expressa em gramas de vapor d’água por quilogramas de ar.

ZONA TROPICAL: i) Aquela situada entre o Trópico de Câncer (23o27’N) e o Trópico de


Capricórnio (23o27’S). ii) Aquela caracterizada por um clima com altas temperaturas, umidade e
chuva, e ocasionalmente geadas fracas.
85

ANEXO U – MODELO DE ÍNDICE DE ASSUNTOS

ÍNDICE DE ASSUNTOS

Ajuricava ver Guerreiros


Ajuru, p. 243-250, 288-289, 293, 309, 314, 336
Akaké ver Homens
Akalapijéima ver Caçadores
Amantes, p. 176
Amazonas (Lenda), p. 112, 162-163, 179, 210
Amazonas, Rio, p. 147
Amendoim, p. 218, 299
Anambé, p. 20
Anhangá (Mito), p. 157

Baitagogo ver Caciques


86

ANEXO V - MODELO DE FIGURA

an em ôm etro

direção

solarím etro

psicrôm etro

Saldo
radiôm etro

FIGURA 4 - Esquema da estação meteorológica automática instalada no topo da torre micrometeorológica no


manguezal.
Fonte: Ribeiro (2001)
87

ANEXO W - MODELO DE TABELA

TABELA 21 – Razão iônica entre Na+ / CT e SO4 2-/Na+ em amostras de água de chuva coletadas no ponto INMET,
ocorridas em Belém durante o ano de 2005.
Data do evento Na+ / CT SO4 2- / Na+
Jan (28) 0,63 1,95
Fev (18) 0,19 0
Fev (25) 0,31 0
Mar (2) 0,39 0
Out (3) 0,72 0,51
Dez (15) 0,48 1
Fonte: Sanjad (2007)
88

ANEXO X - MODELO DE TABELA

TABELA 6 – Parâmetros medidos em maio de 2005.


Empresas Distância da margem pH Condutividade
(m) (25ºC) (µS/cm)
0 6,02 26,8
A1 50 5,95 36
100 6,07 35,8
200 6,14 21
0 5,83 32,5
A2 50 5,77 30,9
100 5,9 30,04
200 5,9 31,2
0 6,07 11,02
A3 50 5,74 32,8
100 5,86 29,7
200 5,85 27,6

Empresas Cor Turbidez mps Alcalinidade


verdadeira (NTU) (mg/l CaCo3)
83 57,3 35,0 12
A1 71 56,1 39,0 12
83 54,0 39,33 12
98 59,2 41 10
72 53,9 43,66 11
A2 94 55,0 39,33 9,5
90 55,1 37 10
105 56,8 28,66 10
72 52,5 39,33 12
A3 74 52,3 38,66 9
75 51,4 40,33 10
98 51,8 38,66 12
Fonte: Sena (2006)
89

ANEXO Y –ESTRUTURA E FORMATAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ


BIBLIOTECA CENTRAL
DIVISÃO DE PRODUÇÃO DA INFORMAÇÃO
SEÇÃO DE DOCUMENTAÇÃO

ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS

Conforme NBR 14724 de jan. 2006

Na elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos de cursos de graduação e pós-graduação


(TCC, Monografia de Curso de Especialização, Dissertação e Tese) é imprescindível a observância de
normas sobre Documentação1 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
Quadro 1 -Síntese da estrutura do trabalho acadêmico
PARTES ELEMENTOS INTEGRANTES
Capa (obrigatório)
Lombada (opcional)
Folha de rosto (obrigatório)
Errata (opcional)
Folha de aprovação (obrigatório)
Dedicatória (opcional)
Agradecimentos (opcional)
Epígrafe (opcional)
Resumo na língua vernácula (obrigatório)
PRÉ-TEXTUAIS
Resumo em língua estrangeira (obrigatório)
Lista de Ilustrações:
lista de quadros, figuras (opcional)

Lista de Tabelas (opcional)


Lista de abreviaturas, siglas (opcional)
Lista de símbolos (opcional)
Sumário (obrigatório)

Introdução
Desenvolvimento
Dependendo da natureza do estudo(experimental e/ou de
campo) estrutura-se:
TEXTUAIS
Revisão da Literatura
Metodologia

Resultados
Discussão
Conclusão
Referências (obrigatório)
Glossário (opcional)
PÓS -TEXTUAIS Apêndice (s) (opcional)
Anexo (s) (opcional)
Índice (s) (opcional)

__________________________
1
Recomendações do Sistema de Bibliotecas da UFPA para serem adotadas nos Cursos de Graduação e Pós-Graduação
da UFPA, elaboradas pela Divisão de Produção da Informação da BC/UFPA.
90

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ


BIBLIOTECA CENTRAL
DIVISÃO DE PRODUÇÃO DA INFORMAÇÃO
SEÇÃO DE DOCUMENTAÇÃO

FORMATAÇÃO GRÁFICA: recomendações

Conforme NBR 14724: jan. 2006


 PAPEL
Cor branca, formato oficial A4 ( 21 cm x 29,7 cm). Utilizar apenas o anverso da folha,
exceto o verso da folha de rosto, que traz a ficha catalográfica.

 MARGENS

Superior 3cm
Inferior 2cm
Esquerda 3cm
Direita 2cm

 TIPO E CORPO DE LETRA


Recomenda-se o uso da fonte tamanho 12 Arial ou Times New Roman para o texto e
tamanho menor para as citações de mais de três linhas, notas de rodapé, paginação e legendas das
ilustrações e tabelas, ficha catalográfica, nota de natureza, orientador e a área de concentração.

 ENTRELINHAS

 Para o texto corrido, espaço 1,5 cm;


 Para citações longas com mais de 3 linhas, notas de rodapé, legendas das
ilustrações e tabelas, a ficha catalográfica, a nota de natureza do trabalho,
o orientador e a área de concentração utilizar espaço simples;
 Para referências, espaço simples e entre elas espaço duplo;
 Os títulos das Seções devem ser separados do texto que os precede ou que
os sucede por dois espaços 1,5.
 Digitar as notas de rodapé dentro do espaço das margens, ficando
separadas do texto por um espaço simples de entrelinhas e por filete de
3cm, a partir da margem esquerda.

 NÚMEROS DE PÁGINAS
Numerar as páginas seqüencialmente, com algarismos arábicos, no canto superior direito, a
2 cm das bordas superior e direita da folha. Conta-se a partir da folha de rosto, contar também
a folha que traz a ficha catalográfica, embora só devam ser numeradas a partir da primeira
folha da parte textual, ou seja, da folha da Introdução.