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REDE DE ÁGUAS RESIDUAIS

DOMÉSTICAS E PLUVIAIS

3ª AT da UC REDES E INSTALAÇÕES TÉCNICAS


Para início da elaboração dos projetos de drenagem
predial de águas residuais domésticas e pluviais, deverá
o dono de obra solicitar à entidade gestora do respetivo
sistema, o fornecimento dos elementos de cadastro
referentes aos coletores públicos que irão servir esses
edifícios, a fim de os entregar ao projetista.

Aspectos fundamentais a conhecer :


– O tipo de sistema público de drenagem;
– Diâmetro dos coletores;
– Localização das caixas e respectivas cotas de soleira
CADASTRO DE REDES EXISTENTES
NOÇÕES E CONCEITOS

• Águas residuais, são os efluentes líquidos


resultantes das diversas atividades, funções vitais ou
ocorrências ligadas à vida do homem e das
comunidades humanas, e classificam-se em:

– Águas residuais domésticas


– Águas residuais industriais
– Águas pluviais
Águas residuais domésticas

As que provêm de instalações sanitárias, cozinhas e


zonas de lavagem de roupas e que se caraterizam por
conterem quantidades apreciáveis de matéria orgânica e
por serem facilmente biodegradáveis e de composição
pouco variável.
Águas residuais industriais

As que derivam da atividade industrial e que se


caraterizam pela diversidade dos compostos físicos e
químicos que contêm, dependentes do tipo de indústria
e de processamento industrial, e por a sua composição
ser sujeita, em geral, a uma acentuada variabilidade.
Águas pluviais

As que resultam da precipitação atmosférica caída


diretamente no local ou em bacias limítrofes contribuintes
e apresentam geralmente pequenos teores de matéria
poluente, particularmente de origem orgânica.

Consideram-se equiparadas a águas pluviais as


provenientes de regas de jardim e espaços verdes, de
lavagem de arruamentos, passeios, pátios e parques de
estacionamento, normalmente recolhidas por sarjetas,
sumidouros e ralos.
• Sistemas públicos de drenagem de águas residuais, é
o conjunto de obras, instalações e equipamentos
interrelacionados capazes de proporcionar a recolha e a
evacuação das águas residuais domésticas, industriais e
pluviais, em condições que permitam, conservar, proteger
ou restabelecer a qualidade do meio recetor e do ambiente
em geral.

• Os sistemas públicos de drenagem de águas residuais


classificam-se em:
– Separativos
– Unitários
– Mistos
– Separativos parciais ou pseudo-separativos
• Separativos: sistemas constituídos por duas redes de
coletores distintas, uma destinada às águas residuais
domésticas e industriais e outra à drenagem das águas
pluviais ou equiparadas;

• Unitários: sistemas constituídos por uma única rede de


coletores onde são admitidas conjuntamente as águas
residuais domésticas, industriais e pluviais;

• Mistos: sistemas constituídos pela conjugação dos dois


tipos anteriores, onde parte da rede de coletores é unitária
e outra parte é separativa;

• Separativos parciais ou pseudo-separativos: sistemas


onde se admita, em condições excecionais, a ligação de
águas pluviais de pátios interiores aos coletores de águas
residuais domésticas.
• Sistema de drenagem predial, é o conjunto de instalações
e equipamentos destinados à recolha e evacuação das
águas residuais, que constitui parte integrante de um prédio
ou edifício. O sistema predial abrange as instalações e
equipamentos existentes no prédio, até à caixa de ramal,
designadamente os aparelhos sanitários, sifões, instalações
de pré-tratamento se necessárias, ramais de descarga, tubos
de queda e rede de ventilação.

• Ramal de ligação, é a ligação entre o sistema de drenagem


predial e o sistema público de drenagem de águas residuais,
constituído pela caixa de ligação (situada na via pública junto
ao prédio) e pelo tubo de ligação à rede pública.

• Ramal de drenagem de águas pluviais, é a ligação entre a


rede de águas pluviais de um prédio à sarjeta ou sumidouro
da rede pública de água pluvial, ou a ligação para a valeta ou
linha de água do arruamento sob o passeio.
REGULAMENTOS

• O critério de dimensionamento da rede de águas


residuais domésticas e pluviais deve ser de acordo
com o Regulamento Geral dos Sistemas Públicos e
Prediais de Distribuição de Água e de Drenagem de
Águas Residuais - Decreto Regulamentar n.º 23/95
de 23 de Agosto.
SISTEMAS DE DRENAGEM DOMÉSTICA

Os sistemas de drenagem doméstica são compostos de:

– Canalizações de esgoto;
• Ramais de descarga e Colectores prediais;
• Tubos de queda;
– Canalizações de ventilação;
• Ramais de ventilação;
• Colunas de ventilação
– Orgãos e equipamentos;
– Câmaras.
CANALIZAÇÕES DE ESGOTO

Recolhem o esgoto doméstico ou a ele igualizado e


compreendem os seguintes subsistemas de águas
servidas :

• fecais;
• de sabão;
• com elevado teor de gorduras;
• contendo fécula de batata;
• transportadores de hidrocarbonetos;
• lavagem de pátios com retenção de areias
(condições excepcionais);
• outros, como laboratoriais com diluição ou
igualizados a domésticos após tratamento elementar.
SISTEMA DE DRENAGEM DOMÉSTICA
Ramais de Descarga
• O traçado dos ramais de descarga deve obedecer ao
princípio dos traçados varejáveis, devendo ser feito por
troços rectilíneos unidos por curvas de concordância,
facilmente desobstruiveis sem necessidade de proceder à
sua desmontagem ou por caixas de reunião;

• Os ramais de descarga podem servir mais de um aparelho


(ramais de descarga não individuais); assim, a um ramal de
descarga de águas fecais pode afluir o esgoto de várias
bacias de retrete, e um ramal de descarga de águas de
sabão pode servir vários aparelhos recetores de águas de
sabão;

• A ligação de vários aparelhos sanitários a um mesmo ramal


de descarga pode ser feita por meio de forquilhas ou caixas
de reunião;
• Os ramais de descarga das bacias de retrete e os das
águas de sabão devem ser normalmente
independentes;

• A razão dos ramais de descarga de águas fecais e de


sabão serem independentes entre si, é o de prevenir,
deste modo, os inconvenientes de obstruções ou uma
sifonagem induzida por descarga de bacias de retrete.
• Os ramais de descarga podem servir mais de um aparelho
(ramais de descarga não individuais);

• O escoamento das águas dos aparelhos das instalações


sanitárias poderá efetuar-se através de ramais de descarga
montados acima do tosco, recorrendo a banquetas, de modo
a evitar-se a abertura de roços nas lajes.
SISTEMAS DE DRENAGEM

Gravítico c/ Elevação
Tubos de Queda
• Abrirão na atmosfera (ventilação primária) no topo da
edificação ou lateralmente em paredes cegas não
encimadas por terraço utilizável;
• Devem evitar-se mudanças de direção, mas se estas se
tornarem necessárias as translações não devem exceder
(mantendo o mesmo diâmetro) dez vezes o valor do
respetivo diâmetro (prevenção da formação do ressalto
obstrucionista em transição de regime). Caso o trecho de
transição para a nova verticalidade da prumada exceda o
décuplo do diâmetro, esse trecho será tratado como
colector predial no respetivo dimensionamento;
• O seu diâmetro não dever ser inferior ao maior dos
diâmetros dos ramais que para ele confluem, com um
mínimo de 50mm.
• O seu diâmetro deve ser constante ao longo de todo o seu
desenvolvimento
• Nos tubos de queda domésticos, imediatamente
abaixo de cada uma das lajes de cada piso, deverão
ser colocadas bocas de limpeza;
• Os tubos de queda devem possuir proteção contra
os choques, designadamente nos estacionamentos;
• Geralmente por atravancamento, não é possível a
ventilação secundária dos tubos de queda
domésticos, é recomendável a prática da ventilação
primária através dos próprios tubos de queda,
devendo os projetos definir os diâmetros
compatíveis.
• À semelhança da distribuição
predial de águas, os
coeficientes de simultaneidade
poderão ser obtidos por via
analítica ou gráfica.

• O regulamento apresenta no
anexo XV uma curva que
permite a determinação direta
dos caudais de cálculo a partir
do conhecimento dos caudais
acumulados confluentes
(somatório dos caudais de
descarga)
Ramais de descarga e colectores prediais
Dimensionamento hidráulico (Art. 214º e 246º):
• declives: 1 a 4%
• dimensionamento a meia secção para águas residuais e a
secção cheia para águas pluviais.
Diâmetros mínimos (Art. 215º e 247º):
• ramais de descarga ⇒ Anexo XIV
• coletores prediais ⇒ 100 mm, (≥ diâm. afluentes)
Os ramais de descarga individuais podem ser
dimensionados a secção cheia se forem respeitadas as
distâncias máximas do Anexo XVI.
Adotar como factor de rugosidade do material (K = 90 a 100
m1/3/s)
A secção não pode diminuir para jusante!
“in”Torres, José Almeida - Sistemas de Drenagem em Edificações. Águas servidas e pluviais
“in”Torres, José Almeida - Sistemas de Drenagem em Edificações. Águas servidas e pluviais
“in” Redes Prediais. Escola Superior de Tecnologiae Gestão de Beja
CANALIZAÇÕES DE VENTILAÇÃO
Ventilação dos Sistemas
SISTEMAS DE VENTILAÇÃO

Ventilação Primária Ventilação Secundária


Ramais de Ventilação

• Uma rede de ventilação assume, além do papel de "escape


dos gases", o de fator de limitação de pressões, prevenindo,
nos ramais de descarga, o risco de perda dos fechos
hídricos.
• Todos os aparelhos serão ventilados ou através de ramais
de ventilação (individuais ou não) ou, quando estes são
dispensáveis, considera-se que a secção ventilada está na
ligação de ramais de descarga individuais a trecho não
individual (dimensionado para escoamento a meia secção) ou
ainda na inserção de um ramal de descarga no tubo de
queda, no coletor ou no subcoletor;

• Os ramais de ventilação não deverão ser cortados pelas


linhas piezométricas, de forma a evitar a sua obstrução.
Colunas de Ventilação
• Terão origem inferior numa câmara, na base ou no próprio
coletor predial; em ambos os casos a uma distância do
tubo de queda de cerca de dez vezes o diâmetro deste
(prevenção dos efeitos de um ressalto no coletor por
mudança de regime);

• Terminarão superiormente abrindo na atmosfera ou


ligando-se aos tubos de queda (existindo) a cotas
superiores (recomendável 1 m) à mais elevada das
inserções dos ramais de descarga;

• Serão prolongadas inferiormente para ventilação de


instalações em caves;

• Consideram-se ligações intermédias das colunas aos tubos


de queda, no mínimo cada três pisos
“in”Torres, José Almeida - Sistemas de Drenagem em Edificações. Águas servidas e pluviais
Exigências relativas às colunas de ventilação
ÓRGÃOS E EQUIPAMENTOS

Ralos - Os ralos, a instalar em pavimentos e na extremidade


montante dos ramais de descarga, portanto a montante
dos sifões, apresentarão áreas de furação em
conformidade com os caudais previstos;
Sifões - Podem servir um ou mais aparelhos e deverão
instalar-se tão próximo quanto possível destes (prevenção
da emanação de odores pela acumulação de depósitos) -
distância máxima recomendável: 3 m. A sifonagem das
máquinas de lavar deverá ser feita através de sifões de
parede. É vedada a dupla sifonagem;
Loiças - As loiças de cerâmica, ou não, devem enquadrar-se
nas respetivas Normas e Especificações
Equipamentos de elevação – Equipamento electromecânico
SIFÕES
CÂMARAS
• Câmaras de confluência
Estas câmaras, que podem ser caixas de pequenas
dimensões, são de passagem ou inspeção e limpeza das
canalizações em áreas privadas, ou não. As câmaras
poderão atingir dimensões que permitam o acesso ao
pessoal de manutenção.

• Câmaras de retenção
A retenção de gorduras e hidrocarbonetos é obrigatória
havendo teores elevados destes produtos em instalações
de restaurantes e oficinas.
– retentoras de gorduras e hidrocarbonetos
– retentoras de areia e outros materiais pesados
– retentores especiais
EXEMPLOS DE CAIXAS

Caixa de Inspeção / Interligação

Caixa de Passagem

Caixa Sifonada Montada


c/ Grelha e Porta Grelha DN 100 x 100 x 50

Caixa de Ligação
EXEMPLOS DE CÂMARAS RETENTORAS
“in”Torres, José Almeida - Sistemas de Drenagem em Edificações. Águas servidas e pluviais
COLOCAÇÃO DAS CANALIZAÇÕES
As canalizações podem ser instaladas:

À vista (devidamente suportadas por braçadeiras de fixação


e guiamento):
• Em pisos ou 'galerias técnicas, acessíveis;
• Em ductos (courettes) verticais, acessíveis.
Não à vista:
• Em volumes limitados por lajes e tetos suspensos
amovíveis;
• Embutidas em lajes superiores ou pisos térreos interiores
e exteriores, tendo em particular atenção as caraterísticas
estruturais;
Não é considerada a instalação das canalizações:

• Em situação cativa, nomeadamente, sob as lajes quando os


espaços que lhes ficam inferiores não constituírem também
utilização dos proprietários que lhes ficam em cima;
• Sem câmaras e bocas de limpeza, as quais, pela sua
implantação, permitam uma fácil manutenção do sistema;
• Embutidas ou sob sapatas de fundações;
• Embutidas em pilares;
• Em volumes que correspondam a chaminés ou outros
sistemas de ventilação (independência da ventilação de
drenagem em relação a estes sistemas);
• Atravessando juntas de dilatação ou elementos estruturais
sem disposições construtivas capazes de contrariar a
absorção de esforços pelas canalizações.
Rede de Esgotos em Pisos Enterrados

• O projeto da rede de esgotos nos pisos enterrados deverá ter


em conta o resultado do relatório do estudo geotécnico e a
solução construtiva a adotar para as paredes das caves;

• A drenagem da laje de fundo do último piso deverá ser


prevista para as situações em que a solução adotada para a
contenção das paredes enterradas seja de paredes com
características estanques (paredes moldadas);

• A drenagem das águas de lavagem dos pavimentos das


caves deverá ser assegurada através de uma rede térrea
associada a ralos de piso.
• Na coleta de todas as águas residuais recolhidas abaixo do
nível do arruamento (caves) mesmo que localizadas acima
do nível do coletor público, deverá ser prevista uma câmara
elevatória equipada com grupos electrobombas
submersíveis, implantada no último piso de cave, a qual
elevará as águas de drenagem subterrânea, de lavagem dos
pavimentos e outras, para um nível igual ou superior à cota
do pavimento do arruamento no qual estão implantados os
coletores públicos, por forma a permitir o escoamento
gravitico para estes.
• A elevação das águas residuais domésticas e de lavagem
dos pisos em cave, deverá ser assegurada através de
câmaras de bombagem independentes;

• Na mesma câmara de bombagem, podem ser introduzidas


além das águas de drenagem subterrânea, as águas
resultantes da lavagem dos pavimentos;

• As câmaras elevatórias deverão ter alimentação elétrica


independente da restante rede do edifício a partir da
entrada dos serviços comuns, para em caso de incêndio,
garantirem a elevação das águas nelas acumuladas, após
o corte geral de energia.
Para além dos aspetos anteriormente referidos, no
projeto dos sistemas de drenagem das
edificações há ainda que ter em conta a
prevenção do seguinte :

– contaminação da água potável;


– contaminação de loiças e outros equipamentos;
– prevenção dos odores;
– prevenção dos ruídos.
DRENAGEM DAS ÁGUAS PLUVIAIS EM COBERTURAS
• Nas coberturas em terraço deverão ser construídos
enchimentos que proporcionem pendentes mínimas de
0,02 m/m (RGEU min. 0,01 m/m) com o objetivo de
garantir o escoamento das águas para as caleiras,
evitando-se a sua estagnação;

• As tubagens não poderão ficar embebidas em pilares,


maciços de fundações, nem atravessar os elementos
estruturais. Quando for de todo indispensável a travessia
de vigas e sapatas, os negativos correspondentes deverão
ser considerados nos projectos de estrutura, moldados
quando da betonagem, e representados em desenho;

• Na implantação dos coletores prediais deverá dar-se


especial atenção às cotas dos elementos de fundação, de
modo a evitar-se a colisão entre as redes e esses
elementos;
“in”Torres, José Almeida - Sistemas de Drenagem em Edificações. Águas servidas e pluviais
“in” Gomes, Ruy José – Condicionamentos Climáticos da Envolvente dos Edifícios para Habitação. LNEC, 1962
“in” Gomes, Ruy José – Condicionamentos Climáticos da Envolvente dos Edifícios para Habitação. LNEC, 1962
“in”Torres, José Almeida - Sistemas de Drenagem em Edificações. Águas servidas e pluviais
Caudais de Águas Pluviais

A determinação dos caudais de cálculo para


dimensionamento dos orgãos dos sistemas de drenagem
pluvial pode ser realizada com recurso à fórmula do
Método Racional
Q = CiA

C – Coeficiente de escoamento;
i – Intensidade máxima de precipitação;
A – Área de influência da bacia de contribuição

Os valores de C e de i são determinados tendo por base o


expresso no Decreto-Regulamentar n.º23/95 de 23 de
Agosto – “Regulamento Geral dos Sistemas Públicos e
Prediais de Distribuição de Água e de drenagem de Águas
Residuais (RGAE)
Dimensionamento de tubos de queda de águas pluviais
SISTEMA DE DRENAGEM DE CAVE
SISTEMA DE DRENAGEM PERIFÉRICO
Drenos Exteriores
Esquema de infiltração dos efluentes das fossas sépticas
Caixas Finais de Ligação aos Coletores Públicos

• As caixas finais de ligação aos coletores públicos deverão


ser implantadas dentro dos limites do lote em zonas
comuns, e as cotas das tampas nunca poderão ser
inferiores às cotas das tampas das caixas dos coletores
públicos nas quais se inserem os ramais de ligação ou, no
caso de ligação aos coletores públicos, à cota do
pavimento, no ponto de ligação;

• As caixas finais de ligação aos coletores públicos deverão


ser separativas;

• No caso do coletor público ser de sistema unitário, as


caixas finais deverão ser ligadas entre si, em virtude
de haver um único ramal de ligação.
Coletores e Sub-coletores
• São instalados, quando enterrados, com profundidades
dos extradorsos superiores em conformidade com as
cargas previsíveis e com ou sem reforço de protecção e
ainda em tectos falsos ou embutidos em lajes.

• Mudanças de direcção: ou através de forquilhas ou em


câmaras.

• Ramal de ligação é da responsabilidade dos SERVIÇOS.


BIBLIOGRAFIA
• Regulamento Geral dos Sistemas Públicos e Prediais de
Distribuição de Água e de drenagem de Águas Residuais,
aprovado pelo Decreto Regulamentar n.º 23/95, de 23 de
Agosto.
• Curso de Promoção Profissional 508 – Instalações de
Águas e Esgotos em Edifícios, Lisboa, LNEC,1977
• Pedroso, Vítor M. R. – Manual dos Sistemas prediais de
Distribuição e Drenagem de Águas, Lisboa, LNEC, 2ª
Edição, 2004
• Torres, José Almeida - Sistemas de Drenagem em
Edificações. Águas servidas e pluviais. Lisboa, Livros
Horizonte, 1.ª Edição, 2006.