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SES-DF

Legislação Aplicada ao SUS


Sistema de Informação em Saúde – SIs

Livro Eletrônico
NATALE SOUZA

Enfermeira, graduada pela UEFS – Universidade


Estadual de Feira de Santana – em 1999;
pós-graduada em Saúde Coletiva pela UESC –
Universidade Estadual de Santa Cruz – em 2001,
em Direito Sanitário pela FIOCRUZ em 2004; e
mestre em Saúde Coletiva.
Atualmente, é servidora pública da Prefeitura
Municipal de Salvador e atua como Educadora/
Pesquisadora pela Fundação Osvaldo Cruz –
FIOCRUZ – no Projeto Caminhos do Cuidado.
Além disso, é docente em cursos de pós-
graduação e preparatórios para concursos há 16
anos, ministrando as disciplinas: Legislação do
SUS, Políticas de Saúde, Programas de Saúde
Pública e específicas de Enfermagem.

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LEGISLAÇÃO APLICADA AO SUS
Sistemas de Informação em Saúde – SIS
Prof.ª Natale Souza

SUMÁRIO
Sistemas de Informação em Saúde – SIS ......................................................4
1. Apresentação do Professor........................................................................4
2. Sistemas de Informação em Saúde – SIS....................................................6
2.1. O que são os Sistemas de Informação em Saúde.......................................6
2.2. A Política Nacional de Informação e Informática (PNII)............................. 10
2.2.1. Quais os SIS mais Utilizados Atualmente no Brasil................................ 11
2.2.3. Conceitos Fundamentais ................................................................... 12
2.3. Principais Sistemas de Informação em Saúde (SIS)................................. 16
2.3.1. Algumas Considerações..................................................................... 17
2.3.3. Principais Subsistemas de Informação................................................. 19
Referências Bibliográficas........................................................................... 83

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Sistemas de Informação em Saúde – SIS
Prof.ª Natale Souza

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE – SIS

1. Apresentação do Professor

Sou a professora Natale Souza, enfermeira, graduada pela UEFS – Universi-


dade Estadual de Feira de Santana (1999), pós-graduada em Saúde Coletiva pela
UESC – Universidade Estadual de Santa Cruz (2001), em Direito Sanitário pela Fio-
cruz (2004) e mestre em Saúde Coletiva.
Atualmente, sou funcionária pública da prefeitura de Salvador e atuo como edu-
cadora/pesquisadora pela Fundação Osvaldo Cruz – Fiocruz no Projeto Caminhos
do Cuidado. Há 16 anos, atuo na docência em cursos de pós-graduação e prepara-
tórios para concursos, ministrando as disciplinas de: Legislação do SUS, Políticas de
Saúde, Programas de Saúde Pública e Específicas de Enfermagem.
Escrevi os livros: Legislação do SUS para concursos, pela editora Concursos Psico-
logia; Legislação do SUS – comentada e esquematizada/Políticas de Saúde, Legislação
do SUS e Saúde Coletiva – 500 questões, pela editora Sanar. Escrevi também capítulos
nos seguintes livros: 1000 Questões Comentadas de Enfermagem e 1000 Questões
Residências em Enfermagem, da editora Sanar. Estou finalizando mais três obras.
Assim que terminei a graduação, iniciei a minha trajetória em concursos pú-
blicos, como “concurseira” e docente. Fui aprovada em 12 concursos e seleções
públicas. Apaixonei-me pela docência e, hoje, dedico meu tempo ao estudo dos co-
nhecimentos específicos de Enfermagem, da legislação específica do SUS e, claro,
aos milhares de profissionais que desejam ingressar em uma carreira pública.

Qual a minha missão aqui? FAZER VOCÊ GABARITAR AS QUESTÕES DE

LEGISLAÇÃO DO SUS NO CONCURSO EBSERH NACIONAL – 2018.

A banca escolhida para organizar o certame é a CESPE/CEBRASPE.

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Vamos aos detalhes da minha disciplina – Legislação Aplicada ao SUS:

• PROVA OBJETIVA: Certo/Errado (Resposta Certa =1,0 ponto; Resposta Er-

rada = -1,0 ponto; Sem marcação ou marcação dupla = não pontua);

• CONHECIMENTOS BÁSICOS;

• CARGOS: TEMA COMUM A TODOS OS CARGOS;

• TOTAL DE QUESTÕES: pontuará na parte de conhecimentos gerais – CADA

QUESTÃO MARCADA CORRETA = 1,0 PONTO;

• TEMAS COBRADOS:

–– Evolução Histórica da Organização do Sistema de Saúde no Brasil e a Cons-

trução do Sistema Único de Saúde;

–– Constituição Federal de 1988 – artigos 194 a 200;

–– Lei Orgânica n. 8.080/1990;

–– Lei Orgânica n. 8.142/1990;

–– Decreto n. 7.508/2011;

–– Resolução n. 453/2012

–– Sistemas de Informação em Saúde;

–– Determinantes Sociais da Saúde.

Nesta aula, abordaremos o tema Sistemas de Informação em Saúde - SIS,

de forma que você saiba o que realmente é cobrado nos certames do conteúdo.

Fique atento(a) aos grifos e caixas de textos, além dos comentários das questões.

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2. Sistemas de Informação em Saúde – SIS

2.1. O que são os Sistemas de Informação em Saúde

Segundo BRASIL (2008), os sistemas de informação em saúde são instrumen-

tos padronizados de monitoramento e coleta de dados, que têm como objetivo o

fornecimento de informações para análise e melhor compreensão de importantes

problemas de saúde da população, subsidiando a tomada de decisões nos níveis

municipal, estadual e federal.

Segundo documento do Ministério da Saúde (MS), aprovado pela Portaria Minis-

terial n. 3 de 04/01/1996 e publicado no DOU de 08/01/1996:

É essencial conceber o SIS como um instrumento para o processo de tomada de de-


cisões, seja na dimensão técnica, seja na dimensão de políticas a serem formuladas e
implementadas; o sistema deve ser concebido pois, na qualificação de suas ações, como
produtor de conhecimentos e como descritor de uma realidade... Um SIS deve asse-
gurar a avaliação permanente da situação de saúde da população e dos resultados das
ações de saúde executadas, fornecendo elementos para, continuamente, adequar essas
ações aos objetivos do SUS.

Segundo FERREIRA (1999), o processo de gestão no setor saúde demanda a

produção de informações que possam apoiar um contínuo (re) conhecer, decidir,

agir, avaliar e novamente decidir... Portanto, o processo de produção de informa-

ções, além de contínuo, também precisa ser sensível o bastante para captar as

transformações de uma situação de saúde.

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Ainda de acordo com o autor supracitado:

Considerando esta reflexão, como deve então ser um SIS? Ou seja, como deve ser o
modelo (as concepções) ou quais devem ser os princípios e diretrizes que caracterizam
um SIS? Se se entende um SIS enquanto um componente de um determinado Sistema
de Saúde (SUS), ele deve, portanto, ser coerente com as características (princípios e
diretrizes) deste modelo de atenção.

Segundo SIQUEIRA (2005), um sistema de informação precisa de três maté-

rias-primas: dado, informação e conhecimento. Veja:

• o dado é o elemento mais simples desse processo;

• a informação é composta de dados com significados para quem os vê;

• o conjunto de nosso aprendizado segundo algumas convenções, nossas ex-

periências acumuladas e a percepção cognitiva irão transformar em conheci-

mento uma dada realidade.

No setor da saúde, a informação subsidia o processo decisório, uma vez que

auxilia no conhecimento sobre as condições de saúde, mortalidade e morbidade,

fatores de risco, condições demográficas, entre outras (ROUQUAYROL; ALMEIDA

FILHO, 2003).

1. (2013/CESPE/UNIPAMPA) Os sistemas de informação em saúde devem ser es-

truturados, a fim de garantir o monitoramento adequado das doenças não trans-

missíveis, dado que os sistemas utilizados na atualidade constituem-se apenas de

bases amostrais complementadas por informações de prestação de serviços ambu-

latoriais e hospitalares.

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Errado.

Segundo BRASIL (2008), os sistemas de informação em saúde são instrumen-

tos padronizados de monitoramento e coleta de dados, que têm como objetivo o

fornecimento de informações para análise e melhor compreensão de importantes

problemas de saúde da população, subsidiando a tomada de decisões nos níveis

municipal, estadual e federal.

2. (2013/IADES/EBSERH) Sobre os Sistemas de Informação em Saúde, julgue os

itens a seguir.

I – Os Sistemas de Informação em Saúde são aplicativos de Tecnologia da Infor-

mação, destinados a fornecer informações e estatísticas de interesse médi-

co hospitalar, médico ambulatorial, medicina pública, medicina investigativa

(pesquisa e desenvolvimento), dentre outras.

II – Necessariamente, são banco de dados que armazenam textos, dados quanti-

tativos e imagens, com capacidade de geração rápida de relatórios e intera-

ção com internet, intranet, extranet, chats, fóruns, bibliotecas, enciclopédias

digitais.

III – Os Sistemas de Informação em Saúde podem ser desenvolvidos para uso

somente macroeconômico tais como Ministérios, Secretarias de Estado ou

Prefeituras (neste caso condensando informações de outros subsistemas ou

redes locais).

IV – Os Sistemas de Informação em Saúde não podem ser interligados a outros

Sistemas.

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A quantidade de itens certos é igual a:

a) 0

b) 1

c) 2

d) 3

e) 4

Letra c.

III. Errado. Os sistemas de informação em saúde podem ser desenvolvidos para

uso macroeconômico, utilizados em Ministérios, secretarias de Estado ou prefei-

turas/Câmaras Municipais (neste caso, condensando informações de outros sub-

sistemas ou redes locais), ou para uso microeconômico (clínicas, hospitais, redes

empresariais), e não uso SOMENTE macroeconômico.

IV. Errado. Os SIS devem ser interligados a outros sistemas.

3. (QUESTÃO INÉDITA/2018) A Organização Mundial da Saúde define Sistema de

Informação em Saúde – SIS como um mecanismo de coleta, processamento, aná-

lise e transmissão da informação necessária para se planejar, organizar, operar e

avaliar os serviços de saúde. Sobre os sistemas de informação em Saúde:

Um de seus objetivos básicos, na concepção do Sistema Único de Saúde (SUS), é

possibilitar a análise da situação de saúde no nível local tomando como referencial

microrregiões homogêneas e considerando, necessariamente, as condições de vida

da população na determinação do processo saúde-doença.

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Certo.

De acordo com BRASIL (1996), “um SIS deve assegurar a avaliação permanente da

situação de saúde da população e dos resultados das ações de saúde executadas, for-

necendo elementos para, continuamente, adequar essas ações aos objetivos do SUS”.

2.2. A Política Nacional de Informação e Informática (PNII)

De acordo com BRASIL (2004), a PNII é definida pelo Ministério da Saúde (MS),

e tem como propósito:

Promover o uso inovador, criativo e transformador da tecnologia da informação, para


melhorar os processos de trabalho em saúde, resultando em um Sistema Nacional de
Informação em Saúde articulado, que produza informações para os cidadãos, a gestão,
a prática profissional, a geração de conhecimento e o controle social, garantindo ga-
nhos de eficiência e qualidade mensuráveis através da ampliação de acesso, equidade,
integralidade e humanização dos serviços e, assim, contribuindo para a melhoria da
situação de saúde da população.

A PNII cria condições para que gestores, trabalhadores e cidadãos, por meio de

um sistema articulado, obtenham informações e conhecimentos de diversas

realidades de saúde. Mas para que esses sistemas sejam de fato bem utiliza-

dos, é preciso que os trabalhadores da saúde conheçam seus instrumentos e os

processos envolvidos na alimentação dos dados não apenas como uma obrigação

para níveis centrais de gestão, mas também como fonte geradora de conhecimen-

to para subsidiar o planejamento das estratégias de saúde em uma dada região

(BRASIL,2004).

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2.2.1. Quais os SIS mais Utilizados Atualmente no Brasil

Antes de responder a essa pergunta, precisamos saber que o Departamento de

Informática do SUS (Datasus) tem como competências:

• fomentar, regulamentar e avaliar as ações de informatização do SUS, dire-

cionadas para a manutenção e o desenvolvimento do sistema de informações

em saúde e dos sistemas internos de gestão do Ministério;

• desenvolver, pesquisar e incorporar tecnologias de informática que possibili-

tem a implementação de sistemas e a disseminação de informações necessá-

rias às ações de saúde, em consonância com as diretrizes da Política Nacional

de Saúde;

• manter o acervo das bases de dados necessárias ao sistema de informações

em saúde e aos sistemas internos de gestão institucional;

• assegurar aos gestores do SUS e órgãos congêneres o acesso aos serviços de

informática e bases de dados, mantidos pelo Ministério;

• definir programas de cooperação técnica com entidades de pesquisa e ensino

para prospecção e transferência de tecnologia e metodologia de informática

em saúde, sob a coordenação do secretário-executivo;

• apoiar estados, municípios e o Distrito Federal na informatização das ativida-

des do SUS (DATASUS, 2010).

Esse departamento mantém à disposição todos os SIS em uso no Brasil, manu-

ais, programas para download, de domínio público, devendo ser acessados pelos

profissionais da saúde, dada a relevância desse conhecimento para o planejamento

das equipes, quer sejam locais ou não.

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Ainda de acordo com DATASUS (2010), nesse ambiente é possível obter infor-
mações como:
• indicadores de saúde;
• assistência à saúde (internação hospitalar, produção ambulatorial, imuniza-
ção, saúde da família, vigilância alimentar e nutricional);
• epidemiológica e morbidade (morbidade hospitalar do SUS, doenças de noti-
ficação, estado nutricional e outros agravos);
• rede assistencial (informações do Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de
Saúde – Cnes);
• estatísticas vitais (natalidade, mortalidade, câncer); demográficas e socioe-
conômicas (população, educação e saneamento);
• inquéritos e pesquisas;
• saúde suplementar.

Também disponibiliza informações financeiras, sistemas e aplicativos para tabulação


de dados, como o TabNet e o TabWin, dos quais vamos falar um pouco mais adiante.
Discorrerei, detalhadamente durante a aula, sobre os SIS mais importantes e
cobrados em provas de concurso.

2.2.3. Conceitos Fundamentais

Definição de Sistema

Segundo FERREIRA (1999), o termo sistema apresenta, de imediato, a ideia de


um todo orgânico, governado por leis próprias que definem a sua estrutura
e o se funcionamento e o dirigem a um fim determinado. Deve-se também
considerar que um sistema pode sofrer influências externas.

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Ainda de acordo com o autor supracitado:

Um Sistema Municipal de Saúde tem vários componentes (centros de saúde, ambulató-


rios especializados, farmácia, hospital etc.) que produzem vários tipos de ações (consul-
tas médicas, vacinação, vigilância sanitária etc.); segundo uma normatização própria.
Entretanto, para considerá-lo enquanto um sistema deve haver uma interligação e uma
interação entre esses componentes que se espera, resulte numa atenção organizada,
produzindo respostas às necessidades de saúde de uma determinada população.

Definição de Dado

Os dados são a base para gerarmos informações. Os dados que escolhe-

mos e o modo como os combinamos refletem o referencial explicativo (os pres-

supostos, os valores etc.) que orienta a nossa visão de mundo, ou seja, o nosso

“modo de ver” ou de conhecer uma determinada situação (FERREIRA, 1999).

Nas várias situações que a vida coloca, cada pessoa segundo (ou seguindo) suas re-
ferências, constrói uma interpretação particular. Ainda que os mesmos dados sejam
identificados e utilizados por diferentes pessoas, ao combiná-los cada um constrói sua
interpretação (FERREIRA,1999).

Os dados não falam por si. Eles são como uma matéria-prima, sobre a qual tra-

balhamos, buscando produzir informações que se traduzam em um conhecimento,

uma interpretação e um juízo sobre uma determinada situação.

A partir da combinação de dados são geradas informações e elaborada uma in-

terpretação.

Pode-se entender essa interpretação como uma avaliação (ou seja, valia =

dar valor), buscando-se construir um conhecimento e formar um juízo sobre

determinada situação.

DADO = matéria-prima.

Informação = produto final.

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Definição de Informação

A informação é o produto obtido a partir de uma determinada combinação de

dados, da avaliação e do juízo que fazemos sobre determinada situação. É um im-

portante recurso para subsidiar o processo de tomada de decisão, de planejamen-

to, de execução e de avaliação das ações desencadeadas (FERREIRA,1999).

FERREIRA (1999) afirma:

Portanto, o mais importante é a capacidade de definir quais as informações e, conse-


quentemente, quais os dados são pertinentes e realmente necessários para responder
perguntas que possibilitem conhecer, avaliar e decidir sobre como agir numa determi-
nada situação.

Definição de Situação de Saúde

Uma situação (situs + ação) sempre está acontecendo em algum lugar. Pode-

mos entender esse situs enquanto um território.

Para FERREIRA (1999), o conceito de território, objeto de estudo da Geografia,

é bastante complexo. Desde o final da década de 1980, percebe-se um esforço do

setor saúde para apreensão desse conceito e sua utilização para transformação das

práticas sanitárias.

Situação de saúde é o conhecimento, a interpretação que um ator social pro-

duz para agir e transformar a qualidade da vida da população de um determinado

território. Território este historicamente produzido e em permanente processo de

transformação (FERREIRA, 1999).

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Definição de Indicador

FERREIRA (1999) afirma:

Um indicador é uma representação numérica ou não que, considerando nossas refe-


rências e critérios, nos permite, a partir da “preferência” que damos a determinados
eventos (atividades realizadas, ocorrência de doenças), produzir informações visando
a elaborar um conhecimento (quantitativo e/ou qualitativo), sobre uma determinada
situação, com o propósito de tomar decisões e agir para transformar a realidade com-
preendida no espaço indicado.

4. (QUESTÃO INÉDITA/2018) A Organização Mundial da Saúde define Sistema de

Informação em Saúde – SIS como um mecanismo de coleta, processamento, aná-

lise e transmissão da informação necessária para se planejar, organizar, operar e

avaliar os serviços de saúde. Sobre os sistemas de informação em Saúde:

Informação – é definido como “um valor quantitativo referente a um fato ou cir-

cunstância”, “o número bruto que ainda não sofreu qualquer espécie de tratamento

estatístico”, ou “a matéria-prima da produção de informação”.

Errado.

A informação é o produto obtido a partir de uma determinada combinação de da-

dos, da avaliação e do juízo que fazemos sobre determinada situação. É um impor-

tante recurso para subsidiar o processo de tomada de decisão, de planejamento, de

execução e de avaliação das ações desencadeadas (FERREIRA, 1999).

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Informação em Saúde – SIS como um mecanismo de coleta, processamento, aná-

lise e transmissão da informação necessária para se planejar, organizar, operar e

avaliar os serviços de saúde. Sobre os sistemas de informação em Saúde:

Dado – é entendido como “o conhecimento obtido a partir das informações”, “o

dado trabalhado” ou “o resultado da análise e combinação de vários dados”, o que

implica interpretação, por parte do usuário. É “uma descrição de uma situação real,

associada a um referencial explicativo sistemático”.

Errado.

Os dados não falam por si. Eles são como uma matéria-prima, sobre a qual traba-

lhamos, buscando produzir informações que se traduzam em um conhecimento,

uma interpretação e um juízo sobre uma determinada situação.

A partir da combinação de dados são geradas informações e elaborada uma inter-

pretação.

2.3. Principais Sistemas de Informação em Saúde (SIS)

Caro(a) concurseiro(a), esse tema será abordado com base nas informações do

Datasus, pois as bancas cobram, especificamente: os sistemas e subsistemas, suas

funcionalidades e objetivos.

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2.3.1. Algumas Considerações

A seguir, serão feitas algumas considerações, para facilitar o entendimento dos SIS:

• todas as atividades realizadas por um sistema de saúde geram dados que

podem produzir informações;

• todas essas atividades são realizadas em determinados tipos de unidades de

produção ou unidades operacionais (laboratório, almoxarifado, unidade

de saúde, setor de finanças etc.) que compõem o sistema de saúde e devem

contar com informações que subsidiem o processo de planejamento, controle,

avaliação e redirecionamento do que vem sendo produzido;

• existem dados e informações gerados nessas diferentes unidades

operacionais que interessam não só à própria unidade, mas a todo

sistema de saúde. São informações consideradas estratégicas, voltadas

para uma avaliação permanente das respostas que estão sendo produzidas e

do impacto obtido sobre a situação de saúde.

Qual deve ser o papel de um Sistema de Informação em Saúde?

• organizar a produção de informações compatíveis com as necessidades dos

diferentes níveis, garantindo uma avaliação permanente das ações executa-

das e do impacto destas sobre a situação de saúde;

• assessorar o desenvolvimento de sistemas voltados para as especificidades

das diferentes unidades operacionais do sistema de saúde;

• contribuir para o desenvolvimento dos profissionais de saúde, para a constru-

ção de uma consciência sanitária coletiva, como base para ampliar o exercício

do controle social e da cidadania. Também para resgatar uma relação mais

humana entre a instituição e o cidadão.

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Quem deve ser “usuário” de um Sistema de Informação em Saúde?

• todos os trabalhadores do SUS;

• todas as instâncias de decisão do SUS (comissões, conselhos, conferências,

colegiados e outros fóruns desse tipo);

• outros setores (além da saúde) governamentais, Ministérios, secretarias es-

taduais e municipais diretamente envolvidos com ações voltadas para melho-

rar a qualidade da vida da população (educação, meio ambiente, ação social

etc.). Merecem destaque as universidades e escolas públicas e os setores

responsáveis pelas intervenções referentes ao saneamento básico;

• organizações populares e organizações não governamentais;

• partidos políticos;

• a população em geral.

FERREIRA (1999) afirma que, apesar de existirem polêmicas quanto às defini-

ções abaixo, com certeza, podem contribuir para a construção de uma síntese sobre

o que essencialmente um SIS deve informar. Isto é, um SIS deve informar se um

Sistema de Saúde (isto é, as respostas por ele produzidas) está sendo eficiente,

eficaz e efetivo no enfrentamento da situação de saúde indicada. Basicamente,

devem ser produzidos indicadores capazes de medir a:

• Eficiência: utilização dos recursos disponíveis da melhor maneira possível,

evitando “desperdícios”;

• Eficácia: por meio das ações produzidas alcançar os melhores resultados

possíveis, principalmente em relação à cobertura (número de pessoas atendi-

das) e à concentração (número de ações oferecidas a cada pessoa);

• Efetividade: obter transformações concretas na situação de saúde, coerente

com os objetivos propostos pela gestão.

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2.3.3. Principais Subsistemas de Informação

Mais uma vez sinalizo que a aula é baseada no Datasus.

Sistemas de Informação Ambulatoriais

O Datasus dispõe de programas de processamento de dados, de domínio público,

voltados para a manutenção, administração e gestão de informações.

Gerenciamento de Informações Locais (GIL)

Com o intuito de otimizar e integrar os sistemas ofertados e implantados pelo

Ministério da Saúde por intermédio do Datasus, o Gerenciador de Informações Lo-

cais (GIL) foi desenvolvido.

Tem como finalidade sistematizar as ações no atendimento dos estabelecimen-

tos de saúde, contribuindo para a melhoria da gestão em saúde.

Esse sistema pode ser instalado em qualquer EAS da rede ambulatorial básica

do SUS, independentemente de seu porte ou grau de complexidade. Sua manu-

tenção é garantida pelo Datasus, atendendo às atualizações legais definidas pelo

próprio Ministério da Saúde.

Benefícios:

• Possibilita agendar os atendimentos, além de coletar dados sobre o profissio-

nal que os realizaram;

• Registra as aplicações e esquemas de vacinação;

• Permite o registro de dados como: agravos de notificação obrigatória, estado

nutricional de usuários atendidos, atendimentos odontológicos, entre outros;

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• Coleta dados dos atendimentos realizados pelas equipes do Programa de


Agentes Comunitários de Saúde e do Programa de Saúde da Família (PACS/
PSF) e;
• Gera informações do perfil de morbidade da população atendida para a ge-
rência local, possibilitando sua exportação para o nível municipal.

Sistema de Informação Ambulatorial (Siasus)

O Siasus foi criado em 1992 e implantado a partir de julho de 1994, nas secre-
tarias estaduais que estavam substituindo os sistemas GAP e Sicaps para financiar
os atendimentos ambulatoriais. Em 1996, foi largamente implantado nas secreta-
rias municipais de Saúde – então chamadas de gestão semiplenas – pela NOB n.
96. Encontra-se desde sua criação em plataforma 16 bits, Clipper com DBF. Em
1997, o aplicativo passou a processar além dos tradicionais BPA (Boletim de Produ-
ção Ambulatorial), um documento numerado e autorizado chamado Autorização de
Procedimento de Alta Complexidade (Apac).
O Siasus recebe a transcrição de produção nos documentos BPA e Apac, faz
consolidação, valida o pagamento contra parâmetros orçamentários estipulados
pelo próprio gestor de saúde, antes de aprovar o pagamento – para isto utiliza-se
do sistema FPO.
Funcionalidades:
• coleta, processa e valida dados apresentados pelas unidades prestadoras de
serviço;
• gera informações gerenciais às secretarias de saúde municipais e estaduais;
• calcula o valor da produção aprovada para cada unidade prestadora de

serviço;

• auxilia o pagamento em função da programação físico-financeira;


• gera mensalmente informações para o crédito bancário;
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• atualiza o banco de dados nacional do SUS (BD Nacional);


• produz relatórios com informações detalhadas que auxiliam os processos de
controle, avaliação e auditoria;
• gera os arquivos compatíveis com diversos aplicativos como TABNet e TABWIN.

Há necessidade de dotar o sistema de funcionalidades que facilitem o geren-


ciamento descentralizado – dentro de uma secretaria de saúde – em face de sua
estrutura particular, conforme o modelo local de administração das sucursais (coor-
denações, regionais, diretorias, núcleos etc.). Facilitaria a importação e exportação
da produção de BPA e Apac.

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FLUXO DE INFORMAÇÃO DO SIA – SUS

Fonte: Google

Apac Magnético – Sistema de Captação de Dados

Sistema descentralizado utilizado mensalmente pelas unidades prestadoras de ser-

viço para transcrição dos dados referentes aos atendimentos autorizados de alta com-

plexidade (Autorização de Procedimento de Alta Complexidade – Apac), por paciente.

As informações transcritas são validadas conforme regras vigentes pelo sistema

Apac Magnético e importados pelo sistema Siasus, onde são processados e validados.

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BPA Magnético – Boletim de Produção Ambulatorial

Sistema descentralizado utilizado mensalmente pelas unidades prestadoras de


serviço para transcrição dos quantitativos dos atendimentos prestados nos ambu-
latórios (Boletim de Produção Ambulatorial – BPA), criticando-os conforme regras
estabelecidas em portarias.
Os dados transcritos no sistema BPA Magnético são importados para o sistema
Siasus, onde são processados e validados.
Sua atualização de versão eventual normalmente é relacionada a alterações nas
tabelas do sistema, como publicação de regras em portarias ou ofícios da Secreta-
ria Nacional de Atenção à Saúde
Operacionalização: instrumentos de coleta de dados.

Dica:
• Apac – Autorização de Procedimentos de Alta Complexidade;
• BPA – Boletim de Produção Ambulatorial.

DE-PARA SIA – Utilização do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de


Saúde

Sistema descentralizado utilizado mensalmente pelas secretarias municipais e es-


taduais de Saúde para atualizar as informações sobre estabelecimentos de saúde

no sistema Siasus. A partir do momento da atualização, o sistema Siasus passa a

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considerar essas informações para validar o orçamento, importar/digitar a produção,

calcular o crédito aos prestadores, emitir os diversos relatórios gerenciais e gerar dis-

quete do Banco de Dados Nacional. Constitui uma ponte entre o cadastro de estabe-

lecimentos em ambiente Windows (Cnes) e o aplicativo em ambiente DOS (Siasus).

Benefícios: Integridade das informações sobre estabelecimentos de saúde.

Funcionalidades:

• emissão de relatórios gerenciais e de erros;

• atualização de versão eventual.

Versia – Sistema de Verificação do Siasus

Sistema descentralizado responsável pela verificação das informações gera-

das pelo sistema Siasus, por meio de dados referentes ao atendimento dos pacien-

tes, enviados pelas unidades prestadoras de serviço. É utilizado e atualizado men-

salmente pelo Datasus, inclusive para nova validação de movimento ambulatorial

recebido das secretarias (municipais e estaduais) que operam o Siasus.

Benefícios: integridade das informações sobre estabelecimentos de saúde.

Funcionalidades:

• emissão de relatórios gerenciais e de erros;

• atualização de versão eventual.

6. (2014/IADES/EBSERH) Quanto ao VERSIA, assinale a alternativa correta.

a) É o sistema de verificação do SIASUS.

b) É um sistema centralizado e responsável pela geração das informações proces-

sadas pelo SIASUS.

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c) É utilizado e atualizado diariamente pelo DATASUS.

d) Estão, entre os benefícios do VERSIA, a integridade das informações sobre os

estabelecimentos de saúde e o intercâmbio eletrônico de dados com órgãos inter-

nacionais de saúde.

e) Tem abrangência exclusivamente municipal.

Letra a.

Questão típica da banca Iades. Trata-se do significado da sigla.

Sistemas de Cadastramento

É uma série de aplicações voltadas para o cadastramento de informações utili-

zadas por todos os programas criados para operacionalizar o atendimento de saúde

realizado pelo SUS.

O Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – Cnes é a base cadastral

para operacionalizar os Sistemas de Informações em saúde hospitalar e ambulato-

rial, imprescindíveis a um gerenciamento eficaz e eficiente.

Propicia ao gestor o conhecimento da realidade da rede assistencial existente

e suas potencialidades, visando auxiliar no planejamento em saúde, em todos os

níveis de governo.

O Cartão Nacional de Saúde é um instrumento que possibilita a vinculação dos

procedimentos executados no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) ao usu-

ário, ao profissional que os realizou e também à unidade de saúde onde foram

realizados. Para tanto, é necessária a construção de cadastros de usuários, de pro-

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fissionais de saúde e de unidades de saúde. A partir desses cadastros, os usuários

do SUS e os profissionais de saúde recebem um número nacional de identificação

(DATASUS, 2010).

O repositório de tabelas corporativas reúne todas as tabelas utilizadas por sis-

temas do Ministério da Saúde e que são do interesse de instituições de saúde do

país. Exemplos dessas tabelas são a codificação internacional de doenças, a tabela

de municípios do IBGE e a tabela de procedimentos do sistema de informação am-

bulatorial.

Sistema de Cadastramento de Usuários do SUS (CadSUS)

Sistema de cadastramento de usuários do Sistema Único de Saúde permite a

geração do Cartão Nacional de Saúde, que facilita a gestão do Sistema Único de

Saúde e contribui para o aumento da eficiência no atendimento direto ao usuário.

O cadastramento permite a construção de um banco de dados para diagnóstico,

avaliação, planejamento e programação das ações de saúde.

Benefícios:

• Usuários:  identificação imediata, rapidez no atendimento e marcação de

exames e consultas com menor burocracia;

• Gestores: apoio ao planejamento na determinação de prioridades das ações

de saúde; auxilio na otimização da distribuição de medicamentos adquiridos

pelo SUS;

• Profissionais de saúde: possibilidade de identificação imediata do usuário,

maior rapidez e qualidade no atendimento aos pacientes e facilidade na mar-

cação de consultas e exames.

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Funcionalidades:

• permite a integração a outros sistemas de informação;

• realiza o cadastramento de indivíduos e domicílios, sendo utilizado em pro-

gramas de agente comunitários de Saúde e Saúde da Família (Pacs, PSF) –

Cadsus Municipal (Domiciliar);

• captura dados de identificação individual somente de usuários. Sendo utiliza-

do em estabelecimentos de saúde que realizam Terapias Renais Substitutivas

(TRS) e outros tratamentos contínuos – Cadsus Simplificado;

• realiza a impressão de número de identificação provisório no ato do cadas-

tramento pela internet. Sendo utilizado por EAS (Estabelecimento de Saúde)

que possuem conectividade – Cadsus Web (Cadweb);

• permite que instituições que já possuem bases de dados próprias enviem os

seus cadastros realizando uma crítica prévia, para posteriormente realizar o

envio dos cadastros ao Datasus, por meio de mecanismo de transmissão in-

corporado à própria aplicação – Cadsus Crítica.

7. (2017/IBFC/EBSERH) O sistema de informação do SUS que permite a geração

do Cartão Nacional de Saúde, que facilita a gestão do Sistema Único de Saúde e

contribui para o aumento da eficiência no atendimento direto ao usuário é o:

a) CADSUS – Sistema de Cadastramento de usuários do SUS.

b) CNES – Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde.

c) SIPNASS – Sistema do Programa Nacional de Avaliação de Serviços de Saúde.

d) SIASUS – Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS.

e) GIL – Gerenciamento de Informações Locais.

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Letra a.

O CadSUS é o Sistema de Cadastramento de Usuários do Sistema Único de Saúde,

que permite a geração do Cartão Nacional de Saúde, que facilita a gestão do

Sistema Único de Saúde e contribui para o aumento da eficiência no atendimento

direto ao usuário.

8. (2017/PR-4 UFRJ/UFRJ) Ricardo é assistente em administração e atua na cen-

tral de acolhimento/triagem de um Hospital Universitário, sendo responsável pelo

cadastramento de usuários que não possuem o Cartão Nacional de Saúde. Ricardo

sabe que o Cartão Nacional de Saúde é um instrumento que possibilita a vinculação

dos procedimentos executados no âmbito do SUS ao usuário, ao profissional que os

realizou e também à unidade de saúde onde foram realizados. É necessária a cons-

trução de cadastros de usuários, de profissionais de saúde e de unidades de saúde.

A partir desses cadastros, os usuários do SUS e os profissionais de saúde recebem

um número nacional de identificação. O cadastramento de usuários do SUS no sis-

tema do Cartão Nacional de Saúde – CNS está contemplado entre as ações de:
a) regulação de sistemas de saúde.

b) regulação da atenção à saúde.

c) regulação do acesso à assistência.

d) controle social.

e) regulação da saúde suplementar.

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Letra b.

O cadastramento permite a construção de um banco de dados para diagnóstico,

avaliação, planejamento e programação das ações de saúde, facilitando, assim, a

regulação da atenção à saúde.

Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacio-

nados à Saúde – CID-10

A CID-10 foi conceituada para padronizar e catalogar as doenças e problemas

relacionados à saúde, tendo como referência a Nomenclatura Internacional de Do-

enças, estabelecida pela Organização Mundial de Saúde. Com base no compromis-

so assumido pelo Governo brasileiro, a organização dos arquivos em meio magné-

tico e sua implementação para disseminação eletrônica foi efetuada pelo Datasus,

possibilitando, assim, a implantação em todo o território nacional, nos registros de

morbidade hospitalar e ambulatorial, compatibilizando estes registros entre todos

os sistemas que lidam com morbidade.

Benefícios:

• permite que programas e sistemas possam referenciar, de forma padroniza-

da, as classificações;

• auxilia na busca de informação diagnóstica para finalidades gerais.

Funcionalidades:

• disponibiliza download e consulta dos arquivos contendo os códigos e descri-

ções utilizadas na CID-10 por meio da internet;

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• classifica morfologicamente neoplasias, exibe listas especiais de tabulação

para mortalidade e para morbidade, além de fornecer as definições e os re-

gulamentos da nomenclatura, por meio da lista tabular;

• apresenta manual de instruções e índice alfabético, em que notas sobre certi-

ficação médica, classificações em geral, tabulações e planejamento, facilitam

seu uso.

9. (IADES/2014/BAHIA) Com relação à CID-10, assinale a alternativa incorreta.

a) A CID-10 foi conceituada para padronizar e catalogar as doenças e problemas

relacionados à saúde, tendo como referência a Nomenclatura Internacional de Do-

enças, estabelecida pela Organização Mundial de Saúde.

b) A organização dos arquivos em meio magnético e sua implementação para dis-

seminação eletrônica possibilita a implantação em todo o território nacional, nos

registros de Morbidade Hospitalar e Ambulatorial, compatibilizando esses registros

entre todos os sistemas que lidam com morbidade.

c) Download e consulta dos arquivos contendo os códigos e descrições utilizadas

na CID-10 são disponibilizados por meio da internet.

d) A CID-10 classifica morfologicamente neoplasias, exibe listas especiais de ta-

bulação para mortalidade e para morbidade, além de fornecer as definições e os

regulamentos da nomenclatura, por meio da lista tabular.

e) A falta de um manual de instruções e de índice alfabético dificulta o seu uso e

inibe o acesso a notas sobre certificação médica, classificações em geral e tabu-

lações.

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Letra e.

Uma das características da CID-10 é apresentar manual de instruções e índice alfa-

bético, em que notas sobre certificação médica, classificações em geral, tabulações

e planejamento, facilitam seu uso.

Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (Cnes)

O Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (Cnes) visa ser a base para

operacionalizar os Sistemas de Informações em Saúde, sendo estes imprescindí-

veis para o gerenciamento eficaz e eficiente do SUS. 

Automatizar todo o processo de coleta de dados feita nos estados e municípios

sobre a capacidade física instalada, os serviços disponíveis e profissionais vincula-

dos aos estabelecimentos de saúde, equipes de saúde da família, subsidiando os

gestores (MS, SES, SMS etc.) com dados de abrangência nacional para efeito de

planejamento de ações em saúde. Dar transparência a sociedade, pelo site, de toda

a infraestrutura de serviços de saúde bem como a capacidade instalada existente

e disponível no país.

Ser, junto com o CNS, o principal elo entre todos os sistemas do SUS. 

O sistema coleta os seguintes dados:

• informações básicas gerais;

• endereçamento/localização;

• gestor responsável (SMS, SES etc.);

• atendimento prestado (internação, ambulatório etc.);

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• caracterização (natureza, esfera etc.);

• equipamentos (raio-X, tomógrafo, ultrassom etc.);

• serviços de apoio (Same, serviço Social, lavanderia etc.);

• serviços especializados (cardiologia, nefrologia, farmácia etc.);

• instalações físicas (leitos, salas etc.);

• profissionais (SUS, não SUS, CBO, carga horária etc.);

• equipes (ESF, PACS etc.);

• Cooperativa.

Benefícios:

• auxilia o planejamento em saúde, em todos os níveis do governo;

• disponibiliza informações de infraestrutura, tipo de atendimento prestado,

serviços especializados, leitos e profissionais de saúde existentes nos estabe-

lecimentos de saúde;

• o Cnes propicia ao gestor o conhecimento da realidade da rede assistencial

existente, sua potencialidade e capacidade instalada, visando auxiliar no pla-

nejamento em saúde, bem como dar maior visibilidade ao controle social a

ser exercido pela população;

• o Cnes foi criado em 1999 por meio da PT-SAS 376. O MS/SAS instituiu as

fichas de cadastro de estabelecimento e colocou em consulta pública;


• em 2000, por meio da PT-SAS 511, o MS/SAS, após término da consulta pública,
aprova e ratifica a ficha de cadastro de estabelecimento e seus respectivos ma-
nuais e determina ao Datasus a criação do banco de dados nacional de estabele-
cimentos de saúde. Seu público-alvo são os estabelecimentos públicos de saúde,
rede complementar e prestadores do SUS, sejam pessoas físicas ou jurídicas.

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Funcionalidades:
• recapacitação de todos os gestores estaduais e das capitais. Incorporação do
módulo de cadastramento de equipes de saúde da família;
• cadastramento de equipes do sistema penitenciário e módulo residência te-
rapêutica;
• otimização do processo de recebimento de bases dos gestores, bem como a
disponibilização dos dados na internet, com adequação ao sistema de trans-
missão de dados (transmissor) da coordenação;
• rotinas de manutenção do cadastro de estabelecimentos de saúde, do ca-
dastro de profissionais, do cadastro de mantenedoras e no de equipes; de
realização de advertências e consistência da base de dados; de importação/
exportação de base de dados; de manutenção de emissão de relatórios ope-
racionais, gerenciais, estatísticos e de equipes; de manutenção da funcionali-
dade da documentação e configuração do sistema; de manutenção da funcio-
nalidade de atualização de bases a partir de arquivos disponíveis no site Cnes
e importação de bases a partir da base nacional;
• rotinas de manutenção da funcionalidade da cópia de segurança/restauração
e cadastro de usuários e;
• rotinas de manutenção da funcionalidade do fechamento da competência,
consulta de histórico da base de dados, geração de arquivos TXT SIA/Sihd,
Siab e geração de arquivo tipo XML.

Seu cadastro serve como base para os seguintes sistemas:

• sistema de informação ambulatorial;

• sistema de informação hospitalar;

• cartão nacional de saúde;

• sistema de informação de regulação;

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• sistema de informação da programação pactuada e integrada;

• sistema de informações da Anvisa;

• sistema de informações da ANS;

• Gerenciador de Informações Locais (GIL).

10. (2016/FUNCAB/EMSERH) O Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde –

CNES é um dos sistemas de informação do SUS que possibilita acessar dados acerca

da(o):

a) quantidade de internações hospitalares.

b) valor dos procedimentos ambulatoriais.

c) quantidade de leitos de um hospital.

d) total de procedimento de alta complexidade.

e) valor dos procedimentos hospitalares.

Letra c.

Um dos benefícios do Cnes é disponibilizar informações de infraestrutura, tipo de

atendimento prestado, serviços especializados, leitos e profissionais de saúde

existentes nos estabelecimentos de saúde.

11. (2017/IDECAN/INCA) Estabelecimentos de saúde devem ter seus dados cadas-

trados junto ao “Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde” (CNES). Para

isso, as inserções dos dados devem ser feitas nos seguintes casos:

I – A partir de estabelecimentos de saúde que não sejam integrantes do SUS.

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II – Por estabelecimentos de saúde gerenciados diretamente pelo Ministério da

Educação, ou pelos órgãos e empresas vinculadas a este.

III – Por estabelecimentos gerenciados diretamente pelo Ministério da Saúde.

Está(ão) correta(s) a(s) alternativa(s)

a) I, II e III.

b) III, apenas.

c) I e II, apenas.

d) II e III, apenas.

Letra a.

Apesar do item I causar um certo estranhamento, o Cnes é um cadastro que tem

como público-alvo os estabelecimentos públicos de saúde, rede complementar e

prestadores do SUS, sejam pessoas físicas ou jurídicas.

Repositório de Tabelas

Ferramenta para o gerenciamento unificado das tabelas de domínio do Sistema Úni-

co de Saúde, fornecendo um ambiente que permite a gestão e a disponibilização das

tabelas corporativas gerenciadas ou utilizadas nos sistemas de informação do Ministério

da Saúde, garantindo ao usuário final dessas tabelas o acesso fácil às suas versões.

Benefícios:

• garantia de controle de versões e a qualidade da informação das tabelas ge-

renciadas pelo Ministério da Saúde ou utilizadas nos sistemas de informação

desenvolvidos por ele e que sejam públicas, por meio de mecanismos seguros

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de administração e gestão via WEB;

• preservação do histórico de modificação das tabelas, permitindo a recupera-

ção da informação vigente em qualquer período;

• minimiza a duplicação de trabalho e redundâncias nos sistemas, diminuindo

a variedade de representação das mesmas informações, oferecendo um local

único para sua obtenção.

Funcionalidades:

• gestão das tabelas em ambiente WEB;

• oferece a facilidade de notificação automática aos sistemas e usuários das

atualizações ocorridas nas tabelas;

• oferece uma ferramenta que permite automatizar o processo de obtenção das

tabelas, adequando-as às necessidades do usuário;

• permite a consulta e o recebimento das tabelas corporativas via WEB, nos

formatos mais utilizados (XML, SQL, DBF, CSV, CNV)

Sistemas de Informação Epidemiológicos

São aplicativos cujo objetivo fundamental é possibilitar aos gestores envolvidos

na gestão e avaliação do risco relativo à ocorrência de surtos ou epidemias na po-

pulação, ou no controle e prevenção de doenças.

O Siab – Sistema de Informação da Atenção Básica foi implantado para o acom-

panhamento das ações e dos resultados das atividades realizadas pelas equipes do

Programa Saúde da Família – PSF. 

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O Siab foi desenvolvido como instrumento gerencial dos Sistemas Locais de

Saúde e incorporou em sua formulação conceitos como território, problema e res-

ponsabilidade sanitária, completamente inserido no contexto de reorganização do

SUS no país.

Atualmente, o Siab foi substituído pelo Sisab, que é alimentado pelo E-SUS.

O PNI – Programa Nacional de Imunizações permite o gerenciamento do pro-

cesso de vacinação a partir do registro dos imunos aplicados e do quantitativo po-

pulacional vacinado, que são agregados por faixa etária, em determinado período

de tempo, em uma área geográfica. Possibilita também o controle do estoque de

imunos necessário aos administradores que têm a incumbência de programar sua

aquisição e distribuição.

O Siscam – Sistema de Informações do Câncer da Mulher objetiva dar suporte

ao controle de mortalidade por câncer do colo do útero no Brasil. Registra os dados

de identificação da mulher e os laudos dos exames citopatológicos e histopatoló-

gicos. A agregação desses dados coletados permitiu a construção de uma base de

dados que se destaca como um importante instrumento de avaliação e monitora-

mento do processo evolutivo da doença no país. 

O Hiperdia – Sistema de Cadastramento e Acompanhamento de Hipertensos

e Diabéticos destina-se ao cadastramento e acompanhamento de portadores de

hipertensão arterial e/ou diabetes mellitus atendidos na rede ambulatorial do Sis-

tema Único de Saúde – SUS, permitindo gerar informação para aquisição, dispen-

sação e distribuição de medicamentos de forma regular e sistemática a todos os

pacientes cadastrados.

O Sisprenatal – Sistema de Acompanhamento da Gestante visa ao acompanha-

mento adequado das gestantes inseridas no Programa de Humanização no Pré-Na-

tal e Nascimento (PHPN), do Sistema Único de Saúde. Apresenta o elenco mínimo

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de procedimentos para uma assistência pré-natal adequada, ampliando esforços no

sentido de reduzir as altas taxas de morbimortalidade materna, perinatal e neonatal.

Sistema de Informação de Atenção Básica (Siab)

O Sistema de Informação da Atenção Básica foi implantado para o acompa-

nhamento das ações e dos resultados das atividades realizadas pelas equipes do

Programa Saúde da Família. O Siab foi desenvolvido como instrumento gerencial

dos Sistemas Locais de Saúde e incorporou em sua formulação conceitos como ter-

ritório, problema e responsabilidade sanitária.

Por meio dele são obtidas informações sobre cadastros de famílias, condições

de moradia e saneamento, situação de saúde, produção e composição das equipes

de saúde. Principal instrumento de monitoramento das ações do Programa Saúde

da Família, tem sua gestão na Coordenação de Acompanhamento e Avaliação do

Departamento de Atenção Básica SAS.

Benefícios:

• microespacialização de problemas de saúde e de avaliação de intervenções;

• utilização mais ágil e oportuna da informação;

• produção de indicadores capazes de cobrir todo o ciclo de organização das

ações de saúde;

• consolidação progressiva da informação partindo de níveis menos agregados

para mais agregados.

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Funcionalidades:

• cadastros de famílias;

• condições de moradia e saneamento;

• situação de saúde;

• produção e marcadores;

• composição das Equipes de Saúde da Família e Agentes Comunitários de Saúde.

Sistema de Informação em Saúde da Atenção Básica (Sisab)

O e-SUS Atenção Básica (e-SUS AB) é uma estratégia do Ministério da Saúde

por meio do Departamento de Atenção Básica (DAB) para reestruturar as informa-

ções da atenção primária à saúde (APS), modernizando sua plataforma tecnológica

com o objetivo de informatizar as unidades básicas de saúde, oferecer ferramentas

para ampliar o cuidado e melhorar o acompanhamento da gestão

Dentre as principais premissas do e-SUS, destacam-se:

• reduzir o retrabalho de coleta dados;

• individualização do registro;

• produção de informação integrada;

• cuidado centrado no indivíduo, na família e na comunidade e no território;

• desenvolvimento orientado pelas demandas do usuário da saúde.

A partir da implementação dessa estratégia, o Sistema de Informações da

Atenção Básica (Siab) foi substituído gradativamente por um novo sistema

de informação, o Sisab – Sistema de Informação em Saúde da Atenção Bá-

sica. A partir do Sisab, outros sistemas com dados originados na atenção primária

seriam alimentados automaticamente (DATASUS, 2017).

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12. (2016/FAUEL/CISMEPAR-PR) O Departamento de Atenção Básica (DAB) da Se-

cretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde assumiu o compromisso de

reestruturar o Sistema de Informação da Atenção Básica (Siab), com o objetivo de

melhorar a qualidade da informação em saúde e de otimizar o uso dessas infor-

mações pelos gestores, profissionais de saúde e cidadãos. A essa reestruturação,

deu-se o nome de Estratégia e-SUS Atenção Básica (e-SUS AB). Sobre o e-SUS AB,

assinale a alternativa correta.

a) Conta com dois sistemas de software para a captação de dados, sendo eles: o

sistema com Coleta de Dados Simplificada (CDS) e o sistema com Prontuário Ele-

trônico do Cidadão (PEC), os quais alimentam o novo Sistema de Informação em

Saúde para a Atenção Básica (Sisab), que substitui o Siab.

b) As equipes dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (Nasf), equipe de Consul-

tório na Rua (CnaR), equipes de Atenção Domiciliar (AD), assim como as ações

realizadas no âmbito do Programa Saúde na Escola (PSE), no Programa Academia

da Saúde e desenvolvidas pelas equipes de Saúde no Sistema Prisional (eSP), não

são programas que fazem parte do novo sistema e-SUS AB.

c) A Coleta de Dados Simplificada (CDS) é um dos componentes da estratégia

e-SUS AB, que tem como objetivo ser um programa de digitação de fichas que con-

tém dados coletados em cadastros, visitas domiciliares, atendimentos e atividades

desenvolvidas nas UBS pelas equipes de AB. A CDS é composta por doze fichas

para o registro de informações, divididas em três blocos.

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d) O ponto de partida do e-SUS AB é o registro das informações em saúde de

forma coletiva, permitindo o acompanhamento do histórico de atendimentos de

cada usuário, assim como da produção de todo profissional da AB. Outro ponto

importante é a integração dos diversos sistemas de informação oficiais existentes

na Atenção Básica, reduzindo a necessidade de registrar informações similares em

mais de um instrumento.

Letra a.

A estratégia e-SUS AB busca reestruturar e integrar as informações da Atenção Bá-

sica em nível nacional. O objetivo é reduzir a carga de trabalho na coleta, inserção,

gestão e uso da informação na AB, permitindo que a coleta de dados esteja inserida

nas atividades já desenvolvidas pelos profissionais. Por meio do e-SUS AB, a rede

de serviço que compõe a Atenção Básica alimentará o Sistema de Informação em

Saúde para a Atenção Básica (Sisab), que substitui o Sistema de Informação da

Atenção Básica (Siab) (BRASIL, 2017).

Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI)

O SI-PNI é um sistema desenvolvido para possibilitar aos gestores envolvidos

no Programa Nacional de Imunização, a avaliação dinâmica do risco quanto à ocor-

rência de surtos ou epidemias, a partir do registro dos imunobiológicos aplicados

e do quantitativo populacional vacinado, agregados por faixa etária, período de

tempo e área geográfica.

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Possibilita também o controle do estoque de imunobiológicos necessário aos


administradores que têm a incumbência de programar sua aquisição e distribuição.
Controla as indicações de aplicação de vacinas de imunobiológicos especiais
e seus eventos adversos, dentro dos Centros de Referências em Imunobiológicos
Especiais.
Benefícios:
• registra, por faixa etária, as doses de imunobiológicos aplicadas e calcula a
cobertura vacinal;
• fornece informações sobre rotina e campanhas, taxa de abandono e envio de
boletins de imunização;
• gerencia os atendimentos, o estoque e a distribuição dos imunobiológicos;
• possibilita o controle das perdas físicas e técnicas de vacinas em todas as
instâncias;
• identifica as reações que estão ocorrendo pós vacinação, notificando os even-
tos adversos observados nos usuários vacinados;
• identifica de forma individualizada os usuários que receberam atendimento
nos Centros de Referências de Imunobiológicos Especiais;
• possibilita a padronização do perfil de avaliação.

Funcionalidades:
• avaliação do programa de imunizações;
• estoque e distribuição de imunobiológicos;
• eventos adversos pós-vacinação;
• programa de avaliação do instrumento de supervisão;
• apuração dos imunobiológicos utilizados;
• sistema de informações dos Centros de Referência em Imunobiológicos Es-

peciais.

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Sistema de Informação do Câncer (Siscan)

Sistema de Informação do Câncer do Colo do Útero e Sistema de Infor-

mação do Câncer e Mama (Siscolo/Sismama)

Sistema informatizado de entrada de dados desenvolvido pelo Datasus em

parceria com o Inca, para auxiliar a estruturação do Viva Mulher (Programa Na-

cional de Controle do Câncer do Colo do Útero e de Mama). Coleta e processa

informações sobre identificação de pacientes e laudos de exames citopatoló-

gicos e histopatológicos, fornecendo dados para o monitoramento externo da

qualidade dos exames, e assim orientando os gerentes estaduais do programa

sobre a qualidade dos laboratórios responsáveis pela leitura dos exames no

município.

O Siscam também é fundamental para a conferência dos valores de exames

pagos em relação aos dados dos exames apresentados.

Benefícios:

• obtém informações diversas dos exames realizados;

• auxilia a conferência dos valores de exames pagos em relação aos dados dos

exames apresentados;

• apoia a rede de gerenciamento no acompanhamento da evolução do pro-

grama;

• dissemina informações em saúde para gestão e controle social do SUS bem

como para apoio à pesquisa em saúde.

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Funcionalidades:

• atua na manutenção das bases nacionais do Sistema de Informações de Saúde;

• oferece consulta para a elaboração de sistemas do planejamento, controle e

operação do SUS;

• emite laudo de exames citopatológicos e histopatológicos;

• gera relatórios de produção laboratorial por período desejado.

13. (2015/INSTITUTO AOCP/EBSERH) Qual é o atual sistema de informação que

integra os sistemas de informação do câncer do colo do útero e do câncer de mama?

a) SISCOLO.

b) SISMAMA.

c) SISCAN.

d) SISCOLOMAMA.

e) SISCOMA.

Letra c.

Em março de 2011, foi lançado, em Manaus, pela presidente Dilma Rousseff, o Pla-

no de Fortalecimento das Ações de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer

do Colo do Útero e de Mama. A melhoria dos sistemas de informação e vigilância do

câncer faz parte de um dos eixos de ação desse plano, o que possibilitou o desenvol-

vimento do Sistema de Informação do Câncer (Siscan), sistema de informações que

integra e substitui os sistemas oficiais de informação dos Programas Nacionais de

Controle do Câncer do Colo do Útero e de Mama (Siscolo e Sismama) (BRASIL, 2013)

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14. (2017/IDECAN/INCA) Um dos principais instrumentos que auxiliam a consoli-

dação das ações de um programa de controle de câncer é a utilização de um siste-

ma informatizado para gerenciamento das informações oriundas das unidades de

saúde. Nesse contexto, assinale a alternativa que aborda dois programas com essa

finalidade.

a) SIOPS e DataSUS.

b) SI-PNI e SISCOLO.

c) SISMAMA e SISCOLO.

d) Instituto Nacional de Tecnologia em Saúde e SIOPS.

Letra c.

Siscolo/Sismama: Sistema de Informação do Câncer do Colo do Útero e Sistema

de Informação do Câncer de Mama são sistemas informatizados de entrada de

dados desenvolvidos pelo Datasus em parceria com o Inca, para auxiliar a estrutu-

ração do Viva Mulher (Programa Nacional de Controle do Câncer do Colo do Útero

e de Mama). Coletam e processam informações sobre identificação de pacientes

e laudos de exames citopatológicos e histopatológicos, fornecendo dados para o

monitoramento externo da qualidade dos exames, e assim orientando os gerentes

estaduais do Programa sobre a qualidade dos laboratórios responsáveis pela leitura

dos exames no município (BRASIL,2013).

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15. (2014/COSEAC/UFF) O Sistema de Informação do Câncer (SISCAN) é a versão

numa plataforma web que integra os Sistemas de Informação do Câncer de Colo

do Útero (SISCOLO) e do Câncer de Mama (SISMAMA), implantada em 2012, que

tem o objetivo de:

a) garantir o cumprimento dos prazos máximos para início do tratamento nos no-

vos casos de câncer.

b) aumentar a rede de atendimento de pacientes com câncer no SUS.

c) padronizar o tratamento desses cânceres na rede de atenção oncológica do SUS.

d) fortalecer as ações de prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer do colo

do útero e de mama.

e) padronizar o tratamento de todos os cânceres na rede de atenção oncológica do SUS.

Letra a.

Os sistemas lançados em 2011 têm por objetivo a operacionalização do Plano de

Fortalecimento das Ações de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer do

Colo do Útero e de Mama.

16. (2015/INSTITUTO AOCP) Para o aprimoramento dos programas de rastrea-

mento e diagnóstico precoce do câncer de colo de útero e mama, é fundamental

a estruturação de um sistema de informação que possibilite o diálogo entre os

diversos serviços. O sistema que consiste em uma plataforma web que integra os

Sistemas de Informação do Câncer do Colo do Útero (Siscolo) e do Câncer de Mama

(Sismama) é denominado

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a) Sistema de Informação do Câncer (SISCAN).

b) Sistema Integrado do Câncer (SICAN).

c) Sistema Anual do Câncer (SISACAN).

d) Sistema Federal do Câncer (SIFCAN).

e) Sistema Público do Câncer (SIPCAN).

Letra a.

O Siscan – Sistema de Informação do Câncer consiste em uma plataforma web que

integra os Sistemas de Informação do Câncer do Colo do Útero (Siscolo) e do Cân-

cer de Mama (Sismama).

Sistema de Cadastramento e Acompanhamento de Hipertensos e

Diabéticos (Hiperdia)

O Hiperdia destina-se ao cadastramento e acompanhamento de portadores de

hipertensão arterial e/ou diabetes mellitus atendidos na rede ambulatorial do Sis-

tema Único de Saúde – SUS, permitindo gerar informação para aquisição, dispen-

sação e distribuição de medicamentos de forma regular e sistemática a todos os

pacientes cadastrados. O sistema envia dados para o Cartão Nacional de Saúde,

funcionalidade que garante a identificação única do usuário do Sistema Único de

Saúde – SUS.

Benefícios:

• orienta os gestores públicos na adoção de estratégias de intervenção;

• permite conhecer o perfil epidemiológico da hipertensão arterial e do diabetes

mellitus na população.

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Funcionalidades:

• cadastra e acompanha a situação dos portadores de hipertensão arterial e/ou

diabetes mellitus em todo o país;

• gera informações fundamentais para os gerentes locais, gestores das secre-

tarias e Ministério da Saúde;

• disponibiliza informações de acesso público com exceção da identificação do

portador;

• envia dados ao Cadsus.

17. (2009/FCC/TRT-7ª REGIÃO/CE) As doenças do aparelho circulatório repre-

sentam um importante problema de saúde pública no nosso país. Com o propósito

de reduzir a morbimortalidade associada a essas doenças, o MS instituiu por meio

da Política Nacional de Medicamentos as diretrizes da Assistência Farmacêutica,

preconizando que alguns medicamentos essenciais sejam disponibilizados no sis-

tema de saúde, como Hidroclorotiazida, Propranolol, Glibenclamida, Metformina.

Considerando especificamente as ações e indicações farmacológicas, esses me-

dicamentos podem ser utilizados por pacientes inscritos no programa de saúde

denominado

a) PASC.

b) PACS.

c) PAISM.

d) HIPERDIA.

e) PNSI.

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Letra d.

O Hiperdia destina-se ao cadastramento e acompanhamento de portadores de hi-

pertensão arterial e/ou diabetes mellitus atendidos na rede ambulatorial do Sistema

Único de Saúde – SUS, permitindo gerar informação para aquisição, dispensação e

distribuição de medicamentos de forma regular e sistemática a todos os pacientes

cadastrados. Os medicamentos listados na questão são utilizados por usuários ca-

dastrados nesse sistema.

18. (2013/CONPASS/PREFEITURA DE CARNAÍBA-PE) Assinale qual dos Programas

fornece gratuitamente os medicamentos para os pacientes hipertensos e diabéticos

cadastrados?

a) Tuberculose

b) Hanseníase

c) HIPERDIA

d) DST/AIDS

e) Pré-Natal

Letra c.

O Hiperdia destina-se ao cadastramento e acompanhamento de portadores de hi-

pertensão arterial e/ou diabetes mellitus atendidos na rede ambulatorial do Sistema

Único de Saúde – SUS, permitindo gerar informação para aquisição, dispensação e

distribuição de medicamentos de forma regular e sistemática a todos os pacientes

cadastrados.

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19. (2013/CONPASS/PREFEITURA DE QUIXABÁ-PE) São Programas destinados ao

controle de doenças infecciosas, exceto:

a) Programa de Controle da Hanseníase

b) Programa de Tuberculose

c) Programa HIPERDIA

d) Programa de DST/AIDS

e) Programa da Dengue

Letra c.

O programa Hiperdia é destinado ao controle das doenças crônicas diabetes e hi-

pertensão.

Sistema de Acompanhamento da Gestante (SisPreNatal)

O SisPreNatal é um software desenvolvido para acompanhamento adequado

das gestantes inseridas no Programa de Humanização no Pré-Natal e Nascimento

(PHPN), do Sistema Único de Saúde. Apresenta o elenco mínimo de procedimentos

para uma assistência pré-natal adequada, ampliando esforços no sentido de reduzir

as altas taxas de morbimortalidade materna, perinatal e neonatal.

O SisPreNatal já atendeu mais de 3.000.000 de gestantes em todo o Brasil e

está presente em mais de 5.000 municípios.

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Benefícios:

• fornece informações fundamentais para planejamento, acompanhamento e

avaliação das ações desenvolvidas, por meio do Programa de Humanização

no Pré-Natal e Nascimento;

• melhora o acesso, cobertura e qualidade do acompanhamento pré-natal;

• permite o repasse do incentivo financeiro aos municípios.

Funcionalidades:

• monitora e avalia as ações programáticas;

• cadastra dados diversos sobre os procedimentos envolvidos na assistência

pré-natal, desde a primeira consulta, exames, vacina antitetânica, acompa-

nhamentos e consulta de puerpério;

• permite acompanhamento de gestação de alto risco;

• gera relatório de indicadores, e cerca de 40 relatórios de acompanhamento;

• disponibiliza registro diário dos atendimentos às gestantes;

• gera fatura para o SIA-SUS, para posterior pagamento extrateto (cadastro e

conclusão);

• disponibiliza numeração para acompanhamento da gestação e geração de

incentivo de parto no SIH-SUS.

20. (QUESTÃO INÉDITA/2018) Em relação ao Programa de Humanização no

Pré-natal e Nascimento PHPN, julgue o item a seguir:

O Sisprenatal é um sistema informatizado que possibilita o monitoramento do PHPN

pelos gestores do Sistema Único de Saúde (SUS), a partir do acompanhamento de

cada gestante.

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Certo.
O SisPreNatal é um software desenvolvido para acompanhamento adequado das
gestantes inseridas no Programa de Humanização no Pré-Natal e Nascimento
(PHPN), do Sistema Único de Saúde.

Sistemas de Informação Financeiros

Os aplicativos financeiros desenvolvidos pelo Datasus têm como finalidade


apoiar o SUS no controle dos orçamentos públicos em saúde (Siops) e dos paga-
mentos aos prestadores de serviços que realizaram procedimentos ambulatoriais e
hospitalares em determinado período para os estados e municípios (SGIF). 

Sistema de Informações sobre Orçamento Público em Saúde (Siops)

Siops é um sistema disponibilizado pela internet que tem por objetivo apurar
as receitas totais e os gastos em ações e serviços públicos de saúde. Foi institucio-
nalizado no âmbito do Ministério da Saúde, com a publicação da Portaria Conjunta
MS/Procuradoria-Geral da República n. 1.163, de 11 de outubro de 2000, poste-
riormente retificada pela Portaria Interministerial n. 446, de 16 de março de 2004.
Atualmente, o Siops é coordenado pela Área de Economia da Saúde e Desenvolvi-
mento – Aesd, da secretaria executiva. 
O preenchimento de dados do Siops tem natureza declaratória e busca man-
ter compatibilidade com as informações contábeis, geradas e mantidas pelos esta-
dos e municípios, e conformidade com a codificação de classificação de receitas e

despesas, definidos em portarias, pela Secretaria do Tesouro Nacional/MF.

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As informações coletadas pelo Siops são provenientes do setor responsável pela

contabilidade do ente federado, podendo-se utilizar para o preenchimento do Siops

os dados contábeis ou as informações dos relatórios e demonstrativos de execução

orçamentária e financeira dos governos estaduais e municipais. Tais informações

são inseridas no sistema e transmitidas eletronicamente, por meio da internet,

para o banco de dados do Datasus/MS, gerando indicadores, de forma automática,

a partir das informações declaradas pelos entes federados.

Benefícios:

• propiciam insumos para a melhoria da gestão, diagnósticos do setor e formu-

lação de políticas públicas;

• municia a sociedade civil e os conselhos de saúde para o exercício do controle

sobre a gestão pública, ao disponibilizar os dados à população.

Funcionalidades:

• disponibiliza a consulta sobre as receitas totais e despesas com ações e ser-

viços públicos de saúde por meio da internet;

• facilita aos Conselhos de Saúde, a transparência sobre a aplicação dos recur-

sos públicos do setor;

• consolida as informações sobre gastos em saúde no país, proporcionando a

toda a população o conhecimento sobre quanto cada unidade político-admi-

nistrativa do país tem aplicado na área.

21. (2015/FUNCAB/SES-MG) O banco de dados cujo objetivo é coletar informações

sobre as receitas totais e despesas com ações e serviços públicos de saúde das três

esferas de governo denomina-se:

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a) SIGSS.

b) SIOPS.

c) SIHOS.

d) SIABS.

Letra b.

Uma das funcionalidades do Siops é consolidar as informações sobre gastos em

saúde no país, proporcionando a toda a população o conhecimento sobre quanto

cada unidade político-administrativa do país tem aplicado na área.

Sistema de Gestão de Informações Financeiras do SUS (Sgif)

O Sgif é um instrumento de gestão direcionado aos gestores federal, estadual e

municipal, que facilita o controle de todos os desembolsos referentes à parcela do

orçamento que visa financiar as ações e serviços em saúde. No que se refere aos

atendimentos ambulatoriais e hospitalares, viabiliza a emissão de diversos relató-

rios, geração da DIRF com o seu respectivo demonstrativo de imposto de renda etc.

O sistema mantém atualizadas as informações cadastrais dos prestadores de

serviços do SUS por meio da importação dos dados constantes do Cnes. Com a

atualização cadastral e a importação do faturamento/produção, realizados pelos

prestadores nos procedimentos ambulatoriais e hospitalares, realiza-se no Sgif os

descontos bancários, de pensionistas, judiciais, tributários e outros que darão en-

sejo à geração das listas de credores, que dão origem as remessas bancárias pagas

diretamente aos prestadores e estabelecimentos.

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Benefícios:

• importação dos fornecedores de órtese e prótese;

• importação de Terceiros Brasil. Módulo DIRF;

• geração de arquivo para envio a Previdência Social;

• importação de Prestadores Rejeitados do Movimento AIH/SIA;

• redirecionamento de crédito e;

• inicialização do servidor Sgif como serviço do Windows.

Funcionalidades:

• finalização e implantação do módulo orçamentário;

• implantação do sistema em todos os estados e municípios do Brasil.

Sistema de Gerenciamento Financeiro (Sisgerf)

O Ministério da Saúde decidiu desenvolver o Sistema de Gerenciamento Finan-

ceiro do SUS (Sistema Único de Saúde), ou simplesmente Sisgerf. Esse sistema

deverá consolidar as funcionalidades existentes no departamento da SAS, na ge-

rência responsável pelos repasses de verbas federais aos estados e municípios,

pagamentos de Campanhas/FAECs aos estados e municípios, créditos pagos dire-

tamente aos HU-MEC e pagamentos de ações judiciais (referentes às diferenças de

valores de procedimentos na conversão do URV para o Real em1994).

Devido às necessidades da Conjur – Ministério da Saúde, foi solicitada a criação

de um meio que disponibilizasse a informação de produção SIA/SIH, dado um CNPJ

ou CPF e um período que inicia em julho de 1994. O site também informa sobre os

procedimentos que são válidos para processos, pois estavam na tabela de 07/1994,

e o valor total da produção.

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Benefícios:
• capacitação do usuário nos módulos dos sistemas;
• remodelagem dos bancos de dados Firebird e Oracle;
• controlador e autorizador das versões do sistema, além de controle de acesso;
• implantação dos módulos do teto financeiro, Faec, autorização de pagamen-
tos e interface com CPA.

Funcionalidades:
• criação de relatórios administrativos – Faec;
• criação e implantação de módulo de incentivos;
• criação de relatório de procedimentos por período – Site Conjur. Criação de
nova interface com SIA/SIH – Tabela Unificada. Migração de todos os módulos
para o novo banco Oracle, integrado ao SIA/SIH, Cnes;
• implantação de auditoria em todos os módulos. Implantação de controle de
acesso aos usuários em todos os módulos;
• criação de interface com Fundo Nacional de Saúde (Sisgerf x Fundo a Fundo).

Sistemas de Informação Hospitalares

Sistema Integrado de Informatização de Ambiente Hospitalar (Hospub)

É um sistema on-line e multiusuário, desenvolvido em um ambiente operacional


de banco de dados relacional, que tem por objetivo suprir as necessidades dos diver-
sos setores/serviços existentes em uma unidade hospitalar, para atendimento secun-
dário e/ou terciário. Além disso, é uma ferramenta eficaz para prestar informações
que possam subsidiar os diferentes níveis hierárquicos que compõem o SUS, seja no

processo de planejamento, de operação ou de controle das ações em saúde. 

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Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH-SUS)

Processa informações para efetuar o pagamento dos serviços hospitalares pres-


tados pelo SUS, por meio da captação de dados em disquete das Autorizações de
Internação Hospitalar – AIH, relativas a mais de 1.300.000 internações/mês.

Sistema de Gerenciamento em Serviços de Hemoterapia (Hemovida)

Tem como objetivo informatizar todo o ciclo de doação de sangue, desde a cap-
tação até a distribuição do material, controlando cada etapa do processo. Permite
aos diversos gestores nas esferas federal, estadual e municipal, o pleno acesso aos
dados indispensáveis à tomada de decisões quanto ao gerenciamento em todo o
processo do sangue na Hemorede. 

Sistema de Informações Hospitalares Descentralizado (Sihd)

Sistema de gerenciamento dos atendimentos hospitalares, utilizada pelas secretarias


municipais e estaduais de saúde, seus distritos e regionais, possibilita aos gestores locais
autonomia para fazerem o processamento e a gestão das informações de internação.

Sistema de Gerenciamento e Produção de Bancos de Leite Huma-


no (BLHWeb)

Objetiva dinamizar o planejamento, a gestão e os processos de trabalho na Rede


BLH (Banco de Leite Humano), respondendo à demanda da Política Nacional de Alei-
tamento Materno do Ministério da Saúde e possibilitando um acesso amplo a todos

que necessitem obter informações sobre os produtos e processos relacionados. 

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Sistema Gerador do Movimento das Unidades Hospitalares (Sisaih)

Sistema descentralizado, utilizado mensalmente pelas unidades hospitalares


para transcrição dos dados das autorizações de internações hospitalares e envio
dos dados às secretarias de saúde. 

Comunicação de Internação Hospitalar (CIH)

Objetiva possibilitar, ao Ministério da Saúde, acompanhar, planejar e monitorar


as internações em todas as unidades hospitalares do país, públicas e privadas, in-
tegrantes ou não do SUS, em âmbito nacional. Em particular, é utilizado pela Agên-
cia Nacional de Saúde Suplementar, para monitorar a rede assistencial informada
pelas operadoras de planos de saúde. É um sistema de grande relevância para a
sistematização de planos de cuidado em saúde. Amplia o processo de planejamento
e regulação da assistência à saúde permitindo um conhecimento mais abrangente,
amplo e profundo dos perfis nosológico e epidemiológico da população brasileira.

Sistema Integrado de Informatização de Ambiente Hospitalar (Hospub)

Sistema on-line e multiusuário, desenvolvido em ambiente operacional de ban-


co de dados relacional, com o objetivo de prestar informações que possam subsi-
diar a gerência do estabelecimento hospitalar. Seja no processo de planejamento,
de operação ou de controle das ações em saúde, o Hospub caracteriza-se pela
automatização e integração das principais atividades operacionais executadas nas
Unidades de Saúde por meio da utilização de seus subsistemas. São eles: Arquivo
Médico (Same), Administração, Ambulatório, Centro Cirúrgico, Emergência, Infor-
mações, Internação, Material (almoxarifado, farmácia), Perinatal e Serviços de

Diagnose e Terapia. 

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Benefícios:
• disponibiliza dados de identificação e de atendimento ao paciente a partir da
leitura/entrada das informações do Cartão Nacional de Saúde;
• permite a pesquisa por nome (fonética) e a visualização da tabela de CID-
10, de acordo com a sua organização, facilitando aos profissionais médicos a
classificação e codificação dos diagnósticos;
• gerencia as informações geradas pelos setores da unidade de saúde;
• permite a integração em diversos “subsistemas”;
• emite relatórios gerenciais diversos.

Funcionalidades:
• possibilita a criação do Cadastro Único de Pacientes dentro da unidade de
saúde;
• coleta dados relativos ao atendimento nos diversos setores da unidade hos-
pitalar;
• permite a utilização do Cartão Nacional de Saúde de forma a agilizar o aten-
dimento;
• emite faturamento de forma mais fácil e confiável;
• obtém informações para gerenciamento, visando à melhoria do funcionamen-
to da unidade hospitalar.

Sistema de Informações Hospitalares do SUS (Sihsus)

Criado em agosto de 1981, em Curitiba, substituindo em 1982 o sistema GIH


(Guia de Internação Hospitalar), o popularmente conhecido “Sistema AIH” passou
por várias plataformas em mainframes Unisys e ABC-BULL, na fase de processa-
mento centralizado. 

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Foi o primeiro sistema do Datasus a ter captação implementada em micro-

computadores (AIH em disquete – 1992) e descentralizada nos próprios usuários,

encerrando a era dos polos de digitação. O processamento das AIHs continuou cen-

tralizado até ser descentralizado para os Gestores de Secretaria de Saúde em abril

de 2006, usando plataforma Windows, SGBD Firebird e Linguagem de programação

Delphi – que é o estado em que se encontra atualmente. 

A finalidade do AIH (Sistema Sihsus) é registrar todos os atendimen-

tos provenientes de internações hospitalares que foram financiadas pelo

SUS, e a partir deste processamento, gerar relatórios para que os gestores

possam fazer os pagamentos dos estabelecimentos de saúde. Além disso,

o nível Federal recebe mensalmente uma base de dados de todas as internações

autorizadas (aprovadas ou não para pagamento) para que possam ser repassados

às secretarias de saúde os valores de produção de média e alta complexidade, além

dos valores de Cnrac, Faec e de hospitais universitários – em suas variadas formas

de contrato de gestão.

Benefícios: treinamento das SES, tendo em vista a implantação da tabela uni-

ficada de procedimentos – realizados em conjunto com a SAS/DRAC/CGSI e da

equipe de atendimento – realizado internamente pelo Datasus-RJ.

Integração com sistemas do Datasus:

• documentos de autorização AIH e Apac estão usando o mesmo critério de

numeração do aplicativo sistema autorizador; 

• aplicativos Sihd, Siasus e FPO – integrados em termos de regras de negócio

(portarias a vigorar a partir de qual competência) com o aplicativo Cnes – fa-

zendo exigência de “versão mínima” do aplicativo Cnes local a cada mês de

vigência das regras; 

• aplicativo Sihd gerando localmente o arquivo reduzido para o Tabwin.

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22. (2016/FUNCAB/EMSERH) Assinale a alternativa que corresponde ao sistema de

saúde do SUS que possibilita a apresentação e o processamento mensal das AlHs

dos estabelecimentos de saúde públicos, conveniados e contratados.

a) Sistema de Gestão Financeira.

b) Sistema de Apoio à Construção da Gestão.

c) Sistema de Informações Ambulatoriais.

d) Sistema de Informação de Atenção Básica.

e) Sistema de Informações Hospitalares.

Letra e.

A finalidade do AIH (Sistema Sihsus) é registrar todos os atendimentos prove-

nientes de internações hospitalares que foram financiadas pelo SUS. Além disso,

o nível federal recebe mensalmente uma base de dados de todas as internações

autorizadas (aprovadas ou não para pagamento) para que possam ser repassados

às secretarias de saúde os valores de produção de média e alta complexidade.

23. (2014/CESPE/CÂMARA DOS DEPUTADOS) Acerca dos sistemas de informações

em saúde no Brasil, julgue o item que se segue.

O Sistema de Informações Hospitalares do SUS dispõe de informações sobre as

unidades hospitalares públicas pertencentes aos níveis federal, estadual e munici-

pal, dele não constando dados relacionados à rede privada.

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Errado.

A finalidade do AIH (Sistema Sihsus) é registrar todos os atendimentos provenien-

tes de internações hospitalares que foram financiadas pelo SUS, ou seja, engloba

também os atendimentos realizados por meio dos conveniados da rede privada.

Sistema de Gerenciamento em Serviços de Hemoterapia (Hemovida)

Desenvolvido especificamente para bancos de sangue, o Hemovida tem como

objetivo informatizar todo o ciclo de doação de sangue, desde a captação até a dis-

tribuição do material, controlando cada etapa do processo.

Permite aos diversos gestores nas esferas federal, estadual e municipal, o pleno

acesso aos dados indispensáveis à tomada de decisões quanto ao gerenciamento

em todo o processo do sangue na hemorrede.

Benefícios:

• permite os controles clínico, financeiro, logístico, além de fornecer conheci-

mento amplo sobre os atendimentos aos pacientes submetidos a tratamentos

hemoterápicos;

• fomenta a criação da Rede Nacional de Informações de Sangue e Hemoderivados;

• integra todas as atividades do processo do ciclo do sangue;

• garante qualidade nas informações em todo o processo do sangue doado;

• agiliza o atendimento dos doadores, desde o cadastramento até a coleta de

sangue;

• emite relatórios gerenciais essenciais à plena gestão das atividades nas uni-

dades hemoterápicas.

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Funcionalidades:

• possibilita o cadastramento de doador, dados sobre histórico de doenças,

transfusões de sangue, pré-triagem, coleta, fracionamento, imunohematoló-

gica, sorologia e distribuição;

• informa sobre coleta e processamento do sangue, distribuição, transfusão e

descarte de hemocomponentes;

• identifica por código de barras as bolsas coletadas, processadas e distribuídas;

• supervisiona a infusão de hemoderivados;

• oferece atendimento multidisciplinar.

24. (2017/INSTITUTO AOCP/EBSERH) Considerando os Sistemas de Informação

em Saúde, o Hemovida trata-se de um

a) sistema que avalia o risco de ocorrência de surtos ou epidemias, a partir do re-

gistro dos imunobiológicos aplicados e do quantitativo populacional vacinado.

b) sistema cujo objetivo é informatizar todo o ciclo de doação de sangue, desde a

captação até a distribuição do material.

c) sistema para acompanhamento adequado das gestantes inseridas no Programa

de Humanização no Pré-Natal e Nascimento (PHPN).

d) sistema que visa reunir informações epidemiológicas referentes aos nascimen-

tos informados em todo território nacional.

e) sistema para notificação e investigação de casos de doenças e agravos à vida

humana.

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Letra b.

Desenvolvido especificamente para bancos de sangue, o Hemovida tem como ob-

jetivo informatizar todo o ciclo de doação de sangue, desde a captação até a distri-

buição do material, controlando cada etapa do processo.

Sistema de Informações Hospitalares Descentralizado (Sihd)

Apresenta-se como ferramenta de gerenciamento dos atendimentos hospitala-

res, utilizada pelas secretarias municipais e estaduais de saúde, seus distritos e re-

gionais. Desenvolvida para realizar captação, controle e cálculo dos valores brutos

dos procedimentos hospitalares prestados no atendimento ao cidadão, oferece aos

gestores locais autonomia para fazerem o processamento e a gestão das informa-

ções de internação. Possui seis submódulos: configuração, manutenção, produção,

controle/avaliação, processamento e relatórios; e tem sua versão atualizada men-

salmente. Utiliza o cadastro de estabelecimentos mantido pelo sistema Cnes.

Benefícios:

• é fonte de informação para tomada de decisão de gestores, auxiliando no

planejamento de ações de saúde e atuação da vigilância sanitária e epide-

miologia;

• produz relatórios detalhados, com grande abrangência de utilização pela equi-

pe de controle do processamento e pela equipe de gestão do atendimento

(controle, avaliação e auditoria).

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Funcionalidades:

• programa o orçamento para cada estabelecimento, inclusive separando mé-

dia e alta complexidade e por especialidade;

• facilita a análise das duplicidades, permitindo várias agregações, visualizan-

do-se os motivos de bloqueio e o responsável pela ação;

• possibilita que os auditores bloqueiem, cancelem e liberem as AIH no próprio

sistema;

• atualiza mensalmente o Banco de Dados Nacional do SUS (BD Nacional);

• gera os arquivos compatíveis com diversos aplicativos como TABNet e TA-

BWin.

Sistema de Gerenciamento e Produção de Bancos de Leite Humano

(BLHWeb)

Desenvolvido especificamente para Bancos de Leite Humano, o BLH internaliza

procedimentos, diretrizes e normas técnicas de controle de qualidade e processos

de trabalho, utilizados por esse ambiente.

Objetiva dinamizar o planejamento, a gestão e os processos de trabalho na Rede

BLH, respondendo à nova demanda da Política Nacional de Aleitamento Materno do

Ministério da Saúde, possibilitando um acesso amplo a todos que se interessem em

obter informações acerca dos produtos e processos relacionados.

Benefícios:

• permite aos coordenadores da Rede de Banco de Leite Humano, por meio do

gerenciamento da produção e processos de trabalho, a definição de novas

metas;

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Sistemas de Informação em Saúde – SIS
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• gerencia as informações cadastrais, de produção, de distribuição e de proces-

samento do produto;

• agiliza o processo, dando maior autonomia aos gestores dos Bancos de Leite

Humano;

• garante qualidade nas informações relacionadas ao leite doado;

• gera relatórios para monitoramento e tomada de decisão.

Funcionalidades:

• apresenta subsistemas com acesso diferenciado para coleta, recepção, esto-

que, distribuição, produto, ADM e produção;

• cadastra rotas, doadoras e receptores;

• permite seleção e classificação do produto, além de informações sobre reen-

vase e pasteurização;

• possibilita o efetivo controle de qualidade;

• gera relatórios essenciais para adequada gestão dos Bancos de Leite Humano;

• controla atendimentos assistenciais.

Sistema Gerador do Movimento das Unidades Hospitalares (Sisaih)

Sistema descentralizado utilizado mensalmente pelas unidades hospitalares

para transcrição dos dados das autorizações de internações hospitalares e envio

dos dados às secretarias de saúde. Os dados transcritos no sistema Sisaih são im-

portados para o sistema Sihd, onde são processados e validados.

Benefícios: otimiza a digitação e remessa de dados.

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Funcionalidades:
• emite relatórios gerenciais;
• possibilita auditoria nas internações indevidas antes do efetivo pagamento.

25. (2017/IBFC/EBSERH) Sobre o sistema SISAIH – Sistema Gerador do Movimen-


to das Unidades Hospitalares, assinale a alternativa incorreta:
a) Otimiza a digitação e remessa de dados.
b) Emite relatórios gerenciais.
c) Possibilita auditoria nas internações indevidas antes do efetivo pagamento.
d) É um sistema descentralizado utilizado mensalmente pelas Unidades Hospita-
lares para transcrição dos dados das Autorizações de Internações Hospitalares e
envio dos dados às Secretarias de Saúde.
e) É a principal ferramenta de acompanhamento da gestão da saúde no município,
estado, Distrito Federal e União.

Letra e.
O sistema é um complemento à gestão da saúde, sendo um importante sistema de
informação, mas não é a principal ferramenta.

Sistema de Comunicação de Informação Hospitalar e Ambulatorial (Ciha)

A Comunicação de Internação Hospitalar é um sistema de informações em saú-


de, utilizado pelo Ministério da Saúde e pela Agência Nacional de Saúde Suplemen-
tar, para acompanhar e monitorar as internações em todas as unidades hospitala-
res do país, públicas e privadas, integrantes ou não do SUS.

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É um sistema de grande relevância para a sistematização de planos de cuidado

em saúde.

Benefícios:

• fornece dados sobre rede assistencial (planos de saúde), epidemiologia da

população e práticas clínicas; 

• permite o monitoramento da rede assistencial informada pelas operadoras de

planos de saúde.

Funcionalidades:

• CIH01

–– cadastro de hospital, pacientes e internações;

–– importação e validação de informações geradas por outros sistemas;

–– exportação de dados;

–– relatórios para controle;

–– backup e restore da base de dados local;

• CIH02:

–– importação e validação das informações recebidas dos hospitais/regionais;

–– exportação de dados;

–– relatórios para controle;

–– backup e restore da base de dados local.

Sistemas de Informação Estruturantes

Nessa categoria, estão o sistema integrador e o serviço FormSUS, não classi-

ficados nas outras categorias e que, por suas funcionalidades, contribuem para a

estruturação de informações no SUS.

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Sistema de Integração dos Sistemas de Informação em Saúde (Integrador)

Aplicação desenvolvida para a esfera municipal com tecnologia de software li-


vre, sempre que possível. É responsável pela constituição do banco de dados mu-
nicipal, composto pelo Cadastro de Estabelecimento de Saúde – Cnes, Cadastro de
Usuários do SUS – Cadsus e informações dos eventos de saúde realizados na rede,
pelos diversos sistemas de informatização locais. Prevê a criação de padrões de
comunicação entre os sistemas, em consonância com as deliberações da XII Confe-
rência Nacional de Saúde, para a Política Nacional de Informação e Informática do
SUS, e a exportação dos dados para os demais sistemas de informação de saúde,
integrando-os para melhor gerenciamento do SUS.
Benefícios:
• definição do Registro Eletrônico de Saúde (RES);
• padronização do fluxo de informações entre os diversos sistemas;
• constituição da base de dados municipal, integrando no mesmo ambiente a
identificação dos usuários, a rede assistencial instalada e os eventos de saúde
realizados;
• melhoria das Políticas Públicas de Saúde a partir da gestão das informações
de saúde atualizadas do município.

Funcionalidades:
• aloca todas as informações em um banco de dados criando uma base de pro-
dução;
• gera informações individualizadas para o nível municipal;
• gera informações agregadas para os níveis municipal, estadual e federal;
• articula os padrões de representação da informação, em curto prazo, sem
necessidade de modificações dos sistemas existentes.

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Criação de Formulários (FormSUS)

Serviço oferecido pelo Datasus, o FormSUS foi desenvolvido para dar agilidade,


estruturação e qualidade ao processo de coleta e disseminação de dados pela in-
ternet. Sua aplicação contribui com as diretrizes da Política Nacional de Informação
e Informática relativas à democratização das informações e à transparência na
gestão pública.
Benefícios:
• estabelece mecanismos de compartilhamento de dados de interesse para a
saúde;
• amplia a produção e a disseminação de informações de saúde;
• permite acesso livre às bases de dados em saúde não identificados;
• permite acesso responsável, respeitados os preceitos éticos, a dados indivi-
duais identificados, garantindo a privacidade e confiabilidade.

Funcionalidades:
• possibilita a criação de formulários associada a um banco de dados;
• apresenta resultados a partir dos formulários criados, por meio da busca de
fichas preenchidas (inclusive com a possibilidade de filtros de seleção);
• permite a associação de formulários que contenham e-mail a serviços de
mala direta.

Sistemas de Informação de Eventos Vitais

O atual quadro demográfico brasileiro resulta de vários fatores como a queda da


fecundidade, a redução da mortalidade infantil, o aumento da esperança de vida e
o progressivo envelhecimento da população, que geram impactos e novas deman-

das para o sistema de saúde.

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Em relação ao perfil de mortalidade, observa-se que a situação da população

brasileira vem se modificando, com destaque para a queda dos óbitos infantis, a

redução relativa das mortes por doenças infecciosas e o aumento daquelas de-

correntes de doenças crônico-degenerativas. Em 1999, foram registrados 938 mil

óbitos no Brasil, correspondendo a uma taxa bruta de 6,8 óbitos por mil habitantes.

Com tendência constante de queda, a mortalidade infantil atingiu, em 1999,

31,8 óbitos por mil nascidos vivos, com maior participação do componente neona-

tal (20,1 por mil). Apesar do declínio em todas as regiões, os valores médios ainda

são elevados, sendo maiores no Nordeste (52,4). As menores taxas encontram-se

nos estados das regiões Sul e Sudeste.

As taxas de fecundidade vêm decrescendo em todas as regiões, desde

1970, atingindo, em 1999, a média de 2,2 filhos por mulher. Dos 3,2 milhões de

nascimentos registrados em 1999, a maior concentração, por idade da mãe, cor-

respondeu à faixa de 20 a 24 anos (31%), sobressaindo também o alto percentual

de mães entre 15 e 19 anos (23%). A maior proporção de mães adolescentes foi

observada na região Norte (30%) e a menor na Sudeste (20%).

Os dados de mortalidade e de nascidos vivos contribuem para o conhecimento

dos níveis de saúde da população e fornecem subsídios para os processos de pla-

nejamento, gestão e avaliação de políticas e ações de atenção à saúde dos diversos

segmentos populacionais.

Sistema de Informações de Mortalidade (SIM)

O Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) foi criado pelo Datasus para

a obtenção regular de dados sobre mortalidade no país. A partir da criação do

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SIM foi possível a captação de dados sobre mortalidade, de forma abrangente,

para subsidiar as diversas esferas de gestão na saúde pública. Com base nessas

informações é possível realizar análises de situação, planejamento e avaliação das

ações e programas na área.

Benefícios:

• produção de estatísticas de mortalidade;

• construção dos principais indicadores de saúde;

• análises estatísticas, epidemiológicas e sócio demográficas.

Funcionalidades:

• declaração de óbito informatizada;

• geração de arquivos de dados em várias extensões para analises em outros

aplicativos;

• retroalimentação das informações ocorridas em municípios diferentes da re-

sidência do paciente;

• controle de distribuição das declarações de nascimento (municipal, regional,

estadual e federal);

• transmissão de dados automatizada utilizando a ferramenta Sisnet gerando

a tramitação dos dados de forma ágil e segura entre os níveis municipal >

estadual > federal;

• backup on-line dos níveis de instalação (municipal, regional e estadual).

26. (2010/FGV/FIOCRUZ) O Sistema de Informação em Saúde que permite calcu-

lar a mortalidade proporcional segundo a causa do óbito é o:

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a) Sistema de Informações Hospitalares.

b) Sistema de Informação de Agravos de Notificação.

c) Sistema de Informação sobre Mortalidade.

d) Sistema de Informações da Atenção Básica.

e) Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos.

Letra c.

O Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) foi criado pelo Datasus para

a obtenção regular de dados sobre mortalidade no país, sendo responsável pela

construção dos principais indicadores de saúde do país.

27. (2014/CESPE/CÂMARA DOS DEPUTADOS) Acerca dos sistemas de informações

em saúde no Brasil, julgue o item que se segue.

O Sistema de Informações sobre Mortalidade permite efetuar análises sobre mor-

talidade e construir indicadores de saúde para a realização de estudos estatísticos

e epidemiológicos bem como para a elaboração de perfis sociodemográficos das

diversas regiões do país.

Certo.

O Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) foi criado pelo Datasus para

a obtenção regular de dados sobre mortalidade no país, sendo responsável pela

construção dos principais indicadores de saúde do país, além de produzir análises

estatísticas, epidemiológicas e sociodemográficas.

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Sistema de Informações de Nascidos Vivos (Sinasc)

O Datasus desenvolveu o Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc)

visando reunir informações epidemiológicas referentes aos nascimentos informa-

dos em todo território nacional. Sua implantação ocorreu de forma lenta e gradual

em todas as unidades da Federação.

O Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc) tem por objetivo co-

letar dados sobre os nascimentos informados em todo o território nacional e o

fornecimento de dados sobre natalidade para todas as instâncias do sistema de

saúde. O documento de entrada do sistema é a Declaração de Nascido Vivo (DN),

padronizada em todo o país (BRASÍLIA, 2001).

Benefícios:

• subsidiar as intervenções relacionadas à saúde da mulher e da criança para

todos os níveis do Sistema Único de Saúde (SUS);

• como ações de atenção à gestante e ao recém-nascido;

• o acompanhamento da evolução das séries históricas do Sinasc permite a

identificação de prioridades de intervenção, o que contribui para efetiva me-

lhoria do sistema.

Funcionalidades:

• declaração de nascimento informatizada;

• geração de arquivos de dados em várias extensões para analises em outros

aplicativos;

• retroalimentação das informações ocorridas em municípios diferentes da re-

sidência do paciente;

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• controle de distribuição das declarações de nascimento (municipal, regional,

estadual e federal);

• transmissão de dados automatizada utilizando a ferramenta Sisnet gerando

a tramitação dos dados de forma ágil e segura entre os níveis municipal >

estadual > federal;

• backup on-line dos níveis de instalação (municipal, regional e estadual).

28. (QUESTÃO INÉDITA/2018) Referente ao Sistema de Nascidos Vivos – SINASC,

julgue o item que segue:

Implantado em 1990, tem como formulário de entrada de dados padrão, a Decla-

ração de Nascido Vivo – DN, do Ministério da Saúde, que deve ser preenchida para

todos os nascidos vivos no país.

Certo.

O Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc) tem por objetivo coletar

dados sobre os nascimentos informados em todo o território nacional e o forneci-

mento de dados sobre natalidade para todas as instâncias do sistema de saúde. O

documento de entrada do sistema é a Declaração de Nascido Vivo (DN), padroniza-

da em todo o país (BRASÍLIA, 2001).

29. (2013/AOCP/INES) Qual é o sistema de Informação implantado em 1990 com

o objetivo de reunir informações epidemiológicas referentes aos nascimentos infor-

mados em todo território nacional?

a) SIH

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b) SINV
c) SINASC
d) SIAB
e) SIM

Letra c.
O Datasus desenvolveu o Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc)
visando reunir informações epidemiológicas referentes aos nascimentos informa-
dos em todo território nacional.

30. (2015/INSTITUTO AOCP/EBSERH) O Sistema de Informação em Saúde (SIS)


integra as estruturas organizacionais dos sistemas de saúde. Dentre eles, aquele
que possibilita a constituição de indicadores voltados para a avaliação de riscos à
saúde do segmento materno infantil, a exemplo dos coeficientes de mortalidade
infantil, é o
a) SISPRE.
b) SISMAT.
c) SINASC.
d) SISTEC.
e) SIM.

Letra c.
O Sinasc é responsável por reunir as informações epidemiológicas materno infantil,

servido com fonte indicadores epidemiológicos.

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Sinan

O Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) é alimentado, prin-

cipalmente, pela notificação e investigação de casos de doenças e agravos que

constam na lista nacional de doenças de notificação compulsória (Portaria GM/

MS n. 204/2016), mas é facultado a estados e municípios incluir outros proble-

mas de saúde importantes em sua região, como varicela no estado de Minas Gerais

ou difilobotríase no município de São Paulo.

FLUXO DE INFORMAÇÃO – SINAN

FONTE: Google

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Problemas na Operacionalização dos SIS

Apesar da importância das informações geradas por esses Subsistemas, ob-

serva-se, de maneira geral, que são muito pouco utilizadas no processo de deci-

são-controle. Algumas das possíveis justificativas para esses fatos são:

• precário conhecimento sobre a grande diversidade de bancos de dados nacio-

nais, estaduais e municipais;

• coleta de dados por meio de sistemas compartimentalizados, com pouca ou

nenhuma articulação;

• complexidade dos dados existentes e da estrutura dos bancos;

• insuficiência de recursos, particularmente recursos humanos qualificados para

apoiar o processo de desenvolvimento e análise do SIS;

• inexistência de instâncias responsáveis pela análise dos dados.

• falta de padronização nos procedimentos de obtenção, análise e dissemina-

ção das informações;

• oportunidade, qualidade e cobertura das informações variando de acordo com

as áreas geográficas onde são produzidas;

• ausência de um claro interesse epidemiológico quando da implantação dos

bancos de dados e

• dificuldade no acesso às informações.

31. (HU-UNB/EBSERH/IBFC/2013) A notificação e investigação de casos de doen-

ças e agravos que constam da lista nacional de doenças de notificação compulsória

alimentam um dos sistemas de informação em saúde do Brasil, denominado:

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a) Sistema Nacional de Agravos de Notificação Compulsória (SINASC).

b) Sistema Nacional de Morbidade e Mortalidade (SIM).

c) Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN).

d) Sistema de Informações Gerenciais de Doenças de notificação compulsória (SI-

G-NC).

Letra c.

A maioria das questões relacionadas ao SIS é cobrada dessa maneira. É apenas

definição mesmo. O Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) é

alimentado, principalmente, pela notificação e investigação de casos de doenças e

agravos que constam na lista nacional de doenças de notificação compulsória.

32. (HC/UFTM/2013/IADES) Diante de um paciente atendido em um ambulatório

de especialidades do Sistema Único de Saúde e de outro que vai a óbito em u m a

unidade de saúde da rede pública ou privada, as informações preenchidas pelo mé-

dico relativas, respectivamente, aos dados de atendimento sobre o diagnóstico do

paciente e à Declaração de Óbito são importantes para os sistemas de informação

em saúde. Acerca desse assunto, assinale a alternativa que indica as siglas corres-

pondentes aos nomes dos sistemas que devem ser alimentados com os dados das

situações hipotéticas.

a) SINASC e SIAB.

b) SINAM e SIH.

c) SIAB e SIH.

d) SIA e SIM.

e) SIM e SIH.

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Letra d.

Vamos lá?

A questão pede dois dos sistemas de informações.

A partir da criação do SIM (Sistema de Informações de Mortalidade), foi possível a

captação de dados sobre mortalidade

O Sistema de Informação Ambulatorial – Siasus coleta, processa e valida dados

apresentados pelas unidades prestadoras de serviço.

33. (HU-UFMA/2013/IBFC) Considerando a informação em saúde e os sistemas de

informação em saúde, assinale a alternativa incorreta:

a) Dados é qualquer elemento qualitativo ou quantitativo, desvinculado de refe-

rencial explicativo.

b) Informação é o produto de análise de um ou mais dados.

c) A notificação é uma fonte de dado de morbidade de baixo custo, ativa e de ele-

vada cobertura.

d) A informação em saúde não se refere somente à produzida pelo setor de saúde.

e) O SIA-SUS é o sistema de informações ambulatoriais do Sistema Único de Saúde.

Letra a.

Os dados são a base para gerarmos informações. Os dados que escolhemos e

o modo como os combinamos refletem o referencial explicativo (os pressupostos,

os valores etc.), que orienta a nossa visão de mundo, ou seja, o nosso “modo de

ver” ou de conhecer uma determinada situação.

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b) Certa. A informação é o produto obtido a partir de uma determinada combina-

ção de dados, da avaliação e do juízo que fazemos sobre determinada situação.

c) Certa. Notificação é uma fonte de dado de baixo custo, não necessita de grandes

investimentos em tecnologia e possui ampla cobertura, com a notificação é possível

identificar precocemente a doença e oferecer tratamento com maior agilidade.

e) Certa. É apenas a definição da sigla.

34. (UFSCAR/NÍVEL MÉDIO/AOCP) Entre os principais Sistemas de Informação em

Saúde de Base Nacional, temos o SINAN, que significa

a) Sistema Alimentar e Nutricional.

b) Sistema de Atenção Neonatal.

c) Sistema Ambulatorial.

d) Sistema de Informação de Agravos de Notificação.

e) Sistema de Informação Nutricional.

Letra d.

O Sistema de Informação de Agravos de Notificação é alimentado, principalmente,

pela notificação e investigação de casos de doenças e agravos que constam na lista

nacional de doenças de notificação compulsória.

35. (2015/INSTITUTO PRÓ-MUNICÍPIO) Um dos sistemas de informação mais im-

portantes para a Vigilância Epidemiológica que tem por objetivo coletar e processar

dados sobre agravos de notificação em todo o território nacional é:

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a) SISREG;

b) SINAN;

c) SIVEPI;

d) SINASC.

Letra b.

O Sistema de Informação de Agravos de Notificação é alimentado, principalmente,

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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bvsms.saude.gov.br/bvs/svs/inf_sist_informacao.php. Acesso em: 23/03/18.

_______. Ministério da Saúde. Política Nacional de Informação e Informática em

Saúde. Brasília, 2004.

DATASUS, Departamento de Informática do SUS.

Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva Sistema de informa-

ção do câncer: manual preliminar para apoio à implantação /Instituto Nacional de

Câncer José Alencar Gomes da Silva. – Rio de Janeiro: INCA, 2013. 143p.: il.

Manual de procedimentos do sistema de informações sobre nascidos vivos. -

Brasília: Ministério da Saúde: Fundação Nacional de Saúde, 2001. 32 p. il.: 21 x

14,5cm 1. Nascido vivo. 2. Sistema de Informações. I. Brasil. Ministério da Saúde.

II. Brasil. Fundação Nacional de Saúde.

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fundamentais e organização. Disponível em: https://www.nescon.medicina.ufmg.

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ROUQUAYROL, M. Z.; ALMEIDA FILHO, N. Epidemiologia & saúde. 7. ed. Rio de

Janeiro: MEDSI, 2003.

SIQUEIRA, M. C. Gestão estratégica da informação. Rio de Janeiro: Brasport,

2005.

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