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Capítulo 2 – Os três C’s do Ministério dos Universitários

O seguinte método dos três C’s é uma forma ideal para ser bem sucedido no Ministério
Universitário.
Primeiro, o universitário (estudante) deve ser apresentado à igreja (church) local. Ele
deve ser parte integrante da adoração e da experiência de comunhão da igreja desde o
início de sua carreira universitária. Discipulado e capacitado para missão e serviço do
evangelho.

Segundo, as igrejas locais, associações, precisam oferecer uma comunidade (community)


de orientadores. Algum membro da igreja local deve “adotar” um universitário integrando-
o em uma experiência familiar, sendo assim seu orientador e conselheiro espiritual. Esse
senso de comunidade preenche o vazio criado quando o aluno sai de casa e passa
frequentar a universidade.

Em terceiro lugar, deve haver a presença de algum universitário adventista no campus.


Por exemplo, um capelão, um pastor local, um orientador ou alguém do Ministério dos
Universitários para entrar em contato e servir de provedor de cuidados espirituais para
estudantes universitários. Essa pessoa deve estar engajada em criar ocasiões e
oportunidades no campus aos estudantes universitários envolvendo-os em um ambiente
espiritual e que os aproxime da casa ou dos peqeuenos grupos.

A História dos Três C’s

Um pastor de uma igreja no Canadá recebeu o telefonema de uma jovem estudante


das (de) Bahamas. Jane (nome fictício) disse que havia sido aceita em uma Universidade
Canadense ali próximo e estava procurando uma igreja local que pudesse assistir os cultos
assim que ela chegasse. Ela encontrou as informações do pastor no site da igreja. Ao
chegar no país ela foi a igreja no primeiro sabado e depois que chegou ao Canadá
frequentou a igreja desde o primeiro sábado. Ela foi apresentada as famílias d
a igreja e todos foram encorajados a ter um cuidado especial com ela.

The student should become an integral part of that church’s worship and fellowship
experience from the very start of their college or university years,

Second, local churches, or the local conference or mission, need to provide a community of
mentors. Someone from the local church should “adopt” the student as part of a homelike
experience, becoming the student’s mentor and spiritual adviser. This new sense of
community fills the void created when the student left home in order to attend school.

Em segundo lugar, as igrejas locais, ou a conferência ou missão local,


precisam fornecer uma comunidade de mentores. Alguém da igreja local
deve "adotar" o aluno como parte de uma experiência familiar,
tornando-se mentor e conselheiro espiritual do aluno. Este novo senso
de comunidade enche o vazio criado quando o aluno saiu de casa para
frequentar a escola.

Third, there must be an Adventist youth ministry presence on campus. For example, an
Adventist chaplain, local church pastor, Adventist campus ministry mentor, or trained PCM
ambassador can initiate contact and serve in the role of spiritual care provider for the
university students. This person will need to engage in setting up occasions and
opportunities on campus where the students can go and find an environment of intentional
mentorship and nurturing away from their home and home church.

Em terceiro lugar, deve haver uma presença adventista do ministério


juvenil no campus. Por exemplo, um capelão adventista, pastor da
igreja local, mentor adventista do ministério do campus ou embaixador
PCM capacitado pode iniciar contato e servir no papel de provedor de
cuidados espirituais para estudantes universitários. Essa pessoa
precisará se engajar na criação de ocasiões e oportunidades no campus
onde os alunos podem ir e encontrar um ambiente de mentoria
intencional e nutrir-se da igreja doméstica e doméstica

CONDIÇÕES PARA O SUCESSO NO MINISTÉRIO UNIVERSITÁRIO

PROATIVIDADE DO ESTUDANTE NO CAMPUS UNIVERSITÁRIO


Auto-motivada para conduzir o outrem a uma jornada de fé.

ORIENTADOR (MOTIVADOR) ESPIRITUAL

COMUNIDADE ESPIRITUAL NO CAMPUS

IGREJA MISSIONÁRIA

OS OITO PILARES DO MINISTÉRIO DOS UNIVESITÁRIOS

Pilar 1 : Igreja

Lugar onde os estudantes devem ser recebidos e estar ligados a missão e serviço.
Responsabilidade da igreja em acolher os estudantes e ajuda-los quanto a suas necessidades.

Presidente nas Igrejas Locais

Em cada igreja local deve haer um presidente que irá coordenar e supervisionar as atividades do
Ministério Universitário. De preferência que seja um universitário ou alguém que já passou por
essa experiência.

Universitário Amigo
Implementar em cada igreja a ideia de universitário amigo. Este deve interagir no ministério
universitário e na igreja. Os avlores intrínsecos nisso é promover relacionamentos, crescimento
espirital, senso de missão e empoderamento.

Pilar 2: Campus

Lançar a visão a adventista do Ministerio dos Universitários


A conferência geral recomenda compartilhar, divulgar, sobre a importância da educação do
Ministério dos Universitários. Ensinar em cada Divisão e União como iniciar um ministério,
levando em consideração cada contexto.

Incentivar novos
Recomenda-se que exista um grupo para pensar em vários projetos.

Pilar 3: Comunidade/Orientação

Estabelecer uma organização local de orientadores/programa de orientadores

Os presidentes devem unir-se e estabelecer um banco de dados de pessoas que tem a possibilidade
de serem orientadores. Envolvendo jovens, formados e todos que fazem parte do ministério.

Treinamento de formação de orientadores


Cada agremiação universitária deverá estabelecer um programa orientador/universitário. Devem
trabalhar em conferencia para treinar orientadores para que estes ajudem os universitários em suas
necessidades espirituais, educacionais e profissionalmente.

Pilar 4: Campus, Capelães e Líderes do Ministério Universitário

Política de trabalho na capelania/aprovação eclesiástica

Mantenha uma licença ministerial, cartas de recomendações.


Estar em dias com a IASD

Certificação de competência do Ministério Universitário I, II e III


Estabelecer níveis os quais os líderes podem ir avançando.

Pilar 5: Divulgar o Manual do Ministério Universitário e dos diálogos, dos projetos e de


tudo que sendo realizado. Podendo ser impresso ou em redes sociais.

Promover diálogo impresso ou de forma digital


Tornar diálogo relevante

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