Você está na página 1de 133

PAVIMENTOS – PRINCIPIOS BÁSICOS

Eng. MSc. Rodrigo M. Vasconcellos Barros COPAVEL – Consultoria de Engenharia Ltda

Objetivos do Módulo Presencial I

1. Conceituar o Pavimento e sua História;

2. Prover aos participantes conhecimentos básicos e mínimos sobre os pavimentos;

3. Como é Constituído e cuidados na seleção de materiais;

4. Caracterização das suas solicitações;

5. Como estará apoiado e o que necessita para transferir adequadamente os esforços das cargas ao terreno natural;

6. Como dimensionar ou avaliar uma estrutura prevista;

7. Como construí-lo ou reabilitá-lo adequadamente;

8. Quais os recursos e equipamentos necessários;

9. Como garantir que o pavimento atenderá seus objetivos;

1. O PAVIMENTO E SUA HISTÓRIA

1. O PAVIMENTO E SUA HISTÓRIA

Primeiros Registros Arqueológicos - Índia Calçamentos de Pedras - 3500/5000 AC

1. O PAVIMENTO E SUA HISTÓRIA Primeiros Registros Arqueológicos - Índia Calçamentos de Pedras - 3500/5000
1. O PAVIMENTO E SUA HISTÓRIA Primeiros Registros Arqueológicos - Índia Calçamentos de Pedras - 3500/5000
1. O PAVIMENTO E SUA HISTÓRIA Primeiros Registros Arqueológicos - Índia Calçamentos de Pedras - 3500/5000

1. O PAVIMENTO E SUA HISTÓRIA

Pavimentos Romanos - Embora seja reconhecida a existência remota de sistemas de estradas em diversas partes do globo, construídas para fins religiosos (peregrinações) e comerciais, ficou atribuída aos romanos a arte maior do planejamento e construção viária.

a arte maior do planejamento e construção viária. Pedras Faceadas = 20 cm Areia, Argila =

Pedras Faceadas

= 20 cm

Areia, Argila

= 40 cm

Pedregulhos

= 10 cm

Fundação - Pedras-de-mão

= 40 cm

1. O PAVIMENTO E SUA HISTÓRIA

Com objetivos principalmente militares de manutenção da ordem no Império, Otaviano Augusto no ano 27a.C., deslocando tropas de centros estratégicos para as localidades mais longínquas, os romanos foram capazes de implantar um sistema robusto construído com elevado nível de critério técnico.

Portanto, há mais de 2000 anos os romanos já possuíam uma boa malha viária, contando ainda com um sistema de planejamento e manutenção. A mais extensa das estradas contínuas corria da Muralha de Antonino, na Escócia, à Jerusalém, cobrindo aproximadamente 5.000km (Hagen, 1955)

contínuas corria da Muralha de Antonino, na Escócia, à Jerusalém, cobrindo aproximadamente 5.000km (Hagen, 1955)

1. O PAVIMENTO E SUA HISTÓRIA

Na AMÉRICA

1. Império Inca (1400’s), Peru (Equador, Argentina, Bolívia, Chile)

O alemão Alexander Von Humboldt, combinação de cientista e viajante que durante os anos de 1799 e

1804 realizou expedições científicas por várias partes da América do Sul, qualifica as estradas dos incas como “os mais úteis e estupendos trabalhos realizados pelo homem. ” Sistema viário avançado (pedestres

e

animais de carga); 30 a 40.000km; definiram a rede peruana de estradas.

estrada do sol: Trechos de 1m até 16m de largura, presença de armazéns e refúgios espaçados ao longo

A

da estrada, pontes, túneis, contenções, drenos, etc

2. Império Maia (300’s AC), México – ligando centros, povoados e portos do mar; sacbeob – estradas brancas

etc 2. Império Maia (300’s AC), México – ligando centros, povoados e portos do mar; sacbeob
etc 2. Império Maia (300’s AC), México – ligando centros, povoados e portos do mar; sacbeob

1. O PAVIMENTO E SUA HISTÓRIA

Século XVII - França - Uso de Pedra Britada

Século XIX - Mecanização e Uso de Betume

Telford

Mac Adams

Segunda Guerra Mundial: Desenvolvimento Tecnológico (CBR)

Corpo de Engenheiros (U.S. ARMY)

2. PAVIMENTO E SUA DEFINIÇÃO

2. O PAVIMENTO E SUA DEFINIÇÃO

Pavimentu em Latin – Base horizontal constituida por um ou mais materiais que serve de apoio à circulação de pessoas, animais ou veículos.

2. O PAVIMENTO E SUA DEFINIÇÃO

PAVIMENTO É A SUPERESTRUTURA DE RODOVIAS, VIAS URBANAS, AEROPORTOS E PÁTIOS

ESTRUTURA EM CAMADAS

CONSTITUÍDA POR UMA

de espessuras finitas

ASSENTES SOBRE O

SUBLEITO (semi-espaço infinito),

COM AS FUNÇÕES DE:

1- RESISTIR AOS ESFORÇOS DAS

CARGAS DO TRÁFEGO

2- TRANSMITIR AO

SUA

SUBLEITO TENSÕES COMPATÍVEIS COM

CAPACIDADE DE SUPORTE;

TRÁFEGO SEGURO, CONFORTÁVEL E

3- PERMITIRR O

ECONÔMICO DE VEÍCULOS bens de produção).

(no transporte de passageiros e de

;

2. O PAVIMENTO E SUA DEFINIÇÃO

FATORES DE DEGRADAÇÃO

PAVIMENTO

=

S I S T E M A

CARGAS

DO

TRÁFEGO

CARGAS DO TRÁFEGO INTEMPÉRIES REVESTIMENTO BASE SUB-BASE INFILTRAÇÃO DE ÁGUAS ESTRUTURA EM CAMADAS de
CARGAS DO TRÁFEGO INTEMPÉRIES REVESTIMENTO BASE SUB-BASE INFILTRAÇÃO DE ÁGUAS ESTRUTURA EM CAMADAS de
CARGAS DO TRÁFEGO INTEMPÉRIES REVESTIMENTO BASE SUB-BASE INFILTRAÇÃO DE ÁGUAS ESTRUTURA EM CAMADAS de
CARGAS DO TRÁFEGO INTEMPÉRIES REVESTIMENTO BASE SUB-BASE INFILTRAÇÃO DE ÁGUAS ESTRUTURA EM CAMADAS de
CARGAS DO TRÁFEGO INTEMPÉRIES REVESTIMENTO BASE SUB-BASE INFILTRAÇÃO DE ÁGUAS ESTRUTURA EM CAMADAS de
CARGAS DO TRÁFEGO INTEMPÉRIES REVESTIMENTO BASE SUB-BASE INFILTRAÇÃO DE ÁGUAS ESTRUTURA EM CAMADAS de
CARGAS DO TRÁFEGO INTEMPÉRIES REVESTIMENTO BASE SUB-BASE INFILTRAÇÃO DE ÁGUAS ESTRUTURA EM CAMADAS de
CARGAS DO TRÁFEGO INTEMPÉRIES REVESTIMENTO BASE SUB-BASE INFILTRAÇÃO DE ÁGUAS ESTRUTURA EM CAMADAS de

INTEMPÉRIES

CARGAS DO TRÁFEGO INTEMPÉRIES REVESTIMENTO BASE SUB-BASE INFILTRAÇÃO DE ÁGUAS ESTRUTURA EM CAMADAS de
CARGAS DO TRÁFEGO INTEMPÉRIES REVESTIMENTO BASE SUB-BASE INFILTRAÇÃO DE ÁGUAS ESTRUTURA EM CAMADAS de

REVESTIMENTO

BASE

SUB-BASE

INFILTRAÇÃO DE ÁGUAS

ESTRUTURA EM CAMADAS

de espessuras finitas

SUBLEITO (solo de fundação)

AGENTES responsáveis pela DEGRADAÇÃO do pavimento:

INTEMPÉRIES

EXTERNOS = CARGAS DO TRÁFEGO +

INTERNOS = Concepção/projeto inadequado + má execução

12

Como Funciona o Pavimento

Carga

Pressão de Contato

Como Funciona o Pavimento Carga Pressão de Contato Compressão Tração Esmagamento Fadiga Deflexão

Compressão

Tração

Esmagamento

Fadiga

Como Funciona o Pavimento Carga Pressão de Contato Compressão Tração Esmagamento Fadiga Deflexão

Deflexão

3 . TIPOS DE PAVIMENTO

3. TIPOS DE PAVIMENTO

PAVIMENTO FLEXÍVEL DE BAIXO VOLUME DE TRÁFEGO

Revestimento Primário Granular

Subbase de solo Estabilizado Granulometricamente

Subleito ou Terreno Natural

3. TIPOS DE PAVIMENTO

PAVIMENTO FLEXÍVEL DE TRÁFEGO LEVE

Revestimento Asfáltico(CBUQ)

Base Granular

Subbase Estabilizada Granulometricamente

Reforço de solo estabilizado granulometricamente

Asfáltico (CBUQ) Base Granular Subbase Estabilizada Granulometricamente Reforço de solo estabilizado granulometricamente

Subleito ou terreno natural

3. TIPOS DE PAVIMENTO

PAVIMENTO SEMI-RÍGIDO DE TRÁFEGO MÉDIO E PESADO

Revestimento Asfáltico

BASE RÍGIDA BGTC / Solo-Cimento / CCR

Subbase Granular – Brita Graduada

Subleito ou Terreno Natural

3. E TIPOS DE PAVIMENTO

PAVIMENTO “INVERTIDO” SEMI-RÍGIDO DE TRÁFEGO MÉDIO E PESADO

BLOQUEIO DE TRINCAS Revestimento Asfáltico BASE = Brita Graduada SUB-BASE RÍGIDA BGTC / Solo-Cimento /
BLOQUEIO
DE
TRINCAS
Revestimento Asfáltico
BASE = Brita Graduada
SUB-BASE RÍGIDA
BGTC / Solo-Cimento / CCR

SUBLEITO

PAVIMENTO RÍGIDO

3. TIPOS DE PAVIMENTO

CONCRETO DE CIMENTO PORTLAND

(Placas) Armadas ou Não Armadas

SUB-BASE (SEG, SC, BGTC ou CCR)

SUBLEITO

4 . CONSTITUIÇÃO DOS PAVIMENTOS

4. CONSTITUIÇÃO DOS PAVIMENTOS BASES E SUB-BASES GRANULARES

ESTABILIZADAS GRANULOMETRICAMENTE sem mistura:

SOLOS NATURAIS:

CASCALHOS, SAIBROS, MINÉRIO-DE-FERRO

CASCALHO LATERÍTICO (“LATERITA”);

SOLO ARENOSO FINO

ESCÓRIAS:

DE ALTO FORNO, DE ACIARIA

BRITA GRADUADA

“BICA CORRIDA”

4. CONSTITUIÇÃO DOS PAVIMENTOS

BASES E SUB-BASES GRANULARES

ESTABILIZADAS GRANULOMETRICAMENTE com mistura:

MISTURAS DE 2 ou 3 SOLOS

MISTURA SOLO-AREIA

MISTURA DE SOLO-BRITA

MISTURA SOLO-ESCÓRIA

MISTURA ENTULHO-SOLO-AREIA

SOLO MELHORADO COM CIMENTO

4. CONSTITUIÇÃO DOS PAVIMENTOS

BASES E SUB-BASES GRANULARES

MACADAME HIDRÁULICO

MACADAME SECO



NÃO ESTABILIZADAS:

SAF - SOLO ARENOSO FINO LATERÍTICO “RACHÃO”

SOLO-BRITA DESCONTÍNUO

4. CONSTITUIÇÃO DOS PAVIMENTOS

BASES ESTABILIZADAS COM ADITIVOS:

SOLO-CIMENTO

SOLO-BRITA-CIMENTO

SOLO-CAL

SOLO + ADITIVOS QUÍMICOS

DS-328, DYNACAL, TERRAZYME (Enzimas)

SOLO-BETUME AREIA DE DUNA + CAL + CINZAS VOLANTES

4. CONSTITUIÇÃO DOS PAVIMENTOS

BASES E SUB-BASES RÍGIDAS BGTC - Brita Graduada Tratada com Cimento CCR - Concreto Compactado com Rolo

SOLO - CIMENTO

SOLO – CAL SOLO – AGENTES HIDRÁULICOS – ESCÓRIA – CINZA VOLANTE

4. CONSTITUIÇÃO DOS PAVIMENTOS

REVESTIMENTOS FLEXÍVEIS

CALÇAMENTOS:

Alvenaria Poliédrica

Paralelepípedos (pedra ou cerâmica)

Blocos de Concreto

4. CONSTITUIÇÃO DOS PAVIMENTOS

REVESTIMENTOS FLEXÍVEIS

Revestimentos Betuminosos:

Por Penetração:

TRATAMENTOS SUPERFICIAIS:

TSS, TSD e TST

Com “Fog seal”

MACADAME BETUMINOSO

Capa Selante

4. CONSTITUIÇÃO DOS PAVIMENTOS

REVESTIMENTOS FLEXÍVEIS

Revestimentos Betuminosos:

Por Mistura

PMF - Pré-misturado a Frio

Aberto, semi-denso

PMQ - Pré-misturado a Quente

Aberto, semi-denso

4. CONSTITUIÇÃO DOS PAVIMENTOS

REVESTIMENTOS FLEXÍVEIS

Revestimentos Asfálticos:

Por Mistura

CBUQ - Concreto Betuminoso Usinado a Quente (denso) “Binder” ou capa

AAQ (Areia Asfalto Usinado a Quente)

AAF (Areia Asfalto a Frio)

MICROREVESTIMENTO

 AAF (Areia Asfalto a Frio)  MICROREVESTIMENTO  Por Misturas de alto desempenho com Asfaltos

Por

Misturas de alto desempenho com Asfaltos Modificados:

SMA – Stone Matrix Asphalt; GAP GRADED – de Granulometria Descontínua

com Asfaltos Modificados:  SMA – Stone Matrix Asphalt;  GAP GRADED – de Granulometria Descontínua

29

4. CONSTITUIÇÃO DOS PAVIMENTOS

REVESTIMENTOS RÍGIDOS

- Placas não Armadas de Concreto de Cimento Portland; - Concreto Armado Continuo

5. CARACTERIZAÇÃO DO TRÁFEGO

5. CARACTERIZAÇÃO DO TRÁFEGO

QUEM SÃO, QUANTOS SÃO OS USUÁRIOS DO PAVIMENTO E POR QUANTO USARÃO O MESMO?

CARACTERIZAÇÃO DA FROTA CIRCULANTE

Contagens Volumétrico - Classificatórias;

Pesquisas de O/D – Origem - Destino;

Determinação do Hábito de Cargas da frota;

% vazio e cheio;

Pesagem dos caminhões;

Medição da Pressão de Pneus.

- Estudos Macro-economicos para Determinação da Sazonalidade da contagem e definição das taxas de crecimento do tráfego.

5. CARACTERIZAÇÃO DO TRÁFEGO

CÁLCULO DO NUMERO “N”

Cálculo dos Fatores de Equivalencia de Eixos;

Fatores de Eixos - FE;

Fatores de Carga - FC;

Fatores de Veículo da Frota – FV.

Metodologías: AASHTO USACE – US Corps of Engineers

Definição do Fator Climático Regional;

Definição do Fator Direcional – Depende do número de faixas de tráfego.

5. CARACTERIZAÇÃO DO TRÁFEGO

Modelo de Contagens Volumetrico-Classificatórias

HORAS CLASSE VEÍCULO 07:00 às 08:00 08:00 às 09:00 09:00 às 10:00 10:00 às 11:00
HORAS
CLASSE
VEÍCULO
07:00 às 08:00
08:00 às 09:00
09:00 às 10:00
10:00 às 11:00
0-15
15-30
30-45
45-60
0-15
15-30
30-45
45-60
0-15
15-30
30-45
45-60
0-15
15-30
30-45
45-60
Automóvel
1
Camionete
2C(16)
2C(20)
3C
2C2
2C3
2S1
2S2
2S3
3C2
3C3
3S1
3S2
3S3
2C
3C
4C
3S2S2
3S2C4
Rodovia :
Data :
Trecho :
Dia Semana :
CONTAGEM VOLUMÉTRICA CLASSIFICATÓRIA
Sentido :
Tempo :
Posto :
Responsável :

6. CARACTERIZAÇÃO DA FUNDAÇÃO DO PAVIMENTO

6. CARACTERIZAÇÃO DA FUNDAÇÃO DO PAVIMENTO

Caracterização Geotécnica da Fundação:

Fundação Estável de solos competentes;

Fundação Estável em Regime seco;

Fundação Instável de solos compressíveis sujeitos a recalques ao longo da vida de serviço do pavimento;

6. CARACTERIZAÇÃO DA FUNDAÇÃO DO PAVIMENTO

ESTUDOS PARA CARACTERIZAÇÃO GEOTÉCNICA DA FUNDAÇÃO DO PAVIMENTO

Sondagens:

GEOTÉCNICA DA FUNDAÇÃO DO PAVIMENTO • Sondagens: – DCP – Penetrômetro Dinâmico de Cone – SPT,

DCP – Penetrômetro Dinâmico de Cone

SPT, rotativa;

“Barra Mina”

Coleta de amostras para ensaios laboratoriais de caracterização dos solos;

Granulometria e Indices Físicos;

Índice de Suporte Califórnia – CBR

Estudo de Sensibilidade à Agua – Variação CBR x Umidade;

Pesquisa do Nivel Freático

20 18 16 14,7 14 12 10 8 6 4 4,3 2 1,7 0 0,0
20
18
16
14,7
14
12
10
8
6
4
4,3
2
1,7
0
0,0
1,0
2,0
3,0
4,0
5,0
6,0
7,0
8,0
9,0 10,0 11,0 12,0 13,0 14,0 15,0 16,0 17,0 18,0 19,0 20,0 21,0 22,0 23,0 24,0 25,0 26,0 27,0 28,0 29,0 30,0 31,0 32,0
ISC

6. CARACTERIZAÇÃO DA FUNDAÇÃO DO PAVIMENTO

TIPO DE PAVIMENTO DE ACORDO À FUNDAÇÃO

TIPO DE FUNDAÇÃO

TIPO DE PAVIMENTO

Solos Competentes e Estáveis

Rigido, Semi-Rigido, Rígido

Solos estáveis em Período Seco

Rigido, Semi-Rigido, Rígido desde que obrigatoriamente drenado

Rochas

Rigido, Semi-Rigido, Rígido desde que obrigatoriamente apoiado sobre camada drenante de transição

Solos Compressíveis recalques secundários despresíveis

Rigido, Semi-Rigido, Rígido

Solos compressíveis com recalques residuais

Obrigatóriamente Flexível

7. CARACTERIZAÇÃO DOS MATERIAIS CONSTITUINTES DO PAVIMENTO

7. CARACTERIZAÇÃO DOS MATERIAIS CONSTITUINTES DO PAVIMENTO

Solos Estabilizados Granulometricamente;

Materiais Pétreos;

Asfaltos;

Cimentos;

Agentes hidraúlicos;

Possíveis misturas.

7. CARACTERIZAÇÃO DOS MATERIAIS CONSTITUINTES DO PAVIMENTO

ENSAIOS DE CARACTERIZAÇÃO E DESEMPENHO

Solos e Misturas Granulares;

Granulometria,

Limites Fisicos ,

CBR – Estudo de Sensibilidade a Água,

Módulo Resiliente,

Equivalente de areia;

Materiais Pétreos;

Granulometria;

Indice de forma;

Abrasão Los Angeles;

Adesividade;

Micro-Deval;

Reação Alcali-Agregado,

Durabilidade – Resistência a Sulfatos;

7. CARACTERIZAÇÃO DOS MATERIAIS CONSTITUINTES DO PAVIMENTO

ENSAIOS DE CARACTERIZAÇÃO E DESEMPENHO

Asfaltos;

Penetração a 25 °C;

Ponto de Amolecimento;

Viscosidade Saybolt Furol ou Brookfield;

Espuma –

Efeito do Calor e do ar;

Retorno Elástico,

Cimento;

Granulometria;

Modulo de Finura;

Resistência a Compressão Simples

7. CARACTERIZAÇÃO DOS MATERIAIS CONSTITUINTES DO PAVIMENTO

Misturas Asfálticas:

Propriedades Marshall;

Resitência a Tração e Dano por Umidade induzida;

Módulo de Rigidez;

Vida de Fadiga;

Resistência a Deformação Permanente

Misturas com Agentes Hidráulicos;

Resistência a Compressão axial a diferentes idades;

Módulo de Rigidez;

Durabilidade. (Resistencia a Umidecimento e secagem)

7. CARACTERIZAÇÃO DOS MATERIAIS CONSTITUINTES DO PAVIMENTO

ATENÇÃO:

O USO DE REVESTIMENTOS ABERTOS SOBRE MATERIAIS GRANULARES COM SENSIBILIDADE À AGUA PODE LEVAR A RUINA MUITO PRECOCE.

“BINDER” SOBRE BRITA GRADUADA

Como Funciona o Pavimento

Carga

Pressão de Contato

Como Funciona o Pavimento Carga Pressão de Contato Compressão Tração Esmagamento Fadiga Deflexão

Compressão

Tração

Esmagamento

Fadiga

Como Funciona o Pavimento Carga Pressão de Contato Compressão Tração Esmagamento Fadiga Deflexão

Deflexão

PAVIMENTO “INVERTIDO” SEMI-RÍGIDO DE TRÁFEGO MÉDIO E PESADO

BLOQUEIO DE TRINCAS Revestimento Asfáltico BASE = Brita Graduada SUB-BASE RÍGIDA BGTC / Solo-Cimento /
BLOQUEIO
DE
TRINCAS
Revestimento Asfáltico
BASE = Brita Graduada
SUB-BASE RÍGIDA
BGTC / Solo-Cimento / CCR

SUBLEITO

20 18 16 14,7 14 12 10 8 6 4 4,3 2 1,7 0 0,0
20
18
16
14,7
14
12
10
8
6
4
4,3
2
1,7
0
0,0
1,0
2,0
3,0
4,0
5,0
6,0
7,0
8,0
9,0 10,0 11,0 12,0 13,0 14,0 15,0 16,0 17,0 18,0 19,0 20,0 21,0 22,0 23,0 24,0 25,0 26,0 27,0 28,0 29,0 30,0 31,0 32,0
ISC

Uma Vez Definidos:

Solicitações de Tráfego;

Condição Geotécnica da Fundação;

A Concepção do Pavimento;

Os Materiais Disponíveis e suas Propriedades

Condição Geotécnica da Fundação; • A Concepção do Pavimento; • Os Materiais Disponíveis e suas Propriedades

8. DIMENSIONAMENTO DO PAVIMENTO

8. DIMENSIONAMENTO DO PAVIMENTO

Pavimentos Flexíveis

Métodos Tradicionais

Métodos DNIT;

PRO-11;

PRO-269;

Murilo Lopes de Souza;

AASHTO 1993;

IA – Instituto do Asfalto Americano;

Método da Shell;

Catálogo de estruturas francês.

8. DIMENSIONAMENTO DO PAVIMENTO

Pavimentos Flexíveis

Métodos Mecanísticos – Elasticidade Linear:

ELSYM 5;

ECOROUTE – Alizé III;

Darwin-1993 e Me (AASHTO 2004);

Modulus;

FPEDD1;

EVERSERIES;

ELMOD 6 – Dynatest;

PVD - KUAB

Métodos Mecanísticos – Elasticidade Não Linear;

FEPAVE;

EFin3D

SISPAVE;

8. DIMENSIONAMENTO DO PAVIMENTO

Pavimentos Rígidos

Métodos Tradicionais:

Manual de Pavimentos Rígidos DNIT;

PCA- Simplificado – Portland Cement Association;

AASHTO – 1993;

Métodos Mecanisticos;

PCA - Portland Cement Association;

EVERFEE;

9. Drenagem do Pavimento

9. DRENAGEM DO PAVIMENTO

Proteção das camadas inferiores contra perda de suporte da fundação pela saturação do material

Drenagem superficial;

Drenagem Subsuperficial;

Drenagem Profunda.

9. DRENAGEM DO PAVIMENTO

Linear de Drenos do Pavimento Existente

9. DRENAGEM DO PAVIMENTO Linear de Drenos do Pavimento Existente

9. DRENAGEM DO PAVIMENTO

Detalhe do dreno no Pavimento Existente

9. DRENAGEM DO PAVIMENTO Detalhe do dreno no Pavimento Existente

9. DRENAGEM DO PAVIMENTO

Drenagem em Obras de Reciclagem

9. DRENAGEM DO PAVIMENTO Drenagem em Obras de Reciclagem

9. DRENAGEM DO PAVIMENTO

Procedimento Executivo – Drenagem Subsuperficial

9. DRENAGEM DO PAVIMENTO Procedimento Executivo – Drenagem Subsuperficial

9. DRENAGEM DO PAVIMENTO

Colocação do Geotêxtil

9. DRENAGEM DO PAVIMENTO Colocação do Geotêxtil

9. DRENAGEM DO PAVIMENTO

Drenagem Abaixo do Nível da Camada Reciclada

9. DRENAGEM DO PAVIMENTO Drenagem Abaixo do Nível da Camada Reciclada

9. DRENAGEM DO PAVIMENTO

Funcionamento dos drenos de Pavimento

9. DRENAGEM DO PAVIMENTO Funcionamento dos drenos de Pavimento

9. DRENAGEM DO PAVIMENTO Funcionamento dos drenos de Pavimento

9. DRENAGEM DO PAVIMENTO Funcionamento dos drenos de Pavimento

9. DRENAGEM DO PAVIMENTO

Funcionamento dos drenos de Pavimento

9. DRENAGEM DO PAVIMENTO Funcionamento dos drenos de Pavimento

9. DRENAGEM DO PAVIMENTO

Importância dos drenos – Projeto CORAL

9. DRENAGEM DO PAVIMENTO Importância dos drenos – Projeto CORAL

9. DRENAGEM DO PAVIMENTO

Importancia da Camada Drenante Sobre Rocha

9. DRENAGEM DO PAVIMENTO Importancia da Camada Drenante Sobre Rocha

9. DRENAGEM DO PAVIMENTO

Ejecução do dreno na Pista central

9. DRENAGEM DO PAVIMENTO Ejecução do dreno na Pista central

Pavimento Novo – Autopista del Coral

Drenos em Funcionamento
Drenos em
Funcionamento

9. DRENAGEM DO PAVIMENTO

Detalhe de Drenagem do Pavimento

Canteiro Central

Dreno Misto de Bordo

UMA VEZ CONCEBIDO O PAVIMENTO, SEUS MATERIAIS E GARANTIDO SEU PERFEITO FUNCIONAMENTO, É HORA DE:

CONSTRUI-LO

10. CONSTRUÇÃO DO PAVIMENTO

10. CONSTRUÇÃO DO PAVIMENTO

1 – PLANEJAMENTO;

DEFINIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS:

DO PAVIMENTO • 1 – PLANEJAMENTO; – DEFINIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS: • Britagem; • Usinagem de Solos

Britagem;

Usinagem de Solos e Asfaltos;

DO PAVIMENTO • 1 – PLANEJAMENTO; – DEFINIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS: • Britagem; • Usinagem de Solos
DO PAVIMENTO • 1 – PLANEJAMENTO; – DEFINIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS: • Britagem; • Usinagem de Solos

Esquema de Montagem das Usinas de Solos no Canteiro

Esquema de Montagem das Usinas de Solos no Canteiro

10. CONSTRUÇÃO DO PAVIMENTO

Distribuição em Acabadora Dispensando o Uso de Motoniveladora

10. CONSTRUÇÃO DO PAVIMENTO Distribuição em Acabadora Dispensando o Uso de Motoniveladora

10. CONSTRUÇÃO DO PAVIMENTO

10. CONSTRUÇÃO DO PAVIMENTO Execução de Subbase ou Base em Brita Graduada Simples – BGS ou

Execução de Subbase ou Base em Brita Graduada

Simples – BGS ou com Cimento BGTC

10. CONSTRUÇÃO DO PAVIMENTO Execução de Subbase ou Base em Brita Graduada Simples – BGS ou
10. CONSTRUÇÃO DO PAVIMENTO Execução de Subbase ou Base em Brita Graduada Simples – BGS ou

10. CONSTRUÇÃO DO PAVIMENTO

1 – PLANEJAMENTO;

DEFINIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS:

• Aplicação; • Compactação.
• Aplicação;
• Compactação.

10. CONSTRUÇÃO DO PAVIMENTO

2 – CONTROLES;

ELABORAÇÃO DO PLANO DE GARANTIA DA QUALIDADE

Controles de Processos;

Controle de Materiais;

Controle de Propriedades;

Controle de Desempenho;

Monitormento da Qualidade

10. CONSTRUÇÃO DO PAVIMENTO

Controles de Processos;

10. CONSTRUÇÃO DO PAVIMENTO – Controles de Processos; Descarga Incorreta Descarga Correta

Descarga Incorreta

10. CONSTRUÇÃO DO PAVIMENTO – Controles de Processos; Descarga Incorreta Descarga Correta

Descarga Correta

10. CONSTRUÇÃO DO PAVIMENTO

Controles de Processos;

10. CONSTRUÇÃO DO PAVIMENTO – Controles de Processos; Segregações laterais na extensão da mesa Mesa de

Segregações laterais na extensão da mesa

Mesa de recepção Vazia

DO PAVIMENTO – Controles de Processos; Segregações laterais na extensão da mesa Mesa de recepção Vazia

10. CONSTRUÇÃO DO PAVIMENTO

2 – CONTROLES DE PROCESSOS, MATERIAIS E DESEMPENHO;

Controles Geométricos

Controles de Propriedades;

Controles Deflectométricos;

MATERIAIS E DESEMPENHO; – Controles Geométricos – Controles de Propriedades; – Controles Deflectométricos;
MATERIAIS E DESEMPENHO; – Controles Geométricos – Controles de Propriedades; – Controles Deflectométricos;
MATERIAIS E DESEMPENHO; – Controles Geométricos – Controles de Propriedades; – Controles Deflectométricos;
MATERIAIS E DESEMPENHO; – Controles Geométricos – Controles de Propriedades; – Controles Deflectométricos;

10. CONSTRUÇÃO DO PAVIMENTO

2 – CONTROLES DE PROCESSOS, MATERIAIS E DESEMPENHO;

Controle de Parâmetros;

Conforto e Segurança – IRI – International Roughness Index;

Atrito e Segurança

Controle de Parâmetros; • Conforto e Segurança – IRI – International Roughness Index; • Atrito e
Controle de Parâmetros; • Conforto e Segurança – IRI – International Roughness Index; • Atrito e
Controle de Parâmetros; • Conforto e Segurança – IRI – International Roughness Index; • Atrito e

UMA VEZ CONSTRUIDO O PAVIMENTO TORNA-SE NECESSÁRIO:

CONSERVÁ-LO E REABILITÁ-LO QUANDO SUA VIDA ÚTIL CHEGA AO FINAL

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

SOLUÇÕES CONVENCIONAIS PARA CORREÇÃO FUNCIONAL

Selagem de Trincas Isoladas

Reparos Localizados

Fresagem com Recomposição localizada e contínua;

Lama, Micro-concreto ou TSD;

Reforço Convencional em Espessuras Variáveis de CBUQ;

Reconstrução.

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

SELAGEM DE TRINCAS

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO SELAGEM DE TRINCAS Com ligantes fortemente polimerizados

Com ligantes fortemente polimerizados

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

Cuidados na Criação da Cavidade da Selagem de Trincas

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Cuidados na Criação da Cavidade da Selagem de Trincas

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

A selagem tipo “Ponte” é mais recomendada quando não ficar diretamente exposta ao tráfego

DO PAVIMENTO A selagem tipo “Ponte” é mais recomendada quando não ficar diretamente exposta ao tráfego
DO PAVIMENTO A selagem tipo “Ponte” é mais recomendada quando não ficar diretamente exposta ao tráfego

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

Reparos Localizados com Fresadora

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Reparos Localizados com Fresadora
11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Reparos Localizados com Fresadora

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

Imperiosa Vistoria na Caixa de fresagem para execução da Recomposição

Vistoria na Caixa de fresagem para execução da Recomposição Confecção de drenos de alívio das caixas
Vistoria na Caixa de fresagem para execução da Recomposição Confecção de drenos de alívio das caixas

Confecção de drenos de alívio das caixas de fresagem.

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

CORREÇÕES FUNCIONAIS - TRATAMENTO SUPERFICIAL

Tratamento Superficial Simples – TSS como camada Intermediária no combate a reflexão de trincas; Normalmente aplicadas sobre camadas recicladas com cimento e ou espuma-de-asfalto e sobre fresagens parciais do revestimento existente.

Tratamento Superficial Duplo com Capa Selante –TSD como revestimento;

SAM e SAMI – (Stress Absorber Membrane Interlayer) – Tratamento Superficial Simples com asfalto- borracha e agregado pré-envolvido

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Como camada Intermediária TSS

Como camada Intermediária

TSS

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Como camada Intermediária TSS

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

TSD com Polímero

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO TSD com Polímero

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Equipamentos Convencionais Para Execução do TS

Equipamentos Convencionais Para Execução do TS

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Equipamentos Convencionais Para Execução do TS

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

Novos

Equipamentos

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Novos Equipamentos Melhor Controle de Qualidade

Melhor Controle de Qualidade

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

Cape Seal

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Cape Seal TSS + Micro
11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Cape Seal TSS + Micro

TSS + Micro

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Execucão do Tratamento

Execucão do Tratamento

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Execucão do Tratamento

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

Cape Seal – 2 a Camada – Micro - Revestimento - 8 mm
Cape Seal – 2 a Camada
– Micro - Revestimento
- 8 mm

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

CORREÇÕES FUNCIONAIS

Micro revestimento com Polímero

Solução mais aplicada nas rodovias concedidas. Normalmente executado em 2 Camadas com espessuras variando de 10 a 15 mm. De rápida execução apresenta melhor irregularidade e conforto em relação ao TSD

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

Micro-Revestimento a frio Com Polímero

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Micro-Revestimento a frio Com Polímero

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

CORREÇÕES ESTRUTURAIS - Soluções mais Aplicadas

Reciclagem de revestimento e base com adição de cimento e ou espuma-de-asfalto;

Revestimentos Delgados em camada Descontínua com asfaltos especiais a base de polímero ou borracha reciclada de pneus.

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

Novos Processos de Reciclagem de Pavimentos;

A Frio: Simples, Espuma-de-Asfalto, Cimento;

A Quente: Em Usina Estacionária; In Situ – Termoregeneração;

; • A Frio: Simples, Espuma-de-Asfalto, Cimento; • A Quente: Em Usina Estacionária; In Situ –

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

Requisitos Fundamentais ao Sucesso da Reciclagem

Extensa investigação do pavimento existente;

Adequada caracterização dos materiais constituintes;

CORREÇÃO DA DRENAGEM SUB-SUPERFICIAL

Dimensionamento adequado;

Projeto representativo da mistura reciclada;

Devido Ajuste do Projeto às condições de Campo

Controle Tecnológico Rigoroso

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

Análise dos Materiais Existentes

Granulometria do revestimento e da base;

Teor de betume do revestimento original;

Umidade natural na pista do conjunto revestimento + base;

Avaliação dos agregados disponíveis para correção granulométrica.

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

Ensaios Laboratoriais para Misturas com Espuma de Asfalto

Determinação prévia do traço e dosagem da mistura reciclada com espuma de asfalto

para Misturas com Espuma de Asfalto Determinação prévia do traço e dosagem da mistura reciclada com

Distribuição da Espuma-de-Asfalto

Distribuição da Espuma-de-Asfalto CBUQ Mistura c/ Espuma Camada Cimentada
Distribuição da Espuma-de-Asfalto CBUQ Mistura c/ Espuma Camada Cimentada

CBUQ

Mistura c/ Espuma

Camada

Cimentada

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

ESTUDOS DE MISTURAS ESPECIAIS - ESPUMA DE ASFALTO

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO ESTUDOS DE MISTURAS ESPECIAIS - ESPUMA DE ASFALTO

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Espuma-de-Asfalto em Usina ou In Situ

Espuma-de-Asfalto em Usina ou In Situ

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

Importância da Espessura na Vida Útil

Espessura da Reciclagem x Vida Útil do Pavimento

30 25 20 15 10 5 0 15 16 17 18 19 20 21 22
30
25
20
15
10
5
0
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
VMD Com. 4000
VMD Com. 2000
VMD Com. 1000
Espessura em cm
Vida Útil em Anos
SIMPLICIDADE Adição Regulada de Fluidos sobre Pressão VESATILIDADE Camada Espessa Uniformente Misturada Solo
SIMPLICIDADE
Adição Regulada de
Fluidos sobre Pressão
VESATILIDADE
Camada
Espessa
Uniformente
Misturada
Solo Suporte Intacto
Adição de agregados e
Milling and
ou cimento sobre a
mixing
superfície da Pista

SIMPLICIDADE

VERSATILIDADE REFORÇO
VERSATILIDADE
REFORÇO

Solo Suporte Intacto

Estabilizadora Rebocável

Estabilizadora Rebocável
Estabilizadora Rebocável
Estabilizadora Rebocável
Estabilizadora Rebocável

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

Estabilizadoras e Recicladoras

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Estabilizadoras e Recicladoras
11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Estabilizadoras e Recicladoras

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

Distribuição do Cimento Portland

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Distribuição do Cimento Portland
11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Distribuição do Cimento Portland

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

Distribuidora de Cimento

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Distribuidora de Cimento
11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Distribuidora de Cimento

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Correção Granulometrica com Incorporação de Brita

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Correção Granulometrica com Incorporação de Brita

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

Compactação Inicial com Rolo Pata Curta e Conformação da Camada Reciclada com Motoniveladora

DO PAVIMENTO Compactação Inicial com Rolo Pata Curta e Conformação da Camada Reciclada com Motoniveladora
DO PAVIMENTO Compactação Inicial com Rolo Pata Curta e Conformação da Camada Reciclada com Motoniveladora

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

A Chave para o Sucesso da Reciclagem está na Compactação Adequada

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO A Chave para o Sucesso da Reciclagem está na Compactação
11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO A Chave para o Sucesso da Reciclagem está na Compactação
11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO A Chave para o Sucesso da Reciclagem está na Compactação

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

Compactação Inicial com Rolo Vibratório Pé de Carneiro

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Compactação Inicial com Rolo Vibratório Pé de Carneiro
11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Compactação Inicial com Rolo Vibratório Pé de Carneiro

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

Principais Avanços na Tecnologia Rodoviária

Novas Misturas Asfálticas;

A Quente: Misturas Asfálticas descontínuas com asfaltos modificados com Polímero ou Borracha Reciclada de Pneus – SMA (Stone Matrix Asphalt), CPA (Camada Porosa de Atrito), BBTM (Béton Bitumineux Trés Mince)

Reciclada de Pneus – SMA (Stone Matrix Asphalt), CPA (Camada Porosa de Atrito), BBTM (Béton Bitumineux

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

Misturas Asfalticas Descontínuas Usinadas a Quente com Asfaltos Modificados com Polímeros e Fibras

SMA

BBTM

CBDUQ – Asfalto Borracha

CONDIÇÃO BÁSICA PARA CORRETA FABRICAÇÃO :

Usinas Gravimétricas ou Providas de Misturadores Para Injeção Externa do Asfalto e dos aditivos (Filler, Cal, Fibras)

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Misturas Descontínuas Densas

Misturas

Descontínuas

Densas

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Misturas Descontínuas Densas

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Misturas Drenantes

Misturas

Drenantes

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

SMA - Stone Matrix (Mastic) Asphalt

Mistura Asfáltica com elevado conteúdo de agregados, formando um esqueleto pétreo descontínuo gerando uma parede de pedra. Os vazios se completam com um ligante de alta viscosidade;

um esqueleto pétreo descontínuo gerando uma parede de pedra. Os vazios se completam com um ligante
um esqueleto pétreo descontínuo gerando uma parede de pedra. Os vazios se completam com um ligante

SMA - Stone Matrix (Mastic) Asphalt

O alto conteúdo de agregados assegura o contato pedra/pedra após a compactação conferindo à mistura elevada resistência à deformação e ao cizalhamento;

O SMA contém ainda um alto teor de ligante da ordem de 6 a 7% e baixo índice de vazios.

É muito comum a adição de fibras de vidro celulose para aprimorar a estrutura do Mástique asfáltico.

ou

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

A principal função do SMA é o combate a deformações permanentes na trilha de roda

PAVIMENTO A principal função do SMA é o combate a deformações permanentes na trilha de roda

SMA Stone Matrix Asphalt

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

F
F

SMA - Stone Matrix Asphalt

A estabilidade do SMA é obtida a partir do atrito interno dos grãos

SMA - Características Granulométricas

SMA - Características Granulométricas

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO CBUQ SMA CBUQ Comparação SMA - CBUQ

CBUQ

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO CBUQ SMA CBUQ Comparação SMA - CBUQ
11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO CBUQ SMA CBUQ Comparação SMA - CBUQ

SMA

CBUQ

Comparação SMA - CBUQ

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

Uso de Asfaltos Modificados com Polímero SBS ou ELVALOY

Os Asfaltos Modificados com Polímeros SBS ou EVA devem ser necessariamente fabricados em

distribuidoras em Unidades de Modificação Próprias

Transportados prontos. Requerem aquecimento constante no Transporte e Descarga;

e

A

Modificação com Polímero Elvaloy pode ser feita

diretamente na Usina facilitando o seu uso

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Requer a confecção de Tanques especiais para mistura e armazenamento
11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Requer a confecção de Tanques especiais para mistura e armazenamento

Requer a confecção de Tanques especiais para mistura e armazenamento

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Requer a confecção de Tanques especiais para mistura e armazenamento

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

Propiedades Elásticas do Asfalto Modificado com Elvaloy

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Propiedades Elásticas do Asfalto Modificado com Elvaloy
11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Propiedades Elásticas do Asfalto Modificado com Elvaloy
11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Propiedades Elásticas do Asfalto Modificado com Elvaloy

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

Asfaltos Modificados com Pó de Borracha

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Asfaltos Modificados com Pó de Borracha

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

Processos de Incorporação do Pó de Borracha na Mistura Asfáltica

Via Seca – Quando o pó de borracha é incorporado na mistura como um agregado adicional durante o processo de usinagem Via Úmida – Quando o pó de borracha é incorporado ao asfalto moficando-o antes da usinagem.

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO

Detalhe do Processo de Digestão e Incorporação da Borracha no Asfalto

11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Detalhe do Processo de Digestão e Incorporação da Borracha no
11. CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PAVIMENTO Detalhe do Processo de Digestão e Incorporação da Borracha no

Ao longo da Semana e no Próximo Módulo Presencial serão apresentados muito mais detalhes de cada uma das Tecnicas de Pavimentos Flexíveis e Rígidos

Muito Obrigado pela Atenção e Paciência e sintam-se a vontade para as perguntas