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O Yoga no combate contra a Obesidade Pediátrica Vitoria Hélène Texier de Matos vitoria.helene@edu.ulisboa.pt

O Yoga no combate contra a Obesidade Pediátrica

O Yoga no combate contra a Obesidade Pediátrica

Palavra chaves: Yoga, obesidade infantil, obesidade pediátrica, atividade física, preocupações comportamentais, crianças, jovens, vida saudável, ansiedade, pesquisas publicadas.

Abreviações

 

OMS

-

Organização Mundial da Saúde

CDC

-

Centers for Disease Control and Prevention

EF

-

Educação física

IMC

-

Índice de Massa Corporal

APCOI-

Associação Portuguesa contra a Obesidade Infantil

Resumo

O Yoga é uma pratica física, mental e social, originária da Índia com mais de 3000 anos de historia, que se tornou muito popular nestas últimas décadas no mundo ocidental. O propósito deste estudo é de salientar os benefícios terapêuticas na pratica do Yoga em crianças, pré-adolescentes e adolescentes obesos através de vários estudos publicados a nível mundial. A obesidade infantil, ou também denominada de obesidade pediátrica é multifatorial: genéticos, metabólicos, bioquímicos, culturais e psicossociais. Existe uma percentagem reduzida de pacientes com predisposição genética, mas a maior parte dos doentes, tem como fator principal alterações comportamentais. Esta doença por sua vez leve a vários distúrbios graves a nível físico, psicológico e social. Se forem ignorados tornam-se parte integrante da personalidade da criança que mais tarde irá se tornar num adulto disfuncional sem capacidade de inclusão social, ansioso, depressivo e de saúde debilitada.

Introdução Entendemos por obesidade pediátrica ou infantil, uma acumulação energética sob a forma de gordura em crianças e adolescentes com idades inferior a 17 anos, acabando por afetar o seu bem-estar e seu desenvolvimento, tanto motor como psicológico. Esse excesso de gordura resulta dum desequilíbrio entre o aporte energético e o consumo deste ultimo que é baixo (Fonseca Dias da Silva, M. A. 2014). Em 1997, a Organização Mundial da Saúde declarou a obesidade como uma epidemia a nível global com transtornos gravíssimos na Saúde pública. (World Health Organization, 1997). Num estudo conduzido nos Estados Unidos da América em 2000, chegou-se a conclusão que 15% da população infantil tinha peso a mais ou era obesa. Número esse que tinha triplicado desde a década de 60 (Ogden CL, Carroll MD, 2003). Prevê-

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se que em 2020, o número de crianças obesas a nível mundial poderá chegar aos 60 milhões de casos registrados (Centers for Disease Control and Prevention, 2014).

Vários estudos relataram que a obesidade pediátrica se encontra em primeiro lugar da lista de distúrbios nutricionais mais prevalentes (Kelly, A. S., 2013). Com base numa análise estatística de 2010 em 144 países, 43 milhões de crianças pré-escolares com menos de cinco anos de idade tinham peso a mais ou eram obesas; além disso, 92 milhões estavam em risco de serem obesas (De Onis, M., 2010). Na Índia, aproximadamente dez por cento das crianças em idade escolar – dos cinco aos dezassete anos - estão acima do peso recomendado para as suas idades ou obesas (Kalra, S., 2012). Em Portugal durante o ano letivo de 2016-2017, 25% das crianças dos 2 aos 10 anos de idade tinham peso a mais, entre os quais 12% eram obesas (APCOI 2018).

A obesidade infantil está associada a deficiências funcionais e incapacitantes. Essas crianças, frequentemente sofrem de depressão, ansiedade, raiva e de ingestão compulsiva. A sua capacidade cardiorrespiratória encontra-se debilitada, sofrem de apneia do sono, possuem uma fraca força muscular e a sua capacidade locomotora é reduzida. (Bout-Tabaku S. Briggs MS, Schmitt LC, 2013). Podem vir a desenvolver doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão, asma, doenças associadas ao fígado e vários tipos de cancro. Muitas vezes sofrem de bullying e de outras descriminações nos recintos escolares, levando a uma baixa autoestima e debilitando o aproveitamento escolar (APCOI, 2018). São problemas reais, dolorosos que se tornam dispendiosas para as famílias e o Estado.

Material e métodos Foi efetuada uma primeira pesquisa bibliográfica no site Journal of yoga & Physical Therapy, usando as seguintes palavras chaves: child, obesity, yoga, therapy. Uma segunda pesquisa foi efetuada para a população portuguesa usando os seguintes termos: obesidade infantil, obesidade pediátrica, no website da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra. Os artigos recolhidos foram lidos integralmente e selecionados de acordo com o assunto desta analise. Foram encontradas oito publicações pediátricas onde apenas duas tinham como tema principal: a pratica de Yoga no combate a obesidade infantil.

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Causa de obesidade pediátrica Existem fatores nutricionais que são causas diretas no aparecimento da doença: a ausência de amamentação nos recém-nascidos, a redução do consumo de fibras, de fruta e de vegetais na alimentação das crianças e adolescentes, o consumo em excesso de comida de Fast foods e de bebidas açucaradas (alimentado pelas publicidades de grandes marcas nas horas

nobres televisivas das crianças). Embora as questões nutricionais tenham um papel significativo

a desempenhar, este estudo concentra-se em comportamentos sedentários excessivos e a falta

de atividade física. A maior parte dessas crianças não tem hábitos de alimentação saudáveis. Muitos vão para a escola de estomago vazio e almoçam fora de casa. Não podemos deixar de também notar que varias vezes durante o decorrer desse mesmo dia, a criança vai consumindo snacks tais como batatas fritas de pacote, gomas e refrigerante ricos em açucares, disponíveis em maquinas de vendas nos recintos escolares.

A combinação dos hábitos alimentares poucos saudáveis e a falta de exercício físico tornam-se fatal. Hoje em dia, as crianças têm falta duma atividade física adequada para as suas idades. As brincadeiras dos recreios escolares foram trocadas pelos jogos virtuais em Smartphones, tabletes ou computadores. O aparecimento do mundo da internet e o aumento de números de canais de televisivos, fizeram com que o tempo onde se brincava na rua a correr e

a socializar com outras crianças, deixou de existir. Já na década de 90, 26% das crianças ficavam 4 horas por dia frente a televisão e essas mesmas crianças, muito provavelmente nunca iriam se envolver em atividades física (National Health and Nutrition Examination Survey, 1998).

Vários são os fatores que contribuem para aparecimento do fenómeno de sedentarismo entre as crianças e adolescentes.

Fatores económicos onde a família tem domicilio em apartamentos ou residências camararias, crianças que vivem em bairros desfavorecidos e que tem uma atividade física restrita por causa do clima, por motivos de segurança, pela falta de ginásios e parques recreativos. Muitas vezes estas áreas vêem-se negado fundos governamentais para criar programas orientados para a ocupação dos tempos livres e ao desporto (Sallis, J.F., 1993)

Figuras de referências inativas (pais e outros cuidadores), num panorama de famílias disfuncionais, onde o numero de refeições tomadas em família é baixíssima. Este mau ambiente pode levar a criança a ter um excesso de peso (Fonseca Dias da Silva, M. A. 2014).

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Crianças portadoras de deficiências que sofrem de patologias associadas a obesidade pediátrica. Tomam medicação acabando por causar um aumento de peso significativo.

E não podemos de salientar, os fatores genéticos tais como o Síndromo de Down, de Prader-Willi e de Bardet-Biedle como causas.

Meios de medição Os métodos usados para medir a gordura corporal devem ser justos, sem custos, de fácil utilização e com uma margem mínima de erros. As técnicas de medição tais como ressonância magnética, radiografias, osteometria e absorciometria biónica de raio x são usados em meios hospitalares e tornam-se dispendiosos. Neste caso o índice de massa corporal será o mais conveniente e poderá ser usado por qualquer pessoa. Entende-se por IMC o quociente entre o peso e o quadrado da altura - Tabela 1.1.

Temos que ter em conta que esta ferramenta de medição não é 100% fiável. Pois dois pacientes com o mesmo IMC podem ter uma localização de gordura corporal diferente, ou então, um poderá possuir mais massa muscular do que o outro paciente com um maior índice de massa gorda. O IMC varia consoante o sexo e a idade - Tabelas 1.2 e 1.3.

Essas crianças comem, mas não queimam as calorias. Resultando num excesso de energia acumuladas que se transforma em gorduras localizadas e que com o decorrer do tempo se transforma em obesidade. O sucesso nos vários programes de combate a obesidade pediátrica tem sido pouco claro. Estudos apontam que crianças mais jovens parecem responder melhor aos tratamentos do que adolescentes e adultos (Lobstein T. Baur I., Uauy R. 2004). Uma maior motivação e envolvimento por parte da família na mudança de comportamento permite que essas crianças normalizam o seu peso. Programas que incluem aulas de nutrição e exercícios físicos obtém maior sucesso do que a modificação de hábitos alimentares em si só. Já foi comprovado num estudo que a combinação de dietas, exercício e modificação comportamental baseada na família demonstrou maior perca de peso e teve mais sucesso em manter o peso perdido (Epstein LH, 1993).

Programes relacionadas com o exercício físico levaram a uma redução no comportamento sedentário e a perca de peso. Foi demonstrado que melhorias no IMC ocorrem

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quando a televisão é condicionada (Robinson TN, 1999). A Atividade física relacionada ao estilo de vida são importantes para a perda sustentada de peso. (Epstein LH, 1985). E é benéfica psicologicamente para todos os jovens, independentemente do peso. Está associado ao aumento da autoestima e a diminuição da ansiedade e da depressão (Calfas KJ, Taylor WC, 1994). Perante tais desafios, a prevenção tomará um papel fundamental no combate a obesidade pediátrica. Infelizmente, os ensaios de prevenção controlados foram um pouco dececionantes até o momento. É mais provável que o sucesso seja atingido com a implementação de políticas de vida ativa, economicamente possíveis e culturalmente aceitáveis, que possam ser integradas nas varias faixas etárias da sociedade.

Para crianças que sofrem de obesidade infantil, o yoga pode ser um instrumento benéfico para

a sua a reabilitação. Existem vários tipos e escolas de Yoga. O Hatha Yoga é a vertente mais

popular e mais praticado no mundo ocidental. Sendo ele constituído entre outros por posturas corporais – Asanas - fáceis de executares, exercícios de respiração controlados – Pranayama -, meditação - Praty āh āra, Dh āran ā,Dhyana - e orientações de condutas - Yama e Niyama - para promover a saúde e o bem-estar. Juntos podem tratar a obesidade infantil, corrigindo desequilíbrios no corpo e da mente. O Yoga tem o potencial de aumentar a atividade e a aptidão de maneira lenta e gentil, possivelmente aumentando a motivação para continuar o movimento

dentro e fora das aulas (Bernstein AM, Bar J. 2014). O Hatha Yoga, é adequado como abordagem terapêutica para a obesidade infantil. Neste estilo de yoga completa-se a pratica com

o uso de acessórios complementares tais como blocos, cintos, cordas e cadeiras que permitem uma prática lenta e segura das posturas.

Num estudo da Malásia, 16 adolescentes sofrendo de obesidade mórbida com uma idade média de 13,4 anos, num período de oito semanas mostrou grandes melhorias não apenas

a nível físico e psicossocial, mas também na flexibilidade da zona lombar. No entanto, a redução de peso foi insignificante. Os adolescentes participaram em quinze aulas de 60 minutes de Hatha yoga, que provavelmente foram insuficientes para provocar uma redução de peso acentuada (Hainsworth K.R., 2014). No entanto, num estudo anterior a este último, conduzido na Coreia do Sul, com 20 adolescentes obesos do sexo masculino – dos 13 aos 15 anos- os resultados revelaram uma redução significativa no peso corporal e IMC após oito semanas de

pratica de Yoga (Seo, D. J., 2012).Sem duvida que a pratica do Yoga no estudo coreano foi

de maior intensidade em comparação com o estudo efetuado na Malásia. Os participantes coreanos praticaram 3 horas de Yoga semanais, resultando em 24 sessões de yoga. A aula de

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60 minutes era organizada da seguinte forma: 10 minutos de alongamentos, 40 minutos de asanas deitado e de pé e 10 minutos de relaxamento. É de salientar que a intensidade dos asanas foi gradualmente aumentada ao longo do período destas oito semanas. Quase nenhum exercício de respiração foi incorporado em ambos os estudos.

Num estudo piloto norte americano de 2018, nota-se uma nítida vontade de alcançar novos patamares e resultados no que diz respeito aos estudos da pratica do Hatha Yoga no combate a obesidade pediátrica. O que destaque o estudo que se segue dos outros já realizados, é a sua focalização em 3 pontos específicos: locomoção, dores e perca de peso. Os 20 estudantes participantes – dos 2 aos 18 anos - tinham como denominador comum: um IMC superior ou igual a 95 percentil e sofriam de vários efeitos colaterais da doença - dores, distúrbio do sono, stress, baixo autoestimo, etc.

Neste programa, as aulas de yoga bissemanais de 60 minutos duraram oito semanas. As 15 aulas do programa foram conduzidas por um professor de yoga experiente e credenciado pela Yoga Aliance USA (Evans, S. 2013) . Os asanas foram escolhidos especificamente para

fortalecer e alinhar o tronco e os membros inferiores - Tabela 3. Assim também para poder adquirir uma melhor flexibilidade. As instruções foram dadas ao longo das aulas e foram focadas na conscientização dos movimentos de membros e de articulações. É também importante realçar que as posturas foram adaptadas às necessidades individuais de cada paciente, incluindo as necessidades relacionadas à dor (Armstrong, S., 2016).

Neste estudo, ensinou-se as crianças como respirar adequadamente, usando toda a sua capacidade pulmonar. Incorporando então a pratica de Pranayama que se encontrava ausenta nos dois estudos anteriores. Os alunos praticaram Nadi Shodhana (respiração alternada de narinas), Kapalabathi, Anuloma Viloma, Bhramari, Bastrika e Ujjayi Pranayama sentados em asanas confortáveis para os alunos.

Após uma intervenção de oito semanas com praticas de Yoga, os resultados alcançados eram mais que promissoras. Os pais notaram que os seus filhos eram mais energéticos e que tinham adquirido um maior poder de concentração permitindo executar diversas tarefas ao mesmo tempo. Dos resultados mais referidos, devemos salientar um nítido melhormente na locomoção e uma maior flexibilidade com melhoria no alinhamento dos membros inferiores e no equilíbrio (Hainsworth, K.R., 2014). O estudo não conseguiu comprovar um declínio de

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dores nos participantes, mas também não se notou um aumento. O que pode acontecer quando jovens obesas iniciam uma atividade física ativa. (Posadzki P, 2011). A perca de peso não foi muito significativa tendo em conta que 8 semanas são poucas e que esta leve tempo.

Conclusão

Os resultados encontrados estão a favor da pratica do Yoga no combate a obesidade pediátrica e que pode ser uma feramente terapêutica inteligente, suave, efetiva e preventiva no combate a este flagelo. Acrescenta-se que pode se tornar também no primeiro passo para um estilo de vida ativo, particularmente para os jovens sedentários que, de outra forma, poderiam fugir das atividades físicas. Dado que os jovens com obesidade têm um risco aumentado de lesões (Hills A.P., Hennig E.M., Byrne N.M., Steele J.R., 2002) e de incapacidade a longo prazo, incluindo o risco de alterações músculo-esqueléticas degenerativas. As descobertas atuais sugerem que Hatha Yoga pode fornecer uma maneira para os pacientes obesos serem fisicamente ativos, reduzindo o risco de lesão.

Estes resultados preliminares são animadores, e apoiam o seu uso como método segura e promissora para melhorar os aspetos do funcionamento físico e psicossocial em adolescentes gravemente obesos. O aspeto meditativo do Yoga ajuda a lidar com o stress e a ansiedade. Promove também a determinação e a concentração. Faz com que a criança aprende a se controlar para não comer por aborrecimento. A sua pratica tem efeitos benéficos para várias doenças relacionadas à obesidade.

No entanto, é importante salientar que os estudos sobre o Yoga e perca de peso têm sido dificultados por vários fatores, como o tamanho inadequado da amostra, a curta duração do estudo e a falta de grupos de controle (Bernstein, A.M., 2014). Os estudos realizados devem ser capazes de explicar não apenas os efeitos, mas também os mecanismos dos efeitos da Yoga no corpo e na mente. É fundamental para avançar nessa pesquisa, considerar o aumento da duração do estudo. Poder comparar os resultados dos efeitos duma pratica de curto prazo contra a pratica a longo prazo em crianças obesas. Esses resultados poderiam ser analisados por etapas, após 5, 15 e 25 sessões de Hatha Yoga, respetivamente. É crucial que continuemos a explorar os benefícios da sua pratica no combate a obesidade pediátrica. Esta doença alcançou proporções epidémicas que será muito pouco provável domada, controlada e vencida por apenas medicação e procedimentos cirúrgicos. Uma reeducação dos hábitos

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alimentares é da maior urgência a nível planetário, não só devido a epidemia da Obesidade, como também por motivos ecológicos.

Tabela 1.1

Obesidade, como também por motivos ecológicos. Tabela 1.1 (Direcção-Geral da Saúde, 2006) Tabelas referenciadas:

(Direcção-Geral da Saúde, 2006)

Tabelas referenciadas:

Tabela 1.2 – Índice Massa corporal de rapazes dos 5 aos 19 anos (Direcção-Geral da Saúde, 2006)

referenciadas: Tabela 1.2 – Índice Massa corporal de rapazes dos 5 aos 19 anos (Direcção-Geral da

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Tabela 1.2 – Índice Massa corporal de raparigas dos 5 aos 19 anos (Direcção-Geral da Saúde, 2006)

dos 5 aos 19 anos (Direcção-Geral da Saúde, 2006) Tabela 3 - Plano estrutural da pratica

Tabela 3 - Plano estrutural da pratica de Yoga.

Duração

Asana 1

5 minutes

Aquecimentos

Supta Baddah Konasana com cobertores para apoio Tadasana em endamento 2 Tadasana Vrksasana Virabhadrasana II Trikonasana

45

a 50 minutes

Upavistha Konasana Ardha Padmasana e suas variações Sthilasana Adho Mukha Svanasana Vanarasana 3 Parsvakonasana 3 Uttihita Hasta Padangusthasana I

10

minutes

Savasana

1 A ordem de execução dos asanas nem sempre seguia o plano demonstrado na Tabela 3. E não eram necessariamente praticados em todas as aulas. 2 Asana executada em todas as aulas.

3 Asanas acrescentada a partir da sétima aula de Hatha Yoga.

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