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DE VOCÊ PARA SEUS ANCESTRAIS

Curso Básico da História da Família


“Espero que eliminemos a linha divisória artificial, que
freqüentemente colocamos entre a obra missionária e a obra de
salvação e o trabalho do Templo, pois eles são o mesmo trabalho
redentor!”
(Presidente Spencer W. Kimball Liahona, maio de 1977, p.2).
Esse guia de lições divide-se em sete aulas, onde os alunos
poderão receber um testemunho, sobre esse trabalho sagrado,
aprenderão a buscar informações, preencher formulários, fazer um
livro de Recordações, organizando seus registros pessoais e com
eles escrever a sua história, buscando seus antepassados indo o
mais longe que puder.
Tendo como meta completar as quatro gerações, assegurando-
se que cada um de seus ancestrais recebera a oportunidade de
aceitar as Bênçãos do Templo.
Serão oferecidas orientações para facilitar o trabalho de busca
de informações sobre os seus ancestrais, através do CHF, onde
encontrarão membros preparados para orientá-los, ensinando-os a
usar os microfilmes, que lá estão à disposição.
Para que vocês venham a ter sucesso, deverão organizar o seu
trabalho e serem muito persistentes. É um trabalho demorado e
durará toda a sua vida, mas quando vocês começarem a enviar os
nomes para o Templo demonstrando, que estão encarando esta obra
grandiosa com fidelidade e espírito de oração, certamente
desfrutarão de um sentimento de paz e de felicidade e o Senhor
certamente irá ajudá-los, abrindo os seus caminhos, pois aí então
serão reconhecidos com Salvadores em Monte Sião.
Obs: a ordem de suas aulas pode variar de acordo com a
necessidade de seus alunos; citações enquadradas devem ser
recortadas para que os alunos possam lê-las na aula; fiquem a
vontade para colocarem novos conteúdos ou explorarem assuntos
extras não cobertos pelo curso. Ao final entregue um certificado a
cada aluno, imprimindo-o em papel vergê, da cor que lhe agradar.
Sucesso amigo(a) consultor(a)!!!
1ª Aula
Salvadores do monte sião

Para entendermos a doutrina de salvação dos mortos, devemos


compreender onde se acham nossos entes queridos que daqui se
foram. O presidente Brigham Young ensinou que, quando as pessoas
falecem, “todos eles têm que passar pelo véu que separa este estado
do mundo dos espíritos, onde terão de habitar, aguardando seu
destino final”. Este mundo dos espíritos, conforme disse o presidente
Young, acha-se muito perto de nós:

“Ele não está localizado além do sol, mas sim nesta terra, que foi
organizada para as pessoas que nela viveram,
que vivem e viverão... Onde é o mundo
espiritual? É aqui mesmo. Os espíritos bons e
os iníquos vão para o mesmo lugar? Sim.
Ambos habitam o mesmo reino? Certamente
que sim. Eles vão para o sol? Não. Eles se
dirigem para além das fronteiras da terra organizada? Não.”
(Discursos de Brigham Young, p.377)

O presidente Young continuou falando dobre este tema,


esclarecendo a espécie de associação que existe no mundo espiritual
entre os iníquos e os justos:

“Sem dúvida achareis uma idéia singular que tanto os


santos como os pecadores vão para o mesmo lugar e
juntos habitem o mesmo mundo. Encontrareis idêntica
diversidade neste mundo. Podeis ver os santos dos
últimos dias que vieram morar nestes vales, eles se
acham reunidos em comunidades, no entanto habitam o
mesmo mundo que outras comunidades... Quando eles
passam ao mundo dos espíritos, lá encontram o Profeta
e o Patriarca; todos os homens justos lá se encontram, e
todos os iníquos também.”
(Em Journal of Discourses, vol. 6, p.294.)

“Assim, embora existam duas esferas no mesmo mundo espiritual,


há atualmente uma espécie de
intercâmbio entre os justos e os iníquos que nelas habitam; e
quando os espíritos ímpios se arrependem, abandonam sua prisão-
inferno e vão conviver com os justos no paraíso. Por essa razão
Joseph Smith ensinou: Hades, sheol, paraíso, espíritos em prisão,
todos esses termos significam a mesma coisa: o mundo dos
espíritos. Os justos e os iníquos vão todos para o mesmo mundo dos
espíritos, até o tempo da ressurreição.”
(Mórmon Doctrine, p. 762.)

A condição dos espíritos iníquos é descrita em Alma 40:13-14 e


Mosias 2:38. O profeta Joseph Smith declarou: “A grande angústia que
se apodera dos espíritos dos mortos, lá no mundo espiritual, para
onde vão depois da morte, consiste em descobrir que não alcançaram
a glória desfrutada por outros, a qual eles próprios poderiam ter
conseguido, e, assim, tornam-se seus próprios acusadores.”
Visão acerca do que aconteceu, quando o Salvador visitou o
mundo dos espíritos. D&C 138:18-20, 29-31.
Os espíritos justos, que foram convertidos ao evangelho quando
se achavam na prisão espiritual, ali são conservados até que a obra
vicária seja realizada em seu benefício. Esses leais conversos não são
capazes de alcançar a plenitude do progresso, porque, embora
possam ter fé e tenham-se arrependido no mundo espiritual, tais
ordenanças com as do batismo e confirmação têm que ser realizadas
na mortalidade, se não por eles mesmos, por meio de procuradores.
Tais espíritos também aguardam um tempo de libertação.

Falando a respeito dessa demora, o presidente


Spencer W. Kimball declarou: “Alguns de nós já
tivemos oportunidade de esperar alguém ou
alguma coisa por um minuto, uma hora, um dia,
uma semana, ou mesmo um ano. Podem vocês
imaginar como se sentem nossos ancestrais, os
quais esperam alguns por décadas e séculos,
para que a obra do templo seja feita?”
(A Liahona, Maio de 1977, p.4)

Salvadores no Monte Sião – percebe o que D&C e os profetas estão


dizendo? Você realmente pode libertar pessoas do inferno, fazendo as
ordenanças vicárias em favor delas. Não lhe cabe, obviamente,
determinar se elas aceitarão o evangelho no mundo dos espíritos,
mas, se já o fizeram, a salvação delas depende de nós que nos
encontramos na mortalidade. Temos a chaves de sua redenção.
O presidente Wilford Woodruff ensinou que temos as chaves da
redenção de nossos mortos, e que a nossa negligência nessa obra
fará com que colhamos tristezas na vida futura: “O pai e a mãe têm
uma grande responsabilidade sobre os seus ombros, que é a de
redimir seus mortos. Não sejais negligentes neste dever, porque
tereis amarguras, se assim procederes. Todo aquele que se descuida
da redenção de seus mortos se afligirá, pois tinha poder para oficiar
por eles aqui. Quando passardes para o outro lado do véu se tiverdes
ido a estes templos e redimido vossos progenitores através da Casa
de Deus, conservareis as chaves da redenção deles de eternidade em
eternidade. Não negligencieis essa obra.”

Princípios do Evangelho Página 90 - A Missão do Profeta Elias.

Princípios do Evangelho Página 92 – Três Responsabilidades no


trabalho de História da Família.

Designação: Ler a parte um do manual do aluno.

2ª Aula
Registros familiares

Objetivo:
Organizar seus registros pessoais e usá-los para compilar a história de
sua vida e seu livro de recordações.

Materiais necessários:
Diários, Álbum de Recordações, Pasta da Genealogia.

Aula:
Hoje iremos falar sobre um mandamento muito importante.
Adão foi o primeiro a cumprir com este mandamento. Ele iniciou um
livro de recordação.
Na aula de hoje vamos receber designações. O objetivo é que
vocês possam continuar a escrever sua história pessoal, iniciar um
álbum de recordações e organizar em gerações sua pasta de
genealogia.

Pedir para um aluno ler a citação abaixo:


“Muito do que hoje consideramos como escritura não é nada
mais, nada menos que o resultado do que homens escreveram sobre
suas próprias experiências espirituais para o benefício de sua
posteridade. Essas escrituras são registros familiares. Portanto, como
povo, devemos escrever sobre nossa própria vida, e sobre nossas
próprias experiências, a fim de formar um registro sagrado para
nossos descendentes. Devemos proporcionar-lhes a mesma força
edificante, promotora de fé que as escrituras antigas nos dão hoje.”
(Élder Theodore M. Burton, do Primeiro Quorum dos Setenta)

Há muitas maneiras de começar a organizar nossos registros.


Devemos seguir a sugestão do Élder Body K. Packer.
• Consiga uma caixa de papelão;
• Coloque num lugar acessível;
• Durante semanas colete e coloque na caixa cada registro de
sua vida:
 Certidão de nascimento
 Certificados de bênçãos
 Certificados de batismo e ordenação
 Certificados de conclusão de cursos
 Diplomas
 Fotografias
 Prêmios
 Diários
 Tudo o que você puder encontrar que se relacione com
sua vida
• Não tente fazer isso só em um dia;
• Reúna todo o material em um único lugar e divida em três
períodos:
 Infância
 Juventude
 Maturidade
• Comece pela infância em ordem cronológica, a seguir pela
juventude e depois a vida adulta.

Mostrar meu Álbum pessoal e explicá-lo.


Entregar para cada aluno a execução e organização do álbum

Agora gostaria de falar sobre diários.


Estou escrevendo meu 14° diário. Todos têm uma introdução.
Escrevo para meus filhos e netos. Escrevo porque é um mandamento,
e eu gosto de fazê-lo.
Se você não tem um diário, inicie sua história imediatamente.

Pedir para um aluno ler a citação abaixo:


O Presidente Spencer W. Kimball disse:
“Sua história deve ser escrita agora, enquanto é recente, e
todos os detalhes reais estão na memória, disponíveis.
O que poderá ser melhor para seus filhos e netos, que registrar
a história de sua vida, seus triunfos sobre a adversidade, sua
recuperação após uma queda, seu progresso quando tudo parecia
negro, seu regozijo quando, finalmente conquistou algo?
A verdade deve ser dita, mas não devemos ressaltar coisas
negativas.' Mesmo um longa vida cheia de experiências inspiradoras
pode ser reduzida ao pó, através de uma única história feia.
Haverá um raio de luz aqui, uma experiência de fé ali;
Arranjem um caderno, um diário que dure por toda a vida, e
anjos poderão fazer citações dele, na eternidade. Comecem hoje, e
escrevam suas idas e vindas, seus pensamentos mais profundos, suas
conquistas e seus fracassos, suas associações e seus triunfos, suas
impressões e seus testemunhos. “Lembrem-se de que o Salvador
chamou a atenção daqueles que deixaram de registrar eventos
importantes.”

Se ainda não possuem um diário, iniciem hoje. As sugestões do álbum


de recordações podem ser úteis para vocês começarem a escrever
diariamente suas experiências na mortalidade.

Mostrar a pasta de genealogia e explicar como organizá-la.


• 1° Geração
• 2° Geração
• 3° Geração
• 4° Geração...

Meus diários contêm minha autobiografia. Meus sentimentos mais


íntimos estão registrados neles.
Algum dia no porvir, lerão em meu diário “Ame a vida e viva
bem”...

“Muito do que hoje consideramos como


escritura não é nada mais, nada menos que o
resultado do que homens escreveram sobre
suas próprias experiências espirituais para o
benefício de sua posteridade. Essas escrituras são registros
familiares. Portanto, como povo, devemos escrever sobre nossa
própria vida, e sobre nossas próprias experiências, a fim de formar
um registro sagrado para nossos descendentes. Devemos
proporcionar-lhes a mesma força edificante, promotora de fé que as
escrituras antigas nos dão hoje.” (Élder Theodore M. Burton, do
Primeiro Quorum dos Setenta)

O Presidente Spencer W. Kimball disse:


“Sua história deve ser escrita agora, enquanto é recente, e
todos os detalhes reais estão na memória, disponíveis.
“O que poderá ser melhor para seus filhos e netos, que
registrar a história de sua vida, seus triunfos sobre a adversidade,
sua recuperação após uma queda, seu progresso quando tudo
parecia negro, seu regozijo quando, finalmente conquistou algo?
“A verdade deve ser dita, mas não devemos ressaltar coisas
negativas.' Mesmo um longa vida cheia de experiências inspiradoras
pode ser reduzida ao pó, através de uma única história feia.
Haverá um raio de luz aqui, uma experiência de fé ali;
Arranjem um caderno, um diário que dure por toda a vida, e
anjos poderão fazer citações dele, na eternidade. Comecem hoje, e
escrevam suas idas e vindas, seus pensamentos mais profundos,
suas conquistas e seus fracassos, suas associações e seus triunfos,
suas impressões e seus testemunhos.
“Lembrem-se de que o Salvador chamou
a atenção daqueles que deixaram de
registrar eventos importantes.”

Execução e Organização

1- Deverá ser dividido em três etapas de sua vida: infância,


juventude e vida adulta.
2- Fotos com relatos ou comentários desses fatos que ali
estaremos vendo, lembre-se que muitas vezes essa cena só
você conhece. Use frases simples, mas significativas.
3- Documentos: Certidões de nascimentos, de casamentos, de
óbitos, diplomas, cursos, etc.
4- A parte espiritual devera conter: Atestados de
Bênçãos, de seu Batismo, certificados de
ordenanças e linhas de autoridades, Benção
Patriarcal, Selamentos, chamado para Missão, etc.
Tudo que lembre as suas bênçãos espirituais.
5- Poderá também ter pequenos resumos de fatos de sua vida ou
da vida de pessoas, que fizeram parte de sua história.

Divida a sua vida em três períodos:

Infância, Juventude e Vida Adulta.

INFÂNCIA (exemplo)

1- Breve relato sobre seus pais e fatos sobre o seu nascimento.


2- Comente sobre a sua cidade, seu bairro, sua casa, pois esse foi
o seu mundo. Você mudou alguma vez?
3- Amigos da sua infância, avós, tios, pessoas que marcaram seus
bons momentos. Falecimento de pessoas queridas. Suas
pequenas conquistas e vitórias.
4- Se for membro da Igreja desde pequeno, acrescente lideres e
professores, que o ajudaram a fortalecer seus passos dentro do
Evangelho. Seu primeiro testemunho.
5- Primeiras escolas, colegas e professores.

3ª Aula
Como Iniciar a Sua Pesquisa

A salvação dos vivos depende em grande medida do interesse


que eles demonstram por seus ancestrais falecidos. Doutrina e
Convênios registra que eles, “sem nós, não podem ser aperfeiçoados
– nem podemos nós, sem nossos mortos, ser aperfeiçoados” (D&C
128:15).
As ordenanças em favor dos mortos só podem ser realizadas
quando o falecido é corretamente identificado. Essa identificação é o
principal propósito da pesquisa da história da família na Igreja, a qual
é apenas um meio de alcançar um objetivo, que é o de submeter os
nomes ao templo para que sejam feitas ordenanças em seu benefício.
Alguns elementos de identificação de nomes submetidos são:
1º O nome completo de cada pessoa – sobrenome em
maiúsculas, sobrenome de solteiro para mulher, caso não saiba o
nome completo pode utilizar somente o sobrenome;
2º Datas de nascimento, casamento e óbito – na seguinte
ordem: dia, mês e ano, não utilize números para o mês, mas pode
abreviá-lo em três dígitos, no mínimo o ano deve ser fornecido ;
3º Locais de nascimento, casamento e óbito – registre na
seguinte ordem, da menor região geográfica para a maior: cidade,
estado e país, sempre entre vírgulas;
4º Grau de parentesco como os pais, irmãos, irmãs, cônjuge e
filhos.
A pessoa começa registrando as informações que conhece a
cerca de si mesma; em segundo seus pais; terceiro seus avôs; e
quarto, seus bisavôs. Ela assim procede obtendo informações dos
progenitores vivos e dos avôs, e depois as colhendo de outras fontes.
Para ajudar os santos a reunir os dados necessários, A Igreja de Jesus
Cristo dos Santos dos Últimos Dias mantém uma grande biblioteca
genealógica, centralizada na Cidade do Lago Salgado, com extensões
em muitos outros estados e países, colocando seu acervo à
disposição dos membros em quase todas as partes do mundo.
Foi solicitado a cada família na Igreja que submeta folhas de
grupos familiares das primeiras quatro gerações de sua linhagem.
Essa designação não foi dada apenas como uma simples
recomendação, mas como uma obrigação do sacerdócio. Todavia, a
conclusão desta tarefa não completa a obrigação que temos para
com nossos ancestrais.

O presidente Wilford Woodruff


declarou: “Queremos que os santos dos
últimos dias, doravante, tracem as
suas genealogias até onde puderem
alcançar, e sejam selados aos pais e
mães. Que os filhos sejam selados aos
pais, traçando esta linhagem ancestral
até onde for possível”.

Mais recentemente, o Élder Mark E. Petersen deu


esta instrução às Autoridades Gerais: “Devemos
traçar nossa própria genealogia até onde pudermos.
As quatro gerações não bastam. Temos o programa
de extração de nomes, o qual será muito útil, mas ele
não nos isenta de nossas responsabilidades pessoais.
A pesquisa que fizemos ligará as informações que
temos ao programa de extrações, o que é um grande progresso,
mas isto deve servir para suplementar os esforços; ele não o
substitui”.

Designação: Completar o gráfico de linhagem com as quatro gerações


e preencher os respectivos registros de grupo familiar (oito no total).
Ler a parte 2 do manual do aluno.

4ª Aula
OFICINA GENEALÓGICA

Personal Ancestral File® – É um programa de computador que o


ajuda a organizar as informações da história de sua família. Nele você
também poderá preparar os nomes de seus antepassados para as
ordenanças do Templo, poderá escrever a sua história e de seus
antepassados e muito mais.
Acesse ao programa clicando duas vezes no ícone , Na
tela de abertura o PAF te dá opções para procurar, abrir ou criar seu
próprio arquivo genealógico. Clique no botão Novo, e em seguida
defina um nome para seu arquivo, pode ser seu próprio nome ou
outro que seja fácil para lembrar.

Após criar seu arquivo, o PAF solicitará suas informações


pessoais, tais informações serão utilizadas nos cartões de ordenanças
para identificar quem os preparou. Caso tenha que alterar alguma
informação posteriormente, clique na guia Ferramentas e em seguida
Preferências, efetuando as alterações.

O Uso do Personal Ancestral File

As duas principais telas usadas são o Gráfico de Família e o Gráfico de


Linhagem. Podem-se executar muitas das mesmas funções em cada
tela, mas a maioria das pessoas acha mais fácil usar a tela Gráfico de
Família para adicionar e editar informações. A tela Gráfico de
Linhagem é útil para verem-se várias gerações de antepassados de
uma só vez.

Para deslocar-se de uma tela para a outra, usar um destes métodos:

• Na barra de ferramentas, clicar para chegar à tela Gráfico

de Família ou para chegar à tela Gráfico de Linhagem.


• Do menu Ver, selecionar Família ou Linhagem.
• Clicar à direita no nome do indivíduo e selecionar Gráfico de
Linhagem.
• Pressionar Ctrl+S. (O S significa “mudar.”)

Deslocar-se pela Tela

O Personal Ancestral File permite-lhe deslocar indivíduos de um ponto


para o outro nas telas Gráfico de Família e Gráfico de Linhagem. As
opções diferem de tela para tela.

Deslocar-se na Tela Gráfico de Família

O nome na parte superior à esquerda da tela é a primeira posição.


Podem-se usar vários métodos para se deslocar uma outra pessoa à
primeira posição:
• Clicar o botão triangular seta próximo ao nome da pessoa.
• No teclado, pressionar C para deslocar o cônjuge, P para
deslocar o pai, M para deslocar a mãe, ou F para deslocar um filho.
(Essas teclas funcionam semelhantemente à maneira que
funcionavam em versões anteriores do Personal Ancestral File.)
• Clicar à direita num indivíduo e selecionar Primeira.
• Usar uma das opções listadas no menu Procurar.
• Segurar a tecla Ctrl e clicar duas vezes na pessoa.

Deslocar-se na Tela Gráfico de Família

O nome na posição da primeira geração está na primeira posição.


• Usar as teclas seta no teclado para realçar um dos botões
triangulares localizados próximos a uma pessoa da quinta geração.
• Clicar um dos botões seta, os quais estão localizados depois da
pessoa da quinta geração.
• Clicar à direita no nome da pessoa e selecionar Fazer
Primeira.
• Usar uma das opções listadas no menu Procurar.
• Segurar a tecla Ctrl e clicar duas vezes no indivíduo.

Adicionar e Editar Indivíduos

Para adicionar ou editar informações de um indivíduo, será necessário


mostrar a tela Individual.
Pode-se usar vários métodos para mostrar essa tela. Estes métodos
funcionam em ambas, na tela Gráfico de Família e Gráfico de
Linhagem.

• Destacar o nome do indivíduo e clicar


• Clicar duas vezes no nome do indivíduo ou no lugar na tela
onde o nome deve aparecer.
• Destacar o nome do indivíduo ou o lugar na tela onde ele ou ela
deve aparecer, e pressionar Entrar
• Clicar à direita no nome do indivíduo e selecionar a opção
apropriada.
• Usar as opções dos menus Adicionar ou Editar.

Para adicionar informações de casamento, tem-se, primeiro, de


vincular uma pessoa a um cônjuge ou a um filho. Então, pode-se ter
acesso às informações de casamento de ambas as telas Gráfico de
Família e Gráfico de Linhagem.
Agora você utilizará o gráfico de linhagem de suas quatro
gerações e os respectivos Registros de grupo familiar para digitá-los.
Você pode utilizar tanto o mouse como as setas de rolagem para ir
para o campo desejado.
Começando por você até sua quarta geração você terá um
arquivo com no mínimo 15 nomes, e aos poucos seu arquivo vai
aumentando com os nomes dos seus parentes (tios e primos) e terás
a impressão do quanto você tem a fazer.
É importante que você possa seguir as diretrizes passadas na
segunda aula para que seu arquivo esteja correto, como por exemplo,
colocar o nome dos locais sempre entre vírgulas. Procure sempre
atualizar seus registros e corrigir informações que porventura estejam
erradas.
O PAF possui muitos recursos, e a melhor forma de aprender a
usá-los é explorando seus menus.
Uma ferramenta importante é a impressão de relatórios e
gráficos, clique no ícone da impressora , em seguida escolha
entre as guias o que você gostaria de imprimir, gráficos de
linhagem, grupo familiares, descendências e etc... Na guia Listas,
você tem como verificar possíveis problemas de seu registro,
ordenanças individuais que necessitam ser realizadas e muito mais.
No botão visualizar você consegue ver o relatório antes de imprimi-lo,
isso é bom para quem não possui uma impressora, pois pode utilizar
a informação sem imprimi-la.

Designação da Semana: Digitar no PAF as informações obtidas até


agora .
5ª Aula
O PROCESSO DE PESQUISA

Após o preenchimento do gráfico de linhagem e os registros de


grupo familiar a próxima etapa é procurar as informações que
estejam faltando no seu registro. Para tal, aconselha-se que busquem
estas informações com o auxílio dos membros de sua família, é uma
ótima oportunidade para fortalecer laços com parentes mais distantes
e ensiná-los acerca da Igreja e missão do Salvador.
Pesquise sempre em primeiro lugar as fontes domésticas, é
mais fácil, você acaba descobrindo histórias e fatos emocionantes de
seus antepassados, encontra fotos, documentos originais, e muita
informação para confecção da história de sua família. Contudo, se
você chegar à conclusão de que não dispõe das informações, nem
seus parentes podem ajudá-lo, será preciso ampliar sua pesquisa para
incluir outros tipos de registros. Muito frequentemente, esses outros
tipos de registros proporcionarão pistas que talvez exijam seu retorno
às fontes domésticas para informações adicionais. Não hesite em
fazer isso várias vezes. As fontes domésticas irão, quase sempre,
formar o verdadeiro alicerce de sua pesquisa.
Na maioria das áreas do mundo, há dois tipos de fontes que
contêm a maioria das informações além das que temos em casa.
Essas informações poderão ser a chave para completar sua
designação de quatro e gerações.
Essas fontes contêm informações sobre nascimentos,
casamentos e falecimentos e são mantidas por Governos Civis ou
Igrejas.
Pesquise os registros civis em segundo lugar. O Brasil, por
exemplo, começou a manter registros civis por volta de 1870.
Pesquise registros paroquiais quando não houver registros civis.
Os registros das Igrejas geralmente começaram antes dos registros
civis, e na maioria dos casos são a melhor fonte que podemos usar,
quando não houver registros civis.
A localização desses registros irá variar de um país para outro.
A tabela abaixo mostra os possíveis locais onde encontrá-los
Muitos desses registros foram e estão sendo microfilmados pelo
Departamento Genealógico da Igreja e estão disponíveis para
pesquisa nos Centros de História da Família. Sua requisição e feita ao
centro de distribuição e os mesmos emprestados por um período de
dois messes renováveis. Uma taxa de envio e cobrada pelo Centro.

Principais fontes de registro de ajuda genealógica

Tipo de Registro Período Tipo de Informação Disponibilidade


Coberto Fornecida
1. Fontes domésticas Todos os anos Variada – quase Onde eles forem
todas encontrados. Com
os parentes vivos.
2. Registros Civis 1870 até a Datas e locais de Em escritórios do
atualidade nascimento, governo, cartórios
casamento e e microfilmes
falecimento, nomes através do
de pais, cônjuges, Departamento
etc. Genealógico da
Igreja.
3. Registros 1600 até a Datas e locais de Nas igrejas locais,
Paroquiais atualidade nascimento, arquivos das
batismos, crismas, igrejas e
confirmações, microfilmes.
casamentos,
falecimentos,
funerais, enterros,
etc.
4. Recenseamentos 1750 até a Nomes, idades, Nos escritórios do
atualidade parentescos, pais, governo e
filhos, endereços, microfilmes.
profissões, etc.
5. Obituários 1700 até a Data de nascimento, Nos cemitérios
atualidade idades, datas de locais e copiados
falecimento, em livros, ou
parentesco, etc. microfilmes.
6. Registros Militares 1750 até a Datas e locais de Organizações
atualidade nascimento, militares,
falecimento, idades, escritórios
pais, cônjuges, etc. governamentais e
microfilmes.
7. Registros Agrários 1600 até a Cônjuges, filhos, Escritórios agrários
atualidade datas, descrições da do governo e
terra, etc. microfilmes.
8. Testamentos 1600 até a Datas, cônjuges, Cartórios,
atualidade filhos, bens imóveis, escritórios onde
pertences, etc. eram autenticados
e microfilmes.
9. Arquivos Judiciais 1600 até a Vários assuntos, Em tribunais,
atualidade nomes, datas, Fóruns de comarca
parentescos, etc. e em microfilmes.
10. Imigração e 1750 até a Datas, nomes, Departamentos de
Naturalização atualidade parentesco, portos de imigração,
entrada, residência e escritórios
nacionalidade governamentais e
anterior, etc. em microfilmes.

Sete passos do Processo de Pesquisa

• Acrescentá-la ao seu livro de


1. Estabelecer um objetivo
recordações.
Essa meta geralmente será encontrar
• Estabelecer novos objetivos.
um item
de informação necessária para
completar um gráfico de linhagem ou
um registro de grupo familiar. Isso
poderia ser:
Uma data
Um nome
Um local
Um parentesco
Não importa qual seja o objetivo que
você estabeleça, mantenha-o simples!

2. Decidir qual Registro


Qual registro teria mais possibilidade
de possuir a informação de que você
necessita para preencher seu
7. Usar a informação objetivo?
Para:
• Submeter nomes para 3. Localizar o Registro
trabalho do Templo.
• Escrever histórias. 4. Pesquisar o Registro
Seja minucioso em sua pesquisa. O
registro contém a informação que
você deseja? Ele contém outras
informações relacionadas que
poderiam auxiliá-lo?

5. Obter uma cópia da informação

Obtenha fotocópias, sempre que


possível. Há menos possibilidade de
erro procedendo desta forma. Se você
não tiver meios de fazer fotocópias,
então releia várias vezes a informação
que você copiou, para ter certeza que
ela é exata.

6. Avaliar a informação
É o que você queria? É exata? Está de
acordo com o que você já sabe?
Para a pesquisa de fontes de registros microfilmados pela Igreja,
deve-se acessar a página da Sociedade Genealógica de Utah na
internet. Pelo endereço: www.familysearch.org a página em si contém
muitos recursos disponíveis e seria interessante mostrar aos alunos
como utilizá-la.
Primeiramente para a busca de microfilmes clica-se na guia
livraria, em seguida em catálogo e por fim em busca por palavra
chave.
A página aguarda a entrada da palavra chave que é a cidade de
onde se procura microfilmes. Após ela fornece todos os registros
disponíveis para a localidade, no botão ver notas do filme, você
poderá obter o código numérico do microfilme para fazer seu pedido.
Explique que futuramente quando forem submeter nomes para
as ordenanças do templo será necessário fazer uma pesquisa no IGI -
Índice Genealógico Internacional. Este arquivo contém todos os
nomes de pessoas falecidas que já receberam as ordenanças do
Templo. Para consultá-lo, entretanto, é necessário que o membro seja
registrado no sitio do Familysearch®, para poder extrair não só os
nomes como também as datas e locais onde seu ancestral recebeu as
ordenanças.
Para realizar o registro o membro deve possuir seu número de
membro e a data de sua confirmação na Igreja. Estas informações
podem ser obtidas com o secretário da Ala. De posse das informações
vá a pagina inicial do Familysearch® e clique na guia Registro e
proceda ao cadastro escolhendo no final um nome de usuário e uma
senha pessoal para acesso do sistema.

Deixe a designação desta semana, para que todos os alunos se


registrem no sitio do Familysearch® e busquem as informações de
seus ancestrais apresentadas no sitio e as compare com o que eles
possuem. Também busquem por possíveis microfilmes que seriam
úteis para identificar seus ancestrais e preencher as lacunas do
gráfico de linhagem.

6ª Aula
Paleografia portuguesa

Um dos aspectos mais emocionantes da pesquisa genealógica é


encontrar finalmente o registro que você está procurando. Contudo,
pode também ser uma experiência bem frustrada, se você for incapaz
de lê-lo, porque a caligrafia não é semelhante àquela com que você
está acostumado. A fim de ler muito dos registros usados na pesquisa
genealógica, será preciso familiarizar-se com os estilos de escrita
usados por aqueles que escreveram os registros. O estudo de estilos
de escrita e a ciência da interpretação e compreensão de documentos
antigos é chamado de paleografia.
Há dois grandes desafios da paleografia:
1. Ser capaz de transcrever as letras e os números do documento
original para um estilo com o qual você esteja mais
familiarizado;
2. Ser capaz de identificar as abreviaturas usadas no texto do
registro.
Nas figuras abaixo estão exemplos de letras do alfabeto da
maneira como foram escritas durante diferentes períodos no passado.
À medida que estudar essas letras, você perceberá que elas diferem
em alguns aspectos daquelas que são usadas nos dias atuais.
Registros anteriores a 1800 podem ser difíceis e talvez requeiram um
esforço considerável, mas poderão ser lidos através da prática.
Como atividade entregue aos alunos uma cópia de alguns
textos antigos e peça para que eles transcrevam no espaço
correspondente. Faça pelo menos duas linhas de cada exercício em
classe. O restante poderá ser feito em casa. Tente ser bem específico.
Se você deparar com letras ou palavras que sejam difíceis consulte o
alfabeto da figura.
Seria interessante mostrar aos alunos alguns rolos de
microfilme de 60 e 35 mm, e explicar como colocá-los na leitora de
forma correta. Mostrar os comandos de: scaneamento, avanço, recuo,
ampliação e ajustes de foco.
Os registros civis e paroquiais geralmente são compostos de
assentos individuais e ao final do livro uma lista completa dos nomes
e datas contidos em todo o registro. Pode-se encontrar esta lista no
início também, é interressante e mais prático que se olhe no índice
primeiramente para verificar a presença ou não de um ancestral. No
próprio índice ao lado do nome consta também a página do assento
individual. Para se obter uma cópia do registro pode-se utilizar de
uma câmera fotográfica para captação da imagem ou procurar um
serviço especializado para sua reprodução.
Obs: no manual de Paleografia Portuguesa Básica encontram-se
alguns textos para que os alunos possam treinar transcrições.
7ª Aula
Nossa responsabilidade para com o
templo e a história da família

Para voltarmos à presença do Pai Celestial, cada um de nós


deve receber as ordenanças necessárias para a salvação.
O Élder Body K. Packer disse:
“As ordenanças e convênios são nossas credenciais para a
admissão em sua presença. Ser dignos de recebê-los é à busca de
toda uma vida; mantê-los daí em diante é o desafio da mortalidade.
Uma vez que nós e nossa família tenhamos recebido, temos o
dever de realizar tais ordenanças vicariamente por nossos mortos, na
verdade, por toda a família humana.”

 Batismo
 Confirmação
 Investidura
 Ordenanças de selamento,

São essenciais para nossa salvação.

O Presidente Howard W. Hunter explicou as ordenanças do


templo: “Todo nosso empenho em proclamar o evangelho, aperfeiçoar
os santos e redimir os mortos levam ao templo santo, e isto porque
suas ordenanças são categoricamente decisivas. Não podemos voltar
à presença de Deus sem elas. Incentivo todos a freqüentar o templo
dignamente ou trabalhar para que chegue o dia de entrar nessa casa
santa, a fim de receber suas ordenanças e fazer seus convênios.”

Os adultos solteiros devem conversar com o bispo para saber


como devem preparar-se para receber as bênçãos do templo.
Devemos também procurar despertar em nossos filhos e outros
membros da família o desejo de se preparem para o batismo e para
as ordenanças do templo.

• Como podemos ensinar nossos filhos e outros membros da


família a importância do templo?
(escrever as respostas no quadro)

O Presidente Hinckely disse:


“Vivam de maneira suficiente digna para possuírem uma
recomendação do templo; a obterem uma recomendação e
considerarem-na como algo valioso; e a fazerem um esforço maior
para ir à casa do Senhor e participar do espírito e das bênçãos lá
encontradas. Tenho certeza de que cada homem ou mulher que vai
ao templo com sinceridade de coração e fé, sai da casa do Senhor
uma pessoa melhor. Todos precisamos melhorar nossa vida
constantemente. Ocasionalmente, precisamos deixar o barulho e o
tumulto do mundo e atravessar as portas da sagrada casa do Senhor
para sentirmos Seu espírito num ambiente de santidade e paz.”

• Que bênçãos nos foram prometidas se tivermos uma


recomendação atualizada para entrar no templo do Senhor e o
freqüentarmos regularmente?

O Senhor deseja que todos os que já viveram sobre a Terra por


mais de oito anos tenham o privilégio de receber o batismo, a
investidura e as ordenanças seladoras. Como membros da igreja,
temos a responsabilidade de providenciar as ordenanças do
evangelho para a salvação de nossos antepassados que morreram
sem conhecê-las.

Ler D&C 128:15


• Por que é importante que façamos as ordenanças por nossos
antepassados?

Ao recebermos as ordenanças de salvação para nossos


antepassados, sentimos a mesma alegria deles por receberem a
oportunidade de conseguir a vida eterna na presença de Deus, o
Pai, e Jesus Cristo. Além disso, ao servirmos nossos irmãos e irmãs,
passamos a compreender e apreciar melhor o significado da
Expiação em nossa vida.

Atividade
Distribua papel e lápis para a classe. Façam uma lista de todos os
parentes falecidos que se lembrarem e, se possível, que identifiquem
quais entre eles morreram sem receber as ordenanças do templo.
Depois tomar providências para que as ordenanças sejam
feitas. O Presidente Gordon B. Hinckley disse que “as ordenanças do
templo são as mais altas bênçãos que a Igreja tem para oferecer.”

Depois que registramos os nomes de nossos antepassados no


Paf, salvamos em disquete e trazemos aqui para o centro da história
da família da ala. Então o diretor do CHF irá ao templo read e colocará
vários CDS da região em que a pessoa falecida morava, para verificar
se as ordenanças ainda não foram realizadas. Então seus nomes
serão liberados para serem levados ao templo e serem realizadas as
ordenanças. O disquete que você receber deverá ser entregue no
escritório do templo, para que eles possam imprimir os cartões de
seus antepassados.

É útil registrar as datas em que foram realizadas as ordenanças


para que você saiba quais ainda precisam ser feitas.
Algumas Diretrizes

Ao enviarmos nomes ao templo, devemos lembrar-nos das


seguintes diretrizes:

1. Nossa maior obrigação é para com nossos próprios


antepassados. Não devemos enviar nomes que não estão
relacionados a nós, e isso inclui os nomes que podemos
conseguir por meio de projetos de extração de nomes.
2. A pessoa cujo nome está sendo mandado ao templo deve ter
falecido há pelo menos um ano.
3. Se a pessoa nasceu nos últimos 95 anos, é necessário obter a
permissão de um parente vivo próximo, antes de enviar o nome
ao templo.
4. Não é necessário realizar qualquer ordenança para crianças
nascidas mortas. Contudo, se houver possibilidade de a criança
ter vivido após o nascimento, ele ou ela deve ser selado aos
pais, a não ser que tenha nascido dentro do convênio, ou seja,
que os pais tenham sido selados antes de a criança nascer.
5. As crianças que morreram antes dos oito anos de idade e não
nasceram dentro do convênio precisam apenas ser seladas aos
pais. Elas não necessitam de nenhuma outra ordenança.

Dar um tempo para as irmãs e irmãos compartilharem seus


testemunhos a respeito do que aprenderam no curso e como se
sentem ao estarem preparando sua história da família.

O Élder Body K. Packer disse:


“As ordenanças e convênios são
nossas credenciais para a admissão
em sua presença. Ser dignos de recebê-los é à busca de toda uma
vida; mantê-los daí em diante é o desafio da mortalidade.
Uma vez que nós e nossa família tenhamos recebido, temos o
dever de realizar tais ordenanças vicariamente por nossos mortos,
na verdade, por toda a família humana.”

O Presidente Hinckely disse:


“Vivam de maneira suficiente
digna para possuírem uma
recomendação do templo; a obterem
uma recomendação e considerarem-na
como algo valioso; e a fazerem um
esforço maior para ir à casa do Senhor
e participar do espírito e das bênçãos
lá encontradas. Tenho certeza de que
cada homem ou mulher que vai ao
templo com sinceridade de coração e
fé, sai da casa do Senhor uma pessoa melhor. Todos precisamos
melhorar nossa vida constantemente. Ocasionalmente, precisamos
deixar o barulho e o tumulto do mundo e atravessar as portas da
sagrada casa do Senhor para sentirmos Seu espírito num ambiente
de santidade e paz.”

O Presidente Howard W. Hunter explicou as ordenanças do templo:


“Todo nosso empenho em proclamar o evangelho, aperfeiçoar os
santos e redimir os mortos levam ao
templo santo, e isto porque suas
ordenanças são categoricamente
decisivas. Não podemos voltar à
presença de Deus sem elas. Incentivo
todos a freqüentar o templo
dignamente ou trabalhar para que
chegue o dia de entrar nessa casa
santa, a fim de receber suas
ordenanças e fazer seus convênios.”

bibliografia

• De você para seus Ancestrais – Um curso básico sobre


exaltação familiar - Copyright © 1978;
• Guia de Ordenanças e Convênios do Templo e História da
Família para os Membros – Copyright © 1993;
• Paleografia Portuguesa Básica – Copyright © 1978;
• Trabalho do Templo e História da Família – Manual de instruções
– Volume 2, Seção 9 – Copyright © 1998;
• Casa de Glória – Encontrar significação Pessoal ao adorar no
templo – Copyright © 1995 S. Michael Wilcox;
• Doutrina e Convênios – Curso de Religião 324-325 – Copyright
© 1984 – Apêndice O;
• Manual Básico da Mulher SUD, parte B – Copyright © 2000 –
Lição 20;
• Princípios do Evangelho – Para Militares – Copyright © 2003
• O Início – Manual de instruções do Personal Ancestral File © 4.0;
• Notas de aula da irmã Mara Elizabeth de Abreu Lima,
missionária do Suporte de História da Família de São Paulo.
A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias

CURSO DE VOCÊ PARA SEUS ANCESTRAIS


CERTIFICADO

O Bispado da Ala Boa Vista têm a honra de conceder este certificado a

ANDREA TREVISANI DE OLIVEIRA

Por ter concluído com êxito a Classe de História da Família da Ala


Realizado no período de 10 de Dezembro de 2006 a 28 de Janeiro de 2007.

O Curso de História da Família foi instituído na Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos
Últimos Dias, com o propósito de ajudar os membros a realizarem sua história familiar.
Identificando seus ancestrais, unindo as famílias e preparando seus registros para o
recebimento das ordenanças salvadoras do evangelho.

Curitiba, PR, 28 de Janeiro de 2007

Evaldo Victor Lima Bezerra Ênos de Castro


Deus Filho
Professor Bispo