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Frente Indígena

Ações realizadas em 2018 na


Aldeia Paranapuã, São
Vicente

Bruna, Esther, Fernanda, Heric,


Leila, Lucas, Matheus e Thayná,
ATUAÇÃO NA SAÚDE E EDUCAÇÃO

- Frente subdivide-se em alunos que atuam na saúde e alunos que atuam na


educação;
- Objetivo: intensificar a atuação nas respectivas áreas;
- Subdivisão não é rígida e desconectada. Membros da área da saúde
participam, quando possível, das atividades da educação e vice-versa;
- Articulação e repasses das atividades desenvolvidas em cada área e discussão
de modos de fazer são feitos em reuniões quinzenais com a tutora Raiane;
- Diários de campo e relatorias garantem o registro da riqueza dos momentos e
são instrumento para compartilhamento de experiências com todo o grupo;
Participação em atividades

- Mutirão para incentivar plantio, considerando principalmente os


conhecimentos dos Guarani e complementando com técnicas de
permacultura, agrofloresta.
- Reconstrução da Opy (casa de reza), realizada através de envio de projeto
para edital para obter uma parte da verba, mobilizações de vaquinha online
composto pela rede de parceirxs, estudantes da UNESP, FUNAI e as ações
aconteceram em mutirões nos finais de semana
- Diálogo constante com a gestão do parque (Fundação Florestal).
- Participação em eventos (CRP) entre outros.
ATUAÇÃO NA educação
Membros: Héric, Leila, Bruna

Atividades desenvolvidas: Fórum Social


Mundial (março)

Principais dificuldades: Deslocamento


ATUAÇÃO NA educação
Membros: Héric, Leila, Bruna, Thayná

Atividades desenvolvidas: Congresso


UNIFESP (junho)

Principais dificuldades: Pouco tempo


ATUAÇÃO NA educação
Membros: Héric, Leila, Thayná

Atividades desenvolvidas: CRP


ATUAÇÃO NA educação
Organizado: Edital: Active Citizen do
Membros: Héric, Leila, Matheus e Thayná
British Counsil e Vaquinha Online.
Atividades desenvolvidas: Organização
PlantaSonhos - Leila e Vini
reconstrução da Opy (Casa de Reza)

Principais dificuldades: Sacrificar os finais de Coletivo VIVA - Agroecologia Caiçara


(UNESP - SV)
semana
ATUAÇÃO NA educação
Membros: Héric, Leila, Matheus e Thayná

Atividades desenvolvidas: participação na equipe de apoio do curso de extensão Curso de


Extensão: “Por uma licenciatura indígena no Estado de São Paulo e o direito indígena à
educação”; participação no curso “Povos Indígenas: entre olhares”

Principais dificuldades: Organizar a agenda para participar dos módulos.


ATUAÇÃO NA SAÚDE

Membros: Bruna, Esther, Fernanda e


Lucas

Atividades desenvolvidas:
Acompanhamento do atendimento da Desvalorização dos
Secretaria Especial de Saúde Indígena profissionais da saúde
(SESAI); diálogo com enfermeiras da +
Unidade Básica do Japuí; conversas Precárias condições de
com indígenas sobre saúde (demandas, trabalho

pontos positivos, negativos)

Principais dificuldades: aproximação


com os indígenas; falta de abertura dos
profissionais de saúde para novos
modos de cuidado; fatores logistícos.
Perspectivas e desafios
Saúde
● Após saída de um dos membros que articulava nossa ida a
aldeia, estamos sem conseguir dar continuidade no trabalho;
● Abismo entre ações dos serviços de saúde e cultura indígena
(cuidado vertical, centrado no tecnicismo e saber branco,
biomédico. Não adaptado as particularidades da cultura);
● Estabelecer firme articulação e troca da Tekoa com a atenção
básica do território e equipe da SESAI a fim de proporcionar
um cuidado integral.
Perspectivas e desafios
Educação
● Compreender que existem dificuldades que inviabilizam os
processos educativos (infraestrutura) e formação adequada;
● Incentivar os professores na aldeia a pensar alternativas,
elaboração de materiais em conjunto.
Que bom!
● A efetivação da elaboração de um PPP - Projeto Político
Pedagógico para uma graduação intercultural;
● O convite para participar como membro do conselho gestor,
onde as reuniões poderão ampliar os diálogos entre a gestão do
parque e os indígenas;
● A reconstrução da Opy;
● Estabelecimento de bom vínculo e diálogo com políticas
públicas (SESAI).
Que pena!
● Nem todos do grupo conseguiram estabelecer vínculos com
os integrantes da aldeia, desta formas muitas vezes as ações
acabam sobrecarregando alguns membros;
● Na saúde, não estamos conseguindo dar continuidade nos
trabalhos práticos/presenciais;
● Dificuldades nas sistematizações das atividades.
Que tal?
● Elaborar cartilha com Erundina e pajé sobre ervas
medicinais e alimentação tradicional;
● Ser mais sistemáticos no próximo ano.
Planejamento 2019

● Acompanhar atuação do agente indígena de saúde.


● Desenvolver e promover processo formativo contínuo do
agente indígena de saúde.
● Aproximar-se das redes de apoio da aldeia, sejam elas
institucionais ou informais.
● Elaborar formas e meios concretos de sistematização das ações.
● Participação ativa de representante da aldeia nas reuniões da
frente.