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UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ

MBA EM ENGENHARIA DE GESTÃO DE ENERGIAS


RENOVÁVEIS

Resenha

Pedro Paulo Alves da Silva

Trabalho da disciplina
Avaliação de Impactos Ambientais
Tutora: Ricardo Finotti Leite

Rio de Janeiro
2019
Resenha:

Identificação, Mapeamento e Monitoramento do


Impacto em Organizações Híbridas.

Referências
Holt, D., & Littlewood, D. (1 de Novembro de 2015). Identificação, Mapeamento e Monitoramento do Impacto
em Organizações Híbridas. California Management Review, 57(3), 20. Acesso em 17 de outubro de 2019

Introdução: Em mundo globalizado com mudanças ocorrendo de forma rápida e constante as


organizações são obrigadas a buscar inovações e desenvolver projetos cada vez mais
audaciosos em busca de um diferencial competitivo, pois sabem que as oportunidades não
podem passar, e o risco de uma iminente derrocada está sempre presente no mundo
corporativo e uma boa ideia posta no papel, utilizando as ferramentas certas para gerenciar o
negócio pode trazer anos de prosperidade, pois trata-se de uma organização de negócios com
fins de lucrativos. Existem também organizações que o modelo de negócio é sem Fins
Lucrativos onde o lucro não é o objetivo principal da instituição.

Segundo (Holt & Littlewood, 2015), às organizações híbridas existem em todos os negócios e
podem ser micro ou de pequena a média, e estão localizadas em países desenvolvidos ou em
desenvolvimento, e abarcam tanto a modelo de negócio com Fins Lucrativos e Sem fins
Lucrativos, uma de suas características e de grande relevância para o planeta é adoção de
uma ética de negócio orientada para missão associada com o objetivo social ou ambiental,
dando primazia a essa missão em relação ao retorno econômico. Como o objetivo delas é a
missão ambiental ou social, elas “sacrificam” os retornos financeiros tangíveis ou reinvestem
seus lucros (totalmente ou grande parte deles), a fim maximizar a criação do valor social ou
ambiental menos tangível. Tais organizações movem-se além da atividade tradicional da
responsabilidade social corporativa.
De acordo com o artigo, as organizações híbridas buscam mapear, monitorar de forma
qualitativa, identificar os impactos através de suas análises e enfrentar os diversos desafios
sociais, ambientais e econômicos em diferentes aspectos de suas atividade contribuído de
forma relevante com a construção de indicadores.

As organizações híbridas pode ter uma dessas características: Centralidade de uma missão
social ou ambiental, com sua primazia sobre a criação de valor econômico (considerada
frequentemente como uma condição de limite principal que separa as organizações híbridas
dos modelos tradicionais); Geração de renda em virtude de negócios relacionados com a
missão ou não (diferente de caridade); Estruturas de governança participativa com
envolvimento ativo das partes interessadas e relacionamentos das partes interessadas
baseados em resultados mútuos de benefício e de sustentabilidade; Distribuição de lucro
limitada com lucros ou superávits reinvestidos em causas sociais; Soluções inovadoras ligadas
à criação de um modelo de negócio ou uma atividade comercial. Características fundamentais
que podem até alterar as estratégias e planejamentos de uma organização.

A compreensão do impacto gerado por organizações híbridas é de grande importância para o


foco nas diversas áreas de atividades e sua esferas sociais, ambientais e econômicas e na
própria mudança do cenário corporativo, trazendo o entendimento dos pontos positivos e
negativos na criação de valor, no desenvolvimento sustentável e fatos ambientais de grande
relevância para próprio cenário internacional, sem contar que grandes investimentos hoje,
geram um enriquecimento da imagem da organização, uma valoração de grandes proporções,
principalmente em projetos que geram impactos no desenvolvimento sustentável, na
preservação do meio ambiente, no combate da desigualdade social.

Conclusão – A mostra do artigo retratado neste trabalho, abarca a ideia principal das
organizações híbridas, como um modelo a ser copiado e compartilhado pela demais
organizações, pois não podemos continuar com um pensamento egoísta e mesquinho, temos
que vislumbrar o modelo de negócio voltado não somente aos lucros astronômicos, mas a
modelos de negócio que trazem em si a vontade em participar no desenvolvimento sustentável,
na preservação do meio ambiente, na geração de valores, na gestão de qualidade, na gestão
de segurança, na redução da fome, no combate a desigualdade social, pois há espaço para
lucrar e construir uma sociedade melhor.

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