Você está na página 1de 365

Manual do Operador de Terminal “Craft”

Alcatel
TM 1650SMC
Nó Metropolitano Multiserviço STM 1/4

1650SMC Versão 1.1

957.130.116 T Ed.01 3AL 78987 AAAA Ed.01


Índice

1 Estrutura do Manual e Verificação de Configuração ................................ ................................ ........ 3

1.1 Informações Gerais ................................ ................................ ................................ ................... 3

1.2 Aplicabilidade do Manual ................................ ................................ ................................ ........... 4

1.3 Objetivo do manual ................................ ................................ ................................ .................... 4

1.4 Verificação da Configuração do Manual................................ ................................ .................... 5

1.4.1 Notas sobre a Ed.01 ................................ ................................ ................................ ........... 5

2. Manuais de Emissão DE PRODUTO................................ ................................ ................................ 6

3. Normas e Etiquetas de Segurança ................................ ................................ ................................ ... 8

3.1 Primeiros Socorros relativos a choque elétrico ................................ ................................ ......... 8

3.2 Normas e etiquetas................................ ................................ ................................ .................. 10

4. DESCRIÇÃO DO MANUAL ................................ ................................ ................................ ............ 11

5. GENERALIDADES SOBRE A DOCUMENTAÇÃO DE CLIENTE DA ALCATEL ........................... 14

5.1 Produtos, emissões de Produtos ("product-releases"), versões e Documentação de Cliente 14

5.2 Manual fornecido à Clientes ................................ ................................ ................................ .... 14

5.3 Objetivos da Documentação de Cliente padronizada................................ .............................. 15

5.4 Atualização do Manual................................ ................................ ................................ ............. 15

5.4.1 Alterações introduzidas no mesmo "product-release" (mesmo P/N de manual) ............. 15

5.4.2 Fornecimento de manuais atualizados aos Clientes ................................ ........................ 16

5.4.3 Mudanças devidas a um novo "product-release" ................................ ............................. 16

1650 SMC 07/03/00 Guia do Manual-1


Índice de Tabelas

Tabela 1. Manuais relativos ao "hardware" específico do produto ................................ .......................... 6

Tabela 2. Manuais comuns ao 1650SMC e ao 1660SMC ................................ ................................ ....... 6

Tabela 3. Manuais relativos ao gerenciamento do “software”específico do produto e ao controle local


do produto ................................ ................................ ................................ ................................ ......... 6

Tabela 4. Manuais comuns aos Elementos de Rede da Alcatel que utilizam a plataforma do 1320CT
Versão.1.1................................ ................................ ................................ ................................ ......... 7

Tabela 5. Documentação em CD-ROM ................................ ................................ ................................ ... 7

Guia do Manual -2 3AL 78987 AAAA


1 ESTRUTURA DO MANUAL E VERIFICAÇÃO DE
CONFIGURAÇÃO

1.1 INFORMAÇÕES GERAIS


ADVERTÊNCIA

A ALCATEL não dispõe de nenhum tipo de garantia com respeito a este manual e,
especificamente, não reconhece as garantias que envolvem negociações e conveniências com
fins particulares. A ALCATEL não se responsabilizará pelos erros aqui contidos ou por danos,
tanto diretos, indiretos, consequentes ou incidentais, ou especiais, relacionados aos
equipamentos, desempenho ou utilização deste material.

OBSERVAÇÃO

A especificação do produto e/ou os níveis de desempenho contidos neste documento são


apenas informativos e estão sujeitos à alterações sem aviso prévio. Não representam qualquer
obrigação por parte da ALCATEL.

NOTIFICAÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS

As informações técnicas deste manual são de propriedade da ALCATEL e não deverão ser
copiados, reproduzidos ou divulgados a terceiros sem autorização por escrito.

1650 SMC 07/03/00 Guia do Manual-3


1.2 APLICABILIDADE DO MANUAL
Este manual aplica-se às seguintes versões:

PRODUTO P/N ANV P/M FÁBRICA

1650SMC 3AL 36641 AAA 521.204.800

PRODUTO "RELEASE" VERSÃO P/N ANV P/N FÁBRICA


(N.B.)

1650SMC Rel 1.1 __ 3AL 37414 AAAA 521.530.000

Para maiores informações sobre o produto de “software”da Alcatel e seu suporte de distribuição
física, consulte a seção “Introdução”.

N.B. NOTAS RELATIVAS AOS MANUAIS RELEVANTES ÀS APLICAÇÕES DE


“SOFTWARE”

Os Manuais relevantes para as aplicações de “software” (tipicamente Manuais do


Operador) não são modificados, a não ser que a nova “versão” de “software” distribuída
aos Clientes implique em alterações na interface homem-máquina ou nos casos de
pequenas modificações que não afetem o entendimento dos procedimentos explicados.
Além disso, caso as impressões de tela incluídas no manual contenham a indicação da
“versão” do produto, elas não serão substituídas nos manuais relativos a uma versão
subsequente, se o conteúdo da tela permanecer inalterado.

1.3 OBJETIVO DO MANUAL


Este manual descreve as operações relativas ao comissionamento, à operação e à manutenção
que os operadores devem executar conforme indicado pelo(s) aplicativo(s) específico(s) de
“software”referido(s) neste manual (vide parág. 1.2).

Este manual deve ser usado junto com o Manual Técnico que o acompanha e as informações
nele contidas não deverão ser reproduzidas.
Particularmente, todos os cuidados relativos à segurança, regras para EMC e ESD, bem como,
as advertência relativas às operações que possam causar danos ao equipamento não serão
repetidas aqui, mas deverão ser objetos de consulta no Manual Técnico.

Ao utilizar este manual, supõe-se que os Operadores conheçam:

• a estrutura (composição do “hardware”) e todos os modos operacionais possíveis do


equipamento ("product-release") aos quais se refere este manual.

• como utilizar um PC e os aplicativos do ambiente “Windows”.

Guia do Manual -4 3AL 78987 AAAA


1.4 VERIFICAÇÃO DA CONFIGURAÇÃO DO MANUAL
Este manual é um conjunto de documentos (cada um contido em uma seção específica)
que pode ter edições diferentes entre si.
A Edição do manual como um todo é aquela da seção 1 (GUIA DO MANUAL).
A edição dos documentos anexados, indicada na tabela a Seguir, corresponde àquela do
documento original interno.

EDIÇÃO DO MANUAL 01 02 03 04 05

REGISTRO E TÍTULO DA SEÇÃO EDIÇÃO DA SEÇÃO

1 GUIA DO MANUAL 01

2 MANUAL DE INTRODUÇÃO 01

3 MANUAL DE GERENCIAMENTO DO NE 01

4 MANUAL DE MANUTENÇÃO 01

5 MANUAL DE SIBDL 01

1.4.1 NOTAS SOBRE A ED.01

A Ed.01 emitida em 16 de dezembro de 1999 é a primeira versão liberada e validada do


manual.

1650 SMC 07/03/00 Guia do Manual-5


2. MANUAIS DE EMISSÃO DE PRODUTO
A lista dos manuais dada a seguir é válida a partir da data de emissão deste
Manual e pode ser alterada sem que haja qualquer obrigação da ALCATEL em
atualizá-la neste Manual.

Alguns dos manuais listados a seguir podem não estar disponíveis a partir da data
de emissão deste Manual.

A Documentação de Cliente padronizada em língua inglesa dos equipamentos, cuja versão de


emissão de produto ("product-release-version") está estabelecida no parágrafo 1.2, consiste dos
seguintes manuais:

MANUAL Parte No. ANV Parte No. FÁBRICA ESTE


MANUAL

Manual Técnico Versão 1.1 1650SMC 3AL 78986 AAAA 955.100.722 K

Fornece informações relativas à descrição do Equipamento, Instalação, Ativação, Teste e


operação, Manutenção, documentação para configuração de “Hardware”

Tabela 1. Manuais relativos ao "hardware" específico do produto

MANUAL Parte No. ANV Parte No. FÁBRICA ESTE


MANUAL

Manual de Instalação do Sistema 16x0SMx 3AL 78901 AAAA 955.100.692 N

Fornece as regras gerais para instalação do equipamento da família OPTINEX TM no


Bastidor S9.

Tabela 2. Manuais comuns ao 1650SMC e ao 1660SMC

MANUAL Parte No. ANV Parte No. FÁBRICA ESTE


MANUAL

Manual do Operador de CT Versão 1.1 3AL 78987 AAAA 957.130.112 X


1650SMC

Fornece os procedimentos operacionais e telas do 1650SMC

Tabela 3. Manuais relativos ao gerenciamento do “software” específico do produto e ao


controle local do produto

Guia do Manual -6 3AL 78987 AAAA


MANUAL Parte No. ANV Parte No. FÁBRICA ESTE
MANUAL

Manual Básico do Operador Versão 1.1 3AL 79186 AAAA 957.130.542 E


1320CT

Fornece as informações gerais e os procedimentos operacionais comuns ao 1320CT


(terminal “Craft”) de todos os Elementos de Rede “InfoModel”da Alcatel.

Manual do Operador Versão 5.0 1330AS 3AL 71079 AAAA 957.130.442 A

Fornece as informações detalhadas e os procedimentos operacionais relativos ao


“software”da Supervisão de alarme embutido no pacote de “software”do 1320CT.

Manual do Operador Versão 5.0 ELM 3AL 71081 AAAA 957.130.462 E

Fornece as informações detalhadas e os procedimentos operacionais relativos ao


“software”do Gerenciamento de “Log”de Evento embutido no pacote de “software”do
1320CT.

Manual do Operador Versão 5.1 SEC 3AL 71104 AAAA 957.130.692 D

Fornece as informações detalhadas e os procedimentos operacionais relativos ao


“software”do gerenciamento de Segurança (SEC) embutido no pacote de “software”do
1320CT.

N.B. 1320CT e Q3CT-P são termos equivalentes

Tabela 4. Manuais comuns aos Elementos de Rede da Alcatel que utilizam a plataforma do
1320CT Versão.1.1

Parte No. ANV Parte No. FÁBRICA NOTA

3AL 78999 AAAA 417.100.013 Considerado após a liberação de todos os Manuais

Tabela 5. Documentação em CD-ROM

1650 SMC 07/03/00 Guia do Manual-7


3. NORMAS E ETIQUETAS DE SEGURANÇA

3.1 PRIMEIROS SOCORROS RELATIVOS A CHOQUE


ELÉTRICO
Não toque o paciente com as mãos desprotegidas até que o circuito esteja interrompido.

Interrompa o circuito desligando as chaves de linha. Se isto não for possível, proteja-se com
roupas secas e afaste o paciente do condutor.

RESPIRAÇÃO ARTIFICIAL

É importante iniciar logo a ressuscitação boca a boca e procurar ajuda médica imediatamente.

TRATAMENTO DE QUEIMADURAS

Este tratamento deverá ser usado após o paciente ter recobrado a consciência. Ele também
poderá ser empregado durante a aplicação da respiração artificial (neste caso, deverão estar
presentes, no mínimo, duas pessoas).

ADVERTÊNCIA:

• Não tente remover as roupas das partes queimadas;

• Aplique gaze seca sobre as queimaduras;

• Não aplique pomadas ou outras substâncias oleosas.

Guia do Manual -8 3AL 78987 AAAA


Método de ressuscitação boca a boca

Coloque o paciente deitado de costas, com os braços paralelos ao corpo. Se o paciente for colocado
1 em um plano inclinado, certifique-se de que seu estômago esteja ligeiramente mais baixo do que
seu tórax. Abra a boca do paciente e verifique se há algum corpo estranho (dentaduras, goma de
mascar, etc.).

Ajoelhe-se ao lado do paciente, no nível de sua cabeça.


Coloque uma das mãos embaixo da cabeça do paciente e a
2 outra mão debaixo da sua nuca (fig. 1). Levante a cabeça
do paciente e recline-a para trás, tanto quanto possível.

Transfira a sua mão da nuca do paciente para o queixo:


Coloque seu dedo polegar entre o queixo e a boca, seu dedo
3 indicador no maxilar e mantenha os outros dedos juntos (fig.
2). Enquanto estiver executando estas operações, tome um
bom suprimento de oxigênio, tomando um profundo fôlego
com a boca aberta.

4 Com o dedo polegar entre o queixo e a boca do paciente,


mantenha os seus lábios juntos e sopre dentro das
cavidades nasais (fig. 3).

Enquanto estiver executando estar operações, observe se o


tórax do paciente se eleva (fig. 4). Se não, é possível que o
nariz esteja bloqueado: neste caso, abra a boca do paciente
o mais possível, pressionado com a mão sobre o queixo, e
coloque seus lábios em torno de sua boca e sopre dentro da
cavidade oral. Observe se o peito do paciente se eleva. Este
5 segundo método pode ser usado no lugar do primeiro,
mesmo quando o nariz do paciente não estiver obstruído,
com a condição de que o nariz seja mantido fechado,
pressionando-se as narinas com a mão que está segurando
a cabeça. A cabeça do paciente deverá ser mantida
inclinada para trás, tanto quanto possível.

Inicie com dez expirações rápidas. A seguir, continue numa média de doze/quinze expirações por
6 minuto. Continue assim até que o paciente recobre a consciência, ou até que um médico ateste seu
falecimento.

1650 SMC 07/03/00 Guia do Manual-9


3.2 NORMAS E ETIQUETAS
Consulte o Manual Técnico que acompanha o equipamento projetado e fabricado pela
ALCATEL para obter as seguintes informações:

– CONFORMIDADE COM NORMAS EUROPÉIAS.

– REGRAS DE SEGURANÇA

• Regras gerais

• Sinais óticos nocivos

• Riscos de explosão

• Movimentação de partes mecânicas

• Emissão de calor das Partes Mecânicas

– COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA

– DESCARGAS ELETROSTÁTICAS (ESD)

– ETIQUETAS DE EQUIPAMENTO

A documentação técnica do Construtor fornece informações iguais ou similares sobre


Computador Pessoal, Estação de Trabalho, etc., diferentes dos da ALCATEL, carregados com
os aplicativos de “software”descritos neste Manual.

Guia do Manual -10 3AL 78987 AAAA


4. DESCRIÇÃO DO MANUAL
Este manual é composto dos seguintes Manuais:

SEÇÃO 1: GUIA DO MANUAL (Este documento)

O Guia do Manual oferece informações gerais sobre a aplicação e a utilização do Manual. No


Guia do Manual estão incluídos os seguintes capítulos:

– Capítulo 1: Estrutura do manual e verificação de configuração. Este capítulo oferece todas


as informações sobre a aplicação, a composição e a evolução do manual.

– Capítulo 2: Manuais das emissões dos produtos ("product-releases"). Este capítulo lista os
manuais que o Operador deverá ter para executar as tarefas permitidas pela versão
específica do produto a que se refere este manual.

– Capítulo 3: Normas e etiquetas de segurança

– Capítulo 4: Descrição do Manual

– Capítulo 5: Generalidades sobre Documentação de Clientes da Alcatel

SEÇÃO 2: Manual de INTRODUÇÃO

O Manual de Introdução descreve as principais características da interface gráfica e fornece


uma visão geral da arquitetura do sistema e das diferentes funcionalidades oferecidas pelo
Terminal “Craft”. No Manual de Introdução estão incluídos os seguintes capítulos:

– O que há de novo: Serão listadas todas as modificações entre a original e a próxima edição.

– Capítulo 1: Introdução. Este capítulo oferece a estrutura deste manual.

– Capítulo 2: Descrição geral do Terminal “Craft”. O Terminal “Craft” é apresentado e o


produto de “software” é listado. As principais funções do Terminal “Craft” no gerenciamento
do NE (EML-USM) são listadas e descritas de forma resumida.

– Capítulo 3: Acrônimos e Abreviaturas. São listados os acrônimos usados em todos os


manuais de operadores.

– Capítulo 4: Glossário de termos. Definições concernentes aos acrônimos.

SEÇÃO 3: Manual de GERENCIAMENTO DO ELEMENTO DE REDE

O objetivo deste documento é descrever a tela do Terminal “Craft”, inserindo informações


operativas. No Manual do Elemento de Rede estão incluídos os seguintes capítulos:

– Capítulo 1: Introdução. Este capítulo fornece a estrutura deste manual.

– Capítulo 2: Introdução Geral às Telas e aos Menus. É apresentada a organização da tela e


os menus disponíveis são listados e resumidamente descritos.

– Capítulo 3: Supervisão do Gerenciamento de NE. Este capítulo é dedicado aos estados do


NE e ao acesso do NE.

– Capítulo 4: Configuração Geral do Gerenciamento de NE. Neste capítulo é descrita a


configuração geral referente ao gerenciamento do equipamento (acesso do Terminal “Craft”,
Tempo do NE, etc.).
1650 SMC 07/03/00 Guia do Manual-11
– Capítulo 5: Gerenciamento de Pontos Externos de Entrada e Saída. Este capítulo descreve
como exibir e estabelecer o alarme de ambiente de entrada/saída (alarme “housekeeping”).

– Capítulo 6: Gerenciamento de Alarmes. Neste capítulo é detalhada a configuração referente


ao Gerenciamento de Alarmes e ao acesso à Supervisão de Alarme para mostrar a
condição de alarme.

– Capítulo 7: Gerenciamento da Comunicação e do Roteamento. Neste capítulo são


apresentados os parâmetros de comunicação e de roteamento que dizem respeito aos
protocolos de comunicação para o NE local, para o OS e para cada um dos outros
respectivos NE, com a finalidade de fornecer capacidades globais de comunicação dentro
da rede.

– Capítulo 8: Gerenciamento de Equipamento. Este capítulo trata, principalmente, da


composição e da alteração das placas presentes no Equipamento e da execução das
operações de proteção da placa.

– Capítulo 9: Tela da Placa. Este capítulo permite mostrar a porta física disponível em uma
placa específica (síntese de alarme e símbolo de porta) e acessar a tela da porta.

– Capítulo 10: Gerenciador do “Log” de Evento. Este capítulo permite ter acesso ao arquivo
“Event Log”.

– Capítulo 11: Gerenciamento da Proteção de Equipamento. Este capítulo permite gerenciar a


proteção EPS, estabelecendo a respectiva configuração.

– Capítulo 12: Gerenciamento da Proteção de Seção Multiplex. Este capítulo permite


gerenciar a proteção MSP, NÃO disponível na presente versão.

– Capítulo 13: Tela da Transmissão. Este capítulo permite mostrar e estabelecer o Ponto de
Término do equipamento, obtendo desta forma, uma visão geral de todo o fluxo do sinal das
diversas portas.

– Capítulo 14: Tela da Porta. Este capítulo permite estabelecer e mostrar as fontes de
transmissão referentes à Porta.

– Capítulo 15: Gerenciamento de Conexão em Cruzamento. Este capítulo permite gerenciar a


conexão dos percursos.

– Capítulo 16: Gerenciamento de “Overhead”. Este capítulo permite gerenciar o “Overhead”,


estabelecendo a configuração relevante.

– Capítulo 17: Gerenciamento da Monitoração de Desempenho. Este capítulo permite


estabelecer e mostrar os parâmetros e os dados da Monitoração de Desempenho.

– Capítulo 18: Gerenciamento da Sincronização. Este capítulo permite estabelecer e mostrar


os parâmetros e o “status”da Sincronização.

– Capítulo 19: Gerenciamento de “Software”. Este capítulo permite atualizar o NE através do


procedimento de “download”e gerenciar o “software”do NE.

– Capítulo 20: Questões Frequentemente Levantadas. Este capítulo responderá algumas


Questões Frequentemente Levantadas, que dizem respeito às operações comuns de
gerenciamento do NE, apresentadas neste manual.

SEÇÃO 4: Manual de MANUTENÇÃO DO ELEMENTO DE REDE

Guia do Manual -12 3AL 78987 AAAA


Este documento visa introduzir o procedimento de Manutenção, inserindo informações úteis
para identificar alarmes e diagnosticar o NE.
No Manual de Manutenção estão incluídos os seguintes capítulos:

– Capítulo 1: Introdução. Este capítulo apresenta a estrutura deste manual.

– Capítulo 2: Introdução à Manutenção. Lista as etapas de manutenção.

– Capítulo 3: Manutenção do Computador Pessoal. Refere-se ao manual do Computador


Pessoal.

– Capítulo 4: Problemas com o Terminal “Craft”. É indicada a interrupção e o reinício do PC.

– Capítulo 5: Diagnóstico (Manutenção Corretiva). São apresentadas a detecção, a


localização e a correção da falha.

– Capítulo 6: Substituição de Unidade por uma Reserva. É detalhado o procedimento de


substituição.

SEÇÃO 4: Manual de SIBDL

Este documento descreve o procedimento de “download”com SIBDL.


No Manual de SIBDL estão incluídos os seguintes capítulos:

– Capítulo 1: Introdução

– Capítulo 2: “Download”com Configuração de SIBDL

– Capítulo 3: Configuração para SIBDL

1650 SMC 07/03/00 Guia do Manual-13


5. GENERALIDADES SOBRE A DOCUMENTAÇÃO
DE CLIENTE DA ALCATEL

5.1 PRODUTOS, EMISSÕES DE PRODUTOS ("PRODUCT-


RELEASES"), VERSÕES E DOCUMENTAÇÃO DE CLIENTE
Um “produto” é definido pelo nível hierárquico da rede onde ele pode ser inserido e pela
totalidade do desempenho e dos serviços para o qual foi indicado.
Um “produto” evolui por meio de sucessivos “produc-releases” que são os produtos genuínos
destinados para sua expedição em uma determinada data de disponibilidade do “lançamento do
produto”.

Assim, um “product-release”define um conjunto de componentes de “hardware” e um pacote de


“software”, os quais, como um todo, identificam os possíveis aplicativos da rede e o
desempenho do equipamento para os quais o “product-release” específico tenha sido
planejado, projetado e destinado.

Em alguns casos, um “product-release” possui etapas posteriores de desenvolvimento,


denominadas “versões”, que surgem para melhorar ou adicionar algum desempenho
(normalmente, “software”) com respeito à versão anterior, ou para fins de eliminação de “bug”.

Um “product-release” possui sua própria Documentação padronizada de Cliente, composta por


um ou mais manuais.

Uma nova “versão” de um “product-release” pode ou não produzir uma alteração no “status” do
conjunto da Documentação de Cliente, como descrito no parág. 5.4.

5.2 MANUAL FORNECIDO À CLIENTES


Os manuais não são automaticamente enviados junto com o equipamento a que se referem.
O número de manuais por tipo a ser fornecido deve ser decidido a nível de contrato.

Guia do Manual -14 3AL 78987 AAAA


5.3 OBJETIVOS DA DOCUMENTAÇÃO DE CLIENTE
PADRONIZADA
A Documentação Padronizada de Cliente, referida a seguir, deve sempre ser mencionada como
independente de planta.
A documentação independente de planta, se considerada em contrato, está sujeita aos critérios
comerciais, no que diz respeito ao conteúdo, formato e condições de fornecimento (a
documentação independente de planta não é descrita aqui).

A documentação padronizada de “hardware” e de “software” é mencionada para oferecer ao


pessoal do Cliente a possibilidade e as informações necessárias para a instalação,
comissionamento, operação e manutenção do equipamento de acordo com as alternativas de
projeto da Alcatel-Telecom.
Em particular, o conteúdo dos manuais associado às aplicações de “software” enfocam a
explicação da interface homem-máquina e os procedimentos operacionais permitidos por ela.

Consequentemente, nenhum fornecimento de documentação de projeto para Cliente é


considerado (como programas fonte de “software”, ferramentas de programação, etc.).

5.4 ATUALIZAÇÃO DO MANUAL


Os manuais que acompanham o “product-release”estão listados no parág. 2.
Cada manual é identificado por:

– nome do “product-release”(e “versão”, quando o manual for aplicável às versões iniciadas a


partir dela, porém não à versões anteriores),

– nome do manual,

– P/N do manual,

– edição do manual (normalmente, primeira edição = 01),

– data de emissão do manual. A data no manual não se refere à data de impressão, mas à
data em que o arquivo fonte do manual foi completado e liberado para produção.

5.4.1 ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS NO MESMO "PRODUCT-


RELEASE" (MESMO P/N DE MANUAL)

A edição e a data de emissão podem mudar nas versões futuras do manual pelas seguintes
razões:

– apenas a data muda (indicada no Índice) quando as modificações forem feitas no sistema
editorial, não alterando o conteúdo técnico do manual.

– a edição, consequentemente a data, é alterada porque as modificações realizadas dizem


respeito ao conteúdo técnico. Neste caso:

1650 SMC 07/03/00 Guia do Manual-15


• a tabela no parág. 1.4 indica a mudança de edição da(s) seção(ões);

• em cada seção, são listadas as principais alterações com respeito à edição anterior;

• nos capítulos afetados de cada seção, barras de revisão à esquerda da página


indicam modificações no texto e nos desenhos (isto é feito após a primeira versão
oficialmente liberada e validada).

Alterações que dizem respeito ao conteúdo técnico do manual causam o aumento do número
da edição (p.ex., de Ed.01 para Ed.02). Mudanças sem importância (p.ex., de correções)
mantêm a mesma edição, mas com a adição de um caracter de versão (p.ex. de Ed.02 para
Ed.02A).

OBSERVAÇÕES PARA MANUAIS RELATIVOS AOS APLICATIVOS DE


“SOFTWARE”

Os manuais relativos aos aplicativos de “software”(tipicamente os Manuais do


Operador) não são modificados, exceto se a nova “versão”de “software”distribuída aos
Clientes implicar em mudanças na interface homem-máquina ou no caso de
modificações pequenas que não afetem o entendimento dos procedimentos explicados.
Além disso, caso as impressões de tela incluídas no manual contenham a indicação da
“versão”do lançamento do produto, elas não serão substituídas nos manuais relativos a
uma versão subsequente, se o conteúdo da tela permanecer inalterado.

5.4.2 FORNECIMENTO DE MANUAIS ATUALIZADOS AOS


CLIENTES

O fornecimento de manuais atualizados aos Clientes que já tenham recebido edições


anteriores, é submetido aos critérios comerciais.
O envio de manual atualizado é entendido como o envio de uma cópia completa da nova edição
do manual (não é considerado o fornecimento de folhas “errata-corrige”).

5.4.3 MUDANÇAS DEVIDAS A UM NOVO "PRODUCT-RELEASE"

Um novo "product-release" modifica o P/N do manual e a edição inicia a partir de 01. Neste
caso, as partes modificadas do manual não são listadas.

FIM DO DOCUMENTO

Guia do Manual -16 3AL 78987 AAAA


Índice

1 INTRODUÇÃO................................ ................................ ................................ ................................ .. 3

1.1 Escopo ................................ ................................ ................................ ................................ ....... 3

1.1.1 Escopo do Documento ................................ ................................ ................................ ....... 3

1.1.2 Público Alvo ................................ ................................ ................................ ........................ 3

1.2 Regras de Leitura ................................ ................................ ................................ ...................... 3

1.2.1 Opções dos Menus................................ ................................ ................................ ............. 3

2. DESCRIÇÃO GERAL DO TERMINAL “CRAFT”................................ ................................ .............. 4

2.1 Introdução ................................ ................................ ................................ ................................ .. 4

2.2 Produto de “Software”e Licença da Alcatel enviados ao cliente................................ ............... 5

2.2.1 Descrição do produto e das licenças de “software”................................ ........................... 5

2.2.2 Produtos de “Software”e Lista de Licenças e de códigos ................................ ................. 5

2.3 Principais funcionalidades do Terminal “Craft”no gerenciamento do NE ................................ . 7

2.3.1 Supervisão e configuração geral do Elemento de Rede ................................ .................... 7

2.3.2 Gerenciamento de pontos externos ................................ ................................ ................... 7

2.3.3 Gerenciamento de alarme (falha)................................ ................................ ....................... 7

2.3.4 Gerenciamento da Comunicação e do Roteamento ................................ .......................... 8

2.3.5 Gerenciamento do Equipamento e da Placa................................ ................................ ...... 8

2.3.6 Gerenciador do “log”de evento................................ ................................ .......................... 8

2.3.7 Gerenciamento de proteção................................ ................................ ............................... 8

2.3.8 Gerenciamento da Transmissão ................................ ................................ ........................ 8

2.3.9 Gerenciamento de Porta ................................ ................................ ................................ .... 9

2.3.10 Gerenciamento da Conexão em Cruzamento................................ ................................ .... 9

2.3.11 Gerenciamento da monitoração de desempenho ................................ ............................ 10

2.3.12 Gerenciamento da Sincronização ................................ ................................ .................... 10

2.3.13 Gerenciamento de “Software”................................ ................................ .......................... 10

3. ACRÔNIMOS E ABREVIAÇÕES ................................ ................................ ................................ .... 11

1650 SMC 07/03/00 Introdução-1


4. Glossário dos Termos................................ ................................ ................................ ..................... 13

Índice de Tabelas

Tabela 1. Números de parte dos produtos de "software" ................................ ................................ ........ 5

Introdução-2 3AL 78987 AAAA


1 INTRODUÇÃO

1.1 ESCOPO

1.1.1 ESCOPO DO DOCUMENTO

O Manual de Introdução apresenta as principais funções do Terminal “Craft” e fornece uma


visão geral das diferentes funcionalidades oferecidas pelo ELM-USM do Terminal “Craft” para o
Info Model NE.

1.1.2 PÚBLICO ALVO

O Manual de Introdução é direcionado para todos os usuários.

Os documentos que deverão ser lidos antes deste documento são:

– Manual Básico do Operador do 1320CT Versão 1.1

1.2 REGRAS DE LEITURA

1.2.1 OPÇÕES DOS MENUS

Todos os manuais descrevem menus, mas não necessariamente, todas as opções desses
menus. Quando uma opção de menu não estiver detalhada em um manual, as informações
serão certamente dadas em outro manual.

1650 SMC 07/03/00 Introdução-3


2. DESCRIÇÃO GERAL DO TERMINAL “CRAFT”

2.1 INTRODUÇÃO
O Terminal “Craft” é um projeto a cargo do gerenciamento local dos elementos simples de
rede, provendo a Interface do Modelo de Informações ao Elemento da Rede, em conformidade
com ITU.
É possível gerenciar o NE múltiplo, até 32 elementos de Rede, com a obtenção de um aplicativo
do Terminal “Craft”remoto.

As informações gerais do Terminal “Craft” são apresentadas no Manual Básico do Operador de


Terminal “Craft”, que deverá ser lido pelo operador antes deste Manual.

No Manual Básico do Operador de Terminal “Craft” são encontradas todas as descrições gerais
de uso, navegação, regras, etc., comuns a todos os NEs que utilizam o mesmo Terminal “Craft”.

Adicionalmente, o mesmo manual contém a descrição detalhada das operações comuns, como
“Instalação”e telas em comum, como “Tela Síntese do Elemento de Rede”.

A exibição da Síntese do Elemento de Rede é a primeira tela apresentada ao operador que


entra no aplicativo.

A partir desta tela é possível fazer o “login”do NE e, a seguir, entrar com as telas EML-USM.

Este Manual do Operador trata das telas ELM-USM do Terminal “Craft”, que permitem
gerenciar o Elemento de Rede diretamente.

As principais funções de gerenciamento do EML-USM estão incluídas no parág. 2.3.

Uma descrição detalhada das telas EML-USM é dada na Seção Gerenciamento de Ne deste
manual.

A lista e os códigos dos produtos de “software” distribuídos pela Alcatel estão incluídos no
parág. 2.2.

As características do Terminal “Craft” (configuração de computador) estão listadas no Manual


Básico do Operador de Terminal “Craft”.

Introdução-4 3AL 78987 AAAA


2.2 PRODUTO DE “SOFTWARE” E LICENÇA DA ALCATEL
ENVIADOS AO CLIENTE

2.2.1 DESCRIÇÃO DO PRODUTO E DAS LICENÇAS DE


“SOFTWARE”

Os produtos de “software” são distribuídos pela Alcatel em um CD-ROM.

Este CD-ROM contém:

• Pacotes de “software”para gerenciamento do NE por meio do terminal “craft”

• Pacote de “software” do NE, para ser instalado no NE ou para atualizar o NE (através


da função “download”)

O pacote de “software” usado para o gerenciamento permite o diálogo entre o terminal “craft” e
o NE, a fim de realizar todas as funções dos NEs e do EML-USM.

O pacote de “software” usado para atualização do NE deverá ser instalado no PC e, após,


deverá ser baixado para o NE, resultando, assim, na evolução do produto.

A Alcatel oferece, individualmente, diversas licenças de “software” sobre o produto de


“software”(apenas uma para este equipamento).

Elas se referem tanto aos recursos de “software” do Elemento de Rede, como aos recursos de
“software”do Terminal “Craft”.

2.2.2 PRODUTOS DE “SOFTWARE” E LISTA DE LICENÇAS E DE


CÓDIGOS

Todo Produto de “Software” é identificado por uma denominação e um código, listado na tabela
a seguir.

Nome Código ANV Código de Fábrica N.B.

SWP 1650SM-C R 1.1 CD-ROM 3AL 79117 AA 415.100.552 C

Tabela 1. Números de parte dos produtos de "software"

1650 SMC 07/03/00 Introdução-5


Toda licença de “Software”é identificada por uma denominação e um código, listada na tabela a
seguir.

Nome Código ANV Código de Fábrica N.B.

SWL-A 1650SM-C R 1.1 LICENSE FEE 3AL 78890 AA 700.200.150 T 1

SWL-B 1650SM-C Rel. 1.1 LICENSE FEE 3AL 78891 AA 700.200.151 Q 1

SWL-C 1650SM-C Rel. 1.1 LICENSE FEE 3AL 78892 AA 700.200.152 R 1

SWL-LCT 1650SM-C Rel. 1.1 LICENSE 31L 78951 AA 700.200.159 Y 2


FEE

SWL-RCT 1650SM-C Rel. 1.1 LICENSE 3AL 78952 AA 700.200.160 V 2


FEE

N.B. 1 Alternativa de licença relativa aos recursos de “software”do Elemento de Rede:


• SWL-A: conjunto completo de funcionalidade
• SWL-B: melhor conjunto de funcionalidade
• SWL-C: conjunto básico de funcionalidade
N.B. 2 Alternativa de licença relativa aos recursos de “software”do Terminal “Craft”
• SWL-LCT: funcionalidade do Terminal “Craft”local
• SWL-RCT: funcionalidade do Terminal “Craft”remoto

Introdução-6 3AL 78987 AAAA


2.3 PRINCIPAIS FUNCIONALIDADES DO TERMINAL
“CRAFT” NO GERENCIAMENTO DO NE
Neste capítulo são descritas as principais funções do Terminal “Craft”, com referência às telas
de gerenciamento do Elemento de Rede, obtidas através do EML-USM. As funcionalidades
entitulam o cabeçalho de cada um dos parágrafos abaixo.

2.3.1 SUPERVISÃO E CONFIGURAÇÃO GERAL DO ELEMENTO DE


REDE

Trata da configuração geral do equipamento.

– Inibição do Terminal “Craft”

– Inibição de Alarmes

– Gerenciamento de Temporização

– Inventário Remoto de “Upload”

2.3.2 GERENCIAMENTO DE PONTOS EXTERNOS

Trata dos sinais “housekeeping” que entram da parte externa (alarmes de estação) ou que são
transmitidos (saída) em direção à parte externa.

– Exibir pontos Externos

– Configurar pontos Externos

2.3.3 GERENCIAMENTO DE ALARME (FALHA)

Relativo ao relatório de alarme em tempo real e subsequente localização e correção de falha.

– Gerenciamento do Perfil de Atribuição de Severidade do Alarme,

– Permitir/Inibir notificação de alarme,

– Re-sincronização do Alarme,

– Supervisão do Alarme.

Os alarmes que se referem a uma entidade gerenciada em particular serão representados de


um modo sintético em todas as exibições referentes à entidade.

As informações sobre alarmes estão detalhadas no Manual de Supervisão de Alarmes.


1650 SMC 07/03/00 Introdução-7
2.3.4 GERENCIAMENTO DA COMUNICAÇÃO E DO ROTEAMENTO

Trata dos parâmetros de configuração que dizem respeito aos protocolos de comunicação para
o NE local, o OS e cada um dos outros NEs relacionados. Diferentes tipos de proteção podem
ser gerenciados:

– Endereços do NE local e do OS

– Configurações LAPD, Ethernet, MESA, RAP

– Configurações NTP

2.3.5 GERENCIAMENTO DO EQUIPAMENTO E DA PLACA

Trata da apresentação do equipamento e da estrutura hierárquica em árvore, permitindo definir


os tipos de placas presentes. A tela da Placa permite acessar a tela da Porta.

– Configurar / modificar / remover placas

– Informações de “software”da placa selecionada

– Inventário Remoto

2.3.6 GERENCIADOR DO “LOG” DE EVENTO

Permite o acesso ao arquivo “Log”de Evento.

2.3.7 GERENCIAMENTO DE PROTEÇÃO

Trata do mecanismo de proteção possível de se configurar no NE. Diferentes tipos de proteção


podem ser gerenciados:

– Comutação de proteção do equipamento

– Proteção de Seção Múltipla (não operativa na presente versão)

2.3.8 GERENCIAMENTO DA TRANSMISSÃO

Permite cobrir o gerenciamento dos recursos de transmissão, abrindo as telas de todas as


portas específicas do NE (SDH, PDH, HOA).
Fornece uma visão geral do fluxo completo do sinal.
Com relação às portas, são apresentados:

Introdução-8 3AL 78987 AAAA


– os vários blocos funcionais ITU-T (isto é, PPI, RST, VC4)

– síntese de alarme e condição do estado

– informações sobre posição, conexão, etc. do TP

Para cada porta encontra-se disponível um menu específico, onde várias configurações da
porta específica podem ser estabelecidas, por exemplo:

– Interrupção Automática do Laser

– Proteção MSP

– Gerenciamento e configuração de “loopback”

– Configuração de fibra simples

Logo, a tela Transmissão é o ponto de entrada das outras “funções de gerenciamento”


anteriormente descritas:

– Gerenciamento da Monitoração de Desempenho

– Gerenciamento da Conexão em Cruzamento

2.3.9 GERENCIAMENTO DE PORTA

Permite estabelecer e mostrar os recursos da transmissão (TP) referentes somente à porta


(SDH PDH, HOA).
Usado para verificar o alarme detalhado de cada TP e para configurá-lo (muitas opções são
as mesmas da tela Transmissão).
Para cada porta são apresentados:

– os vários blocos funcionais ITU-T (isto é, PPI, RST, VC4)

– detalhes do alarme e condição de estado

– informações sobre papel do TP, conexão, etc.

Para cada porta encontra-se disponível um menu específico, similar à tela Transmissão, onde
várias configurações da porta específica podem ser estabelecidas.

Logo, também a tela Porta é o ponto de entrada das outras “funções de gerenciamento”
descritas anteriormente.

2.3.10 GERENCIAMENTO DA CONEXÃO EM CRUZAMENTO

Trata da conexão de todos os Pontos de Terminação (TP), que são os pontos de início e
terminação de um segmento de transmissão. Desta forma, são criadas as estruturas multiplex,
que gerenciam o fluxo de tráfego. Operação similar é feita sobre conexões em cruzamento do
“OverHead”.

1650 SMC 07/03/00 Introdução-9


– Criar / modificar conexões em cruzamento

– Ativar / desativar / comutar conexões em cruzamento

2.3.11 GERENCIAMENTO DA MONITORAÇÃO DE DESEMPENHO

Esta função trata da programação, coleta, “log” e exibição de dados de desempenho,


associados ao NE gerenciado, de acordo com ITU-T G.826. Consiste de um conjunto de
funções que avalia e relata o comportamento dos NEs e sua eficácia com relação à
comunicação que acontece na Rede.

– Programar os limiares da Monitoração de Desempenho

– Coletar e exibir os dados da Monitoração de Desempenho

– Histórico da Monitoração de Desempenho

2.3.12 GERENCIAMENTO DA SINCRONIZAÇÃO

Trata do gerenciamento de temporização.

– Configuração da fonte de temporização, SSU, T0, T4

– Comandos de proteção

2.3.13 GERENCIAMENTO DE “SOFTWARE”

Trata da manipulação do pacote de “software”dentro do NE.

– “Download” do “software” refere-se ao “software” do NE, que permite carregar o “software”


no respectivo NE na primeira instalação ou atualizar o “software” do NE, resultando, assim,
na evolução do produto.

– “Back-up” e restaurar na MIB do NE. Um Simulador pode ser usado para preparar a
configuração da MIB no NE.

Introdução-10 3AL 78987 AAAA


3. ACRÔNIMOS E ABREVIAÇÕES
ASAP Alarm Severity Assignment Profile Perfil de Atribuição de Severidade ao Alarme

CD-ROM Compact Disc Read Only Memory

CCITT Telegraph and Telephone International Consultative Committee

CT Terminal Craft

DCN Data Communications Network Rede de Comunicações de Dados

ECC Embedded Communication Channels Canais de Comunicação Embutidos

EML Element Management Layer Camada de Gerenciamento de Elemento

EPS Equipment Protection Switching Comutação de Proteção de Equipamento

FAD Functional Access Domain Domínio do Acesso Funcional

Gbit/s Gigabits per second “Gigabits”por segundo

GNE Gateway Network Element Elemento de Rede “Gateway”

HMI Human Machine Interface Interface Homem-Máquina

IEEE Institute of Electrical and Electronics Engineers

IM Information Manager Gerenciador de Informações

Kbit/s Kilobits per second “Kilobits”por segundo

LAN Local Area Network Rede de Área Local

LVC Lower Order Virtual Container “Container”Virtual de Ordem Mais Alta

MAC Media Access Control Controle de Acesso ao Meio

Mbit/s Megabits per seconds “Megabits”por segundo

MIB Management Information Base Base de Informações de Gerenciamento

MS Multiplex Section Seção Multiplex

NAD Network Access Domain Domínio do Acesso da Rede

NAP Network Access Point Ponto de Acesso da Rede

NE Network Element Elemento de Rede

NML Network Management Layer Camada de Gerenciamento da Rede

OS Operation System Sistema Operacional

1650 SMC 07/03/00 Introdução-11


PI Physical Interface Interface Física

TMN Telecommunications Management Rede de Gerenciamento de Telecomunicações


Network

TN Telecommunications Network Rede de Telecomunicações

TP Termination Point Ponto de Terminação

USM User Service Manager Gerenciador de Serviço do Usuário

XC Cross-Connection Conexão em Cruzamento

Introdução-12 3AL 78987 AAAA


4. GLOSSÁRIO DOS TERMOS
Acknowledgment (Reconhecimento):
Quando um alarme é considerado pelo aplicativo, o operador tem de reconhecê-lo para indicar
que ele foi visto e que ele reagirá da maneira certa. Durante a configuração do alarme, é
possível estabelecer um retardo máximo para o reconhecimento do alarme. O operador pode
decidir se o cancelamento do alarme tem de ser reconhecido ou não.

Administrator (Administrador):
Um usuário que possui direitos de acesso a todos os Domínios do Gerenciamento do produto
Terminal “Craf”. Ele possui acesso para toda a rede e para todas as funções de gerenciamento.

Alarm (Alarme):
Uma indicação de alerta para uma condição que pode ter um impacto negativo imediato ou em
potencial no estado de um equipamento ou no CT. Um alarme é caracterizado por um começo
de alarme e um final de alarme.

Alarm Severity Assignment Profile (Perfil de Atribuição de Severidade ao Alarme):


Função que permite a atribuição de severidade aos alarmes, dependendo das suas causas
prováveis.

Alarm Status (“Status” do Alarme):


Identifica o tipo e a gravidade de um alarme ocorrendo.

Board (Placa):
Uma placa é parte de um NE. São cartões eletrônicos fixados em “slots”no NE.

Compact Disk Read Only Memory:


Suporte de gravação de dados, a partir do qual as informações podem ser somente lidas. É útil
para armazenar dados, devido ao seu espaço de memória disponível.

Craft Terminal (Terminal “Craft”):


Estação de Trabalho ou computador Pessoal (PC), a partir do qual é possível fazer o
endereçamento local para um NE. Pode ser usado para configurar ou realizar tarefas de
monitoração no NE.

Cross-connection (Conexão em cruzamento):


Conexões em cruzamento abastecem a rede com Capacidades de Roteamento, ou seja, a
possibilidade de roteamento de um sinal para um destino em particular.

Digital Communication network (Rede de Comunicação Digital):


Rede de Comunicação na qual a transmissão de dados é feita em um formato digitalizado.

Embedded Communication Channel (Canal de Comunicação Embutido):


Canal de comunicação usado em conjunto com as redes de troca de pacotes (X25) para
gerenciar redes SDH distantes. Esses canais de comunicação estão relacionados com os
protocolos QECC*.

Element Management Layer (Camada de Gerenciamento de Elemento):


Este aplicativo é responsável pela configuração e gerenciamento de Elementos de Rede.

1650 SMC 07/03/00 Introdução-13


Equipment Protection Switching (Comutação de Proteção do Equipamento):
Usado para dar proteção aos cartões dentro de um equipamento para proteger o tráfego em
caso de falha no cartão.

Filter (Filtro):
Ele está relacionados aos alarmes ou eventos gerados em um NE ou, internamente, dentro do
próprio OS. Ele pode ser configurado por um operador para rejeitar tipos de notificações
específicas e limitar o processamento que é aplicado a ele.

Flushing (Limpeza):
Trata dos “logs”. Quando um “log”é apagado, todos os registros são excluídos.

Functional Access Domain (Domínio do Acesso Funcional):


Define a variedade das funções que estão disponíveis a um usuário específico.

Gigabits per second (“Gigabits” por segundo):


Unidade que corresponde à transmissão de 109 bits a cada segundo.

Gateway Network Element (Elemento de Rede “Gateway”):


É um Elemento de Rede dedicado ao controle, a partir do OS, daqueles NEs que fornecem uma
interface QECC*. Para isso, ele usa uma interface QB3* e realiza a conversão QB3* ↔ QECC*.

Human Machine Interface (Interface Homem-Máquina):


É o aplicativo da interface gráfica do usuário, através do qual os operadores interagem com o
sistema.

History Report (Relatório Histórico):


Esta função habilita os operadores a obterem informações referentes a desempenhos,
segurança ou alarmes nas entidades que compõem a rede, ou na própria rede. O operador
especifica o período de tempo para o qual ele requer o relatório.

International Telegraph and Telephone Consultative Committee:


Organização padrão para as telecomunicações. Agora denominada ITU-T (International
Telecommunication Union).

Kilobits per second (“Kilobits” por segundo):


Unidade que corresponde à transmissão de 103 bits a cada segundo.

Line Terminal (Terminal de Linha):


Um terminal de linha é o ponto final de um “link” de comunicação. É usado para transmitir ou
receber sinais. Eles podem assumir funções de conversão de sinal (adaptando um sinal para
dois meios diferentes de transmissão) ou funções de multiplexação/demultiplexação.

Logs:
“Logs” são arquivos usados para armazenar dados históricos referentes às notificações que
chegam, comandos do operador e alarmes do sistema. O tamanho do “log” pode ser
configurado.

Introdução-14 3AL 78987 AAAA


Management Domain (Domínio do Gerenciamento):
O produto Terminal “Craft” é dividido em domínios de gerenciamento para fins funcionais. Cada
domínio de gerenciamento está associado à funções que habilitam os operadores a gerenciar
os NEs.

Media Access Control Address (Endereço do Controle de Acesso ao Meio):


Representa o endereço do Nível 2 para Redes de Área Local.

Megabits per second (“Megabits” por segundo):


Unidade que corresponde à transmissão de 106 bits a cada segundo.

Multiplexer (Multiplexador):
Equipamento usado para combinar diversos sinais para produzir um sinal simples com uma
taxa de transmissão mais alta e para dividí-lo de volta em sinais com taxa menores.

Multiplex Section (Seção Multiplex):


Geralmente, representa a seção que contém os sinais multiplexados.

Network Access Domain (Domínio do Acesso à Rede):


Definido como um conjunto de Elementos de Rede. NADs são usados para definir o conjunto
dos Elementos de Rede que um usuário pode gerenciar.

Network Element (Elemento de Rede):


Tanto um equipamento de telecomunicação como parte dos grupos de uma Rede de
Telecomunicação. Possui características em conformidade com as recomendações do CCITT.

Network Management Level (Nível Gerenciamento de Rede):


Designa as funções de gerenciamento realizadas nos elementos de rede montados em uma
rede.

Notification (Notificação):
Dados espontâneos recebidos pelo sistema que dizem respeito a um NE.

Operation System (Sistema Operacional):


Um sistema dedicado à supervisão de NEs em um modo padronizado, utilizando protocolos e
interfaces. Oferece ao operador uma série de funções necessária para supervisionar os NEs. O
1353SH é um Sistema Operacional.

Operator (Operador):
O usuário final do Terminal “Craft”. Ele supervisiona uma parte da rede que depende do seu
perfil de usuário.

Physical Interface (Interface Física):


Transformadores Elétricos ou Elétricos/Óticos que desacoplam os sinais de linha e adaptam a
forma do sinal para transmissão posterior. Este bloco funcional também gerencia funções de
extração de “clock”, monitoração de perda de sinal e “loopback”.

Port (Porta):
Um ponto físico no qual o Elemento de Rede pode ser fixado para uma meio de transmissão.
Uma porta é tanto um ponto de terminação como um ponto de origem.

1650 SMC 07/03/00 Introdução-15


Repeater (Repetidor):
Equipamento usado para regenerar um sinal quando ele trafegou uma longa distância.

Severity (Severidade):
Ligado à alarmes, as severidades indicam a magnitude relacionada à falha.

Telecommuniation Management Network (Rede de Gerenciamento da Telecomunicação)


Define o conceito do gerenciamento inter-operacionável das TNs. Elas fornecem uma estrutura
de rede organizada para alcançar a interconexão dos diferentes componentes da TN e os
serviços para processar a informação.

Telecommunication Network:
Descreve a rede a ser gerenciada. Fornece a transmissão, o transporte e os suportes de
comutação para os Elementos de Rede interconectados.

Terminal Point (Ponto Terminal):


Descreve tanto a origem como a terminação de um sinal em um equipamento. Está relacionado
com uma porta.

Thresholding (Limiar):
É a atribuição de um valor especifico para os parâmetros monitorados (por exemplo, Taxas de
Erro de “Bit”) que, quando excedido, gera indicações de problemas.

User Profile (Perfil de Usuário):


Identifica as funcionalidades do Terminal “Craft”, às quais um usuário possui acesso. Um
número finito de perfis de usuários pré-definidos é determinado por uma série fixa de FADs.
Para dar ao usuário acesso à funcionalidade do Terminal “Craft”, o administrador deve atribuir
um perfil para uma conta de usuário unix, através da escolha de um entre os perfis pré-
definidos instalados com Terminal “Craft”.

User Service Manager (Gerenciador do Serviço de Usuário):


São processos de apresentação usados pelo Terminal “Craft” para gerenciar a Interface
Homem-Máquina e facilitar a interação com o produto.

Wrapping (Empacotamento):
Empacotamento é a técnica que habilita as entradas mais recentes em um arquivo substituir as
mais antigas, quando um arquivo estiver cheio.

FIM DO DOCUMENTO

Introdução-16 3AL 78987 AAAA


Índice

1. INTRODUÇÃO................................ ................................ ................................ ................................ .. 1

1.1 Escopo ................................ ................................ ................................ ................................ ....... 1

1.1.1 Escopo do Documento ................................ ................................ ................................ ....... 1

1.1.2 Público Alvo ................................ ................................ ................................ ........................ 1

1.2 Terminologia ................................ ................................ ................................ .............................. 2

1.2.1 Acrônimos e abreviaturas................................ ................................ ................................ ... 2

1.2.2 Glossário dos termos................................ ................................ ................................ .......... 2

2. INSTRUÇÕES GERAIS SOBRE TELAS E MENUS ................................ ................................ ........ 1

2.1 Organização da Tela EML-USM................................ ................................ ................................ 1

2.2 Introdução às opções de Menu do EML-USM................................ ................................ ........... 3

2.2.1 ................................ ................................ ................................ ................................ .................. 4

2.2.2 Introdução ao menu de Tela ("VIEW") ................................ ................................ ............... 5

2.2.3 ................................ ................................ ................................ ................................ .................. 5

2.2.4 Introdução ao menu de configuração................................ ................................ ................. 6

2.2.5 Introdução ao menu Diagnóstico ("Diagnosis") ................................ ................................ .. 6

2.2.6 Introdução ao menu de supervisão ("Supervision") ................................ ........................... 7

2.2.7 Introdução ao menu “download”................................ ................................ ......................... 7

2.2.8 Introdução ao menu Equipamento ("Equipment") ................................ .............................. 8

2.2.9 Introdução ao menu placa ("Board") ................................ ................................ .................. 8

2.2.10 Introdução ao menu transmissão ("Transmission") ................................ ........................... 8

2.2.11 Introdução ao menu porta ("Port")................................ ................................ .................... 10

2.2.12 Introdução ao menu EPS ................................ ................................ ................................ . 12

2.2.13 Introdução ao menu sincronização ("synchronization") ................................ .................... 12

2.2.14 Introdução ao menu Pontos Externos ("External Points") ................................ ................ 13

2.3 Recomendações sobre princípios de Navegação ................................ ................................ ... 17

3. SUPERVISÃO DO GERENCIAMENTO DE NE ................................ ................................ ............... 1

1650 SMC 07/03/00 NE índice -1


3.1 Estados do Gerenciamento de NE ................................ ................................ ............................ 1

3.2 Supervisão e “login”de NE ................................ ................................ ................................ ........ 1

4. CONFIGURAÇÃO GERAL DO GERENCIAMENTO DE NE ................................ ............................ 1

4.1 Estado de acesso (permite ou inibe o acesso do “NE Craft”) ................................ ................... 1

4.1.1 Comutação do OS para o estado de acesso do Terminal “Craft”................................ ...... 2

4.1.2 Comutação do estado de acesso do Terminal “Craft”de volta ao estado de acesso do


OS. 2

4.2................................ ................................ ................................ ................................ ......................... 2

4.3 Gerenciamento do Tempo do NE................................ ................................ .............................. 3

4.4................................ ................................ ................................ ................................ ......................... 4

4.5 Estabelecer Lista de Gerenciador ................................ ................................ ............................. 5

4.6 Estabelecer nível ACD................................ ................................ ................................ ............... 6

5. GERENCIAMENTO DOS PONTOS EXTERNOS DE ENTRADA E SAÍDA................................ ..... 1

5.1 Exibindo pontos externos ................................ ................................ ................................ .......... 2

5.1.1 Expandindo ou reduzindo a lista de pontos externos................................ ......................... 4

5.2 Configuração nos pontos externos................................ ................................ ............................ 5

6. GERENCIAMENTO DE ALARMES ................................ ................................ ................................ .. 1

6.1 Configuração do Alarme ................................ ................................ ................................ ............ 1

6.1.1 Gerenciamento do Perfil de Atribuição de Severidade ao Alarme (ASAP) ........................ 1

6.1.2 Permitir/Inibir Notificações de Alarmes ................................ ................................ .............. 6

6.1.3 Re-sincronização de Alarmes................................ ................................ ............................. 6

6.2 Supervisão de Alarmes................................ ................................ ................................ .............. 8

7. GERENCIAMENTO DA COMUNICAÇÃO E DO ROTEAMENTO ................................ ................... 1

7.1 Sumário sobre o Domínio da Comunicação e do Roteamento ................................ ................. 1

7.1.1 Divisão em Sub-domínios do Roteamento................................ ................................ ......... 2

7.1.2 Dividindo em Domínios de Roteamento separados ................................ ........................... 2

7.2 Telas de comunicação e de roteamento ................................ ................................ ................... 4

7.3 Configuração Local................................ ................................ ................................ .................... 5

7.4 Configuração do OS ................................ ................................ ................................ .................. 7

7.5 Configuração de Servidor do NTP................................ ................................ ............................. 8


NE índice-2 3AL 78987 AAAA
7.6 Configuração do LAPD ................................ ................................ ................................ ............ 10

7.7 Configuração da “Ethernet”................................ ................................ ................................ ..... 12

7.8 Configuração de Prefixos de Endereço Alcançáveis................................ ............................... 13

7.9 Configuração da tabela de Adjacências do ES ManuaL ................................ ......................... 15

8. GERENCIAMENTO DO EQUIPAMENTO ................................ ................................ ........................ 1

8.1 Introdução e navegação ................................ ................................ ................................ ............ 1

8.2 Configurar e alterar ou remover placa................................ ................................ ....................... 5

8.3 Estado administrativo da placa ................................ ................................ ................................ .. 7

8.3.1 Configurando uma placa em serviço................................ ................................ .................. 7

8.3.2 Configurando uma placa fora de serviço................................ ................................ ............ 7

8.3.3 Consultando um estado Administrativo da Placa ................................ ............................... 7

8.4 Descrição de “Software”................................ ................................ ................................ ............ 9

8.5 Inventário Remoto................................ ................................ ................................ .................... 10

8.6 Mostrar equipamento de suporte................................ ................................ ............................. 12

9. Tela PLACA ("Board View") ................................ ................................ ................................ .............. 1

9.1 Introdução ................................ ................................ ................................ ................................ .. 1

9.2 Menu da Tela Placa ................................ ................................ ................................ ................... 5

9.2.1 Acesso à Porta ................................ ................................ ................................ ................... 5

9.2.2 Mostrar equipamento de Suporte ................................ ................................ ....................... 6

10. GERENCIADOR DO “LOG”DE EVENTO ................................ ................................ .................... 1

11. GERENCIAMENTO DA PROTEÇÃO DE EQUIPAMENTO................................ .......................... 1

11.1 Introdução ................................ ................................ ................................ ................................ .. 1

11.2 Gerenciamento: consultando ou modificando EPS ................................ ................................ ... 3

11.3 Configuração: reversiva e WTR para EPS ................................ ................................ ................ 6

11.4 Comutando o EPS ................................ ................................ ................................ ..................... 8

12. GERENCIAMENTO DA MSP ................................ ................................ ................................ ........ 1

13. Tela Transmissão................................ ................................ ................................ .......................... 1

13.1 Sumário................................ ................................ ................................ ................................ ...... 1

13.2 Elementos da Tela ................................ ................................ ................................ ..................... 3

1650 SMC 07/03/00 NE índice -3


13.3 “Layout”da Tela ................................ ................................ ................................ ......................... 4

13.3.1 Descrição da Tela................................ ................................ ................................ ............... 4

13.3.2 Número de TPs Exibidos na Tela Transmissão................................ ................................ . 5

13.3.3 Nomeando TPs................................ ................................ ................................ ................... 5

13.3.4 Procedimento dinâmico da Tela................................ ................................ ......................... 5

13.4 Acesso e Menu da tela transmissão................................ ................................ .......................... 7

13.5 “ADD TP”................................ ................................ ................................ ................................ ... 9

13.5.1 “TP Search”................................ ................................ ................................ ........................ 9

13.6 “TP Configuration”................................ ................................ ................................ ................... 17

13.6.1 Configuração de TP de Ordem ALTA ................................ ................................ .............. 18

13.6.2 Configuração de TP de Ordem Baixa ................................ ................................ .............. 20

13.7 “TP PHD Configuration”................................ ................................ ................................ ........... 21

13.8 Configuração de “Alarm Persistency Time”................................ ................................ ............. 23

13.9 Configuração de “Degraded Signal Threshold”................................ ................................ ....... 23

13.10 “Terminate/Disterminate TP”................................ ................................ ................................ 23

13.10.1 “Terminate TP”................................ ................................ ................................ .............. 24

13.10.2 “Disterminate TP”................................ ................................ ................................ .......... 24

13.11 “POM/SUT”................................ ................................ ................................ .......................... 25

13.11.1 “Creation/Deletion”................................ ................................ ................................ ........ 25

13.11.2 Configuração................................ ................................ ................................ ................. 27

13.12 “STRUCTURE TPS”................................ ................................ ................................ ............ 29

13.13 “Physical Media ................................ ................................ ................................ .................... 30

13.14 Comandos de Navegação................................ ................................ ................................ .... 31

13.14.1 “Expand”................................ ................................ ................................ ....................... 31

13.14.2 “Hide”................................ ................................ ................................ ............................ 32

13.14.3 “Show Supported Board”................................ ................................ .............................. 33

13.14.4 “Navigate to Port VieW”................................ ................................ ................................ 35

13.14.5 “Navigate to selected TP”................................ ................................ ............................. 37

14. Tela de Porta ("Port View")................................ ................................ ................................ ............ 1

NE índice-4 3AL 78987 AAAA


14.1 Sumário................................ ................................ ................................ ................................ ...... 1

14.2 Tela Porta: elementos no TP ................................ ................................ ................................ ..... 3

14.3 Menu da Tela Porta ................................ ................................ ................................ ................... 4

14.4 Menu de opções do Meio Físico................................ ................................ ................................ 6

14.4.1 Configuração de BER................................ ................................ ................................ ......... 6

14.4.2 Parâmetros do “Laser”Ótico ................................ ................................ .............................. 7

14.4.3 Configuração de “Shutdown”Automático do “Laser”................................ ......................... 8

14.4.4 Configuração de Fibra Simples ................................ ................................ ........................ 11

14.4.5 Configuração de “Loopback”................................ ................................ ............................ 12

14.4.6 Gerenciamento de “Loopback”................................ ................................ ......................... 15

14.4.7 Configuração do Comprimento da Linha PDH ................................ ................................ . 17

14.4.8 Mostrar Placa de Suporte................................ ................................ ................................ . 18

14.4.9 Navegar até a Tela Transmissão ................................ ................................ ..................... 19

15. GERENCIAMENTO DE CONEXÃO EM CRUZAMENTO................................ ............................. 1

15.1 Introdução ................................ ................................ ................................ ................................ .. 1

15.1.1 Sumário ................................ ................................ ................................ .............................. 1

15.1.2 Estruturas Multiplex para SDH ................................ ................................ ........................... 2

15.1.3 Definição dos Pontos de Término (TP) ................................ ................................ .............. 5

15.1.4 Tipos de Conexões em Cruzamento................................ ................................ .................. 8

15.1.5 Proteção da Conexão em Cruzamento ................................ ................................ ............ 10

15.2 Sequência Operativa para Executar Conexões em Cruzamento................................ ............ 12

15.3 Gerenciamento de Conexões em Cruzamento ................................ ................................ ....... 15

15.3.1 Critério de Busca ................................ ................................ ................................ .............. 17

15.3.2 Lista de Conexões em Cruzamento ................................ ................................ ................. 19

15.3.3 Ações disponíveis................................ ................................ ................................ ............. 21

15.4 Criar/Modificar Conexões em Cruzamento................................ ................................ .............. 22

15.4.1 Parâmetros para Conexão em Cruzamento................................ ................................ ..... 23

15.4.2 Criação de uma Conexão em Cruzamento................................ ................................ ...... 29

15.4.3 Modificação de uma Conexão em Cruzamento ................................ ............................... 34

1650 SMC 07/03/00 NE índice -5


15.5 Ativar/Desativar/Excluir Conexões em Cruzamento................................ ................................ 38

15.5.1 Ativar uma Conexão em Cruzamento ................................ ................................ .............. 38

15.5.2 Desativar uma Conexão em Cruzamento ................................ ................................ ........ 38

15.5.3 Excluir uma Conexão em Cruzamento................................ ................................ ............. 38

15.6 Dividir e Unir Conexões em Cruzamento ................................ ................................ ................ 39

15.6.1 Dividir uma Conexão em cruzamento ................................ ................................ .............. 39

15.6.2 União de Duas Conexões em Cruzamento................................ ................................ ...... 40

15.7 Comutação de Proteção ................................ ................................ ................................ .......... 42

15.8 Impressão ................................ ................................ ................................ ................................ 44

15.9 Alternância da Porta ................................ ................................ ................................ ................ 45

15.10 Mostrar TPs Conectados em Cruzamento................................ ................................ ........... 47

16. GERENCIAMENTO DE “OVERHEAD”................................ ................................ ......................... 1

16.1 Introdução ................................ ................................ ................................ ................................ .. 1

16.2 Sumário da Conexão OH................................ ................................ ................................ ........... 2

16.3 Telas “Overhead”................................ ................................ ................................ ....................... 4

16.4 Conexão em Cruzamento OH ................................ ................................ ................................ ... 5

16.4.1 Diálogo do Gerenciamento da Conexão em Cruzamento................................ .................. 5

16.5 Criação de TP OH ................................ ................................ ................................ ..................... 8

16.6 Exclusão de TP OH ................................ ................................ ................................ ................... 9

17. MONITORAÇÃO DE DESEMPENHO................................ ................................ ........................... 1

17.1 Introdução ................................ ................................ ................................ ................................ .. 1

17.1.1 Sumário ................................ ................................ ................................ .............................. 1

17.1.2 Contadores de Desempenho Compatíveis ................................ ................................ ........ 2

17.1.3 Contagem de Desempenho Distante ................................ ................................ ................. 3

17.1.4 Granularidade................................ ................................ ................................ ..................... 4

17.1.5 Coleta de Dados................................ ................................ ................................ ................. 4

17.1.6 Limiares ................................ ................................ ................................ .............................. 4

17.2 Configuração ................................ ................................ ................................ ............................. 6

17.3 Exibir Dados Correntes................................ ................................ ................................ ............ 10

NE índice-6 3AL 78987 AAAA


17.4 Exibir Dados Históricos................................ ................................ ................................ ............ 13

17.5 Seleção da Tabela de Limiar da PM................................ ................................ ........................ 16

17.6 Modificação ou Exibição da Tabela de Limiar da PM................................ .............................. 19

17.6.1 Modificação ................................ ................................ ................................ ...................... 19

17.6.2 Exibição ................................ ................................ ................................ ............................ 20

18. GERENCIAMENTO DA SINCRONIZAÇÃO................................ ................................ .................. 1

18.1 Introdução ................................ ................................ ................................ ................................ .. 1

18.2 Gerenciamento da Sincronização................................ ................................ .............................. 4

18.2.1 Exibindo a Tela Sincronização ................................ ................................ ........................... 4

18.2.2 Tela Sincronização ................................ ................................ ................................ ............. 6

18.2.3 Configuração da Fonte de “Timing”................................ ................................ .................... 9

18.2.4 Comandos de Proteção da Sincronização ................................ ................................ ....... 12

18.2.5 Configuração da Sincronização, com relação aos critérios “squelch”de T0/T4 e de T4. 13

18.2.6 Configuração SSU................................ ................................ ................................ ............ 15

18.2.7 Remover Referência de “Timing”................................ ................................ ..................... 16

18.2.8 Estabelecer e Remover T0 Igual a T4................................ ................................ .............. 18

18.2.9 Transmissão da Configuração da Qualidade SSM ................................ .......................... 19

18.2.10 Configuração do Modo de Quadro................................ ................................ ................ 20

18.2.11 Mostrar Fonte de “Timing”................................ ................................ ............................ 21

19. Gerenciamento de “Software”................................ ................................ ................................ ....... 1

19.1 Generalidades e descrições ................................ ................................ ................................ ...... 1

19.1.1 Padrões Estabelecidos ................................ ................................ ................................ ....... 2

19.1.2 Funções do Gerenciamento de “Software”................................ ................................ ........ 3

19.2 Menu do Gerenciador de “Download”de “Software”................................ ................................ . 4

19.3 Iniciar “Download”................................ ................................ ................................ ...................... 5

19.4 Informações sobre as Unidades................................ ................................ ................................ 7

19.5 Gerenciamento da Mib ................................ ................................ ................................ ............ 10

19.6 Gerenciamento de Simulador ................................ ................................ ................................ .. 12

19.7 Gerenciamento de Servidores ................................ ................................ ................................ . 12

1650 SMC 07/03/00 NE índice -7


19.8 Reiniciar NE ................................ ................................ ................................ ............................. 13

20. QUESTÕES LEVANTADAS com Frequência................................ ................................ ............... 1

NE índice-8 3AL 78987 AAAA


Índice de Figuras

Figura 2- 1. Organização da exibição principal do EML-USM ................................ ................................ . 2

Figura 2- 2. Fluxograma das opções de menu – 1 ................................ ................................ ................ 14

Figura 2- 3. Fluxograma das opções de menu – 2 ................................ ................................ ................ 15

Figura 2- 4. Fluxograma das opções de menu – 3 ................................ ................................ ................ 16

Figura 3- 1. Tela Principal do NE EML-USM................................ ................................ ............................ 2

Figura 4- 1. Configuração do estado de acesso "Craft" a partir da tela “Equipament NE”no modo OS. 2

Figura 4- 2. Consultando e/ou estabelecendo o tempo do NE local ................................ ........................ 3

Figura 4- 3. Caixa de diálogo do Tempo do NE................................. ................................ ...................... 3

Figura 4- 4. Estabelecer lista de Gerenciador................................ ................................ .......................... 5

Figura 4- 5. Estabelecer nível ACD................................ ................................ ................................ .......... 7

Figura 5- 1. Abrindo a tela dos pontos externos ................................ ................................ ...................... 2

Figura 5- 2. Tela dos pontos externos ................................ ................................ ................................ ..... 3

Figura 5- 3. Expandindo ou reduzindo a lista de pontos externos ................................ ........................... 4

Figura 5- 4. Configurando pontos externos................................ ................................ .............................. 5

Figura 5- 5. Caixa de diálogo da Configuração de ponto externo de entrada................................ .......... 5

Figura 5- 6. Caixa de diálogo da Configuração de ponto externo de saída................................ ............. 6

Figura 6- 1. Configurando o Perfil de Atribuição de Severidade ao Alarme................................ ............. 2

Figura 6- 2. Caixa de diálogo do Gerenciamento do ASAP ................................ ................................ ..... 3

Figura 6- 3. Caixa de diálogo de edição do ASAP ................................ ................................ ................... 4

Figura 6- 4. Caixa de diálogo que estabelece o ASAP ................................ ................................ ............ 5

Figura 6- 5. Inibir notificação de alarme ................................ ................................ ................................ ... 6

Figura 6- 6. Permitir notificações de alarme ................................ ................................ ............................ 6

1650 SMC 07/03/00 NE índice -9


Figura 6- 7. Re-sincronização de alarme ................................ ................................ ................................ . 7

Figura 6- 8. Supervisão de Alarme................................ ................................ ................................ ........... 8

Figura 6- 9. Supervisão de Alarme................................ ................................ ................................ ........... 9

Figura 7- 1. Configuração Local................................ ................................ ................................ ............... 6

Figura 7- 2. Configuração do OS ................................ ................................ ................................ ............. 8

Figura 7- 3. Configuração de Servidor do NTP................................ ................................ ........................ 9

Figura 7- 4. Configuração do LAPD ................................ ................................ ................................ ....... 11

Figura 7- 5. Configuração da "Ethernet" ................................ ................................ ................................ 12

Figura 7- 6. Configuração do RAP ................................ ................................ ................................ ......... 14

Figura 7- 7. Configuração da MESA ................................ ................................ ................................ ...... 16

Figura 8- 1. Visão Geral do Equipamento - Nível NE................................ ................................ ............... 2

Figura 8- 2. Visão Geral do Equipamento - Nível de Bastidor ................................ ................................ . 3

Figura 8- 3. Visão Geral do Equipamento - Nível de Sub-Bastidor................................ .......................... 3

Figura 8- 4. Menu Equipamento................................ ................................ ................................ ............... 4

Figura 8- 5. Lista das diferentes placas relativas a um "slot" do NE ................................ ........................ 5

Figura 8- 6. Consultando um estado administrativo da placa ................................ ................................ .. 8

Figura 8- 7. Caixa de diálogo da Descrição de "Software" ................................ ................................ ...... 9

Figura 8- 8. Inventário Remoto................................ ................................ ................................ ............... 11

Figura 8- 9. Visão Geral do Equipamento - Nível Sub-Bastidor................................ ............................. 12

Figura 9- 1. Tela Equipamento: seleciona a porta SDH em uma placa. ................................ .................. 2

Figura 9- 2. Exemplo de uma Tela Placa................................ ................................ ................................ . 3

Figura 9- 3. Exemplo de uma identificação de Porta e síntese de alarme. ................................ ............. 4

Figura 9- 4. Opção de menu da Placa ................................ ................................ ................................ ..... 5

Figura 9- 5. Após a seleção de "Port Access" (exemplo) ................................ ................................ ........ 6

Figura 9- 6. Nível de Sub-bastidor ................................ ................................ ................................ ........... 7

NE índice-10 3AL 78987 AAAA


Figura 10- 1. Opção "Event log" na exibição do contexto do Elemento de Rede ................................ .... 1

Figura 11- 1. Consultado o EPS................................ ................................ ................................ ............... 3

Figura 11- 2. Caixa de diálogo do Gerenciamento do EPS ................................ ................................ ..... 4

Figura 11- 3. Estado funcional do EPS da tela da placa de proteção ativa ................................ ............. 5

Figura 11- 4. Estado funcional do EPS da tela da placa de proteção ativa ................................ ............. 5

Figura 11- 5. Configurar EPS ................................ ................................ ................................ ................... 6

Figura 11- 6. Caixa de diálogo da Configuração do EPS................................ ................................ ......... 6

Figura 11- 7. Comutando o EPS ................................ ................................ ................................ .............. 8

Figura 11- 8. Caixa de diálogo da Comutação do EPS................................ ................................ ............ 8

Figura 13- 1. Símbolos Usados na Tela Transmissão................................ ................................ ............. 3

Figura 13- 2. Área da Tela Transmissão................................ ................................ ................................ .. 4

Figura 13- 3. Opções de menu da Transmissão................................ ................................ ...................... 8

Figura 13- 4. Diálogo "TP Search", Estado Inicial ................................ ................................ .................. 10

Figura 13- 5. Janela de Informação ................................ ................................ ................................ ....... 10

Figura 13- 6. Diálogo "TP Search" com Seleções de Vários TPs ................................ .......................... 11

Figura 13- 7. Diálogo "TP Search" com Informações de "Status" Exibidas ................................ ........... 12

Figura 13- 8. Símbolos em "TP Search" ................................ ................................ ................................ 12

Figura 13- 9. Lista de Verificação do Histórico da Placa................................ ................................ ........ 13

Figura 13- 10. Diálogo "TP Search" com Diferentes Opções de Filtro ................................ .................. 14

Figura 13- 11. Diálogo "Information..." relativo ao Processo de Busca................................ .................. 15

Figura 13- 12. Imprimir................................ ................................ ................................ ........................... 16

Figura 13- 13. Imprimir para Arquivo ................................ ................................ ................................ ..... 16

Figura 13- 14. Exemplo de Impressão ................................ ................................ ................................ ... 17

Figura 13- 15. Configuração de PT de Ordem Alta................................ ................................ ................ 19

Figura 13- 16. Configuração de TP de Ordem Baixa................................ ................................ ............. 21

Figura 13- 17. Configuração de Porta PDH ................................ ................................ ........................... 23

Figura 13- 18. Criação e Exclusão de POM/SUT ................................ ................................ .................. 26

1650 SMC 07/03/00 NE índice -11


Figura 13- 19. Exibição do POM/SUT na Tela Porta ................................ ................................ ............. 27

Figura 13- 20. Configuração do POM/SUT ................................ ................................ ............................ 27

Figura 13- 21. Tela Placa ................................ ................................ ................................ ....................... 34

Figura 13- 22. Tela Porta ................................ ................................ ................................ ....................... 36

Figura 13- 23. Visão do TP selecionado ................................ ................................ ................................ 38

Figura 14- 1. Exemplo de uma Tela Porta ................................ ................................ ............................... 2

Figura 14- 2. Caixa do TP de Adaptação e de Terminação................................ ................................ ..... 3

Figura 14- 3. Caixa do TP de Adaptação G.783 ................................ ................................ ...................... 3

Figura 14- 4. Opções do menu da Porta................................ ................................ ................................ .. 5

Figura 14- 5. Janela da BER Excessiva B2 ................................ ................................ ............................. 7

Figura 14- 6. Visualizando os parâmetros de uma porta ótica................................ ................................ . 7

Figura 14- 7. Configuração do "Shutdown" Automático de Laser ................................ ............................ 9

Figura 14- 8. Gerenciamento do "Shutdown" Automático de Laser................................ ......................... 9

Figura 14- 9. Estado atual do ALS ................................ ................................ ................................ ......... 11

Figura 14- 10. Transmissão bidirecional em uma fibra simples ................................ ............................ 11

Figura 14- 11. Tela da Configuração de Fibra Simples ................................ ................................ ......... 12

Figura 14- 12. Configurações de "Loopback" ................................ ................................ ........................ 13

Figura 14- 13. Tela dos "Loopbacks" da Porta ................................ ................................ ...................... 14

Figura 14- 14. Gerenciamento de "Loopback" ................................ ................................ ....................... 16

Figura 14- 15. Tela da Configuração do Comprimento da Linha PDH ................................ .................. 17

Figura 14- 16. Exemplo de Tela Placa................................. ................................ ................................ .. 18

Figura 14- 17. Após a seleção de "Navigate to Transmission view" ................................ ...................... 19

Figura 15- 1. Estrutura Multiplex, de acordo com G.709 do ITU-T................................ .......................... 3

Figura 15- 2. Construção de Quadro dentro da Hierarquia Digital Síncrona ................................ ........... 4

Figura 15- 3. Diagrama do Nível de Transporte SDH................................ ................................ .............. 7

Figura 15- 4. Diagrama do Nível de Transporte PDH................................ ................................ .............. 8

Figura 15- 5. Conexão Unidirecional................................ ................................ ................................ ........ 9

NE índice-12 3AL 78987 AAAA


Figura 15- 6. Conexão Bidirecional ................................ ................................ ................................ .......... 9

Figura 15- 7. Exemplo de Conexão de "Broadcast" com Três "Legs" ................................ ..................... 9

Figura 15- 8. Conexão Unidirecional Protegida ................................ ................................ ..................... 10

Figura 15- 9. Conexão Bidirecional - Entrada Protegida................................ ................................ ........ 11

Figura 15- 10. Conexão Bidirecional - Saída Protegida ................................ ................................ ......... 11

Figura 15- 11. "Broadcast" Protegida ................................ ................................ ................................ ..... 11

Figura 15- 12. "Drop and Continue" - Normal ................................ ................................ ........................ 12

Figura 15- 13. Diálogo "Cross-Connection Management" (Estado Inicial)................................ ............. 19

Figura 15- 14. Diálogo "Cross-Connection Management" (Após Busca)................................ ............... 22

Figura 15- 15. Critérios de Proteção ................................ ................................ ................................ ...... 25

Figura 15- 16. Ícones de Conexões em Cruzamento ................................ ................................ ............ 28

Figura 15- 17. Criação de uma Conexão em Cruzamento Não-Protegida, Unidirecional ..................... 29

Figura 15- 18. Criação de uma Conexão em Cruzamento Protegida, Bidirecional ............................... 30

Figura 15- 19. Busca relativa à Saída de Conexão em Cruzamento................................ ..................... 32

Figura 15- 20. Criação de uma Conexão em Cruzamento de "Broadcast" Não-Protegida ................... 33

Figura 15- 21. Criação de uma Conexão em Cruzamento de "Broadcast" Protegida ........................... 34

Figura 15- 22. Desfazendo a proteção de uma Conexão de Cruzamento Unidirecional....................... 36

Figura 15- 23. Proteção de um "Leg" de uma Conexão de "Broadcast"................................ ................ 37

Figura 15- 24. Divisão/União de Conexão em Cruzamento Bidirecional Não-protegida ....................... 39

Figura 15- 25. Divisão/União de Conexão em Cruzamento Bidirecional Protegida............................... 40

Figura 15- 26. Diálogo das Ações de Proteção................................ ................................ ...................... 42

Figura 15- 27. Seleção de Impressora................................ ................................ ................................ ... 44

Figura 15- 28. Seleção do Formato de Saída ................................ ................................ ........................ 44

Figura 15- 29. Alternância de Porta ................................ ................................ ................................ ....... 46

Figura 15- 30. Diálogo da Alternância de Porta ................................ ................................ ..................... 46

Figura 15- 31. Mostrar VC4 de uma AU4 Conectada em Cruzamento................................ .................. 48

Figura 16- 1. Opções do “Overhead”................................ ................................ ................................ ....... 4

Figura 16- 2. Criação de TP OH................................ ................................ ................................ ............... 8

1650 SMC 07/03/00 NE índice -13


Figura 16- 3. Exclusão de TP OH ................................ ................................ ................................ ............ 9

Figura 17- 1. Princípios da Monitoração de Desempenho Distante................................ ......................... 3

Figura 17- 2. Diálogo da Configuração PM ................................ ................................ .............................. 7

Figura 17- 3. Diálogo dos Dados de PM Correntes ................................ ................................ ............... 12

Figura 17- 4. Diálogo dos Dados Históricos da PM ................................ ................................ ............... 15

Figura 17- 5. Seleção da Tabela de Limiar da PM................................ ................................ ................. 17

Figura 17- 6. Modificação da Tabela de Limiar da PM ................................ ................................ .......... 21

Figura 18- 1. Organização interna da SETS ................................ ................................ ............................ 2

Figura 18- 2. Obtendo a tela da sincronização ................................ ................................ ........................ 5

Figura 18- 3. Exemplo da Tela Sincronização ................................ ................................ ......................... 6

Figura 18- 4. Menu Sincronização ................................ ................................ ................................ ........... 9

Figura 18- 5. Configuração da Fonte de "Timing" para equipamentos conectados em cruzamento..... 10

Figura 18- 6. Configuração da Fonte de Sincronização para equipamento ADM................................ .. 11

Figura 18- 7. Comandos de Bloqueio, Forçamento e Manual ................................ ............................... 12

Figura 18- 8. Configurando o algoritmo SSM de T4 e os critérios "squelch" ................................ ......... 14

Figura 18- 9. Configuração da SSU ................................ ................................ ................................ ....... 15

Figura 18- 10. Remoção da fonte de sincronização ................................ ................................ .............. 16

Figura 18- 11. Confirmação da remoção de fonte de sincronização ................................ ..................... 17

Figura 18- 12. Configuração de T4 igual a T0 ................................ ................................ ....................... 18

Figura 18- 13. Qualidade SSM de Transmissão ................................ ................................ .................... 19

Figura 18- 14. Configuração do Modo de Quadro ................................ ................................ ................. 20

Figura 18- 15. Exemplo de Fonte de "Timing" ................................ ................................ ....................... 21

Figura 19- 1. Princípios gerais do "Download" de "Software" ................................ ................................ .. 1

Figura 19- 2. Tela Equipamento................................ ................................ ................................ ............... 4

Figura 19- 3. Menu "Download"................................ ................................ ................................ ................ 4

Figura 19- 4. Caixa de diálogo do "Downloading" de SW ................................ ................................ ........ 5

NE índice-14 3AL 78987 AAAA


Figura 19- 5. "Download" de "software" em andamento ................................ ................................ .......... 6

Figura 19- 6. Caixa de diálogo das Informações do Pacote de "Software" ................................ ............. 7

Figura 19- 7. Detalhes das informações das unidades................................ ................................ ............ 8

Figura 19- 8. Detalhes sobre o pacote de "software ................................ ................................ ................ 9

Figura 19- 9. Gerenciamento da MIB do NE ................................ ................................ .......................... 10

Figura 19- 10. Confirmação da Reiniciação do NE................................ ................................ ................ 13

1650 SMC 07/03/00 NE índice -15


Índice de Tabelas

Tabela 15-1. Parâmetros Opcionais e Obrigatórios Configuráveis para Criação de Conexão em


Cruzamento................................ ................................ ................................ ................................ ..... 26

Tabela 17-1. Associação de entidades da tabela de limiar................................ ................................ .... 18

Tabela 17-1. Valores Máximos dos Parâmetros de Desempenho ................................ ........................ 20

NE índice-16 3AL 78987 AAAA


1. INTRODUÇÃO

1.1 ESCOPO

1.1.1 ESCOPO DO DOCUMENTO

O objetivo deste documento é ajudar o operador a entender, configurar e manipular os


Elementos de Rede (NEs) mais facilmente, usando o Terminal “Craft” (CT). As diferentes
funcionalidades relativas às telas do equipamento, os itens do menu e as diferentes ações que
podem ser assumidas a partir dessas telas são descritas com detalhe.

1.1.2 PÚBLICO ALVO

Este documento é dirigido aos operadores, cuja função é gerenciar os Elementos de Rede.

Os documentos que deverão ser lidos antes deste documento são:

– Manual Básico do Operador do 1320 CT Versão 1.1

Os documentos deste Manual que deverão ser lidos antes deste documento são:

– Manual de Introdução

1650 SMC 07/03/00 NE 1-1


1.2 TERMINOLOGIA

1.2.1 ACRÔNIMOS E ABREVIATURAS

Consulte a Seção Manual de Instruções.

1.2.2 GLOSSÁRIO DOS TERMOS

Consulte a Seção Manual de Instruções.

NE 1-2 3AL 78987 AAAA


2. INSTRUÇÕES GERAIS SOBRE TELAS E MENUS
Neste capítulo é descrita a organização da tela EML-USM apresentada após o “login”do NE.

Primeiramente é introduzida a organização da tela, a seguir, são listadas as opções de menu


acessíveis.

No final são dados alguns avisos adicionais com relação aos princípios de Navegação

2.1 ORGANIZAÇÃO DA TELA EML-USM


A tela EML-USM (vide Figura 1.) contém os seguintes campos, que fornecem as informações
necessárias para gerenciar o NE:

• Síntese da severidade do alarme,

• Síntese do domínio do alarme,

• Painel de controle do “status”do gerenciamento

• Título da exibição,

• Área de exibição,

• Mensagem/área do estado

A barra de Menu e a área da Tela contidos na mesma tela do NE permite realizar todas as
configurações e supervisões e exibir o item específico selecionado.

A organização da tela está detalhada no Manual Básico do Operador de Terminal “Craft”, o qual
deve ser consultado com relação à descrição.
Neste documento, por sua vez, foram incluídas apenas as informações sobre os campos que se
diferenciam de acordo com o tipo de NE:

– Síntese do domínio do alarme


Os diferentes tipos de domínio do alarme, nos quais o NE pode ser sub-dividido, são:
Sincronização, Ponto Externo, Equipamento, Transmissão.

1650 SMC 07/03/00 NE 2-1


Figura 2- 1. Organização da exibição principal do EML-USM

NE 2-2 3AL 78987 AAAA


2.2 INTRODUÇÃO ÀS OPÇÕES DE MENU DO EML-USM
A barra de menu permite realizar as funções de configuração e supervisão no Elemento de
Rede.

Este parágrafo lista todas as opções de menu e, a seguir, maiores detalhes sobre as entradas
relevantes contidas.

Para cada uma delas é feita uma breve introdução da função operativa pertinente e uma
referência aos parágrafos, onde é detalhada, ou a introdução para a opções de cada menu
estão incluídos nos próximos parágrafos deste capítulo.

A partir do capítulo 3 são dadas informações detalhadas e operativas sobre todas as telas. Elas
não são apresentadas de acordo com a sequência da opção de menu, mas de acordo com uma
sub-divisão funcional.

Na barra de menu existem itens de menu permanentes sempre sendo exibidos. Partindo da
esquerda, os menus são:

– Menus Permanentes

• “View” (primeira coluna). Vide parág. 2.2.1.


Para navegar entre as exibições e estabelecer os parâmetros da TMN e do
“OverHead”.

• “Configuration” (segunda coluna). Vide parág. 2.2.2.


Para estabelecer a configuração geral do NE e para mostrar ou modificar alguns
parâmetros (monitoração de desempenho, conexão em cruzamento).

• “Diagnosis” (terceira coluna). Vide parág. 2.2.3.


Para obter informações sobre o NE (alarmes, monitoração de desempenho, inventário
remoto).

• “Supervision” (quarta coluna). Vide parág. 2.2.4.


Para estabelecer os estados da supervisão (isto é, que ativam o Terminal “Craft”).

• “Download” (quinta coluna). Vide capítulo 19.


Para gerenciar o “software”do NE (“download”, gerenciamento da MIB).

• “Help” (última coluna).


Para ativar a ajuda.

Adicionalmente, na barra de menu existem outros menus apresentados como alternativa


quando um objeto ou opção em particular é selecionado.

– Outros Menus

• “Equipment” (sétima coluna). Vide capítulo 8.


Para gerenciar o NE como um todo, estabelecendo as placas que o compõe. A tela
Placa pode ser acessada a partir da tela Equipamento.

• “Board” (sexta coluna). Vide capítulo 9.

1650 SMC 07/03/00 NE 2-3


Para mostrar a porta física disponível em uma placa específica. É o ponto de entrada
para a tela Porta.

• “Transmission” (sexta coluna). Vide capítulo 13.


Permite mostrar e estabelecer o Ponto de Término do equipamento, tendo, dessa
forma, uma visão geral de todo o fluxo do sinal das várias portas.
O menu permite definir todas as Conexões em Cruzamento e gerenciar os recursos
de transmissão, estabelecendo a configuração pertinente.

• “Port” (sexta coluna). Vide capítulo 14.


Para estabelecer e mostrar (visão detalhada do alarme) os recursos de transmissão
referentes à Porta.

• “EPS” (sexta coluna). Vide capítulo 11.


Para gerenciar a proteção EPS, estabelecendo a configuração pertinente.

• “Synchronization” (sexta coluna). Vide capítulo 18.


Para mostrar e modificar parâmetros de sincronização.

• “Pontos Externos” (sexta coluna). Vide capítulo 5.


Para mostrar e modificar alarmes “housekeeping”(de ambiente).

2.2.1

NE 2-4 3AL 78987 AAAA


2.2.2 INTRODUÇÃO AO MENU DE TELA ("VIEW")

Este menu permite navegar entre as telas e estabelecer alguns parâmetros, através das
seguintes entradas:

“Previous”: Volta para a tela anterior.

“Equipment”: Abre a tela Equipamento. Vide capítulo 8. O menu “Equipment”


e o menu “EPS”estão, agora, disponíveis na barra de menu.

“External Points”: Abre a tela Ponto Externo. Vide capítulo 5. O menu “External
Point”está, agora, disponível na barra de menu.

“Transmission”: Abre a tela Transmissão. Vide capítulo 13. O menu


“Transmission”está, agora, disponível na barra de menu.

“Synchronization”: Abre a tela Sincronização. Vide capítulo 18. O menu


“Synchronization”está, agora, disponível na barra de menu.

“Comm/Routing”: Abre o gerenciamento da Comunicação e do Roteamento. Vide


capítulo 7.
Usado para definir os parâmetros para o NE e para o OS na
TMN, abrindo as seguintes opções de menu:
• “Local configuration”
• “OS Configuration”
• “NTP Server Configuration”
• “LAPD Configuration”
• “RAP Configuration”
• “MESA Configuration”
“Overhead”: Lida com a operação nos “bytes”do “Overhead”. Vide parág.
16.
Usado para definir os parâmetros nas seguintes opções de
menu:
• “OH Cross Connection”
• “OH TP creation”
• “OH TP deleting”
“Open Object”: Navega e mostra o conteúdo do objeto selecionado: a tela
atual muda. Equivale a um duplo “click”no objeto selecionado
na área de exibição.

“Open in Window”: Navega e mostra o conteúdo do objeto selecionado.


A tela atual não muda, mas abre uma nova janela com uma
nova tela.

“Close”: Fecha a tela EML-USM, sem interromper a supervisão do NE.

2.2.3

1650 SMC 07/03/00 NE 2-5


2.2.4 INTRODUÇÃO AO MENU DE CONFIGURAÇÃO

Este menu permite estabelecer a configuração geral do NE e mostrar ou modificar alguns


parâmetros, através das seguintes entradas:

“Alarm Severities”: Gerencia o Perfil de Atribuição de Severidade ao Alarme.


Vide parág. 6.1.1.1.

“Set Alarm severities”: Envia o Perfil de Atribuição de Severidade ao Alarme para as


placas selecionadas.
Vide parág. 6.1.1.2.

“NE Time”: Exibe e estabelece o tempo local do NE. Vide parág. 4.2.

“Performance”: Gerencia o domínio da Monitoração de Desempenho.


Usado para definir os parâmetros da PM, abrindo as
seguintes opções de menu:
• “Forced Performance Collection”: Não operativo.
• “Threshold table”: Vide parág. 17.5.

“Set ACD level”: Vide parág. 4.4. Não operativo.

“Cross Connection Management” Gerencia a conexão dos percursos.


Vide parág. 15.3.

2.2.5 INTRODUÇÃO AO MENU DIAGNÓSTICO ("DIAGNOSIS")

Este menu permite obter informações sobre o NE, através das seguintes entradas:

“Alarms”: Exibe as informações sobre Segurança de Alarmes do NE.


Vide parág. 6.2.
Abre as seguintes opções de menu:
• “NE alarms”
• “Object alarms”
• “Subtree alarms”
• “Synchronization alarms”
• “Equipment alarms”
• “Transmission alarms”
• “External Points alarms”
“Performance data”: Não operativo.
Abre as seguintes opções de menu:
• “15 Minutes”
• “24 Hours”
“Event log”: Gerencia os eventos armazenados no NE. Vide parág. 10.
Abre as seguintes opções de menu:
• “logld1”
• “logld2”
“View Remote Inventory”: Exibe os dados de inventário remoto, previamente
armazenados no Terminal “Craft”, através do “upload

NE 2-6 3AL 78987 AAAA


remote inventory”executado no menu “Supervisory”.
Não Operativo.

2.2.6 INTRODUÇÃO AO MENU DE SUPERVISÃO


("SUPERVISION")

Este menu permite estabelecer os estados da supervisão do NE, através das seguintes
entradas:

“Access State”: Gerencia o acesso da supervisão para o NE, com CT ou OS.


Vide parág. 4.1.
Abre as seguintes opções de menu:
• “OS”
• “Requested”
“Alarms”: Gerencia a supervisão de alarmes do NE.
Abre as seguintes opções de menu:
• “Resynchronize”: Vide parág. 6.1.3.
• “Allow / Inhibits Notifs.”: Vide parág. 6.1.2.

“Upload Remote Inventory”: Armazena os dados de Inventário Remoto no Terminal “Craft”.


Não operativo.

“Set Manager list”: Vide parág. 4.3. Não operativo.

2.2.7 INTRODUÇÃO AO MENU “DOWNLOAD”

Este menu permite gerenciar o “software”do NE, através das seguintes entradas:

“Initial download”: Gerencia o “download”do “software”, atualizando o NE.


Vide parág. 19.3.

“Units info”: Mostra o “status”do pacote de “software”instalado nos bancos


de memória do NE.
Vide parág. 19.4.

“Mib management”: Permite o “backup”da configuração do “software”do NE e


restaurar o “backup”do arquivo.
Vide parág. 19.5.

“Restart NE”: Reinicia o “software”do NE.


Vide parág. 19.8.

1650 SMC 07/03/00 NE 2-7


2.2.8 INTRODUÇÃO AO MENU EQUIPAMENTO ("EQUIPMENT")

Este menu permite gerenciar o NE como um todo, estabelecendo as placas que o compõe,
através das seguintes entradas:

“Set”: Adiciona ou muda o tipo de placa (uma lista é proposta).

“Modify”: Muda o tipo de placa sem removê-la antes.


Vide parág.

“Remove”: Remove a placa.


Vide parág. 8.2.

“Set in Service”: Insere um símbolo de bloqueio na placa. Vide parág.

“Set out of Service”: Apaga o símbolo de bloqueio na placa, habilitando


mudanças. Vide parág.

“Reset”: Não operativo.

“Software description”: Mostra informações sobre o “software”da placa. Vide


parág. 8.4.

“Remote Inventory”: Mostra os dados de Inventário Remoto inseridos no


equipamento.
Vide parág. 8.5.
Abre as seguintes opções de menu:
• “Rack level”
• “Subrack level”
• “Board level”
“Show supporting equipment”: Navega para o nível superior do equipamento. Vide parág.
8.6.

2.2.9 INTRODUÇÃO AO MENU PLACA ("BOARD")

Este menu permite mostrar a porta física disponível em uma placa específica (síntese de
alarme e símbolo de porta) e acessar a tela da porta, através das seguintes entradas:

“Port Access”: Acessa a “Port view”. Vide parág. 14.4.9.

“Show supporting equipment”: Navega para o nível superior do sub-bastidor. Vide


parág. 14.4.8.

2.2.10 INTRODUÇÃO AO MENU TRANSMISSÃO


("TRANSMISSION")

Este menu permite mostrar e estabelecer o Ponto de Término do equipamento, tendo, assim,
uma visão de todo o fluxo do sinal das várias portas.

NE 2-8 3AL 78987 AAAA


O menu permite definir todas as Conexões em Cruzamento e gerenciar os recursos de
transmissão, estabelecendo a configuração pertinente.

Promove o acesso à Monitoração de Desempenho e permite a navegação para a tela Placa.

O menu lista as seguintes entradas:

“Add TP”: Busca e adiciona TP à exibição da transmissão


presente na tela.
Vide parág. 13.5.

“Expand”: Exibe os TPs relativos a um TP selecionado. Vide


parág. 13.14.1.
Abre as seguintes opções de menu:
• “Next level of lower TP”
• “All lower TP”
• “Next level of upper TP
• “All upper TP”
“Hide” Remove o TP da tela de exibição da Transmissão.
Vide parág. 13.14.2.
Abre as seguintes opções de menu:
• “Lower TP”
• “Upper TP”
• “Selected TP
“TP configuration”: Estabelece parâmetros para o “Overhead”nos TPs
Síncronos. Vide parág. 13.6.

“PDH TP configuration”: Estabelece parâmetros para os TPs Plesiócronos


para serem usados como referência de “timing”.
Somente para as exibições das portas PDH.
Vide parág. 13.7.

“Alarm Persistency Time”: Para suprimir alarmes que oscilam. Vide parág. 13.8.

“Degraded Signal Threshold”: Estabelece a limiar no TP selecionado. Vide parág.


13.9.

“Terminate TP”: Termina os percursos AU4-CTP. Vide parág. 13.10.

“Disterminate TP”: Não termina os percursos AU4-CTP. Vide parág.


13.10.

“Cross Connection”: Gerencia a conexão dos percursos. Vide parág. 15.


Abre as seguintes opções de menu:
• “Cross Connection Management”
• “Create Cross Connection”
• “Modify Cross Connection”
• “Port Switch Over”
• “Show Cross Connected TP’s”
“POM / SUT configuration”: Adiciona ou muda o tipo de placa (uma lista é
proposta). Vide parág. 13.11.
Abre as seguintes opções de menu:
• “Creation / deletion”
• “Configuration”
1650 SMC 07/03/00 NE 2-9
“Performance”: Estabelece e mostra os parâmetros e os dados da
Monitoração de Desempenho. Vide capítulo 17.
Abre as seguintes opções de menu:
• “Configure Monitoring”
• “Display Current Data”
• “Display History Data”
“Structure TP’s”: Define a estrutura de um TP selecionado (TU2, TU3,
TU12, VC3/VC4, VC12).
Vide parág. 13.12.

“Physical Media”: Gerencia a configuração física do TP.


Vide parág. 13.13.
Abre as seguintes opções de menu:
• “ALS Management”
• “Show Optical Configuration”
• “TX Quality Configuration”
• “Single Fiber Configuration”
• Extra traffic”
• “Regeneration Section management”
• “MSP management”
• “MS configuration”
• “MSP commands”
• “NE MSP synthesis”
• “Port Loopback Configuration”
• “Loopback mangement”
• “Line Length Configuration”
“Show supported boards”: Navega para a placa que suporta o TP selecionado.
Vide parág. 13.14.3.

“Navigate to Port view”: Navega para a porta que suporta o TP selecionado.


Vide parág. 13.14.4.

“Navigate to selected TP”: Navega para o TP selecionado, inicializando a


“transmission view”do TP selecionado.
Vide parág. 13.14.5.

2.2.11 INTRODUÇÃO AO MENU PORTA ("PORT")

Este menu permite estabelecer e mostrar os recursos de transmissão (TP) referentes à porta,
através das entradas indicadas na lista a seguir:

O menu diferencia-se de acordo com o tipo de porta (SDH, PDH, HOA).

A “Port view” é alcançada através do menu do Equipamento e da tela Placa para verificar os
alarmes detalhados presentes, mas, o menu disponível permite configurar a porta (muitas
opções de configuração listadas no menu da porta são comuns à tela “Transmission”).
Nessas telas é apresentado apenas o TP específico da porta.

A “Port view” também é apresentada quando, na “Transmission View”, um TP for selecionado e,


a seguir, confirmado.

NE 2-10 3AL 78987 AAAA


“Physical Media”: Gerencia a configuração física do TP das portas. Não
aplicável para porta HOA. Vide parág. 14.4.
Abre um menu que se diferencia de acordo com o
tipo de porta:
– Porta SDH:
• “MS Ber Configuration”
• “Optical laser Configuration”
• ALS Management”
• “SDH TX SSM Quality Configuration”
• “SDH Single Fiber Configuration”
• “MSP Management”
• “MSP Command”
• “Port Loopback Configuration”
• “Loopback management”
• “LAPD Configuration”

– Porta PDH:
• “PDH Line Length Configuration”
• “Port Loopback Configuration”
• “Loopback management”
“AU4 Concatenation”: Não operativo. Somente para exibições de portas
SDH.

“POM / SUT configuration”: Estabelece os parâmetros para os TPs POM/SUT.


Vide parág. 13.11. Não disponível para porta PDH.

“PDH TP configuration”: Estabelece parâmetros para TPs Plesiócronos para


serem usados como referência de “timing”.
Somente para exibições de portas PDH.
Vide parág. 13.7.

“TP configuration”: Estabelece parâmetros para o “Overhead”nos TPs


Síncronos. Vide parág. 13.6.

“Cross Connection” Gerencia a conexão dos percursos. Vide parág. 15.


Abre as seguintes opções de menu:
• “Cross Connection Management”
• “Create Cross Connection”
• “Modify Cross Connection”
“Show supporting board”: Navega para o nível superior da placa.
Vide parág. 14.4.8.

“Show TP performance data”: Não operativo.


Não disponível para porta HOA.
Abre as seguintes opções de menu:
• “15 minutes”
• “24 hours”
“Performance”: Estabelece e mostra os parâmetros e os dados da
Monitoração de Desempenho. Vide capítulo 17.
Abre as seguintes opções de menu:
• “Configure Monitoring”
• “Display Current Data”
• “Display History Data”

1650 SMC 07/03/00 NE 2-11


“Navigate to Transmission view”: Permite ter uma visão completa do fluxo de
sinal, abrindo todos os TPs.
Vide parág. 14.4.9.

2.2.12 INTRODUÇÃO AO MENU EPS

Este menu permite gerenciar a proteção EPS, estabelecendo a configuração pertinente, através
das seguintes entradas:

“Management”: Estabelece proteções EPS. Vide parág. 11.2.

“Configure”: Estabelece reverter / não reverter e parâmetros


WTR. Vide parág.

“Switch”: Gerencia os comandos do operador Eps (Força,


Manual, Bloqueio).
Vide parág. 11.4.

2.2.13 INTRODUÇÃO AO MENU SINCRONIZAÇÃO


("SYNCHRONIZATION")

Este menu permite estabelecer e mostrar os parâmetros e o “status” da Sincronização,


estabelecendo a configuração pertinente, através das seguintes entradas:

“Timing Source Configuration”: Estabelece a prioridade e a qualidade da fonte de


“timing”para a referência de entrada selecionada.
Vide parág. 18.2.3.

“Protection Command”: Gerencia comandos (força, manual, bloqueio) para


a referência de “timing”selecionada.
Vide parág. 18.2.4.

“T0 Configuration”: Ativa/Desativa SSM e WTR na fonte de


sincronização T0. Vide parág. 18.2.5.

“T4 Configuration”: Ativa/Desativa SSM, WTR e Critério “Squelch”na


fonte de sincronização T4. Vide parág. 18.2.5.

“T0 TEST Configuration”: Não usado.

“SSU Configuration”: Estabelece NE simples ou com SSU.


Vide parág. 18.2.6.

“Remove Timing Reference”: Vide parág. 18.2.7.

“Set T0 Equal T4”: Vide parág. 18.2.8.

“Remove T0 Equal T4”: Vide parág. 18.2.8.

NE 2-12 3AL 78987 AAAA


“Transmitted SSM Quality Configuration”: Estabelece a qualidade de SSM transmitida na
referência de “timing”T1 SDH selecionada.
Vide parág. 18.2.9.

“Frame Mode Configuration”: Estabelece parâmetros para os TPs Plesiócronos


para serem usados como uma referência de
“timing”. Vide parág. 18.2.10.

“Show Timing Source”: Mostra a “port view”relacionada à referência de


“timing”selecionada. Vide parág. 18.2.11.

2.2.14 INTRODUÇÃO AO MENU PONTOS EXTERNOS


("EXTERNAL POINTS")

Este menu permite exibir e estabelecer o alarme de ambiente de entrada/saída (alarme


“housekeeping”), através das seguintes entradas:

“Configuration”: Estabelece o alarme de ambiente de entrada/saída.


Vide parág. 5.2.

“Display”: Mostra a lista dos alarmes de ambiente de


entrada/saída. Vide parág. 5.1.
Abre as seguintes opções de menu:
• “Show external Input Points”
• “Show external Output Points”
• “Show all external Points”

1650 SMC 07/03/00 NE 2-13


Figura 2- 2. Fluxograma das opções de menu – 1

NE 2-14 3AL 78987 AAAA


Figura 2- 3. Fluxograma das opções de menu – 2

1650 SMC 07/03/00 NE 2-15


Figura 2- 4. Fluxograma das opções de menu – 3

NE 2-16 3AL 78987 AAAA


2.3 RECOMENDAÇÕES SOBRE PRINCÍPIOS DE
NAVEGAÇÃO
As regras de navegação são as mesmas para todos os NEs que usam o mesmo Modelo de
Informações do Terminal “Craft”.

Estas regras gerais estão descritas no Manual Básico do Operador de Terminal “Craft”.

Nestes parágrafos, por sua vez, estão incluídas as opções de menu típicas para aquele NE
envolvido na Navegação e no exemplo de Navegação.

Existem várias maneiras de alcançar uma tela em particular do NE (a navegação também é


possível combinando-se as diferentes formas):

• clique duplo no objeto selecionado

• selecione o objeto e use a opção “Open object” ou “Open in Window” do menu


suspenso

• use a estrutura em árvore da opção Menu. O menu suspenso “View” permite mostrar
os seguintes menus:
– “Equipment”
– “Transmission”
– “Synchronization”
– “External Points”

A estrutura do menu permite abrir a mesma janela usando diversos caminhos do menu.

EXEMPLO: para obter a janela “Create Cross Connection”:


– Primeiro caminho de navegação:
Abra o menu suspenso “View – Transmission
Abra o menu suspenso “Transmission – Cross Connection – Cross
Connection Management”
Selecione a opção “Create” na janela apresentada
– Segundo caminho de navegação:
Abra o menu suspenso “View – Port Access”
Duplo clique em “Equipment-Rack-Subrack-Board”)
Acesse “Board”para acessar a tela Placa
Abra o menu “Board – Transmission”
Abra o menu suspenso “Port – Cross Connection – Create Cross Connection”
– Terceiro caminho de navegação:
Abra o menu suspenso “Configuration – Cross Connection Management”
Selecione a opção “Create” na janela apresentada.

A estrutura do menu também permite passar de um menu de exibição para outro (isto é, de
“port view” para “board view” ou para “transmission view”) facilitando, assim, as atividades do
operador.

1650 SMC 07/03/00 NE 2-17


3. SUPERVISÃO DO GERENCIAMENTO DE NE
Este capítulo é dedicado aos estados do NE e aos acessos do NE.

3.1 ESTADOS DO GERENCIAMENTO DE NE


Os blocos elementares de construção de qualquer rede de telecomunicação são os Elementos
de Rede (NEs).

Operando com o Terminal “Craft”, o NE pode apresenta diferentes estados de gerenciamento,


de acordo com a condição da conexão (supervisão, acesso local, estado da conexão, etc.).
Também é apresentado o “status”geral do Alarme.
Os estados do Gerenciamento estão presentes no nível da tela “Síntese do Elemento de Rede”
e no nível da tela “USM-EML”.
Todas as informações referentes aos estados do gerenciamento estão incluídas no Manual
Básico do Operador de Terminal “Craft”.
Qualquer interrupção no “link”de comunicação entre CT e o NE resulta em uma atualização dos
estados do gerenciamento, no momento em que o CT detectou a falha de comunicação.

3.2 SUPERVISÃO E “LOGIN” DE NE


As telas “Sínteses do Elemento de Rede” habilitam o acesso à atual tela do EML-USM do NE
descrito neste manual.

As telas “Sínteses do Elemento de Rede” habilitam trabalhar no NE local ou remoto,


selecionando-o e ativando a Supervisão e o "Login”, como descrito no Manual Básico do
Operador de Terminal ”Craft”.

A tela principal do EML-USM apresenta-se conforme a figura a seguir:

1650 SMC 07/03/00 NE 3-1


Figura 3- 1. Tela Principal do NE EML-USM

NE 3-2 3AL 78987 AAAA


4. CONFIGURAÇÃO GERAL DO GERENCIAMENTO
DE NE
Neste capítulo são descritas as configurações gerais referentes ao gerenciamento do equipamento
(acesso do Terminal “Craft”, Tempo do NE, etc.).

4.1 ESTADO DE ACESSO (PERMITE OU INIBE O ACESSO


DO “NE CRAFT”)
O NE pode ser gerenciado pelo OS ou pelo Terminal “Craft”. Um Controle de Acesso Local (LAC) está
disponível para controlar a competição do OS e o CT.
Se o LAC estiver “acess denied” (acesso negado) significa que o OS gerencia o NE e não é permitido
ao CT modificar a configuração do NE (ele pode apenas “ter”). Na tela, o ícone com um símbolo de
chave possui um formato circular.
Se o LAC estiver “granted” (cedido) significa que é permitido ao CT gerenciar o NE. Na tela, o ícone
com um símbolo de chave possui um formato retangular.
Se o LAC estiver “requested” (solicitado) significa que o CT solicitou permissão ao OS e aguarda um
retorno.
Entretanto, o OS continua fornecendo um certo número de serviços. Esses serviços incluem:

– Recepção e processamento de alarmes,

– Processamento de desempenho nos TPs,

– Comutação de retorno ao estado de acesso do OS.

O estado de acesso de um NE pode ser modificado a partir de dois tipos de exibição:

1650 SMC 07/03/00 NE 4-1


4.1.1 COMUTAÇÃO DO OS PARA O ESTADO DE ACESSO DO
TERMINAL “CRAFT”

Selecione o menu suspenso “Supervision. A seguir, selecione a opção “Request” do menu em


cascata “Access State”, como mostrado na figura a seguir:

Figura 4- 1. Configuração do estado de acesso "Craft" a partir da tela “Equipament NE” no


modo OS.

Pode-se confirmar ou cancelar a operação “Craft access” na caixa de diálogo de confirmação que se
abre, utilizando as teclas “Yes” ou “No”. A solicitação está ativa para o OS que a aceita ou recusa.
Se o OS não responder em um tempo pré-definido, presume-se que o NE está no estado de acesso
“Craft”e pode ser gerenciado a partir de um Terminal “Craft”.

4.1.2 COMUTAÇÃO DO ESTADO DE ACESSO DO TERMINAL


“CRAFT” DE VOLTA AO ESTADO DE ACESSO DO OS.

Selecione o menu suspenso “Supervision”. A seguir, selecione a opção “OS...” no menu em cascata
“Access State”, na Figura 4.1.
Pode-se confirmar ou cancelar a operação “OS acess” na caixa de diálogo de confirmação que se
abre.
O NE é agora gerenciado pelo OS.

N.B. O ícone com símbolo de chave nos estados de gerenciamento da tela do NE, indica
se o NE é gerenciado por um terminal “craft”ou por um OS.

N.B. O acesso do Terminal “Craft”Local é negado na fase de recuperação após uma perda
de comunicação do NE. Quando a comunicação com o NE é perdida, o OS recupera a
comunicação, automaticamente, e coloca no estado que foi estabelecido antes da
perda de comunicação (portanto, o acesso do Terminal “Craft”pode ser negado ou
concedido).

4.2

NE 4-2 3AL 78987 AAAA


4.3 GERENCIAMENTO DO TEMPO DO NE
O tempo local do NE de um NE selecionado pode ser visualizado e/ou realinhado com base no tempo
do OS.

Selecione a opção “NE Time...” no menu suspenso “Configuration”.

Figura 4- 2. Consultando e/ou estabelecendo o tempo do NE local

A caixa de diálogo a seguir é aberta e a partir dela pode-se obter e/ou estabelecer o tempo do NE
local.

Figura 4- 3. Caixa de diálogo do Tempo do NE.

A caixa de diálogo do Tempo do Elemento de Rede exibe a data e a hora corrente do OS e do NE.

Se o protocolo NTP não for aceito, a mensagem “NTP Protocol enabled” estará em cinza.

Neste caso, a mensagem “Set NE Time With OS Time” não aparecerá em cinza e o usuário poderá
ajustar manualmente o Tempo do NE.

Se o protocolo NTP for aceito, a mensagem “NTP Protocol enabled” não estará em cinza e duas
condições operativas diferentes poderão ser definidas:

1650 SMC 07/03/00 NE 4-3


– Protocolo NTP ativado (na opção “NTP Server Configuration”, no parág. 7.5):
Neste caso, a mensagem “Set NE Time With OS Time” estará em cinza e o usuário não
poderá ajustar manualmente o Tempo do NE.

– Protocolo NTP não ativado (na opção “NTP Server Configuration”, no parág. 7.5):
Neste caso, a mensagem “Set NE Time With OS Time” estará em cinza e o usuário
poderá ajustar manualmente o Tempo do NE.

Se Você não quiser estabelecer o tempo local do NE, clique na tecla “Close” para fechar a caixa de
diálogo.

Para realinhar o tempo do NE com base no tempo do OS, clique no botão de rádio “Set NE Time With
OS Time” e, de igual modo, clique na tecla “Apply” para validar ou na tecla “Close” para cancelar e
fechar a caixa de diálogo. O tempo do OS vem da configuração de dados da estação de trabalho, que
corresponde ao tempo legal GMT.

N.B. O sistema OS realinha periodicamente e automaticamente o tempo de todos os NEs


supervisionados com uma periodicidade configurada. Essa periodicidade é comum a
todos os NEs.
Se Você ajusta o tempo do NE, estará forçando a alteração, com um efeito imediato
no NE. No entanto, não haverá nenhum efeito no mecanismo periódico e automático.

4.4

NE 4-4 3AL 78987 AAAA


4.5 ESTABELECER LISTA DE GERENCIADOR
Esta função não é Operativa.

Esta opção refere-se ao gerenciamento da Segurança e permite ao usuário estabelecer a lista de


Gerenciadores e o Domínio do Controle de Acesso do NE.

Selecione a opção “Set Manager list” do menu suspenso “Supervision”.

A caixa de diálogo contém os seguintes campos:

– “Manager List”: cada gerenciador conectado ao NE é realçado na lista. O usuário pode


estabelecer um gerenciador clicando sobre a denominação.
Vários gerenciadores podem ser ativados ao mesmo tempo, levando-se em conta o NE.
A Lista de Gerenciadores contém a lista de gerenciadores (isto é, RM, SY, NPOS, EML)
que funcionam no NE. O administrador EML-USM (SH ou Terminal “Craft”) deverá
estabelecer a Lista de Gerenciadores somente para remover um gerenciador no caso de
emergência (isto é, o Gerenciador perde a conexão do NE).

– O campo “NE Domain” permite selecionar o domínio dentre aqueles exibidos na lista,
atribuindo-o ao NE. Os diferentes domínios poderiam ser indicados para diferentes
operadores.

O botão “OK” é usado para validar a seleção.

O botão “Cancel” fecha o diálogo sem alterar os dados.

O botão “Help” fornece algumas informações úteis sobre o diálogo.

Figura 4- 4. Estabelecer lista de Gerenciador

1650 SMC 07/03/00 NE 4-5


4.6 ESTABELECER NÍVEL ACD
Esta função não é Operativa.

Esta opção permite ao usuário selecionar um nível do Domínio do Controle de Acesso.

O ACD gerencia a concorrência de acesso entre os diversos gerenciadores diferentes (isto é, RM e


EML).
Isto acontece apenas nas funções que podem ser usadas por diferentes gerenciadores.

Selecione a opção “Set ACD level” do menu suspenso “Configuration”.

A caixa de diálogo contém os seguintes campos:

– “Current ACD level”


Mostra o nível do Domínio do Controle de Acesso atualmente estabelecido.

– O nível de verificação do Domínio do Controle de Acesso


permite estabelecer uma das três verificações de nível. A propósito, essa é uma operação
que somente pode ser realizada durante a fase de instalação do EML-USM:

• “Port level”, o ACD é especificado e gerenciado para cada porta do NE

• “Ne level”, o ACD é feito sobre todos os NEs

• “No Check”, o ACD não é gerenciado

O valor “default”é “Ne level”. Se estiver alterado, é necessário reiniciar o EML-USM.

O botão “OK” é usado para validar a seleção.

O botão “Cancel” fecha a caixa de diálogo sem alterar os dados.

O botão “Help” fornece algumas informações úteis sobre o diálogo.

NE 4-6 3AL 78987 AAAA


Figura 4- 5. Estabelecer nível ACD

1650 SMC 07/03/00 NE 4-7


5. GERENCIAMENTO DOS PONTOS EXTERNOS DE
ENTRADA E SAÍDA
Este capítulo descreve como exibir e estabelecer o alarme de ambiente de entrada/saída (alarme
“housekeeping”).

Um ponto externo de entrada é um alarme de ambiente (também denominado alarme


“housekeeping”). Corresponde a um evento externo que é monitorado pelo NE. O número de retardos
no NE é indicado para verificar modificações do ambiente, como por exemplo, fogo, inundação ...).

Um ponto externo de saída é usado para gerenciar um contato do NE (isto é, relé) conectado ao
detector. Um ponto externo de saída é independente do ponto externo de entrada.

As operações que podem ser assumidas nesta seção são:

– Exibindo pontos externos,

– Expandindo ou reduzindo a lista de pontos externos,

– Configurando pontos externos de entrada e saída.

1650 SMC 07/03/00 NE 5-1


5.1 EXIBINDO PONTOS EXTERNOS
Selecione a opção “External Points” do menu suspenso “Views”, como mostrado na figura a seguir.

Figura 5- 1. Abrindo a tela dos pontos externos

Após selecionar esta opção de menu, a tela dos pontos externos é mostrada na janela em curso, ao
invés de na tela em curso.

NE 5-2 3AL 78987 AAAA


Figura 5- 2. Tela dos pontos externos

A exibição dos pontos externos mostra a lista de todos os pontos de entrada e saída. As informações
a seguir são dadas para cada ponto externo:

– O tipo de ponto externo: Entrada ou Saída.

– A etiqueta de usuário: uma etiqueta de usuário amigável, associada ao ponto externo


configurável (vide o parágrafo Configuração de pontos externos a seguir).

– A polaridade atribuída ao ponto externo (vide o parágrafo Configuração de pontos externos


a seguir).

– O estado externo: representa o estado do alarme. “On” quando o alarme estiver ampliado,
caso contrário, “Off”. Se o ponto externo estiver ativo (“On”), uma pequena bandeira estará
representada próximo ao “status”do respectivo ponto.

1650 SMC 07/03/00 NE 5-3


5.1.1 EXPANDINDO OU REDUZINDO A LISTA DE PONTOS
EXTERNOS

A tela dos pontos externos mostra uma lista completa dos pontos externos, mas ela também pode
estar restrita aos pontos de entrada ou de saída.

Para ver tanto os pontos de entrada, como os pontos de saída, ou todos os pontos externos, selecione
a opção apropriada no menu suspenso “External Points”, como mostrado na figura a seguir.

Figura 5- 3. Expandindo ou reduzindo a lista de pontos externos

NE 5-4 3AL 78987 AAAA


5.2 CONFIGURAÇÃO NOS PONTOS EXTERNOS
As operações de configuração disponíveis nos pontos externos são:

• Configuração de etiquetas de usuário

• Configuração de polaridade

• Estado externo. Pode ser estabelecido para pontos externos (“ON”ou “OFF”)

• Mudança dos Critérios de Saída associados. Somente para pontos Externos de Saída

• Mudança de Causa Provável associada. Somente para pontos Externos de Entrada


(valor fixo).

Para configurar um ponto externo, clique sobre a respectiva coluna e, a seguir, selecione a opção
“Configuration” no menu suspenso “External Points”, como mostrado na figura a seguir.

Figura 5- 4. Configurando pontos externos

A caixa de diálogo a seguir é, então, aberta, exibindo informações sobre o ponto externo selecionado
(Entrada ou Saída).

Figura 5- 5. Caixa de diálogo da Configuração de ponto externo de entrada

1650 SMC 07/03/00 NE 5-5


Figura 5- 6. Caixa de diálogo da Configuração de ponto externo de saída

O estado atual do Ponto Externo selecionado é mostrado quando da abertura da caixa de diálogo.

A caixa de diálogo da Configuração de Ponto Externo habilita dar um nome ao ponto externo, através
da entrada da etiqueta de usuário amigável na caixa de entrada “User Label”.

Selecione “Polarity” (baixa ou alta) dos pontos externos, usando o botão de seta. “Low” é um contato
terra, no caso de comando ativo, enquanto “high”é contato aberto.

O “External state” pode ser estabelecido para pontos de saída, e força a saída para valor “ON”
(alarme) ou “OFF”.

O campo “Probable Cause”, usado para o Ponto Externo de Entrada, é fixado em “Housekeeping
Alarm”.

O menu de opções “Output Criteria” apresenta os critérios a serem associados ao ponto Externo de
Saída.

Quando a configuração do ponto externo estiver completa, clique sobre a tecla “OK” para validar a
escolha e feche a caixa de diálogo. A tecla “Cancel” cancela a configuração e fecha a caixa de
diálogo.

NE 5-6 3AL 78987 AAAA


6. GERENCIAMENTO DE ALARMES
Os alarmes estão sempre presentes na área de trabalho do operador. Os diferentes tipos de alarmes,
seus números e seus níveis de severidade são representados em todas as exibições do Equipamento
(telas do NE, telas da Placa e telas da Porta). Um ícone é usado para a representação, assim, em
qualquer tempo, Você sabe o número de alarmes e a severidade relacionados ao equipamento.

A configuração referente ao Gerenciamento de alarmes e ao acesso à Supervisão de alarme para


mostrar a condição do alarme está detalhada nos seguintes parágrafos.

6.1 CONFIGURAÇÃO DO ALARME


As operações descritas neste capítulo, principalmente relacionadas à configuração do alarme, são:

– Gerenciamento do Perfil de Atribuição de Severidade ao Alarme,

– Permite/Inibe notificação de alarme,

– Re-sincronização de alarme.

6.1.1 GERENCIAMENTO DO PERFIL DE ATRIBUIÇÃO DE


SEVERIDADE AO ALARME (ASAP)

Entidades gerenciadas produzem alarmes quando funcionam mal. Esta seção trata da configuração
dos ASAPs.
Um ASAP é uma lista de causas prováveis do Alarme, ao qual são atribuídos Perfis de Severidade,
pré-definidos ou programáveis pelo operador.

As três importantes noções são:

– A Causa Provável do alarme,

– A Severidade do alarme,

– O Tipo de Alarme (alarme de comunicação, alarme de equipamento).

6.1.1.1 SEVERIDADES AO ALARME

Essa opção permite configurar e exibir o ASAP.


1650 SMC 07/03/00 NE 6-1
Selecione a opção “Alarm Severities...” no menu suspenso “Configuration”.

Figura 6- 1. Configurando o Perfil de Atribuição de Severidade ao Alarme

NE 6-2 3AL 78987 AAAA


A caixa de diálogo do Gerenciamento ASAP é exibida.

Figura 6- 2. Caixa de diálogo do Gerenciamento do ASAP

Os perfis “default”apresentados são:

• Perfil 1 “No alarm”: todos os alarmes estão desativados (não estão com alarme).

• Perfil 2 é fixo e mostra a configuração do critério de alarme definida para “primary


alarms”.
Com esse perfil, todos os Percursos não Disponíveis e todos os alarmes FERF estão
desativados.

• Perfil 3 é fixo e mostra a configuração do critério de alarme definida para “path


alarms”.
Com esse perfil, todos os alarmes AIS e FERF estão desativados.

• Perfil 4 é fixo e mostra a configuração do critério de alarme definida para “all


alarms”.
Com esse perfil, todos os alarmes estão ativados.

• Perfil 10001 pode ser programado pelo usuário.


Cada alarme simples pode ser classificado com um critério selecionado pelo operador.
Uma configuração “default”padrão está programada.

O Perfil “0”não é usado.

Você pode selecionar um ASAP.

Com relação ao ASAP “1001” é, então, possível escolher os botões “Detail”, “Modify”, “Clone” ou
“Delete”.

Com relação ao ASAP de “1”a “4”e somente possível escolher os botões “Detail” ou “Clone”.

A seleção de “Clone” pode ser usada para criar novo ASAP.

1650 SMC 07/03/00 NE 6-3


O clique no botão “Detail”, “Modify” ou “Clone” exibe a caixa de diálogo de edição do ASAP.

Figura 6- 3. Caixa de diálogo de edição do ASAP

A caixa de diálogo do perfil de atribuição de severidade ao alarme exibe uma lista de causas prováveis
e uma lista de severidade ao alarme.
Os botões de verificação da Série de causas prováveis permite filtrar as causas prováveis que
aparecerão na lista do Nome da causa provável.
Para encontrar uma causa provável em particular, entre com seu nome na caixa de entrada “Search”
na parte de baixo.

Os ASAPs são sempre definidos no sistema com valores “default” com relação às severidades
atribuídas.
Você pode modificar a severidade associada à cada causa provável. Para isso, selecione a causa
provável cujo nível de severidade você deseja modificar.
A seguir, clique sobre o botão de opção: “Service Affecting” (causa provável não protegida) e, então,
“Non Service Affecting” (causa provável protegida) e, então, “Service Independant” (não usado). Para
cada uma, a severidade pode ser escolhida entre “Critical”, “Major”, “Minor”, “Warning”, “Non-alarmed”
ou “Not used”. Uma causa provável “Non-alarm” corresponde a nenhum alarme emitido devido a esta
causa provável.
Selecionando-se “Details”, a severidade indicada é somente mostrada, não sendo possível modificá-
la.
Quando você terminar de modificar o ASAP, pressione o botão “OK” para confirmar as programações
e fechar a caixa de diálogo ou a tecla “Cancel” para cancelar as novas programações e fechar a
caixa de diálogo.

Quando se seleciona “Clone”, o ASAP criado é identificado com o número seguinte (10002, ...).
O número máximo de ASAP é seis.

N.B. O número de severidades e o número de causas prováveis são fixos. A função ASAP
apenas habilita as modificações das severidades atribuídas às causas prováveis, não
permitindo a adição, remoção ou modificação dessas severidades ou causas.

NE 6-4 3AL 78987 AAAA


N.B. Para se levar em conta uma modificação de perfil, é obrigatório executar uma re-
sincronização dos alarmes. Durante essa re-sincronização, a severidade de cada
alarme é atualizada. Caso contrário, as severidades somente são atualizadas quando
os alarmes novos ou modificados são emitidos pelo NE.

6.1.1.2 ESTABELECER SEVERIDADES AO ALARME

Esta opção permite enviar o ASAP para o TP previamente selecionado da Placa selecionada.

Selecione a opção “Set Alarm Severities...” do menu suspenso “Configuration”, conforme


Figura 6-1.

A caixa de diálogo que estabelece o ASAP é exibida (Figura 6-4). O ASAP operativo no TP
está em destaque.

Você pode selecionar um ASAP. É possível, então, escolher apenas o botão “Detail”.

Clique no botão “Detail” e aparecerá uma caixa de diálogo.

A caixa de diálogo do perfil de atribuição de severidade ao alarme apresentada exibe a lista


das prováveis causas e a lista de severidade ao alarme.

Figura 6- 4. Caixa de diálogo que estabelece o ASAP

1650 SMC 07/03/00 NE 6-5


6.1.2 PERMITIR/INIBIR NOTIFICAÇÕES DE ALARMES

O sistema oferece a possibilidade de permitir/inibir as notificações de alarme que chegam


espontaneamente.

a) Inibir notificação de alarme


Selecione o menu suspenso “Supervision”. Você pode selecionar a opção “Inhibit Notifs” do
menu suspenso “Alarms”, como mostrado na figura a seguir.

Figura 6- 5. Inibir notificação de alarme

A partir da caixa de diálogo de confirmação que se abre, você pode confirmar ou cancelar a
operação, utilizando as teclas “Ok” ou “Cancel”, respectivamente.
Para informar o operador que alarmes foram inibidos, os rótulos no painel de alarme estão em
cinza.

N.B. Inibir as notificações de alarme significa que elas não são transmitidas para o CT, mas
os alarmes, todavia, são gerados pelo NE.

b) Permitir notificação de alarme


Selecione o menu suspenso “Supervision”. Você pode selecionar a opção “Allow Notifs” do
menu suspenso “Alarms”, como mostrado na figura a seguir.

Figura 6- 6. Permitir notificações de alarme

A partir da caixa de diálogo de confirmação que se abre, você pode confirmar ou cancelar a
operação, utilizando as teclas “Ok” ou “Cancel”, respectivamente.

6.1.3 RE-SINCRONIZAÇÃO DE ALARMES

O sistema oferece a possibilidade de recuperar alarmes presentes no NE e de atualizar a lista atual de


problemas do NE. Após esta operação, os alarmes em curso do CT e do NE serão consistentes.

NE 6-6 3AL 78987 AAAA


Para re-sincronizar os alarmes, selecione o menu suspenso “Supervision”. Você pode selecionar a
opção “Resynchronize” do menu suspenso “Alarms”, como mostrado na figura a seguir.

Figura 6- 7. Re-sincronização de alarme

A partir da caixa de diálogo de confirmação que se abre, você pode confirmar ou cancelar a operação,
usando as teclas “Ok” ou “Cancel”, respectivamente.

N.B. Essa funcionalidade terá que ser usada somente quando houver alguma perturbação.
Nunca use essa operação durante um procedimento correto.

1650 SMC 07/03/00 NE 6-7


6.2 SUPERVISÃO DE ALARMES
Neste capítulo é descrito o acesso às informações sobre Supervisão de Alarme do NE.

É possível mostrar todos os Alarmes ou filtrar o relatório de alarmes.

Selecione o menu suspenso “Diagnosis”. Você pode selecionar as seguintes opções, a partir do
menu suspenso “Alarms” (vide figura a seguir):

– “NE Alarms”: Todos os alarmes do NE são listados no relatório


Supervisão de Alarme que estiver ativado

– “Object Alarms”: Somente os alarmes do objeto selecionado são listados no


relatório Supervisão de Alarme

– “Subtree Alarm”: Somente os alarmes do objeto selecionado e das


respectivas árvores são listados no relatório Supervisão de
Alarme

– “Synchronization Alarms”: Somente os alarmes do gerenciamento de sincronização


são listados no relatório Supervisão de Alarme

– “Equipment Alarms”: Somente os alarmes do gerenciamento de equipamento


são listados no relatório Supervisão de Alarme.

– “Transmission Alarms”: Somente os alarmes do gerenciamento de transmissão são


listados no relatório Supervisão de Alarme.

– “External Points Alarms”: Somente os alarmes do gerenciamento de ponto externo de


entrada são listados no relatório de Supervisão de Alarme.

Na versão atual, selecionando-se também uma opção de filtro, todos os alarmes do NE serão listados.

Figura 6- 8. Supervisão de Alarme

Selecionando-se a supervisão do Alarme, será exibido um relatório, conforme exemplo da figura a


seguir:

Esta tela mostra primeiro uma síntese dos alarmes do NE e, a seguir, uma lista detalhada de todos os
alarmes.

NE 6-8 3AL 78987 AAAA


Figura 6- 9. Supervisão de Alarme

São fornecidas informações detalhadas para cada alarme.

Por exemplo, a placa na qual o alarme é detectado, o “status” do alarme, o tipo de alarme, a causa
provável.

As informações fornecidas ajudam o operador, principalmente durante operações de diagnóstico e


solução de problemas, apresentadas na próxima seção deste manual.

Descrições detalhadas são dadas no Manual do Operador de AS.

1650 SMC 07/03/00 NE 6-9


NE 6-10 3AL 78987 AAAA
7. GERENCIAMENTO DA COMUNICAÇÃO E DO
ROTEAMENTO

7.1 SUMÁRIO SOBRE O DOMÍNIO DA COMUNICAÇÃO E DO


ROTEAMENTO
O objetivo do domínio da comunicação e do roteamento é definir os parâmetros de configuração que
dizem respeito aos protocolos de comunicação com relação ao NE local, ao OS e à qualquer outro NE
relacionado, com a finalidade de fornecer capacidades globais de comunicação dentro da rede.

Segue uma breve descrição dos conceitos básicos e termos envolvidos no domínio da comunicação e
do roteamento.

Durante o processo de planejamento da TMN, uma rede é dividida em domínios; cada domínio
consiste em uma coleção de dois tipos de nós:

• Nós que suportam um protocolo de roteamento do estado de ligação IS-IS; esses nós
serão chamados de “routers” adaptativos; o protocolo IS-IS inunda a rede com
informações do estado de ligação, com a finalidade de construir uma imagem
consistente e completa da topologia da rede. A utilização do protocolo de roteamento
IS-IS em uma TMN facilita a instalação e a operação, devido às capacidades de
“aprender por si mesmo” desses protocolos e de automaticamente reconfigurar a rede
em caso de falhas; além disso, o uso desses protocolos de roteamento padronizados
garante a interoperabilidade em um ambiente "multivendor".

• Nós que não suportam esses protocolos; esses nós serão chamados de “routers”
estáticos.

As partições de Redes que consistem do tipo de formador do nó serão chamadas de domínios do


roteamento adaptativo; as partições de redes que consistem do outro tipo serão chamadas de
domínios do roteamento estático.

Adicionalmente, um nó que tem de tomar decisões de roteamento deverá tornar-se Sistemas


Intermediários e todos os outros podem ser Sistemas Finais.

1650 SMC 06/09/00 NE 7-1


7.1.1 DIVISÃO EM SUB-DOMÍNIOS DO ROTEAMENTO

A fim de reduzir o “overhead” associado ao roteamento adaptivo distribuído, pode ser útil dividir um
domínio do roteamento adaptativo em sub-domínios de roteamento menores, chamados de áreas ou
sub-domínios nível 1. Um sub-domínio nível 1 deverá preencher os seguintes requisitos:

• Um sub-domínio nível 1 deve formar uma sub-rede conectada; essa sub-rede deve ter
apenas algumas ligações para o lado externo, comparado com o número de ligações
internas;

• Cada nó deverá pertencer a exatamente um sub-domínio nível 1;

• Cada nó que é conectado a um sub-domínio nível 1 externo deverá tornar-se um


sistema intermediário nível 2; obviamente, deverá haver, pelo menos, um sistema
intermediário nível 2 por sub-domínio nível 1;

• Os sistemas intermediários nível 2 deverão formar uma rede conectada, porque os


percursos do nível 1 não podem ser utilizados para a comunicação do nível 2. Essa
rede será chamada de “backbone” nível 2.

Nos casos mais simples, todos os nós dentro de um sub-domínio nível 1 compartilham do mesmo
endereço de área. Em geral, é permitido possuir endereços de área múltiplos sinônimos dentro de um
sub-domínio nível 1. A lista de sinônimos é usada para facilitar a partição no futuro. Existe uma regra
básica que deverá ser seguida por dois sistemas intermediários de nível 1 vizinhos dentro de um sub-
domínio: deverá ter, pelo menos, um endereço de área em comum entre suas duas listas de
sinônimos, caso contrário, eles não serão capazes de se comunicar entre si.

7.1.2 DIVIDINDO EM DOMÍNIOS DE ROTEAMENTO SEPARADOS

Em certas situações, pode ser desejável dividir uma determinada rede em domínios de roteamento
separados, onde nenhuma informação de roteamento é trocada entre esses domínios. O maior
benefícios dessa partição é a redução de memória, de processamento e do “overhead” de tráfego,
porque não há troca de informações de roteamento entre os domínios. A comunicação entre domínios
de roteamento separados deverá ser alcançada através do uso dos Prefixos de Endereço
Alcançáveis (RAP).
Um Prefixo de Endereço Alcançável representa informações de roteamento estático. Ele pode ser
associado somente à uma ligação de um sistema intermediário nível 2, pelo qual essa ligação cruza
os limites do domínio de roteamento. Um Prefixo de Endereço Alcançável é tratado da mesma forma
que uma informação sobre um sub-domínio nível 1 externo dentro do seu próprio domínio. O Prefixo
de Endereço Alcançável indica que qualquer pacote, cujo endereço de destino da rede NSAP combine
com o prefixo, pode ser transmitido através do “’link”ao qual o prefixo estiver associado.

Por exemplo, considere a rede que está dividida em dois domínios de roteamento separados:

• Domínio de roteamento A reside em um sub-domínio nível 1 com endereço de área


“a”

• Domínio de roteamento B reside em um sub-domínio nível 1 com endereço de área


“b”

A fim de habilitar a comunicação, os Prefixos de Endereço Alcançáveis no domínio de roteamento A


devem conter o endereço de área “b” e os Prefixos de Endereço Alcançáveis no domínio de
roteamento B devem conter o endereço de área “a”.

NE 7-2 3AL 78987 AAAA


Um dos domínios de roteamento, conectados através do uso de Prefixos de Endereço Alcançáveis,
pode ser um domínio de roteamento estático; em tal condição, a comunicação pode ser alcançada
com o uso das Adjacências Manuais do Sistema Final (MESA).
Um pré-requisito para o uso das adjacências manuais do sistema final é que os endereços da área
dos nós conectados devem ser os mesmos; como consequência, os nós devem pertencer ao mesmo
sub-domínio 1.

1650 SMC 06/09/00 NE 7-3


7.2 TELAS DE COMUNICAÇÃO E DE ROTEAMENTO
As Telas Comunicação e Roteamento permitem executar as seguintes operações:

– “Local Configuration”: Definição dos endereços do NE local

– “OS Configuration”: Endereçamento dos OSs principal e reserva para o NE local

– “NTP Server Configuration”: Endereçamento dos servidores NTP principal e reserva


conectados ao NE local

– “LAPD Configuration”: Definição dos parâmetros da porta LAPD para cada canal
LAPD no NE local

– “Ethernet Configuration”: Definição dos parâmetros de configuração necessários ao


gerenciamento de um NE local, que fornece uma interface
“ethernet”LAN

– “RAP Configuration”: Configuração dos parâmetros necessários para o


endereçamento do NE conectado pelos Prefixos de
Endereço Alcançáveis em um domínio diferente de um do
NE local.
Essas informações estão armazenadas na tabela RAP.

– “MESA Configuration”: Configuração dos parâmetros necessários para o


endereçamento do NE não IS-IS no mesmo domínio que
aquele do NE local.
Essas informações estão armazenadas na tabela MESA.

Para acessar, selecione a opção “Comm/Routing” do menu suspenso “Views”, como mostrado na
figura a seguir.

Todas as operações citadas anteriormente podem ser introduzidas escolhendo-se a opção pertinente
no menu, como mostrado na figura.

As opções estão descritas nos próximos parágrafos.

NE 7-4 3AL 78987 AAAA


7.3 CONFIGURAÇÃO LOCAL
Selecione o menu suspenso “View”. Selecione a opção “Comm/Routing” e, a seguir, a opção
“Local Configuration” do menu em cascata.

A caixa de diálogo abre (Figura 6-10) e permite configurar o endereço local do NE.

São apresentados os seguintes campos:

– a seção “Local Address”contém o seguinte objeto gráfico:

• o “Presentation Selector”identifica uma entidade de apresentação no local identificado


pelo Endereço NSAP. O valor apresentado não deve ser mudado.

• O “Section Selector” identifica uma entidade de seção no local identificado pelo


Endereço NSAP. O valor apresentado não deve ser mudado.

• O “Transport Selector” identifica uma entidade de transporte no local identificado pelo


Endereço NSAP. O valor apresentado não deve ser mudado.

• O “Network Service Access Point (NSAP) Address” identifica um local na rede. O


primeiro preenchimento do endereço NSAP, AFI, determina o formato do NSAP.
O AFI está preenchido com 2 caracteres (2 dígitos exadecimais) e, dependendo do
seu valor, o comprimento do endereço NSAP varia de 16 a 40 caracteres:
– O valor do AFI 49 identifica o formato local do comprimento variável (de 16 a 40
caracteres).
– O valor do AFI 39 identifica o formato ISO-DCC de 40 caracteres de comprimento.
– O valor do AFI 47 identifica o formato GOSIP-V2 de 40 caracteres de comprimento.
Em todos os casos, os últimos dois campos do endereço NSAP são:
– “System Id”: identifica, unicamente, um NE em uma área e tem o comprimento de
12 caracteres
– “Network Selector”: fornece a distinção entre usuários do serviço da rede e tem o
comprimento de 2 caracteres.
Na exibição, o NSAP é gerenciado como simples cadeias de caracteres, sem qualquer
pré-formatação devido ao formato variável:
– uma primeira cadeia de dois caracteres identifica o campo AFI
– uma segunda cadeia de comprimento variável, que identifica o endereço NSAP
remanescente

– A seção “Synonymous Area Addresses”permite ter múltiplos endereços de área sinônimos


dentro de um sub-domínio nível 1. A compilação dos dois endereços da rede é opcional e
se forem inseridos, os últimos dois campos, “System Id” e “Network Selector”, do endereço
obrigatório e do endereço sinônimo, deverão ser os mesmos.

– A seção “Intermediate System” determina se o NE local atua como um sistema


intermediário nível 1 ou como um sistema intermediário nível 2. Observe que um sistema
intermediário nível 2 executa funções de um sistema intermediário nível 1 também.

O botão “Ok” é usado para realizar mudanças de configuração dos dados contidos na caixa de
diálogo e para fechá-la; o diálogo é visível até o final das operações e é exibido um cursor de espera.

O botão “Cancel” fecha o diálogo sem modificar os dados.

1650 SMC 06/09/00 NE 7-5


O botão “Help” fornece algumas informações úteis sobre o diálogo.

Figura 7- 1. Configuração Local

NE 7-6 3AL 78987 AAAA


7.4 CONFIGURAÇÃO DO OS
Selecione o menu suspenso “View”. Selecione a opção “Comm/Routing” e, a seguir, a opção “OS
Configuration” do menu em cascata.

A caixa de diálogo abre (Figura 7-2) e permite configurar os endereços dos OSs Principal e Reserva
conectados ao NE local.

São apresentados os seguintes campos:

– Seção “Main OS Address” que contém o mesmo objeto gráfico da Seção “Local Address”
na caixa de diálogo “Local Configuration”.

– Seção “Spare OS Address” que contém o mesmo objeto gráfico da Seção “Local Address”
na caixa de diálogo “Local Configuration”.

– Seção “Automatic Switch-Over” que permite ativar ou desativar a Alternância Automática


entre OS Principal e Reserva.

– Seção “Automatic Switch-Back”que permite ativar ou desativar o Retorno Automático entre


OS Principal e Reserva.

O botão “Ok” é usado para executar uma mudança de configuração dos dados contidos na caixa de
diálogo e para fechá-la; o diálogo é visível até o final das operações e é exibido um cursor de espera.
O botão “Cancel” fecha o diálogo sem alterar os dados.
O botão “Help” fornece algumas informações úteis sobre o diálogo.

1650 SMC 06/09/00 NE 7-7


Figura 7- 2. Configuração do OS

7.5 CONFIGURAÇÃO DE SERVIDOR DO NTP


Selecione o menu suspenso “View”. Selecione a opção “Comm/Routing” e, a seguir a opção “NTP
Server Configuration” do menu em cascata.

A caixa de diálogo abre (Figura 7-3) e permite configurar os endereços dos Servidores do NTP
Principal e Reserva (Tempo de sincronização do Protocolo da Rede) conectados ao NE local, usados
para a distribuição do tempo na rede.

Os seguintes campos estão presentes:

– Seção “Enabling NTP Protocol”que permite ativar ou desativar o Protocolo NTP.

– Seção “Main NTP Server Address” que contém o mesmo objeto gráfico da Seção “Local
Address”na caixa de diálogo “Local Configuration”.

– Seção “Spare NTP Server Address” que contém o mesmo objeto gráfico da Seção “Local
Address”na caixa de diálogo “Local Configuration”.

Se o servidor de NTP for coincidente com o OS (mesmo “hardware”), deverá ser indicado o mesmo
endereço NSAP do OS.

O botão “Ok” é usado para executar uma mudança de configuração dos dados contidos na caixa de
diálogo e para fechá-la; o diálogo é visível até o final das operações e é exibido um cursor de espera.
O botão “Cancel” fecha o diálogo sem alterar os dados.
O botão “Help” fornece algumas informações úteis sobre o diálogo.

NE 7-8 3AL 78987 AAAA


Figura 7- 3. Configuração de Servidor do NTP

1650 SMC 06/09/00 NE 7-9


7.6 CONFIGURAÇÃO DO LAPD
Selecione o menu suspenso “View”. Selecione a opção “Comm/Routing” e, a seguir, a opção
“LAPD Configuration” do menu em cascata.

A caixa de diálogo abre (Figura 7-4) e permite configurar uma porta LAPD de cada canal LAPD no NE.
A tela simula um “notebook” real; ela permite ao usuário selecionar as páginas do “notebook” usando
o dispositivo de indicação (parte superior da figura); cada página representa uma porta LAPD em
particular da Seção Multiplex ou de Regeneração e o dispositivo de indicação exibe a etiqueta
completa do usuário dos TTPs MS/RS associados à porta.
A exibição da tela pode ser requisitada diretamente pela tela “port”, que contém blocos funcionais
“MS/RS”; dessa forma, são exibidos os parâmetros de configuração do LAPD do TTP MS/RS
selecionado.

Em detalhe, cada página contém os seguintes dados:

– Campo “LAPD Interface” que permite definir ou remover uma Porta LAPD no TTP MR/RS
selecionado.

– Campo “LAPD Role” que indica a regra de uma Porta LAPD definida (Usuário/Rede) de
acordo com o protocolo LAPD.
Essa conexão é obrigatória para estabelecer a conexão entre dois NEs: uma regra de
Usuário com uma regra de Rede têm de estar conectadas.

O botão “Apply” realiza uma mudança de configuração dos dados contidos na página selecionada.
O botão “Close” fecha o diálogo sem alterar os dados.

NE 7-10 3AL 78987 AAAA


Figura 7- 4. Configuração do LAPD

1650 SMC 06/09/00 NE 7-11


7.7 CONFIGURAÇÃO DA “ETHERNET”
Selecione o menu suspenso “View”. Selecione a opção “Comm/Routing” e, a seguir, a opção
“Ethernet Configuration” do menu em cascata.

A caixa de diálogo abre (Figura 7-5) e permite definir os parâmetros necessários para gerenciar um
NE que fornece uma interface “ethernet”LAN.

Os seguintes campos e dados são apresentados:

– Campo “Ethernet Configuration” que permite definir ou remover uma Porta de Rede da
Área Local para o acesso à Rede de Comunicação de Dados.

– Campo “L2 only Parameter” que indica se a porta pode ser usada somente para o tráfego
nível 2, reduzindo, dessa maneira, o tráfego através da porta.

– Seção “MAC Address” que permite exibir o endereço do Elemento de Rede na LAN
Ethernet; é um campo somente de leitura.

O botão “Apply” realiza uma mudança de configuração dos dados.

O botão “Close” fecha o diálogo sem alterar os dados.

Figura 7- 5. Configuração da "Ethernet"

7.8 CONFIGURAÇÃO DE PREFIXOS DE ENDEREÇO


ALCANÇÁVEIS
NE 7-12 3AL 78987 AAAA
Selecione o menu suspenso “View”. Selecione a opção “Comm/Routing” e, a seguir, a opção
“RAP” do menu em cascata.

A caixa de diálogo abre (Figura 7-6) e permite configurar a tabela do Prefixo de Endereço Alcançável.
Cada elemento da tabela RAP permite ligar uma porta LAPD ou uma porta LAN do NE local a um
domínio separado; o domínio separado é selecionado pelos Prefixos de endereço. Se o elemento
endereçado for o OS, será usada a porta LAN.
A tela simula um “notebook” real; ela permite ao usuário selecionar as páginas do “notebook”,
utilizando o dispositivo de indicação (parte superior da figura); cada página representa um elemento
em particular da tabela RAP e o respectivo dispositivo de indicação exibe o contador de elemento.

Em detalhe, cada página contém os seguintes dados:

– Botão “Physical Inerface”

• Se o elemento estiver vazio, exibe o valor “none” e permite selecionar uma porta
LAPD ou uma porta LAN, que será usada para alcançar a área endereçada.

• Se o elemento não estiver vazio, exibe a porta selecionada e permite mudá-la.

– Seção “Area Address Prefix” que permite ao usuário endereçar o domínio separado. O
Prefixo do Endereço de Área representa um endereço NSAP sem os campos “System Id”
e “Network Selector”.

– Seção “MAC Address” que permite endereçar o elemento de um domínio para ser obtida a
LAN Ethernet; o campo é gerenciado como uma cadeia simples de 12 dígitos. ? ? ? ?

O botão “Apply” é usado para realizar uma mudança de configuração dos dados contidos na tabela
RAP completa e para fechar a tela; a tela é visível até o final das operações e um cursor de espera é
exibido.
O botão “New” é usado para inserir uma nova página.
O botão “Delete” é usado para excluir a página selecionada.
O botão “Close” fecha o diálogo sem alterar os dados.

1650 SMC 06/09/00 NE 7-13


Figura 7- 6. Configuração do RAP

NE 7-14 3AL 78987 AAAA


7.9 CONFIGURAÇÃO DA TABELA DE ADJACÊNCIAS DO ES
MANUAL
Selecione o menu “View”. Selecione a opção “Comm/Routing” e, a seguir, a opção “MESA” do
menu em cascata.

A caixa de diálogo abre (Figura 7-7) e permite configurar a tabela de Adjacências do ES Manual.
Cada elemento da tabela MESA permite ligar uma porta LAPD ou uma porta LAN do NE local a um
elemento do Sistema Final; o elemento ES deverá estar na mesma área que aquela do NE local. Se o
elemento endereçado for o OS, deverá ser usada a porta LAN.
A tela simula um “notebook” real; ela permite ao usuário selecionar as páginas do “notebook”, usando
o dispositivo de indicação (parte superior da figura); cada página representa um elemento da tabela
MESA em particular e o respectivo dispositivo de indicação exibe o contador de elemento.

Em detalhe, cada página contém os seguintes dados:

– Botão “Physical Interface”

• Se o elemento estiver vazio, exibe o valor “none” e permite selecionar uma porta
LAPD ou uma porta LAN, que será usada para alcançar o elemento do Sistema Final.

• Se o elemento não estiver vazio, exibe a porta selecionada e permite mudá-la.

– Seção “System Id”que representa a Identificação do Sistema do elemento ES.

– Seção “MAC Address” que permite endereçar o elemento na LAN Ethernet; o campo é
gerenciado como uma cadeia simples de 12 dígitos.

O botão “Apply” é usado para realizar uma mudança de configuração dos dados contidos na tabela
MESA completa e para fechar a tela; a tela é visível até o final das operações e um cursor de espera é
exibido.
O botão “New” é usado para inserir uma nova página.
O botão “Delete” é usado para excluir a página selecionada.
O botão “Close” fecha o diálogo sem alterar os dados.

1650 SMC 06/09/00 NE 7-15


Figura 7- 7. Configuração da MESA

NE 7-16 3AL 78987 AAAA


8. GERENCIAMENTO DO EQUIPAMENTO

8.1 INTRODUÇÃO E NAVEGAÇÃO


Esta seção trata, principalmente, da configuração e da alteração das placas presentes no
Equipamento e da tarefa das operações de proteção das placas.

Usando as opções do menu, selecione a opção “Equipment” do menu suspenso “View”.

O primeiro nível da representação “Equipment Overview” será exibido diretamente na janela em curso
(vide a figura a seguir).
A Visão Geral do Equipamento habilita uma rápida navegação através dos níveis da hierarquia do
equipamento.
A navegação é feita a partir dos níveis superiores para os inferiores.

A navegação através dos diferentes níveis da hierarquia do NE é realizada com um clique duplo nos
objetos:

• O primeiro nível mostra o nível do NE da tela Equipamento;

• Com um clique duplo nele, obtém-se o nível de bastidor da tela Equipamento (vide
Figura 8-2);

• Com um clique duplo nele, obtém-se o nível de sub-bastidor da tela Equipamento


(vide Figura 8-3).

1650 SMC 07/03/00 NE 8-1


Figura 8- 1. Visão Geral do Equipamento - Nível NE

NE 8-2 3AL 78987 AAAA


Figura 8- 2. Visão Geral do Equipamento - Nível de Bastidor

Figura 8- 3. Visão Geral do Equipamento - Nível de Sub-Bastidor

1650 SMC 07/03/00 NE 8-3


Na “Subrack view” é possível usar as opções oferecidas pelo menu “Equipment” (vide figura a
seguir) clicando-se nele na barra de menu.

No nível NE são apresentadas indicações de alarmes.


Os detalhes dessas indicações são dadas na seção Manutenção.

Todas as opções estão descritas nos próximos parágrafos, iniciando com a operação para
estabelecer e alterar as placas presentes no Equipamento.
Também está descrito o estado administrativo da Placa que decide sobre o “in/out of service” da
placa.

Figura 8- 4. Menu Equipamento

A operação de configuração do equipamento é definida de acordo com a seguinte sequência:

– Configuração de uma nova placa

• Configure a placa usando a opção “Set”

– Alteração do tipo de placa

• Use a opção “Set out of service”

• Configure a placa usando a opção “Set”

– Remoção de uma placa

• Use a opção “Set out of service”

• Selecione “Remove”

NE 8-4 3AL 78987 AAAA


8.2 CONFIGURAR E ALTERAR OU REMOVER PLACA
As placas podem ser configuradas, trocadas ou removidas usando-se as opções de menu da tela
Equipamento.

a) Configurando ou trocando uma placa

N.B. Uma nova placa pode ser criada ou em um “slot”vazio ou ela pode substituir uma
placa Fora de Serviço existente.

– Clique no “slot” vazio no qual a placa será adicionada, ou em uma placa Fora de Serviço
existente, a fim de trocá-la (vide próximo parág. 8.3 relativo às informações “in/out of
service”). O contorno destaca-se mostrando que estas operações pode ser realizadas.

– Selecione a opção “Set” do menu suspenso “Equipment” da figura 8-4.

– Uma caixa de diálogo é exibida, contendo uma lista de diferentes tipos de placas,
conforme exemplo a seguir.

Figura 8- 5. Lista das diferentes placas relativas a um "slot" do NE

N.B. A lista das placas exibida durante uma operação “Change Board”está restrita àquelas
que o equipamento pode aceitar no “slot”selecionado. Portanto, a lista poderá variar,
dependendo do “slot”que for selecionado.
Para maiores detalhes sobre as placas identificadas por acrônimos e sobre a
composição física do NE consulte o Manual Técnico.

– Escolha o tipo de placa desejada clicando sobre o item correspondente na lista. O nome
da placa ficará destacado. Clique no botão “OK” para validar a escolha.

– A representação da placa aparece na exibição do NE no “slot” quando a mudança da placa


for efetivada.
Uma representação de bloqueio aparece sobre as placas (vide próximo parág. 8.3).

– Na caixa de diálogo “Set Board”, o botão “Cancel” cancela a operação e fecha a caixa
de diálogo. O botão “Help” abre uma tela de Ajuda, dando informações sobre o contexto.

1650 SMC 07/03/00 NE 8-5


b) Removendo uma placa

– Clique na placa a ser removida (placa Fora de Serviço, conforme próximo parág. 8.3).
O contorno do “slot” destaca-se. Isso indica que a placa foi selecionada e que as
operações no “slot”podem ser realizadas.

– Se o “slot” em que você está trabalhando já estiver vazio, não aparecerá nenhum nome
abaixo dele.

– Selecione a opção “Remove” do menu suspenso “Equipment” da Figura 8-4.

– A partir da caixa de diálogo que se abre, você pode confirmar ou cancelar a operação
“Remove Board”.

NE 8-6 3AL 78987 AAAA


8.3 ESTADO ADMINISTRATIVO DA PLACA
O operador decide configurar uma placa em serviço ou fora de serviço, se isso for permitido pelo NE.

N.B. Na tela do equipamento, uma representação de bloqueio aparecerá sobre as placas


que estiverem no estado “in service”.

8.3.1 CONFIGURANDO UMA PLACA EM SERVIÇO

– Na tela Equipamento NE, clique sobre a placa a fim de selecioná-la.

– Selecione a opção “Set in service” do menu suspenso “Equipment” da Figura 8-4.


Aparecerá uma representação de bloqueio sobre as placas.

8.3.2 CONFIGURANDO UMA PLACA FORA DE SERVIÇO

– Na tela Equipamento NE, clique sobre a placa a fim de selecioná-la.

– Selecione a opção “Set out of service” do menu suspenso “Equipment” da Figura 8-4.
Selecione o botão “Ok” que aparece na janela de confirmação.
A representação de bloqueio sobre as placas desaparecerá.

8.3.3 CONSULTANDO UM ESTADO ADMINISTRATIVO DA PLACA

O estado administrativo da Placa (“in service” ou “out of service”) está indicado na tela da placa, como
mostrado na figura a seguir.

1650 SMC 07/03/00 NE 8-7


Figura 8- 6. Consultando um estado administrativo da placa

NE 8-8 3AL 78987 AAAA


8.4 DESCRIÇÃO DE “SOFTWARE”
Esta função permite ao operador visualizar informações sobre o(s) “software(s)” que está(ão)
presentes na placa selecionada. Não operativa na presente versão.

– Clique em uma placa sobre a qual se deseja conhecer o “software” (unidade COMPACT
ADM, definida como “SYNTH” nas exibições). O contorno do “slot” torna-se destacado.
Isso indica que a placa foi selecionada e que as operações no “slot”podem ser realizadas.

– Selecione a opção “Software description” do menu suspenso “Equipment” da Figura 8-


4.

Abre a seguinte janela.

Figura 8- 7. Caixa de diálogo da Descrição de "Software"

A caixa de diálogo contém tantas pastas quanto forem os “softwares”da placa selecionada.

Clique no botão “Close” para fechar a caixa de diálogo.

1650 SMC 07/03/00 NE 8-9


8.5 INVENTÁRIO REMOTO
Este comando exibe os dados do inventário remoto presentes na placa e no NE.

– Selecione a opção “Remote Inventory” do menu suspenso “Equipment”.


Duas opções estão disponíveis (vide figura a seguir):

• “Rack level”: não operativa

• “Subrack level”: não operativa

• “Board level”: mostra os dados do inventário remoto da placa selecionada

Aparece um diálogo igual ao da Figura 8-8.

NE 8-10 3AL 78987 AAAA


Figura 8- 8. Inventário Remoto

1650 SMC 07/03/00 NE 8-11


8.6 MOSTRAR EQUIPAMENTO DE SUPORTE
Clique na opção de menu “Show Supporting Equipment” do menu “Equipment” para navegar até
o equipamento que suporta a placa selecionada.

Abre o exemplo da Figura 8-9.

Figura 8- 9. Visão Geral do Equipamento - Nível Sub-Bastidor

NE 8-12 3AL 78987 AAAA


9. TELA PLACA ("BOARD VIEW")

9.1 INTRODUÇÃO
A Tela Placa permite mostrar a porta física disponível em uma placa específica e acessar a tela
Porta.

A “Board view” é obtida selecionando-se a opção “Equipment” do menu “View”, a seguir, com um
clique duplo no bastidor/equipamento/sub-bastidor apresentado para exibir a tela do sub-bastidor,
como descrito no capítulo 8.

Clique duplo na placa selecionada para mostrar a Tela Placa pertinente, que apresenta as portas.

No caso de placa com SDH de multi acesso, outra tela permite selecionar a porta SDH (vide exemplo
da Figura 9-1).

A Figura 9-2 apresenta um exemplo de “board view”com a porta presente.

Na parte inferior da tela são apresentadas indicações de Alarmes e “Status” referentes ao nível da
placa, como indicado no exemplo.

Essas informações são “In/Out of service” da placa, “status” da placa, como “missing” ou “mismatch”,
condição EPS, se suportada, e outras indicações típicas de cada unidade (isto é, “high laser
temperature”).

Na seção Manutenção são dados detalhes sobre essas indicações.

1650 SMC 07/03/00 NE 9-1


Figura 9- 1. Tela Equipamento: seleciona a porta SDH em uma placa.

NE 9-2 3AL 78987 AAAA


Figura 9- 2. Exemplo de uma Tela Placa

1650 SMC 07/03/00 NE 9-3


Um tipo de porta é descrito com uma visão retangular da placa e uma identificação da porta.

A identificação da porta é, normalmente, no lado de dentro da placa retangular (vide Figura 9-3).

Figura 9- 3. Exemplo de uma identificação de Porta e síntese de alarme.

Estão disponíveis as seguintes informações:

– Tipo de porta (nome)

– Estado da porta (síntese do “status”do alarme)

– Símbolo da porta

Uma representação da síntese do alarme de porta em cada porta é fornecida ao operador.

As mensagens exibidas na parte superior da tela fornecem a denominação da porta.

As mensagens exibidas na parte inferior fornecem informações sobre alarmes de Placa.

Uma mensagem abaixo do recurso do “mouse” fornece o nome e o tipo de porta ou o nome dos
alarmes. Uma mensagem aparece na área de mensagens no canto inferior esquerdo da tela.

Clicando-se duas vezes em uma tela da placa, também é possível abrir a correspondente tela da porta
(vide capítulo 14).

NE 9-4 3AL 78987 AAAA


9.2 MENU DA TELA PLACA
O menu suspenso completo da Placa (Figura 9-4) é apresentado, selecionando-se a opção “Board”
na barra de menu da Figura 9-2:

– “Port Access”: Acessa a tela “Port”. Vide parág. 9.2.1.

– “Show supporting equipment”: Navega para o nível do sub-bastidor superior.


Vide parág. 9.2.2

Figura 9- 4. Opção de menu da Placa

Estas opções estão descritas nos próximos parágrafos.

9.2.1 ACESSO À PORTA

Para acessar “Port View” clique na opção de menu “Port Access” do menu “Board” (vide capítulo
14).

A navegação até a tela Porta permite mostrar uma apresentação detalhada do alarme da porta e
estabelecer as configurações pertinentes, como por exemplo da figura a seguir.

1650 SMC 07/03/00 NE 9-5


Figura 9- 5. Após a seleção de "Port Access" (exemplo)

9.2.2 MOSTRAR EQUIPAMENTO DE SUPORTE

Clique na opção de menu “Show Supporting Equipment” do menu “Board” para navegar até o
sub-batidor que suporta a tela da porta selecionada.
Abre-se a figura 9-6 (exemplo).

NE 9-6 3AL 78987 AAAA


Figura 9- 6. Nível de Sub-bastidor

1650 SMC 07/03/00 NE 9-7


NE 9-8 3AL 78987 AAAA
10. GERENCIADOR DO “LOG” DE EVENTO
A partir das exibições do contexto do Elemento de Rede, execute as seguintes operações para obter o
acesso ao arquivo “Log”de Evento.

– No menu suspenso “Diagnosis”, selecione a opção “Event log”. Serão propostas as


seguintes opções:

Figura 10- 1. Opção "Event log" na exibição do contexto do Elemento de Rede

As opções propostas são “Logld1”e “Logld2”.

– Selecione a opção “Event log” para acessar o arquivo do “Log”de Evento.

As Janelas “Configuration” e “Log Browsing ELM” se abrem, permitindo analisar todos os


eventos e alarmes armazenados no NE.

– Consulte o Manual do Operador do ELM Versão 5.0”.

1650 SMC 07/03/00 NE 10-1


NE 10-2 3AL 78987 AAAA
11. GERENCIAMENTO DA PROTEÇÃO DE
EQUIPAMENTO

11.1 INTRODUÇÃO
Não se pode pensar em lançar um sistema de telecomunicações, lidando com milhões de
comunicações, sem a possibilidade de repor um equipamento defeituoso num modo de real tempo.
Tudo deve ser feito para que as comunicações possam continuar de forma suave e para que a falha
do equipamento permaneça transparente para os usuários. O gerenciamento da proteção trata deste
aspecto do EML-USM.

A proteção é realizada pela comutação da placa que suporta o serviço de proteção, quando esta falha,
para uma placa de proteção capaz de suportar os mesmos serviços. Essa proteção é realizada de
acordo com um esquema de proteção.

Um esquema de proteção de equipamento é composto dos seguintes parâmetros que podem ser
configurados:

• Tipo de grupo: 1+1 ou 1+n


O tipo de grupo especifica se um ou mais recursos não confiáveis de proteção podem
ser atribuídos a um ou mais recursos confiáveis. O tipo de grupo 1+1 significa que um
elemento está operando com uma unidade proteção. O tipo de grupo 1+n significa que
n elementos estão operando com apenas uma unidade de proteção.

• Prioridade de Proteção
Uma prioridade pode ser atribuída para as unidades protegidas nos esquemas de
proteção 1+n. Essa prioridade pode ser 1, 2, ... ou n, sendo 1 a prioridade mais alta.

• Tipo de configuração: reversa ou não reversa


No modo reverso, o serviço de proteção será comutado de volta aos seus elementos
protegidos quando for recuperado de sua falha.
No modo não reverso, a comutação para o elemento de proteção é mantido, mesmo
depois da falha ter sido recuperada.

• Proteção que aguarda tempo de restauração


Usado quando o modo reverso estiver ativado, a proteção que aguarda tempo de
restauração evita diversas comutações de proteção por causa de uma falha
intermitente. Um elemento protegido deve estar livre de falhas durante esse período
fixo de tempo para que um serviço protegido possa ser comutado de volta para ele.

1650 SMC 07/03/00 NE 11-1


A duplicação de placa ainda é o meio mais fácil de assegurar a proteção do equipamento dentro de
um sistema.
As ações que podem ser executadas são do seguinte tipo:

– Consultar e modificar um Esquema de Proteção de Equipamento (EPS),

– Forçar Comutação do EPS.

Na tela Placa, a placa cujo conteúdo está representado é considerada como implicitamente
selecionada.

Os estados da proteção EPS são exibidos através da área de mensagem do estado funcional das
placas envolvidas em um esquema de proteção de equipamento.

NE 11-2 3AL 78987 AAAA


11.2 GERENCIAMENTO: CONSULTANDO OU
MODIFICANDO EPS
Com a finalidade de consultar o EPS, execute as seguintes operações:

A “Port view” é obtida selecionando-se a opção “Equipment” no menu suspenso “View”, a seguir,
clicando duas vezes no bastidor/equipamento/sub-bastidor presente, aparecerá a tela do sub-bastidor,
como descrito no capítulo 8.1.

– Selecione a opção “Equipment” no menu suspenso “View”.

– Clique duas vezes no bastidor/equipamento/sub-bastidor presente para apresentar a tela


do sub-bastidor.

– Selecione uma placa de transmissão na tela Equipamento.

– Selecione o menu suspenso “EPS”. A seguir, selecione a opção “Management...”, como


mostrado na figura a seguir.

Figura 11- 1. Consultado o EPS

A caixa de diálogo a seguir é aberta.

1650 SMC 07/03/00 NE 11-3


Figura 11- 2. Caixa de diálogo do Gerenciamento do EPS

A caixa de diálogo “EPS Management” mostra, no lado esquerdo, os esquemas de proteção do NE


em curso. A lista fornece a(s) placa(s) protegida(s) para cada placa de proteção.

Os esquemas de proteção disponíveis são coerentes com o tipo e versão do NE.

O lado direito da caixa de diálogo permite modificar a configuração do EPS.

A presente versão deste NE estabelece a seguinte proteção:

• Placa do “slot”9, COMPACT ADM-1 (SYNTH) principal (protegida)

• Placa do “slot”10, COMPACT ADM-1 (SYNTH) reserva (de proteção)

N.B. Para cada tipo de falha na placa principal COMPACT ADM-1 (matriz, CRU,
Controladora “Shelf”) é realizada uma comutação para as placas reservas.
A porta ótica/elétrica e a função Controladora de Equipamento na placa
COMPACT ADM-1 não estão protegidas com EPS.

Esse lado direito é dividido em duas partes.


A parte superior fornece um campo de mensagem com o nome da placa de proteção e um botão de
escolha para exibir a lista das placas disponíveis.
A parte inferior fornece uma lista para exibir as placas protegidas correntes no esquema exibido.
Um botão de escolha é oferecido para exibir a lista das placas que podem ser adicionadas como
protegidas.
Um botão de exclusão habilita o usuário a remover uma placa protegida de um esquema.

a) Exibição de esquema

Para exibir um esquema específico, o usuário seleciona um item à esquerda da lista.


Essa operação preenche o campo de texto do elemento de proteção e a lista protegida com o
nome do usuário da placa. Se o usuário clicar onde não houver nenhum item exibido, o lado
direito aparecerá vazio.
A tecla “Cancel”fecha a caixa de diálogo.

b) Criação de esquema
NE 11-4 3AL 78987 AAAA
Para criar um novo esquema de proteção, o usuário clica onde não houver nenhum item
exibido.
O lado direito aparecerá vazio e o botão de escolha de proteção estará sensível.
Esse botão exibe uma janela para escolher uma placa da lista. Depois dessa operação, o botão
de escolha da proteção torna-se insensível e o botão de escolha protegido torna-se sensível e o
usuário poderá adicionar o número de placas protegidas que desejar.
Quando o lado direito da janela estiver preenchido corretamente, o botão “OK” fecha a caixa de
diálogo e cria o esquema.
A tecla “Cancel”cancela a criação e fecha a caixa de diálogo.

c) Exclusão de esquema

Para apagar um esquema de proteção existente, o usuário seleciona um esquema na lista à


esquerda. Usando o botão “Delete”, o usuário poderá apagar o esquema.

d) Modificação de esquema

Para modificar um esquema de proteção existente pela adição ou remoção de unidades de


proteção, o usuário seleciona um esquema na lista à esquerda. Usando o botão “Choose” para
os elementos protegidos, o usuário poderá adicionar placas protegidas.
Através da seleção de uma placa protegida e usando o botão “DeleteProtected”, o usuário
poderá remover elementos protegidos do esquema. Quando a parte direita da janela estiver
corretamente preenchida, o botão “OK”fecha a caixa de diálogo e envia

O estado funcional do EPS de uma placa selecionada na tela da placa é exibido na parte de baixo da
tela, como mostram as figuras a seguir.

Figura 11- 3. Estado funcional do EPS da tela da placa de proteção ativa

Figura 11- 4. Estado funcional do EPS da tela da placa de proteção ativa

1650 SMC 07/03/00 NE 11-5


11.3 CONFIGURAÇÃO: REVERSIVA E WTR PARA EPS
Não operativa na presente versão.

Esta funcionalidade configura “Revertive”e “Wait Time do Restore”em um esquema de proteção.

Para configurar, execute as seguintes operações:

– Selecione uma placa de transmissão na tela Equipamento.

– Selecione o menu suspenso “EPS”. A seguir, selecione a opção “Configure”, como


mostra a figura a seguir:

Figura 11- 5. Configurar EPS

A caixa de diálogo a seguir é aberta.

Figura 11- 6. Caixa de diálogo da Configuração do EPS

A caixa de diálogo oferece configurações, com relação aos elementos, tais como:

– O nome do elemento de proteção, assim como um rótulo

– O tipo de placa do elemento de proteção, assim como um rótulo

NE 11-6 3AL 78987 AAAA


– Uma lista que exibe os elementos protegidos pertencentes ao esquema

– O indicador “Mode”, assim como um menu de opções, se estiver disponível para a placa.
Os valores disponíveis são “revertive”e “non revertive”

– O valor “wait time to restore”, se o “flag”reverso estiver configurado para verdadeiro

Se um elemento de configuração não estiver disponível, ele não aparecerá sensível.

N.B. A opção “Mode”somente poderá ser modificada se a capacidade reversiva for


compatível.

Quando a configuração do esquema de proteção do equipamento estiver completa, confirme fechando


a caixa de diálogo através do clique na tecla “OK”. O botão “Cancel” cancela a configuração e fecha
a caixa de diálogo.

1650 SMC 07/03/00 NE 11-7


11.4 COMUTANDO O EPS
Esta funcionalidade permite forçar a operação de uma placa de proteção, mesmo se não houver falha.

A comutação forçada falhará se a outra placa já tiver sido forçada ou se a placa de proteção estiver
em uma condição de falha.

Para comutar um EPS, execute as seguintes operações:

– Selecione uma placa de transmissão na tela Equipamento.

– Selecione o menu suspenso “EPS”. A seguir, selecione a opção “Switch”, como mostra a
figura a seguir.

Figura 11- 7. Comutando o EPS

A caixa de diálogo a seguir é aberta.

Figura 11- 8. Caixa de diálogo da Comutação do EPS

Esta caixa de diálogo exibe, no seu lado esquerdo, o EPS da placa selecionada.

A partir desta caixa de diálogo, o operador pode configurar, na presente versão, somente as opções
“Switch to” “protecting”e “protected”, clicando no respectivo botão de rádio .

NE 11-8 3AL 78987 AAAA


O comando “Switch to” realiza a comutação “manual”, que somente estará ativa se a outra placa não
estiver com alarme.

Clicando na tecla “OK”, a comutação será iniciada e a caixa de diálogo fechará. A tecla “Cancel”
cancela a operação e fecha a caixa de diálogo.

1650 SMC 07/03/00 NE 11-9


NE 11-10 3AL 78987 AAAA
12. GERENCIAMENTO DA MSP
Não operativo na presente versão

1650 SMC 07/03/00 NE 12-1


NE 12-2 3AL 78987 AAAA
13. TELA TRANSMISSÃO

13.1 SUMÁRIO
Esta seção descreve as operações necessárias para a consulta, a modificação e a configuração de
TPs, fornecendo uma representação do fluxo de entrada do sinal.

A tela genérica “Transmission”, descrita neste capítulo, oferece a possibilidade de exibição de um


único TP ou de um conjunto de todos os tipos de TPs (ou funcionalidade coletada, que é representada
por um/diversos TPs).

Para exibir os pontos de término na Tela Transmissão, ou selecione os TPs específicos a partir de um
diálogo de busca de TP, ou acesse a exibição diretamente de outra tela, por exemplo, através da
navegação a partir da Tela Porta.

A Tela Transmissão fornece os seguintes recursos:

– Visão geral resumida relativa aos recursos de transmissão.

• Uma visão geral relativa a todos os TPs pertencentes a uma porta pode ser
requisitada ativando-se a função para expandir o TP selecionado. Os nomes dos TPs
são listados em uma área adicional de informações, se o ponteiro do “mouse” for
posicionado sobre ele. São indicados os seguintes estados:

– O estado do alarme é indicado pelo ícone “síntese de alarme”

– O “estado de conexão em cruzamento” é indicado por um cruzamento

– Se um TP puder ser “estruturado”, é indicado por um círculo

• Uma visão geral relativa ao “fluxo de sinal” pode ser requisitada por uma ação do
usuário. O usuário pode selecionar um TP e aplicar a ação “Show Cross-connected
TPs”. O resultado é que os objetos relacionados ao TP serão exibidos e linhas
indicarão as conexões. Expandindo e ocultando TPs que estão relacionados a um TP
em curso (p.ex., mostrar todos os TPs que estão acima do TU-12 CTP), permite que
todos os respectivos TPs sejam adicionados à exibição, fornecendo, dessa forma,
uma representação de todo o fluxo do sinal.

– Exibição de pontos de término simples e múltiplos.

• Pesquise e selecione um ponto de término em um diálogo de busca de TP e exiba-o


na Tela Transmissão.

1650 SMC 06/09/00 NE 13-1


• Apresente a Tela Transmissão a partir da tela da placa. Serão exibidos todos os
TPs/TPs compostos associados com a porta física (isto é, TPs abaixo de AU-4).

– Fornece a funcionalidade para criar/mostrar conexões em cruzamento.

– Fornece a possibilidade de configurar um TP selecionado. Essa funcionalidade é acessada


pela chamada dos diálogos de configuração da categoria comum às Telas
Transmissão/Porta.

– Fornece a possibilidade de mostrar uma visão detalhada de um TP com alarmes,


navegando-se até a tela Porta.

– Fornece a possibilidade de mostrar e estabelecer os parâmetros e os dados da


Monitoração de Desempenho.

NE 13-2 3AL 78987 AAAA


13.2 ELEMENTOS DA TELA
A Tela Transmissão usa os símbolos ilustrados na Figura 13-1.

AU4 Etiqueta que indica o tipo de TP

Função de Adaptação

Função de Término

Função de Término Composto e de Adaptação

Ponto estruturável

Ponto que pode ser conectado em cruzamento com TP conectado em


cruzamento

ou Ícone da síntese de alarme

Figura 13- 1. Símbolos Usados na Tela Transmissão

1650 SMC 06/09/00 NE 13-3


13.3 “LAYOUT” DA TELA
A Tela Transmissão é uma tela principal. Ela fornece exibições de áreas específicas que mostram os
recursos de transmissão e o menu suspenso específico da Tela Transmissão, que mostra as
operações da Tela Transmissão.

13.3.1 DESCRIÇÃO DA TELA

A Figura 13-2 ilustra a área da Tela Transmissão. Os TPs que são recebidos do elemento de rede,
são exibidos na Tela Transmissão com o respectivo TP e os símbolos de conexão descritos na Figura
13-1. O número de TPs apresentados inicialmente, depende se a Tela da Transmissão foi
apresentada a partir de uma tela de placa, ou se um TP foi selecionado em outra tela, ou se ela foi
chamada sem um TP selecionado.

A “Transmission view” não apresentará nenhum objeto no seu estado inicial, quando for obtida
selecionando-se a opção “Transmission”no menu suspenso “View”.

Figura 13- 2. Área da Tela Transmissão

NE 13-4 3AL 78987 AAAA


13.3.2 NÚMERO DE TPS EXIBIDOS NA TELA TRANSMISSÃO

É possível não só expandir um VC4, exibindo, assim, todos os TPs subjacentes, como ocultar os TPs
que não são de interesse. Os objetos exibidos inicialmente dependem da situação/definição.

13.3.3 NOMEANDO TPS

São aplicadas as seguintes regras, com a finalidade de identificar os TPs exibidos:

– o nó raiz contém a etiqueta completa do usuário,

– todos os nós secundários contêm uma pequena etiqueta indicando a posição dentro da
árvore.

13.3.4 PROCEDIMENTO DINÂMICO DA TELA

A seção a seguir descreve os estados da exibição e fornece uma breve descrição dos eventos que
afetam a exibição.

13.3.4.1 ESTADO INICIAL DA EXIBIÇÃO

No seu estado inicial, a Tela Transmissão não contém objetos. Os objetos podem ser pesquisados e
exibidos usando-se o diálogo “Add TP”.

13.3.4.2 ESTADO DE FUNCIONAMENTO DA EXIBIÇÃO

No seu estado de funcionamento, a Tela Transmissão já contém objetos. Se o operador


pesquisar e exibir um TP usando o diálogo “Search TP”, a tela é primeiro inicializada
novamente e, a seguir, o TP é exibido.
O mesmo se aplica no caso da navegação a partir de outra tela com destino à Tela
Transmissão – a Tela Transmissão é sempre inicializada e os correspondentes objetos são,
então, exibidos nela.

13.3.4.3 NAVEGAÇÃO ATÉ A TELA TRANSMISSÃO A PARTIR DE OUTRAS


TELAS

Se a Tela Transmissão for apresentada a partir da Tela Porta, somente o TP selecionado será
exibido.

13.3.4.4 NOTIFICAÇÃO DE ALARME

Os alarmes referentes aos TPs exibidos são indicados graficamente pelos ícones da síntese
de alarme dos objetos do TP. Os objetos do TP são, consequentemente, atualizados.

1650 SMC 06/09/00 NE 13-5


13.3.4.5 EXCLUSÃO DE OBJETO

Todos os tipos de eventos de exclusão de objeto relativos aos TPs exibidos, são indicados
pelos objetos do TP. Os objetos gráficos são, consequentemente, removidos da Tela
Transmissão. Exemplo: modificação da estrutura de “payload”de 63 TU-12 para 3 TU-3.

NE 13-6 3AL 78987 AAAA


13.4 ACESSO E MENU DA TELA TRANSMISSÃO
A “Transmission viw” pode ser obtida selecionando-se a opção “Transmission” no menu suspenso
“View”.
Neste caso, no seu estado inicial, a Tela Transmissão não contém objetos.

No caso da navegação a partir de outra tela (“Port view”, por exemplo) até a Tela Transmissão, a Tela
Transmissão é sempre inicializada e os objetos correspondentes são, então, exibidos nela (vide, por
exemplo, a Figura 13-2).

Selecionando-se a opção “Transmission” na barra de menu da Figura 13-2, será apresentado o menu
suspenso completo da Transmissão (Figura 13-3).

Estão disponíveis os seguintes itens do menu:

– “Add TP” Seleciona o TP para ser mostrado na tela Transmissão.


Será descrito no parágrafo seguinte.

– “Expand” Exibe os TPs que estão relacionados com o TP


selecionado. Será descrito neste capítulo. Vide parág.
13.14.1.

– “Hide” Oculta os TPs que estão relacionados com o TP


selecionado ou o TP selecionado. Será descrito neste
capítulo. Vide parág. 13.14.2.

– “TP Configuration” Estabelece parâmetros para o “Overhead”nos TPs


Síncronos. Será descrito neste capítulo. Vide parág. 13.6.

– “PDH TP Configuration” Estabelece parâmetros para os TPs Plesiócronos para


serem usados como uma referência de “timing”. Será
descrito neste capítulo. Vide parág. 13.7.

– “Alarm Persistency Time” Auxilia suprimir alarmes que oscilam. Será descrito neste
capítulo. Vide parág. 13.8.

– “Degraded Signal Threshold” Estabelece o parâmetro de Sinal Degradado. Será


descrito neste capítulo. Vide parág. 13.9.

– “Terminate TP” Termina um percurso em um CTP AU-4. Será descrito


neste capítulo. Vide parág. 13.10.

– “Disterminate TP” Não termina um percurso em um CTP AU-4. Será descrito


neste capítulo. Vide parág. 13.10.

– “Cross-Connection” Gerencia a conexão dos percursos. Vide parág. 15.

– “POM/SUT” Cria, configura e exclui TPs POM/SUT. Será descrito


neste capítulo. Vide parág. 13.11.

– “Performance” Estabelece e mostra os parâmetros e os dados da


Monitoração de Desempenho. Vide capítulo 17.

– “Structure TPs” Oferece a possibilidade de estruturar e desestruturar o TP


selecionado. Será descrito neste capítulo. Vide parág.
13.12.

1650 SMC 06/09/00 NE 13-7


– “Physical Media” Gerencia a configuração física do TP. Vide parág. 13.13.

– “Show Supported Board” Navega até o nível superior da placa. Será descrito neste
capítulo. Vide parág. 13.14.3.

– “Navigate do Port View” Permite mostrar o alarme detalhado do TP. Será descrito
neste capítulo. Vide parág. 13.14.5.

– “Navigate to selected TP” Navega até o TP selecionado, inicializando a “tela da


transmissão”do TP selecionado. Será descrito neste
capítulo. Vide parág. 13.14.5.

Estas opções serão descritas nos próximos parágrafos, com exceção das referenciadas
anteriormente.

Figura 13- 3. Opções de menu da Transmissão

NE 13-8 3AL 78987 AAAA


13.5 “ADD TP”
Selecione a opção “Transmission → Add TP”, como a figura a seguir.

Este item de menu abre o diálogo “TP Search” (vide Figura 13-4). O diálogo “TP Search” habilita ao
usuário buscar e adicionar um TP à Tela Transmissão (p.ex., pesquisar todos os TPs em uma placa
com PM ativado).

13.5.1 “TP SEARCH”

13.5.1.1 MODO “DEFAULT”

Neste modo, o diálogo exibe a estrutura de árvore do equipamento. Depois do clique duplo,
p.ex., em uma porta, o conteúdo da porta aparecerá no lado direito do diálogo (lista de TP).
Para manter pequeno o número de itens exibidos, eles são mostrados em ordem hierárquica.
Clique duas vezes novamente para rechamar o próximo nível (vide Figura 13-6).

1650 SMC 06/09/00 NE 13-9


Figura 13- 4. Diálogo "TP Search", Estado Inicial

Depois do clique duplo em um objeto, aparecerá uma janela de Informação (vide Figura 13-5). O texto
da mensagem corresponde ao objeto selecionado.

Figura 13- 5. Janela de Informação

NE 13-10 3AL 78987 AAAA


A busca pode ser interrompida com “Cancel”.

É possível selecionar diversos TPs individuais a partir da lista de TP, clicando-se sobre eles, enquanto
a tecla “Ctrl” no teclado é retida. Para selecionar um bloco de TPs, clique sobre o primeiro TP e, a
seguir, clique sobre o último TP no bloco, enquanto a tecla “Shift” no teclado é retida. Porém,
somente o primeiro TP selecionado na lista será mostrado na Tela Transmissão.

Figura 13- 6. Diálogo "TP Search" com Seleções de Vários TPs

1650 SMC 06/09/00 NE 13-11


Depois de clicar sobre “XConn State”, será exibida uma lista mais detalhada do TP (vide Figura 13-
7), que contém as informações do “status”da conexão em cruzamento.

Figura 13- 7. Diálogo "TP Search" com Informações de "Status" Exibidas

Os símbolos na lista de TP têm os seguintes significados:

(em conexões em cruzamento protegidas) Confiável (não conectadas)

Conectado unidirecionalmente de

Conectado unidirecionalmente para

Conectado unidirecionalmente de e para

Conectado bidirecionalmente

Não permitido

Figura 13- 8. Símbolos em "TP Search"

NE 13-12 3AL 78987 AAAA


A cor de fundo dos símbolos representa o “status”do TP:

– Cinza = desativo

– Verde = ativo

Uma maneira fácil de chamar as placas exibidas anteriormente, é usar “Board History”. Selecione a
respectiva placa a partir da lista.

Figura 13- 9. Lista de Verificação do Histórico da Placa

13.5.1.2 “SEARCH MODE”

Use “Search Mode” juntamente com as opções de filtro oferecidas abaixo da lista de TP (vide Figura
13-9). As seguintes opções estão disponíveis:

– “TPClass”:
Ignore, TU-12, VC-12, VC-12+TU-12, TU-3, VC-3, VC-3+TU-3, AU-4, VC-4, VC-4+AU-4.

– “Assign State”:
Ignore, NML, EML.

– “PerfMonitoring” (condição da Monitoração de Desempenho):


Ignore, ativado.

– “XconnState” (“status”da conectividade em curso):


Ignore, não conectado, conectado.

– “AlarmState” (Rastreio de Percurso):


Ignore, crítico, maior, menor, advertência, sem alarme.

1650 SMC 06/09/00 NE 13-13


– “TTI”:
Insira aqui o valor TTI. Não operativo na presente versão.

– “TP-Id Prefix”:
Insira o prefixo “TP-Id” na ordem Bastidor-Sub-Bastidor-Placa-Porta. Se um campo estiver
vazio, ele será tratado como um curinga.

Figura 13- 10. Diálogo "TP Search" com Diferentes Opções de Filtro

NE 13-14 3AL 78987 AAAA


Após a ativação do processo de busca com o botão “Search TP”, aparece a caixa de diálogo a
seguir. A busca pode ser interrompida clicando-se em “Cancel”.

Figura 13- 11. Diálogo "Information..." relativo ao Processo de Busca

N.B. Quando se pesquisa por TPs com PM ativado no NE, Bastidor ou Sub-Bastidor, o
tempo de solicitação pode ser muito longo. Recomenda-se pesquisar por TPs com PM
ativado no nível da placa (uma placa é selecionada para a pesquisa).

13.5.1.3 BOTÕES EM COMUM

Os seguintes botões estão disponíveis em todos os modos:

13.5.1.3.1 “OK”

Cancela o diálogo e abre a Tela Transmissão que contém o TP selecionado, como por exemplo a da
Figura 13-2.

13.5.1.3.2 “CLOSE”

Fecha o diálogo sem atualizar a Tela Transmissão.

13.5.1.4 “PRINT”

Este comando é usado para gerar e imprimir uma lista de TPs de acordo com a seleção do filtro em
curso (consulte a Figura 13-13, como exemplo de uma impressão).

1650 SMC 06/09/00 NE 13-15


O comando abre o seguinte diálogo:

Figura 13- 12. Imprimir

Selecione a impressora desejada a partir da caixa de lista e clique em “Ok” para iniciar o trabalho de
impressão ou aborte com “Cancel”.

O diálogo muda após o clique em “File”:

Figura 13- 13. Imprimir para Arquivo

Entre com o nome do arquivo de saída no campo de entrada ou selecione um nome de arquivo a
partir do diálogo “File Select”, clicando em “Select file”. Selecione se o formato de saída deverá ser
“Postscript” ou “ASCII”.

O arquivo de saída é gerado após o clique em “Ok”. Use “Cancel” para interromper o processo.

NE 13-16 3AL 78987 AAAA


Figura 13- 14. Exemplo de Impressão

13.5.1.4.1 “HELP”

Este comando abre a ajuda “online”relativa ao diálogo “TP Search”.

13.6 “TP CONFIGURATION”


Selecione a opção “Transmission → TP Configuration”, como na figura a seguir.

“TP Configuration” também pode ser acessada a partir do menu da tela “Port”.

1650 SMC 06/09/00 NE 13-17


13.6.1 CONFIGURAÇÃO DE TP DE ORDEM ALTA

Dependendo do TP selecionado, um diálogo aparece para a configuração dos principais parâmetros


do seguintes objetos:

– TTP VC-4 (PDH de 140 Mbit/s)

– TTP VC-3 (PDH de 34 e 45 Mbit/s)

– TTP VC-4 Mod (recurso matriz)

Os principais parâmetros são:

– “C2 Signal Label”: “Automatic”(decidido pelo NE) ou “Equipped not epecific”.

– “J1 Path Trace”. Não operativo na presente versão.

– “Enabling Monitoring”. Não operativo na presente versão.

– “Enabling Generator”. Não operativo na presente versão.

Aparecem os diálogos da figura a seguir:

NE 13-18 3AL 78987 AAAA


Figura 13- 15. Configuração de PT de Ordem Alta

13.6.1.1 “J1 PATH TRACE”

Não operativo da presente versão.


Se o Rastreio de Percurso tiver 16 “bytes” de extensão, o primeiro “byte” é uma soma da verificação
CRC7 calculada pelo NE.
Se o Rastreio de Percurso for menor que 16 “bytes”, será preenchido com zero “bytes” (“0”
hexadecimal).
Os campos “Expected”e “Transmitted”podem ser editados pelo operador.
Os campos “Received”são apenas de leitura.
Com o botão relevante, é possível ativar ou desativar a Monitoração TTI.
O botão TTI vazio permite enviar um rastreio de percuto todo zerado.

13.6.1.2 “C2 SIGNAL LABEL”

Os campos “Received”, “Expected”e “Transmitted”são somente de leitura.


Eles podem exibir os seguintes números, de acordo com as recomendações G.707, relativos ao rótulo
do Sinal C2:

– 0: Não equipado

– 1: Equipado não específico

– 2: Estrutura TUG

– 3: TU-n bloqueada

– 4: 34/35Mbit/s assíncronos

– 18: 140Mbit/s assíncronos

1650 SMC 06/09/00 NE 13-19


– 19: ATM

– 20: MAN, DQDB

– 21: FDDI

No campo “Transmitted”é possível selecionar os valores:

– “Automatic”: o valor do Rótulo do Sinal C2 é automaticamente selecionado pelo NE, de


acordo com a estrutura do VC.

– “Equipped not specific”(corresponde ao número 1).

13.6.2 CONFIGURAÇÃO DE TP DE ORDEM BAIXA

Dependendo do TP selecionado, aparece um diálogo para configurar os principais parâmetros dos


seguintes objetos:

– TTP VC-12.

Os principais parâmetros são:

– “V4 Signal Label”: “Automatic”(decidido pelo NE) ou “Equipped not specific”.

– “J2 Path Trace”. Não operativo na presente versão.

Aparecem os seguintes diálogos:

Figura 13- 16. Configuração de TP de Ordem Baixa


NE 13-20 3AL 78987 AAAA
13.6.2.1 “J2 PATH TRACE”

Não operativo na presente versão.

Se o Rastreio de Percurso for da extensão de 16 “bytes”, é uma soma da verificação CRC7


calculada pelo NE.
Se o Rastreio de Percurso for menor que 16 “bytes”, será preenchido com zero “bytes” (“0”
hexadecimal).
Os campos “Expected”e “Transmitted”podem ser editados pelo operador.
Os campos “Received”são somente de leitura.
Com o botão pertinente, é possível ativar ou desativar a Monitoração TTI.
TTI vazio envia um rastreio de percurso todo zerado.

13.6.2.2 “V5 SIGNAL LABEL”

Os campos “Received”, “Expected”e “Transmitted”são somente de leitura.

Eles podem exibir os seguintes números, de acordo com as recomendações G.707, relativos ao
Rótulo do Sinal V5:

– 0: Não equipado

– 1: Equipado não específico

– 2: Assíncrono

– 3: “Bit”Síncrono

– 4: “Byte”Síncrono

No campo “Transmitted”é possível selecionar os valores:

• “Automatic”: O valor do Rótulo do Sinal C2 é automaticamente selecionado pelo NE de


acordo com a estrutura do VC.

• “Equipped not specific”(corresponde ao número 1).

13.7 “TP PHD CONFIGURATION”


Selecione a opção “Transmission → PDH TP Configuration”, como a figura a seguir:

“PDH TP Configuration” também pode ser acessada a partir do menu da tela “Port”.

1650 SMC 06/09/00 NE 13-21


Este item do menu habilita a configuração dos mais importantes parâmetros de transmissão, com
relação a um TP PDH.
Somente os parâmetros compatíveis com o objeto são exibidos. As opções suportadas incluem
“Enable Framed Mode” e “Enable CRC4 Mode”.

Este comando está disponível para:

– E1-CTP

– E2-CTP

– E3-CTP

– DS3-CTP

– E4-CTP

Aparece o seguinte diálogo:

NE 13-22 3AL 78987 AAAA


Figura 13- 17. Configuração de Porta PDH

O “Enable CRC4 Mode” somente está disponível quando “Enable Framed Mode” é selecionado e
quando o TP suporta o Modo CRC4.

Pressione “Ok” para aplicar os parâmetros ou “Cancel” para fechar o diálogo.

13.8 CONFIGURAÇÃO DE “ALARM PERSISTENCY TIME”


Não operativo na presente versão.

13.9 CONFIGURAÇÃO DE “DEGRADED SIGNAL


THRESHOLD”
Selecione a opção “Transmission → Degraded Signal Threshold”, como a figura a seguir.

Não operativa na presente versão.

13.10 “TERMINATE/DISTERMINATE TP”

1650 SMC 06/09/00 NE 13-23


Selecione a opção “Transmission → Terminate TP” ou “Disterminate TP”, conforme figura a
seguir.

Apenas um comando no menu está disponível, dependendo se um TP está terminado ou não.

13.10.1 “TERMINATE TP”

Use esta ação para terminar um percurso. Pode ser executada sobre um CTP AU-4.
Uma conexão em cruzamento é criada entre o CTP AU-4 selecionado (= aTP) e um TTP VC-4 que
pode ser modificado (=bTP). Três TUG-3 e TU-3 são criados se o TTP VC-4 que pode ser modificado
ainda não estiver estruturado.
Um cruzamento aparece no ícone do TP terminado:

Se o TP já estiver conectado em cruzamento, aparecerá uma mensagem de erro.

13.10.2 “DISTERMINATE TP”

Use esta ação para desfazer o término de um percurso. Pode ser realizada sobre um CTP AU-4. A
respectiva conexão em cruzamento é apagada.

NE 13-24 3AL 78987 AAAA


13.11 “POM/SUT”
Selecione a opção “Transmission → POM/SUT”, conforme a figura a seguir.

“POM/SUT Configuration” também pode ser acessada a partir do menu da tela “Port”.

Os comandos deste item do menu são relativos ao gerenciamento do POM/SUT (Monitoração do


“Overhead”de Percurso/Término de Supervisão Não-Equipado).

Este comando está disponível para:

– AU-4 CTP

– TU-3 CTP

– TU-12 CTP

13.11.1 “CREATION/DELETION”

Abre o seguinte diálogo:

1650 SMC 06/09/00 NE 13-25


Figura 13- 18. Criação e Exclusão de POM/SUT

A Monitoração do “Overhead”de Percurso possui os seguintes parâmetros:

– Antes da Matriz

– Depois da Matriz (não compatível com a presente versão).

O Término de Supervisão Não-Equipado, não operativo nesta versão, possui os seguintes parâmetros:

– Depósito (antes da matriz)

– Depósito (depois da matriz)

– Fonte

– Bidirecional

Pressione “Ok” para aplicar os parâmetros ou “Close” para fechar o diálogo e descartar as
alterações não aplicadas com “Ok”.

As alterações serão exibidas na Tela Porta da seguinte maneira:

TP com POM depois da Matriz

NE 13-26 3AL 78987 AAAA


Figura 13- 19. Exibição do POM/SUT na Tela Porta

13.11.2 CONFIGURAÇÃO

Não operativa na presente versão.

Dependendo dos parâmetros selecionados no diálogo “POM/SUT Creation/Deletion”, nem todas as


seções do diálogo estarão disponíveis.

N.B. É possível abrir o diálogo de Configuração POM/SUT relativo a um CTP mesmo que
antes não tenha sido criado um “PathOverheadMonitor”ou um
“SupervisedUnequippedTermination”. Nenhuma alteração pode ser feita neste caso e
os valores exibidos podem ser ignorados.

Figura 13- 20. Configuração do POM/SUT

13.11.2.1 “TTI DEFINITION”

O TTI (Identificador de Rastreio de “Trail”) possui um comprimento máximo de 16 caracteres.

As seguintes Definições do TTI estão disponíveis:

– TTI Aguardado

1650 SMC 06/09/00 NE 13-27


– TTI Recebido sem a exibição

– TTI Enviado

Estão disponíveis os seguintes Tipos de TTI:

– TTI Ativado

– TTI Desativado

– TTI Contínuo

13.11.2.2 “ERROS DISTRIBUTION”

A Distribuição de erros de “Poisson”e de “Bursty”são compatíveis.

13.11.2.3 “ALARM SEVERITIES”

Permite alterar o ASAP indicado ao POM/SUT especificado.

13.11.2.4 “THRESHOLDS”

Estabelece as limiares dos seguintes parâmetros:

– Degradação de Sinal
Somente modo “Poisson”: de 10 -9 a 10-10.

– Erro Excessivo
Somente modo “Poisson”: de 10 -9 a 10-10.

– Degradação de “Bursty”
Selecione um valor entre 1 e 8000 erros/seg para a limiar de Degradação de “Bursty”.

– “Brusty”Consecutiva
Selecione um valor entre 2 e 10 seg para a “Bursty”Consecutiva.

13.11.2.5 “ALARM TIMING”

Não disponível.

13.11.2.6 “UNEQUIPPED TRAIL”

Não disponível.

13.12 “STRUCTURE TPS”


NE 13-28 3AL 78987 AAAA
Selecione a opção “Transmission → Structure TPs”, conforme figura a seguir.

Este item do menu oferece a possibilidade de estruturar e desestruturar um TP selecionado. O nível


que é selecionado define como o sinal será estruturado, p. ex., se um TTP VC4 for selecionado e o
item de menu TU-12 for escolhido, o sinal é estruturado abaixo dos 63 CTPs TU-12. Os itens de menu
a seguir representam todas essas possibilidades:

– TU-2. Não suportado.

– TU-3.

– TU-12.

– VC-3/VC-4. Não suportado.

– VC-12. Não suportado.

Os itens a seguir estão disponíveis para TPs síncronos:

– TTP VC-4 modificável: TU-3, TU-12

– TUG-3: TU-3, TU-12

– TUG-2: TU12.

13.13 “PHYSICAL MEDIA

1650 SMC 06/09/00 NE 13-29


Selecione a opção “Transmission → Physical Media”, conforme figura a seguir.

As opções “de “Physical Media” permitem estabelecer a configuração física de cada TP.

Ela abre um menu, no qual as várias opções estarão disponíveis de acordo com o tipo de TP (com
relação à opção comum com a “Port view”, é feita uma referência ao respectivo parágrafo).

– Gerenciamento de ALS Vide parág. 14.4.3

– Mostrar Configuração Ótica Vide parág. 14.4.2

– Configuração da Qualidade de TX Vide parág. 18.2.9

– Configuração de Fibra Simples Vide parág. 14.4.4

– Tráfego Extra Não operativa

– Gerenciamento da Seção de Regeneração Não operativa

– Gerenciamento de MSP Não operativa

– Configuração de MS Não operativa

– Comandos de MSP Não operativa

– Síntese de MSP NE Não operativa

– Configuração de “Loopback”da Porta Vide parág. 14.4.5

– Gerenciamento de “Loopback” Vide parág. 14.4.6

NE 13-30 3AL 78987 AAAA


– Configuração de Comprimento da Linha Vide parág. 14.4.7

13.14 COMANDOS DE NAVEGAÇÃO

13.14.1 “EXPAND”

Este item de menu oferece a possibilidade de exibir os TPs que estão relacionados com o TP
selecionado. São TPs que podem estar contidos no TP ou TPs que pertençam à porta física que está
atualmente conectada ao TP.

– Mostra o próximo nível dos TPs inferiores,

– Mostra todos os TPs inferiores,

– Mostra o próximo nível dos TPs superiores,

– Mostra todos os TPs superiores.

1650 SMC 06/09/00 NE 13-31


13.14.2 “HIDE”

Este item de menu oferece a possibilidade de ocultar todos os TPs superiores/inferiores de um TP


selecionado e de excluir um TP selecionado.

– TPs Inferiores,

– TPs Superiores,

– TPs Selecionados.

NE 13-32 3AL 78987 AAAA


13.14.3 “SHOW SUPPORTED BOARD”

Este menu oferece a possibilidade de navegar diretamente até a placa que suporta o TP.

Aparece a Tela Placa:

1650 SMC 06/09/00 NE 13-33


Figura 13- 21. Tela Placa

NE 13-34 3AL 78987 AAAA


13.14.4 “NAVIGATE TO PORT VIEW”

Este menu oferece a possibilidade de navegar até a Tela Porta correspondente, relativa ao TP
selecionado, a fim de acessar rapidamente a visão geral detalhada dos alarmes.

Aparece a Tela Porta:

1650 SMC 06/09/00 NE 13-35


Figura 13- 22. Tela Porta

NE 13-36 3AL 78987 AAAA


13.14.5 “NAVIGATE TO SELECTED TP”

Este menu oferece a possibilidade de navegar até o TP selecionado.

Neste caso, a tela Transmissão é inicializada, apresentando somente o TP selecionado.

1650 SMC 06/09/00 NE 13-37


Figura 13- 23. Visão do TP selecionado

NE 13-38 3AL 78987 AAAA


14. TELA DE PORTA ("PORT VIEW")

14.1 SUMÁRIO
Esta seção descreve as operações necessárias para a consulta, a modificação e a configuração de
cada porta.

A Tela Porta permite estabelecer e mostrar os recursos de transmissão (TP) referentes à Porta
específica: permite verificar os alarmes detalhados apresentados por cada TP da Porta, e o menu
disponível permite configurar a porta (muitas opções de configuração listadas no menu da porta são
comuns à tela “Transmissão”).
Nessas exibições, somente o TP específico da porta é apresentado.

O menu diferencia-se de acordo com o tipo de porta (SDH, PDH, HOA).

A Tela Porta pode ser acessada a partir das Telas Equipamento ou Transmissão.

A “Port view” é obtida selecionando-se a opção “Equipment” no menu suspenso “View”. A seguir,
clicando-se duas vezes no bastidor/equipamento/sub-bastidor presente, será exibido o sub-bastidor,
conforme descrito no capítulo 8.

Clicando-se duas vezes na placa selecionada, a tela Placa estará disponível, apresentando as portas
(vide capítulo 9).

Através do clique duplo em uma exibição da placa, a correspondente tela da porta será aberta (vide
Figura 14-1).

A “Por view” também pode ser obtida selecionado-se a opção “Transmission” no menu suspenso
“View”.

A seguir, a opção “Add TP” do menu “Transmission” permite selecionar e confirmar um TP (vide
descrição no parág. 13.5).

Na tela da transmissão que aparece, selecione o TP, e no menu “Transmission” selecione a opção
“Navigate to a port view”.
A exibição da porta HOA somente pode ser obtida a partir da tela Transmissão, selecionando-se o TP
o VC ou a TU.

Os tipos de porta contém o seguinte TP:

• Porta SDH: TTP SPI Elétrico ou Ótico, TTP RS, TTP prot (MSP TTP), CTP AU4,
Monitor de "Trail”(somente com POM ativado)

• Porta PDH: TTP PPI, CTP En, TTP VCn.


1650 SMC 07/03/00 NE 14-1
• Porta HOA: TTP VC4, TUG3, TUG2, TU3, TU12, Monitoração de “Trail” (somente com
POM ativado)

Figura 14- 1. Exemplo de uma Tela Porta

Na tela da porta, as mensagens exibidas no topo da exibição, em forma de caixas de mensagem,


fornecem maiores informações com respeito ao tipo e aos alarmes da porta. Por outro lado, as
mensagens exibidas na parte de baixo, fornecem informações sobre proteção MSP e estado ALS (se
elas forem compatíveis).

Uma mensagem abaixo do recurso do “mouse” fornece o nome e o tipo de porta. Uma mensagem
aparece na área de mensagens no canto inferior esquerdo da tela.

NE 14-2 3AL 78987 AAAA


14.2 TELA PORTA: ELEMENTOS NO TP
Os símbolos dos TPs (vide Figura 14-2) têm o seguinte significado:

– Área do Ícone de Alarme


As caixas de ícone representam alarmes. A cor das caixas muda de acordo com a
gravidade do alarme.

– Regra do TP
As caixas de ícone representam a função: Adaptação, Terminação ou Adaptação
Composta e de Terminação.

– Estado do Cruzamento conectado


Se a condição do recurso é conectado em cruzamento, aparecerá um ícone com um x
abaixo da caixa.

– Estado selecionado
Uma moldura laranja em torno da caixa identifica a seleção de TP, assim, o menu da porta
refere-se ao TP selecionado.

Figura 14- 2. Caixa do TP de Adaptação e de Terminação

A Figura 14-3 é um outro exemplo de TP com regra de função G.783 diferente.

Figura 14- 3. Caixa do TP de Adaptação G.783

1650 SMC 07/03/00 NE 14-3


14.3 MENU DA TELA PORTA
Selecionando-se a opção “Port” na barra de menu da Figura 14-1, será apresentado o menu
suspenso completo “Port” (Figura 14-4).

O menu diferencia-se de acordo com o tipo de porta (SDH, PDH, HOA), e introduz o seguinte:

– “Physical Media”: Gerencia a configuração física do TP da porta. Não


aplicável à porta HOA.
Será descrito no parágrafo seguinte.

– “AU4 Concatenation”: Não operativo. Somente para exibições de portas SDH.

– “POM/SUT configuration”: Estabelece parâmetros para TPs POM/SUT. Não


disponível para porta PDH.
Vide parág. 13.11.

– “PDH TP configuration”: Estabelece os parâmetros para os TPs Plesiócronos para


serem usados como uma referência de “timing”. Somente
para exibições de portas PDH.
Vide parág. 13.7.

– “TP configuration”: Estabelece os parâmetros para o “overhead”do Rótulo de


Sinal e do Rastreio de Percurso nos TPs Síncronos.
Vide parág. 13.6.

– “Cross Connection”: Gerencia a conexão dos percursos. Vide parág. 15.

– “Show supporting board”: Navega até o nível superior da placa.


Está descrito neste capítulo. Vide parág. 14.4.8.

– “Show TP performance data”: Não operativo.


Não disponível para porta HOA.

– “Performance”: Estabelece e mostra os parâmetros e os dados da


Monitoração de Desempenho. Vide capítulo 17.

– “Navigate to Transmission Permite ter uma visão completa do fluxo de sinal, abrindo
view”: todos os TPs.
Está descrito neste capítulo. Vide parág. 14.4.9.

NE 14-4 3AL 78987 AAAA


Figura 14- 4. Opções do menu da Porta

1650 SMC 07/03/00 NE 14-5


14.4 MENU DE OPÇÕES DO MEIO FÍSICO
As opções “Port → Physical Media” permitem estabelecer a configuração física de cada TP da
porta.

As opções “Physical Media” também podem ser acessadas a partir do menu “Transmission”.

Abre-se um menu que se diferencia de acordo com o tipo de porta:

• Porta SDH:
– Configuração da BER MS
– Configuração de laser ótico
– Gerenciamento do ALS
– Configuração da Qualidade SSM TX SDH: vide parág. 18.2.9
– Configuração de Fibra Simples SDH
– Gerenciamento da MSP: Não operativo
– Comando da MSP: Não operativo
– Configuração de “Loopback”da Porta
– Gerenciamento de “Loopback”
– Configuração de LAPD: vide parág. 7.6.

• Porta PDH:
– Configuração do Comprimento da Linha PDH
– Configuração de “Loopback”da Porta
– Gerenciamento de “Loopback”

Essas opções estão descritas nos próximos parágrafos, exceto as referenciadas anteriormente.

14.4.1 CONFIGURAÇÃO DE BER

Clique na opção “MS BER Configuration” do menu suspenso “Physical media” para estabelecer o
valor da limiar da BER Excessiva B2. Abre-se a Figura 14-5. O operador pode selecionar um valor
entre 10^(-9) ÷ 10^(-5) e estabelecer a ações consequentes quando a limiar escolhida for alcançada
(MS-RDI e MS-AIS).

NE 14-6 3AL 78987 AAAA


Figura 14- 5. Janela da BER Excessiva B2

14.4.2 PARÂMETROS DO “LASER” ÓTICO

Este comando permite obter informações detalhadas sobre as características óticas da porta que está
sendo visualizada.

Primeiramente selecione uma placa ótica, a seguir, clique na opção “Optical Laser Configuration”
do menu suspenso “Physical media” para visualizar os parâmetros da porta ótica selecionada.

A Figura 14-6 mostra um exemplo dos parâmetros da interface selecionada.


N.B.
Esta caixa de diálogo pode ser somente lida. Você não pode escrever nas caixas de
entrada.

Figura 14- 6. Visualizando os parâmetros de uma porta ótica

1650 SMC 07/03/00 NE 14-7


As portas “lasers”são identificadas por três características principais:

– “STM Level”: descreve os tipos de interface ótica de entrada/saída: STM1/STM4

– O comprimento da fonte do “laser”: as unidades são nanometros (nm = 10-9 m).

– O uso da porta: descreve se a porta “laser” é usada para transmissões “intraoffice” a


longa distâncias (Longa Distância ≅ 40 km) ou para transmissões “intraoffice” a curta
distâncias (Curta Distância ≅ 15 km).

Para fechar a caixa de diálogo clique na tecla “Cancel”.

14.4.3 CONFIGURAÇÃO DE “SHUTDOWN” AUTOMÁTICO DO


“LASER”

O objetivo deste parágrafo é descrever a porta ótica e, consequentemente, as fontes de “laser”.

A Interrupção automática do “laser” (ALS) é útil nos casos de perda de comunicação entre dois NEs,
devida à quebra da fibra ótica. Por razões de segurança, pode ser necessário fazer a interrupção do
“laser”para permitir a fixação do “link”de comunicação.

A função “shutdown” automático do “laser” somente pode ser configurada a partir das portas óticas do
equipamento.

Selecione a opção “Physical media” e, a seguir, a opção “Als Management” a partir do menu em
cascata.

A caixa de diálogo “Automatic Laser Shutdown State” abre (Figura 14-7). Desta janela, somente é
possível criar a função ALS (todos os comandos ALS estão em cinza). Selecione o botão “Apply” e
abra novamente a opção “Als Management” para configurar os parâmetros “ALS e “Restart”. A
Figura 14-8 abre.

NE 14-8 3AL 78987 AAAA


Figura 14- 7. Configuração do "Shutdown" Automático de Laser

Figura 14- 8. Gerenciamento do "Shutdown" Automático de Laser

1650 SMC 07/03/00 NE 14-9


A caixa de diálogo permite as seguintes ações:

a) Permitir “Shutdown”Automático de Laser

Para permitir a funcionalidade “shutdown” automático de laser, selecione a opção “ALS


Enabled” do botão da opção “ALS Function”.

b) Forçando o Laser a iniciar ou parar

Quando o laser é forçado para “ON” ou “OFF”, ele é reiniciado ou parado e o “Shutdown”
Automático de Laser é desativado, se já não estiver assim.
1) Forçar laser “ON”
Para executar um laser forçado “ON”, selecione a opção “Laser Forced ON” no botão da
opção “ALS Function”.
A partir da caixa de diálogo de confirmação que abre, você pode confirmar ou cancelar a
operação usando as teclas “Apply” ou “Close”.
2) Forçar laser “OFF”
Para executar um laser forçado “OFF”, selecione a opção “Laser Forced OFF” no botão
da opção “ALS Function”.
A partir da caixa de diálogo de confirmação que abre, você pode confirmar ou cancelar a
operação usando as teclas “Apply” ou “Close”.

Apagar / criar o gerenciamento ALS

Ativando ou Desativando a Reiniciação Automática / Manual de Laser

Para ativar (desativar) uma reiniciação automática de laser que se segue a um “shutdown”
automático de laser (reiniciação), selecione a opção “Enabled” (“Disabled”) do “ALS Auto
Restart”. O mesmo procedimento pode ser aplicado para “ALS Manual restart”: a reiniciação
manual permite executar uma reiniciação de laser para um período de tempo simples.

Aguardar tempo de reiniciação

O campo “Wait To Restart Time”, que indica o período de retardo em segundos, ocorrendo
antes uma reiniciação automática de laser, é disparado (resultante de um “shutdown”
automático). Se o recurso for compatível, esse retardo pode ser editado no campo respectivo
(segs.). O período do tempo de retardo para este equipamento está fixado em 70 segs.

Reiniciação Manual de Als

Quando a Reiniciação Manual de Als estiver Ativada, é possível entrar com dois diferentes
comandos: Reiniciação “Manual” ou “Test”. Se o recurso for suportado, o comando manual
ativa, imediatamente, uma reiniciação de laser simples: esse comando anula o “wait to restart
time”. A reiniciação de teste é similar à reiniciação manual, o laser, porém, permanece “ON” por
um período mais longo a fim de fazer medições da potência ótica recebida.

Quando todos os diferentes parâmetros estiverem configurados, selecione o botão “Apply” para
confirmar a configuração e feche a caixa de diálogo.
O botão “Close” permite cancelar as escolhas feitas.

Observe que o procedimento ALS somente é ativado (se ativo) quando a fibra tiver sido interrompida e
o estado do ALS não deve ser confundido com o estado do laser.

Os estados do ALS (vide Figura 14-9), exibidos pela área de mensagens do estado funcional da porta
ótica, são:

NE 14-10 3AL 78987 AAAA


“Off”= Nenhum ALS foi ativado.

“In test”= A reiniciação de laser foi ativada ou o laser foi Forçado ON/OFF.

“On”= O ALS foi ativado

Figura 14- 9. Estado atual do ALS

14.4.4 CONFIGURAÇÃO DE FIBRA SIMPLES

A configuração de fibra simples pode ser realizada com acopladores óticos passivos (vide Figura 14-
10).
O acoplador ótico não deve executar o “loop”do sinal Tx na Rx local.
Com este propósito e, em geral, para evitar um desacoplamento baixo de Tx/Rx, também quando a
linha ótica é interrompida, foi atribuída uma etiqueta de identificação ao lado da Tx local: a parte da Rx
no lado da recepção remota verifica a congruência entre as etiquetas recebidas e as esperadas. Se
uma etiqueta de sinal que não combina é reconhecida na seção recebida, será gerado um alarme (AIS
e RDI). O exemplo da Figura 14-10 mostra que a etiqueta “1” de Tx1 para Rx2 é aceita, enquanto a
etiqueta “2”de Tx2 para Rx1 também é aceita.

Figura 14- 10. Transmissão bidirecional em uma fibra simples

Selecione a opção “Physical media” e, a seguir, a opção “SDH Single Fiber” do menu em cascata.

1650 SMC 07/03/00 NE 14-11


A Figura 14-11 abre. Os seguintes campos devem ser considerados:

• “Allow Single Fiber” – seleciona o modo de transmissão na fibra simples (ativado ou


desativado).

• “Transmitted Media Type”- “byte”do “overhead”usado para a comunicação:


– “Byte”Dependente do Meio da Seção de Regeneração, ou
– “Byte”S1 da Seção Multiplex (a parte não usada para SSM)

• “Byte”do Meio Transmitido –etiqueta indicada para Tx (0-13).

• Seção Recebida:
– Etiqueta Recebida
– Etiqueta Esperada

Figura 14- 11. Tela da Configuração de Fibra Simples

14.4.5 CONFIGURAÇÃO DE “LOOPBACK”

Os “loopbacks” podem ser aplicados no nível da linha (externo ao equipamento) ou no nível interno do
equipamento. Os comandos de “loopback” são usados para separar a rede de comunicações em
partes independentes que verificam a funcionalidade linha/equipamento durante a instalação da rede
ou durante operações de manutenção.

A arquitetura do “looback”fornece seis configurações (vide Figura 14-12).


“Loopback”de Linha e Contínuo
“Loopback”de Linha e AIS

NE 14-12 3AL 78987 AAAA


“Loopback”Interno e Contínuo
“Loopback”Interno e AIS

Na presente versão, os “loopbacks” somente estão ativos nas portas PDH de 2Mbit/s e 34/45Mbit/s.
34/45Mbit/s somente “Loopback”e Contínuo.

Figura 14- 12. Configurações de "Loopback"

1650 SMC 07/03/00 NE 14-13


Abra a Tela Porta e selecione um TP que suporta a Configuração de “Loopback”. A seguir, clique o
menu suspenso “Port”. Selecione a opção “Physical media” e, a seguir, a opção de menu “Port
Loopback Configuration” do menu em cascata. A Figura 14-13 abre.

Figura 14- 13. Tela dos "Loopbacks" da Porta

Escolha o TP clicando no botão “Choose TP”. Selecione o TP onde será aplicado o comando
“loopback”.
Com relação ao comando de seleção de TP, siga as descrições de busca de TP contidas no capítulo
“Tela Transmissão”. Com relação a este NE, o campo “Timed Loopbacks” não é gerenciado e,
consequentemente, o tempo dos “loopbacks”de Início/Parada não pode ser editado.

Os “loopbacks”atuam nos seguintes TPs:

• Porta PDH:
– “loopback”de linha: PPI, “loopback”interno: CTP Pn.

• Porta SDH:
– “loopback”de linha: SPI, “loopback”interno: TTP RS.

NE 14-14 3AL 78987 AAAA


14.4.6 GERENCIAMENTO DE “LOOPBACK”

Para gerenciar a configuração de “loopback”, clique na opção de menu “Loopback Management” do


menu “Physical Media”. A Figura 14-14 abre.

Os “loopbacks” configurados são listados na tabela de “loopbacks” em curso. Essa tabela pode ser
gerenciada através dos comandos “Search”, “Delete”e “Create”.

– Para configurar o filtro, selecione o tipo “Loop and Continue” (“Yes” = “Loop And Continue”,
“No” = “Loop And AIS). A seguir, selecione a “Directionality” “Internal” ou “Line” e edite o
“Initial TP Id” (escreva: “rack”, “subrack”, “board”, “port#” e tipo de TP: EIS (SPI/PPI
Elétrica), OpS (SPI/PPI Ótica), MST e assim por diante. Com relação ao “Initial TP” deve-
se considerar o sinal que sai, enquanto que para “Destination TP” deve-se considerar o
sinal que entra.
Ative o sinal através do botão Ativar/Desativar “Toggle Filter”. Clique no botão “Search”
para iniciar a pesquisa do “loopback” configurado dentro da tabela de “loppbacks” em
curso.

– O comando “Delete” permite apagar um “loopback” listado na Tabela de “loopbacks” em


curso: selecione um “loopback”na lista e clique no botão “Delete”.

– O comando “Create” permite criar uma nova configuração de “loopback”. Clicando-se em


“Create” a figura anterior abre (Figura 14-13). Siga as indicações do parágrafo anterior
para criar uma nova configuração de “loopback”.

1650 SMC 07/03/00 NE 14-15


Figura 14- 14. Gerenciamento de "Loopback"

NE 14-16 3AL 78987 AAAA


14.4.7 CONFIGURAÇÃO DO COMPRIMENTO DA LINHA PDH

Para gerenciar a configuração do Comprimento da Linha, clique na opção de menu “PDH Line
Length Configuration” do menu “Physical Media”. A Figura 14-15 abre.

Este diálogo permite configurar o comprimento da linha com relação ao TP PPI PDH de uma porta de
45 Mbit/s.

O botão “OK” valida a configuração e fecha a caixa de diálogo.

O botão “Cancel” remove o diálogo.

Figura 14- 15. Tela da Configuração do Comprimento da Linha PDH

1650 SMC 07/03/00 NE 14-17


14.4.8 MOSTRAR PLACA DE SUPORTE

Clique na opção de menu “Show Supporting Board” do menu “Port → Physical Media” para
navegar até a placa que suporta a exibição da porta selecionada.

A Figura 14-16 abre (exemplo).

Figura 14- 16. Exemplo de Tela Placa.

NE 14-18 3AL 78987 AAAA


14.4.9 NAVEGAR ATÉ A TELA TRANSMISSÃO

Clique na opção de menu “Navigate to Transmission View” do menu “Port → Physical Media”
para navegar até a correspondente Tela Transmissão que está relacionada ao TP selecionado.

A navegação até a tela Transmissão permite ter uma visão completa do fluxo de sinal, conforme
exemplo da figura a seguir.

Figura 14- 17. Após a seleção de "Navigate to Transmission view"

1650 SMC 07/03/00 NE 14-19


NE 14-20 3AL 78987 AAAA
15. GERENCIAMENTO DE CONEXÃO EM
CRUZAMENTO

15.1 INTRODUÇÃO

15.1.1 SUMÁRIO

O objetivo desse domínio é gerenciar a conexão do percurso de nível alto e baixo.

Os capítulos a seguir fornecem ao usuário informações relativas às operações sobre conexões em


cruzamento:

– Capítulo “Estruturas Multiplex para SDH”


oferece um sumário sobre a tecnologia SDH

– Capítulo “Definição dos Pontos de Término”


oferece um sumário sobre os pontos de término implementados no NE

– Capítulo “Tipos de Conexão em Cruzamento”


fornece informações relativas aos tipos de conexão em cruzamento suportados pelo NE

– Capítulo “Proteção de Conexão em Cruzamento”


fornece informações relativas à proteção em cruzamento suportada pelo NE

– Capítulo “Sequência Operativa para executar Conexões em Cruzamento”


detalha todo o procedimento para realizar a conexão em cruzamento

– Capítulo “Criar/Modificar Conexões em Cruzamento”


descreve a criação e a modificação de conexões em cruzamento

– Capítulo “Ativar/Desativar/Excluir Conexões em Cruzamento”


descreve a ativação, desativação e exclusão de conexões em cruzamento.
A ativação e a desativação não são compatíveis com a presente versão.

– Capítulo “Dividir e Reunir Conexões em Cruzamento”


descreve como dividir ou juntar conexões em cruzamento bidirecionais. Não compatíveis
com a presente versão.

1650 SMC 07/03/00 NE 15-1


– Capítulo “Comutação de Proteção”
trata das ações de comutação (força, manual, proteção bloqueada) nas conexões em
cruzamento.

– Capítulo “Imprimir”
trata das entradas de listas de impressão nas impressoras ou nos arquivos.

– Capítulo “Alternância de Porta”


trata das comutações da AU-4 nas conexões AU4-VC4.

– Capítulo “Mostrar TPs Conectados em Cruzamento”


descreve a possibilidade de exibir conexões entre dois ou mais TPs de diferentes
hierarquias, p. ex., conexão entre AU4 e VC4.

15.1.2 ESTRUTURAS MULTIPLEX PARA SDH

Com a introdução da Hierarquia Digital Síncrona (SDH), criou-se uma transmissão padronizada, que
combina os padrões europeus com os padrões americanos. A estrutura do sinal SDH contém um
“overhead” estendido, bem como, uma indicação controlada do ponteiro fixo dos elementos de sinal
do usuário, melhorando, consequentemente, as possibilidades de gerenciamento da rede.

Os sinais da Hierarquia Digital Síncrona (SDH) e Plesiócrona (PDH) são compactados pelos
multiplexadores síncronos em “Containers” Virtuais (VC). A estrutura do sinal STM-1 é alcançada
através da utilização da estrutura multiplex, em conformidade com ITU-T e ETSI (vide Figura 15-1).
Cada um dos canais do usuário (2 Mbit/s, 34 Mbit/s, 45 Mbit/s e 140 Mbit/s) é compactado em um
“container”síncrono para o quadro STM-1, de acordo com uma estrutura pré-definida.

Para ajustar os sinais plesiócronos ao “clock” da rede síncrona, estão disponíveis certos algoritmos de
preenchimento. “Bits” fixos de preenchimento são inseridos dentro dos sinais síncronos. Uma coluna
de “bytes” (9 “Bytes”) como “Overhead” de Percurso (POH) é adicionada ao “Container” (C) gerado. O
“Overhead” de Percurso e o “Container” juntos formam o “Container” Virtual (VC). Com o ponteiro
apontando para o início do VC, com relação ao quadro STM-1, é gerada uma Unidade Administrativa
(AU) ou – caso diversos “Containers” de um grupo sejam combinados – uma Unidade Tributária (TU).
Várias TUs formam um Grupo de Unidade Tributária (TUG) e os TUGs, novamente, podem ser
combinados dentro de um VC. A AU do sinal, junto com o “Overhead” de Seção (SOH), finalmente,
compõem o quadro STM-1.

NE 15-2 3AL 78987 AAAA


Figura 15- 1. Estrutura Multiplex, de acordo com G.709 do ITU-T

1650 SMC 07/03/00 NE 15-3


O quadro STM-1 consiste de:

– Um “Overhead”de Seção (SOH)

– Uma área do Ponteiro AU

– Uma área de “payload”

Figura 15- 2. Construção de Quadro dentro da Hierarquia Digital Síncrona

O quadro STM-1 possui uma taxa de “bit” básica de 155.520 Mbit/s. Um canal simples de usuário é
compactado dentro de um “Container” Virtual. Esses “Containers” Virtuais são de diferentes tamanhos
e podem ser aninhados ou compactados de forma diferente.

“Containers”Virtuais com relação às taxas de “bit”européias:

– o quadro STM-1 contém um VC-4,

– um VC-4 pode conter um C-4 ou três TUG-3,

– cada TUG-3 pode conter um VC-3 ou sete TUG-2,

– cada TUG-2 contém três VC-12 ou um VC-2.

Um sinal de usuário STM-1 pode ser construído com:

– ou 1 x VC-4

– ou 3 x VC-3

– ou 2 x VC-3 + 7 x VC-2

– ou 2 x VC-3 + 21 x VC-12

NE 15-4 3AL 78987 AAAA


– ou 1 x VC-3 + 14 x VC-2

– ou 1 x VC-3 + 7 x VC-2 + 21 x VC-12

– ou 21 x VC-2

– ou 14 x VC-2 + 21 x VC-12

– ou 7 x VC-2 + 42 x VC-12

– ou 63 x VC-12.

Os sinais STM-N são construídos por múltiplos de inteiros do sinal básico STM-1 de 155.520 Mbit/s.
Por exemplo, um sinal STM-16 de 2.488.320 Mbit/s é gerado através da combinação do “byte”
intercalado de dezesseis sinais STM-1.

15.1.3 DEFINIÇÃO DOS PONTOS DE TÉRMINO (TP)

Quando as portas são representadas na interface do usuário, são usadas as abreviações a seguir.

Esta seção diz respeito à estrutura multiplex (vide Figura 15-1), bem como, ao modelo de informações
da programação orientada de objeto, que foi usado quando da formação da interface do usuário. Via
de regra, um Ponto de Término (TP) é o ponto de início e de término de um segmento da
transmissão. É feita uma distinção entre os seguintes tipos de TPs:

– CTP (Ponto de Término de Conexão)


O CTP representa o término de uma conexão. O sinal de transmissão é “terminado”, isto é,
o sinal recebido é monitorado e a sinalização de erro avaliada, enquanto que a sinalização
com código próprio é inserido no sinal transmitido.

– TTP (Ponto de Término de “Trail”)


O TTP representa o término de um segmento de transmissão. O sinal é monitorado e
transmitido após a modificação em uma ou outra forma.

Os dois tipos de TP existem no nível SDH e no nível PDH.

– CTPs no nível SDH


No nível SDH (vide Figura 15-3) é feita uma distinção entre os seguintes CTPs:

• au4 (Ponto de Término de Conexão au4)


O au4CTP representa tanto a criação, como o término de uma conexão STM-1. A
função Supervisão de Conexão de Ordem Alta (HCS) está incluída.

• tux (Ponto de Término de Conexão tux), p.ex., tu12CTP, tu3CTP.


O tuxCTP representa tanto a criação, como o término de uma conexão vcx. A função
Supervisão de Conexão de Ordem Baixa (LCS) está incluída.

– CTPs no nível PDH


No nível PDH (vide Figura 15-4) é feita uma distinção entre os seguintes CTPs:

• e4CTP (Ponto de Término de Conexão e4)


O e4CTP representa tanto a criação, como o término de uma conexão de 140 Mbit/s.

1650 SMC 07/03/00 NE 15-5


• e3CTP (Ponto de Término de Conexão e3)
O e3CTP representa tanto a criação, como o término de uma conexão de 34 Mbit/s.

• DS3CTP (Ponto de Término de Conexão DS3)


O DS3CTP representa tanto a criação, como o término de uma conexão de 45 Mbit/s.

• e1CTP (Ponto de Término de Conexão e1)


O e1CTP representa tanto a criação, como o término de uma conexão de 2 Mbit/s.

– TTPs no nível SDH


No nível SDH (vide Figura 15-3) é feita uma distinção entre os seguintes TTPs:

• esTTP (TTP de Seção Elétrica)


Um esTTP representa as características físicas de uma porta com acesso elétrico
(monitoração e conversão de nível e código).

• osTTP (TTP da Seção Ótica)


Um os TTP exibe as características físicas de uma porta com acesso ótico
(monitoração e conversão de nível e código).

• rsTTP (TTP da Seção de Regenerador)


Um rsTTP exibe a criação e/ou término de um RSOH (“Overhead” da Seção de
Regenerador), isto é, linhas de 1 a 3 das primeiras 9xN colunas de um quadro STM-N.

• msTTP (TTP da Seção de Multiplexador)


Um msTTP exibe a criação e/ou término de um MSOH (“Overhead” da Seção de
Multiplexador), isto é, linhas de 5 a 9 das primeiras 9xN colunas de um quadro STM-N.

• protTTP (TTP da Proteção da Seção de Multiplexador)


Um protTTP exibe a proteção da seção multiplex.

– TTPs no nível PDH


No nível PDH (vide Figura 15-4) é feita uma distinção entre os seguintes TTPs:

• vc4 (Ponto de Término de “Trail”vc4)


Um vc4TTP representa tanto a criação, como o término de um percurso VC4.

• P (Ponto de Término de “Trail”pPI)


No lado PDH, um pPITTP corresponde ao esTTP do lado síncrono. Dependendo do
tipo, ele pode exibir as características de uma porta de 140 Mbit/s, ou uma de 45 Mbit/s,
ou uma de 34 Mbit/s, ou uma de 2Mbit/s.

• vc3 (Ponto de Término de “Trail”vc3)


Um vc3TTP representa tanto a criação, como o término de um percurso VC3.

• vc12 (Ponto de Término de “Trail”vc12)


Um vc12TTP representa tanto a criação, como o término de um percurso VC12.

NE 15-6 3AL 78987 AAAA


Figura 15- 3. Diagrama do Nível de Transporte SDH

1650 SMC 07/03/00 NE 15-7


Figura 15- 4. Diagrama do Nível de Transporte PDH

15.1.4 TIPOS DE CONEXÕES EM CRUZAMENTO

Uma conexão em cruzamento representa uma conexão lógica entre a entrada e a saída da matriz,
chamada porta matriz.

A matriz apenas recebe e transmite sinais no formato GTI. A Interface Genérica de Transporte (GTI),
formato de sinal padronizado da Alcatel para interfaces internas, é igual ao formato STM-1. Os sinais
que entram são mapeados ou convertidos ao formato GTI nas placas I/O plesiócrona e síncrona. Esse
quadro é baseado no quadro STM-1, especificado pela Recomendação G.707 do ITU-T. Ele permite o
transporte de todos os sinais nos níveis de 1 a 4 da hierarquia do US e da hierarquia da ETSI (de 1.5
Mbit/s a 140 Mbit/s) mapeados para “Containers”Virtuais (VCs) (vide Figura 15-1).

Os VCs são enviados das placas I/O para as duas cópias da Matriz (A e B) via GTI. A matriz realiza a
conexão em cruzamento no nível VC-4, VC-3, VC-2 ou VC-12 e transfere os VCs para as respectivas
placas I/O via GTI. A configuração das duas cópias da matriz é sempre idêntica. Nas placas I/O, um
sinal GTI é selecionado da Cópia A ou Cópia B, com base na qualidade.

O NE suporta conexões unidirecionais, bidirecionais e de "broadcast" não-protegidas, assim como,


protegidas.

NE 15-8 3AL 78987 AAAA


15.1.4.1 CONEXÃO UNIDIRECIONAL

As informações são transmitidas exclusivamente da porta de entrada para a porta de saída (ponto-a-
ponto); não existe roteamento na direção oposta.

Figura 15- 5. Conexão Unidirecional

15.1.4.2 CONEXÃO BIDIRECIONAL

As informações são transmitidas entre a porta de entrada e a porta de saída nas duas direções
(ponto-a-ponto).

Figura 15- 6. Conexão Bidirecional

15.1.4.3 CONEXÃO DE "BROADCAST" (MULTI-“LEG” / MULTI-PONTO)

Em contraste à conexão em cruzamento entre apenas dois pontos (ponto-a-ponto), uma fonte e um
depósito, uma conexão de "broadcast" consiste de uma fonte e vários depósitos, diferentes ramos
(“legs”) que compartilham o mesmo TP fonte.

No exemplo abaixo, as informações são difundidas a partir de uma entrada em direção às saídas A, B
e C nos três ramos (“legs”).

Figura 15- 7. Exemplo de Conexão de "Broadcast" com Três "Legs"

1650 SMC 07/03/00 NE 15-9


Um fator decisivo para a capacidade de "broadcast" do sistema é a taxa de expansão do estágio de
entrada da matriz.
A capacidade de comutação é otimizada com uma taxa máxima de 14 x 16. A diminuição da taxa de
expansão para 12 x 16 (recomendada), 10 x 16 ou 8 x 16, aumenta a capacidade de "broadcast" mas
diminui a capacidade de comutação para 384, 320 ou 256 portas STM-1 equivalentes,
respectivamente.

Uma caixa de advertência indica quando os recursos disponíveis para conexões em cruzamento estão
esgotados.

N.B. Monitoração de Não-Intrusão


A adição de um “leg”de proteção à uma conexão unidirecional oferece a habilidade de
realizar a monitoração de não-intrusão nessa conexão. Nenhum erro é introduzido na
conexão original com a aplicação ou remoção do “leg”de proteção.

15.1.5 PROTEÇÃO DA CONEXÃO EM CRUZAMENTO

15.1.5.1 CONEXÃO UNIDIRECIONAL PROTEGIDA

Uma conexão unidirecional é roteada da Entrada A para a Saída (rota primária). Em caso de falhas, o
sistema comuta, automaticamente, para o percurso de proteção da Entrada da proteção B para a
Saída. Essa segunda conexão é permanentemente mantida na operação de reserva ativa (vide Figura
15-8).

Figura 15- 8. Conexão Unidirecional Protegida

NE 15-10 3AL 78987 AAAA


15.1.5.2 CONEXÃO BIDIRECIONAL PROTEGIDA

Uma conexão bidirecional é roteada da Entrada A para a Saída C (rota primária). Tanto a Entrada A
(entrada protegida – vide Figura 15-9), como a Saída C (saída protegida – vide Figura 15-10) podem
ser protegidas:

Figura 15- 9. Conexão Bidirecional - Entrada Protegida

Figura 15- 10. Conexão Bidirecional - Saída Protegida

15.1.5.3 CONEXÃO DE "BROADCAST" PROTEGIDA

A "broadcast" protegida é realizada como uma série de conexões undirecionais independentes e


protegidas, usando o mesmo par de pontos de término de entrada, conforme ilustrado na Figura 15-
11. Cada proteção pode ser forçada, bloqueada ou comutada de forma independente. Portanto, se
ocorrer uma falha em uma determinada entrada, é possível que apenas algumas proteções da
"broadcast" protegida comute, efetivamente, para a entrada de proteção.

Figura 15- 11. "Broadcast" Protegida

A Figura 15-11 mostra uma conexão de difusão da entrada A para as saídas A, B e C. Os ramos
(“legs”) 2 e 3 estão protegidos via entrada B, enquanto que o “leg”1 não está protegido.

Na presente versão, somente um entre os N ramos (“legs”) pode ser protegido.

1650 SMC 07/03/00 NE 15-11


15.1.5.4 CONEXÃO “DROP AND CONTINUE”

Uma conexão “Drop and Continue”é uma composição de (vide Figura 15-12):

• uma conexão unidirecional roteada da Entrada A para a Saída C e, também, para a


Entrada de proteção B

• uma conexão unidirecional da Entrada de proteção B para Saída C

• uma conexão unidirecional da Saída C para a Entrada ª


A Saída C está protegida; quando recebe a conexão da Entrada principal, ela é definida
como normal e quando recebe da Entrada de Proteção principal é conexão inversa.

Todas as conexões são criadas numa única etapa de configuração.

Figura 15- 12. "Drop and Continue" - Normal

15.2 SEQUÊNCIA OPERATIVA PARA EXECUTAR


CONEXÕES EM CRUZAMENTO
Este parágrafo lista todo o procedimento para realizar as conexões em cruzamento que se
movimentam entre os vários menus.

Foram consideradas duas hipóteses principais:

• uma conexão em cruzamento do sinal de ordem alta (AU4)

• uma conexão em cruzamento do sinal de ordem baixa (exemplo: TU12)

Procedimento relativo ao sinal de ordem alta (AU4)

– Selecione a opção “Transmission”do menu “View”

– Selecione “Transmission” → “Cross Connection Management”

– Clique em “Create” na janela “Cross Connection Management”; será aberta uma nova
janela denominada “Main Cross Connection”.

• Selecione o valor correto nos campos “Type”e “Protection”

NE 15-12 3AL 78987 AAAA


– Clique em “Choose” relativo ao campo “Input”; será aberta uma nova janela denominada
“TP search”.

• No campo “Equipment” selecione a Placa; no campo “Transmission Points” selecione a


AU4

– Clique em “OK”; a janela “TP search”será fechada.

– Na janela “Main Cross Connection” repita o mesmo no campo “Output” e no campo “Prot.
Input”com relação às conexões protegidas.

– Clique em “OK” na janela “Main Cross Connection” para finalizar a criação e, a seguir,
clique em “Cancel”para ir até a janela “Cross Connection Management”.

– Clique em “Search” na janela “Cross Connection Management” para ver a nova conexão
em cruzamento criada.

Procedimento relativo ao sinal de ordem baixa (exemplo: TU12)

– Selecione a opção “Transmission”do menu “View”

– Selecione “Transmission” → “Add TP”; será aberta uma nova janela denominada “Tp
search”

• No campo “Equipment” selecione a Placa. No campo “Transmission Points” selecione a


AU4 e clique em “OK”.
Na janela da transmissão será exibido o bloco AU4.

– Selecione “Transmission” → “Terminate TP”; será exibido o cruzamento no bloco AU4

– Clique duas vezes no bloco AU4 e no bloco VC4 que aparecem e, a seguir, selecione o
TUG3 mostrado

– Selecione “Transmission” → “Structure TPs”, selecionando então a estrutura

N.B. A AU4, por conseguinte, termina em um VC4 do circuito matriz da unidade COMPACT
ADM.
O VC4 é automaticamente escolhido e indicado como “port # n”, onde “n”é o número
do VC4.
Essa conexão aparecerá na tela “Cross Connection Management”numa linha
independente.

– Clicando-se duas vezes nos blocos TUG3 e TUG2 na janela da transmissão, será exibida
a TU12, caso o TU12 (exemplo) tenha sido selecionado.

– Selecione o TU12 para ser usado

– Selecione “Transmission” → “Cross Connection” → “Cross Connection Management”; será


aberta uma nova janela denominada “Cross Connection Management”

– Na janela “Cross Connection Management”clique no botão “Create”; será aberta uma nova
janela denominada “Main Cross Connection”

• Selecione o valor correto nos campos “Type”e “Protection”

– Clique em “Chose” relativo ao campo “Input”; será aberta uma nova janela denominada
“TP search”

1650 SMC 07/03/00 NE 15-13


• No campo “Equipment” selecione a Placa. No campo “Transmission Points” selecione o
TP estruturado (exemplo: TU12 1.1.1)

– Clique em “OK”; a janela “TP search”será fechada

– Repita o mesmo no campo “Output” e no campo “Prot. Input” com relação às conexões
protegidas

– Clique em “OK” na janela “Main Cross Connection” para finalizar a criação e, a seguir,
clique em “Cancel”para ir até a janela “Cross Connection Management”

– Clique em “Search” na janela “Cross Connection Management” para ver a nova conexão
em cruzamento criada.

NE 15-14 3AL 78987 AAAA


15.3 GERENCIAMENTO DE CONEXÕES EM
CRUZAMENTO
Uma lista de conexões em cruzamento pode ser exibida no diálogo “Cross-Connection
Management” (vide Figura 15-14). O diálogo pode ser acessado através da tela “Transmission” ou
“Port”, ou através do menu “Configuration”.

A tela “Transmission” é apresentada com o menu suspenso “View → Transmission”.

A tela “Port” é apresentada com o menu suspenso “View → Equipment”, clicando-se, a seguir, nos
objetos apresentados.

1650 SMC 07/03/00 NE 15-15


O diálogo “Cross-Connection Management” exibe uma lista das conexões em cruzamento na porta
selecionada, se ele for acessado via tela “Port” ou “Transmission”, depois de se selecionar uma
porta.
O diálogo “Cross-Connection Management” estará vazio inicialmente, se for acessado via tela
“Transmission” (vide Figura 15-13). O mesmo acontece acessando-se a partir do menu
“Configuration” ou da tela “Port” sem a seleção de um TP.

Uma lista das conexões em cruzamento são exibidas a pedido.

NE 15-16 3AL 78987 AAAA


Existem duas possibilidades de exibição da lista de conexões em cruzamento:

– não entre com qualquer critério de busca e pressione o botão “Search” para exibir uma
lista de todas as conexões em cruzamento existentes

– entre com o critério de busca (um ou mais) e, a seguir, pressione o botão “Search” para
exibir uma seleção de conexões em cruzamento. Estabeleça “Ignore” para os atributos
que não serão usados como critério de filtragem

Use o botão “Cancel Search” para cancelar uma solicitação ativa de busca ou fechar o diálogo.

15.3.1 CRITÉRIO DE BUSCA

– “Trailname”(não compatível com a presente versão)


Selecione o modo de operação e entre com o nome da conexão em cruzamento:

• “Substring”
entre com qualquer cadeia relativa ao nome da conexão em cruzamento

• “Exact Match”
entre com o nome exato da conexão em cruzamento

– “ACD”(não compatível com a presente versão)


Entre com o Domínio do Controle de Acesso das respectivas conexões: E = conexão feita
com 1353SM, M = conexão feita com 1354RM, vazio = conexão feita com CT.
Essa opção de filtro somente pode ser usada se, pelo menos, um ACD for definido no NE e
um ou mais conexões em cruzamento forem atribuídas a esse(s) ACD(s).

– “Type”
Selecione o tipo de conexão:

• Unidirecional

• Bidirecional

• Multi-ponto

• “Drop&Continue”

– “Protection”
Selecione a funcionalidade da proteção:

• Protegida

• Não-Protegida

– “State”
Selecione o estado da conexão:

• Ativado

1650 SMC 07/03/00 NE 15-17


• Desativado (não operativo na presente versão. O estado da conexão é sempre Ativado)

– “Prot. State”
Selecione o estado da proteção (para informações mais detalhadas, consulte o Capítulo
9.5):

• Forçado para Fonte

• Forçado para Proteção

• Comutação Manual para Fonte

• Comutação Manual para Proteção

• Comutação Automática para Fonte

• Comutação Automática para Proteção

• Bloqueio

• Normal I

• Normal P

– “TP Class”
Selecione um dos tipos de TP envolvidos na conexão em cruzamento solicitada.

– “TP ID Prefix”
Selecione o tipo de TP e a localização física da porta, ou somente a localização física, pelo
menos, abaixo do nível da placa, de acordo com o seguinte formato:
“r<rack#>s<subr#>b<board#>/port#<port#>-TP”

NE 15-18 3AL 78987 AAAA


Figura 15- 13. Diálogo "Cross-Connection Management" (Estado Inicial)

15.3.2 LISTA DE CONEXÕES EM CRUZAMENTO

Após uma busca bem sucedida, aparece uma lista somente de leitura das conexões em cruzamento
que combinam com o critério de busca (vide Figura 15-14). O número de conexões em cruzamento
que combinam é exibido no canto superior esquerdo da lista. A lista contém informações relativas aos
parâmetros a seguir, com relação a cada conexão em cruzamento:

– “Cross Conn. Name”


nome do “trail”da conexão em cruzamento

– “Prot. State”
informações detalhadas de comutação no formato:
“<protection state> <traffic ind> (<location>:<signal state>-<switch status>,
[<location>:<signal state>-<switch status>])”

• “<protection state>”
Normal, Auto, Bloqueio, Forçado ou Manual

• “<traffic ind>”
indica a localização do tráfego em curso:
P (entrada de Proteção) ou I (Entrada)

• “<location>”
indica a localização do sinal errado:
P (entrada de Proteção) ou I (Entrada)

1650 SMC 07/03/00 NE 15-19


• “<signal state>”
indica o estado do sinal: SD (Degradação de Sinal) ou SF (Falha de Sinal)

• “<switch status>”
“status”da comutação:
c (completada) ou p (pendente)
Exemplo:
“Auto I”(P:SD-c)
Houve uma comutação Automática da entrada de proteção para a Entrada (“Input”) onde o
tráfego está presentemente localizado. A razão para a comutação automática foi o Sinal
Degradado na entrada da Proteção. A comutação foi completada.

– “State”
estado da conexão, indicando se a conexão em cruzamento está A(tivada) ou D(esativada)

– “Dir”
Tipo de conexão relacionada à direção:
uni(direcional), bi(direcional) ou mp (multi-ponto)

– “Input”
fonte do sinal; contém o tipo de TP e a localização física da porta, de acordo com o
formato “<rack#>-<subr.#>-<board#>-<port#>,<port#>#TP”

– “Protecting Input”
fonte de proteção (somente para conexões em cruzamento protegidas); contém o tipo de
TP e a localização física da porta, de acordo com o formato
“r<rack#>s<subr.#>b<board#>/port#<port#>-TP”

– “Output”
destino do sinal
com relação às conexões ponto-a-ponto, o TP ID do destino é especificado de acordo com
o formato “r<rack#>s<subr.#>b<board#>/port#<port#>-TP”; ao invés disso, com relação às
conexões multi-“leg”, aparece a cadeia “multipleLegs”.

N.B. As conexões em cruzamento com um alarme ativo “ConnectionFailed”são


desativadas e exibidas em letras vermelhas dentro da lista.

Na parte inferior do diálogo existe um série de botões para iniciar as ações nas conexões em
cruzamento listadas. Antes de iniciar qualquer ação, com exceção da criação ou impressão, marque,
pelo menos, uma conexão em cruzamento.

Para marcar várias conexões em cruzamento (seleção múltipla) que estão listadas sucessivamente,
selecione a primeira conexão em cruzamento de um bloco com um “click” do “mouse” e a última
conexão com um “click”do “mouse”, enquanto a tecla “<Shift>”é pressionada.

Ou, marque um número de conexões em cruzamento individuais clicando o botão do “mouse”,


enquanto a tecla “<Control>”é pressionada.

Desfaça a seleção das conexões em cruzamento clicando na respectiva linha, enquanto a tecla
“<Control>” é pressionada simultaneamente. Para desfazer a seleção de um número de conexões em
cruzamento de uma vez, pressione a tecla “<Shift>” e mantenha pressionada enquanto estiver
movendo o cursor do "mouse”até a última entrada.

Todas as ações que possam afetar o tráfego devem ser confirmadas. Um diálogo de confirmação
aparece instantaneamente nesses casos e o usuário terá que confirmar a ação requisitada.

NE 15-20 3AL 78987 AAAA


15.3.3 AÇÕES DISPONÍVEIS

As seguintes ações estão disponíveis:

– “Create” uma conexão em cruzamento (vide capítulo 15.4)


O diálogo “Main Cross-Connection” será aberto (vide Figura 15-17).

– “Modify” uma Conexão em Cruzamento (vide capítulo 15.4)


Disponível se apenas uma conexão em cruzamento da lista for selecionada. O diálogo
“Main Cross-Connection” será aberto (vide Figura 15-17).

– “Activate” uma Conexão em Cruzamento (vide capítulo 15.5)


Disponível se pelo menos uma conexão em cruzamento da lista for selecionada. Não
apresentada na presente versão.

– “Desactivate” uma Conexão em Cruzamento (vide capítulo 15.5)


Disponível se pelo menos uma conexão em cruzamento da lista for selecionada. Não
apresentada na presente versão.

– “Delete” uma Conexão em Cruzamento (vide capítulo 15.5)


Disponível se pelo menos uma conexão em cruzamento da lista for selecionada.

– “Split a Cross-Connection” (vide parágrafo 15.6.1)


Disponível se pelo menos uma conexão em cruzamento bidirecional da lista for
selecionada. Não apresentada na presente versão.

– “Join Cross-Connections” (vide parágrafo 15.6.2)


Disponível se duas conexões em cruzamento forem selecionadas. Não apresentada na
presente versão.

– Comutação de “Protection” (vide capítulo 15.7)


Disponível se exatamente uma conexão em cruzamento protegida da lista for selecionada.
O diálogo “Protection Actions” será aberto.

– “Print” (vide capítulo 15.8)


Imprime a lista filtrada das conexões em cruzamento.

O diálogo deverá ser fechado explicitamente.

1650 SMC 07/03/00 NE 15-21


Figura 15- 14. Diálogo "Cross-Connection Management" (Após Busca)

15.4 CRIAR/MODIFICAR CONEXÕES EM CRUZAMENTO


A criação e a modificação de conexões em cruzamento são realizadas no diálogo “Main Cross-
Connection”. O diálogo pode ser acessado via tela “Transmission” ou “Port”, conforme o exemplo
de menus a seguir, ou usando-se os botões “Create” ou “Modify” (parágrafo 15.3.3) no diálogo
“Cross-Connection Management”.

NE 15-22 3AL 78987 AAAA


Para evitar falhas operacionais, o sistema foi projetado de acordo com as seguintes diretrizes:

– Todas as operações que possam afetar o tráfego devem ser confirmadas. O sub-sistema
fornece uma caixa de diálogo de confirmação antes que a operação possa ser executada.

– Se a janela exibir uma conexão em cruzamento existente, o botão “OK” não estará
sensível quando essa conexão em cruzamento for atribuída à NML ou quando ela não for
indicada para o perfil de usuário.

– Se a janela for usada para criar uma nova conexão em cruzamento, o sistema verifica se
os respectivos TPs podem ser usados (não atribuídos à NML e indicados para o perfil de
usuário) depois que o botão “OK” for pressionado. Se um TP especificado não for
permitido, aparecerá uma caixa de mensagem correspondente.

15.4.1 PARÂMETROS PARA CONEXÃO EM CRUZAMENTO

Uma conexão em cruzamento é definida através de uma série de parâmetros que dependem do tipo
de conexão e de proteção. Somente aqueles parâmetros permitidos dentro do contexto atual podem
ser acessados. Todos os outros estão desativados (cinza claro).

Para criar uma conexão em cruzamento, um ou mais desses parâmetros devem ser definidos de
acordo com o tipo de conexão em cruzamento. A Tabela 15-1 oferece um sumário dos parâmetros

1650 SMC 07/03/00 NE 15-23


opcionais e obrigatórios de entrada, relativos aos vários tipos de conexão em cruzamento. Antes de
tudo, ative as respectivas caixas de entrada, clicando neles com o “mouse”.

Parâmetros Configuráveis

– “Type”
Selecione o tipo de conexão:

• Unidirecional

• Bidirecional

• “Drop&Continue”

– “D&C Topology”
Selecione a direção para “Drop&Continue”:

• Normal

• Inversa

– “Protection”
Defina o estado da proteção:

• Protegido

• Não-Protegido

– “Prot. Criteria” (somente disponível para conexões protegidas)


No diálogo “Protection Criteria”, o usuário pode exibir e configurar os critérios relativos à
comutação automática de proteção (vide Figura 15-15).
Dependendo do NE e dos TPs envolvidos, o usuário pode configurar:

• AU-TU-AIS (Sinal de Indicação de Alarme). ????

• LOP (Perda de Ponteiro)

• Não equipado

• HP/LP Degradado (SD)


Configure o critério de comutação, selecionando o respectivo botão.
Os critérios

• Desacordo de Rastreio de Percurso (TIM). Não compatível com a presente versão.

• ExBer (taxa de erro de “Bit”Excessiva)


são exibidos mas não podem ser alterados pelo usuário.

N.B. Na configuração padrão, o Sinal Degradado (SD) não é usado como critério para
comutação de proteção.

NE 15-24 3AL 78987 AAAA


Figura 15- 15. Critérios de Proteção

– “WTR” (disponível somente para conexões protegidas)


É usado quando o modo “Revertive” estiver ativo. O período de proteção “Wait To Restore”
evita que várias comutações de proteção resultantes de uma falha intermitente sejam
iniciadas. O elemento protegido deve estar livre de erros durante esse período de tempo
definido antes que um serviço protegido seja comutado de volta para ele. O período de
tempo “Wait To Restore”é definido em segundos.

– “Revertive” (disponível somente para conexões protegidas)


Selecione se a proteção será reversa ou não.
No modo “Revertive”, um serviço de proteção é comutado de volta para o seu elemento
protegido inicial quando a falta tiver sido eliminada.
No modo “Non-revertive”, a alternância para o elemento de proteção é mantida, mesmo
depois da falha ter sido eliminada.

– “Name”
Entre com um nome que signifique a conexão em cruzamento. Não compatível com a
presente versão.

– “Create active CC”


No seu estado “default”, esse botão de verificação é pré-selecionado e a conexão em
cruzamento é ativada imediatamente após a criação. Desfaça a seleção desse botão para
criar uma conexão em cruzamento que não seja ativada automaticamente. Neste
equipamento, as conexões são criadas ativas como “default” quando confirmadas na tela.
Por isso, esse campo não é consistente.

– “Input”
Para entrar com o TP de entrada, clique no respectivo botão “Choose” e selecione o TP
no diálogo “TP Search” (vide Figura 13-6). Caso contrário, selecione o campo de entrada
e entre com o nome do TP diretamente.

– “Prot. Input”
Para entrar com o TP de proteção, clique no respectivo botão “Choose” e selecione o TP
no diálogo “TP Search”. Caso contrário, selecione o campo de entrada e entre com o
nome do TP diretamente.

– “Output”

1650 SMC 07/03/00 NE 15-25


É possível entrar com um ou mais TPs de entrada.
Para entrar com um TP de saída, clique o respectivo botão “Choose” e selecione o TP no
diálogo “TP Search”. Caso contrário, selecione o campo de entrada e entre com o nome
do TP diretamente.
Para entrar com mais de um TP de saída e criar uma conexão de "broadcast", proceda
conforme descrito anteriormente e depois pressione o botão “Add”. O TP escolhido
anteriormente é, então, movido para a caixa de lista localizada abaixo. Clique no botão
“Choose” e selecione o próximo TP no diálogo “TP Search”. Caso contrário, selecione o
campo de entrada e entre com o nome do TP diretamente. Repita esse procedimento com
relação a cada TP de destino. Uma lista de todos os TPs de saída selecionados será
exibida na caixa de lista localizada abaixo dela.
Para excluir um “leg” da lista, selecione o TP na caixa de lista e clique no botão “Delete
Log”.

N.B. Monitoração de Não-Intrusão


A adição de um “leg”de proteção em uma conexão unidirecional oferece a habilidade
de realizar a monitoração de não-intrusão nessa conexão em cruzamento. Nenhum
erro é introduzido na conexão em cruzamento original com a aplicação ou a remoção
do “leg”de proteção.

Parâmetros de XC XC
Entrada Unidirecional/Bidirecional de "broadcast"

Tipo Unidirecional/ Unidirecional


bidirecional

Topologia D&C Normal/ _


(não DXC) inverso

Proteção não protegida protegida não protegida protegida

Critérios de Proteção _ x _ x

Protegida _ _ _ _

WTR (não DXC) _ x _ _

Reversa (não DXC) _ x _ _

Nome x x X x

Criar CC ativa x x X x

Entrada um TP um TP um TP um TP

Entrada de Proteção _ um TP _ um TP

Saída um TP um TP um TP um TP
_ não disponível
x configuração opcional

Tabela 15-1. Parâmetros Opcionais e Obrigatórios Configuráveis para Criação de Conexão em


Cruzamento

NE 15-26 3AL 78987 AAAA


Parâmetros Não-Configuráveis

– “CC Topology”
A topologia da conexão em cruzamento é indicada por dois ícones. O ícone à esquerda
exibe a topologia em curso e o ícone à direita mostra uma visão da topologia que se segue
à confirmação das modificações em curso.
Adicionalmente, a cor do ícone indica o estado da conexão em cruzamento:
verde → ativo
marrom → inativo
O ícone é estabelecido de acordo com a entradas feitas em “Type” e “Protection”: ????
D&C ???

1650 SMC 07/03/00 NE 15-27


TPs não conectados em cruzamento

Unidirecional, não protegida

Bidirecional, não protegida

Unidirecional, protegida

Bidirecional, protegida

"broadcast", não protegida

"broadcast" com um “leg”protegido

"broadcast" protegida

“Drop & Continue”normal”

“Drop & Continue”inversa”

Conexão de “loopback”
unidirecional, mesmo TP de entrada e de saída

Figura 15- 16. Ícones de Conexões em Cruzamento

NE 15-28 3AL 78987 AAAA


Exemplo:

estado corrente: Estado após criação:


TPs não estão conectado conexão em cruzamento unidirecional, não protegida

Figura 15- 17. Criação de uma Conexão em Cruzamento Não-Protegida, Unidirecional

– “Input TTI”
É exibido o Identificador de Rastreio de “Trail”recebido do sinal distante.

– “Output TTI”
É exibido o Identificador de Rastreio de “Trail”do sinal transmitido (final próximo).

15.4.2 CRIAÇÃO DE UMA CONEXÃO EM CRUZAMENTO

Este capítulo lista as etapas que o usuário terá que seguir para criar uma conexão em cruzamento.
Para uma descrição detalhada dos parâmetros simples, consulte o capítulo anterior. Para informações
sobre os tipos de conexões em cruzamento, consulte o capítulo introdutório.

N.B. Depois da criação de uma conexão em cruzamento, a lista de conexões em


cruzamento no diálogo “Cross Connection Management” não é atualizada
automaticamente. Use o botão “Search” neste diálogo para atualizar a lista.

Criação de uma Conexão em Cruzamento Ponto-a-Ponto (uni- ou bidirecional)


1) Selecione o tipo de conexão em cruzamento.
2) Selecione o estado da proteção.
3) Digite um nome significativo para a conexão em cruzamento. Esta etapa é opcional, mas
recomendada, para facilitar a identificação da conexão em cruzamento.
4) No seu estado “default”, o botão de verificação “create active CC” está selecionado e a
conexão em cruzamento estará imediatamente ativa após a criação. Para criar uma
conexão em cruzamento que não esteja automaticamente ativa após a criação, desfaça a
seleção desse botão.
5) Selecione ou digite o TP de entrada.

Para entrar com o TP, clique no botão “Choose” e selecione o TP no diálogo “Search for
Cross Connection Input”. Ou selecione o campo de entrada e entre com o nome do TP
diretamente.
6) Selecione ou digite o TP de saída, conforme descrição na Etapa 5).

As etapas seguintes só se aplicam às conexões protegidas:


7) Selecione ou digite o TP de proteção, conforme descrição na Etapa 5).
8) Configure os critérios relativos à comutação automática de proteção.
1650 SMC 07/03/00 NE 15-29
Pressione o botão “Ok” para confirmar a criação.

Figura 15- 18. Criação de uma Conexão em Cruzamento Protegida, Bidirecional

NE 15-30 3AL 78987 AAAA


Criação de uma Conexão de "broadcast"
1) Selecione o tipo “unidirecional”da conexão em cruzamento.
2) Selecione o estado da proteção.
3) Digite um nome significativo para a conexão em cruzamento. Essa etapa é opcional, mas
recomendada, para facilitar a identificação da conexão em cruzamento.
4) No seu estado “default”, o botão de verificação “create active CC” é selecionado e a
conexão em cruzamento está ativa automaticamente. Para criar uma conexão em
cruzamento que não esteja automaticamente ativa após a criação, desfaça a seleção
desse botão.
5) Selecione ou digite o TP de entrada.

Para entrar com o TP, clique no botão “Choose” e selecione o TP no diálogo “Search for
Cross Connection Input”. Ou selecione o campo de entrada e entre com o nome do TP
diretamente.
6) Selecione ou digite os TPs de saída.

Clique no botão “Choose”e abra o diálogo “Search for Cross Connection Input” (vide
Capítulo “Add TP” para descrições mais detalhadas)/

Este diálogo oferece a possibilidade de listar TPs, de acordo com os diferentes critérios de
filtro. P.ex., para obter uma lista de todos os TPs AU-4 não conectados de um bastidor,
primeiro selecione o bastidor na caixa de lista à direita; a seguir, selecione os critérios de filtro
“XconnState”“not connected”e “TPClass” “AU-4”e clique no botão “Search TPs”. Os TPs
que combinam são listados na caixa de lista à direita (vide Figura 15-18). Selecione os TPs de
saída na lista e confirme com “Ok”.

Pressione o botão “Add” no diálogo “Main Cross Connection” e todos os TPs de saída
serão exibidos na caixa de lista.

Para excluir um “leg”da lista, selecione o TP na caixa de lista e clique no botão “Delete Leg”.

As etapas a seguir só se aplicam às conexões de "broadcast" protegidas.


7) Selecione ou digite o TP de proteção. Observe que cada “leg” simples protegido da
"broadcast" terá que ser indicado para a mesma entrada de proteção.

Proceda conforme descrito na Etapa 5). A seguir, selecione o TP de saída protegida na caixa
de lista de saídas e clique no botão “Protect Leg”. Dessa forma, o “leg”é marcado como
“protected”na caixa de lista. Repita esse procedimento com relação a cada TP de saída
protegida (apenas um “leg”protegido é suportado na presente versão).

Para desfazer a proteção de um “leg”da lista, selecione o TP protegido na caixa de lista e


clique no botão “Unprotect Leg”.

Exemplos são encontrados nas Figuras 15-19 e 15-20.


8) Configure os critérios relativos à comutação automática de proteção.

Pressione o botão “Ok” para confirmar a criação.

1650 SMC 07/03/00 NE 15-31


Figura 15- 19. Busca relativa à Saída de Conexão em Cruzamento

NE 15-32 3AL 78987 AAAA


Figura 15- 20. Criação de uma Conexão em Cruzamento de "Broadcast" Não-Protegida

1650 SMC 07/03/00 NE 15-33


Figura 15- 21. Criação de uma Conexão em Cruzamento de "Broadcast" Protegida

15.4.3 MODIFICAÇÃO DE UMA CONEXÃO EM CRUZAMENTO

Quando da modificação de uma conexão em cruzamento, observe que algumas das transformações
envolvidas podem afetar o tráfego (porque o sistema pode ter que destruir e recriar a conexão em
cruzamento para realizar a transformação necessária). Como mencionado no início deste capítulo, o
usuário é solicitado a confirmar operações que afetem o tráfego, isto é, uma janela de confirmação
adverte o usuário.

Dentro do diálogo “Main Cross Connection”, as modificações de uma conexão em cruzamento


estão restritas ao nome e ao estado de proteção, e aos parâmetros requeridos pela proteção.
Consulte a Tabela 15-2 com relação a um sumário dos parâmetros acessíveis, quando o estado de

NE 15-34 3AL 78987 AAAA


proteção tiver que ser alterado de “not protected” para “protected” e vice-versa. Com relação à
descrição dos parâmetros, por favor consulte o capítulo anterior.

Parâmetros de Entrada Modificação

não protegida para protegida para


protegida não protegida

Tipo _ _

Topologia D&C normal/ Normal/


inversa inversa

Proteção protegida não protegida

Critérios de Proteção X _

Não-Protegida _ X

Protegida X _

WTR X _

Reversa X _

Nome X X

Criar CC ativa _ _

Entrada X X

Entrada de Proteção X _

Saída X X
_ não acessível
x acessível

Alguns fatos a seguir deverão ser levados em consideração quando da modificação de conexões.

– Desfazer a proteção de uma conexão em cruzamento protegida (vide Figura 15-21):


Quando se desfaz uma proteção em uma conexão em cruzamento protegida (proteção
muda para “not protected”), o diálogo exibe o botão adicional de opções “Unprotected”.
Ele oferece a alternativa de se manter o TP de entrada protegido (“Input”) ou o TP de
entrada de proteção (“Prot. Input”) como a única fonte de sinal da nova conexão não-
protegida. Certifique-se de que o TP ativo esteja selecionado (isto é, verifique o estado da
proteção no diálogo “Cross-Connection Management”).
Adicionalmente, aparece uma caixa de pergunta, requerendo ao usuário para configurar a
ação de não-proteção.

– Proteger uma conexão em cruzamento não-protegida:


Quando uma conexão em cruzamento não-protegida está sendo protegida, o diálogo
mostra o botão adicional de opções “Protected”. Selecione a porta que será protegida.

• Saída

1650 SMC 07/03/00 NE 15-35


• Entrada
Na configuração padrão, as conexões protegidas são saídas protegidas (vide Capítulo
15.1.5). Para proteger a porta de entrada, selecione “Input”.

– Alterando a entrada e a saída de uma conexão em cruzamento bidirecional, não


protegida:
Se a entrada e a saída de uma conexão em cruzamento protegida são comutadas, a
entrada do diálogo “Prot. Input”é atualizada.

N.B. Após a modificação de uma conexão em cruzamento, a lista de conexões em


cruzamento no diálogo “Cross Connection Management” não é atualizada
automaticamente. Use o botão “Search” nesse diálogo para atualizar a lista.

Figura 15- 22. Desfazendo a proteção de uma Conexão de Cruzamento Unidirecional

NE 15-36 3AL 78987 AAAA


Figura 15- 23. Proteção de um "Leg" de uma Conexão de "Broadcast"

1650 SMC 07/03/00 NE 15-37


15.5 ATIVAR/DESATIVAR/EXCLUIR CONEXÕES EM
CRUZAMENTO

15.5.1 ATIVAR UMA CONEXÃO EM CRUZAMENTO

Não compatível com a presente versão.

O diálogo “Cross Connection Management” oferece a possibilidade de exibir uma seleção das
conexões em cruzamento existentes (vide Capítulo 15.3). O estado da conexão (Act = A ou D) é
indicada nessa lista de conexões.

Para ativar uma conexão em cruzamento, selecione uma conexão da lista (vide Figura 15-14) e, a
seguir, clique no botão “Activate” para iniciar o processo. Aparece uma caixa de confirmação para
confirmar a solicitação de mudança de estado. A conexão na lista é automaticamente atualizada para
indicar o novo estado da conexão (Act = A).

Se a série de conexões em cruzamento selecionada da lista inclui as duas conexões em cruzamento,


ativadas e desativadas, o clique no botão “Activate” apenas inicia as ações nas conexões em
cruzamento desativadas que foram selecionadas.

15.5.2 DESATIVAR UMA CONEXÃO EM CRUZAMENTO

Não compatível com a presente versão.

Após a criação, uma conexão em cruzamento está, automaticamente, em um estado ativo. Para
desativar uma conexão em cruzamento, selecione uma conexão da lista (vide Figura 15-14) e, a
seguir, clique no botão “Deactivate” para iniciar o processo. Aparece uma caixa de confirmação para
confirmar a solicitação de mudança de estado. A conexão da lista é atualizada automaticamente para
indicar o novo estado da conexão (Act = D).

Se a série de conexões em cruzamento selecionada da lista inclui as duas conexões em cruzamento,


ativadas e desativadas, o clique no botão “Deactivate” apenas inicia as ações nas conexões em
cruzamento ativadas que foram selecionadas.

15.5.3 EXCLUIR UMA CONEXÃO EM CRUZAMENTO

Somente conexões em cruzamento desativadas devem ser excluídas. Entretanto, a exclusão de


conexões em cruzamento ativas é possível.

Para excluir uma conexão em cruzamento, selecione a correspondente conexão da lista e clique no
botão “Delete”. Para evitar erros de operação, o usuário deverá confirmar a solicitação de exclusão.

A conexão em cruzamento excluída desaparece automaticamente da lista de conexões quando a


operação for bem sucedida.

NE 15-38 3AL 78987 AAAA


15.6 DIVIDIR E UNIR CONEXÕES EM CRUZAMENTO
Não compatível com a presente versão.

15.6.1 DIVIDIR UMA CONEXÃO EM CRUZAMENTO

Pré-condição

Somente conexões em cruzamento bidirecionais podem ser divididas.

Divisão

Selecione uma ou mais conexões em cruzamento bidirecionais da lista no diálogo “Cross


Connection Management” e pressione “Split”. As conexões em cruzamento são divididas sem
confirmação posterior do usuário.

A(s) conexão(ões) em cruzamento original(is) desaparece da lista no diálogo “Cross Connection


Management” após uma ação bem sucedida. O usuário tem que pressionar “Search” para ver as
novas conexões.

Dependendo do estado de proteção da conexão em cruzamento original, a ação de dividir tem os


seguintes efeitos:

a) Conexão em Cruzamento Não-protegida

Uma conexão em cruzamento bidirecional não-protegida é dividida em duas conexões em


cruzamento unidirecionais, com o TP de entrada em uma delas sendo a saída na outra e vice-
versa (vide Figura 15-23).

A nova conexão em cruzamento tem o mesmo nome e “status” de ativação que a conexão em
cruzamento bidirecional antiga.

Figura 15- 24. Divisão/União de Conexão em Cruzamento Bidirecional Não-protegida

1650 SMC 07/03/00 NE 15-39


b) Conexão em Cruzamento Protegida

A divisão de uma conexão protegida resulta em uma conexão em cruzamento unidirecional não-
protegida e em uma "broadcast" com dois ramos (“legs”). A entrada da conexão em cruzamento
original é um dos ramos (“legs”) na "broadcast". O outro “leg” na "broadcast" é a entrada de
proteção. A entrada da "broadcast" é a saída da conexão em cruzamento protegida original.

Figura 15- 25. Divisão/União de Conexão em Cruzamento Bidirecional Protegida

15.6.2 UNIÃO DE DUAS CONEXÕES EM CRUZAMENTO

Pré-condição

Duas conexões em cruzamento podem ser unidas se elas combinarem as seguintes características:

– As conexões são:
1) ambas não-protegidas, unidirecionais e a entrada é a saída da outra, ou
2) uma delas é protegida e unidirecional, e a outra é uma "broadcast" com dois ramos
(“legs”).
Restrição: a entrada da conexão de "broadcast" terá que ser a saída da conexão
protegida e os ramos (“legs”) da "broadcast" terão que combinar com a entrada e a
entrada de proteção da conexão unidirecional. Consulte também o Capítulo Divisão
de uma Conexão em Cruzamento, efeito b).

– As duas conexões possuem os mesmos estados de conexão (ativado ou desativado).

– As duas conexões possuem o estado operacional “enabled”, isto é, elas são listadas na cor
preta no diálogo “Cross Connection Management” (ao contrário, o estado operacional
“disabled”é indicado com cor de fundo vermelha).

União

NE 15-40 3AL 78987 AAAA


Selecione exatamente duas conexões em cruzamento no diálogo “Cross Connection Management” e
pressione o botão “Join”. As conexões em cruzamento são unidas sem confirmação posterior do
usuário.

A(s) conexão(ões) em cruzamento original(is) desaparece da lista no diálogo “Cross Connection


Management” depois da ação bem sucedida. Pressione “Search” para ver na lista as novas conexões
em cruzamento.

O resultado é tanto uma conexão em cruzamento bidirecional (caso 1, vide Figura 15-23), como uma
bidirecional protegida (caso 2, vide Figura 15-24).

Se as conexões em cruzamento originais tiverem nomes diferentes, o novo nome é uma associação
dos nomes das duas conexões.

1650 SMC 07/03/00 NE 15-41


15.7 COMUTAÇÃO DE PROTEÇÃO
O diálogo “Protection Actions” é exibido depois do clique no botão “Protection” no diálogo “Cross
Connection Management” (vide Figura 15-14).

Os usuários podem comutar proteções somente nas conexões em cruzamento que pertençam a eles
e que não estejam indicadas para a NML.
A segunda condição é que a proteção seja ativada para a respectiva conexão em cruzamento
(parâmetro de proteção estabelecido em “protected”).

As três ações de proteção, “Force”, “Lock Out” e “Manual Switch” pertencem a níveis diferentes,
onde “Lock” tem a prioridade mais alta e “Manual Switch” a mais baixa.

Observe que um estado de proteção somente pode ser mudado dentro do mesmo nível ou a partir de
um nível de prioridade mais alto, isto é, “Force To Protecting” pode ser revertido com “Release”,
mas não com “Manual Switch To Source”.

Figura 15- 26. Diálogo das Ações de Proteção

A janela de diálogo permite ao usuário realizar operações relativas à proteção sobre conexões em
cruzamento protegidas, que são:

– “Force to Source”
A conexão em cruzamento é comutada para a entrada protegida, independentemente da
qualidade do sinal. A proteção automática é desativada.

– “Force to Protecting Input”


A conexão em cruzamento é comutada para a entrada de proteção, independentemente da
qualidade do sinal. A proteção automática é desativada.

– “Release Force”
A comutação forçada é desativada e a comutação automática de proteção é reativada.

– “Manual Switch to Source” (não operativa na presente versão)

NE 15-42 3AL 78987 AAAA


O usuário pode alternar para a entrada protegida manualmente. A alternância não é
executada se a qualidade do sinal no percurso protegido for pior do que a qualidade do
sinal no percurso de proteção.

– “Manual Switch to Protecting Input” (não operativa na presente versão)


O usuário pode alternar para a entrada de proteção manualmente. A alternância não é
executada se a qualidade do sinal no percurso de proteção for pior do que a qualidade do
sinal no percurso protegido.

– “Release Manual Switch” (não operativa na presente versão)


Uma comutação manual é desativada e a comutação automática de proteção é reativada.

– “Lock to Invoke” (não operativa na presente versão)


O percurso da conexão é bloqueado para comutação de proteção, isto é, nem a
comutação manual e nem a forçada podem ser executadas.

– “Release Lock” (não operativa na presente versão)


O bloqueio da proteção é desativado.

N.B. Todas as operações listadas dependem do contexto e são, consequentemente,


permitidas ou não permitidas (em cinza).

Após a conclusão da comutação de proteção, a entrada da lista no diálogo “Cross Connection


Management” é atualizada automaticamente.

O diálogo desaparece automaticamente clicando-se no botão da ação e ao se completar a ação


iniciada.

1650 SMC 07/03/00 NE 15-43


15.8 IMPRESSÃO
Esta opção é usada para imprimir na impressora “default” ou em um arquivo em “postscript” ou
formato ASCII, a lista atual das conexões em cruzamento filtradas e as respectivas configurações de
filtro.

Figura 15- 27. Seleção de Impressora

N.B. Se nenhuma impressora estiver instalada, não será indicada nenhuma mensagem de
erro.

Figura 15- 28. Seleção do Formato de Saída

NE 15-44 3AL 78987 AAAA


15.9 ALTERNÂNCIA DA PORTA
Não compatível com a presente versão.

N.B. Durante a Alternância de Porta, operação de proteção MSP e proteção de


equipamento, os TPs são re-alocados fisicamente de uma placa para outra. O nome
dos TPs são nomes lógicos, conforme definido pelos padrões ITU e persistem
enquanto durarem. Como consequência, o TP movido já contém o endereço da placa
antiga no seu nome. Por isso, no tocante aos TPs envolvidos na Alternância de Porta,
na operação de proteção MSP e na proteção de equipamento, o nome do TP não
pode ser usado para se pesquisar em qual placa o TP foi implementado.
Para se pesquisar em qual placa o TP está implementado atualmente, marque o TP
na tela “Port” ou “Transmission” e navegue até a respectiva placa com o item de
menu “Show supported board”.

Use esta opção para substituir um Au4CTP por outro dentro de uma conexão em cruzamento
Au4-Vc4. O diálogo suporta apenas TPs do tipo “modifiableVc4TTPBidirectional”.

O Au4CTP de substituição não deverá ser conectado em cruzamento.

Faça a expansão do Au4CTP terminado, usando o item de menu “Show Cross Connected TP” e
selecione o Vc4TTP; a seguir, escolha o item “Port Switch Over” do menu “Transmission” (vide
também Figura 15-27).

Pressione o botão “Choose...” no diálogo “Port Switch Over” e selecione o “novo” Au4CTP de
substituição no diálogo “TP-Search”(vide Figura 15-28). Caso contrário, selecione o campo de entrada
e entre com o nome do TP diretamente. Confirme sua escolha com “Ok”. Uma caixa de pergunta
aparece, requisitando ao usuário a confirmação da alternância de porta.

N.B. Quando você entra com o TP de substituição diretamente, certifique-se de que esse
TP existe. Ao entrar com um TP não existente, o tráfego da conexão em cruzamento
antiga é perdida e uma nova conexão não é criada. Se a conexão em cruzamento for
perdida, termine novamente o TP. O diálogo não pode ser fechado nessa situação,
porém a abertura de um novo diálogo torna-o funcional novamente.

Se o usuário confirma com “Ok”, a conexão em cruzamento existente é excluída e uma nova conexão
é criada com o novo Au4CTP. O nome da conexão em cruzamento e o estado administrativo são
provenientes da conexão em cruzamento anterior.

No caso de uma alternância sucessiva de porta, o “antigo” Au4CPT substituído na tela da transmissão
perde o símbolo “x”porque não está mais conectado em cruzamento. Adicionalmente, a nova conexão
em cruzamento entre o mesmo Vc4TTP modificável e o novo Au4CTP, é listada no diálogo “Cross-
Connection Management”.

Se a criação da nova conexão em cruzamento falhar, será realizada uma tentativa para restaurar a
conexão anterior.

1650 SMC 07/03/00 NE 15-45


Figura 15- 29. Alternância de Porta

Figura 15- 30. Diálogo da Alternância de Porta

NE 15-46 3AL 78987 AAAA


15.10 MOSTRAR TPS CONECTADOS EM CRUZAMENTO
Uma visão geral do fluxo de sinal pode ser solicitada através de uma ação do usuário. O usuário pode
selecionar um TP e iniciar a ação “Show Cross Connected TPs” a partir da tela “Transmission”.

O resultado é que serão exibidos todos os TPs conectados ao TP selecionado no momento. (vide
exemplo da Figura 15-29). Uma linha indica a conexão.

Esta funcionalidade somente deverá ser aplicada de forma seletiva (tanto para um TP simples, como
para um grupo de TPs selecionado).
A expansão e a ocultação de TPs que estão associados ao TP selecionado no momento (p.ex.,
mostrar todos os TPs que estão acima do TU12CTP) habilita todos os respectivos TPs a serem
adicionados à exibição, de modo que todo fluxo do sinal possa ser ilustrado.

1650 SMC 07/03/00 NE 15-47


Figura 15- 31. Mostrar VC4 de uma AU4 Conectada em Cruzamento

NE 15-48 3AL 78987 AAAA


16. GERENCIAMENTO DE “OVERHEAD”

16.1 INTRODUÇÃO
O objetivo desta série de diálogos é executar as operações nos “bytes”do “Overhead”(OH) do NE.

As possíveis operações são:

• Conexão em cruzamento de “Overhead”


– Conexão em cruzamento entre 2 ou mais “bytes”OH
– Término de um “byte”OH em uma porta auxiliar ou canal de voz
– “Pass-through”total dos “bytes”MSOH para alguns cartões

Existe um TP associado à cada “byte” OH e à cada porta auxiliar, assim, dependendo do contexto, o
TP poderia ser usado ao invés dos “bytes”OH ou da porta auxiliar.

1650 SMC 07/03/00 NE 16-1


16.2 SUMÁRIO DA CONEXÃO OH
Aqui são descritas as possíveis conexões OH.

– Conexão em Cruzamento OH
O operador tem de estar capacitado a conectar em cruzamento 2 ou mais “bytes” OH em 2
placas diferentes.
Os tipos possíveis de conexão em cruzamento são:

• Ponto-a-ponto unidirecional não-protegida

• Ponto-a-ponto bidirecional não-protegida

• Multiponto unidirecional não-protegida

As etapas que o operador terá que seguir para realizar a conexão em cruzamento são as
seguintes:

• Criar os TPs OH envolvidos na operação

• Criar a conexão OH:


– Selecionar o tipo da conexão em cruzamento
– Selecionar o primeiro TP OH envolvido na operação
– Selecionar o segundo TP OH envolvido na operação

As conexões em cruzamento multiponto podem ser criadas repetindo-se a sequência das


conexões em cruzamento ponto-a-ponto com o mesmo ponto de partida.

Depois de excluir conexões em cruzamento OH, os TPs envolvidos têm de ser excluídos.

– Término OH
O operador terá que estar capacitado para terminar um “byte” OH em uma porta auxiliar ou
canal de voz.
As etapas que o operador terá que seguir para realizar o término dos “bytes” OH são as
seguintes:

• Criar o TP OH envolvido na operação

• Criar o término do “byte”OH:


– Selecionar o TP OH criado
– Selecionar o TP da porta auxiliar/canal de voz envolvido na operação
Depois de excluir um término do “byte”OH, o TP envolvido terá de ser excluído.

– “Pass-through total do MSOH


Com relação às portas STM, faz sentido permitir ao operador realizar um “pass-through”
total dos “bytes” MSOH. Uma conexão “pass-through” msoh total (conexão entre pontos
“msPassThroughCTP”) somente é configurada se nenhuma conexão “pass-through” msoh
for estabelecida e se nenhuma conexão em cruzamento msoh simples for estabelecida. Se
uma conexão “pass-through” msoh total for estabelecida, uma conexão “pass-through”
msoh simples ou uma conexão em cruzamento msoh simples não pode ser estabelecida.

NE 16-2 3AL 78987 AAAA


As etapas que o operador terá que seguir para realizar o “pass-through” MSOH total são as
seguintes:

• criar os pontos “msPassThroughCTP”envolvidos na operação

• criar o “pass-through”total MSOH:


– selecionar o primeiro ponto “msPassThroughCTP”envolvido na operação
– selecionar o segundo ponto “msPassThroughCTP”envolvido na operação
Depois de excluir um “pass-through” total MSOH, os pontos “msPassThroughCTP”
envolvidos têm de ser excluídos.

1650 SMC 07/03/00 NE 16-3


16.3 TELAS “OVERHEAD”
As Telas “Overhead”permitem realizar as operações apresentadas anteriormente.

Para acessar, selecione a opção “Overhead” a partir do menu suspenso “Views”; no menu em
cascata são apresentadas as seguintes opções, como mostrado na figura a seguir:

• “OH Cross Connection”. Vide parág.

• “OH TP creation”. Vide parág. 16.5.

• “OH TP deleting”. Vide parág. 16.6.

Figura 16- 1. Opções do “Overhead”

As opções estão descritas nos próximos parágrafos.

NE 16-4 3AL 78987 AAAA


16.4 CONEXÃO EM CRUZAMENTO OH
Selecione o menu suspenso “View”. Selecione a opção “Overhead” e, a seguir, a opção “OH Cross
Connection” do menu em cascata.
O diálogo “Cross-Connection Management” abre (Figura 15-13) e permite iniciar a configuração.
É o mesmo diálogo usado para a conexão em cruzamento do TP relativo aos percursos, assim,
as mesmas descrições e funções são válidas.
As próximas etapas de configuração usam o diálogo “Main Cross-Connection” (vide Figura 15-17) e
o diálogo “TP Search” (vide Figura 13-6), também neste caso, já descritas para o gerenciamento de
percurso.

Com relação a todos os detalhes, navegação e sequências nestas janelas consulte o capítulo 15.

Existe uma grande diferença entre os TPs OH e os outros tipos de TPs: os TPs OH têm de ser:

• Criados SOMENTE ANTES de ter sido executada uma operação de conexão em


cruzamento/término que os envolva.

• Excluídos DEPOIS de ter sido confirmada uma exclusão de conexão em


cruzamento/término que os envolva.

A implementação em curso do diálogo “TP Search”(TPSD) funciona somente com TPs criados.
A seguir é dada uma descrição das principais funções e comandos, também para listar as operações
Compatíveis e Não Compatíveis.

16.4.1 DIÁLOGO DO GERENCIAMENTO DA CONEXÃO EM


CRUZAMENTO

Vide Figura 15-13.

– Operações Compatíveis

• Busca de conexões em cruzamento/terminações de acordo com um ou mais dos


seguintes atributos de filtragem: nome, tipo, classe ou um dos TPs envolvidos. O
operador pode estabelecer os critérios de filtragem, pode iniciar a busca e selecionar
uma ou mais conexões em cruzamento/terminações entre aquelas apresentadas na
lista somente de leitura, como resultado da operação de busca. Para cada conexão em
cruzamento/terminação que combine com os critérios de filtragem, são mostradas as
seguintes informações: nome, tipo e os nomes dos TPs envolvidos; em contrapartida,
com relação às conexões em cruzamento com múltiplos “legs” é apresentada uma
cadeia genérica, tal como “multileg”.
Depois de escolher uma ou mais conexões em cruzamento/terminações, este diálogo
permite:

• Excluir a conexão/terminação x selecionada

• Ir para o diálogo “Main Cross Connection” e Modificar a conexão em


cruzamento/terminação existente.

Observação: este diálogo desaparece somente quando o usuário clica no botão de fechar.

1650 SMC 07/03/00 NE 16-5


As operações de exclusão podem ser executadas em diversas conexões em cruzamento/terminações
ao mesmo tempo.
As operações de modificação podem ser executadas somente em conexões em
cruzamento/terminações simples.
Ao contrário das conexões em cruzamento normais, as conexões x OH estão automaticamente ativas
no momento da sua criação.

Os botões de operação disponíveis seguem as seguintes regras:

• Os botões “Delete” e “Print” estão ativos somente se, pelo menos, um item da lista for
selecionado. Um diálogo especial solicitará ao usuário uma confirmação.

• O botão “Modify” está ativo se um (e apenas um) item for selecionado. Ele chama o
diálogo “Main Cross Connection”.

• O botão “Create”está sempre ativo. Ele chama o diálogo “Main Cross Connection”.

Durante uma operação que possa afetar o tráfego existente, o operador é advertido sobre isso e um
diálogo de confirmação para executar/cancelar a operação deverá ser respondido. As escolhas
relativas a este diálogo são: “yes/no” para itens simples, “yes to all/cancel” para itens múltiplos.

– Operação Não-Compatível
Quando usado para fins de OH, o diálogo “Cross-Connection Management” não suporta as
seguintes funcionalidades:

• Proteger conexões em cruzamento/terminações: todas as conexões em


cruzamento/terminações OH não estão protegidas.

• Ativar/Desativar conexões em cruzamento/terminações: todas as conexões em


cruzamento/terminações OH estão automaticamente ativas depois de sua criação.

16.4.1.1 DIÁLOGO “MAIN CROSS-CONNECTION”

Vide Figura 15-17.

De acordo com a filosofia de oferecer ao usuário somente operações significativas, e sendo as


operações de conexões em cruzamento OH um sub-conjunto daquelas aplicáveis às conexões em
cruzamento em geral (p.ex., proteções não são permitidas), alguns campos deste diálogo estão
desativados.

Através do clique na parte apropriada do diálogo e nos botões apropriados, o operador pode executar
as operações a seguir listadas:

• Seleção do tipo de conexão em cruzamento

• Seleção do primeiro TP envolvido na conexão em cruzamento

• Seleção do segundo TP envolvido na conexão em cruzamento

Com esta finalidade, o operador pode ou digitar no ID dos TPs envolvidos, ou usar o diálogo “TP
Search”.

– Operações Compatíveis

NE 16-6 3AL 78987 AAAA


• Quando da criação de uma nova conexão em cruzamento, algumas ou todas as
operações a seguir estão disponíveis, dependendo das características do tipo de NE:
– Escolha entre unidirecional e bidirecional
– Com relação às conexões em cruzamento unidirecionais, escolha “FromTP”e um
ou mais “ToTPs”. É possível digitar diretamente o nome do TP ou clicar no botão
“Choose”para selecionar um TP a partir da caixa de diálogo “TP Search”
– Com relação às conexões em cruzamento bidirecionais, escolha um TP A e um TP
B. É possível digitar diretamente o nome do TP ou clicar no botão “Choose”para
selecionar um TP a partir da caixa de diálogo “TP Search”

• Quando da modificação de uma conexão em cruzamento existente, as mesmas


operações estão disponíveis. Algumas alterações, entretanto, podem afetar o tráfego,
porque podem implicar em uma destruição temporária das conexões em cruzamento.
Nesses casos, uma caixa de diálogo apropriada força o usuário à confirmar a operação.
Na parte apropriada do diálogo, um ícone mostra o ícone da conexão em cruzamento
existente selecionada. No que diz respeito ao OH, esses ícones não podem ser usados
para alterar a topologia.

• As conexões em cruzamento de difusão podem ser obtidas através da criação de uma


série de conexões ponto-a-ponto, com o mesmo TP fonte e diferentes TPs de destino.

16.4.1.2 DIÁLOGO “TP SEARCH”

O diálogo “TP Search”(vide Figura 13-6) oferece atualmente:

• navegação bastidor/sub-bastidor/placa/porta

• uma lista dos TPs para serem escolhidos

Quando usado no domínio OH, este diálogo é um caso secundário do “TP Search” mais genérico.

O operador pode escolher entre uma lista de:

• todos os possíveis TPs OH pertencentes a uma classe especificada: nenhuma placa


selecionada ou classe MS, RS ou VC selecionada

• todos os possíveis TPs OH pertencentes a uma placa/porta especificada: placa/porta


selecionada e nenhuma classe selecionada

• todos os possíveis TPs OH pertencentes a uma placa/porta e classe especificada:


placa/porta selecionada e classe MS, RS ou VC selecionada

• todos os TPs OH já conectados (também de acordo com o tipo de conexão)

• todos os TPs OH ainda não conectados

• uma combinação das opções acima

1650 SMC 07/03/00 NE 16-7


16.5 CRIAÇÃO DE TP OH
Selecione o menu suspenso “View”. Selecione a opção “Overhead” e, a seguir, a opção “OH TP
creation” do menu em cascata.
O diálogo “OH TP creation” abre (vide Figura 16-2) e permite criar o TP OH a ser conectado em
cruzamento.

Em detalhe, a caixa de diálogo contém os seguintes objetos gráficos:

– um botão “Choose” que é usado para exibir uma lista dos Tps OH a serem criados. O
botão “Choose” inicia o “TP Search” com filtragem pré-definida; o diálogo “TP Search”
permite ao operador visualizar somente os Tps OH não criados.

– o campo “OH Tp” que exibe o rótulo do Tp OH selecionado a ser criado.

O botão “Apply” é usado para executar uma solicitação de criação do TP exibido no campo “OH Tp”.
Depois da solicitação de criação ter sido realizada, o campo “OH Tp” é estabelecido para vazio.

O botão “Close” fecha o diálogo sem alterar os dados.

O botão “Help” fornece algumas informações úteis sobre o diálogo.

Figura 16- 2. Criação de TP OH

NE 16-8 3AL 78987 AAAA


16.6 EXCLUSÃO DE TP OH
Selecione o menu suspenso “View”. Selecione a opção “Overhead” e, a seguir, a opção “OH TP
deleting” do menu em cascata.
O diálogo “OH TP deleting” abre (vide Figura 16-3) e permite excluir o TP OH não mais envolvido em
uma conexão em cruzamento OH.

Em detalhe, a caixa de diálogo contém os seguintes objetos gráficos:

– um botão “Choose” que é usado para exibir uma lista dos Tps OH a serem excluídos. O
botão “Choose” inicia o “TP Search” com filtragem pré-definida; o diálogo “TP Search”
permite ao operador visualizar somente os TPs OH criados e não conectados em
cruzamento.

– o campo “OH Tp” que exibe o rótulo do Tp OH selecionado a ser excluído.

O botão “Apply” é usado para executar uma solicitação de exclusão do TP exibido no campo “OH
Tp”. Depois da solicitação de exclusão ter sido executada, o campo “OH Tp” é estabelecido para
vazio.

O botão “Close” fecha o diálogo sem alterar os dados.

O botão “Help” fornece algumas informações úteis sobre o diálogo.

Figura 16- 3. Exclusão de TP OH

1650 SMC 07/03/00 NE 16-9


NE 16-10 3AL 78987 AAAA
17. MONITORAÇÃO DE DESEMPENHO

17.1 INTRODUÇÃO
O domínio da Monitoração de Desempenho no NE cobre a monitoração dos valores dos contadores
relativos aos pontos de término de “trail”e aos pontos de término de conexão.

Exemplos desses contadores são Segundos Errados (ES) e Segundos Gravemente Errados (SES).

O domínio da Monitoração de Desempenho conta esses erros durante períodos de granularidade


especificados (15 min, 24h) e armazena os valores nos registros de dados históricos.

Para fins de supervisão da qualidade, os valores dos contadores de erros podem ser comparados aos
níveis de limiares definidos pelo usuário. Se um valor de contador tiver cruzado um nível de limiar,
será emitida uma notificação (alarme de cruzamento de limiar).

Os princípios das funções de gerenciamento de desempenho são:

– Configuração do intervalo de contagem para cada ponto de medição do desempenho.

– Coleta dos dados de desempenho.

– Configuração das limiares de qualidade que geram alarmes e registros de “log”, quando
valores pré-definidos são excedidos.

17.1.1 SUMÁRIO

Estas funcionalidades são descritas nos capítulos a seguir, adicionalmente às informações gerais
referentes à monitoração de desempenho no NE.

– O Capítulo Configuração trata da configuração da monitoração de desempenho.

– O Capítulo Exibir Dados Correntes trata da exibição dos dados de desempenho em


curso.

– O Capítulo Exibir Dados Históricos trata da exibição dos dados históricos de


desempenho.

– O Capítulo Seleção da Tabela de Limiar da PM trata da seleção das tabelas de limiares.

1650 SMC 07/03/00 NE 17-1


– O Capítulo Exibir/Modificação da Tabela de Limiar da PM trata da modificação de
tabelas de limiares e permite exibi-la.

17.1.2 CONTADORES DE DESEMPENHO COMPATÍVEIS

O NE usa contadores de desempenho para contar erros de transmissão.

Um conjunto de contadores de desempenho é fornecido de acordo com o Ponto de Término (TP),


onde ocorre a medição de desempenho.

O usuário pode iniciar a monitoração de desempenho em um ou mais sub-conjuntos de contadores


com relação a cada TP; não é possível iniciar contadores de desempenho individuais.

Os seguintes contadores de desempenho são compatíveis:

– Erro de Bloco Secundário (BBE): Um contador BBE mede o número de blocos errados,
que não aparecem como parte de um SES.

– Segundo Errado (ES): O período de um segundo com um ou mais blocos errados ou com
um defeito.

– Segundo Gravemente Errado (SES): O período de um segundo que contém ≥ 30% de


blocos errados ou, pelo menos, um Período Gravemente Perturbado (SDP). Um SES é
também contado como um ES.

– Segundo Próximo Não-Disponível (NEUAS/UAS): Um Segundo Não-Disponível é um


segundo que faz parte do Tempo Não-Disponível.

– Erro de Bloco Distante Secundário (FEBBE): Um bloco distante errado que não aparece
como parte de um FESES.

– Segundo Errado Distante (FEES): Identifica, em um terminal, o período de um segundo


com um ou mais blocos errados ou com um defeito que foi recebido pelo Terminal
Distante.

– Segundo Gravemente Errado Distante (FESES): Identifica, em um terminal, o período


de um segundo que contém ≥ 30% de blocos errados ou, pelo menos, um Período
Gravemente Perturbado (SDP), o qual foi recebido/detectado pelo Terminal Distante. Um
FESES é contado como um FEES.

– Segundo Distante Não Disponível (FEUAS): Um Segundo Não-Disponível é um segundo


que faz parte do Tempo Não-Disponível na extremidade remota.
No caso de TP bidirecional, somente um dado de desempenho UAS é obtido, somando os
dois valores dos terminais Próximo e Remoto.

Definições adicionais:

– Bloco Errado (EB): Um bloco no qual um ou mais “bits” associados ao bloco estão
errados.

– Erro de Bloco Distante (FEBE): Identifica, em um terminal, a contagem dos blocos


errados que foram recebidos pelo terminal remoto.

NE 17-2 3AL 78987 AAAA


– Falha Distante Recebida (FERF): Indica para um terminal que o terminal remoto detectou
uma falha entrando.

– Tempo Não-Disponível (UAT): Um período de tempo não disponível começa a partir de


10 eventos SES consecutivos. Esses 10 segundos são considerados parte do tempo não-
disponível. Um novo período de tempo disponível começa a partir de 10 eventos não-SES
consecutivos.

17.1.3 CONTAGEM DE DESEMPENHO DISTANTE

Os parâmetros da monitoração de desempenho distante são derivados dos Erros de Bloco Distante e
das Falhas Distantes Recebidas, que são transmitidas nos “bytes”do “overhead”.

Os dois contadores, próximo e distante, são compatíveis na direção da recepção do sinal com as
camadas do percurso da SDH e com a camada da seção multiplex. Com relação à seção de
regenerador, nenhuma informação distante é transmitida e, portanto, somente a contagem próxima é
compatível.

Figura 17- 1. Princípios da Monitoração de Desempenho Distante

– No Nó A, as informações próximas representam o desempenho da seção/percurso


unidirecional de B para A, enquanto que as informações distantes representam o
desempenho da seção/percurso unidirecional de A para B.

– No Nó B, as informações próximas representam o desempenho da seção/percurso


unidirecional de A para B, enquanto que as informações distantes representam o
desempenho da seção/percurso unidirecional de B para A.

Os dados do desempenho próximo no Nó A e os dados do desempenho distante no Nó B são


equivalentes, desde que nenhuma direção esteja interrompida, e vice-versa.

N.B. Em caso de falhas próximas, os erros distantes não podem ser contados.

1650 SMC 07/03/00 NE 17-3


17.1.4 GRANULARIDADE

Um período de monitoração de granularidade definida está associada à cada contador de


desempenho.

Este NE suporta PM unidirecional de granularidade de15 minutos e 24 horas e PM bidirecional de


granularidade de 24 horas. Depois de decorrido o período de monitoração, os dados de desempenho
são armazenados no registro de dados históricos associado.

A marcação de tempo dos registros históricos é realizada usando-se o UTC (como para todos os
alarmes).
Os intervalos de medição começam às 00 : 00 (UTC) para períodos de 24 horas e às xx : 00, xx : 15,
xx : 30 e xx : 45 para períodos de 15 minutos.

17.1.5 COLETA DE DADOS

N.B. Os dados PM não são contados nas placas que foram desconectadas no momento da
ativação da coleta de dados (vide diálogo “PM Configuration”). Contudo, os dados PM
são contados nas placas que foram conectadas no momento da ativação da coleta de
dados, mas foram desconectadas e conectadas de volta em algum tempo durante a
coleta de dados.

A Monitoração de Desempenho pode ser iniciada a qualquer tempo.

Tão logo seja iniciada a Monitoração de Desempenho no Terminal “Craft”, os dados PM correntes são
coletados nas placas I/O, incrementando os contadores de desempenho cada vez que um erro for
detectado.
Os dados de desempenho contados são avaliados a cada quarto de hora ou a cada 24 horas e
armazenados nesse ponto em um registro histórico.

Quando o usuário desativa a monitoração de um TP dentro dos primeiros 10 minutos de um período


de 15 minutos, é possível que ainda não tenham sido recebidos os dados PM do intervalo de
monitoração anterior.
Visto que os dados PM após a desativação da monitoração não são armazenados, os dados PM do
intervalo anterior estarão perdidos, neste caso.

Se a comutação da proteção de equipamento ou de linha ocorrer durante um intervalo de contagem, o


NE não fornece a medição de desempenho completa com relação aos TPs protegidos.
Somente o período entre a última comutação e o final da janela de contagem é contado.
O intervalo é indicado por dados suspeitos e o tempo decorrido indica o comprimento do período
medido.

17.1.6 LIMIARES

Para fins de supervisão da qualidade, os erros registrados através dos contadores de desempenho
podem ser comparados com os níveis das limiares. Se um valor de contador cruza um nível de limiar,
um Alarme de Cruzamento de Limiar (TCA) é transmitido para o gerenciador de alarme.

Os valores das limiares são definidos nas tabelas de limiares junto com uma severidade e uma
sinalização, indicando se o cruzamento desse valor deve ser notificado por um alarme e registrado ou

NE 17-4 3AL 78987 AAAA


se apenas armazenado na lista de problemas correntes. O usuário pode criar, modificar e excluir tais
tabelas.

Limiares diferentes podem ser atribuídas para final próximo ou final distante e para granularidade de
15 minutos e 24 horas.

O TCA somente relata os valores do contador que cruzou a limiar; ele não fornece a série completa de
todos os contadores. Por isso, o usuário terá que recuperar, explicitamente, todos os dados de
desempenho correntes depois de receber o alarme. O usuário pode recuperar essas informações a
partir de um diálogo.

O procedimento do sistema que se refere ao cancelamento dos TCAs de 15 min e 24 h é distinto:

– 15 min. (cancelamento explícito):


O TCA é indicado no gerenciador de alarme somente uma vez, mesmo se a mesma limiar
for cruzada diversas vezes em um dia.
Os TCAs são cancelados automaticamente pelo sistema depois de um intervalo de 15 min.
livre de erros.

– 24 h (cancelamento implícito):
Um TCA é indicado a cada intervalo, no qual a respectiva limiar foi ultrapassada. O
sistema cancela implicitamente os TCAs ao final das 24 horas.

As limitações a seguir aplicam-se ao cancelamento explícito:

– O valor da limiar mais baixa é fixada em “0” (a tabela de limiar fornece apenas uma limiar
simples).

– Um cruzamento da limiar SES é cancelado ao final do intervalo, se nenhuma


indisponibilidade for detectada e se o SES não alcançar a limiar baixa (limiar baixa igual a
0).

– O TCA é cancelado mesmo no caso de um intervalo suspeito, se nenhuma


indisponibilidade for detectada e a limiar baixa não for alcançada.

Adicionalmente, um cancelamento explícito de TCAs, relativos a todos os períodos de granularidade, é


executado se ocorrer um dos seguintes eventos, durante o intervalo em curso:

– Exclusão da ocorrência de dados em curso,

– Reiniciação dos contadores,

– Limiares aumentadas (mais altas do que o valor corrente dos contadores).

1650 SMC 07/03/00 NE 17-5


17.2 CONFIGURAÇÃO
Use o item de menu “Add TP” para exibir um TP em especial no menu “Transmission” (vide parág.
13.5).

Selecione o TP e abra o diálogo “PM Configuration” (vide Figura 17-2) clicando no item de menu
“Configure Monitoring”.

Este diálogo “PM Configuration” serve como interface principal para todos os serviços PM.
Este diálogo é usado para definir cada uma das configurações de todos os intervalos de
monitoração.

É possível acessar o mesmo diálogo “PM Configuration” selecionando-se um TP na “Tela Porta” e


abrindo-se a mesma opção “Performance > Configure Monitoring” no menu suspenso “Port” (vide
capítulo 14).

N.B. Para configurar a PM relativa aos au4CTPs e tuxCTPs, primeiro deve ser criada a
Monitoração do “Overhead”de Percurso (POM) ou o Término Não-Equipado
Supervisionado (SUT, não compatível) (vide descrição no parág. 13.11).

O diálogo “PM Configuration” é projetado como um “notebook”, consistindo de um campo de texto


para identificar o TP selecionado e de etiquetas de página.

O TP selecionado é indicado na primeira caixa, na parte de cima da tela: “TP Identifier”.

No caso de au4CTP e tuxCTPs, o diálogo “PM Configuration” contém também um botão de opções,
mostrando a opção POM e SUT configurada (vide Figura 17-2).

N.B. Assim que diálogo “PM Configuration” é aberto, uma configuração POM/SUT
modificada não é reconhecida e exibida automaticamente. Isso pode levar à rejeições
ou confirmações de configurações PM proibidas. Por isso, certifique-se de reabrir o

NE 17-6 3AL 78987 AAAA


diálogo “PM Configuration” toda vez que a configuração POM/SUT for alterada.

Cada etiqueta de página apresenta uma série de parâmetros para um período de granularidade
próximo ou distante (15 min. ou 24 h) que, juntos, formam um conjunto de dados. Para selecionar uma
etiqueta de página em especial, clique na parte de cima da etiqueta:

• “NE15”, página 15 minutos próximos

• “NE24”, página 24 horas próximas

• “FE15”, página 15 minutos distantes

• “FE24”, página 24 horas distantes

Cada conjunto de dados tem de ser configurados independentemente.

Figura 17- 2. Diálogo da Configuração PM

1650 SMC 07/03/00 NE 17-7


Ative qualquer item dentro da etiqueta de página, selecionando o respectivo botão de rádio.

– “Mode”

• “Data Collection”
Selecione este botão para ativar a monitoração de desempenho. A desativação da
Coleta de Dados leva ao cancelamento dos dados em curso e de todos os dados
históricos desta entidade.

N.B. Quando se desativa todos os conjuntos de dados em curso de uma vez, pode
aparecer uma mensagem de erro indicando falha devida a algum “outro problema”.
Nesse caso, feche o diálogo, abra-o novamente e repita sua solicitação.

• “Create History Data”


Se este item for selecionado, a coleta de dados será realizada na entidade
selecionada relativa ao correspondente TP.
Observe que ao se desativar este item de modo, nenhum dado histórico estará
disponível. Todavia, os conjuntos de dados coletados antes da desativação não serão
cancelados e serão exibidos após a reativação do item, desde que o número de
conjuntos de dados exibidos não exceda 16 para granularidade de 15 min. e 13 para
granularidade de 24 horas.

• “Lock Data Collection”. Não compatível.


Se “Lock” for selecionado, a PM permanece ativada, mas a coleta de dados é
interrompida. Todos os dados de desempenho do histórico permanecem disponíveis.
Todos os valores em curso são ajustados para zero.

– “EML OS Monitoring” (somente acessível a partir da SH)


Não disponível para o Terminal “Craft”.

– “Notifications”

• “UAT”(somente disponível para granularidade de 24 h).


Com relação à granularidade de 24 h, as notificações UAT (Tempo Não-Disponível)
serão criadas, se forem ativadas. Essas notificações resultam em um alarme UAT na
Supervisão de Alarmes.

N.B. Este parâmetro somente pode ser selecionado durante a criação e não pode ser
modificado posteriormente.

– “Threshold Table”
Vincule uma tabela de limiar ao TP selecionado. Somente atribua tabelas de limiares que
combinem com o período de granularidade dos conjuntos de dados (isto é, uma tabela de
limiar de 15 min. não deve ser atribuída a um conjunto de dados de 24 h). Caso contrário, a
tela “Transmission” ficará bloqueada e somente será liberada fechando-se e reabrindo-se
a janela “PM Configuration” e a tela “Transmission”.
Clique no botão “Attach...” para abrir o diálogo “PM Threshold Table Select” (vide Figura
17-5) e configure a tabela de limiar (vide Capítulo 17.5).
Selecione o botão “Remove” para desassociar a tabela de limiar da entidade.

N.B. A vinculação de uma tabela de limiar somente pode ser aplicada com sucesso, se o
botão “Data Collection” estiver ativado. O usuário reconhece que a aplicação não foi
bem sucedida quando o cursor ativo não estiver aparecendo.

NE 17-8 3AL 78987 AAAA


Confirme a configuração com o botão “Apply” antes de fechar o diálogo. Caso contrário, a
configuração será perdida.

1650 SMC 07/03/00 NE 17-9


17.3 EXIBIR DADOS CORRENTES
Use o item de menu “Add TP” para exibir um TP em especial na tela “Transmission” (vide parág.
13.5).

Selecione o TP e abra o diálogo “Current PM Data” (vide Figura 17-3), clicando no item de menu
“Display Current Data”.

Este diálogo “Current PM Data” serve para mostrar os resultados e os “status” dos contadores
da Monitoração de Desempenho.

É possível acessar o mesmo diálogo “Current PM Data” selecionando-se um TP na “Port view” e


abrindo a mesma opção “Performance > Display Current Data” no menu suspenso “Port” (vide
parág. 14).

O diálogo “Current PM Data” é projetado como um “notebook”, consistindo de um campo de texto


para identificar o TP selecionado e de etiquetas de páginas.
O TP selecionado é indicado na primeira caixa, no topo da tela: “TP Identifier”.
No caso de “au4CTP” e “tuxCTPs”, o diálogo “Current PM Data” também contém um botão de
opções, que mostra a opção POM e SUT (vide Figura 17-3). Esta opção é o critério mais alto da PM,
ou seja, selecione primeiro a opção POM ou SUT e, a seguir, o período de granularidade subordinado.

Cada etiqueta de página apresenta uma variação de parâmetros para um período de granularidade
“próximo e distante” (15min. ou 24h) que, juntos, formam um conjunto de dados. Para selecionar uma
etiqueta de página em especial, clique na parte de cima da etiqueta:

• “15 min”, página de 15 minutos próximos e distantes

• “24 h”, página de 24 horas próximas e distantes

N.B. Se não for possível selecionar uma etiqueta de página após uma ação de restauração,
feche o diálogo e reabra-o.

NE 17-10 3AL 78987 AAAA


Neste diálogo são exibidos todos os conjuntos de dados disponíveis que estiverem relacionados a um
TP selecionado e registrados no intervalo de monitoração em curso.

Para cada entidade são indicados os seguintes itens:

– “Administrative State”
Indica se a coleta de PM está bloqueada ou não para o usuário local.

– “Operational State”
Indica se a PM está ativada ou desativada.

– “Suspect Data”
Indica se os erros de coleta ocorreram durante o período da coleta.

– “Threshold Table”
Indica qual tabela de limiar foi atribuída à entidade.

– “Current Problem List”


Indica os alarmes UAT (Não-Disponível) e TCA (Limiar Cruzada) correntes.

N.B. A entrada de “Unavailable ThresholdCrossed”indica que os dois alarmes estão ativos.


Tendo em vista que o campo de texto é muito pequeno para exibir todo o texto de
uma vez, use o cursor para rolar o campo de texto.

– “Elapsed Time”
Indica o tempo decorrido a partir do início do intervalo de monitoração. Essa informações
comunicam ao usuário se a coleta de dados cobre todo o período.

O botão “Reset”não é operativo.

Na parte de baixo são listados os resultados da PM.

N.B. Se nenhuma impressora estiver instalada, não será exibida nenhuma mensagem de
erro para indicar isso.

Pressione o botão “Refresh” para atualizar o conteúdo da janela e exibir os últimos dados.

1650 SMC 07/03/00 NE 17-11


Figura 17- 3. Diálogo dos Dados de PM Correntes

NE 17-12 3AL 78987 AAAA


17.4 EXIBIR DADOS HISTÓRICOS
Use o item de menu “Add TP” para exibir um TP em especial na tela “Transmission” (vide parág.
13.5).

Selecione o TP e abra o diálogo “PM History Data” (vide Figura 17-4) clicando no item de menu
“Display History Data”.

Este diálogo “PM History Data” serve para mostrar a contagem da Monitoração de
Desempenho armazenada.

É possível acessar o mesmo diálogo “PM History Data”, selecionando-se um TP na “Port view” e
abrindo a mesma opção “Performance > Display History Data” no menu suspenso “Port” (vide
parág. 14).

O diálogo “PM History Data” é projetado como um “notebook”, consistindo de um campo de texto
para identificar o TP selecionado e de etiquetas de páginas.

O TP selecionado é indicado na primeira caixa, na parte de cima da tela: “TP Identifier”.

No caso de “au4CTP” e “tuxCTPs”, o diálogo “PM History Data” também contém um botão de
opções, que mostra a opção POM e SUT configurada (vide Figura 17-4). Essa opção é o critério mais
alto da PM, ou seja, selecione primeiro a opção POM ou SUT e, a seguir, o período de granularidade
subordinado.

Cada etiqueta de página apresenta uma variação de parâmetros para um período de granularidade
“próximo e distante” (15min. ou 24h). Para selecionar uma etiqueta de página em especial, clique na
parte de cima da etiqueta.

Todos os conjuntos de dados (entidades) disponíveis, que estiverem relacionados ao TP


selecionados, serão exibidos na tabela:

• “15 min”, página de 15 minutos próximos e distantes

1650 SMC 07/03/00 NE 17-13


• “24 h”, página de 24 horas próximas e distantes

Os dados PM são exibidos, contendo informações relativas:

– ao “Interval End Time”


no formato “dd.mm.yyyy hh:mm:ss”.

– ao número de eventos registrados relativos a uma entidade, que são divididos em dados
próximos e distantes.

– “Elapsed Time”
indicando se a coleta de dados foi completa (vide parág. 17.1.5).

– “susp”
indicando dados suspeitos onde ocorreram erros de coleta durante o período de coleta.

No caso das entidades de 15 min., podem ser exibidos, simultaneamente para cada contador, um
máximo de 16 conjuntos de dados registrados nos 16 intervalos de monitoração anterior; as entidades
de 24h exibem, no máximo, 3 conjuntos de dados (3 intervalos de monitoração anterior). Esse número
não pode ser alterado pelo usuário.

Se os limites de 16 conjuntos de dados relativos à granularidade de 15 min e de 3 conjuntos de dados


relativos à granularidade de 24 h forem alcançados, quando ocorrer o próximo conjunto de dados será
cancelado na lista o conjunto mais antigo.

N.B. Se nenhuma impressora estiver instalada, não será exibida nenhuma mensagem de
erro para indicar isso.

NE 17-14 3AL 78987 AAAA


Figura 17- 4. Diálogo dos Dados Históricos da PM

1650 SMC 07/03/00 NE 17-15


17.5 SELEÇÃO DA TABELA DE LIMIAR DA PM
O diálogo “PM Threshold Table Select” (vide Figura 17-5) aparece se o botão “Attach” no diálogo
“PM Configuration” for pressionado (vide Figura 17-2).

Adicionalmente, este diálogo pode ser acessado usando-se o menu “Configuration”:

N.B. Não abra ao mesmo tempo vários diálogos usando as duas possibilidades.
Considerando que os diálogos não são sincronizados, eles podem exibir conteúdos
diferentes.

O diálogo apresenta uma lista das tabelas de limiares existentes.

As tabelas são individualmente indicadas com um número.

Cada tabela é dedicada a uma entidade específica, como registrado na Tabela 17-1. Cada tabela
pode ser modificada de acordo com as seleções do operador.

O usuário pode filtrar as tabelas de limiares de acordo com o período de granularidade dos critérios
de filtragem. Selecione a granularidade de 15 Minutos ou de 24 Horas. Selecione as duas
granularidades para listar todas as tabelas de limiares.

Pressione “Filter” para ativar os critérios de filtro. A área de filtragem pode ser ocultada clicando-se
em “Hide Filter”.

O usuário pode executar as seguintes ações:

– “Modify” / “Display” (Modificar / Exibir) uma tabela de limiar.

– “Delete” (Excluir) uma tabela de limiar existente.


Marque a tabela na lista e clique no botão “Delete”.
Observe que uma tabela de limiar não pode ser excluída se ela estiver vinculada a uma
entidade PM. Uma mensagem de erro informa essa situação ao usuário.

– “Attach” (Anexar) a tabela de limiar selecionada a uma entidade TP.

A ação “Create” não é operativa.

O usuário tem que fechar o diálogo explicitamente, clicando no botão “Close”.

NE 17-16 3AL 78987 AAAA


Figura 17- 5. Seleção da Tabela de Limiar da PM

1650 SMC 07/03/00 NE 17-17


N camada TPs ASSOCIADOS granularidade

1 STM4 RS 15 minutos

2 STM4 RS 24 horas

3 STM1 RS 15 minutos

4 STM1 RS 24 horas

5 STM4 MS NE / FE 15 minutos

6 STM4 MS NE / FE 24 horas

7 STM1 MS NE / FE 15 minutos

8 STM1 MS NE / FE 24 horas

9 VC4 Término de Percurso NE / FE 15 minutos

10 VC4 Término de Percurso NE / FE 24 horas

11 VC3 Término de Percurso NE / FE 15 minutos

12 VC3 Término de Percurso NE / FE 24 horas

13 VC12 Término de Percurso NE / FE 15 minutos

14 VC12 Término de Percurso NE / FE 24 horas

Tabela 17-1. Associação de entidades da tabela de limiar

NE 17-18 3AL 78987 AAAA


17.6 MODIFICAÇÃO OU EXIBIÇÃO DA TABELA DE
LIMIAR DA PM

17.6.1 MODIFICAÇÃO

O diálogo “PM Threshold Table Modify” (vide Figura 17-6) aparece se uma tabela de limiar for
selecionada no diálogo “PM Threshold Table Selection” (vide Figura 17-5) e se o botão “Modify”
for pressionado.

Execute as seguintes etapas para modificar uma tabela de limiar:


1) Modifique o maior valor da limiar (“Value Up”).
A Tabela 17-2 mostra os valores máximos dos parâmetros de desempenho permitidos.

O valor menor (“Value Down) é fixado em “0”na presente versão.

2) Modifique a Severidade do alarme com relação a cada atributo da PM, no caso de uma
limiar ser cruzada.

3) Desative “Send notification”, se nenhuma mensagem deve ser enviada, no caso de


uma limiar cruzada.

Observe que “Name”, “Granularity” e “Monitored Entity Types” de uma tabela de limiar não
podem ser alterados. Ao invés disso, crie uma nova tabela de limiar.

4) Confirme as modificações com “Apply”.

5) Para modificar mais que uma tabela de limiar, não feche o diálogo, mas selecione a
próxima tabela de limiar no diálogo “PM Threshold Table Selection” e pressione o
botão “Modify” (vide Figura 17-5).

Feche explicitamente o diálogo com o botão “Close”.

1650 SMC 07/03/00 NE 17-19


17.6.2 EXIBIÇÃO

O diálogo “PM Threshold Table Display” (igual a Figura 17-6) aparece se uma tabela de limiar for
selecionada no diálogo “PM Threshold Table Selection” (vide Figura 17-5) e se o botão “Display”
for pressionado.

Consulte o capítulo anterior para a descrição dos valores e tipos e atributos.

Parâmetros de Desempenho Valor Máx. para período de Valor Máx. para período de
15-min. 24-h

BBE, FEBBE nas placas STM-1 2,159,100 207,273,600

BBE, FEBBE em todas as outras 536,100 51.753,600


placas

OFS, ES, UAS, FEES 900 86,400

SES, FESES 810 78,760

Tabela 17-1. Valores Máximos dos Parâmetros de Desempenho

NE 17-20 3AL 78987 AAAA


Figura 17- 6. Modificação da Tabela de Limiar da PM

1650 SMC 07/03/00 NE 17-21


NE 17-22 3AL 78987 AAAA
18. GERENCIAMENTO DA SINCRONIZAÇÃO

18.1 INTRODUÇÃO
Todos os NEs SDH requerem “timing”, com a finalidade de gerar a sincronização necessária e as
informações para referência de fase de quadro. O “timing” pode ser fornecido por uma fonte externa
ao NE ou por um gerador interno de “timing”. O “timing” derivado pode ser usado por todos os sinais e
interfaces no NE que estão relacionados à estrutura do quadro SDH.

A seguir, é feita uma descrição resumida do centro do “clock” do NE, conhecido como Fonte de
Sincronização do “Timing”de Equipamento (SETS).

Ela pode ser dividida em duas partes:

– OSC: o oscilador interno.

– SETG: o Gerador de Sincronização de “Timing”do Equipamento.

O SETG é responsável pela geração da fonte externa de “timing” para a estrutura do Quadro e para o
“clock”, enquanto que o oscilador interno é útil apenas no modo de funcionamento anormal “Free-
running”, que será explicado mais tarde.
A figura simplificada que se segue, representa a organização interna do SETS.

1650 SMC 07/03/00 NE18-1


Figura 18- 1. Organização interna da SETS

As fontes internas (entradas) são:

– T1: Referência obtida a partir dos sinais STM-N que entram,

– T2: Referência obtida a partir dos sinais de 2 Mbits que entram,

– T3: Referência obtida a partir de um sinal externo de 2.048 MHz que entra,

– OSC: o oscilador interno.

O número de entradas de referência de “timing”depende da configuração do NE.

As fontes externas (saídas) são:

– T0: é o sinal de referência de saída para o “clock”e os quadros de sinais,

– T4: é a referência de saída para a sincronização externa do equipamento.

Outros pontos de referência:

– Y: é usado para a comunicação da Mensagem do “Status” de Sincronização (SSM) entre


os blocos funcionais SETS e MST.

– S15: é usado para fornecer notificações e perda do relatório de referência de “timing” que
entra, para a Função Gerenciamento de Equipamento Síncrono (SEMF).

O Seletor A fornece a capacidade de selecionar a referência de “timing” das entradas T1 disponíveis,


tanto automaticamente, baseada na prioridade e no nível de qualidade das fontes candidatas
(algoritmo SSM), como manualmente, resultante de comandos emitidos a partir do sistema de
gerenciamento.

O Seletor B é capaz de selecionar a referência de “timing” das entradas T1, T2 ou T3, de acordo com
o algoritmo SSM). A capacidade para seleção manual da fonte de “timing”também é fornecida.

O Seletor C é operado, somente, no modo manual, para a comutação entre o sinal de saída SETG
(T0) e uma referência de “timing”T1.

NE 18-2 3AL 78987 AAAA


As funções “squelch” A e B emudecem as respectivas referências de “timing” na presença de
condição de falha ou de violação de limiar da SSM.

A escolha da referência de “timing”é feita de duas maneiras:

– Automaticamente:
Seguindo um algoritmo em particular, baseado na qualidade e na prioridade dos sinais de
“timing”que entram.
A seleção automática é baseada tanto na prioridade da fonte de “timing” que entra
(algoritmo de Prioridade), como no nível de prioridade e de qualidade das fontes que
entram (algoritmo SSM).

– Manualmente:
Seguindo uma ordem do Operador.

N.B. O nível de prioridade é determinado pelo Operador para cada fonte de “timing”
candidata. É uma informação estática. Por outro lado, a qualidade da fonte é a
informação dinâmica, dependendo da qualidade do “clock”de referência que gera o
“timing”.
Em um quadro de sinal SDH, a qualidade da fonte de “timing”é encontrada no
“Overhead”de Seção.

O SETG possui três modos de operação:

– Modo Bloqueado:
A saída do SETG é totalmente controlada pelas referências externas de “timing” (T1, T2 e
T3).

– Modo “Hold-Over”:
A referência externa de “timing” é de mal-funcionamento. O SETG, durante a
funcionamento normal, armazena regularmente o valor da referência externa de “timing”.
Neste caso, a saída SETG é controlada por este valor memorizado.

– Modo “Free running”:


Este não é um modo normal de operação. A referência externa de “timing” e a referência
de “timing” memorizada são de mal-funcionamento. Neste caso, a saída SETG é
controlada pela fonte interna do “clock”.

1650 SMC 07/03/00 NE18-3


18.2 GERENCIAMENTO DA SINCRONIZAÇÃO
As operações que podem ser realizadas nas fontes de sincronização são as seguintes:

– Configuração da Fonte de “Timing”,

– Comandos de Proteção,

– Configuração de T0,

– Configuração de T4,

– Configuração de SSU,

– Remoção de Referência de “Timing”,

– Ajustar T0 Igual a T4,

– Remover T0 Igual a T4,

– Configuração da Qualidade SSM Transmitida,

– Configuração do Modo de Quadro,

– Mostrar Fonte de “Timing”.

Antes de qualquer outra operação, a tela da sincronização terá que ser exibida.

18.2.1 EXIBINDO A TELA SINCRONIZAÇÃO

A tela da sincronização pode, normalmente, ser aberta usando-se as opções do menu “Views” (vide
Figura 18-2.

Usando as opções de menu, selecione a opção “Synchronization” do menu suspenso “Views”,


como mostrado na figura a seguir.

NE 18-4 3AL 78987 AAAA


Figura 18- 2. Obtendo a tela da sincronização

Selecionando-se esta opção de menu, a representação da sincronização será exibida diretamente na


janela em curso, ao invés da tela em curso. Todas as operações que podem ser executadas nas
fontes de sincronização são realizadas a partir desta tela da sincronização.

1650 SMC 07/03/00 NE18-5


18.2.2 TELA SINCRONIZAÇÃO

A tela Sincronização mostra as fontes externas de referência de “timing” e a geração de T0 e T4. A


seleção é baseada no algoritmo SSM ou na prioridade das fontes de “timing” que entram. A ativação
do algoritmo SSM significa que a seleção da fonte é feita primeiro sobre os critérios de qualidade e, a
seguir, sobre os critérios de prioridade relativas às fontes no mesmo nível de qualidade.

Após a seleção da opção “Synchronization” do menu “Views”, será visualizada a Tela


Sincronização (Figura 18-3).

Figura 18- 3. Exemplo da Tela Sincronização

Descrição da Tela Sincronização

A tela da sincronização oferece duas listas de referências de “timing”permitidas:

• Uma para saída de “timing”T0: a lista de T0 está sempre presente;

• uma para saída de “timing” T4: a presença da lista de T4 pode ser configurada,
usando-se os arquivos de recursos.
A lista de T0 contém:
– uma referência de “timing”associada à fonte de “timing”do Oscilador Interno; está
sempre presente e não pode ser removida ou redefinida.
– 6 referências de “timing”, no máx., por entradas candidatas pertencentes à
referência de “timing”permissível T1, T2 ou T3, que podem ser configuradas pelo
operador.

A lista de T4 contém:
– 6 referências de “timing”por entradas candidatas pertencentes à referência de
“timing”permissível T1, que pode ser configurada pelo operador.

As listas de T0 e T4 são usadas para o gerenciamento da proteção da fonte de referência de “timing”;


uma proteção 1:n como mecanismo, é usada para a seleção da fonte de “timing” a partir da lista de T0
NE 18-6 3AL 78987 AAAA
(T4) das referências de “timing” permissíveis. O sistema de proteção escolhe a referência de “timing”
para gerar a saída T0 (T4) ou automaticamente, baseada no nível de prioridade e qualidade das
fontes candidatas, de acordo com o algoritmo selecionado, ou manualmente, sob o controle do
sistema de gerenciamento.

Descrição dos elementos da tela

A seguir são descritos os componentes básicos contidos na tela da sincronização.

• “Timing reference”
Cada referência de “timing” permissível é representada por um objeto gráfico exibido
na tela; o objeto gráfico da referência de “timing” exibe (com exceção da referência de
“timing” do Oscilador Interno) as seguintes informações (se a fonte de “timing” foi
declarada pelo usuário):
– o nome da fonte de “timing”selecionada
– o “status”da fonte de sincronização: (bloqueada, comutação manual, comutação
forçada, comutação automática, nenhuma solicitação, falha)
– o rótulo do nível de qualidade da fonte de entrada de “timing”
– a prioridade da fonte de entrada de “timing”
– 2 pequenas caixas representando os alarmes “Los”e “Drif”detectados na fonte de
“timing”;
“DRIFT”significa que o Deslocamento de Frequência entre a fonte de sinal externo
e o “clock”interno é mais alto que o valor máximo de tolerância.
“SSF”significa que a Falha do Sinal de Servidor está enviando um sinal de
referência errado para o NE. No caso de uma indicação de alarme, o operador
pode selecionar “Show Timing Source” (Figura 18-15) para visualizar o detalhe
do alarme.
No objeto gráfico da referência de “timing” associada ao Oscilador Interno, são
exibidas as seguintes informações:
– uma pequena caixa representando o alarme “Holdover/Free Running”; a pequena
caixa estará iluminada no modo operacional “Holdover”ou “Free Running”.
– um campo de etiqueta representando os modos de operação anormais do “clock”;
podem ser exibidas no campo de etiqueta uma das seguintes cadeias:
• “Holdover”, exibida quando o “clock”opera no modo “Holdover”;
• “Free Running”, exibida quando o “clock”opera no modo “Free Running”;
• a cadeia vazia é exibida quando o “clock”opera no modo “Lock”.
– uma etiqueta “G.813”representando a qualidade fixa do Oscilador Interno.
– uma etiqueta “0”representando a prioridade do Oscilador Interno.

• “Selectors”
Uma pequena elipse é usada para representar, respectivamente:
– o seletor A; a presença do seletor é configurável
– o seletor B; o seletor B está sempre presente
– o seletor C; a presença do seletor é configurável

• “Squelch Status”

1650 SMC 07/03/00 NE18-7


Caixas contendo um campo de etiqueta são usadas para representar o “status”
“squelch” de T0/T4 e de T4. A caixa exibe a limiar do nível de qualidade configurado e
ela está iluminada quando o sinal de saída de “timing”estiver inibido.

• “Output Signal”
Uma seta e um campo de etiqueta são usados para representar, respectivamente:
– o sinal de saída T0; sempre presente
– o sinal de saída T4; a presença da saída T4 é configurável

• “line Type”
São usados os diferentes tipos de linha a seguir, para ligar os sinais de saída e as
respectivas referências de “timing”permissíveis:
– Uma linha contínua entre um sinal de saída e uma referência de “timing”
permissível significa que a referência de “timing”está sendo usada para gerar este
sinal;
– Uma linha tracejada entre um sinal de saída e uma referência de “timing”
permissível significa que a referência de “timing”não está sendo usada como fonte
de “timing”, mas atuará na função da proteção.
Do mesmo modo, uma linha contínua entre a caixa do sinal T0 e o sinal T4 (ou sinal
“T0_Test”) é desenhada quando o sinal T0 é usado para gerar T4.

NE 18-8 3AL 78987 AAAA


18.2.3 CONFIGURAÇÃO DA FONTE DE “TIMING”

Esta funcionalidade permite configurar as fontes de entrada da sincronização e configurar e modificar


a prioridade e a qualidade da fonte de “timing”.

Figura 18- 4. Menu Sincronização

As opções do menu estão em cinza, de acordo com o estado atual da caixa de diálogo que o usuário
pode abrir.

Primeiramente selecione uma referência de fonte de sincronização e, depois, o menu


“Synchronization” para abrir a Lista de Opções de Sincronização (Figura 18-4). A seguir, selecione a
opção “Timing Source Configuration” do menu em cascata, como mostrado na figura acima.

1650 SMC 07/03/00 NE18-9


Será aberta a seguinte caixa de diálogo.

Figura 18- 5. Configuração da Fonte de "Timing" para equipamentos conectados em


cruzamento

A caixa de diálogo “Timing source configuration” exibe a qualidade extraída da fonte de “timing”
selecionada. Ela permite configurar as seguintes informações sobre a fonte de “timing”:

– Nível de qualidade,

– Nível de prioridade.

A Qualidade extraída corresponde à qualidade Rx recuperada a partir do sinal recebido da linha.

Selecione uma referência da fonte de sincronização e clique em “Timing Source Configuration” e, a


seguir, na escolha “Input Source”. A Figura 18-6 mostra a janela aberta. Em seguimento ao
procedimento “TP Search” descrito no capítulo “Tela Transmissão” (parág. 13.5.1), entre com o valor
do ponto de término (TP) da placa física (SPI/PPI) (bastidor, sub-bastidor, placa, porta). Esta operação
pode ser repetida em todas as fontes de sincronização vazias disponíveis, tanto para o “clock” T0,
como para o “clock”T4.

NE 18-10 3AL 78987 AAAA


Figura 18- 6. Configuração da Fonte de Sincronização para equipamento ADM

Clique em “Input Quality Configuration”: o botão de opções abre o menu de opções para selecionar
o nível de qualidade desejado.
A fonte de “timing” pode ter, em ordem crescente, cinco níveis de qualidade: G.811, G.812T, G.812L,
G.813, Não usar (onde o nível mais alto de qualidade é G.811).

Se a Configuração da Qualidade de Saída for estabelecida em um valor diferente de “Extracted”, a


qualidade Rx será forçada para esse valor.

Clique em “Priority”: o botão de opções abre o menu de opções para selecionar o nível de prioridade
desejado.
A fonte de “timing” do oscilador interno terá a prioridade mais baixa (prioridade = 0) e sua prioridade
não poderá ser alterada. As outras fontes de “timing”terão uma prioridade de 1 a n.

A prioridade 1 é a prioridade mais alta. Os níveis 6,...2 são níveis intermediários entre o nível 0 e 1, em
ordem crescente de prioridade (ou seja, 0 6 5 4 3 2 1).

Quando a configuração da fonte de “timing” estiver completa, clique na tecla “OK” para validar as
escolhas e feche a caixa de diálogo. A tecla “Cancel” cancela a configuração e fecha a caixa de
diálogo.

Posicionando-se o “mouse” na caixa da fonte de sincronização “Port# test”, aparecerá escrito abaixo e
à esquerda da janela, a denominação da interface física correspondente (bastidor-sub-bastidor-placa-
porta).

1650 SMC 07/03/00 NE18-11


18.2.4 COMANDOS DE PROTEÇÃO DA SINCRONIZAÇÃO

Selecione a referência de “timing” a partir da tela da sincronização. Conforme mostra a Figura 18-4,
selecione o menu suspenso “Synchronization”. Você pode, então, selecionar “Protection
Commands” para abrir a Figura 18-7. As opções do menu estão em cinza, de acordo com o estado
atual da fonte de “timing”selecionada.

Figura 18- 7. Comandos de Bloqueio, Forçamento e Manual

a) “Invoke/Release Lockout”: O bloqueio ou o desbloqueio de uma fonte de “timing permite ou


não permite que a fonte de “timing seja considerada como uma possível fonte de “timing”para
T0 ou T4.

b) Seleção de “Invoke/Release” “Force” e “Manual” da Fonte de “Timing”

NE 18-12 3AL 78987 AAAA


Seleção geral

Uma fonte de “timing” pode ser selecionada manualmente ou automaticamente. Além disso, a seleção
de uma fonte de “timing”que entra em particular pode ser forçada (com excepção do oscilador local).
Essa seleção depende da prioridade ou da qualidade da fonte de “timing”. Se a fonte de “timing”
estiver bloqueada ou não disponível, essa operação torna-se impossível. Considera-se uma fonte de
“timing” disponível quando não estiver bloqueada e não tiver uma condição de falha ou quando tiver
nível de Prioridade 0.
O modo de comutação forçada termina com a liberação ou inibição do forçamento da fonte de “timing”
selecionada.
A opção da seleção manual somente é possível se a qualidade e a prioridade da fonte de “timing”
selecionada forem suficientes. Caso contrário, o algoritmo da seleção automática prevalece sobre a
seleção manual.
Se a fonte de “timing”, anteriormente selecionada para manual, não estiver mais disponível, a seleção
automática será ativada. A indicação “Status” descreve o “status” atual da sincronização (Nenhuma
Solicitação, Comutação Automática, Falha, ...).

N.B. O oscilador interno não pode ser forçado ou selecionado manualmente.

Você pode confirmar ou cancelar a operação a partir da caixa de diálogo que se abre.

Para executar ou liberar um bloqueio de T0 ou T4, seleção forçada ou manual, deverão ser realizadas
as seguintes operações:

– Selecione a fonte T0 ou T4.

– Clique no menu “Synchronization”.

– Selecione a opção “Protection Commands” e, a seguir, “Invoke/Release” da opção


“Lockout”, “Force” ou “Manual”.

– Clique em “Apply” na caixa de confirmação exibida.

18.2.5 CONFIGURAÇÃO DA SINCRONIZAÇÃO, COM RELAÇÃO


AOS CRITÉRIOS “SQUELCH” DE T0/T4 E DE T4

Selecione as fontes de sincronização T0 ou T4 disponíveis e, a seguir, o comando “T0 ou T4


Configuration...”. Este comando permite selecionar/desfazer a seleção do algoritmo SSM, para
estabelecer o tempo de espera de restauração e para ativar o procedimento reverso, caso todos estes
recursos estejam disponíveis.

No modo Reverso, o seletor interno A/B (Figura 18-1) muda sempre para o melhor “clock” de
referência com a qualidade mais alta; com base no mesmo nível de qualidade, será selecionada a
Fonte do “clock” de referência com a melhor prioridade. O mecanismo de alteração das entradas das
referências é controlado pelo tempo de espera para restaurar: esse tempo estabelece um retardo
antes de mudar a fonte de entrada. No modo operacional não reverso, o seletor A/B pode selecionar
um “clock” de referência correto anterior, somente quando todas as fontes de referência de entrada
tiverem passado em uma condição de falha.

Tendo selecionado a Configuração de T0 ou T4, estabeleça o algoritmo SSM e o “Wait To Restore


Time”na caixa de diálogo, parte superior da Figura 18-8.

Clique no Algoritmo SSM para selecionar/desfazer a seleção.

1650 SMC 07/03/00 NE18-13


Clique no botão “Wait To Restore Time”para estabelecer o tempo requerido (em etapas de 60 seg.).

O botão de opção “Revertive”possibilita selecionar as fontes de sincronização no modo reverso.

Selecionando-se “T4 Configuration”, é possível estabelecer os critérios “squelch” de T4 na caixa de


diálogo, na parte de baixo da Figura 18-8.

Esta funcionalidade permite configurar os critérios “squelch” da referência externa de “timing” (T4). A
função “squelch” emudece as respectivas referências de “timing” na presença de uma condição de
falha.
O “squelch” pode ser forçado pelo Operador ou ser de acordo com os critérios “squelch” que
consistem em uma escolha do nível de qualidade.
Diferentes critérios “squelch”podem ser aplicados:

• Quando T0 for selecionada para gerar T4 (“squelch” B, Figura 17-7): T0 pode ser
silenciada, se todas as referências de “timing” permissíveis do Seletor B tiverem o
Nível de Qualidade mais baixo que a limiar programável.

• Quando T1 for selecionada para gerar T4 (“squelch” A, Figura 17-7): T1 pode ser
silenciada, se o Nível de Qualidade de T1 for mais baixo que a limiar programável ou
se ele tornar-se não disponível.

Figura 18- 8. Configurando o algoritmo SSM de T4 e os critérios "squelch"

A caixa de diálogo “T4 squelch configuration” permite configurar o nível de qualidade da fonte de
“timing”T4.

Clique no botão de opções “T0”: para abrir o menu de opções e selecionar o nível de qualidade
desejado.

NE 18-14 3AL 78987 AAAA


Clique no botão de opções “T4”: para abrir o menu de opções e selecionar o nível de qualidade
desejado.

A opção “Force Squelch”de T4 permite ativar o “squelch”forçado de T4.

Quando a Configuração de T0/T4 estiver completa, clique na tecla “OK” para validar a escolha e
feche a caixa de diálogo.

A tecla “Cancel” cancela a configuração e fecha a caixa de diálogo.

18.2.6 CONFIGURAÇÃO SSU

A configuração SSU permite tanto configurar o NE simples, como o NE com SSU. No último caso, a
qualidade SSU terá que ser definida.

A Figura 18-9 apresenta-se ao se selecionar “SSU Configuration” do menu “Synchronization”.

Figura 18- 9. Configuração da SSU

1650 SMC 07/03/00 NE18-15


18.2.7 REMOVER REFERÊNCIA DE “TIMING”

Selecione a fonte de sincronização a ser removida e clique na opção “Remove Timing Reference”
(Figura 18-10). Clique no botão “OK” da mensagem de confirmação para remover a fonte selecionada
(Figura 18-11).

Figura 18- 10. Remoção da fonte de sincronização

NE 18-16 3AL 78987 AAAA


Figura 18- 11. Confirmação da remoção de fonte de sincronização

1650 SMC 07/03/00 NE18-17


18.2.8 ESTABELECER E REMOVER T0 IGUAL A T4

Para conectar a sincronização interna de T0, selecione uma fonte de sincronização e clique na opção
de menu “Set T0 Equal T4”. A conexão entre T0/T4 passará da forma de contorno para uma linha
contínua, conforme o exemplo da Figura 18-12.

Figura 18- 12. Configuração de T4 igual a T0

Para separar T4 de T0, clique na opção de menu “Remove T0 Equal T4”. A conexão T0/T4 aparecerá
na forma de contorno, enquanto a conexão entre T1/T4 passará da forma de contorno para uma linha
contínua.

NE 18-18 3AL 78987 AAAA


18.2.9 TRANSMISSÃO DA CONFIGURAÇÃO DA QUALIDADE SSM

Selecione a Fonte de Referência SDH T1 na Tela Sincronização (Figura 18-3). Consequentemente, a


Configuração da Qualidade SSM da Transmissão será ativada. Esta seleção permite, com a opção
“Inserted”, transmitir a qualidade do “clock” interno T0 do sistema em direção à interface externa SDH.
É possível, também, transmitir diferentes níveis de qualidade, selecionando-se valores diferentes.

Clique em “Transmitted SSM Quality Configuration” da opção de menu “Synchronization”. A


Figura 18-13 abre.

Figura 18- 13. Qualidade SSM de Transmissão

Esta janela “Transmission SSM Quality” também pode ser aberta a partir de quaisquer placas SDH.
Selecione a opção “Equipment” do menu “View” e, a seguir, acesse “Board view”, “Port view”,
“Physical Media”, “SDH TxSsm Quality Configuration”.

1650 SMC 07/03/00 NE18-19


18.2.10 CONFIGURAÇÃO DO MODO DE QUADRO

Selecione a Fonte de Referência PDH T2 na Tela Sincronização (Figura 18-3). Consequentemente, a


Configuração do Modo de Quadro será ativada. Esta seleção permite verificar a fonte de entrada de 2
Mbit/s, considerando-a antes como referência válida.

Clique em “Frame Mode Configuration” da opção de menu “Synchronization”. A Figura 18-14


abre.

Figura 18- 14. Configuração do Modo de Quadro

A mesma janela “Frame Mode Configuration” também pode ser aberta a partir de qualquer placa PDH,
usando-se a tela “Transmission” ou “Equipment”. Por exemplo, selecione a opção “Equipment”
do menu “View” e, a seguir, acesse “Board view”, “Port view”, “PDH TP Configuration”. A opção CRC4
somente estará disponível para as portas de 2Mbit/s.

NE 18-20 3AL 78987 AAAA


18.2.11 MOSTRAR FONTE DE “TIMING”

Selecionando-se qualquer Fonte de Referência T1 ou T2 na Tela Sincronização (Figura 18-3),


consequentemente, será aberta a opção “Show Timing Source”. Esta seleção permite analisar a fonte
de entrada, considerando-se sua estrutura de “payload” e os respectivos alarmes (“Port view” será
apresentada).

Clique em “Show Timing Source” da opção de menu “Synchronization”. A Figura 18-15 abre.

Figura 18- 15. Exemplo de Fonte de "Timing"

1650 SMC 07/03/00 NE18-21


NE 18-22 3AL 78987 AAAA
19. GERENCIAMENTO DE “SOFTWARE”

19.1 GENERALIDADES E DESCRIÇÕES


O Terminal “Craft” oferece uma série de funções que permite manipular os pacotes de “software”
dentro dos NEs.
A operação de “downloading” consiste do estabelecimento de sessão entre o NE e um servidor de
“software”, para fins de transferência de arquivo. As ações podem, então, ser realizadas na versão de
“software”do NE, tais como, atualização, exclusão, ativação e operações autorizadas, ou reverter para
a operação da versão de “software”anterior. Desta forma, o NE pode seguir a evolução do produto.

Um “backup/restore” também pode ser feito na MIB do NE. De fato, pode-se salvar/restaurar a MIB
para/de memória de massa do EMLCORE. O operador pode usar o simulador de NE ???? para
preparar uma configuração da MIB do NE. Essa MIB é, então, gravada na área de “backup” da MIB do
NE, pronta para ser transferida para a MIB do NE.

Os princípios gerais do “download”de “software”estão representados na figura a seguir.

Figura 19- 1. Princípios gerais do "Download" de "Software"

1650 SMC 07/03/00 NE 19-1


19.1.1 PADRÕES ESTABELECIDOS

Os padrões estabelecidos usados para o Gerenciamento de “Download”são os seguintes:

– “Software Package”:
O Pacote de “Software” representa uma parte do “software” que pode ser executada por
um tipo de NE em particular. Consiste de uma ou mais Unidades de “Software” e de um
Arquivo Descritor. Um pacote de “software” é identificado pelo seu nome, versão e edição.
No NE (isto é, uma vez transferido), um pacote de “software”pode ser:
– a versão ativa: o pacote de “software”atualmente rodando no NE
– uma versão reserva: um pacote de “software”que não é nem a versão ativa e nem
a versão de “boot”.

– “Software Unit”:
Uma Unidade de “Software” é uma parte de um pacote de “software” que pode ser ou o
código executável ou um segmento de dados de uma placa em particular, dentro de um
NE. Uma unidade de “software” é também identificado pelo seu nome, lançamento, versão
e edição.

– “Descriptor File”:
Um Arquivo Descritor contém informações sobre o pacote de “software” a que pertence e
lista as unidades de “software” que o compõe. Cada pacote de “software” tem de ter um
arquivo descritor, caso contrário, não será possível interpretar o conteúdo do pacote.

– “Software Management Function”:


A Função Gerenciamento de “Software”oferece informações sobre todos os pacotes atuais
de “software” presentes em um NE. Indicadores habilitam o gerenciamento do “software”
(pacote de execução, pacote ativado, etc...).

Estão disponíveis os seguintes estados da versão de “software”:

• Versão Autorizada (ativa):


Versão de “software”atualmente sendo executada no NE.

• Versão Reserva:
É uma versão de “software”que foi baixada no NE, mas que não está no estado ativo.

Duas funções principais estão envolvidas no “downloading”de “software”:


– função Gerenciador do “Download”de “Software”
– função Servidor do “Download”de “Software”

A função Gerenciador do “Download” de “Software” recebe as solicitações de “downloading” e de


gerenciamento do operador e as envia para o NE. Portanto, esta função permite que um processo de
“download” seja iniciado e monitorado pelo operador. Ela gerencia as versões de “software” do NE e
inicia operações de “download”de “software”.

A função Servidor do “Download” de “Software” é responsável apenas pelo cumprimento das


solicitações recebidas dos NEs e pela realização das operações de transferência de arquivos de
pacote de “software”para o NE.

NE 19-2 3AL 78987 AAAA


19.1.2 FUNÇÕES DO GERENCIAMENTO DE “SOFTWARE”

Normalmente, o operador perguntará primeiro pelo “status” atual do “software” em um NE


selecionado. Com a condição de que o “status” permita uma operação de “download”, o operador
seleciona o novo pacote de “software” no servidor e dispara o processo de “download”. Em seguida,
ele ativará o pacote. Se tudo funcionar bem com o novo pacote ativado, o operador fará a operação
autorizada. Se forem encontrados problemas com o novo pacote ativado, ele poderá usar a operação
de desativação (“revert-back”) para retornar ao pacote e aos dados do “software”anterior.

As operações que podem ser assumidas nesta seção são:

– exibir as Informações do “Download”de “Software”,

– estabelecer / obter o endereço do servidor (ainda não disponível),

– iniciar / abortar “Download”do Pacote de “Software”,

– gerenciar os Pacotes de “Software”dentro dos NEs.

1650 SMC 07/03/00 NE 19-3


19.2 MENU DO GERENCIADOR DE “DOWNLOAD” DE
“SOFTWARE”
Todas as operações de “download” de “software” são executadas a partir do gerenciador de
“download”de “software”.

Figura 19- 2. Tela Equipamento

Para exibir o menu do gerenciador de “download” de “software” a partir da tela principal, selecione o
NE no qual você deseja realizar as operações de “download e, a seguir, selecione o menu suspenso
“Download”. Será exibido o menu a seguir:

Figura 19- 3. Menu "Download"

NE 19-4 3AL 78987 AAAA


19.3 INICIAR “DOWNLOAD”
Você pode solicitar ao NE para iniciar / abortar uma operação de “download” de “software”. Depois de
selecionar o NE desejado, você deve escolher um pacote de “software” disponível, estabelecer os
atributos de “download” / ativação requeridos e, a seguir, iniciar o processo de “download”. Todas
estas operações podem ser realizadas a partir da caixa de diálogo “SW downloading”.

Selecione a opção “Init download” do menu em cascata “Download”.

Será aberta a caixa de diálogo “Software download initiate”.

Figura 19- 4. Caixa de diálogo do "Downloading" de SW

Para pesquisar um pacote específico, estão disponíveis os seguintes campos:

– “Server filter”: para entrar com o nome do servidor selecionado,

– “Package filter”: para entrar com o nome do pacote selecionado.

Para exibir a seleção, pressione o botão “Apply filter(s)”.

No próximo campo é exibida a lista dos pacotes:

– “Server”: nome do servidor,

– “Package”: nome do pacote,

– “Version”: número da versão do pacote.

1650 SMC 07/03/00 NE 19-5


Pressione a tecla “Forced” para estabelecer o atributo “download” forçado: assim, todas as unidades
de “software”do arquivo Descritor terão que ser baixados.

Se você quiser interromper o “download”, pressione a tecla “Cancel” da caixa de diálogo “Software
download initiate”para fechá-la.

Clique na tecla “OK” para iniciar o “download”. A partir da caixa de confirmação que se abre, você
pode confirmar ou cancelar o “download”. Se você confirmar a operação, a caixa de diálogo “SW
Downloading” desaparecerá e a caixa de diálogo “Software download in Progress” será exibida (vide
Figura 19-5), a partir da qual você pode, se necessário, abortar o “download”de “software”.
Você pode monitorar o andamento do “download” através da caixa de diálogo “Software in Progress”,
que também o habilita a, possivelmente, abortar o “download”em curso.

Figura 19- 5. "Download" de "software" em andamento

A caixa de diálogo “Software download in Progress” exibe o nome e o tipo do NE e o nome do pacote
de SW, o total de “bytes”, a percentagem atual e o arquivo corrente que está sendo baixado. Clique na
tecla “Abort” para abortar toda a transação de “download”. Você pode confirmar ou cancelar o aborto
a partir da caixa de diálogo de confirmação que se abre.
Clique na tecla “Close” para fechar a caixa de diálogo “SWDL Work in Progress” ao final do
“download”de “software”.

NE 19-6 3AL 78987 AAAA


19.4 INFORMAÇÕES SOBRE AS UNIDADES
O operador é capaz de obter informações sobre o pacote de “software” do NE em qualquer momento,
mesmo que nenhuma operação de “download”tenha sido executada anteriormente.

Para isto, selecione a opção “Units info” do menu suspenso “Download”.

Será aberta a seguinte caixa de diálogo.

Figura 19- 6. Caixa de diálogo das Informações do Pacote de "Software"

A caixa de diálogo “SW Information” exibe o nome e o tipo do NE e o respectivo nome e “status” do
pacote do “software”autorizado e não autorizado (se existir).

Você pode selecionar um pacote de “software”clicando sobre o nome.

Serão exibidos os seguintes campos:

– “Software package”: nome, lançamento, versão, edição do pacote,

– “Operacional state”: ativado ou desativado,

– “Activation date”: data e hora da última ativação,

– “Vendor”: o fornecedor do produto,

– “Current state\Action”: autorizado ou reserva e com o botão de opções:


nenhum/Forçar/Ativar/Excluir.

O botão “Detail” permite obter maiores informações sobre um pacote de “software”selecionado.

Clique no botão “Detail” para exibir a seguinte janela:

1650 SMC 07/03/00 NE 19-7


Figura 19- 7. Detalhes das informações das unidades

A seguir, clique no símbolo “[+]”antes do pacote de “software”para obter maiores detalhes.

NE 19-8 3AL 78987 AAAA


Figura 19- 8. Detalhes sobre o pacote de "software

Clicando-se em “Close”, a tela anterior será exibida (Figura 19-7).

Na Figura 19-6, clicando-se:

– na tecla “OK”, a caixa de diálogo fecha,

– na tecla “Cancel”, a caixa de diálogo “SW Information”fecha,

– na tecla “Help”, você acessa a ajuda sobre o contexto.

1650 SMC 07/03/00 NE 19-9


19.5 GERENCIAMENTO DA MIB
Esta função permite fazer um “backup”e/ou uma restauração da Mib.

Selecione a opção “Mib management” do menu suspenso “Download”. A janela a seguir é exibida:

Figura 19- 9. Gerenciamento da MIB do NE

São exibidos os seguintes campos:

– “Available backups on local server”: fornece uma lista dos “backups” disponíveis no
Terminal “Craft”,

– “Backup name”: para entrar com o novo nome do “backup”.

Três teclas permitem escolher a ação com o clique em:

– “Backup”: executa o “backup”no CT da Mib presente no NE,

– “Restore”: esta função permite o sistema de gerenciamento restaurar a base de dados de


configuração do NE do sistema gerenciado. Somente uma operação de restauração pode
ser executada ao mesmo tempo em um NE dado.

NE 19-10 3AL 78987 AAAA


– “Delete”: esta ação permite apagar um “backup” da base de dados do NE. O NE não é
envolvido nesta ação. O único efeito é apagar a versão de “backup” selecionada
armazenada em um diretório específico do servidor FT.

Para ativar uma MIB já restaurada, clique na tecla “Activate”. Somente neste ponto é que ela se
torna operativa no NE.

Para sair da janela do gerenciamento da MIB do NE, clique na tecla “Close”.

1650 SMC 07/03/00 NE 19-11


19.6 GERENCIAMENTO DE SIMULADOR
Não disponível.

19.7 GERENCIAMENTO DE SERVIDORES


Não disponível.

NE 19-12 3AL 78987 AAAA


19.8 REINICIAR NE
A operação de reiniciação é uma reinicialização de “software” e pode ser executada em condições
normais de tráfego.

A operação de reiniciação em qualquer caso, ativa a versão Autorizada (ativa).

Selecione a opção “Restart NE” do menu em cascata “Download”.

A caixa de diálogo a seguir é aberta:

Figura 19- 10. Confirmação da Reiniciação do NE

Clique na tecla “OK” para executar a reiniciação do NE.

Clique na tecla “Cancel” para abortar a reiniciação do NE.

1650 SMC 07/03/00 NE 19-13


NE 19-14 3AL 78987 AAAA
20. QUESTÕES LEVANTADAS COM FREQUÊNCIA
Este capítulo responderá algumas Questões Levantadas com Frequência, que dizem respeito às
operações comuns de gerenciamento do NE apresentadas neste manual.

1650 SMC 07/03/00 NE 20-1


FIM DO DOCUMENTO

NE 20-2 3AL 78987 AAAA


Índice

1. INTRODUÇÃO................................ ................................ ................................ ................................ .. 1

1.1 Escopo ................................ ................................ ................................ ................................ ....... 1

1.1.1 Escopo do Documento ................................ ................................ ................................ ....... 1

1.1.2 Público Alvo ................................ ................................ ................................ ........................ 1

1.2 Terminologia ................................ ................................ ................................ .............................. 2

1.2.1 Acrônimos e abreviações ................................ ................................ ................................ ... 2

1.2.2 Glossário de Termos ................................ ................................ ................................ .......... 2

2. INTRODUÇÃO À MANUTENÇÃO................................ ................................ ................................ .... 1

3. MANUTENÇÃO DO PC ................................ ................................ ................................ .................... 1

4. PROBLEMAS COM O TERMINAL “CRAFT”................................ ................................ .................... 1

4.1 Objetivo do procedimento................................ ................................ ................................ .......... 1

4.2 Procedimento................................ ................................ ................................ ............................. 2

5. MANUTENÇÃO CORRETIVA (DIAGNÓSTICO E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS) .......................... 1

5.1 Objetivo do procedimento................................ ................................ ................................ .......... 1

5.2 Organização do Diagnóstico e da Solução de Problemas ................................ ........................ 1

5.3 Diagnóstico e Solução de Problemas por meio do Terminal “Craft”................................ ......... 7

5.3.1 Conceitos e Definições Preliminares................................ ................................ .................. 8

5.3.2 Indicação da Síntese de Alarme................................ ................................ ....................... 10

5.3.3 Detalhes sobre os alarmes / “Status”................................ ................................ ............... 11

6. SUBSTITUIÇÃO DE UNIDADE POR UMA SOBRESSALENTE ................................ ...................... 1

6.1 Substituição da Unidade “COMPACT ADM”................................ ................................ ............. 1

1650 SMC 07/03/00 Manutenção índice -1


Manutenção índice-2 3AL 78987 AAAA
ÍNDICE DE FIGURAS

Figura 5- 1. Fluxograma geral relativo ao diagnóstico e solução de problemas no local ........................ 5

Figura 5- 2. Alarme da fonte de alimentação ................................ ................................ ........................... 6

Figura 5- 3. Estrutura de nível na rede de Transmissão................................ ................................ .......... 9

Figura 5- 4. Menu suspenso do Alarme ................................ ................................ ................................ . 12

Figura 5- 5. Supervisão de Alarme................................ ................................ ................................ ......... 12

Figura 5- 6. Exemplo de alarmes na Tela Porta ................................ ................................ .................... 15

Figura 5- 7. Exemplo de alarme e "status" na Tela Placa................................ ................................ ...... 17

Figura 5- 8. Exemplo de alarmes e "status" na Tela Equipamento................................ ........................ 19

Figura 6- 1. Substituição da unidade “COMPACT ADM”................................ ................................ ......... 3

1650 SMC 07/03/00 Manutenção índice -3


Índice de Tabelas

Tabela 5-1. Indicação da Síntese de Alarme ................................ ................................ ......................... 11

Tabela 5-1. Descrição geral das informações sobre Segurança de Alarme................................ .......... 13

Tabela 5-2. Aspectos gerais do significado dos alarmes e das respectivas ações de manutenção ..... 14

Tabela 5-1. Alarmes da Placa ................................ ................................ ................................ ................ 18

Manutenção índice-4 3AL 78987 AAAA


1. INTRODUÇÃO

1.1 ESCOPO

1.1.1 ESCOPO DO DOCUMENTO

O Manual de Manutenção descreve, principalmente, o diagnóstico e a solução de problemas do NE


com o Terminal “Craft”.

1.1.2 PÚBLICO ALVO

O Manual de Manutenção é dirigido para todos os usuários.

Os documentos que deverão ser lidos antes deste documento são:

– Manual Básico do Operador do 1320CT Versão 1.1

Os documentos deste Manual que deverão ser lidos antes deste documento são:

– Manual de Introdução

– Manual de Gerenciamento de NE

1650 SMC 07/03/00 Manutenção 1-1


1.2 TERMINOLOGIA

1.2.1 ACRÔNIMOS E ABREVIAÇÕES

Consulte a Seção Manual de Introdução.

1.2.2 GLOSSÁRIO DE TERMOS

Consulte a Seção Manual de Introdução.

Manutenção 1-2 3AL 78987 AAAA


2. INTRODUÇÃO À MANUTENÇÃO
Os procedimentos de manutenção consistem das seguintes etapas:

– Manutenção do PC. Vide Capítulo 3.

– Problemas com o terminal “Craft”(desligamento e reiniciação do PC). Vide Capítulo 4.

– Manutenção Corretiva (Diagnóstico e solução de problemas). Vide Capítulo 5.

– Substituição de unidade por uma reserva. Vide Capítulo 6.

1650 SMC 07/03/00 Manutenção 2-1


Manutenção 2-2 3AL 78987 AAAA
3. MANUTENÇÃO DO PC
No que diz respeito à manutenção do PC, consulte a documentação do fabricante.

1650 SMC 07/03/00 Manutenção 3-1


Manutenção 3-2 3AL 78987 AAAA
4. PROBLEMAS COM O TERMINAL “CRAFT”

4.1 OBJETIVO DO PROCEDIMENTO


Este procedimento descreve o desligamento e a reiniciação do PC, caso o Produto de
“Software” do Terminal “Craft” não esteja operando apropriadamente ou não esteja
respondendo aos comandos do operador.

1650 SMC 07/03/00 Manutenção 4-1


4.2 PROCEDIMENTO
Com a finalidade de desligar o PC, execute o comando:

“Start > Shut down”

Uma janela (diálogo do usuário “Windows NT Security”) é exibida. Ela permite desligar o
computador ou reiniciá-lo.

A mesma janela é exibida pressionando-se as teclas <Ctrl> + <Alt> + <Del> simultaneamente.

Manutenção 4-2 3AL 78987 AAAA


5. MANUTENÇÃO CORRETIVA (DIAGNÓSTICO E
SOLUÇÃO DE PROBLEMAS)

5.1 OBJETIVO DO PROCEDIMENTO


O Diagnóstico e a solução de problemas envolve a detecção, localização e correção de falhas no
equipamento e a substituição das partes defeituosas.

5.2 ORGANIZAÇÃO DO DIAGNÓSTICO E DA SOLUÇÃO DE


PROBLEMAS
O procedimento do diagnóstico e da solução de problemas pode ser executado com o auxílio de
alguns fluxogramas e tabelas, relatadas a seguir. De qualquer forma, este método não trata dos
seguintes aspectos (que são para ser deduzidos de outras maneiras):

– circuitos de indicação, processamento e detecção de alarme eletrônico com defeito

– ligação defeituosa (painel traseiro, conectores, etc.)

Para diagnosticar o equipamento, estão presentes as seguintes interfaces:

• Interface Q3 para Rede de Gerenciamento da Telecomunicação

• Interface F para Terminal “Craft”(Local ou Remoto)

• Alarme Remoto para Central de Supervisão

• LEDs nas unidades do NE

Normalmente, para resolver o problema fisicamente, a manutenção é feita em primeiro lugar, via
“software” (TMN ou Terminal “Craft” Remoto) para localizar o equipamento defeituoso e a unidade
defeituosa ou o percurso com defeito e, a seguir, no local.

A Manutenção pode ser feita:

• a partir de uma central de gerenciamento da rede TMN

1650 SMC 07/03/00 Manutenção 5-1


• a partir de uma central de gerenciamento do Terminal “Craft”Remoto (RCT)

• a partir de uma central de supervisão da estação

• no local

Central de gerenciamento da Rede TMN: por meio da TMN, o técnico em manutenção pode ver os
alarmes enviados por cada equipamento da rede gerenciada (vide respectivos manuais da TMN).

Terminal “craft” remoto: o operador, conectado a um NE local, pode gerenciar remotamente e


diagnosticar uma rede composta de no máx. 32 NEs, inclusive ele mesmo. É usado este manual.

Central de supervisão da estação: o técnico em manutenção consulta os Alarmes Remotos


recebidos do equipamento em um escritório centralizado da estação, isto é:

– T URGENT (MAJOR e CRITICAL), T NOT URGENT (MINOR): alarmes remotos


pertencentes ao tipo de alarme urgente, não urgente.

– TOR, TAND: respectivamente, alarmes remotos devidos à diminuição ou perda de uma ou


de ambas tensões DC de suprimento de energia da estação.

– INT: alarme remoto pertencente ao tipo de alarme local (interno).

Quando uma segunda unidade CONGI é usada, são adicionados os seguintes alarmes remotos:

– TORC, TANC: respectivamente, alarmes remotos devidos à perda de +3,3V gerados na


placa dentro do conversor de uma ou das duas unidades CONGI.

– IND: Síntese de alarmes indeterminados. Indica a síntese dos alarmes não associados à
outras severidades. Não operativo.

– TUP: alarme remoto devido à falha de multiprocessador na unidade COMPACT ADM.

– LOSQ2: alarme remoto devido à perda de comunicação com o Dispositivo de Mediação.


Não operativo.

Dependendo da organização da central de supervisão, é possível localizar o equipamento com


problemas e detectar o tipo de falha e a fonte.

No local: o operador está no local, caso:

1) o equipamento não seja gerenciado por uma TMN ou por um terminal “Craft” Remoto
(RCT)

2) não seja possível alcançar o equipamento através do gerenciador remoto (TMN ou RCT)
e , por isso, esteja isolado.

3) problemas de enlace estejam presentes

4) o problema tenha sido localizado e uma substituição seja necessária

Nos casos 1), 2) e 3) o equipamento com alarme é verificado por meio do Terminal “Craft” ou das
indicações LED do bastidor e das cigarras da estação.

O NE está equipado com LEDs que indicam:

Alarmes das Unidades:

Manutenção 5-2 3AL 78987 AAAA


Cada cartão de porta ou cartão de acesso do equipamento está equipado com um LED bicolor
(verde/vermelho) na tampa frontal.
Este LED indica:

– quando vermelho, falha interna (indica que a unidade a que se refere tem de ser
substituída)

– quando verde, unidade em serviço

Alarmes de Equipamento Centralizados:

Todos os alarmes detectados nas unidades são coletados pela unidade “COMPACT ADM”, que
enviará indicações óticas centralizadas (por meio dos LEDs nas suas tampas frontais).
Especificamente, de cima para baixo:

• LED vermelho: detecção de um alarme “URGENT” (“MAJOR” e “CRITICAL”)

• LED vermelho: detecção de um alarme “NOT URGENT” (“MINOR”)

• LED amarelo: condição de alarme “ATTENDED”

• LED amarelo: detecção de uma condição operacional “ABNORMAL”. Tipo:


“loopbacks” ativos, forçamento da unidade para serviço, “laser” forçado ON ou OFF,
tentar restaurar após ALS

• LED amarelo: detecção de um alarme “INDICATION” (“WARNING”)

A análise destes LEDs permite detectar o tipo de alarme (Urgente – Não-Urgente – Indicação) e a
respectiva condição (condição Anormal, Atendida).
No caso do alarme URGENTE ou NÃO-URGENTE, depois de localizado o equipamento com alarme,
a condição do alarme pode ser “attended”, pressionando-se a tecla que armazena o respectivo
alarme, na unidade “COMPACT ADM”.

Esta condição causa:

– No bastidor:

• a ligação do LED AMARELO

• a saída do LED VERMELHO

– Na tampa frontal:

• a ligação do LED amarelo (ATENDIDO)

• o desligamento (livre para aceitar outros alarmes) dos LEDs vermelhos NÃO-
URGENTE (MENOR) e URGENTE (MAIOR e CRÍTICO).
Se os dois LEDs estiverem ligados, o comando “Attend” deverá ser dado duas vezes:
um vez para o atendimento do alarme NÃO-URGENTE (MENOR) e uma vez para o
atendimento do alarme URGENTE (MAIOR).

A operação de diagnóstico e solução de problemas prossegue de acordo com as informações


indicadas nos fluxogramas:

– Figura 5-1: Fluxograma geral

– Figura 5-2: Alarme de suprimento de energia


1650 SMC 07/03/00 Manutenção 5-3
e de acordo com o parág. 5.3.

Como indicado nos fluxogramas, a operação de diagnóstico e solução de problemas é realizada por
meio do Terminal “Craft”e dos indicados óticos (LEDs) presentes no NE.

O Terminal “Craft” está conectado por cabo ao respectivo conector, na tampa frontal da unidade
“COMPACT ADM” (interface F).

Os aplicativos do Terminal “Craft” fornecem informações detalhadas sobre o estado do alarme


facilitando, assim, a localização e subsequente remoção da falha, conforme indicado no parág. 5.3.

Para executar corretamente as operações de diagnóstico e solução de problemas, o


técnico terá que conhecer a configuração exata do equipamento (vide aplicativos de
Configuração do Equipamento no Terminal “Craft”).

O objetivo dos fluxogramas a seguir, e das tabelas de manutenção, é localizar a unidade defeituosa e
substituí-la por uma sobressalente, bem como, localizar uma falha ao longo do enlace.

Os fluxogramas/tabelas também deverão ser consultados quando os LEDs da unidade piscarem,


porque a condição piscante pode ser devida à causas de alarme externo, normalmente relativas à
problemas de linha.

Manutenção 5-4 3AL 78987 AAAA


Figura 5- 1. Fluxograma geral relativo ao diagnóstico e solução de problemas no local

1650 SMC 07/03/00 Manutenção 5-5


N.B SE OS ALARMES REMOTOS NÃO FOREM UTILIZADOS PARA VERIFICAR A PRESENÇA DA FONTE DE
ALIMENTAÇÃO DA ESTAÇÃO.
CASO A UNIDADE FALHE, TODOS OS LEDs SERÃO DESLIGADOS (SIGA A SAÍDA “YES”DO FLUXOGRAMA).
SE A FONTE DE ALIMENTAÇÃO ESTIVER PRESENTE, PROSSIGA COM A SAÍDA “NO”.

Figura 5- 2. Alarme da fonte de alimentação

Manutenção 5-6 3AL 78987 AAAA


5.3 DIAGNÓSTICO E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS POR
MEIO DO TERMINAL “CRAFT”
O diagnóstico prossegue com a verificação das informações detalhadas sobre alarme do NE, através
do terminal “craft”.

As informações sobre o alarme do NE podem ser obtidas, normalmente, por meio do terminal “craft”,
através dos dados da Supervisão de Alarme.

Para fazer o diagnóstico com o Terminal “Craft”: 5.3.

a) Observe os alarmes ativos na Síntese da Severidade do Alarme, na Síntese do Domínio


do Alarme e no Painel de Controle dos Estados do Gerenciamento, sempre presentes
na janela (eles resumem todos os alarmes do NE). A Tabela 5-1 descreve o significado
desses alarmes/estados e as respectivas ações de manutenção.

b) No caso da presença do alarme, acesse a Supervisão de Alarme para fazer o


diagnóstico. O parág. 5.3.3.1 descreve esta tela.

c) É possível analisar a presença detalhada do alarme em cada uma das portas dos TPs do
NE, seguindo as indicações do parág. 5.3.3.1.1.

d) É possível verificar o alarme e o “status” na tela Placa e na tela Equipamento, também


fornecidas, seguindo as indicações do parág. 5.3.3.1.2 e do parág. 5.3.3.1.3.

e) Nestes parágrafos estão descritos o aspecto geral do significado dos alarmes e as ações
de manutenção relevantes, que podem ser realizadas com as informações dadas nos
aplicativos.

f) A história dos eventos passados pode ser obtida por meio da opção “Event log” do menu
suspenso “Diagnosis” (vide pará. ).

No caso de substituição de unidade, siga as indicações dadas no capítulo 6.

O alarme URGENTE indica um alarme grave que pode causar impacto no tráfego em
curso (interrupção ou degradação). Por isso, ele requer uma intervenção rápida para
restaurar a condição de funcionamento normal do equipamento.

Uma mensagem abaixo do recurso do “mouse” oferece a denominação completa do alarme ou do


“status”. Uma mensagem aparece na área de mensagens, no canto inferior esquerdo da tela.

Diagnóstico e Solução de Problemas com Interrupção Automática do “Laser”

A Interrupção Automática do “Laser” (ALS) é usada para proteger o operador que estiver operando
com fibra ótica.
Com a ALS ativa, pode ser difícil detectar a conexão com falha.
Para localizá-la, é necessário “force on” a ALS, ativando, assim, a transmissão da potência ótica na
direção oposta da conexão com falha.
Durante esta fase, o operador terá que prestar atenção à operação com fibras e conectores.
A indicação “ABNORMAL”informa o operador sobre a condição de ALS forçada.
Após a manutenção ter sido completada, ative a ALS.

1650 SMC 07/03/00 Manutenção 5-7


5.3.1 CONCEITOS E DEFINIÇÕES PRELIMINARES

Os seguintes conceitos e definições são considerados úteis para facilitar as operações de


manutenção, com o auxílio das tabelas indicadas anteriormente.

As várias unidades especificadas na hierarquia da multiplexação síncrona, implica na estruturação da


rede de Transmissão em três níveis (sub-níveis do nível físico da OSI):

– Nível de portador da transmissão: É o suporte para o nível de percurso e pode ser,


futuramente, dividido em nível físico (meio de Transmissão) e nível da seção de
Transmissão). As seções podem ser tanto de regenerador, como de multiplexador, e
podem ser utilizadas para funções específicas associadas aos canais EOW do quadro
SDH. Os alarmes de interface (ou alarmes de seção, indicados nas tabelas) pertencem a
este nível (exemplo: LOS de linha, LOS, B2, etc.).

– Nível de percurso: relativo à transferência de dados entre os pontos de acesso e o


percurso. Não depende do serviço, nem do tipo do meio de Transmissão. Constitui o
suporte do nível de circuito. O percurso pode ser, ou de ordem mais baixa (LO) ou de
ordem mais alta (HO), dependendo da capacidade de transferência de dados. Assim como
as seções de regenerador e de multiplexador, os percursos também possuem funções
específicas associadas aos canais EOW do quadro SDH. Os alarmes listados nas tabelas
citadas, onde o diagnóstico do nível de percurso é requerido, pertencem a este nível
(exemplo: TUAIS, TU LOP).

– Nível de circuito: Este nível refere-se à transferência de informações entre os pontos de


acesso e o próprio circuito. É um suporte direto para os serviços de telecomunicações. Ele
sobrepõe a função SDH e é considerado como o agente transportador, desde que
nenhuma função associada ao canal de serviço SDH seja requerido. O Tributário LOS é
um exemplo deste alarme de nível.

Manutenção 5-8 3AL 78987 AAAA


A estruturação do nível acima, na rede de Transmissão, é apresentada na Figura 5-3.

Figura 5- 3. Estrutura de nível na rede de Transmissão

1650 SMC 07/03/00 Manutenção 5-9


5.3.2 INDICAÇÃO DA SÍNTESE DE ALARME

As tabelas de diagnóstico a seguir, pertencem às sínteses de alarme e de “status” dadas em todas as


telas.

Mnemônico Descrição do Manutenção


Alarme/”Status”

CRI Alarme crítico Síntese dos alarmes que necessitam de diagnóstico


imediato (típico: isolamento do NE). NB1.
Vide indicações detalhadas no parág. a seguir.

MAJ Alarme maior (Urgente) Síntese dos alarmes que necessitam de diagnóstico
imediato. NB1.
Vide indicações detalhadas no parág. a seguir.

MIN Alarme menor (Não-urgente) Síntese dos alarmes para os quais pode ser
definida uma intervenção retardada. NB1.
Vide indicações detalhadas no parág. a seguir.

WNG Alarme de Advertência Síntese dos alarmes devidos à falha de outro NE na


rede. NB1.
Vide indicações detalhadas no parág. a seguir.

IND Alarme Indeterminado Síntese dos alarmes não associados à severidades


anteriores. Não operativo.
Vide indicações detalhadas no parág. a seguir.

EXTP Ponto Externo Verifica o respectivo alarme de estação associado à


(Alarme “Housekeeping”) indicação de “housekeeping”de entrada.
Vide indicações detalhadas no parág. a seguir.

SYNC Alarme de Sincronização Síntese dos alarmes do domínio da Sincronização.


Vide indicações detalhadas da unidade, no parág. a
seguir.

EQP Alarme de Equipamento Síntese dos alarmes do domínio do Equipamento.


Vide indicações detalhadas da unidade, no parág. a
seguir.

TRNS Alarme de Transmissão Síntese dos alarmes do domínio da Transmissão.


Vide indicações detalhadas da unidade, no parág. a
seguir.

SUP Estado da Supervisão Indica se o NE está sob supervisão ou não. Usado


no OS.

Estado do Acesso Local Indica se o Terminal “Craft”tem a permissão do OS


para gerenciar o NE (concedida) ou não (negada).

Q3 Isolamento do Sistema Identifica o estado operacional da conexão entre o


Operacional NE e o Terminal “Craft”: “desativado”(NE: Não-
alcancável) ou “ativado”(NE: Alcancável).

CTC Terminal “Craft”Conectado ao Usado no OS para reconhecimento da conexão do

Manutenção 5-10 3AL 78987 AAAA


NE CT local: “Cancelada”ou “Conectada”.

MGR Nível de Gerenciador Indica o Gerenciamento da EML.

AAC Condição Anormal Detecção de uma condição operacional ANORMAL.


Tipo: “loopbacks”ativos, forçamento da unidade
para serviço, “laser”forçado “ON”ou “OFF”, tentar
restaurar após ALS.

NB1 O Perfil de Atribuição de Severidade ao Alarme pode modificar a atribuição de cada


raiz de alarme para as várias sínteses.

Tabela 5-1. Indicação da Síntese de Alarme

5.3.3 DETALHES SOBRE OS ALARMES / “STATUS”

O diagnóstico prossegue com a verificação das informações detalhadas sobre o alarme do NE por
meio do terminal “craft”.

Isto é obtido através dos dados da Supervisão de Alarme.

Também é possível analisar a presença do alarme detalhado em cada um dos TPs das telas Portas
do NE.

O alarme e o “status”também são fornecidos na tela Placa e na tela Equipamento.

Nos parágrafos seguintes são dados maiores detalhes sobre estas telas.

5.3.3.1 SUPERVISÃO DE ALARME

– Em caso de presença de alarme, acesse a Supervisão de Alarme (AS) para fazer o


diagnóstico. Com esta finalidade, selecione o menu suspenso “Diagnosis” e o menu
suspenso “Alarm” (vide Figura 5-4). É possível mostrar todos os Alarmes do NE ou filtrar
o relatório de alarmes, por exemplo, exibindo apenas os alarmes de um domínio específico
(isto é, somente alarmes do domínio “Synchronization”. O filtro não é operativo no
momento, todos os dados são sempre exibidos).

1650 SMC 07/03/00 Manutenção 5-11


Figura 5- 4. Menu suspenso do Alarme

Após a seleção, é apresentada uma lista com uma síntese da Supervisão de Alarme e, imediatamente
a seguir, também a lista detalhada da Supervisão de Alarme (vide Figura 5-5).

Na lista da síntese é possível filtrar os dados para serem mostrados com a exibição detalhada,
clicando-se na linha selecionada da sub-lista da Figura 5-5.

Figura 5- 5. Supervisão de Alarme

São fornecidas informações detalhadas de cada alarme.

Manutenção 5-12 3AL 78987 AAAA


A seguir são brevemente descritas as principais informações obtidas na tela AS, a partir da coluna à
esquerda:

TÍTULO DESCRIÇÃO

– Severidade Percebida A severidade atribuída ao alarme é indicada com a respectiva cor,


isto é: MAJOR, MINOR, WARNING...

– Data e hora do Evento Indica o ano, mês, dia e hora do alarme

– Nome Amigável Identifica o bastidor, sub-bastidor, placa, porta e o TP no qual o


alarme foi detectado, isto é: “/r01sr1sl07/#port01-MSTTP”.

– Tipo de Evento Indica o tipo de família do alarme, conforme sub-dividido na lista


ASAP, isto é: EQUIPMENT, COMMUNICATION.

– Causa Provável A falha/problema é indicada, isto é: perda de sinal, transmissor


degradado, faltando unidade substituível, isolamento de recurso, ...

– “Status”de Reserva Indica se o alarme foi reservado (RSV) ou não (NRSV), de acordo
com o gerenciamento da segurança.

– Cancelamento de “status” Indica se a condição do alarme foi finalizada (CLR) ou ainda está
ativa (NCLR). Se foi cancelada, ele tem um fundo verde.

– “Status”de Reconhecimento Indica se o alarme foi reconhecido (ACK) com o botão na unidade
“COMPACT ADM”ou não (NACK).

– Indicador de notificação Não usado.


correlata

– Contador de repetição Não usado.

Tabela 5-1. Descrição geral das informações sobre Segurança de Alarme

As informações fornecidas ajudam o operador durante a operação de diagnóstico e solução de


problemas.

A Tabela 5-3 fornece as indicações gerais do significado dos alarmes e das ações de manutenção
relevantes, que podem ser realizadas com as informações dadas nos aplicativos.
A ação de manutenção tem que levar em conta a placa onde o alarme foi detectado.
Os alarmes da Tabela 5-4 também estão presentes na tela AS.

Os alarmes dos Pontos Externos referem-se ao ponto externo de entrada, relevante para os sinais
“Housekeeping”. Eles estão disponíveis para os clientes, através da ligação em um conector dedicado
do sub-bastidor.

1650 SMC 07/03/00 Manutenção 5-13


A descrição detalhada deste aplicativo é dada no Manual do Operador de AS.

CAUSA PROVÁVEL MANUTENÇÃO


NOME E/OU ACRÔNIMO DO
ALARME EXIBIDO

Perda de sinal Verifique a linha

Sinal de Transmissor Substitua a unidade

Transmissor degradado Substitua a unidade quando possível (degradação de “laser”)

Perda de quadro Verifique a linha (problemas de alinhamento devidos à erro de linha)

AIS Verifique o equipamento conectado

BER excessiva Verifique a linha (BER de linha excessiva)

Sinal degradado Verifique a linha (degradação do sinal de linha)

Perda de Ponteiro Verifique a linha

Perda de multiquadro Verifique a linha

Desacordo do rótulo de sinal Erro de configuração

Falha Distante Recebida Verifique o equipamento distante

Falha do Sinal de Servidor Verifique todos os percursos da TU. O alarme indica sinal AIS
recebido na TU

Deslocamento de frequência Verifique a referência e a conexão entre ela e o equipamento

Perda da fonte de “timing” Verifique a referência e a conexão entre ela e o equipamento

Isolamento do Recurso Verifique a conexão entre o NE e o Terminal “Craft”

Isolamento do Sub-sistema de Verifique a configuração da Comunicação (LAPD)


Comunicação

Equipamento Não-configurado Unidade inserida mas não declarada


Presente

Problema de Comunicação Reinicie o NE. Se persistir, substitua a unidade ADM Compacta


Interna

Cruzamento de limiar do Verifique a seção de percurso / linha relativa à indicação


Alarme TCA

URU – Recurso Básico Não- Insira a placa


disponível

Tabela 5-2. Aspectos gerais do significado dos alarmes e das respectivas ações de
manutenção

Manutenção 5-14 3AL 78987 AAAA


5.3.3.1.1 ALARMES NA TELA PORTA

Também é possível analisar a presença de alarme detalhado nos TPs de cada porta do NE, seguindo
as indicações do capítulo Tela Porta, na Seção anterior deste Manual.

A Figura 5-6 é um exemplo de uma tela Porta.

Para cada TP da Porta é apresentado o detalhe dos respectivos alarmes.

Na tela da porta, as mensagens exibidas na parte de baixo, fornecem informações sobre o estado da
proteção MSP e da Interrupção Automática de “Laser”(se for compatível).

Figura 5- 6. Exemplo de alarmes na Tela Porta

O estado ALS pode ser:

• “OFF”: ALS não ativa (condição normal)

• “ON”: ALS ativa (a Perda de alarme do sinal está presente)

• “IN TEST”: ALS forçada “ON”ou “OFF”ou automática a cada 70 seg.

1650 SMC 07/03/00 Manutenção 5-15


5.3.3.1.2 ALARMES E “STATUS” NA TELA PLACA

As indicações de alarme e “status” no nível da Placa podem ser obtidas seguindo-se as indicações do
capítulo Tela Placa, na Seção anterior deste Manual.

A Figura 5-7 mostra um exemplo da Tela Porta.

As indicações de alarme e “status” dependem do tipo de unidade: por exemplo, as unidades SDH são
organizadas em dois níveis de apresentação (no primeiro é selecionada uma das portas disponíveis) e
cada tela contém indicações dedicadas.

Na tela são apresentadas as informações do Estado Administrativo: “in service”ou “out of service”.

A Tabela 5-4 lista as indicações de alarme que podem estar presentes nas Placas.

Na tela também podem estar presentes as indicações EPS.

Manutenção 5-16 3AL 78987 AAAA


Figura 5- 7. Exemplo de alarme e "status" na Tela Placa

1650 SMC 07/03/00 Manutenção 5-17


NOME E/OU ACRÔNIMO DO MANUTENÇÃO
ALARME EXIBIDO

RUM – Unidade faltando Insira a unidade que está faltando

RUP – Problema na unidade Substitua a unidade

RUTM – Desacordo no tipo de Insira a unidade certa (unidade inserida dentro de uma posição
unidade estabelecida com outro tipo de unidade

VM – Desacordo na versão Atualize a versão de “software”através de “download”

POP – Problema de Energia Substitua a placa

LAN – Problema da LAN Verifique a interconexão da LAN ou substitua a unidade CONGI

CRN – Cartão não respondendo Problema de diálogo interno na unidade ADM Compacta. Indica
uma condição temporária que será restaurada. Se a condição
persistir, será devido a uma falha de “hardware”da unidade. Tente
reiniciar e, então, substituir a unidade ADM Compacta.

Tabela 5-1. Alarmes da Placa

5.3.3.1.3 ALARMES DA TELA EQUIPAMENTO

As indicações de alarmes no nível do Equipamento podem ser obtidas, seguindo-se as indicação do


capítulo Tela Equipamento, na Seção anterior deste Manual.

A Figura 5-8 mostra a tela Equipamento, com as indicações de alarmes apresentadas:

– Falha de Fusível: Substitua o fusível na unidade CONGI ou SERGI e indague sobre as


causas.

– Falha de Bateria AND: Falha da Fonte de Alimentação da Estação. Não operativo.

Esses alarmes podem ser observados no nível do OS.

Manutenção 5-18 3AL 78987 AAAA


Figura 5- 8. Exemplo de alarmes e "status" na Tela Equipamento

1650 SMC 07/03/00 Manutenção 5-19


Manutenção 5-20 3AL 78987 AAAA
6. SUBSTITUIÇÃO DE UNIDADE POR UMA
SOBRESSALENTE
Nenhuma indicação em particular é dada quanto ao manuseio de sobressalentes, que é deixada para
a Administração da Manutenção.

Os procedimentos de substituição são executados como se segue:

– O “hardware” estabelece a unidade reserva exatamente como a unidade a ser substituída.


As configurações são especificadas nos documentos da MS. Aqui, uma figura de “layout”
indica a exata localização de todos os arranjos de configuração e uma tabela relativa às
operações a serem alcançadas com as configurações.
Os documentos citados estão anexados ao Manual Técnico.

– A simples substituição dessas unidades não fornece quaisquer configurações de


“software”.

– Com relação à unidade “COMPACT ADM”, consulte o parágrafo a seguir.

6.1 SUBSTITUIÇÃO DA UNIDADE “COMPACT ADM”


Vários procedimentos são utilizados para substituir a unidade defeituosa “COMPACT ADM”. Eles
dependem das seguintes condições:

– Proteção EPC da unidade “COMPACT ADM”

• EPS presente ou não (tipicamente presente)

• Falha na placa Principal

• Falha na placa Reserva

– Tipo de reservas disponíveis:

• Reserva sem “software”instalado. Esta é a condição normal.

• Reservas com “software” instalado, pertencentes ao mesmo tipo de equipamento e


com a versão de SW igual à unidade a ser substituída.

• Reservas com “software” instalado, pertencentes ao mesmo tipo de equipamento com


versão de SW diferente do “software” da unidade a ser substituída, ou pertencentes a
outros tipos de equipamento ou desconhecidas.

1650 SMC 07/03/00 Manutenção 6-1


O fluxograma da Figura 5-9 ilustra os procedimentos a serem seguidos para a substituição da unidade
“COMPACT ADM”.

O objetivo do procedimento é substituir a unidade com defeito sem causar alterações de


configurações e/ou falhas indesejáveis; quando não for possível, isso será indicado do fluxograma.

Problemas de Substituição:

Quando a unidade “COMPACT ADM”é substituída, o tráfego das duas portas SDH é
perdido, se não estiver protegida com SNCP.
Portanto, sugere-se substituir na condição de tráfego baixo.

Manutenção 6-2 3AL 78987 AAAA


NB1: Com “COMPACT ADM”não protegida,
todo o tráfego é perdido
NB2: Somente com “COMPACT ADM”
protegida

Figura 6- 1. Substituição da unidade “COMPACT ADM”

1650 SMC 07/03/00 Manutenção 6-3


FIM DO DOCUMENTO

Manutenção 6-4 3AL 78987 AAAA


Índice

1. INTRODUÇÃO................................ ................................ ................................ ................................ .. 1

1.1 Escopo ................................ ................................ ................................ ................................ ....... 1

1.1.1 Escopo do Documento ................................ ................................ ................................ ....... 1

1.1.2 Público Alvo ................................ ................................ ................................ ........................ 1

1.2 Terminologia ................................ ................................ ................................ .............................. 2

1.2.1 Acrônimos e abreviações ................................ ................................ ................................ ... 2

1.2.2 Glossário de Termos ................................ ................................ ................................ .......... 2

2. “DOWNLOAD”COM sibdl ................................ ................................ ................................ ................ 1

2.1 Objetivo do Procedimento ................................ ................................ ................................ ......... 1

2.2 Procedimento do “download”SIBDL................................ ................................ .......................... 1

3. CONFIGURAÇÃO PARA SIBDL................................ ................................ ................................ ....... 1

3.1 Objetivo do Procedimento ................................ ................................ ................................ ......... 1

3.1.1 Configuração do Serviço de Acesso Remoto................................ ................................ ..... 1

3.1.2 Configuração do “Modem”de Cabo Serial ................................ ................................ ......... 1

1650 SMC 07/03/00 "Download" índice -1


Índice de Figuras

Figura 2- 1. Procedimento do "download" SIBDL - etapa 1 ................................ ................................ ..... 2

Figura 2- 2. Procedimento do "download" SIBDL - etapa 2 ................................ ................................ ..... 3

Figura 2- 3. Procedimento do "download" SIBDL - etapa 3 ................................ ................................ ..... 3

Figura 2- 4. Procedimento do "download" SIBDL - etapa 4 ................................ ................................ ..... 4

Figura 2- 5. Procedimento do "download" SIBDL - etapa 5 ................................ ................................ ..... 4

"Download" índice-2 3AL 78987 AAAA


1. INTRODUÇÃO

1.1 ESCOPO

1.1.1 ESCOPO DO DOCUMENTO

O Manual do SIBDL descreve o aplicativo SIBDL, usado para fazer o “download” dE “software” do NE,
via interface Q ou F.

O procedimento SIBDL (“Download” Binário Padrão de Imagem) contém as seguintes descrições


operativas:

– “Download”com SIBDL. Todo o procedimento é indicado. Vide Capítulo 2.

– Configuração para SIBDL. São descritas as configurações a serem realizadas para a


operação SIBDL. Vide Capítulo 3.

1.1.2 PÚBLICO ALVO

O Manual do SIBDL é dirigido para todos os usuários.

Os documentos que deverão ser lidos antes deste documento são:

– Manual Básico do Operador do 1320CT Versão 1.1

1650 SMC 07/03/00 "Download" 1-1


1.2 TERMINOLOGIA

1.2.1 ACRÔNIMOS E ABREVIAÇÕES

Consulte a Seção Manual de Introdução.

1.2.2 GLOSSÁRIO DE TERMOS

Consulte a Seção Manual de Introdução.

"Download" 1-2 3AL 78987 AAAA


2. “DOWNLOAD” COM SIBDL

2.1 OBJETIVO DO PROCEDIMENTO


Este procedimento descreve como realizar o “download” de um “software” do NE com o
programa SIBDL (“Download”Binário Padrão de Imagem).

2.2 PROCEDIMENTO DO “DOWNLOAD” SIBDL


O “download”com o programa SIBDL é realizado nas seguintes fases:

– Fase de ligação, quando da ativação do NE.

– Fase de manutenção, quando da substituição da unidade “COMPACT ADM” por uma


reserva, e a unidade reserva não contém “software”.

ATENÇÃO:

O “download” com o programa SIBDL coloca a unidade “COMPACT ADM” fora de


serviço;
Ele não pode ser executado quando uma unidade “em serviço” estiver sendo
atualizada ou quando do “download” de uma unidade reserva que contenha
“software”; neste caso, use a opção “Download” do EML-USM, apresentado na
seção anterior.

A ferramenta SIBDL permite realizar o “download” de “software” em direção ao NE, usando-se a


interface Q (conexão “Ethernet”) ou a interface F RS232 (linha serial) do NE (não operativo).

Quando se utiliza a interface Q, o tempo necessário para a operação é reduzido para alguns
minutos.

ADVERTÊNCIA: Antes de utilizar o SIBDL no ambiente “Windows NT”, deverá estar


configurado:

• Protocolo TCP/IP, Serviço de Protocolo, Acessório TEL NET, definido pelo


Administrador NT.

• RAS (Serviço de Acesso Remoto) e “Modem” de Cabo Serial, apresentados no


capítulo 3.

1650 SMC 07/03/00 "Download" 2-1


Para fazer o “download”com SIBDL, execute as seguintes etapas:

1) Conecte o Terminal “Craft”com o NE:

• Quando o “download” for feito por meio da interface Q, sempre conecte as duas
interfaces, F e Q.

• Quando o “download”for feito por meio da interface F, conecte somente a interface F.

2) Inicie o SIBDL, selecionando “Start > Program > Alcatel > SIBDL “version”> SIBDL”.

3) Na tela que aparece (vide Figura 2-1), com o menu de comandos, selecione o comando
“automatic mode”digitando 8 e, a seguir, “ENTER”.

Figura 2- 1. Procedimento do "download" SIBDL - etapa 1

4) No campo “source file” abaixo, escreva o nome do percurso do arquivo descritor do NE


(vide Figura 2-2).
O nome do percurso possui, tipicamente, o seguinte formato (vide exemplo na figura):

<diretório>/<nome do NE e número da versão>/<arquivo descritor>

"Download" 2-2 3AL 78987 AAAA


Figura 2- 2. Procedimento do "download" SIBDL - etapa 2

5) Pressione “ENTER”.

6) Esta etapa (vide Figura 2-3) pergunta pela inserção do “IP Address”.
No campo “NE_IP/address [ PPP TEL NET ]”abaixo:

• Com interface F: escreva “PPP”e pressione “ENTER”

• Com interface Q:
– Primeira possibilidade: escreva “TELNET”e pressione “ENTER”
Na etapa seguinte que aparece, escreva o Endereço IP do Terminal “Craft”.
– Segunda possibilidade: escreva o Endereço IP do NE.

Figura 2- 3. Procedimento do "download" SIBDL - etapa 3

1650 SMC 07/03/00 "Download" 2-3


7) Pressione “ENTER”. A tela mostra a evolução automática do “download”, com uma
mensagem no final, indicando que o “download”foi completado (vide Figura 2-4).
Do contrário, repita o procedimento.

Figura 2- 4. Procedimento do "download" SIBDL - etapa 4

8) Pressione “ENTER”.

9) Na tela que se apresenta, digite 8 (vide Figura 2-5) e pressione “ENTER”.

Figura 2- 5. Procedimento do "download" SIBDL - etapa 5

10) Extraia e insira novamente a unidade “COMPACT ADM”para completar a operação.

"Download" 2-4 3AL 78987 AAAA


3. CONFIGURAÇÃO PARA SIBDL

3.1 OBJETIVO DO PROCEDIMENTO


Este capítulo descreve as configurações a serem realizadas para a operação do SIBDL.

3.1.1 CONFIGURAÇÃO DO SERVIÇO DE ACESSO REMOTO

Para instalar o novo “modem”, o usuário deverá ter privilégios de administrador e possuir a
instalação do CD-ROM do “Windows NT. Em seguida, execute:

– Duplo “click” no ícone “My computer” no “desktop” do PC e duplo “click” no ícone “Control
panel”;

– Duplo “click”no ícone “Network”;

– Selecione a pasta “Services” na janela “Network” e pressione o botão “Add”: inicia a janela
“Select Network Service”;

– Selecione “Remote Acess Service”(RAS) na caixa de diálogo;

– Siga as instruções.

3.1.2 CONFIGURAÇÃO DO “MODEM” DE CABO SERIAL

Para instalar um novo “modem”, o usuário deverá ter privilégios de administrador. Em seguida,
execute:

– Duplo “click” no ícone “My computer” no “desktop” do PC e duplo “click” no ícone “Control
panel”;

– Duplo “click”no ícone “Network”;


selecione a pasta “Services”na janela “Network”;

– Selecione “Remote Acess Service”e pressione o botão “Properties...”;

– Pressione o botão “add”na janela “Remote Access Setup”;


1650 SMC 07/03/00 "Download" 3-1
– Pressione o botão “Install Modem” na janela “Add RAS Device”: inicia a janela “Install New
Modem”;

– Assinale “Don’t detect my modem; I will select him from a list”e pressione o botão “Next>”;

– Pressione o botão “Have disk...”: inicia a janela “Install from disk”;

– Pressione o botão “Browse...”;


Busque a pasta onde o SIBDL está instalado (Alcatel / SIBDL “version” / SIBDL /) e
selecione o arquivo “mdmalca.inf”e depois pressione o botão “Open”;

– Pressione o botão “OK”na janela “Install from disk”;


selecione o “modem” denominado “Serial cable” na caixa de diálogo da janela “Install New
Modem”e pressione o botão “Next>”;
assinale “Selected ports” e selecione somente uma porta (a porta deverá estar disponível,
ou seja, não usada por outro “modem”RAS) e pressione o botão “Next>”;

– Siga as instruções;

– Pressione o botão “OK”na janela “Add RAS Device”;

– Pressione o botão “Continue”na janela “Remote Access Setup”;

– Pressione o botão “OK”na janela “Network”.

FIM DO DOCUMENTO

"Download" 3-2 3AL 78987 AAAA

Você também pode gostar