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EXMO.(A) SR.(A) DR.

(A) JUIZ(A) DE DIREITO DA __ª VARA DE FAMÍLIA DA COMARCA DE


JOÃO PESSOA – PARAÍBA

THAÍS DE LUCENA MACÊDO, atualmente com 13 (treze) anos e JÚLIA DE


LUCENA MACÊDO, que hoje possui 7 (sete) anos, neste ato representadas por sua
genitora DANIELLE LIMA DE LUCENA MACÊDO, brasileira, casada, enfermeira, inscrita
no CPF nº 031.639.324-01 e portadora da cédula de identidade RG nº 2177056 SSP/PB,
residente e domiciliada na Rua Saffa Said Abel da Cunha, nº 00314, Ed. Riviera S.
Lourenço – apto. 804, Bairro Tambauzinho, João Pessoa – PB – CEP 58.042-220; por sua
advogada, abaixo assinada, com endereço profissional situado na Av. Pedro II, nº
1269, sala 204, edifício Síntese, Centro, João Pessoa/PB – CEP 58.040-440, vêm,
respeitosamente, à honrosa presença de V. Ex.ª, com esteio nas disposições do art.
226, § 6º, da Constituição Federal, com nova redação da Emenda Constitucional nº
66, de 13 de julho de 2010 e no art. 731 do Código de Processo Civil, manifestar o
mútuo e livre interesse de proporem o presente

AÇÃO DE ALIMENTOS COM PEDIDO DE TUTELA DE URGÊNCIA

MARIA DE LOURDES SOLANO DE MACÊDO, brasileira, casada, vereadora


e bancária aposentada, inscrita no CPF nº 467.606.104-82, residente e domiciliada na
Rua Coronel Pedro Targino, nº 94, Bairro Centro, Araruna/PB – CEP 58.233-000 e
RIVADÁVIA SOLANO DE MACÊDO, brasileiro, casado, administrador, inscrito no CPF nº
025.370.314-07 e portador da cédula de identidade RG nº 1903092 SSP/PB, residente e
domiciliado na Av. Maranhão, nº 555, Residencial Aquarius – apto. 204, Bairro dos
Estados, João Pessoa – PB – CEP 58030-260em razão dos fatos e fundamentos adiante
expostos:

I – DOS FATOS

As Autoras THAÍS DE LUCENA MACÊDO, nascida em 28 de abril de 2006, e


JÚLIA DE LUCENA MACÊDO, nascida no dia 10 de novembro de 2011, são frutos do
casamento entre seu genitor, ora Segundo Réu, e sua mãe DANIELLE LIMA DE LUCENA
MACEDO, como comprovam certidões de nascimento acostadas.

Av. Pedro II, nº 1269, sala 204, edifício Síntese, Centro,


João Pessoa/PB – CEP 58.040-440
Tel. (83) 99600-9619
Desde a separação dos genitores, ocorrida há cerca de vinte e quatro
meses, ou seja, 2 (dois) anos, as menores estão sob os cuidados de sua genitora, que
possui guarda unilateral de fato. A mãe sempre zelou pela educação e cuidados de
suas duas filhas, sem que, contudo, o Segundo Réu tenha auxiliado com verbas
alimentares.

Como supradito, as Autoras são custeadas apenas por sua genetriz,


enfermeira, que recebe renda insuficiente para sustento integral das rebentas. Diante
de tal fato, após a separação do Segundo Réu a representante legal das Autoras
necessitou retornar à moradia de seus pais, avós maternos das rebentas, recebendo
auxílio destes não apenas abrigando-as, mas fornecendo o básico para possibilitar a
existência digna dela e de suas filhas.

Objetivando a realização do divórcio consensual com estabelecimento


de alimentos, a representante legal das menores, no mês de março de 2019, entrou
em contato com o Sr. Rivadávia, estabelecendo acordo submetido à homologação
judicial, remetido para 6ª Vara de Família desta Capital sob o número 0813134-
20.2019.8.15.2001. Todavia, mesmo antes da conclusão da ação o genitor não
cumpriu os termos firmados na composição em relação aos alimentos devidos às
menores, com pedido de desistência da ação.

Isso porque, segundo o progenitor, não teria condições de pagar o que


ele mesmo havia concordado, pois não possui renda.

A Sra. Danielle buscou nesses quase dois anos a participação do


Segundo Réu no sustento das Autoras, entretanto sem lograr êxito. De fato, o Segundo
Réu não possui renda, residindo parte da semana no apartamento de sua mãe,
Primeira Ré, na cidade de João Pessoa, e metade da semana na casa desta na
cidade de Araruna.

Cumpre ressaltar que durante o casamento a Primeira Ré era quem


auxiliava no sustento do casal e suas filhas, vez que o seu filho NUNCA possuiu
qualquer renda formal, sendo desde antes da separação inteiramente dependente
desta e de seu marido.

Salienta-se que a Primeira Ré é bancária aposentada do PARAIBAN,


banco estatal da Paraíba, conforme consta em sua descrição contida no site da
Câmara Municipal de Araruna, onde exerce cargo de Vereadora, auferindo salário
de R$ 4.500,00 (quatro mil e quinhentos reais) mensalmente, nos termos dos dados
lançados no portal da transparência do Tribunal de Contas do Estado.

Ademais, a família do Sr. Rivadávia segue carreira política na Cidade de


Araruna, onde seu pai, também aposentado, já desempenhou cargo de vereador.

Assim, mesmo não possuindo renda fixa, o genitor vive bem e possui
estabilidade financeira graças a seus pais, e ainda assim não tem demonstrado
interesse em arcar com as responsabilidades decorrentes da paternidade, como
também seus pais, avós das menores, que preferem atender aos caprichos do genitor,
deixando de atender aos vários apelos da representante das menores para que se
responsabilizem por parte das despesas.

Necessário frisar que a genitora das Autoras hoje paga sozinha a escola
das menores, curso de inglês, despesas com manutenção do aparelho ortodôntico de
uma das meninas, além das demais despesas, quais sejam, alimentação, custo médio
de R$ 400,00 (quatrocentos reais) mensais, vestuário, lazer, medicação, etc., restando
vital a estipulação de percentual mensal a ser dispendido a título de pensão
alimentícia.

Diante dos fatos expostos, mostra-se a necessidade de se ingressar com


a presente demanda para fixar um valor mensal a título de pensão alimentícia em
favor das Autoras.

II – DO DIREITO

II.1 – DOS ALIMENTOS – MENORES

O dever alimentar dos pais está previsto expressamente no art. 229 da


Constituição Federal de 1988, que dispõe:

Art. 229. Os pais têm o dever de assistir, criar e educar os filhos menores,
e os filhos maiores têm o dever de ajudar e amparar os pais na velhice,
carência ou enfermidade.

Na mesma linha, o Código Civil de 2002, confere o direito de pleitear


alimentos dos parentes, notadamente entre pais e filhos nos termos dos arts. 1.694 e
1.696 do CC/02. Verifica-se, portanto, que compete a ambos, na medida das suas
possibilidades e da necessidade do filho, prover-lhe o sustento, trazendo o § 1º do art.
1.694 do Código Civil de 2002, os requisitos para a concessão dos alimentos são a
necessidade do alimentando e a capacidade do alimentante.

Os alimentos não compreendem somente o necessário para atender ao


físico, mas também tudo o que envolve o desenvolvimento psíquico e social, ou seja,
engloba também as despesas provenientes de moradia, locomoção, estudo,
vestuário, lazer, dentre outras despesas que decorram de atividades ou necessidades
lícitas, que atendam à moral e aos bons costumes.

Outrossim, se faz imperativo que, além da relação de parentesco, haja a


necessidade do alimentando, segundo a inteligência do art. 1.695 do Código Civil:

Art. 1.695. São devidos os alimentos quando quem os pretende não tem
bens suficientes, nem pode prover, pelo seu trabalho, à própria
mantença, e aquele, de quem se reclamam, pode fornecê-los, sem
desfalque do necessário ao seu sustento.

O supradito diploma legal estipula, seguidamente, a extensão do


alcance do dever alimentar:

Art. 1.696. O direito à prestação de alimentos é recíproco entre pais e


filhos, e extensivo a todos os ascendentes, recaindo a obrigação nos
mais próximos em grau, uns em falta de outros.

No caso em tela, está comprovado o parentesco, pois as Autoras são


netas da Primeira Ré e filha do Segundo Réu, bem como, está plenamente
configurada também a necessidade alimentar, vez que, obviamente, não auferem
renda e, portanto, não pode arcar com seu próprio sustento.

Frisa-se, porquanto, a necessidade da extensão da obrigação alimentar


aos avôs diante da insuficiência de recursos do genitor. Isso porque, no resguardo
deste direito, a legislação trouxe a figura da pensão avoenga, ou seja, aquela que
será prestada pelos avós do menor, quer em substituição, quer em complementação
à pensão paga pelo pai. Dessa forma, caso o pai não pague, ou pague pouco, os
avós serão acionados para cumprirem tal obrigação (artigos 1.696 e 1.698, ambos do
Código Civil de 2002).

Art. 1.698. Se o parente, que deve alimentos em primeiro lugar, não


estiver em condições de suportar totalmente o encargo, serão
chamados a concorrer os de grau imediato; sendo várias as pessoas
obrigadas a prestar alimentos, todas devem concorrer na proporção
dos respectivos recursos, e, intentada ação contra uma delas, poderão
as demais ser chamadas a integrar a lide. (grifo nosso)

Evidente, portanto, que havendo a demonstração inequívoca da


incapacidade do genitor em adimplir a verba alimentar, bem como da genitora
prover o integral sustento da filha, os ascendentes devem responder com os alimentos
necessários à criança de forma complementar.

A responsabilidade dos avós não é apenas sucessiva em relação à


responsabilidade dos progenitores, mas também é complementar para o caso em
que os pais não se encontrem em condições de arcar com a totalidade da pensão,
ostentando os avós, de seu turno, possibilidades financeiras para tanto, afirmou o
então ministro Barros Monteiro, no julgamento do Recurso Especial 70.740 - STJ.

No julgamento do referido recurso especial, o ministro relator do recurso,


Ruy Rosado de Aguiar, entendeu que, no caso, se o pai das menores é sustentado por
seus pais, e não havendo como receber dele o cumprimento da obrigação, o dever
se transfere aos avós.

Além do apresentado pelo magistrado, o Superior Tribunal de Justiça


mantém a Súmula 596, editada em novembro de 2017, que afirma existir a obrigação
alimentar dos avós somente em caso de “impossibilidade total ou parcial de seu
cumprimento pelos pais”.

Seguindo esse pressuposto a jurisprudência pátria estabelece:

APELAÇÃO CÍVEL. ALIMENTOS AVOENGOS. DEVER ALIMENTAR DOS


AVÓS. CARÁTER SUBSIDIÁRIO E COMPLEMENTAR. INSUFICIÊNCIA DE
RECURSOS MATERNOS. INADIMPLEMENTO DO GENITOR. CABIMENTO.
HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. FIXAÇÃO SOBRE VALOR DA CAUSA.
DESCABIMENTO. A obrigação avoenga de prestar alimentos é apenas
residual em relação à obrigação dos genitores, considerando que aos
pais compete o inafastável dever de sustento, guarda e educação dos
filhos, o qual é corolário ao poder familiar. No caso concreto, os
apelantes buscaram de toda forma, sem sucesso, obter o
adimplemento da dívida por parte do devedor originário e principal
responsável pela obrigação alimentar (execução pelo rito da prisão
civil), esgotando todos os meios de buscar o auxílio que lhes é devido.
Além disso, restou comprovada a insuficiência de recursos maternos
para o seu sustento, bem como a possibilidade dos apelados em
prover, ainda que em patamar módico, auxílio financeiro aos netos.
Não havendo valor de condenação, não é cabível a fixação da verba
honorária com base no valor da causa. Os honorários, em tal hipótese,
devem ser estabelecidos em conformidade com os ditames contidos
no art. 20, § 4º, do CPC/73. DERAM PARCIAL PROVIMENTO AO APELO.
UNÂNIME. (Apelação Cível Nº 70070615976, Oitava Câmara Cível,
Tribunal de Justiça do RS, Relator: Alexandre Kreutz, Julgado em
19/10/2017)

CIVIL E PROCESSO CIVIL. DIREITO DE FAMÍLIA. EXONERAÇÃO DE


ALIMENTOS. PENSÃO AVOENGA. OBSERVÂNCIA DO BINÔMIO
NECESSIDADE-POSSIBILIDADE (ART. 1.694, § 1º, CC).
QUANTUMARBITRADO COM RAZOABILIDADE PARA MANUTENÇÃO DO
STATUS SOCIAL DA ALIMENTADA. 1. É legítimo o pagamento de pensão
pelos avós, de forma subsidiária e complementar, inteligência do art.
1.696 do Código Civil. 2. Pensão avoenga depende de comprovação
da necessidade de quem recebe, a situação financeira de quem
paga, garantindo assim sua compatibilidade com a condição social
das partes. 3. A pensão alimentícia paga por ascendente deve ser
compatível com o status social do alimentado. 4. Constatado que o
valor arbitrado a título de alimentos civis pelo juiz sentenciante mostra-
se razoável e proporcional em relação às necessidades da alimentada
e à capacidade do alimentante, tem-se por inviabilizada a pretensão
recursal de modificação do quantum fixado. 5. Recurso conhecido e
desprovido. (TJ-DF - APC: 20130110833813, Relator: MARIA DE LOURDES
ABREU, Data de Julgamento: 08/07/2015, 5ª Turma Cível, Data de
Publicação: Publicado no DJE : 21/08/2015 . Pág.: 199)

No presente processo, consoante acima exposto, o pai deixou durante


os 2 (dois) anos após a separação do casal de cumprir com qualquer obrigação
alimentar, sem emprego fixo, porque vive sustentando pelos seus pais, mantendo o
mesmo padrão de vida, sendo, pois, financeiramente estáveis, com carreira política,
bens e prestígio social na Cidade de Araruna/PB, então, estende-se aos avós a
obrigação de garantir aos netos o mesmo padrão de vida que proporcionam ao filho.

A capacidade de pagamento do devedor subsidiário deve ser avaliada


para o correto dimensionamento do dever alimentício segundo a equação dos
artigos 1.694 e 1.703 do Estatuto Civil, levando em consideração os dados expostos.

Destaca-se, por oportuno, que no caso em tela, torna-se necessário o


cumprimento do disposto na Lei 5.478/68 em seu artigo 13, § 1º e § 3º, que versa sobre
os alimentos provisórios, tendo em vista a impossibilidade das crianças aguardarem
para receber os alimentos definitivos no trânsito final da presente lide.

Desta forma, diante da possibilidade do alimentante e a necessidade do


alimentando, requer a fixação de 40% (quarenta por cento) dos ganhos dos Réus a
título de alimentos mensais, em observância ao binômio necessidade-possibilidade.

III – DA TUTELA ANTECIPADA

Assim, busca do Judiciário a tutela antecipada pela razão emergencial


que a medida comporta, para que as Autoras possam ter minimamente condições
de sobrevivência e manutenção digna.
Por tratar-se de verba alimentar indispensável para as Autoras,
imprescindível que a prestação alimentícia seja liminarmente deferida por Vossa
Excelência, em decisão inaudita altera parte, nos termos da narrativa acima.

Os requisitos permissivos da medida liminar – fumus boni iuris e periculum


in mora – estão caracterizados pelos argumentos acima, havendo prova inequívoca e
verossimilhança nas alegações, tudo se legitimando aos documentos ora anexados,
notadamente educação, assistência médica, tal como suas próprias subsistências,
são de caráter contínuo e oneroso.

Ante a isso, justo que seja determinado o pagamento de alimentos, o


qual deverá ser confirmado em sentença, tornando o percentual 40% (quarenta por
cento) ora lançado a título de alimentos provisionais, em alimentos definitivos.

Assim, em sede liminar, sendo a renda da Primeira Ré formada por fonte


pagadora fixa proveniente da sua aposentadoria como bancária e salário do seu
cargo de vereadora, requer que seja determinado o pagamento de 40% (quarenta
por cento) de seus proventos, verificando a posteriori a necessidade de majoração
e/ou minoração do percentual a ser pago, uma vez que a capacidade de
pagamento do devedor subsidiário deve ser avaliada em disposição a demonstração
da necessidade de complementação da verba alimentar.

IV – DA ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA

Requerem as partes a concessão dos benefícios da ASSISTÊNCIA


JUDICIÁRIA GRATUITA, tendo em vista que, nos termos das declarações de
hipossuficiência firmada por ambos, não contam com condições financeiras de arcar
com os custos da presente demanda.

V – DOS PEDIDOS

Diante do exposto, REQUEREM:

a) Os BENEFÍCIOS DA JUSTIÇA GRATUITA, nos termos do art. 5º, inciso


LXXIV, da CRFB/88, arts. 98 e 99, do CPC e Lei 1.060/50, por não disporem
de recursos para custear as despesas do processo;

b) Seja deferida a PRIORIDADE NA TRAMITAÇÃO com fulcro nos arts.


1.048, inciso II, do CPC e 152, Parágrafo Único, da Lei nº 8.096/90;

c) Seja deferida, em caráter de urgência, a ANTECIPAÇÃO DOS


EFEITOS DA TUTELA, liminar inaudita altera parte, para fixar os alimentos
provisórios no equivalente a 40% (quarenta por cento) do rendimentos
auferidos pela Primeira Ré como aposentada e vereadora, totalizando
cerca de R$ 9.000,00 (nove mil reais), inclusive férias e gratificação
natalina (todas as verbas salariais), a serem pagos até o dia 5º (quinto)
dia útil de cada mês, na conta bancária da representante legal da
Autora TITULAR: DANIELLE LIMA DE LUCENA MACEDO, BANCO BRADESCO,
CONTA CORRENTE: 0130773 – DÍGITO: 8, AGÊNCIA: 1729;
d) A citação do Réus, nos endereços informados nas qualificações,
para, querendo, responder a presente ação, no prazo legal, sob pena
de revelia e efeitos;

e) A intimação do ilustre representante do Ministério Público para


intervir no feito ad finem (art. 82, I, do CPC);

f) Ao final, julgar TOTALMENTE PROCEDENTE a demanda, para


determinar o pagamento dos alimentos pelo genitor, em patamar
correspondente a seus ganhos, se existirem, e pela avó paterna das
Autoras, sendo esta última de forma complementar, por ser questão da
mais pura e lídima Justiça;.

Protestam provar o alegado por todos os meios de provas em direito


admitidas, especialmente pela oitiva das partes e testemunhas, as quais
comparecerão em juízo independente de intimação, cujo rol indicará posteriormente,
caso necessário.

Dá-se à causa, para efeitos legais, o valor de R$ 1.000,00 (um mil reais).

Nestes termos,
Pedem e esperam deferimento.

João Pessoa/PB, 15 de maio de 2019.

DEYSE ELIZIA LOPES DA SILVA


OAB/0B 17.396

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