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Drosophila melanogaster

Transmissão da caraterística cor


dos olhos

Trabalho realizado por:


-Isabel Maria Nº6
-Rodrigo Martins Nº11
-Margarida Miranda Nº17
-Vasco Rosa Nº23

Biologia 12º ano


Professora: Iolanda Silva
Agrupamento de escolas D.Sancho II Alijó
Índice

1-Introdução…………………………………………………………………………………………………….………… 3
2-Objetivos……………………………………………………………………………………………………………..……6
3-Protocolo experimental…………………………………………………………………………………………….7
3.1- Material …………………………………………………………………………………………………………..…..7
3.2- Procedimento……………………………………………………………………………………………….………7
4-Registo de resultados……………………………………………………………………………………………....9
5-Discussão de resultados………………………………………………………………………………….………10
5.1- Resultados esperados…………………………………………………………………………………………10
5.2-Resultados obtidos ………………………………………………………………………………………….….11
6-Conclusão……………………………………………………………………………….………………………………14
7-Fontes consultadas……………………………………………………………….……………………..…………15

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Introdução

Thomas Morgan com a ajuda dos seus colaboradores desenvolveu, na


Universidade de Colúmbia, de 1910 a 1940, variados trabalhos experimentais, utilizando
a mosca da fruta (Drosophila melanogaster) como material biológico. Entre esses
trabalhos estão os relativos à transmissão de características observáveis em
cromossomas sexuais. Pelos seus estudos recebeu o prémio Nobel em 1933. (1)

Morgan escolheu a “mosca da fruta” ou “mosca do vinagre” por ser um excelente


material biológico, devido às seguintes características: (2)

-reduzidas dimensões (3 a 4 mm);


-número elevado da descendência;
-fácil conservação, alimentação e manuseamento;
-ciclo de vida curto (12 dias);
-fácil distinção dos sexos;
-grande variedade de caracteres e de fácil observação;
-cariótipo com apenas 4 pares de cromossomas (3 pares de autossomas e 1 par sexual):

Em relação à classificação desta espécie: (3)


Filo: ARTHROPODA
Classe: INSECTA
Ordem: DIPTERA
Família: DROSOPHILIDAE
Género: Drosophila
Espécie: Drosophila melanogaster

Esta apresenta dimorfismo sexual. Constitui um dos materiais biológicos de mais


fácil manipulação devido às caraterísticas que permitem a distinção entre machos e
fêmeas. Essas características resumem-se no quadro que se segue (quadro I). (4)

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Macho Fêmea
-Abdómen arredondado. -Abdómen em bico (ou menos
-Extremidade do abdómen negro. arredondado).
-Presença de um pente sexual na base do -Extremidade do abdómen com listas
metatarso do par de patas anterior. negras e claras intercaladas.
-Relativamente à fêmea, o tamanho do -Inexistência de pente sexual.
macho é maior. - Relativamente ao macho, o tamanho da
fêmea é menor.

Quadro I- Características distintivas entre machos e fêmeas de Drosophila.

Quanto à morfologia, a Drosophila apresenta o corpo dividido em cabeça, tórax


e abdómen. Na cabeça, distinguem-se as antenas, os olhos e as peças bucais; o tórax,
que é constituído por 3 segmentos, apresenta 3 pares de patas; o abdómen, possui uma
nítida segmentação e é este que constitui o centro de nutrição. (5)

Figura 1- Morfologia da Drosophila


melanogaster.

A estirpe selvagem, dominante, apresenta olhos vermelhos, asas longas e corpo


cinzento (com listas negras e amarelas no abdómen) (Fig.1). Formas mutantes podem
revelar olhos brancos, negros, corpo branco, negro, amarelo, asas vestigiais, asas
enroladas, etc (Fig.2). (6)

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Figura 2- Forma selvagem Figura 3- Forma mutante
de Drosophila. de Drosophila.

O cariótipo, a Drosophila apresenta 4 pares de cromossomas, dos quais três são


autossomas e 1 são cromossomas sexuais, as fêmeas são homogaméticas e machos são
heterogaméticos. Os cromossomas são grandes e designados politénicos. Podem obter-
se facilmente nas glândulas salivares. (7)

Figura 4 – Cariótipo de Drosophila melanogaster


do sexo masculino e feminino, respetivamente,
da esquerda para a direita.

Conhecer o ciclo de vida desta espécie é importante para garantir a fidelidade de


resultados aquando da realização do procedimento. Após a fecundação da fêmea, o
aparecimento de larvas demora cerca de 1 dia; estas larvas passam por vários estádios
até formarem uma pupa ao fim de 6 dias. Cerca de 5 dias após a formação da pupa,
forma-se o individuo adulto. O período do desenvolvimento destas moscas varia em

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função da temperatura. Os tempos descritos correspondem a uma temperatura de 25º
C. Variações de temperatura poderão abrandar ou acelerar este período. (8)

Figura 5- Ciclo de vida de Drosophila melanogaster.

Objetivos

-Observar exemplares de Drosophila melanogaster;


-Distinguir machos de fêmeas;
-Caraterizar estirpes mutantes desta espécie;
-Aplicar as técnicas laboratoriais adequadas a esta atividade de manipulação da
Drosophila melanogaster;
-Observar e explicar a transmissão do carácter cor dos olhos à luz dos princípios
mendelianos e dos trabalhos de Morgan.

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3- Protocolo experimental

3.1- Material

Algodão Alumínio Éter


Pedaço de papel branco Funil Lupa binocular

Frasco de cultura com Pinças Aluminío


populações de Drosophila
melanogaster;
Quadro II- Material

3.2- Procedimento

- Nos frascos, com o meio de cultura preparados previamente na UTAD com as


diferentes populações da espécie Drosophila melanogaster, procedeu-se à anestesia
desses indivíduos;

-Retirar o alumínio dos frascos, num funil de plástico, cuja extremidade fina foi
introduzida num frasco com éter e vedada com um pouco de rede. Na recolha dos
insetos dos frascos de cultura, deram-se pequenas pancadas nos frascos para que os
indivíduos se afastassem das paredes do frasco;

-Num movimento rápido inverteu-se o frasco de cultura sobre a boca larga do funil, de
modo a impedir as tentativas de fuga dos indivíduos, percutiu-se repetidamente o frasco
em contacto com o funil até os indivíduos, sujeitos a uma atmosfera saturada de vapores
etéricos (cerca de 40 segundos), ficarem anestesiados;

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-Colocar os insetos anestesiados sobre um pedaço de papel branco dividido em quatro
partes de modo a permitir a identificação de machos e fêmeas assim como indivíduos
mutantes e selvagens.

- Após esta observação procedeu-se à realização dos seguintes cruzamentos parentais:


♀ olhos vermelhos x ♂ olhos brancos

♀ olhos brancos x ♂ olhos vermelhos

- Os progenitores dos frascos de cruzamentos foram removidos após 7 dias. Cerca de 3


semanas depois os insetos foram anestesiados e com recurso à lupa binocular,
procedeu-se à identificação e registo de características (cor dos olhos) de machos e
fêmeas.

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4- Registo de Resultados

Fêmea olhos vermelhos x Macho olhos brancos


Fêmea Fêmea Macho Macho
olhos olhos olhos olhos
vermelhos brancos vermelhos brancos
Frasco 1 0 0 0 0
Frasco 2 1 0 1 0
Frasco 3 12 0 5 0
Frasco 4 8 0 0 0
Total 21 0 6 0

Proporção fenotípica- 21/27 fêmea olhos vermelhos : 6/27 macho olhos vermelhos

fêmea olhos brancos x macho olhos vermelhos


Fêmea fêmea macho macho
olhos olhos olhos olhos
vermelhos brancos vermelhos brancos
Frasco 1 2 4 6 7
Frasco 2 9 1 5 0
Frasco 3 4 6 2 1
Frasco 4 18 8 3 4
Total 33 19 16 12

Proporção fenotípica- 33/80 fêmea olhos vermelhos : 19/80 fêmea olhos brancos
: 16/80 macho olhos vermelhos : 12/80 macho olhos brancos

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5-Discussão dos resultados

De modo a assegurar a fidelidade dos resultados foram tomadas várias medidas


no procedimento laboratorial:
-Neste cruzamento assegurou-se que as gerações parentais eram todas
constituídas por indivíduos de linhas puras, ou seja, indivíduos que resultam de
linhagens com várias gerações de modo a assegurar que os mesmos apenas têm alelos
responsáveis pela caraterística em causa, neste caso a cor dos olhos.
-Houve o cuidado de retirar os progenitores dos frascos de cultura, após se
reproduzirem e enquanto os descendentes ainda estavam na fase de pupa, de modo a
que, quando se procedeu à contabilização dos indivíduos com as diferentes
caraterísticas pretendidas, apenas fossem incluídos os descendentes.
-Utilização de fêmeas virgens, ou seja, de fêmeas não fecundadas por indivíduos
diferentes daqueles que se pretendem cruzar na geração parental.

5.1- Resultados esperados:

O gene em causa para a atividade laboratorial é o gene white (simbolo genético W). Se
representarmos o alelo recessivo mutante por W e o alelo selvagem (dominante) por W+
teremos:

No cruzamento: fêmea olhos vermelhos x macho olhos brancos:


Geração parental: Xw+ Xw+ × Xw Y
Gâmetas: Xw+ e Xw e Y
Xw+ Xw+
Xw Xw+ Xw Xw+ Xw+
Y Xw+ Y Xw+ Y

Geração filial 1: Xw+ Xw+ e Xw+ Y


Proporção fenotípica: 1/2 fêmea olhos vermelhos : 1/2 macho olhos vermelhos
Proporção genotípica: 1/2 Xw+ Xw+ : 1/2 Xw Y
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No cruzamento: fêmea olhos brancos x macho olhos vermelhos:
Geração parental: Xw Xw × Xw+ Y
Gâmetas: Xw e Xw+ e Y
Xw Xw
Xw+ Xw+ Xw Xw+ Xw
Y Xw Y Xw Y

Geração filial 1: Xw+ Xw e Xw Y


Proporção fenotípica: 1/2 fêmea olhos vermelhos : 1/2 macho olhos brancos
Proporção genotípica: 1/2 Xw+ Xw+ : 1/2 Xw Y

5.2- Resultados obtidos:


No cruzamento: fêmea olhos vermelhos (Xw+ Xw+) x macho olhos brancos (Xw+
Y), contabilizou-se em todos os frascos o número de fêmeas e machos e verificou-se que
100 % da descendência apresentava olhos vermelhos.
Através deste retrocruzamento, como se seria de esperar, concluiu-se que o alelo
responsável pela cor vermelha dos olhos (W+) é dominante sobre o alelo da cor branca
dos olhos (W) de Drosophila, pois todas as fêmeas obtidas na descendência são
heterozigóticas, e como o alelo selvagem expressa o seu fenótipo em heterozigotia e o
fenótipo que se expressa é a cor vermelha para os olhos, comprova-se que a estirpe
selvagem desta espécie apresentará o alelo que codifica a cor vermelha (W+) , ou seja, o
alelo que codifica a cor vermelha (W+) é dominante relativamente ao que codifica a cor
branca (W).
Para além disso verifica-se que o alelo responsável pela cor vermelha dos olhos
está localizado no cromossoma sexual X pois nenhum macho da geração parental tinha
olhos vermelhos, ao contrário das fêmeas da geração parental, e todos os descendentes
machos tinham os olhos vermelhos. Isto é facilmente explicado, dado que todos os
descendentes machos recebem um cromossoma Y do seu progenitor do sexo masculino
e um cromossoma X da progenitora; pelo que todos os descendentes machos vão

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expressar o alelo que a progenitora lhes dá, ora, como ela tem dois cromossomas X com
alelos dominantes (W+), todos os descendentes do sexo masculino vão ser hemizigóticos
(Xw+ Y) com o alelo para a cor vermelha dos olhos, ou seja, com fenótipo dominante.
No caso das descendentes fêmeas todas elas são fenotipicamente dominantes,
ou seja, têm os olhos vermelhos dado que todas as descendentes vão receber um
cromossoma sexual X da mãe e outro do pai. Assim, ainda que o pai tenha olhos brancos
(hemizigótico recessivo), todas elas vão exprimir o alelo para a cor vermelha dos olhos,
pois todas elas são heterozigóticas (Xw+ Xw).

No cruzamento: fêmea olhos vermelhos (Xw+ Xw+) x macho olhos brancos (Xw+
Y), obtiveram-se 33 fêmeas com olhos vermelhos, 19 fêmeas com olhos brancos, 16
machos com olhos vermelhos e 12 machos com olhos brancos.
Neste caso, admitindo que apenas ocorreu uma geração de descendentes, seria
que esperar que todos os descendentes do sexo feminino tivessem olhos vermelhos pois
um cromossoma sexual X, que tem o alelo responsável pela cor vermelha dos olhos (W+),
seria dado pelo progenitor masculino aos descendentes do sexo feminino. A progenitora
daria um cromossoma X com o alelo recessivo para a cor branca dos olhos (W) aos
descendentes de ambos os sexos. Assim, como já referido, seria de esperar que as
descendentes do sexo feminino fossem todas fenotipicamente e genotipicamente
iguais, de olhos vermelhos e heterozigóticas (Xw+ Xw+), respetivamente.
No caso dos descendentes do sexo masculino, como receberiam um
cromossoma Y do macho e um cromossoma X com o alelo recessivo para a cor branca
da fêmea, seria de esperar que todos eles tivessem olhos brancos.
Este enorme desvio deveu-se, consideramos nós, à distinção incorreta tanto de
fêmeas e machos como de indivíduos com olhos vermelhos e brancos durante a seleção
inicial. Visto que se procedeu à remoção dos indivíduos da geração parental antes das
pupas eclodirem de modo a não serem contabilizados progenitores juntamento com
descendentes. Assim, o erro humano na observação e distinção de caraterísticas terá
sido o possível fator que justifica a inviabilidade destes resultados.

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Assim, e tendo em conta este erro que afeta a fidelidade dos resultados, verifica-
se mais uma vez a dominância do alelo que codifica a cor vermelha e a sua localização
no cromossoma sexual X.

Outros erros que poderão explicar os desvios encontrados na observação das


caraterísticas da 1ª geração filial nos dois cruzamentos:
-Alguns indivíduos poderão ter fugido quando se procedeu ao cruzamento e à
contagem de descendentes.
-Verificou-se que o número de fêmeas descendentes foi maior do que o número
de machos nos dois cruzamentos o que indicia, em termos probabilísticos, que o número
de fêmeas da geração parental era maior do que o número de machos. Esta situação
não favorece a cópula, uma vez que não permite fenómenos de interação e luta entre
os exemplares, contribuindo assim para um menor número de descendentes o que se
traduz, mais uma vez, em termos probabilísticos numa menor fidelidade de resultados.
-A utilização de fêmeas não virgens, ou seja, de fêmeas fecundadas de indivíduos
com outras caraterísticas não desejadas para o cruzamento na geração parental
também é uma justificação plausível para o desvio dos resultados obtidos em relação
aos esperados.
-Alguns dos indivíduos morreram devido ao excesso de anestesia administrada
ou ao manuseamento efetuado;
-A temperatura que deveria garantir a fiabilidade dos resultados, não se manteve
constante, essa foi uma variável que não conseguimos controlar. As condições de
temperatura diferentes das ideais, condicionou o período de desenvolvimento desta
mosca desde o embrião até o individuo adulto. Neste caso, a temperatura foi bastante
inferiore a 25 ºC o que justifica a maior demora na obtenção de descendência a partir
dos óvulos fertilizados para esta experiência.

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6- Conclusão
Com esta atividade fomos capazes, ainda que com algumas dificuldades, de,
através da observação de indivíduos com recurso à lente binocular, distinguir machos
de fêmeas assim como indivíduos mutantes de selvagens. Desta dificuldade, adviriam
erros de observação, responsáveis pelo desvio de alguns resultados obtidos nos
cruzamentos.
Para além disso, esta atividade deu-nos a oportunidade de utilizar materiais e
substâncias como o éter sulfúrico que nunca tínhamos tido contacto, bem com a de
manipular laboratorialmente materiais biológicos específicos, que se revelaram de
grande utilidade e assim adquirir técnicas de manipulação laboratorial que revelarão
grande utilidade no nosso futuro académico.
Fomos bem-sucedidos na aplicação dos princípios mendelianos e das suas
extensões à genética moderna para a explicação de como ocorre a transmissão da
caraterística cor dos olhos em indivíduos da espécie Drosophila melanogaster e
chegámos à conclusão que o seu modo de transmissão é hereditário, ou seja, encontra-
se ligada ao sexo, mais concretamente ligada ao cromossoma sexual X e que a cor
vermelha dos olhos resulta da expressão de um alelo dominante.
Para além disso, com esta atividade fomos capazes de aplicar os nossos
conhecimentos teóricos à prática, procedimento que consideramos imprescindível para
a adquirição de capacidades sólidas em qualquer área de estudo e que se revela
extremamente interessante, divertido e útil para o nosso futuro.
A Drosophila revelou-se um material biológico de fácil manipulação devido às
suas caraterísticas previamente enunciadas, das quais se destacam o curto ciclo de vida
e o reduzido número de cromossomas, que revelam uma grande vantagem na utilização
desta espécie em estudos de genética, como por exemplo, na aplicação de diversas
substâncias com potencial medicinal, como para o tratamento de cancros, pois existe a
possibilidade de observar as manifestações fenotípicas e genotípicas resultantes das
variáveis impostas nessas experiências.
A Drosophila melanogaster é, pois, um modelo de estudo muito importante para
o Homem.

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7- Fontes consultadas
(1) Ribeiro, E.; Silva, J.; Oliveira, O. (2009). Biodesafios 12. Porto: ASA Editores.
(2) Ribeiro, E.; Silva, J.; Oliveira, O. (2009). Biodesafios 12. Porto: ASA Editores.
(3) http://www.mokidros.ibmc.up.pt/materiais_grupo_garcia/Relatorio1_Obse
rvacao_de_individuos.pdf (Data de consulta: 03/03/2019)
(4) Ribeiro, E.; Silva, J.; Oliveira, O. (2009). Biodesafios 12. Porto: ASA Editores.
(5) http://www.mokidros.ibmc.up.pt/materiais_grupo_garcia/Relatorio1_Obse
rvacao_de_individuos.pdf (Data de consulta: 03/03/2019)
(6) Ribeiro, E.; Silva, J.; Oliveira, O. (2009). Biodesafios 12. Porto: ASA Editores.
(7) http://drosophila-m.blogspot.com/2007/11/drosophila-possui-para-alm-dos-4-
pares.html (Data de consulta: 11/03/2019)
(8) http://www.sc.didaxis.pt/hereditariedade/drosophila.htm (Data de
consulta: 03/03/2019)

Figura 1- http://files.drosophila-melanogaster.webnode.pt/200000140-
46137470ae/Trabalho%20Escrito_PDF%20(1).pdf (Data de consulta:
06/03/2019)

Figura 2-
http://www.mokidros.ibmc.up.pt/materiais_grupo_garcia/Relatorio1_Observa
cao_de_individuos.pdf (Data de consulta: 03/03/2019)

Figura 3- http://biozarco-mclameiras.blogspot.com/2010/11/aula-pratica-
drosophila-melanogaster.html (Data de consulta: 10/03/2019)

Figura 4-
http://www.mokidros.ibmc.up.pt/materiais_grupo_garcia/Relatorio1_Observa
cao_de_individuos.pdf (Data de consulta: 03/03/2019)

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