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Psicanalise

Reportagem
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Jornalismo

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 v
 d
 e

A reportagem é um conteúdo jornalístico, escrito ou falado, baseado no testemunho direto


dos fatos e situações explicadas em palavras e, numa perspectiva atual, em histórias
vividas por pessoas, relacionadas ao seu contexto. A reportagem televisiva, testemunho
de ações espontâneas, relata histórias em palavras, imagens e sons.

Repórter de TV grava reportagem

O repórter pode valer-se também de fontes secundárias (documentos, livros, almanaques,


relatórios, recenseamentos, etc.) ou servir-se de material enviado por órgãos
especializados em transformar fatos em notícias (como as agências de notícias e as
assessorias de imprensa).
Em diversas editorias do jornalismo diário (assim como em rádio, TV e internet), é comum
a figura do repórter setorista, ou seja, especializado em cobrir um determinado assunto
ou instituição.
Na editoria de Geral, por exemplo, existem os setoristas de polícia, saúde, transportes,
serviços públicos, do Instituto Médico Legal, etc. Em Política, há os setoristas do palácio
do governo, do parlamento, de cada ministério ou secretaria, entre outros. Já
na Economia, trabalham setoristas de mercado financeiro, do Banco Central, de petróleo,
de construção civil, e similares.
Por classificação, a reportagem é do gênero informativo, e não pode conter a opinião do
autor. Entretanto, muitas vezes é possível ver autores expressando suas opiniões em uma
reportagem, principalmente no jornalismo literário.
A reportagem, tal como a notícia, tem uma estrutura.
Essa estrutura é: manchete, título auxiliar, lead e corpo da reportagem.

Índice

 1Exatidão na reportagem
 2Ver também
 3Referências
 4Bibliografia

Exatidão na reportagem[editar | editar código-fonte]


Para que o repórter possa obter êxitos na sua vida profissional será necessário tomar
alguns cuidados, como a adoção de processos de apuração e checagem rigorosos,
evitando, assim, determinados vícios. Com isso, espera-se que o profissional chegue o
mais próximo possível da exatidão em seu trabalho.
Os jornalistas, mesmo em pleno século XXI, ainda têm dificuldades de criar procedimentos
que minimizem os erros na exatidão da reportagem. Isso teria efeitos diretos
na credibilidade do jornalismo. Sejam erros por má fé ou por descuido, ambos afetariam a
visão da sociedade em relação à ética do profissional. Além do exemplo do Jornalista
Jayson Blair, do The New York Times (que inventava matérias importantes para o jornal),
trechos de diversos códigos de ética jornalística ilustram aspectos normativos da prática
jornalística relativos à exatidão na reportagem, a exemplo de recomendações como:
"procure a verdade e a publique", "confirme a exatidão da informação de todas as fontes e
exercite o cuidado de evitar erros inadvertidos".[1]
Outro fator que interfere (positivamente ou negativamente) na exatidão da reportagem são
os avanços tecnológicos. Com a facilidade de acesso à internet, várias plataformas
surgiram, multiplicando assim as fontes de informação. Entretanto, essas facilidades
podem colocar em xeque o papel social do repórter e dos jornalistas como um todo. Isso
porque, funções que antes eram confiadas apenas a jornalistas, hoje podem ser
desempenhadas por usuários comuns da internet. Por outro lado, haveria aspectos
positivos nos avanços dessas plataformas. Isso porque jornalistas podem ser donos de
seus próprios blogs, web rádios, canais no YouTube e, assim, terem um pouco mais de
autonomia e liberdade para divulgarem os seus conteúdos, mas sempre sob o dever de
manter a ética profissional e o compromisso com a sociedade.[2]

Ver também[editar | editar código-fonte]


 Imprensa
 Jornalismo
 Linguagem corporal
 Literatura
 Redação
 Prémio Pulitzer de Furo de Reportagem
 Prémio Pulitzer de Reportagem Investigativa
 Prémio Pulitzer de Reportagem Explicativa
 Prémio Pulitzer de Reportagem Nacional
 Prémio Pulitzer de Reportagem Internacional

Referências
1. ↑ MEYER, Philip (2007). Os jornais podem desaparecer? Como salvar o jornalismo na era
da informação. São Paulo: Editora contexto. 94 páginas
2. ↑ CHRISTOFOLETTI, Rogério (2012). Ética jornalítica na primeira década do século XXI:
um mapeamento de ocorrências. São Paulo: [s.n.] 94 páginas

Bibliografia[editar | editar código-fonte]


 FLORESTA, Cleide. BRASLAUKAS, Ligia. Técnicas de Reportagem e Entrevista em
Jornalismo - Roteiro para uma Boa Apuração. São Paulo: Saraiva, 2009.
 FUSER, Igor (org.). A Arte da Reportagem. São Paulo: Scritta, 1996.
 LAGE, Nilson. A Reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa
jornalística). Rio de Janeiro: Record, 2001.
 PEREIRA Jr, Luiz Costa. Apuração da Notícia. Petrópolis: Vozes, 4ª edição (2010)
 SODRÉ, Muniz. FERRARI, Maria Helena. Técnica de Reportagem: notas sobre a
narrativa jornalística. São Paulo: Summus, 1986.

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