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03/12/2019 Quark – Wikipédia, a enciclopédia livre

Quark
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O quark, na física de partículas, é uma partícula elementar e um
dos dois constituintes fundamentais da matéria (o outro é Quark
o lépton). Quarks se combinam para formar partículas compostas
chamadas hádrons das quais as mais estáveis desse tipo são os
prótons e os nêutrons, que são os principais componentes dos
núcleos atômicos.[1] Devido a um fenômeno conhecido como
confinamento de cor, os quarks nunca são diretamente observados
ou encontrados de forma isolada; eles podem ser encontrados
apenas nos hádrons, como os bárions (categoria a que pertencem
os prótons e os nêutrons), e os mésons.[2][3] Por essa razão, muito
do que se sabe sobre os quarks advém da observação dos hádrons.

Os quarks possuem várias propriedades intrínsecas, como carga


elétrica, massa, carga de cor e spin. Eles são as únicas partículas
elementares do Modelo Padrão da física de partículas que
Um próton é composto de dois quarks up, um
experienciam todas as quatro interações fundamentais, também
quark down e os glúons que mediam as forças os
conhecidas como forças fundamentais (eletromagnetismo,
"unindo". A atribuição de cores de quarks
gravidade, força forte e por último a força fraca), assim como são
individuais é arbitrária, mas todas as três cores
as únicas partículas conhecidas cuja carga elétrica não é um
devem estar presentes.
múltiplo inteiro da carga elétrica elementar.
Composição: Partícula elementar
Existem seis tipos, conhecidos como sabores, de quarks:
Família: Fermionica
up, down, strange, charm, bottom, e top.[4] Os quarks up e down
possuem as menores massas entre todos os quarks. Os quarks mais Geração: 1ª, 2ª, 3ª
pesados se tornam rapidamente quarks up e down através do Interação: Eletromagnetismo,
processo de decaimento de partícula, que é a transformação de um Gravidade, Força forte,
estado de maior massa para um estado de menor massa. Por causa Força fraca
disso, os quarks up e down são geralmente estáveis e portanto, os Símbolo(s): q
mais comuns no universo, enquanto que os
Antipartícula: Antiquark (q)
quarks strange, charm, bottom e top só podem ser produzidos em
colisões de alta energia (como as que envolvem raios cósmicos e Teorizada: Murray Gell-Mann (1964)
aceleradores de partículas). Para cada sabor de quark existe um George Zweig (1964)
tipo correspondente de antipartícula, denominada antiquark, que
Descoberta: SLAC (c. 1968)
difere do quark apenas pelo fato de que algumas das suas
Tipos: 6 (up, down, strange,
propriedades (como a carga elétrica) terem igual magnitude porém
charm, bottom, e top)
sinais opostos.
Carga +2⁄3 e, -1⁄3 e
O modelo do quark foi proposto de forma independente pelos elétrica:
físicos Murray Gell-Mann e George Zweig em 1964.[5] Os quarks
Carga de cor: Sim
foram introduzidos como parte de um esquema de organização dos
Spin: 1⁄
hádrons, e havia pouca evidência de sua existência física até os 2

experimentos de Espalhamento Inelástico Profundo no Centro de Número 1⁄


3
bariônico:

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Aceleração Linear de Stanford em 1968.[6][7] Experimentos com os


aceleradores forneceram evidências para todos os seis sabores de quarks. O quark top, observado pela primeira vez no
Fermilab em 1955, foi o último a ser descoberto.[5]

Índice
Classificação
Quarks livres
Confinamento e propriedades dos quarks
Sabores
Spin
Cor
Massa
Massa corrente do quark
Massa do quark de valência
Massa dos quarks pesados
Antiquarks
Subestrutura
História
Ver também
Referências
Ligações externas

Classificação
O Modelo Padrão é o referencial teórico que descreve todas as partículas elementares conhecidas atualmente. Este
modelo contém seis sabores de quarks (q), nomeados up (u), down (d) strange (s), charm (c), bottom (b) e top (t).[4]
As antipartículas de quarks são chamado antiquarks, e são indicados por uma linha sobre o símbolo para o quark
correspondente. Tal como acontece com a antimatéria em geral, os antiquarks possuem a mesma massa, a mesma
meia-vida, e o mesmo spin para cada um de seus respectivos quarks, mas a carga elétrica e demais cargas possuem
sinais opostos.[8]

Os quarks são partículas de Spin-½, o que implica que eles são férmions de acordo com o Teorema da estatística do
spin. Eles estão sujeitos ao princípio de exclusão de Pauli, que afirma que dois férmions idênticos não podem
simultaneamente ocupar o mesmo estado quântico. Isso está em contraste com os bósons (partículas com spin
inteiro), uma quantidade qualquer de que podem estar no mesmo estado.[9] Ao contrário dos léptons, quarks possuem
carga de cor, o que faz com que eles participem na força forte. A atração resultante entre diferentes quarks provoca a
formação de partículas compostas conhecidas como hádrons'.

Os quarks que determinam o número quântico de hádrons são chamados quarks de valência; além destes, qualquer
hádron pode conter um número indefinido de quarks "mar" virtuais, antiquarks, e gluóns, que não influenciam os seus
números quânticos.[10] Há duas famílias de hádrons: bárions, com três quarks de valência, e mésons, com um quark
de valência e um antiquark.[11] Os Bárions mais comuns são o próton e o nêutron, os blocos de construção do núcleo
atômico. Um grande número de hádrons são conhecidos, a maioria deles diferenciados pelo seu conteúdo de quark e
as propriedades que estes quarks constituintes conferem.

Quarks livres
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Nenhuma pesquisa para quarks livres ou carga elétrica fracionária produziu uma evidência convincente. A ausência de
quarks livres foi então sendo incorporada na noção de confinamento, o qual, acredita-se, a teoria de quark deve
possuir. Contudo, deve ser possível mudar o volume do confinamento pela criação de matéria quark densa ou quente.
Esta nova fase da matéria QCD foi predita teoricamente e buscas experimentais por ela já foram iniciadas.

Confinamento e propriedades dos quarks


Cada partícula subatômica é descrita por um pequeno conjunto de números quânticos tais como spin J, paridade P, e
massa m. Usualmente estas propriedades são diretamente identificadas por experimentos. Contudo, o confinamento
torna impossível medir estas propriedades nos quarks. Ao invés disto, elas devem ser inferidas pela medição das
propriedades das partículas compostas que são feitas de quarks. Tais inferências são mais fáceis de serem feitas
adicionando números quânticos chamados de sabor.

As partículas compostas feitas de quarks e antiquarks são os hádrons. Estes incluem os mésons os quais obtêm os seus
números quânticos de um quark e de um antiquark, e os bárions, os quais obtêm os seus números quânticos de três
quarks. Os quarks (e os antiquarks) que contam para os números quânticos dos hádrons são chamados quark de
valência. À parte destes, muitos hádrons devem conter um número indefinido de quarks, antiquarks e glúons virtual
os quais contribuem para os seus números quânticos. Cada quark virtual é denominado de mar de quarks.

Sabores
A cada quark é atribuído um número bariônico, B = 1/3, e um
Sabor em partículas físicas
número leptônico nulo L = 0. Eles tem uma carga elétrica
fracionada, Q, Q = +2e/3 ou Q = −1e/3. Os iniciais chamaram Números quânticos sabores
up-type quarks, e depois, down-type quarks. A cada quark é Número leptônico: L
atribuído um isospin fraco: Tz = +1/2 para um quark "up" e Tz = Número bariônico: B
−1/2 para um quark "down". Cada vez que se dobra o isospin fraco Carga Elétrica: Q
tem-se uma nova geração de quarks. Existem três gerações, e então
Hipercarga Fraca: YW
6 sabores de quarks — o quark up tem os sabores u, c e t, os down
Isospin fraco: Tz
os d, s, b.
Isospin: I, Iz
O número de gerações de quarks e léptons são iguais no modelo Hipercarga: Y
padrão. O número de gerações de léptons é fortemente restrito, Estranheza: S
segundo os testes experimentais feitos no LEP e CERN e pela Charme: C
observação da abundância de hélio no universo. A precisão da Inferioridade: B'
medição da meia-vida do bóson Z no LEP restringe o número de
Superioridade: T
gerações a três. Observações astronômicas da abundância de hélio
produzem resultados consistentes com essa restrição. Os resultados,
Y=B+S+C+B'+T
de uma busca direta por uma quarta geração de quarks apontam
Q=Iz+Y/2
para a existência de um limite mínimo na massa dos quarks, sendo
Q=Tz+YW/2
os de quarta geração os mais leves possíveis. A mais severa limitação
veio da análise dos resultados do colisor Tevatron do Fermilab, e
B-L conservado no modelo padrão
mostra que a massa da quarta geração de quark deve ser maior que
Tópicos relacionados:
190 GeV.
Simetria CPT
Cada sabor define um número quântico que será conservado
Matriz CKM
durante a interação forte, mas não na interação fraca. A alteração da
Simetria CP
magnitude do sabor na interação fraca é codificada em uma
estrutura chamada matriz CKM. Esta também determina a violação
Quiralidade
CP que é permitida no modelo padrão.

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Spin
Números quânticos correspondem a simetrias não-abelianas tal como a rotação. Elas requerem mais atenção na sua
extração, dado que as simetrias não são aditivas. No modelo dos quarks, a construção de um méson se dá com um
quark e um antiquark; por outro lado, bárions são constituídos por três quarks. Desde que os mésons são bósons (têm
spin inteiro) e bárions são férmions (têm spin semi-inteiro), o modelo dos quarks implica que os quarks são férmions.

Além disto, o fato de bárions mais leves terem spin igual a -1/2 implica que cada quark pode ter spin . Os spins

de mésons e bárions excitados são completamente consistente com estes argumentos.

Cor
Como os quarks são férmions, o princípio de exclusão de Pauli implica que os três quarks de valência devam estar em
uma combinação assimétrica em um bárion. Contudo, a carga bárion, (a qual é uma dos quatro isospin

bárions) pode somente ser feita de três quarks u com spins paralelos. Como esta configuração é simétrica com
respeito ao intercâmbio das cargas dos quarks, isso implica que existem outros números quânticos internos que
poderão então compor combinações assimétricas. A isto se dá o nome de cor, embora não tenha nada a ver com a
sensação fisiológica cores. Este número quântico é a carga envolvida na teoria de gauge chamada de Cromodinâmica
Quântica (QCD).

A outra única partícula colorida é o glúon, o qual é o bóson mediador da QCD. Tal como todas as outras teorias
mediadoras não-Abelianas (e diferentemente da Eletrodinâmica Quântica) os bósons mediadores interagem com os
outros devido à mesma força que afeta os quarks.

A Cor é uma simetria gauge SU(3). Os quarks são dispostos na representação fundamental, 3, desde que eles se
mostrem em 3 cores. Os glúons são dispostos na representação adjunta, 8 e, por conseguinte aparecem em 8
variedades.

Massa
Embora se fale da massa do quark da mesma forma que se fala da massa de qualquer outra partícula, a noção da
massa do quark é mais complicada pelo fato de ele não poder ser encontrado livre na natureza. Como um resultado
disto, a noção da massa do quark é uma construção teórica, a qual só faz sentido quando se especifica o procedimento
usado para defini-la.

Massa corrente do quark


A aproximada simetria quiral da QCD, por exemplo, permite definir a razão entre as massas dos vários quarks (para
cima, para baixo e estranho) através da combinação das massas do octeto de méson escalar no modelo quark
utilizando a teoria da perturbação chiral, dado

O fato de que mu ≠ 0 é importante, dado que estes não estão no problema forte CP se mu forem eliminadas. Os
valores absolutos de massa foram atualmente determinados para leis de soma QCD (também conhecido como leis da
somatória da função espectral) e grade QCD. A massa determinada desta maneira é conhecida como massa
corrente do quark. A conexão entre diferenças de massa corrente do quark necessita de mecanismo pleno de
renormalização para estas especificações.

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Massa do quark de valência


Outro, antigo, método de especificar a massa do quark foi usado na fórmula de massa de Gell-Mann-Nishijima no
modelo de quark, a qual relaciona a massa do hádron às massas do quark. A massa assim determinada é chamada
massa do quark constituinte, e é significantemente diferente da massa corrente do quark definida acima. A massa
constituinte não tem qualquer significado dinâmico.

Massa dos quarks pesados


As massas dos quarks pesados, charme e inferior são obtidas das massas de hádrons que contêm um simples quark
pesado (e um antiquark leve ou dois quarks leves) e da análise do seu quarkoma. Cálculos com grade QCD usando a
teoria do quark pesado influente (HQET em inglês) ou cromodinâmica quântica não relativista (NRQCD em inglês)
são usadas atualmente para determinar a massa destes quarks.

O quark top é suficientemente pesado para que a QCD de perturbação possa ser usada para determinar sua massa.
Antes da sua descoberta em 1995, a melhor estimativa teórica da massa do quark topo foi obtida da análise global de
testes de precisão do Modelo Padrão. O quark topo, contudo, é o único entre os quarks que decai antes que se tenha
uma chance de hadronizar. Portando, sua massa tem de ser indiretamente medida através do produto de seu
decaimento. Isto pode ser feito somente em um Tevatron o qual é o único acelerador de partícula com energia bastante
para produzir quarks em abundância.

Propriedades dos Quarks


Sabor Nome Geração Carga Massa (MeV)
Iz=+1/2, Tz=+1/2 quark u (u) 1 +2/3 1.5 a 4.0
Iz=−1/2, Tz=−1/2 quark d (d) 1 −1/3 4a8
S=−1, Tz=−1/2 quark s (s) 2 −1/3 80 a 130
C=1, Tz=+1/2 quark c (c) 2 +2/3 1150 a 1350
B′=−1, Tz=−1/2 quark b (b) 3 −1/3 4100 a 4400
T=1, Tz=+1/2 quark t (t) 3 +2/3 172700 ± 2900

Massa do quark Superior do Tevatron Electroweak Working Group (http://arxiv.org/abs/hep-ex/0507006)


Outra massas do quark obtidas de Grupo de massa de partícula (http://pdg.lbl.gov/2005/listings/qxxx.html).
Os números quânticos do quark topo e inferior são denominados algumas vezes como, respectivamente,
verdadeiro e belo.

Antiquarks
Os números quânticos aditivos de antiquarks são iguais em magnitude e opostos em sinal àqueles dos quarks. A
simetria CPT obriga-os a terem o mesmo spin e massa que seus quarks correspondentes. Testes de simetria CPT não
podem ser realizados diretamente nos quarks e antiquarks devido ao confinamento, mas podem ser feito nos hádrons.
A notação de antiquarks segue à da antimatéria em geral: um quark up é referido como , e um quark anti-up é
referido como .

Subestrutura
Algumas evoluções do Modelo Padrão lançaram a ideia que os quarks e os léptons têm uma subestrutura. Em outras
palavras, este modelo assume que as partículas elementares do modelo padrão são de fato partículas compostas, feitas
de algum outro constituinte elementar. Tais ideias estão abertas para a fase de testes experimentais, e estas teorias são
severamente limitadas por falta de dados. Não há no momento atual nenhuma evidência desta subestrutura.

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História
A noção de quarks evoluiu da classificação dos hádrons desenvolvida independentemente em 1961 por Murray Gell-
Mann e Kazuhiko Nishijima, sendo atualmente denominada como modelo quark. O esquema agrupa partículas com
isospin e estranheza usando simetria unitária derivada da álgebra corrente, a qual nós reconhecemos hoje como parte
de simetria quiral de QCD aproximada. Esta é uma simetria de sabor SU(3) global, a qual não deve ser confundida
com a simetria de calibre da QCD.

Neste esquema os mésons leves (spin-0) e os bárions (spin-½) foram agrupados em octetos, 8, com simetria de sabor.
A classificação dos bárions de spin-3/2 em uma representação 10 produziu previsão de uma nova partícula, Ω−, a qual
foi descoberta em 1964, levando à larga aceitação do modelo. A desejada representação 3 foi identificada como quarks.

Este esquema ficou conhecido como "modelo das oito dobras" (do inglês eightfold way) por Gell-Mann, em uma clara
referência aos octetos do modelo das oito dobras do Budismo. Ele também inventou o nome quark e atribuiu-lhe a
sentença “Three quarks for Muster Mark” em Finnegans Wake de James Joyce. Os resultados negativos dos
experimentos de busca do quark levaram Gell-Mann a considerá-los como ficção matemática.

A análise de certas propriedade das reações de altas energias dos hádrons levou Richard Feynman a postular a
existência de subestruturas nos hádrons, as quais foram chamadas de pártons (pois elas são partes dos hádrons). Uma
adaptação de seções transversais de espalhamento profundamente inelástico derivada da álgebra corrente por James
Bjorken recebeu uma explicação em termos de párton. Quando adaptação de Bjorken foi verificada
experimentalmente em 1969, foi imediatamente percebido que pártons e quarks poderiam ser a mesma coisa. Com a
prova da liberdade assintótica na QCD em 1973 por David Gross, Frank Wilczek e David Politzer, esta concepção foi
firmemente estabelecida.

O quark charmoso foi postulado por Sheldon Glashow, John Iliopoulos e Luciano Maiani em 1973 para prevenir
mudanças não físicas do sabor em decaimentos fracos, os quais deveriam de outra forma ocorrer segundo o modelo
padrão. A descoberta em 1975 do méson que veio a ser denominado de J/ψ levou ao reconhecimento que ele seria
composto de um quark charmoso e um antiquark.

A existência de uma terceira geração de quarks foi predita por Makoto Kobayashi e Toshihide Maskawa em 1973, que
entenderam que a observação da violação da simetria CP por kaons neutros não poderia ser acomodada no modelo
padrão com duas gerações de quarks. O quark inferior foi descoberto em 1980 e o quark superior em 1996 no
acelerador de partículas Tevatron, do Fermilab.

Ver também
Força fundamental e interação forte
Glúons
Cromodinâmica quântica, o modelo do quark e pártons.
Confinamento, desconfinamento, matéria quark e liberdade assintótica
Modelo padrão, matriz CKM e simetria CP.

Referências
1. "«Quark (Partícula subatômica)» (https://web.archive.org/web/20140113214730/http://global.britannica.com/EBch
ecked/topic/486323/quark). Arquivado do original (http://global.britannica.com/EBchecked/topic/486323/quark) em
13 de janeiro de 2014". Encyclopædia Britannica. Retrieved 2008-06-29.
2. R. Nave. "«Confinement of quarks» (http://hyperphysics.phy-
astr.gsu.edu/hbase/Particles/quark.html#c6)". HyperPhysics. Georgia State University, Department of Physics and
Astronomy. Retrieved 2008-06-29.
3. R. Nave. "«Bag Model of Quark Confinement» (http://hyperphysics.phy-astr.gsu.edu/hbase/Particles/qbag.html#c
1)" HyperPhysics. Georgia State University, Department of Physics and Astronomy. Retrieved 2008-06-29.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Quark 6/7
03/12/2019 Quark – Wikipédia, a enciclopédia livre

4. R. Nave. "«Quarks» (http://hyperphysics.phy-astr.gsu.edu/hbase/Particles/quark.html)". HyperPhysics. Georgia


State University, Department of Physics and Astronomy. Retrieved 2008-06-29.
5. B. Carithers, P. Grannis (1995). "«Discovery of the top quark» (http://www.slac.stanford.edu/pubs/beamline/25/3/2
5-3-carithers.pdf) (PDF)" (PDF). Beam Line (SLAC) 25 (3): 4–16. Retrieved 2008-09-23.
6. E.D. Bloom et al. (1969). "High-Energy Inelastic e–p Scattering at 6° and 10°".Physical Review Letters 23 (16):
930–934. Bibcode:1969PhRvL..23..930B. doi:10.1103/PhysRevLett.23.930.
7. M. Breidenbach et al. (1969). "Observed Behavior of Highly Inelastic Electron–Proton Scattering". Physical
Review Letters 23 (16): 935–939. Bibcode:1969PhRvL..23..935B. doi:10.1103/PhysRevLett.23.935.
8. S.S.M. Wong (1998). Introductory Nuclear Physics(2nd ed.). Wiley Interscience. p. 30. ISBN 0-471-23973-9.
9. K.A. Peacock (2008). The Quantum Revolution. Greenwood Publishing Group. p. 125. ISBN 0-313-33448-X.
10. POVH, SHOLZ, RITH, ZETSCHE, BOGDAN, CHRISTOPH, FRANK, KLAUS (2008). Particles and Nuclei. [S.l.]:
SPRINGER. 98 páginas
11. DAVIES, PAUL (1979). The Forces of Nature. [S.l.]: Cambridge University Press. pp. Seção 6.1

Ligações externas
Grupo de dados de partículas no quarks (http://pdg.lbl.gov/2005/listings/qxxx.html)
Um modelo esquemático dos bárions e mésons, por Murray Gell-Mann (1964) (http://www-spires.fnal.gov/spires/fi
nd/hep/www?key=890022)
Observações do quark superior em Fermilab (http://www-cdf.fnal.gov/top_status/top.html)
Um pósitron chamado Priscila (http://books.nap.edu/books/0309048931/html/245.html) — Uma descrição do
experimento do CERN para contar as famílias dos quarks.

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