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FACULDADE DOM PEDRO II

CURSO DE ENFERMAGEM

ANNA BEATRIZ RIBEIRO LIMA

O PAPEL DO ENFERMEIRO NO ENSINO E PESQUISA


METODOLOGIAS ATIVAS NO PROCESSO DE ENSINO EM ENFERMAGEM

LAGARTO
2019
ANNA BEATRIZ RIBEIRO LIMA

O PAPEL DO ENFERMEIRO NO ENSINO E PESQUISA


METODOLOGIAS ATIVAS NO PROCESSO DE ENSINO EM ENFERMAGEM

Texto apresentado à disciplina de Saúde Coletiva


do curso de Enfermagem da Universidade Dom
Pedro II, como um dos pré-requisitos para a
obtenção da nota parcial.

Orientador: Prof° Carlos Carvalho.

LAGARTO
2019
O papel do Enfermeiro no Ensino e Pesquisa

É consenso que o problema da saúde não deve ser encarado como crônico
na sociedade brasileira, porque isso isentaria os governantes e a sociedade da
responsabilidade de ter que resolvê-lo. Essa é uma questão que deve ser avaliada
não só em suas causas, mas também em suas soluções. Portanto, partindo desse
pressuposto, a questão a ser abordada nesse texto é o papel do Enfermeiro no Ensino
e na Pesquisa e quais suas contribuições para mudar o problema abordado acima, ou
seja, para modificar essa realidade. O enfermeiro precisa antes de tudo conhecer a
estruturação do ensino de enfermagem no Brasil, compreendendo qual seja o conceito
de educação em saúde e para isso é preciso formular discussões e análises, dando
ênfase no planejamento participativo, pois tem que se considerar o grau de interação
e intencionalidade para provocar mudanças através da educação, assim sendo,
podemos classificar os processos educativos em duas modalidades:
Formais: quando a intenção de se promover a educação está fortemente orientada
para atender a regulamentação do sistema educacional, dos currículos oficiais, no
contexto escolar. Essa educação formal é intencional, sistemática e institucionalizada.
Informais: quando ocorrem processos educativos independente de intenção e
interação educativas. Esse tipo de processos educativos não são sistemáticos e nem
estão institucionalizados. Podendo haver algum nível de intencionalidade em
determinados contextos como por exemplo na educação transmitida pelos pais, no
convívio com amigos, na participação em eventos culturais e outros.
A educação no Brasil começou a ser pensada como um projeto estruturado e
organizado com a chegada dos jesuítas que tinham credenciais para ensinar e foram
trazidos por D. João III, com o propósito de catequizar e educar as populações
indígenas, hoje, quase 500 anos depois, a educação no país está orientada pela
Constituição, que foi uma conquista da sociedade brasileira. A educação, a cultura e
o desporto são tratados e defendidos na constituição. Com relação educação na área
da saúde, essa deve ser uma Educação Permanente, pois espera-se que estes
profissionais sejam capazes de aprender continuamente, se reciclando, tendo
responsabilidade e compromisso com a educação em treinamento/estágios para
proveito das presentes e futuras gerações. As tendências pedagógicas definem o
papel do homem e da educação no mundo, na sociedade e na escola, o que repercute
na prática docente em sala de aula graças a elementos constitutivos que envolvem o
ato de ensinar e de aprender.
Ao analisar o uso das metodologias ativas em uma instituição de ensino de
enfermagem pode se ver que a educação tem um papel importante na criação de
alternativas pedagógicas que priorizem a formação ampla do profissional e daí vem à
importância de transformar as estratégias didáticas utilizadas de forma a contribuir
para a melhoria do processo de ensino tendo em vista a necessidade de fazer com
que o aluno seja protagonista de sua aprendizagem, desenvolvendo o senso crítico e
competências para relacionar os conhecimentos aprendidos ao que será visto no
mundo real.

Referências:

- Burgatti JC, Leonello VM, Bracialli LAD, Oliveira MAC. Estratégias Pedagógicas para
o Desenvolvimento da Competência Ético-Política na Formação Inicial em
Enfermagem. Rev Bras Enferm. 2013, 66 (2): 282-86.

- Freire P. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. 52ª Ed.


Rio de Janeiro: Paz e Terra; 2015.