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Classificação dos Solos

Métodos de coleta
Sondagens

Mecânica dos Solos


Prof. Marcelo Denser Monteiro
Universidade Anhembi Morumbi
Mar/2012
Partículas que constituem os solos
Identificação dos solos por meio de
ensaios
• Solo é composto por partículas de tamanhos diversos
• A identificação tátil-visual não é fácil (grãos de areia envoltos por finos argilosos)
• Seco é quase impossível distinguir
• Quando úmido, partículas argilosas = pasta fina, arenosos ficam fácil de ver
• Portanto, para identificação (tentativa) tátil-visual, fundamental estar úmido.
• Maior confiabilidade por ensaio de granulometria (peneiramento + sedimentação)
Ensaio de Sedimentação
• Baseado na Lei de Stokes
Pq usar a escala logarítmica?
GRADUADO VS MAL GRADUADO
Curvas granulométricas de alguns solos brasileiros
Índices de Consistência (Limites de Atterberg)
• Para a engenharia, apenas granulometria não caracteriza bem o material
• Fração fina dos solos tem grande importância
• Foi proposto pelo Eng. Químico Atterberg e adaptado/padronizado por Casagrande
• É uma análise baseada no comportamento do solo na presença de água partindo da
premissa de que um solo ocorrem com aspectos bastante distintos conforme o seu
teor de umidade (muito úmido = comportamento líquido, intermediário =
comportamento plástico e seco = comportamento quebradiço)
• Comparação com lama de rio e automóveis

• IP = LL – LP
• Em condições normais, só se
apresenta o LL e o IP
• LP apenas empregado para
cálculo do IP
LL – Limite de Liquidez
• Feita uma ranhura no material
• Avalia o teor de umidade para que com 25 golpes a ranhura seja “fechada”
• São feitas várias tentativas com diferentes teores de umidade
• O limite é obtido pela interpolação de resultados
• Ensaio padronizado no Brasil pela NBR 6459
LP – Limite de Plasticidade
• Avalia o menor teor de umidade com que se consegue moldar um cilíndro de 3 mm
de diâmetro, rolando o solo com a palma da mão.
• Ensaio padronizado no Brasil pela NBR 7180
Limites de Atterberg para alguns típicos solos brasileiros
Atividade das Argilas
• Proporção de argilominerais nos solos são bastante variadas
• Em determinados tipos de solos os valores dos índices de consistência são elevados
enquanto o teor de argila presente é baixo (argilas muito ativas)
• No Brasil existem solos com pouca argila (em torno de 15 %) que apresentam
plasticidade elevada (pequena fração da argila presente no solo consegue transmitir a
este um comportamento argiloso).

• Índice de atividade = Índice de plasticidade (IP) / fração argila (menor que 0,002 mm)

• Argila normal quando atividade entre 0,75 e 1,25. Menor que 0,75 é inativa, maior
que 1,25 é ativa.
EMPREGO DOS ÍNDICES DE CONSISTÊNCIA
• Muito úteis para identificação e classificação de solos

• Permite prever muito do comportamento do solo para a Engenharia

• Terzaghi definiu uma correlação com suceptibilidade à ocorrência de recalques


(compressibilidade), quanto maior for o LL.

• Índice de compressão (Cc) = 0,009x(LL-10)

• Solos residuais (saprolíticos) apresentam significativa estrutura da rocha “mãe”. Solos


lateríticos apresentam aglomerações de partículas envoltas por deposições de sais de
ferro ou alumínio.

• Os ensaios são feitos com amostra seca ao ar, destorroada e amassada, o que implica
na mudança da estrutura original dos solos.

• Correlações obtidas para solos transportados não se aplicam aos solos residuais e
lateríticos.
ESTRUTURA
DO SOLO
A QUANTIDADE DE SOLO
POUCO VARIA, MAS A
QUANTIDADE DE ÁGUA E
AR PODE VARIAR
BASTANTE.
Índices físicos: caracterizam o
estado do solo, correlacionando pesos e
volumes das três fases:

O COMPORTAMENTO DO SOLO DEPENDE DA QUANTIDADE RELATIVA DE CADA UMA


DAS TRÊS FASES
Índices Físicos
• Determinação em Laboratório:
- teor de umidade
- peso específico natural
- Peso específico dos grãos

Os demais índices são obtidos por meio das


relações entre os diversos índices
Índices Físicos
• umidade ⇒ w = Pw/Ps (oper + freq), 10-40%
• índice de vazios ⇒ e = Vv/Vs (indireto), 0,5 – 1,5
• porosidade ⇒ n = Vv/Vt (indica = e), 30-70%
• grau de saturação ⇒ S = Vw/Vv (indireto), 0-100%
• peso específico natural ⇒ γn = Pt/Vt
• peso específico da água ⇒ γw = Pw/Vw, varia pouco com T, 10KN/m3
• peso específico dos grãos ⇒ γs = Ps/Vs , varia pouco e ñ ident. (picn)
• peso específico aparente seco ⇒ γd = Ps/Vt (indireto), como ficaria seco
• peso específico aparente saturado ⇒ γsat = (γs + eγw)/(1+e), pouco uso
• peso específico submerso ⇒ γsub = γsat - γw, cálculo de tensões efetivas
Estado das areias - Compacidade
• O estado de uma areia pode ser expresso pelo
seu índice de vazios.
• Entretanto, areia fofa e compacta podem ter o
mesmo índice de vazios.
• Analisar o índice de vazios confrontando
vazios máx e mín.
Estado das areias - Compacidade
• Verter por um funil - + FOFO
• Vibrar em um molde - + COMPACTO
• Índice de compacidade relativa

Quanto mais compacta, maior resistência e menor deformabilidade.


Índice importante!
Estado das argilas - Consistência
• Argilas são mais consistentes, ao contrário das
areias.
• Medido pela resistência à compressão simples
(não confinado).
Sensitividade das Argilas
Material manuseado perde resistência.

Comparação entre corpo de prova


natural e moldado

Indica a resistência pós-ruptura.


Índice de Consistência
• Indica a posição relativa da umidade frente
aos limites de mudança de estado.

• Não tem significado quando aplicado a solos não saturados


Sistemas de Classificação Unificada
A primeira letra indica o tipo
de solo.

A segunda letra indica


característica complementar
do solo

Para a primeira letra


considera-se a porcentagem
de finos que passa pela
peneira 200 (0,075 mm).
Sistemas de Classificação Unificada –
SOLOS GRANULARES
- Bem graduado vs mal
graduado
- Bem graduado
apresenta melhor
comportamento para
engenharia, particulas
menores ocupam
espaços entre as
maiores (menor
compressibilidade e
maior resistência)
- Característica definida
pelo CNU (coeficinete
de não uniformidade)

Quanto maior o CNU, mais bem graduada é a areia.


Sistemas de Classificação Unificada –
SOLOS FINOS

Se LL maior que 50, alta compressibilidade (H)


Menor que 50, baixa compressibilidade (L)
Classificação Unificada
COMO SÃO OBTIDAS AS AMOSTRAS?

RESPOSTA: CAMPANHAS DE
SONDAGENS / COLETA DE BLOCOS
EXIGÊNCIAS PARA AS AMOSTRAS
•DEFORMADA: ENSAIOS DE CARACTERIZAÇÃO / LIMITES

AMOSTRAS PROVENIENTES DO AMOSTRAR COMUM / BARRILETE

•INDEFORMADA: ENSAIOS TRIAXIAIS, POR EXEMPLO.

AMOSTRADORES DE PENETRAÇÃO DINÂMICA (SHELBY / DENISON),


ACOPLADOS NA SONDAGEM ROTATIVA

COLETA DE BLOCO INDEFORMADO, LIMITADO PELA PROFUNIDADE /


HIDROGEOLOGIA
COLETA DE BLOCO INDEFORMADO

•VERIFICAÇÃO DO LOCAL
•IDENTIFICAÇÃO DE ESTRUTURAS (FRATURAS,
FOLIAÇÕES – No caso de solo residual)
•ORIENTAÇÃO DAS ESTRUTURAS
•PREPARAÇÃO DO BLOCO
•CUIDADOS PARA CONSERVAÇÃO
•PREPARAÇÃO DO CORPO DE PROVA
(LABORATÓRIO)
Campanhas de sondagens percussivas e
rotativas
-São definidas conforme as necessidades de projeto, levando em
consideração a obtenção de informações do meio geológico e sua
interação com a obra.

-Permite a obtenção de amostras de solo e rochas para descrição

-Permite a realização de ensaios geotécnicos in-situ (SPT,


televisamento, perda d'água sob pressão, etc)

-É a principal ferramenta de investigação geológico-geotécnica


SONDAGEM A PERCUSSÃO COM
REALIZAÇÃO DE ENSAIO SPT

Mais difundida
Mais barata
Menor profundidade de
alcance
Trabalha com materiais
geológicos de menor
resistência
Mais lenta
SONDAGEM A PERCUSSÃO –
BARRILETE AMOSTRADOR
SONDAGENS ROTATIVAS
Mais cara
Mais rápida
Trabalha com materiais de diversas
resistências.
Atinge maiores profunidades
COROA DE DIAMANTE

COROA DE VÍDIA
ESPECIFICAÇÕES DOS FUROS
FISCALIZAÇÃO / ACOMPANHAMENTO

 JUSTIFICATIVA: A QUALIDADE DOS DADOS


DE SONDAGENS É ESSENCIAL PARA A
REALIZAÇÃO DE PROJETOS DE OBRAS.

69
Seção Geológica – Linha 6
Tratamentos do solo para escavação
Rebaixamento do Nível D’Água
• Ex.:Ponteiras filtrantes
Objetivos das Sondagens
• Descrição do material: tipos e
profundidades das camadas (areia,
argila, silte, rocha);
• Ensaio SPT: resistência dos materiais
• N.A.: determinar a profundidade e a
existência de outros níveis (pressão);
• Fornecer amostras para descrição e
ensaios de laboratório.
COM QUALIDADE = CONFIABILIDADE
Argila

Areia Argilosa

Argila Siltosa

Argila Siltosa
JUSTIFICATIVA

PROBLEMAS EM CAMPANHAS - DESCUMPRIMENTO


DE ESPECIFICAÇÕES:

 NBR 6484

 MANUAL DE SONDAGENS ABGE

77
78
MOTIVOS

DESPREPARO DAS EQUIPES (FALTA


DE TREINAMENTO)

 EQUIPAMENTOS

DESPADRONIZADOS

 NEGLIGÊNCIA DOS

PROCEDIMENTOS NORMATIZADOS
79
• Como fazer uma Sondagem
com qualidade?

É SÓ SEGUIR AS NORMAS!!!!!!!!!!
Padronização dos
Equipamentos
• Tamanho das Hastes;
• Condição do Amostrador, Bico, Bi-partido e
Válvula de alívio;
• Peso aferido e com coxim de madeira;
• Peça de lavagem adequada;
• Cordas, Moitão, Carretilha, Recipiente para
guarda da amostra do bico;
• Bomba adequada para o serviço.
INCONFORMIDADES
NA EXECUÇÃO

 INEXISTÊNCIA OU
INEFICIÊNCIA DE COXIM
(REPIQUE)

 RECUPERAÇÃO INCOMPLETA DO N.A.

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Instalação dos Equipamentos e da
Equipe para executar a sondagem

• Montagem do Tapume de
Proteção;
• Correta sinalização de trânsito e
• Correta sinalização de pedestre.
Cuidados ao Iniciar
uma Sondagem

• Verificar Interferência Aérea

• Verificar Interferência
Enterrada – Trado manual até
4 m de profundidade.
Limpeza no local da
Sondagem e em seu
Entorno
INCONFORMIDADES
NA EXECUÇÃO

 ALTURA DE QUEDA DO PESO

 COTA DE REALIZAÇÃO DO ENSAIO SPT

 VELOCIDADES EXCESSIVAS DE
EXECUÇÃO

 BOLETIM DE CAMPO (ANOTAÇÕES)


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Preenchimento correto
das folhas de campo
• O preenchimento incorreto das
folhas de campo comprometem o
resultado do serviço e a
aceitação da sondagem;

• Em caso de informação incorreta,


a sondagem DEVE SER cancelada.
Cota do Ensaio do SPT

• Os ensaios de SPT têm que ser


executados exatamente nas cotas
(profundidade) corretas.
Queda do Peso
• Peso aferido (65Kg)

• Coxim de madeira dura

• Haste com marcação visível de


75cm para orientar a queda.
INCONFORMIDADES
NA EXECUÇÃO

 “SUPOSIÇÕES” DO Nº DE GOLPES
(ESTIMATIVA DO NSPT)

93
INCONFORMIDADES
NA EXECUÇÃO

 FALSEAMENTO NA COLETA DE AMOSTRAS

94
INCONFORMIDADES
NA EXECUÇÃO

 BOMBAS INEFICIENTES PARA LAVAGEM DO FURO


(“BUCHA”)

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Bucha no Amostrador
• Tolerância de até 5 cm de bucha
(sujeira) dentro do amostrador (A
NORMA NÃO ACEITA NADA).

• Valores acima de 5cm, cancela o ensaio.

• Dois ensaios cancelados, obrigatório refazer


a sondagem.
Acondicionamento das
Amostras

• Amostras do bico deverão ser


acondicionadas no copinho,
devidamente etiquetadas,
identificando a obra,
sondagem e ensaio SPT;
Acondicionamento
das Amostras
• O solo do corpo do amostrador
deverá ser guardado em saco
plástico de tamanho suficiente
para acomoda-lo.

• Este também deverá estar


identificado com etiqueta
contendo todos os dados da
sondagem.
Importância do Correto
Preenchimento do Furo
• O preenchimento é obrigatório!!!!

• Graves acidentes já ocorreram por


furos mal preenchidos!!!!
INCONFORMIDADES:
CLASSIFICAÇÃO EM LABORATÓRIO

 LABORATORISTA NÃO ANALISA TODAS AS AMOSTRAS;

 FALTA DE ACURÁCIA (EX.: NÓDULOS

LATERÍTICOS, VARIAÇÕES

GRANULOMÉTRICAS);

 DESCRIÇÃO GEOLÓGICO-GEOTÉCNICA DEFICIENTE

(DISTINTA DA NBR-6484); 104


INCONFORMIDADES NA APRESENTAÇÃO
DOS RESULTADOS (PERFIL INDIVIDUAL
DE SONDAGEM):

 BOLETIM INCOMPLETO E/OU


INCORRETO;

105
SISTEMA DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE
DOS SERVIÇOS

 UNIFORMIZAR O CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO;


 QUANTIFICAR A QUALIDADE DAS SONDAGENS;

 ACEITAÇÃO OU RECUSA;

BASE: CUMPRIMENTO DA NBR 6484 E DO


MANUAL DE SONDAGENS
106
1º SISTEMA DE AVALIAÇÃO
(HÁ APROX. 5 ANOS):

CONSISTIA EM:

 LISTA COM 10 PARÂMETROS

(EXECUÇÃO, CLASSIF. E APRESENTAÇÃO)

 NOTA/PARÂMETRO: 0 A 1 (TOTAL: 10 PONTOS)

 SOMATÓRIA x1 OU x0 (OCORRÊNCIA GRAVE: CANCELA)


107
EXEMPLO: 1º SISTEMA DE AVALIAÇÃO

RESULTADOS ENCONTRADOS
Critérios
Acurácia Consistência
Velocidade
Empresa Classificação Classificação Classificação Leitura na Análise Gráfico Folha de com Nota
Cor de
Táctil-visual Geológica Gráfica de N.A. de SPT Campo sondagens
Execução
Amostras vizinhas
I -1,01 0,43 0,44 0 0,3 0 0,36 0 0,84 0,98 2,35
II 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 10
III 0,5 1 1 1 1 0,5 1 0,5 1 1 8,5
IV 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 10
V 0,5 1 0 1 1 0,5 1 0,5 1 1 7,5

109
2º SISTEMA DE AVALIAÇÃO

CONSISTE EM:
3º APRESENTAÇÃO
2º LABORATÓRIO PERFIL SONDAGEM
1º CAMPO

 3 ETAPAS: CAMPO, LABORATÓRIO E APRESENTAÇÃO

 PLANILHAS DE CHECK LIST

 CADA ETAPA: 10 PONTOS

 NOTA FINAL: MÉDIA DAS 3 ETAPAS 110


CHECK LIST 1 – ETAPA DE CAMPO

 1ª CHECAGEM: INÍCIO

 2ª CHECAGEM: DESENVOLVIMENTO

 3ª CHECAGEM: ENCERRAMENTO

114
CHECK LIST 1 – ETAPA DE CAMPO
1ª CHECAGEM – PARA INÍCIO DA SONDAGEM (Data: / / )

EQUIPAMENTOS E MATERIAIS*

( ) conforme – 0,5
Preenchimento do boletim de
campo ( ) não conforme ou incompleto – 0,0

( ) sim - 0,25 ( ) sim – 0,25


Tubos de revestimento Possui quantidade necessária Tamanho (múltiplo de metro)
( ) não - 0,0 ( ) não – 0,0
( ) sim – 0,5 ( ) sim – 0,5
Composição de perfuração (hastes) Hastes retilíneas Tamanho (múltiplo de metro)
( ) não - 0,0 ( ) não – 0,0
Elétrico ( ) - 0,5
Medidor do nível d'água
Manual (“Piu”) ( ) - 0,0 Comentários:

( ) sim - 0,25 Caixa de amostras ( ) - 0,125


Recipientes para amostras Boas condições (fechamento, identificação)
( ) não - 0,0 Sacos plásticos ( ) - 0,125
( ) sim - 0,5
Bomba d'água (centrífuga motorizada) Adequada (lavagem e preenchimento)
( ) não - 0,0
( ) sim - 0,5
Ferramentas gerais Possui
( ) não - 0,0

* NÃO AUTORIZAR O INÍCIO DA SONDAGEM SE O BICO DO AMOSTRADOR ESTIVER DANIFICADO, SE O PESO DE BATER
NÃO POSSUIR COXIM DE MADEIRA OU SE NÃO HOUVER REFERÊNCIA DA ALTURA DE QUEDA NA HASTE.

INFRA-ESTRUTURA/LOGÍSTICA

( ) sim - 0,2
Fornecimento de água Eficiente
( ) não - 0,0
( ) sim - 0,2
Reserva de equipamentos Possui
(bico do amostrador, peso/coxim, corda, etc)
( ) não - 0,0
( ) sim - 0,1
Comunicação com base de apoio Possui
( ) não - 0,0
115
PONTUAÇÃO PARCIAL (nota máx. 4,5 pontos):
CHECK LIST 1 – ETAPA DE CAMPO
2ª CHECAGEM – DESENVOLVIMENTO DA SONDAGEM (Data: / / )
MANUTENÇÃO DA CONDIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS Comentários:

( ) sim - 0,5
Manteve a qualidade dos equipamentos** ( ) parcialmente – 0,2
( ) não - 0,0

** A SONDAGEM QUE ESTIVER SENDO EXECUTADA COM O BICO DO AMOSTRADOR DANIFICADO, COM PESO DE BATER SEM COXIM DE MADEIRA OU
SEM REFERÊNCIA DA ALTURA DE QUEDA NA HASTE DEVERÁ SER CANCELADA E REFEITA.

OBSERVAÇÃO DO CUMPRIMENTO DOS PROCEDIMENTOS (NBR 6484 E ET- Metrô)

Comentários:
Sondagem (procedimentos de perfuração, ( ) sim - 0,25
preenchimento do boletim de campo, uso de
bentonita, etc) ( ) não - 0,0

( ) sim - 1,0
Ensaio SPT de acordo com NBR 6484 (altura de
queda, contagem do nº de golpes) ( ) não - 0,0

( ) Procedimento Metrô - 0,5


Observação do nível d'água ( ) NBR 6484 – 0,2
( ) outro – 0,0

Verificação da cota exata do ensaio (erro máximo ( ) sim – 0,25


permitido de 10mm, segundo a NBR 6484) ( ) não - 0,0

Limpeza do furo (presença de “bucha” no interior do ( ) sim - 1,0


amostrador) ( ) não - 0,0
( ) 0,5 – Produtividade <5m/dia
( ) 1,0 – 5m/dia ≤ produticidade< 10m/dia
Velocidade de execução ( ) 0,5 – 10m/dia ≤ produticidade< 15m/dia
( ) 0,2 – 15m/dia ≤ produticidade< 20m/dia
( ) -2,0 – 20m/dia ≤ produtividade
116
PONTUAÇÃO PARCIAL (nota máx. 4,5 pontos):
CHECK LIST 1 – ETAPA DE CAMPO

3ª CHECAGEM – FINALIZAÇÃO DA SONDAGEM (Data: / / )

OBSERVAÇÃO DO CUMPRIMENTO DOS PROCEDIMENTOS (NBR 6484 E ET- Metrô) Comentários:

( ) sim - 0,25
Acompanhamento da recuperação do nível d'água
( ) não - 0,0
( ) sim – 0,125
Remoção adequada do revestimento
( ) não - 0,0
Preenchimento adequado do furo (do fundo p/ a boca ( ) sim - 0,5
com bomba e calda de cimento/bentonita)
( ) não - 0,0
Recebimento dos boletins de campo no período ( ) sim - 0,125
correto ( ) não - 0,0
PONTUAÇÃO PARCIAL (nota máx. 1,0 pontos): NOTA PARCIAL – máx. 10 pontos (1)

117
CHECK LIST 2
ETAPA DE LABORATÓRIO
CHECK LIST 2 - SONDAGEM A PERCUSSÃO – ANÁLISE E CLASSIFICAÇÃO LABORATORIAL

PARÂMETROS ANALISADOS PONTUAÇÃO


Classificação granulométrica ( )1

Classificação Táctil/ Visual segundo NBR 6484 Descrição da Plasticidade ( ) 0,75


Descrição da Compacidade/ Consistência dos
( ) 0,75
materiais
Descrição precisa ( ) 2,5
Cor segundo NBR 6484 Descrição não muito precisa ( ) 1
Descrição distinta ( ) 0

Descrição conforme ( ) 2,5


Classificação Geológica (aterro, aluvião ou colúvio
quaternário, sedimentos terciários ou solo residual)
Descrição distinta ( ) 0

Identificação de mica, pedregulhos, limonitas e


( ) 1,25
outras concreções

Precisão na determinação dos horizontes


Acurácia nos Trabalhos de Análise das Amostras ( ) 1,25
geológicos

Não identificação ou ausência de precisão nos


( ) 0
trabalhos

NOTA PARCIAL – máx. 10 pontos (2)

118
CHECK LIST 3
ETAPA DE APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS

CHECK LIST 3 – SONDAGEM A PERCUSSÃO – APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS

PARÂMETROS ANALISADOS PONTUAÇÃO


Classificação Gráfica conforme NBR 13441 e ET do Descrição conforme ( ) 2,5
Metrô Descrição distinta ( ) 0
Gráfico do SPT conforme ( ) 2,5
Gráfico SPT
Gráfico do SPT distinto ( ) 0
Conforme ( ) 2,5
Preenchimento do boletim definitivo
Inconforme ( ) 0
Sondagens próximas mantendo relativa
( ) 2,5
consistência uma com a outra
Consistência com Sondagens Vizinhas
Sondagens próximas sem consistência uma
( ) 0
com a outra
NOTA PARCIAL – máx. 10 pontos (3)

NOTA FINAL = (NOTA PARCIAL 1 + 2 + 3) / 3

119
CONSIDERAÇÕES FINAIS

 AVALIAÇÃO POR AMOSTRAGEM (EQUIPE REDUZIDA)

 SISTEMA ANTERIOR SE MOSTROU SENSÍVEL

 NOVO SISTEMA DE AVALIAÇÃO EM IMPLANTAÇÃO

 VALIDADO: USO DE CONTRATANTES /CONTRATADAS


(CONTROLE DE QUALIDADE INTERNO)

120