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ETSO0001-17

Circuitos Elétricos
e Fotônica
Óptica de Raios
Princípio de Fermat
Leis de Reflexão e Refração

2018.1 1
Espectro Eletromagnético

espectro contínuo
c
f  c= velocidade da luz no vácuo= 3.108 m/s

A cor da luz visível é definida pela frequência !

2
Faixa Visível do Espectro
Espectro visível 
• de f  750 THz (violeta) até f  430 THz (vermelho)
• de λ  400 nm (violeta) até λ  700 nm (vermelho)
violeta anil azul verde amarelo laranja vermelho

f (THz)* 750 675 630 590 525 510 460 430

 (nm)** 400 445 475 510 570 590 650 700

Eph 3.1 2.8 2.6 2.4 2.2 2.1 1.9 1.8


(eV)***
* Frequência em Terahertz (THz); 1 THz = 11012 ciclos/segundo.
** Comprimento de onda em nanometros (nm); 1 nm = 1109 metros.

E ph  h. f
*** Energia do fóton em elétron-volts(eV); 1 eV = 1,601019 joules.

h= constante de Planck =4,135.10-15 eV.s = 6,626.10-34 J.s

3
ÓPTICA E FOTÔNICA

Óptica
Ramo da Física que estuda a luz ou, mais amplamente, a
radiação eletromagnética, visível ou não.

Fotônica
Área da ciência relacionada às aplicações da luz
Aplicações concentradas principalmente na região que
cobre a faixa espectral do UV, visível, e IR.

O termo “luz” usualmente se refere à radiação eletromagnética na região


visível do espectro. Não há, contudo, uma definição formal. O termo é às
vezes utilizado para se referir à radiação eletromagnética de qualquer
frequência (visível ou não).

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Analogias
Elétron  Eletrônica Fóton  Fotônica
• controle do fluxo de • controle de fótons (no
elétrons (no vácuo ou na espaço livre ou na matéria)
matéria) •óptica
• amplificação de sinais • invenção do laser
• analógica e digital • fabricação de fibras ópticas
• válvulas e transistores • dispositivos ópticos a
• dispositivos ativos, além semicondutor
do passivos
• tecnologia de
semicondutores Elétrons controlam o fluxo de
fótons e fótons controlam o fluxo
de elétrons

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Eletrônica e Fotônica
 Combinação ótima para processamento de sinais, transmissão e
armazenamento

Eletrônica : processamento de sinais


Óptica e Fotônica:
 transmissão (fibras ópticas  banda larga e baixa atenuação)
 armazenamento (CD, DVD  grande quantidade de dados em
espaço reduzido)

 O “gargalo da eletrônica”:
A velocidade de processamento nos
nós eletrônicos não está acompanhando
a velocidade de transmissão nas redes
ópticas.

http://dialogos.ftc.br 6
Fóton e Elétron

Geração de fóton Efeito fotoelétrico

quantização da energia da luz

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As Teorias da Luz

óptica óptica
geométrica ondulatória
óptica
eletromagnética
(óptica clássica)

óptica quântica

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Óptica – Modelos Teóricos

• Óptica Geométrica (ou óptica de “raios”)


– Trata a luz como raios que se propagam em linha reta em meios
homogêneos, transmitindo a energia luminosa de um ponto a outro
(origem: gregos).
– Não leva em conta o caráter ondulatório da luz. Efeitos como difração
e interferência não se evidenciam, o que equivale a considerar o
comprimento de onda da luz  0 (vale para sistemas com
dimensão física >>> )
• Óptica Física ou Ondulatória e Óptica Eletromagnética
– Considera a natureza ondulatória das ondas eletromagnéticas,
permitindo a explicação de fenômenos como interferência e difração.
• Óptica Quântica
– O campo eletromagnético é quantizado, aparecendo assim o fóton.
– A teoria explica a interação entre fótons e átomos e permitiu o
desenvolvimento do laser e de diversos dispositivos fotônicos
utilizados atualmente.

9
O que é Luz?

Luz = Raio
= Onda eletromagnética
= Feixe de fótons

“A luz é a forma mais refinada da matéria”


(Louis de Broglie)

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Luz como onda

1
c
0 0 0 = permeabilidade magnética do vácuo
0 = permissividade elétrica do vácuo

11
Luz como feixe de fótons
Fóton = Partícula elementar associada à radiação
eletromagnética
Partícula com carga e massa nulas e que existe
apenas à velocidade da luz c

= Quantum de energia eletromagnética

“pacote elementar de energia”

A energia Ep de um fóton é proporcional à


frequência (f) da radiação e é dada pela
equação de Planck-Einstein:

Ep = h.f h = 6,63×10−34 J·s (SI)


h = 4,14×10−15 eV·s (1 eV = 1,60×10−19 J)

12
A Luz e a Água

 Interação da luz com a matéria:


reflexão, transmissão,
absorção.
 Água absorve radiação em
toda faixa do espectro EM,
menos na faixa da luz visível (é
“transparente”).
 Faixa da luz visível coincide
com o pico da radiação do
“corpo negro” (modelo da
radiação solar).
 Estes fenômenos físicos são
independentes, mas permitem
a vida na Terra !

http://hyperphysics.phy-astr.gsu.edu/hbase/chemical/watabs.html 13
Luz é onda ou partícula?
 A luz pode se comportar como uma onda (propagação)
o Ex.: Experimentos de interferência e difração da luz
Aplicação: holograma em cartão de crédito
A luz pode se comportar como uma partícula (geração e detecção)
o Ex.: Efeito Compton (Espalhamento
de raios-X por elétrons)
Aplicação: radioterapia
o Efeito fotoelétrico (Processos de emissão
e absorção de fótons em metais)
Aplicação: células solares

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Luz é onda ou partícula?
Princípio de Complementaridade (= Dualidade onda-partícula)

•Conceito central da mecânica quântica:


• De Broglie, em 1923, e Niels Bohr, em 1928
A natureza da matéria e da energia é dual e os aspectos
ondulatório e corpuscular não são contraditórios, mas
complementares

uma entidade (fóton ou elétron) pode se comportar como onda ou


partícula dependendo do experimento

•A natureza corpuscular e ondulatória são ambas


detectáveis separadamente e surgem de acordo com
o tipo de experiência.

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Características do Fóton e do Elétron

 Propriedades ondulatórias:
frequência f e comprimento de onda 

Propriedades de partícula: momento p (vetor) e energia E

Princípios de conservação na Natureza:


Carga elétrica, energia, momento linear, momento angular,...

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Características do Fóton e do Elétron
 Expressões válidas para fótons e elétrons
(mecânica quântica + teoria da relatividade):

h partícula com momento linear p tem associado um


 comprimento de onda (De Broglie)
p
m= massa em repouso

E= energia total da partícula = energia da massa em


E 2  m2c 4 repouso (mc2) + energia cinética K
p Para v<<c:
c
 
  1 2
 1  K  mv
pc 2 K  E  mc 2  mc 2   1 2
v  1  
v
2

E     p2
 c  K
2m
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Características do Fóton

m=0 v=c

 Momento: direção da propagação da luz


Magnitude do momento ( p = p)

Energia e momento estão relacionados através da


velocidade da luz:
ph  h f c
c = 3  108 m/s (vácuo)

E hf h
E  hf  mc  p  mc  
2

c c 

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Características do Fóton e do Elétron
Princípios de conservação na Natureza:
Carga elétrica, energia, momento linear, momento angular,...

p  m.v
dp
F
dt
Conservação do momento linear

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Características do Fóton e do Elétron
Princípios de conservação na Natureza:
Carga elétrica, energia, momento linear, momento angular,...

fótons emitidos

átomos
energia
de
excitação

Conservação do momento entre os átomos que emitem fótons e


os fótons emitidos

20
Excitação de um átomo

Átomo normal Átomo excitado por fonte Átomo volta ao


externa de energia estado normal e
emite luz

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Dualidade onda-partícula
Momento Linear: p  h  ( h f c)
Vale para fótons e elétrons
→ toda partícula que se desloca possui um comprimento
de onda associado
Ex: elétrons em um feixe de um tubo de raios catódicos

m=9,11.10-31 kg p=m.v= 5,40.10-24 kg.m/s


v= 5,93.106 m/s
h 6, 626.1034 J .s
  24
 0,123nm
p  p 5, 40.10 kg.m / s
 comparável à distância entre átomos num cristal

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Microscópio Eletrônico

Bolas de basquete Bolas de tênis

• A qualidade da imagem é limitada pelo


comprimento de onda usado.
• Luz visível: 400 a 700 nm
• Seres microscópicos (célula - 2 a 50μm;
vírus – 100 nm)
Para melhor resolução do microscópio, os elétrons
devem ser mais rápidos ou mais lentos?
Bolas de gude

http://www.sprace.org.br/aventuradasparticulas/frames.html 23
A Óptica Geométrica: Luz como raios

 Permite o cálculo da localização e da direção de raios de luz


Vale para sistemas com dimensões >>>> (λ≈0)
Uso da geometria e da trigonometria

Aplicações:
 Formação de imagens
 Guiamento da luz através de meios homogêneos ou
não homogêneos (Ex.: fibra óptica)
Cálculo da energia óptica que atravessa uma certa
área
Componentes ópticos: espelhos, lentes

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Postulados da Óptica Geométrica
 A luz se propaga na forma de raios que são gerados por fontes de luz
e observados quando atingem um detector óptico.
Em um meio homogêneo, a luz se propaga em caminhos retilíneos
(raios)
 Quando um raio (raio 1) atinge a interface que separa dois meios
distintos (por exemplo, ar e vidro), tem-se uma fração refletida (raio 2) e
outra refratada (raio 3).

Nota:
Os processos de transmissão,
reflexão e refração são
manifestações macroscópicas
de espalhamentos que ocorrem
a nível microscópico

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Postulados da Óptica Geométrica

Cada meio é caracterizado por um parâmetro chamado


índice de refração, n  1, que determina a velocidade com
que o raio se propaga naquele meio.
O índice de refração é a razão entre a velocidade da luz no
vácuo (c) e a velocidade da luz no meio (v)

Material Valor de n
c
n Vácuo, ar e gases
água
1
1,33
v vidros 1,5

Constante c    m/s

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Postulados da Óptica Geométrica

 O intervalo de tempo t que a luz leva para


percorrer uma distância d é proporcional ao produto
conhecido como caminho óptico l = n.d

t  d v  d (c n)  nd c
 PRINCÍPIO DE FERMAT
 FORMULAÇÃO ORIGINAL – 1657
Raios de luz viajando entre dois pontos (A e B) seguem o
percurso de menor caminho óptico (= mínimo tempo de viagem –
e não menor distância!)
“Princípio do tempo mínimo” – vale para a maioria dos casos.

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Propagação em meio homogêneo

EM UM MEIO HOMOGÊNEO, A LUZ SE PROPAGA EM


CAMINHOS RETILÍNEOS

Meio homogêneo 

n (constante)  v = constante  t  d v
 Tempo mínimo corresponde ao percurso de menor distância entre
dois pontos  linha reta.

sombras câmara de orifício

28
Propagação em meios diferentes

A – salva-vidas vA – velocidade na areia (correndo)


M – banhista afogando-se vM – velocidade no mar (nadando)

vA  vM

29
Reflexão e Refração
•Quando um raio (raio 1) atinge a interface que separa dois
meios distintos (por exemplo, ar e vidro) temos uma fração
refratada (raio 2) e outra refletida (raio 3)

AR VIDRO
n1 n2
2
3
 

1

30
Reflexão e Refração
 A partir do princípio de Fermat (1657) é possível
demonstrar:
 Lei da Reflexão
Os raios refletidos permanecem no plano de
incidência e o ângulo de reflexão é igual ao ângulo
de incidência: 3  1
 Lei da Refração (Lei de Snell-Descartes – 1621/1637)
Os raios permanecem no plano de incidência e os
ângulos de incidência e refração obedecem à
relação:
n1 sen 1  n2 sen  2

31
Reflexão

https://pt.slideshare.net/fisicaatual/espelho-plano-7861152 32
Lei da Reflexão e o Princípio de Fermat

 Dentre os raios de luz emitidos pela fonte (ponto A) que são


refletidos pelo espelho, qual atinge o ponto B (observador)?
 Raio que atinge o ponto C (ao longo da coordenada y) para o
qual l (caminho óptico) é mínimo. Pode-se determinar C fazendo:

B dl dy  0
y
l 5.8

? C
5.6

5.4

5.2

5.0

4.8

A 
0 1 2 3

C y
Espelho plano

33
Lei da Reflexão
L 1
L  a 2  x 2  b 2  ( d  x) 2 v t  L
t v

De acordo com o princípio de Fermat: dt 1 dL


 0 Tempo mínimo
dx v dx
O que leva a:

x (d  x)

a2  x2 b 2  (d  x) 2 3
3
Observando a figura, tem-se:

sen1  sen3 ou: 1  3

34
Lei da Reflexão e imagem

Imagem virtual formada


pelo prolongamento dos
raios refletidos do=di

https://pt.slideshare.net/fisicaatual/espelho-plano-7861152 35
Lei de Snell-Descartes e o Princípio de Fermat

P2 


P1

Caminho óptico: l   ni di  n1d1  n2 d2

d1 e d2 serão tais que o tempo de propagação


deverá ser mínimo

36
Lei da Refração
L1 L2
Tempo de propagação t 
do raio: v1 v2

Como n = c/v, pode-se escrever:

n1 L1  n2 L2 l
t 
c c
l  n1 a 2  x 2  n2 b2  (d  x)2

De acordo com o princípio de Fermat:

dt 1 dl n1 x n2 (d  x)
 0  n1 sen 1  n2 sen  2
dx c dx a2  x2 b 2  (d  x) 2

37
Plano de incidência

•Os raios incidente, refletido e refratado (ou transmitido) estão todos


contidos no mesmo plano, chamando plano de incidência.
•O plano de incidência está definido pelo raio incidente e pela normal à
superfície da interface

3  1  22
Normal à
superfície
1

38
Efeito da Refração

Raios de luz provenientes do objeto


submerso desviam-se devido à
refração, dando uma impressão falsa
de sua localização para o observador
(o cérebro humano interpreta o raio de
luz como vindo sempre em linha reta) .

http://pt.wikibooks.org/wiki/Introdução_à_Física/Refraçaõ_da_luz http://analuciamaury.blogspot.com.br/
39
Visualização da Lei de Snell-Descartes

c
n
n1 v
v1
v

n2 > n1 v2 < v1 f
Frequência não muda quando a onda
passa de um meio para o outro → a cor da onda
radiação não muda! raio
1 v1 c / n1 n2
  
Velocidade de propagação muda 2 v2 c / n2 n1
 Muda o comprimento de onda

http://en.wikipedia.org/wiki/File:Snells_law_wavefronts.gif 40
Dispersão e decomposição da radiação luminosa

n1 sen 1  n2 sen  2 n2 varia com a frequência


1
n1 - vácuo

n2 - meio
2

• Índice de refração do meio varia com


a frequência → dispersão
• Normalmente radiações de maior
frequência → maior refração → mais
próximas da normal
 n
https://www.passeidireto.com/exercicios-resolvidos/fisica-iv-otica-e-fisica-moderna-14-ed-2016-
9788543006710/capitulo-33/problema-23E 41
Dispersão e decomposição da radiação luminosa

•Cor: percepção e não uma grandeza física

•Luz branca  combinação de todas as cores

Experimento
de Newton,
1672

http://slideplayer.com.br/slide/327022 / 42
Dispersão e decomposição da radiação luminosa

43
REFLEXÃO TOTAL

n2 < n1

n1

Aplicação: fibras ópticas

Ângulo Crítico
ângulo sob o qual o raio incidente é refratado com ângulo igual a 90º

n1 sen 1  n2 sen 90o  c  sen


n2
1

n1

Reflexão total ocorre para 1 > c


44
REFLEXÃO TOTAL

n 2 < n1

n1

http://www.seara.ufc.br/tintim/fisica/refracao/refracao3.htm 45
Exemplos – Reflexão Total e Dispersão

Reflexão interna total em gotas de


água e formação de arco-íris

Reflexão
Refração interna total

Reflexão interna total


Núcleo interno: n maior

Fibra óptica: núcleo de vidro ou


de plástico, com casca de
Luz material de índice de refração
menor  reflexão total e
Casca externa: n menor guiamento do raio de luz

http://en.wikipedia.org/wiki/File:Rainbow1.png 46
Propagação em Meios Não Homogêneos

Em um meio não homogêneo, o


índice de refração n(r) é função da
posição r. O caminho óptico (l) de certo
percurso entre dois pontos A e B é
então calculado como,

B
B l   n(r )ds
A
A ds

Lei de Snell generalizada:

47
Propagação em Meios Não Homogêneos

Em um meio não
homogêneo a luz se
propaga em
caminhos curvilíneos

Aplicações: comunicações ópticas, turbulências


atmosféricas, efeito miragem

48
Exemplo - Propagação em Meios Não Homogêneos

índice menor
•REFRAÇÃO NA ATMOSFERA
índice maior

Deslocamento aparente do Sol ao nascer e ao se por

Maior altitude  Ar mais rarefeito  Menor índice de refração (n  1)

49
Exemplo - Propagação em Meios Não Homogêneos

Índice de refração do ar acima do


Raio de luz piso quente mais baixo que o
das camadas superiores.
Raio de luz que vem do objeto
refrata e passa de descendente a
ascendente.
Cérebro interpreta o raio
Piso quente projetado em linha reta, como se
fosse refletido na superfície
(impressão de espelho de água)

“Água falsa” sobre a


rodovia em dias quentes:
um exemplo comum de
miragem.

50
Aplicações da Óptica Geométrica

• Fibra óptica

• Instrumentos ópticos: telescópio, microscópio

• Lentes (calotas biconvexas  “lentilhas”)

• Prismas (decomposição das cores)

• Chaves em sistemas de comunicações


 espelhos

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Questões
1- Qual é a energia (em eV) de um fóton cujo comprimento de onda é 0,8 m ?
Resp.: 1,55eV

2- Qual é o número de fótons que incide em um fotodetector durante 1s, sabendo-


se que a potência óptica é igual a 1W e o comprimento de onda é 0,8 m ?
Resp.: 4,03.1012 fótons

3- Calcule a direção do raio de luz que atravessa uma interface dielétrica, sabendo-
se que n1=1; n2=1,5 ; e 1 = 30º. Resp.: 2=19,5o
4- Repita o cálculo acima para n1=1,5 e n2=1. Qual é sua conclusão sobre os
resultados dos exemplos 3 e 4? Resp.: 2=48,6o

5- Um raio de luz de 500 nm propagando no ar, incide na interface com um meio


transparente de índice de refração 1,6, tendo como resultado um raio refletido com
um ângulo de 60° com a reta normal ao plano de incidência e um raio refratado.
Calcule: a) o ângulo de refração; b) o comprimento de onda no meio transparente.
Resp.: 2=32,8º; 2= 312,5nm

6- Determine o ângulo crítico de incidência de um raio de luz na interface entre


vidro ( n1= 1,5) e ar. Resp.: c=41,8o

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