Você está na página 1de 122

Fornecimento de Energia Elétrica em

Tensão Secundária a Edificações


Individuais

Norma

Revisão 05 – 09/2009

NORMA ND.10
Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
ND.10 Secundária a Edificações Individuais

ELEKTRO Eletricidade e Serviços S.A.


Diretoria de Operações
Gerência Executiva de Engenharia

Rua Ary Antenor de Souza, 321 – Jardim Nova América


Campinas – SP
Tel.: (19) 2122 - 1000
E-mail: elektro@elektro.com.br
Site: www.elektro.com.br

ND.10

Fornecimento de Energia
Elétrica em Tensão Secundária a
Edificações Individuais

Campinas – SP, 2009

120 páginas

Revisão 05 –09/2009
Aprovações

André Augusto Telles Moreira


Gerente Executivo de Engenharia

Antonio Sérgio Casanova


Gerente de Projetos e Obras

Revisão 05 –09/2009
Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
ND.10 Secundária a Edificações Individuais

Revisão 05 –09/2009
Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
ND.10 Secundária a Edificações Individuais

Elaboração

Clarice Itokazu Oshiro


Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira

ND.10

Revisão 05 –09/2009
Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
ND.10 Secundária a Edificações Individuais

À ELEKTRO é reservado o direito de modificar total ou parcialmente o conteúdo desta norma, a qualquer tempo
e sem prévio aviso considerando a constante evolução da técnica, dos materiais e equipamentos bem como das
legislações em vigor.

Revisão 05 –09/2009
Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
ND.10 Secundária a Edificações Individuais

INDICE

CONTROLE DE REVISÕES ............................................................................................................... 13

1. OBJETIVO ................................................................................................................................. 15

2. CAMPO DE APLICAÇÃO .......................................................................................................... 15

3. REFERÊNCIAS NORMATIVAS ................................................................................................. 15

3.1 Normas da ABNT ...................................................................................................................... 15

3.2 Outras ........................................................................................................................................ 16

4. TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES .............................................................................................. 16

4.1 Caixa de medição ..................................................................................................................... 16

4.2 Caixa de medição indireta ........................................................................................................ 16

4.3 Caixa para dispositivos de proteção e seccionamento ......................................................... 16

4.4 Carga instalada ......................................................................................................................... 16

4.5 Circuito alimentador ................................................................................................................. 16

4.6 Concessionário de energia elétrica ......................................................................................... 16

4.7 Consumidor .............................................................................................................................. 16

4.8 Demanda ................................................................................................................................... 16

4.9 Entrada de serviço da instalação consumidora ..................................................................... 16

4.10 Limite de propriedade ............................................................................................................ 17

4.11 Medidor ................................................................................................................................... 17

4.12 Padrão de entrada .................................................................................................................. 17

4.13 Pontalete ................................................................................................................................. 17

4.14 Ponto de entrega .................................................................................................................... 17

4.15 Poste particular ...................................................................................................................... 17

4.16 Ramal de ligação .................................................................................................................... 17

4.17 Ramal de entrada .................................................................................................................... 17

4.18 Instalação consumidora ......................................................................................................... 17

5. CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO ............................................................................ 17

5.1 Regulamentação ....................................................................................................................... 17

5.2 Conservação do padrão de entrada ........................................................................................ 18

5.3 Fornecimento de materiais da entrada de serviço ................................................................. 19


Página 7 Revisão 05 – 09/2009
Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
ND.10 Secundária a Edificações Individuais
5.4 Pedido de ligação ..................................................................................................................... 19

5.5 Apresentação de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) ......................................... 19

5.6 Tensões e sistemas de fornecimento ..................................................................................... 20

5.7 Limites de fornecimento .......................................................................................................... 20

5.8 Tipos e limitações de atendimento.......................................................................................... 20

5.8.1 Tipos de atendimento............................................................................................................ 20

5.8.2 Limitações de atendimento................................................................................................... 20

5.9 Bombas de incêndio ................................................................................................................. 21

5.10 Instalações em condomínios ................................................................................................. 21

5.11 Ligações de cargas especiais ............................................................................................... 21

5.12 Instalações especiais ............................................................................................................. 22

5.13 Geração própria ...................................................................................................................... 22

5.14 Padrões de entrada ................................................................................................................ 22

5.15 Suspensão do fornecimento.................................................................................................. 22

6. RAMAL DE LIGAÇÃO ............................................................................................................... 23

6.1 Condições gerais ...................................................................................................................... 23

6.2 Execução das conexões e ancoragens ................................................................................... 24

6.3 Ancoragem ................................................................................................................................ 24

7. RAMAL DE ENTRADA .............................................................................................................. 24

7.1 Condutores ............................................................................................................................... 24

7.2 Eletrodutos................................................................................................................................ 25

8. PROTEÇÃO ............................................................................................................................... 26

8.1 Condições gerais ...................................................................................................................... 26

8.2 Dispositivos de proteção e seccionamento ............................................................................ 26

8.3 Proteção contra sobretensões ................................................................................................ 26

9. MEDIÇÃO ................................................................................................................................... 26

9.1 Localização ............................................................................................................................... 26

9.2 Medição para dois consumidores no mesmo terreno............................................................ 27

9.3 Medição na divisa de duas propriedades ............................................................................... 27

9.4 Medição direta .......................................................................................................................... 27

9.5 Medição indireta ....................................................................................................................... 27

Página 8 Revisão 05 – 09/2009


Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
ND.10 Secundária a Edificações Individuais
10. ATERRAMENTO ........................................................................................................................ 28

10.1 Condições gerais .................................................................................................................... 28

10.2 Dimensionamento .................................................................................................................. 28

10.3 Montagem ............................................................................................................................... 28

11. MATERIAIS DO PADRÃO DE ENTRADA ................................................................................. 28

11.1 Condutores ............................................................................................................................. 28

11.2 Eletrodutos ............................................................................................................................. 29

11.3 Caixas de medição e proteção............................................................................................... 29

11.3.1 Material................................................................................................................................. 29

11.3.2 Tipos .................................................................................................................................... 29

11.4 Ferragens ................................................................................................................................ 30

11.4.1 Suporte do ramal de ligação............................................................................................... 30

11.4.2 Fixação da caixa ao poste .................................................................................................. 30

11.5 Postes e pontaletes ................................................................................................................ 30

11.5.1 Poste particular ................................................................................................................... 30

11.5.2 Pontalete .............................................................................................................................. 31

11.6 Isolador roldana...................................................................................................................... 31

11.7 Isolador castanha ................................................................................................................... 31

11.8 Haste de aterramento ............................................................................................................. 31

12. PARTIDA DE MOTORES ........................................................................................................... 32

13. CÁLCULO DA CARGA INSTALADA ......................................................................................... 32

14. CÁLCULO DA DEMANDA ......................................................................................................... 33

15. DIMENSIONAMENTO DO PADRÃO DE ENTRADA ................................................................. 35

16. EXEMPLOS DE DIMENSIONAMENTO DO PADRÃO DE ENTRADA ....................................... 35

TABELAS ........................................................................................................................................... 41

DESENHOS ........................................................................................................................................ 57

Página 9 Revisão 05 – 09/2009


Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
ND.10 Secundária a Edificações Individuais

Página 10 Revisão 05 – 09/2009


Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
ND.10 Secundária a Edificações Individuais

ÍNDICE DE DESENHOS
Componentes da entrada de serviço ND.10.01.01/1

Alturas mínimas dos condutores da entrada de serviço ND.10.02.01/1

Afastamentos mínimos para entrada de serviço em fachada ND.10.02.02/1

Disposições da entrada de serviço ND.10.03.01/1

Localização preferencial da caixa de medição ND.10.03.02/1

Padrão de entrada com caixa tipo II - Instalação em muro ND.10.04.01/1

Padrão de entrada com caixa tipo II - Instalação ao tempo ND.10.04.02/1

Padrão de entrada com caixa tipo II - Instalação com pontalete ND.10.04.03/1

Padrão de entrada com caixa tipo II - Instalação em parede ND.10.04.04/1

Padrão de entrada com caixa tipo E - Instalação em muro ND.10.05.01/1

Padrão de entrada com caixa tipo E - Instalação ao tempo ND.10.05.02/1

Padrão de entrada com caixa tipo E - Instalação com leitura voltada para calçada ND.10.05.03/1

Padrão de entrada com caixa em fibra de vidro tipo III - Instalação em muro ND.10.06.01/1

Padrão de entrada com caixa em fibra de vidro tipo III - Instalação ao tempo ND.10.06.02/1
Padrão de entrada com caixa em fibra de vidro tipo IV - Instalação com leitura
ND.10.06.03/1
voltada para calçada
Padrão de entrada com caixa em fibra de vidro tipo V - Instalação com leitura
ND.10.06.04/1
voltada para calçada
Padrão de entrada com caixa tipo VI - Instalação em muro ND.10.07.01/1

Padrão de entrada com caixa tipo VII - Instalação com leitura voltada para calçada ND.10.07.02/1

Padrão de entrada para ligação de dois consumidores com um único poste na divisa ND.10.08.01/1

Padrão de entrada para atendimento de dois consumidores no mesmo terreno ND.10.08.02/1

Padrão de entrada para medição indireta - Instalação ao tempo ND.10.09.01/1

Padrão de entrada para medição indireta - Instalação abrigada ND.10.09.02/1


Padrão de entrada para medição indireta - Instalação com leitura voltada para
ND.10.09.03/1
calçada

Esquemas de ligações das medições ND.10.10.01/1

Sugestões de fixação da caixa de medição em poste ND.10.11.01/1

Detalhes para aterramento da caixa de medição e poste metálico ND.10.12.01/1

Página 11 Revisão 05 – 09/2009


Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
ND.10 Secundária a Edificações Individuais

Detalhes de aterramento ND.10.13.01/1

Fixação do ramal de ligação em edificações com fachada ornamental ND.10.14.01/1

Esquema para ligação de bomba de incêndio em entrada individual ND.10.15.01/1

Caixa de medição metálica tipo II - (monofásica e bifásica) ND.10.16.01/1

Caixa de medição metálica tipo E ND.10.16.02/1

Caixa de medição metálica tipo K - (instalação de 2 medidores) ND.10.16.03/1

Caixa de medição metálica tipo M - medição indireta ND.10.16.04/1

Caixa seccionadora tipo T - proteção geral em medição indireta ND.10.16.05/1

Caixa de medição em policarbonato tipo VI-A - instalação lateral ND.10.17.01/1

Caixa de medição em policarbonato tipo VI-B - Instalação lateral ND.10.17.02/1

Caixa de medição em policarbonato tipo VII-A - medição voltada para calçada ND.10.17.03/1

Caixa de medição em policarbonato tipo VII-B - medição voltada para calçada ND.10.17.04/1

Caixa de proteção em policarbonato tipo S-M - instalação de disjuntor monopolar ND.10.17.05/1

Caixa de proteção em policarbonato tipo S-B - instalação de disjuntor bipolar ND.10.17.06/1

Caixa de proteção em policarbonato tipo S-T - instalação de disjuntor tripolar ND.10.17.07/1

Caixa de medição em fibra de vidro tipo II - (monofásica e bifásica) ND.10.18.01/1

Caixa de medição em fibra de vidro tipo III - (polifásica) ND.10.18.02/1

Caixa de medição em fibra de vidro tipo IV - (monofásica e bifásica) ND.10.18.03/1

Caixa de medição em fibra de vidro tipo V - (polifásica) ND.10.18.04/1

Poste de concreto duplo T para entrada de consumidor ND.10.19.01/1


Poste de concreto com caixa de medição incorporada (um consumidor) - medição
ND.10.20.01/1
voltada para calçada
Poste de concreto com caixa de medição incorporada (um consumidor) - instalação
ND.10.20.02/1
lateral
Poste de concreto com caixa de medição incorporada (dois consumidores) -
ND.10.20.03/1
medição voltada para calçada
Poste de concreto com caixa de medição incorporada (dois consumidores) -
ND.10.20.04/1
instalação lateral

Poste tubular de aço - seção circular ND.10.21.01/1

Poste tubular de aço - seção quadrada ND.10.21.02/1

Página 12 Revisão 05 – 09/2009


Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
ND.10 Secundária a Edificações Individuais

CONTROLE DE REVISÕES

Revisão Data Descrição


 Exclusão das caixas de medição metálicas tipo III, IV e V;
 Inclusão de caixa de medição metálica tipo E e seus respectivos
padrões de montagem;
 Adequação do padrão de entrada com caixa tipo III, IV e V para
contemplar somente caixas de medição em fibra de vidro;
 Alterações nas Tabelas 1 e 2, referentes à seção do condutor de
aterramento - adequação com a norma brasileira;
 Inclusão de exigência de ART para cabos com isolação em
XLPE e EPR no item 5.5.1;
05 31/08/2009  Exclusão da Tabela 17 da versão anterior e adequação da
numeração das tabelas;
 Alteração do texto no item 10.2;
 Alteração do texto no item 5.15.2 g;
 Alteração do texto no item 7.1 a;
 Alteração do texto no item 11.1.b;
 Exclusão do item 5.1.n;
 Substituição das Tabelas 20 e 21 da versão 04 por uma única
tabela com os dimensionamentos de poste e eletroduto,
independente do tipo de ramal utilizado;
 Inclusão de padrões com caixa de policarbonato;
 Atualização de referências de Normas Brasileiras;
 Exigência de ART;
 Alteração do limite de utilização para até 2 consumidores
trifásicos;
04 31/03/2009  Padronização de poste de aço de seção quadrada;
 Alteração do Dimensionamento dos postes em relação ao ramal
de ligação padronizados;
 Inclusão de tabelas para dimensionamento de eletroduto e poste
para atendimento a dois consumidores no mesmo terreno.
 Estanho de condutores de classe 5 e 6 na entrada do padrão

Página 13 Revisão 05 – 09/2009


Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
ND.10 Secundária a Edificações Individuais

Página 14 Revisão 05 – 09/2009


ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais

1. OBJETIVO
Esta Norma tem por objetivo orientar os consumidores individuais da área de
concessão da ELEKTRO, estabelecendo os requisitos mínimos indispensáveis para
ligação de unidades consumidoras em tensão secundária de distribuição através de rede
aérea.

2. CAMPO DE APLICAÇÃO
2.1. Aplica-se às instalações consumidoras residenciais, comerciais e industriais, de
características usuais, com carga instalada até 75 kW, a serem ligadas nas redes aéreas
de distribuição secundárias, obedecidas as Normas da ABNT e as legislações vigentes
aplicáveis. Aplica-se também às unidades consumidoras em redes de loteamentos
particulares e as unidades consumidoras em condomínios fechados.
2.2. É exigido o cumprimento desta Norma em instalações novas, ligações provisórias com
medição, praças e jardins, quando aplicáveis. As instalações existentes que seguiram
Normas anteriores podem ser mantidas, desde que as condições técnicas permitam.
2.3. Em casos de reformas, esta Norma deve ser aplicada em parte ou no seu todo,
dependendo das condições técnicas e de segurança.

3. REFERÊNCIAS NORMATIVAS
Para a utilização desta Norma pode haver a necessidade da consulta aos seguintes
documentos, vigentes na época da publicação.

3.1 Normas da ABNT


• ABNT NBR 5355 - Chaves de faca, tipo seccionadora, não blindadas para baixa
tensão.
• ABNT NBR IEC 60947-2 - Dispositivos de manobra e comando de baixa tensão -
Parte 2: Disjuntores.
• ABNT NBR IEC 61643-1 - Dispositivos de proteção contra surtos em baixa tensão -
Parte 1: Dispositivos de proteção conectados a sistemas de distribuição de energia de
baixa tensão - Requisitos de desempenho e métodos de ensaio.
• ABNT NBR NM 60898 - Disjuntores para proteção de sobrecorrentes para instalações
domésticas e similares.
• ABNT NBR 5410 - Instalações elétricas de baixa tensão.
• ABNT NBR 5624 - Eletroduto rígido de aço-carbono, com costura, com revestimento
protetor e rosca ABNT NBR 8133.
• ABNT NBR 6591 - Tubos de aço-carbono com costura de seção circular, quadrada,
retangular e especiais para fins industriais;.
• ABNT NBR 13571 - Haste de aterramento aço-cobreada e acessórios.
• ABNT NBR 15465 - Sistemas de eletrodutos plásticos para instalações elétricas de
baixa tensão - Requisitos de desempenho.
• ABNT NBR 6124 - Determinação da elasticidade, carga de ruptura, absorção de água
e da espessura do cobrimento em postes e cruzetas de concreto armado.
• ABNT NBR NM 280 - Condutores de cabos isolados.
• ABNT NBR NM 247-3 - Cabos isolados com policloreto de vinila (PVC) para tensões
nominais até 450/750V, inclusive - Parte 3: Condutores isolados (sem cobertura) para
instalações fixas.
• ABNT NBR 7285 - Cabos de potência com isolação extrudada de polietileno termofixo
(XLPE) para tensão de 0,6/1 kV – Sem cobertura - Especificação.
Página 15 Revisão 05 – 09/2009
ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais

• ABNT NBR 8159 - Ferragens eletrotécnicas para redes aéreas, urbanas e rurais de
distribuição de energia elétrica - Formatos, dimensões e tolerâncias.
• ABNT NBR 6248 - Isolador-castanha - Dimensões, características e procedimentos de
ensaio.
• ABNT NBR 6249 - Isolador-roldana de porcelana ou de vidro - Dimensões,
características e procedimentos de ensaio.

3.2 Outras
Resolução nº 456 de 29-11-2000 da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica).

4. TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES

4.1 Caixa de medição


Caixa destinada à instalação do medidor de energia e seus acessórios, bem como do
dispositivo de proteção.

4.2 Caixa de medição indireta


Caixa destinada à instalação de transformadores de corrente (TC), medidor(es) e seus
acessórios e chave seccionadora sem fusíveis.

4.3 Caixa para dispositivos de proteção e seccionamento


Caixa destinada à instalação da proteção geral da entrada, utilizada nas medições
indiretas.

4.4 Carga instalada


Soma das potências nominais em kW dos equipamentos de uma unidade de consumo,
os quais depois de concluídos os trabalhos de instalação, estão em condições de entrar
em funcionamento.

4.5 Circuito alimentador


Instalação elétrica compreendida entre a proteção geral e o quadro de distribuição da
unidade consumidora.

4.6 Concessionário de energia elétrica


Pessoa jurídica detentora de concessão federal para explorar a prestação de serviços
públicos de energia elétrica, aqui representada pela ELEKTRO.

4.7 Consumidor
Pessoa física ou jurídica ou comunhão de fato ou de direito legalmente representada,
que ajustar com a ELEKTRO o fornecimento de energia elétrica e ficar responsável por
todas as obrigações regulamentares e/ou contratuais.

4.8 Demanda
Potência requisitada por determinada carga instalada, em kVA.

4.9 Entrada de serviço da instalação consumidora


Condutores, equipamentos e acessórios compreendidos entre o ponto de derivação da
rede secundária e a medição e proteção, inclusive.

Página 16 Revisão 05 – 09/2009


ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais
4.10 Limite de propriedade
São as demarcações que separam a propriedade do consumidor da via pública e dos
terrenos adjacentes de propriedade de terceiros, no alinhamento designado pelos
poderes públicos.

4.11 Medidor
Aparelho destinado a medir e registrar o consumo de energia elétrica ativa ou reativa,
instalado pela ELEKTRO.

4.12 Padrão de entrada


Instalação compreendendo ramal de entrada, poste particular ou pontalete, caixas,
proteção, aterramento e ferragens, de responsabilidade do consumidor, preparada de
forma a permitir a ligação de uma unidade consumidora à rede da ELEKTRO.

4.13 Pontalete
Suporte instalado na edificação do consumidor com a finalidade de fixar e elevar o ramal
de ligação.

4.14 Ponto de entrega


E o ponto até o qual a ELEKTRO se obriga a fornecer energia elétrica, com participação
nos investimentos necessários, bem como, responsabilizando-se pela execução dos
serviços, pela operação e pela manutenção. A localização física do ponto de entrega é o
ponto de ancoragem do ramal de ligação aéreo no isolador fixado no pontalete ou poste
do consumidor.
O ponto de entrega deve estar situado no limite com a via pública ou recuado no máximo
a um metro do limite de propriedade do consumidor com a via pública.

4.15 Poste particular


Poste instalado na propriedade do consumidor com a finalidade de fixar, elevar e/ou
desviar o ramal de ligação.

4.16 Ramal de ligação


Condutores e seus acessórios compreendidos entre o ponto de derivação da rede
secundária e o ponto de entrega.

4.17 Ramal de entrada


Condutores e seus acessórios compreendidos entre o ponto de entrega e a medição e
proteção, inclusive.

4.18 Instalação consumidora


Instalações de um único consumidor, caracterizadas pela entrega de energia elétrica em
um só ponto, com medição individualizada.

5. CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO

5.1 Regulamentação
a) Antes do início da obra civil da edificação, é de interesse do futuro consumidor entrar
em contato com a ELEKTRO a fim de se informar quanto aos detalhes desta Norma
aplicáveis ao seu caso, bem como, das condições comerciais para sua ligação e do
pedido de ligação.

Página 17 Revisão 05 – 09/2009


ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais
b) O consumidor cujo padrão de entrada não esteja em conformidade com esta Norma
não será ligado. As instalações elétricas internas após a medição e a proteção devem
atender a ABNT NBR 5410.
c) O padrão de entrada deve ser instalado de modo que sejam respeitados os
afastamentos mínimos entre condutores da instalação e edificações, estabelecidos
nas Normas Brasileiras.
d) O atendimento do pedido de ligação não transfere a responsabilidade técnica à
ELEKTRO quanto ao projeto e execução das instalações elétricas internas.
e) Não é permitida a ligação de mais de uma unidade consumidora em um único
medidor.
f) Toda instalação ou carga que possa ocasionar perturbações ao fornecimento regular
a outras unidades de consumo, será ligada somente após a prévia concordância da
ELEKTRO, que providenciará, às expensas do consumidor, alterações no sistema
elétrico, visando manter o fornecimento adequado a todos os consumidores da área.
g) Todos os consumidores devem manter o fator de potência indutivo ou capacitivo de
suas instalações o mais próximo possível da unidade. Sendo constatado nas
instalações um fator de potência indutivo ou capacitivo inferior ao limite mínimo
permitido (0,92), o consumidor está sujeito às penalidades previstas nas legislações
em vigor.
h) A entrada de serviço que em conseqüência de decisões jurídicas ou
desmembramento de terrenos ficar em propriedade de terceiros, será passível de
correção no seu todo ou em parte, a critério da ELEKTRO, sob responsabilidade do
consumidor.
i) O consumidor é responsável pelo zelo do ramal de entrada, caixa de medição, poste,
dispositivos de proteção e do(s) equipamento(s) mantido(s) sob lacre, sendo que o
acesso a este(s) somente é permitido à ELEKTRO.
j) Não é permitida a extensão das instalações elétricas de uma unidade consumidora
para além dos limites de sua propriedade ou a propriedade de terceiros, mesmo que o
fornecimento de energia seja gratuito.
k) O consumidor deve permitir, em qualquer tempo, o livre acesso dos representantes da
ELEKTRO, devidamente credenciados, às instalações elétricas de sua propriedade,
fornecendo-lhes os dados e informações solicitadas, referentes ao funcionamento dos
aparelhos e da instalação.
l) Se após a ligação da unidade consumidora, for constatada que determinadas cargas
ocasionam perturbações ao fornecimento regular do sistema elétrico da ELEKTRO,
esta pode exigir, a seu exclusivo critério, que as mesmas sejam desligadas até a
adequação do sistema de fornecimento, às expensas do consumidor.
m)Os casos não especificamente abordados nesta Norma serão objetos de consulta à
ELEKTRO.

5.2 Conservação do padrão de entrada


O consumidor é obrigado a manter em bom estado de conservação os componentes do
padrão de entrada. Caso seja constatada qualquer deficiência técnica ou de segurança,
o consumidor será notificado das irregularidades existentes, devendo providenciar os
reparos necessários dentro do prazo determinado pela ELEKTRO.
O consumidor é responsável pelos danos eventuais causados aos materiais e
equipamentos de propriedade da ELEKTRO.

Página 18 Revisão 05 – 09/2009


ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais
5.3 Fornecimento de materiais da entrada de serviço
a) O ramal de ligação e os equipamentos de medição (medidores, transformadores de
corrente e acessórios), são fornecidos e instalados pela ELEKTRO.
b) Os demais materiais da entrada de serviço (poste, caixa de medição, eletrodutos,
condutores do ramal de entrada, dispositivo de proteção, armação secundária,
isolador e outros) são fornecidos e instalados pelo consumidor, conforme
padronização contida nesta Norma, estando sujeitos a aprovação pela ELEKTRO.

5.4 Pedido de ligação


a) Para solicitar a ligação, o interessado deve entrar em contato com a ELEKTRO,
informando detalhadamente a carga instalada, conforme item 13 o endereço e quando
solicitado, o croqui da localização do imóvel em relação às vias públicas, com
indicação da posição do padrão de entrada e fornecendo documentos pessoais e/ou
comerciais.
b) Em resposta ao pedido de ligação, a ELEKTRO informará sobre a necessidade ou
não de execução de serviços na rede, o custo a ser pago pelo interessado, bem
como, o ponto conveniente de entrega de energia. A categoria de atendimento ficará
sujeita a confirmação da ELEKTRO.
c) Qualquer aumento de carga ou alteração de suas características deve ser
previamente submetido à apreciação da ELEKTRO, para a verificação da
possibilidade de atendimento, observando os prazos e condições impostas pela
legislação em vigor.

5.5 Apresentação de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica)


5.5.1. Deve ser informado o número da ART e quando solicitado pela Elektro a cópia da ART,
devidamente preenchida e autenticada, para as seguintes situações:
− Instalações definitivas destinadas às atividades industriais, independente da
categoria de atendimento, e comerciais com ligações trifásicas (ART de execução
do padrão de entrada).
− Geração própria, conforme item 5.13 (ART do projeto e/ou execução);
− Instalações especiais, conforme item 5.12 (ART de execução do padrão de
entrada);
− Instalações consumidoras cuja demanda exija proteção acima de 100 A, conforme
item 9.5 (ART de execução do padrão de entrada);
− Deslocamento do ponto de ancoragem do ramal de ligação por obstrução do
acesso ao ponto de entrega, conforme item 24 (ART de execução);
− Utilização de acessório ou ferragem não padronizada que alterem as condições
normais do poste, conforme item 24 (ART de execução);
− Poste de concreto armado construído no local, conforme item 11.5.1 (ART do
projeto e execução).
− Instalações que utilizem condutores de cobre com isolação extrudada de polietileno
termofixo (XLPE) ou com isolação de etileno propileno (EPR), conforme item 11.1
b) (ART do projeto e execução).
5.5.2. As atribuições específicas dos profissionais habilitados encontram-se anotadas nas
carteiras expedidas pelo CREA, em conformidade com a regulamentação emanada do
CONFEA - Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia.

Página 19 Revisão 05 – 09/2009


ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais
Os profissionais devem apresentar, também, sempre que solicitadas, a respectiva
guia da ART e cópia da carteira do CREA com anotações de suas atribuições.
A Elektro aceitará a ART de todo profissional legalmente habilitado para assumir a
responsabilidade técnica para padrões de energia elétrica em tensão até 380V e
potência até 75kW.
É de total responsabilidade de cada profissional verificar suas competências e
atribuições designadas pelos CREAs e CONFEA para a emissão de ART que a
Elektro determina nessa norma.
Observar o campo 27 da ART que deverá estar escrito claramente o
serviço/responsabilidade referente ao padrão construído.
Caso aconteça algum fato que o profissional mereça ser acionado em decorrência de
anormalidade relativa ao projeto e execução prevista na ART emitida, a Elektro
acionará o CREA responsável para solicitar informações pertinentes informando o
número da ART em questão.
Devem ser observadas todos os casos, condições e exigências contidas nessa norma
para a ART de responsabilidade de projeto e execução dos padrões de entrada
requeridos.

5.6 Tensões e sistemas de fornecimento


A ELEKTRO fornece energia elétrica nas tensões secundárias nominais de 220/127 V
(220 V entre fases e 127 V entre fase e neutro), exceto para parte da cidade de São
João da Boa Vista onde as tensões são de 380/220 V (380 V entre fases e 220 V entre
fase e neutro), sistema estrela com neutro e freqüência nominal de 60 Hz.

5.7 Limites de fornecimento


O fornecimento de energia elétrica é feito em tensão secundária de distribuição para
instalações com carga instalada igual ou inferior a 75 kW, sendo que as instalações com
carga instalada superior a este valor são atendidas em tensão primária de distribuição,
não objeto desta Norma.

5.8 Tipos e limitações de atendimento


5.8.1 Tipos de atendimento
São três os tipos de atendimento, a saber:
- Tipo A (monofásico) - dois fios, uma fase e neutro;
- Tipo B (bifásico) - três fios, duas fases e neutro;
- Tipo C (trifásico) - quatro fios, três fases e neutro.
5.8.2 Limitações de atendimento
As limitações de potência de motores ou solda a motor das categorias de atendimento
estão indicadas na Tabela 1 e na Tabela 2.
As limitações de carga instalada e potências de equipamentos especiais estão
indicadas nos subitens a seguir:

a) Tipo A (monofásico) - Dois fios (fase e neutro)


Aplicado às instalações com carga instalada até 12 kW para tensão de
fornecimento 127/220 V, e até 15 kW para tensão de fornecimento 220/380V. Não
é permitida neste tipo de atendimento a instalação de aparelhos de raios-X ou
máquinas de solda a transformador.

Página 20 Revisão 05 – 09/2009


ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais
b) Tipo B (bifásico) - Três fios (duas fases e neutro)
Aplicado às instalações com carga instalada acima de 12 kW até 25 kW para
tensão de fornecimento 127/220 V, e acima de 15 kW até 25 kW para tensão de
fornecimento 220/380 V.
Não é permitida neste tipo de atendimento a instalação de:
- máquina de solda a transformador classe 127 V com mais de 2 kVA ou da
classe 220 V com mais de 10 kVA;
- aparelho de raios-X da classe de 220 V com potência superior a 1,50 kW.

c) Tipo C (trifásico) - Quatro fios (três fases e neutro)


Aplicado às instalações com carga instalada acima de 25 até 75 kW para as
tensões de fornecimento 127/220 V e 220/380 V.
Não é permitida neste tipo de atendimento a instalação de:
- máquina de solda a transformador classe 127 V com mais de 2 kVA, da classe
220 V com mais de 10 kVA ou máquina de solda trifásica com retificação em
ponte, com potência superior a 30 kVA;
- aparelhos de raios-X da classe de 220 V com potência superior a 1,50 kW ou
trifásicos com potência superior a 20 kVA.

d) Caso existam aparelhos de potências superiores às citadas, devem ser efetuados


estudos específicos para sua ligação.

e) Quando o consumidor tiver equipamento bifásico (FF) ou trifásico (FFF), o


enquadramento pode ser efetuado no tipo de atendimento correspondente,
independente da carga instalada, a critério da ELEKTRO.

5.9 Bombas de incêndio


O conjunto moto-bomba deve ser ligado, necessariamente, derivando da entrada
consumidora antes da chave geral e após a medição. O circuito alimentador da bomba
de incêndio deve ter dispositivo de proteção independente, conforme desenho
ND.10.15.01/1.
Para identificar a proteção do conjunto moto-bomba, deve ser instalada plaqueta
metálica gravada ou esmaltada a fogo com os dizeres: “BOMBA DE INCÊNDIO”.

5.10 Instalações em condomínios


Em conjuntos residenciais ou condomínios fechados constituídos de casas, as ligações
das unidades consumidoras devem ser feitas de acordo com esta Norma, sendo
obedecidos os procedimentos comerciais aplicáveis.

5.11 Ligações de cargas especiais


a) A ligação de aparelhos com carga de flutuação brusca como solda elétrica, motores
com partida freqüente, aparelho de raios-X, eletrogalvanização e similares ou
quaisquer outras, causadores de distúrbios de tensão ou corrente, e ainda outras que
apresentem condições diferentes das estabelecidas nesta Norma, são tratadas como
cargas especiais.
Para esses casos, pode ser exigida a instalação de equipamentos corretivos na
unidade consumidora e/ou pagamento do valor das obras necessárias no sistema
elétrico, a serem executadas pela ELEKTRO.

Página 21 Revisão 05 – 09/2009


ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais
b) Os interessados cujas entradas consumidoras estejam enquadradas neste item,
devem procurar a ELEKTRO antes da execução de suas instalações para fornecer
detalhes e dados técnicos e receberem, caso necessário, a devida orientação.

5.12 Instalações especiais


a) São instalações destinadas a locais onde são desenvolvidas atividades que propiciem
aglomerações ou fluxos de pessoas e são atendidas com ligações provisórias, tais
como: circos, parques de diversão e locais para realização de festividades, comícios,
espetáculos e exposições.
Consideram-se, ainda, instalações especiais aquelas destinadas a locais que pela
natureza dos trabalhos neles executados ou dos materiais neles mantidos, possa
haver presença de produtos inflamáveis ou explosivos, tais como: gás, fogos de
artifícios, combustíveis, etc.
b) Para as instalações acima e em todas as ligações provisórias, deve ser apresentada a
ART de execução do padrão de entrada junto com o pedido de ligação ou no ato da
vistoria.

5.13 Geração própria


O paralelismo entre geradores particulares e o sistema da ELEKTRO não é permitido em
hipótese alguma.
Em toda instalação de gerador particular para atendimento de emergência, deve ser
apresentado o projeto da instalação interna, juntamente com a(s) ART(s) de projeto e/ou
execução, bem como, as especificações técnicas do equipamento para ser previamente
liberado pela ELEKTRO, sendo obrigatória a instalação de chave reversível para
impossibilitar o funcionamento em paralelo com o sistema da ELEKTRO.
O neutro do circuito alimentado pelo gerador particular deve ser independente do neutro
do sistema da ELEKTRO.

5.14 Padrões de entrada


Os desenhos ND.10.04.01/1 a ND.10.09.03/1 estabelecem as orientações mínimas
necessárias para a montagem dos padrões de entrada de acordo com o tipo de
atendimento.

5.15 Suspensão do fornecimento

5.15.1 A ELEKTRO pode suspender o fornecimento quando verificar a ocorrência de:


a) utilização de artifício ou qualquer outro meio fraudulento ou, ainda, prática de
violência nos equipamentos, que provoquem alterações nas condições de
fornecimento ou de medição, bem como, o descumprimento das normas que regem
a prestação do serviço público de energia elétrica;
b) revenda ou fornecimento de energia a terceiros, sem a devida autorização federal;
c) interligação clandestina ou religação à revelia;
d) deficiência técnica e/ou de segurança das instalações da unidade consumidora que
ofereça risco iminente de danos a pessoas ou bens.

5.15.2 A ELEKTRO, mediante prévia comunicação ao consumidor, pode suspender o


fornecimento:
a) por atraso no pagamento da conta, após o decurso de 15 (quinze) dias de seu
vencimento;

Página 22 Revisão 05 – 09/2009


ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais
b) por atraso no pagamento de encargos e serviços relativos ao fornecimento de
energia elétrica prestados mediante autorização do consumidor;
c) por atraso no pagamento dos serviços executados pela ELEKTRO;
d) por atraso no pagamento de prejuízos causados nas instalações da ELEKTRO,
cuja responsabilidade seja imputada ao consumidor;
e) pelo descumprimento das exigências da ELEKTRO em função da aplicação do item
5.11;
f) por rompimento de lacres, cuja responsabilidade seja imputável ao consumidor,
mesmo que não provoquem alterações nas condições do fornecimento e/ou da
medição;
g) se o consumidor deixar de reformar e/ou substituir, decorrido os prazos vigentes da
legislação, as suas instalações que estiverem em desacordo com as Normas da
Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT,ou com as normas e padrões da
ELEKTRO, e que ofereçam riscos à segurança;
h) quando concluídas as obras servidas por ligação provisória e não forem
providenciadas as instalações necessárias para a ligação definitiva;
i) quando se verificar impedimento ao acesso de empregados e prepostos da
ELEKTRO em qualquer local onde se encontrem condutores e aparelhos de
propriedade desta, para fins de leitura, bem como para as inspeções necessárias
nos casos previstos na letra d) item 5.15.1. e letras f), g) e h) deste item.

6. RAMAL DE LIGAÇÃO

6.1 Condições gerais


a) O ramal de ligação é fornecido e instalado pela ELEKTRO, devendo ser observadas
as disposições do desenho ND.10.03.01/1.
b) Deve entrar pela frente do terreno, ficar livre de qualquer obstáculo, ser perfeitamente
visível e não cruzar terrenos de terceiros.
c) Se o terreno for de esquina ou possuir acesso a duas ruas, é permitida a entrada do
ramal de ligação por qualquer um dos lados, dando-se preferência a aquele em que
estiver situada a entrada da edificação.
d) O vão livre não deve ser superior a 30 m.
e) A participação financeira do consumidor obedece à legislação vigente e a prática de
atendimento de mercado da ELEKTRO.
f) Não deve ser facilmente alcançável de áreas, balcões, terraços, janelas ou sacadas
adjacentes, devendo manter sempre um afastamento desses locais acessíveis,
conforme desenho ND.10.02.02/1.
g) Os condutores devem ser instalados de forma a permitir as seguintes distâncias
mínimas, medidas na vertical, entre o condutor inferior e o solo:
- 5,50 m no cruzamento de ruas e avenidas e sobre entradas de garagens de
veículos pesados;
- 4,50 m nas entradas de garagens residenciais, estacionamentos ou outros locais
não acessíveis a veículos pesados;
- 3,50 m nos locais exclusivos a pedestres.
h) É permitida a ligação de dois consumidores localizados no mesmo terreno por meio
de um único ramal de ligação, conforme critérios estabelecidos no item 9.2;

Página 23 Revisão 05 – 09/2009


ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais
i) É permitida a ligação de dois consumidores por meio de um único ramal de ligação
encabeçado no poste particular na divisa das duas propriedades, conforme critérios
estabelecidos no item 9.3.
j) Havendo cruzamentos com cabos e fios isolados de comunicação ou sinalização, o
ramal de ligação deve situar-se no mínimo a 0,60 m acima desses.

6.2 Execução das conexões e ancoragens


As conexões e a ancoragens do ramal de ligação na rede secundária de distribuição e
no ponto de entrega são executadas pela ELEKTRO.

6.3 Ancoragem
a) O ponto de ancoragem do ramal de ligação no ponto de entrega deve ser preparado
pelo consumidor com a instalação da armação secundária e isolador roldana.
b) A distância entre o ponto de ancoragem do ramal de ligação no poste particular e o
nível da calçada quando o poste da ELEKTRO situar-se do outro lado da rua deve
ser, no mínimo, de 6,0 m. Ver desenho ND.10.02.01/1.
c) A distância entre o ponto de ancoragem do ramal de ligação no poste particular e o
nível da calçada, quando o poste da ELEKTRO situar-se do mesmo lado da rua, deve
ser no mínimo igual a:
- 6,0 m, quando o ramal de ligação cruzar garagens para entrada de veículos
pesados;
- 5,0 m, quando o ramal de ligação cruzar garagens residenciais ou outros locais não
acessíveis a veículos pesados;
- 4,0 m, quando o ramal de ligação não cruzar garagens.
d) Nos casos em que ocorrer obstrução do acesso ao ponto de entrega (por exemplo:
colocação de lambris na fachada, luminosos, painéis, grades, etc.), o ponto de
entrega deve ser realocado pelo consumidor para um local de fácil acesso ao
empregado da ELEKTRO, conforme desenho ND.10.14.01/1. Nesse caso, deve ser
apresentada cópia da ART do responsável técnico pela execução.
e) Na impossibilidade de deslocamento do poste e for necessária a utilização de
acessório ou ferragem não padronizado para evitar o cruzamento do ramal de ligação
com terreno de terceiro ou desviar de obstáculo, esse dispositivo deve ser
dimensionado para suportar, no mínimo, o esforço nominal do poste e ser instalado
de modo que não altere as suas características. Nesse caso, deve ser apresentada
cópia da ART do responsável técnico pela execução .

7. RAMAL DE ENTRADA
Deve ser executado pelo consumidor, embutido em eletroduto e obedecer aos requisitos
indicados nos itens seguintes:

7.1 Condutores
a) Devem ser de cobre isolados com PVC com características de acordo com o item
11.1 e serem dimensionados conforme Tabela 1 ou Tabela 2.
Podem ser utilizados, também, condutores de cobre isolados com XLPE ou EPR.
Neste caso, devido à diferença de ampacidade em relação aos condutores de cobre
isolados com PVC, os componentes do ramal de entrada devem ser dimensionados
de acordo com o item 11.1.
b) Para condutores com seções superiores 10 mm2 é obrigatório o uso de cabos.

Página 24 Revisão 05 – 09/2009


ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais
c) O neutro deve ter isolação na cor azul claro e as fases em cor distinta ao neutro,
exceto condutor com isolação na cor verde.
d) Deve haver continuidade do neutro, sendo nele vedado o uso de chave, disjuntor ou
fusível.
e) Não são permitidas emendas nos condutores do ramal de entrada.
f) Os condutores devem ter comprimento suficiente para permitir a conexão do ramal de
ligação nas condições dos padrões construtivos, bem como aos equipamentos de
medição e proteção.
g) Os condutores do circuito alimentador até o quadro de distribuição devem ter, no
mínimo, a mesma seção dos condutores do ramal de entrada.
h) Em caixa de medição com leitura voltada para calçada, todos os condutores devem
ser flexíveis, classes 5 ou 6, conforme ABNT NBR NM 247-3. As pontas dos
condutores, para ligação no borne do medidor devem ser estanhadas.
i) Devem ser deixadas dentro do compartimento de medição, sobras de condutores de,
no mínimo, 600 mm.

7.2 Eletrodutos
a) Devem ser de PVC rígido rosqueável ou de aço-carbono com de revestimento de
zinco por imersão a quente com características conforme item 7.2.
b) Devem ser instalados externamente ao poste particular e fixado com uma das
alternativas a seguir:
- braçadeiras ou cintas de aço-carbono com revestimento de zinco por imersão a
quente ou liga de alumínio;
- arame de aço galvanizado de 14 BWG;
- fio de cobre de 2,5 mm2.
Essa fixação do eletroduto ao poste particular deve ser feita, no mínimo, em três
pontos, conforme os padrões construtivos.
c) Podem ser embutidos nos casos de postes de concreto armado moldado no local ou
na estrutura da edificação, quando situada junto ao limite da via pública, conforme
desenho ND.10.04.04/1.
d) As curvas de aço instaladas na parte superior dos eletrodutos, devem possuir
proteção com bucha para evitar danos à isolação dos condutores.
e) A junção entre eletroduto e a caixa deve ser feita por meio de bucha de proteção e
arruela e ser vedada com dispositivo adequado ou massa calafetadora, quando da
instalação ao tempo.
f) Em regiões litorâneas somente é permitida a instalação de eletroduto de PVC rígido.
g) Na extremidade superior do eletroduto deve ser instalado cabeçote ou curva de 135º,
no mínimo, de forma a permitir que se faça a “pingadeira”. A curva ou cabeçote deve
ser de fácil acesso ao empregado da ELEKTRO.
h) Alternativamente, podem ser utilizadas bengalas de mesmo material que os
eletrodutos, com curvatura mínima de 135º.
i) Não é permitida a instalação de eletroduto no interior do poste de aço.
j) Os eletrodutos devem ter espessuras de parede e diâmetros externos conforme
indicado na Tabela 17 e na Tabela 18.

Página 25 Revisão 05 – 09/2009


ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais
8. PROTEÇÃO

8.1 Condições gerais


a) A proteção geral contra sobrecorrentes e curtos-circuitos deve ser localizada após a
medição, ser instalada pelo consumidor de acordo com o que estabelece esta Norma
e dimensionada conforme Tabela 1 e Tabela 2.
b) O condutor neutro não deve conter nenhum dispositivo de proteção capaz de causar
sua interrupção assegurando assim, a sua continuidade.
c) Devem ser previstos dispositivos de proteção contra quedas de tensão ou falta de
fase em equipamentos que pelas suas características possam ser danificados devido
a essas ocorrências.

8.2 Dispositivos de proteção e seccionamento


a) Devem ser utilizados para proteção geral da entrada consumidora disjuntores
termomagnéticos unipolares, bipolares e tripolares nas ligações monofásicas,
bifásicas e trifásicas, respectivamente, sendo também permitida a utilização de
chaves seccionadoras com fusíveis tipo NH;
b) A proteção geral deve ser feita com um único tipo de dispositivo de proteção.
c) Nos casos de medição indireta. o consumidor deve instalar as chaves com as
características abaixo e conforme mostrado nos desenhos ND.10.09.01/1 a
ND.10.09.03/1.
- Chave seccionadora sem dispositivo de proteção, instalada antes dos
transformadores de corrente, com classe de tensão mínima de 250 V (para tensões
de fornecimento de 127/220 V) ou de tensão mínima de 500 V (para tensões de
fornecimento de 220/380 V).
Esse dispositivo não deve ser operado com carga, exceto quando utilizada chave
seccionadora com abertura sob carga.
- Chave seccionadora com abertura sob carga com dispositivo de proteção ou
disjuntor, instalada após a medição, com classe de tensão mínima de 250 V (para
tensões de fornecimento de 127/220 V), ou classe de tensão mínima de 500 V
(para tensões de fornecimento 220/380 V).

8.3 Proteção contra sobretensões


De acordo com a ABNT NBR 5410 as instalações elétricas devem ser providas de
proteção contra sobretensões transitórias de origem atmosférica ou de manobra
transmitidas através da rede aérea.
A seleção e instalação de dispositivos destinados a prover proteção da instalação e
equipamentos contra sobretensões devem ser de acordo com a ABNT NBR 5410.
Quando for previsto o uso de dispositivos de proteção contra surtos (DPS), estes devem
ser instalados junto ao ponto de entrada da instalação ou no quadro de distribuição
principal.

9. MEDIÇÃO

9.1 Localização
a) A medição deve ser instalada dentro da propriedade do consumidor,
preferencialmente no limite dessa com a via pública. A caixa de medição deve ser
instalada no muro divisório ou na parede externa da própria edificação, em varandas,

Página 26 Revisão 05 – 09/2009


ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais
ou no poste particular. As localizações preferenciais da caixa de medição estão
indicadas no desenho ND.10.03.02/1.
b) Para maior comodidade e segurança para o consumidor, recomenda-se a instalação
com a caixa de medição com leitura voltada para calçada, sendo obrigatório quando
se tratar de edificação no alinhamento da via pública.
c) A medição não deve ficar afastada mais de 1,0 m do limite do terreno com a via
pública.
d) Deve ser instalada em local de fácil acesso para leitura por parte dos empregados da
ELEKTRO. Para edificações com características industriais ou comerciais em que
houver dificuldade na observância dessa distância, o interessado deve apresentar um
croqui para análise da área técnica competente da ELEKTRO.
e) Não são aceitas caixas de medição instaladas nos seguintes locais: copas, cozinhas,
dependências sanitárias, interior de vitrines, área entre prateleiras ou pavimento
superior de qualquer edificação.
Não são aceitos ,também, locais com má iluminação e sem condições de segurança,
tais como proximidades de máquinas, bombas, tanques ou reservatórios, escadarias,
locais sujeitos a gases corrosivos e/ou explosivos, inundações e trepidações
excessivas.
f) A caixa de medição direta deve ser instalada de maneira que sua face superior fique a
uma altura compreendida entre 1,40 e 1,60 m em relação ao piso acabado; para
medição indireta entre 1,60 e 1,80 m.

9.2 Medição para dois consumidores no mesmo terreno


Sistema de medição destinado a atender dois consumidores localizados no mesmo
terreno. Os ramais de entrada dos consumidores serão independentes (um circuito para
cada consumidor), dimensionados conforme Tabela 1 e Tabela 2, e instalados num
único eletroduto dimensionado conforme Tabela 20 (tensão 127/220 V) e Tabela 21
(220/380 V). Para a montagem do padrão da entrada ver desenho ND.10.08.02/1.
Não é permitida a instalação de 2 (dois) postes num mesmo terreno.

9.3 Medição na divisa de duas propriedades


É permitida a ligação de dois consumidores através de um único ramal de ligação
encabeçado em um único poste desde que o poste fique situado na divisa das duas
propriedades. Para montagem do padrão de entrada ver desenho ND.10.08.01/1.

9.4 Medição direta


Para instalações com corrente de demanda até 100 A o atendimento será com medição
direta. Para montagem do padrão de entrada ver desenhos de ND.10.04.01/1 a
ND.10.08.02/1.

9.5 Medição indireta


Para instalações com corrente de demanda superior a 100 A, a medição será indireta e a
montagem do padrão de entrada deve ser de acordo com os desenhos ND.10.09.01/1 e
ND.10.09.03/1.
Nesse caso, deve ser apresentada a ART do responsável técnico pela execução do
padrão de entrada.

Página 27 Revisão 05 – 09/2009


ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais
10. ATERRAMENTO

10.1 Condições gerais


a) A entrada consumidora deve possuir um ponto de aterramento onde serão
interligados o condutor neutro do ramal de entrada e os aterramentos da caixa de
medição metálica e poste de aço, conforme desenho ND.10.12.01/1.
b) O condutor de proteção destinado ao aterramento de massa da instalação interna do
consumidor - PE (ABNT NBR 5410) pode ser interligado a haste de aterramento da
entrada consumidora.

10.2 Dimensionamento
Estão indicados na Tabela 1 e na Tabela 2 os dimensionamentos dos condutores de
aterramento em função da categoria de atendimento do consumidor e tensão de
fornecimento.
Para os padrões previstos na Tabela 20 e Tabela 21 deve ser utilizada a seção
correspondente ao consumidor de maior categoria a ser ligado conforme Tabela 1 e
Tabela 2.

10.3 Montagem
a) O aterramento deve ser instalado próximo da caixa de medição, a uma distância até
0,50 m em relação à projeção da parte frontal do compartimento da proteção geral da
caixa (em qualquer sentido). As indicações do aterramento nos desenhos
ND.10.04.01/1 a ND.10.09.03/1 são ilustrativas.
b) O condutor de aterramento deve ser de cobre nu, tão curto e retilíneo quanto possível,
sem emenda e não ter dispositivo que possa causar sua interrupção.
c) O condutor de aterramento deve ser protegido mecanicamente até a caixa de
inspeção por meio de eletroduto de PVC.
d) Os tipos de hastes devem ser de acordo com o item 11.8 e instalados conforme
desenho ND.10.13.01/1.
e) O ponto de ligação do condutor de aterramento à haste deve estar protegido com
massa calafetadora e ser acessível por ocasião da vistoria do padrão de entrada.
Somente depois de liberada a montagem da entrada consumidora, a haste pode ser
coberta, visando reconstituir o piso.

11. MATERIAIS DO PADRÃO DE ENTRADA


Somente são aceitas caixas de medição e postes de fabricantes homologados pela
ELEKTRO. A relação dos fabricantes e os respectivos materiais homologados encontram-
se à disposição para consulta no site da ELEKTRO.

11.1 Condutores
a) Devem ser de cobre isolados com policloreto de vinila (PVC) para tensões nominais
até 450/750 V, conforme ABNT NBR NM 247-3.
b) Podem ser utilizados, também, condutores de cobre com isolação extrudada de
polietileno termofixo (XLPE) ou com isolação de etileno propileno (EPR) para tensão
de 0,6 kV/1 kV, conforme ABNT NBR 7285. Para o uso desse condutor deve ser
apresentado projeto específico do padrão de entrada com ART de projeto e execução.
c) Nas instalações com medição voltada para a calçada é obrigatória a utilização no
ramal de entrada dos condutores de cobre flexíveis de classe 5 ou 6 conforme
ABNT NBR NM 247-3.

Página 28 Revisão 05 – 09/2009


ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais
11.2 Eletrodutos
Deve ser de PVC rígido rosqueável, classe A ou B, conforme ABNT NBR 15465 ou de
aço-carbono, conforme ABNT NBR 5597, ABNT NBR 5598 e ABNT NBR 5624.
Os eletrodutos de aço devem possuir tratamento superficial (revestimento de zinco por
imersão a quente).

11.3 Caixas de medição e proteção

11.3.1 Material
a) As caixas devem ser fabricadas com chapa de aço, policarbonato, fibra de vidro,
ferro fundido, aço inoxidável, alumínio ou outro material previamente aprovado pela
ELEKTRO.
b) Para regiões litorâneas exige-se a utilização de caixa fabricada com material não
corrosível (policarbonato, fibra de vidro, aço inoxidável ou alumínio).

11.3.2 Tipos
a) Caixa de medição e proteção tipo II
Caixa de medição de chapa de aço ou fibra de vidro utilizada nas unidades
consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A ou B (monofásicos ou
bifásicos), instalação lateral em muro ou mureta ou ao tempo.
b) Caixa de medição e proteção tipo III
Caixa de medição de fibra de vidro utilizada nas unidades consumidoras que se
enquadram nos tipos de atendimento A, B ou C (monofásicos, bifásicos ou
trifásicos), instalação lateral em muro ou mureta ou ao tempo ou em muro.
c) Caixa de medição e proteção tipo IV
Caixa de medição em fibra de vidro utilizada nas unidades consumidoras que se
enquadram nos tipos de atendimento A ou B (monofásicos ou bifásicos), instalação
com a medição voltada para a calçada.
d) Caixa de medição e proteção tipo V
Caixa de medição em fibra de vidro utilizada nas unidades consumidoras que se
enquadram nos tipos de atendimento A, B ou C (monofásicos, bifásicos ou
trifásicos), instalação com a medição voltada para a calçada.
e) Caixas de medição tipos VI-A e VI-B
Caixas de medição em policarbonato utilizadas nas unidades consumidoras que se
enquadram nos tipos de atendimento A, B ou C (monofásicos, bifásicos ou
trifásicos), instalação lateral em muro ou mureta ou ao tempo.
f) Caixas de medição tipos VII-A e VII-B
Caixas de medição em policarbonato utilizadas nas unidades consumidoras que se
enquadram nos tipos de atendimento A, B ou C (monofásicos, bifásicos ou
trifásicos), instalação com medição voltada para a calçada.
g) Caixa de medição e proteção tipo E
Utilizada nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento
A, B ou C (monofásicos, bifásicos ou trifásicos), instalação lateral em muro ou ao
tempo ou para instalação com medição voltada para a calçada.
h) Caixa de medição tipo M
Utilizada para instalação da chave seccionadora e equipamentos para medição nas
unidades consumidoras com medição indireta. Nas instalações ao tempo ou
Página 29 Revisão 05 – 09/2009
ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais
expostas (corredores, hall de entrada e outros locais acessíveis a pessoas) a caixa
deve ser dotada de tampa externa.
i) Caixa de proteção tipo T
Utilizada para instalação do dispositivo de proteção geral nas unidades
consumidoras com medição indireta.
j) Caixa de proteção tipo S-M
Caixa de proteção em policarbonato utilizada para instalação de disjuntor
monopolar em conjunto com a caixa tipo VI ou VII.
k) Caixa de proteção tipo S-B
Caixa de proteção em policarbonato utilizada para instalação de disjuntor bipolar
em conjunto com a caixa tipo VI ou VII.
l) Caixa de proteção tipo S-T
Caixa de proteção em policarbonato utilizada para instalação de disjuntor tripolar
em conjunto com a caixa tipo VI ou VII.

11.4 Ferragens

11.4.1 Suporte do ramal de ligação


a) Para sustentação do ramal de ligação, deve ser instalada uma armação secundária
de 1 estribo e isolador roldana ou o suporte para isolador roldana, de acordo com
as padronizações da ABNT NBR 8159 e ABNT NBR 6249, respectivamente.
b) A fixação da armação secundária ou suporte para isolador roldana deve ser feita da
seguinte forma:
- em poste ou pontalete, através de parafuso passante ou braçadeira;
- em parede de alvenaria, com chumbador.
c) Para as regiões litorâneas, recomenda-se que as ferragens sejam de liga de
alumínio.

11.4.2 Fixação da caixa ao poste


A fixação da caixa ao poste pode ser feita com parafuso passante, cinta ou braçadeira
suporte.
Os furos destinados à fixação da caixa ao poste devem ser vedados com massa
calafetadora.

11.5 Postes e pontaletes

11.5.1 Poste particular


a) O poste particular deve ser de concreto armado seção duplo "T", conforme
desenho ND.10.19.01/1, ou de aço-carbono seção circular ou quadrada, conforme
desenhos ND.10.21.01/1 e ND.10.21.02/1, ou concreto armado com caixa de
medição incorporada, conforme desenhos ND.10.20.01/1 a ND.10.20.04/1.
b) O comprimento nominal do poste particular é de 7,5 m com engastamento simples
de 1,35 m, e foi definido de forma a atender às alturas mínimas entre o condutor do
ramal de ligação e o solo conforme item 6.1.g).
c) Para poste particular instalado em plano diferente ao da rede de distribuição, pode
ser utilizado poste de comprimento desde que adequado às alturas mínimas
especificadas no item 6.1.g) e engastado conforme a fórmula:

Página 30 Revisão 05 – 09/2009


ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais

e = 0,10 x L + 0,60 (m)

sendo:
L - comprimento total do poste (m)
e - engastamento (m)
d) Os postes devem ser escolhidos em função da categoria de atendimento e
dimensionados de acordo com Tabela 1 e Tabela 2.
e) São aceitos também postes de concreto armado, construídos no local, desde que
seja apresentado para conhecimento da ELEKTRO o projeto do mesmo, contendo
as necessárias especificações técnicas e assinado pelo profissional responsável,
apresentando a respectiva guia da ART do projeto e execução.
f) Não são aceitos tubos de PVC ou similar com enchimento de concreto.
g) Antes da instalação do ramal de ligação pela ELEKTRO, nos padrões com medição
em muro, o poste deve estar totalmente visível até o solo para verificação do traço
demarcatório. Somente após a vistoria ou ligação, o poste pode ser recoberto
visando reconstituir o muro.
h) Os postes de concreto duplo T devem ser instalados com a face B (lisa) voltada
para a rua, de modo que a ancoragem do ramal de ligação seja feita no lado de
maior resistência.

11.5.2 Pontalete
a) Este tipo de instalação é permitido somente quando existirem condições que
impeçam a instalação dos padrões normais com postes.
b) Deve ter comprimento total de 3,0 m com engastamento mínimo de 1,0 m em laje,
coluna ou viga de edificação. O engastamento deve ser executado de maneira a
garantir a carga para a qual foi dimensionado.
c) Deve obedecer ao padrão construtivo constante do desenho ND.10.04.03/1.
d) Deve ser com tubo de aço zincado de seção circular ou quadrada, com dimensões
mínimas de acordo com o indicado na Tabela 1 e na Tabela 2.
e) No uso de pontalete são permitidos até 2 ligações bifásicas conforme Tabela 20 e
Tabela 21.

11.6 Isolador roldana


Deve ter características conforme ABNT NBR 6249.

11.7 Isolador castanha


Deve ter características conforme ABNT NBR 6248.

11.8 Haste de aterramento


O aterramento junto ao padrão de entrada deve ser feito com um dos seguintes tipos
hastes:
- cantoneira de aço-carbono com de revestimento de zinco por imersão a quente, de
25x25x5 mm com 2400 mm de comprimento;
- haste de aço revestido de cobre de 12 mm de diâmetro (mínimo) e 2400 mm de
comprimento e demais características conforme ABNT NBR 13571.

Página 31 Revisão 05 – 09/2009


ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais
12. PARTIDA DE MOTORES
a) Os motores devem possuir dispositivos de proteção conforme estabelecidos na
ABNT NBR 5410.
b) Devem ser utilizados os dispositivos para redução da corrente de partida de motores
trifásicos conforme a Tabela 14.
c) Deve ser exigida a instalação de motor com rotor bobinado e reostato de partida
sempre que, devido a sua potência, forem ultrapassados os limites estipulados na
Tabela 14, ou quando condições de partida difícil o tornarem aconselhável.
d) Os dispositivos de partida de motores sob a tensão reduzida, devem ser dotados de
equipamentos adequados que os desliguem quando faltar energia, bem como falta de
fase.

13. CÁLCULO DA CARGA INSTALADA


A carga instalada da instalação, em kW, é básica para a determinação da categoria de
atendimento da unidade consumidora, e deve ser calculada de acordo com o critério a
seguir:

13.1 Iluminação e tomadas

13.1.1 Instalação residencial


Tomadas:
Considerar no mínimo o número de tomadas indicadas na Tabela 3, em função da
área construída. Caso a área construída seja maior que 250 m2 o interessado deve
declarar o número de tomadas previstas e considerar 100 W por tomada.
Iluminação:
Considerar, no mínimo, um ponto de luz por cômodo ou corredor com potência igual a
100 W por ponto de luz.

13.1.2 Outros tipos de instalação


(Motéis, Hotéis, Hospitais, Clubes, Casas Comerciais, Bancos, Indústrias, Igrejas e
outros.)
Carga instalada de acordo com o declarado pelo interessado, levando em
consideração as cargas mínimas da Tabela 19.

13.2 Aparelhos eletrodomésticos

Considerar as potências dos aparelhos eletrodomésticos abaixo relacionados quando


comprovadamente previstos na instalação.

13.2.1 Com potência definida (valores médios)


- Torneira elétrica: 3 000 W
- Chuveiro elétrico: 4 000 W
- Máquina de lavar louças: 2 000 W
- Máquina de secar roupa: 2 500 W
- Forno de microondas: 1 500 W
- Forno elétrico: 1 500 W
- Ferro elétrico: 1 000 W

13.2.2 Com potência indicada pelo fabricante


- Aquecedor elétrico de acumulação (Boiler);

Página 32 Revisão 05 – 09/2009


ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais
- Fogão elétrico;
- Condicionador de ar (utilizar os valores da Tabela 9 caso não sejam informados os
valores do fabricante);
- Hidromassagem;
- Aquecedor de água de passagem;
- Aquecedor elétrico central;
- Outros aparelhos com potência igual ou superior a 1 000 W.

13.3 Motores elétricos e equipamentos especiais

13.3.1 Motores e máquinas de solda a motor


De acordo com os dados de placa do fabricante. Utilizar os valores da Tabela 15 e
Tabela 16 caso não sejam informados os valores do fabricante.

13.3.2 Equipamentos especiais


Consideram-se equipamentos especiais os aparelhos de raios-x, máquinas de solda a
transformador, fornos elétricos a arco, fornos elétricos de indução, retificadores e
equipamentos de eletrólise, etc., com carga instalada conforme placa do fabricante.

14. CÁLCULO DA DEMANDA


O presente cálculo de demanda aplica-se às instalações residenciais e comerciais. Pode
ser aplicado também às pequenas indústrias atendidas em baixa tensão, quando o
interessado não tiver dados mais precisos quanto a sua demanda real prevista.
O valor da demanda deve ser calculada pela seguinte fórmula:

D= a + b + c + d + e + f + g + h + i
Sendo:
D - demanda total da instalação em kVA
Demais fatores (a, b, c, d, e, f, g, h, i) conforme a seguir:

14.1 Demanda referente à iluminação e tomadas (a)

14.1.1 Instalação residencial (a1)


Carga instalada mínima, conforme a Tabela 3 e item 13.
- fator de demanda, conforme a Tabela 4;
- fator de potência igual a 1,00.

14.1.2 Outros tipos de instalação (a2)


(Motéis, hotéis, hospitais, clubes, casas comerciais, bancos, indústrias, igrejas e
outros.)
Carga instalada de acordo com o declarado pelo interessado, devendo separar as
cargas de tomadas e iluminação;
- fator de demanda para tomadas e iluminação, conforme a Tabela 19;
- fator de potência para iluminação:
• lâmpadas incandescentes ou com lâmpadas que não utilizam reator: 1,00;
• lâmpadas fluorescentes, néon, vapor de sódio ou mercúrio, sem compensação
do fator de potência: 0,50;
• lâmpadas fluorescentes, neon, vapor de sódio ou mercúrio, com compensação
do fator de potência: 0,95.

Página 33 Revisão 05 – 09/2009


ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais
- fator de potência para tomadas: 1,00.

14.2 Demanda referentes a chuveiros, torneiras, aquecedores de água de passagem e


ferros elétricos (b)

14.2.1 Instalação residencial, hotéis, motéis, hospitais, casas comerciais e igrejas (b1)
Carga instalada conforme item 13.
- fator de demanda: conforme a Tabela 5;
- fator de potência igual a 1,00.
Nota: No caso de edificações contendo vestiários, deve ser considerado fator de
demanda de 100% para cargas de chuveiros, torneiras e aquecedores,
instalados no mesmo. Para os aparelhos instalados internamente à edificação,
considerar os fatores de demanda da Tabela 5.

14.2.2 Outros tipos de instalação (b2)


Carga instalada conforme item 13.
- fator de demanda igual a 1,00;
- fator de potência igual a 1,00.

14.3 Demanda referente a aquecedor central ou de acumulação (c)


Carga instalada: considerar a potência, conforme catálogo do fabricante.
- fator de demanda: conforme a Tabela 6;
- fator de potência igual a 1,00.

14.4 Demanda de secadora de roupa, forno elétrico, máquina de lavar louça e forno de
microondas (d)
Carga instalada: considerar as potências indicadas no item 13 ou valores de placa do
fabricante.
- fator de demanda: conforme a Tabela 7;
- fator de potência igual a 1,00.

14.5 Demanda referente a fogões elétricos (e)


Carga instalada: considerar a potência de placa do fabricante.
- fator de demanda: conforme Tabela 8;
- fator de potência igual a 1,00.

14.6 Demanda referente a condicionador de ar tipo janela (f)


Carga instalada: considerar a potência por aparelho, conforme a Tabela 9.
- fator de demanda:
• para uso residencial igual a 1,00;
• para uso comercial, conforme a Tabela 10.

14.7 Demanda referente a motores e máquinas de solda a motor (g)


Carga instalada: potência de placa do fabricante (CV ou HP) e conversão para kW ou
kVA, conforme Tabela 15 e Tabela 16.
- fator de demanda, conforme a Tabela 11.
Página 34 Revisão 05 – 09/2009
ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais
14.8 Demanda referente a equipamentos especiais (h)
Carga instalada: potência de placa do fabricante.
- fator de demanda conforme a Tabela 12, a ser aplicada a cada tipo de aparelho;
- fator de potência, considerar igual a 0,50.

14.9 Hidromassagem (i)


Carga instalada: conforme placa do fabricante.
- fator de demanda: conforme Tabela 13;
- fator de potência igual a 1,00.

15. DIMENSIONAMENTO DO PADRÃO DE ENTRADA


O dimensionamento das entradas de serviço monofásicas e bifásicas é feito de acordo
com as cargas instaladas (kW) calculadas conforme item 13 e de acordo com as
categorias de atendimentos Tabela 1 ou Tabela 2. Para entradas de serviço trifásicas o
dimensionamento é feito de acordo com a demanda (kVA) da instalação calculada de
acordo com o item 13.

16. EXEMPLOS DE DIMENSIONAMENTO DO PADRÃO DE ENTRADA

16.1 Exemplo 1

Residência com 40 m2 de área construída, contendo 1 quarto, sala, cozinha e banheiro,


e os seguintes aparelhos com potência definida:
1 chuveiro elétrico: 4 000 W
1 ferro elétrico: 1 000 W

Cálculo da Carga Instalada


carga de tomadas: 2 400 W
pontos de luz (4 cômodos): 400 W
1 chuveiro elétrico: 4 000 W
1 ferro elétrico: 1 000 W
Total: 7 800 W ou 7,80 kW
Arredondando-se o valor obtido para um valor inteiro imediatamente superior, temos que
a carga instalada (C) é igual a 8 kW.
Portanto, a unidade consumidora se enquadra na categoria A2 para localidades com
tensão de fornecimento 220/127 V (Tabela 1) ou A4 para tensão de fornecimento
380/220 V (Tabela 2).

16.2 Exemplo 2

Residência com 115 m2 de área construída, com 1 sala de 2 ambientes, copa, cozinha, 3
quartos, 1 banheiro social, 1 banheiro privativo e garagem, e contendo os seguintes
aparelhos eletrodomésticos com potência definida:
2 chuveiros elétricos: 4 000 W cada um
1 torneira elétrica: 3 000 W
1 máquina de secar roupa: 2 500 W
1 ferro elétrico: 1 000 W

Cálculo da Carga Instalada


carga de tomadas: 2 800 W
pontos de luz (10 cômodos): 1 000 W

Página 35 Revisão 05 – 09/2009


ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais
2 chuveiros elétricos: 8 000 W
1 torneira elétrica: 3 000 W
1 máquina de secar roupa: 2 500 W
1 ferro elétrico: 1 000 W
Total: 18 300 W ou 18,30 kW
Arredondando-se o valor obtido para o valor inteiro imediatamente superior, temos que a
carga instalada (C) é igual a 19 kW.
Portanto, a unidade consumidora se enquadra na categoria B3 para localidades com
tensão de fornecimento 220/127 V (Tabela 1) ou B5 para tensão de fornecimento
380/220 V (Tabela 2).

16.3 Exemplo 3

Residência com 180 m2 de área construída, com um total de 12 cômodos e contendo os


seguintes aparelhos com potência definida ou de acordo com a placa do fabricante:
2 condicionadores de ar 14000 BTU: 1 900 W cada um
4 chuveiros elétricos: 4 000 W cada um
1 torneira elétrica: 3 000 W
1 ferro elétrico: 1 000 W
1 forno elétrico: 1 500 W
1 máquina de lavar louças: 2 000 W
1 máquina de secar roupas: 2 500 W
2 motores trifásicos: 1 cv cada um
Obs.: Os aparelhos com potências inferiores a 1 000 W não devem ser relacionados no
pedido de ligação, entretanto, quando existirem aparelhos trifásicos, estes devem ser
relacionados, mesmo que suas potências sejam inferiores a 1 000 W.

Cálculo de carga instalada


Carga de tomadas:
Pela Tabela 3 (área construída 180 m2) temos:
12 tomadas de 100 W, mais 3 tomadas de 600 W;
Total: 1 200 + 1 800 = 3 000 W

Carga de iluminação
12 cômodos, sendo 100 W (mínimo) por cômodo, temos:
12 x 100 W = 1 200 W

Carga de aparelhos eletrodomésticos


2 condicionadores de ar 1 900 W: 3 800 W
4 chuveiros elétricos de 4 000 W: 16 000 W
1 torneira elétrica de 3 000 W: 3 000 W
1 ferro elétrico de 1 000 W: 1 000 W
1 forno elétrico de 1 500 W: 1 500 W
1 máquina de lavar louças de 2 000 W: 2 000 W
1 máquina de secar roupas de 2 500 W: 2 500 W
Total: 29 800 W

Motores
2 motores trifásicos 1 cv (pela Tabela 16), temos:
2 x 1 050 W = 2 100 W

Página 36 Revisão 05 – 09/2009


ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais
Carga instalada
Total: 3 000 + 1 200 + 29 800 + 2 100 = 36 100 W ou 36,10 kW.
Arredondando-se o valor obtido para o valor inteiro imediatamente superior, temos que a
carga instalada (C) é igual a 37 kW.
Neste caso, deve-se efetuar o cálculo da demanda para o dimensionamento da entrada.

Cálculo da demanda

D = a + b +c + d + e +f + g + h + i

a) Tomadas e iluminação - instalação residencial


Carga Instalada: 3 000 + 1 200 = 4 200 W ou 4,2 kW
Pela Tabela 4, temos o fator de demanda (FD)= 0,52
Pelo item 14,temos o fator de potência (FP) = 1,00
c arg a instalada × fator de demanda
a=
fator de potência
a = (4 200 x 0,52)/1,00 = 2 184 VA
a = 2,20 kVA

b) Chuveiros, torneiras, aquecedores de água de passagem e ferros elétricos

Carga Instalada:
Chuveiros: 4 x 4 000 = 16 000 W
Torneira elétrica: 1 x 3 000 = 3 000 W
Ferro elétrico: 1 x 1 000 = 1 000 W
Total 20 000 W ou 20 kW
Pela Tabela 5, para 6 aparelhos, temos FD = 0,65
Pelo item 14, temos o FP = 1,00
c arg a instalada × fator de demanda
b=
fator de potência
b = (20 000 x 0,65)/1,00 = 13 000 VA ou 13,00 kVA
b = 13 kVA

c) Aquecedor central de acumulação (boiler)

c=0

d) Secadora de roupa, forno elétrico, máquina de lavar louça e forno microondas

Carga Instalada:
1 x 1 500 W = 1 500 W
1 x 2 000 W = 2 000 W
1 x 2 500 W = 2 500 W
Total = 6 000 W ou 6,00 kW
Pela Tabela 7, para 3 aparelhos, temos FD = 0,70

Página 37 Revisão 05 – 09/2009


ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais
Pelo item 14, temos FP = 1,00
c arg a instalada × fator de demanda
d=
fator de potência
d = (6 000 x 0,70)/1,00 = 4 200 VA ou 4,20 kVA
d = 4,20 kVA

e) Fogões elétricos

e=0

f) Condicionador de ar tipo janela


Carga Instalada em Watts (W): 2 x 1 900 = 3 800 W
Pela Tabela 9 temos a carga instalada em VA:
2 x 2 100 VA = 4 200 VA
Pelo item 14, temos FD = 1,00
Portanto: f = 4 200 x 1,00 = 4 200 VA ou 4, 20 kVA
f = 4,20 kVA
g) Motores elétricos e máquinas de solda a motor
Pela Tabela 16, temos:
Carga Instalada em kVA = 2 x 1,52 = 3,04 kVA
Considerando os fatores de demanda da Tabela 11, temos:
g = 1,52 x 1,00 + 1,52 x 0,50
g = 2,30 kVA

h) Equipamentos especiais

h=0
i) Hidromassagem

i=0

Demanda total (D)


D=a+b+c+d+e+f+g+h+i
D= 2,2 + 13,0 + 0+ 4,2 + 0 + 4,2 + 2,3 + 0 + 0
D = 25,90 kVA
Arredondando-se o valor obtido para o valor inteiro imediatamente superior, temos que a
Demanda (D) é igual a 26 kVA.
Portanto, a unidade consumidora se enquadra na categoria C2 para tensão de
fornecimento 220/127 V (Tabela 1) ou categoria C7 para tensão de fornecimento
380/220 V (Tabela 2).

16.4 Exemplo 4 - Indústria

Relação da carga instalada


12 lâmpadas mistas de 250 W: 3 000 W
24 lâmpadas fluorescentes de 40 W: 960 W

Página 38 Revisão 05 – 09/2009


ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais
12 reatores de 20 W: 240 W
1 chuveiro de 4.000 W: 4 000 W
2 condicionadores de ar 1 900 W: 3 800 W
1 compressor (trifásico) de 10 cv: 8 890 W
1 serra vertical (trifásica) de 7,5 cv: 6 570 W
1 prensa (trifásica) de 7,5 cv:- 6 570 W
3 motores (trifásicos) de 5 cv: 13 530 W
4 furadeiras (monofásicas) de 1 cv: 4 560 W
2 serras elétricas (trifásicas) de 2 cv: 3 900 W
2 máquinas de solda de 4 kW: 8 000 W
Total: 64 020 W ou 64,02 kW
Arredondando-se o valor obtido para o valor inteiro imediatamente superior, temos que a
carga instalada (C) é igual a 65 kW.
Neste caso, deve-se calcular a demanda.

Cálculo de demanda

D=a+b+c+d+e+f+g+h+i

a) Iluminação e tomadas
- Fatores de potência: conforme item 14.
- Fatores de demanda: conforme Tabela 19.
Aparelho Potência (W) FP FD Demanda (VA)
12 lâmpadas mistas de 250 W 3 000 1,00 1,00 3 000
24 lâmpadas fluorescente de 40 W 960 0,95 1,00 1 010
12 reatores de 20 W 240 1,00 1,00 240
Total 4 250
a = 4,25 kVA

b) Chuveiros elétricos
- Fator de potência e Fator de demanda: conforme item 14.
Aparelho Potência (W) FP FD Demanda (VA)
1 chuveiro elétrico 4 000 1,00 1,00 4 000
Total 4 000
b = 4,00 kVA

f) Condicionadores de ar tipo janela


- Potência: conforme Tabela 9
- Fator de demanda: conforme Tabela 10
Aparelho Demanda (VA)
1 condicionador de ar de 15 000 BTU 4 200
f = 4,20 kVA

g) Motores elétricos e máquinas de solda a motor


- Fator de demanda: conforme Tabela 11
- Potências: conforme Tabela 15 e Tabela 16

Página 39 Revisão 05 – 09/2009


ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais

Aparelho Potência (W) FD Demanda (VA)


1 motor de 10 cv 11 540 1,00 11 540
1 serra vertical de 7,5 cv 8 650 0,50 4 330
1 prensa de 7,5 cv 8 650 0,50 4 330
3 motores de 5 cv 18 060 0,50 9 030
4 furadeiras de 1 cv 6 240 0,50 3 120
2 serras de 2 cv 5 400 0,50 2 700
Total 35 050
g = 35,05 kVA

h) Equipamentos especiais
- Fator de potência: conforme item 14 e Fator de demanda: conforme Tabela 12
2 máquinas de solda a transformador de 4 000 W cada uma:
Aparelho Potência (W) FP FD Demanda (VA)
1ª máquina 4 000 0,50 1,00 8 000
2ª máquina 4 000 0,50 0,60 4 800
Total 12 800
h = 12 800 VA ou 12,80 kVA

Demanda total (D)

D=a+b+f+g+h
D = 4,25 + 4,00 + 4,20 + 35,05 + 12,80
D = 60,30 kVA
Arredondando-se o valor obtido para o valor inteiro imediatamente superior temos que a
Demanda (D) é igual a 61 kVA.
Portanto, a unidade consumidora se enquadra na categoria C6 para tensão de
fornecimento 220/127 V (Tabela 1) ou categoria C10 para tensão de fornecimento
380/220 V (Tabela 1).

Página 40 Revisão 05 – 09/2009


ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais

TABELAS

Página 41 Revisão 05 – 09/2009


ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais

Página 42 Revisão 05 – 09/2009


ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais

Tabela 1

Dimensionamento do ramal de entrada – tensão de fornecimento 127/220 V

Página 43 Revisão 05 – 09/2009


ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais
Tabela 2
Dimensionamento do ramal de entrada – tensão de fornecimento 220/380 V

Página 44 Revisão 05 – 09/2009


Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
ND.10 Secundária a Edificações Individuais

Tabela 3

Número mínimo de tomadas em função da área construída

Quant. Subtotal Quant. Subtotal


Tomadas Total
Área total Tomadas I II
(cozinha) I + II
(m2) (100 W) (W) (W)
(600 W) (W)
S<8 1 100 1 600 700
8 < S < 15 3 300 1 600 900
15 < S < 20 4 400 2 1 200 1 600
20 < S < 30 5 500 2 1 200 1 700
30 < S < 50 6 600 3 1 800 2 400
50 < S < 70 7 700 3 1 800 2 500
70 < S < 90 8 800 3 1 800 2 600
90 < S < 110 9 900 3 1 800 2 700
110 < S < 140 10 1 000 3 1 800 2 800
140 < S < 170 11 1 100 3 1 800 2 900
170 < S < 200 12 1 200 3 1 800 3 000
200 < S < 220 13 1 300 3 1 800 3 100
220 < S < 250 14 1 400 3 1 800 3 200

Notas:
1. Caso o consumidor declare quantidade de tomada superior ao da tabela, prevalece o valor
declarado.
2. Para área construída acima de 250 m2 o interessado deve declarar a quantidade de
tomadas prevista no projeto elétrico de sua residência.

Página 45 Revisão 05 – 09/2009


Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
ND.10 Secundária a Edificações Individuais

Tabela 4

Fatores de demanda referentes a tomadas e iluminação residencial

Carga instalada Fator de


(kW) demanda
C≤1 0,86
1<C≤2 0,75
2<C≤3 0,66
3<C≤4 0,59
4<C≤5 0,52
5<C≤6 0,45
6<C≤7 0,40
7<C≤8 0,35
8<C≤9 0,31
9 < C ≤ 10 0,27
C > 10 0,24

Tabela 5

Fatores de demanda de chuveiros, torneiras, aquecedores de água de passagem e


ferros elétricos

Nº de aparelhos Fator de demanda Nº de aparelhos Fator de demanda

1 1,00 14 0,45
2 1,00 15 0,44
3 0,84 16 0,43
4 0,76 17 0,42
5 0,70 18 0,41
6 0,65 19 0,40
7 0,60 20 0,40
8 0,57 21 0,39
9 0,54 22 0,39
10 0,52 23 0,39
11 0,49 24 0,38
12 0,48 25 0,38
13 0,46 acima de 25 0,38

Nota: O número de aparelhos indicado na tabela refere-se a soma das quantidades dos
mesmos. Exemplo: 4 chuveiros + 2 torneiras + 1 ferro elétrico = 7 aparelhos,
portanto, FD = 0,60

Página 46 Revisão 05 – 09/2009


Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
ND.10 Secundária a Edificações Individuais

Tabela 6

Fatores de demanda de aquecedor central ou de acumulação (boiler)

Nº de aparelhos Fator de demanda


1 1,00
2 0,72
3 0,62
acima de 3 0,62

Tabela 7

Fatores de demanda de secadora de roupa, forno elétrico, máquina de lavar louça e


forno microondas
Nº de Fator de
aparelhos Demanda
1 1,00
2a4 0,70
5a6 0,60
7a8 0,50
acima de 8 0,50

Tabela 8

Fatores de demanda de fogões elétricos


Nº de aparelhos Fator de demanda Nº de aparelhos Fator de demanda
1 1,00 8 0,32
2 0,60 9 0,31
3 0,48 10 a 11 0,30
4 0,40 12 a 15 0,28
5 0,37 16 a 20 0,26
6 0,35 21 a 25 0,26
7 0,33 acima de 25 0,26

Página 47 Revisão 05 – 09/2009


Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
ND.10 Secundária a Edificações Individuais

Tabela 9

Condicionadores de ar tipo janela

Capacidade Potência Potência Tensão Corrente


(BTU/h) (VA) (W) (V) (A)
110 10,0
7 500 1 100 900
220 5,0
110 14,0
8 500 1 550 1 300
220 7,0
110 15,0
10 000 1 650 1 400
220 7,5
110 17,0
12 000 1 900 1 600
220 8,5
15 000 2 100 1 900 220 9,5
18 000 2 860 2 600 220 13,0
21 000 3 080 2 800 220 14,0
30 000 4 000 3 800 220 18,0
41 000 5 500 5 000 220 14,5
60 000 9 000 7 500 220 24,0
Notas:
1. Os valores de potência apresentados nesta tabela são orientativos, quando disponíveis
os dados de placa ou de catálogo do fabricante, estes devem ser considerados.
2. As correntes nominais para aparelhos de 41 000 e 60 000 BTU são para ligações
trifásicas em 220 V.

Tabela 10

Fatores de demanda para condicionadores de ar tipo janela para uso comercial

Nº de Fator de
aparelhos demanda
1 a 10 1,00
11 a 20 0,90
21 a 30 0,82
31 a 40 0,80
41 a 50 0,77
51 a 75 0,75
76 a 100 0,75
acima de 100 0,75

Nota: Quando se tratar de unidade central de condicionador de ar, deve-se considerar o


fator de demanda igual a 1,00.

Página 48 Revisão 05 – 09/2009


Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
ND.10 Secundária a Edificações Individuais

Tabela 11

Fatores de demanda de motores

Motor Fator de demanda


Maior motor 1,00
demais 0,50

Notas:
1. Se os maiores motores tiverem potências iguais, deve-se considerar apenas um como o
maior.
2. Existindo motores que obrigatoriamente partam simultaneamente (mesmo sendo os de
maior potência) deve-se somar suas potências e considerá-los com um só motor.

Tabela 12

Fatores de demanda de equipamentos especiais

Equipamento Fator de demanda


Maior equipamento 1,00
demais 0,60

Nota: Se os maiores aparelhos tiverem potências iguais, deve-se considerar apenas um


como o maior.

Tabela 13

Fatores de demanda de hidromassagem

Nº de aparelhos Fator de demanda


1 1,00
2 0,56
3 0,47
4 0,39
acima de 4 0,39

Página 49 Revisão 05 – 09/2009


Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
ND.10 Secundária a Edificações Individuais

Tabela 14
Dispositivos para redução da corrente de partida de motores elétricos

Página 50 Revisão 05 – 09/2009


Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
ND.10 Secundária a Edificações Individuais

Tabela 15

Motores monofásicos - potência nominal, potência absorvida da rede em W e VA,


correntes nominais e de partida
Potência
Potência absorvida Corrente Corrente
nominal nominal (A) de partida (A) cos Ø
da rede
(cv ou HP) médio
W VA 110 V 220 V 110 V 220 V
¼ 420 660 5,9 3,0 27 14 0,63
⅓ 510 770 7,1 3,5 31 16 0,66
½ 790 1 180 11,6 5,4 47 24 0,67
¾ 900 1 340 12,2 6,1 63 33 0,67
1 1 140 1 560 14,2 7,1 68 35 0,73
1½ 1 670 2 350 21,4 10,7 96 48 0,71
2 2 170 2 970 27,0 13,5 132 68 0,73
3 3 220 4 070 37,0 18,5 220 110 0,79
5 5 110 6 160 - 28,0 145 0,83
7½ 7 070 8 840 - 40,2 210 0,80
10 9 310 11 640 - 52,9 260 0,80
12 ½ 11 580 14 940 - 67,9 330 0,78
15 13 720 16 940 - 77,0 408 0,81

Nota: As correntes nominais e de partida apresentadas na tabela acima podem ser


utilizadas quando não for possível obtê-las nas placas dos motores.

Página 51 Revisão 05 – 09/2009


Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
ND.10 Secundária a Edificações Individuais

Tabela 16
Motores trifásicos - potência nominal, potência absorvida da rede em W e VA, correntes
nominais e de partida
Potência Corrente Corrente
Potência absorvida da rede nominal (A) de partida (A) cos ø
nominal
W VA 380 V 220 V 380 V 220 V médio
(cv ou HP)
⅓ 390 650 0,9 1,7 4,1 7,1 0,61
½ 580 870 1,3 2,3 5,8 9,9 0,66
¾ 830 1 260 1,9 3,3 9,4 16,3 0,66
1 1 050 1 520 2,3 4,0 11,9 20,7 0,69
1½ 1 540 2 170 3,3 5,7 19,1 33,1 0,71
2 1 950 2 700 4,1 7,1 25,0 44,3 0,72
3 2 950 4 040 6,1 10,6 38,0 65,9 0,73
4 3 720 5 030 7,6 13,2 43,0 74,4 0,74
5 4 510 6 020 9,1 15,8 57,1 98,9 0,75
7½ 6 570 8 650 12,7 22,7 90,7 157,1 0,76
10 8 890 11 540 17,5 30,3 116,1 201,1 0,77
12 ½ 10 850 14 090 21,3 37,0 156,0 270,5 0,77
15 12 820 16 650 25,2 43,7 196,6 340,6 0,77
20 17 010 22 100 33,5 58,0 243,7 422,1 0,77
25 20 920 25 830 39,1 67,8 275,7 477,6 0,81
30 25 030 30 520 46,2 80,1 326,7 566,0 0,82
40 33 380 39 740 60,2 104,3 414,0 717,3 0,84
50 40 930 48 730 73,8 127,9 528,5 915,5 0,84
60 49 420 58 150 88,1 152,6 632,6 1 095,7 0,85
75 61 440 72 280 109,5 189,7 743,6 1 288,0 0,85
100 81 230 95 560 144,8 250,8 934,7 1 619,0 0,85
125 100 670 117 050 177,3 307,2 1 162,7 2 014,0 0,85
150 120 090 141 290 214,0 370,8 1 455,9 2 521,7 0,85
200 161 650 190 180 288,1 499,1 1 996,4 3 458,0 0,85
Nota: As correntes nominais e de partida apresentadas na tabela acima podem ser
utilizadas quando não for possível obtê-las nas placas dos motores.

Página 52 Revisão 05 – 09/2009


Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
ND.10 Secundária a Edificações Individuais

Tabela 17
Eletrodutos de PVC rígido tipo rosqueável

Diâmetro
nominal Diâmetro externo Tolerância
(mm) (mm)
(DN)

20 21,1 ± 0,3

32 33,2 ± 0,3

40 42,2 ± 0,3

50 47,8 ± 0,3

60 59,4 ± 0,4

Nota: Características dos eletrodutos de PVC rígido de acordo com a ABNT NBR 15465.

Tabela 18

Eletrodutos rígidos de aço-carbono

Diâmetro Diâmetro externo


nominal Espessura da
Mínimo Máximo parede (mm)
(DN) (mm) (mm)

15 20,00 20,40 1,50

25 31,50 31,90 1,50

32 40,50 41,00 2,00

40 46,60 47,10 2,25

50 58,40 59,00 2,25

Nota: Características dos eletrodutos de aço-carbono de acordo com a ABNT NBR 5624.

Página 53 Revisão 05 – 09/2009


Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
ND.10 Secundária a Edificações Individuais

Tabela 19
Carga mínima e fatores de demanda para iluminação e tomadas de uso geral

Carga mínima
Descrição Fator de demanda
(W/m2)
Auditório, salões para 10 1,00
exposições e semelhantes
Bancos, lojas e semelhantes
30 1,00
Barbearia, salões de beleza e
30 1,00
semelhantes
Clubes e semelhantes 20 1,00
Escolas e semelhantes 30 1,00 para os primeiros 12 kW
0,50 para o que exceder 12 kW
1,00 para os primeiros 20 kW
Escritórios (edifícios) 30
0,70 para o que exceder 20 kW
Administração de edifícios de 1,00 da carga de iluminação mais
5
uso coletivo 0,50 da carga de tomadas
Garagens comerciais e
5 1,00
semelhantes
0,40 para os primeiros 50 kW
Hospitais e semelhantes 20
0,20 para o que exceder 50 kW
0,50 para os primeiros 20 kW
Hotéis e semelhantes 20
0,40 para o que exceder 20 kW
Igrejas e semelhantes 10 1,00
Valor declarado pelo
Indústrias 1,00
interessado
Restaurantes e semelhantes
20 1,00

Notas:
1. A carga mínima indicada na tabela refere-se à carga recomendada para instalações de
iluminação e tomadas, utilizando lâmpadas incandescentes. No caso de outros tipos de
lâmpadas, consultar os catálogos de fabricantes;
2. No caso de lojas, deve-se considerar a carga adicional de 700 W/m de vitrine, medida
horizontalmente ao longo de sua base;
3. Os fatores de demanda indicados aplicam-se para qualquer tipo de lâmpada de iluminação
externa;
4. Quando a unidade consumidora possuir cozinha, deve ser considerado exclusivamente
para ela fator de demanda igual a 1,00, para as demais dependências da unidade
consumidora, considerar os valores indicados na tabela.

Página 54 Revisão 05 – 09/2009


Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
ND.10 Secundária a Edificações Individuais

Tabela 20
Dimensionamento de eletrodutos e postes para atendimento a
dois consumidores no mesmo terreno - tensão de fornecimento 127/220 V
Categorias Eletroduto Poste

Aço-carbono
PVC Aço (seção) Concreto
Consumidor 1 Consumidor 2 duplo T
(DN) (DN) Circular Quadrada (m x daN)
(mm) (mm)

A1 – A2 –A3 A1 – A2 –A3

A1 B1 – B2 – C1 32 25 Ø 101,6 x 4,75 80 x 80 x 3,0 7,5 x 90


A2 - B1 – C1
B1
B2
A2 B2

B1 A3 32 25 7,5 x 200

C1 A2

B2 A3 – B2 – B3
40 32 7,5 x 200
A1 – A2 – A3
B3
B1 – B3
A3 – B2 – B3
C1
C1 (*)
40 32 7,5 x 200
A1 – A2 –A3
C2
B1 – B2
C2 B3 – C1
(*)
50 40 7,5 x 200
C3 A1 – A2 – B1

C2 C2
(**)
A3 – B2 – B3 50 40 7,5 x 200
C3
C1
(**)
C3 C2 – C3 60 50 7,5 x 200

Notas:
1. Os dimensionamentos dos eletrodutos referem-se aos diâmetros mínimos
recomendados. Caso seja necessário, podem ser utilizados eletrodutos de diâmetros
maiores.
2. O vão máximo dos ramais de ligação indicados com (*) é de 25 metros e para os
indicados com (**) é de 20 metros, para ramal de cobre. Caso o ramal seja de alumínio,
essas limitações não se aplicam. Para as demais ligações o vão máximo do ramal é de
30 metros.

Página 55 Revisão 05 – 09/2009


Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
ND.10 Secundária a Edificações Individuais

Tabela 21
Dimensionamento de eletrodutos e postes para atendimento a
dois consumidores no mesmo terreno - tensão de fornecimento 220/380 V
Categorias Eletroduto Poste

Aço-carbono
PVC Aço (seção) Concreto
Consumidor 1 Consumidor 2 duplo T
(DN) (DN) Circular Quadrada (m x daN)
(mm) (mm)

A4 – A5
A4 – A5
B4 – B5
B4 B4 – B5 32 25 Ø 101,6 x 4,75 80 x 80 x 3,0 7,5 x 90

C7 A4 -B4 - C7

B5 B5
A4 – A5
B6
B4 – B5 – B6
40 32 Ø 101,6 x 4,75 80 x 80 x 3,0 7,5 x 90
A4 – B4 C8 – C9
A5 - B5 – B6
C7
C8
C7 C9 50 40 Ø 101,6 x 4,75 80 x 80 x 3,0 7,5 x 90
A5 - B5 – B6
C8
C8 40 32 7,5 x 200
C9 B5
A5 -B6
C9
C8 - C9
A4 – A5 50 40 7,5 x 200
C10 B4 - B5 –B6
C7 – C8
C10 C9 – C10 60 50 7,5 x 200

Notas:
1. Os dimensionamentos dos eletrodutos referem-se aos diâmetros mínimos
recomendados. Caso seja necessário, podem ser utilizados eletrodutos de diâmetros
maiores.
2. O vão máximo do ramal de ligação é de 30 metros.

Página 56 Revisão 05 – 09/2009


Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
ND.10 Secundária a Edificações Individuais

DESENHOS

Página 57 Revisão 05 –08/2009


Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
ND.10 Secundária a Edificações Individuais

Página 58 Revisão 05 –08/2009


Dimensões em milímetros

Trecho AB - Ramal de ligação (até 30 m)


BC - Ramal de entrega embutido
B - Ponto de entrega

A
Ponto de entrga

B
Rede secundária
de distribuição

Condutor do ramal
de entrada

Condutor do ramal
de ligação Eletroduto do ramal
de entrada

Medição e proteção
C

Circuito alimentador
Cavidade para inspeção embutido
do aterramento

Figura 1 - Medição em poste particular


Trecho AB - Ramal de ligação (até 30 m)
BC - Ramal de entrada embutido
CD - Rircuito alimentador embutido
DE - Circuito alimentador aéreo
B - Ponto de entrega

Condutor do circuito
alimentador aéreo
A isolado
Poste particular

B
D

Rede secundária
de distribuição Condutor do ramal
de entrada

Condutor do ramal E
de ligação
Eletroduto do ramal
de entrada

c
Medição e proteção

Poste particular

Cavidade para inspeção


do aterramento

Figura 2 - Medição em muro

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.01.01/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Componentes da entrada de serviço ND.10.01.01/1
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

500 máx.
Poste particular

Pontalete

6 000 mín.

3 500 mín.
5 500 mín.
(ver nota 1)
h

Muro Muro

Passeio Rua Passeio

Poste particular
500 máx.

Pontalete
6 000 mín.
5 500 mín.
(ver nota 1)
h

Muro

Passeio Rua Passeio

Nota:
A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
• 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
• 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
• 6,0 m - cruzando local acessível a veículos pesados.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.02.01/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Alturas mínimas dos condutores da entrada de serviço ND.10.02.01/1
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

500
500
1200

1200
1200 1200 1200 1200

500

LEGENDA
Local onde não e permitido a fixação dos condutores do ramal de ligação na fachada.

Nota:
A fixação dos condutores do ramal de ligação na fachada só é permitida fora da área acima
indicada, devendo atender as distâncias mínimas dos condutores ao solo.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.02.02/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Afastamentos mínimos para entrada de serviço em
ND.10.02.02/1
fachada
Folha 1/1
1. Edificação no alinhamento da calçada com espaço
livre nas laterais:
- Instalar o poste junto ao alinhamento e a caixa de
medição no poste ou em muro ou mureta.

2. Edificação ocupando toda a frente do terreno:


- Fixar o ramal diretamente na parede quando tiver
altura suficiente. Medição na parede interna com
caixa com leitura voltada para calçada.
- Utilizar pontalete quando a altura da edificação não
for suficiente. Medição na parede interna com caixa

PÚBLICA
com leitura voltada para calçada.

3. Edificação recuada do alinhamento da


calçada com espaço livre nas laterais:
- Utilizar poste junto ao alinhamento e a
caixa de medição no poste ou em muro
ou mureta.

4. Dois consumidores Consumidor 1


atendidos com um único
poste na divisa de duas
propriedades:
- Instalar o poste na divisa,
próximo ao alinhamento

VIA
da calçada e as caixas de
medição no poste ou em
muro ou mureta.
Divisa de
propriedade

Consumidor 2

5. Dois consumidores no mesmo terreno


(ex. unidades consumidoras na
frente e no fundo do terreno):
- Utilizar poste junto ao alinhamento
com a calçada e as medições em
muro ou mureta.

Notas:
1. Para a localização do ponto de entrega observar o item 4.14.
2. Para a localização da medição, observar o item 9.1.
3. O vão do ramal de ligação não deve ser superior a 30 m.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.03.01/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Disposições da entrada de serviço ND.10.03.01/1
Folha 1/1
CAIXA TIPO E, IV, V ou VII
MEDIÇÃO VOLTADA PARA A CALÇADA CAIXA TIPO II, III E ou VI

Caixa de
medição
Caixa de medição

Fig. 1 - Medição voltada para a calçada


no alinhamento com a via pública Fig. 4 - Na divisa de propriedades (lateral)

Caixa de
medição

Caixa de medição Caixa de medição


Fig. 5 - Na divisa com a via pública
Fig. 2 - Medições voltadas para a calçada
no alinhamento com a via pública

Caixa de
medição

Caixa de medição Caixa de medição Fig.6 - Na divisa com a via pública


(sem muro na frente)
Fig. 3 - Medições voltadas para a calçada
em muro recuado

Notas:
1. Para a localização do ponto de entrega observar o item 4.1.
2. Para a localização da medição, observar o item 9.1.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.03.02/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Localização preferencial da caixa de medição ND.10.03.02/1
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

Pingadeira construida com concreto,


telha, lajota ou material equivalente.

Parafuso passante ou braçadeira

150

100
150 a 500
Eletroduto do ramal de entrada de
PVC ou aço galvanizado (se o
eletroduto for de aço colocar bucha)

Curva de 135º (mínimo)


ou cabeçote

Deixar 500 mm por condutor


Mínimo 3 voltas de arame de aço 14 BWG ou DETALHE 2
braçadeira de aço zincado. Para regiões
litorâneas utilizar fio de cobre com seção de 2,5 mm²

Detalhe 2
Ver nota 1

Circuito alimentador:
h

condutor isolado de
mesma seção do
Detalhe 1
ramal de entrada

Eletroduto de 1 400 a 1 600


de aterramento
Ver nota 2

Condutor de aterramento
e

Cavidade para inspeção


do aterramento
Deixar 300 mm
mínimo por
condutor

Haste de aterramento Arruela


v

50
0

Bucha

DETALHE 1

Notas:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
• 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
• 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
• 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Engastamento do poste: e = 1,35 m para postes de 7,50 m;
3. Este padrão é aplicável aos seguintes tipos de atendimento: A (monofásico) e B (bifásico).

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.04.01/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Padrão de entrada com caixa tipo II
ND.10.04.01/1
Instalação em muro
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

Parafuso passante ou braçadeira

Eletroduto do ramal de entrada de


PVC ou aço galvanizado (se o

100
eletroduto for de aço colocar bucha)

150 a 500

300
Circuito alimentador aéreo

200 200
Deixar 500mm por condutor

300
Curva de 135º (mínimo)
ou cabeçote

Detalhe 1
Mínimo 3 voltas de arame de aço 14 BWG ou
Ver nota 1

braçadeira de aço galvanizado. Para regioes


litorâneas utilizar fio de cobre com seção de 2,5mm²
h

1 400 a 1 600

Eletroduto de aterramento
Condutor de aterramento

Cavidade para inspeção


do aterramento
Arruela
Ver nota 2
e

Haste de aterramento
Bucha Deixar 300mm
mínimo por
condutor
v

500

DETALHE 1

Notas:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
• 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
• 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
• 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Engastamento do poste: e = 1,35 m para postes de 7,50 m;
3. Este padrão é aplicável aos seguintes tipos de atendimento: Tipo A (monofásico) e B
(bifásico).

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.04.02/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Padrão de entrada com caixa tipo II
ND.10.04.02/1
Instalação ao tempo
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

100
Ramal de ligação

150 a 500
Arame 12 BWG (mínimo) 5 voltas
(ver nota 2)

2 000 máx.
Deixar sobras
suficientes para

400 mín.
ligação com o ramal

1 000 min.
ver nota 1
h

1 000 máx.

1 400 a 1 600

Condutor de aterramento
<500

Cavidade para inspeção


Haste de aterramento do aterramento

Notas:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
• 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
• 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
• 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Para instalações no litoral utilizar fio de cobre meio duro, seção 16 mm2 em substituição ao
arame de aço.
3. A instalação com pontalete é permitida somente quando não existirem condições para
instalação com poste.
4. Este padrão é aplicável aos seguintes tipos de atendimento: Tipo A (monofásico) e B (bifásico).

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.04.03/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Padrão de entrada com caixa tipo II
ND.10.04.03/1
Instalação com pontalete
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

Chumbador
Ramal de ligação

150 a 500
150

100
min.

Deixar 500 mm
por condutor

1000
(máx.)
ver nota 1
h

1400 a 1600

Aterramento
<500

Cavidade para inspeção


Haste de aterramento do aterramento

Notas:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
• 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
• 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
• 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Em edificações de alvenaria o eletroduto do ramal de entrada deve ser embutido.
3. A armação secundária deve ser fixada na parede através de parafuso chumbador que suporte
os esforços mecânicos do ramal de ligação a ser instalado.
4. Este tipo de instalação é permitido somente quando não existirem condições para instalação
com poste.
5. Este padrão é aplicável aos seguintes tipos de atendimento: Tipo A (monofásico) e B (bifásico).

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.04.04/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Padrão de entrada com caixa tipo II
ND.10.04.04/1
Instalação em parede
Folha 1/1
Dimensões em milímetros
Pingadeira construída com concreto,
telha, lajota ou material equivalente.

Parafuso passante ou braçadeira


150

100
150 a 500
Eletroduto do ramal de entrada de
PVC ou aço galvanizado (se o
eletroduto for de aço colocar bucha)

Curva de 135º (mínimo)


ou cabeçote

Deixar 500mm por condutor


Mínimo 3 voltas de arame de aço 14BWG ou Detalhe 2
braçadeira de aço zincado. Para regiões
litorâneas utilizar fio de cobre com seção de 2,5mm²

Detalhe 2
Ver nota 1

Circuito alimentador:
h

condutor isolado de seção igual


ou maior ao do ramal de entrada
Detalhe 1

1 400 a 1 600
Eletroduto de
aterramento

Condutor de aterramento

Cavidade para inspeção


do aterramento
Ver nota 2
e

Haste de aterramento Deixar 300 mm


mínimo por
v

500 condutor

Arruela

Bucha

DETALHE 1

Notas:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
• 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
• 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
• 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Engastamento do poste: e = 1,35 m para postes de 7,50 m.
3. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimentos com medição direta.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: -
05 30-09-2009

DESENHO
Padrão de entrada com caixa tipo E
ND.10.05.01/1
Instalação em muro
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

Parafuso passante ou braçadeira

100
Circuito alimentador

150 a 500
aéreo
Ramal de ligação

300
Deixar 500mm
por condutor NEUTRO

200 200 200


FASE A
FASE B
Curva de 135º
mínimo ou cabeçote FASE C

300
Eletroduto do ramal de
entrada de PVC ou aço
galvanizado (se o eletroduto
for de aço colocar bucha)

Mínimo de 3 voltas de
arame de aço 14 BWG
ou braçadeira de aço
galvanizado. Para regiões
litorâneas utilizar fio de
cobre com seção de Eletroduto de saída
2,5mm².
ver nota 1
h

Deixar 300 mm
(mínimo) por condutor
Ver detalhes de
fixação das caixas
1 400 a 1 600

Eletroduto de aterramento <500

Condutor de aterramento

Cavidade para inspeçâo


de aterramento
ver nota 2
e

Haste de aterramento

Notas:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
• 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
• 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
• 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Engastamento do poste: e = 1,35 m para postes de 7,50 m.
3. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimentos com medição direta.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: -
05 30-09-2009

DESENHO
Padrão de entrada com caixa tipo E
ND.10.05.02/1
Instalação ao tempo
Folha 1/1
Dimensões em milímetros
A

Parafuso passante
ou braçadeira
Eletroduto do ramal de entrada de
PVC ou aço galvanizado.
Se o eletroduto for de aço, colocar bucha.

100
3 voltas (mín.) de arame de aço 14 BWG
ou braçadeira de aço galvanizado.

150 a 500
Nas regiões litorâneas utilizar fio
de cobre de seção 2,5 mm².
(Mínimo de 3 amarrações)

Deixar 500 mm
por condutor Condutor de
aterramento
ver nota 1
h

B A

Cavidade para inspeção


do aterramento

Visto por B

Pingadeira

Base de
concreto

1 400 a 1 600

Calçada

Haste de
^

500 aterramento

Corte AA

Notas:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
• 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
• 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
• 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Engastamento do poste: e = 1,35 m para postes de 7,50 m.
3. Devem ser deixadas, dentro do compartimento de medição, sobras de condutores flexíveis de
aproximadamente 600 mm.
4. A caixa tipo E deve ser instalada de forma a permitir abertura da porta em 180º.
5. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimentos com medição direta.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: -
05 30-09-2009

DESENHO
Padrão de entrada com caixa tipo E
ND.10.05.03/1
Instalação com leitura voltada para calçada
Folha 1/1
Dimensões em milímetros
Pingadeira construída com concreto,
telha, lajota ou material equivalente.

Parafuso passante ou braçadeira


150

100
150 a 500
Eletroduto do ramal de entrada de
PVC ou aço galvanizado (se o
eletroduto for de aço colocar bucha)

Curva de 135º (mínimo)


ou cabeçote

Deixar 500mm por condutor


Mínimo 3 voltas de arame de aço 14BWG ou Detalhe 2
braçadeira de aço zincado. Para regiões
litorâneas utilizar fio de cobre com seção de 2,5mm²

Detalhe 2
Ver nota 1

Circuito alimentador:
h

condutor isolado de seção igual


ou maior ao do ramal de entrada
Detalhe 1

1 400 a 1 600
Eletroduto de
aterramento

Condutor de aterramento

Cavidade para inspeção


do aterramento

Deixar 300mm
Ver nota 2

mínimo por
condutor
e

Haste de aterramento
v

500

Arruela

Bucha

DETALHE 1

Notas:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
• 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
• 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
• 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Engastamento do poste: e = 1,35 m para postes de 7,50 m.
3. Devem ser deixadas, dentro do compartimento de medição, sobras de condutores flexíveis de
aproximadamente 600 mm.
4. A caixa tipo III deve ser instalada de forma a permitir abertura da porta em 180º.
5. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimento com medição direta.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: -
05 30-09-2009

DESENHO
Padrão de entrada com caixa em fibra de vidro tipo III
ND.10.06.01/1
Instalação em muro
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

Parafuso passante ou braçadeira

100
Circuito alimentador

150 a 500
aéreo
Ramal de ligação

300
Deixar 500mm
por condutor NEUTRO

200 200 200


FASE A
FASE B
Curva de 135º
mínimo ou cabeçote FASE C

300
Eletroduto do ramal de
entrada de PVC ou aço
galvanizado (se o eletroduto
for de aço colocar bucha)

Mínimo de 3 voltas de
arame de aço 14 BWG
ou braçadeira de aço
galvanizado. Para regiões
litorâneas utilizar fio de
cobre com seção de Eletroduto de saída
2,5mm².
ver nota 1
h

Deixar 300 mm
(mínimo) por condutor
Ver detalhes de
fixação das caixas
1 400 a 1 600

Eletroduto de aterramento
<500
Condutor de aterramento

Cavidade para inspeçâo


de aterramento
ver nota 2
e

Haste de aterramento

Notas:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
• 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
• 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
• 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Engastamento do poste: e = 1,35 m para postes de 7,50 m.
3. Devem ser deixadas, dentro do compartimento de medição, sobras de condutores flexíveis de
aproximadamente 600 mm.
4. A caixa tipo III deve ser instalada de forma a permitir abertura da porta em 180º.
5. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimento com medição direta.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: -
05 30-09-2009

DESENHO
Padrão de entrada com caixa em fibra de vidro tipo III
ND.10.06.02/1
Instalação ao tempo
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

Parafuso passante
ou braçadeira
Eletroduto do ramal de entrada de
PVC ou aço galvanizado.
Se o eletroduto for de aço, colocar bucha.

100
3 voltas (mín.) de arame de aço 14 BWG
ou braçadeira de aço galvanizado.

150 a 500
Nas regiões litorâneas utilizar fio
de cobre de seção 2,5 mm².
(Mínimo de 3 amarrações)

Deixar 500 mm
por condutor Condutor de
aterramento
ver nota 1
h

B A

Cavidade para inspeção


do aterramento

Visto por B

Pingadeira

Base de
concreto

1 400 a 1 600

Calçada

Haste de
^

500 aterramento

Corte AA

Notas:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
• 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
• 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
• 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Engastamento do poste: e = 1,35 m para postes de 7,50 m.
3. Devem ser deixadas, dentro do compartimento de medição, sobras de condutores flexíveis de
aproximadamente 600 mm.
4. A caixa tipo IV deve ser instalada de forma a permitir abertura da porta em 180º.
5. Este padrão é aplicável aos seguintes tipos de atendimento: Tipo A (monofásico) e B
(bifásico).

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: -
05 30-09-2009

DESENHO
Padrão de entrada com caixa em fibra de vidro tipo IV
ND.10.06.03/1
Instalação com leitura voltada para a calçada
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

Alternativa de entrada 1

Alternativa de entrada 2

Parafuso passante
ou braçadeira
Eletroduto do ramal de entrada de
PVC ou aço galvanizado.
Se o eletroduto for de aço, colocar bucha.

100
3 voltas (mín.) de arame de aço 14 BWG
ou braçadeira de aço galvanizado.

150 a 500
Nas regiões litorâneas utilizar fio Eletroduto de
de cobre de seção 2,5 mm². aterramento
(Mínimo de 3 amarrações)
Condutor de
Deixar 500 mm aterramento
por condutor
ver nota 1
h

A
B

Cavidade para inspeção


do aterramento

Visto por B

Pingadeira

Base de
concreto

1 400 a 1 600

Calçada 500 mín.

500
Haste de
^

aterramento

Corte AA

Notas:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
• 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
• 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
• 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Engastamento do poste: e = 1,35 m para postes de 7,50 m.
3. Devem ser deixadas, dentro do compartimento de medição, sobras de condutores flexíveis de
aproximadamente 600 mm.
4. A caixa tipo V deve ser instalada de forma a permitir abertura da porta em 180º.
5. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimento com medição direta.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: -
05 30-09-2009

DESENHO
Padrão de entrada com caixa em fibra de vidro tipo V
ND.10.06.04/1
Instalação com leitura voltada para a calçada
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

15
Circulação de ar

50
50
Entradas de ar

50
200 máx.

1 400 a 1 600
50

< 500

10

10

Vista lateral Vista frontal


Notas:
1. Para instalação em muro, o corpo da caixa deve ser embutida mantendo um afastamento de
15 mm em relação à face externa do muro acabado, para permitir a fácil instalação da tampa e
não obstruir as entradas de ar da caixa.
2. O eletroduto de interligação entre a caixa de medição e a caixa de proteção deve ser de
mesma seção do eletroduto do ramal de entrada.
3. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimento com medição direta.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.08.01/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Padrão de entrada com caixa tipo VI
ND.10.07.01/1
Instalação em muro
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

50
Circulação
de ar
50
15

50

Entradas de ar

Ver detalhe

50
200 (máx.) 1 400 a 1 600

Vista frontal da
< 500
caixa de medição

10

10

Lado da calçada
Vista frontal da
caixa de proteção

Detalhe 1

Muro
Caixa de medição
voltada para calçada

30°

100

Parafuso de lacre

100

Vista lateral Vista frontal

Notas:
1. Para instalação em muro, o corpo da caixa deve ser embutida mantendo um afastamento de
15 mm em relação à face externa do muro acabado, para permitir a fácil instalação da tampa e
não obstruir as entradas de ar da caixa.
2. O eletroduto de interligação entre a caixa de medição e a caixa de proteção deve ser de
mesma seção do eletroduto do ramal de entrada.
3. Para instalação com a medição voltada para a calçada, o lacre da caixa de medição deve ser
acessível pela parte interna do terreno do consumidor.
4. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimento com medição direta.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.08.02/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Padrão de entrada com caixa tipo VII
ND.10.07.02/1
Instalação com leitura voltada para calçada
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

Parafuso passante ou braçadeira

100
Circuito alimentador

150 a 500
Ramal de ligação aéreo

300
Deixar 500mm
por condutor NEUTRO

200 200 200


FASE A
FASE B
Curva de 135º
mínimo ou cabeçote FASE C

300
Eletroduto do ramal de
entrada de PVC ou aço
galvanizado (se o eletroduto
for de aço colocar bucha)
Eletroduto de saída

Mínimo de 3 voltas de
ver nota 1

arame de aço 14 BWG


h

ou braçadeira de aço
galvanizado.

1 400 a 1 600

<500
<500
Condutor de aterramento

Cavidade para
ver nota 2

inspeção do
aterramento
e

Haste de aterramento

Notas:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
• 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
• 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
• 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Engastamento do poste: e = 1,35 m para postes de 7,50 m.
3. As caixas de medição podem ser instaladas embutidas em muro.
4. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimento com medição direta.
5. Para utilização de caixas tipo E os eletrodutos devem ser inseridos na caixa pela parte lateral.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.09.01/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Padrão de entrada para ligação de dois consumidores
ND.10.08.01/1
com um único poste na divisa
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

100
Parafuso passante ou braçadeira

150 a 500
Ramal de ligação
Consumidor 2
Consumidor 1

Deixar 500mm
por condutor

Curva de 135º
Eletroduto de PVC ou aço galvanizado
ou cabeçote
(se for de aço colocar bucha)

Mínimo de 3 voltas de arame de aço 14 BWG


ou braçadeira de aço galvanizado
h

100 máx.

Circuito alimentador
embutido

Saída consumidor 1
Saída consumidor 2

1 400 a 1 600
Condutor de
aterramento

Caixa para inspeção


de aterramento
e

Haste de aterramento

Notas:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
• 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
• 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
• 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Engastamento do poste: e = 1,35 m para postes de 7,50 m.
3. Os condutores dos ramais de entrada dos consumidores devem ser independentes e
embutidos em um único eletroduto dimensionados conforme Tabela 20 ou Tabela 21.
4. As caixas de medição devem ter identificação com os números das casas correspondentes.
5. Este padrão pode ser montado com as caixas tipos II,III, IV, V, E, VI ou VII. Quando utilizadas
as caixas VI ou VII devem ser previstas as respectivas caixas de proteção.
6. Pode ser utilizada também a caixa tipo K, neste caso deve haver um compartimento ou caixa
adicional para instalação das proteções gerais.
7. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimento com medição direta.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.09.02/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Padrão de entrada para atendimento de dois
ND.10.08.02/1
consumidores no mesmo terreno
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

100
Parafuso passante ou braçadeira

150 a 500
Ramal de ligação

Deixar 500 mm
por condutor
Eletroduto de PVC ou aço galvanizado
(se for de aço colocar bucha)

Curva de 135º
ou cabeçote Mínimo de 3 voltas de arame de aço 14 BWG ou
braçadeira de aço galvanizado. Para regiões
litorâneas utilizar fio de cobre com seção de 2,5mm².

Pingadeira construida de concreto,


telha, lajota ou material equivalente

Caixa tipo "M" Caixa tipo "T"


(ver nota 3)
ver nota 1

Chave Medidor
seccion.
h

sem
fusiveis
300

Proteção
Bloco de da bomba
aferição de incêndio

1 600 a 1 800
Carga

Chave seccionadora de abertura com carga


Transformadores
de corrente com fusíveis ou disjuntor (ver item 8)

Eletroduto de
aterramento

Condutor de aterramento

Cavidade para inspeção


do aterramento
ver nota 2
e

Haste de aterramento

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.10.01/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Padrão de entrada para medição indireta
ND.10.09.01/1
Instalação ao tempo
Folha 1/2
Dimensões em milímetros

Ramal de ligação

150 a 500
Deixar 500 mm
por condutor

Eletrodutor do ramal de entrada


Curva de 135º
ou cabeçote

Pingadeira construida de concreto,


telha, lajota ou material equivalente

Caixa tipo "M" Caixa tipo "T"


ver nota 1
h

1 600 a 1 800
porta externa porta externa porta externa

Eletroduto de
aterramento

Condutor de aterramento

Cavidade para inspeção


do aterramento
ver nota 2
e

Haste de aterramento

Notas:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
• 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
• 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
• 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Engastamento do poste: e = 1,35 m para postes de 7,50 m.
3. Para instalação da proteção geral utilizar a caixa tipo T ou outro tipo de caixa com dimensões
adequadas para abrigar o dispositivo de proteção e manobra.
4. Como opção, pode ser instalada em conjunto com a caixa tipo M, a caixa para leitura voltada
para calçada, conforme padronização ND.10.09.03/1.
5. Serão ligadas somente as instalações com a caixa tipo M conforme padronização
ND.10.16.04/1.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.10.01/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Padrão de entrada para medição indireta
ND.10.09.01/1
Instalação ao tempo
Folha 2/2
Dimensões em milímetros

Deixar 500mm
por condutor

Chave seccionadora
sem fusiveis

Caixa para dispositivo


Proteção da proteção e seccionamento
bomba de (ver nota 3)
incêndio

"h" da calçada ver nota 1


Caixa tipo "T" Caixa tipo "M"

ALINHAMENTO DO PASSEIO
Carga

Chave seccionadora de abertura com carga Transformadores


com fusíveis ou disjuntor (ver item 8) de corrente

Eletroduto de
aterramento

Condutor de aterramento
nível do passeio

Cavidade para inspeção


do aterramento

Haste de aterramento

Notas:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
• 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
• 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
• 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Engastamento do poste: e = 1,35 m para postes de 7,50 m.
3. Para instalação da proteção geral utilizar a caixa tipo T ou outro tipo de caixa com dimensões
adequadas para abrigar o dispositivo de proteção e manobra.
4. Como opção, pode ser instalada em conjunto com a caixa tipo M, a caixa para leitura voltada
para calçada, conforme padronização ND.10.09.03/1.
5. Serão ligadas somente as instalações com a caixa tipo M conforme padronização
ND.10.16.04/1.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.10.02/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Padrão de entrada para medição indireta
ND.10.09.02/1
Instalação abrigada
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

Deixar 500mm
por condutor

Chave seccionadora
Caixa para dispositivo sem fusiveis
Proteção da proteção e seccionamento
bomba de (ver nota 2)
incêndio

"h" da calçada ver nota 1


Caixa de medição
(ver nota 3) Caixa tipo "M"

Bloco de
aferição

Medidor

Carga

Chave seccionadora de abertura com carga


Transformadores
com fusíveis ou disjuntor (ver item 8)
de corrente

Eletroduto de
aterramento

Condutor de aterramento
nível do passeio

Cavidade para inspeção


do aterramento

Haste de aterramento

Notas:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
• 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
• 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
• 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Engastamento do poste: e = 1,35 m para postes de 7,50 m.
3. Para instalação da proteção geral utilizar a caixa tipo T ou outro tipo de caixa com dimensões
adequadas para abrigar o dispositivo de proteção e manobra.
4. Para leitura voltada para a calçada deve ser instalada a caixa tipo E ou VII junto à caixa tipo M.
Antes de construir, consultar a ELEKTRO quanto a necessidade da utilização de 1 (uma) ou 2
(duas) caixas para a instalação do(s) medidor(es).
5. Serão ligadas somente as instalações com a caixa tipo M conforme padronização
ND.10.16.04/1.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.10.03/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Padrão de entrada para medição indireta
ND.10.09.03/1
Instalação com leitura voltada para calçada
Folha 1/1
MONOFÁSICA BIFÁSICA

FF N N F F

F N N F

TRIFÁSICA

F F FN NF F F

Nota:
Para a ligação pela ELEKTRO, o consumidor deve deixar os condutores conectados ao disjuntor
e ao aterramento.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.11.01/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Esquemas de ligações das medições ND.10.10.01/1
Folha 1/1
A A B B

CAIXA DE MEDIÇÃO EM POSTE


CIRCULAR DE AÇO
CAIXA DE MEDIÇÃO EM POSTE
DUPLO T

CORTE BB
CORTE AA

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.12.01/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Sugestões de fixação da caixa de medição em poste ND.10.11.01/1
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

Parafuso passante

100
ou braçadeira

150 a 500
Ramal de ligação

Deixar 500mm
por condutor
Eletroduto do ramal de entrada

Curva de 135º
ou cabeçote

Amarrações do eletroduto

Aterramento do
poste metálico

1 400 a 1 600
1 100

Caixa para inspeção


de aterramento

Haste de aterramento

Nota:
O condutor de aterramento do poste de aço deve possuir a mesma secção dos condutores de
aterramento do neutro e da caixa metálica e deve ser conectado ao poste com um parafuso M6.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.13.01/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Detalhes para aterramento da caixa de medição e poste
ND.10.12.01/1
metálico
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

HASTE CANTONEIRA DE AÇO GALVANIZADO

Condutor de aterramento

Massa
calafetadora

Conector

2 400
Cavidade para inspeção
do aterramento

Cantoneira de 25 x 25 x 5 mm

HASTE DE AÇO COBREADA

Condutor de aterramento
Massa
Conector calafetadora

2 400

Cavidade para inspeção


do aterramento

Ø12 mín.

Notas:
1. O aterramento deve ser feito de acordo com o item 10 e o condutor dimensionado conforme
Tabela 1 e Tabela 2.
2. A cavidade para inspeção do aterramento deve ter no mínimo as seguintes dimensões:
200x200x200 mm.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.14.01/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Detalhes de aterramento ND.10.13.01/1
Folha 1/1
Armação ferro cantoneira
(dimensões adequadas)
Fachada ornamental
Chumbadores

Ramal de ligação

Eletroduto do ramal
Chumbadores
de entrada

Notas:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
• 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
• 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
• 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Devem ser respeitados os afastamentos mínimos entre condutores da instalação e edificações
estabelecidos nas normas brasileiras (ABNT NBR).
3. O ponto de entrega onde será instalado os condutores do ramal de ligação deve estar situado
em local de fácil acesso ao empregado da ELEKTRO.
4. O suporte onde é fixada a armação secundária para ancoragem do ramal de ligação deve ser
dimensionado para suportar os esforços mecânicos envolvidos. Neste caso, deve ser
apresentada cópia da ART do responsável técnico pela execução.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.15.01/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Fixação do ramal de ligação em edificações com fachada
ND.10.14.01/1
ornamental
Folha 1/1
Caixa de medição Caixa de dispositivos
individual de proteção

Proteção geral

Medidor
Proteção da bomba
de incêndio

Carga principal

Bomba de incêndio

Notas:
1. Deve ser instalada plaqueta metálica gravada ou esmaltada a fogo com os dizeres: BOMBA
DE INCÊNDIO.
2. Para esse tipo de instalação deve ser utilizada caixa metálica tipo K ou caixa em fibra de vidro
tipo III.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.16.01/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Esquema para ligação de bomba de incêndio em entrada
ND.10.15.01/1
individual
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

300 200

A
400

400
Marca do
Fabricante
560

560
B B
Data de
Fabricação

160
160

C C

A
CORTE AA
VISTA FRONTAL

CORTE CC CORTE BB

Nota:
1. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados pela ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.17.01/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Caixa de medição metálica tipo II
ND.10.16.01/1
(monofásica e bifásica)
Folha 1/1
Dimensões em milímetros
355 260

390
555
165

Vista frontal com tampa fechada Vista lateral com tampa

Nota:
1. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados pela ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.:
05 30-09-2009

DESENHO
Caixa de medição metálica tipo E
ND.10.16.02/1
(polifásica)
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

A
600
250
50 200 100 200 50
90

50
Painel para fixação
dos medidores
Visor 150

Visores 500
Dobradiças
invioláveis

CORTE A - A Dispositivo
para lacre
A

370
500

130

270 300 30

600

FURAÇÃO DO FUNDO DA CAIXA


Nota:
1. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados pela ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.17.05/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Caixa metálica tipo K
ND.10.16.03/1
(instalação de 2 medidores)
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

1200
A
250

50
50 200 100 200 100 200 100 200 50

Visor

150
Painel de
fixação

250
Visores
900

150
Dobradiças
invioláveis Dispositivo
para lacre
Chapa de
Aço # 14

A CORTE A - A
VISTA FRONTAL

370

900
400
130

270 300 300 300 30

FURAÇÃO DO FUNDO DA CAIXA

Nota:
1. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados pela ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.17.06/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Caixa de medição metálica tipo M
ND.10.16.04/1
medição indireta
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

600
Pino inviolável

900

100
A A

Dispositivo
Ventilação Permanente para lacre

VISTA FRONTAL

Painel de
fixação
160

2
Ø2

Ø2
250

30
90

Parafuso ponteado Ø1/4" x 1 1/2" com 2 porcas


CORTE A - A

Nota:
1. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados pela ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.17.07/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Caixa seccionadora tipo T
ND.10.16.05/1
proteção geral em medição indireta
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

272 ± 2
208 ± 8
A
1

B B

410 ± 5

Marca do
Data de Fabricante
Fabricação

A
CORTE AA
VISTA FRONTAL

Parafuso de
fixação Ø M6

CORTE BB

Legenda:

1. Corpo da caixa com proteção U.V.

2. Tampa transparente em policarbonato com proteção U.V.

3. Dispositivo para lacre da caixa

4. Placa de fixação do medidor

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.18.01/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Caixa de medição em policarbonato tipo VI-A
ND.10.17.01/1
instalação lateral
Folha 1/2
Notas:
1. Este modelo de caixa de medição aplica-se às instalações consumidoras monofásicas,
bifásicas e trifásicas com o padrão de entrada para instalação lateral.
2. A caixa de medição para instalação lateral deve lacrada pela frente.
3. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados pela ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.18.01/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Caixa de medição em policarbonato tipo VI-A
ND.10.17.01/1
instalação lateral
Folha 2/2
Dimensões em milímetros
346

377

VISTA SUPERIOR

449
470

470
Marca do
Fabricante
3

210
367

VISTA FRONTAL VISTA LATERAL

Parafuso de
fixação Ø M6

346

VISTA INFERIOR

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.18.02/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Caixa de medição em policarbonato tipo VI-B
ND.10.17.02/1
Instalação lateral
Folha 1/2
Legenda:

1. Corpo da caixa com proteção U.V.

2. Tampa transparente em policarbonato com proteção U.V.

3. Dispositivo para lacre da caixa

4. Placa de fixação do medidor

Notas:
1. Este modelo de caixa de medição aplica-se às instalações consumidoras monofásicas,
bifásicas e trifásicas com o padrão de entrada para instalação lateral.
2. A caixa de medição para instalação lateral deve lacrada pela frente.
3. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados pela ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.18.02/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Caixa de medição em policarbonato tipo VI-B
ND.10.17.02/1
Instalação lateral
Folha 2/2
Dimensões em milímetros

272 ± 2 208 ± 8

A
1

B B

410 ± 5

Marca do
Data de Fabricante
Fabricação
3

A
CORTE AA
VISTA FRONTAL

Porca sextavada Parafuso de


de fixação fixação Ø M6

CORTE BB

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.18.03/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Caixa de medição em policarbonato tipo VII-A
ND.10.17.03/1
medição voltada para calçada
Folha 1/2
Legenda:

1. Corpo da caixa com proteção U.V.

2. Tampa transparente em policarbonato com proteção U.V.

3. Dispositivo para lacre da caixa

4. Placa de fixação do medidor

Notas:
1. Este modelo de caixa aplica-se às instalações consumidoras monofásicas, bifásicas e
trifásicas com o padrão de entrada com medição voltada para a calçada.
2. A caixa de medição para instalação com medição voltada para a calçada deve ser lacrada por
trás.
3. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados pela ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.18.03/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Caixa de medição em policarbonato tipo VII-A
ND.10.17.03/1
medição voltada para calçada
Folha 2/2
Dimensões em milímetros
346

377

VISTA SUPERIOR

470 449 470

Marca do
3
Data de Fabricante
Fabricação

210
367

VISTA FRONTAL VISTA LATERAL

377 Porca sextavada Parafuso de


de fixação fixação Ø M6

346

VISTA INFERIOR

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.18.04/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Caixa de medição em policarbonato tipo VII-B - medição
ND.10.17.04/1
voltada para calçada
Folha 1/2
Legenda:

1. Corpo da caixa com proteção U.V.

2. Tampa transparente em policarbonato com proteção U.V.

3. Dispositivo para lacre da caixa

4. Placa de fixação do medidor

Notas:
1. Este modelo de caixa aplica-se às instalações consumidoras monofásicas, bifásicas e
trifásicas com o padrão de entrada com medição voltada para a calçada.
2. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados pela ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.18.04/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Caixa de medição em policarbonato tipo VII-B - medição
ND.10.17.04/1
voltada para calçada
Folha 2/2
Dimensões em milímetros

204 ± 4
A

B B
136 ± 11

Data de Marca do
Fabricação Fabricante

Vista Frontal Corte AA

TAMPA
112 ± 2

CAIXA

Corte BB
Nota:

1. Esta caixa destina-se a instalação de disjuntor monopolar para proteção geral de instalação
consumidora monofásica atendida em tensão secundária de distribuição.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.18.05/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Caixa de proteção em policarbonato tipo S-M
ND.10.17.05/1
instalação de disjuntor monopolar
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

201 ± 27
A

B B
162 ± 15

Data de Marca do
Fabricação Fabricante

Vista Frontal Corte AA

TAMPA
119 ± 21

CAIXA

Corte BB
Nota:

1. Esta caixa se destina a instalação de disjuntor bipolar para proteção geral de instalação
consumidora bifásica atendida em tensão secundária de distribuição.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.18.06/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Caixa de proteção em policarbonato tipo S-B
ND.10.17.06/1
instalação de disjuntor bipolar
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

259 ± 31

B B
186 ± 9

Marca do
Data de Fabricante
Fabricação

A
Corte AA
Vista Frontal

TAMPA
142 ± 2

CAIXA

Corte BB

Notas:
1. Esta caixa destina-se a instalação de disjuntor tripolar para proteção geral de instalação
consumidora trifásica atendida em tensão secundária de distribuição.
2. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados pela ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.18.07/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Caixa de proteção em policarbonato tipo S-T
ND.10.17.07/1
instalação de disjuntor tripolar
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

340

400
560
600

B B

160
A CORTE AA
VISTA FRONTAL

300

VISTA SUPERIOR
VISTA INFERIOR

Nota:
1. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados pela ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.19.01/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Caixa de medição em fibra de vidro tipo II
ND.10.18.01/1
(monofásica e bifásica)
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

B B

500

504

540
C C

CORTE AA
VISTA FRONTAL

640
302 302 300 300
20

75
180

75

600
CORTE CC

CORTE BB

Nota:
1. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados pela ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.19.02/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Caixa de medição em fibra de vidro tipo III
ND.10.18.02/1
(polifásica)
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

Porta interna

389
551
553
B B

170
C C
A
302 210

VISTA FRONTAL CORTE AA

Puxador
381

CORTE CC

300

260

Parafuso de fixação
VISTA POSTERIOR (com porta interna)

CORTE BB

Nota:
1. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados pela ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: -
05 30-09-2009

DESENHO
Caixa de medição em fibra de vidro tipo IV
ND.10.18.03/1
(monofásica e bifásica)
Folha 1/1
Dimensões em milímetros
602
301 301

Porta interna

460
500
A
VISTA FRONTAL(com porta interna) 250

CORTE AA

600

300 300

B
VISTA FRONTAL (sem portas)
CORTE BB

VISTA POSTERIOR

Nota:
1. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados pela ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: -
05 30-09-2009

DESENHO
Caixa de medição em fibra de vidro tipo V
ND.10.18.04/1
(polifásica)
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

100±2 100±2 100±2 100±2 100±2 100±2 100±2


FACE "B"

14 furos de Ø18mm

Identificação

Ø18

VISTO POR "A"


230
7 500

130
1 500

Comprimento Resistência
nominal nominal
L (m) (daN)
90
4 000 ± 50

7,5 200
300

Traço demarcatório
do engastamento
1 350

FACE "A"

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.20.01/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Poste de concreto duplo T para entrada de consumidor ND.10.19.01/1
Folha 1/2
Notas:
1. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados pela ELEKTRO.
2. Os postes devem possuir traço demarcatório diretamente no concreto para verificação do
engastamento.
3. Os postes de concreto armado devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO e
ABNT NBR 8451 e ABNT NBR 8452.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.20.01/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Poste de concreto duplo T para entrada de consumidor ND.10.19.01/1
Folha 2/2
Dimensões em milímetros

100
600
Furos Ø 18 mm Curva PVC 1" - 45º

Eletroduto de entrada

Identificação do poste
7 500

Encaixe para pingadeira


70 máx.

Cavidade para Caixa do medidor


colocação do lacre

Caixa da proteção
1 400 a 1 700

Traço demarcatório para


verificação do engastamento

Caixa para condutores


1 350

Caixa para condutores

FACE "A" FACE "B"

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.21.01/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

Poste de concreto com caixa de medição incorporada DESENHO


(um consumidor) ND.10.20.01/1
medição voltada para calçada Folha 1/2
Notas:
1. Este padrão é aplicável a instalação de um consumidor até a categoria C3 para tensão de
fornecimento de 220/127 V e até C10 para tensão de fornecimento de 380/220 V, com a
medição voltada para a calçada.
2. A caixa de medição deve ser lacrada pela lado oposto ao do visor.
3. Os postes devem possuir traço demarcatório diretamente no concreto para verificação do
engastamento.
4. As tampas metálicas devem ser aterradas.
5. Os componentes do padrão de entrada (seções dos condutores, diâmetros dos eletrodutos,
proteção, aterramentos, ferragens) e a resistência nominal do poste devem estar de acordo
com a categoria de atendimento correspondente à ligação do consumidor, conforme Tabela 1
ou Tabela 2.
6. Outros padrões construtivos serão aceitos mediante aprovação prévia da ELEKTRO.
7. Os postes de concreto armado devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO e
ABNT NBR 8451 e ABNT NBR 8452.
8. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados pela ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.21.01/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

Poste de concreto com caixa de medição incorporada DESENHO


(um consumidor) ND.10.20.01/1
medição voltada para calçada Folha 2/2
Dimensões em milímetros

100
600
Furos Ø 18 mm

Eletroduto de entrada - Ø 40 mm

Curva 45º PVC - Ø 40 mm

Identificação do poste
7 500

Encaixe para pingadeira

Caixa do medidor

Caixa da proteção
1 400 a 1 700

Traço demarcatório para


verificação do engastamento

Caixa para condutores


1 350

Caixa para condutores

FACE "A" FACE "B"

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.21.02/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

Poste de concreto com caixa de medição incorporada DESENHO


(um consumidor) ND.10.20.02/1
instalação lateral Folha 1/2
Notas:
1. Este padrão é aplicável a instalação de um consumidor até a categoria C3 para tensão de
fornecimento de 220/127 V e até C10 para tensão de fornecimento de 380/220 V, com
instalação lateral.
2. A caixa de medição deve ser lacrada pela frente.
3. Os postes devem possuir traço demarcatório diretamente no concreto para verificação do
engastamento.
4. As tampas metálicas devem ser aterradas.
5. Os componentes do padrão de entrada (seções dos condutores, diâmetros dos eletrodutos,
proteção, aterramentos, ferragens) e a resistência nominal do poste devem estar de acordo
com a categoria de atendimento correspondente à ligação do consumidor, conforme Tabela 1
ou Tabela 2.
6. Outros padrões construtivos serão aceitos mediante aprovação prévia da ELEKTRO.
7. Os postes de concreto armado devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO e
ABNT NBR 8451 e ABNT NBR 8452.
8. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados pela ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.21.02/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

Poste de concreto com caixa de medição incorporada DESENHO


(um consumidor) ND.10.20.02/1
instalação lateral Folha 2/2
Dimensões em milímetros

100
600
Furos Ø 18 mm
Curva 45º PVC - Ø 40 mm

Eletroduto de entrada - Ø 40 mm
Consumidor 1

Eletroduto de entrada - Ø 40 mm
Consumidor 2

Identificação do poste
7500

Encaixe para pingadeira


Caixa de medição 1
Cavidades para colocação
dos lacres
Caixa de medição 2
1 400 a 1 700

Caixa da proteção
Caixa da proteção

Traço demarcatório para


verificação do engastamento

Caixa para condutores Caixa para condutores


1 350

FACE "A" FACE "B"

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.21.03/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

Poste de concreto com caixa de medição incorporada DESENHO


(dois consumidores) ND.10.20.03/1
medição voltada para calçada Folha 1/2
Notas:
1. Este padrão é aplicável a instalação de dois consumidores até a categoria C3 para tensão de
fornecimento de 220/127 V e até C10 para tensão de fornecimento de 380/220 V, com as
medições voltadas para a calçada.
2. As caixas de medição devem ser lacradas pela lado oposto ao do visor.
3. Os postes devem possuir traço demarcatório diretamente no concreto para verificação do
engastamento.
4. As tampas metálicas devem ser aterradas.
5. Os componentes do padrão de entrada (seções dos condutores, diâmetros dos eletrodutos,
proteção, aterramentos, ferragens) devem estar de acordo com a categoria de atendimento
correspondente à ligação de cada consumidor, conforme Tabela 1 ou Tabela 2. A resistência
nominal do poste deve estar de acordo com a Tabela 20 ou Tabela 21
6. Outros padrões construtivos serão aceitos mediante aprovação prévia da ELEKTRO.
7. Os postes de concreto armado devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO e
ABNT NBR 8451 e ABNT NBR 8452.
8. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados pela ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.21.03/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

Poste de concreto com caixa de medição incorporada DESENHO


(dois consumidores) ND.10.20.03/1
medição voltada para calçada Folha 2/2
Dimensões em milímetros

100

600
Furos Ø 18 mm

Curva 45º PVC - Ø 40 mm

Eletroduto de entrada - Ø 40 mm
Curva 45º PVC - Ø 40 mm Consumidor 1

Eletroduto de entrada - Ø 40 mm
Consumidor 2

Identificação do poste
7 500

Encaixe para pingadeira


Caixa de medição 1

Caixa de medição 2
1 400 a 1 700

Caixa da proteção

Traço demarcatório para


verificação do engastamento

Caixa para condutores


Caixa para condutores
1 350

FACE "A" FACE "B"

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.21.04/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

Poste de concreto com caixa de medição incorporada DESENHO


(dois consumidores) ND.10.20.04/1
instalação lateral Folha 1/2
Notas:
1. Este padrão é aplicável a instalação de dois consumidores até a categoria C3 para tensão de
fornecimento de 220/127 V e até C10 para tensão de fornecimento de 380/220 V, com
instalação lateral.
2. As caixas de medição devem ser lacradas pela frente.
3. Os postes devem possuir traço demarcatório diretamente no concreto para verificação do
engastamento.
4. As tampas metálicas devem ser aterradas.
5. Os componentes do padrão de entrada (seções dos condutores, diâmetros dos eletrodutos,
proteção, aterramentos, ferragens) devem estar de acordo com a categoria de atendimento
correspondente à ligação de cada consumidor, conforme Tabela 1 ou Tabela 2. A resistência
nominal do poste deve estar de acordo com a Tabela 20 ou Tabela 21. Outros padrões
construtivos serão aceitos mediante aprovação prévia da ELEKTRO.
6. Os postes de concreto armado devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO e
ABNT NBR 8451 e ABNT NBR 8452.
7. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados pela ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.21.04/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

Poste de concreto com caixa de medição incorporada DESENHO


(dois consumidores) ND.10.20.04/1
instalação lateral Folha 2/2
Dimensões em milímetros

Tampa (ver detalhe) Ø111

10
Furo de Ø 18 mm

45
150
(mesmo sentido do furo
para verificação da parede) Ø 78

20,1
Ø 85

Ø 104

DETALHE DA TAMPA

D
A A

CORTE A - A
Plaqueta contendo: marca, data de
fabricação e número sequencial
7 500

Furo para verificação da


espessura da parede (Ø18)
500

Furo para conexão do


aterramento com rosca M6
1 500

Traço demarcatório para


1 100

verificação do engastamento
1 350

Notas:
1. Os postes de aço de seção circular devem estar de acordo com as especificações da
ELEKTRO.
2. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados pela ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst.: ND.10.22.01/1 de 31/03/2009
05 30-09-2009

DESENHO
Poste tubular de aço
ND.10.21.01/1
seção circular
Folha 1/1
Dimensões em milímetros

150
Furo passante Ø18 mm A A
com tampão de borracha

Placa de Identificação
80
7 500 ± 25

500

80
130 230

Furos passantes Ø18 mm


com tampão de borracha e
1 500 ± 25

CORTE AA

Rebite e/ou traço demarcatório


p/ verificação de engastamento
1 350

Notas:
1. Os postes de aço de seção quadrada devem estar de acordo com as especificações da
ELEKTRO.
2. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados pela ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia Norma de Distribuição


Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto
Madjer Mairo Santos de Oliveira
Aprovado por: André Augusto Telles Moreira ND.10
Revisão Data
Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Subst. ND.10.22.02/1 de 31-03-2009
05 30-09-2009

DESENHO
Poste tubular de aço
ND.10.21.02/1
seção quadrada
Folha 1/1