Você está na página 1de 8

U\

ANPAD - Associeção Necionel de Póc4rrdueçâo e Pesquisa em Administreção

PROVA DE RACI(rcÍMO r,ÓCrCO


l. Considere as seguintes proposi@es lógrcas simples: Espaço disponível
para cálculos
q: Chove em São Bemardo.
r: Chove em Santo André.

A proposição lógrca cornposta (q v r) ,^. ((- q), (-


4) pode ser recolocada
de forma logicamente equivalente, na língua matema, ooÍno:

em São Bernardo e chove em Santo André.


chove em Sâo Bernardo nem em Santo Andé.
Ou chove em São Bernardo, ou chove em Santo AndÍé.
Chove em São Bernardo e chove em Santo André, ou não.
Chove e,m São Bernardo, ou em Santo André, ou em ambas as cidades.

2. Considere a seguinte proposição:

t; Apenas quando o coordenador geral está em trânsito, rnas não estána sede,
é que pelo menos um entre João e Ricardo estiâ preseirte

Considere as proposições simples:

p: João está presente-


q: Ricardo esüá presente.
r: 0 coordsnâdm geral estána sede.
s: O coordenador gemal está em trânsito.

A proposição t pode ser reescrita tiogu"g*, simbolica" de modo


logicamente equivalente, como: "io

{ #i;rtl-[il]i
s]*'(p,q)-
N^ff-r)n
I '§,.Jo"
t)-+[rn(-s)].
;(1r"0)-[(-r),^.s].
3. Considere as seguintes premissas:

I. Se João é alto ou nãs é forte, en6o Maria é bonita e é pálida


II. Se Maria é bonit4 então Jorge não é mexicano.
III. Jorge é mexicano.

Uma conclusão que torna o argunento válido é:

Kt*não é alto, mas é forte.


.4-Maria é pálid4 e Jorge não é alto.
XL loao é alto, mas Marianão é prálida.
flMarranão é bonita" masJoão é alto.
-r( tvtaria não é píIida ou João não é forte.

Ediçio de Dezembro de 2018 Pnova de Reciocínio Lógico 1/30


ANPAD_ Nacional de e em

4. Considere a seguinte afirmação: Espaço disponível


para cálculos
Em-çada,bairro tul 4lgumrelato envolvendo a morte de policiais, mas no qual
não foram propostas políticas robustas de segurança pública.

uma negação lógica de tal afrmação deve ser logicamente equivarente à


proposição:

)1e"o todos os bairros, há todos os relatos envolvendo a morte de


- ) poti.iais, ou foram propostas políticas robustas de segurmça pública.
f*"tridos os bairros, não há relato algum envolverdo a rnorte de
'{ policiais, e foram propostas políticas robustas de segurança púbtica.

V Em cada bairro não há relato envolvendo a morte de policiais, ou


políticas de segurança pública propostas não foram robustas.
as

X Há pelo rrcnos um bairro em que há todos os relatos envolvendo a


morte de policiais e no qual foram propmtas políticas robusas de

x
segurança pública.

Há pelo nrenos um bairro em que não tuá relato algum envolvendo a


rnorte de policiais ou no qual foram propostas políticas robustas de
segurança pública.

5. Sejam p, q, r e s quatro proposições lógrcas simples. Sabe-se que p e q são


tais que o valor lógico da proposição - (p -, q) é verdadsiro.

Diante disso, o valor lógico da proposiçao


[(- p) v s]
". [O
, r] é verdadeiro
se, e somente se, for tambem verdadeiro o valor lógico da proposição

x
ú.
'x
rvs
r^s.
(-r)ns
-

)»( rv(-s)
xt-r)v(-s)
6. A seguir são apresentadas as conclusões de dois argumentos válidos

Conclusão do argumento l: O carro é azul, e N{aria e bonita ou magra.


Conclusão do argumento 2: Maria é bonita e alta.

Deseja-se excontrar, para ambos os trgumentos, urna nova conclusão qrrc os


torne válidos ao mesmo terryo.

Urna mesma conclusão que tornaria ambos os argurnentos válidos é:

à{
O carro é azvl, eMaria é bonita magra e alta.
:t(
o carro é azul, ou Maria é bonita e alta.
'§-O
carro é azul, e Maria é bonita.
-,»Maria é bonia ou magra.
IMaria é magra e alta-

Edição de Dezembro de 20lE Prcve de Reciocínio Lógico 2/30


ANPAD - Associeção Necional de e em

7. Dadas proposições lógicas sirples p e q, considere a proposição lógrca Espaço disponível


compostâ q definida por: para ciílculos

r: [-(n -+e)]" (q
[- -p)] .

A proposição r é logicamente equivalente à proposição:

Á (p"q).
ú> -(p"q)-
4 (n"q)" (n"q)"-(p"q).
>d - (p"q).
(p"q).
"q)" -
(p
/,
8. Considere os cinco argumentos a seguir.

Argumento l:
o TodoAé8.
o Se não é C nem é D, eÍrtilo não é B.
r Logo,todoAéCouéD.

Argumento 2:
o TodoAé8.
o Se não é C nem é D, então não é B-
o [,ogo,todoAéCetambémé D.

Argumento 3:
o Se não é C, ou não é D, então não é A-
o Nãoé4.
o Logo, não é C, ou não é D.

Argumento4:
o TodoAéB,outodoCéD.
. ÉAouC.
o [,ogo,éBetambéméD.

Argumeirto 5:
o Se não é A, entiio é B ou C.
. ÉA.
o logo, não é B nern é C.

É vflido apenas o argumsnto

#
l.
2.

x
3.
4.
5.

nr!-.- J- h-_--L-- l- anlo


A}IPAD- Nrcional de

9. Considere o seguinte argumento: Espaço disponível


para cálculos
Todos os brasileiros mineiros gostam de polenta, mas não de ragu.
João é brasileiro e gosta de ragu.
Logo, João não é mineiro.

Sobre o conjunto fomrado por todos os brasileiros, considere as seguintes


sentenças:

I M(x): x é mineiro.
P(x): x gosta de polenta-
R(x): x gosta de ragu.

O argurrento dado pode serreescrito logicarente, ern linguagem simbólica,


como:

vx,M(x)nr(x)a,(-n(*))
R(*o)
{ .'- - M(xo)

lx,M(x) n P(x) n (- n(x))


R(*o)
í
.'- - M(xo)

vx,M(x) -+ [r(x), (- R(:r))]

Á R(*")
.'. - M(xo)

tvt(x)-+ r(x)a,(- n("))


>( ( xo)

-M xo

3x,M(x)-+ n(x)n(- n(*))


ç. R(*.)
- M(*o

10. Seja P a sentença lógica dada por:

. ,((- (a n t))v c) --+ ((a n c) w b).

Se Q é a nega@ & B enüio respectivos r,alores lógicos - vsdadeiro (V) ou


falso (F) - pra 4 b e c qrc tornam Q verdadeira são, por exerrylo:
Á. V,VeV.
B,( V,VeF.
V,FeF.
H V.FeV.
É.' F,VeV.

Edição de Dezembro de 20lt Ptove de Reciocfuio Lógico 4/30


AI{PAD_ Necionel de e em

11. A sente,nça "Todos os meus vizinhos são curiosos ou mal&umorados" nIo Espaço disponível
é logicamente equivalente à sentença: para cálcúos

4 Se não for mal-humorado e não for curioso, elrtão não é meu vizinho.
Todos são mal-humorados ou curiosos, ou não são meus vizinhos.

w E)
Se não for ctrriosq então é mal-humorado ou não é meu vizinho.
Se fm nrcu viziúo e nitro fs curioso, enülo é mal-humrado.
Se for mal-humorado ou curioso, enüto é meu vizinho.

12. Na hora do recrsio, Vale,ntina gosta de farer uma brincadeira- Com um gtz de
cer4 eladese,nhanochilo urn caminho ciÍcularzuMiüdindo-o e,m9 casas de
Írexmo taÍnanho. Em cada cas4 ela coloca uma leüa de modo a forrnar o seu
nome ao lmgo do caminho, no sentido horário, como rnostÍa a figura úaixo.

Inicialment€, ela sorteia uma des casas em que vai ficar- Em seguida" ela
psrcoÍre o caminho em etapas, usando, e,m cada etapq as seguintes Íegras:

L Se estiver em uma vogal, ela anda duas casas no sentido honírio;


tr- Se estiver em rma consoante, ela anda três casas no sentido anti-
horário-

Se, daqü a 6 etapas da brincadeira" Valeirtina estiver nurna Gasa com a letra
A, entilo a casa em que ela está agora nlo pode ter a letra

>( A.
Iú I
ã. L.
g T.
N.

13. Considere as seguintes três proposições:

p: Maria não foi ao estádio-


q: Maia não gosta de fiúebol.
n Maria foi ao estádio, mas não gosta de futebol-

A negação da proposi$o r, simboücamente Í€pÍes€ntada por - r, é


logicame,nte equivalente à proposi@:

í pnq.
!( (-p)^q.
Y
'g p"(-q)-
n^(-r).
}(cp)"(-q)-

Ediclo de Dezembro de 201t Prove de Rrciocínio Iágico 5/3(


AT{PAD_ Necionel de e em

14. C-oÍtsideÍe o oonectivo lógico I definido a partir da seguinte hbela-verda&: Espaço disponível
para cálculos

v v v
v F V
F v F
F F F

A proposição lógica (p"q)O(pr.q) é verdadeira se, e somente se, são


verdadeiras as proposições:

fio*q) q (qep)
;»;í1poq) " ((-q)op).
}( «-p)eq) e (qen).
3( (t-n)eq) . ((-q)ep)
X (rr(-p)) " ((-q)eq)
15. E verdadeira a seguinte proposiçâo:

A empresa J é de pequeno porte, rÉo fica na regiib Sudeste e rÉs é do tipo 2-

Portanto. a empresa J é um exernplo suÍiciente para qualificar como falsa a


proposição:
/ pelo menos uma empresa de peqtrno,porte que nilo fica na região
JrLflá
Sudeste e que é do tipo 2.

erryresa não é do tipo 2, então ela fica na região Sudeste ou não


{ 1".u-u
€de pequeno poÍte.

5(*" uma empresa não é de pequeno porte, enüio ela é do tipo 2 e fica na
região Sudeste.
Toda erryresa do üpo 2 é de pequeno porte ou não fica na região
{ Sudeste.

l. Há pelo nrenos uma empÍesa que não é do tipo 2 e fica na região


Sudeste, ou que não é de pequeno porte.

f6. Sejam p, q e r três proposições simples e considere a proposição lógica


composta E(p, q, r), definida por E(p, q, r): (p v q v r) v F(p, q, r), ern que
F(p, q, r) é uma proposição lógica composta ap€nâs a partir de p, q e r.

A proposição E(p, q, r) é urna tautologia quando F(p, q, r) é logicamente


eqüvalente à proposição:

Yí p^q^r.
>"<í0",),(-q).
xf (-p)n(qvr).
Xtt-p),(-q)l^,
)( (-q)^[p"(-.)].

Ediçio de Dezembro de 20lE Pmve de Raciocínio Lógico 6i30


AITPAD_ Necionel de em

17. Uma seguência infinita é formada pela colagsm sucessiva da célula coryosta Espaço disponível
pelos números l, -1, 2 e -2 dispostos nessa ordern. Mais precisamentg se a" para ciálculos

indica o enésimo termo da sequência" nll, enülo âr =1, àz=-1,?t=2,


Lt=-2, os =1, âc =-l eassimpordimte-

Nessa seqúnci4 tem-se que um termo a, é negativo ou paÍ se, e somente


se, n é um número positivo que

,ú não é sucessor de um múkiplo de 4


>r nãomultiplo
y( é
mútiplo
é
de 4, mê não de 5.
de 5.

x é igual a 1 ou 5.
é íryar.

G r!-: ^ r_ n__--L-^ .Iô tnl e Pr.ove de RrcftnÍnio lÁgjco7l3O


@, AI\{PAD - .f,mie*ae Nminl dc Plb4rrdÉ c Par& a Alütecio

GàBàRIIO DÀ EDrçÂO DE DEZEHBRO DE 2018

I}E IOGI@ gnogl DE tecroçinro PAOg:l IIE D(E!!'6IIE§


À TEBNÀTIYÀ ÀTTER}IATI\TÀ ÀITER}IÀTIVÀ
CORRETÀ CORRETÀ CORREIÀ
1 c .1.8 E D
2 E L9 c 136 B
3 À 20 c 37 D
4 E 21 À 38 B
q ?o
ts 22 B c
6 D 23 E 4ú r
7 D 2t D ilI E
I À 25 B 42 E
9 D 26 B {3 B
10 c 27 D 4.t B
l1 E 28 À 45 D
t2 D 29 D rt6 c
13 c 30 E 17 D
I4 À 31 D

15 B 32 c À
16 B 33 À 50 E
17 À 3,1 B 51 À

Você também pode gostar