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Processo n.º 0127700-17.2014.5.13.

0022 (RR)

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA VARA CÍVEL DA


COMARCA DE RIO BRANCO – ACRE.

URGENTE – PEDIDO LIMINAR DE TUTELA PROVISÓRIA DE URGÊNCIA

ROBERTA HENRIQUE LUSTOSA, brasileira, separada

judicialmente, servidora pública, inscrita no CPF sob o n.º 441.432.904-30, portadora

do RG. n.º 1.041.184-SSP/PB, domiciliada na cidade de João Pessoa (PB), residente na

rua Vigolvino Florentino da Costa, 549/2404, Edf. Colorado, Manaíra, CEP. 58038-

580, por por seus advogados que a esta subscrevem, com endereço profissional na

Rua Diogo Velho, 342, centro, CEP 58.000, vem respeitosamente à presença de V.

Exa., com fulcro nos artigos 186 e 927 do Código Civil Brasileiro, na Lei 8.078/90

(Código de Defesa do Consumidor), bem como nos artigo 294 e 303 do Código de

Processo Civil de 2015 (lei 13105/15), propor a presente

AÇÃO DECLARATÓRIA DE INEXISTÊNCIA DE

DÉBITO c/c PEDIDO LIMINAR DE TUTELA PROVISÓRIA DE URGÊNCIA

em face da ENERGISA PARAÍBA DISTRIBUIÇĂO DE

ENERGIA S.A, CNPJ n.º 09.095.183/0001-40, com sede na BR 230 KM 25, S/N,

Bairro CRISTO REDENTOR Cidade João Pessoa CEP 58.071-680, em vista das razões

de fato e de direito a seguir expostas:

PRELIMINARMENTE

DA JUSTIÇA GRATUITA

A Autora inicialmente vem requerer a Vossa Excelência os


benefícios da JUSTIÇA GRATUITA, assegurada pela Lei 1060/50, e o Artigo 98, e

seguintes do CPC/2015, tendo em vista não poder arcar com as despesas processuais,

assim como honorários advocatícios.

Art. 98. A pessoa natural ou jurídica, brasileira ou

estrangeira, com insuficiência de recursos para pagar as

custas, as despesas processuais e os honorários

advocatícios tem direito à gratuidade da justiça, na forma

da lei. Lei 13.105/15 – CPC/2015

Neste azo, pede-se seja deferido ao Autor os benefícios

da Justiça Gratuita

2. DOS OBJETOS DA AÇÃO

A presente ação tem por objeto, a) a Condenação da

empresa Ré ao pagamento de indenização por danos morais, causados a Autora; b)

TUTELA DE URGÊNCIA para a religação imediata da energia do imóvel do Autora,

cortada arbitrariamente pela empresa Ré.

2. DOS FATOS

A empresa ENERGISA PARAÍBA DISTRIBUIÇĂO DE

ENERGIA S.A, em procedimento de fiscalização verificou a existência de

PROCEDIMENTO IRREGULAR – ADULTERAÇÃO NA MEDIÇÃO, da unidade

consumidora, de responsabilidade da recorrente.

Consta ainda, que no período de agosto/2013, a julho/2016,

houve consumo que não foi cobrado pela concessionaria, razão pela qual esta sendo

emitida a fatura RED n.º 7333271, copia em anexo, na monta de R$ 14.969,34

(quatorze mil, novecentos e sessenta e nove reais e trinta e quatro centavos).

DE ÍNICIO, A RECORRENTE REPUDIA TERMINANTEMENTE

QUALQUER TIPO DE INSINUAÇÃO (OU FALSA IMPUTAÇÃO POR ATO SEU


OU DE QUALQUER FAMILIAR PARA ADULTERAÇÃO ILEGAL DO MEDIDOR

INSTALADO EM SUA RESIDÊNCIA.

O procedimento teve seu termo em 12/01/2016, COM A

LAVRATURA DO TERMO DE OCORRENCIA N.° 525363, de onde extrai-se a seguinte

analise, “MEDIDOR COM CONDUTOR DE FASE “A” LINHA INTERLIGADO AO

CONDUTOR DA FASE “A” CARGA ATRAVÉS DE LIGAÇÃO DIRETA SEM PASSAR

PELO CIRCUÍTO DO MEDIDOR”.

A Recorrente afirma, que nunca ninguém violou o medidor, e mais

que somente os agentes da concessionária é tiveram contato com o medidor, que

sempre cumpriu com suas obrigações com regularidade, respeitando sempre a lei, e

sempre adimpliu com os pagamentos da tarifas cobradas pela concessionária dos

serviços de energia, jamais tocou ou permitiu que estranhos tocassem no medidor, e

que somente tiveram acesso ao medidor, agentes da concessionária, devidamente

identificados, portanto todo e qualquer defeito existente no medidor é

responsabilidade daqueles que sempre tiveram acesso, quais sejam os agentes da

concessionária.

Ademais, segundo nossa a Carta Magna, ninguém pode ser

considerado culpado de um ato ilícito, grave como este de adulteração de equipamento

de propriedade da concessionária, sem o devido processo legal, e direito à ampla

defesa, portanto é descabida a presente cobrança, sob a alegação de que a

recorrente, foi única responsável pelo “DEFEITO DO MEDIDOR”, diante de tão

irresponsável acusação, declara seu repudio, e restará provado se tratar de uma

falsa acusação, imputada ao consumidor com adrede malícia e cínica má-fé, por

se tratar de uma inverdade.

No caso em tela, sem nenhuma prova concreta da real autoria,

UNILATERALMENTE, a ENERGISA imputa a responsabilidade das supostas

irregularidades no medidor de energia à consumidora/RECORRENTE, elaborando o


chamado “TOI” – Termo de Ocorrência de Irregularidade.

Tal imputação é abusiva, PRIMEIRAMENTE, sob dois

aspectos:

O primeiro é o da falta de manutenção do equipamento de

medição do consumo de energia elétrica por parte da concessionária de energia

elétrica, real proprietária do equipamento e única em condições técnicas de realizar

tal procedimento.

Vê-se que o período, alegado pela ENERGISA, da suposta

ocorrência da irregularidade até o momento em que se supostamente foi verificado

aproxima-se de 5 (cinco) anos. Tal fato demonstra que a ré não tem o habito de fazer

inspeções e manutenções em seus equipamentos, procedimento que deveria ser mensal,

tendo em vista que supostamente um de seus funcionários vai mensalmente a

residência da autora verificar o consumo.

É de responsabilidade da concessionária a manutenção dos

equipamentos na qualidade de consectário lógico e jurídico da atividade

empresarial que desenvolve.

Não é plausível que a recorrida, para compensar seu completo

desleixo com a manutenção de seus equipamentos, venha imputar, pura e

simplesmente, de forma unilateral, a irregularidade a recorrente sem qualquer

prova técnica, baseando-se unicamente em um mero ato administrativo (resolução

da ANEEL).

O segundo aspecto está em imputar unilateralmente ao

consumidor a responsabilidade da autoria da irregularidade no medidor de consumo de

energia elétrica. Fato que fere o princípio constitucional do devido processo legal, o

princípio da boa-fé objetiva, o princípio da ampla defesa e do contraditório e as

regras básicas de ônus da prova.


A Resolução ANEEL nº 414/210 prevê, em seu artigo 129, que na

ocorrência de indício de procedimento irregular, dentre outras providências, a

distribuidora deve emitir o Termo de Ocorrência e Inspeção (TOI), em formulário

próprio, devendo cópia deste ser entregue ao consumidor ou àquele que

acompanhar a inspeção, no ato de sua emissão, mediante recibo.

Mais adiante, prevê o parágrafo sétimo do mesmo artigo que ‘na

hipótese do § 6º, a distribuidora deve comunicar ao consumidor, por escrito,

mediante comprovação, com pelo menos 10 (dez) dias de antecedência, o local,

data e hora da realização da avaliação técnica, para que ele possa, caso deseje,

acompanhá-la pessoalmente ou por meio de representante nomeado’”.

Ora, percebe-se que, claramente, que não foram obedecidas as

diretrizes acima mencionadas”.

Assim, baseado na jurisprudência majoritária dos tribunais

pátrios, não há a existência do débito, não sendo necessária sequer a declaração de

inexigibilidade do que não existe no mundo jurídico, reputando como ABUSIVO

qualquer suspensão do fornecimento de energia elétrica motivado por inadimplemento

de débito unilateralmente arbitrado pela concessionária .

Portanto, eventual corte de energia em razão de irregularidade no

medidor proclamada unilateralmente configura ATO ILÍCITO da concessionária,

máxime quando a questão pertinente ao débito ESTÁ AINDA SENDO DISCUTIDA

NA ESFERA ADMINISTRATIVA DA ENERGISA com a interposição do presente

recurso.

E tem mais:

Não é permitido à concessionária suspender o fornecimento dos

serviços de energia elétrica ao consumidor. Débitos relativos a valores pretéritos. A

empresa deve valer-se dos meios legais hábeis à satisfação de seu crédito. Sentença

Reformada. Recurso provido”. (Apelação c/ Revisão nº 1.108.300.0/5, Rel. Des.


Marcondes D'Ângelo). “PRESTAÇÃO DE SERVIÇO (fornecimento de energia elétrica)

AÇÃO DE MANDADO DE SEGURANÇA Controle de legalidade de ato administrativo

praticado por concessionária de serviço público Presença de direito líquido e certo

Débito pretérito oriundo de preconizada fraude de consumo não ostenta o condão de

mitigar o princípio da continuidade da prestação dos serviços de utilidade pública”.

(Apelação c/ Revisão nº 1.007.989.0/2, Rel. Des. Antonio Benedito Ribeiro Pinto).

E, no Egrégio Superior Tribunal de Justiça, assim já se

decidiu: “ENERGIA ELÉTRICA. ... SUSPENSÃO DOFORNECIMENTO PELA

CONCESSIONÁRIA. SUPOSTAS IRREGULARIDADES NO MEDIDOR. FRAUDE NÃO

COMPROVADA. ... 1. ... 2. ... 3. Valor do débito passível de discussão. Inexistência de

liquidez e certeza a amparar a hipótese de interrupção do serviço, prevista na Lei

8.987/95 (art. 6º, § 3º, II), por inadimplemento do usuário. 4. Utilização ilegal e

inconstitucional do corte de energia como mecanismo para forçar o consumidor a

reconhecer 'estimativas' de consumo, produzidas unilateralmente pela concessionária.

...”. (REsp. 633.722/RJ, Rel. Min. HERMAN BENJAMIN, j. 13/2/2007, DJU

19/12/2007).

No corpo desse venerando acórdão encontramos lições

irrespondíveis: No presente caso, não se está discutindo a energia ordinariamente

fornecida mesmo porque o recorrido está em situação de adimplência em relação ao

período vencido e vincendo, exceto em relação a período certo e determinado em que

a empresa consumidora (recorrida) questiona a medição do consumo. É pertinente

transcrever trecho da ementa do julgado de Segundo Grau: “o débito existente não é

fruto de não pagamento de fatura mensal, mas sim de diferença entre o que foi

utilizado efetivamente e o que ficou constando do medidor irregular. Neste caso, a

discussão sobre o valor da diferença deve ser posta e dirimida em procedimento

próprio, inexistente a forma coercitiva do corte de energia elétrica para o pagamento

de tal diferença...” (fls. ...). ... A concessionária de serviço público deve buscar os

meios ordinários de cobrança e não a interrupção do fornecimento de energia elétrica,


como se se tratasse de devedor contumaz. A rigor, pretende a recorrente utilizar-se

do instrumento do corte de energia para forçar o consumidor a reconhecer as

condições técnicas a que chegou unilateralmente a concessionária. Tal pretensão viola

os mais comezinhos princípios do 'due process of law'”. Ainda, nesse mesmo Sodalício:

“A suspensão no fornecimento de energia elétrica somente é permitida quando se

tratar de inadimplemento de conta regular, relativa ao mês do consumo, restando

incabível tal conduta quando for relativa a débitos antigos não-pagos, em relação aos

quais há os meios ordinários de cobrança, sob pena de infringência ao disposto no art.

42 do Código de Defesa do Consumidor (REsp. 772.486/RS, DJ de 06.03.2006)”.

(RMS nº 21.772/RN, Rel. Min. LUIZ FUX, j. 2/10/2008, DJU 20/10/2008). Mostra-

se, assim, inadmissível o corte de energia elétrica com a finalidade de coagir o

consumidor a efetuar pagamento de débito pretérito.

O Tribunal de Justiça da Paraíba, em julgado recente,

anulou uma cobrança – a título de recuperação de consumo – imposta a um morador da

cidade de Pombal, flagrado com um “gato” no medidor de energia elétrica de sua casa.

Para o Relator do Recurso - Desembargador Frederico

Martinho da Nóbrega Coutinho – “a realização de prova pericial no medidor mostra-se

indispensável para configuração da fraude no consumo de energia elétrica, já que

constitui a única prova técnica hábil a evidenciar irregularidades no equipamento,

capaz de comprovar um efetivo desvio de energia”.

“Na ausência de laudo do IMEQ-PB, órgão oficial ligado ao

INMETRO, ou prova pericial equivalente, apta a atestar a irregularidade no medidor,

impõe-se a desconstituição do débito referente à recuperação de consumo”, diz

trecho da decisão.

A ENERGISA Paraíba – Distribuidora de Energia S/A –

terá que pagar indenização por danos morais ao consumidor, em decorrência de

cobrança de dívida ao cliente, por suposta fraude no medidor da residência. A ação


declaratória de inexistência de débito c/c indenização foi interposta na comarca de

Serraria e mantida pela Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba

(TJPB).

Ao recorrer da sentença do Juízo de Primeiro Grau, a

empresa alegou que a dívida se motivou pela existência de irregularidades no medidor

de energia da unidade consumidora e da legalidade da cobrança da recuperação de

consumo, após a realização de visita técnica na residência do consumidor.

Em seu voto, o relator do processo (0000206-

53.2013.815.0361), o juiz convocado José Ferreira Ramos Júnior, entendeu que a

mera inspeção por parte da concessionária de serviço de energia elétrica não legitima

a imputação de débito ao consumidor por fraude técnica no medidor, o que somente se

justifica nos casos de perícia técnica e quando assegurada o direito ao contraditório.

Não se pode pressupor que qualquer fraude encontrada

seja de autoria do consumidor somente pelo fato do medidor encontrar-se em seu

poder, até porque não se deve desconsiderar a possibilidade de defeito no

equipamento”, disse o magistrado. O entendimento foi acompanhado pelo presidente

da unidade, desembargador Oswaldo Trigueiro do Valle Filho, e pelo também juiz

convocado, Aluízio Bezerra Ferreira Filho.

Do exposto, conclui-se que não há prova da autoria das

irregularidades no medidor, assim como do efetivo desvio de energia, não podendo a

empresa, de forma unilateral, presumir um valor de consumo e cobrá-lo.

Inadmissível, também, a suspensão do fornecimento de

energia elétrica, OU A AMEAÇA RESPECTIVA, porquanto constitui serviço de

utilidade pública indispensável à vida e à saúde das pessoas. Ademais, o corte no

fornecimento de energia elétrica, como forma de compelir o usuário ao pagamento de

valor supostamente devido, é meio de cobrança que, constituindo verdadeira sanção,


submete a constrangimento o consumidor (art. 42 do CDC).

O ônus da prova, neste caso, é todo da parte ré, a uma, em

razão da incidência das normas protetivas do Código de Defesa do Consumidor, e,

a duas, em razão de ter sido a ré quem alegara a existência da referida

irregularidade.

Excelência a requerente interpôs RECURSO

ADMINISTRATIVO, dentro do prazo estipulado pela empresa, conforme

documento acostado nesse petitório.

Sobre a referido apelo a autora, até a presente data

não obteve qualquer resposta da empresa ré.

No dia de ontem, conforme consta no documento em anexo,

a empresa Ré suspendeu arbitrariamente o fornecimento da energia elétrica do imóvel

da autora.

DO PEDIDO

Diante de todo o exposto e provado, requer se digne Vossa

Excelência em:

1) Seja determinado, em TUTELA DE URGÊNCIA, a ser

concedida LIMINARMENTE, sem ouvida da outra parte, como obrigação de não fazer,

para que a demandada RESTABELEÇA imediatamente o fornecimento de energia

elétrica do imóvel da autora, enquanto inexistente ou pendente discussão, inclusive na

via administrativa, quanto à materialidade de defeitos no medidor, bem como a prova

concreta de ser real a dívida que esta sendo imposta à Requerente, requerendo-se,

desde logo, a inversão do ônus da prova, por tratar-se de relação de consumo;

2) Seja a presente ação recebida e processada e, ao

final, seja declarada, por sentença, a inexistência da relação jurídica que faculta
à Requerida cobrar no período de agosto/2013, a julho/2016, fatura RED n.º

7333271, copia em anexo, na monta de R$ 14.969,34 (quatorze mil, novecentos e

sessenta e nove reais e trinta e quatro centavos)., nos termos do artigo 6o, incisos

VII e VIII, ambos do Código de Defesa do Consumidor;

3) Seja condenada a Requerida a INDENIZAR POR

DANOS MORAIS a consumidora, ora Requerente, em função da cobrança descabida e

abusiva, sem olvidar o caráter pedagógico da indenização para que se desestimule tal

atitude irresponsável e passe a Requerida a dar mais atenção quanto à manutenção de

seus equipamentos, na base usual de 10 (DEZ) vezes o valor atribuído à causa, ou 10

(DEZ) vezes o valor COBRADO NA fatura RED n.º 7333271 EXPEDIDA PELA

ENERGISA PARAÍBA DISTRIBUIÇĂO DE ENERGIA S.A, copia em anexo,

4) Seja citada a Requerida, na pessoa de seu

representante legal, para que, querendo, conteste a presente ação, sob pena de

revelia;

5) Que a condenação liminar seja confirmada

posteriormente por sentença;

6) Que seja estabelecida multa diária pelo

descumprimento de ordem judicial que impeça o corte no fornecimento de energia

elétrica

7) Protesta provar o alegado por todos os meios de

provas em direito permitidos e, especialmente, pelo depoimento pessoal do

representante legal da Requerida, perícias, oitiva de testemunhas a serem arroladas

oportunamente, juntada ulteriores de novos documentos, que, desde já, ficam

requeridas;

8) Requer-se, ainda, a condenação da Requerida nas

verbas de sucumbência;
9) Seja concedido o benefício da JUSTIÇA GRATUITA

para isenção das custas, por não ter a Requerente condição de arcar com as despesas

processuais sem prejuízo do sustento próprio e da família, nos termos da declaração

inclusa.

10) Dá se a presente causa, para efeitos de

alçada, o valor de R$ 14.969,34 (quatorze mil, novecentos e sessenta e nove

reais e trinta e quatro centavos)

Termos em que Pede e espera o deferimento

João Pessoa, 11 de novembro de 2016

MATEUS SOUTO MAIOR CALDAS RIBEIRO

OAB/PB