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Segundo Miguel Arroyo, a transgressão de formas de gestão tão centralizadas e normatizadas tem o sentido

de um aprendizado: o aprendizado da

A. liberdade para poder ensinar a liberdade.

Tendo em vista as reflexões de Arroyo (2011) sobre as tensões no campo de currículo em relação à
docência, é INCORRETO afirmar que

a) existem tensões entre os avanços da autonomia e criatividade docente e os controles e as cobranças,


restringindo a conquista da autoria e da criatividade profissional.

b) os conteúdos avaliados e privilegiados pelas políticas recentes de avaliação passaram a ser currículo
oficial imposto às escolas.

c) currículo, ordenamento e avaliação distanciam-se cada vez mais da organização do trabalho, da


valorização-desvalorização do magistério, da manutenção ou da perda dos direitos adquiridos.

d) são consideradas disputas éticas no território do currículo e da docência.

Em relação à disputa das experiências sociais para se tornarem objetos de conhecimentos mencionados por
Arroyo (2011), assinale a alternativa INCORRETA.

A A polarização entre conhecimento e experiência opera como padrão de hierarquização de saberes e,


sobretudo, de experiências e de coletivos sociais e profissionais.

B Os currículos e o material didático incluem uma valorização de experiência e procuram reconhecer as


experiências sociais, tanto dos educadores como dos educandos.

C O reconhecimento de que todo conhecimento é uma produção social e que toda experiência social produz
conhecimento pode nos levar a estratégias de reconhecimento.

D O desperdiçar experiências sociais, incluindo as dos alunos e professores, é desperdiçar conhecimentos.


Questões sobre a obra A. Chrispino. Gestão do conflito escolar
1) No texto “Gestão do conflito escolar: da classificação dos conflitos aos modelos de mediação” (2007), Álvaro
Chrispino defende a tese de que a causa primordial da violência escolar tem relação com
• A. as mudanças sociais que afetam as relações de poder na escola, uma vez que os dispositivos utilizados na
cultura escolar que garantiam a autoridade pedagógica e a manutenção da ordem não são mais adequados
para assegurar a autoridade pedagógica.
• B. a formação dos professores, especialmente a inicial, que não prepara o docente para compreender as
manifestações e causas dos conflitos, bem como não fornece ferramentas para a resolução de conflitos no
contexto da sala de aula e da escola.
• C. a ausência de uma gestão democrática, quando a direção não desenvolve um trabalho cooperativo e a
equipe escolar não vê o conflito como algo que deva ser investigado, compreendido e mediado.
• D.as famílias dos alunos, que não têm cumprido com o seu papel de garantir a formação moral, os bons
costumes, os bons modos de crianças e jovens tidos como essenciais ao convívio social e ao processo de
ensino-aprendizagem.
• E.a massificação da educação, pois a escola passou a reunir no mesmo espaço alunos com diferentes
vivências, expectativas, valores, culturas e hábitos que são causadores de conflito que, quando não
trabalhados, provocam manifestação de violência.

2) (Vunesp-2012) De acordo com Chrispino, o conflito é parte integrante da vida e da atividade social, motivado,
muitas vezes, pela diferença de interesses, de desejos e de aspirações. Diante disso, quando se trata de
ambiente escolar,
• A. cabe aos seus profissionais estimular o conflito de modo controlado, pois sua ocorrência promove os
avanços e aprimoramentos internos no trato com alunos e professores e melhora o convívio da escola com sua
comunidade e o seu entorno.
• B. com a assistência de um mediador, as relações sociais dentro da escola podem ser reorientadas levando a
novas formas de cooperação, de confiança, de solidariedade, conduzindo a formas mais maduras de resolver
as diferenças pessoais ou grupais.
• C. uma vez identificada a causa do conflito escolar, é possível, com vontade política, e com a presença de
mediador imparcial, ignorar o conflito dentro da escola, sem que isso provoque reação negativa das pessoas.
• D. é possível desenvolver um programa de mediação imparcial que trabalhe no sentido de conscientizar os
profissionais da escola e sua comunidade, que ali não é lugar para conflitos, pois isso prejudica o bom
rendimento dos alunos.
• E. não cabe à escola resolver os conflitos, pois esse fenômeno deve ser resolvido pela mediação de uma boa
política de segurança pública, portanto, de uma outra esfera de governo.

3) (Vunesp) Segundo a análise de Chrispino (Gestão do conflito escolar: da classificação dos conflitos aos
modelos de mediação, 2007, p.23), a introdução da mediação de conflitos só é possível num ambiente escolar
em que
• A. o exercício da explicitação do pensamento é estimulado.
• B. as figuras de autoridade não são questionadas.
• C. um sistema de disciplina está firmemente estabelecido.
• D. o conflito é encarado como um empecilho aos relacionamentos.
• E. as atitudes violentas entre os alunos foram banidas.

4) (FCC) Chrispino (2007), ao discutir os conceitos de conflito e de conflito escolar, apresenta


inúmeras maneiras de classificar esses fenômenos, buscando seu entendimento. Segundo esse
autor, a alternativa mais potente e viável para diminuir a violência escolar é a

· A. mediação de conflitos, pela qual uma pessoa imparcial discute os aspectos em disputa,
para levantar alternativas e chegar a um acordo aceitável para todos.
· B. explicitação daquilo que se espera dos estudantes e daquilo que a escola se propõe a fazer
em termos de ações voltadas para a paz.
· C. indução de uma nova ordem social, na qual os conflitos sejam solucionados por um tribunal
livre de ideologias libertárias.
· D. compreensão de que os conflitos decorrem de relações emocionais que se fazem presentes
na sociedade mais ampla.
· E. propagação de que os conflitos escolares são ideias abstratas, cuja operacionalização não
implica violência escolar.

55) Conflito é toda opinião divergente ou maneira diferente de ver ou interpretar algum acontecimento. (A.
Chrispino. Gestão do conflito escolar: da classificação dos conflitos aos modelos de mediação. Ensaio: aval.
pol. públ.Educ., Rio de Janeiro, v. 15, n.º 54, p. 11-28, jan.-mar./2007.)
A respeito dessa afirmação, assinale a alternativa correta.
a) Em situações de conflitos, sempre há um lado certo e um errado
b) O conflito deve ser sempre evitado pela sociedade.
c) Uma maneira adequada de gerir conflitos no contexto educacional é reconhecê-los e trabalhá-los visando à
regulação das relações sociais e ao reconhecimento das diferenças.
d) O conflito só pode ser percebido quando de sua manifestação violenta.
e) Em situações de conflitos no ambiente escolar, é fundamental que a instituição puna os envolvidos.

6) (VUNESP/2013) Em uma reunião do conselho de escola, alguns professores solicitaram ao diretor da


unidade escolar que tomasse medidas mais “enérgicas” com os alunos, a fim de eliminar completamente
qualquer forma de conflito entre docentes e discentes. Segundo eles, o conflito é algo ruim e deve ser
extirpado.
Analisando o ponto de vista desses professores, é correto afirmar que, segundo Chrispino (2007), eles
(A) têm razão ao propor medidas mais “enérgicas”, desde que essas medidas estejam amparadas pela legislação
vigente.
(B) deveriam recorrer a instâncias superiores, a fim de que sua demanda fosse atendida e os alunos fossem
disciplinados adequadamente.
(C) poderiam ter explicitado com maior exatidão quais os tipos de medidas cabíveis para a eliminação do conflito na
escola.
(D) estão equivocados, pois o conflito é parte integrante da vida e da atividade social, quer contemporânea, quer
antiga.
(E) esqueceram-se de mencionar que o conflito é também a causa de atos violentos, por isso urge sua eliminação do
ambiente escolar.

7) A ordem, em toda a sociedade humana, não é outra coisa senão uma normatização do conflito. CHRISPINO,
Álvaro, 2007, p.17. Assim, considerando o contexto escolar, o professor precisa
(A) compreender as relações existentes dentro da ordem que dão origem aos conflitos.
(B) desconhecer as diferenças sociais como causadoras de conflitos.
(C) identificar as circunstâncias que redundam em conflito para coibi-las fortemente.
(D) ignorar a identidade dos que defendem posições antagônicas.
(E) observar que as manifestações do conflito devem ser evitadas com violência.

8) Em pesquisa do IBOPE (2006, cf. Chrispino, 2007) para o Sindicato de Estabelecimentos de Ensino do Rio
de Janeiro, quando os jovens pesquisados foram perguntados Dentre estes, quais são os dois mais graves
problemas do Brasil?, 60% deles indicaram a Violência como o mais grave, ficando, em segundo lugar, o
Desemprego (40%). Nessa mesma pesquisa, a pergunta Quem você considera mais responsável pela garantia
de um bom futuro para pessoas como você?, 77% responderam a Família e, em segundo lugar, com 48% vem
a Escola. Desse resultado, podemos depreender que
(A) ele representa uma depreciação do valor da Escola na sociedade, já que o desemprego é apenas o
segundo maior problema do Brasil, e, dessa forma, os jovens não estão tão preocupados com os aspectos
materiais que um emprego propiciado pela boa educação possa proporcionar.
(B) os jovens ainda consideram que a Escola é a forma de construir o futuro para, apesar de todos os pesares,
inclusive enfrentar o segundo maior problema do Brasil, e que muito tem de ser realizado para proteger a
juventude da violência que ainda reina, aterrorizando o seu imaginário.
(C) as políticas públicas, como devem expressar a vontade popular, devem se concentrar no combate à
violência e no fortalecimento do ensino profissionalizante, dado que os jovens identificaram-nos como os
problemas mais graves da nossa sociedade.
(D) a população valoriza muito a família e como, apesar dessa valorização, a violência ainda impera como o
mais grave problema do Brasil, podemos interpretar que a culpa por tal estado de violência assustador é da
ausência dos valores familiares fortalecidos.
(E) o desemprego considerado um dos dois maiores problemas do Brasil, e a família concebida como a origem
de um bom futuro, parece-me que esse ambiente familiar não tem cumprido seu papel na formação profissional
destes jovens.
9) O Programa (de Mediação de Conflitos) deve comportar-se tal qual um grande e delicado tecido jogado
sobre um conjunto de peças com contornos distintos. O tecido é o mesmo, mas ao alcançar a peça, toma a
forma desta! Ele se amolda a cada realidade. (CHRISPINO, 2007, p. 25) Diversos itens devem ser respondidos
para definir o tipo de programa que irão implantar. Assinale a opção que descreve corretamente um destes
itens fundamentais.
(A) Atores da Mediação de Conflito: definir se envolveremos a comunidade toda ou a decisão será somente do
gestor.
(B) Relação da Mediação de Conflito com as Regras Disciplinares: definir se consideraremos rigidamente ou
parcialmente as regras disciplinares da escola.
(C) Relação da Mediação de Conflito com a Avaliação: definir os critérios de avaliação dos resultados da
mediação, ou seja, se ela funcionou ou não.
(D) Escolha dos Mediadores de Conflito: o gestor define o mediador ou o corpo discente é quem o decide.
(E) Critérios para a Seleção dos Mediadores de Conflito: definir se por capacidade de liderança ou por domínio
da retórica.

10) Alguns estudiosos do tema da violência na escola concebem como uma de suas causas a existência de
conflitos mal resolvidos. Esses conflitos são inevitáveis e intrínsecos às diferenças na escola. Para A.
Chrispino (2007) uma das maneiras de lidar com conflitos é através de
(A) recompensa aos alunos a cada obediência às figuras de autoridades da escola, a saber, gestores e
professores.
(B) exercício da assertividade e da retórica, em que o aluno apresenta sua perspectiva sem considerar seu
oponente.
(C) estimulação da formação de associações por interesses comuns, mantendo os alunos ocupados com seus
interesses e sem entrarem em conflito com os outros.
(D) introdução do tema mediação de conflito no currículo escolar, uma oportunidade para que o aluno
desenvolva a tolerância e aprenda a conviver com as diferenças.
(E) desenvolvimento de um programa de proteção à testemunha, em que o anonimato do delator do
perpetrador do ato de violência seja preservado.

Gabarito
1 E - 2 B - 3 A - 4 A - 5 C - 6 D - 7 A - 8 B - 9 D - 10 D

Simulado: Educação Escolar: políticas, estrutura e organização - LIBÂNEO, José Carlos;

01. (VUNESP/2014) No mundo atual, para que os professores se saiam bem em suas aulas e possibilitem a
construção de um projeto educacional emancipatório que assegure educação e ensino de qualidade para
todos, Libâneo, Oliveira e Toschi (2012) explicitam ser

(A) suficiente que aqueles professores conheçam os autores da área didático-pedagógica e as teorias que
tratam dos métodos e técnicas relativos ao ensino e à aprendizagem, desenvolvendo competências e
habilidades que lhes permitam obter o sucesso proposto.

(B) necessário que aqueles docentes e os professores coordenadores desenvolvam competências


possibilitadoras de uma abordagem político-ideológica que enfatize a aplicação de textos críticos, mesmo
que subestimem o conteúdo dos documentos legais.

(C) suficiente que aqueles professores apliquem o que as políticas educacionais determinam, mesmo que
delas discordem. Devem optar por uma abordagem formal e acrítica, realizando de modo eficiente seu
trabalho como educadores, com o objetivo de atingir a qualidade do ensino anunciada.

(D) necessário que aqueles professores conheçam e analisem as formas pelas quais se interrelacionam
as políticas educacionais, a organização e a gestão das escolas com as práticas pedagógicas na sala de aula,
situando sua atuação no contexto das transformações sociais.

(E) necessário que os docentes realizem com empenho seu trabalho pedagógico e participem, ainda, das
atividades de gestão escolar, seja no Conselho de Escola, nas APMs, nos Conselhos de Classe e Série

(Ano), deixando para os gestores as análises críticas sobre as políticas educacionais.

02. (VUNESP/2013) Para Libâneo et alii (2003), a cultura organizacional da escola aparece de duas formas:
como cultura instituída e como cultura instituinte. Segundo o autor, a cultura

(A) instituinte refere-se à grade curricular, aos horários, às normas disciplinares etc.

(B) instituinte é aquela que os membros da escola criam e recriam, em suas relações e na vivência cotidiana.

(C) instituída refere-se ao regime próprio de produção e gestão de símbolos que a escola desenvolve, bem
como seu imaginário.

(D) instituída é aquela imposta, sutilmente, por meio de um processo de massificação decorrente do
neoliberalismo.

(E) instituinte refere-se às normas legais, à estrutura organizacional definida pelos órgãos oficiais.

03. (VUNESP/2013) Em uma determinada escola pública, durante o horário de trabalho pedagógico, os
professores, sob orientação do coordenador pedagógico, estudam textos críticos sobre os documentos legais,
em detrimento o estudo dos textos legais e/ou documentos oficiais publicados pelo respectivo sistema de
ensino. Nesses estudos, percebe-se uma postura parcial e partidária dos professores ao analisarem a
realidade da escola e da comunidade na qual a unidade escolar está inserida.

De acordo com Libâneo et alii (2003), é correto afirmar que esses professores estudam os textos legais e/ou

documentos oficiais a partir de uma abordagem predominantemente

(A) ontológica.

(B) legalista e formal.

(C) político-ideológica.
(D) sociológica.

(E) epistemológica.

04. (VUNESP/2013) Laura e Alice foram admitidas para ministrar aulas em classes do primeiro ao quinto
ano do ensino fundamental, em caráter temporário, numa mesma escola estadual, ambas pela primeira vez.
De acordo com o que explica Libâneo (2003), sobre a organização pedagógica da escola brasileira, essas
professoras, ao planejarem as sequências didático--pedagógicas que desenvolverão com seus alunos,

(A) terão relativa autonomia, frente às orientações curriculares oficiais, assim como a própria unidade
escolar, em relação a seu projeto político--pedagógico, de cujas elaboração e constante reconstrução crítica
Laura e Alice devem participar por direito e por dever, assim como todos os demais professores.

(B) gozarão de total autonomia para escolher procedimentos, mas nenhuma autonomia para selecionar os
conteúdos, pois estes são oficialmente determinados pelos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN e pelas
Propostas Curriculares do Estado de São Paulo e utilizados para as provas do SARESP.

(C) aplicarão os procedimentos didáticos que vêm definidos na Proposta Curricular do Estado de São Paulo,
adequando as atividades do Caderno do Aluno, de acordo com a realidade dos alunos de suas classes,
podendo, então, dividir uma mesma turma em duas ou três seções, de acordo com seu adiantamento.

(D) deverão atentar para os conhecimentos prévios dos alunos da classe que lhes foi atribuída, aferidos por
meio de prova baseada no programa do ano anterior, dosando os conteúdos do programa em andamento, de
acordo com a progressão continuada que esses alunos forem capazes de atingir.

(E) receberão orientação do professor coordenador da escola e poderão pedir subsídios aos assistentes
pedagógicos do núcleo pedagógico da respectiva diretoria de ensino, durante os dois primeiros anos de
trabalho, pois, por serem professores novos e inexperientes, estão incluídos no projeto Ensino Solidário.

05. (VUNESP/2013) Libâneo, Oliveira e Toschi (2003) admitem parecer “inegável que a revolução
tecnológica e as demais mudanças globais promovam a crescente intelectualização do trabalho, a
generalização de conhecimentos e de habilidades e a demanda acentuada por educação de qualidade ou mais
teórica”.

Diante dos desafios colocados por esse contexto à escola, analisam que no Brasil, para uma educação
pública de qualidade, o projeto educacional deve traduzir, em seus objetivos, uma tríplice responsabilidade:

(A) compreensão do funcionamento da sociedade e da eco-nomia; capacitação tecnológica para o atual


mercado de trabalho; valorização do trabalho e do poder aquisitivo honesto que ele proporciona.

(B) trabalho com a tradição e os valores nacionais, contra a descaracterização da soberania brasileira;
formação tecnológica voltada ao mercado de trabalho; desenvolvimento de atitude competitiva.

(C) formação científica e tecnológica sólida; valorização do patrimônio histórico nacional; formação ética
neoliberal, coerente com o contexto de competição por vaga de trabalho e valorização do consumo.
(D) formação para a cidadania crítica, ordeira e participativa; aceitação das vagas de trabalho existentes no
processo produtivo; valorização da convivência na ordem que é caminho para o progresso.

(E) preparação para o processo produtivo e para a vida em uma sociedade técnico-informacional; formação
para a cidadania crítica e participativa; formação ética para o respeito mútuo, o diálogo, a solidariedade, a
justiça.

06. (VUNESP/2012) Com relação ao projeto pedagógico-curricular, de acordo com o que afirmam Libâneo
et alii, assinale a alternativa correta.

(A) O projeto é construído individualmente, ou seja, cada professor, voltando-se para sua especialidade,
constrói o projeto de forma autônoma.

(B) Para garantir a autonomia da equipe, é preciso desconsiderar o já instituído (currículos, conteúdos, mé-
todos etc.).

(C) A característica instituinte do projeto significa que ele institui, estabelece, cria objetivos, procedimentos,
instrumentos, modos de agir, formas de ação, estruturas, hábitos, valores.

(D) Elaborado para evitar mudanças institucionais, do comportamento e das práticas dos professores ao
longo do ano letivo, o projeto é um documento acabado, concluído e definitivo.

(E) A formulação do projeto pedagógico-curricular não é prática educativa, mas contribui no processo de

aprendizagem efetiva dos alunos.

07. (VUNESP/2012) Segundo Libâneo et alii, o currículo real refere-se

(A) ao que é estabelecido pelos sistemas de ensino, expresso em diretrizes curriculares, nos objetivos e nos
conteúdos das áreas ou disciplinas de estudo.

(B) àquilo que, de fato, acontece na sala de aula, em decorrência de um projeto pedagógico e dos planos de
ensino.

(C) àquelas influências que afetam a aprendizagem dos alunos e o trabalho dos professores e são
provenientes da experiência cultural, dos valores etc.

(D) aos conteúdos estabelecidos pelo Conselho Nacional de Educação e concretizados pela elaboração da
Proposta Curricular do Estado de São Paulo.

(E) aos conceitos, às definições e às metodologias desenvolvidos ou validados pelos diferentes órgãos de

fomento científico.
08. (VUNESP/2012) Em relação às ações da escola no campo da avaliação educacional, voltadas para a
formação continuada no contexto de trabalho, analise as afirmações a seguir.

• É uma função primordial do sistema de organização e de gestão dos sistemas escolares, podendo
abranger também as escolas, individualmente.

• Visa à produção de informações sobre os resultados da aprendizagem escolar em função do


acompanhamento e da revisão das políticas educacionais, do sistema escolar e das escolas, com a intenção
de formular indicadores de qualidade dos resultados do ensino.

• Tem por objetivo aferir a qualidade de ensino e da aprendizagem dos alunos; para isso,
busca-se perceber a relação entre a qualidade da oferta dos serviços de ensino e os resultados do rendimento
escolar dos alunos.

De acordo com Libâneo et alii, essas informações, correta e respectivamente, referem-se à avaliação

(A) acadêmica; à avaliação institucional; à avaliação da escola.

(B) da escola; à avaliação diagnóstica; à avaliação científica.

(C) formativa; à avaliação institucional; à avaliação acadêmica.

(D) diagnóstica; à avaliação do sistema escolar; à avaliação institucional.

(E) institucional; à avaliação acadêmica; à avaliação da escola.

GABARITO

01 - D

02 - B

03 - C

04 - A

05 - E

06 - C

07 - B

08 - E