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UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS AMBIENTAIS E


TECNOLÓGICAS
BACHARELADO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA

FRANCISCO MAGNO MONTEIRO SOBRINHO

CONTROLE DE ILUMINAÇÃO RESIDENCIAL ATRAVÉS DE UM


CONTROLE REMOTO VIA ONDAS DE RÁDIO

Mossoró-RN
2013
FRANCISCO MAGNO MONTEIRO SOBRINHO

CONTROLE DE ILUMINAÇÃO RESIDENCIAL ATRAVÉS DE UM


CONTROLE REMOTO VIA ONDAS DE RÁDIO

Monografia apresentada à Universidade


Federal Rural do Semi-Árido – UFERSA,
Departamento de Ciências Ambientais e
Tecnológicas, para a obtenção do título de
Bacharel em Ciência e Tecnologia.
Orientador: Prof. Dr.Idalmir de Souza Queiroz
Júnior

Mossoró-RN
2013
FRANCISCO MAGNO MONTEIRO SOBRINHO

CONTROLE DE ILUMINAÇÃO RESIDENCIAL ATRAVÉS DE UM


CONTROLE REMOTO VIA ONDAS DE RÁDIO

Monografia apresentada à Universidade


Federal Rural do Semi-Árido – UFERSA,
Departamento de Ciências Ambientais e
Tecnológicas, para a obtenção do título de
Bacharel em Ciência e Tecnologia.

Aprovado em: __ / __ / ___

BANCA EXAMINADORA

___________________________________
Prof. Dr.Idalmir de Souza Queiroz Júnior - UFERSA
Presidente

____________________________________
Prof.Dr. Gustavo Alves deLima Henn - UFERSA
Primeiro Membro

____________________________________
Prof. Dr. Francisco José Targino Vidal - UFERSA
Segundo Membro
EPÍGRAFE

“Uma pessoa só cresce quando é capaz de superar as


dificuldades. Proteção é importante mas há certas coisas que
deve-se aprender por esforço próprio”.
Jiraya – Sensei
DEDICATÓRIA

A Deus primeiramente e depois aos meus pais


Rubens e Magnólia,e a minha vovozinha
Dasgraças, que me apoiaram e me ajudaram
durante todo esse tempo.
AGRADECIMENTOS

A Deus, quando algumas vezes, sentindo-me desacreditado e perdido nos meus objetivos,
ideais ou minha pessoa, me fez vivenciar a delícia de me formar.

Aos meus queridos papai Rubens Francisco do Nascimento e mamãe Maria Magnólia
Monteiro do Nascimento, que me trouxeram com todo o amor e carinho a este mundo,
dedicaram, cuidaram e doaram incondicionalmente seu sangue e suor em forma de amor e
trabalho por mim, despertando e alimentando em minha personalidade, ainda na infância, a
sede pelo conhecimento e a importância deste em minha vida;

Aos meus irmãosPaulo Roberto e Vanessa Monteiro, ao meu primo Lucas Alexandre e ao
meu querido Spaik Lee que sempre elevaram minha autoestima e principalmente pela
companhia durante os bons e maus momentos;

A minha vovó Maria Dasgraças Monteiro, na qual seu amor incondicional esteve presente em
toda parte da minha vida;

Aos meus tios Marcones Monteiro e Max Monteiro e a minha tia Magneide Monteiro que
incentivaram e apoiaram cada passo em minha vida;

Aos amigos e amigas, em espacial, Kaick, Palloma, Vanessa, Deco, Rafael, Atawalpa,
Jhonnathas Leonardo, Jack, David Benner, Arthur (ComCom), Karkera Patão,Arthut
Feitosaque cruzaram em minha vida, participando de alguma forma na construção e realização
deste tão desejado sonho de carregar o canudo de minha formatura (ingrediente fundamental
para minha felicidade);

A Jorge Vander pela ajuda indispensável na montagem e realização desse trabalho;

Ao meu orientador, professor Idalmir Junior, pela paciência, competência, ensinamentos,


dedicação, credibilidade e compreensão, que foram indispensáveis para concretização desta
monografia;

Aos professore que participou na minha vida acadêmica contribuindo cada vez mais para o
meu aprendizado, em especial, Valdenize, Luíza Helena, Fabricío e Santos;
RESUMO

Naelaboração de novos produtos ou serviços, é relevante descobrir asnecessidades dos


clientespara a atuação competitiva no mercado. Preocupaçõescomo: fatores sociais e
ambientais contribui com o marketing do produto e para desenvolvimento sustentável. Este
trabalho de conclusão apresenta uma proposta para atender de maneira simples a automação
residencial ou domótica, que pode ser definida como a integração de serviços e tecnologias,
aplicada nas residências, com o intuito de automatiza-las e consequentemente obter aumento
em relação à segurança e proteção, conforto, gerenciamento técnico e entre outros. É
realizado também uma montagem de um protótipo simples para acender ou apagar uma
lâmpada utilizando módulos a rádio frequência, facilitando essa ação simples para os
portadores de necessidades especiais, idosos, gestantes entre outros reduzindo
consideravelmente acidentes que possam ser acarretados ao deslocarem para acender ou
apagar o sistema de iluminação de algum cômodo da residência. Commented [.1]: Algumas palavras estão coladas.

Palavras-chaves: Domótica; Segurança; Automatização.


ABSTRACT Commented [.2]: Não é obrigatório, mas se quiser acrescentar
então traduza logo
LISTA DE FIGURAS

Figura 1: Automação residencial .......................................................................................... 17


Figura 2: Benefícios da automação residencial ..................................................................... 19
Figura 3:Percentual de pessoas, com pelo menos uma deficiência investigada no Brasil em
2010..................................................................................................................................... 20
Figura 4: Crescimento demográfico do Brasil ...................................................................... 23
Figura 5: Faixas de frequências de uma onda de rádio .......................................................... 24
Figura 6: Circuito para o controle de iluminação de uma residência ..................................... 25
Figura 7: Etapas do sistema de comunicação ........................................................................ 26
Figura 8: Funcionalidade do resistor..................................................................................... 28
Figura 9: Resistor fixo.......................................................................................................... 28
Figura 10: Resistor variável e ajustável ................................................................................ 28
Figura 11: Componentes do capacitor .................................................................................. 29
Figura 12: Simbologia do capacitor ...................................................................................... 29
Figura 13: Variação da espessura da armadura do capacitor ................................................. 30
Figura 14: Relé .................................................................................................................... 30
Figura 15: Transistor NPN e PNP ........................................................................................ 31
Figura 16: Dopagem do material tipo n ................................................................................ 33
Figura 17: Dopagem do material tipo p ................................................................................ 34
LISTA DE GRÁFICOS

Gráfico 1: Percentual de pessoas com alguma deficiência citada no Brasil em 2010 ........................... 21
LISTA DE TABELAS
LISTA DE SIGLAS
SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO ............................................................................................................................... 15
2. OBJETIVOS .................................................................................................................................... 16
2.1 OBJETIVO GERAL ................................................................................................................... 16
2.2 OBJETIVO ESPECÍFICO .......................................................................................................... 16
3. REFERENCIAL TEÓRICO .......................................................................................................... 16
3.1 AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL ................................................................................................ 16
3.2 HISTÓRICO DA AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL NO BRASIL E NO MUNDO................... 17
3.3 ACESSIBILIDADE .................................................................................................................... 19
3.4 TECNOLOGIA RESIDENCIAL NO AUXÍLIO A ACESSIBILIDADE .................................. 22
3.5 ONDAS DE RÁDIO ................................................................................................................... 23
3.6 ESQUEMA DO CIRCUITO A SER UTILIZADO PARA O CONTROLE DE ILUMINAÇÃO
........................................................................................................................................................... 25
3.7 DESCRIÇÃO DOS COMPONENTES ....................................................................................... 26
3.7.1 Módulo transmissor e receptor rádio frequência ............................................................ 26
3.7.2 Resistores............................................................................................................................. 27
3.7.3 Capacitores ......................................................................................................................... 28
3.7.4 Relé ...................................................................................................................................... 30
3.7.5.1 Materiais do tipo n............................................................................................................. 32
3.7.5.2 Materiais do tipo p............................................................................................................. 33
3.7.6 Circuitos integrados HT-12D e HT-12E ........................................................................... 34
3.7 FUNCIONAMENTO DO CIRCUITO ........................................... Error! Bookmark not defined.
4. MATERIAIS E MÉTODOS........................................................................................................... 36
5. ANÁLISE DOS RESULTADOS .................................................................................................... 43
CONCLUSÃO ..................................................................................................................................... 44
1. INTRODUÇÃO

O desenvolvimento tecnológico faz parte da evolução do homem e é um conceito


amplo tanto voltado para o planejamento de novas tecnologias como composto por processos
interdependentes de novas inovações. Os avanços da tecnologia geram novos desafios ao
mercado competitivo, fazendo surgir diversos produtos para diferentes consumidores. Os
sistemas de automação residencial e comercial é um bom exemplo desse avanço, onde
permitem aos usuários o comando à distância (via controle remoto) por exemplo, de
determinados equipamentos.

O governo possui o papel de assegurar e subsidiar a criação de ciência, para isso


também se faz necessário que o setor privado some esforços investindo em pesquisa em
vários setores. No caso da automação o auxílio tanto do estado como do setor privado para a
obtenção de subsídios necessários para desenvolver nos projetos é indispensável na qual a
falta destes investimentos torna insustentável um país se desenvolver.

O presente trabalho de conclusão de curso aborda a utilização do controle de


iluminação utilizando um controle remoto, tanto devido a sua praticidade que gera para o
indivíduo como no auxílio e segurança para os grupos de pessoas que possuem algum tipo de
necessidades especiais levando em consideração que muitas vezes o meio se torna uma grande
fonte de risco. Uma análise financeira do projeto será avaliada no final para verificar se é
realmente viável aplica-lo nas residências.
2. OBJETIVOS

2.1 OBJETIVO GERAL

Apresenta uma revisão bibliográfica acerca dos avanços tecnológico que o Brasil e o
mundo vem desenvolvendo no processo de automação residencial, voltado ao controle de
iluminação através do controle remoto. Tornando maior a praticidade, conforto e segurança
aos indivíduos, minimizando também o consumo de energia uma vez que o usuário pode
controlar a luminosidade, como também noauxílio aos cadeirantes, idosos, gestantes,
acidentados entre outros,devido aos riscos que os mesmos sofrem ao se deslocarem tanto para
acender como para apagar as lâmpadas.

2.2 OBJETIVO ESPECÍFICO

 Fazer revisão bibliográfica.


 Construir um circuito específico para o controle de iluminação através do
controle remoto no laboratório de circuitos eletrônicos na Universidade Federal
Rural do Semi-Árido – UFERSA.
 Testar o protótipo Commented [.3]: Os objetivos específicos são todas as tarefas
que você pretende fazer.

3. REFERENCIAL TEÓRICO

3.1 AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL

A definição da automação residencial consiste no conjunto de serviços realizados por


sistemas tecnológicos integrados no ambiente residencial para melhor satisfazer as
necessidades básica de segurança e conforto de uma habitação (MURATORI; BÓ, 2013).

Para Forti (2001, apud TEZA, 2002, p.24) “Transformar casas em confortáveis
refúgios capazes de oferecer segurança e economia de custos é uma das vantagens da
automação residencial”. Desta forma a automação vem se desenvolvendo para difundir e
transformar as residências em casas do futuro.

Na Europa o termo automação residencial é retratado como “domótica”, porém no


Brasil é optado por automação residencial através da tradução literal de Home automation.
Desta forma domótica é caracterizada pela automatização e o controle aplicados à residências.
Permitindo uma maior qualidade de vida devido à redução de certos esforços, aumentando o
bem-estar e a segurança e a racionalização do consumo de energia. (MURATORI; BÓ, 2013).

A figura 1 mostra que pode-se através da automação residencial oferecer ao usuário:

 Uma residência mais moderna;


 Facilidade de controle;
 Econômica;
 Segura;

Figura 1: Automação residencial

Fonte: Marques (2012)

3.2 HISTÓRICO DA AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL NO BRASIL E NO


MUNDO
A automatização é ausente de uma data que se caracterize como marco. Considerando-
se automatização como qualquer processo que auxilie o indivíduo em suas tarefas sejam elas
industriais, comerciais ou domésticos. A revolução industrial no século XVIII propiciou ainda
mais a automação no mundo, através da mecanização do trabalho nos processos produtivos
(BOLZANI, 2004). Desta forma com o advento da revolução industrial pode-se automatizar
os seguintes setores:

 Comércio: Automatização do controle e gerenciamento dos estoques e nas finanças


através de operações comerciais utilizando código de barras, magnéticos ou por onda
de rádio;
 Industria: Automação do controle de máquinas ou equipamentos agilizando os
processos produtivos;
 Doméstico: Automação responsável pelo gerenciamento e controle de tarefas
residenciais, providos de um grau de segurança maior e bem-estar.

A facilidade das tarefas do dia-a-dia, de tal maneira a atender as necessidades dos


indivíduos no que se diz respeito a automação residencial é uma área que está crescendo
muito no Brasil e no mundo. Acarretado muitas vezes pela mudança no comportamento da
sociedade. Tarefas repetidas, monótonas e que exigiam esforço físico, hoje pode ser
automatizada de tal forma que facilite e execute as tarefas com bem menos tempo. (SILVA;
SANTANA, 2012, p. 17).

Em relação a automação residencial na história evidência que a mesma, está


totalmente relacionada ao desenvolvimento científico-tecnológico. Tal afirmação é defendida
por Muratori (2011, apud GALDINO, 2010, p.11):

Grandes marcos fazem parte do histórico da tecnologia doméstica e influenciaram


cada um deles na evolução e desenvolvimento da domótica. Em 1820 com o
surgimento da Eletricidade; em 1876 com a invenção do telefone por Alexander
Graham Bell; 1940 invenção da televisão; 1960 surgem os primeiros sistemas
estéreos domésticos; 1989 com o surgimento da Internet; 1990 com os primeiros
sistemas de iluminação inteligente; 1995 com os sistemas de entretenimento, 2000
com o comércio eletrônico e 2003 com a comunicação com vídeo.

É possível afirmar então que a quantidade de benefícios em que a automação


residencial oferece é grande, da segurança à comodidade das residências. O presente trabalho
apresenta além das qualidades oferecida pela automação residencial, auxiliar os portadores de
necessidades físicas, idosos, gestantes e outros como mostra a fluxograma da figura 2.
Figura 2: Benefícios da automação residencial

Automação
Residencial

Comodidade
e Segurança Economia Acessibilidade
Praticidade

Fonte: Autoria própria

3.3 ACESSIBILIDADE

Pode-se definir acessibilidade como um conjunto das características de um serviço,


equipamento ou edifício que permitem o acesso de todas as pessoas, incluindo aquelas com
mobilidade reduzida ou com necessidades especiais.

O Centro de Reabilitação Profissional de Gaia – GRPG ainda completa


“Acessibilidade significa desenhar e organizar meios edificados e espaços públicos seguros,
saudáveis, adequados e agradáveis para que sejam utilizados por todas as pessoas, no seu
percurso interno em todos os espaços e oferecem uma saída de forma autônoma a todas as
pessoas”.

Em 2010 45.606.048 milhões de pessoas declararam ter pelo menos das seguintes
deficiências: visual, auditiva, motora, mental ou intelectual. Onde corresponde a 23,9% da
população brasileira. E dessas pessoas, 38.473.702 se encontram em áreas urbanas e
7.132.347 em áreas rurais. De acordo com a figura 3 a região Nordeste concentra os
municípios com os maiores percentuais da população com pelo menos uma das deficiências
citadas.
Figura 3:Percentual de pessoas, com pelo menos uma deficiência investigada no Brasil em 2010

Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2010.

No gráfico 1 é possível perceber em percentual que a proporção de pessoas que


possuem pelo menos uma das deficiências citadas anteriormente concentra-se mais nas
pessoas com 65 anos ou mais, com cerca de 67,6%. Já as com 15 a 64 anos correspondem a
24,9% e 7,5% corresponde as com 0 a 14 anos de idade de acordo com Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística –IBGE.
Gráfico 1: Percentual de pessoas com alguma deficiência citada no Brasil em 2010

7.5

24.9
0 A 14 anos de idade
15 a 64 anos de idade
65 anos ou mais de idade

67.6

Fonte: Adaptado de IBGE, Censo Demográfico 2010.

No Brasil cerca de 800 cidades que possuem algum órgão gestor dos direitos humanos
não possuem qualquer programa ou incentivo à ações voltadas para pessoas com deficiências.
Em dados, 29,4% dos municípios estão enquadrados nessa categoria, o equivalente a 885
cidades brasileiras (JÚNIOR,2012).

No Brasil, indivíduos com 60 anos representam cerca de 5,0% da população geral na


década de 40 e segundo o IBGE a população de idosos passou de 6,1% em 1980 para 7,3 em
1991 e estima-se que em 2025 essa população seja de 14% (NOVAES et al., 2009).

Com a quantidade de idosos aumentado, o cuidado com os mesmo devem ser


exponenciais. As quedas é um evento bastante comum e devastador em idosos, pois são
decorrentes das instabilidades posturais apresentadas por essas pessoas, as causas de queda se
classificam em fatores intrínsecos¹ ou extrínsecos² (MEIRA et al., 2005).

Diante desse cenário o presente trabalho vincula-se ao ato de proporcionar um


auxíliopara essas pessoas que possuem dificuldades de locomoção, permitindo desta forma
realizar ações como apagar/acender lâmpadas ou controlar a iluminação do local com baixa
ou alta intensidade de luz minimizem os acidentes decorrentes ao realizarem essas ações.

1- Intrínsecos: Alterações própria do idoso, fisiológica ou patológicas.


2- Extrínsecos: Ambiente físico.
3.4 TECNOLOGIA RESIDENCIAL NO AUXÍLIO A ACESSIBILIDADE

Muitas das tecnologias da informação e da comunicação tornaram possível o


melhoramento de novas maneiras de ver e apreender o mundo, elaborando as formas de se
construir o conhecimento. São nesses parâmetros que o chamado revolução tecnológica tem
modelado novos conceitos culturais e condicionado uma dimensão humana extremamente
grande.

Os seres humanos estão em constante mudanças, desta forma a tecnologia volta-se


para adaptar-se as regras do ambiente ao comportamento dos habitantes. O uso da tecnologia
para facilitar e tomar automáticas algumas tarefas habituais com um simples toque em um
botão, proporcionam conforto, otimização do tempo e principalmente pela segurança.

Para Domingues e Filho (2012, p.4) afirma que o comportamento da sociedade em


relação ao âmbito tecnológico com ênfase na habitação:

[...] está sendo impactada pela tecnologia de forma gradual e a possibilidade de


aumento no nível de automação ainda é dependente do amadurecimento do uso da
domótica. A ajuda no desenvolvimento de tarefas domésticas diárias, eliminando a
figura da dona de casa, através do controle total de processos, de forma prática,
rápida e confiável ainda é uma meta bem distante. A tecnologia, por enquanto, se
propõe a realizar tarefas menos complicadas, porém não menos valorizada, pois está
sempre, de certa forma, ligada à promoção da sustentabilidade, principalmente no
campo social.

A forma como as pessoas habitam vem sendo moldada de acordo com vários fatores.
A situação econômica é um dos quesitos mais importante. A transformação da residência
acaba sendo envolvida pela renda (GUERRA, 2000 apud ELOY, 2010). Desta forma
transformar aplicações simples do dia-a-dia para fornecer maior segurança aos habitantes das
residências.

A habitação tem tido necessidade de se adaptar ao novos padrões de ocupação da


sociedade, dentre os quais pode-se citar o crescimento do número de idosos implicando
diretamente em futuros impactos no sistema de saúde ou o número de pessoas com alguma
deficiência dependentes de cuidados diários. A tecnologia tem aparecido para facilitar esse
processo com o uso da domótica.

A vantagem da domótica para os grupos formados por idosos e incapacitados consiste


na promoção da vida independente, permitindo que os mesmos possam continuar morando em
suas casas, com auxílio de tecnologia que tragam conforto e ajuda na realização de tarefas,
acarretando a inclusão social e serviços de assistência pessoal, podem ser reduzido
(DOMINGUES; FILHO, 2012).

Na figura 4, devido ao aumento da qualidade de vida foi possível expandir o tempo de


duração das pessoas. Tomando como base o Brasil segundo os dados do UN
DepartmentofEconomicand Social Affairs, PopulationDivision (2012), a previsão do
percentual das pessoas com mais de 65 anos terá aumentado muito em 2050 tomando como
referência 2010 (DOMINGUES; FILHO, 2012).

Figura 4: Crescimento demográfico do Brasil

Fonte: Adaptado de Domingues e Filho (2012)

3.5 ONDAS DE RÁDIO

Para controlar o sistema de iluminação de uma residência é possível primeiramente


definir que tipos de sinal vai ser enviado para realizar o controle de iluminação. O sistema de
controle proposto será através de ondas de rádio. E Pode-se definir uma onda rádio segundo
Brain (2013) como “uma onda eletromagnética propagada por uma antena”.
As ondas de rádio possuem diversas frequências, sendo possível a captura do sinal
com a utilização de um receptor de rádio na faixa de frequência específica. Na figura 5, ilustra
as gamas de frequências que uma onda de rádio pode ter.

Figura 5: Faixas de frequências de uma onda de rádio

Fonte: Adaptado de Domingues e Filho (2012)

As bandas de frequências mais comum são:

 Rádio AM – 535 kHz a 1,7 MHz;


 Rádio de ondas curtas – 5,9 MHz a 26,1 MHz;
 Rádio CB – 26,96 MHz a 27,41 MHz;
 Rádio FM – 88 MHz a 108 MHz;

Brain (2013) afirma que “um aspecto interessante das ondas de rádio é que cada
tecnologia wireless tem a sua pequena faixa de banda disponível”. Alguns exemplos que
possuem essas faixas de acordo com a ANATEL são:

 Controle remoto de garagens, sistemas de alarmes, etc: em torno de 40 MHz;


 Telefones sem fios: 40 a 50 MHz;
 Babá eletrônica: 49 MHz;
 Aviões de controle remoto: em torno de 72 MHz;
 Carros de controle remoto: em torno de 75 MHz;
 Colares para localização de animais selvagens: 215 a 220 MHz;
 Estação espacial MIR: 145 MHz e 437 MHz;
 Telefones celulares: 824 a 849 MHz;
Para que ocorra a troca de informações com os dispositivos que utilizam ondas de
rádio, devem possuir em sua estrutura um transmissor e um receptor. O transmissor obtém um
tipo de mensagem, seja ela por exemplo o som da voz de alguém, a codifica em uma onda
senoidal e a transmite por meio de ondas de rádio. O receptor capta as ondas de rádio e
decodifica a mensagem das ondas senoidais recebidas. Tanto o transmissor quanto o receptor
utilizam antenas para irradiar e captar o sinal de rádio (BRAIN, 2013).

3.6 ESQUEMA DO CIRCUITO A SER UTILIZADO PARA O CONTROLE


DE ILUMINAÇÃO

Na figura 6 é ilustrada o circuito utilizado para controlar o sistema de iluminação de


uma residência para a justificativa proposta no início do trabalho de conclusão de curso.

Figura 6: Circuito para o controle de iluminação de uma residência

Commented [.4]: O circuito não ficou bem visível. As linhas


ficaram muito escuras e os componentes muito claros.

Fonte: Autoria própria (2013)


3.7 DESCRIÇÃO DOS COMPONENTES

3.7.1 Módulo transmissor e receptor rádio frequência

A comunicação pode ser vista como a transmissão de informação entre dois pontos,
seguidos por uma sucessão de processos. Que primeiramente inicia-se com a geração do sinal
a ser transmitido, definido como sinal fonte. Para que ocorra a transmissão de tal sinal Lui
(2010, p.4) explica:

Para transmissão de tal sinal é preciso transformá-lo, codifica-lo, de tal forma que
possa ser possível a sua transmissão através de um meio físico de interesse (canal de
comunicação), como cabos elétricos, ondas eletromagnéticos, etc. Feito isso, temos
efetivamente a transmissão do código ao destino desejado, através do canal de
comunicação. Nesse destino então, é necessário fazer a decodificação e a reprodução
do sinal original, de tal forma que a mensagem original, com um nível de
degradaçãoaceitável, devido às imperfeições do sistema, possa ser reproduzida com
suficiente clareza.

Na figura 7 ilustra a etapas do processo de comunicação. O meio de transmissão mais


comum é através de cabos e fios. Podendo também ser destacada a transmissão de informação
via ondas eletromagnéticas, como por exemplo a transmissão via ondas de rádio.

Figura 7: Etapas do sistema de comunicação

Fonte: Lui (2010)

Os módulos transmissor e receptor adotado é visto na figura 8. Porém para realizar a


codificação do sinal para comandar o circuito será necessário utilizar os circuitos integrados
HT-12D e HT12-E, na seção 3.7.6 é detalhado mais esses circuitos.
Figura 8: Módulos Transmissor e Receptor RF

Fonte: Autoria Própria (2013)

3.7.2 Resistores Commented [.5]: Retire este item, é muito básico para gastar
tempo com essa explicação

Para realizar o funcionamento de vários componentes eletrônicos de um determinado


circuito, se faz necessário a passagem de corrente elétrica pelo o mesmo, como muitos
componentes não podem receber a corrente máxima fornecida devido as características
interna que os levariam a danos irreparáveis. Torna necessário limitar o fluxo de corrente e o
componente responsável por essa função é o resistor (ANZOLINI, 2013, p.7).

Para exemplificar de maneira mais simples a função do resistor, observe a figura 9,


temos que as duas caixas com água formam uma diferença de altura, fazendo-se analogia a
diferença de potencial – d.d.p. no circuito, a tubulação e o registro são o condutor e o resistor
respectivamente. Quando fechamos gradativamente oregistro coloca-se mais dificuldade a
passagem do fluxo de água, diminuído então sua intensidade ao chegar no outro reservatório,
essa analogia é o que ocorre com o circuito elétrico, quanto maior for a dificuldade à
passagem de corrente elétrica menor será a intensidade de corrente que conseguirá passar.
Figura 9: Funcionalidade do resistor

Fonte: Anzolini (2013)

Anzolini (2013) defini resistor como um “semicondutor cuja função é dificultar a


passagem de corrente elétrica, limitando-se a sua intensidade através da resistência elétrica e
distribuindo-a aos demais componentes”. A unidade de medida de resistência elétrica é o
Ohm Ω e podem ser apresentados como resistência fixa ou variável, nas figuras 10 e 11
representa a simbologia do mesmo respectivamente.

Figura 10: Resistor fixo Figura 11: Resistor variável e ajustável

Fonte: Anzolini (2013) Fonte: Anzolini (2013)

3.7.3 Capacitores Commented [.6]: Retire este item, é muito básico para gastar
tempo com essa explicação

Um componente que tem como finalidade armazenar energia elétrica é o capacitor.


Apresenta-se em sua constituição duas placas condutoras, denominadas de armaduras,
separadas por um material isolante conhecido como dielétrico. Ligados a estas placas
condutoras estão conectados os terminais para a conexão deste com outros componentes de
acordo com a figura 12 (ANZOLINI, 2013, p.27).

Figura 12: Componentes do capacitor

Fonte: Anzolini (2013)

O capacitor, como elemento de um circuito elétrico, utiliza-se os seguintes símbolos


ilustrado na figura 13.

Figura 13: Simbologia do capacitor

Fonte: Demar (2013)

A característica que o capacitor apresenta de armazenar cargas elétricas positivas ou


negativas por unidade de tensão é chamada de capacitância – C. A unidade de medida para a
capacitância é o Farad – F. Quanto maior for a armadura do capacitor, maior será sua
capacitância e maior o seu tamanho. Para mantermos o seu tamanho com uma capacitância
maior, deve-se reduzir a espessura de isolação, consecutivamente diminuindo sua tensão de
isolação como mostra a figura 14.
Figura 14: Variação da espessura da armadura do capacitor

Fonte: Anzolini (2013)

3.7.4 Relé Commented [.7]: Retire este item, é muito básico para gastar
tempo com essa explicação

Os relés são dispositivos ou chaves eletromecânicas utilizadas para o acionamento de


cargas de alta tensão ou alta corrente a partir de um circuito de baixa tensão, conforme as
características do relé usado vide figura 15.

Figura 15: Relé

Fonte: Electrónica (2013)

Esse dispositivo, quando ligado a uma instalação, permiti o funcionamento de outros


aparelhos conectados ao mesmo ou em outro circuito elétrico que estejam ligados ao relé,
devido a uma alteração nas condições do equipamento pela passagem da corrente elétrica.
Funciona como uma chave automática comutadora que atua pela alteração de algumas
variáveis predeterminadas como temperatura, corrente elétrica, ar e campo magnético
(CUNHA, 2009).
O funcionamento do relé é detalhado por Patsko (2006) é dado da seguinte forma:

O relé tem sua construção baseada num contato metálico que se abre ou fecha sob a
influência de campo eletromagnético induzido numa bobina em seu interior. Desse
modo, quando os contatos da bobina do relé são percorridos por uma corrente
elétrica ele atrai o contato metálico e abre ou fecha o contato, conforme o modelo de
relé utilizado. Os relés que ligam circuitos quando percorridos por corrente elétrica
são chamados de NA ou normalmente abertos, enquanto que os desligam circuitos
quando percorridos por corrente são denominados NF ou normalmente fechados. Há
ainda aqueles que alternam entre um e outro contato de modo que um fique ligado
enquanto o outro está desligado, e vice-versa e por isso são chamados de
comutadores.

De acordo com Cunha (2009) os relés podem ser aplicados na:

[...] automação predial, em sistemas de geração, transmissão e distribuição de


energia elétrica, em máquinas e equipamentos em geral. Como esses equipamentos
são componentes construtivos de manobras de motores, é por meio destes que os
relés estão presentes em outros ambientes como residências, comércios e
automóveis, atuando no controle de circuitos elétricos, permitindo a ligação, o
desligamento ou a alteração do circuito dependendo de sua ligação.

3.7.5 Transistor BC548 – TBJ Commented [.8]: Retire este item, é muito básico para gastar
tempo com essa explicação

Transistor é um dispositivo semicondutor que possui duas camadas de material tipo n


e uma do tipo p (NPN) ou duas camadas de material do tipo p e uma do tipo n (PNP). Na
figura 16 é ilustrado o transistor NPN e o PNP.

Figura 16: Transistor NPN e PNP


Fonte: Electrónica (2013)

Materiais semicondutores são aqueles que possuem resistência elétrica maior do que a
dos materiais condutores e menor do que as dos isolantes. Ou seja, não são nem condutores
nem isolantes. Na tabela periódica, são os elementos situados na família 4A. Exemplo:
Carbono (C), germânio (Ge) e o mais utilizado, o silício (Si) (BOYLESTAD, 2006). Esses
materiais podem ser classificados como:

 Semicondutores intrínsecos: aqueles que são encontrados na forma pura, sem


impurezas (outros elementos).
 Semicondutores extrínsecos ou dopados: aqueles que possuem certas impurezas na sua
composição, para controlar as suas propriedades elétricas. As impurezas geralmente
são elementos da família 3A ou 5A.

O processo de dopagem de semicondutores refere-se à adição, ao cristal intrínseco, de


pequena quantidade de impureza, com propriedades adequadas, de forma a afetar o
comportamento elétrico do semicondutor da maneira deseja. Existem dopagem doadores e
receptores que produzem os semicondutores tipo n e tipo p, respectivamente.

3.7.5.1 Materiais do tipo n Commented [.9]: Retire este item, é muito básico para gastar
tempo com essa explicação

O semicondutor tipo N é obtido adicionando-se quantidades controladas de impurezas


pentavalentes ao material puro (semicondutor intrínseco). Por exemplo adicionando-se o
fósforo (P) o qual é pentavalentes (5 elétrons na camada de valência), o mesmo substituirá um
átomo de semicondutor (Ge ou Si). Quatro dos seus elétrons serão compartilhados com quatro
átomos vizinhos de Si enquanto o quinto elétron poderá se tornar livre em temperaturas muito
baixas sem que seja gerado lacuna como mostra a figura 17(BOYLESTAD, 2006).
Figura 17: Dopagem do material tipo n

Fonte: Profelectro (2013)

Desta forma inicialmente só obterá elétrons livres como portadores de carga, por isso o
material é chamado de N e a impureza de doadora. Aumentando-se mais ainda a temperatura
será atingida uma temperatura para a qual serão gerados os pares elétron-lacuna. Os elétrons
livres são chamados de portadores majoritários enquanto as lacunas são chamadas de
portadores minoritários.

3.7.5.2 Materiais do tipo p Commented [.10]: Retire este item, é muito básico para gastar
tempo com essa explicação

O semicondutor tipo P é obtido adicionando-se quantidades controladas de impurezas


trivalente ao material puro (semicondutor intrínseco). Um exemplo deste tipo de impureza é o
boro (B). Como o boro é trivalente os seus três elétrons de Valencia serão compartilhados
com quatro átomos de Si, porém uma das ligações não será completada(BOYLESTAD,
2006). Essa lacuna poderá se comportar como um portador de carga positivo em uma
temperatura muito baixa quando um elétron de valência de um átomo vizinho se deslocar para
ocupar aquela vaga como mostra a figura 18.
Figura 18: Dopagem do material tipo p

Fonte: Profelectro (2013)

Inicialmente só têm lacunas livres como portadores de carga, por isso o material é
chamado de P e a impureza de aceitadora. Aumentando-se mais ainda a temperatura será
atingida uma temperatura para a qual serão gerados os pares elétron-lacuna. As lacunas livres
são chamados de portadores majoritários enquanto os elétrons livres são chamados de
portadores minoritários.

3.7.6 Circuitos integrados HT-12D e HT-12E

Circuito integrado (ou simplesmente C.I.) é um circuito eletrônico que incorpora


miniaturas de diversos componentes (principalmente transistores, diodos, resistores e
capacitores), "gravados" em uma pequena lâmina (chip) de silício. O chip é montado e selado
em um bloco (de plástico ou cerâmica) com terminais que são conectados aos seus
componentes por pequenos fios condutores.

O CI HT12E contém 212 codificadores em série do tipo CMOS LSIs


(ComplementaryMetal Oxide Semiconductor – Semicondutor de Óxido Metálico
Complementar), que é uma tecnologia de construção de circuitos integrados para sistemas
remotos com aplicação de controle. Eles são capazes de codificar informações que consiste
em N bits de endereços e 12- N de dados. Cada entrada de endereço ou dado pode ser
configurada com dois estados lógicos 0 ou 1. O endereço e dados são transmitidos em
conjunto com o cabeçalho via RF ou infravermelho (HOLTEK, 2011).

O CI HT12D tem as mesmas características do HT12E, e os mesmos trabalham juntos,


isso quer dizer que, o chip HT12D somente recebe informações do HT12E, se estiverem
configurados para a aplicação propostas. Uma particularidade do HT12D é que ele faz a
leitura dos dados depois passa por 3 (três) confirmações de segurança, que são: coincidência
de bit, erros de paridade par e ímpar. O emissor tem 4(quatro) bits de informação a codificar
enquanto o receptor tem 4 (quatro) bits de saída a ser decodificado e mostrado para o usuário
(HOLTEK, 2011). Na figura 19 é ilustrada os circuitos integrados HT-12D e HT-12E.

Figura 19: Circuito integrado HT-12D e HT-12E

Fonte: Autoria própria (2013)

As características dos circuitos integrados HT-12D e HT-12E são listadas da


seguinte forma:

 Tensão de funcionamento: 2.4V ~ 12V


 Baixa potência e alta imunidade a ruídos tecnologia CMOS
 Baixa corrente de espera
 Capaz de decodificar 12 bits de informação
 Definição de endereço binário
 Códigos Receired são verificados três vezes
 Endereço / Data combinação de números
- HT12D: 8 bits de endereço e 4 bits de dados
- HT12F: 12 bits de endereço só
 Oscilador Built-in precisa de apenas 5% resistor
 Indicador de transmissão válido
 Fácil de interface com um FR ou um meio de transmissão de infravermelhos
 Mínimo de componentes externos
 Par com 2 de Holtek 12 séries de codificadores
 18 pinos DIP, SOP pacote de 20 pinos

4. MATERIAIS E MÉTODOS

O presente Capítulo apresenta a metodologia utilizada para a realização da montagem


do circuito para o controle de iluminação. Cada etapa da metodologia podem ser visualizadas
esquematicamente através da figura 20.

Figura 20: Diagrama esquemático da metodologia adotada

F
Montagem do circuito emissor: onte:
Fazer a placa de circuito Fazer a placa de circuito
HT-12E; Módulo emissor;
impresso do emissor impresso do receptor Autor
Botoeiras e Antena

ia
própr
ia
Montagem do circuito
receptor: HT-12D; Módulo
Alimentação do circuito
(2013
receptor; Transistor regulador
receptor e emissor
de tensão; Capacitor; Resistor; )
Relé; Lâmpada e Antena

4.1
FAZ
ER A PLACA DE CIRCUITO IMPRESSO DO EMISSOR Commented [.11]: Corrigir

Para fazer a placa de circuito impresso do emissor, foram feitos os seguintes passos:

 Desenhar o circuito impresso com as limitações do tamanho da placa e imprimir em


papel glossy (vide figura 21);
 Com a placa de fenolite (vide figura 22) e corta-la com as dimensões do projeto do
circuito desenhado;
 Com uma esponja de aço, limpe a placa de finolite para retirar todo o óxido cúprico;
 Limpe a placa com álcool isopropílico para remover todo tipo de gordura;
 Com auxílio de um ferro de passar roupa, passe no papel onde foi impresso o circuito
sobre a placa;
 Utiliza-se Percloreto de ferro (vide figura 23) em um recipiente sobre a placa, para
realizar a corrosão da mesma;
 Após 30 minutos, lave a placa com água corrente;
 Por fim, utiliza-se uma esponja de aço para remover o deposito que está sobre o
caminho do circuito, obtendo então a placa de circuito impresso (vide figura 24);

Figura 21: Papel Glossy

Fonte: Franco (2013)


Figura 22: Placa de fenolite

Fonte: Própria autoria (2013)

Figura 23: Percloreto de ferro

Fonte: Própria autoria (2013)


Figura 24: Placa do circuito emissor

Fonte: Própria autoria (2013)

4.2 MONTAGEM DO CIRCUITO EMISSOR

Para a montagem do circuito emissor, coloca-se na placa do circuito impresso, os


seguintes componentes como ilustra a figura 25:

 1 Módulo emissor RF;


 1 Botoeiras para acionar o sinal para transmissão (vide figura 26);
 1 Circuito integrado HT-12E (vide figura 27);
 1 resistor de 820 kΩ
 1 Antena de 15 cm

Figura 25: Circuito emissor

Fonte: Própria autoria (2013)


Figura 26: Botão

Fonte: Própria autoria (2013)

4.3FAZER A PLACA DE CIRCUITO IMPRESSO DO RECEPTOR

Para fazer a placa do circuito receptor utiliza-se o mesmo procedimento feito em 4.1
obtendo-se então a seguinte placa como mostra 27.

Figura 27: Placa do circuito receptor

Fonte: Própria autoria (2013)


4.4MONTAGEM DO CIRCUITO RECEPTOR

Para a montagem do circuito receptor, coloca-se na placa do circuito impresso, os


seguintes componentes como ilustra a figura 28:

 4 LED’s;
 1 resistor de 41 kΩ;
 1 resistor de 220 Ω;
 4 resistor de 560 Ω;
 1 Relé 7A 250V;
 1 Transistor BC548;
 1 circuito integrado HT-12E;
 1 Capacitor 680 µF;
 1 Transistor regulador de tensão;
 1 Antena de 15 cm;

Figura 28: Circuito receptor

Fonte: Própria autoria (2013)


4.5ALIMENTAÇÃO DO EMISSOR E DO RECEPTOR

Para alimentar o circuito emissor torna-se necessário alimentar o mesmo com uma
fonte de tensão de 9 volts, como ilustra s figura 29.

Figura 29: Bateria de 9V

Fonte: Própria autoria (2013)

Para alimentar o receptor, devido a necessidade tanto de alimentar a carga que no caso
é uma lâmpada incandescente (220V) como o circuito receptor com 12Vcc, utilizou-se um
transformador 220/12 V para alimentar tanto a carga quanto o circuito e com o auxílio de dois
diodos N4007 e um capacitor, é realizado a retificação da onda, como mostra a figura 30.

Figura 30: Circuito para alimentar o receptor

Fonte: Própria autoria (2013)


5. ANÁLISE DOS RESULTADOS Commented [.12]: Está muito pouco, é melhor juntar com o
capítulo seguinte e chamar tudo de “Conclusão”

5.1 CARACTERIZAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DO CIRCUITO

Para caracterizar o funcionamento do circuito utilizando é apresentado um esquema


detalhado na figura 31.

Figura 31: Funcionamento do circuito

Habilita-se o módulo
Aciona-se o botão do O circuito HT-12E emissor para transmitir
circuito emissor condifica o sinal o sinal ao circuito
receptor

O relé funciona como


O módulo receptor
O circuito HT-12D uma chave, ou seja,
capta o sinal enviado do
decodifica a informação aciona ou desaciona a
emissor e envia para o
e acionando o relé carga, logo, acende ou
circuito HT-12D
apaga a lâmpada.

Fonte: Própria autoria (2013)

5.2 RESULTADOS OBTIDOS

Ao realizar os testes do protótipo proposto, verificou-se que o mesmo atendeu as


necessidades imposta no presente trabalho, obtendo-se um bom desempenho para acender ou
apagar a lâmpada. Porém o circuito para um controle de várias cargas apresenta um
deficiência, logo deve ser utilizado para um controle básico de um sistema.
6. CONCLUSÃO

A Domótica como mostrado neste trabalho oferece instrumentos para tornar as


residências da população mais confortáveis, seguras, práticas e eficientes, assim como,
contribuir substancialmente para o atendimento à população de idade avançada e às pessoas
portadoras de necessidades especiais. A escolha de um sistema adequado pode proporcionar
economia no custo de implantação, criar facilidades para a instalação e para as possíveis
expansões do projeto.
Uma proposta para a continuação deste trabalho é a utilização de microcontrolares
para gerenciar várias atividades residências influenciando diretamente na qualidade de vida
dos moradores, redução de custos, segurança e comodidade.
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