Você está na página 1de 4

peek-a-boo

avaliação anterior ve o retro pé quando há varo

Sinal do “too many toes” ( ou sinal dos muitos dedos)


vista posterior calcaneos alinhados - ve só o quito dedo
Com aumento da abdução antepé em relação retropé, observa-se mais dedos lateralmente

teste da ponta dos pés


valgo fisiológico vira varo - tibial posterior
bipodal e depois monopodal repetidamente - denota alteração muscular com pé flexível

Teste de Jack
Extensão passiva da 1ª MTT-F com o paciente em ortostase
Eleva abóbada, inverte e faz rot ext da perna
Avalia mobilidade articular no pé plano p. ex.
Variante: rodar perna externo e observar elevação abóbada – mesmo principio

Teste de Coleman
Avaliação do pé cavo-varo
Blocos 2.5cm
Fase 1 – Cabeça 1 mtt sem apoio
Se corrigir, toda a deformidade é devido 1 raio em equino
Fase 2 – Todo o antepé sem apoio
Se correção total, todo o varo do retropé é causado pelo antepé
Fase 3 (Nery) – Todo o antepé reabaixado + retirada carga 1 raio
Se ainda assim não corrigir significa contribuição do retropé para o varo, seja por rigidez ou
deformidade

Teste do monofilamento de Semmes-Weinstein


Técnica: filamento 10g, testando de proximal para distal com curvatura por 1 segundo

Parestesia plantar: percussão n. tibial desde proximal túnel do tarso até seus ramos, se
irradiar para região plantar teste é +

Parestesia terço lateral distal perna e dorsolateral pé: n. fibular superficial


3 testes: aplica-se pressão onde o nervo emerge da fáscia da perna (região anterolateral da
perna, entre 10,5 e 12,5 cm acima do maléolo lateral), enquanto o paciente estende e everte
ativamente contra resistência;
2° – realiza-se flexão plantar e inversão sem pressão sobre o nervo;
3° – enquanto o pé se mantiver nessa posição, o examinador percute toda a extensão do
nervo.

Parestesia 1º interdigito: n fibular profundo

Silverskiold: Testa extensão TNZ com joelho estendido, se essa for prejudicada (<5º)
repetir com joelho a 90º.
Se aumento da extensão para normal (>10º) significa gastrocnemio como fator causal
primário do equino.
Se não por ser de todo tríceps sural, articular ou capsular

Gaveta posterior fibular


Segura o tnz com um mão e com o outro polegar empurra fíbula para posterior
+ se dor associada a deslocamento posterior fíbula
Significa lesão do tibiofibular anterior associado a outra lesão sindesmose. Se dor isolada
sem translação pode ser lesão isolada do anterior

Teste de Phillings ( ou teste da compressão lateral perna ou Squeeze Test)


Compressão proximal fíbula causa dor distal na presença de inflamação na ATFD

Teste da rotação externa do tálus


 Segura terço médio perna e com outra mão segura calcâneo com margem medial
do pé apoiada no antebraço do examinador
 Força em rotação externa exerce força na ATFD afastando fíbula e solicitando
ligamentos da sindesmose
 Positivo se dor

Gaveta anterior
 Avalia integridade tibiofibular anterior e cápsula anterolateral para resistir a
translação anterior tálus
 Com joelho fletido, fixa perna e apoia no calcâneo, exercendo força de posterior
para anterior
 Positivo de deslocamento importante em relação aos maléolos, pode surgir sulco
anterolateral no tnz (sinal de sucção)
 Outra forma de avaliar e com paciente supino ou sentando, joelho a 60-90º,
estabiliza calcâneo contra superfície rígida e força tíbia para posterior

Stress em varo
 Avalia estruturas laterais (TFA, CF e cápsula AL)
 Posição do tornozelo influencia (flex e ext)
 Acaba avaliando subtalar em conjunto

Stress em valgo
• Avalia deltoide
• Sempre comparar com outro lado

Testes hipermobilidade 1 raio


 2 métodos
 1º- examinador retém os raios laterais e, com a outra mão, apreende a cabeça do
primeiro metatarsal; aplica-se força nesse raio nos sentidos plantar e dorsal e
mensura-se tal deslocamento em milímetros (positivo se deslocamento superior a
10 mm)
 2º - segura o retropé e o mediopé pela face medial, fazendo com que o
cuneiforme medial fique fixo. Com a outra mão, aplica forças na cabeça do
primeiro metatarsal, nos sentidos dorsal e plantar Positivo se deslocamento acima
de 30°
 Indicam hipermobilidade do raio capaz de influir decisivamente no prognóstico
das deformidades.

 Gaveta dorsoplantar/ MTT-Fl


 Estabiliza cabeça MTT e força sentido plantar-dorsal para subluxar art.
 Grau 0 – sem instabilidade
 Grau I – instabilidade discreta
 Grau II – moderada instabilidade, cerca de 50% da MTF
 Grau III – articulação passível de luxação completa ou já luxada

 Teste Mcbride (prova redutibilidade valgismo do hálux)


 Força varizante na borda lateral do hálux, para alinhar dedo com
metatarsiano
 Se não consegue retração capsular lateral e/ou mm adutora

Avaliação Valgismo interfalângico


Fletir passivamente MTTF e IF hálux
Observar se mantem paralelismo ou não das linhas articulares

 Três tipos fórmula digital


 Egipcio (1>2>3>4>5)
 Quadrado (1=2>3>4>5)
 Grego (2>1>3>4>5)

Teste Kelikian-Ducroquet
Pressão plantar cabeça MTT a fim de diminuir extensão MTT-F
Ao alcançar posição, potencializa mm lumbrical e extensor longo sobre falange e corrige
garra
Se garra rígida não corrigirá, devido retrações ligamentares, capsulares e tendineas

Teste de Thompson
Decubito ventral, joelho a 90º, compressão musculatura posterior perna
Se tendão íntegro, tornozelo flete, teste negativo
Se lesado, assimetria na flexão, teste positivo

Teste Matles
Assimetria no posicionamento passivo tnz em decúbito ventral e flexão joelho

Sinal do arco doloroso


Diferenciar paratendinite, tendinose e paratendinite com tendinose do Aquiles
Realizar mobilização do tornozelo, observa-se se há movimento do ponto de maior
nodularidade e dor. Caso esse ponto se mova em relação aos maléolos, considera-se
presença de degeneração intratendínea (tendinose); se permanecer fixo, considera-se
presença de paratendinite

Sinal de Mulder
Compressão latero-lateral reproduz dor. Se estalido associado é positivo. Estalido sem
dor não significa neuroma.