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A ARQUITETURA E A PROBLEMÁTICA SÓCIO-

ESPACIAL NAS GRANDES METRÓPOLES.


Construindo um futuro sócio-espacial sustentável.

Acadêmica: Sofia Beerli Zapata Montaño


Professor: Júlio Roussenq Neto
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI
Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo (ARQ13) – Ecologia
07/10/11

RESUMO

Para se adaptar, o ser humano foi modificando o seu habitat,e então surgindo as cidades.
Modificações que deixaram um descontrole enorme sobre o clima, solo, hidrografia. Desgaste que
é de um modelo de consumo e produção mal planejados, que se arrasta durante muitos anos. Por
isso, a sociedade, deve usar de maneiras inteligentes todos os recursos que são oferecidos. A
palavra sustentabilidade, que para muitos ainda é desconhecida, é um tema que deve ser de
conhecimento de todos, pois só assim poderemos mudar o modo de vida atual, melhorando a
qualidade de vida. Pois o presente está na sustentabilidade, para garantir o futuro que todos
almejam.

Palavras-chave: Sustentabilidade. Cidades. Meio Ambiente

1.INTRODUÇÃO
O Planeta pede socorro, pelos vários anos em que fizemos um mau uso dele, esbanjando os
recursos naturais, a economia descontrolada, com seus altos e baixos, e problemas acumulados que
parece não ter mais soluções.

Se os recursos naturais, ficarem extintos, não se produzirá o alimento, produção


indispensável para a existência da vida humana já que a água e o solo estarão contaminados.
Afetando também a economia, e piorando drasticamente, o modo de vida que conhecemos.
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A sustentabilidade aparece como forma de organizarmos o nosso habitat, integrando a


economia, ecologia e igualdade, para termos um futuro melhor.

2.A NOVA VIDA NAS CIDADES


A cidade já teve três funções bem definidas: O espaço dedicado para reuniões das pessoas,
onde trocavam informações sobre a cidade e sociedade, e eventos importantes ocorriam, uma praça
de comércio, e a circulação, que eram conexões para os vários usos da cidade. Quando estes trajetos
eram feitos a pé, pois o acumulo de carros não era um problema. Havia uma harmonia e equilíbrio
dos usos destes espaços públicos.

Com o passar dos séculos, essas três condições do espaço público mudaram radicalmente.
Novas formas de comércio, tráfego e comunicação. Este trafego caótico, não combina nada com o
uso da cidade. De um lugar de encontro e comercio para uma selva de construções, violência, medo,
e poluição. O comércio mudou de feiras para lojas. De lojas para supermercados, e, supermercados
para centros comerciais gigantes, afastados do centro da cidade. Com o desenvolvimento da
tecnologia, surgiu os novos meios de comunicação, como a internet, e o celular. Por um lado
diminuindo a distancia entre as pessoas, sendo mais fácil de localizarem e trocarem informações de
qualquer parte do mundo, ainda mais com a vida agitada do cotidiano, mas afastado-as socialmente.
Segundo Ascher (2010, p.23):

A metropolização, como ocorreu com o crescimento das cidades, apóia-se no


desenvolvimento dos meios de transportes de estocagem de bens, de informações e de
pessoas (sistema bip) e nas tecnologias que potencializam seu rendimento. Assim, a
velocidade de deslocamento das pessoas nas cidades européias aumentou 30% em quinze
anos, enquanto ao mesmo tempo se desenvolviam o telefone celular e o uso da internet. (...)
Esses meios de transporte e estocagem, eficazes e cada vez mais individualizados,
conferem formas novas às aglomerações urbanas.

Enfim, o papel da cidade mudou. Transformou completamente o planejamento urbano, a


arquitetura e os espaços públicos. Porém agora percebe - se, que essas mudanças vêm acarretando
certos problemas para a vida aqui na terra. Afetando não somente a vida humana, mas todo o
ecossistema. Temos que reaprender a usar as cidades, e os recursos já existentes para melhorar a
qualidade de vida, e reverter à situação. Para que volte a harmonia entre homem e natureza.

2.1 PROBELMAS DA NOVA VIDA URBANA


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Sabe-se também que, esses fatores acorrem mais nas metrópoles do que em áreas rurais. As
cidades estão caracterizadas como sendo o maior agente destruidor do meio ambiente, e uma
ameaça para o planeta. É pelos resíduos não somente de poluição, emitidos por ela, mas um
conjunto de outros fatores que, a cada dia, a crise ambiental se agrava mais.

2.1a ACÚMULO DE LIXO E ESGOTO

Com o despejo dos resíduos de indústrias em rios, provoca a poluição da água, e acaba com
qualquer tipo de vida que ali habitava. Tornando-se extremamente poluídos, e emitindo um mau
cheiro desagradável, ou o destino do lixo é ser levado a lixões, proliferando ratos e insetos
transmissores de doenças. Soluções para diminuir isto existem, um aterro sanitário, por exemplo,
ainda é a melhor opção, já que os gases e líquidos resultantes do lixo são tratados de modo que
protegem o solo, água e ar.

2.1b CONGESTIONAMENTOS FREQÜENTES

As pessoas passam muito tempo dentro dos automóveis, gerando stress por causa do
transito, e afetando, em muito a saúde delas. Para Rogers (2008, p.35) “Mas foi o automóvel o
principal responsável pela deterioração da coesa estrutural social da cidade. Atualmente, os cerca de
500 milhões de carros em todo o mundo destruíram a qualidade dos espaços públicos e estimularam
a expansão urbana para bairros distantes.”

E como há uma grande quantidade de carros circulando, mais gases poluentes são jogados
para a atmosfera.

2.1c POLUIÇÃO SONORA

Por mais que este tipo de poluição não tenha “acúmulos físicos” ele se espalha por toda a
cidade. Barulhos do transito, fabricas, construções, ruídos por 24 horas, causa problemas à saúde,
danos ao corpo, como infecções, stress, insônia, e problemas de audição.

2.1d CARÊNCIA DE ÁREAS VERDES

Pela falta destes espaços, a poluição atmosférica cresce mais um pouco, já que as arvores
são agentes contra este problema, pois contribuem para a renovação do oxigênio. Mudaria a
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qualidade de vida dos habitantes, dando lazer às pessoas, um espaço onde elas se socializariam,
praticariam esportes, etc.

2.1e POLUIÇÃO VISUAL

As propagandas e outdoors brigam pelo o espaço, entre construções, e o pouco da paisagem


natural que ainda resta nas ruas. Estão espalhadas por toda a cidade, causando um desconforto
visual.

Mas outro fato curioso é a fuga das pessoas para as cidades grandes. E o desenvolvimento
acelerado dela, resulta em favelas, nos quais aglomerados de casa sem nenhuma estrutura, tanto de
saneamento básico ou edificações planejadas e legalizadas, dificulta ainda mais o trabalho de ter um
futuro sustentável. Rogers (2008, p.07) afirma que:

As cidades estão produzindo uma instabilidade social desastrosa e levando a um declínio


ambiental adicional. Apesar do aumento global da riqueza, que ultrapassa em muito o
aumento da população, cresce o grau de pobreza e o número de podres no mundo. Muitos
deles estão vivendo em ambientes mais desfavoráveis, expostos a níveis extremos de
pobreza ambiental, perpetuando, portanto, o ciclo de destruição e poluição. E as cidades
estão destinadas a abrigar parcelas cada vez maiores dessas populações. Portanto, uma vez
que as questões sociais e ambientais estão entranhadas, não deveria ser surpresa o fato de
sociedades e cidades, caracterizadas por desigualdades, sofrerem intensa privação social e
causarem danos ainda maiores ao meio ambiente.

Problemas que são relacionados diretamente com a economia vigente de cada país, a
desigualdade social é o fator de peso para se formar a distribuição por áreas numa cidade – áreas
nobres e periferia. Onde quem “tem-mais” fica em áreas com melhores infra - estruturas, e no
coração da cidade. Enquanto quem “tem menos” vive aos arredores da cidade.

2.2. SEGREGAÇÃO SÓCIO ESPACIAL

Chegando em uma cidade, é fácil distinguir onde fica a periferia, e a área nobre. Se
pegarmos o caso do Rio de Janeiro, por exemplos, temos a Zona Sul e a Baixada Fluminense. E
assim acontece com outras cidades pelo mundo todo.

Este é um problema que só parece se acumular, pois quem tem mais condições financeiras
consegue um ensino de qualidade bom. E, a tendência é sempre crescer, principalmente na área
profissional, conseguindo bons empregos e prestígios. Enquanto os de baixa renda, não conseguem
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o mesmo feito, ou tem mais dificuldades para chegar neste certo padrão de vida. Como citado
anteriormente, esta desigualdade faz com que a cidade fique segregada. “ (...) A segregação é um
processo segundo o qual diferentes classes ou camadas sociais tendem a se concentrar cada vez
mais em diferentes regiões gerais ou conjuntos de bairros da metrópole.” (VILLAÇA, 2001, p. 150
apud SABOYA,2009).

Este tipo de relação enfraquece todos os laços entre a população, de um lado ficam as
pessoas com o poder aquisitivo maior, e do outro, pessoas que não possuem as mesmas
oportunidades, gerando conflitos entre essas divisões. Para Rogers (2008, p.09):

A cidade tem sido encarada como arena para o consumo. A conveniência política e
comercial deslocou a ênfase do Desenvolvimento urbano de atender ás necessidades mais
amplas da comunidade para atender às necessidades circunscritas de indivíduos. A
busca deste objetivo estreito minou a cidade em sua vitalidade. A complexidade da
comunidade foi desvendada e a vida pública foi dissecada em componentes individuais.
Paradoxalmente, nesta época global de democracia em ascensão, cada vez mais, as cidades
estão polarizando a Sociedade em comunidades segregadas.

O mundo capitalista certamente acabou afastando as pessoas de um circulo social e de


convivência harmoniosa. Refletindo nas ações e relações do homem com o homem, e do homem
com o meio em que vive. Com medo da violência resultante da pobreza, e miséria em que muitos se
encontram.Conforme o pensamento de VILLAÇA (2001, p. 150 apud SABOYA,2009):“ Crianças
criadas em condomínios fechados muitas vezes não têm praticamente nenhum contato com as áreas
mais pobres da cidade.Que tipo de visão ela terá sobre as desigualdades sociais no futuro? Como ela
irá encarar essa desigualdade, e a que causas atribuirá? Será que terá o desejo de contribuir para
diminuí-la, e como poderá fazer isso?”

Como agir perante esta realidade, se por medo da violência, as pessoas se trancam mais em
casa, e essas casas cercadas de muros? A atual situação ocorre devido ao longo período em que
sempre foi dado as costas para o problema. Para reverter, teria que existir um programa de
conscientização forte, e união entre as forcas políticas e os cidadãos. Não deve - se esperar de
braços cruzados e jogar a culpa somente das entidades políticas. Cabe agora aos profissionais e aos
governantes, uma força ação conjunta, para que os conhecimentos sejam colocados em pratica.

3. ENTENDENDO O CONCEITO DE SUSTENTABILIDADE


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Hoje em dia, a palavra sustentabilidade esta em todos os lugares, e nunca antes foi tão
falada. Mas, poucos sabem do seu verdadeiro sentido.

Sustentabilidade não é deixar de usar os recursos naturais, ou não naturais para que fiquem
para a próxima geração. Mas é usando esses recursos de forma inteligente, e garantindo a sua
continuidade no planeta. Não apenas ambientais, mas econômicos, sociais e culturais.

De uma forma simples, podemos afirmar que garantia a sustentabilidade de um projeto ou


de uma região determinada, é dar garantias de que o mesmo explora essa área continuará a
prover recursos e bem estar econômico e social para as comunidades que nela vivem por
muitas e muitas gerações. Mantendo a força vital e a capacidade de regenerar-se mesmo
diante da ação contínua e da presença atuante da mão humana. (ABREU, 2008).

Este pensamento de ver o novo modo de vida, (a qual precisamos nos adaptar o quanto
antes) só ira se manifestar mais, quando fizer parte da cultura das pessoas. Ganhará mais força
quando este conceito fizer parte do cotidiano, estará tão presente, que pensar nisso não se tornara
algo distante. Será, e já começou a ser uma nova mentalidade, pois já percebemos os benefícios que
estas atitudes trazem, tanto em longo e médio prazo.

4. SUSTENTABILIDADE PARA A DIMINUIÇÃO DOS PROBLEMAS

A cidade é um organismo vivo, ou seja, é uma unidade funcional, onde todas as partes
formam um todo. Para isso elas têm que contar com uma infra-estrutura urbana de qualidade.

Porém, com o ser humano ultrapassando a carga ecológica do planeta. Providencias estão
sendo tomadas, como as comunidades, bairros e cidades sustentáveis. E exemplos não faltam.

O interesse no desenvolvimento de comunidades sustentáveis surgiu durante as ultimas


duas décadas em resposta ao aumento das preocupações com o meio ambiente e também
devido à conscientização crescente entre os elaboradores de políticas públicas e grupos de
cidadãos, que compreenderam que comunidades construídas com um único objetivo –
como cidades – dormitórios ou distritos de edifícios de escritórios – não são viáveis, no
longo prazo, em termos econômicos, sociais e ambientais. Recentemente, algumas
pesquisas forneceram evidencias que embasam tais preocupações. (BURKE; KEELER,
2010, p. 213).

Mas por onde começar, ou que critérios seguir para se alcançar a sustentabilidade? Já que ela
deve ser um conjunto de itens: Físicos, como obras e planejamentos urbanos, e mentais: Esforço e
vontade de todas as pessoas envolvidas neste projeto.

Os principais componentes da criação de comunidades sustentáveis incluem localização


inteligente, projeto de urbanismo de qualidade, implantação ambiental adequada,
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tecnologias sustentáveis e sustentabilidade social. Esses fatores abrem as portas para a


arquitetura sustentável, devendo a ser integrados por completo a todos os projetos do
gênero. (BURKE; KEELER, 2010, p. 213).

Uma cidade sustentável é aquela que oferece um ambiente saudável, que todos os cidadãos
possam participar, e trabalhar. Para que isso ocorra, ela deve se desenvolver de modo que os
problemas sejam resolvidos e planejados no presente, não carregá-los para o futuro. E o consumo, e
utilização de recursos naturais, sejam feitos juntos com o crescimento da cidade, mas com limites.

4.1 EXEMPLO DE CIDADE SUSTENTAVEL

Como mencionado à cima, exemplos de cidades, que superaram seus problemas e são
referencias atualmente, não faltam. E o Brasil pode se orgulhar de poder ter uma cidade como
Curitiba, que é inspiração para tantas outras. Na qual o arquiteto e, ex- prefeito de Curitiba Jaime
Lerner conseguiu solucionar. Como conclui Rogers (2008, p.19):

Graças à participação pública e a líderes de visão, Curitiba, cidade brasileira em rápida


expansão, conseguiu lidar com seus problemas de crescimento e consolidação (...). A
cidade buscou implementar políticas para aumentar a consciência social e ambiental,
englobando desde educação e comércio, ate transporte e planejamento. Como resultado,
os cidadãos sentem-se, de fato, como donos de sua cidade e responsáveis pelo seu futuro.

Mobilização de toda a comunidade foi o ponto de partida para que todo o trabalho
começasse. Principalmente nas favelas. Como, o lixo não era coletado nestes lugares a sujeira era
depositada em lugares inapropriados e nos rios.

A solução para isto foi oferecer passagens e cadernos para as pessoas, que depositassem seu
lixo em lugares adequados. Agora estas favelas se tornaram uma comunidade que as pessoas fazem
e vende seu artesanato, e podem ganhar outros auxílios, e alimentação, por exemplo. Programas
para o paisagismo, ciclovias e áreas para pedestres, sistema público, transporte de massa, antigas
pedreiras em centros culturais. Tudo com uma estratégia simples a cidade foi mudando. Segundo
Rogers (2008, p.61):

(...) Curitiba é mais saudável que bonita, mas a pauta urbana de Jaime Lerner criou um
genuíno espírito de participação entre seus cidadãos. Suas iniciativas celebram o casamento
entre população e sua cidade, razão e motivo de grande orgulho para os moradores,
garantindo auxilio e incentivo para futuras iniciativas.
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E por todo o trabalho desenvolvido Curitiba é a referência mundial de Cidade Sustentável.


Atraindo turista e deixando os moradores satisfeitos. Uma cidade que pode ser realidade para
muitas outras.

5. A QUALIDADE DE VIDA E A SUSTENTABILIDADE

Cada ser humano tem uma percepção sobre os conceitos e contextos, de vida e cultura no
meio em que vivem. Diretamente ligada à saúde física, psíquica e as relações sociais. Estes
conceitos, e o grau de satisfação formam a qualidade de vida.

Os modelos econômicos adotados no Brasil ao longo da história têm provocado fortes


concentrações de renda e riqueza com exclusão de expressivos segmentos sociais
resultando, em grande parte, nos problemas que o país enfrenta. Ao mesmo tempo em que
degradam o homem, sua qualidade de vida e seu estado de saúde, esses padrões de
desenvolvimento vêm favorecendo a degradação ambiental por meio da exploração
predatória de recursos naturais e poluição, às quais por sua vez, têm gerado impactos nas
condições de saúde e qualidade de vida da população, (MINISTÉRIO DA SAÙDE, 1995)

Os problemas do desenvolvimento rápido, como citados anteriormente são muitos. Ainda


mais quando se atinge a saúde dos indivíduos, e interferindo na qualidade de vida delas.Como na
CONSTITUIÇÃO FEDERAL,198,Meio Ambiente, Art. 225, parágrafo 1°, inciso VI:Todos têm
direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à
sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e
preservá-lo para as presentes e futuras gerações.

A situação do ambiente e a saúde têm que ser conceitos que não podem ser separados um do
outro. Um controle eficiente, que possa garantir o direito a saúde e ambiente saudável, é
indispensável para cada cidade, da pequena até a metrópole. E para funcionar, tem que ter pessoas
conscientes, e aptas para desempenhar este papel, de conscientização da sociedade, para o respeito
entre a vida e a natureza.

6. CONCLUSÃO

Apesar do longo caminho que temos que percorrer para mudarmos a situação em que
vivemos, a oportunidade de melhora estão cada vez mais presentes. Basta unirmos nossos
conhecimentos, basta termos uma população que pratique a cidadania, governos que cumprem seus
afazeres, e profissionais dispostos e qualificados para querer fazer a diferença.
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Por mais que sustentabilidade pareça algo desconhecido para algumas pessoas, que acham
apenas que este assunto está na moda, é o único jeito para minimizarmos, de alguma forma, os
desgastes que a terra sofreu.

Trabalhos de conscientização têm que ser realizados em empresas, escolas, pelos órgão
públicos e privados, para o quanto antes, as pessoas terem o conhecimento para formar esta nova
cultura de ser sustentável. Que esta seja a meta de cada um, garantindo a continuidade da nossa
espécie e de todas as outras.

7. REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS

ASCHER, François. Os novos princípios do urbanismo. Tradução e apresentação Nadia Somekh –


São Paulo: Romano Guerra 2010.

KEELER, Marian. BURKE, Bill. Fundamentos de Projeto de Edificações Sustentáveis.


Tradução técnica: Alexandre Salvaterra – Porto Alegre: Bookman, 2010.

ROGERS, Richard. GUMUCHDJIAN, Philip. Cidades para um pequeno planeta. 1ª edição - 3ª


impressão. Barcelona: Gustavo Gili, 2008.

ABREU, Carlos. Sustentabilidade? O que é Sustentabilidade?.Atitudes Sustentáveis, 16 out.


2008 .Disponível em: <http://urbanidades.arq.br/2009/05/segregacao-espacial-urbana/ >. Acesso
em: 26 set. 2011.

SOBOYA, Renato. Segregação Espacial Urbana, 14 maio. 2009. Disponível em:


<http://urbanidades.arq.br/2009/05/segregacao-espacial-urbana/ >. Acesso em: 10 set. 2011.

BRASIL.Conferência Pan- Americana Sobre a Saude e Ambiente no Desenvolvimento Humano


Sustentável. Plano Nacional de Saúde e Ambiente no Desenvolvimento Sustentável. Brasília:
Ministério da Saúde. 1995, p.13

CONSTITUIÇÃO FEDERAL, 1988,Meio Ambiente, Art. 225, parágrafo 1°, inciso VI.