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INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº.

01/2015

Considerando que diversos condôminos do RESIDENCIAL ALLEGRO já estão


residindo em suas respectivas unidades, necessitando assim de uma
regulamentação a fim de restringirem-se os barulhos na realização de reformas
e mudanças, adequar a utilização das áreas comuns do condomínio;
Considerando que o fluxo de pessoas no Condomínio tem crescido
consideravelmente, repercutindo sobremaneira na vulnerabilidade da
segurança de todos; Considerando lamentáveis episódios ocorridos nas
dependências do Condomínio, bem como o descumprimento de outras
regulamentações, resolve-se expedir a presente Instrução Normativa nos
seguintes termos:

Capítulo I
DA RECEPÇÃO (Portaria)

Art. 1º. A Recepção (portaria) é o ponto central de comunicação dos


Condôminos, Possuidores e Usuários do Condomínio com os demais serviços
do Condomínio, bem como centralizador de documentos e livros condominiais.
§ Único. A Portaria funcionará diariamente 24 (vinte e quatro) horas.
Art. 2º. É proibido o armazenamento das chaves das unidades condominiais na
portaria, eximindo-se o Condomínio de qualquer responsabilidade advinda da
referida conduta.
Art. 3º. A Portaria deve zelar pelas correspondências, revistas, jornais e
telegramas, recebendo e colocando nos locais próprios.
Art. 4º. O Condômino que se negar a receber as comunicações, convocações
e quaisquer outros documentos enviados pela Administração do Condomínio,
bem como se negar a assinar livro de protocolo de entrega de qualquer
correspondência, terá tal conduta atestada por funcionário do Condomínio, não
podendo alegar a não recepção de correspondências, nem tampouco o
desconhecimento de seu conteúdo.
Art. 5º. Os Condôminos que se mudarem deverão informar o novo endereço
para a quem lhes envia correspondência, pois não será de responsabilidade do
Condomínio o reenvio ou aviso da chegada de correspondência.
Art. 6º. O Condômino que infringir os artigos deste capítulo, estará sujeito ao
pagamento de multa, nos termos do Capítulo V da Convenção Condominial

Capítulo II
DAS OBRAS, REFORMAS E MUDANÇAS

Art. 7°. O horário para execução das obras, reformas e mudanças que
produzam ruídos que possam causar incômodo aos demais condôminos que
estão residindo em suas unidades será de segundas à sexta-feira das 8h00min
às 17h00min, e aos sábados das 8h00min às 12h00min, domingos e feriados,
é proibido a execução das obras, reformas e mudanças.
Art. 8°. A entrada de prestadores de serviços no Condomínio somente será
permitida dentro dos horários determinados e mediante autorização presencial

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ou por escrito do proprietário/condômino, que deverá ser apresentado para a
portaria constando nome e documento de identificação, responsabilizando-se
por seus atos.
Art. 9°. O Condômino que infringir os artigos deste capítulo, além do dever de
reparação, estará sujeito ao pagamento de multa, nos termos do Capítulo V da
Convenção Condominial.
Art. 10. Antes do início da obra, encaminhar para o Síndico ou responsável
legal pela edificação o plano de reforma e toda a documentação necessária
que comprove que a reforma será executada dentro da legislação vigente
(ABNT NBR 16280) que entrou em vigor no dia 18/04/2014 e traz as novas
regras para as reformas em edifícios, a qual abrange qualquer tipo de edifício,
seja ele residencial, comercial, público, novo ou antigo e confere ao síndico
poderes de decisão, de fiscalização e de organização dos trabalhos e ao
condômino que quiser reformar a unidade adquirida compete:
a) Antes de iniciar a obra: Preencher o Requerimento de Autorização de
Reforma (RAR) (formulário anexo) com nome, qualificação, endereço, telefones
e e-mail do proprietário ou responsável pela obra ou reforma; Nome,
qualificação, endereço, telefone e e-mail de contato do engenheiro ou arquiteto
responsável técnico; Nome, qualificação, telefone e e-mail da construtora e/ou
empreiteiro responsável pela execução da obra e funcionários destacados;
i. Apresentar ART, RRT, alvará de reforma, planta baixa, projeto estrutural,
elétrico hidráulico, quando e se necessário;
ii. Descritivo da obra, que deverá contemplar remoção parcial ou total e instalação
ou não de parede, tubulação de gás, água quente ou fria, esgoto, ar
condicionado, fiação elétrica, quadro de luz, gesso e acabamentos, banheira,
piscina ou assemelhados, floreira, estrutura metálica ou madeira,
acondicionamento e descartes de materiais, uso de martelete ou outra
ferramenta que possa provocar barulho, dias de trabalho, início e término das
obras e declaração de que tem conhecimento e que se obriga a não promover
intervenção construtiva, nem mesmo mero desgaste em coluna, viga ou parede
estrutural;
iii. Assim, considerando que reforma contempla toda e qualquer alteração que
vise recuperar, melhorar ou ampliar as condições de habitabilidade, uso ou
segurança, que não contempla manutenção ou pequenos reparos, como
pintura, rebaixamento de teto com gesso, conserto de fechaduras, etc. Se
exigir quebra-quebra, será executada exclusivamente por profissional ou
empresa especializada, acompanhado de arquiteto ou engenheiro responsável,
como: Automação, exaustor ou ventilação, revestimento cerâmico,
impermeabilização, substituição de esquadria e fechamento de varanda,
instalação de sanitário, equipamento hidráulico, prevenção e combate a
incêndio, e instalações elétricas e a gás, e toda e qualquer obra que possa
afetar a estrutura da edificação coletiva, envolvendo remoção ou acréscimo de
parede ou de abertura ou que resulte no aumento ou redução de carga;
iv. Encaminhar proposta instruída da documentação necessária, cronograma e
contratados, para análise técnica do condomínio, que responderá à solicitação,
aprovando-a ou não, total ou parcialmente, e que autorizará ou não a entrada
de insumos e de pessoas, e que comunicará as obras autorizadas.
b) Durante a execução da obra, permitir o acompanhamento e acatar toda e
qualquer ordem de suspensão dos trabalhos e prestar esclarecimentos

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técnicos, constatada dúvida ou divergência de execução ou risco para a
edificação coletiva ou privada;
c) Concluída, permitir a vistoria e as condições de entrega da obra, fornecido
termo de encerramento e manuais das eventuais atualizações, que ficarão
arquivados no condomínio com a documentação fornecida.

Capítulo III
DO SALÃO DE FESTA E DAS CHURRASQUEIRAS

Art. 11. Os espaços funcionaram em regime de cessão de uso, mediante


reserva prévia, através do site da Administradora
www.administradoraparana.com.br, com antecedência máxima de 10 dias e
mínima de 2 (dois) dias.
§ 1°. O horário de funcionamento dos espaços é das é das 08h00min as
22h00min todos os dias da semana.
Parágrafo único - A capacidade média para cada espaço é de: SALÃO DE
FESTAS – 30 (trinta) pessoas e CHURRASQUEIRAS – 10 (dez) pessoas.
§ 2°. O espaço somente poderá ser reservado uma vez por dia.
§ 3°. Somente o proprietário ou locatário poderá efetuar as reservas e
responsabilizará integralmente pelo bom uso do espaço, bem como pela
integridade física dos bens que o compõe, inclusive quando os eventos forem
realizados por seus filhos e familiares, independentemente da idade.
§ 4°. Em nenhuma hipótese os espaços poderão ser sublocados por moradores
para realização de eventos de terceiros ou utilizado para eventos com fins
lucrativos, bem como é expressamente vedado a realização de reuniões de
cunho político, mercantil, religioso ou festividades beneficentes.
§ 5°. O usuário deverá providenciar, antes da entrega do salão (ao final do
evento ou no dia seguinte, até no máximo às 08h00min), a retirada dos objetos
de sua propriedade, tais como engradados, comidas a serem ainda
aproveitadas, dentre outros, bem como a limpeza do espaço, inclusive do
banheiro, sob pena de perda dos bens e aplicação de multa correspondente a
50% do valor quota mensal ordinária da unidade infratora.
§ 6°. O funcionário do Condomínio que receber a devolução da chave se
certificará do funcionamento, limpeza e manutenção dos itens que compõe o
espaço locado, havendo faltas ou danos levará ao conhecimento do
responsável para cobrança e registrará o ocorrido no respectivo “Livro de
Ocorrências”, para posterior conhecimento e providências pelo Síndico e ou
Subsíndicos.
§ 7°. Qualquer dano causado pelo uso inadequado dos espaços aqui tratados
ou perda de material entregue, o Condômino ou terceiro solicitante arcará com
todos os prejuízos e deverá o Síndico efetuar a cobrança das despesas
lançadas na taxa de Condomínio do mês da infração da unidade causadora ou
pelos meios cabíveis contra terceiros.
§ 8°. A desistência da reserva dos do espaço deverá ser feita no site com no
máximo 3 (três) dias antes da data solicitada.
§ 9°. A afixação de cartazes, bexigas ou quaisquer outros objetos em paredes,
espelhos, lustres, cortinas e outros locais do espaço, deverá ser feita de forma
a evitar danos, inclusive na pintura.

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§ 10. Quando da realização de eventos o condôminos deverá zelar para que os
convidados mantenham conduta decorosa e respeitosa, de modo a não ferir a
liberdade dos demais convidados e moradores.
§ 11. Nestes espaços é proibido fumar (Lei n° 12.546).
Art. 12. O Condômino que infringir os artigos deste capítulo, além do dever de
reparação, estará sujeito ao pagamento de multa, nos termos do Capítulo V da
Convenção Condominial.

Capítulo IV
DO USO DA PISCINA E ADJACÊNCIAS

Art. 13. A piscina é de destinada ao lazer dos moradores, sendo


expressamente vedada aos visitantes, hóspedes, bem como empregados
particulares dos moradores.
Parágrafo único: será obrigatório o uso de pulseirinha fornecida pelo
condomínio para identificação dos usuários da piscina.
Art. 14. A piscina funcionará de segunda a domingo das 08h00m às 22h00m.
Os dias de funcionamento poderão ser alterados em alguma hipótese de
necessidade, cabendo ao Síndico Geral, neste caso, estabelecer o dia para
limpeza e manutenção da piscina.
Art. 15. O Condômino usuário deve secar-se e vestir-se adequadamente antes
de sair do recinto da piscina.
Art. 16. A circulação de frequentadores em trajes de banho restringe-se ao
recinto da piscina, sendo obrigatório o uso de saída de banho ou roupão nas
demais dependências de uso comum do Edifício.
Parágrafo Único: O Condomínio não assume qualquer responsabilidade por
eventuais acidentes ocorridos na área da piscina, bem como no seu interior.
Art. 17. O Condômino será totalmente responsável, nas dependências da
piscina, por danos que venha a causar a si próprio e/ou a terceiros, assim
como será responsável pela limpeza de detritos que porventura levar para o
local.
§ 1º. É vedada a prática de qualquer jogo, brincadeira ou esporte que
prescinda da utilização de bola(s), rede(s), raquete(s) e quaisquer outros
objetos similares ou não e que possam ser causadores de lesão a qualquer
outro usuário que estiver no interior da piscina ou nos seus arredores.
§ 2º. É expressamente proibida a utilização de quaisquer alimentos comestíveis
na área da piscina que porventura possam sujar o ambiente, e quanto a
líquidos, será permitido apenas o uso de copos e garrafas de plástico, desde
que observadas as normas de segurança e limpeza, sendo vedado o uso de
copos, garrafas e/ou qualquer outro objeto de vidro, cristal, louça, porcelana e
similares.
§ 3º. É expressamente proibido ingressar na piscina utilizando-se de óleos
bronzeadores, protetores solares oleosos, bem como sem anteriormente ter-se
utilizado da ducha.
§ 4º. Não é permitido o uso de aparelhos sonoros na área das piscinas, isso
visando a não prejudicar o sossego dos demais usuários e moradores.
§ 5º. É de responsabilidade dos pais e/ou responsáveis o uso da piscina por
menores de idade quando desacompanhados. Em nenhuma hipótese, menores

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de 6 (seis) anos adentrarão na área da piscina desacompanhados de seus
responsáveis.
Art. 18. O Condômino que infringir os artigos deste capítulo, além do dever de
reparação, estará sujeito ao pagamento de multa, nos termos do Capítulo V da
Convenção Condominial.

Capítulo V
DOS EMPREGADOS

Art. 19. É dever dos Condôminos tratar todos os empregados do Condomínio


com respeito, assim como deverão estes, por sua vez, tratar com urbanidade e
respeito os
Condôminos, Usuários do Condomínio e demais ocupantes.
Art. 20. É vedado aos Condôminos utilizar empregados do Condomínio para
execução de serviços particulares durante o horário normal de expediente.
Parágrafo Único. A prestação de serviços pelo funcionário a Condômino fora de
seu expediente normal não gerará responsabilidade ao Condomínio, seja de
que natureza for.
Art. 21. Aos empregados do Condomínio ou dos prestadores de serviço
terceirizados é vedado exercer qualquer atividade alheia às respectivas
funções durante o período de seus expedientes no Condomínio.
Art. 22. Os empregados do Condomínio ou os prestadores de serviço
terceirizados deverão estar uniformizados, barbeados e asseados, dirigindo-se
aos Condôminos e ao público em geral com solicitude, respeito e simpatia,
procurando prestar toda a atenção e/ou informações solicitadas, sob pena de
caracterizar-se falta grave.

Capítulo VI
DOS ANIMAIS

Art. 23. É permitida a posse e manutenção de animal doméstico com peso


suficiente para ser carregado no colo, observadas as seguintes condições:
§ 1°. Permanência no interior da unidade autônoma do morador;
§ 2°. O acesso no elevador e trajeto até a saída o condomínio deverá ser feita
com o animal no colo;
§ 3°. Não circular com o animal no chão em quaisquer áreas comuns do
condomínio, mesmo do apartamento até a saída do condomínio;
§ 4°. As necessidades fisiológicas do animal, deverão ser realizadas do lado
externo do condomínio e em caso de eventualidades em trajetos internos (com
o animal no colo), as fezes/urina deverão imediatamente ser recolhidas /limpas
pela pessoa que estiver responsável pelo animal;
§ 5°. Os responsáveis pelos animais deverão mantê-los com os cuidados
necessários a que não causem ruídos, tanto nas dependências comuns como
em suas respectivas unidades-autônomas, que perturbem sossego e a
tranquilidade dos demais ocupantes do Edifício;
§ 6°. Os proprietários deverão zelar para que os animais não causem qualquer
espécie de danos ao Edifício e a seus ocupantes, nem sujem, por qualquer
forma, as dependências comuns, ficando responsáveis pelo imediato
recolhimento e limpeza dos dejetos por eles produzidos nas coisas comuns, e;

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§ 7°. Os proprietários serão responsáveis pelos danos que vierem a ser
causados pelos respectivos animais, sejam de qualquer natureza for, materiais,
morais e criminais.
Art. 24. O Condômino que infringir os artigos deste capítulo, além do dever de
reparação, estará sujeito ao pagamento de multa, nos termos do Capítulo V da
Convenção Condominial.

Capítulo VII
DA FACHADA DO EDIFÍCIO

Art. 25. É expressamente proibida à alteração da fachada do Edifício, bem


como decorar as paredes e esquadrias externas com tonalidades ou cores
diversas das empregadas no conjunto do Edifício.
§ 1°. Usar toldos externos, colocar ou deixar que coloquem placas, letreiros,
cartazes ou anúncios de qualquer espécie, tamanho ou formato de venda,
locação ou outro tipo de publicidade, bandeiras de times e outras bandeiras, ou
quaisquer outros elementos que possam dispor contra a boa aparência da
fachada do Edifício;
§ 2°. Os anúncios de venda e locação da unidade autônoma poderão ser
afixados na janela do apartamento, desde que seja pelo lado de dentro do
vidro, bem como é permitida a divulgação por cartazes em locais devidamente
autorizados pela direção condominial;
§ 3°. Lavar janelas, pisos ou esquadrias lançando água para fora da unidade
condominial;
§ 4°. Remover o pó de tapetes, cortinas ou de outros objetos provenientes das
unidades autônomas, senão por meio de aspiradores dotados de dispositivos
que impeçam a dispersão do pó.
§ 5°. É vedada a colocação de toldos, bem como a manutenção de
entulhos, restos de obras, bicicletas, dentre outros na sacada;
§ 6°. É permitida a colocação de varais de chão nas sacadas, desde que
não ultrapassem a altura do parapeito (grade), de segunda a sexta–feira.
Parágrafo único – É vedada a colocação de qualquer outra espécie de
varal nas sacadas aos finais de semana (sábados e domingos).
Art. 26. O fechamento das sacadas será objeto de Assembleia especifica para
definição de modelo padrão que será utilizado na unidade condominial que tiver
interesse na instalação.
Parágrafo Único. É expressamente proibida a alteração da sacada até
definição do modelo padrão a ser definido em Assembleia.
Art. 27. O Condômino que infringir os artigos deste capítulo, além do dever de
reparação, estará sujeito ao pagamento de multa, nos termos do Capítulo V da
Convenção Condominial.

Capítulo VIII
DO LIXO

Art. 28. Não jogar detritos, lixo, pontas de cigarro, restos de comida, líquidos,
papéis ou quaisquer outros objetos pelas janelas e sacadas, ou ainda lavá-los
de modo a que venha cair água sobre o pátio, jardim e outras unidades ou
partes de uso comum.

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28.1. Não colocar restos de comida, materiais gordurosos, produtos não
solúveis, papéis, absorventes higiênicos, e outros materiais que possam causar
entupimento nos vasos sanitários e ralos.
28.2. Colocar o lixo, detritos, embalagens, garrafas, vidros, lâmpadas, etc.,
separando o lixo reciclável do orgânico, devidamente acondicionados em sacos
plásticos resistentes. O condômino é responsável por levar o seu lixo até
os contentores, sendo terminantemente proibido deixar lixos nos
corredores e halls de entrada da Torre.
Parágrafo único: Materiais cortantes ou que possam causar lesão física aos
que manuseiam devem ser acondicionados e depositados em separado,
portando aviso de advertência.
28.3. Materiais que não caibam dentro das lixeiras recicláveis deverão ser
depositados de forma ordenada, de modo que não atrapalhem a passagem.

Capítulo IX
DO ESTACIONAMENTO

Art. 29. As vagas de estacionamento destinam-se à guarda de veículos de


passageiros, de propriedade ou sob a responsabilidade dos titulares de direitos
sobre as unidades autônomas, desde que suas extremidades não excedam o
limite interno das faixas demarcatórias.
29.1. As partes de propriedade de uso comum do estacionamento serão
utilizadas pelos moradores para passagem e manobra para entrada e saída
das respectivas vagas.
29.2. Não será permitido o uso do estacionamento para a prática de esportes
como ciclismo, jogos, recreação, patins, skates, rollers, carrinhos motorizados,
entre outros.
29.3. No estacionamento não será permitida a guarda ou colocação de
objetos, móveis, pneus, equipamentos de qualquer espécie, posto que a
finalidade precípua é a guarda de veículos.
29.4. Nas respectivas vagas de estacionamento será permitido o
estacionamento de motocicletas, triciclos e respectivas carretas de transporte,
desde que não ultrapassem as faixas demarcatórias, passível de multa sem
prévia advertência.
29.5. Não será permitida a entrada de veículos transportadores, de mudanças,
fornecedores, prestadores de serviços entre outros, salvo veículos de pequeno
porte para recepção ou entrega rápida, desde que acompanhado pelo
condômino ou responsável pela unidade e estacione em sua respectiva vaga. E
retire o veículo imediatamente após concluir carga/descarga.
29.6. Fica terminantemente proibida a lubrificação, lavagem e quaisquer
reparos de carros, motos, bicicletas e outros no estacionamento.
29.7. É vedado promover nas dependências do estacionamento a
experimentação do uso de buzina, rádio e motor.
29.8. É proibida a comercialização de veículos nas dependências do
estacionamento.

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29.9. O morador será responsável por eventuais danos causados a outros
veículos ou bens de propriedade comum dentro do estacionamento e/ou área
de trânsito do Condomínio.
29.10. A velocidade máxima a ser observada no interior do estacionamento é
de 10 km/h (dez quilômetros por hora), e a circulação deve ser sempre no
sentido indicado pela sinalização.
29.11. É vedado buzinar ao sair ou entrar, para atrair a atenção do funcionário
designado pelo condomínio, ou no interior do estacionamento, exceto se para
evitar acidente iminente.
29.12. Fica proibido o ingresso no estacionamento de veículos ou motocicletas
que estiverem produzindo fumaça em excesso, vazando óleo, com freios em
mau estado ou com algum defeito que provoque risco ou incômodo aos demais
moradores.
Parágrafo único: Os gastos com a remoção de resíduos, eventualmente
provocados por veículos nessas situações, serão debitados à unidade
responsável pelo veículo.
29.13. É vedado alugar, emprestar ou ceder, sob hipótese nenhuma, vagas de
estacionamento a pessoas que não residam no Condomínio.
29.14. É proibida a entrada, permanência e circulação no estacionamento de
pessoas estranhas, sem relacionamento com o Condomínio ou seus
moradores.
29.15. O condômino que estacionar o seu veículo de forma irregular, por
qualquer período de tempo, está sujeito a advertência, e multa em caso de
reincidência.
Art. 30. É proibido fumar em qualquer uma das áreas comuns do condomínio
(Lei n° 12.546), exceto dentro da unidade autônoma.
Art. 31. Esta instrução entra em vigor na presente data.

Curitiba, 20 de Janeiro de 2015.

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