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CONCLUSÃO

A conclusão é um dos momentos mais decisivos na construção de um texto. Você terá de mostrar toda a sua capacidade
de síntese após ter desenvolvido a argumentação. Depois de escrever todo o texto, faça uma boa pausa e releia-o. É preciso ter em
mente os principais argumentos a que você recorreu, para ver se estão coerentes e o que se pode inferir sobre eles.

Se seus argumentos forem claros, não será difícil chegar a uma conclusão também clara. Mas, se algum trecho ficou
obscuro, chegou a hora de refazê-lo.

Coloque-se sempre no lugar do leitor.

O que ele espera ao fim de sua argumentação?

1- Uma resposta ao ponto de vista exposto na introdução.


2- Um ou dois comentários sobre o que essa resposta suscita.

Assim, você deve fechar a argumentação de forma sintética e fazer um breve comentário sobre o que expôs na frase
inicial da conclusão, no entanto, sem se esquecer que a conclusão não pode extrapolar os argumentos. Se isso acontecer você
cometerá um erro de incoerência estrutural.

Vamos à prática. Tomemos o seguinte tema:

O homem e sua relação com o meio ambiente

Faça logo três perguntas:

Por que o homem destruiu o meio ambiente?


Como o meio ambiente reagiu às agressões do homem?
Para que o homem interferiu tanto no meio ambiente?
OLHO VIVO! Por quê? Como? Para quê? Se essas três perguntas forem bem respondidas, é impossível você deixar de
fazer uma boa redação. As respostas obtidas serão a base de sua argumentação

Digamos que se tenha feito essa redação, sem a conclusão:


Suicida em potencial. É assim que podemos definir o homem quando lida com o meio ambiente. Ao optar por uma política de destruição,
termina alvejando a si mesmo sem saber. E o pior é que ele ainda não tomou consciência disso.
Preocupado apenas com sua sobrevivência e com o que poderia lucrar com suas intervenções no meio ambiente, o homem passou a
modificá-lo de acordo com seus desejos. Se precisava cruzar as cidades com grande rapidez ou construir enormes edifícios, por que não destruir morros,
florestas, cavar túneis, roubar trechos do mar? E, assim, na sua desesperada ânsia de ganhar tempo e dinheiro, nunca se preocupou com as
consequências de suas intervenções desastradas .
O grande pecado do homem foi esquecer de que toda essa agressão gera uma reação. E o meio ambiente teria de reagir um dia. Não
demorou muito, e o que ocorre hoje, depois de qualquer chuva, são terríveis alagamentos, pessoas e carros ilhados, desabamentos de encostas. Isso
para não falar das perdas humanas e materiais, sempre tão elevadas.

Como a concluiríamos?
TIPOS DE CONCLUSÃO
CONCLUSÃO-SÍNTESE
O homem precisa repensar sua relação com o meio em que vive. Se continuar depredando-o da forma como tem feito até
agora, o futuro da humanidade estará ameaçado. Medidas preventivas devem ser colocadas em prática urgentemente para que no
futuro não soframos mais sobressaltos do que os que já sofremos até agora.

As palavras-chave do texto, HOMEM e MEIO AMBIENTE , são retomadas com a síntese do pensamento que chegou.
Depois vêm duas frases que a comentam.

CONCLUSÃO-SOLUÇÃO-é a conclusão do ENEM


O estrago está feito, mas é possível repará-lo. Planos diretores existem para isso. Eles são capazes de disciplinar o uso do
solo e manter uma vigilância constante para sua execução. Nos lugares em que foram postos em prática, os danos ao meio ambiente
diminuíram e o homem logo viu que ele é o maio beneficiado.

À primeira vista, parece ser a maneira mais fácil de concluir um texto. Todos nós achamos que temos as melhores
soluções para os problemas do mundo. Se você opta por esse tipo de conclusão, cuidado para não dar conclusões pouco práticas.
Por exemplo, dizer em relação ao tema meio ambiente que o homem terá de começar tudo de novo é impraticável. Afinal, não dá
para apagar o mundo e começar do zero.

CONCLUSÃO-SUPRPRESA

A guerra continua. Homem de um lado, meio ambiente do outro, sem possível entendimento, até que a vida se torne
inviável e o mundo, um lugar inóspito.
O leitor pode se desnortear num primeiro instante diante da conclusão que você chegou. Embora a palavra guerra não
tenha aparecido em nenhum momento da redação, se ele observar bem, verá que ela estava o tempo todo latente, nas entrelinhas.
Este tipo de conclusão valoriza o texto, mas deve-se estar muito seguro ao fazê-lo.

CONCLUSÃO-PERGUNTA

a)No início do parágrafo:

Até quando o homem continuará agindo assim? Difícil responder. Enquanto ele não tomar consciência de que o mal feito
ao meio ambiente está sendo feito a si mesmo, continuará sofrendo as consequências de sua insensatez.

b)No final do parágrafo:

Enquanto o homem não tomar consciência de que o mal feito ao meio ambiente está sendo feito a si mesmo, continuará
sofrendo as consequências de sua insensatez. Até quando?

A pergunta somente deve ser usada se for retórica, indicando perplexidade.

CONCLUSÃO -AVALIATIVA

Infelizmente, o homem ainda não tomou consciência do que está fazendo em relação ao meio em que vive. Se continuar
a depreda - Io da forma como vem fazendo, o futuro da humanidade estará ameaçado: Conscientizá - Io disso, eis a questão.

A palavra INFELIZMENTE indica o discurso avaliativo, fazendo com que o escritor expresse seu sentimento ou expectativa
em relação ao problema discutido.
No entanto, em textos dissertativos-argumentativos objetivos, essa palavra deve ser evitada.

Independente da forma que você escolha de concluir seu texto, releia sua introdução antes, retomando palavras-chave
com a síntese de seu pensamento exposto durante a argumentação.
Resumindo

• Para concluir seu texto, releia a introdução. O texto bem fechado retoma a questão posta no início.
• Retome na primeira frase as palavras-chave do tema e sintetize sua argumentação.
• Você pode também chegar a uma conclusão que o leitor não espera, mas ela deve estar implícita em sua argumentação.
• Você pode usar uma pergunta como forma de conclusão.
• Você pode começar a conclusão com um advérbio que resuma seu sentimento em relação ao tema, mas evite-o.
• Não conclua com frases de efeito, sobretudo aquelas que demonstram crença exagerada ou nenhuma no ser humano,
otimismo ou pessimismo além da conta.
• Não se esqueça de que deve haver coerência total entre conclusão e argumentação.
ATIVIDADES
Texto 1 que a realidade não é assim, que existem problemas de
todos os tipos o tempo todo e que nem o direito ao
Difícil felicidade silêncio de sua casa você tem.
Quando chega tem que ver os recados da secretária
Existem momentos - raros, é verdade - em que tudo está eletrônica, abrir o computador para ver os e-mails, e o
bem. Bem, não: ótimo. A casa finalmente ficou pronta, os mais normal é receber uma notícia que pode não ser
gatos estão com saúde, os filhos bem e felizes, faltam só péssima, mas será suficiente para perturbar sua santa paz.
15 dias para a viagem marcada há seis meses - e a Que o ar-condicionado do quarto não está funcionando,
passagem parcelada já está paga -, a saúde em forma total por exemplo.
e, como se não bastasse, uma proposta de trabalho nova Mas tudo isso é normal, tão normal que não chega a
e sedutora - e sem ter que deixar o atual trabalho. A vida causar nenhum abalo maior. Faz parte do dia
está tão boa que chega a dar uma agonia. E isso é normal? a dia, faz parte de todos os dias, isso sem falar de uma dor
Não, diria a maioria das pessoas. Sim, afirmam os mais na coluna, do brinco que sumiu, do lençol que manchou
habituados a conviver com as profundezas da alma. com água sanitária.
É bem verdade que esses tempos são raros, e Mas tem aqueles dias maravilhosos em que tudo dá certo,
normalmente, até bobagens como a máquina de lavar e que o futuro, tudo indica, vai ser melhor ainda do que o
roupa que está com defeito é um estresse. Mas quando presente. É curioso que esses dias nunca têm a ver com
eles acontecem são difíceis de suportar. A um homem maravilhoso que você conheceu na véspera.
palavra é essa mesma: suportar. Esse tipo de encontro não costuma trazer paz, e sim
É uma aflição, um medo de que nada dê certo, que você angústia, ansiedade, insegurança; taquicardia, aflição.
está sonhando, vai acordar e ver que não é nada daquilo, Não, esses grandes momentos acontecem apenas com
nós mesmos, na nossa mais profunda solidão. É um pessoas se estranham, que aparecem vigorosos os maus
sentimento de você com você mesmo, que não é colegas, o mau patrão, o mau chefe e o violento em geral.
compartilhado com nenhum ser humano e que prova que, Quando alguém se sente ameaçado, reage. É natural. O
apesar do que dizem, ninguém precisa de ninguém para que surpreende é a discrepância entre
ser feliz de verdade. Para ir a um cinema, comer uma pizza, estímulo e resposta.
trocar uma ideia sobre as infidelidades públicas dos E mesmo que ele estranhe algumas coisas nesse outro,
políticos americanos, até aí se vai. Mas para ser feliz existem entre dois seres humanos mais semelhanças do
mesmo, para se ser profundamente feliz, não se precisa de que diferenças. A violência desabrocha onde as pessoas se
ninguém, e o que pode parecer uma tragédia para alguns, estranham.
é uma liberação para outros. Quando estranhamos, pomo-nos a espernear, a bater,
Não que só você seja feliz o tempo todo, mas existem para eliminar o ameaçador. A violência é sempre uma
aqueles momentos em que as coisas se complicam. Como resposta ao medo do desconhecido. Quando se
nada é fácil, você começa com a transforma em brincadeira, leviandade, estamos diante de
culpa, claro. Como ser feliz com tanta gente sofrendo? E aí uma patologia.
começa o medo, o grande medo, aquele de perder a Juntando que as novas gerações foram preservadas da
felicidade que está sentindo. maioria dos desconfortos naturais da vida,
Para isso se apela para tudo: fazer uma aula de ginástica, é natural que tenham muito mais medo de tudo o que é
tomar um tranquilizante ou não fazer rigorosamente nada estranho, já que conhecem muito menos do que seria
e ficar deitado na cama olhando para o teto, só sendo feliz desejável.
e mais nada. Mas isso não dá porque os pensamentos não
deixam, e a vontade é que aconteça alguma coisa que MAUTNER, Anna Verônica. Barbárie à vista, Folha
traga você de volta para o mundo imperfeito em que vive; de S,Paulo, São Paulo, 27 jun. 2007. Caderno C, p, 2.
a televisão quebrar já seria o suficiente.
Texto 3
LEÃO, Danuza. Difícil felicidade. Folha de S.Paulo,
São Paulo, 30 mar. 2008. Caderno C, p. 2 Consumo ambiental

A opção por um desenvolvimento sustentável, ao


Texto 2 contrário do que se possa imaginar, não está
exclusivamente nas mãos dos governantes. Até porque,
Barbárie à vista? pesa mais na hora da decisão anunciar empreendimentos
que geram empregos do que restrições ao desmatamento,
Os pais, como todos os adultos, são sim responsáveis pelas por exemplo.
violências perpetradas por jovens, que ocorrem cada vez Quem sofre mais com o desequilíbrio ambiental somos
com maior frequência. nós, moradores das grandes e poluídas cidades deste
Somos todos culpados ou pelo menos temos a ver com o pobre planeta. Enquanto as motosserras devastam as
que está ocorrendo. Deixamo-nos influenciar, sem reagir, florestas tropicais, como a amazônica, ciclones e outras
pelos efeitos da difusão de uma psicanálise fora do catástrofes se tornam corriqueiros no noticiário mundial.
contexto. Só há uma maneira de barrar a visão de que os recursos
Se não estivéssemos imbuídos da ideia de que a origem do naturais são infinitamente renováveis: usar o poder de
erro está lá atrás, na infância, como culpar pais, monitores, compra de cada um de nós, consumidores, para dar nítida
babás só por terem acreditado na falácia de que dor, preferência a produtos e serviços comprometidos com a
desconforto, vergonha, humilhação etc. são sempre letais preservação da vida, em detrimento daqueles, talvez mais
ao ego em formação e por isso devem ser evitados a baratos, mas produzidos pela soma, de desrespeitos -
qualquer preço? ambiental e trabalhista, principalmente.
O lema é: ninguém deve se ressentir de nada, muito Ao retirar o cartão de crédito ou de débito da carteira,
menos seres em formação devem ser magoados. A estamos exercendo um direito que movimenta o mundo.
consequência dessa ideologia de tortas raízes vai, passo a Quem compra entra, mesmo sem se dar conta, em uma
passo, gerando seres incapazes de reconhecer o outro cadeia de produção que começa nos chamados insumos,
como seu semelhante. necessários para a fabricação de um produto ou prestação
Pouco familiarizados com dores, vão infligi - Ias, sem saber de um serviço.
o quanto vai doer. Quero dizer que é preciso sentir que a A geladeira é moderna, com desenho arrojado? Ótimo,
vergonha, por exemplo, que me machuca, machuca ao mas foi projetada para consumir menos energia? É
outro também. Assim, se eu necessário trocar o computador de casa, ou bastaria
quiser, até posso humilhar alguém. Mas pelo menos sei o substituir o processador do micro?
que estou fazendo. E posso calcular a intensidade que eu A forma como se responde, na prática, a essas perguntas,
quero. pesa, e muito, na luta entre destruidores e preservadores
Quando superpreservamos crianças e jovens de todo do ambiente.
medo, de toda frustração, de qualquer fracasso, da Proprietários de automóveis que não substituem o
humilhação e da vergonha, estamos impedindo que catalisador (aparelho que ajuda a reduzir a poluição) estão
aprendam o quanto dói uma saudade, um fora, uma optando pelo ar sujo. Seus filhos, parentes e amigos, além
pancada. deles próprios, vão pagar por isso.
Quando diante de alguém diferente, um outro, Quem se informa sobre as condições em que foram
desconhecido, de outra galera, ignoramos o que eles têm produzidos aqueles eletroeletrônicos com preços
de semelhante a nós, a agressividade e a violência imbatíveis pode evitar a compra de artigos fabricados por
encontram um campo fértil para aparecer, É aí, onde as
crianças. Ou por trabalhadores a um passo de se tornarem materiais inventados para lidar com diferentes
escravos ou servos. temperaturas, é possível montar a laje das construções em
Não somos inocentes espectadores de um programa conjunto com a plantação.
sórdido que compromete o ar, a terra e as águas. Somos A vantagem prometida é diminuir o risco de infiltração,
cúmplices. comum na construção de jardins suspensos, além de
Quando a maioria dos habitantes eleitores de um país baratear os custos da obra. "vi os mais variados projetos:
apoia, incondicionalmente, políticas governamentais que algumas pessoas preferiam fazer um campo de futebol,
ameaçam rios e florestas, os espaços de quem luta pela outras preferiam produzir alimentos:
preservação ambiental são reduzidos. Foi então que nasceu, em São Paulo, o Instituto Cidade
E a fatura chegará, na forma de doenças bronco - Jardim.
pulmonares e de diversas outras que o ar seco e poluído
ao menos agrava.. *
É óbvio que os governos detêm as canetas que assinam O apelo da tecnologia, segundo ele, é simples. Com o
projetos e acordos com potencial para proteger ou telhado verde, aumenta a retenção das águas da chuva, o
destruir os recursos naturais. que favorece o combate às enchentes. Além disso, a
cobertura diminui o calor dos prédios, reduzindo a
DOLCI, Maria Inês. Consumo ambiental. Folha de S.Paulo, necessidade de uso do ar-condicionado. Finalmente, as
São Paulo, 17 maio 2008. Caderno Vitrine, p. 3. plantas e árvores combatem a poluição atmosférica. Por
essas razões, essa tecnologia vem disseminando-se pela
Europa e pelos Estados Unidos. No Brasil, por enquanto, é
2. Leia o texto de Gilberto Dimenstein e assinale os algo insignificante.
argumentos que nos levam a aceitar a ideia de ter jardins
nos telhados. Depois escreva um texto argumentativo *
sobre o mesmo tema. Dê atenção especial à conclusão. Até que Sérgio já conseguiu um projeto de visibilidade, ao
instalar um telhado verde num prédio da UFRJ
(Universidade Federal do Rio de Janeiro), em parceria com
A sustentável leveza dos jardins a Petrobras. Mas, por enquanto, tudo está na fase de
plano-piloto. Em São Paulo, os telhados verdes não
Duas agências bancárias [ ... ] da cidade de São Paulo estão chegam a ocupar mil metros quadrados, o que equivale,
fazendo uma experiência que se traduz num novo jeito de, por exemplo, a um décimo de um campo de futebol. Bem
ao mesmo tempo, economizar dinheiro, ajudar a longe ainda da sonhada floresta urbana.
preservar o meio ambiente e, quem sabe, atrair clientes:
cultivar jardins. Só que quase ninguém poderá ver a *
plantação, pois tudo será feito no telhado, longe da rua. Enquanto a floresta não chega, Sérgio, munido das novas
Desenvolvida em países como a Alemanha e a Inglaterra, tecnologias, imagina-se capaz de cultivar até mesmo
a tecnologia dos telhados verdes começa a chegar ao gigantescas mangueiras em cima dos prédios.
Brasil na onda da sustentabilidade.
O agrônomo Sérgio Rocha, de 33 anos, fez da sua vida o DIMENSTEIN, Gilberto. A sustentável leveza dos jardins.
projeto de transformar os telhados das cidades em Folha de S.Paulo, São Paulo, nov ,2010.
imensas áreas verdes. "É como se criasse - mos uma ATIVIDADE FINAL
floresta urbana.”
Para concretizar esse sonho, ele trocou a floresta O seguinte parágrafo constitui a conclusão de uma
verdadeira, a amazônica, pela aridez cinza da cidade de dissertação sobre os problemas das grandes cidades
São Paulo. brasileiras.
“Pode-se concluir que o caos urbano das grandes cidades
* brasileiras deve-se, em grande parte, à omissão da própria
sociedade. Por isso, é imprescindível que todos os
Formado em agronomia, Sérgio fez mestrado em genética cidadãos se conscientizem de que cada um deve tentar
e mudou-se para a Amazônia, onde realizou pesquisas minimizar os problemas urbanos, diminuindo os índices de
sobre plantas, especialmente sobre as medicinais. Passou poluição, racionalizando o trânsito e participando
a gerenciar e a estimular projetos, quando tomou ativamente em suas comunidades. Só assim se conseguirá
conhecimento das tecnologias sustentáveis espalhadas viver humanamente nas cidades modernas.”
pelo mundo. Foi dali que imaginou literalmente tirar seu a) O que está equivocado no 1º. Período da conclusão?
sustento. Sugira uma forma de corrigir essa falha.
Viajou pela Alemanha para conhecer uma nova tecnologia. b) Além de confirmar a tese desenvolvida, o que mais a
Aprendeu que, através de módulos pré - fabricados e conclusão apresentou? Comente.
GABARITO
a) É redundante usar o verbo “concluir” na conclusão. O ideal, nesse caso,
seria usar um conectivo conclusivo, como “logo”, “assim sendo”, “portanto”.
b) O aluno também procurou propor soluções. Entretanto, poderia ter usado
mais de um agente social. É importante ressaltar que propostas que envolvam
o indivíduo ou a família devem vir acompanhadas de outro transformador
social, pois, se um indivíduo já age de forma errada, dificilmente a
conscientização virá naturalmente. Assim, é necessário que outro agente
promova essa consciência; a escola e a mídia são bons exemplos.