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Universidade Zambeze

Direcção de Graduação
Faculdade de Ciências Agrárias
PLANO DE DISCIPLINA

FICHA DE DISCIPLINA

Disciplina Agrometeorologia
Curso Engenharia Agro-Pecuária
Docente Docente responsável: Betz Lindolfo Vicente Injage Júlio.
Responsável Contacto: Telemóvel (+258 829351172, +258 843322069 e +258
861335696); (e-mail: betzvynny@gmail.com,
betzvynny@hotmail.com e betzvynnny@yahoo.com.br )
Outros Docentes Nome(s) de outro(s) docente(s) e, opcionalmente, o(s) contacto(s)
(e-mail)
Semestre 1º Semestre, 2017
Pré-Requisitos Fisiologia Vegetal
Horário de aulas Móvel (Segunda a Sexta - Feira das 07h.00 – 12h.25)
Local Universidade Zambeze, Faculdade de Ciências Agrárias
Atendimento aos Aulas de consulta aos Estudantes: Quinta - Feira (14h.00 as
Estudantes 16h.00)
Local: Universidade Zambeze, Faculdade de Ciências Agrárias
Objectivos da Disciplina:

 Fornecer ao estudante as informações sobre a influência do


tempo e do clima na agricultura e os métodos de medida e de
estimativa do consumo hídrico das plantas cultivadas, além
Objectivos da
das técnicas de avaliação da evapotranspiração, dos graus-
Dis.ciplina
dia de desenvolvimento, da fenologia das plantas cultivadas
e dos equipamentos mais usados na agrometeorologia.

 Utilizar métodos clássicos para a resolução de problemas


de na agricultura de irrigação.
A Disciplina será desenvolvida mediante a estratégia que irá
consistir em:
Metodologia de
Ensino  Aulas teóricas, Aulas prática, Seminários, Estudo
dirigido.
(anexo 1)
Programa ( anexo 2)

Critério de Durante o decurso da Disciplina, serão realizados 3 Testes,


Avaliação relatórios de visitas a estaçao meteorológica e de trabalhos
práticos apresentados em forma de Seminário. O peso de cada
instrumento na composição final da nota ou menção a ser
atribuída e os critérios de aprovação serão:
A avaliação global da disciplina (Média da Frequência), será
obtida: :
MF 
T1  T2  T3
* 0,6 
 r * 0,4
3 n
Onde: T-teste e, r- relatórios e trabalhos
práticos

São admitidos a exame os estudantes que obtiverem média igual ou


superior a 10 valores. E serão dispensados do exame os que tiverem
média igual ou superior a 14 valores desde que não tenham obtido
uma classificação inferior a 10 valores nos testes de frequência e nos
trabalhos práticos.

Uma vez admitido ao exame, a Classificação Final da disciplina é


obtida em função da média aritmética, entre a nota de frequência
(MF) e a nota obtida no exame (NE):

MF  NE
ClassificacaoFinal 
2

Neste caso, a média final só é calculada para estudantes que uma vez
admitidos a exame tenham tido uma classificação igual ou superior a
10 valores.
Em todos os casos se cumprirá o estabelecido no Regulamento
Pedagógico em vigor na UniZambeze.
As actividades da disciplina irão desenvolver-se em 16 semanas
intercaladas por uma semana, onde estão previstas entre outras,
as actividades de jornadas científicas.
 Aulas: 20 de Fevereiro a 11 de Junho.
 Actividades Científicas: Contínuas

Exames Normais: 26 de Junho a 07 de Julho.


Calendário de Exames de Recorrência: 17 a 28 de Julho.
Actividades Avaliações:
 1º Teste (27-31 de Março); 2º Teste (24-28 de Abril); 3º
Teste (22-26 de Maio);
 Os relatórios e trabalhos práticos, serão apresentados de
forma intercalada com os testes e a nota de cada Estudante
será anunciada logo após a explanação e discussão de cada
grupo.
 Lingua de ensino: Português.
1. ROSENBERG, J. N., BLAD, B. L., VERMA, S. B.
Bibliografia
Microclimate: The biological environment. John Wiley &
Recomendada
Sons, New York, 495p., 1983.

2. MONTEITH, J. L. Principals of physical environment,

2
1973.

3. MONTEITH, J. L. Vegetation and the atmosphere. Vol. I


e II, 1975.

4. OMETTO, J. C. Bioclimatologia agrícola. Editora


Agronômica Seres, São Paulo, 220p., 1981.

5. MOTA, F. S. Meteorologia Agrícola. Editora Nobel, São


Paulo, 1980.

6. BERNARDO, S. Manual de Irrigação. 2a. Ediҫão. UFV.


Impr. Univ., 1982. 463 p. 3
7. PEREIRA, A R., VILLA NOVA, N. A. & SEDIYAMA,
G. C. Evapotranspiração. Fealq., 1997,183p.
8. TUBELLS, A & NASCIMENTO, F. J. L. Meteorologia
descritiva: fundamentos e aplicações brasileiras. Ediҫão.
Nobel, 1980, 374p.
9. VAREJÃO-SILVA, MA.Meteorologia e Climatologia.
Inmet, Brasília, 2000, 532p.
10. VIANELLO, R.L. & ALVES, A.R. Meteorologia básica
e aplicações. UFV. Impr. Univ., 1991, 449p.

Informações Nada consta


Adicionais
Faculdade de Ciências Agrárias, data da entrega do programa, 13 de Fevereiro de
2017

.......................................................................
(Nome e assinatura do docente responsável)

Nome

Orientador do Grupo de
Betz Lindolfo Vicente Injage Júlio
Disciplinas:

Responsável pela
Betz Lindolfo Vicente Injage Júlio
coordenação da disciplina:

Docentes que leccionam a Betz Lindolfo Vicente Injage Júlio


disciplina:

Rubrica Data
Elaborado por:

3
(Responsável pela Coordenação da
Disciplina)

Verificado por:
(Orientador do Grupo de Disciplinas)

Aprovado por:
(Conselho Pedagógico)

Aprovado por:
(Conselho Científico)

Observações

O docente que lecciona a disciplina é Assistente.

ANEXOS 1

1. Estrutura Metodológica das Aulas

Aulas teóricas

4
 Introdução: (Apresentar os objectivos e os conteúdos, Fazer uma motivação
geral).

 Desenvolvimento: (Exposição - ilustração dos aspectos essenciais do conteúdo,


Utilização de dispositivos e quadro preto, Dialogo heurístico com os alunos,
Precisar os aspectos do conteúdo que não serão explicados e deveram ser
estudados independentemente pelos alunos, Apresentar o problema docente a ser
resolvido pelos alunos).

 Conclusões: (Fazer um resumo geral do conteúdo, Orientar o estudo


independente)

Aulas teórico-práticas
 Introdução: (Apresentar os objectivos e conteúdos, Vincular com a aula teórica
correspondente).

 Desenvolvimento
Parte Teórica: (Esclarecer conceitos, Ampliar o aprofundar algum aspecto do conteúdo,
Esclarecer aspectos do problema docente e a sua solução)
Parte Prática: (Esclarecer os objectivos das aulas praticas correspondentes, Precisar as
habilidades a desenvolver, Orientar os métodos a aplicar na aula pratica, Fazer as
demonstrações praticas necessárias).

 Conclusões: (Resumo geral do acontecido, Orientação geral para o estudo


independente dos conteúdos da pratica correspondente, Indicar algumas tarefas
para ser realizadas pelos alunos em forma individual ou em colectivo).

Aulas Praticas
 Introdução: (Apresentar os objectivos e conteúdos, Vincular com a aula teórica e
teórico-prática correspondente, Fazer avaliações teóricas de carácter
reprodutivo, Fazer as orientações metodológicas para o desenvolvimento da
pratica).

 Desenvolvimento: (Dividir o grupo em pequenos subgrupos de seis ou sete


alunos preferencialmente, Monitorar continuamente o trabalho de cada
subgrupo, Fazer avaliações grupais e individuais de carácter pratico).

 Conclusões: (Resumo geral do acontecido, Orientação geral para o estudo


independente dos conteúdos da prática na preparação dos seminários e testes).

Seminários
 Introdução: (Apresentar os objectivos e conteúdos, Ressaltar a importância
destes conhecimentos, Vincular com as aulas teóricas e teórico-práticas
correspondentes, Fazer indicações metodológicas para o desenvolvimento do
seminário).

5
 Desenvolvimento: (O grupo subdivide-se nos subgrupos de prática, Cada
subgrupo procede a apresentar a parte do conteúdo que lhe corresponde, Se
estimula a discussão viva do conteúdo, Se vincula com os aspectos importantes,
Se fazem avaliações individuais e colectivas).

 Conclusões: (Resumo geral do acontecido, Orientação geral para o estudo


independente dos conteúdos do seminário na preparação dos testes, Volver a
ressaltar a importância destes conhecimentos matemáticos)

Estudo Dirigido
 Introdução: (Apresentar os objectivos e conteúdos, Ressaltar a importância
destes conhecimentos, Fazer indicações metodológicas para o desenvolvimento
do seminário).

 Desenvolvimento: (O grupo subdivide-se nos subgrupos de prática, Cada


subgrupo procede a apresentar a parte do conteúdo que lhe corresponde, Esta
tarefa será conduzida no campo de produção dando lhes a conhecer certos
conhecimentos matemáticos a aplicar na preparação das actividades agrícolas,
Se fazem avaliações individuais e colectivas).

 Conclusões: (Resumo geral do acontecido, Orientação geral para o estudo


independente dos conteúdos do Estudo).

6
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Direcção de Graduação
Faculdade de Ciências Agrárias
PLANO DE DISCIPLINA

ANEXO 2

2. Plano Analítico

2.1. Programa de Conteúdos da Disciplina

Temas Teoria Prática Seminário Total


1. Noções de meteorologia e climatologia. 2 4 ... 6
2. Atmosfera: estrutura e composição. 2 4 ... 6
3. Terra: forma, movimento e estações do ano. 2 4 ... 6
4. Radiação solar. Temperatura do ar e do solo. 2 6 ... 8
5. Processos adiabáticos. Pressão atmosférica. Ventos. 2 6 ... 8
Evaporação, evapotranspiração e balanço hídrico.
6. Climatologia agrícola. Microclimatologia. 2 4 ... 6
7. Instrumentos meteorológicos; princípios de --- 6 ... 6
funcionamento e interpretação de dados.
8. Índices climáticos e relações bioclimáticas. 2 4 ... 6
9. Princípios de classificação climática 2 4 6
10. Modelagem agrometeorológica: definições e exemplos 2 4 6
- mudanças climáticas e possíveis impactos na
agricultura.
Total 18 46 ... 64
2.2. Cronograma de Conteúdos

Aulas (20 de Fevereiro a 11 de Junho de 2017)

Seman Actividad Objectivos Tipo de Hora


Conteúdo Docente
a e Aula s
O estudante deve ser capaz de:
1. Noções de meteorologia e
climatologia.
20/02  Noções básicas de tempo e clima;
A
 Conhecer a importância do tempo e  Meteorologia e climatologia;
24/02
do clima para a agricultura.  Elementos climáticos; Betz Injage
1 Teórica 2
 Meteorologia agrícola.  Factores ou controladores
27/02
A  Definição e finalidade. climáticos;
03/03  Natureza e os campos da
climatologia;

 Resolver exercício individual  Resolver exercício individual Prática 4


2. Atmosfera: estrutura e
06/03 composição.
A Betz Injage
2 2.  Estrutura da atmosfera terrestre; Teórica 2
10/03
 Composição da atmosfera
terrestre;
13/03 3  3. Terra: Teórica e 6 Betz Injage
A  Forma, prática
17/03  Movimento e
 Estações do ano.

8
20/03 7  4. Radiação solar. Temperatura do Teórica 2 Betz Injage
A ar e do solo.
24/03  Balanços de radiação e energia
sobre superfícies cultivadas;
27/03
A  A radiação solar: deifnição e
31/03 unidades de medida, constante
solar, radiação solar no topo da
atmosfera e à superfície.

 Balanço de radiação à superfície:


radiação de ondas curtas e de
ondas longas.

 Albedo do solo e de superfícies


cobertas com vegetação.

 Balanço de energia sobre


superfícies vegetadas: fluxos de
calor sensível e de calor latente,
fluxo de calor no solo, energia
usada nos processos metebólicos,

 saldo de radiação.

 Instrumentação usada nas


medições nos fluxos de radiação e
métodos de estimativa dos fluxos
de energia à superfície.
8  Resolver exercício sobre equações Exercícios Prática 3
lineares.

9
03/04 9  Interpretar os sistemas adiabaticos; 5. Processos adiabáticos. Pressão Teórica 2 Betz Injage
A  Aplicar e interpretar as técnicas de atmosférica. Ventos.
07/04 medida, estimativa da evaporação e Evaporação, evapotranspiração
evapotranspiracao e balanço hídrico.
 Evaporação e evapotranspiração:
10/04 Definições, fatores que afetam a
A evaporação e a evapotranspiração;
14/04  energia disponível, déficit de
umidade do ar, temperatua do ar,
vento, etc.
 Métodos de medida e estimativa
da evaporação.
 Métodos de medida e estimativa
da evapotranspiração.
 Instrumentos de medida da
evaporação e da
evapotranspiração.
10  Resolver exercício escrito individual. 1º Teste Prática 2
14  Explicar o consumo de hídrico de 6. Climatologia agrícola. Teórica 2 Betz Injage
culturas e determinar as necessidades Microclimatologia.
hídricas de cultura;  Consumo hídrico de culturas:
 Demonstrar a com cálculos a estação Determinação das necessidades
de cultivo e épocas de sementeira e hídricas das culturas.
plantio.
 Coeficiente de cultura.

 Metodologias para a determinação


de: regimes climáticos, estação de
cultivo e épocas de
plantio/sementeira.

10
15  Resolver exercício escrito individual. Exercícios sobre Prática 4 Betz Injage
17/04 18  Saber manipular os aparelhos 7. Instrumentos meteorológicos. Teórica 2 Betz Injage
A meteorológicos e interpretar os  Princípios de funcionamento e
21/04 dados interpretação de dados.
24/04
A
28/04 19  Visita a estação meteorológica de  Visita a estação meteorológica de Prática 4
Ulónguè Ulónguè
01/05 20  Saber Definir eventos biológicos 8. Índices climáticos e relações Teórica 2 Betz Injage
A periódicos das plantas e as condições bioclimáticas. e
05/05 climáticas ambientais;  Fenologia e Unidades térmicas: Prática
 Determinar através de equações Fenologia: definição e relaçòes
08/05 graus-dia; entre os eventos biológicos
A periódicos das plantas e as
12/05 condições climáticas ambientais.

 Modelos fonológicos. Graus-dia


de desenvolvimento: unidades
térmicas,

 unidade de calor e energia,


temperatura base inferior e
superior,

 temperatura ideal ao crescimento e


desenvolvimento das plantas,

 modelos de cálculo dos graus-dia


de desenvolvimento.
21  Resolver exercício escrito individual. 2º Teste Prática 2

11
15/05 22  9. Princípios de classificação Teórica 4 Betz Injage
A climática
19/05
 Balanço hídrico e classificação
22/05 climática:
A  balanço hídrico segundo
26/05 Thornthwaite & Mather(1955),
Índices climáticos,
 classificações climáticas para fins
agrícolas, aplicaçòes ao estudo do
zoneamento agrícola.
23  Resolver exercícios de programação  Exercícios de programação linear Prática 2 Betz Injage
linear.
29/05 24  Explicar os factores das mudanças 10. Modelagem agrometeorológica: Prática 2 Betz Injage
A climáticas na agricultura  Definições e exemplos;
02/06  Mudanças climáticas e
possíveis impactos na
05/06 agricultura.
A 25  Resolver exercícios baseando-se no  Exercícios Prática 2 Betz Injage
09/06 método simples e generalizar para n
variáveis.
32  Avaliar o seu desempenho  Considerações Finais Prática 3
pedagógico e técnico durante as 16
semanas de contacto na sala de aulas
e em algumas actividades fora da sala
de aulas;
 Pronunciar-se de forma imparcial
sobre o desempenho dos docentes que
o acompanharam durante o semestre.

13 de Fevereiro de 2017

12
Docente: Betz Lindolfo Vicente Injage Júlio

13

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