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Treinamento Rittal – Distribuição de Energia

Distribuição de Energia – Fernando Costa 1


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Rittal Brasil / Distribuição de Energia / Fernando Costa


2
QUEM SOMOS

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Rittal Brasil / Distribuição de Energia / Fernando Costa 3


Nossos Produtos

Painéis Distribuição Sistemas de Sistemas de TI


Modulares de Energia Climatização
Soluções
Armários Sistemas Modulares Ar Condicionado para Integradas DC.
Caixas Compactas para controle e montagem no teto e Consultoria e
Painéis de Comando e manobra em baixa laterais. Planejamento
Sistemas de Braços tensão até 5500 A. Sistemas de Troca de Projeto Estrutural
Articulados Conjuntos com Calor Ar/Ar e Ar/Água Segurança Física
Mesas de Comando Ensaios de Tipo Ventiladores e Sistemas de UPS
Soluções Industriais Totalmente Testados Exaustores Sistemas de
em Aço Inoxidável (TTA) Venezianas e Filtros Climatização para TI
Racks para Redes e Formas de Separação até IP 56 Sistemas de
Servidores 1-4 Schillers Monitoramento
Gabinetes de TI para Barramentos Pré- Resistências de Sistema de Alarme e
Fixação em Paredes Fabricados e Aquecimento Extinção de Incêndio
Armários Outdoor Ensaiados para Vários Termostatos, Salas de Segurança
Subracks Fabricantes Higrostatos etc.

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Rittal Power Distribution

Dimensionamento de Sistemas de
Distribuição de Energia Elétrica

Fernando Costa

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Distribuição de Energia

RI4POWER: CAT 34 - ET:

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Distribuição de Energia

 Tipo testado segundo a norma IEC 61 439-1


vigente a nível internacional
 Forma de Separação até 4b
 Corrente Nominal até 5500 A
 Corrente de Curto Circ. Simétrica 100 kA /
1s
 Testado com diversos fabricantes
 De acordo com TR IEC 61641

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Distribuição de Energia

Ri4Power RiLine60

Fuse elements

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Rittal Power Distribution

Agenda

- A Origem das Normas

- Normas Técnicas são obrigatórias?

- Normas Vigentes

- O que mudou com a IEC 61439-1 & 2

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Normas Técnicas
 O Surgimento das Normas Técnicas

- "Uma das Primeiras organizações fundadas foi


a Underwriters Laboratories (UL), em Chicago,
nos Estados Unidos, no ano de 1884. Após um
grande incêndio, em 1871, que causou grandes
transtornos na cidade norte americana - 300
mortes, 90 mil desabrigados e 200 milhões de
dólares de prejuízo - , os fabricantes nacionais de
equipamentos elétricos (…) movimentaram-se
com o intuito de normalizarem produtos
existentes no mercado” (Fonte: Anuário O Setor
Elétrico de Normas Brasileiras - 2012-2013, texto
de Bruno Moreira)
Mais sobre o Incêndio:
http://en.wikipedia.org/wiki/Great_Chicago_Fire

- 1906: Criação da IEC, na Inglaterra


- 1908: COBEI (Comitê Brasileiro De Eletricidade, Eletrônica, Iluminação e Telecom.)
- 1940: Criação da ABNT

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Normas Técnicas
 Normas Técnicas no Brasil

“A ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – é o Fórum


Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de
responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB) e dos Organismos
de Normalização Setorial (ABNT/ONS) são elaboradas por comissões
de estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos,
delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros
(universidades, laboratórios e outros)”
(Prefácio da NBR IEC 60439-1:2003)

IEC – International Electrotechnical Comission


Fundada em 1906 em Londres, na Inglaterra, a IEC é uma
organização internacional de padronização de tecnologias elétricas,
eletrônicas e relacionadas. É responsável pela elaboração dos
principais conceitos trabalhados hoje dentro da Elétrica. Alguns de
seus padrões são desenvolvidos juntamente com a ISO.

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Rittal - Qualidade Assegurada

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Normas Técnicas
Normas Técnicas são obrigatórias?

 As Normas Técnicas são de uso voluntário;

 A legislação torna a norma de uso obrigatório:

Lei Federal nº 8078/90 – Código de Defesa do consumidor


Art. 39 - VIII: “É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, colocar no mercado de
consumo, qualquer produto ou serviço em desacordo com as normas expedidas pelos órgãos
oficiais competentes ou, se normas específicas não existirem, pela Associação Brasileira de
Normas Técnicas - ABNT ou outra entidade credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia,
Normalização e Qualidade Industrial - CONMETRO ”.

NR-10
10.1.2: “Nas instalações e serviços em eletricidade, devem ser observadas no projeto,
execução, operação, manutenção, reforma e ampliação, as normas técnicas estabelecidas
pelos órgãos oficiais competentes e, na falta destas, as normas internacionais vigentes”.

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Normas Técnicas

NR 10 - Informações

 A NR-10 não é uma Norma Técnica!

 As NRs regulamentam e fornecem orientações sobre


procedimentos obrigatórios relacionados à
segurança e medicina do trabalho

 Por se tratar de uma Lei expedida pelo Governo


Federal, é obrigatório o atendimento aos requisitos da
norma.

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Normas Técnicas
 Pontos Relevantes:
 Obrigações do empregador:

 Elaborar e manter um prontuário das instalações elétricas


(pie);

 Elaborar procedimentos de trabalho a nível gerencial e de


execução de serviços;

 Elaborar relatório técnico de inspeções, com


recomendações e cronograma de adequações dos itens
do PIE;

 Ministrar treinamento específico aos trabalhadores em


eletricidade;

 Fornecer equipamento de proteção individual adequado.

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Normas Técnicas
Quais são as Normas Técnicas vigentes?

Disponível para compra em:


https://pages.hotmart.com/r6063240v/anuario-o-setor-eletrico-2017-/

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Normas Técnicas
 Principais Normas Técnicas no Setor de Painéis Elétricos
de Baixa Tensão
ABNT NBR IEC 60529:2005
Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP);

ABNT NBR IEC 62208:2013


Invólucros vazios destinados a conjunto de manobra e controle de baixa tensão —
Requisitos gerais;

ABNT NBR IEC 60439-1:2003


Conjuntos de manobra e controle de baixa tensão
Parte 1: Conjuntos com ensaio de tipo totalmente testados (TTA) e conjuntos com
ensaio de tipo parcialmente testados (PTTA);

ABNT NBR IEC 61439-1:2016


Conjuntos de manobra e controle de baixa tensão
Parte 1:Regras Gerais

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Normas Técnicas
 Principais Normas Técnicas no Setor de Painéis Elétricos
de Baixa Tensão
ABNT NBR IEC 61439-2:2016
Conjuntos de manobra e controle de baixa tensão
Parte 2:Conjuntos de manobra e controle de baixa tensão de uso geral

IEC/TR 61641 Ed. 2.0 b (2008)


Enclosed low-voltage switchgear and controlgear assemblies - Guide for testing
under conditions of arcing due to internal fault

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ABNT NBR IEC 60529:2005
(Versão Corrigida 2:2011)
Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP)

 Elaborada no Comitê Brasileiro de Eletricidade (ABNT/CB-03)

 Esta Norma é equivalente à IEC 60529:2001

 Objetivo: Esta norma estabelece definições para os graus de proteção


providos para os invólucros dos equipamentos elétricos.

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Normas Técnicas
IEC 60529
 Designações

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Normas Técnicas
IEC 60529
Primeiro Dígito Característico

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Normas Técnicas
IEC 60529
Primeiro Dígito Característico
 EXEMPLOS

IP 1X IP 2X

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Normas Técnicas
IEC 60529
Primeiro Dígito Característico
 EXEMPLOS

IP 6X (Totalmente Protegido Contra Pó)

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Normas Técnicas
IEC 60529
Segundo Dígito Característico

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Normas Técnicas
IEC 60529

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Normas Técnicas RI4POWER: Pág. 77

IEC 60529

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Normas Técnicas
IEC 60529
Segundo Dígito Característico
 EXEMPLOS

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ABNT NBR IEC62208:2013
Invólucros vazios destinados a conjunto de manobra e controle de
baixa tensão — Requisitos gerais

 Esta Norma é equivalente à IEC 62208: 2011

 Cancela e substitui a ABNT NBR IEC 62208-1:2003

 Válida a partir de: 15/10/2014

 Objetivo: Esta Norma aplica-se aos invólucros vazios, antes da


incorporação dos dispositivos de manobra e comando pelo usuário, no
estado como estão sendo fornecidos pelo fabricante.

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Normas Técnicas
IEC 62208 - Conteúdo

 1
Escopo
 2
Referências normativas
 3
Termos e definições
 4
Classificação
 5
Requisitos de compatibilidade eletromagnética
 6
Informações a serem fornecidas sobre o invólucro
6.3.4 Cargas admissíveis
6.3.5 Suporte de Içamento e de transporte
6.3.6 Circuito de proteção
 7 Condições de serviço
 8 Projeto e construção
 8.2 Cargas estáticas

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Normas Técnicas
IEC 62208 - Conteúdo
9 Ensaios de tipo

9.1 Generalidades
9.2 Condições gerais dos ensaios
9.3 Marcações
9.4 Cargas estáticas
9.5 Içamento
9.6 Cargas axiais em insertos metálicos
9.7 Grau de proteção contra impactos mecânicos externos (código IK)
9.8 Grau de proteção (código IP)
9.9 Propriedades dos materiais isolantes
9.10 Rigidez dielétrica
9.11 Continuidade do circuito de proteção
9.12 Resistência a radiação ultra-violeta (UV)
9.13 Resistência a corrosão

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Normas Técnicas
IEC 62208 - Conteúdo

ABNT NBR IEC 62208:2013

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Normas Técnicas
IEC 62208 - Conteúdo

ABNT NBR IEC 62208:2013

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Normas Técnicas
IEC 62208

Distribuição de Energia – Fernando Costa 34


Normas Técnicas
IEC 62208

Distribuição de Energia – Fernando Costa 35


Normas Técnicas
Indicação de cargas no armário TS8
 EXEMPLOS

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Normas Técnicas
Indicação de cargas no armário TS8
 EXEMPLOS

Distribuição de Energia – Fernando Costa 37


Normas Técnicas
Indicação de cargas no armário TS8
 EXEMPLOS

Distribuição de Energia – Fernando Costa 38


Normas Técnicas
IEC 62208

Distribuição de Energia – Fernando Costa 39


Normas Técnicas
Manual de aterramento do Armário TS8
 EXEMPLOS

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Normas Técnicas
Manual de aterramento do Armário TS8
 EXEMPLOS

Distribuição de Energia – Fernando Costa 41


Normas Técnicas
Manual de aterramento do Armário TS8
 EXEMPLOS

Distribuição de Energia – Fernando Costa 42


Normas Técnicas
Manual de aterramento do Armário TS8
 EXEMPLOS

Distribuição de Energia – Fernando Costa 43


Normas Técnicas
Manual de aterramento do Armário TS8
 EXEMPLOS

Distribuição de Energia – Fernando Costa 44


Normas Técnicas
IEC 62208

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Normas Técnicas
Compatibilidade Eletromagnética
 EXEMPLOS

Distribuição de Energia – Fernando Costa 46


Normas Técnicas
Compatibilidade Eletromagnética
 EXEMPLOS

Distribuição de Energia – Fernando Costa 47


Normas Técnicas
Compatibilidade Eletromagnética
 EXEMPLOS

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ABNT NBR IEC 60439-1
Conjuntos de manobra e controle de baixa tensão
Parte 1: Conjuntos com ensaio de tipo totalmente testados (TTA) e
conjuntos com ensaio de tipo parcialmente testados (PTTA)

 Elaborada no Comitê Brasileiro de Eletricidade (ABNT/CB-03) -


Comissão de Estudo ( CE-03:017.02 )

 Esta Norma é equivalente à IEC 60439-1 : 1999

 Cancela e substitui a NBR 6808 : 1993

 Válida a partir de: 30/06/2003

Distribuição de Energia – Fernando Costa 49


Normas Técnicas
IEC 60439-1 - Histórico

 1992: PUBLICAÇÃO NA EUROPA DA IEC 439-1

 1993: PLUBLICAÇÃO NO BRASIL DA NBR 6808

 1999: PUBLICAÇÃO NA EUROPA DA IEC 60439-1

 2003: PUBLICAÇÃO NA BRASIL DA NBR IEC 60439-1, REVOGANDO


A NBR 6008.

 PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE NBR 6808 E NBR IEC 60439-1

 Segundo a NBR 6808, os ensaios de tipo deveriam ser feitos a critério do


comprador (cliente).

 Na norma atual, os ensaios devem ser feitos conforme tabela 7

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Normas Técnicas
IEC 60439-1 - Conteúdo

1. GENERALIDADES;
2. DEFINIÇÕES;
3. CLASSIFICAÇÃO DOS CONJUNTOS;
4. CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS DOS CONJUNTOS;
5. INFORMAÇÕES A SEREM DADAS SOBRE O CONJUNTO;
6. CONDUÇÕES DE SERVIÇO;
7. PROJETO E CONSTRUÇÃO;
8. ESPECIFICAÇÕES DE ENSAIOS;
ANEXOS – A, B, C, D, E , F, G.

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Normas Técnicas
IEC 60439-1 - Conteúdo
1. GENERALIDADES

1.1 Objetivo e campo de aplicação

Esta Norma aplica-se aos CONJUNTOS de manobra e controle de baixa tensão


(CONJUNTOS com ensaio de tipo totalmente testados (TTA) e CONJUNTOS com ensaio de
tipo parcialmente testados (PTTA)), em que a tensão nominal não exceda 1 000 VCA, a
freqüências que não excedam 1 000 Hz, ou 1 500 VCC.

(...) Esta Norma não se aplica a componentes individuais e componentes auto-


suficientes, como dispositivos de partida de motor, disjuntores, interruptores e dispositivos
fusíveis, componentes eletrônicos etc., os quais devem atender às suas normas
específicas.

1.2 Referências Normativas

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Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades

2. DEFINIÇÕES

2.1 Generalidades
2.1.1
conjuntos de manobra e controle de baixa tensão (CONJUNTOS)
Combinação de um ou mais dispositivos e equipamentos de manobra, controle,
medição, sinalização, proteção, regulação, etc., em baixa tensão, completamente
montados, com todas as interconexões internas elétricas e mecânicas e partes
estruturais SOB RESPONSABILIDADE DO FABRICANTE (Montador).

2.1.1.1
Conjunto de manobra e controle de baixa tensão com ensaios de tipo
totalmente testados (TTA)
CONJUNTO de manobra e controle de baixa tensão em conformidade com um
conjunto ou sistema estabelecidos, sem desvios que influenciem significativamente
o desempenho em relação àquele CONJUNTO típico verificado que esta em
conformidade com esta Norma.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 53


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades

2. DEFINIÇÕES

2.1 Generalidades
2.1.1.2
Conjunto de manobra e controle de baixa tensão com ensaios de tipo
parcialmente testados (PTTA)
CONJUNTO de manobra e controle de baixa tensão contendo disposições de tipo
ensaiado e disposições de tipo não ensaiado que satisfizeram os ensaios
pertinentes (Ver tab. 7).

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Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades

2. DEFINIÇÕES

2.2 Unidades de construção dos CONJUNTOS


2.3 Vista externa dos CONJUNTOS
2.4 Partes estruturais dos CONJUNTOS
2.5 Condições de instalação dos CONJUNTOS
2.6 Medidas de proteção relativas a choque elétrico
2.7 Passagem para o interior do CONJUNTO
2.8 Funções eletrônicas
2.9 Coordenação de isolação
2.10 Correntes de curto-circuito

Distribuição de Energia – Fernando Costa 55


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades

3. CLASSIFICAÇÃO DOS CONJUNTOS

Os CONJUNTOS são classificados de acordo com:

 A vista externa (Ver 2.3);


 O local de instalação (Ver 2.5.1 e 2.5.2);
 As condições de instalação com respeito á mobilidade (Ver 2.5.3 e 2.5.4);
 O grau de proteção (Ver 7.2.1);
 O tipo de invólucro;
 O método de montagem, por exemplo, partes fixas e removíveis (Ver 7.6.3 e 7.6.4);
 As medidas para a proteção de pessoas (Ver 7.4);
 A forma de separação interna (Ver 7.7);
 Os tipos de conexões elétricas de unidades funcionais (Ver 7.11).

Distribuição de Energia – Fernando Costa 56


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades

4. CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS DOS CONJUNTOS

O fabricante do CONJUNTO deve indicar os limites de tensão necessários para


funcionamento correto dos circuitos principais e auxiliares. Em qualquer caso,
estes limites devem ser tais que a tensão nos terminais do circuito de controle de
componentes incorporados é mantida sob condições normais de carga, dentro
dos limites especificados nas Normas IEC pertinentes. Tais como:

4.1 Tensão nominal de impulso (Ui);


4.1 Tensão suportável nominal de impulso (Uimp);
4.2 Corrente nominal (In);
4.3 Corrente suportável nominal de curta duração (Icw);
4.4 Corrente suportável nominal de crista (Ipk);
4.5 Corrente nominal condicional de curto-circuito (Icc);
4.6 Corrente nominal de curto-circuito limitada por fusível (Icf) ;
4.7 Fator nominal de diversidade;
4.8 Frequência nominal.

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Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades

5. INFORMAÇÕES A SEREM DADAS DOS CONJUNTOS

5.1 Placa de identificação


 Cada CONJUNTO deve ser provido de uma ou mais placas, marcadas de maneira
durável e localizadas em um lugar e que elas sejam visíveis e legíveis (...).
 As alíneas a) e b) devem ser dadas na placa de identificação.
As informações das alíneas c) a t), quando aplicável, devem ser dadas na placa de
identificação ou na documentação técnica do fabricante:

a) Nome ou Marca do Fabricante;

b) designação ou número de identificação, ou qualquer outro meios de identificação (...).

5.2 Identificação

5.3 Instruções para instalação, operação e manutenção

Distribuição de Energia – Fernando Costa 58


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades

6. CONDIÇÕES DE SERVIÇO

6.1 Condições normais de serviço


6.2 Condições especiais de serviço
6.3 Condições durante o transporte, armazenamento e montagem

Distribuição de Energia – Fernando Costa 59


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades

7. PROJETO E CONSTRUÇÃO

7.1 Projeto Mecânico

7.1.1 Generalidades
Os CONJUNTOS devem ser construídos somente com materiais capazes de resistir
aos esforços mecânicos, elétricos e térmicos, bem como aos efeitos da umidade…
Proteção contra corrosão deve ser assegurada…
Os dispositivos e os circuitos de um CONJUNTO devem ser dispostos de maneira
que facilite a sua operação e manutenção e, ao mesmo tempo, que assegure o
grau necessário de segurança.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 60


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades

7. PROJETO E CONSTRUÇÃO

7.2 Invólucro e Grau de Proteção

7.2.1 Grau de Proteção

7.2.1.1 O grau de proteção fornecido por um CONJUNTO, contra contato com partes
energizadas, penetração de corpos sólidos estranhos e líquidos é indicado pela
designação IP ..., de acordo com a norma IEC 60529.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 61


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades

7. PROJETO E CONSTRUÇÃO

7.3 Elevação da Temperatura


 Os limites de elevação de temperatura dados na tabela 2 se aplicam ás
temperaturas do ar ambiente igual ou menor que 35 °C e não devem ser
excedidos pelos CONJUNTOS quando são verificados conforme 8.2.1.

7.4 Proteção contra choque elétrico


As medidas de proteção, geralmente aceitas se referem á IEC 60364-4-41.

7.4.2 Proteção contra contato direto


 Proteção contra contato direto pode ser obtida por meio de medidas de
construção adequada no próprio CONJUNTO ou por meio de medidas adicionais a
serem tomadas durante a instalação, isso pode requerer informações fornecidas
pelo fabricante.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 62


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades

7. PROJETO E CONSTRUÇÃO

7.4.2.1 Proteção por isolação de partes energizadas


 Partes energizadas devem ser completamente cobertas com um material isolante,
que só pode ser removido através de sua destruição.

7.4.2.2 Proteção por barreiras e invólucros


 Toda superfícíe externa deve apresentar um grau de proteção contra contato
direto, de pelo menos IP2X ou IPXXB.
 Todas as barreiras devem ser firmemente presas no lugar.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 63


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades

7. PROJETO E CONSTRUÇÃO

7.5 Proteção contra curto-circuito e corrente suportável de CC

7.5.1 Generalidades
 Aplica-se a equipamentos em “CA” – CONJUNTOS devem ser construídos de
maneira a resistir aos esforços térmicos e dinâmicos, resultantes de correntes de
curto-circuito até os valores nominais …

 Quando encomendar um CONJUNTO, o usuário deve especificar as


condições de curto-circuito no ponto da instalação.

7.6 Dispositivos e componentes de manobra instalados em


CONJUNTOS

Distribuição de Energia – Fernando Costa 64


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades
RI4POWER: Pág. 75
7. PROJETO E CONSTRUÇÃO

7.7 Separação interna dos CONJUNTOS por barreiras ou divisões

Distribuição de Energia – Fernando Costa 65


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades

7.7 Separação interna dos CONJUNTOS por barreiras ou divisões

Distribuição de Energia – Fernando Costa 66


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades

7.7 Separação interna dos CONJUNTOS por barreiras ou divisões

Distribuição de Energia – Fernando Costa 67


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades

7.7 Separação interna dos CONJUNTOS por barreiras ou divisões

Distribuição de Energia – Fernando Costa 68


Distribuição de Energia – Fernando Costa 69
Distribuição de Energia – Fernando Costa 70
Distribuição de Energia – Fernando Costa 71
Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades

7. PROJETO E CONSTRUÇÃO

7.8.2 Dimensões e Valores Nominais de barramentos e condutores

 A escolha das seções dos condutores dentro do CONJUNTO é de


responsabilidade do FABRICANTE. Além da corrente admissível, a escolha é
orientada pelos esforços mecânicos, pela maneira como são instalados , pelo tipo
de isolação e se aplicável, pelo tipo de elementos conectados …

Distribuição de Energia – Fernando Costa 72


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades

8. ESPECIFICAÇÕES DE ENSAIOS

8.1 Classificação de ensaios


Os ensaios para verificação das características de um CONJUNTO incluem:

8.1.1 Ensaios de tipo (ver 8.2)


8.1.2 Ensaios de rotina (ver 8.3)

8.1.1 Ensaios de tipo

Os ensaios de tipo são destinados para verificar a conformidade com os requisitos


colocados nesta Norma, para um determinado tipo de CONJUNTO.
Ensaios de tipo serão realizados em uma amostra definida do CONJUNTO ou em
partes do CONJUNTO fabricadas com base no próprio projeto ou de um projeto
semelhante.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 73


ENSAIO DE TIPO - CARROS

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74
Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades

8. ESPECIFICAÇÕES DE ENSAIOS

8.1.1 Ensaios de Tipo


 Eles devem ser realizados por iniciativa do fabricante.

Ensaios de tipo incluem o seguinte:

1. VERIFICAÇÃO DOS LIMITES DE ELEVAÇÃO DA TEMPERATURA (8.2.1)


2. VERIFICAÇÃO DAS PROPRIEDADES DIELÉTRICAS (8.2.2)
3. VERIFICAÇÃO DA CORRENTE SUPORTÁVEL DE CURTO-CIRCUITO (8.2.3)
4. VERIFICAÇÃO DA EFICÁCIA DO CIRCUITO DE PROTEÇÃO (8.2.4)
5. VERIFICAÇÃO DAS DISTÂNCIAS DE ISOLAÇÃO DE ESCOAMENTO (8.2.5)
6. VERIFICAÇÃO DO FUNCIONAMENTO MECÂNICO (8.2.6)
7. VERIFICAÇÃO DO GRAU DE PROTEÇÃO - IEC 60529 (8.2.7)

A RITTAL POSSUI TAMBÉM O ENSAIO (NÃO EXIGIDO PELA NORMA):


8. TESTE DE ARCO ACIDENTAL (IEC 61641)

Distribuição de Energia – Fernando Costa 75


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades

8. ESPECIFICAÇÕES DE ENSAIOS

8.1.1 Ensaios de Tipo

 Aprovados pelos Laborátorios ASTA e IPH Berlim

Distribuição de Energia – Fernando Costa 76


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades
 Segurança Testada
Tensão Nominal Ue: 690 V
Frequência Nominal: 50/ 60 Hz
Corrente Nominal Ie: até 5500 A
 Correntes de curto-circuito
Icw: até 100 kA
Ipk: até 220 kA

 Teste de arco acidental (IEC 61641):


Tensão de ensaio: 400 (690) V
Corrente de ensaio: 70 (20) kA
Tempo de duração: 300 ms

Distribuição de Energia – Fernando Costa 77


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades
8.2 Ensaios de Tipo

8.2.1 Limites da Elevação de Temperatura

8.2.1.1 Generalidades
O ensaio de elevação da temperatura é projetado para verificar se os limites de
elevação da temperatura especificados em 7.3, para as diferentes partes do
CONJUNTO, não são excedidos.
O ensaio normalmente deve ser realizado com os valores de corrente nominal
conforme 8.2.1.3, com os dispositivos instalados do CONJUNTO.
O ensaio pode ser realizado com a ajuda de resistor de aquecimento, com potência
dissipada equivalente conforme 8.2.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 78


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades
8.2 Ensaios de Tipo

8.2.1 Limites da Elevação de Temperatura


São efetuadas medições (através de termopares ou
termômetros) que comprovem que as temperaturas não
excedam os limites nos diferentes pontos de conexão,
superfícies dos armários ou meios de operação manual.

Cada valor é obtido pela diferença entre a temperatura do


elemento medido e a temperatura ambiente e não pode
exceder :

Meios manuais metálicos: max. 15° ΔT


Meios manuais plásticos: max. 25° ΔT
Superfícies acessíveis metálicas: max. 30° ΔT
Superfícies acessíveis plásticas : max. 40° ΔT
Terminais isolados externos: max. 70° ΔT

Distribuição de Energia – Fernando Costa 79


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades
8.2 Ensaios de Tipo

8.2.1 Limites da Elevação de Temperatura

 Barramentos

 Os limites de elevação da temperatura dados na tabela 2 se aplicam às


temperaturas do ar ambiente igual ou menor que 35°C e não devem ser
excedidos pelos CONJUNTOS quando são verificados conforme 8.2.1.

 As temperaturas dos barramentos são limitadas por:

 Resistência mecânica do material


 Influência possível em equipamento adjacente
 Limite de temperatura dos materiais isolantes em contato
 Influência nos dispositivos conectados ao barramento
 Terminais de conexão, natureza e tratamento de superfície do material de contato

Distribuição de Energia – Fernando Costa 80


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades

 Barramentos

 Temperaturas no ambiente dos barramentos


 Conceitos de Climatização
 Alto grau de proteção (ex. IP55)
 Ventilação passiva máx. IP2X
 Ventiladores ativos
 Refrigeração
 Contaminação com sujeira

35 oC

Distribuição de Energia – Fernando Costa 81


Normas Técnicas

6000 A

Flat-PLS 100
5000 A
Flat-PLS 60

4000 A
Maxi PLS 3200

3000 A Maxi PLS 2000

Maxi PLS 1600


2000 A
Riline com PLS 1600

1000 A Riline com Cu 30 x 10 mm

Riline com Cu 30 x 5 mm

IP 54 IP 43 IP 2X IP 54 IP 2X
COM VENTILAÇÃO
SEM VENTILAÇÃO FORÇADA
FORÇADA

Distribuição de Energia – Fernando Costa 82


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades
 Correntes nominais de barramentos E-cu (DIN 43 671)

 Barramentos – Corrente Nominal (IN)

 Válida para:
 35°C temperatura ambiente
(para o barramento = temperatura interna do Painel)
 65°C temperatura do barramento
 DIN 43 671 válida p/ barramentos standart
(retangulares)
 Valores para o barramenro PLS por testes de
medição DIN 43 671

CAT 34 - ET: Página 108

Distribuição de Energia – Fernando Costa 83


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo
 Fator de correção k2
 Corrente nominal básica Ta=35°C,
Tb=65°C) pode ser corrigida pelo fator de
correção k2
 Matriz de curvas para diferentes
temperaturas internas
 Exemplo: 30x10mm
 Corrente nominal básica IB=573A
 Curvas diferentes p/ barras retangulares e
PLS

 35/65°C k2 = 1
 573A x 1 = 573A
 35/85°C k2 = 1,3
 573A x 1,3 = 745A
CAT 34 - ET: Página 108

Distribuição de Energia – Fernando Costa 84


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo

 Barramentos – Fator nominal de diversidade

NBR IEC 60 439-1, Tabela 1:

Distribuição de Energia – Fernando Costa 85


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo
 Barramentos – Posição da Entrada de alimentação

588 A 338 A 168 A 105 A

588 A 250 A 170 A 63 A 105 A

Distribuição de Energia – Fernando Costa 86


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo
 Barramentos – Posição da Entrada de alimentação

63 A 313 A 275 A 105 A

63 A 250 A 588 A 170 A 105 A

Distribuição de Energia – Fernando Costa 87


Normas Técnicas
CAT 34 - ET: Página 108

Requisitos do Projeto Qual sistema de barramentos utilizar?


 A corrente nominal exigida é: 420A Verificar Catálogo 33 –Inf. Técnicas pág.
152
 Temperatura máx. no interior do Painel : 35°C  SV 9340.000 (barras chatas)
 Temperatura máx. adimissível no barram.: 85°C 20x10mm  427 x 1,29 = 550 A
 O Cliente pode escolher o sistema de barras 30x10mm  573 x 1,29 = 739 A

 SV 9341.000 (PLS800)
PLS800  684 x 1,30 = 893 A

~1,29 ~1,30

Distribuição de Energia – Fernando Costa 88


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades
8.2 Ensaios de Tipo

8.2.2 Verificação das Propriedades Dielétricas

8.2.2.1 Generalidades
Este ensaio de tipo não necessita ser realizado em partes do CONJUNTO que já
foram submetidas ao ensaio de tipo, de acordo com as suas especificações
pertinentes, contanto que a sua rigidez dielétrica não seja prejudicada pela sua
montagem.
Além disso, este ensaio não precisa ser realizado em PTTA (ver tabela 7).

Distribuição de Energia – Fernando Costa 89


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades
8.2 Ensaios de Tipo

8.2.2 Verificação das Propriedades Dielétricas

8.2.2.6.4 Resultados a serem obtidos

O ensaio é considerado satisfeito se não houver perfurações e descargas disruptivas


não intencional durante os ensaios.

OS COMPONENTES PARA BARRAMENTOS FABRICADOS PELA RITTAL, TIVERAM SUAS


CARACTERÍSTICAS DE ISOLAMENTO, TESTADAS EM ESTRUTURAÇÃO REPRESENTATIVA
DO SISTEMA. TESTES EFETUADOS COM TENSÃO DE SURTO DE 1,2/50us – 9,8KV,
CONFORME NORMA !

Distribuição de Energia – Fernando Costa 90


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades
8.2 Ensaios de Tipo
8.2.3 Verificação da corrente suportável de curto circuito

8.2.3.1 Esta verificação não é requerida nos seguintes casos :

8.2.3.1.1 Para conjuntos que têm uma corrente nominal de curta duração ou corrente nominal
condicional de curto-circuito que não exceda 10 KA.

8.2.3.1.2 Para conjuntos protegidos por dispositivos limitadores de corrente, que têm uma corrente
de corte que não exceda 17 KA, em base a corrente presumida de curto-circuito permissível
no circuito de entrada do conjunto.

8.2.3.1.3 Para circuitos auxiliares do conjunto destinados para serem conectados a


transformadores, cuja potência nominal não exceda a 10 KVA, para uma tensão secundária
nominal não inferior a 110 V, ou 1,6 KVA para uma tensão secundária nominal menor que 110
V e com uma impedância de curto-circuito não inferior a 4%.

8.2.3.1.4 Para todas as partes dos conjuntos (barramentos, suportes de barramentos, conexões
para barramentos, unidades de entrada e saída, dispositivos de manobra, etc.) que já tenham
sido submetidas a ensaio de tipo, para as condições válidas no conjunto.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 91


Normas Técnicas
IEC 60439-1 – Conteúdo - Particularidades
8.2.3 Verificação da corrente suportável de curto circuito

O barramento principal de teste do


sistema,deve passar por um teste de curto-
circuito com valores definidos. Estes
valores são definidos pelo Fabricante.

O teste é considerado positivo, quando


nehuma parte do sistema é danificada
durante o teste.

O valor de pico é em grande parte,


responsável por uma falha mecânica. O
valor de um segundo é mais um teste de
carga térmica ou falha no sistema através
de contínua mudança do campo magnético
.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 92


Normas Técnicas
O que é um curto-circuito?
 Um curto-circuito elétrico é uma ligação ++++ ++++
de baixíssima resistência entre partes U [V]
condutoras. ---- ----

 Ao contrário de uma operação normal,


uma corrente muito alta pode causar
danos no sistema, baseado na I= U ex. 230V = 2A
dinâmica (forças) e térmica (calor). R 115 Ω
ex. 230V = 2.300A
 Em geral, é dividida em:
0,1 Ω
 Curto-circuito de pico (amplitude)
 Curto-circuito médio (valor RMS)

Distribuição de Energia – Fernando Costa 93


Normas Técnicas
Tempos no curto-circuito
i p (Ipk) = Ikeff * 2 * K

i DC
K= 1.02 + 0.98 e- 3 R/X

Ie [A] Ik eff [kA]

t0
Corrente estacionária
Corrente incial de
de curto-circuito
curto-circuito

Distribuição de Energia – Fernando Costa 94


Normas Técnicas
n = 1,5... 2,2
Relação entre valores de pico e RMS
I pk= Ikeff.2 . c
 O 1º pico do curto-circuito é o mais alto
valor momentâneo no caso de um curto-
circuito. n
 O valor de pico é o total da 1ª
amplitude e o valor DC vai decaindo...
 A relação entre o valor de pico e o RMS
esta entre 1,5 e 2,2
 A tabela 4 da NBR IEC 60439-1 mostra
os valores standart

Distribuição de Energia – Fernando Costa 95


Normas Técnicas
Carga dinâmica de um curto-circuito
 As setas mostram a direção das
correntes no momento em que o curto-
circuito começa.
 A corrente vai para o cálculo de força com
seu valor “ao quadrado”.
 Dobro da corrente= quádruplo da
força !

Ik 3

Distribuição de Energia – Fernando Costa 96


Normas Técnicas
Carga dinâmica de um curto-circuito
 Forças magnéticas causam atração ou
repulsão das barras, dependendo da
direção da corrente.
 Os suportes das barras precisam suportar
uma alta carga mecânica.

F [N]
Ik 3

Distribuição de Energia – Fernando Costa 97


Normas Técnicas
Exemplos do teste de tipo
 O teste de curto-circuito é destrutivo
 Os valores documentados na literatura
RITTAL, estão abaixo do ponto de ruptura.
 Não há danos no caso de curto-circuito

Distribuição de Energia – Fernando Costa 98


CURTO-CIRCUITO 50 kA

VIDEO

99
CURTO-CIRCUITO CABOS

VIDEO

100
CURTO-CIRCUITO CABOS

VIDEO

101
CURTO-CIRCUITO CABOS

VIDEO

102
CURTO-CIRCUITO CABOS

VIDEO

103
Normas Técnicas
Dispositivos de Proteção para limitação da corrente:
100

 Disjuntores kA - 630

Cut-off current I s
50 - 500

 Fusíveis
- 400
40 355
- 315
30 250
- 224 200
20 - 160
- 125
- 100
80
8.5 kA 10 - 63
8 - 50
6 - 36
- 25
4 - 20
- 16

1
0,8
0,6

0,4

0,2

0,1 0,2 0,4 0,6 1 2 4 6 8 10 50 kA 100


0,1 Prospective fault current Ip 30 kARMS

Distribuição de Energia – Fernando Costa 104


Normas Técnicas
Diagrama de resistência ao curto-circuito
 A força entre as barras é calculada
(simplificado) :

 a  distância entre os centros de


barras
(ex.. 60mm com RiLine60)
 l  distância entre os suportes de
barras
 Resultados dos testes de tipo é
encontrado em nosso Catálogo 34,
Inf. Técnicas pag. 115 (RiLine60)
 Corrente de surto nominal => IP
 Corrente temporária nominal => ICW
a
l

Distribuição de Energia – Fernando Costa 105


Normas Técnicas
Diagrama de resistência ao curto-circuito

 Várias características dependem do


dimensionamento dos barramentos

 Exemplo:
 RiLine60 com barras 30x10mm
 Corrente de curto-circuito dimensionada
Ipk = 60kA

60

425

Distribuição de Energia – Fernando Costa 106


Normas Técnicas
Especificações do Cliente: Qual deverá ser a distância entre os
 O transformador de alimentação tem suportes?
capacidade S = 1250 KVA. A corrente de curto- Catálogo 33- Inf. Técnicas pág. 158 !

circuito máxima é Icw = 30 kA (rms)


Ip = ~2,1 x Icw = 2,1 x 30kA
 O sistema RiLine60 é escolhido com barras de
Ip = 63,0kA
30x10mm
SV 9340.000
30x10mm  l = 400mm

Distribuição de Energia – Fernando Costa 107


Normas Técnicas
Diferenças entre IEC (Brasil, Europa) e UL (USA, Canadá)
 Diferentes conceitos entre IEC e UL
 IEC:
 Testes com valores de pico a curto
tempo
 Engenharia otimizada na aplicação,
mas com alto grau de conhecimento
 RiLine60 é testado em ambos os padrões
 Documentação RITTAL abrange aplicações IEC e UL (pág. 116/120 – Cat. 34 ET)

 IEC:  UL:

Distribuição de Energia – Fernando Costa 108


Normas Técnicas
Aplicações com barras flexíveis

 Conexão entre disjuntor/seccionador


principal e sistema de barramentos
com RITTAL Flexibar
 Utilização de suportes universais para
Flexibar RITTAL, Cat. 34, Inf. Técnicas
pág. 112
 Versão 1: 20x5 – 63x10mm
 Versão 2: 40x5 – 100x10mm

Distribuição de Energia – Fernando Costa 109


Normas Técnicas
Curto-circuito com Flexibar
 Além do espaço entre os suportes, a
distância entre os centros das barras
também é importante
 distância entre as fases do disjuntor l

Distribuição de Energia – Fernando Costa 110


Normas Técnicas CAT 34 - ET: Página 112
Exemplo: dados do Projeto
Qual o espaçamento entre os suportes
 O barramento deve ser conectado com
Favor verificar Cat. 33 – pág. 162 !
Flexibar 10x24x1mm. Corrente de curto Este espaçamento atende aos testes de tipo ?
deve suportar Ipk = 45 kA
 O disjuntor de entrada (ABB T5) tem
distância de centros de 46mm

Curva b

l/a = 5,5 253

l = 5,5 x 46mm
= 253mm

a:
42 < 46 < 85mm
l:
150 < 253 < 350mm

46

Distribuição de Energia – Fernando Costa 111


Normas Técnicas
Ri4Power – dados p/ corrente de curto-circuito
 Documentação técnica completa para
os sistemas
 Tabelas de dados disponíveis para
diversas aplicações: ex. Armários para
Painéis de Barramento.

CAT 34 - ET: Página 128

Distribuição de Energia – Fernando Costa 112


Normas Técnicas
Teste de arco acidental
 O arco elétrico provoca alto stress dentro
do Painel / Montagem de baixa tensão
 Mecânico
 Térmico
 Ri4Power é testado nas condições de arco:
 5 critérios:
 As portas não podem abrir
 As peças não podem se desprender (voar)
 Sem furos nos fechamentos externos
 Indicadores externos não inflamam
 Circuito PE opera

Distribuição de Energia – Fernando Costa 113


Ri4Power - Ensaio de Arco Elétrico

VIDEO

114
Normas Técnicas
8.2.4 Verificação da Eficácia do circuito de proteção
8.2.4.1 VERIFICAÇÃO DA EFICÁCIA DA CONEXÃO ENTRE AS PARTES CONDUTORAS
EXPOSTAS E O CIRCUITO DE PROTEÇÃO
As partes condutoras expostas devem estar conectadas eficazmente ao circuito de
proteção e sua resistência não exceda 0,1 ohm.
8.2.4.2 VERIFICAÇÃO DA CORRENTE SUPORTÁVEL DE CURTO-CIRCUITO DE
PROTEÇÃO
Não se aplica aos circuitos que estão de acordo com 8.2.3.1

O barramento PE do sistema de teste tem que


passar por um teste de curto-circuito com
valores definidos. (pelo projeto do painel )

O teste é considerado efetivo, quando


nenhuma parte do sistema testado é
danificada durante o teste e o circuito PE está
OK após o teste.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 115


Normas Técnicas

8.2.5 Verificação da distâncias de isolação e escoamento


 Deve ser verificada que as distâncias de isolação e escoamento cumpram com
os valores especificados em 7.1.2.

 Se necessário, estas distâncias devem ser verificadas por medição, levando em


conta possíveis deformações de partes do invólucro ou das telas internas,
inclusive todas as possíveis mudanças numa eventualidade de curto-circuito.

8.2.6 Verificação de funcionamento mecânico


 Este ensaio de tipo não deve ser realizado em dispositivos que já foram
submetidos ao ensaio de tipo…, desde que seu funcionamento mecânico não
seja prejudicado pela montagem deles.

 Para partes que precisam de um ensaio de tipo, o funcionamento mecânico


satisfatório deve ser verificado depois da instalação no CONJUNTO. O número
de ciclos de operação deve ser 50.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 116


Normas Técnicas
8.2.7 Verificação Grau de Proteção
O grau de proteção provido conforme 7.2.1 e 7.7 deve ser verificado conforme a
IEC 60529 e devem ser feitas, onde necessário, adaptações apropriadas ao tipo
particular do CONJUNTO.

CONJUNTOS com grau de proteção IP 5X devem ser ensaiados de acordo com a


categoria 2 de 13.4 da IEC 60529.
CONJUNTOS com grau de proteção IP 6X devem ser ensaiados de acordo com a
categoria 1 de 13.4 da IEC 60529.
Neste quesito, é importante destacar que a RITTAL cumpre rigorosamente a norma
vigente (NBR IEC 60529) e todos os seus armários possuem CERTIFICAÇÃO de grau de
proteção emitidos por diversos órgãos certificadores independentes de vários países .
No Brasil, geralmente a concorrência cita em sua literatura técnica um nível de grau de
proteção, sem mencionar qual a norma adotada, ou mesmo, citando a antiga norma NBR
6146, que foi extinta em 29/04/2005 (substituida pela NBR IEC 60529 - padrão Europeu).
Sem CERTIFICAÇÃO este grau de proteção não pode ser provado !

Distribuição de Energia – Fernando Costa 117


Normas Técnicas

8.2.8 Ensaios de EMC (não necessários para PTTA)


CONJUNTOS ou parte deles que não satisfazem aos requisitos de 7.10.2 a) e b)
devem ser submetidos a Ensaios de Imunidade (8.2.8.1) e Ensaios de Emissão
(8.2.8.2) .
Os armários RITTAL oferecem a maior blindagem EMC do mercado, sendo que
mesmo os armários “padrão” possuem alto grau de atenuação contra campos
elétricos, dispensando blindagens adicionais !

Distribuição de Energia – Fernando Costa 118


Normas Técnicas

RELATÓRIOS DE ENSAIO DE TIPO - CONCORRÊNCIA:

TTA – significa que os 7 ensaios de tipo foram realizados e aprovados !

Alguns fabricantes menores têm apenas o teste de resistência ao curto-circuito


e eventualmente de elevação de temperatura.

Concorrentes tradicionais (players) possuem todos os testes de tipo.

Qualquer comparação entre a concorrência, deve levar em consideração as


aprovações e procedimentos em todos os 7 testes de tipo e não apenas em
parte deste testes, o que faria o Painel ficar fora das normas !

Distribuição de Energia – Fernando Costa 119


Normas Técnicas
CONTEÚDO - PARTICULARIDADES
8. ESPECIFICAÇÕES DE ENSAIO
8.1.2 ENSAIOS DE ROTINA
São destinados para verificar falhas em materiais e na fabricação. Eles são
realizados em todo o CONJUNTO, depois de finalizada a montagem, ou em cada
unidade do CONJUNTO. Não é requerido outro ensaio de rotina no local de
instalação.
Ensaios de rotina incluem o seguinte:
 Inspeção do CONJUNTO, inclusive inspeção da instalação elétrica e, se
necessário, ensaio de funcionamento elétrico (8.2.3);
 Ensaio dielétrico (8.3.2)
 Verificação das medidas de proteção e da continuidade elétrica do
circuito de proteção (8.3.3)
 Verificação da resistência de isolação (8.3.4)

Distribuição de Energia – Fernando Costa 120


Normas Técnicas

DIN EN 61439
IEC 61439
NBR IEC 61439
A importância da nova norma para
“Conjuntos de Manobra e Controle de Baixa Tensão”
para o projetista, o montador de painel e o usuário final

Distribuição de Energia – Fernando Costa


Agenda

1. Visão geral IEC 61439 / DIN EN 61439 / NBR IEC 61439


2. Divisão de responsabilidades
3. Estrutura NBR IEC 61439 / 61439-1
4. Mudanças testes / verificações
5. Planejamento de um CONJUNTO conforme NBR IEC 61439-1 & 2
6. Documentação de um CONJUNTO

Distribuição de Energia – Fernando Costa 122


Normas Técnicas

1. Visão geral IEC 61439 / DIN EN 61439 / NBR IEC 61439


Por que uma nova norma?

 Publicada pela primeira vez em 1993, a norma DIN EN 60439


dispôs diferentes tipos de painéis em uma única Norma, e os
classificou como TTA (Conjuntos Totalmente Testados) e PTTA
(Conjuntos Parcialmente Testados).

 Esta classificação TTA vs PTTA levou a uma discussão constante


sobre os requisitos para classificar um painel como TTA ou PTTA.

 Agora, o novo padrão tem uma parte geral (DIN EN 61439-1) e


partes específicas voltas à produtos (DIN EN 61439-2, ..., -6), que
definem os requisitos dos produtos detalhados.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 123


Normas Técnicas

IEC 61439 / DIN EN 61439 / NBR IEC 61439


Objetivos

 Estruturadas de forma semelhante à IEC 60947 (Dispositivos de


Manobra e Controle de Baixa Tensão), a IEC 61439 possui um
volume de Regras Gerais, e os demais volumes sobre produtos,
o que a torna claramente orientada à aplicações.
 Define os equipamentos de manobra e controle como uma "caixa
preta" com suas interfaces, aceitando produtos atuais e futuros
(conexão ao fornecimento de energia, condições ambientais e de
instalação, operação e manutenção).
 Distinção entre o fabricante original (que realizou ensaios de tipo) e
Montador do Painel.
 Os termos TTA e PTTA são ignorados e substituídos pelo novo
conceito de “Verificação de Projeto” (desig verification).

Distribuição de Energia – Fernando Costa 124


Nova Estrutura
Escopo das Partes da IEC 60439 x IEC 61439

NORMA NORMA
TÍTULO
ANTERIOR ATUAL
---------------- IEC/TR 61439-0 Guia para especificações dos Conjuntos
IEC 61439-1 Regras gerais
IEC 60439-1
IEC 61439-2 Conjunto de manobra e controle de potência
IEC 60439-3 IEC 61439-3 Quadros de distribuição
IEC 60439-4 IEC 61439-4 Conjuntos para canteiro de obras
IEC 60439-5 IEC 61439-5 Conjuntos para distribuição de energia elétrica
IEC 60439-2 IEC 61439-6 Linhas elétricas pré- fabricadas (barramento blindado)

Distribuição de Energia – Fernando Costa 125


Os conjuntos de manobra e controle como uma "caixa
preta"
Projetando um CONJUNTO
Conexão a uma fonte de alimentação
ICP: Corrente de curto circuito presumida

Condições de serviços
Temperatura do ar ambiente
Corrosão
IK-Code (proteção contra impactos mecânicos)

Para circuitos e cargas


InA: Corrente nominal do CONJUNTO
Inc: Corrente nominal de um circuito (= corrente de
operação realmente necessária em vez da
corrente nominal de um dispositivo)
Lista de cargas

Operação e manutenção
IEC 60364-4-41: Protection for safety –
Protection against electric shock

Source graphic: ZVEI

Distribuição de Energia – Fernando Costa 126


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1
Definição: Fabricante

Fabricante Original (3.10.1):


"organização que realizou o projeto original e a verificação
associada de um CONJUNTO conforme a Norma do
CONJUNTO aplicável”

Montador do Conjunto (3.10.2):


"organização que assume a responsabilidade pelo
CONJUNTO completo""

Source graphic: ZVEI


Nota: O Montador do Conjunto pode ser uma organização
diferente do Fabricante Original

Distribuição de Energia – Fernando Costa 127


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1
Os termos TTA / PTTA foram substituídos por “Verificação
de Projeto"

“Verificação de Projeto” (3.9.1)


“Verificação feita em uma amostra de um CONJUNTO ou em partes do CONJUNTO para
mostrar que o projeto satisfaz aos requisitos da Norma do CONJUNTO aplicável"

A verificação de projeto pode incluir um ou mais métodos equivalentes:

 ensaio de verificação: ensaio feito em uma amostra de um CONJUNTO ou em partes do


CONJUNTO para verificar que o projeto satisfaz aos requisitos da Norma CONJUNTO aplicável
 verificação por comparação: comparação estruturada de uma proposição de projeto de um
CONJUNTO, ou de partes de um CONJUNTO, com um projeto de referência submetido a ensaio
 verificação por avaliação verificação do projeto pelas regras de projeto ou cálculos específicos
aplicados a uma amostra de um CONJUNTO ou de partes do CONJUNTO para mostrar que o
projeto satisfaz os requisitos da Norma de CONJUNTO aplicável.

Nota: Os ensaios de verificação são equivalentes aos ensaios de tipo. (Apenas alguns desvios entre o
atual e novo padrão).

Distribuição de Energia – Fernando Costa 128


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1:
Verificação de projeto

Tabela D.1- Lista das verificações de projeto a realizar (1)


Lista das verificações de projeto de acordo IEC 61439-1 / EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1
Seções ou
No. Característica a ser verificada Opções de verificação disponíveis
subseções
Comparação
com um
Ensaio Avaliação
projeto de
referência
1 Resistência dos materiais e das partes : 10.2
Resistência à corrosão 10.2.2 Sim Não Não
Propriedades dos materiais 10.2.3
isolantes:
Estabilidade térmica 10.2.3.1 Sim Não Não
Resistência dos materiais 10.2.3.2
isolantes ao calor anormal e
Sim Não Sim
ao fogo devido aos efeitos
elétricos internos
Resistência à radiação ultravioleta (UV) 10.2.4 Sim Não Sim
Içamento 10.2.5 Sim Não Não
Impacto mecânico 10.2.6 Sim Não Não
Marcação 10.2.7 Sim Não Não
2 Grau de proteção dos invólucros 10.3
Sim Não Sim
3 Distâncias de isolamento 10.4 Sim Não Não
4 Distâncias de escoamento 10.4 Sim Não Não

Distribuição de Energia – Fernando Costa 129


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1:
Verificação de projeto

Tabela D.1- Lista das verificações de projeto a realizar (2)


Lista das verificações de projeto de acordo IEC 61439-1 / EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1
Seções ou
No. Característica a ser verificada Opções de verificação disponíveis
subseções
Comparação
com um
Ensaio Avaliação
projeto de
referência
5 Proteção contra os choques elétricos e 10.5
integridade dos circuitos de proteção:
Continuidade efetiva entre as partes condutivas 10.5.2
Sim Não Não
expostas do CONJUNTO e o circuito de proteção
Suportabilidade aos curtos circuitos 10.5.3
Sim Sim Não
do circuito de proteção
6 Integração dos dispositivos de 10.6
Não Não Sim
manobra e dos componentes
7 Circuitos elétricos internos e conexões 10.7 Não Não Sim
8 Bornes para condutores externos 10.8 Não Não Sim
9 Propriedades dielétricas: 10.9
Tensão suportável à frequência industrial 10.9.2 Sim Não Não
Tensão suportabilidade aos impulsos 10.9.3 Sim Não Sim
10 Limites de elevação de temperatura 10.10 Sim Sim Sim
11 Suportabilidade aos curtos circuitos 10.11
Sim Sim Não
12 Compatibilidade eletromagnética (EMC) 10.12 Sim Não Sim
13 Funcionamento mecânico 10.13 Sim Não Não

Distribuição de Energia – Fernando Costa 130


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1:
Verificação de projeto

Verificação de projeto - Generalidades (10.1)

 Os ensaios devem ser realizados em uma amostra representativa de um


CONJUNTO em uma condição limpa e nova.
 Quando os ensaios no CONJUNTO forem realizados conforme a serie ABNT NBR
IEC 60439, e os resultados de ensaio satisfazem aos requisitos da parte pertinente
da ABNT NBR IEC 61439, a verificação destes requisitos não precisa ser repetida.
 Os ensaios em dispositivos individuais de acordo com as respectivas normas de
produto não constituem uma alternativa para as verificações de projeto desta
norma para o CONJUNTO.
 O número de CONJUNTOS ou de partes utilizadas para verificação, a escolha do
método de verificação quando aplicável e a ordem nas quais as verificações são
realizadas, devem ser definidas pelo fabricante original.
 Os dados, cálculos e comparações realizadas para a verificação dos CONJUNTOS
devem ser registados nos relatório de verificação.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 131


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1:
O teste de rotina é substituído por Verificação de rotina

Verificação de rotina (3.9.2)

Verificação de cada CONJUNTO, realizada durante e/ou depois da fabricação


para confirmar que ele está conforme os requisitos da Norma do CONJUNTO
aplicável

Nota: A verificação de rotina está muito próxima do teste de rotina anterior e tem
de ser feita em cada montagem fabricada.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 132


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1:
Padrão para dispositivos elétricos

Padrão para dispositivos elétricos (IEC 60947)


Este tipo de normas descreve os requisitos e procedimentos de teste device
para um dispositivo sob uma determinada condição de operação (por
exemplo, livre no ar) TAmb<=35°
 Os parâmetros nominais de um dispositivo para diferentes C
dispositivos são comparáveis (também para dispositivos de fabricante
diferentes), porque eles são feitos sob uma condição comparável.

Padrão para CONJUNTOS (IEC 61439-2) enclosure


Esta norma descreve os requisitos e procedimentos de teste para uma TI >35°C
combinação de diferentes dispositivos, montados em um Armário, com
uma condição de operação diferente em relação ao padrão do produto.
Os valores nominais máximos dos dispositivos dentro de uma device
combinação de dispositivos podem desviar-se do valor nominal original
de um dispositivo, porque a condição de operação foi alterada.
(Montados em Armários ou compartimento, por exemplo, condições
ambientais mais elevadas devido a uma elevada categoria de
proteção, painéis com ventilação forçada, etc.)
TAmb<=35°
C

Distribuição de Energia – Fernando Costa 133


Normas Técnicas
IEC 61439-1 / 10.10 Verificação da elevação de temperatura

6000 A

Flat-PLS 100
5000 A
Flat-PLS 60

4000 A
Maxi PLS 3200

3000 A Maxi PLS 2000

Maxi PLS 1600


2000 A
Riline com PLS 1600

1000 A Riline com Cu 30 x 10 mm

Riline com Cu 30 x 5 mm

IP 54 IP 43 IP 2X IP 54 IP 2X
COM VENTILAÇÃO
SEM VENTILAÇÃO FORÇADA
FORÇADA

Distribuição de Energia – Fernando Costa 134


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1:
Itens sujeitos a acordo entre o Montador do CONJUNTO e usuário

IEC 61439-1/DIN EN 61439-1/NBR IEC 61439-1: Anexo C


IEC 61439-2/DIN EN 61439-2/ NBR IEC 61439-2 : Anexo BB

• Sistema elétrico
• Capacidade de resistência a curto-circuito
• Proteção das pessoas contra choque eléctrico
• Ambiente de instalação
• Método de instalação
• Armazenamento e manuseio
• Disposições de operação
• Recursos de manutenção e atualização
• Capacidade de transporte de corrente

Distribuição de Energia – Fernando Costa 136


3. Conteúdo IEC 61439-1/DIN EN 61439-1/ NBR IEC 61439-1

1. Escopo
2. referências normativas
3. Termos
4. Símbolos e abreviaturas
5. Características da interface
6. Em formação
7. Condições de serviço
8. Requisitos de construção
9. Requisitos de desempenho
10. Verificação de projeto
11. Verificação de rotina
12. Anexos

Distribuição de Energia – Fernando Costa 137


4. Mudanças testes / verificações

Novo:
Resistência dos materiais e das partes:
 As verificações de invólucros foram incluídas da
norma invólucros vazios NBR IEC 62208
 Onde um invólucro vazio conforme a ABNT NBR
IEC 62208 é utilizado, sem ter sido modificado de
maneira a degradar sua performance, nenhum ensaio
adicional do invólucro conforme 10.2 é requerido.
As propriedades dos materiais isolantes tem que ser
comprovada para:
 Invólucros, ou partes do invólucro, quando são feitos
por materiais plasticos
 Suportes de barramento
 Proteções contra contatos acidentais

Distribuição de Energia – Fernando Costa 138


4. Mudanças testes / verificações

Novo:
Verificação do Impacto mecânico
(Categoria de proteção - IK):
Testes

Verificação da integração dos dispositivos de


manobra e componentes
 Muito importante:
Os dispositivos usados dentro de um CONJUNTO têm que
atender a norma do respectivo dispositivo (produto) IEC.
 O fabricante tem que confirmar a correta incorporação dos
dispositivos.
 A confirmação dos requisitos para a compatibilidade
eletromagnética tem que ser comprovada.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 139


4. Mudanças testes / verificações

Novo:
Verificação dos circuitos elétricos internos e conexões
O fabricante original deve verificar as regras de projeto por meio de
inspeção visual e conformidade com a documentação do
CONJUNTO.

Verificação dos terminais para condutores externos


O fabricante original deve verificar as regras de projeto por meio de
inspeção visual e conformidade com a documentação do
CONJUNTO.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 140


4. Mudanças testes / verificações

Novo / mudanças:
Verificação das
propriedades dielétricas:
Novo: Um teste de tensão de
resistência à freqüência de
operação deve ser verificado

O teste de tensão de impulso


deve ser realizado com 5
pulsos positivos e negativos.
(Anterior: 3 pulsos positivos e
negativos)

Distribuição de Energia – Fernando Costa 141


4. Mudanças testes / verificações

Novo/Mudanças:
Verificação da elevação de temperatura:
Mudança: Verificação de acordo com 10.10.2.3.
Somente aplicável para CONJUNTO com necessidade de modificação do
equipamento de painel (Procedimento de teste conforme IEC 60439-1)
Novo: Verificação de acordo com 10.10.2.3.6
Aplicável para um CONJUNTO, com a necessidade de pequenas
modificações no equipamento interno. Cada tipo de unidade funcional é
testado separadamente. Um teste do CONJUNTO completo para
determinar o fator de diversidade nominal (RDF)
Novo: Verificação de acordo com 10.10.2.3.7
Aplicável para um CONJUNTO com necessidade de instalação modular e
flexível com mudanças na configuração de CONJUNTO. Cada sistema de
barramento é testado individualmente. Cada tipo de unidade funcional é
testada separadamente. Um teste do CONJUNTO completo para
determinar a classificação Fator de diversidade (RDF)

Distribuição de Energia – Fernando Costa 142


Verificação da elevação de temperatura

Montagens abaixo de 1600 A


Verificação por ensaio (10.10.2)

 Por derivação de variantes similares (10.10.3)

 Por avaliação da verificação (cálculos)

 (10.10.4.2 ou 10.10.4.3)

Montagens com mais de 1600 A


Verificação por ensaio (10.10.2)

 Por derivação de variantes similares (10.10.3)

Distribuição de Energia – Fernando Costa 143


O que mudou com a IEC 61439-1 & 2

Atual:
TTA
7 Ensaios de Tipo (Sobre o Protótipo)
3 Ensiaos de Rotina em 100 % dos Painéis Fabricados

PTTA
Metodologia de Cálculo não claramente definida
3 Ensaios de Rotina em 100 % dos Painéis Fabricados

NOVA:
Verificação Prioritária por Ensaios de Tipo
Possibilidade de Verificação sob claras e rígidas condições (para
alguns requisitos)
Comparação com referência Testada (Regras de Projeto)
Cálculos incluem margens de segurança
Ensaios de Rotina incluem 9 testes ao invés de 3!

Distribuição de Energia – Fernando Costa 144


Detalhes Técnicos da IEC 61439-1 & 2

VERIFICAÇÃO DE PROJETO (10)


(IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1)

ENSAIOS DE CONSTRUÇÃO PREVISTOS


1) Construção:
10.2 Resistência dos materiais e das partes;
10.3 Grau de Proteção dos Invólucros;
10.4 Distâncias de isolamento e de escoamento;
10.5 Proteção contra choques elétricos e integridade dos circuitos de proteção;
10.6 Integração dos dispositivos de manobra e componetes;
10.7 Circuitos Elétricos Internos e conexões;
10.8 Terminais para condutores externos.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 145


Detalhes Técnicos da IEC 61439-1 & 2

VERIFICAÇÃO DE PROJETO (10)


(IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1)

ENSAIOS DE PERFORMANCE PREVISTOS


2) Performance
10.9 Propriedades dielétricas;
10.10 Verificação da elevação de temperatura;
10.11 Suportabilidade aos curtos-circuitos;
10.12 Compatibilidade Eletromagnética;
10.13 Funcionamento mecânico.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 146


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1
10.3 Grau de Proteção dos Invólucros

Ensaios de acordo com IEC 60529 com algumas extensões:

• É permitida a entrada de aguá nos ensaios de IP X1 a IPX6 em


um CONJUNTO, somente se o ponto de entrada de água for
evidente e a água está apenas em contato com o invólucro em um
local onde não prejudicará a segurança.
• O dispositivo de ensaio para IP X3 e IPX4, assim como o tipo de
suporte para o invólucro durante o ensaio IPX4 deve ser anotado
no relatório de ensaio.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 147


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1
10.4 Distâncias de isolamento e de escoamento

Requisitos conforme 8.3:


Dimensionamneto conforme anexo F e tabelas 1 e 2:

 Distância mínima da folga à tensão nominal admissível 8 kV: 8 mm


 Distância mínima de fuga à tensão de isolamento nominal 1000 V, grau
de poluição 3 e material grupo IIIa (CTI 175 ... 400): 16 mm

Distribuição de Energia – Fernando Costa 148


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1
10.5 Proteção contra choques elétricos e integridade
dos circuitos de proteção
10.5.2 Continuidade efetiva do circuito terra entre as partes
condutivas expostas do CONJUNTO

• A resistência do circuito não deve exceder 0,1 ohm

10.5.3 Suportabilidade aos curtos-circuitos do circuito de proteção

• Resistência de curto-circuito do circuito de proteção pelo menos


60% do condutor principal
• A verificação pode ser feita pela aplicação de regras de projeto

Distribuição de Energia – Fernando Costa 149


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1
10.6 Integração dos dispositivos de manobra e
componentes

10.6.1 Conformidade com os requisitos de projeto de 8.5:


• Partes fixas e partes extraíveis
• Seleção de dispositivos de manobra e de componentes
• Barreiras
• Lâmpadas de sinalização e botões de comando
10.6.2 Compatibilidade eletromagnética, requisitos de desempenho
de J.9.4:
• Para dispositivos eletrônicos
• Não é necessário ensaio, se os dispositivos e componentes incorporados
estiverem em conformidade com os requisitos para EMC da norma de
produto relevante e a instalação e fiação é feita de acordo com a
Instruções do fabricante do dispositivo.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 150


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1
10.7 Circuitos elétricos internos e conexões

10.7 Conformidade com os requisitos de projeto de 8.6:

• Deve ser confirmada pela inspeção do fabricante original


• Secções transversais mínimas (N-Condutor 50% dos circuitos principais,
Pelo menos 16 mm², etc.)
• Condutor simples e isolado, tipo de isolamento
• Identificações de condutores

Distribuição de Energia – Fernando Costa 151


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1
10.8 Bornes para condutores externos

10.8 Conformidade com os requisitos de projeto de 8.8:


• Deve ser confirmada pela inspeção do fabricante original
• Cobre e / ou alumínio
• Secções transversais mínimas (N-Condutor 50% dos circuitos principais,
Pelo menos 16 mm², etc.)
• Condutor simples e isolado, tipo de isolamento
• Identificação de terminais
• Conformidade com a documentação do CONJUNTO

Distribuição de Energia – Fernando Costa 152


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1
10.9 Propriedades dielétricas

10.9.1 Generalidades
• Para este ensaio, todos os equipamentos elétricos do CONJUNTO devem
estar conectados, exceto dispositivos que são projetados para uma
tensão de ensaio inferior
• Dispositivos que consomem corrente (bobinas, DPS e instrumentos de
medição) devem ser desconectados

10.9.2 Tensão suportável à frequencia industrial


• A tensão de ensaio deve ter uma forma de onda senoidal e uma
frequência entre 45 Hz e 65 Hz
• O transformador de alta tensão utilizado para ensaio, quando seus
terminais de saída colocados em cc, a corrente de saída deve ser pelo
menos 200 mA.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 153


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1
10.10 Verificação da elevação de temperatura

10.10.1 Generalidades
Deve ser verificado que os limites de elevação de temperatura
especificados em 9.2 para as diferentes partes do CONJUNTO ou do
sistema do CONJUNTO não são excedidos.

A verificação deve ser feita por um ou mais dos métodos seguintes (ver
Anexo O):

a) por ensaio (10.10.2)


b) Uma derivação das características para as variantes similares (10.10.3)
c) Por cálculo (10.10.4)

Distribuição de Energia – Fernando Costa 154


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1
10.10 Verificação da elevação de temperatura

10.10.2 Verificação por ensaio


A montagem deve ser verificada por um dos seguintes métodos,
determinados pelo fabricante original:

Método a) verificação do CONJUNTO completo (10.10.2.3.5)

Método b) verificação separada de cada unidade funcional individual e


do CONJUNTO completo (10.10.2.3.6)

Método c) verificação separada de cada unidade funcional individual, do


barramento principal, do barramento de distribuição e do CONJUNTO
completo (10.10.2.3.7)

Distribuição de Energia – Fernando Costa 155


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1
10.10 Verificação da elevação de temperatura

10.10.2 Verificação por ensaio


Overview of three variants: Covering of market segments
Low medium high

Single application Multiple use application Global application


E.g. wind mills E.g. Buildings, industry
Test effort / cost of testing

Kit systems/
high

Block systems
10.10.2.3.7

Kit systems
medium

10.10.2.3.6

Uniform systems
10.10.2.3.5
RDF is only 1!
Low

Low medium high


Source: IPH Berlin Flexibility and Load / performance of a PSC

Distribuição de Energia – Fernando Costa 156


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1
10.11 Suportabilidade aos curto-circuitos

 A verificação pode ser realizada por comparação com um projeto de


referência ou por ensaio, conforme especificado.
 Verificação de curto-circuito por comparação com um projeto de
referência, através da lista de verificações Tabela 13.
 Verificação em relação ao desenho de referência (conforme Anexo P)
e deve satisfazer os requisitos dos números 6, 8, 9 e 10 da Tabela 13.
 Verificação por ensaio
 O CONJUNTO ou suas partes necessárias para completar o ensaio
devem ser montadas como em uso normal.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 157


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1
10.12 Compatibilidade eletromagnética

 CONJUNTO, que não têm quaisquer circuitos eletrônicos, não


precisam de testes de Imunidade ou Emissão.
 O teste também não é necessário, se os componentes cumprem os
requisitos de compatibilidade eletromagnética de um padrão de
produto relevante ea instalação ea fiação são feitas de acordo com
os manuais do fabricante do dispositivo.
 Para ensaios de EMC, ver J.10.12.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 158


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1
10.13 Funcionamento mecânico

• Para as partes que precisam de verificação por ensaio,(ver 8.1.5), o


funcionamento mecânico satisfatório deve ser verificado após a instalação no
CONJUNTO. O número de ciclos de manobra deve ser 200.
• O ensaio é considerado satisfatório se as condições de funcionamento do
dispositivo, do intertravamento, do grau de proteção especificado, etc., não
tenham sido prejudicadas e se o esforço requerido para o funcionamento for
quase o mesmo que antes do ensaio.
• Este ensaio não deve ser realizado em dispositivo, que já tenham sido
submetidos a ensaios de tipo de acordo com a respectiva norma de produto
relevante. (Por exemplo, disjuntores extraíveis).

Distribuição de Energia – Fernando Costa 159


5. Planejamento de um CONJUNTO conforme NBR IEC 61439-1/2

a) Modificação no caderno de encargos


b) Dimensionamento de dispositivos de manobra e controle
c) Verificação de projeto para um CONJUNTO com o sistema Ri4Power
d) Verificação de projeto para placas de controle (por exemplo, sistema
de barramento TS8 + Riline)

Distribuição de Energia – Fernando Costa 160


5. Planejamento de um CONJUNTO conforme NBR IEC 61439-1/2
a) Modificação no caderno de encargos

Novo:
Definição de uma unidade funcional descrevendo os parâmetros de
operação reais necessários (não valores nominais de um dispositivo).

exemplo: Nenhum valor, qual corrente operacional


este dispositivo tem que transportar em real
Antigo:
condição
1 pc.
Disjuntor de caixa moldada In 630A, 3 pólos, 400VAC, capacidade de interrupção 50kA?

De acordo com IEC 61439: Realmente se encaixa no conceito


1 pc de curto-circuito da montagem?
Unidade funcional para uma corrente de operação Inc 550A com disjuntor de caixa
moldada, 3 pólos, 400VAC, capacidade de interrupção 50 kA.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 161


5. Planejamento de um CONJUNTO conforme NBR IEC 61439-1/2
a) Modificação no caderno de encargos

Corrente nominal de um circuito Inc:

Significado para o projetista:


O projetista define os dados de operação real de um
CONJUNTO e para as unidades funcionais. InC InC
InC
Significado para o montador do CONJUNTO:
Durante o dimensionamento do CONJUNTO, o InC
montador do CONJUNTO tem de se certificar de que os
dispositivos escolhidos serão capazes de transmitir a
corrente necessária sob a dada condição de
funcionamento.
InC
InC InC
Significado para o usuário: InA
O CONJUNTO funcionará de forma confiável e cumprirá
sua função, devido à interface claramente definida das
correntes de operação.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 162


5. Planejamento de um CONJUNTO conforme NBR IEC 61439-1/2
a) Modificação no caderno de encargos

Capacidade de interrupção para proteção contra curtos - circuitos


do CONJUNTO:

Significado para o projetista:


O projetista define parâmetros da rede de alimentaçãoo, que estão disponíveis na entrada
do CONJUNTO (Tensão, corrente nominal do CONJUNTO, corrente de curto-circuito
máxima, etc.)

Significado para o montador do CONJUNTO:


O montador do CONJUNTO é responsável pelo conceito de proteção contra curto-circuito
dentro do CONJUNTO

Significado para o usuário:


O CONJUNTO cumpre os requisitos de proteção para as pessoas, para o sistema externo,
bem como o equipamento interno, devido interface adequadamente definida. Além disso, o
custo diminuirá devido à seleção otimizada de dispositivos.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 163


5. Planejamento de um CONJUNTO conforme NBR IEC 61439-1/2
b) Dimensionamento de dispositivos de manobra e controle

Corrente nominal de um circuito dentro de um CONJUNTO:


A corrente nominal máxima de funcionamento aplicável de um dispositivo,
utilizada no interior de um CONJUNTO, pode desviar-se do valor nominal do
dispositivo individual, devido às condições de funcionamento do CONJUNTO.
O montador do CONJUNTO tem que definir a
Corrente nominal de um circuito Inc;
Especificações:

- Marca
- Tipo
- corrente nominal
- tipo de execução do dispositivo
- secção transversal necessária, tipo de condutor
- categoria de proteção IP do invólucro, tipo de climatização
- temperatura ambiente em torno do CONJUNTO
- tamanho da caixa / compartimento

Distribuição de Energia – Fernando Costa 164


5. Planejamento de um CONJUNTO conforme NBR IEC 61439-1/2
b) Dimensionamento de dispositivos de manobra e controle

Dimensionamento de acordo com os dados do Sistema Ri4Power:


Exemplo de um disjuntor de caixa moldada (MCCB):

A Rittal criou uma documentação com as possíveis correntes de operação Inc para as
diferentes condições de operação de um dispositivo.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 165


5. Planejamento de um CONJUNTO conforme NBR IEC 61439-1/2
b) Dimensionamento de dispositivos de manobra e controle

Dimensionamento de acordo com os dados do Sistema Ri4Power:


Exemplo de disjuntor em caixa moldada
(MCCB):

Estes dados são integrados no software


Rittal Power Enginnering 6.3

Distribuição de Energia – Fernando Costa 166


5. Planejamento de um CONJUNTO conforme NBR IEC 61439-1/2
b) Dimensionamento de dispositivos de manobra e controle

Dimensionamento de acordo com os dados do Sistema Ri4Power:


Estes dados estão incluídos
para elaboração da verificação
de projeto.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 167


5. Planejamento de um CONJUNTO conforme NBR IEC 61439-1/2
c) Verificação de projeto para um CONJUNTO com o sistema Ri4Power

Configuração com Rittal Power Engineering V6.3:

Configuration Output

Distribuição de Energia – Fernando Costa 168


5. Planejamento de um CONJUNTO conforme NBR IEC 61439-1/2
d) Verificação de projeto (ex: TS8 + sistema de barramento Riline 60)

Configuração com Rittal Power Engineering V6.3 e Therm:

Configuration Output

Distribuição de Energia – Fernando Costa 169


6. Documentação de um CONJUNTO

Conteúdo para documentação de um CONJUNTO de acordo com


NBR IEC 61439-2

A) Verificação de projeto (este é um documento comum)


B) Verificação de rotina (este pode ser diferente de um CONJUNTO para outro)
C) Documentos comuns
– Diagrama elétrico
– Lista de materiais
– Diagrama mecânico
– Etc…

Distribuição de Energia – Fernando Costa 170


Documentação de um CONJUNTO
Verificação de projeto - Verificação de rotina

Verificação de projeto:
A verificação de projeto é necessária para a verificação do CONJUNTO de
acordo com os requisitos da norma IEC 61439.

Verificação de rotina:
A verificação de rotina é para a detecção de erros materiais ou erros de
montagem e para comprovar a correta montagem do CONJUNTO.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 171


11 Verificação de rotina (IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR
IEC 61439-1)
Conteúdo
a) Construção:
11.2 grau de proteção definidas para os invólucros;
11.3 distâncias de escoamento e de isolamento;
11.4 proteção contra choques elétricos e integridade dos circuitos de
proteção;
11.5 integração de componentes incorporados;
11.6 circuitos elétricos internos e conexões;
11.7 terminais para condutores externos;
11.8 funcionamento mecânico.
2) Performance:
11.9 propriedades dielétricas;
11.10 cabeamento, desempenho de funcionamento e função.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 172


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1
11.2 Grau de proteção de invólucros

Uma inspeção visual é necessária para assegurar que as medidas


prescritas para atender o grau de proteção declarado são respeitadas.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 173


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1
11.3 Distâncias de escoamento e de isolamento

Onde as distâncias de isolamento são:

 inferiores aos valores dados na Tabela 1, um ensaio de tensão de impulso


suportável conforme 10.9.3 deve ser realizado;

 não evidenciado pela inspeção visual por ser superior aos valores dados
na Tabela 1 (ver 10.9.3.5), a verificação deve ser realizada por medição
física ou por um ensaio de tensão de impulso suportável conforme 10.9.3.

 As medições prescritas referentes as distâncias de escoamento (ver 8.3.3)


devem ser submetidas a uma inspeção visual. Onde não for evidenciado
por inspeção visual deve ser realizada por medição física

Distribuição de Energia – Fernando Costa 174


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1
11.4 Proteção contra choques elétricos e integridade
dos circuitos de proteção
As medidas de proteção prescritas referentes a proteção básica e a
proteção de falta (ver 8.4.2 e 8.4.3) devem ser submetidas a uma
inspeção visual.

 Os circuitos de proteção devem ser verificados por uma inspeção visual para
assegurar que as medidas prescritas em 8.4.3 são satisfeitas.

 O aperto correto das conexões aparafusadas deve ser verificado por


amostragem aleatória.

Distribuição de Energia – Fernando Costa0 175


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1
11.5 Integração de componentes incorporados

A instalação e identificação de componentes incorporados devem


estar conforme as instruções de fabricação do CONJUNTO.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 176


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1
11.6 Circuitos elétricos internos e conexões

 O aperto correto especialmente nas conexões aparafusadas deve ser


verificado por amostragem aleatória.
 Os condutores devem ser verificados conforme instruções de
fabricação do CONJUNTO.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 177


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1
11.7 Circuitos elétricos internos e conexões

O número, o tipo e a identificação de terminais devem ser verificados


conforme as instruções de fabricação do CONJUNTO.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 178


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1
11.8 Funcionamento mecânico

A eficácia de elementos de comando mecânicos, dos intertravamentos e


dos dispositivos de bloqueios, incluindo aqueles associados com partes
removíveis deve ser verificada.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 179


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1
11.9 Propriedades dielétricas

Um ensaio a frequência industrial deve ser realizado em todos os


circuitos conforme 10.9.1 e 10.9.2, porém para uma duração de 1 s.

 Como uma alternativa para CONJUNTOS com proteção de entrada com características
nominais ate 250 A, a verificação da resistência de isolamento pode ser realizada por
medição, utilizando um instrumento de medição de
isolamento a uma tensão de pelo menos 500 V c.c.

 Neste caso, o ensaio é satisfatório se a resistência de isolamento entre os circuitos e


as partes condutivas expostas for de pelo menos 1 000 Ω/V por circuito referente a
tensão de alimentação destes circuitos para a terra.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 180


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1
11.10 Cabeamento, desempenho de funcionamento e
função

 Deve-se verificar que as informações e as indicações e marcações


especificadas na Seção 6 estão completas.
 Dependendo da complexidade do CONJUNTO, pode ser necessário
inspecionar o cabeamento e realizar um ensaio de funcionamento elétrico.
 O procedimento de ensaio e o número de ensaios dependem da presença ou
não no CONJUNTO de intertravamentos complexos, de sequências de
comando, etc.

NOTA : Em alguns casos pode ser necessário realizar ou repetir este ensaio no local da instalação antes
de colocar o CONJUNTO em funcionamento.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 181


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1
11.9 Propriedades dielétricas

Distribuição de Energia – Fernando Costa 182


IEC 61439-1 / DIN EN 61439-1 / NBR IEC 61439-1
11 Modelo - Verificação de Rotina

Distribuição de Energia – Fernando Costa 183


Power Distribution
De Acordo com a nova IEC 61439
CONJUNTOS DE MANOBRA E CONTROLE DE BAIXA TENSÃO
Consiste em
Invólucro Climatização Barramentos Componentes
(TS8, SE8, SE,…) (RiTherm) (RiLine60, Flat-PLS) (ABB, Siemens, Schneider…)

Distribuição de Energia – Fernando Costa 184


Rittal Ri4Power Forma 1 – 4
O que é o Ri4Power ?

• Sistemas de armários compartimentados

• Para Centro de Controle de Motores (CCM) e


Quadro Geral de baixa tensão (QGBT)

• Testado conforme IEC 60439-1 /


Verificação de projeto conforme IEC 61 439-1/-2

• Sistemas de Barramento
RiLine60 até 1600A
Maxi-PLS até 4000A
Flat-PLS até 5500A
 3/4 polos + PE/PEN

• Solução flexível para unidades extraíveis

Distribuição de Energia – Fernando Costa 185


Rittal Ri4Power Forma 1 – 4
Dados Técnicos

• Tensão Nominal de operação Un:


até 690V, 60 Hz
• Corrente Nominal Ie:
até 5500A, (Flat-PLS, 4x 100x 10mm)
• Short-circuit strength Ipk, Icw:
até 100kA rms. / 220 kA Pico
• Dimensões
 Profundidade: 600 / 800mm
 Altura: 1800, 2000 e 2200mm
• Grau de Proteção:
IP2x, IP4x/41, IP54
• Tipo de conexão: Fixo / Extraível

Distribuição de Energia – Fernando Costa 186


Rittal Ri4Power Forma 1 – 4
Segurança Testada

• Testado conforme IEC 60 439-1 / 61 439-1 /-2


o Limites de elevação de temperatura
o Propriedades dielétricas
o Corrente suportável de curto-circuito
o Eficácia do circuito de proteção
o Distância de escoamento e de isolação
o Grau de proteção
o Funcionamento mecânico
• Tested under arcing conditions to IEC 61 641
• ASTA-approved

Distribuição de Energia – Fernando Costa 187


Rittal Ri4Power Forma 1 – 4
Segurança Testada

Corrente Nominal:
• Ie: até 5500A
Correntes de curto-circuito:
• Icw: até 100kA
• Ipk: até 220kA
Teste de arco acidental (IEC 61 641):
• Tensão de ensaio: 400 (690) V
• Corrente de ensaio: 70 (20) kA
• Tempo de duração: 300ms

Distribuição de Energia – Fernando Costa 188


Design Verification Siemens

Design Verification Eaton

Design Verification ABB

Design Verification Schneider

Design Verification Mitsubishi

Design Verification Terasaki

Design Verification GE

Distribuição de Energia – Fernando Costa 189


EXEMPLOS
FORMA 1 – 4

Distribuição de Energia – Fernando Costa 190


Rittal Ri4Power Forma 1 – 4
Aplicação
Forma 1 com Maxi PLS / Flat PLS

Distribuição de Energia – Fernando Costa 191


Rittal Ri4Power Forma 1 – 4
Aplicação
Forma 2 com Flat PLS

Distribuição de Energia – Fernando Costa 192


Rittal Ri4Power Forma 1 – 4
Aplicação
Forma 3 com Maxi PLS / Flat PLS

Distribuição de Energia – Fernando Costa 193


Rittal Ri4Power Forma 1 – 4
Aplicação
Forma 4 com Maxi PLS / Flat PLS

Distribuição de Energia – Fernando Costa 194


Rittal Ri4Power Forma 1 – 4
Sistema modular

Solução com RiLine60 até 1600A.....

• Armário TS8 com


sistema de barramento Riline60

• Laterias divisórias para separação dos 0 1

compartimentos
0 1
A

• Divisão horizontal para espaço funcional


1 0

• Separação dos compartimentos dos


0 1
barramentos com placas de montagem
parciais

• Portas parciais

Distribuição de Energia – Fernando Costa 195


Rittal Ri4Power Forma 1 – 4
Sistema modular

Solução com Maxi / Flat-PLS até 5500A

0 1

0 1
A

1 0

Distribuição de Energia – Fernando Costa 196


Rittal Ri4Power Forma 1 – 4
Design modular com “trim panels” e portas parciais

1
2 4

3
3

4 2

Distribuição de Energia – Fernando Costa 197


Rittal Ri4Power Forma 1 – 4
Sistema de barramento até1600A

RiLine60: Montagem compacta


• Aplicação com Painéis 600mm
Seção traseira, superior ou inferior Frontal Traseira

superior
• Montagem direta N
L1
componentes sobre o barramento L2
o Adaptadores de conexão L3
o Base de fusíveis
o Adaptadores de componentes
• Aplicação como barramento
principal e de distribuição
3- e 4-polos

L1

inferior
L2
L3
N

Distribuição de Energia – Fernando Costa 198


Rittal Ri4Power Forma 1 – 4
Sistema de barramentos até 5500A

Maxi-PLS Flat-PLS

Distribuição de Energia – Fernando Costa 199


Rittal Ri4Power Forma 1 – 4
Conexão de cabos com Maxi-PLS

Distribuição de Energia – Fernando Costa 200


Rittal Ri4Power Forma 1 – 4
Kits de conexão

Integração de componentes Frontal Traseira


L1 L2 L3
• Componentes eficientes e padronizados N

o Sistema de barramentos
o Peças de contato
VT HT Kit de coneção
o Conectores em cobre TOP:
• Conexão flexível para para ACB SV 9676.910 +
com kits de conexões superior / inferior Design-Code
o Diferentes correntes nominais
o Diferentes posições (HT/VT) Kit de conexão
o Diferentes posições de altura N
BOTTOM:
L1
SV 9676.912 +
L2
Design-Code
L3

Distribuição de Energia – Fernando Costa 201


Sistemas de Barramentos
• Até 1600A  RiLine60
(3/4-polos)
 Flatbar
 PLS800
 PLS1600
• Até 4000A  Maxi-PLS
(3/4-polos)
 Maxi-PLS 1600
 Maxi-PLS 2000
 Maxi-PLS 3200
• Até 5500A  Flat-PLS
(3/4-polos)
 Max. 4x 60x 10mm
 Max. 4x 100x 10mm

Distribuição de Energia – Fernando Costa 202


Adaptadores de conexão
• Graded sizes
• Differentiation outlet top or
looping-through function
• Protection category IP2x
• To 300mm² with handling-
friendly cable-clamp
Model to Connection of
63A Round wire to 16mm²
125A Round wire to 35mm²
Clamping area 10x7,8mm
250A Round wire to 120mm²
Clamping area 18,5x15,5mm
800A Round wire to 300mm²
Clamping area 33x20mm
1600A Clamping area 33x20mm

Distribuição de Energia – Fernando Costa 203


Adaptadores de Componentes
Universal
• Adapting electrical switchgear
(Motorstarter, ect.)
• Assembly and el. connection
of the mains in one operation
• Compact design, as motorstarter
can be placed directly to the
busbars
• Steel-reinforced clamping feet for
5 and 10mm busbars

• ATTENSION:
Multifunctional-Adapter
(SV 9320.xxx) are discontinued
Replaced by OM-version

Distribuição de Energia – Fernando Costa 204


Adaptadores para Disjuntores Caixa Moldada

• MCCB: Molded case circuit breaker


• Universal application of
marketable switchgear
• Graded range of sizes
100, 160, 250 and 630A
• Integrated, highly flexible
terminal lugs

CB-Adapter für MCCB – 4-polig


• with support frame technology as
version up to 160A or 250A
• For direct attachment of MCCB Supported brands:
up to 500A ABB, Allan Bradley, Eaton, GE,
OEZ, Mitsubishi, Schneider
Electric, Siemens, Terasaki

Distribuição de Energia – Fernando Costa 205


Chaves Seccionadoras
RiLine NH – Size 000 to 3
• Versions
- mounting plate assembly
- 60mm bus-mounting
• Type tested acc. DIN EN 60 947-3
• Variants with electronic and
electromechanical fuse monitor
• Sealable and lockable
• For all 60mm systems
• Size 00 available as
slimline version

Distribuição de Energia – Fernando Costa 206


Rittal Ri4Power – Unidades Extraíveis

Distribuição de Energia – Fernando Costa 207


Rittal Ri4Power – Unidades Extraíveis

Síntese das vantagens:


 Solução flexível para unidades extraíveis
possibilitando fácil integração com o sistema Rittal
Ri4Power;

 Tecnologia em pressão de contatos IDS-


Technology;

 Compartimento para mini-gavetas, possibilitando


montagem de até 28 mini-gavetas - 32 A por
coluna;

 Gavetas extraíveis com diferentes tamanhos :75,


150, 225, 300, 375mm;

 Módulo de contato livre de arco;

 Segurança testada conforme IEC 61439-1/2

Distribuição de Energia – Fernando Costa 208


Rittal Ri4Power – Unidades Extraíveis
Partes de uma unidade extraível
 A unidade funcional extraível é composta de:

a) Parte móvel (gaveta extraível) que b) parte fixa que sustenta os elementos
sustenta os dispositivos incorporados da parte móvel

c) ) Módulo de contato, barramento d) ) Contatos auxiliares (tomadas)


vertical, terminais de entrada/saída

Distribuição de Energia – Fernando Costa 209


Rittal Ri4Power – Unidades Extraíveis

 Seção do barramento vertical - zona livre de arco

 Barramento vertical completamente


isolado fase por fase, redução do risco
de ocorrer arco interno;

 Compartimento com sistema de


guilhotina; completamente livre de arco

Distribuição de Energia – Fernando Costa 210


Rittal Ri4Power – Unidades Extraíveis

 Módulo de contato livre de arco

Zona livre de arco


 Sistema completamente
isolado;

 Zona livre de arco


interno dentro da gaveta
extraível

Disponível em:
http://www.ids-technology.eu

Distribuição de Energia – Fernando Costa 211


Rittal Ri4Power – Unidades Extraíveis

 Sistema inovador de pressão de


contato

 Qualidade de conexão;

 Elimina os efeitos indesejáveis das forças


magnéticas

Simulation I = 50 kA Laboratory Fraunhofer

Distribuição de Energia – Fernando Costa 212


Rittal Ri4Power – Unidades Extraíveis

 Sistema inovador de pressão de


contato

Sistema convencional - Pinças Sistema pressão de contato

Distribuição de Energia – Fernando Costa 213


Rittal Ri4Power – Unidades Extraíveis

 Sistema inovador de pressão de


contato

Sistema convencional - Pinças Sistema pressão de contato

Distribuição de Energia – Fernando Costa 214


Rittal Ri4Power – Unidades Extraíveis
 Segurança
 As gavetas são construídas em
conformidade com a norma NBR IEC
60439-1 / IEC 61439-1/2 (sistema de
extração e bloqueio da gaveta).
Janela de inspeção:

- Teste (azul);
- Operação (vermelho);
- Desconectado (verde).

Módulo de contato em posição


de operação
3
Módulo de contato em posição de 1. Janela de Inspeção (vermelho)
teste
2. Contato auxiliar conectado
1. Janela de inspeção (azul))
3. Contato principal conectado
2. Contato auxiliar conectado
2
1 3. Contato principal desconectado

Extração da unidade

Distribuição de Energia – Fernando Costa 215


Rittal Ri4Power – Unidades Extraíveis

Detalhamento Mini Gavetas Ri4Power - Unidades Extraíveis

 Frontal da mini
gaveta em modo
desconectado -
verde (esquerda), e
em operação -
vermelho (direita),
com o auxílio da
chave de operação,
possibilitando
também o modo de
teste - azul
(comando).

Distribuição de Energia – Fernando Costa 216


Rittal Ri4Power – Unidades Extraíveis

 Detalhe da
tomada de
comando (macho)
traseira modular
da mini gaveta.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 217


Rittal Ri4Power – Unidades Extraíveis

 Detalhe do
espaço
funcional
interno da
mini gaveta.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 218


Rittal Ri4Power – Unidades Extraíveis

 Gaveta no modo
de operação,
contatos de
pressão se
conectam ao
circuito de
potência da
coluna por meio
das guilhotinas
do módulo IDS.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 219


Rittal Ri4Power – Unidades Extraíveis

 Módulo de potência
IDS com os contatos
de potência e
tomada de comando
desconectados
(totalmente isolado).

Distribuição de Energia – Fernando Costa 220


Rittal Ri4Power – Unidades Extraíveis

 Módulo de
potência IDS com
os contatos de
potência e
tomada de
comando
(deslocada para a
direita)
conectados.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 221


Rittal Ri4Power – Unidades Extraíveis

 Intertravamento
mecânico de até
999 combinações
(esquerda), e
conexão tomada
fêmea de
comando e
guilhotina
acionada
mecanicamente
para fechamento
dos locais de
contato (direita).

Distribuição de Energia – Fernando Costa 222


Rittal Ri4Power – Unidades Extraíveis

 Dados Técnicos

Tensão nominal de operação (Ue) Até 690 V

Tensão nominal de isolamento (Ui) 1000 V

Nível básico de impulso (Uimp) 8kV

Frequência nominal (f) 50/60 Hz

Barramento vertical CCM extraível 1000 A

Correntes de curto-circuito (curta duração)

80 kA 1s
Barramentos verticais
Ipk = 176 kA

Grau de proteção IP 40

Forma de separação interna 4b

Distribuição de Energia – Fernando Costa 223


Rittal Ri4Power – Unidades Extraíveis
Container Truck Show Room

Sistema Ri4Power

 Solução Rittal para integradores

 Centro de controle de motores


(CCM)

 Portfólio completo para o


sistema Ri4Power

Distribuição de Energia – Fernando Costa 224


Rittal Ri4Power parts
Description Model No.

TS8 Modular Enclosure assembled:

Roof Plate IP2X with ventilation Hole for TS 600x600 9660.235

Flex Block Corner 8100.000

Flex Block Trim Panels 600x100 8100.600

Flex Block Trim Panels 400x100 8100.400

SV-TS8 Modular Enclosure 600x2200x600 9670.626

SV-TS8 Modular Enclosure 400x2200x600


9670.426

Busbar Support Flat PLS 9676.002

System Attachment for busbar support 9674.162

Lock System 2420.000

Hinge 297654

Distribuição de Energia – Fernando Costa 19


Mini Gaveta Extraível – 4x 32 A Gaveta Extraível 125 A – 225 mm
Rittal Ri4Power
Unidades Extraíveis
Kit de integração

Gaveta Extraível 315 A – 300 mm

Gaveta Extraível 125 A – 75 mm

Gaveta Extraível 630 A – 375 mm

Gaveta Extraível 125 A – 150 mm

Distribuição de Energia – Fernando Costa 20


Solução típica

Configuração
2

Item Description Qty.

1 Integration Set* 1
3

2 Trim Panel 1

Withdrawable Unit 125 A -


3 1
75mm
4
Withdrawable Unit 125 A –
4 8
150 mm

Withdrawable Unit 315 A -


5 1
300 mm
1
5

*The "Integration Set” is a complete solution with busbar supports and trim panels

Distribuição de Energia – Fernando Costa 21


Unidades extraíveis com porta solidária

Gaveta extraível 125 A – 75 mm Gaveta extraível 125 A – 150 mm

Distribuição de Energia – Fernando Costa 22


Rittal Ri4Power – Unidades Extraíveis

GAVETAS EXTRAÍVEIS COM PORTA SOLIDÁRIA

Gaveta extraível 125 A – 75 mm

Gaveta extraível 125 A – 150 mm

Distribuição de Energia – Fernando Costa 229


Rittal Ri4Power – Unidades Extraíveis
 Segurança
 As gavetas são construídas em
conformidade com a norma NBR IEC
60439-1 / IEC 61439-1/2 (sistema de
extração e bloqueio da gaveta).
Janela de inspeção:

- Teste (azul);
- Operação (vermelho);
- Desconectado (verde).

Cod. mecânica
Módulo de contato em posição
de operação
3
Módulo de contato em posição de 1. Janela de Inspeção (vermelho)
teste
2. Contato auxiliar conectado
1. Janela de inspeção (azul))
3. Contato principal conectado
2
2. Contato auxiliar conectado
1
3. Contato principal desconectado

Chave de operação Extração da unidade

Distribuição de Energia – Fernando Costa 230


Rittal Ri4Power – Unidades Extraíveis

Circuito de proteção (PE)

Barramento Vertical Saída de cabos isolada

Distribuição de Energia – Fernando Costa 231


Test-certificates - IDS - Technology
All of this kind of product relevant tests have been performed
according the relevant standards as IEC60439 as well IEC61439

 Short-circuit withstand strength test, vertical bus-section 4 –pole: Icw 80 kA, I peak 176kA,1 sec.

 Short-circuit withstand strength test, vertical bus-section 3 –pole: Icw 80 kA, I peak 176kA,1 sec.

 Conditional short – circuit test : 735 V; 65 kA, limiting fuse 250 A

 Conditional short – circuit test : 735 V; 65 kA, limiting fuse 400 A

 Conditional short – circuit test : 415 V; 50 kA, with MCCB 320 A

 Temperature rise test during motor start : 45 /132 kW; 400 V heavy starting conditions 20 sec.

 Glow wire test EN60695

 Mechanical operation test EN61439-1/2

 Impuls withstand-test 12 kV (8kV)

Source:
http://www.ids-technology.eu/index.php?option=com_content&view=article&id=5&Itemid=6&lang=en

Distribuição de Energia – Fernando Costa 26


Software, Ferramentas e Serviços

Configuradores On-Line:

 TS 8
 Support arm
 Operating housings
 CM
 Subracks
 IT racks

233
Software, Ferramentas e Serviços

Rittal Power Engineering - RPE

 Planejamento Fácil e Intuitivo de


Painéis de Distribuição de Energia.
 Dimensionamento do Sistema RiLine
 Geração automática de lista de
materiais.
 Plano de Montagem para agilizar a
fabricação do painel.
 Exportação da lista em XLS, projetos
em DWG, DXF e ePlan.

234
Software, Ferramentas e Serviços

RiCad 3D

 Projetos em 3D dos produtos Rittal,


constantemente atualizado.
 Exportação para Autocad, Inventor,
Eplan etc.
 Busca simplificada através do código
do produto.

235
Software, Ferramentas e Serviços

RiTherm

 Dimensionamento dos Sistemas de


Climatização.
 Cálculo da dissipação de calor
baseado em parâmetros do ambiente.
 Geração de Relatório.

236
Proposta de Valor - Conhecimento

Distribuição de Energia – Fernando Costa 237


Rittal - The System

Por que escolher “The System” ?


► Uma infraestrutura modular e escalonável que permite a concepção perfeita.
► Maior eficiência com ferramentas coordenadas de engenharia (Rittal & EPLAN).
► Consultoria é parte do sistema.
► Serviços que se estendam além do produto.
► Produtos e serviços disponíveis mundialmente.

Distribuição de Energia – Fernando Costa 238


Rittal Power Distribution

PERGUNTAS?

Fernando Costa
Application Enginner – SBU B
Tel.: (11)3622 2360
fernando.costa@rittal.com.br

Obrigado pela Atenção!

Distribuição de Energia – Fernando Costa 239