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Quando, numa noite límpida, olhamos para o céu ficamos

maravilhados com a quantidade de estrelas que nos envolve.


Sabemos que estão muito longe umas das outras, mas, vistas da
Terra, parecem estar numa cúpula esférica, todas à mesma distância.
Essa cúpula esférica é a parte da esfera celeste que
observamos do lugar onde nos encontramos.

Esfera celeste – esfera imaginária de raio


infinito que envolve a Terra
O ponto mais alto da esfera celeste, que fica acima da nossa
cabeça, chama-se Zénite do lugar (Z).
Aos nossos antepassados, parecia-lhes que as estrelas se
agrupavam no céu, formando determinados desenhos.

Constelações – são grupos de estrelas que parecem estar próximas


umas das outras (mas na realidade não estão) e que formam figuras
no céu.

A Ursa maior, a Ursa menor e a Cassipeia


são constelações muito conhecidas no
Hemisfério Norte e facilmente visíveis no
céu nocturno.
A Ursa Maior é muito fácil de localizar no céu nocturno.
Quando se prolonga cinco vezes a distância entre as guardas (α e β)
da Ursa Maior, encontra-se a última estrela da cauda da Ursa Menor –
a Estrela Polar.
A Estrela Polar tem um significado muito importante para os
habitantes do Hemisfério Norte.

 É a única estrela que parece imóvel no céu;


Indica o ponto cardeal Norte, permitindo a orientação nocturna.

Quando estamos voltados para a


Estrela Polar, temos, no horizonte:

•à frente, o Norte – N
•atrás, o Sul – S
•à direita, o Este – E
•à esquerda, o Oeste – O
É mais fácil localizar no céu, a olho nu, algumas constelações
e as suas estrelas com a ajuda de mapas celestes.
Há mapas celestes para o céu visível do Hemisfério Sul e
outros para o céu visível do Hemisfério Norte.

Vemos um exemplo de um mapa


para o céu de Agosto, visto de
Portugal, que vem publicado em
jornais e/ou revistas.