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Antena é o dispositivo cuja função é transformar energia eletromagnética

guiada pela linha de transmissão em energia eletromagnética irradiada,


pode-se também dizer que esta lei serve também no sentido inverso, isto é,
transformar energia eletromagnética irradiada em energia eletromagnética
guiada para a linha de transmissão. Portanto, sua função é primordial em
qualquer comunicação onde exista radiofrequência. A relação entre as
potências de emissão e recepção é proporcional e obedece à Fórmula de
Friis

Histórico
As primeiras antenas presume-se, foram criadas por Heinrich Hertz, em 1886, com a
finalidade de auxiliar no estudo e desenvolvimento das teorias eletromagnéticas.

Hertz pesquisou diversos dispositivos durante a realização de seus experimentos para


testar e provar a teoria eletromagnética, esta proposta pelo matemático e físico James
Clerk Maxwell.

As primeiras antenas que se tem notícia foram produzidas por Hertz. Na verdade eram
duas placas de metal conectadas a dois bastões metálicos. Estes dispositivos eram
ligados a duas esferas, e estas separadas entre si por uma distância pré-determinada. Nas
esferas era adaptada uma bobina que gerava descargas por centelhamento. As centelhas
por sua vez, ao atravessar o espaço entre esferas, produziam ondas eletromagnéticas
oscilatórias nos bastões.

Desde as primeiras antenas até a atualidade, os princípios físicos que regem seu projeto
e desenvolvimento foram sendo aprimorados e descobertas novas maneiras e
tecnologias de se transmitir e receber sinais eletromagnéticos.

Atualmente, as antenas em alguns casos são estruturas de extrema complexidade e


importância nas comunicações, sendo talvez para o homem moderno tão importantes
quanto foi a descoberta do fogo e a invenção da roda para o desenvolvimento
tecnológico humano.

[editar] Definição de antena


Antena é definida pelo dicionário como:

"Um dispositivo metálico para irradiar ou receber ondas de rádio"

A Definição oficial do IEEE é mais simples ainda:

"Um meio para irradiar ou receber ondas de rádio"

Estas definições estão corretas, as antenas são um meio para irradiar e receber ondas de
rádio. Na qual aplicam-se diversas técnicas de diretividade, onde fatores como a
frequencia e ganho desejado são fundamentais para definir seu formato e dimensão.
De uma forma geral, existe uma razão de proporção entre o comprimento da onda
eletromagnética e o tamanho da antena.

Por sua natureza, deduz-se que a antena ocupa sempre o último lugar na cadeia de
transmissão e o primeiro lugar na cadeia de recepção, daí a importância de seu estudo e
entendimento para as telecomunicações.

No estudo e projeto de antenas, pode-se dizer que não importa em que freqüência do
espectro eletromagnético seja aplicada, sempre serão usados os mesmos princípios
matemáticos, físicos e práticos da teoria eletromagnética, ela é constante, imutável e
invariável.

Quanto maior a frequência utilizada nas antenas, maior deve ser a precisão dos
dispositivos, equipamentos e medições.

[editar] Campos de irradiação e propagação

O princípio da pedra jogada numa lagoa, é o mais elucidativo exemplo de campos de


irradiação e propagação.

As ondas produzidas no meio de uma massa líquida por uma pedra lançada,
depois que chegou ao fundo, continuam se propagando.
A pedra e sua queda, não são necessárias à manutenção das ondas, mas foram
prementes à sua criação, cessou a causa (Queda da pedra), porém o efeito
(propagação de ondas) teve seu prosseguimento, independente daquela ter
cessado.
As linhas de fluxo, concêntricas em forma de ondas transportam energia, a este
deslocamento, define-se como propagação. A energia contida nas ondas, chama-
se energia irradiada ou campo distante (analogamente no caso da água), a água
espirrada acelerada pelo impacto da pedra e, em volta dela, para efeito de
analogia pode ser definida campo próximo.

[editar] Tipos de linhas de campo

Antena utilizada na radiodifusão.

[editar] Campo próximo

Existem dois tipos de distribuição de linhas de campo, as mais próximas da antena que
deixam de existir imediatamente ao cessar a causa. Isto é, quando cessa a corrente esta
sofre a anulação por um semi-ciclo, e as linhas não chegam a se fechar, portanto, não se
propagam. Este efeito é definido "campo próximo, de Fresnel ou campo de indução".

[editar] Campo distante

Quando as linhas se fecham, portanto se propagam no espaço carregando consigo


energia irradiada, análogo ao exemplo acima, denomina-se "campo distante, ou de
Fraunhofer, ou campo de irradiação."

• Nas antenas que utilizam refletores, ambos são importantíssimos, "o campo
elétrico na região distante varia com o inverso da distância, enquanto que na
região próxima isto não acontece".

[editar] Importância do campo próximo

A região de indução (campo próximo) é geralmente usada no projeto de antenas com


um ou vários elementos de forma a induzir nestes a energia que estaria perdida. Desta
forma aproveitando-a, induzindo-a ao elemento parasita, tanto diretor, quanto refletor,
se for o caso.

[editar] Importância do campo distante

A região distante é importante para as radiocomunicações, portanto, deve ser delimitada


a fronteira entre elas. O campo distânte tende ao infinito, e o campo elétrico é nulo,
sendo uma regiao despresivél diferente da região de campo próximo.

[editar] Delimitação de campos próximo e distante

R = 10λ
R = 2L2 / λ
Onde
R = separação entre as duas regiões.
L = o maior tamanho da antena.
λ = comprimento de onda.
As fórmulas acima são arbitradas e são aproximações abstratas para chegar-se a um
valor preliminar inicial razoável.

[editar] Parâmetros de antenas


Existem diversos parâmetros críticos de antenas a se considerar para o projeto. A
performance da antena é afetada por parâmetros ajustados no projeto, tais como:
frequência de ressonância, impedância, ganho, diagrama de irradiação, polarização,
eficiência e largura de banda. As antenas transmissoras também tem a máxima potência,
e as antenas receptoras diferem nas características de rejeição a ruído.

[editar] Irradiação e diretividade de uma antena


Exemplos típicos de antenas direcionais são as antenas parabólicas utilizadas em
radares, pois transmitem e recebem os sinais para a radiolocalização de objetos.

A antena é um sistema que irradia (ou recebe) energia eletromagnética. Se pode


conhecê-la a partir do processamento da irradiação, da eficiência e da distribuição da
energia irradiada através do campo, dentro do espectro conhecido, ou arbitrado. A
diretividade é a razão entre a intensidade de radiação de uma antes e a intensidade de
radiação média.

D=u(teta,fi)/Uo

o calculo aproximado para medir a diretividade de uma antena, é pela fórmula de Kraus
e Tai Pereira:

Krauss --> aproxima a área do feixe pelo produto da LFMP de dois planos
perpendiculares. onde: B= área do feixe. D= diretividade.

D=4pi/B

Tai Pereira --> sugerem a aproximação da diretividade.

Nas antenas ominidirecionais, aplica-se a fórmula de MC-donald e a de pozar. onde


MC-donald conta se com mais precisão para diagramas omnidirecionais com lóbulos
secundário. Pozar aplica-se o mesmo e é ideal sem lóbulos secundários.

[editar] Diagrama de irradiação

O diagrama de irradiação nada mais é do que o mapeamento da distribuição de


energia irradiada, levando em conta o campo tridimensional. Este se faz de duas
maneiras, ou em campo ou através de simulação computacional.

Geralmente a radiação de uma antena é mensurada através da unidade dBi.


Para levantar-se o diagrama de irradiação, deve-se tomá-lo a partir de uma distância e
localização onde não seja possível a interferência de elementos estranhos ao meio onde
se encontram a antena de prova e a antena de teste.

Esquema para prova de antenas.

Elementos estranhos que interferem podem ser desde árvores, calhas, rufos, arames,
linhas de transmissão de energia ou telefônicas. Estruturas de concreto armado também
interferem no resultado de um diagrama de irradiação/recepção pelo fato de existir ferro
em seu interior.

Portanto, para executar experiências de aferição de antenas, estas devem ser em campo
aberto.

[editar] Procedimentos

Normalmente levanta-se o diagrama à separações entre antenas de prova e teste não


inferiores a dez vezes ao comprimento de onda da frequência de teste.

Deixa-se a antena de teste a uma distância confiável da antena de prova (Em campo
aberto), de forma a não haver interação de sinais entre elas e o meio circundante.

Três passos devem se seguidos, após tomadas todas as precauções:

1. gira-se a antena sob teste de forma a descrever um círculo;


2. a intervalos regulares, a cada dez graus por exemplo, toma-se a medida do
campo irradiado de forma a obter-se um gráfico;
3. os valores devem ser anotados ou em valores absolutos, ou em valores relativos
ao seu máximo.
Após o término do levantamento do diagrama de irradiação, têm-se uma figura
semelhante a esta que indica todos os lóbulos da antena em estudo.

As medidas e características servem tanto para transmissão quanto para a recepção,


obedecendo a lei da reciprocidade.

[editar] Resultante do diagrama de irradiação

Na resultante da experiência temos o que se chama diagrama de irradiação do campo da


antena, e por conseqüência torna-se mister em suas especificações se tratamos de campo
ou de potência, se a polarização é vertical , ou horizontal, e o principal, o levantamento,
sempre que possível deve ser executado em 360 graus.

Este é um diagrama real de irradiação de uma Antena tipo Cassegrain utilizada na


frequência de 10,5 GHz com diâmetro de dez metros.

[editar] Antenas de feixe estreito


Para antenas de feixe estreito, helicoidais, antenas de radar, por exemplo, carece utilizar
o diagrama retangular e não o polar, devido à precisão necessária.

Devido à dualidade da energia emitida e à lei de reciprocidade, pode-se usar a


análise gráfica tanto para irradiação, quanto para campo, próximo/distante.
Devemos lembrar que num diagrama de irradiação de campo cujo valor máximo arbitra-
se igual a unidade (1,0 ) a amplitude correspondente à meia potência equivale a 0,707.

O diagrama de fase é a representação espacial da variação de fase do campo irradiado.


Consideremos uma antena irradiando uma potencia total ( W ), situada ao centro de um
campo espacial fictício cuja superfície seja uma esfera perfeita, imaginemos uma bola
de sabão flutuando no espaço e o ponto de irradiação, ou seja a antena esteja em sua
superfície esférica onde seu raio ( r ) seja imensamente maior do que o tamanho físico
da antena, de forma que a vejamos como se fosse um ponto infinitesimal.

Onde (P) seja o valor médio da densidade de potência provocada pela antena à
distância (r).
Onde (Pr) seja o valor médio da densidade de potência provocada outra antena
idêntica à primeira antena à distância (r).
Tenderemos à definir a diretividade da primeira antena em relação à segunda
como:
D = P / Pr .
Como a densidade é função do ponto, a diretividade também o será, portanto,
temos como medir a capacidade de concentração de energia de uma antena numa
região pré-determinada do espaço.
Quanto mais agudo o lóbulo principal maior a irradiação ou iluminação desta
antena e seu lóbulo, numa determinada direção.

[editar] Antena isotrópica


[editar] Definição

A antena isotrópica é uma antena virtual, na prática não existe, a antena que mais se
aproxima de uma isotrópica é a dipolo em polarização vertical. Mesmo assim existem
limitações nos campos emitidos pela falta de lóbulo transversal.

As antenas isotrópicas tem por função um comparativo entre as antenas reais e as ideais.

A diretividade e a densidade de potência são funções de ponto, isto é um cone


teórico cuja geratriz é um ponto e a distribuição de densidade de potência pode
ser deduzida como função de área de uma semi esfera se propagando através do
tempo e aumentando sua área em função deste até atingir hipoteticamente a
parede interna de uma esfera virtual iluminando-a.

[editar] Concentração de energia

Podemos usar a densidade de potência para medir a capacidade que uma antena tem de
concentrar energia numa determinada região do espaço.

Quanto mais agudo o ângulo do cone de propagação formado pelo lóbulo principal
(mais estreito o feixe), maior é a diretividade da antena, maior é a densidade de potência
que ilumina uma pré determinada área do espaço na direção de máxima irradiação, na
esfera virtual.
Para se ter um parâmetro de comparação, temos necessidade de usar uma antena
hipotética, onidirecional, que ilumine a parede interna de uma esfera virtual
uniformemente.

Esta é o que podemos chamar de antena isotrópica onde se hipoteticamente Pr = Po


então logicamente a diretividade ficará :

D = P/ Po

[editar] Emissão do isotrópico

Imaginemos uma esfera perfeita, uma bolha de sabão por exemplo, esta esfera
contém em seu centro uma lâmpada sem refletor de espécie alguma , emitindo
luz para todos os pontos.
A iluminação, se a fonte for um ponto, será uniformemente distribuída em toda a
área desta esfera, logo a distribuição de potência seguirá ao mesmo princípio.

[editar] Dipolo
Numa antena dipolo, na polarização horizontal, é perfeitamente possível a diagramação
da irradiação em dois sentidos, isto é, existem duas frentes de onda.

Sempre há um lóbulo principal de irradiação e lóbulos secundários de menor amplitude.

[editar] Emissão do dipolo

Agora, a lâmpada, não é mais um ponto, e sim um segmento, no centro da esfera, um


filamento, digamos.

Como temos um segmento longitudinal (semelhante ao filamento de uma


lâmpada) no centro de uma esfera perfeita, se olharmos de frente para este
segmento,veremos (no exemplo de filamento), um fio esticado emitindo luz, se
girarmos esta esfera em noventa graus, ao invés de enxergarmos um traço
enxergaremos um ponto emitindo luz.
Ao observarmos o fio esticado de lado, a luz não irradiará em todos os sentidos,
ela se propagará na frente, nas costas, em cima, em baixo, só não haverá
iluminação nas laterais (ou esta será mínima). Para facilitar este raciocínio,
transformemos nossa esfera em cubo perfeito, observaremos mais claramente
este efeito.
Houve uma alteração da diretividade em relação ao isotrópico (fonte pontual),
ficam duas faces de nosso cubo sem receber a luz (as laterais) e as outras quatro
recebendo equitativamente a quantidade de luz que não foi para as laterais.

[editar] Ganho
Podemos verificar a validade do fenômeno do ganho. Não houve aumento da luz, o que
houve foi um redimensionamento da distribuição em outras direções portanto, o ganho
sempre é referente a uma determinada direção.
Muitos leigos no universo das antenas relacionam erroneamente ganho de uma antena
com aumento da potência. Ganho de uma antena é nada mais do que a capacidade que a
antena tem de focar o sinal eletromagnético em uma determinada direção. Uma antena
não amplifica sinal, uma vez que toda antena é um elemento passivo.

Tipos de antenas
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Os tipos de antenas são vários, toda antena desempenha o mais importante papel na
cadeia de transmissão-recepção ou sistemas de telecomunicações. É através delas que
ocorre a transferência da energia a partir do transmissor para meio onde se propagará a
onda eletromagnética, e, consequentemente daquele meio ao receptor. A eficiência de
um sistema de telecomunicações é dependente do desempenho dos sistemas irradiantes
ou de recepção a ele conectados, por isso se desenvolveram diversos modelos de
antenas, dentre estas, podem ser citadas as mais comuns: a monopolo e a dipolo. As
antenas direcionais cujas mais conhecidas são: Yagi-uda (Chamada somente de Yagi) e
a parabólica. Também existem as multifrequenciais: antena longa (Long-wire) e a log-
periódica.

Antena vertical
Chamada antena monopolo, é muito utilizada desde as gigantescas antenas de ELF
(Extremely Low Frequency ou Freqüências Extra Baixas de 3,0 Hz a 30 Hz) até as
microscópicas monopolos impressas de EHF(Extremely High Frequency ou
Freqüências Extra Altas de 30 GHz a 300 GHz). A mais conhecida é a antena monopolo
de um quarto de onda, muito utilizada atualmente, devido padrão da radiação
omnidirecional, pois não precisa ser orientada para manter os sinais constantes quando
há mudança de seu posicionamento. Outra característica dessas antenas, é que diferente
dos sinais que são direcionados para cima em outros tipos antenas, ela não perde parte
do sinal. A antena monopolo de quarto de onda "deve" ter obrigatoriamente um plano de
terra, pois é deste que deriva a sua polarização, (Embora este plano não precise estar
necessariamente em paralelo à Terra). A monopolo deve necessariamente estar
polarizada em relação ao seu plano de terra verticalmente.

[editar] Antena dipolo


Consiste em dois condutores, contendo em seu comprimento total o tamanho desejado
da onda que se deseja captar (como o dipolo de meia onda, que contêm o mesmo
tamanho da metade do comprimento da onda). De forma mais simples, uma antena
dipolo é uma antena retilínea sem ligação com o potencial de terra, com a extensão de
um comprimento de onda em geral. Contudo, não se utilizam dipolos de onda completa
por questões práticas, mas sim dipolos de meia onda. Desta forma, se pode considerar
um dipolo de meia onda também uma antena retilínea, porém, o comprimento dos
condutores é a metade de um comprimento de onda, sua alimentação é pelo centro, onde
a impedância de entrada varia de acordo com sua distância ao solo em comprimento de
onda. Pode ser polarizada horizontalmente ou verticalmente, pois a onda
eletromagnética é composta de campo elétrico e campo magnético, estes estão
ortogonalmente dispostos. Quando se diz polarização de uma onda eletromagnética, seja
vertical ou horizontal, o campo magnético e o campo elétrico estão situados a 90 graus
com uma variação de fase de 0 grau. A polarização de uma antena dipolo é definida
então pelo "campo elétrico", ou seja, se o campo elétrico está na horizontal, a
polarização do dipolo é horizontal, se o campo elétrico está na vertical, a polarização da
antena dipolo é vertical.

[editar] Antenas direcionais


Existe uma grande variedade de antenas direcionais, os mais conhecidos são:

• Antena yagi-uda, consiste de um dipolo e outros elementos chamados de


"parasíticos", que podem ser "refletores ou diretores", ou, "refletores e
diretores". Um refletor deve ser maior em tamanho que o dipolo quando inserido
no sistema irradiante. Está posto na direção contrária à propagação das ondas
eletromagnéticas. Alguns, de forma simplificada, montam o refletor 5% maior
que o dipolo. O diretor é utilizado em antena Yagi de dois elementos com
refletor, pois na antena Yagi de dois elementos com diretor, o elemento parasita
é "montado na direção de propagação da onda eletromagnética". Em geral, o
diretor também pode ser confeccionado em torno de 5% menor que o dipolo até
a antena Yagi de três elementos. Nas antenas de mais elementos, a montagem se
torna mais complexa, pois os parasitas são "enxergados" pelo dipolo como uma
"rede" de antenas, assim, o método prático de configuração 5% menos não é
válido. Quando são inseridos outros elementos à uma antena, o sinal emitido é
direcionado no sentido dos elementos menores e reduzido na direção em que
está o elemento maior (Refletor), reciprocamente, na recepção ocorre o mesmo,
isto é, o sinal provindo da frente (Diretor) é melhor recebido que o que provém
de trás (Refletor) da antena, a esse efeito é dada uma relação chamada "relação
frente-costas", se aplica à antenas direcionais de qualquer tipo, sejam Yagis,
parabólicas, helicoidais, etc. As antenas Yagi, da mesma forma que as antenas
dipolo, também podem ter polarização horizontal ou vertical, dependendo do
fim para que se destinam.

• Antena parabólica é bastante eficiente quanto à transmissão e a recepção é


utilizada para diversos fins, recepção ou transmissão de sinais, repetidoras,
satélites, radares, etc. Tem alto ganho e funciona em freqüências altas (que
podem chegar a 300 GHz). Além de captar sinais com baixa potência sua
abertura é pequena, isso lhe possibilita grande direcionalidade, pois o disco
parabólico direciona os raios recebidos paralelamente para um ponto chamado
de foco, neste podem ser montadas antenas dipolo, dutos sintonizados, cornetas,
etc. =D

[editar] Longwire
Fácil de construir, se tornou a antena mais popular utilizada na recepção de sinais por
amadores. Contudo, é uma antena muito ruidosa, o que reduz seu desempenho. O nome
significa "fio comprido", não possui linha de transmissão. O fio sai diretamente do
receptor em direção a um mastro, e desce num ponto distante do equipamento, esta
configuração lhe dá a aparência de um "L" invertido. Outro modelo de antena direcional
é a antena log periodica. Esta antena foi apresentada para a comunidade cientifica em
1957 pelos pesquisadores R.H. Duhamel e D.E.Isbel. Esta antena possui uma
construção com periodicidade logarítimica que permite manter um ganho específico
para uma banda larga de frequencias. A antena possui dipolos coplanares dispostos lado
a lado paralelamente. Outra característica desta antena é que todos os elementos são
alimentados e a entrada de sinal é feita pela frente da antena e na parte traseira a antena
possui um curto. Esta antena por ter um ganho constante em uma faixa larga de
frequências é a ideal para ser utilizada com os sinais de tv digital.

[editar] Antena wideband


Pode ter largura de faixa estreita ou larga, dependendo da forma como é montada. Pode
funcionar em HF, VHF, UHF ou SHF. Sua estrutura é formada por duas partes em
paralelo e por dipolos conectados a cada parte formando pares intercalados. Seu ganho
dela pode ser aumentado de acordo com a quantidade de elementos. Conforme qualquer
antena, pode ser montada na polarização horizontal ou vertical. Seu nome deriva da
possibilidade de se obter a radiação de modo periódico, que ocorre em função do
logaritmo da freqüência de sua faixa de funcionamento.