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1 Q208175 Direito Civil > Direito das Coisas / Direitos Reais , Condomínio Edilício
Ano: 2005 Banca: OAB-SP Órgão: OAB-SP Prova: OAB-SP - 2005 - OAB-SP - Exame de Ordem - 2 - Primeira Fase

Se o condômino, no condomínio edilício, for julgado nocivo, por seu reiterado comportamento anti-social, e expulso por
deliberação da assembléia, reiterada por decisão judicial,

A perderá a propriedade de sua unidade autônoma.

B perderá a propriedade e a posse direta de utilização da unidade autônoma.


C perderá a posse direta de utilização da unidade autônoma.

D não poderá ceder o uso da unidade autônoma a terceiros.

2 Q349741 Direito Civil > Direito das Coisas / Direitos Reais , En teuse e Superfície
Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: OAB Prova: FGV - 2013 - OAB - Exame de Ordem Uni cado - XII - Primeira Fase

Alexandre, pai de Bruno, celebrou contrato com Carlos, o qual lhe concedeu o direito de superfície para realizar construção
de um albergue em seu terreno e explorá-lo por 10 anos, mediante o pagamento da quantia de R$100.000,00. Passados
quatro anos, Alexandre veio a falecer. Diante do negócio jurídico celebrado, assinale a a rmativa INCORRETA.

A O super ciário pode realizar obra no subsolo, de modo a ampliar sua atividade.
B O super ciário responde pelos encargos e tributos que incidirem sobre o imóvel.
C O direito de superfície será transferido a Bruno, em razão da morte de Alexandre.

D O super ciário terá direito de preferência, caso Carlos decida vender o imóvel.

3 Q530769 Direito Civil > Direito das Coisas / Direitos Reais , En teuse e Superfície
Ano: 2015 Banca: FGV Órgão: OAB Prova: FGV - 2015 - OAB - Exame de Ordem Uni cado - XVII - Primeira Fase

Mateus é proprietário de um terreno situado em área rural do estado de Minas Gerais. Por meio de escritura pública levada
ao cartório do registro de imóveis, Mateus concede, pelo prazo de vinte anos, em favor de Francisco, direito real de
superfície sobre o aludido terreno. A escritura prevê que Francisco deverá ali construir um edifício que servirá de escola
para a população local. A escritura ainda prevê que, em contrapartida à concessão da superfície, Francisco deverá pagar a
Mateus a quantia de R$ 30.000,00 (trinta mil reais). A escritura também prevê que, em caso de alienação do direito de
superfície por Francisco, Mateus terá direito a receber quantia equivalente a 3% do valor da transação.
Nesse caso, é correto a rmar que

é nula a concessão de direito de superfície por prazo determinado, haja vista só se admitir, no direito brasileiro, a
A
concessão perpétua.

é nula a cláusula que prevê o pagamento de remuneração em contrapartida à concessão do direito de superfície, haja
B
vista ser a concessão ato essencialmente gratuito.
é nula a cláusula que estipula em favor de Mateus o pagamento de determinada quantia em caso de alienação do
C
direito de superfície.
D é nula a cláusula que obriga Francisco a construir um edifício no terreno.

4 Q542964 Direito Civil > Direito das Coisas / Direitos Reais , Prescrição e Decadência , Direito de Vizinhança Parte Geral
Ano: 2012 Banca: FGV Órgão: OAB Prova: FGV - 2012 - OAB - Exame de Ordem Uni cado - VI - Primeira Fase - Reaplicação

Glicério construiu a casa onde reside há oito anos com duas janelas rentes à divisa do terreno. A disposição das janelas na
divisa teve como objetivo a iluminação, a ventilação e a vista. Na época, seu vizinho não se opôs à construção. Ocorre que o
lote vizinho foi vendido a terceiro, e este levantou um muro rente à parede em que se encontram as janelas.

Considerando a situação hipotética e as regras de direitos reais, assinale a alternativa correta.

Por ter transcorrido o prazo prescricional de ano e dia da data da abertura das janelas, não poderá mais o proprietário
A
do prédio lindeiro exigir o desfazimento da abertura irregular da janela.

Não se aplica o prazo decadencial de ano e dia para demolição e fechamento das janelas abertas irregularmente se o
B
proprietário do prédio lindeiro se manifestou expressamente contrário à feitura da obra na época da construção.
Considerando a hipótese de a construção ter sido realizada de maneira irregular e o proprietário do prédio lindeiro
C ter, no momento da construção, anuído de maneira tácita, mesmo antes de ano e dia serão aplicáveis as regras de
servidão de utilidade.
O terceiro adquirente do prédio vizinho poderá, a todo tempo, levantar uma edi cação no seu prédio; todavia, ca
D
impossibilitado de vedar a claridade e a ventilação da casa do Glicério.

5 Q798379 Direito Civil > Direito das Coisas / Direitos Reais , Servidões
Ano: 2017 Banca: FGV Órgão: OAB Prova: FGV - 2017 - OAB - Exame de Ordem Uni cado - XXII - Primeira Fase

George vende para Marília um terreno não edi cado de sua propriedade, enfatizando a existência de uma “vista eterna
para a praia” que se encontra muito próxima do imóvel, mesmo sem qualquer documento comprovando o fato. Marília
adquire o bem, mas, dez anos após a compra, é surpreendida com a construção de um edifício de vinte andares
exatamente entre o seu terreno e o mar, impossibilitando totalmente a vista que George havia prometido ser eterna. Diante
do exposto e considerando que a construção do edifício ocorreu em um terreno de terceiro, assinale a a rmativa correta.

A Uma vez transcorrido o prazo de 10 anos, Marília pode pleitear o reconhecimento da usucapião da servidão de vista.
Mesmo sem registro, Marília pode ser considerada titular de uma servidão de vista por destinação de George, o antigo
B
proprietário do terreno.

C Mesmo sendo uma servidão aparente, as circunstâncias do caso não permitem a usucapião de vista.
D Sem que tenha sido formalmente constituída, não é possível reconhecer servidão de vista em favor de Marília.

6 Q852389 Direito Civil > Direito das Coisas / Direitos Reais , Posse - Teoria, Classi cação e Aquisição , Servidões
Ano: 2017 Banca: FGV Órgão: OAB Prova: FGV - 2017 - OAB - Exame de Ordem Uni cado - XXIV - Primeira Fase

Laurentino constituiu servidão de vista no registro competente, em favor de Januário, assumindo o compromisso de não
realizar qualquer ato ou construção que embarace a paisagem de que Januário desfruta em sua janela. Após o falecimento
de Laurentino, seu lho Lucrécio decide construir mais dois pavimentos na casa para ali passar a habitar com sua esposa.

Diante do exposto, assinale a a rmativa correta.

A Januário não pode ajuizar uma ação possessória, eis que a servidão é não aparente.
B Diante do falecimento de Laurentino, a servidão que havia sido instituída automaticamente se extinguiu.

C A servidão de vista pode ser considerada aparente quando houver algum tipo de aviso sobre sua existência.
D Januário pode ajuizar uma ação possessória, provando a existência da servidão com base no título.

Direito Civil > Direito das Coisas / Direitos Reais , Usucapião ,


7 Q852390
Direitos Reais de Garantia - Penhor, Anticrese e Hipoteca
Ano: 2017 Banca: FGV Órgão: OAB Prova: FGV - 2017 - OAB - Exame de Ordem Uni cado - XXIV - Primeira Fase

Quincas adentra terreno vazio e, de forma pública, passa a construir ali a sua moradia. Após o exercício ininterrupto da
posse por 17 (dezessete) anos, pleiteia judicialmente o reconhecimento da propriedade do bem pela usucapião.

Durante o processo, constatou-se que o imóvel estava hipotecado em favor de Jovelino, para o pagamento de numerários
devidos por Adib, proprietário do imóvel.

om base nos fatos apresentados, assinale a a rmativa correta.

A hipoteca existente em benefício de Jovelino prevalece sobre eventual direito de Quincas, tendo em vista o princípio
A
da prioridade no registro.

B A hipoteca é um impeditivo para o reconhecimento da usucapião, tendo em vista a função social do crédito garantido.
Como a usucapião é modo originário de aquisição da propriedade, a hipoteca não é capaz de impedir a sua
C
consumação.

Quincas pode adquirir, pela usucapião, o imóvel em questão, porém cará com o ônus de quitar o débito que a
D
hipoteca garantia.

8 Q692573 Direito Civil > Direito das Coisas / Direitos Reais , Modos de Aquisição da Propriedade Móvel
Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: OAB Prova: FGV - 2016 - OAB - Exame de Ordem Uni cado - XX - Primeira Fase (Reaplicação

Salvador/BA)

O apartamento de João é invadido e, entre outras coisas, um paletó é furtado. Três meses depois, João descobre que o seu
paletó está sendo usado por Ricardo. Ao ser confrontado, Ricardo esclarece que adquiriu o paletó há um mês de um
brechó, que o mantinha exposto no mostruário. Alegou ainda que adquiriu a roupa sem saber que era proveniente de
furto. Em prova do alegado, Ricardo exibe documento comprobatório da compra do paletó feita no brechó.

Tendo em vista a situação descrita, assinale a a rmativa correta.

A Ricardo não é o legítimo proprietário do paletó, pois o adquiriu do brechó, que não era o verdadeiro dono da coisa.
Ricardo é o legítimo proprietário do paletó, uma vez que o adquiriu de boa-fé, em estabelecimento comercial, que, nas
B
circunstâncias do caso, aparentava ser o dono da coisa.

Ricardo é o legítimo proprietário do paletó, mas deve indenizar João, entregando-lhe soma equivalente ao preço que
C
pagou ao brechó.
Ricardo não é o legítimo proprietário do paletó, uma vez que o comprou do brechó apenas dois meses depois do furto
D
sofrido por João.

Direito Civil > Direito das Coisas / Direitos Reais , Usucapião ,


9 Q921005
Direitos Reais de Garantia - Penhor, Anticrese e Hipoteca
Ano: 2018 Banca: FGV Órgão: OAB Prova: FGV - 2018 - OAB - Exame de Ordem Uni cado - XXVI - Primeira Fase

Diante da crise que se abateu sobre seus negócios, Eriberto contrai empréstimo junto ao seu amigo Jorge, no valor de R$
200.000,00, constituindo, como garantia, hipoteca do seu sítio, com vencimento em 20 anos. Esgotado o prazo estipulado e
diante do não pagamento da dívida, Jorge decide executar a hipoteca, mas vem a saber que o imóvel foi judicialmente
declarado usucapido por Jonathan, que o ocupava de forma mansa e pací ca para sua moradia durante o tempo necessário
para ser reconhecido como o novo proprietário do bem. Diante do exposto, assinale a opção correta.

A Como o objeto da hipoteca não pertence mais a Eriberto, a dívida que ele tinha com Jorge deve ser declarada extinta.
Se a hipoteca tiver sido constituída após o início da posse ad usucapionem de Jonathan, o imóvel permanecerá
B
hipotecado mesmo após a usucapião, em respeito ao princípio da ambulatoriedade.

Diante da consumação da usucapião, Jorge tem direito de regresso contra Jonathan, haja vista que o bem usucapido
C
era objeto de sua garantia.
Sendo a usucapião um modo de aquisição originária da propriedade, Jonathan pode adquirir a propriedade do imóvel
D
livre da hipoteca que Eriberto constituíra em favor de Jorge.

10 Q973375 Direito Civil > Direito das Coisas / Direitos Reais , Usucapião
Ano: 2019 Banca: FGV Órgão: OAB Prova: FGV - 2019 - OAB - Exame de Ordem Uni cado - XXVIII - Primeira Fase

Aline manteve união estável com Marcos durante 5 (cinco) anos, época em que adquiriram o apartamento de 80 m² onde
residiam, único bem imóvel no patrimônio de ambos. In uenciado por tormentosas discussões, Marcos abandonou o
apartamento e a cidade, permanecendo Aline sozinha no imóvel, sustentando todas as despesas deste. Após 3 (três) anos
sem notícias de seu paradeiro, Marcos retornou à cidade e exigiu sua meação no imóvel. Sobre o caso concreto, assinale a
a rmativa correta.

A Marcos faz jus à meação do imóvel em eventual dissolução de união estável.

B Aline poderá residir no imóvel em razão do direito real de habitação.

C Aline adquiriu o domínio integral, por meio de usucapião, já que Marcos abandonou o imóvel durante 2 (dois) anos.
D Aline e Marcos são condôminos sobre o bem, o que impede qualquer um deles de adquirí-lo por usucapião.

11 Q155421 Direito Civil > Direito das Coisas / Direitos Reais , Direito de Vizinhança
Ano: 2011 Banca: FGV Órgão: OAB Prova: FGV - 2011 - OAB - Exame de Ordem Uni cado - III - Primeira Fase

Félix e Joaquim são proprietários de casas vizinhas há cinco anos e, de comum acordo, haviam regularmente delimitado as
suas propriedades pela instalação de uma singela cerca viva. Recentemente, Félix adquiriu um cachorro e, por essa razão, o
seu vizinho, Joaquim, solicitou-lhe que substituísse a cerca viva por um tapume que impedisse a entrada do cachorro em
sua propriedade. Surpreso, Félix negou-se a atender ao pedido do vizinho, argumentando que o seu cachorro era adestrado
e inofensivo e, por isso, jamais lhe causaria qualquer dano.
Com base na situação narrada, é correto a rmar que Joaquim

poderá exigir que Félix instale o tapume, a m de evitar que o cachorro ingresse na sua propriedade, contanto que
A
arque com metade das despesas de instalação, cabendo a Félix arcar com a outra parte das despesas.

poderá exigir que Félix instale o tapume, a m de evitar que o cachorro ingresse em sua propriedade, cabendo a Félix
B
arcar integralmente com as despesas de instalação.
não poderá exigir que Félix instale o tapume, uma vez que a cerca viva fora instalada de comum acordo e demarca
C corretamente os limites de ambas as propriedades, cumprindo, pois, com a sua função, bem como não há indícios de
que o cachorro possa vir a lhe causar danos.
poderá exigir que Félix instale o tapume, a m de evitar que o cachorro ingresse em sua propriedade, cabendo a Félix
D arcar com as despesas de instalação, deduzindo-se desse montante metade do valor, devidamente corrigido,
correspondente à cerca viva inicialmente instalada por ambos os vizinhos.

12 Q201169 Direito Civil > Direito das Coisas / Direitos Reais , Servidões
Ano: 2011 Banca: FGV Órgão: OAB Prova: FGV - 2011 - OAB - Exame de Ordem Uni cado - IV - Primeira Fase

Acerca da servidão de aqueduto, assinale a alternativa correta.

A Não se aplicam à servidão de aqueduto as regras pertinentes à passagem de cabos e tubulações.

O aqueduto deverá ser construído de maneira que cause o menor prejuízo aos proprietários dos imóveis vizinhos, e a
B
expensas do seu dono, mas a quem não incumbem as despesas de conservação.
Se o uso das águas não se destinar à satisfação das exigências primárias, o proprietário do aqueduto não deverá ser
C
indenizado pela retirada das águas supér uas aos seus interesses de consumo.

O proprietário do prédio serviente, ainda que devidamente indenizado pela passagem da servidão do aqueduto,
D
poderá exigir que seja subterrânea a canalização que atravessa áreas edi cadas, pátios, jardins ou quintais.

13 Q542960 Direito Civil > Direito das Coisas / Direitos Reais , Condomínio Edilício
Ano: 2012 Banca: FGV Órgão: OAB Prova: FGV - 2012 - OAB - Exame de Ordem Uni cado - VI - Primeira Fase - Reaplicação

Timóteo e Leandro, cada qual proprietário de um apartamento no Edifício Maison, procuraram a síndica do condomínio,
Leonor, a m de solicitar que fossem deduzidas de suas contribuições condominiais as despesas referentes à manutenção
do parque infantil situado no edifício. Argumentaram que, por serem os únicos condôminos sem crianças na família, não
utilizam o aludido parque, cuja manutenção incrementa signi cativamente o valor da contribuição condominial, bem como
que a convenção de condomínio nada dispõe a esse respeito.

Na condição de advogado consultado por Leonor, assinale a avaliação correta do caso acima.

Timóteo e Leandro podem ser temporariamente dispensados do pagamento das despesas referentes à manutenção
A
do parque infantil, retomando-se imediatamente a cobrança caso venham a ter crianças em sua família.

Timóteo e Leandro podem ser dispensados do pagamento das despesas referentes à manutenção do parque infantil,
B
desde que declarem, por meio de escritura pública, que não utilizarão o parque infantil em caráter permanente.
Leonor deverá dispensar tratamento isonômico a todos os condôminos, devendo as despesas de manutenção do
C parque infantil ser cobradas, ao nal de cada mês, apenas daqueles condôminos que tenham efetivamente utilizado a
área naquele período.

Todos os condôminos, inclusive Timóteo e Leandro, devem arcar com as despesas referentes à manutenção do
D parque infantil, tendo em vista ser seu dever contribuir para as despesas condominiais proporcionalmente à fração
ideal de seu imóvel.

14 Q881105 Direito Civil > Direito das Coisas / Direitos Reais , Usucapião
Ano: 2018 Banca: FGV Órgão: OAB Prova: FGV - 2018 - OAB - Exame de Ordem Uni cado - XXV - Primeira Fase

Jonas trabalha como caseiro da casa de praia da família Magalhães, exercendo ainda a função de cuidador da matriarca
Lena, já com 95 anos. Dez dias após o falecimento de Lena, Jonas tem seu contrato de trabalho extinto pelos herdeiros.
Contudo, ele permanece morando na casa, apesar de não manter qualquer outra relação jurídica com os herdeiros, que
também já não frequentam mais o imóvel e permanecem incomunicáveis.

Jonas decidiu, por sua própria conta, fazer diversas modi cações na casa: alterou a pintura, cobriu a garagem (que passou a
alugar para vizinhos) e ampliou a churrasqueira. Ele passou a dormir na suíte principal, assumiu as despesas de água, luz,
gás e telefone, e apresentou-se, perante a comunidade, como “o novo proprietário do imóvel”.

Doze anos após o falecimento de Lena, seu lho Adauto decide retomar o imóvel, mas Jonas se recusa a devolvê-lo.

A partir da hipótese narrada, assinale a a rmativa correta.

A Jonas não pode usucapir o bem, eis que é possuidor de má-fé.


B Adauto não tem direito à ação possessória, eis que o imóvel estava abandonado.

C Jonas não pode ser considerado possuidor, eis que é o caseiro do imóvel.
D Na hipótese indicada, a má-fé de Jonas não é um empecilho à usucapião.

15 Q921004 Direito Civil > Direito das Coisas / Direitos Reais , Servidões
Ano: 2018 Banca: FGV Órgão: OAB Prova: FGV - 2018 - OAB - Exame de Ordem Uni cado - XXVI - Primeira Fase
Ronaldo é proprietário de um terreno que se encontra cercado de imóveis edi cados e decide vender metade dele para
Abílio. Dois anos após o negócio feito com Abílio, Ronaldo, por di culdades nanceiras, descumpre o que havia sido
acordado e constrói uma casa na parte da frente do terreno – sem deixar passagem aberta para Abílio – e a vende para
José, que imediatamente passa a habitar o imóvel. Diante do exposto, assinale a a rmativa correta.

Abílio tem direito real de servidão de passagem pelo imóvel de José, mesmo contra a vontade deste, com base na
A
usucapião.

A venda realizada por Ronaldo é nula, tendo em vista que José não foi comunicado do direito real de servidão de
B
passagem existente em favor de Abílio.
Abílio tem direito a passagem forçada pelo imóvel de José, independentemente de registro, eis que seu imóvel cou
C
em situação de encravamento após a construção e venda feita por Ronaldo.

Como não participou da avença entre Ronaldo e Abílio, José não está obrigado a conceder passagem ao segundo, em
D
função do caráter personalíssimo da obrigação assumida.

Respostas

1: C 2: A 3: C 4: B 5: D 6: D 7: C 8: B 9: D 10: C 11: B 12: D 13: D 14: D

15: C

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