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MANUAL DO USUÁRIO

CLP SOLARIS S9200

Suzuki Indústria e Comércio de Máquinas Ltda.


Rua Maranhão, 135, Colombo, Paraná , Brasil
CEP: 83405-620

Telefone: +55 41 2106-6363


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E-mail: suzuki@suzuki.ind.br
CLP SOLARIS S9200 Manual do Usuário

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO .............................................................................................................................. 3
1.1 SOBRE ESTE MANUAL ............................................................................................................... 3

2 DESCRIÇÃO GERAL DO CLP SOLARIS S9200 ....................................................................... 3


2.1 INTERFACE HOMEM-MÁQUINA IHM DPS 8A ........................................................................... 3
2.1.1 Funções das teclas da IHM................................................................................... 4
2.2 FONTE DE ALIMENTAÇÃO PS3 S9200...................................................................................... 4
2.3 MÓDULO DE PROCESSAMENTO E ARMAZENAGEM DE DADOS DA CPU S9200 ............... 5
2.4 MÓDULO DE SAÍDAS DIGITAIS SDC S9200 ............................................................................. 5
2.4.1 Características técnicas ........................................................................................ 5
2.4.2 Lógica de endereçamento dos estrepes ............................................................... 5
2.5 MÓDULO DE ENTRADAS E SAÍDAS DIGITAIS SIO S9200....................................................... 6
2.5.1 Características técnicas ........................................................................................ 6
2.6 MÓDULO DE ENTRADAS E SAÍDAS ANALÓGICAS SAX S9200 ............................................. 6
2.6.1 Características técnicas ........................................................................................ 6

3 INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO ................................................................................................ 7

4 MODOS DE PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ........................................................................... 8


4.1 MODO DE PROGRAMAÇÃO ....................................................................................................... 8
4.1.1 Menu de execução e configuração - M1 ............................................................... 8
4.1.2 Menu de testes - M2 ........................................................................................... 11
4.2 MODO DE EXECUÇÃO.............................................................................................................. 14
4.2.1 Monitoramento das etapas no modo de execução ............................................. 15
4.2.2 Alarmes exibidos durante o ciclo ........................................................................ 17
4.2.3 Alarmes exibidos fora do ciclo ............................................................................ 20

5 EDIÇÃO DE RECEITAS ............................................................................................................. 22

6 PASSO-A-PASSO: CRIANDO UMA RECEITA ........................................................................ 28

7 CONEXÕES DO CLP SOLARIS s-9200.................................................................................... 34


7.1 VISÃO GERAL ............................................................................................................................ 34
7.2 MÓDULO DE PROCESSAMENTO E ARMAZENAGEM DE DADOS CPU S9200 ................... 35
7.3 MÓDULO DE ENTRADAS E SAÍDAS ANALÓGICAS SAX S9200 ........................................... 35
7.4 MÓDULO DE SAÍDAS DIGITAIS SDC S9200 ........................................................................... 36
7.5 MÓDULO DE ENTRADAS E SAÍDAS DIGITAIS SIO S9200..................................................... 36
7.6 FONTE DE ALIMENTAÇÃO PS3 S9200.................................................................................... 37

8 ANEXO ....................................................................................................................................... 38
8.1 TABELA DE VELOCIDADE DO CESTO INTERNO (EM RPM) DAS LAVADORAS SUZUKI ... 38

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CLP SOLARIS S9200 Manual do Usuário

1 INTRODUÇÃO

A instalação do CLP (controlador lógico programável) Solaris s9200 tem por finalidade
automatizar as máquinas lavadoras da Suzuki Indústria e Comércio de Máquinas Ltda.

A automatização deste tipo de máquina garante ao operador o total controle sobre as


etapas utilizadas em seus processos de lavagem. Além de facilitar o acompanhamento dos eventos
realizados durante o processo, também é capaz de controlar: tempo de lavagem, temperatura e suas
rampas de aquecimento, níveis de água, adição de produtos químicos de até 6 bombas dosadoras,
número de lavagens, tempo de centrifugação, entre outras funções.

1.1 SOBRE ESTE MANUAL

Este manual contém informações necessárias para o uso correto do CLP Solaris s9200.
Antes de utilizá-lo leia atentamente as instruções descritas. Também, mantenha este documento em
local acessível para que sirva como referência para os procedimentos de operação e programação
do controlador.

2 DESCRIÇÃO GERAL DO CLP SOLARIS S9200

O controlador Solaris s9200 utiliza alta tecnologia com um microprocessador de alta


velocidade, alta imunidade a ruídos e baixo consumo. O sistema baseia-se na moderna concepção
modular dos controladores lógicos programáveis Solaris s9200 que permitem fácil expansão e
manutenção dos seus módulos.

Na versão utilizada pela Suzuki, o CLP s9200 é composto pelos seguintes módulos:

Interface homem-máquina HMI DSP 8A;


Cabo de comunicação HMI – CLP;
Rack metálico padrão EUROCARD com 5 módulos:
o Fonte de alimentação PS3 s9200;
o Módulo de processamento e armazenagem de dados CPU s9200;
o Módulo de saídas digitais SDC s9200;
o Módulo de entradas e saídas digitais SIO s9200;
o Módulo de entradas e saídas analógicas SAX s9200.

2.1 INTERFACE HOMEM-MÁQUINA IHM DPS 8A

A interface homem-máquina IHM DPS 8A é o único meio pelo qual o usuário se comunica
com o controlador Solaris s9200. Assim, uma perfeita compreensão das suas funções será
necessária para se explorar todas as potencialidades do controlador.

O display de cristal líquido com backlight é dotado de interface inteligente do tipo user
friendly onde são exibidas mensagens alfanuméricas bem como variáveis internas do processo que
podem ser mudadas de uma maneira simples e direta. Pode-se comparar este tipo de display como
ao índice de um livro no qual encontramos o número da página do assunto que desejamos ter
acesso à informação.

Além do display, esta interface possui um teclado composto por 28 teclas, conforme
ilustrado na figura a seguir:

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2.1.1 Funções das teclas da IHM

Teclas Funções Teclas Funções

Constituem o teclado numérico. Teclas sem função.

Testa o sensor de temperatura


Permite o acesso aos menus de
(acessível apenas quando a
programação.
máquina está em modo manual.
Tecla Enter: confirma os valores Acesso rápido à tela de execução
das variáveis. dos programas.
Tecla S (Sim) para perguntas Tecla de reset dos alarmes.
interativas.
Tecla N (Não) para perguntas Acesso rápido à tela de seleção
interativas. dos programas.
Tecla Corrige: permite a alteração
Mesma função da tecla M1.
dos valores dos parâmetros.
Acesso rápido aos parâmetros Acesso rápido à tela de edição
gerais da máquina. dos programas.

2.2 FONTE DE ALIMENTAÇÃO PS3 S9200

O módulo PS3 s9200 (Power Supply 3) é uma fonte de alimentação especial para as placas
da série de controladores Solaris s9200. É o periférico responsável pelo fornecimento interno de
energia aos demais módulos do CLP.

Na parte interna do módulo estão o porta-fusível e o led indicador de fonte em condições,


referenciado no policarbonato como Power Good e led indicador de referência. Fazendo o uso de
reguladores, a fonte gera todas as tensões necessárias para o correto funcionamento do controlador
e sendo assim o aquecimento deste módulo é um fato normal uma vez que todo o gabinete será
usado para a troca de calor com o ambiente.

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2.3 MÓDULO DE PROCESSAMENTO E ARMAZENAGEM DE DADOS DA CPU S9200

Este módulo é o responsável pelo gerenciamento de todo o sistema nas funções de


temporização, tomada de decisões e sensoriamento. Além disto, é também este módulo que
contém a memória não volátil do sistema que é permanentemente alimentada por uma bateria de
Litium com duração estimada de 7 anos.

Seu microprocessador de última geração possui um circuito adicional chamado watchdog


que colocará a CPU em estado de reset caso a mesma não envie um pulso de sincronismo a
cada 50 ms. Tal procedimento será executado caso o microprocessador perca a seqüência do
programa, seja por falha interna ou por ruído elétrico intenso.

2.4 MÓDULO DE SAÍDAS DIGITAIS SDC S9200

O módulo SDC s9200 constitui uma interface de saídas digitais. É um periférico destinado
ao acionamento de elementos de forma digital, com pulso de alto nível em até 500MHz e uma
isolação óptica em relação ao controlador programável.

Tem como função chavear sinais de potência conforme sinais de baixo nível fornecidos
pela CPU. Seu layout é estruturado de forma a isolar a parte de potência do circuito de controle do
CLP. A placa é composta por dois conectores, sendo o traseiro utilizado para a conexão do módulo
ao barramento de controle e o frontal para conexão das cargas de potência aos acionadores
eletrônicos, que podem ser transistores ou tiristores.

Todas as saídas digitais possuem leds indicadores de saída ativada e são galvanicamente
isoladas através de optoacopladores, reduzindo os efeitos do ruído elétrico produzido pelo
chaveamento de cargas de potência.

Podemos ter até 16 placas de saídas digitais comandadas por uma única CPU, nos
possibilitando um acionamento de até 256 cargas diferentes. Para isto cada placa possui 4
estrapes de endereçamento que devem ser selecionados pelo usuário.

2.4.1 Características técnicas

Número de saídas digitais: 16 saídas.


Tensão comutada por saída digital: +24Vdc ±10%.
Corrente máxima por saída digital em +24Vdc: 1,5A.

2.4.2 Lógica de endereçamento dos estrepes

Estrapes Placa Saídas Estrapes Placa Saídas


1,2,3,4 1 1 a 16 1,2,3 9 129 à 144
2,3,4 2 17 a 32 2,3 10 145 à 160
1,3,4 3 33 a 48 1,3 11 161 à 176
3,4 4 49 a 64 3 12 177 à 192
1,2,4 5 65 a 80 1,2 13 193 à 208
2,4 6 81 a 96 2 14 209 à 224
1,4 7 97 a 112 1 15 225 à 240
4 8 113 a 128 todos off 16 241 à 256

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2.5 MÓDULO DE ENTRADAS E SAÍDAS DIGITAIS SIO S9200

O módulo SDC s9200 constitui uma interface de entradas e saídas digitais. É um periférico
destinado tanto à leitura de sinais digitais como ao acionamento de elementos de forma digital.
Através das entradas digitais, o CLP monitora os sinais do tipo on-off provindos de sensores, botões
de comando, chaves fim de curso, contatos de relés e contatores, etc. Além disto, este módulo ainda
possui uma entrada de contagem rápida para sinais de até 50kHz. Em relação às saídas digitais, o
módulo possui as mesmas funções da placa SDC s9200.

Todas as entradas e saídas digitais possuem leds indicadores e são galvanicamente


isoladas através de optoacopladores, reduzindo os efeitos do ruído elétrico produzido pelo
chaveamento de cargas de potência.

2.5.1 Características técnicas

Entradas digitais:
o Número de entradas digitais: 8 entradas.
o Tensão do sinal de entrada para leitura de nível alto: +24Vdc ±10%.
o Corrente do sinal de entrada para leitura de nível alto: 10mA.

Entrada digital de contagem rápida:


o Número de entradas digitais de contagem rápida: 1 entrada.
o Tensão do sinal de entrada do contador rápido: +24Vdc ±10%.
o Corrente do sinal de entrada do contador rápido: 15mA.

Saídas digitais:
o Número de saídas digitais: 8 saídas;
o Tensão comutada por saída digital: +24Vdc ±10%.
o Corrente máxima por saída digital em +24Vdc: 1,5A.

2.6 MÓDULO DE ENTRADAS E SAÍDAS ANALÓGICAS SAX S9200

O módulo SAX s9200 constitui uma interface de saídas analógicas, entradas analógicas
rápidas e entradas analógicas para medição de temperatura e presença de nível de água. As
entradas analógicas rápidas, na versão utilizada pela SUZUKI, são configuradas para funcionarem
como entradas digitais.
Sua função é condicionar, filtrar e isolar os sinais provenientes dos sensores, botões de
comando, pressostatos de nível de água e contatos do inversor e relés aceitáveis pela CPU. Todas
as entradas e saídas são galvanicamente isoladas da lógica de controle do CLP através de
optoacopladores de infravermelho que irão impedir que ruídos se propaguem até a CPU.

2.6.1 Características técnicas

Entradas analógicas para termo elemento:


o Números de entradas analógicas: 1 entrada.
o Limite de tensão nas entradas analógicas: -5Vcc a +24Vcc.
o Tipo de termo elemento lido: PT-100.
o Resolução da placa: 1ºC.

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Entradas analógicas para nível de água (configuradas como entradas digitais):


o Números de entradas analógicas: 4 entradas;
o Limite de tensão nas entradas analógicas: -5Vcc a +24Vcc.

Entradas analógicas rápidas (configuradas como entradas digitais):


o Números de entradas analógicas: 5 entradas;
o Limite de tensão nas entradas analógicas: -5Vcc a +24Vcc.

Saídas analógicas:
o Números de saídas analógicas: 4 saídas, sendo:
 2 saídas de 0 a +10Vcc (Imax: 10mA ±5%).
 2 saídas de 4mA a 20mA.

3 INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO

Antes de ligar o controlador à rede, verificar se a tensão de alimentação da fonte do CLP


combina com o valor da tensão de comando da máquina, ou seja, +24Vcc. Note que o conector da
alimentação é composto por quatro pinos, sendo o inferior para a ligação do cabo de aterramento
que é conectado ao gabinete metálico do controlador.

Para a correta instalação do equipamento é importante que alguns procedimentos sejam


observados:

1. Certifique-se que o rack contendo os cartões eletrônicos seja instalado em lugares


protegidos contra poeira e respingos de água ou outros produtos químicos.
2. Nunca instalar o equipamento em local de intensa vibração mecânica ou com altas
temperaturas. Lembre-se que embora o sistema seja projetado para a operação na
faixa de 0ºC a 60ºC as altas temperaturas encurtam o tempo de vida útil dos
componentes.

3. Um bom aterramento elétrico se faz necessário em locais onde haja a comutação


de cargas de grande potência, tais como motores e/ou aquecedores. A resistência
deste aterramento deve ser igual ou menor a 5Ω.
4. O uso de estabilizadores de tensão com capacidade mínima de 100VA é
recomendado em regiões onde o suprimento de energia se faz de modo irregular
com constantes variações de tensão na rede.

5. Antes de ligar o CLP, certifique-se que todos os módulos estão firmemente


encaixados.

6. Na fonte de alimentação PS3 s9200 encontra-se o compartimento de fusíveis. Para


uso em tensão +24Vcc são recomendados fusíveis de 5,0A. Caso ocorra a queima
frequente do fusível nunca trocar por outros de maior valor. Verifique se a tensão
de alimentação do comando elétrico confere com a tensão especificada na placa.
Caso não seja possível identificar a causa do defeito, enviar para reparos à
SUZUKI.

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4 MODOS DE PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO

O controlador Solaris s9200 é um equipamento com diversos recursos de programação,


mas que exige uma cuidadosa observação por parte do operador na escolha de suas variáveis de
trabalho. Assim, ao conhecer a automação fornecida o usuário terá uma maior flexibilidade na
elaboração de suas receitas, criando as sequências de lavagens que melhor se adaptem as suas
necessidades.

As receitas, ou programas, são divididos em etapas que armazenam comandos de


execução. O controlador Solaris s9200 pode conter até 16 receitas, sendo que cada uma delas pode
conter até 16 lavagens.

4.1 MODO DE PROGRAMAÇÃO

A programação do sistema é feita através da interface homem-máquina HMI DSP 8A, já


descrita anteriormente. Através do teclado podemos entrar com todos os parâmetros da máquina
antes de colocá-la em operação.

Neste tipo de máquina teremos dois casos a considerar para o teclado. No primeiro caso,
quando a máquina estiver parada as teclas nos permitirão um total acesso a programação do
sistema enquanto que, uma vez que a máquina tenha sido colocada em ciclo, as mesmas teclas
terão como finalidade o monitoramento da lavadora.

4.1.1 Menu de execução e configuração - M1

Nesta tela é possível acessar toda parte de execução, edição dos programas,
configurações gerais da máquina e lavagem manual. No display, os números que precedem as
mensagens, indicam qual tecla acionar para acessá-lo. Alguns destes submenus são protegidos por
senha.

1 – EXECUTA

Esta opção permite ao usuário colocar a máquina em funcionamento ou alterar o número


do programa em uso, uma vez que se pode ter até 16 diferentes programas.

Ao acessar esta opção, a pergunta do passo 1.1


aparecerá. Neste caso, pode-se confirmar a execução da 1.1
receita atual ou mudá-la.

Respondendo Sim (tecla S) a tela do passo 1.2


aparecerá e o usuário deve informar a quantidade de roupa 1.2
a ser colocada na máquina para que o processo se inicie.

Caso a resposta seja Não (tecla N) o usuário terá


a opção de mudar a receita que será executada. Se não
1.3
desejar alterar o programa, ao pressionar Não a tela voltará
ao menu M1.

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Para modificar o programa a ser executado, na


tela do passo 1.4 basta pressionar a tecla C (Corrige), digitar
o número do programa desejado e confirmar com a tecla 1.4
Enter (→). Feito isso, o usuário retornará ao menu M1 e
deverá refazer os passos 1.1 e 1.2.

2 – PARÂMETROS

Este é um menu protegido por senha, podendo ser acessado somente por técnicos
autorizados pela SUZUKI. Esta área permite a configuração dos valores máximos admissíveis para
tempo de drenagem, entrada de água, entrada de vapor, tempo de distribuição após a lavagem, além
das programações das velocidades de lavagem, distribuição e centrifugação. Este controlador tem a
capacidade de monitorar, por exemplo, o tempo de drenagem da máquina em determinada
instalação. Caso o tempo tenha ultrapassado o valor configurado um alarme intermitente de 1 em 1
segundo será acionado até que a condição seja cumprida.

A senha de acesso a este grupo de parâmetros é


1021. Para alterar os valores dos parâmetros listados, basta
2.1
pressionar a tecla C (Corrige), digitar o valor desejado e
confirmar com a tecla Enter (→).

O passo 2.2 refere-se ao tempo máximo estimado


para esvaziar completamente a máquina, em minutos e
2.2
segundos. Caso a drenagem não ocorra até o tempo
programado, um alarme será ativado.

O passo 2.3 refere-se ao tempo máximo estimado


para encher a máquina, em minutos e segundos. Caso a
2.3
máquina não encha até o tempo programado, um alarme
será ativado.

O passo 2.4 refere-se ao tempo máximo


permitido para entrada de vapor, em horas, minutos e 2.4
segundos.

O passo 2.5 refere-se ao tempo de pré-


centrifugação antes de entrar o tempo da centrífuga, em
minutos e segundos. Este tempo é necessário para que 2.5
haja uma melhor distribuição das roupas no cesto antes da
centrifugação.

O passo 2.6 refere-se ao tempo que o freio


permanecerá acionado após o término da centrifugação, 2.6
em minutos e segundos.

O passo 2.7 refere-se à velocidade de


posicionamento da máquina, em rpm. Esta é a velocidade
que o cesto rodará durante o posicionamento da máquina.
2.7
É importante alertar que se um valor muito alto for
programado, durante o posicionamento automático, as
portas não ficarão posiconadas corretamente.

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O passo 2.8 refere-se à velocidade de lavagem


da máquina, em rpm. Esta é a velocidade que o cesto
rodará durante o processo de lavagem. É importante
alertar que, alterando o valor de fábrica, poderá haver 2.8
problemas na lavagem. Caso precise alterá-lo, entre em
contato com a assistência técnica da SUZUKI para
maiores informações.

O passo 2.9 refere-se à velocidade de


distribuição da máquina, em rpm. Esta é a velocidade que 2.9
o cesto rodará durante o processo de pré-centrifugação.

O passo 2.10 refere-se à velocidade de


centrifugação da máquina, em rpm. Esta é a velocidade 2.10
que o cesto rodará durante o processo de centrifugação.

Após a programação deste último parâmetro o usuário será redirecionado ao menu M1.

IMPORTANTE! Anexo a este manual consta uma tabela com as referências de velocidade
para as lavadoras da SUZUKI.

3 – EDITA

Este é um menu protegido por senha, podendo ser acessado somente por pessoas
autorizadas. Esta área permite a edição dos programas ou receitas a serem utilizados durantes os
processos de lavagem.

Neste menu existem duas senhas de acesso, sendo uma para acessar a edição dos
programas (senha = 21066363) e outra para configuração inicial (senha = 1007). A senha “1007” é
utilizada quando se troca a bateria do CLP e sua função é carregar um conjunto pré-definido de
valores às variáveis do controlador. Ao final desta rotina são mostrados o nome e a versão do
software instalado.

 Parâmetros referentes à senha = 1007:

Ao acessar esta opção, a pergunta do passo 3.1


aparecerá. Caso queira recarregar os valores pré-definidos 3.1
no CLP, basta responder Sim.

Na sequência, aparecerá um tela pedindo a senha


3.2
de acesso. Digite 1007 e confirme com a tecla Enter.

Após a confirmação, a mensagem ao lado


aparecerá juntamente com um alarme sonoro. Espere até
3.3
que volte a tela com a mensagem comercial. Pronto! As
informações básicas foram carregadas na memória do CLP.

Os parâmetros referentes à senha = 21066363 serão vistas no capítulo 5 deste manual.

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4 - LAVAGEM MANUAL

Nesta opção é possível fazer com que a máquina lave manualmente por um tempo
livremente programável pelo usuário, bem como acionar individualmente as válvulas de água fria,
água quente ou vapor (conforme modelo da máquina) e dreno.

Para que a lavagem seja iniciada basta pressionar a tecla “1“. Um novo toque nesta tecla e
a lavagem será encerrada. As teclas numéricas indicadas no display irão acionar as demais funções
descritas, enquanto que a tecla “0” irá desligar todas as funções dos itens 2 a 5.

Ao acessar a tela do modo de lavagem manual (tela do passo 3.4), os nomes das funções
estão abreviados e significam:

1. LV Liga / desliga lavagem.


2. AF Liga entrada de água fria.
3. AQ Liga entrada de água quente.
4. VP Liga entrada de vapor. 3.4
5. DR Liga válvula de dreno.
6. TMP Tempo de lavagem manual.
0. Desliga itens 2 a 5.

Caso haja a necessidade de se programar um


tempo de lavagem manual, basta pressionar a tecla 6. Na
tela do passo 3.5, basta pressionar a tecla C e inserir o 3.5
valor desejado, em minutos e segundos, e confirmar com a
tecla Enter.

Após confirmado o valor do tempo de levagem, o


próximo passo será programar o valor do tempo de reversor
3.6
ligado, ou seja, o tempo que o cesto rodará para um lado e
para outro, em minutos e segundos.
Confirmado o tempo de reversor ligado, precisa-se
programar um tempo de reversor desligado, ou seja, o
3.7
tempo, em minutos e segundos, que separará a reversão do
cesto.

Para a realização da lavagem manual, a máquina deve estar com a chave de controle em
modo automático. Caso contrário, o usuário não terá acesso às funções descritas acima.

4.1.2 Menu de testes - M2

O menu M2 se comporta como grande bateria de testes inteligentes que possuem níveis de
intertravamentos que não permitem, por exemplo, ligar a entrada de água e dreno juntos, ligar a
centrífuga somente quando a porta estiver fechada e com o nível de água abaixo da referência. É
importante alertar que nenhum teste será permitido caso o CLP indique alguma falha ou se o botão
de emergência estiver acionado.

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1 – ENTRADAS (ENT)

Esta opção permite ao usuário monitorar os status das entradas do CLP. Está dividido em
quatro sub-menus que facilitam da identificação das mesmas.

Dentro de cada sub-menu haverá a indicação do status das entradas pelos valores 0 e 1. O
número 0 indica quando a entrada está sem sinal, enquanto que o número 1 indica quando há sinal
elétrico.

1.1 – NIVEIS

Dentro deste sub-menu monitora-se os níveis de


água da máquina. Estes são quatro, sendo o nível de
4.1
referência (REFER), baixo (BX), médio (MD) e alto (AT).
Para voltar à tela anterior, basta pressionar a tecla M2.

1.2 – TEMP.

Neste sub-menu verifica-se o funcionamento do


sensor de temperatura da máquina. No exemplo ao lado o
sensor indica 20ºC. Caso não tenha leitura, devem-se 4.2
verificar as ligações do sensor. Para voltar à tela anterior,
basta pressionar a tecla M2.

1.3 – AREAs

Este sub-menu tem por função monitorar todas as


entradas relacionadas à porta da área descontaminada ou 4.3
área limpa.

Pressionando a tecla Enter o usuário será


redirecionado as entradas relacionadas à porta da área 4.4
contaminada ou área suja.

É importante informar que o menu de área limpa apenas aparecerá se a máquina for de
modelos com barreira sanitária. Em máquinas que não utilizam este sistema aparecerá apenas o
menu da porta da área suja.

Para um melhor entendimento das entradas acionadas, as abreviações no sub-menu


indicam:

Chave Chave comutadora abre/fecha porta.


Fc Chave fim de curso da porta.
Btp Botão de posicionamento da porta.
Sps Sensor de posicionamento da porta.

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1.4 – OUTR.

Este sub-menu tem por função monitorar as


demais entradas do CLP. Nela poderá ser monitorado os 4.5
seguintes componentes da máquina:

St Botão de emergência.
MdA Chave comutadora controle manual / automático.
Dbl Desbalanceamento (microrruptor ou botão de comando).
Pr Pressostato de ar comprimido.
Fin Falha no inversor de frequência.
Fvt Falha na ventilação forçada do motor (se houver).

2 – ÁGUAS (AG)

Este menu tem a função de testar as saídas


digitais que acionam as válvulas de entrada de água fria, 4.6
água quente (se houver), vapor e dreno.

Para acionar, basta pressionar o número da opção desejada e para desligar a tecla 0.

3 – MOTOR (MOT)

Este menu tem a função de testar as saídas


digitais referentes ao acionamento do motor do cesto. Como
no menu anterior, para acionar a saída desejada basta 4.7
pressionar a tecla com o número da opção e para desligar a
tecla 0.
No caso da opção 6-INV o usuário será
redirecionado para a tela ao lado. Esta opção testa o 4.8
funcionamento das saídas analógicas do CLP.

Para verificar o funcionamento desta saída analógica, deve-se entrar com um valor de
velocidade. Confirmado o valor a máquina não girará, pois a única função deste parâmetro é simular
valores que sairão nas saídas analógicas AO1, AO2, AO3 e AO4 do CLP. Assim, com o uso de um
instrumento de medição, p.ex. multímetro, pode-se medir e conferir se os valores que estão sendo
enviados ao inversor de frequência estão corretos. Caso precise de um melhor detalhamento de
como efetuar estes testes, entre em contato com a Assistência Técnica Autorizada da SUZUKI.

Em relação às saídas digitais do motor (opções 1 a 5), as abreviações significam:

LE Lavagem para o sentido esquerdo.


LD Lavagem para o sentido direito.
DIS Distribuição ou pré-centrífuga.
FR Freio.
CEN Centrífuga.
INV Inversor de frequência: teste da saída analógica.

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4 – DOSADORES (DOS)

Através deste menu é possível testar as saídas


digitais para os dosadores da máquina (opções 1 a 6),
4.9
alarme sonoro da área contaminada e as válvulas para sobe
e desce suspensão pneumática.

Como nos menus anteriores, para acionar a saída desejada basta pressionar o número da
opção desejada e para desligar a tecla 0.

4.2 MODO DE EXECUÇÃO

Uma vez que o equipamento tenha sido energizado aparecerá no display uma mensagem
comercial até que se pressione a tecla M1 ou M2. Caso as mensagens “FALHA NA ENERGIA.
DESEJA CONCLUIR? (S/N)” ou “SISTEMA OK! CONTINUA LAVAG.?” esteja ativa significará que a
máquina já estava em ciclo quando ocorreu uma falha na alimentação de energia elétrica.

Caso deseje continuar do ponto onde o processo parou, basta pressionar a tecla S. Caso
queira interromper o processo deve-se digitar N. Ao confirmar esta segunda opção, a mensagem
comercial será iniciada, indicando que a máquina saiu do modo de execução e voltou ao modo de
programação (ver seção 4.1).

Como já vimos anteriormente, para que a máquina inicie o ciclo de lavagem, deve-se
pressionar M1 na tela com a mensagem comercial.

Ao acessar esta opção, a pergunta do passo 1.1


aparecerá. Neste caso, pode-se confirmar a execução da 1.1
receita atual ou mudá-la.

Respondendo Sim (tecla S) a tela do passo 1.2


aparecerá e o usuário deve informar a quantidade de roupa 1.2
a ser colocada na máquina para que o ciclo se inicie.

A partir deste ponto uma série de informações aparecerá no display indicando o programa,
a lavagem e a etapa que está sendo executada. Na figura abaixo é demonstrada uma destas telas.

No display, cada campo indicado significa:

1 Número do programa que está sendo executado (de 1 a 16).


2 Número da lavagem que está sendo executada (de 1 a 16).
3 Etapa que está sendo executada.
4 Tempo que resta para o fim da etapa.
5 Temperatura atual. (em algumas etapas este campo não aparece).

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Conforme poderá notar, os nomes das etapas sempre estarão abreviados. Abaixo estão
relacionadas todas as abreviações e suas funções:

ENCHIM. Enchimento.
TVL Tempo de lavagem.
AQUEC. PAT.INF Aquecimento no patamar inferior.
TLI Tempo de lavagem no patamar inferior.
RAMP.AQ Rampa de aquecimento.
TLS Tempo de lavagem no patamar superior.
TLF Tempo de lavagem para rampa final de descida da temperatura.
RAMP.DQ Rampa de desaquecimento.
DRENAND.P/ESCOAM Drenando para escoamento.
ESCOAM. Escoamento.
DRENAND.P/DISTRB Drenando para distribuição.
DISTRIB Distribuição (pré-centrífuga).
CENTRIF Centrifugação.
FRENAG. Frenagem.
FREN.BL Frenagem para balanceamento.
ENCH.BL Enchimento para balanceamento.
BALANC. Balanceamento.
TERMINANDO ETAPA Terminando etapa do programa.
PROG. CONCLUIDO! Programa concluído.

4.2.1 Monitoramento das etapas no modo de execução

Durante a execução da lavagem é possível acessar informações a respeito das etapas


programadas. Para isso, após o início do ciclo, as teclas M1 e M2 conduzirão o usuário a outro grupo
de telas responsáveis por este monitoramento.

 MENU M1:

Através deste menu podem ser acessadas as informações referentes ao monitoramento


dos níveis, sensor de temperatura, dosagens programadas e configuração dos alarmes. Como nos
casos anteriores, para acessar a opção desejada, basta pressionar o número correspondente a ela.
Caso queira voltar à tela do modo de execução do programa, basta pressionar a tecla Enter (→).
Estando dentro de qualquer um dos sub-menus de monitoramento, para sair, primeiro pressione M1
ou M2 e logo em seguida a tecla Enter.

1 – NIVEL

Ao acessar esta opção, a tela ao lado aparecerá


indicando a quantidade de níveis programados (N.NIV), o
nível atual (NA), o nível que deverá ser atingido (NIV.1), 5.1
sendo 1 - nível baixo, 2 – nível médio e 3 – nível alto, além
do tempo que o ciclo permanecerá no nível programado.

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Após 10 segundos, uma nova tela aparecerá


informando o status das entradas do CLP referentes aos 4
5.2
níveis, sendo REFER o de referência, BX o nível baixo, MD
o nível médio e AT o nível alto.

Ao lado de cada um haverá a indicação do status da entrada através dos valores 0 e 1. O


número 0 indica que o nível não foi atingido, enquanto que o número 1 indica que o nível foi
atingindo.

2 – TEMPER

Esta opção serve apenas para indicar a


temperatura atual do processo. No exemplo ao lado, o 5.3
sensor está indicando +28ºC.

3 – DOSAG

Na opção de dosagens, o usuário obtém


informações sobre as dosagens a serem efetuadas durante
5.4
o processo de lavagem. Na tela inicial é informado o
número de dosagens programadas.

Caso tenham dosagens programadas, após


alguns segundos uma nova tela será mostrada. Nela
estarão indicados o número da dosagem, o tempo de
5.5
acionamento da bomba dosadora (em minutos e segundos)
e o tempo de entrada, dentro do processo, que a dosagem
ocorrerá (em horas minutos e segundos).

Se mais de uma dosagem estiver programada, as telas se modificarão a cada 10 segundos


informando os valores das demais dosagens.

4 – ALARM

Como na opção de dosagens, nesta opção o


usuário obtém informações sobre os alarmes programados
5.6
durante o processo de lavagem. Na tela inicial é informado
o número de alarmes programados.

Caso tenham alarmes programados, após alguns


segundos uma nova tela será mostrada. Nela estarão
indicados o número do alarme e o tempo que ele será 5.7
acionado dentro do processo (em horas, minutos e
segundos).

Se mais de um alarme estiver programado, as telas se modificarão a cada 10 segundos


informando os valores dos demais alarmes.

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 MENU M2:

Através deste menu podem ser acessadas as informações referentes ao monitoramento


dos tempos de lavagem, reversão, centrifugação e rampas de aquecimento. Como nos casos
anteriores, para acessar a opção desejada, basta pressionar o número correspondente a ela. Caso
queira voltar à tela do modo de execução do programa, basta pressionar a tecla Enter (→). Estando
dentro de qualquer um dos sub-menus de monitoramento, para sair, primeiro pressione M1 ou M2 e
logo em seguida a tecla Enter.

1 – LAVAG

Opção que corresponde ao monitoramento das


lavagens programadas. Nesta tela será informado o número
6.1
do programa, a quantidade de lavagens programadas e qual
lavagem está sendo executada.

Após 10 segundos, uma nova tela aparecerá


informando o tempo programado para a lavagem em
6.2
execução (T.LAV.P) e o tempo decorrido dela (T.LAV.D),
ambos em horas, minutos e segundos.

2 – REVERS

Esta opção informa os tempos programados para


o status do reversor. Em minutos e segundos, mostra quais 6.3
os tempos para o status ligado e desligado.

3 – CENTR

Informa se haverá centrifugação no ciclo de


lavagem e se houver qual o tempo programado, em horas, 6.4
minutos e segundos.

4 – RAMPA

Nesta opção será indicado o tempo da rampa de


aquecimento, em horas, minutos e segundos. Se não tiver
6.5
sido programada nenhuma rampa a mensagem ”NÃO
HAVERA!” será mostrada.

4.2.2 Alarmes exibidos durante o ciclo

Em alguns casos, se algum fator impedir a conclusão de uma determinada etapa ou evento
do processo, mensagens de aviso ocorrerão e será indicado através do display e do alarme sonoro
da máquina. É possível desativar o alarme sonoro pressionando a tecla de reset dos alarmes no CLP
(ver seção 2.1.1), mas as mensagens permanecerão ativas até que a falha seja solucionada ou,

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dependendo do alarme, quando um novo processo for iniciado. A seguir, são listados os possíveis
alarmes durante o processo, bem como suas causas:

“POUCA ENTR.AGUA!”: indica que a máquina


não encheu dentro do tempo máximo programado nos 7.1
parâmetros da máquina.

Fatores que podem ocasionar esta falha:


Tempo programado nos parâmetros abaixo do tempo necessário para encher a
máquina.
Pouca vazão de água.
Problema na entrada de água (válvula, mangueiras, conexões...).

“POUCO AQUECIMEN!”: indica que a máquina


não atingiu a temperatura programada dentro do tempo 7.2
máximo programado nos parâmetros da máquina.

Fatores que podem ocasionar esta falha:


Baixa pressão de vapor ou volume insuficiente de água quente.
Tempo programado nos parâmetros abaixo do tempo necessário para aquecer a
máquina.
Problema na entrada do aquecimento (válvula, mangueiras, conexões...).

“POUCA DRENAGEM!”: indica que a máquina


não drenou a água da máquina dentro do tempo máximo 7.3
programado nos parâmetros da máquina.

Fatores que podem ocasionar esta falha:


Algo que tenha entupido a saída de água da máquina.
Tempo programado nos parâmetros abaixo do tempo necessário para esvaziar a
máquina.
Defeito na válvula do dreno.
Defeito nos pressostatos de nível de água, principalmente no nível de referência.

“CESTO PARADO!”: indica que o CLP não


detectou o movimento do cesto durante o processo. Os
7.4
sinais que indicam este movimento são enviados pelos
sensores de posicionamento das portas.

Fatores que podem ocasionar esta falha:


Regulagem dos sensores de posicionamento das portas.
Fiação dos sensores com mau contato ou rompida.
Defeito no sensor de posicionamento.

“FALHA NA ENERGIA”: indica que durante o


processo ocorreu uma falha na alimentação elétrica da
máquina ou do CLP. Para continuar a lavagem, basta 7.5
pressionar a tecla S ou a tecla N para abortar o processo e
voltar à tela com a mensagem comercial.

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Fatores que podem ocasionar esta falha:


Interrupção da energia elétrica.
Desligamento da máquina através da chave desliga / liga geral.

“PROCESSO INTERR!”: indica que durante o


processo uma das portas foi destravada. Para continuar a
lavagem a falha deverá ser solucionada. O processo 7.6
somente continuará após o display indicar a mensagem
“SISTEMA OK!”.

Após isso, basta pressionar a tecla S ou a tecla N para abortar o processo e voltar à tela
com a mensagem comercial.

Fatores que podem ocasionar este alarme:


Regulagem da chave fim de curso ou sensor da porta.
Defeito na chave fim de curso ou sensor da porta (verificar cabeamento).
Baixa pressão de ar no cilindro da trava da porta (máquinas extratoras).

“FALHA INVERSOR!”: indica que ocorreu uma


falha no inversor de frequência. O processo somente
7.7
continuará após a falha ser solucionada e o display indicar a
mensagem “SISTEMA OK!”.

Após isso, basta pressionar a tecla S ou a tecla N para abortar o processo e voltar à tela
com a mensagem comercial.

Fatores que podem ocasionar esta falha:


Falha no inversor de frequência.
Rompimento dos cabos que interligam o inversor ao CLP.

“FALHA VENTILAC.!”: indica que ocorreu uma


falha na ventilação forçada do motor. Diferente de outras
7.8
falhas, esta permite que o processo continue. Caberá ao
usuário decidir se interromperá ou não o ciclo.

Para isso, basta pressionar a tecla S para continuar ou a tecla N para abortar o processo e
voltar à tela com a mensagem comercial. Caso o usuário opte por continuar o ciclo, após o término
não será possível iniciar um novo processo até que a falha seja solucionada.

Fatores que podem ocasionar esta falha:


Rompimento dos cabos que interligam o dispositivo térmico ao CLP.
Defeito na ventilação do motor.

“BAIXA PRESSÃO AR”: indica que a pressão do


ar comprimido está abaixo do limite mínimo para
funcionamento do equipamento. O processo somente 7.9
continuará após a pressão ser restabelecida e o display
indicar a mensagem “SISTEMA OK!”.

Após isso, basta pressionar a tecla S para continuar ou a tecla N para abortar o processo e
voltar à tela com a mensagem comercial.

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Fatores que podem ocasionar esta falha:


Baixa pressão de ar comprimido na rede.
Excesso de impurezas no filtro regulador de ar comprimido do equipamento.
Defeito no pressostato ou em suas ligações.
Mangueiras ou conexões do sistema pneumático com vazamentos.

“EMERGENCIA ACION”: indica que um botão de


emergência da máquina foi acionado. O processo somente
7.10
continuará após a liberação do botão e o display indicar a
mensagem “SISTEMA OK!”.

Após isso, basta pressionar a tecla S para continuar ou a tecla N para abortar o processo e
voltar à tela com a mensagem comercial.

Fatores que podem ocasionar este alarme:


Botão de emergência acionado.
Rompimento dos cabos que interligam o(s) botão(ões) ao CLP.
Elemento de contato do botão mal encaixado.

“MODO MANUAL!”: indica que a chave seletora


do controle foi posicionada no modo manual. O processo
7.11
somente continuará se esta chave estiver na posição
automático e o display indicar “SISTEMA OK!”.

Após isso, basta pressionar a tecla S para continuar ou a tecla N para abortar o processo e
voltar à tela com a mensagem comercial.

Fatores que podem ocasionar este alarme:


Chave seletora do controle da máquina posicionada no modo manual.
Rompimento dos cabos que interligam a chave seletora ao CLP.
Elemento de contato do botão mal encaixado.

“SISTEMA OK!”: indica que não existe nenhuma


falha impedindo o funcionamento da máquina. Para
7.12
continuar o processo, basta pressionar a tecla S ou N para
abortar e voltar à tela com a mensagem comercial.

4.2.3 Alarmes exibidos fora do ciclo

Mesmo que não esteja executando um processo, alguns alarmes poderão aparecer
indicando situações que impedem o funcionamento da máquina. Da mesma maneira que os alarmes
são indicados durante o processo, também é exibida uma mensagem no display.

Em todos os casos descritos a seguir a máquina somente poderá ser colocada em ciclo
caso a falha seja solucionada. Para desativar o alarme sonoro basta pressionar a tecla de reset
dos alarmes no CLP (ver seção 2.1.1), mas as mensagens permanecerão ativas até que o sistema
esteja livre de falhas.

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“FALHA INVERSOR DO MOTOR!”: indica que


7.13
ocorreu uma falha no inversor de frequência.

Fatores que podem ocasionar esta falha:


Falha no inversor de frequência.
Rompimento dos cabos que interligam o inversor ao CLP.

“FALHA VENTILACAO DO MOTOR.!”: indica


7.14
que ocorreu uma falha na ventilação forçada do motor.
Fatores que podem ocasionar esta falha:
Rompimento dos cabos que interligam o dispositivo térmico ao CLP.
Defeito na ventilação do motor.

“BAIXA PRESSAO DE AR COMPRIMIDO!”:


indica que a pressão do ar comprimido está abaixo do 7.15
limite mínimo para funcionamento do equipamento.
Fatores que podem ocasionar esta falha:
Baixa pressão de ar comprimido na rede.
Excesso de impurezas no filtro regulador de ar comprimido do equipamento.
Defeito no pressostato ou em suas ligações.
Mangueiras ou conexões do sistema pneumático com vazamentos.

“ATENCAO BOTAO DE STOP ACIONADO!”:


indica que um botão de emergência da máquina foi 7.16
acionado.
Fatores que podem ocasionar este alarme:
Botão de emergência acionado.
Rompimento dos cabos que interligam o(s) botão(ões) ao CLP.
Elemento de contato do botão mal encaixado.

“MAQUINA EM MODO MANUAL!”: indica que a


chave seletora do controle foi posicionada no modo 7.17
manual.
Fatores que podem ocasionar este alarme:
Chave seletora do controle da máquina posicionada no modo manual.
Rompimento dos cabos que interligam a chave seletora ao CLP.
Elemento de contato do botão mal encaixado.

“ATENCAO ALGUMA PORTA ABERTA!”: indica


7.18
que uma das portas está aberta ou não foi travada.
Fatores que podem ocasionar este alarme:
Porta está aberta ou não foi travada através da chave comutadora da porta.
Regulagem da chave fim de curso ou sensor da porta.
Defeito na chave fim de curso ou sensor da porta (verificar cabeamento).
Baixa pressão de ar no cilindro da trava da porta (máquinas extratoras).

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5 EDIÇÃO DE RECEITAS

A edição de receitas no controlador Solaris s9200 é uma operação de fácil compreensão.


Neste modo, ele está preparado para receber todas as informações sobre as etapas a serem
realizadas durante o ciclo. Estas receitas, com suas etapas, armazenam todos os comandos de
execução do processo. O controlador Solaris s9200 pode conter até 16 receitas, sendo que cada
uma delas pode conter até 16 lavagens.

A programação do sistema é feita através da interface homem-máquina HMI DSP 8A, já


descrita anteriormente. Para acessar a edição de receitas, na tela com a mensagem comercial
pressiona-se a tecla M1.

Para a receita ser editada é necessário que ela esteja selecionada no modo de execução.
Para isso, é preciso voltar a tela do menu M1, pressionar a tecla 1 (EXEC.) e seguir os seguintes
passos:
Ao acessar esta opção, a pergunta do passo 1.1
aparecerá. Aqui apenas confirmaremos o número do
1.1
programa que está selecionado. Para editar ou alterar a
receita, basta pressionar a tecla N (Não).

Logo após, a tela do passo 1.3 aparecerá. Neste


caso, se for editar a receita nº 1, tecle N e volte à tela do
1.3
menu M1. Caso queira editar outra receita, confirme com a
tecla S.

Para modificar o programa, basta pressionar a


tecla C (Corrige), digitar o número do programa desejado e
1.4
confirmar com a tecla Enter (→). Feito isso, o usuário
retornará ao menu M1.

Para editar uma nova receita, ou modificá-la, acesse a opção 3 (EDITA) do menu M1. Este
é um menu protegido por senha, podendo ser acessado somente por pessoas autorizadas. Nele
existem duas senhas de acesso, sendo uma para acessar a edição dos programas (senha =
21066363) e outra para configuração inicial (senha = 1007). A senha “1007” já foi explicada no item
4.1.1 deste manual.

Ao acessar esta opção, a pergunta do passo 3.1


aparecerá. Para entrar no modo de edição, basta responder 3.1
Sim.

Na sequência, aparecerá uma tela pedindo a


senha de acesso. Digite 21066363. Esta senha estará apta
3.2
até que se desligue o equipamento. Não é necessário
redigitá-la para pequenos ajustes na receita.

Ao digitar a senha, o usuário será redirecionado à edição de receitas. A seguir são listados
os parâmetros configuráveis para a execução de um processo de lavagem. Nos parâmetros em que
o usuário precisa apenas escolher entre sim ou não (S/N) ou 1, 2 ou 3, basta pressionar a tecla

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referente a opção. Nos parâmetros que sejam necessários a entrada de valores, pressione a tecla C
(Cancela) até que na área dos valores apareça uma série de caracteres underline (ex: “__:__:__”).
Isso indicará que o CLP está pronto para receber os valores. Para confirmar, basta pressionar a tecla
Enter (→).

Após entrar com a senha, uma tela indicando o


número escolhido perguntará a quantidade de lavagens 8.1
que serão utilizadas durante a receita ou processo.

Basta digitar um número entre 1 e 16, que é o número máximo de lavagens por receita.

A próxima mensagem indicará o número do


programa e qual a lavagem a ser editada. Caso tenha mais
de uma lavagem neste programa pode-se saltar direto para 8.2
a lavagem a ser alterada. Para isto, basta teclar C
(Corrige), o número da lavagem e confirmar com Enter.

“TEMPO DA LAVAGEM”: Digite o tempo em


horas, minutos e segundos do tempo total de batimento
desta lavagem depois de obtido o nível e temperatura,
8.3
caso haja rampa. Para termos acesso ao valor tecle C,
entre com o valor e confirme com a tecla Enter. Caso
queira retroceder para a mensagem anterior tecle M2.

É no tempo da lavagem que os dosadores e alarmes poderão ser usados. Este tempo
poderá ser interrompido toda a vez que houver a necessidade de uma troca de nível (mais de um na
mesma lavagem) ou então quando uma rampa de temperatura for desejada. Neste último caso
haverá um tempo parcial de lavagem no patamar inferior e outro no patamar superior que não deve
ser confundido com o tempo no patamar superior. Nestas interrupções o contador de tempo da
lavagem permanecerá parado até que a condição seja satisfeita para continuar lavando. É importante
ressaltar que caso algum tempo de alarme ou dosador seja interrompido pela parada do tempo da
lavagem, este dosador ou alarme não voltará quando o tempo da lavagem for reiniciado.

“QUANTOS NIVEIS NA LAVAGEM 1?”: Digite o


número de níveis de água serão necessários para a 8.4
lavagem.

“QUAL NIVEL 1?”: Digite qual o primeiro nível


desejado. Tecle 1 para nível baixo, 2 para nível médio e 3 8.5
para nível alto.

“TEMPO DE DURAÇÃO NÍVEL 1?”: Caso use


somente um nível na lavagem o tempo programado aqui
deverá ser o mesmo do tempo da lavagem, caso contrário, 8.6
deve ser distribuído entre os diferentes níveis. Valor
programado em horas, minutos e segundos.

“ENCHER COM AGUA: QUENTE OU FRIA?”:


Neste parâmetro, escolha qual a entrada de água 8.7
apropriada para cada processo.

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“LIGAR O MOTOR NO ENCHIMENTO?”: Opção


que indica se o motor será, ou não, ligado durante o 8.8
enchimento de água na máquina para a obtenção do nível.

“USAR RAMPAS DE AQUECIMENTO?”: Caso a


resposta a esta pergunta seja afirmativa, uma série de
8.9
perguntas serão efetuadas. Se for negativa, pularemos
para o item 8.19.

Quando é utilizada uma rampa de temperatura, tanto de subida quanto de descida, faz-se
com que a temperatura suba ou desça linearmente durante certo tempo. O gráfico abaixo exemplifica
o funcionamento destas rampas.

IMPORTANTE! Sempre que é iniciada uma rampa de subida ou uma rampa de descida, o
motor continua ligado, mas o tempo da lavagem é interrompido, bem como os tempos dos alarmes e
dosadores.

“TEMPERATURA PATAMAR INFERIOR?”: Aqui


poderemos fazer com que a lavadora somente comece a
lavar quando uma temperatura mínima for atingida. Basta 8.10
digitar o valor da temperatura (ºC) desejada. O
aquecimento se dará pela entrada de vapor na lavadora.

“TEMPO DO PATAMAR INFERIOR?”: Depois de


atingida a temperatura do patamar inferior, este será o
tempo de lavagem antes de se iniciar a rampa de 8.11
aquecimento de temperatura. Valor programado em horas,
minutos e segundos.

“TEMPERATURA DO PATAMAR SUPERIOR?”:


Aqui é informada qual a temperatura que deverá ser 8.12
atingida para que a máquina volte a lavar normalmente.

“TEMPO NO PATAMAR SUPERIOR?”: Este é o


tempo em que o CLP controlará a temperatura do patamar
superior programada. Não deve ser confundido com o 8.13
tempo da lavagem, que terá prioridade sobre este tempo.
Valor programado em horas, minutos e segundos.

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Caso o tempo do patamar superior seja menor que o tempo restante da lavagem então a
temperatura deixará de ser controlada, baixando normalmente. Se for maior, perderá a função
quando terminar o tempo da lavagem.

“TEMPO DE SUBIDA DA RAMPA?”: Digite o


tempo desejado para atingir a temperatura do patamar
superior. Com este valor e a temperatura do patamar
superior o CLP calculará qual a inclinação da reta de 8.14
temperatura que deverá efetuar para que suba
gradualmente. Valor programado em horas, minutos e
segundos.

“USAR DESAQUECIMENTO?”: Caso opte por


usar uma rampa inversa, as perguntas dos passos 8.16 e
8.15
8.17 serão efetuadas. Caso contrário, o usuário será
direcionado ao item 8.18.

“TEMPERATURA FINAL DE DESCIDA?”:


Informe qual a temperatura final (ºC) que a lavadora
8.16
deverá atingir no desaquecimento para a rampa inversa de
temperatura.

“TEMPO DE DESCIDA DA RAMPA?”: Entre com


o tempo desejado para atingir a temperatura final. Com
este valor e a temperatura final o CLP calculará qual a
8.17
inclinação da reta de temperatura que deverá efetuar para
que decresça gradualmente. Valor programado em horas,
minutos e segundos.

“LIGAR O MOTOR NO AQUECIMENTO?”:


Informa se o motor estará ligado ou não durante o
aquecimento até o patamar inferior de temperatura. 8.18
Durante a rampa de aquecimento e na lavagem motor
sempre estará ligado.

“QUANTAS DOSAGENS USAR?”: Indica o


número de dosagens a serem realizadas durante a
8.19
lavagem. Caso não sejam usados dosadores o usuário
será direcionado ao item 8.23.

“DOSAGEM [ - ]: QUAL DOSADOR?”: Neste


parâmetro, indica-se para a dosagem "n" qual dosador
8.20
acionar. Como neste modelo de máquina são possíveis
instalar até 6 dosadores, basta digitar um número de 1 a 6.

“TEMPO DE ENTRADA DOSAG-?”: Digite em


que tempo da lavagem ocorrerá o início da dosagem do
8.21
dosador escolhido. Valor programado em horas, minutos e
segundos.

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“QUANTO TEMPO DE DOSAG-?”: Informa


quanto tempo o dosador indicado estará ativado durante o
tempo da lavagem para que uma quantidade suficiente de 8.22
produto seja liberada na lavadora. Valor programado em
minutos e segundos.

É importante salientar que as perguntas dos itens 8.20 a 8.22 se repetirão tantas vezes
quantos forem os números de dosadores escolhidos no item 8.19.

“QUANTOS ALARMES?”: Aqui se escolhe o


número de alarmes (soados por 5 segundos) durante o
tempo da lavagem. Este toque difere do toque de tempos
8.23
máximos admissíveis por não ser do tipo intermitente, mas
contínuo. Caso não sejam programados alarmes o CLP
passará ao item 8.25.

“TEMPO DE ENTRADA ALARM-?”: Digite em


que tempo da lavagem ocorrerá o início do toque do
alarme. Esta pergunta se repetirá no máximo 3 vezes, 8.24
caso sejam configurados os 3 alarmes. Valor programado
em horas, minutos e segundos.

“CENTRIFUGAR APOS A LAVAGEM 1?”: No


final de cada lavagem pode-se centrifugar ou
simplesmente escoar a água da lavadora. Caso deseje 8.25
centrifugar o CLP passará para o item 8.26. Se a resposta
for negativa, direcionará ao item 8.27.

“TEMPO DE CENTRIFUGAÇÃO TOTAL?”: Neste


item informa-se ao CLP o tempo de centrifugação depois
8.26
da lavagem. Valor programado em horas, minutos e
segundos.

Deve-se observar que uma centrifugação somente ocorrerá após uma distribuição, que é o
tempo em que o motor gira somente para um lado de maneira a tentar distribuir homogeneamente o
material dentro do cesto da lavadora. Isto é realizado para que durante a aceleração da máquina na
centrifugação não ocorra um desbalanceamento, que poderia ser extremamente perigoso para todo o
conjunto mecânico.

A centrifugação também só ocorrerá quando o nível de água estiver abaixo do nível de


referência. Se houver um desbalanceamento a máquina cessará a centrifugação e começará um
processo especial chamado balanceamento.

No balanceamento, a primeira coisa a ocorrer será a frenagem do sistema por 1 minuto. A


seguir, a máquina encherá até o nível de referência. Logo após, o motor será ligado durante dois
minutos, com o sistema de reversão funcionando 12 segundos para cada lado e parando 4
segundos. Finalizado estes dois minutos o processo entra novamente no tempo de distribuição
prosseguindo até completar o tempo restante da centrifugação. Convém ressaltar que é possível
ocorrer até dois desbalanceamentos na mesma lavagem. Se houver um terceiro, o sistema será
freado por 1 minuto e a lavagem encerrada.

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Ao término de uma centrifugação normal, sem falhas ou desbalanceamentos, sempre


ocorrerá uma frenagem durante um minuto.

“LIGAR O MOTOR NO ESCOAMENTO?”: Caso


opte por não centrifugar após a lavagem, neste parâmetro
informará se o motor permanecerá ligado durante o
8.27
esgotamento de água da máquina ou não. Depois o CLP
irá direto para o item 8.28 encerrando a programação da
lavagem.

“PROGRAMA NR.1 LAVAGEM 1 COMPLETA!”:


Esta mensagem apenas serve para indicar que uma
8.28
lavagem foi completamente programada e armazenada na
memória.

Caso este programa contenha mais de uma lavagem, o fluxograma de perguntas irá
novamente voltar para o item 8.2, recomeçando toda uma série de perguntas para a programação da
nova lavagem. Quando todas as lavagens forem completamente programadas o controlador passará
para uma série de perguntas finais, listadas a seguir.

“TEMPO DO REVERSOR LIGADO?”: Este é o


tempo em que o reversor permanece ligado em um dos
8.29
sentidos de lavagem. Valor programado em minutos e
segundos.

“TEMPO DO REVERSOR DESLIGADO?”: Este é


o tempo em que o reversor ficará desligado ou em
8.30
repouso. Após este tempo o reversor alterna o lado de giro
do motor. Valor programado em minutos e segundos.

“TEMPO DISTRIBUIC APOS LAV.?”: Este tempo


é utilizado quando a lavagem terá centrifugação e é
responsável pela distribuição homogênea da roupa na
lavadora. Durante o tempo programado o motor gira
8.31
somente em um sentido. Ao término deste tempo a
lavadora entra em modo de centrifugação. Valor
programado em minutos e segundos. Sugerimos que este
tempo seja programado de 2 a 3 minutos.

“TEMPO ESCOAMENTO APOS LAV.?”: Este


tempo é utilizado quando não há centrifugação no
processo. Ele é contado a partir do momento em que a
8.32
água fica abaixo do nível de referência e garante que toda
a água seja escoada da lavadora. Valor programado em
minutos e segundos.

“PROGRAMA NR. "n" COMPLETO!”: Indica o


final da programação da receita. O display voltará então
para a tela inicial do modo de programação (M1), 8.33
possibilitando ao operador o início de um novo processo
na lavadora.

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6 PASSO-A-PASSO: CRIANDO UMA RECEITA

Para descrever passo-a-passo o procedimento necessário para criação de uma receita


utilizaremos o exemplo a seguir. Nele utilizaremos 2 lavagens contendo:

Lavagem 1:
o Tempo de lavagem: 10 minutos.
o Quantidade de níveis de água: 01 (nível baixo).
o Temperatura do ciclo: 70ºC.
o Número de dosagens: 02.
o Número de alarmes: nenhum.
o Centrifugação: Não.

Lavagem 2:
o Tempo de lavagem: 10 minutos.
o Quantidade de níveis de água: 01 (nível alto).
o Temperatura do ciclo: temperatura ambiente.
o Número de dosagens: nenhuma.
o Número de alarmes: nenhum.
o Centrifugação: Sim.
o Tempo de centrifugação: 10 minutos.

Parâmetros da lavagem:
o Tempo de reversor ligado: 20 segundos.
o Tempo de reversor desligado: 06 segundos.
o Tempo de distribuição: 3 minutos.
o Tempo de escoamento após lavagem: 50 segundos.

Para criá-la, acessaremos a opção 3 (EDITA) no menu M1.

Neste exemplo, editaremos a receita número 1.


9.1
Basta confirmar com a tecla S (Sim).

Na tela 9.2, digite a senha de acesso: 21066363. 9.2

Na tela 9.3 informaremos o número de lavagens


da receita. Como serão efetuadas 2 lavagens, tecle C 9.3
(Corrige), digite 2 e confime com a tecla Enter.

O próximo passo servirá apenas para informar


9.4
que editaremos a lavagem 1. Tecle S.

O tempo de lavagem será de 10 minutos. Tecle


9.5
C, digite 10:00 e confirme com Enter.

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Durante a lavagem, será utilizado apenas 1 nível.


9.6
Tecle C (Corrige), digite 1 e confirme com Enter.

Depois de selecionada a quantidade de níveis,


indicaremos o nível de água desejado. Como neste
9.7
exemplo utilizaremos o nível baixo, tecle C, digite 1 e
confirme com Enter.

Visto que teremos apenas um nível na lavagem,


programaremos 1 minuto para seu controle. Para isto, tecle 9.8
C, digite 1:00 e confirme com Enter.

É importante alertar que isto não significa que após o tempo programado haverá alguma
alteração no nível da água ou que ela será drenada. Antes, este tempo serve para indicar que o nível
foi atingido e mantido durante o tempo configurado.

Em relação há este tempo, devem-se tomar dois cuidados:

1. Ao programar pouco tempo: neste caso não haveria a reposição de água suficiente
para molhar toda a roupa, o que acarretaria numa diminuição do nível de água assim
que ficasse totalmente molhada. Com o nível abaixo do desejado a qualidade da
lavagem pode ficar prejudicada.

2. Ao programar muito tempo: caso seja programado um tempo muito longo (p.ex. o
mesmo tempo da lavagem) operador deve levar em conta que, toda vez que o CLP
detectar que o nível ficou abaixo do desejado, o que pode ocorrer durante um
tombamento da roupa dentro do cesto, a válvula de entrada de água abrirá para repor o
nível. Se existirem produtos químicos no processo, este volume adicional de água
poderá diminuir a concentração deles, prejudicando a qualidade da lavagem.

O ideal neste caso, é que o tempo seja o suficiente para que toda a roupa fique molhada e
absorva água suficiente, sem baixar o nível.

Continuando com a programação, encheremos a


9.9
máquina com água fria. Selecione 2 e confirme com Enter.

Nesta lavagem, ligaremos o motor durante o


9.10
enchimento da máquina. Tecle S e confirme com Enter.

Conforme indicado, teremos uma temperatura de


ciclo e as rampas de aquecimento serão utilizadas. Tecle S 9.11
e confirme com Enter.

Antes de continuar a programação é importante lembrar que nesta lavagem a temperatura


de processo será mantida em 70ºC. Sendo assim, não precisamos estabelecer nem uma
temperatura de patamar mínimo muito baixa, nem um tempo de patamar mínimo muito alto. O que
realmente importará neste caso serão os parâmetros referentes ao patamar superior.

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Na prática, quando existem lavagens com temperaturas únicas, o aconselhável é igualar os


valores das temperaturas do patamar inferior e do superior, deixar os tempos de patamar inferior e
subida de rampa muito próximos a zero e programar somente o tempo de patamar superior de
acordo com o tempo desejado para a lavagem. Isso trará uma significativa economia de tempo ao
processo.

Também é importante alertar que, ao entrarem as rampas de aquecimento, o tempo da


lavagem será paralisado até que se atinja o patamar superior. Somente ao atingir esta temperatura é
que o tempo prosseguirá.

Para a temperatura do patamar mínimo,


programaremos o mesmo valor do patamar superior 9.12
(70ºC). Para isto, tecle C, digite 70 e confirme com Enter.

Para o tempo do patamar inferior,


programaremos 10 segundos. Tecle C, digite 00:10 e 9.13
confirme com Enter.

Na temperatura de patamar superior,


informaremos a temperatura do processo. Tecle C, digite 9.14
70 e confirme com Enter.

Como a temperatura de 70ºC será controlada


durante toda a lavagem, tecle C, digite 10:00 (tempo da 9.15
lavagem) e confirme com Enter.

Visto que programamos a mesma temperatura


nos patamares inferior e superior, deixamos um valor
9.16
próximo de zero neste parâmetro: 10 segundos. Tecle C,
digite 00:10 e confirme com Enter.

Com o tempo de patamar superior igual ao tempo


da lavagem, não será necessário a utilização desta rampa. 9.17
Tecle N (Não) e confirme com Enter.

Neste parâmetro, basta informar se o motor


funcionará ou não durante o aquecimento. Neste exemplo 9.18
o motor será ligado. Tecle S e confirme com Enter.

A partir do próximo parâmetro, iniciaremos a configuração dos dosadores.

Informe que nesta lavagem ocorrerão 2


9.19
dosagens. Tecle C, digite 2 e confirme com Enter.

Qual o dosador será utilizado na dosagem 1?


Utilizaremos o dosador 1. Tecle C, digite 1 e confirme com 9.20
Enter.

Nesta lavagem, a primeira dosagem iniciará com


2 minutos de ciclo. Tecle C, digite 2:00 e confirme com 9.21
Enter.

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Baseado na quantidade de produto que a bomba


dosadora envia para a máquina, digite o tempo necessário
9.22
para a dosagem. Programaremos 1 minuto. Tecle C, digite
1:00 e confirme com Enter.

Como ocorrerão duas dosagens, os próximos parâmetros repetirão dos passos 9.20, 9.21 e
9.22 para a segunda dosagem.

Qual o dosador será utilizado na dosagem 2?


Utilizaremos o dosador 4. Tecle C, digite 4 e confirme com 9.23
Enter.

A segunda dosagem iniciará com 5 minutos de


9.24
ciclo. Tecle C, digite 5:00 e confirme com Enter.

Nesta dosagem aumentaremos o tempo de


entrada do produto. Programaremos 2 minutos. Tecle C, 9.25
digite 2:00 e confirme com Enter.

Terminada a configuração das dosagens, terá início a configuração dos alarmes.

Como não utilizaremos alarmes, basta digitar 0.


9.26
Tecle C, digite 0 e confirme com Enter.

Na primeira lavagem não haverá centrifugação.


9.27
Sendo assim, digite N e confirme com Enter.

O motor será ligado durante o escoamento. Tecle


9.28
S e confirme com Enter.

A primeira lavagem da receita foi concluída. A


partir do próximo parâmetro, será repetida a sequência de 9.29
perguntas, mas em relação a segunda etapa.

O próximo passo servirá apenas para informar


9.30
que editaremos a lavagem 2. Tecle S.

Tempo de lavagem será de 10 minutos. Tecle C,


9.31
digite 10:00 e confirme com Enter.

Será utilizado apenas 1 nível. Tecle C, digite 1 e


9.32
confirme com Enter.

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Para a segunda lavagem utilizaremos o nível alto.


9.33
Tecle C, digite 3 e confirme com Enter.

Como na primeira lavagem, programaremos 1


minuto para controle do nível. Para isto, tecle C, digite 1:00 9.34
e confirme com Enter.

Novamente a máquina encherá com água fria.


9.35
Selecione 2 e confirme com Enter.

Nesta lavagem, também ligaremos o motor


durante o enchimento da máquina. Tecle S e confirme com 9.36
Enter.

Visto que a lavagem ocorrerá em temperatura


ambiente, não será utilizado o aquecimento. Tecle N e 9.37
confirme com Enter.

Informe que nesta etapa não ocorrerão


9.38
dosagens. Tecle C, digite 0 e confirme com Enter.

Novamente não haverá alarmes. Tecle C, digite 0


9.39
e confirme com Enter.

Para finalizar a receita, a roupa será


9.40
centrifugada. Digite S e confirme com Enter.

Neste parâmetro, basta informar o tempo de


centrifugação: 10 minutos. Tecle C, digite 10:00 e confirme 9.41
com Enter.

A segunda lavagem foi concluída. 9.42

Após a conclusão das programações das lavagens, é necessário informar valores


referentes a tempo de reversor ligado e desligado, tempo de distribuição e tempo de escoamento.
Estes valores são referentes ao programa e são válidos para todas as lavagens.

Para o tempo de reversor ligado, serão


programados 20 segundos. Tecle C, digite 00:20 e 9.43
confirme com Enter.

Para o tempo de reversor desligado, serão


programados 6 segundos. Tecle C, digite 00:06 e confirme 9.44
com Enter.

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IMPORTANTE! Ao se programar o tempo de reversor desligado, deve-se cuidar para que


não seja programado um tempo muito curto. Caso isso ocorra, ao inverter o sentido de rotação do
motor, o cesto pode não ter parado totalmente e ao girar o motor no sentido inverso, as correias
sofrerão um forte atrito, o que pode ocasionar um desgaste excessivo delas.

Para o tempo de distribuição, que fará o


balanceamento da roupa no cesto antes da centrifugação,
9.45
programaremos um tempo de 3 minutos. Tecle C, digite
03:00 e confirme com Enter.

Para o tempo de distribuição também se deve cuidar para que um tempo muito curto não
seja programado. Caso isso ocorra, a roupa poderá não ficar bem distribuída no cesto e ao entrar a
centrifugação poderá ocorrer um desbalanceamento excessivo, interrompendo o processo.

Como já visto, o tempo de escoamento é contado


a partir do momento em que a água fica abaixo do nível de
referência e garante que toda a água seja escoada da 9.46
lavadora. Serão programados 50 segundos. Tecle C, digite
00:50 e confirme com Enter.

“PROGRAMA NR. 1 COMPLETO”: Indica o final


da programação da receita. O display voltará então para a
9.47
tela inicial do modo de programação (M1), possibilitando
ao operador o início de um novo processo na lavadora.

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7 CONEXÕES DO CLP SOLARIS S-9200

7.1 VISÃO GERAL

O rack contendo os módulos do CLP Solaris s9200 segue a configuração representada


abaixo:

1 Módulo de processamento e armazenagem de dados CPU s9200.


2 Módulo de entradas e saídas analógicas SAX s9200.
3 Módulo de saídas digitais SDC s9200.
4 Módulo de entradas e saídas digitais SIO s9200.
5 Fonte de alimentação PS3 s9200.

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7.2 MÓDULO DE PROCESSAMENTO E ARMAZENAGEM DE DADOS CPU S9200

7.3 MÓDULO DE ENTRADAS E SAÍDAS ANALÓGICAS SAX S9200

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7.4 MÓDULO DE SAÍDAS DIGITAIS SDC S9200

7.5 MÓDULO DE ENTRADAS E SAÍDAS DIGITAIS SIO S9200

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7.6 FONTE DE ALIMENTAÇÃO PS3 S9200

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8 ANEXO

8.1 TABELA DE VELOCIDADE DO CESTO INTERNO (EM RPM) DAS LAVADORAS SUZUKI

Centrífuga ou
Modelo Posicionamento Lavagem Distribuição
Pré-centrífuga
MLEX / MLEXS 36 8 a 10 36 a 37 270 650
MLEX / MLEXS 50 8 a 10 36 a 37 270 650
MLEX / MLEXS 60 8 a 10 36 a 37 270 650
MLEX / MLEXS 120 8 a 10 33 a 34 270 550
MLEX / MLEXS 140 8 a 10 33 a 34 270 550
MLEX / MLEXS 240 8 a 10 28 a 29 270 490
LTP / LTPS 130 8 a 10 41 80 141
LTP / LTPS 150 8 a 10 37 80 125
LTP / LTPS 1100 8 a 10 33 70 115
LTP / LTPS 1200 8 a 10 33 70 105
MLG / MLGS 10 8 a 10 39
MLG / MLGS 20 8 a 10 33
MLG / MLGS 30 8 a 10 33
LT / LTS 150 8 a 10 32 a 33
LT / LTS 1100 8 a 10 33 a 34
LTF / LTFS 110 32 a 33
LTF / LTFS 120 32 a 33
LTF / LTFS 130 32 a 33
LTF / LTFS 150 32 a 33

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