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201 Q941112 Português > Crase


Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: UNIFESP Prova: VUNESP - 2016 - UNIFESP - Enfermeiro

O acento indicativo de crase está empregado corretamente na frase:

A Recentemente, veio à público o fato de que já existe uma tela de TV que pode ser enrolada como um jornal.

B Inicialmente, o surgimento da tela de TV dobrável foi noticiado, apenas, à algumas empresas de tecnologia.
C O painel de diodo orgânico, usado na tela exível, impressionou à todos os que entendem de eletrônica.

D Em seu texto, Ruy Castro vincula à leitura do jornal de papel um certo prazer que ainda não encontrou no digital.
E O jornal de papel chegou à uma situação difícil, que já havia sido anunciada desde o surgimento da internet.

202 Q940992 Português > Crase


Ano: 2018 Banca: Dédalus Concursos Órgão: CORE-BA Prova: Dédalus Concursos - 2018 - CORE-BA - Auxiliar Administrativo III

A utilização da crase em “à” na frase abaixo é justi cada pela seguinte regra gramatical:

“Não vejo nenhuma força política, à exceção daquelas que são absolutamente minoritárias.”

(Fonte adaptada: uol.com.br >acesso em 08 de junho de 2018)

A Há a contração entre a preposição “a” exigida por regência verbal e o artigo de nido “a”.

B É obrigatório o uso de crase em locuções adverbiais formadas por preposição e palavra feminina.
C É obrigatório o uso de crase nesta locução prepositiva.
D É obrigatório o uso de crase nesta locução conjuntiva.

203 Q940030 Português > Crase


Ano: 2018 Banca: IDECAN Órgão: CRF-SP Provas: IDECAN - 2018 - CRF-SP - Jornalista ...

       Brasil fabricará medicamentos a partir da biodiversidade do país

      Para desenvolver a indústria farmacêutica do Brasil, nada melhor do que trabalhar com aquilo que temos de melhor:
dono da maior fauna e ora do planeta, o país ainda tem milhares de espécies vegetais não catalogadas e que podem
contribuir para a fabricação de medicamentos responsáveis pelo tratamento de diferentes enfermidades.

      Em uma parceria inédita, o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) somou esforços com o Aché
Laboratórios e a empresa Phytobios para encontrar moléculas de plantas que podem contribuir para remédios destinados
às áreas de oncologia e dermatologia. O acordo foi assinado na última segunda-feira (11 de dezembro), durante um evento
no auditório do CNPEM, em Campinas.

      Com investimento planejado de R$ 10 milhões, as primeiras expedições comandadas pela Phytobios já reuniram
exemplares de diferentes espécies vegetais que serão analisados no Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), que faz
parte do CNPEM. “A expedição em busca das espécies é algo bastante complexo: temos de ter um cuidado enorme para
não dani car o meio ambiente durante as coletas, além de preservar o material vegetal encontrado”, a rma Cristina Ropke,
CEO da Phytobios. “Temos de coletar plantas na época em que elas estão oridas ou fruti cadas para que um botânico
especialista naquela família as identi que de maneira apropriada.”

      À frente de projetos como o Sirius — maior projeto cientí co e tecnológico em desenvolvimento no Brasil —o CNPEM
conta com equipamentos capazes de realizar a análise das moléculas e mapear suas potencialidades para o tratamento de
enfermidades como o combate a diferentes tipos de câncer.

(Disponível em: http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/12/brasil-fabricara-medicamentos-partir-da-


biodiversidade-do-pais. html.)

O uso do acento grave em “À frente de projetos como o Sirius — maior projeto cientí co e tecnológico em
desenvolvimento no Brasil [...]” (4º§) é de uso obrigatório. Indique, a seguir, o fragmento em que o acento grave foi
empregado INCORRETAMENTE.

A “Primeiro smartphone com leitor de digitais integrado à tela vai ser chinês.”

B “Florianópolis vive hoje o temor de que 2017 termine com notícias semelhantes às que estrearam o ano.”
C “Uma garota de 9 anos teve o cabelo cortado à força por duas tias e duas primas no último m de semana.”
D “Todo o atendimento ao público será realizado de segunda à domingo conforme determinado anteriormente.”

204 Q939954 Português > Crase , Morfologia - Pronomes , Colocação Pronominal


Ano: 2015 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Poá - SP Prova: VUNESP - 2015 - Prefeitura de Poá - SP - Professor Adjunto de

Educação Básica I

Assinale a alternativa de acordo com a norma-padrão de colocação dos pronomes destacados e de emprego do sinal
indicativo de crase.

A Reclama por eu não ter convidado-a para a festa, à qual organizei só para meus melhores amigos.

B Pensa que jamais se livrará da fama de má, por ter aplicado àqueles mais indisciplinados a pena de suspensão.
C Foi somente à partir do momento em que destituiu-se do cargo que começaram a dar valor à experiência dela.

D Estamos convocando os interessados para virem inscrever-se de 10 à 20 deste mês.


E Garante que encontraria-me no dia combinado, se a mãe não tivesse sido levada às pressas para o hospital.

205 Q939668 Português > Crase


Ano: 2018 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2018 - UFC - Técnico Especializado em Linguagens de Sinais

Como em “uma voz imperceptível à audição humana” (linhas 05-06), a crase está corretamente empregada em:

A Uma cega obediência às pessoas.

B Um mecanismo idêntico à humanos.


C Um botão relativo à controlar funções.

D Um dispositivo indiferente à quem usar.


E Um assistente atento à todos os comandos.

206 Q938362 Português > Crase


Ano: 2018 Banca: VUNESP Órgão: MPE-SP Prova: VUNESP - 2018 - MPE-SP - Analista Jurídico do Ministério Público

Assinale a alternativa que preenche as lacunas do trecho a seguir, de acordo com a norma-padrão de emprego do sinal
indicativo de crase.

Esclareço _______ Vossa Senhoria que todo aquele que aspira __________ carreira pública, deve estar ciente de que terá de
obedecer ________ normas legais, para melhor desempenhar suas funções. ________ que não se dispõem _______enfrentar
decisões difíceis, aconselha-se desistir. _________ partir de bons princípios, será fácil chegar ________ consecução de seus
ideais.

A a … à … as … Àqueles … à … À … a

B a … a … as … Aqueles … a … À … a
C à … a … às … Aqueles … a … À … à

D a … à … às … Àqueles … a … A … à
E à … a … as … Aqueles … à … A … a

207 Q938309 Português > Crase


Ano: 2018 Banca: Gestão Concurso Órgão: EMATER-MG Prova: Gestão Concurso - 2018 - EMATER-MG - Assistente Administrativo II

“Todos esperavam que com a abdicação de Pedro I a situação mudasse, pois achavam que, sendo o Imperador português,
não podia deixar de puxar brasa para o assado de Portugal. Mas haviam-se passado mais de dois anos e tudo continuava
como antes. Bento Gonçalves, acusado de negociar com Lavalleja a anexação da Província, fora chamado a Corte para se
defender dessas acusações e voltara de lá não só completamente desagravado, como também com honras e privilégios
novos. Além disso trazia a seus correligionários do Partido Liberal a promessa de que um lho da Província, Fernandes
Braga, seria nomeado governador.”

VERÍSSIMO, Érico. Um certo capitão Rodrigo. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.

Observe a passagem transcrita em que as respectivas palavras das quais o sinal indicativo de crase foi propositalmente
retirado e preencha corretamente as lacunas.

“... fora chamado ________ Corte para se defender dessas acusações e voltara de lá não só completamente desagravado,
como também com honras e privilégios novos. Além disso trazia ________ seus correligionários do Partido Liberal ________
promessa de que um lho da Província, Fernandes Braga, seria nomeado governador.”

A sequência correta para o preenchimento das lacunas é

A à/a/à

B a/a/a
C à/a/a

D a/à/a

Português > Interpretação de Textos , Coesão e coerência , Redação - Reescritura de texto Crase , Sintaxe ,
208 Q938031
Análise sintática
Ano: 2018 Banca: FCC Órgão: Prefeitura de Macapá - AP Prova: FCC - 2018 - Prefeitura de Macapá - AP - Educador Social

      Há pouco, em belo artigo, anunciou-se num jornal “a morte da voz humana”. Nenhum exagero no título. Um software
que “aperfeiçoa” a a nação dos cantores está criando padrões de perfeição inatingíveis para humanos, oferecendo a
recompensa sem esforço e tornando dispensáveis a vocação, o talento e o mérito na música popular. “É como se
Ronaldinho Gaúcho usasse uma chuteira que acertasse o gol por si. Treinar pra quê?”

      O grito de protesto foi dado por quem tem toda a autoridade para fazê-lo: João Marcello Bôscoli, músico, produtor e
diretor de gravadora. Como se não bastasse, é lho de Elis Regina e do compositor Ronaldo Bôscoli, um dos criadores da
bossa nova, e enteado do pianista César Camargo Mariano, com quem Elis se casou ao se separar de Bôscoli. Nunca houve
gente mais exigente em música.

      Para João Marcello, pior até do que dar a nação a quem não tem, o programa faz com a voz o que outro já fez com a
gura humana. Assim como um software de retoque fotográ co “gerou um padrão estético em que poros, rugas de
expressão e outras características se tornaram defeitos”, o software de a nação passa o rodo e “corrige” tudo o que
considera imperfeito num cantor: a nação, respiração, pausas, volume, alcance − sem se importar se pertencem à sua
expressão e emoção.

      Ele vai mais longe: “Hoje em dia, tomamos remédio quando sentimos tristeza, dopamos as crianças quando estão
agitadas, passamos horas no computador quando nossa vida nos parece desinteressante” etc. − e “usamos softwares de
a nação quando temos um cantor desa nado”.
      O lho da cantora mais a nada do Brasil defende os desa nados no que eles têm de mais precioso: sua falível condição
humana, essencial à obra de arte.

(Adaptado de: CASTRO, Ruy. A arte de querer bem: crônicas. Rio de Janeiro: Sextante, 2018. Edição digital) 

Considerando-se o contexto, a rma-se corretamente:

No segmento sem se importar se pertencem à sua expressão e emoção (3° parágrafo), a crase pode ser suprimida
A
sem prejuízo da correção.

No segmento sua falível condição humana, essencial à obra de arte (último parágrafo), o sinal de crase pode ser
B
suprimido sem prejuízo da correção.
O segmento sublinhado em Para João Marcello, pior até do que dar a nação a quem não tem (3° parágrafo) exprime
C
noção de nalidade.

Na frase É como se Ronaldinho Gaúcho usasse uma chuteira que acertasse o gol por si (1° parágrafo), o pronome
D
sublinhado retoma “Ronaldinho Gaúcho”.
Sem prejuízo da correção, o segmento Nenhum exagero no título (1° parágrafo) pode ser reescrito do seguinte modo:
E
Não houve quaisquer exagero no título.

Português > Interpretação de Textos , Coesão e coerência , Crase Morfologia - Verbos ,


209 Q937702 Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro) , Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo) ,
Flexão de voz (ativa, passiva, re exiva)
Ano: 2018 Banca: FCC Órgão: SEFAZ-GO Prova: FCC - 2018 - SEFAZ-GO - Auditor-Fiscal da Receita Estadual

                                      Os deuses de Delfos

      Segundo a mitologia, Zeus teria designado uma medida apropriada e um justo limite para cada ser: o governo do mundo
coincide assim com uma harmonia precisa e mensurável, expressa nos quatro motes escritos nas paredes do templo de
Delfos: “O mais justo é o mais belo”, “Observa o limite”, “Odeia a hybris (arrogância)”, “Nada em excesso”. Sobre estas regras
se funda o senso comum grego da Beleza, em acordo com uma visão do mundo que interpreta a ordem e a harmonia como
aquilo que impõe um limite ao “bocejante Caos”, de cuja goela saiu, segundo Hesíodo, o mundo. Esta visão é colocada sob a
proteção de Apolo, que, de fato, é representado entre as Musas no frontão ocidental do templo de Delfos.

      Mas no mesmo templo (século IV a.C.), no frontão oriental gura Dioniso, deus do caos e da desenfreada infração de
toda regra. Essa coabitação de duas divindades antitéticas não é casual, embora só tenha sido tematizada na idade
moderna, com Nietzsche. Em geral, ela exprime a possibilidade, sempre presente e veri cando-se periodicamente, da
irrupção do caos na beleza da harmonia. Mais especi camente, expressam-se aqui algumas antíteses signi cativas que
permanecem sem solução dentro da concepção grega da Beleza, que se mostra bem mais complexa e problemática do que
as simpli cações operadas pela tradição clássica.

      Uma primeira antítese é aquela entre beleza e percepção sensível. Se de fato a Beleza é perceptível, mas não
completamente, pois nem tudo nela se exprime em formas sensíveis, abre-se uma perigosa oposição entre Aparência e
Beleza: oposição que os artistas tentarão manter entreaberta, mas que um lósofo como Heráclito abrirá em toda a sua
amplidão, a rmando que a Beleza harmônica do mundo se evidencia como casual desordem. Uma segunda antítese é
aquela entre som e visão, as duas formas perceptivas privilegiadas pela concepção grega (provavelmente porque, ao
contrário do cheiro e do sabor, são recondutíveis a medidas e ordens numéricas): embora se reconheça à música o
privilégio de exprimir a alma, é somente às formas visíveis que se aplica a de nição de belo (Kalón) como “aquilo que
agrada e atrai”. Desordem e música vão, assim, constituir uma espécie de lado obscuro da Beleza apolínea harmônica e
visível e como tais colocam-se na esfera de ação de Dioniso.

      Esta diferença é compreensível se pensarmos que uma estátua devia representar uma “ideia” (presumindo, portanto,
uma pacata contemplação), enquanto a música era entendida como algo que suscita paixões.

(ECO, Umberto. História da beleza. Trad. Eliana Aguiar. Rio de Janeiro, Record, 2004, p. 55-56) 

Considerando-se o uso linguístico nos segmentos, no contexto em que ocorrem no texto, está correto o que se a rma em:

A forma verbal destacada em Zeus teria designado (1° parágrafo) pode ser substituída pelo pretérito imperfeito do
A
subjuntivo sem prejuízo da correção gramatical.
A substituição da forma verbal em o governo do mundo coincide assim com uma harmonia precisa e mensurável (1°
B
parágrafo) por ajusta-se exige a substituição do elemento sublinhado por à.
O sentido mantém-se inalterado caso se substitua o segmento sublinhado em de cuja goela saiu [...] o mundo (1°
C
parágrafo) por em cuja goela imergiu.
A reescrita de embora se reconheça à música o privilégio de exprimir a alma (3° parágrafo) com o verbo na voz passiva
D
analítica deve conter a forma seja reconhecida.

Ao substituir-se a conjunção em Esta diferença é compreensível se pensarmos (4° parágrafo) por caso, o verbo pensar
E
deve assumir a forma do presente do modo subjuntivo.
210 Q937131 Português > Crase
Ano: 2017 Banca: RBO Órgão: Prefeitura de Piracicaba - SP Prova: RBO - 2017 - Prefeitura de Piracicaba - SP - Professor de Educação

Física

Assinale a alternativa que melhor completa as lacunas da frase a seguir: “Ontem fui __ praia __ meia-noite, encontrar __
Marcela __ luz do luar.”

A à/à/a/à

B à/a/a/a
C a/à/a/à

D a/a/a/à

E à/a/a/à

211 Q936620 Português > Crase , Problemas da língua culta , Sintaxe Concordância verbal, Concordância nominal
Ano: 2016 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2016 - UFMG - Engenheiro Civil

Assinale a alternativa que preenche adequadamente, de acordo com a norma culta, as lacunas da frase, na sequência.

Regina estava _____ indecisa quanto _____ mandar _____ faturas _____ ___notas scais.

A meio; a; as; anexas; às.

B meia; à; as; anexo; às.


C meia; à; as; anexas; as.

D meio; a; às; anexo; às.

212 Q936062 Português > Crase


Ano: 2018 Banca: CESPE Órgão: MPE-PI Prova: CESPE - 2018 - MPE-PI - Analista Ministerial - Área Processual
No que se refere aos aspectos linguísticos e aos sentidos do texto CB1A4-I, julgue o item que se segue.

É facultativo o emprego do acento indicativo de crase em “à outra” (ℓ.26), de modo que sua supressão não comprometeria a
correção gramatical e os sentidos originais do texto.

Certo
Errado

213 Q935900 Português > Crase


Ano: 2018 Banca: CESPE Órgão: MPE-PI Prova: CESPE - 2018 - MPE-PI - Técnico Ministerial - Área Administrativa

Fernando Sabino. O grande mentecapto. 62.ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2002.

Com referência aos sentidos do texto precedente e às estruturas linguísticas nele empregadas, julgue o item a seguir.

É obrigatório o sinal indicativo de crase empregado em “às suas peregrinações” (l.11), de maneira que sua supressão
acarretaria incorreção gramatical no texto.

Certo

Errado

214 Q935637 Português > Crase


Ano: 2018 Banca: FUNRIO Órgão: AL-RR Prova: FUNRIO - 2018 - AL-RR - Procurador

TEXTO I

Relação com o consumidor: impactos das redes sociais no comportamento de consumo

    Com a crescente popularização das redes sociais, diversos estudos sobre o impacto da conectividade no comportamento
de indivíduos e de grupos têm surgido. Novos hábitos, preferências e formas de relacionamento surgem a cada dia,
principalmente a partir do boom no uso dos smartphones.
    Como não poderia ser diferente, as empresas têm enfrentado o desa o de se adequar às novas formas de se relacionar
com os clientes, e, para isso, muitos pesquisadores estão investindo na compreensão sobre as formas de lidar com a
inovação dos meios de comunicação.
    Para entender a in uência no comportamento de compra e consumo diante das mudanças proporcionadas pelo uso das
redes sociais, conversamos com a Professora Sandra Salgado, que atualmente cursa seu Doutorado em Gestão de
Informação no IMS - Information Management School, na Universidade Nova de Lisboa em coparticipação da ECA/USP.
Os consumidores na Era da Informação
    De acordo com a especialista, a emergência das redes sociais tem transformado o modo como as pessoas lidam com a
sociedade, baseando-se em um modelo de interligação e comunicação de todos para todos. Para se ter dimensão da força
das redes, de acordo com uma pesquisa divulgada pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), em 2014, mais de
um bilhão de pessoas já estava ativo nesse tipo de meio de comunicação. Assim, as empresas têm percebido cada vez mais
a importância de utilizar as redes sociais como forma de se aproximar de seu público-alvo.
        Os novos consumidores surfaram a onda da inovação digital, adotaram a conectividade, mergulharam na mobilidade,
ganharam vozes diversas nas redes sociais e pediram uma nova forma de se relacionar com marcas, empresas, instituições,
explica Sandra Salgado.
        Com o brasileiro se mostrando cada vez mais participativo e conectado, esses novos hábitos acabaram afetando
diretamente a forma com que as empresas têm se relacionado com os clientes e consumidores em potencial. Um ponto de
grande destaque sobre o assunto é que a hiperconectividade e toda a facilidade com a qual as pessoas trocam informações
atualmente tem feito com que as tradicionais burocracias e demoras se tornem cada vez menos toleradas.
    De acordo com Salgado, nesse contexto, as interações e soluções em 'real time' são cada vez mais exigidas das empresas,
assim estas têm a chance, como nunca antes tiveram, de ouvir e participar das conversações com este novo consumidor. Há
uma profusão de possibilidades e de informações que nunca foram tão acessíveis aos usuários e uma multiplicidade de
canais de interação com os clientes tão numerosos quanto baratos. Essa é uma vantagem que precisa ser aproveitada para
a construção de algo que faça sentido para a vida das pessoas e que mantenha, portanto, a solidez e a sustentação dos
negócios ao longo do tempo.
A força da interação
    
        Com toda a facilidade proporcionada pelas plataformas digitais, as redes sociais contribuem de forma bastante
signi cativa na exposição das marcas, oferecendo, inclusive, um a oportunidade interessante para as empresas
interessadas na pesquisa com os consumidores e usuários, uma importante forma de conhecer o seu público.
Segundo a pesquisa "Hábitos e comportamento dos usuários de redes sociais no Brasil", da empresa de análise e interação
da mídia gerada pelo consumidor E.life, as redes sociais foram o quarto canal mais utilizado pelos usuários para se
comunicarem com as empresas: deles, 66,9% acompanham as páginas e per s de empresas, produtos e serviços em redes
sociais para terem atendimento on-line em caso de necessidade; 93,3% curtem páginas de empresas, produtos ou serviços
no Facebook; 48,5% passaram a admirar mais as marcas depois de curti-las no Facebook, revela a entrevistada.
    É  fácil perceber como as redes sociais dão voz aos usuários. Já imaginou quantas informações são compartilhadas
diariamente? E isso inclui a divulgação da experiência do público com produtos e serviços. Ora, com toda a atividade dos
usuários nas redes sociais, não é de se surpreender o enorme impacto que as postagens têm para melhorar ou prejudicar a
imagem de uma companhia, não é mesmo?
    Sandra Salgado a rma que os consumidores engajados em comunidades virtuais geralmente têm amplo conhecimento
do produto e envolvem-se em discussões relacionadas a ele, além de apoiarem-se mutuamente na resolução de problemas
e geração de idéias. Portanto, essas interações representam uma valiosa fonte de inovação para as empresas que buscam
ampliar seu grau de competitividade inserindo as plataformas digitais como forma de obter um conjunto maior de
informações sobre seus clientes/usuários.
Quem são os prosumers?
    Algumas pesquisas internacionais têm falado sobre uma nova classe de consumidores que está emergindo: os chamados
prosumers. No processo convencional de criação de valor para uma marca, a empresa e o consumidor tinham,
anteriormente, claramente papéis distintos, de produção e consumo. Porém, o que se observa hoje, é que cada vez mais os
consumidores estão se engajando na dupla tarefa de de nir e criar valor. Ou seja, a experiência de cocriação do consumo
tem se tornado abase do valor.
        A opinião do público é difundida cada vez mais facilmente por meio de blogs, websites de relacionamento e outras
formas de conectividade, aumentando a complexidade do contexto e dos fatores externos que in uenciam os hábitos dos
consumidores. Nessa direção, nota-se que consumidores estão agregando aprendizados e informações e cooperando para
que as mudanças no mercado e no ambiente ocorram deforma mais e ciente.
        A pesquisadora explica ainda que, durante anos, as empresas mantiveram uma relação unilateral com seu público,
oferecendo produtos e serviços sem a preocupação de manter um diálogo aberto, postura essa que está sendo reavaliada
diante de consumidores cada vez mais ativos, barulhentos e conectados socialmente. [...]
NEVES, Andressa. Relação com o consumidor: impactos das redes sociais no comportamento de consumo. Canaltech, 20
jun. 2016. Disponível em: <https://canaltech.com .br/redessociais / redes-sociais-os-novos-comportamentos-de-compra-
econsumo-70329/>. Acesso em: 27 jun. 2018. (Texto adaptado)

Neste fragmento [...] as empresas têm enfrentado o desa o de se adequar às novas formas de se relacionar com os
clientes [...], o acento indicativo da crase justi ca-se, nesse caso, por

A estar diante de um adjetivo feminino.

B fazer parte de uma locução prepositiva.


C indicar a contração da preposição com o pronome demonstrativo.

D marcar a junção da preposição com o artigo de nido.

Português > Ortogra a , Parônimos e Homônimos , Interpretação de Textos Crase , Sintaxe , Regência ,
Morfologia - Verbos , Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro) ,
215 Q935282
Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo) ,
Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano: 2018 Banca: COMVEST UFAM Órgão: UFAM Provas: COMVEST UFAM - 2018 - UFAM - Administrador ...

Leia o texto a seguir:


Depois do golpe militar de 1964, com a queda do presidente João Goulart, as forças militares ocuparam a Amazônia
brasileira, perseguindo e dispersando os principais líderes políticos democráticos, o que abriu caminho para a proposição
de um plano de modernização da região, elaborado no Sul do país. Isto implicou a entrada de capitais nacional e
estrangeiro, assim como a rede nição do espaço e das condições de vida da população. Aliás, no nal dos anos 1950, a
integração geográ ca da Amazônia com o Sul – na verdade uma proposta geopolítica – já havia começado através das
rodovias. É possível per lar um núcleo ligado a indústria automotora, assim como a suas indústrias adjacentes. Esse polo
industrial é intensamente estimulado pelos militares que, sob o discurso da modernização da Amazônia e sua integração
nacional, tinham promovido seu projeto geopolítico, mediante a construção de rodovias. Tais ideias e medidas não
conseguiam discriminar as especi cidades do Norte das do resto do país. (Do livro As Vozes do rio, de Ana Pizarro, p. 166.
Texto adaptado.)
Coloque V para verdadeiro e F para falso nas a rmativas a seguir, feitas a propósito de aspectos diversos do texto:
( ) A regência no trecho “Isto implicou a entrada de capitais” NÃO está correta, pois deveria ser “Isto implicou na entrada de
capitais”. ( ) As palavras “proposição”, “modernização” e “região”, constantes do primeiro período, formam um vício de
linguagem chamado barbarismo. ( ) No último período, para que o enunciado que correto, o vocábulo “discriminar” precisa
ser substituído pelo parônimo “descriminar”. ( ) Uma ideia que perpassa o texto é a de que as medidas para o
desenvolvimento da Amazônia, embora não condizentes com a sua realidade, eram necessárias. ( ) “Tinham promovido”, no
penúltimo período do texto, está conjugado no pretérito mais-queperfeito composto do indicativo. ( ) No trecho “É possível
per lar um núcleo ligado a indústria automotora”, o a deveria levar o acento indicativo de crase. Assinale a alternativa que
relaciona a sequência CORRETA de V e F de cima para baixo:

A V–F–V–V–F–F

B V–F–V–F–F–V
C V–V–F–F–V–F

D F–F–F–F–V–V
E F–V–F–V–F–V

216 Q935225 Português > Crase


Ano: 2018 Banca: VUNESP Órgão: Câmara de Nova Odessa - SP Prova: VUNESP - 2018 - Câmara de Nova Odessa - SP - Assistente

Legislativo

                            Cotas têm prós e contras

      Levantamento feito pela Folha de São Paulo ao nal de 2017 mostrou que, em boa parte dos cursos universitários,
alunos que ingressam por meio de cotas se formam com notas próximas dos demais. O estudo usou os resultados de mais
de 250 mil estudantes nas três últimas edições do Enade e constatou que alunos cotistas chegam a ter notas melhores que
os outros, por exemplo, em odontologia.

      É refrescante dispormos de dados objetivos sobre um assunto tantas vezes poluído por ideologias. É inegável que ações
a rmativas, como as cotas, são importantes mecanismos de justiça social em um país tão profundamente injusto como o
nosso. E as conclusões do levantamento indicam que tais ferramentas são válidas também no plano acadêmico: não se
con rmam os prognósticos de que o ingresso de alunos cotistas resultaria em degradação da qualidade dos cursos.

      O perigo é alguém acreditar que cotas resolvem alguma coisa no médio prazo. Nosso sistema educacional está doente, e
cotas são como um antitérmico, que reduz o desconforto do paciente, mas não ataca as causas da febre. O que precisamos
é que a escola pública, democrática e gratuita, ofereça formação de qualidade, para que as cotas se tornem desnecessárias.
Não é uma utopia: acontece em muitos outros países, inclusive mais pobres que o Brasil.

      Ações a rmativas não podem servir de álibi para continuarmos oferecendo formação inferior aos lhos das classes mais
desfavorecidas. Até porque propiciar acesso à universidade a alguns desses jovens deixa muita coisa por resolver. O mesmo
levantamento mostra que as notas de cotistas são sim inferiores à média nos cursos de exatas, possivelmente os mais
críticos para o desenvolvimento do país.

      Não é difícil aventar uma explicação. Em matemática, cada etapa prepara a seguinte, não é possível pular. Quem não
aprendeu multiplicação, não vai nunca entender frações. Se a matemática não é ensinada na escola, na faculdade é
simplesmente tarde demais. E aí os benefícios da ação a rmativa foram desperdiçados.

      Na virada do ano, outra notícia alvissareira: a Unicamp, talvez a mais inovadora de nossas universidades, aprovou a
criação de até 10% de vagas extras em seus cursos para candidatos premiados em competições escolares, como as
Olimpíadas Brasileiras de Matemática e Física. Uma espécie de “cotas por mérito”.

      Como todas as ideias inteligentes e com potencial para fazer diferença, essa também desperta oposição. Inclusive de
setores que advogam as cotas sociais, o que talvez não seja surpreendente, mas é certamente lamentável. Tomara que a
inteligência prevaleça.

                      (Marcelo Viana. Folha de S.Paulo, 21.01.2018. Adaptado)

Assinale a alternativa em cuja frase o acento indicativo da crase está corretamente empregado, conforme a norma-padrão
da língua portuguesa.

A Não há indícios de que a entrada de cotistas seja danosa à alguns cursos, como se pensava.
B Estudiosos do assunto divergem quanto aos benefícios das cotas à médio e longo prazos.

C O acesso às universidades é apenas um primeiro passo para democratização do ensino de qualidade.


D A falta de conhecimentos básicos de matemática torna-se prejudicial à quem almeja o ensino superior.

E Segundo pesquisa recente, boa parte dos brasileiros é favorável à ações a rmativas como cotas sociais.

217 Q933820 Português > Interpretação de Textos , Coesão e coerência , Crase


Ano: 2018 Banca: Quadrix Órgão: CFBio Prova: Quadrix - 2018 - CFBio - Agente Administrativo
Internet: <https://brasilescola.uol.com.br> (com adaptações).

Considerando a correção gramatical e a coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do
texto, julgue o item subsequente. “aos seres que vão nascer” (linha 1) por à seres que irão nascer

Certo

Errado

218 Q933541 Português > Morfologia , Preposições , Artigos Crase , Sintaxe , Regência
Ano: 2018 Banca: FCC Órgão: Câmara Legislativa do Distrito Federal Provas: FCC - 2018 - Câmara Legislativa do Distrito Federal -

Técnico Legislativo - Técnico de Arquivo e Biblioteca ...

“A primeira marca do príncipe soberano é o poder de dar lei a todos em geral, e a cada em particular. Mas isso não basta, e
é necessário acrescentar: sem o consentimento de maior nem igual nem menor que ele.” “O soberano de uma República,
seja ele uma assembleia ou um homem, não está absolutamente sujeito ..I.. leis civis. Pois tendo o poder de fazer ou
desfazer as leis, pode, quando lhe apraz, livrar-se dessa sujeição revogando as leis que o incomodam e fazendo novas.”

A primeira destas frases é do francês Jean Bodin (1576). A segunda é de Thomas Hobbes (1651). Ambos conferem ao
Príncipe legítimo uma potência (potestas) tal que o exercício do seu poder acha-se, como se vê, liberto de toda norma ou
regra. E, para medirmos a inovação assim introduzida, basta recorrermos ..II.. frase de um teólogo do século XII: “A
diferença entre o príncipe e o tirano é que o príncipe obedece à Lei e governa ..III.. seu povo em conformidade com o
Direito.”
(Adaptado de: LEBRUN, Gérard. O que é poder. Tradução de Renato Janine Ribeiro e Silvia Lara. São Paulo: Brasiliense,
1995, p. 28-29.)

Preenchem corretamente as lacunas I, II e III do texto, na ordem dada:

A às – à – o
B às – a – ao

C as – à – ao
D às – a – o

E as – à – o

219 Q933253 Português > Crase


Ano: 2018 Banca: CESPE Órgão: Polícia Federal Prova: CESPE - 2018 - Polícia Federal - Agente de Polícia Federal

Texto 12A1AAA
Edgar Allan Poe. A carta roubada. In: Histórias extraordinárias. Victor Civita, 1981. Tradução de Brenno Silveira e outros.
Julgue o seguinte item, relativo aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto 12A1AAA.

A supressão do sinal indicativo de crase em “à sua maneira” (l.2) manteria a correção gramatical do texto.

Certo

Errado

220 Q933239 Português > Crase


Ano: 2018 Banca: CESPE Órgão: Polícia Federal Prova: CESPE - 2018 - Polícia Federal - Agente de Polícia Federal

Internet: <www.cartacapital.com.br> (com adaptações).

No que se refere aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item seguinte.

O emprego do sinal indicativo de crase em “a uma paleta” (l.20) manteria a correção gramatical do texto, uma vez que, no
trecho, o vocábulo “a” antecede palavras no feminino.

Certo
Errado

Respostas

201: D 202: C 203: D 204: B 205: A 206: D 207: C 208: A 209: E 210: A 211: A

212: E 213: C 214: D 215: D 216: C 217: E 218: A 219: C 220: E


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