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AULA 6

Concentração, Molaridade, Densidade absoluta e Normalidade


O conceito de concentração comum (C) é amplamente utilizado no cotidiano
em rótulos de produtos como "suco concentrado" ou "detergente concentrado".
O termo concentração é utilizado para indicar a relação entre a quantidade de
soluto e a quantidade de solvente em uma solução. As quantidades podem ser
dadas em massa, volume, mol etc.

Entenda o conceito de concentração num


exemplo simples de solução: o suco de laranja

Suco de laranja integral ou suco in natura. Vem pronto para beber, produzido com frutas se-
lecionadas e com o mesmo frescor do suco espremido na hora. O suco integral deve ser engarrafado
sem a adição de água ou qualquer outro componente que não pertença à fruta.
Suco de laranja concentrado. Produzido a partir do suco in natura, o suco de laranja con-
centrado e congelado é natural, sendo consumido como suco reconstituído (100%) e utilizado na
composição de néctares e outras bebidas.
Diferença de concentração no suco in natura e no suco concentrado. O suco in natura é obti-
do a partir de processo de prensagem da fruta que, após a separação de cascas e bagaços, possui, em
média, 12% em massa de sólidos totais, solúveis e insolúveis. A preparação do suco concentrado é feita
por evaporação de água até que se atinja o teor médio de sólidos totais de 48% em massa.
Reconstituição do suco concentrado. O suco concentrado congelado pode ser utilizado de
diferentes maneiras pelas empresas engarrafadoras. Elas podem reconstituir apenas a água do suco,
de modo que tenha a mesma concentração do suco integral, e vendê-lo sem a adição de outros com-
ponentes (ou seja, suco 100%). Podem utilizar apenas uma porcentagem de suco para uma quantidade
maior de água, adicionando-se açúcares e outros produtos para fazer néctares (de 25 a 99% de suco)
ou refrescos (menos de 25% de suco). A quantidade de sucos 100%, néctares e refrescos varia bastan-
te de país para país, assim como a porcentagem do sabor laranja sobre o total de sucos.

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Concentração, Molaridade, Densidade absoluta e Normalidade
O que é concentração? Exemplo de concentração
do açúcar no cafezinho

Quando alguém lhe oferece um


café, normalmente pergunta: quantas co-
lheres de açúcar (ou quantas gotas de
adoçante)? Quimicamente falando, você
quer uma solução de café (solvente) com
açúcar (soluto), muito ou pouco concen-
Soluções de sulfato de cobre trada. Você pode preferir o seu café bem
com concentrações diferentes
doce, ou seja, com bastante quantidade
Quando falamos em concentração es- (massa) de açúcar por xícara (volume)
tamos nos referindo obrigatoriamente a uma de café. Ou pedirá um café com baixa
solução. Você já sabe que uma solução tem concentração de açúcar, ou seja, pouca
pelo menos dois componentes: soluto e quantidade (massa) de açúcar por xícara
solvente. Soluto é aquele que está dissol- (volume) de café. Podemos então calcular
vido; solvente aquele que dissolve. Em um a concentração de uma solução fazendo
copo de água com sal teremos a água como a relação entre a massa do soluto (açú-
solvente e o sal como soluto. Essa solução car) e o volume (capacidade da xícara)
possui densidade? Claro que sim, afinal é da solução (café).
matéria! Só que as soluções apresentam
também outra característica muito importan-
te: a concentração.

Concentração comum
A concentração comum (C) nada mais Concentrações de soluções podem
é do que a relação entre a massa (m) do so- ser expressas em diferentes unidades, en-
luto (o que está dissolvido) e do volume (V) tre outras:
da solução.
• Concentração comum;

m (massa do soluto) • Molaridade ou concentração molar;


C=
V (volume da solução)
• Normalidade ou concentração normal.

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Molaridade ou concentração molar em outra, como definimos agora, basta cal-
É uma forma diferenciada de determinar- cular o número de moles de ácido sulfúrico
mos a concentração de uma solução. Para a cujas massas atômicas são S = 32; O =
Química, as quantidades são frequentemente 16; H = 1. Fazendo os cálculos para deter-
expressas em mols ou moles (plural de mol). minar a massa molar, temos que o mol de
Podemos então calcular algo que chamare- H2SO4 é igual a 98 g.
mos de concentração molar. Concentração,
porque relaciona a quantidade de soluto por Temos:
m1 196
volume; molar porque essa quantidade não n1 = = =2
será expressa em quantidade de massa, mas mol 98
sim em moles.
n1 = 2 mols

Cálculo da molaridade Dessa forma, a concentração da solu-


ção de que tratamos pode ser expressa de
Para calcular a molaridade, faz-se a re- duas maneiras: ou dizemos que a solução
lação entre o número de moles do soluto e o do ácido sulfúrico tem concentração 196 g/L
volume da solução (em litros). ou dizemos que ela tem concentração de 2
moles de ácido sulfúrico por litro de solução.
Matematicamente temos: Nota-se que a solução é uma só, com uma
n1 só concentração embora haja várias formas
m= de expressar sua concentração.
V
A concentração de uma solução, ex-
Mas como: pressa em moles do soluto por litro de so-
lução, é chamada de molar. Assim, no caso
m1
n1 = visto, a solução de ácido sulfúrico é 2 molar,
M1 que simbolizamos por 2 M; a solução tem
concentração 2 M; portanto, devemos inter-
Então:
pretar isso como sendo 2 mols do ácido dis-
m1 m1 = massa do soluto (g) solvidos em 1 litro de solução. É claro que
m= podemos aplicar a regra de três simples e,
M1 . V V = volume da solução (L)
assim, se nessa solução de ácido sulfúrico
tomarmos 2 litros, nesse volume teremos 4
M1 . V = mol do soluto
mols de ácido; se tomarmos 3 litros, teremos
6 mols do ácido; se tomarmos 0,5 L teremos
A molaridade indica quantos moles de 1 mol do ácido e assim por diante, mas em
soluto, existem em cada litro de solução. qualquer volume dessa solução, a concen-
n1, m1, M1 - sempre se refere aos da- tração será 2 M.
dos do soluto.
n2, m2, M2 - sempre se refere aos da- 2. Se tivermos 100 g de cloreto de
dos do soluente. sódio (NaCl) e dissolvermos essa massa
em água, até completar 1 litro de solução,
Exemplos as duas expressões de concentração da
1. Uma solução de ácido sulfúrico solução ficarão:
(H2SO4) que tenha concentração 196 g/L, Na = 23
como vimos, contém 196 g do ácido dissol-
vidos em 1 litro de solução. Ora, transfor- Cl = 35,5
mando essa expressão de concentração "Mol" do NaCl = 23 + 35,5 = 58,5

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100 de água doce. Até em navios que perma-
100 g/L ou 58,5 necem muito tempo em alto mar, foram
= 1,7 M instaladas miniusinas de dessalinização,
1
onde é usado o processo da destilação: a
Então, a solução de cloreto de sódio água em ebulição evapora-se e é conden-
assim preparada tem uma concentração sada em outro recipiente. Como o sal não
(uma só), que pode ser expressa através evapora, ele fica depositado.
de 100 g/L ou 1,7 M, significando que tan-
to faz nos referirmos a essa solução como
tendo 100 g do sal em 1 litro de solução,
ou como tendo 1,7 "mol" do sal dissolvidos
em 1 litro de solução (1,7 M).

Relação entre a concentração (g/L)


e a molaridade Outra técnica é usada no Brasil, prin-
Verificando as duas fórmulas dadas, te- cipalmente no Nordeste, para tornar potá-
mos: vel a água salobra de poços profundos: o
fenômeno químico da osmose (passagem
m1 m1 de água de um meio menos concentrado
C= e m= para outro mais concentrado) aplicado ao
V M1 . V
contrário. Uma bomba empurra a água
Dividindo essas fórmulas, membro a salgada, mais concentrada, para um tan-
membro, temos: que com água sem sal, menos concen-
trada, onde uma película filtra e retém o
m1 sal. Esse processo é chamado “osmose
reversa”. O que sobra é uma água super-
C V
= saturada, e a solução para o problema é
m m1 depositá-la em recipientes onde o restante
M1 . V da água evapore e o sal possa ser vendido
comercialmente.
Onde:
Revista Superinteressante. Texto adaptado.
C
= M1 ou C = M1 . m
m
Densidade absoluta
Portanto, a concentração em grama/litro
de uma solução é igual à sua molaridade mul- A densidade absoluta de uma solução
tiplicada pelo mol do soluto. é a razão estabelecida entre a massa e o vo-
lume dessa solução.
Temos, portanto:

m
d=
A água do mar pode se tornar potável V

A dessalinização (retirada do sal da onde:


água do mar) já é realizada em vários d = densidade absoluta da solução
países, principalmente no Oriente Médio m = massa da solução (g)
e no norte da África, onde há escassez V = volume da solução (cm3 ou mL)

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Sua unidade é normalmente dada em
g/cm3 ou g/mL. m 50
d= d=
Diferentemente da concentração, na den- V 200
sidade utilizamos a representação em mL ou
cm3, com mais frequência.
d = 0,25 g/cm3

2. A densidade de uma solução é


2,8 g/L. Determine a massa dessa solução,
que apresenta um volume de 700 cm3.
Resolução.
Sabemos que 1 mL = 1cm3. Portanto
700 cm3 = 700 mL = 0,7 litros.
Substituindo na fórmula, teremos:

m
d= m=d.V m = 2,8 . 0,7
V

m = 1,96 g

Veja que neste exercício precisamos


primeiro transformar o volume de cm3 para
litros, pois a densidade foi dada em g/L.
A densidade de uma solução é que
determina a sua capacidade de misturar-
se ou não com outras substâncias sem
interferências físicas (aumento ou redu-
ção de temperatura). Podemos citar como
exemplo o vinagre e o óleo que não se
O que é densímetro?
misturam devido à diferença que essas
substâncias possuem em suas respecti-
vas densidades. Observe que o óleo fica
sempre na parte de cima.

Para uma melhor assimilação da utiliza-


ção e aplicabilidade de densidade, acompanhe
os dois exemplos a seguir:

1. Calcule a densidade absoluta de


uma solução que apresenta massa de 50 g
e um volume de 200 cm3.

m = 50 g
Dados do
V = 200 cm3
problema O instrumento mede a densidade
d =?
dos líquidos, ou seja, a massa dividida

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pelo volume. Trata-se de um tubo de vi-
dro com uma certa quantidade de chum- m1
bo na base, responsável pelo seu peso. E1
Na parte de cima do tubo há uma esca- N=
V
la desenhada. De acordo com o quími-
co Paulo Sumodjo, da Universidade de
São Paulo, “existem, na verdade, jogos ou
de densímetros com pesos de medida
diferentes. Cada um é usado para me- m1
dir determinada faixa de densidade de N=
líquidos. Ao mergulhar o densímetro no E1 . V
líquido, ele afunda até deslocar um vo-
lume de fluido cujo peso se iguale ao Unidade: eq-g/L ou normal
dele. A superfície do líquido indica de-
terminado ponto de escala, isto é, sua A normalidade indica quantos equivalen-
densidade”. Esses instrumentos são tes-grama de soluto existem em cada litro de
muito usados em postos de gasolina solução.
para verificar por meio da densidade o Exemplo:
grau de pureza do álcool usado como
combustível. Uma solução de ácido sulfúrico
0,1 N é aquela que contém 0,1 equivalen-
tes-grama do ácido dissolvido em cada
Normalidade ou concentração litro de solução.
normal (N)
A normalidade ou concentração nor- Relação entre a normalidade
mal (N) é a razão entre o número de equiva- e outras expressões de
lentes-grama (e1) do soluto e o volume (V) da concentração das soluções
solução, em litros.
Portanto: Podemos estabelecer uma relação en-
tre a concentração comum (C) e a norma-
lidade (N). Lembre-se de que a concentra-
e1
N= ção comum é a quantidade em gramas do
V soluto por mL da solução, e a normalidade
é a quantidade de equivalentes-grama.

Como já vimos que o número de equiva-


lentes-grama (e) de uma substância é calcu- m1
lado dividindo-se a massa (m) da substância C=
V
pelo valor (E) de seu equivalente-grama.
Para o soluto temos que:
e

m1 m1
e1 = N=
E1 E1 . V

Substituindo e na fórmula da normalida- Relacionando a fórmula da concentração


de, temos: comum com a fórmula da normalidade, temos:
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m1 Convertendo cm3 para litro:
C V 500 x 1
= 1.000 cm3 1L V=
N m1 1.000
500 cm3 V V = 0,5 L
E1 . V
Resolução
Onde:
m1 = 50 g
C
= E1 ou C = N . E1 V (L) = 0,50 L
N Dados do
MH SO = 98 g
problema 2 4

M 98
Podemos relacionar também a norma- E= = = 49 g
2 2
lidade (N) e a molaridade (m).
Temos: Substituindo os valores na fórmula:

m1 m1
N= N=
E1 . V E1 . V

e 9,8
N=
49 . 0,5
m1
m=
M1 . V N = 0,40 eq-g/L

Temos então uma solução 0,40 nor-


Relacionando um com outro, temos: mal ou 0,40 N.

m1
E1 . V 2. Calcule a normalidade de um áci-
N
= do sulfúrico de densidade 1,7 e 73% em
m m1 peso.
M1 . V
Resolução
Onde:
O problema consiste em se transfor-
C E1
= ou m . M1 = N . E1 mar uma expressão de concentração em
N M1 outra, isto é, porcentagem em peso (ou tí-
tulo porcentual) em normalidade.
Como sempre, precisamos, inicial-
Exemplos: mente, interpretar a concentração forneci-
da. Uma solução de ácido sulfúrico de 73%
1. Determine a normalidade de em peso é aquela que contém 73 g de
uma solução aquosa de ácido sulfúrico H2SO4 em 100 g de solução. Vê-se que,
que foi preparada pela adição de 9,8 g pela simples interpretação da concentra-
do ácido em água suficiente para obter ção, temos o numerador e o denominador
500 m 3 de solução. da concentração. Em nosso caso, temos
(Dados: H = 1; O = 16; S = 32) 73 g de ácido e, assim, podemos saber

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o número de equivalentes-grama contido (m) do soluto (o que está dissolvido) e do
nessa massa; sendo o mol do H2SO4 = 98, volume (V) da solução.
o equivalente-grama do ácido será: Veja a fórmula:
98 g
E=
2
m (massa do soluto)
Como m1 = 73 g, temos para o cálcu- C=
V (volume da solução)
lo do número de equivalentes:
m1 73 Este ácido possui
e1 = = = 1,48 1,48 equivalentes-
E 49 grama para esta Molaridade
concentração.

É uma forma de se calcular a con-


Temos que saber o volume da solu-
Como: ção em litros. Assim, como temos centração de uma solução. É sempre ex-
e1 100 g de solução (73 g dissolvidos pressa em mols.
em 100 g de solução), podemos
N= calcular o volume desta através da Calcula-se a molaridade fazendo-se
V fórmula da densidade. a relação entre o número de moles do so-
luto e o volume da solução.
m m
d= ou V=
V d
n1
Portanto: m=
V
m 100
V= = = 58,82 mL ou cm3
d 1,7
Como precisamos do volume em litros, devemos
Densidade absoluta
fazer a transformação: V = 0,058 L.
É a relação entre a massa e o volu-
Temos então: me da solução:
e1 1,48
N= = = 25,1 normal
V 0,058 m
d=
V
A solução é 25,1 N.

Normalidade ou concentração
normal (N)

É a razão entre o número de equiva-


Concentração, Molaridade, lentes-grama (e1) do soluto e o volume (V)
Densidade absoluta da solução, em litros.
e Normalidade
e1
Concentração N=
V
A concentração comum (C) nada
mais é do que a relação entre a massa

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a) ( ) 80 g/L e 2 molar
b) ( ) 60 g/L e 4 molar
c) ( ) 40 g/L e 6 molar
d) ( ) 30 g/L e 3 molar

1. Uma solução de ácido nitroso (HNO2) 4. Assinale a alternativa que indica a


tem concentração 120 g/L e densidade de massa de H 2SO4, em gramas, contida em
0,98 g/cm3. Depois de calcular a molaridade 200 mL de solução 0,2 molar (0,2 M).
(m) e a normalidade (N) da solução, a que
conclusão se chega? a) ( ) 5,44 g (Massas atômicas:
(Dados: H = 1; N = 14; O = 16)
b) ( ) 2,54 g H = 1; S = 32;
c) ( ) 3,15 g O = 16)

a) ( ) A normalidade e a molaridade são d) ( ) 3,92 g


iguais.
b) ( ) A normalidade tem valor maior 5. Uma solução apresenta massa de
que a molaridade. 270 g e ocupa um volume de 45 cm3. Qual é a
c) ( ) A molaridade tem valor maior que densidade absoluta (em g/cm3)?
a normalidade.
d) ( ) A massa molecular e o equivalen- a) ( ) 6 g/cm3
te são diferentes. b) ( ) 8 g/cm3
c) ( ) 4 g/cm3
2. Calcule a molaridade e a concentra- d) ( ) 9 g/cm3
ção (g/L) de uma solução de ácido clorídrico
(HCl) que possui 730 g em 5 litros de solução. 6. Uma solução qualquer tem densida-
Assinale a alternativa que apresenta correta- de igual 2,2 g/L. Ao utilizarmos 100 g dessa
mente esses valores. solução, qual será o volume envolvido na so-
lução?
a) ( ) 4 molar e 150 g/L (Massas atômicas:
b) ( ) 6 molar e 146 g/L H = 1 , Cl = 35,5)
c) ( ) 4 molar e 146 g/L
d) ( ) 3 molar e 120 g/L

3. Um químico dissolveu 160 g de hi-


dróxido de sódio (NaOH) em água e, após a
dissolução do sal, completou a solução para
2 litros. Calcular a concentração (g/L) e a mo-
laridade dessa solução.
a) ( ) 200 mL
b) ( ) 450 mL
c) ( ) 25 L
d) ( ) 45,4 L

7. Temos 500 mL de uma solução de


densidade igual a 1,2 g/cm3. Qual a massa
dessa solução? (Lembre: 1 cm3 = 1 mL)

a) ( ) 600 g
b) ( ) 400 g
(Massas atômicas: Na = 23; O = 16; c) ( ) 500 g
H = 1) d) ( ) 200 g
Química 2 - Aula 6 71 Instituto Universal Brasileiro
MNaOH = (23 x 1) + (16 x 1) + (1 x 1) = 40
Dados do
m1 = 160 g
problema
V =2L

Concentração:
m1 160
1. a) ( x ) A normalidade e a molari- C=
V
=
2
= 80 g/L
dade são iguais.
Molaridade:
Comentário. Observe que neste caso, m1 160
a molaridade (m) e a normalidade (N) são m= = = 2 molar ou 2 M
M1 . V 40 . 2
iguais: m = 2,55 e N = 2,55. Isto porque a mas-
sa molecular (M) e o equivalente (E) também
apresentam o mesmo valor: M = 47 e E = 47. 4. d) ( x ) 3,92 g
Verifique os cálculos: Comentário. Neste exercício, calcula-se
Molaridade: a massa usando-se a fórmula da molaridade:
MHNO = (1 x 1) + (1 x 14) + (2 x 16) = 47
2 MH SO = (2 x 1) + (1 x 32) + (4 x 16) = 98 g
Dados do 2 4

M 47 problema V = 200 mL = 0,2 L


E= = = 47 g m = 0,2 M
V 1 m1 = ?
C 120
m= = = 2,55 molar m1
MHNO 47 m= m1 = m . M1 . V
2 M1 . V

Normalidade: m1 = 0,2 . 98 . 0,2 m1 = 3,92 g


C 120
N= = = 2,55 normal
E 47
5. a) ( x ) 6 g/cm3
Observe que neste caso a normalidade (N) Comentário. Conhecendo-se a massa e o
e a molaridade (m) são iguais, pois a massa
molecular (M) e o equivalente (E) são iguais. volume da solução, calcula-se a densidade absoluta.

m = 270 g m 270
Dados do d= = = 6 g/cm3
V = 45 cm3
2. c) ( x ) 4 molar e 146 g/L problema
d=?
V 45
Comentário. A resolução do exercício
deve ser feita utilizando as fórmulas e substi-
tuindo os dados do exercício. 6. d) ( x ) 45,4 L
Comentário. Novamente aplicando a fór-
MHCl = (1 x 1) + (1 x 35,5) = 36,5 g
Dados do mula da densidade, calcula-se o volume da solução:
m1 = 730 g
problema
V =5L m m
d = 2,2 g/L d= V=
Concentração: Dados do V d
m = 100 g
problema 100
m1 V=? V= = 45,4 L
730 2,2
C= = = 146 g/L
V 5 Para sabermos em cm3, multiplicamos por 1.000: V = 45.400 cm3.

Molaridade:
m1 730 7. a) ( x ) 600 g
m= = = 4 molar ou 4 M Comentário. Para calcular a massa, bas-
M1 . V 36,5 . 5
ta multiplicar o valor da densidade pelo volume
da solução, sempre usando a mesma fórmula:
3. a) ( x ) 80 g/L e 2 molar
Comentário. Para a resolução, basta V = 500 mL d=
m
m=d.V
Dados do V
usar as fórmulas para os cálculos da concen- d = 1,2 g/mL
problema
tração e da molaridade, colocando os valores m=? m = 1,2 . 500 m = 600 g
dados no exercício.
Química 2 - Aula 6 72 Instituto Universal Brasileiro

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