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UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA – UFRR CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA – CCT DEPARTAMENTO DE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA UFRR CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA CCT DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ESTRUTURAS METÁLICAS I

PROJETO DE TRELIÇA METÁLICA PLANA DE GALPÃO INDUSTRIAL

Boa Vista RR, Julho de 2009

UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA – UFRR CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA – CCT DEPARTAMENTO DE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA UFRR CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA CCT DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ESTRUTURAS METÁLICAS

PROJETO DE TRELIÇA METÁLICA PLANA DE GALPÃO INDUSTRIAL

ALUNO: Adriel Carlos Batista dos Santos Ítalo Harry Cunha Chitlal Ricardo de Melo Rocha Otaniel Mendes de Souza Junior PROF.: Dr. Leon Tolstoi Salles Ferreira.

  UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA – UFRR PROJETO: PROJETO DE TRELIÇA METÁLICA PLANA DE GALPÃO
 

UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA UFRR PROJETO: PROJETO DE TRELIÇA METÁLICA PLANA DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS

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SUMÁRIO

1. Dados do Projeto

 

2

2. Determinação da Velocidade Característica do Vento

2

2.1. Velocidade básica do vento

 

2

2.2. Fator topográfico S 1

3

2.3. Rugosidade do terreno, fator S 2

3

2.4. Fator estatístico S 3

 

4

2.5. Velocidade característica do vento

4

3. Pressão Dinâmica

 

4

4. Coeficientes de Pressão

 

5

4.1. Coeficientes de pressão e de forma, externos, para paredes

5

4.2. Coeficientes de pressão e de forma, externos, para telhado

7

4.3. Coeficiente de pressão e de forma, internos, para telhado

10

4.3.1. Valores resultantes

 

10

4.3.2. Combinações

 

11

4.3.3. Combinações mais nocivas

 

12

4.3.4. Determinação do carregamento devido ao vento

13

4.4.

Dimensionamento das Terças

 

14

4.4.1. Coeficiente para calculo das telhas e vigas de tampamento

14

4.4.2. Carregamento nas telhas da cobertura

14

4.4.3. Dimensionamento das terças

 

15

4.4.3.1. Combinação dos carregamentos

15

4.4.3.2. Esforços internos solicitantes

 

15

4.5.

Cálculo da tesoura

 

16

5. Carregamento

16

5.1. Peso

próprio

 

16

5.2. Sobre carga

17

5.3. Vento

 

18

5.3.1. Caso

1

18

5.3.2. Caso

2

18

5.4.

Esforços nas barras

 

19

5.4.1. Carregamento peso próprio

 

19

5.4.2. Carregamento

sobrecarga

20

5.4.3. Carregamento vento caso 1

 

21

5.4.4. Carregamento vento caso 2

22

6. Verificações para os perfis selecionados

25

6.1.1. Verificação de perfis sob compressão

25

6.1.2. Verificação de perfis sob tração

 

25

6.2.

Dimensionamento da ligação das barras nas chapas do Gusset

27

6.2.1. Dimensionamento das soldas

 

27

6.2.2. Verificação da ligação das barras na chapa de Gusset (Nó T)

27

6.3.

Detalhamento Gusset

 

28

1. 2. i: 27% Vb: 30 m/s UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA – UFRR PROJETO: PROJETO

1.

2.

1. 2. i: 27%

i: 27%

Vb: 30 m/s

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Figura 1 – Detalhes da Construção

Figura 1 Detalhes da Construção

METÁLICAS Figura 1 – Detalhes da Construção Página 2 de 27 Dados do Projeto Cidade: Manaus

Página 2 de 27

Figura 1 – Detalhes da Construção Página 2 de 27 Dados do Projeto Cidade: Manaus Determinação

Dados do Projeto

Detalhes da Construção Página 2 de 27 Dados do Projeto Cidade: Manaus Determinação da Velocidade Característica
Detalhes da Construção Página 2 de 27 Dados do Projeto Cidade: Manaus Determinação da Velocidade Característica
Detalhes da Construção Página 2 de 27 Dados do Projeto Cidade: Manaus Determinação da Velocidade Característica
Detalhes da Construção Página 2 de 27 Dados do Projeto Cidade: Manaus Determinação da Velocidade Característica
Detalhes da Construção Página 2 de 27 Dados do Projeto Cidade: Manaus Determinação da Velocidade Característica
Detalhes da Construção Página 2 de 27 Dados do Projeto Cidade: Manaus Determinação da Velocidade Característica

Cidade: Manaus

Determinação da Velocidade Característica do Vento

2.1. Velocidade básica do vento

Consultando o Anexo C e a figura 1 da NBR 6123/1988, temos os seguintes valores

para a cidade de Manaus:

Latitude: 03°09’ S

Longitude: 59°59’ W

Altitude: 84 m

Correspondentes a uma velocidade (V 0 ) de aproximadamente 30 m/s.

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2.2.

Fator topográfico S 1

 

Considerando que Manaus é localizada, em sua maioria, em terreno plano ou fracamente

acidentado, temos o valor de

acidentado, temos o valor de (NBR 6123/1988, item 5.2).

(NBR 6123/1988, item 5.2).

2.3.

Rugosidade do terreno, fator S 2

 
Direção do vento a 0°

Direção do vento a 0°

 
Dimensão frontal: 20 m;

Dimensão frontal: 20 m;

;
;

;

Classe A: devido a largura não exceder 20 m;

Classe A: devido a largura não exceder 20 m;

 
Categoria IV: caracterizado como terreno coberto por obstáculos numerosos e poucos espaçados, em zona florestal,

Categoria IV: caracterizado como terreno coberto por obstáculos numerosos e poucos espaçados, em zona florestal, industrial ou urbanizada. Consultando a tabela 1 (NBR 6123/1988), temos:

urbanizada. Consultando a tabela 1 (NBR 6123/1988), temos:   É calculado o valor S 2 pela
urbanizada. Consultando a tabela 1 (NBR 6123/1988), temos:   É calculado o valor S 2 pela
 
 

É

calculado o valor S 2 pela seguinte fórmula:

 
 
 

É

calculado o fator S 2 para as seguintes alturas:

 
o fator S 2 para as seguintes alturas:   Adotar apenas os valores de S 2
o fator S 2 para as seguintes alturas:   Adotar apenas os valores de S 2
o fator S 2 para as seguintes alturas:   Adotar apenas os valores de S 2

Adotar apenas os valores de S 2 para 5 e 10 m.

 
Direção do vento a 90°

Direção do vento a 90°

 
Dimensão frontal: 30 m;

Dimensão frontal: 30 m;

;
;

;

Classe B: pois a largura está entre 20 e 50 m;

Classe B: pois a largura está entre 20 e 50 m;

 
Categoria IV: caracterizado como terreno coberto por obstáculos numerosos e poucos espaçados, em zona florestal,

Categoria IV: caracterizado como terreno coberto por obstáculos numerosos e poucos espaçados, em zona florestal, industrial ou urbanizada. Consultando a tabela 1 (NBR 6123/1988), temos:

numerosos e poucos espaçados, em zona florestal, industrial ou urbanizada. Consultando a tabela 1 (NBR 6123/1988),
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DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Página 4 de 27 É calculado o fator S 2 para as seguintes
DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Página 4 de 27 É calculado o fator S 2 para as seguintes

É calculado o fator S 2 para as seguintes alturas:

 
o fator S 2 para as seguintes alturas:   Adotar apenas os valores de S 2
o fator S 2 para as seguintes alturas:   Adotar apenas os valores de S 2
o fator S 2 para as seguintes alturas:   Adotar apenas os valores de S 2

Adotar apenas os valores de S 2 para 5 e 10 m.

2.4.

Fator estatístico S 3

Consultando a tabela 3 da NBR 6123/1988, a edificação é classificada no Grupo 2 com o valor de S 3 igual a 1,00 .

2.5.

Velocidade característica do vento

 

Segundo o item 4.1, letra b é dada a fórmula para o cálculo das velocidades características.

 
 
Na direção do vento a 0°  

Na direção do vento a 0°

 

Para

Para

Para

Para
Na direção do vento a 90°

Na direção do vento a 90°

Para

Para

Para

Para

3. Pressão Dinâmica

Segundo o item 4.2, letra c é dada a fórmula para o cálculo das pressões dinâmicas.

 
 
Na direção do vento a 0°  

Na direção do vento a 0°

 

Para

Para

Para

Para
Na direção do vento a 90°

Na direção do vento a 90°

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Para

Para

4. Coeficientes de Pressão

Página 5 de 27 Para Para 4. Coeficientes de Pressão 4.1. Coeficientes de pressão e de
Página 5 de 27 Para Para 4. Coeficientes de Pressão 4.1. Coeficientes de pressão e de

4.1. Coeficientes de pressão e de forma, externos, para paredes

Como

de pressão e de forma, externos, para paredes Como , da tabela 4 (NBR 6123/1988) temos

, da tabela 4 (NBR 6123/1988) temos que

para paredes Como , da tabela 4 (NBR 6123/1988) temos que   Valores de C e
para paredes Como , da tabela 4 (NBR 6123/1988) temos que   Valores de C e
 

Valores de C e para

 
 
      C p e médio
   
      C p e médio

C pe médio

A 1 e B 1

A 2 e B 2

A 3 e B 3

C

D

A

B

C 1 e D 1

C 2 e D 2

-0,9

-0,8

-0,5

-0,35

+0,7

-0,4

+0,7

-0,4

-0,8

-0,4

Os valores de A 3 e B 3 foram interpolados linearmente de acordo com a tabela 4 (NBR

foram interpolados linearmente de acordo com a tabela 4 (NBR gerando o valor acima. 6123/1988), pois

gerando o valor acima.

6123/1988), pois

Coeficientes de pressão de vento à 0° Para A 1 e B 1 :
Coeficientes de pressão de vento à 0°
Para A 1 e B 1 :

Para A 2 e B 2 :

Coeficientes de pressão de vento à 0° Para A 1 e B 1 : Para A
Para A 3 e B 3 : Para C pe médio:
Para A 3 e B 3 :
Para C pe médio:
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DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 2 – Coeficientes de pressão externos em parede
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 2 – Coeficientes de pressão externos em parede
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 2 – Coeficientes de pressão externos em parede
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 2 – Coeficientes de pressão externos em parede
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 2 – Coeficientes de pressão externos em parede
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 2 – Coeficientes de pressão externos em parede
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 2 – Coeficientes de pressão externos em parede
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 2 – Coeficientes de pressão externos em parede
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 2 – Coeficientes de pressão externos em parede
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 2 – Coeficientes de pressão externos em parede
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 2 – Coeficientes de pressão externos em parede
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 2 – Coeficientes de pressão externos em parede
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 2 – Coeficientes de pressão externos em parede
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 2 – Coeficientes de pressão externos em parede
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 2 – Coeficientes de pressão externos em parede
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 2 – Coeficientes de pressão externos em parede
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 2 – Coeficientes de pressão externos em parede
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 2 – Coeficientes de pressão externos em parede
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 2 – Coeficientes de pressão externos em parede
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 2 – Coeficientes de pressão externos em parede
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 2 – Coeficientes de pressão externos em parede
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 2 – Coeficientes de pressão externos em parede
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 2 – Coeficientes de pressão externos em parede
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 2 – Coeficientes de pressão externos em parede
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 2 – Coeficientes de pressão externos em parede

Figura 2 Coeficientes de pressão externos em parede com vento à 0°

Coeficientes de pressão de vento à 90°

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Para C 1 e D 1 :

Para C 2 e D 2 :

Para C pe médio:

D 1 : Para C 2 e D 2 : Para C p e médio: Figura

Figura 3 Coeficientes de pressão externos em parede com vento à 90°

Como parâmetros: ϴ 15° UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA – UFRR PROJETO: PROJETO DE TRELIÇA METÁLICA

Como

parâmetros:

ϴ

15°

Como parâmetros: ϴ 15°

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, da tabela 5 (NBR 6123/1988) e

Valores de C e para

, da tabela 5 (NBR 6123/1988) e Valores de C e para   EF GH EG
 
 
 
 
 

EF

GH

EG

FH

IJ

-1,0

-0,4

-0,8

-0,6

-0,4

-1,4

-1,2

e Valores de C e para   EF GH EG FH IJ -1,0 -0,4 -0,8 -0,6
e Valores de C e para   EF GH EG FH IJ -1,0 -0,4 -0,8 -0,6
e Valores de C e para   EF GH EG FH IJ -1,0 -0,4 -0,8 -0,6
e Valores de C e para   EF GH EG FH IJ -1,0 -0,4 -0,8 -0,6
e Valores de C e para   EF GH EG FH IJ -1,0 -0,4 -0,8 -0,6
e Valores de C e para   EF GH EG FH IJ -1,0 -0,4 -0,8 -0,6
e Valores de C e para   EF GH EG FH IJ -1,0 -0,4 -0,8 -0,6
e Valores de C e para   EF GH EG FH IJ -1,0 -0,4 -0,8 -0,6
e Valores de C e para   EF GH EG FH IJ -1,0 -0,4 -0,8 -0,6
e Valores de C e para   EF GH EG FH IJ -1,0 -0,4 -0,8 -0,6
e Valores de C e para   EF GH EG FH IJ -1,0 -0,4 -0,8 -0,6
e Valores de C e para   EF GH EG FH IJ -1,0 -0,4 -0,8 -0,6
e Valores de C e para   EF GH EG FH IJ -1,0 -0,4 -0,8 -0,6
e Valores de C e para   EF GH EG FH IJ -1,0 -0,4 -0,8 -0,6
e Valores de C e para   EF GH EG FH IJ -1,0 -0,4 -0,8 -0,6
e Valores de C e para   EF GH EG FH IJ -1,0 -0,4 -0,8 -0,6
e Valores de C e para   EF GH EG FH IJ -1,0 -0,4 -0,8 -0,6
e Valores de C e para   EF GH EG FH IJ -1,0 -0,4 -0,8 -0,6
e Valores de C e para   EF GH EG FH IJ -1,0 -0,4 -0,8 -0,6
e Valores de C e para   EF GH EG FH IJ -1,0 -0,4 -0,8 -0,6
e Valores de C e para   EF GH EG FH IJ -1,0 -0,4 -0,8 -0,6
e Valores de C e para   EF GH EG FH IJ -1,0 -0,4 -0,8 -0,6

Figura 4Coeficientes de pressão externos em telhado com vento à 0°

Página 7 de 27

- -1,2
- -1,2

- -1,2

4.2. Coeficientes de pressão e de forma, externos, para telhado

Coeficientes de pressão e de forma, externos, para telhado , temos os seguintes C pe médio

, temos os seguintes

C pe médio
C pe médio

O valor de FH foi interpolado linearmente de acordo com a tabela 5 (NBR 6123/1988). Coeficientes de pressão de vento à 0°

5 (NBR 6123/1988). Coeficientes de pressão de vento à 0° Comprimento de E e G: Comprimento

Comprimento de E e G:

6123/1988). Coeficientes de pressão de vento à 0° Comprimento de E e G: Comprimento de F

Comprimento de F e H:

Comprimento de IJ: 15m

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Figura 6 – Ce para o cálculo de pórtico ou treliças
Figura 6 – Ce para o cálculo de pórtico ou treliças
Figura 6 – Ce para o cálculo de pórtico ou treliças
Figura 6 – Ce para o cálculo de pórtico ou treliças

Figura 6 Ce para o cálculo de pórtico ou treliças

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Ce para o cálculo de pórtico ou treliças Página 8 de 27 Figura 5 – Coeficientes

Figura 5 Coeficientes de pressão externos, cortes AA, BB e CC em telhado com vento à 0°

) serão utilizados para o cálculo dos elementos localizados,

Os cortes AA e BB ( tais como beiral, terças e telhas.

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DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 7 – Coeficientes de pressão internos em telhado
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 7 – Coeficientes de pressão internos em telhado
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 7 – Coeficientes de pressão internos em telhado
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 7 – Coeficientes de pressão internos em telhado
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 7 – Coeficientes de pressão internos em telhado
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 7 – Coeficientes de pressão internos em telhado
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 7 – Coeficientes de pressão internos em telhado
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 7 – Coeficientes de pressão internos em telhado
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 7 – Coeficientes de pressão internos em telhado
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 7 – Coeficientes de pressão internos em telhado
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 7 – Coeficientes de pressão internos em telhado
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 7 – Coeficientes de pressão internos em telhado
DE GALPÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Figura 7 – Coeficientes de pressão internos em telhado

Figura 7 Coeficientes de pressão internos em telhado com vento à 90°

Página 9 de 27

internos em telhado com vento à 90° Página 9 de 27 Figura 8 – Coeficientes de

Figura 8 Coeficientes de pressão externos, cortes AA, BB e CC em telhado com vento à 90°

C e ( UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA – UFRR PROJETO: PROJETO DE TRELIÇA METÁLICA PLANA

C e (

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Figura 9 - Ce para o cálculo de pórtico ou treliças ) Figura 10 -
Figura 9 - Ce para o cálculo de pórtico ou treliças
)
Figura 10 - C e (
)

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Os cortes AA e BB ( tais como beiral, terças e telhas.

) serão utilizados para o cálculo dos elementos localizados,

4.3. Coeficiente de pressão e de forma, internos, para telhado

Considerando os fechamentos das paredes do galpão feito em chapa de aço, que é considerável permeável segundo o item 6.2.2 da NBR 6123/1988. Assim, segundo o item 6.2.5, para paredes internas permeáveis, a pressão interna pode ser considerada uniforme. Também será desprezada a presença da abertura principal do galpão (portão principal) na presença de vento forte.

Assim, serão adotados os valores para C pi para edificação com quatro faces igualmente permeáveis (NBR 6123/1988):

para C p i para edificação com quatro faces igualmente permeáveis (NBR 6123/1988): 4.3.1. Valores resultantes

4.3.1. Valores resultantes

para C p i para edificação com quatro faces igualmente permeáveis (NBR 6123/1988): 4.3.1. Valores resultantes
C e ( C i (-0,3) UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA – UFRR PROJETO: PROJETO DE

C e (

C i (-0,3)

C e ( C i (-0,3) UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA – UFRR PROJETO: PROJETO DE TRELIÇA

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)

) Figura 11 - C e ( ) Figura 12 – C i ( ) Figura
) Figura 11 - C e ( ) Figura 12 – C i ( ) Figura

Figura 11 - C e (

)
)
) Figura 11 - C e ( ) Figura 12 – C i ( ) Figura
) Figura 11 - C e ( ) Figura 12 – C i ( ) Figura

Figura 12 C i (

) Figura 11 - C e ( ) Figura 12 – C i ( ) Figura

)

) Figura 11 - C e ( ) Figura 12 – C i ( ) Figura

Figura 13 Combinação A

) Figura 11 - C e ( ) Figura 12 – C i ( ) Figura
) Figura 11 - C e ( ) Figura 12 – C i ( ) Figura
) Figura 11 - C e ( ) Figura 12 – C i ( ) Figura

Figura 14 Combinação B

4.3.2. Combinações

– C i ( ) Figura 13 – Combinação A Figura 14 – Combinação B 4.3.2.
– C i ( ) Figura 13 – Combinação A Figura 14 – Combinação B 4.3.2.

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Para UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA – UFRR PROJETO: PROJETO DE TRELIÇA METÁLICA PLANA DE GALPÃO

Para

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Figura 15 – Combinação C Figura 17 – Combinação para Figura 18 – Combinação para

Figura 15 Combinação C

Figura 15 – Combinação C Figura 17 – Combinação para Figura 18 – Combinação para
Figura 15 – Combinação C Figura 17 – Combinação para Figura 18 – Combinação para
Figura 15 – Combinação C Figura 17 – Combinação para Figura 18 – Combinação para
Figura 15 – Combinação C Figura 17 – Combinação para Figura 18 – Combinação para
Figura 15 – Combinação C Figura 17 – Combinação para Figura 18 – Combinação para
Figura 15 – Combinação C Figura 17 – Combinação para Figura 18 – Combinação para
Figura 15 – Combinação C Figura 17 – Combinação para Figura 18 – Combinação para

Figura 17 Combinação para

Figura 15 – Combinação C Figura 17 – Combinação para Figura 18 – Combinação para
Figura 15 – Combinação C Figura 17 – Combinação para Figura 18 – Combinação para
Figura 15 – Combinação C Figura 17 – Combinação para Figura 18 – Combinação para
Figura 15 – Combinação C Figura 17 – Combinação para Figura 18 – Combinação para

Figura 18 Combinação para

Figura 15 – Combinação C Figura 17 – Combinação para Figura 18 – Combinação para
– Combinação para Figura 18 – Combinação para Figura 16 – Combinação D 4.3.3. Combinações mais

Figura 16 Combinação D 4.3.3. Combinações mais nocivas Para

Figura 18 – Combinação para Figura 16 – Combinação D 4.3.3. Combinações mais nocivas Para Página
Figura 18 – Combinação para Figura 16 – Combinação D 4.3.3. Combinações mais nocivas Para Página

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Para Para UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA – UFRR PROJETO: PROJETO DE TRELIÇA METÁLICA PLANA DE

Para

Para Para
Para Para

Para

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Figura 19 – Carregamento para Figura 20 – Combinação para
Figura 19 – Carregamento para Figura 20 – Combinação para
Figura 19 – Carregamento para Figura 20 – Combinação para

Figura 19 Carregamento para

Figura 19 – Carregamento para Figura 20 – Combinação para
Figura 19 – Carregamento para Figura 20 – Combinação para
Figura 19 – Carregamento para Figura 20 – Combinação para
Figura 19 – Carregamento para Figura 20 – Combinação para

Figura 20 Combinação para

Figura 19 – Carregamento para Figura 20 – Combinação para

Para 10m

4.3.4. Determinação do carregamento devido ao vento Carga

para Para 10m 4.3.4. Determinação do carregamento devido ao vento Carga Para 5m Para 5m Para
para Para 10m 4.3.4. Determinação do carregamento devido ao vento Carga Para 5m Para 5m Para

Para 5m

para Para 10m 4.3.4. Determinação do carregamento devido ao vento Carga Para 5m Para 5m Para
para Para 10m 4.3.4. Determinação do carregamento devido ao vento Carga Para 5m Para 5m Para
para Para 10m 4.3.4. Determinação do carregamento devido ao vento Carga Para 5m Para 5m Para
para Para 10m 4.3.4. Determinação do carregamento devido ao vento Carga Para 5m Para 5m Para
para Para 10m 4.3.4. Determinação do carregamento devido ao vento Carga Para 5m Para 5m Para

Para 5m

para Para 10m 4.3.4. Determinação do carregamento devido ao vento Carga Para 5m Para 5m Para

Para 10m

para Para 10m 4.3.4. Determinação do carregamento devido ao vento Carga Para 5m Para 5m Para

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2,07m

2,07m 2,07m 2,07m 2,07m

2,07m 2,07m

2,07m

2,07m

1,04m

.
.

PP=

2,07m 2,07m 2,07m 2,07m 2,07m 2,07m 2,07m 2,07m 1,04m . PP= . 1,00m 1,00m 2,00m 2,00m
2,07m 2,07m 2,07m 2,07m 2,07m 2,07m 2,07m 2,07m 1,04m . PP= . 1,00m 1,00m 2,00m 2,00m
2,07m 2,07m 2,07m 2,07m 2,07m 2,07m 2,07m 2,07m 1,04m . PP= . 1,00m 1,00m 2,00m 2,00m
2,07m 2,07m 2,07m 2,07m 2,07m 2,07m 2,07m 2,07m 1,04m . PP= . 1,00m 1,00m 2,00m 2,00m
.
.
1,00m
1,00m
1,00m
1,00m

2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m

2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m

2,00m

2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m

2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m

2,00m

2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m

2,00m

2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m

2,00m

2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m

2,00m

2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m

2,00m

2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m

2,00m

2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m

2,00m

2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m
2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 1,00m 2 0,00m Figura 21 – Disposição das terças
2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 1,00m 2 0,00m Figura 21 – Disposição das terças
2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 1,00m 2 0,00m Figura 21 – Disposição das terças
2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 1,00m 2 0,00m Figura 21 – Disposição das terças
2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 1,00m 2 0,00m Figura 21 – Disposição das terças
2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 2,00m 1,00m 2 0,00m Figura 21 – Disposição das terças

1,00m

2 0,00m

Figura 21 Disposição das terças e treliças

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1,04m

1,00m

4.4. Dimensionamento das Terças

telha a ser utilizada na cobertura será a telha de aço zincado de espessura de 50mm

Coeficiente para calculo das telhas e vigas de tampamento

coeficiente para o calculo das telhas é de 1,4 (sucção).

Carregamento nas telhas da cobertura

Peso próprio

Sobrecarga SC= Peso Total = Vento (sucção) =

Combinações de carregamentos Carregamento 1 = PP + SC = 300 N/m² Carregamento 2 = PP + vento = 482 N/m² Para o carregamento de 482 N/m², e para uma flecha máxima de L/200, o fabricante da telha (PINHEIRO, Anexo D) fornece o vão máximo entre as terças de 3,2m.

Afastamento entre terças adotado =

2,07m
2,07m
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4.4.3. Dimensionamento das terças Será estimada uma carga de 120 N/m² para o peso próprio de terças e correntes. PP (terças + correntes) = PP (telhas) = TOTAL=

uma carga de 120 N/m² para o peso próprio de terças e correntes. PP (terças +
uma carga de 120 N/m² para o peso próprio de terças e correntes. PP (terças +
uma carga de 120 N/m² para o peso próprio de terças e correntes. PP (terças +
uma carga de 120 N/m² para o peso próprio de terças e correntes. PP (terças +

SC (Sobrecarga) =

SC (Sobrecarga) =
 

Vento =

Vento =
Vento =

4.4.3.1.

Combinação dos carregamentos

Cargas verticais: peso próprio e sobrecarga Carga ortogonal ao plano da cobertura: vento

 
Carga ortogonal ao plano da cobertura: vento   (PP + SC): (PP + vento): 4.4.3.2. Esforços

(PP + SC):

(PP + SC):
ortogonal ao plano da cobertura: vento   (PP + SC): (PP + vento): 4.4.3.2. Esforços internos

(PP + vento):

(PP + vento):
plano da cobertura: vento   (PP + SC): (PP + vento): 4.4.3.2. Esforços internos solicitantes As

4.4.3.2.

Esforços internos solicitantes

As terças serão consideradas biapoiadas nas tesouras e travadas lateralmente no sentido

do eixo x através de correntes (barras redondas).

 

(PP + SC):

(PP + SC):
lateralmente no sentido do eixo x através de correntes (barras redondas).   (PP + SC): (PP

(PP + vento):

(PP + vento):
lateralmente no sentido do eixo x através de correntes (barras redondas).   (PP + SC): (PP
 
 
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Pré-dimensionamento do perfil
Adotando
Será adotada:
4.5.
Cálculo da tesoura
A
geometria da tesoura é apresentada abaixo.
Figura 22 – Geometria da tesoura
5. Carregamento
5.1.
Peso próprio
O
peso próprio foi determinado através do aplicatico FTOOL,
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17 de 27
Figura 23 – Carregamento do peso próprio
Figura 24 – Resultante nos apoios
Figura 25 – Carregamento do peso próprio da treliça
5.2. Sobre carga
Figura 26 – Carregamento da sobre-carga
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5.3. Vento

 

5.3.1.

Caso 1

Página 18 de 27 5.3. Vento   5.3.1. Caso 1   Figura 27 – Carregamento do
 

Figura 27 Carregamento do vento para o Caso 1

 
27 – Carregamento do vento para o Caso 1     Figura 28 – Resultante do
 

Figura 28 Resultante do carregamento do vento para o Caso 1

 
Figura 29 – Carregamento resultante para o vento para o Caso 1

Figura 29 Carregamento resultante para o vento para o Caso 1

5.3.2.

Caso 2

resultante para o vento para o Caso 1 5.3.2. Caso 2   Figura 30 – Carregamento
 

Figura 30 Carregamento do vento para o Caso 2

 
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Figura 31 – Resultante do carregamento do vento para o Caso 2
Figura 32 – Carregamento resultante para o vento para o Caso 2
5.4. Esforços nas barras
5.4.1. Carregamento – peso próprio
Figura 33 – Esforços normais resultantes do peso próprio
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5.4.2. Carregamento – sobrecarga
Figura 34 – Esforços normais resultantes da sobrecarga
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5.4.3. Carregamento – vento – caso 1
Figura 35 – Esforços normais resultantes do vento para o caso 1
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5.4.4. Carregamento – vento – caso 2
Figura 36 – Esforços normais resultantes do vento para o caso 2
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6. Verificações para os perfis selecionados
Perfis:
Banzo superior e inferior: L 50 x 50 x 6,4;
Diagonais e montantes: L 44 x 44 x 6,4.
6.1.1.
Verificação de perfis sob compressão
Para verificação dos perfis selecionados será considerado as solicitações nos trechos mais
críticas de cada perfil.
6.1.2.
Trecho HI
Classificação da seção
Como
, a seção é compacta temos
.
Ìndice de esbeltez reduzido
Como se trata de cantoneira, o coeficiente que reflete a influência da flambagem será
Como as barras tem seção transversal é duplamente simétrica, temos
Para barras comprimidas temos o índice reduzido será
Fator de redução para compressão
Para
, temos
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Resistência de cálculo
(OK!)
6.1.3. Verificação de perfis sob tração
Para verificação dos perfis selecionados será considerado as solicitações nos trechos mais
críticas de cada perfil. Segue a verificação para o Trecho PQ e os outros trechos encontram-se
em seguida tabelados e calculados analogamente ao trecho descrito.
Trecho PQ
Área líquida efetiva
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Resistência de cálculo
6.2. Dimensionamento da ligação das barras nas chapas do Gusset
6.2.1.
Dimensionamento das soldas
6.2.2.
Verificação da ligação das barras na chapa de Gusset (Nó T)
6.2.2.1. Rasgamento
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DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Página 28 de 27 (OK) Com o dimensionamento feito, foram realizadas todas as
DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Página 28 de 27 (OK) Com o dimensionamento feito, foram realizadas todas as
DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Página 28 de 27 (OK) Com o dimensionamento feito, foram realizadas todas as

(OK)

DISCIPLINA: ESTRUTURAS METÁLICAS Página 28 de 27 (OK) Com o dimensionamento feito, foram realizadas todas as

Com o dimensionamento feito, foram realizadas todas as verificações cabíveis e o dimensionamento se mostrou satisfatório. 6.2.3. Detalhamento do Gusset

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