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13/11/2019

CONCRETO PROTENDIDO - HISTÓRICO

ESTRUTURAS EM CONCRETO PROTENDIDO


■ Final do séc. XIX – Surgem patentes e ensaios de métodos de
protensão – sem êxito. A protensão se perdia devido à retração e a

ESTRUTURAS DE deformação com o tempo sob tensão (fluência do concreto)

CONCRETO PROTENDIDO

FLUÊNCIA - Fenômeno do aumento gradual de deformação com o tempo, sob tensão constante.

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CONCRETO PROTENDIDO - HISTÓRICO


■ 1928: Freyssinet publica o resultado de suas pesquisas sobre as ■ 1941-45: Construção da primeira obra em Concreto Protendido (CP).
perdas de protensão.
● Reconhecimento do efeito duradouro da protensão por meio da
utilização de elevadas tensões no aço;
● Inventou e patenteou:
─ Métodos construtivos;
─ Aços
─ Concretos especiais
─ equipamentos

Èugene Freyssinet Ponte de Luzancy sobre o Rio Marne


1941-1945, Freyssinet

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CONCRETO PROTENDIDO - HISTÓRICO CONCRETO PROTENDIDO - HISTÓRICO


■ Após a 2º Guerra Mundial – Grande impulso do CP devido a escassez ■ Brasil: 1940-48 – Construção da ponte do Galeão, ligando a Ilha do
de aço; Governador - Ilha do Fundão no Rio de Janeiro.

● Projeto orientado por Freyssinet;


● Na época, a mais extensa ponte
em CP do mundo (380 m);
● Uso de pós tensão.

1950: 1ª ponte protendida em balanços sucessivos


(Alemanha) - Projeto de Finster Walder

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CONCRETO PROTENDIDO - HISTÓRICO CONCRETO PROTENDIDO - HISTÓRICO


■ Brasil: 1950 – Fundada a Sociedade Técnica para Utilização da
■ Brasil: 1954 – Surge o sistema de protensão Rudloff
Protensão (STUP) brasileira;
● Foi o primeiro sistema de protensão utilizado no Brasil de forma
■ Brasil: 1952 – Construção da 2ª obra em CP, executada com aço
competitiva em relação as empresas estrangeiras existentes à época.
brasileiro. Recorde à época com 801 m, sendo o projeto de autoria de
Freyssinet. ● A primeira viga protendida utilizando o sistemas Rudloff, foi elaborada
em caráter experimental nas instalações da empresa SITUBOS,
subsidiária da BRASILIT e aprovada pelo Engenheiro Péricles Fusco, do
IPT de São Paulo.
● O sistema de protensão Rudloff é apropriado para obras de pequeno a
grande porte e destina-se principalmente ao pós-tensionamento de
estruturas de concreto.
Ponte de Juazeiro, PE

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CONCRETO PROTENDIDO - HISTÓRICO PROTENSÃO


CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA ■ Introduz na peça esforços prévios que reduzem ou anulam as
■ Versatilidade de uso, podendo ser tensões de tração no concreto sob ação das solicitações em serviço
- desloca a faixa de trabalho do concreto para o âmbito das
aplicado tanto para protensão aderente,
quanto para protensão não aderente; compressões, onde o material é mais eficiente.
■ Introduzir na estrutura um estado prévio de tensões capaz de
■ Possibilidade de protensões parciais e melhorar sua resistência ou comportamento, sob diversas
enfiação dos cabos antes ou após a condições de carga.” (Pfeil, 1984)
concretagem.

Dr. Rudloff em meio a pilhas de


pórticos empilhados

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PROTENSÃO - MATERIAIS PROTENSÃO - MATERIAIS


AÇOS DE PROTENSÃO
CONCRETO fck ≥ 25 MPa
■ Elevada resistência ;
■ Com a protensão é possível
reduzir as dimensões das peças; ■ Ausência de patamar de escoamento;
■ A força de protensão pode ■ Fornecidos na forma de:
causar solicitações prévias ● Fios trefilados de aço carbono – em rolos ou bobinas;
elevadas. ● Cordoalhas – fios enrolados em forma de hélice;
■ Módulo de deformação mais ● Barras de aço-liga de alta resistência, laminadas a quente
elevado – menores perdas por
retração e fluência.

Quartel da Polícia Militar em São Paulo - SP

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PROTENSÃO - MATERIAIS PROTENSÃO - MATERIAIS
FIOS E CORDOALHAS FIOS E CORDOALHAS
■ NORMAS ■ Principais propriedades mecânicas:
● NBR 7482:2008 – Fios de aço para estruturas de concreto protendido - ● Limite de escoamento convencional à tração: tensão para a qual o aço
apresenta deformação unitária residual de 0,2%, após descarga;
Especificação
● Resistência à ruptura por tração;
● NBR 7483:2008 – Cordoalhas de aço para estruturas de concreto
protendido - Especificação ● Alongamento de ruptura;
● Limite de elasticidade: tensão que produz deformação unitária de
■ DIVISÃO QUANTO A MODALIDADE DE TRATAMENTO 0,01%;
● Aços aliviados ou de Relaxação Normal (RN) ● Módulo de elasticidade, inclinação da parte elástica do diagrama.
● Aços estabilizados ou de Relaxação Baixa (RB)

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PROTENSÃO - MATERIAIS PROTENSÃO - MATERIAIS


FIOS DE PROTENSÃO CORDOALHAS
■ É um conjunto de fios de aço que se entrelaçam formando uma
hélice.
■ As cordoalhas de aço podem ser nuas ou revestidas.

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PROTENSÃO - MATERIAIS PROTENSÃO - MATERIAIS


CORDOALHAS CORDOALHAS
■ Cordoalha de três fios: constituída de três fios de ■ CLASSIFICAÇÃO QUANTO RESISTÊNCIA À TRAÇÃO
mesmo diâmetro nominal, encordoados juntos, em ● Categoria CP-190
forma helicoidal, com passo uniforme. ● Categoria CP-210

■ Cordoalha de sete fios: constituída de seis fios de mesmo diâmetro


nominal, encordoados juntos, de forma helicoidal, com passo Os números 190 e 210 correspondem ao limite mínimo da
uniforme em torno de um fio central . resistência à tração em kgf/mm²
(1 kgf/mm² = 9,8 MPa)

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PROTENSÃO - MATERIAIS PROTENSÃO - MATERIAIS
CORDOALHAS CORDOALHAS

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PROTENSÃO - MATERIAIS PROTENSÃO - MATERIAIS


CORDOALHAS CABOS DE PROTENSÃO
■ Formados pela reunião de duas ou mais cordoalhas (máximo 37);
■ Confeccionados com cordoalhas de diâmetros 12,7 mm e 15,2 mm.

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CABOS DE PROTENSÃO BAINHA METÁLICA
■ Possibilita a movimentação das cordoalhas
durante à operação de protensão;
■ Recebe a injeção da nata de cimento;
■ A nata de cimento promove a proteção
das cordoalhas contra a corrosão e gera
aderência posterior da armadura de
protensão com o concreto;
■ Para a sua perfeita execução: Normas
técnicas NBR 6118, 7681, 7682, 7683,
7684, 7685 e 14931.

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APOIO ou CADEIRA ANCORAGEM
■ Dispositivo metálico ou de plástico utilizado para apoiar e segurar os
■ Realiza o travamento da cordoalha e distribui as tensões geradas
cabos durante a montagem conforme a posição de projeto.
pela peça estrutural
EMENDA ■ Há três tipos de ancoragens:
■ Peça confeccionada com molas que une duas pontas de cordoalhas ● ATIVA
e transfere a força de protensão.
● INTERMEDIÁRIA
● PASSIVA

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ANCORAGEM ATIVA ANCORAGEM INTERMEDIÁRIA
■ Local onde se acopla o macaco hidráulico para tensionar os cabos de ■ Localizada num ponto intermediário que permite tensionar um dado
protensão. comprimento do cabo sem cortá-lo.

Ancoragem ativa Rudloff tipo “E “

Ancoragem intermediária Rudloff tipo “Z “

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PROTENSÃO - MATERIAIS PROTENSÃO - MATERIAIS


ANCORAGEM PASSIVA ARMADURA DE FRETAGEM
■ Localizada na extremidade do cabo. ■ Armadura frouxa (passiva) destinada a resistir às tensões locais de tração
no concreto, transmitida pela ancoragem das barras ao mesmo (NBR
■ A extremidade fica dentro do concreto da peça a ser protendida.
14931-2004 )

Ancoragem passiva Rudloff tipo “PC “

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PROTENSÃO - MATERIAIS PROTENSÃO - MATERIAIS
ARMADURA DE FRETAGEM
ARMADURA DE FRETAGEM
■ Em todas as ancoragens de cordoalhas protendidas com aderência
posterior é necessário inserir armadura de fretagem (cintamento) a fim ■ Devido ao elevado esforço de
de evitar abertura de fissuras por tração transversal no concreto devido compressão resultante da
ao carregamento parcial do concreto junto à ancoragem (CARVALHO, protensão, parte da peça de
2012). concreto tenta entrar no bloco. Essa
ruptura dar-se-á de forma cônica e
para evitar que este fenômeno
ocorra são introduzidas armaduras
de fretagem, na forma de espiral.

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PROTENSÃO - MATERIAIS PROTENSÃO - MATERIAIS


CUNHAS NICHO
■ Peças tronco-cônicas metálicas, com ranhuras que mordem o aço de ■ Peça plástica de utilidade temporária, que pode ser reaproveitada,
protensão durante a transferência da força de protensão do macaco utilizada na extremidade ativa permitindo que o macaco hidráulico
hidráulico para a ancoragem. tenha acesso a cavidade da placa de ancoragem.

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PROTENSÃO - MATERIAIS PROTENSÃO - MATERIAIS


PLACA PARA ANCORAGEM BARRAS DE AÇO-LIGA
■ Placa onde se alojam as cunhas que permitem a transferência da ■ Barras com comprimento máximo de 12 m fabricadas com aço de
força de protensão para o concreto. Há atrito entre a cunha e a baixa liga (aços com adição de pequenos teores (1,5% a 5%) de outros elementos de liga
placa. como , por exemplo, Manganês, Silício, Níquel, Cromo, Molibdênio e Vanádio, visando obtenção
de propriedades especiais).

■ Conformação superficial especial que forma uma rosca contínua de


em todo o comprimento
■ As barras possuem roscas especiais duplo filetadas laminadas a
quente, de qualidade superior e passo longo, de fácil limpeza e
praticamente indestrutíveis.

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PROTENSÃO - MATERIAIS PROTENSÃO - MATERIAIS
BARRAS DE AÇO-LIGA BARRAS DE AÇO-LIGA

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PROTENSÃO - MATERIAIS PROTENSÃO - EQUIPAMENTOS


BARRAS DE AÇO-LIGA MISTURADOR/COLETOR e BOMBA INJETORA
■ Responsável pela injeção de nata de cimento na bainha

Equipamento Rudlof para injeção.

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PROTENSÃO - EQUIPAMENTOS PROTENSÃO - EQUIPAMENTOS

CONJUNTO MACACO HIDRÁULICO-BOMBA CONJUNTO MACACO HIDRÁULICO-BOMBA


■ É o equipamento tensionador responsável pelo processo de
protensão.
■ O macaco e o manômetro da bomba devem ser calibrados
conjuntamente antes da protensão, e não devem ser separados.
■ O equipamento de protensão deve ser mantido em local limpo e
seco e sua operação deve ser executada por profissional
especializado.

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PROTENSÃO - SISTEMAS PROTENSÃO - SISTEMAS
SISTEMA DE PÓS-TENSÃO COM ADERÊNCIA (NBR 6118/2003) SISTEMA DE PÓS-TENSÃO COM ADERÊNCIA (NBR 6118/2003)
■ Concreto protendido em que o pré-alongamento da armadura ativa é
realizado após o endurecimento do concreto, sendo utilizados, como
apoios, partes do próprio elemento estrutural, criando
posteriormente aderência com o concreto de modo permanente, por
meio da injeção das bainhas.

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SISTEMA DE PÓS-TENSÃO COM ADERÊNCIA (NBR 6118/2003) SISTEMA DE PÓS-TENSÃO COM ADERÊNCIA (NBR 6118/2003)
❶ Montagem da forma
❷ Instalação e fixação das bainhas
❸ Concretagem da peça
❹ Introduzir os cabos
❺ Tensionar os cabos
❻ Injetar a nata de cimento
❼ Aderência é feita entre o cabo e a nata

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PROTENSÃO - SISTEMAS PROTENSÃO - SISTEMAS


SISTEMA DE PÓS-TENSÃO COM ADERÊNCIA (NBR 6118/2003) SISTEMA DE PÓS-TENSÃO SEM ADERÊNCIA (NBR 6118/2003)
VANTAGENS
■ A nata de cimento protege as cordoalhas da corrosão;
■ As cordoalhas permanecem esticadas durante toda a vida útil da
estrutura;
■ Garante que as tensões elevadas sejam absorvidas;
■ Se um cabo for cortado ou se romper, sua força é redistribuída aos
outros cabos;
■ Estruturas mais seguras.

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PROTENSÃO - SISTEMAS PROTENSÃO - SISTEMAS
SISTEMA DE PÓS-TENSÃO SEM ADERÊNCIA (NBR 6118/2003) SISTEMA DE PÓS-TENSÃO SEM ADERÊNCIA INTERNA
■ Concreto protendido em que o pré-alongamento da armadura ativa é ■ Utiliza monocordoalhas engraxadas fabricadas por processo
realizado após o endurecimento do concreto, sendo utilizados, como contínuo, no qual a cordoalha é coberta por uma camada de graxa e
apoios, partes do próprio elemento estrutural, mas não sendo criada revestida com polietileno de alta densidade (PEAD).
aderência com o concreto, ficando a armadura ligada ao concreto ■ Não há injeção de nata após a protensão.
apenas em pontos localizados.
■ Este sistema pode ser:
● Interno
● Externo

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SISTEMA DE PÓS-TENSÃO SEM ADERÊNCIA INTERNA SISTEMA DE PÓS-TENSÃO SEM ADERÊNCIA INTERNA

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SISTEMA DE PÓS-TENSÃO SEM ADERÊNCIA INTERNA SISTEMA DE PÓS-TENSÃO SEM ADERÊNCIA INTERNA
VANTAGENS
■ Grandes vãos com grande esbeltez das lajes;
■ Redução do número de pilares;
■ Economia em estrutura com vãos superiores a 7,0 m;
■ Redução, e até eliminação, de flechas e fissuras nas lajes;
DESVANTAGENS
■ Apesar dos cabos terem proteção anticorrosiva, as ancoragens não têm;
■ Não é recomendada para ambientes agressivos;
■ Eventuais falhas nas ancoragens desativam instantaneamente o cabo;
■ Deve ser evitado execução de furos ou chumbamento;
■ Maior cuidado no manuseio para evitar rasgos na bainha plástica.
Esquema típico de montagem de uma laje com monocordoalhas engraxadas

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SISTEMA DE PÓS-TENSÃO SEM ADERÊNCIA EXTERNA SISTEMA DE PÓS-TENSÃO SEM ADERÊNCIA EXTERNA
■ Utilizada para reforço estrutural; VANTAGENS
■ Custo baixo; ■ Redução do peso próprio da estrutura;
■ Facilidade de inspeção dos cabos;
■ Alivia esforços em pilares intermediários.
■ Concretagem e protensão são etapas independentes entre si;
■ Melhor controle visual da concretagem sem as bainhas;
■ Não há atrito.
DESVANTAGENS
■ Cabos de protensão mais vulneráveis;
■ Cabos de protensão sujeitos à vibração

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SISTEMA DE PRÉ-TENSÃO (NBR 6118/2003) SISTEMA DE PRÉ-TENSÃO (NBR 6118/2003)
■ Concreto protendido em que o pré-alongamento da armadura é feito
utilizando-se apoios independentes do elemento estrutural, antes do
lançamento do concreto, sendo a ligação da armadura de protensão
com os referidos apoios desfeita após o endurecimento do concreto.
■ A ancoragem no concreto realiza-se só por aderência.
1) Posicionar os cabos
2) Pré-tensão
3) Alcançar a resistência do concreto
4) Ancoragem é feita na aderência
do aço com o concreto

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SISTEMA PROTENSÃO COM BARRAS DE AÇO-LIGA SISTEMA PROTENSÃO COM BARRAS DE AÇO-LIGA
■ Sistema que utiliza barras de aço especiais como elemento resistente ■ Permite a ancoragem com porcas, além de emendas com luvas em
a tração, com porcas e placas de ancoragem que distribuem a carga qualquer ponto.
aplicada sobre à estrutura ancorada.
■ Aplicações estruturais:
● Reforços estrutural;
● Estaiamentos;
● Travamento de fôrmas;
● Pré-moldados;
● Suportes.

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PROTENSÃO - SISTEMAS PROTENSÃO - SISTEMAS
SISTEMA PROTENSÃO COM BARRAS DE AÇO-LIGA SISTEMA PROTENSÃO COM BARRAS DE AÇO-LIGA
❶ Porca de ancoragem ❶ Porca de ancoragem - Transfere a protensão para a placa
❷ Placa de ancoragem ● Porcas hexagonais de base cônica;
❸ Luva de emenda ● Porcas sextavadas de base reta;

❷ Placa de ancoragem – distribui as tensões sobre à estrutura ancorada.


● Tipo furo reto (FR)
● Tipo furo cônico (FC)

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SISTEMA PROTENSÃO COM BARRAS DE AÇO-LIGA SISTEMA PROTENSÃO COM BARRAS DE AÇO-LIGA
❸ Luva de emenda - Permite a montagem de tirantes de qualquer
comprimento
● A barra pode ser cortada e emendada em qualquer ponto;
● A emenda é executada de forma fácil e sem desperdício de material.

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PROTENSÃO - SISTEMAS PROTENSÃO - SISTEMAS


SISTEMA PROTENSÃO COM BARRAS DE AÇO-LIGA SISTEMA PROTENSÃO COM BARRAS DE AÇO-LIGA
■ ANCORAGEM SEGURA - Utilização de placas e porcas de ancoragem:
não permitem escorregamento quando a força de protensão é
reduzida;
■ ALTA RESISTÊNCIA - A rosca robusta e duplo filetada proporciona
máxima aderência entre a barra e a calda de cimento;
■ FÁCIL PROTENSÃO - Ancoragens com placa e porca dispensando
ajustes complexos e utilizando equipamento de simples operação;
■ REPROTENSÃO - O sistema possibilita a desprotensão e a
reprotensão.

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PROTENSÃO - SISTEMAS TIPOS DE PROTENSÃO NO ESTADO DE UTILIZAÇÃO
SISTEMA PROTENSÃO COM BARRAS DE AÇO-LIGA

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TIPOS DE PROTENSÃO PROTENSÃO COMPLETA NBR 7197 (item 4.1.1)


■ A NBR 6118 estabelece critérios de projeto nos casos de protensão ■ Proporciona as melhores condições de proteção das armaduras
completa, limitada e parcial. contra a corrosão. Esse fator torna esta modalidade de protensão
muito interessante para obras situadas em meios agressivos.
■ Pode-se citar:
● Tirantes em concreto protendido, deseja-se impedir a fissuração do
concreto e assim, sob cargas de serviço o concreto permanece
comprimido.
● Reservatórios protendidos para garantir as estanqueidade do concreto
quando o reservatório está cheio.

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PROTENÇÃO LIMITADA NBR 7197 (item 4.1.2) PROTENÇÃO PARCIAL NBR 7197 (item 4.1.3)
■ Comumente utilizada em elementos estruturais tais como pontes e ■ O critério estabelecido neste caso é semelhante ao critéro
passarelas. As peças de concreto ficam sujeitas a tensões de estabelecido para protensão limitada, porém, permite-se que as
protensão menores que as produzidas por uma protensão total, o tensões de tração no concreto atinjam valores mais elevados
que pode trazer as seguintes vantagens: ocasionando a formação de fissuras de maior abertura.
● Menores tensões de tração e compressão na época da protensão;
● Melhor comportamento com relação às deformações sob o efeito da
fluência do concreto.

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PROTENSÃO - CAMPO DE APLICAÇÃO PROTENSÃO - CAMPO DE APLICAÇÃO
ELEMENTOS LINEARES LAJES ALVEOLARES
■ Lajes ■ Painéis de concreto protendido com seção transversal constante e
■ Vigas alvéolos longitudinais, responsáveis pela redução do peso da peça
sem perda da capacidade resistente, proporcionando menores
■ outros cargas na estrutura e nas fundações.

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PROTENSÃO - CAMPO DE APLICAÇÃO PROTENSÃO - CAMPO DE APLICAÇÃO


PISO INDUSTRIAL SUPERFÍCIE CIRCULARES
■ Maior vida útil; ■ Protensão circular aplicada em estruturas cilíndricas de seção
■ Menor quantidade de juntas de dilatação – transversal arredondada, a exemplo de silos e reservatórios.
distância de até 150 m;
■ Menores espessuras
■ Exemplos de emprego:
● Pistas de aeroportos;
● Edificações com estoque vertical de cargas
ou com tráfego de equipamentos pesados.

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PROTENSÃO - CAMPO DE APLICAÇÃO PROTENSÃO - CAMPO DE APLICAÇÃO


SUPERFÍCIES CIRCULARES SUPERFÍCIES CIRCULARES

Museu de Arte Popular da Paraíba (MAPP), Campina Grande, PB - Oscar Niemeyer Museu de Arte Contemporânea (MAC), Niterói, RJ - Oscar Niemeyer

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PROTENSÃO - CAMPO DE APLICAÇÃO PROTENSÃO - CAMPO DE APLICAÇÃO
SUPERFÍCIES CIRCULARES PONTES EM BALANÇOS SUCESSIVOS
■ Execução da estrutura em segmentos, aduelas de comprimento
variável de 3 a 10 metros, constituindo balanços equilibrados pelo
avanço simultâneo dos balanços dos vãos vizinhos;
■ As aduelas podem ser pré-moldadas ou concretadas no local.

Museu Oscar Niemeyer (MON) em Curitiba – PR

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ESTRUTURAS EM CONCRETO PROTENDIDO

PROTENSÃO - CAMPO DE APLICAÇÃO PERDAS DE PROTENSÃO


ESTRUTURAS “OFFSHORE” São verificadas nos esforços aplicados aos cabos e podem ser
classificadas em:
■ IMEDIATAS:
● Por atrito
● Por deformação da ancoragem
● Sucessiva
■ DIFERIDAS:
● Por retração do concreto
● Por fluência do concreto
● Por relaxação da armadura

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ESTRUTURAS EM CONCRETO PROTENDIDO

PERDA DE PROTENSÃO PERDA DE PROTENSÃO


IMEDIATAS POR ATRITO IMEDIATAS POR DEFORMAÇÃO DA ANCORAGEM
■ São produzidas por atrito do cabo com peças adjacentes durante a ■ Provocada por movimentos nas cunhas de ancoragem, quando o
protensão. esforço é transferido do macaco hidráulico para a placa de apoio.
■ Fatores que influenciam o coeficiente de atrito:
● Forma da superfície do aço;
● Grau de oxidação da bainha e dos cabos;
● Dureza das superfícies em contato;
● Lubrificação das bainhas.

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PERDA DE PROTENSÃO PERDA DE PROTENSÃO


IMEDIATAS POR DEFORMAÇÃO SUCESSIVA DIFERIDAS POR RETRAÇÃO DO CONCRETO
■ Provocada pelas perdas de todos os cabos inseridos na estrutura, ■ Produzida por encurtamento retardado do concreto, devido à
sabendo-se que a deformação do primeiro cabo é proveniente da evaporação da água desnecessária à hidratação do cimento.
diminuição da peça.
DIFERIDAS POR FLUÊNCIA DO CONCRETO
■ Produzida pelo encurtamento do concreto devido à ação de forças
permanentes aplicadas.

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PERDA DE PROTENSÃO ETAPAS DE EXECUÇÃO


DIFERIDAS POR RELAXAÇÃO DA ARMADURA ❶ MONTAGEM DAS FÔRMAS DAS LAJE PLANA
■ Produzida por queda de tensão nos aços de alta resistência, quando ● Colocam-se primeiros os painéis horizontais e em seguida os verticais,
ancorados na extremidade, sob elevada tensão, após certo tempo. marcando nestes o eixo de cada cabo;
■ Essa perda é acentuada nos primeiros meses após a protensão, ● Nos painéis horizontais devem ser indicadas as dimensões das placas
tendendo depois a um valor limite, com uma evolução mais lenta. de ancoragem;
● Colocação das escoras;
● São realizadas aberturas nos painéis verticais para a colocação das
ancoragens ativas (segundo o projeto estrutural);
● Por último, são marcados no assoalho o posicionamento dos apoios
dos cabos e colocados os espaçadores.

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ESTRUTURAS EM CONCRETO PROTENDIDO

ESTRUTURAS EM CONCRETO PROTENDIDO

ETAPAS DE EXECUÇÃO ETAPAS DE EXECUÇÃO


❷ MONTAGEM DA ARMADURA PASSIVA ❸ CONCRETAGEM
● A colocação da armadura passiva deve atender ao projeto, que é ● Antes da concretagem, é imprescindível fazer a verificação das
semelhante ao executado no concreto convencional; cordoalhas e dos seus traçados conforme projeto;
● Posteriormente é feita a colocação das armaduras de fretagem. ● É realizada a concretagem com o máximo de cuidado possível para
evitar a movimentação dos cabos;
❹ DESFORMA
● Esta etapa é executada após 3 dias de concreto realizado;

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ESTRUTURAS EM CONCRETO PROTENDIDO

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ETAPAS DE EXECUÇÃO PROTENSÃO - VANTAGENS
❺ PROTENSÃO ■ Seções mais esbeltas – Menor peso próprio e maiores vãos construtivos;
● Antes da execução da protensão deve-se verificar se existem bicheiras ■ Melhores condições de durabilidade;
no concreto desformado;
■ Maior resistência à fadiga
● Deve-se ainda verificar se a resistência do concreto está de acordo
com projeto; ■ Protensão = “prova de carga”

● Começa-se a execução da protensão dos cabos; ■ Projetos arquitetônicos ousados;


■ Possibilidade de uso em ambientes agressivos;
■ Pode ser aplicado em peças pré-fabricadas;
■ Pode ser utilizado também em recuperação e reforço de estruturas;
■ Baixa necessidade de manutenção;
■ Possibilita a construção de grandes vãos.

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PROTENSÃO - VANTAGENS PROTENSÃO - DESVANTAGENS


■ Melhor compatibilização entre as disciplinas; ■ Maior controle de execução do concreto;
■ Menor área de fôrma; ■ Cuidados especiais contra corrosão;
■ Menor quantidade de desforma ao longo do tempo; ■ Operação de protensão com elevada precisão;
■ Menor volume de escoramento;
■ Equipamento e pessoal especializado;
■ Menor taxa de aço.
■ Possibilidade de perda da protensão.

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ESTRUTURAS EM CONCRETO PROTENDIDO

CRITÉRIOS DE ESCOLHA CRITÉRIOS DE ESCOLHA


AUMENTO DE RESISTÊNCIA NAS PEÇAS PRODUTIVIDADE
■ Como existe o encurtamento da peça devido a força de tração na ■ Apesar de necessitar de mão de obra especializada, o ganho na
cordoalha, o concreto potencializa a sua atuação quanto a produtividade se dá devido a rapidez no processo executivo.
compressão.
■ Devido ao método executive gera menor ocorrência de fissuras.

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CRITÉRIOS DE ESCOLHA CRITÉRIOS DE ESCOLHA
CRONOGRAMA DA OBRA ANTECIPAÇÃO DA DESMOBILIZAÇÃO
■ Devido ao ganho na produtividade, o plano de ataque poderá ser ■ Com o ganho de produtividade, redução no cronograma de obra, isso
pensado de maneira mais agil. Comparado com o concreto armado, o tudo acarreta numa desmobilização da equipe mais rápido. Os custos
ganho na não execução de fôrmas, é revertido em adiantamento na indiretos são gastos permanentes e caros ao longo da obra.
finalização da estrutura.

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PROTENSÃO - PRINCIPAIS PATOLOGIAS PROTENSÃO - PRINCIPAIS PATOLOGIAS


ORIGEM ROMPIMENTO DAS CORDOALHAS
■ 10% de erros de projetos ■ Quando há o rompimento da cordoalha, o projetista deve ser
■ 90% de erros de execução informado imediatamente para propor alguma solução viável para as
cargas atuantes naquela peça.

Reforço de pontes

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ESTRUTURAS EM CONCRETO PROTENDIDO

PROTENSÃO - PRINCIPAIS PATOLOGIAS PROTENSÃO - EMPRESAS ATUANTES NO MERCADO


ERRO NO TENSIONAMENTO DO CABO
■ Durante a execução, podem acontecer falhas no tensionamento do
cabo, o que o levará a ter perdas maiores do que as previstas em
calculo, podendo levar a uma futura necessidade de reforço da peça.
TENSÃO NO CABO ANTES DA RESISTÊNCIA MÍNIMA DO CONCRETO
■ O concreto só poderá ser protendido quando este estiver alcançado a
resistência mínima estipulada em projeto. Caso contrário, o calculista
deverá ser consultado.

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PROTENSÃO - OBRAS INTERESSANTES PROTENSÃO - OBRAS INTERESSANTES

Pavilhão de Portugal, área de 70 x 50 m com espessura de 20 cm – Lisboa MASP : 74 m de vão livre pilar/pilar, São Paulo (Brasil)

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PROTENSÃO - OBRAS INTERESSANTES CONCRETO ARMADO X CONCRETO PROTENDIDO

Museu Brasilero da Escultura – MuBE : vão de 60m, São Paulo (Brasil)

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