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ARQUITETURA E URBANISMO - ENGENHARIA CIVIL

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I

Caderno de Ensaios da disciplina de Materiais de


Construção Civil I do Curso de Arquitetura e
Engenharia Civil da Universidade Católica Dom
Bosco.

Professor: Eng. Civil Esp. Talles Mello


www.tallesmello.com.br
eng.tallesmello@gmail.com

Acadêmico:

Campo Grande – MS
1ª Edição
Solicita-se aos usuários deste trabalho a
apresentação de sugestões que tenham por
objetivo aperfeiçoa-lo ou que se destinem à
supressão de eventuais incorreções.

As observações apresentadas, mencionando a


página, o parágrafo e a linha do texto a que se
referem, devem conter comentários apropriados
para seu entendimento ou sua justificação.

A correspondência deve ser enviada


diretamente ao autor, por meio do e-mail:
eng.tallesmello@gmail.com

Ficha Catalográfica

Mello, Talles.
Materiais de Construção Civil I / Talles Taylor dos Santos Mello – Campo
Grande, MS, 2017.
39 p. : il. color. – (Material didático)

Caderno de aula de ensaios da disciplina de Materiais de Construção Civil


I, do Curso de Arquitetura e Urbanismo e Engenharia Civil da Universidade
Católica Dom Bosco, de Campo Grande/MS.

1. Arquitetura e Urbanismo – composição, proporção, etc. 2. Concreto.


3. Apostila. I. Universidade Católica Dom Bosco. Curso de
Arquitetura. II. Título.
2. Engenharia Civil – composição, proporção, etc. 2. Concreto. 3.
Apostila. I. Universidade Católica Dom Bosco. ECV. II. Título.

CDD (20) 720.7

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Sumário

ENSAIO EXPERIMENTAL 01...................................... 4

ENSAIO EXPERIMENTAL 02...................................... 8

ENSAIO EXPERIMENTAL 03-A.................................. 11

ENSAIO EXPERIMENTAL 03-B.................................. 12

ENSAIO EXPERIMENTAL 03-C.................................. 14

ENSAIO EXPERIMENTAL 03-D.................................. 16

ENSAIO EXPERIMENTAL 04....................................17

ENSAIO EXPERIMENTAL 05....................................19

ENSAIO EXPERIMENTAL 06....................................21

ENSAIO EXPERIMENTAL 07...................................... 23

ENSAIO EXPERIMENTAL 08...................................... 26

ENSAIO EXPERIMENTAL 09...................................... 31

ENSAIO EXPERIMENTAL 10.....................................32

ENSAIO EXPERIMENTAL 11.....................................33

ENSAIO EXPERIMENTAL 12...................................... 34

ENSAIO EXPERIMENTAL 13-A.................................. 35

ENSAIO EXPERIMENTAL 13-B.................................. 37

ENSAIO EXPERIMENTAL 14.....................................39

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ENSAIO EXPERIMENTAL 01
TÍTULO: Determinação da composição granulométrica do agregado graúdo.

OBJETIVO: Este ensaio tem por objetivo, determinar a composição granulométrica do


agregado graúdo, bem como conhecer o módulo de finura e a dimensão máxima
característica do agregado, fundamentado na NBR 7217.

MATERIAL UTILIZADO:

• Bateria de peneiras 25 / 19 / 9,5 / 4,8 / 2,4 / 1,2 / 0,6 / 0,3 / 0,15 / FUNDO;
• Balança;
• Escova de aço.

CONSIDERAÇÕES GERAIS NA PREPARAÇÃO DO MATERIAL

01) Formar a amostra para o ensaio seguindo a tabela abaixo:


Agregado Graúdo
D. Max = 9,5mm 1 kg
D. Max = 12,5mm 2kg
D. Max = 19mm 5kg
D. Max = 25mm 10kg
D. Max = 37,5mm 15kg

02) Montar a série de peneiras e fundo apropriadamente;


03) Colocar a amostra ou porções da mesma sobre a peneira superior do conjunto,
de modo a evitar a formação de uma camada espessa de material sobre qualquer
uma das peneiras. A tabela abaixo mostra a máxima quantidade de material
sobre as telas das peneiras:
Agregado Graúdo
D. Max = 4,75mm 0,33kg
D. Max = 9,5mm 0,67kg
D. Max = 12,5mm 0,89kg
D. Max = 19mm 1,4kg
D. Max = 25mm 1,8kg
D. Max = 37,5mm 2,7kg

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04) A amostra é peneirada através da série normal de peneiras, de modo que seus
grãos sejam separados e classificados em diferentes tamanhos;
05) O peneiramento deve ser contínuo, de forma que após 1 minuto de peneiramento
contínuo, através de qualquer peneira não passe mais que 1% do peso total da
amostra (agitador de peneiras por ± 5min e peneiramento manual até que não
passe quantidade significativa de material);
06) O material retido em cada peneira e fundo é separado e pesado;
07) O somatório de todas as massas não deve diferir mais de 0,3% da massa inicial
da amostra;
08) Se um agregado miúdo apresentar entre 5% e 15% de material mais grosso que
4,75mm, ainda assim ele será considerado globalmente como agregado miúdo;
09) Se um agregado graúdo apresentar até 15% de material passando pela peneira
4,75mm, ainda assim ele será considerado globalmente como agregado graúdo;
10) Se, porém mais que 15% de um agregado miúdo for mais grosso do que
4,75mm, ou mais do que 15% de um agregado graúdo passar na peneira 4,8mm.
Serão consignadas separadamente as composições granulométricas das partes do
material acima e abaixo da referida peneira.

DIMENSÃO MÁXIMA CARAVTERÍSTICA (DMC)

Corresponde a abertura da malha da peneira (em milímetros) na qual o agregado


apresenta uma porcentagem retida acumulada igual ou imediatamente inferior a 5%
da massa total.

MÓDULO DE FINURA (MF)

O módulo de finura é calculado pela fórmula:

M.F.= Σ % Retida acumulada – Fundo e # intermediárias


100

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PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO DO ENSAIO

A amostra ensaiada consistiu num material disponível no laboratório na


quantidade de 1Kg conforme prescreve a NBR 7217.Reunidos todos os materiais,
procede-se à execução do ensaio, montando-se a bateria de peneiras, conforme a
seguir:

Peneiras (mm): 25 / 19 / 9,5 / 4,8 / 2,4 / 1,2 / 0,6 / 0,3 / 0,15 / FUNDO

A amostra será peneirada através da bateria de peneiras, de maneira energética e


contínua, permitindo a separação dos diferentes tamanhos de grãos do agregado.

Em cada peneira o material retido será separado e pesado, anotando-se o valor


na planilha de composição granulométrica (ANEXO I-A). Os grãos de agregado
graúdo que porventura ficarem presos nas malhas das peneiras, serão retirados com
o uso de aço da escova. Ao final do processo, com todos os valores dos pesos
retidos em cada peneira, efetua-se o cálculo da planilha de composição
granulométrica (ANEXO I-A), definindo-se os percentuais de material retido e
retido acumulado.

O percentual retido acumulado em relação a cada peneira da série utilizada


fornece os dados para a definição da curva granulométrica (ANEXO I-B) do
agregado graúdo em estudo. Também será definido o módulo de finura e o diâmetro
máximo do agregado.

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GRANULOMETRIA

MASSA RETIDA (%) RETIDA


PENEIRA (mm) (%) RETIDA
(g) ACUMULADA

25

19

9,5

4,8

2,4

1,2

0,6

0,3

0,15

FUNDO
ANEXO I - A

Dimensão Máxima Característica

Módulo de Finura

Classificação do Agregado

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ENSAIO EXPERIMENTAL 02
TÍTULO: Determinação da composição granulométrica do agregado miúdo.

OBJETIVO: Este ensaio tem por objetivo, determinar a composição granulométrica do


agregado miúdo, bem como conhecer o módulo de finura e a dimensão máxima
característica do agregado, fundamentado na NBR 7217.

MATERIAL UTILIZADO:

• Bateria de peneiras 4,8 / 2,4 / 1,2 / 0,6 / 0,3 / 0,15 / FUNDO

• Balança;

• Escova de aço.

CONSIDERAÇÕES GERAIS NA PREPARAÇÃO DO MATERIAL

01) Formar a amostra para o ensaio seguindo a tabela abaixo:

Dimensão Máxima do Agregado (mm) Massa Mínima da Amostra (kg)


˂ 4,75 0,3*
9,5 1
12,5 2
19 5
25 10
37,5 15
50 20
63 35
75 60
90 100
100 150
125 300
*Após secagem
02) Formar duas amostras M1 e M2 de acordo com a NBR NM 27:2001;

03) Secar as amostras em estufa a 100°C;

04) Determinar as massas (M1, M2), à temperatura ambiente;

05) Montar a série de peneiras e fundo apropriadamente;

06) Colocar a amostra ou porções da mesma sobre a peneira superior do


conjunto, de modo a evitar a formação de uma camada espessa de material sobre
qualquer uma das peneiras;

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07) A amostra é peneirada através da série normal de peneiras, de modo que
seus grãos sejam separados e classificados em diferentes tamanhos;

08) Destacar as peneiras e agitar manualmente até que o material passante seja
inferior a 1% da massa total da amostra ou fração, em um minuto de agitação;

09) O material retido em cada peneira e fundo é separado e pesado;

10) O somatório de todas as massas não deve diferir mais de 0,3% da massa
inicial da amostra;

11) Se um agregado miúdo apresentar entre 5% e 15% de material mais grosso


do que 4,75mm, ainda assim ele será considerado globalmente como agregado miúdo;

12) Se, porém mais que 15% de um agregado miúdo for mais grosso do que
4,75mm ou mais do que 15% de um agregado graúdo passar na peneira 4,8mm. Serão
consignadas separadamente as composições granulométricas das partes do material
acima e abaixo da referida peneira.

DIMENSÃO MÁXIMA CARACTERISTICA (DMC)

Corresponde a abertura da malha da peneira (em milímetros) na qual o agregado


apresenta uma porcentagem retida acumulada igual ou imediatamente inferior a 5% da
massa total.

MÓDULO DE FINURA (MF)

O módulo de finura é calculado pela fórmula:

M.F.= Σ % Retida acumulada – Fundo e # intermediárias


100

PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO DO ENSAIO

A amostra ensaiada consistiu num material disponível no laboratório na


quantidade de 0,3 Kg conforme prescreve a NBR 7217. Reunidos todos os
materiais, procede-se à execução do ensaio, montando-se a bateria de peneiras,
conforme a seguir:
Peneiras (mm): 4,8 / 2,4 / 1,2 / 0,6 / 0,3 / 0,15 / FUNDO

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A amostra será peneirada através da bateria de peneiras, de maneira enérgica e
contínua, permitindo a separação dos diferentes tamanhos de grãos do agregado. Em
cada peneira o material retido será separado e pesado, anotando-se o valor na
planilha de composição granulométrica (ANEXO I). Os grãos de agregado graúdo
que porventura ficarem presos nas malhas das peneiras, serão retirados com o uso de
aço da escova. Ao final do processo, com todos os valores dos pesos retidos em cada
peneira, efetua-se o cálculo da planilha de composição granulométrica (ANEXO I),
definindo-se os percentuais de material retido e retido acumulado.

O percentual retido acumulado em relação a cada peneira da série utilizada


fornece os dados para a definição da curva granulométrica (ANEXO I) do agregado
graúdo em estudo. Também será definido o módulo de finura e o diâmetro máximo
do agregado.

GRANULOMETRIA
Peneiras Massa Retida (g) % retida individual
% retida
ABNT
M1 M2 M1 M2 Md acumulada
(mm)

Dimensão máxima característica: _________________________________


Módulo de Finura:__________________________________
Classificação do Agregado:___________________________

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ENSAIO EXPERIMENTAL 03-A
TÍTULO: Determinação da Massa Especifica de Agregado Miúdo (NBR 9776).

OBJETIVO: Este ensaio tem por objetivo, determinar a massa específica de agregados
miúdos para concreto pelo frasco de Chapman.
MATERIAL UTILIZADO:
• Usar 500 g de Areia para cada determinação;
• Frasco Chapman;
• Balança com precisão de 1 g.

PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO DO ENSAIO

01) Na execução deste ensaio será necessário consultar:


• NBR 7211 - Agregados para concreto – Especificação.
• NBR 7216 - Amostragem de agregados - Método de ensaio.
02) Secar o Material;
03) Colocar água no frasco de Chapman até a marca de 200 ml;
04) Colocar os 500 g de material no frasco, agitar bem para a retirada do ar
inclinando-o para remoção do material eventualmente aderido na parede do tubo;
05) Obter a leitura final.
Resultados e Considerações Finais

Calcular a massa específica do material, segundo a expressão:

500
= =
( − ) ( − 200)

Onde:
ρ = massa específica do agregado miúdo expressa em kg/dm3;
Ms = massa do material seco (500g);
L0 = leitura inicial do frasco (200cm3);
L = leitura final do frasco.
a) Duas determinações consecutivas não devem diferir entre si de mais de 0,05
kg/dm3;
b) O resultado deve ser expresso com três algarismos significativos.

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ENSAIO EXPERIMENTAL 03-B

TÍTULO: Determinação da Massa Específica do Agregado Graúdo (Picnômetro).

OBJETIVO: Este ensaio tem por objetivo, determinar a massa específica de agregados
GRAUDOS para concreto pelo Picnômetro. Este método não é normalizado, porém,
permite a obtenção da massa específica de agregado graúdo com grande rapidez e com
precisão suficiente para a maioria das aplicações práticas. A determinação da massa
específica real utilizando o frasco de Chapman é aplicável apenas para agregados
miúdos.

MATERIAL UTILIZADO:

• Usar 1000 g de Pedra para cada determinação;


• Picnômetro de 2000 ml;
• Balança com precisão de 1 g;
• Estufa para 100 - 110 °C.
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO DO ENSAIO

01) Lavar o material sobre a peneira 4,8mm para a retirada dos finos, secar em
estufa, esfriar e determinar a massa de ensaio de 500 g;

02) Encher completamente o picnômetro com água e determinar sua massa (A);
03) Descartar parte da água e colocar o material de ensaio dentro do picnômetro,
completar com água e determinar sua massa (B);

04) Verificar se não há bolhas de ar aderidas ao picnômetro ou às pedras;

Resultados e Considerações Finais

Calcular a massa especifica do material, segundo a expressão:

=
( + )−

Onde:
Ms = Massa da Amostra (g);
M1 = Massa do Picnômetro + Água (g);
M2 = Massa do Picnômetro + Água + Amostra (g).

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RESULTADO DO ENSAIO EXPERIMENTAL 03-A e 03-B

DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA DO AGREGADO MIUDO PELO


FRASCO DE CHAPMAN - (NBR 9776)

DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA 1ª 2ª


Ms MASSA DE AREIA SECA (g)

L0 LEITURA INICIAL (cm3)

L LEITURA FINAL (cm3)

ρ VALOR MÉDIO (Kg/dm3)

DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA DO AGREGADO GRAUDO


PELO MÉTODO DO PICNOMETRO - IPT M9-76

DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA RESULTADO


Ms MASSA DA AMOSTRA (g)

M1 MASSA DO PICNÔMETRO + ÁGUA (g)

M2 MASSA DO PICNÔMETRO + ÁGUA + AMOSTRA (g)


ρ MASSA ESPECÍFICA DO AGREGADO (kg/dm3)

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ENSAIO EXPERIMENTAL 03-C

TÍTULO: Determinação da Massa Específica do Agregado Graúdo (PROVETA).


OBJETIVO: Este ensaio tem por objetivo, determinar a massa específica dos agregados
GRAUDOS para concreto usando a PROVETA. Este método não é normalizado,
porém permite a obtenção da massa específica do agregado graúdo com grande rapidez
e com precisão suficiente para a maioria das aplicações práticas.
MATERIAL UTILIZADO:

• Usar 1000g de Pedra para cada determinação;


• PROVETA de 1000 ml;
• Balança com precisão de 1g;
• Estufa para 100 – 110 °C.

PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO DO ENSAIO

01) Lavar o material sobre a peneira de 4,8 mm para a retirada dos finos, secar em
estufa, esfriar e determinar a massa de ensaio de 500g;
02) Encher completamente a PROVETA com água e determinar sua massa (A);
03) Descartar parte da água e colocar o material de ensaio dentro da PROVETA,
completar com água e determinar sua massa (B);
04) Verificar se não há bolhas de ar aderidas a PROVETA ou às pedras.

Resultados e Considerações Finais

Calcular a massa específica do material, segundo a expressão:

=
( + )−

Onde:
Ms = Massa da Amostra (g);
M1 = Massa da Proveta + Água (g);
M2 = Massa do Proveta + Água + Amostra (g).

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RESULTADO DO ENSAIO EXPERIMENTAL 03 - C
DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA DO AGREGADO GRAUDO
PELO MÉTODO DA PROVETA

DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA 01 02


Ms MASSA DA AMOSTRA (g)

M1 MASSA DA PROVETA + ÁGUA (g)


M2 MASSA DA PROVETA + ÁGUA + AMOSTRA (g)
ρ MASSA ESPECÍFICA DO AGREGADO (kg/dm3)

MASSA ESPECÍFICA DO AGREGADO (kg/dm3)


ρ
MÉDIA:

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ENSAIO EXPERIMENTAL 03 - D

TÍTULO: Cimento Portland e outros materiais em pó – Determinação da Massa


Específica (NBR NM 23)
OBJETIVO: Determinar a massa específica do cimento Portland e outros materiais em
pó, por meio do frasco volumétrico de Le Chatelier.
MATERIAL UTILIZADO:
• 60 g de amostra para cada determinação;
• Querosene;
• Frasco volumétrico de Le Chatelier;
• Balança com precisão 1g;
• Béquer 1000 ml;
• Funil;
• Termômetro.

PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO DO ENSAIO


1. Pesar 60 g do material;
2. Com auxílio do funil, preencher com querosene o frasco de Le Chatelier até o
nível compreendido entre as marcas de 0 a 1 cm³;
3. Posicionar o frasco no béquer;
4. Inserir água no béquer;
5. Manter o frasco submerso por 30 minutos;
6. Registrar leitura V1;
7. Introduzir o material no frasco de Le Chatelier, em pequenas porções, com
auxílio do funil;
8. Tampar o frasco e agitá-lo cuidadosamente em posição inclinada para retirada do
ar;
9. Registrar leitura final V2.

Resultados e Considerações Finais


Calcular a massa específica do material, segundo a expressão:

Onde:
ρ = massa específica do material ensaiado (g/cm³);
m = massa do material ensaiado (g);
V = volume deslocado pela massa do material ensaiado (V2 – V1) (cm³).

a) O resultado deve ser a média de pelo menos duas determinações;


b) O resultado deve ser expresso com duas casas decimais;
c) A diferença entre dois resultados individuais não deve ultrapassar 0,03 g/cm³.
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ENSAIO EXPERIMENTAL 04
TÍTULO: Determinação da Massa Unitária do Agregado.
OBJETIVO: Este ensaio tem o objetivo de determinar a massa unitária do agregado no
estado solto, fundamentado na NBR 7251.
MATERIAIS UTLIZADOS:
• Balança;
• Recipiente cujas dimensões variam em função da dimensão máxima característica da
amostra de acordo com a tabela abaixo, conforme prescrito na NBR 7251;
• Régua rasadora;
• Concha metálica;
• Amostra no dobro do recipiente.
Dimensões do Recipiente Paralepipedico
Dimensão máxima Dimensões mínimas (mm)
característica do Volume (dm3)
BASE ALTURA
agregado (mm)
≤ 4,75 316 X 316 150 15
˃ 4,75 e ≤ 50 316 X 316 200 20
˃ 50 447 X 447 300 60

PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO DO ENSAIO

O material ensaiado será retirado de uma amostra previamente coletada e


devidamente acondicionada, de modo a garantir a manutenção das suas características.
Reunidos todos os materiais, procede-se a execução do ensaio, tomando-se, com
o auxílio da concha metálica e fazendo-se o seu lançamento no recipiente a uma altura
em torno de 12 cm da borda superior deste. O lançamento será realizado de forma a
espalhar de maneira uniforme o material dentro do recipiente.
O processo repete-se até que todo o recipiente seja preenchido. Com o auxílio de
uma régua, procede-se o rasamento da superfície de forma a deixá-la nivelada em
relação às bordas do recipiente. Finalmente, pesa-se o recipiente com o agregado
contido. Todo esse processo será repetido no total de três amostras.
01) Determinara a massa do recipiente
02) Encher o recipiente, lançando o agregado de uma altura definida na tabela
acima;

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03) Alisar a superfície com régua (agregado miúdo) ou arrasar (agregado
graúdo)
04) Determinara a massa do recipiente cheio com o agregado
Observações:
a) Média de três determinações;
b) Resultados individuais devem apresentar desvios menores ou iguais a 1% em relação
à média;
c) Resultado com aproximação de 0,01 Kg/dm³.

Resultados e Considerações Finais

Calcular a massa unitária do material, segundo a expressão:

!"#!
= = Massa unitária (kg/dm3) = .
$ %&'# (#)*+*#,-#

AGREGADO MIÚDO (AREIA SECA)

DETERMINAÇÃO 1ª 2ª 3ª

MC MASSA DO RECIPIENTE (kg)


MT MASSA DO RECIPIENTE + AMOSTRA (kg)
M MASSA DA AMOSTRA (kg)

V VOLUME DO RECIPIENTE (dm3)


MASSA UNITÁRIA (kg/dm3)
µ
VALOR MÉDIO (kg/dm3)

AGREGADO GRAUDO (BRITA 1)

DETERMINAÇÃO 1ª 2ª 3ª

MC MASSA DO RECIPIENTE (kg)


MT MASSA DO RECIPIENTE + AMOSTRA (kg)
M MASSA DA AMOSTRA (kg)

V VOLUME DO RECIPIENTE (dm3)

MASSA UNITÁRIA (kg/dm3)


µ
VALOR MÉDIO (kg/dm3)

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ENSAIO EXPERIMENTAL 05
TÍTULO: Determinação da Massa Unitária do agregado em estado compactado
OBJETIVO: Este ensaio tem o objetivo de determinar a massa unitária do agregado no
estado compactado, fundamentado na NBR NM 45.
MATERIAIS UTLIZADOS:
• Balança;
• Concha metálica;
• Haste de adensamento;
• Recipiente cujas dimensões variam em função da dimensão máxima característica da
amostra de acordo com o procedimento abaixo;
• Amostra no dobro do recipiente.

PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO DO ENSAIO

Método A (dimensão máxima característica igual ou inferior a 37,5mm)


01) Determinara a massa do recipiente;
02) Encher o recipiente, lançando o agregado até 1/3 de sua capacidade, nivelar
a superfície com os dedos e adensar mediante 25 golpes da haste de adensamento;
03) Continuar o enchimento do recipiente até completar 2/3 de sua capacidade,
nivelar a superfície e adensar mediante 25 golpes da haste de adensamento;
04) Encher totalmente o recipiente, nivelar e adensar (25 golpes);
05) Determinara a massa do recipiente cheio com o agregado;
Observações:

a) Média de três determinações;

b) Resultados não devem diferir mais de 40 Kg/m³;

c) Resultado com aproximação de 10 Kg/m³.

Resultados e Considerações Finais

Calcular a massa unitária do material, segundo a expressão:

!"#!
= = Massa unitária (kg/dm3) = .
$ %&'# (#)*+*#,-#

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AGREGADO MIÚDO (AREIA SECA)

DETERMINAÇÃO 1ª 2ª 3ª

MC MASSA DO RECIPIENTE (kg)


MT MASSA DO RECIPIENTE + AMOSTRA (kg)
M MASSA DA AMOSTRA (kg)

V VOLUME DO RECIPIENTE (dm3)

MASSA UNITÁRIA (kg/dm3)


µ
VALOR MÉDIO (kg/dm3)

AGREGADO GRAUDO (BRITA 1)

DETERMINAÇÃO 1ª 2ª 3ª

MC MASSA DO RECIPIENTE (kg)


MT MASSA DO RECIPIENTE + AMOSTRA (kg)
M MASSA DA AMOSTRA (kg)

V VOLUME DO RECIPIENTE (dm3)


MASSA UNITÁRIA (kg/dm3)
µ
VALOR MÉDIO (kg/dm3)

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ENSAIO EXPERIMENTAL 06
TÍTULO: DETERMINAÇÃO DA UMIDADE SUPERFICIAL EM AGREGADO
MIÚDO - MÉTODO DO FRASCO DE CHAPMAN (NBR 9775:1987).
OBJETIVO: Este ensaio tem o objetivo de determinar a umidade superficial do
agregado miúdo, pelo método do FRASCO DE CHAPMAN (NBR 9775:1987).
Umidade é a água aderente na superfície dos grãos do agregado. Esta água deve
ser medida para corrigir a quantidade de areia no traço e descontar da água de
amassamento assim confirma a relação água/cimento com exatidão do concreto ou
argamassa.
MATERIAIS UTLIZADOS:
• Balança de capacidade mínima de 1kg e sensibilidade < 1g;
• Frasco de Chapman conforme especificado na NBR 9775;
• Espátula para manuseio da amostra;
• Recipiente para coleta de amostra.
► A mostra de 500g de material úmido destinado ao ensaio deve ser coletada no
depósito em vários pontos procurando uma porção bem representativa.
► Entre a coleta de amostra e a pesagem deve ser o mais rápido possível para evitar
perda de água por evaporação.

PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO DO ENSAIO


• Coletar água no frasco até a divisão de 200 cm³ e deixar em repouso até que a
água aderida nas paredes interna escorra totalmente. Em seguida, introduzir
cuidadosamente 500g de agregado miúdo úmido no frasco, o qual deve ser devidamente
agitado para eliminar todas as bolhas de ar.
• A Leitura do nível atingido pela água no gargalo do frasco indica o volume, em
cm³ da água mais o agregado úmido. As faces internas das paredes devem estar limpas e
sem grãos aderentes.
Observações:
►Média de três determinações.
►Utilizar o valor verificado da massa especifica, anteriormente calculado nos
relatórios anteriores.

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Resultados e Considerações Finais

A umidade superficial no agregado miúdo expressa em porcentagem da massa


do material seco será calculada pela expressão:

1001500 − ( − 200)23
/=
2( − 700)

Onde:
H = Umidade do agregado em porcentagem;
500 = Amostra úmida para ensaio;
200 = Nível de água inicial adicionado no frasco;
L = Leitura em cm3 da água mais agregado registrado na escala do frasco;
700 = Somatória do nível inicial de água + o agregado úmido;
γ = Massa específica do material seco.
DETERMINAÇÃO DA UMIDADE DO AGREGADO MIÚDO PELO FRASCO
DE CHAPMAN - (NBR 9776)

DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA 1ª 2ª 3ª


MASSA ESPECÍFICA DO MATERIAL SECO

200 LEITURA INICIAL (cm3)
L LEITURA FINAL (cm3)

H UMIDADE DO AGREGADO EM PORCENTAGEM

H VALOR MÉDIO DA UMIDADE EM (%)

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ENSAIO EXPERIMENTAL 07

TÍTULO: DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE TOTAL EM AGREGADOS


GRAUDOS, POR SECAGEM.

OBJETIVO: Este ensaio tem o objetivo de determinar a umidade total do agregado


graúdo, por secagem (NBR 9775:1987).
Teor de umidade do agregado é por definição a relação expressa em
porcentagem entre a massa total da água envolvida na superfície dos grãos dos
agregados a qual preenche os poros permeáveis do agregado em relação a sua massa
seca. É realizado para corrigir a água de amassamento do concreto e informar a relação
água/cimento com exatidão.

MÉTODOS:
• Estufa
• Fogareiro

MATERIAIS UTLIZADOS – MÉTODO ESTUFA:


• Balança com resolução ≤ 1,09 e capacidade mínima de 1,0 kg.
• Estufa elétrica ou a gás capaz de manter a temperatura entre 100°C a 110°C.
• Recipiente resistente ao calor e adequado a quantidade do volume da amostra
ensaiada.
• Concha para coleta da amostra.

AMOSTRAGEM:
► Coletar a amostra do agregado úmido em vários pontos, o mais homogêneo
possível, tomando cuidado para não perder umidade.
► Agregado Graúdo (Tabela 1).

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Tabela 1 – Dimensão dos agregados

Dimensão Máxima Massa Mínima de


Característica do Amostra de Ensaio
Agregado (mm) (g)
9,5 1500
12,5 2000
19 3000
25 4000
38 6000
50 8000
76 13000

Nota: Para agregados graúdos leves, a massa mínima da amostra de ensaio é obtida
dividindo-se os valores desta tabela por 1.60 e multiplicando-se pelo valor da massa
unitária do agregado leve, seco e solto.

PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO DO ENSAIO


• Determinar a massa da amostra úmida (Mu);
• Coloque o recipiente com a amostra úmida na estufa até constância de massa
(secagem total) no mínimo 12 horas na temperatura entre 100 °C a 110°C. O tempo na
estufa vai depender do teor de umidade que se encontra a amostra.
• Após o tempo na estufa, determine a massa do agregado seco (Ms).
Observações:
► Média de três determinações
Resultados Finais e Considerações:
A umidade total do agregado graúdo expressa em porcentagem da massa do
material seco será calculada pela expressão:
< −
%umidade = =100

Onde:
Mu = Massa úmida;
Ms = Massa seca.

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MÉTODO FOGAREIRO
Neste método o material será secado rápido, até constância de massa, através de
calor transmitido pelo fogareiro.
APARELHAGEM
• Balança com resolução ≤ 1.0g e capacidade mínima de 1.0 kg.
• Fogareiro a gás ou elétrico para aquecimento de amostra.
• Concha para coleta da amostra.
• Espátula para homogeneização da amostra durante a secagem.
• Recipiente para secagem da amostra, de material capaz de resistir a altas
temperaturas, geralmente frigideira de cozinha.
AMOSTRAGEM
► O mesmo processo de coleta do método da Estufa.
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO DO ENSAIO
• Determinar a massa da amostra úmida (Mu).
• Colocar a amostra para secagem no fogareiro.
• Deixar esfriar próximo da temperatura ambiente.
• Determinar a massa da amostra seca (Ms).

Resultados Finais e Considerações:

A umidade total do agregado graúdo expressa em porcentagem da massa do


material seco será calculada pela expressão:

< −
%umidade = =100

Onde:
Mu = Massa úmida;
Ms = Massa seca.

RESULTADO FINAL
Massa Seca Massa Úmida Teor de Umidade
Método
(M.s) (M.u) (%)
MÉTODO DA ESTUFA

MÉTODO DO FOGAREIRO

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ENSAIO EXPERIMENTAL 08
TÍTULO: DETERMINAÇÃO DO INCHAMENTO DO AGREGADO MIÚDO
OBJETIVO: Este ensaio tem o objetivo de determinar o inchamento do agregado miúdo
de acordo com a Norma NBR 6467:2009.
Os agregados miúdos têm grande capacidade de retenção de água, portanto, na
preparação de concretos em que o agregado é proporcionado em volume, é importante
considerar o inchamento devido à absorção de água do agregado miúdo conforme a
granulometria, podendo variar de 20 a 40%. O inchamento varia com a umidade e,
conhecendo-se a curva de inchamento (inchamento em função da umidade), basta que
se determine a umidade para que se obtenha essa característica. Em linhas gerais a
tensão superficial da película de água aumenta a bolha, os grãos de areia se separam.
Depois de certa umidade a água toma os esforços e os grãos descem por adensamento.
O inchamento se aplica na correção do agregado miúdo do concreto dosado em
volume e na aquisição de agregado miúdo em volume.
AMOSTRA DE MATERIAL
► A quantidade areia deve ser no mínimo, o dobro do volume do recipiente a ser
utilizado. Conforme NBR NM 26 e NBR NM 27.
► Secar a amostra por 24 horas ou até massa constante, em estufa a temperatura
de (105 + 5) °C.
MATERIAIS UTLIZADOS
► Balança (resolução 100 g) e capacidade mínima 50 kg.
► Balança (resolução 0,01 g) e capacidade mínima 200 g.
► Recipiente em forma de paralelepípedo conforme NBR 7251.
► Régua metálica rígida.
► Estufa para 100 a 110°C.
► Concha ou pá.
► Cápsulas com tampa com capacidade de 50 ml.
► Proveta graduada.
► Encerado de lona com dimensões mínimas 2,0 m x 2,5 m.

PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO DO ENSAIO:


01) Secar o material na estufa até massa constante, aproximadamente 24 horas;
02) Determinar o volume do recipiente (V);
03) Determinar a tara que é a massa do recipiente seco e vazio (T);

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04) Colocar o material seco sobre o encerado de lona ou piso limpo não aderente,
homogeneizar e determinar a massa unitária do material seco e solto, conforme NBR
7251;
05) Determinar massa unitária do material solto e seco (γs), enchendo o recipiente
com a concha até transbordar, despejando o agregado de uma altura de
aproximadamente 12 cm, evitando segregação dos grãos. Com a régua de aço rígida,
retirar o excesso de agregado por razamento deixando no mesmo nível das bordas
superiores do recipiente e determinar a massa do recipiente mais agregados (Ma);
06) Determinar uma massa do material seco que ultrapasse um pouco ao volume
do mesmo recipiente utilizado no ensaio da massa unitária seca. Este material é
utilizado para realizar todas as massas unitárias úmidas (γh);
07) Sobre esta massa obtida de material seco, adicionar 0,5% de água,
homogeneizar cuidadosamente a amostra úmida manualmente no encerado ou através
do misturador mecânico, evitando perdas de material.
08) Determinar a massa unitária do material com 0,5% de umidade (γh) enchendo
o recipiente com a concha até transbordar, despejando o agregado de uma altura de
aproximadamente 12 cm. Com a régua de aço, rígida, retirar o excesso de material, por
razamento, deixar no mesmo nível das bordas superiores do recipiente e determinar a
massa do recipiente mais agregados (Mh).
09) Coletar o material úmido e homogêneo na cápsula e determinar a massa da
cápsula com o material úmido e colocar na estufa até constância de massa,
aproximadamente 24 horas.
10) Repetir sucessivamente (γh) aplicando os mesmos procedimentos, com a
mesma amostra obtida no item C, com todos os teores de umidades previstos na Tabela
1.
Nota: Não se esquecer de retirar a cápsula com material úmido de cada ensaio, pesar e
colocar na estufa para determinação da umidade.

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MASSAS UNITÁRIAS PARA CURVA
DO ENSAIO DE INCHAMENTO
Média de 03 Ensaios Teor de Umidade
1° 0,0%
2° 0,5%
3° 1,0%
4° 2,0%
5° 3,0%
6° 4,0%
7° 5,0%
8° 7,0%
9° 9,0%
10° 12,0%

@
11) Calcular a massa unitária do material seco (γs) 2> = ?

@
12) Calcular a massa unitária do material úmido (γh) 2A = B

13) Determinar a umidade, com aproximação de 0,1%, pesando a cápsula com


material coletado (Mh) e depois com material seco em estufa a (100 + 5)°C por 24 horas
ou até constância de massa (Mf):

A − D
ℎ= × 100(%)
D − E

Onde:
h = Teor de umidade do agregado, em %.
Mh = Massa Úmida + Capsula.
Mf = Massa seca depois da estufa + Capsula.
Mc = massa da cápsula vazia, em gramas.

14) Para cada teor de umidade, calcular o coeficiente de inchamento:

VK 2 (100 + ℎ)
G. I. = = ×
V 2A 100

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Sendo:
Vh = volume do agregado com h% de umidade, em cm3.
Vs = volume do agregado seco em estufa, em cm3.
LM
G. I. = LN
= coeficiente de inchamento do agregado.

2A = massa unitária do agregado com h% de umidade, em g/cm3.


2 = massa unitária do agregado seco em estufa, em g/cm3.
I% = (P. Q. −1) × 100
15) Determinar a umidade crítica na curva de inchamento (Fig.1) pela seguinte
construção gráfica:

a) Traçar a curva de inchamento de modo a obter uma representação aproximada


do fenômeno.

b) Traçar a reta tangente À curva paralela ao eixo das umidades (RETA A).

c) Traçar do ponto A reta que une a origem ao ponto de tangência da RETA A


traçada obtém a RETA B.

d) Traçar nova tangente à curva, paralela à reta obtém a RETA C.

e) A umidade crítica é a abscissa correspondente ao ponto de interseção das


duas tangentes.

f) Expressar o coeficiente de inchamento médio (ClM) como a média aritmética


entre o coeficiente de inchamento máximo (ponto A) e aquele correspondente à
umidade crítica (ponto B).

Resultados e Relatório

Apresentar no certificado a curva de inchamento traçada em gráfico, conforme a


Fig.1, o valor da umidade crítica e o valor do coeficiente de inchamento médio.

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FIGURA 1 – Gráfico para traçado da curva de inchamento

Tabela com dados do ensaio e resultados dos cálculos de C.I e I%

R Quantidade de água (ml)


h% M (kg) C.I. I%
(Kg/dm) Existente Acrescentar
0 1 0 0 0
0,5 0
1,0
2,0
3,0
4,0
5,0
7,0
9,0
12,0

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ENSAIO EXPERIMENTAL 09
TÍTULO: CONFECÇÃO E MOLDAGEM DE CORPOS DE PROVA

OBJETIVO: Este ensaio tem o objetivo de determinar a quantidade de material para con
fecção de 6,5 dm3 de concreto e sua massa especifica.

CONSUMO DE CIMENTO PARA 1 M3 (FÓRMULA DE MOLINARI)

1
S=
1 a b [
+ + + fator
2E 2T 2V \

LEMBRETE: A massa específica e a massa unitária da areia e da brita foi calculada


nos primeiros ensaios, portanto são imprescindíveis os valores desses experimentos para
utilização nesta experiência.
Onde:
a = massa do agregado miúdo por massa de cimento;
b = massa do agregado graúdo por massa de cimento;
γc = massa específica do cimento;
γa = massa específica da areia;
γb = massa específica da brita;
γágua = massa específica da água.

PREENCHER AS LACUNAS DA AREIA E DA BRITA


MATERIAIS UN CIMENTO AREIA BRITA
Massa Específica Kg/dm3 3,14
Massa Unitária Kg/dm3 -----

Definição do traço ► Cimento: Areia: Brita: Fator água cimento


Traço de referência ► 1: 2: 3: 0,56
Calcular o consumo de material em massa para um volume de concreto de 6,5dm3
Considerando que a areia e britas são isentas de umidade.
MATERIAL UN C OP TRAÇO QTDE
CIMENTO Kg X 1
AREIA Kg/dm3 X 2
BRITA Kg/dm3 X 3
ÁGUA ml X 0,56

1. Moldar então os corpos- de- prova (10 x 20cm), p/ rupturas em:


3 dias (1 Corpo de Prova)
7 dias (1 Corpo de Prova)
28 dias (2 Corpos de Prova)
T T
2. Massa Específica do Concreto (Kg/dm3) = =
]^<_`

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ENSAIO EXPERIMENTAL 10
TÍTULO: CONFECÇÃO E MOLDAGEM DE CORPOS DE PROVA

OBJETIVO: Este ensaio tem o objetivo de determinar a QUANTIDADE VOLUMET


RICA de material para confecção de 6,7 dm3 de concreto e sua massa especifica.

CONSUMO DE CIMENTO PARA 1 M3 (FÓRMULA DE MOLINARI)

1
S=
1 a b [
+ + + fator
2E 2T 2V \

Onde:
a = massa do agregado miúdo por massa de cimento;
b = massa do agregado graúdo por massa de cimento;
γc = massa específica do cimento;
γa = massa específica da areia;
γb = massa específica da brita;
γágua = massa específica da água.
PREENCHER AS LACUNAS DA AREIA E DA BRITA
MATERIAIS UN CIMENTO AREIA BRITA
Massa Específica Kg/dm3 3,14
Massa Unitária Kg/dm3 ----

Definição do traço ► Cimento: Areia: Brita: Fator água cimento


Traço de referência ► 1: 2: 3: 0,6
Calcular o consumo de material em massa para um volume de concreto de 6,7dm3
Considerando que a areia e britas são isentas de umidade.
QTDE VOLUME (dm3)
MATERIAL UN C OP TRAÇO abccb defgÁifbk .
j
CIMENTO Kg X 1
AREIA Kg/dm3 X 2
BRITA Kg/dm3 X 3
ÁGUA ml X 0,6

1. Moldar então os corpos- de- prova (10 x 20cm), p/ rupturas em:


3 dias (1 Corpo de Prova)
7 dias (1 Corpo de Prova)
28 dias (2 Corpos de Prova)
T T
2. Massa Específica do Concreto (Kg/dm3) = ]^<_` =

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ENSAIO EXPERIMENTAL 11
TÍTULO: CONFECÇÃO E MOLDAGEM DE CORPOS DE PROVA

OBJETIVO: Este ensaio tem o objetivo de determinar a QUANTIDADE VOLUMÉT


RICA de material para confecção de 6,7 dm3 de concreto e sua massa especifica.

CONSUMO DE CIMENTO PARA 1 M3 (FÓRMULA DE MOLINARI)

1
S=
1 a b [
+ + + fator \
2E 2T 2V

Onde:
a = massa do agregado miúdo por massa de cimento;
b = massa do agregado graúdo por massa de cimento;
γc = massa específica do cimento;
γa = massa específica da areia;
γb = massa específica da brita;
γágua = massa específica da água.

PREENCHER AS LACUNAS DA AREIA E DA BRITA


MATERIAIS UN CIMENTO AREIA BRITA
Massa Específica Kg/dm3 3,14
Massa Unitária ----
Kg/dm3
COMPACTADA

Definição do traço ► Cimento: Areia: Brita: Fator água cimento


Traço de referência ► 1: 2: 3: 0,58
Calcular o consumo de material em massa para um volume de concreto de 6,7dm3
Considerando que a areia e britas são isentas de umidade.
QTDE VOLUME (dm3)
MATERIAL UN C OP TRAÇO abccb defgÁifbk .
j
CIMENTO Kg X 1
3
AREIA Kg/dm X 2
BRITA Kg/dm3 X 3
ÁGUA ml X 0,58
1. Moldar então os corpos- de- prova (10 x 20cm), p/ rupturas em:
3 dias (1 Corpo de Prova)
7 dias (1 Corpo de Prova)
28 dias (2 Corpos de Prova)
T T
2. Massa Específica do Concreto (Kg/dm3) = ]^<_` =

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ENSAIO EXPERIMENTAL 12
TÍTULO: CONFECÇÃO E MOLDAGEM DE CORPOS DE PROVA – COM
VERIFICAÇÃO DE “SLAMP-TEST”
OBJETIVO: Este ensaio tem o objetivo de determinar a QUANTIDADE
VOLUMÉTRICA de material para confecção de 13 dm3 de concreto e sua massa
específica.
CONSUMO DE CIMENTO PARA 1 M3 (FÓRMULA DE MOLINARI)

1
S=
1 a b [
+ + + fator
2E 2T 2V \

Onde:
a = massa do agregado miúdo por massa de cimento;
b = massa do agregado graúdo por massa de cimento;
γc = massa específica do cimento;
γa = massa específica da areia;
γb = massa específica da brita;
γágua = massa específica da água.

PREENCHER AS LACUNAS DA AREIA E DA BRITA


MATERIAIS UN CIMENTO AREIA BRITA
3
Massa Específica Kg/dm 3,14
Definição do traço ► Cimento: Areia: Brita: Fator água cimento
Traço de referência ► 1: 2: 3: X
GRUPO X = Fator A/C
01 0,64
02 0,60
03 0,56
04 0,50
Calcular o consumo de material em massa para um volume de concreto de 13dm3
Considerando que a areia e britas são isentas de umidade.

MATERIAL UN C OP TRAÇO QTDE

CIMENTO Kg X 1
AREIA Kg/dm3 X 2
BRITA Kg/dm3 X 3
ÁGUA ml X X
1. Moldar então os corpos- de- prova (10 x 20cm), p/ rupturas em:
3 dias (1 Corpo de Prova)
7 dias (1 Corpo de Prova)
28 dias (2 Corpos de Prova)
T T
2. Massa Específica do Concreto (Kg/dm3) = ]^<_` =

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ENSAIO EXPERIMENTAL 13-A
TÍTULO: DETERMINAÇÃO DO TEOR DE MATERIAIS PULVERULENTOS DO
AGREGADO MIÚDO – ABNT NBR NM 46:2003.

OBJETIVO: Este ensaio tem por objetivo, determinar o valor percentual da massa de
material pulverulento do agregado miúdo.

MATERIAIS/EQUIPAMENTOS

► Conjunto de Peneiras (# 1,18mm e # 0,075mm);

►Um recipiente para lavagem do agregado;

►Água corrente;

►Estufa;

►Balança Cap. Mínima 1kg e sensibilidade de 1g;

►Agregado miúdo [amostra seca em estufa (105 ± 5) °C];

►Recipiente de Vidro;

►Luvas.

PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO DO ENSAIO

01) Pesar a amostra do agregado conforme a tabela abaixo:


D. Max (mm) Massa Mínima (g) (ml)
2,36 100
4,75 500
9,5 1000
19 2500
37,5 5000

02) Coloca-se o agregado no recipiente;


03) Coloca-se água dentro do recipiente de modo que não transborde quando for
agitada;
04) Agita-se para provocar a separação e suspensão do material pulverulento;
05) Verte-se a água com o material em suspensão pelo conjunto;

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06) Lavar as peneiras sobre o recipiente, de modo que todo o material retido
nelas volte para junto da amostra em análise;
07) Repete-se o processo (volte ao item 02) até que a água se torne clara. Para
verificar isso se utiliza o recipiente de vidro;
08) O agregado é lavado e finalmente seco em estufa (105 ± 5) °C;
09) Pesa-se o agregado seco (mf).

m n − Do
= × 100 (%)
n

Onde:
M = porcentagem de material mais fino que a peneira de # 0,075mm por lavagem
(material pulverulento);
Mi = massa original da amostra seca, em gramas;
Mf = massa da amostra seca após lavagem, em gramas;

Observação: O resultado deve ser a média de duas determinações.

DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA 1ª 2ª

MI MASSA INICIAL DE AREIA SECA (g)

MF MASSA FINAL DE AREIA SECA (g)

PORCENTAGEM DE MASSA DE MATERIAL


M
PULVERULENTO (%)
PORCENTAGEM MÉDIA DA MASSA DE MATERIAL
M
PULVERULENTO (%)

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ENSAIO EXPERIMENTAL 13-B

TÍTULO: DETERMINAÇÃO DO TEOR DE MATERIAIS PULVERULENTOS DO


AGREGADO GRAUDO – ABNT NBR NM 46:2003.

OBJETIVO: Este ensaio tem por objetivo, determinar o valor percentual da massa de
material pulverulento do agregado graúdo.

MATERIAIS/EQUIPAMENTOS

► Conjunto de Peneiras (# 1,18mm e # 0,075mm);

►Um recipiente para lavagem do agregado;

►Água corrente;

►Estufa;

►Balança Cap. Mínima 1kg e sensibilidade de 1g;

►Agregado miúdo [amostra seca em estufa (105 ± 5) °C];

►Recipiente de Vidro;

►Luvas.

PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO DO ENSAIO

01) Pesar a amostra do agregado conforme a tabela abaixo:


D. Max (mm) Massa Mínima (g) (ml)
2,36 100
4,75 500
9,5 1000
19 2500
37,5 5000

02) Coloca-se o agregado no recipiente;


03) Coloca-se água dentro do recipiente de modo que não transborde quando for
agitada;
04) Agita-se para provocar a separação e suspensão do material pulverulento;
05) Verte-se a água com o material em suspensão pelo conjunto;

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06) Lavar as peneiras sobre o recipiente, de modo que todo o material retido
nelas volte para junto da amostra em análise;
07) Repete-se o processo (volte ao item 02) até que a água se torne clara. Para
verificar isso se utiliza o recipiente de vidro;
08) O agregado é lavado e finalmente seco em estufa (105 ± 5) °C;
09) Pesa-se o agregado seco (mf).

m n − Do
= × 100 (%)
n

Onde:
M = porcentagem de material mais fino que a peneira de # 0,075mm por lavagem
(material pulverulento);
Mi = massa original da amostra seca, em gramas;
Mf = massa da amostra seca após lavagem, em gramas;

Observação: O resultado deve ser a média de duas determinações.

DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA 1ª 2ª

MI MASSA INICIAL DE BRITA SECA (g)

MF MASSA FINAL DE BRITA SECA (g)

PORCENTAGEM DE MASSA DE MATERIAL


M
PULVERULENTO (%)
PORCENTAGEM MÉDIA DA MASSA DE MATERIAL
M
PULVERULENTO (%)

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ENSAIO EXPERIMENTAL 14
TÍTULO: CONFECÇÃO E MOLDAGEM DE CORPOS DE PROVA.
OBJETIVO: Este ensaio tem por objetivo, determinar a QUANTIDADE EM MASSA
de material para confecção de 1,6dm3 de argamassa e sua massa específica.
1000 − ar
SS =
1 p q [⁄
2E + 2q + 2s + \

CONSUMO DE CIMENTO PARA 1 M3 (FÓRMULA DE MOLINARI)

Onde:
p = massa da cal por massa de cimento;
q = massa do agregado miúdo por massa de cimento;
γc = massa específica do cimento;
γp = massa específica da cal;
γq = massa específica do agregado miúdo.

PREENCHER AS LACUNAS DA AREIA E DA BRITA


MATERIAIS UN CIMENTO CAL AREIA
Massa Específica Kg/dm3 3,14 1,60
Massa Unitária Kg/dm3 ---- 0,80

Definição do traço ► Cimento: Cal: Areia: Fator água cimento


Traço de referência ► 1: 2: 9: 0,2
Calcular o consumo de material em massa para um volume de argamassa de 1,6dm3
Considerando que a areia é isenta de umidade.

MATERIAL UN C OP TRAÇO QTDE

CIMENTO Kg X 1
CAL Kg/dm3 X 2
AREIA Kg/dm3 X 9
ÁGUA ml X 0,2

1. Moldar então os corpos- de- prova (5 x 10cm), p/ rupturas em:


3 dias (1 Corpo de Prova)
7 dias (1 Corpo de Prova)
28 dias (2 Corpos de Prova)
T T
2. Massa Específica da argamassa (Kg/dm3) = ]^<_` =

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Acadêmico: RA: __

Turma: Turno: Matutino ( ) Noturno ( )

Os Ensaios são de periodicidade semanal, disponibilizados no site www.tallesmello.com.br, devendo ao ensaio


realizado na semana em curso ser apresentada no dia de cada ensaio. Todas as Tarefas são individuais e
avaliadas segundo o seguinte critério:
- Atividade apresentada completa na data agendada: até 1 ponto
- Atividade apresentada completa com atraso de 1 dia até 1 semana: até 0,5 ponto
- Atividade apresentada completa com atraso de até 2 semanas: até 0,2 ponto
- Não será pontuada atividade incompleta, apresentada com mais de 2 semanas de atraso, realizada fora do
Caderno de Aula (entregue avulsa ou em outro caderno, distinto do Caderno de Aula – modelo do professor) ou que
não observe ao modelo padrão de apresentação, salvo motivo de força maior (doença, chamado judicial...)
devidamente comprovado pelo acadêmico.
O aluno não tem obrigação de acertar todos os exercícios, mas deve comprovar seu esforço.
As folhas que contiverem os exercícios a serem mostrados devem ser precedidas de cabeçalho, para fácil
identificação pelo professor, conforme modelo padrão de resolução. Os cálculos devem ser manuscritos, com boa
caligrafia, sempre precedidos das expressões algébricas (fórmulas) e com respostas inscritas em um retângulo,
com respectivas unidades de medida.
O caderno deve ser entregue ao professor para avaliação na data agendada, feita na presença do aluno. A
nota atribuída é subjetiva, à critério do professor, conforme proporcional observância a estas regras.

Ensaio 1 Ensaio 2 Ensaio 3A

Ensaio 3B Ensaio 3C Ensaio 3D

Ensaio 4 Ensaio 5 Ensaio 6

Ensaio 7 Ensaio 8 Ensaio 9

Ensaio 10 Ensaio 11 Ensaio 12

Ensaio 13A Ensaio 13B Ensaio 14

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